
O Vaticano anunciou os participantes de seu pavilhão para a Bienal de Veneza 2026, apostando em um formato interdisciplinar que reúne nomes da música e das artes visuais. Entre os destaques estão FKA twigs, Brian Eno e Dev Hynes.
A proposta marca uma inflexão no modo como o Vaticano vem se posicionando dentro da Bienal: em vez de uma exposição tradicional, o pavilhão se constrói como uma experiência sensorial e colaborativa, aproximando práticas artísticas contemporâneas de questões espirituais e existenciais.
Os artistas convidados transitam entre som, instalação e performance, indicando um projeto que deve operar mais como ambiente imersivo do que como mostra convencional. A presença de músicos reforça essa abordagem expandida, cada vez mais comum em grandes exposições internacionais.
Desde sua estreia na Bienal, em 2013, o pavilhão do Vaticano tem buscado dialogar com a arte contemporânea fora de um enquadramento estritamente religioso. A edição de 2026 radicaliza esse movimento ao incorporar figuras centrais da cultura pop e experimental.