Willa Wasserman mostra pinturas em que figura e fundo recusam se separar

Na sua primeira individual no Brasil, artista americana usa chaves e fechaduras como metáfora de acesso e transgressão

A pintura de Willa Wasserman vive num tipo de negociação consigo mesma. Na sua primeira individual no Brasil, em cartaz na sede do Jardins da Fortes D’Aloia & Gabriel, a artista reúne pinturas de pequena e grande escala em tecido e latão. Produzidas entre Nova Iorque e a temporada de residência da artista na Casa Onze, as telas revelam figuras sem contornos nítidos absorvidas por uma realidade em que as distinções já parecem suspensas. E essa aparição precária estabelece um diálogo direto com experiências biográficas da artista.

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