
Durante a semana de abertura da Bienal de Veneza 2026, o Palazzo Diedo receberá uma programação especial voltada a convidados, colecionadores, curadores e profissionais do circuito internacional da arte. Organizada pela Berggruen Arts & Culture, a agenda reforça o papel do espaço como uma nova plataforma de diálogo entre arte contemporânea, tecnologia e pensamento interdisciplinar.
Criado para incentivar a produção de artistas de nosso tempo e aprofundar as conexões entre passado e presente, bem como entre as tradições culturais do Ocidente e do Oriente, o Palazzo Diedo vem se consolidando como um novo ponto de encontro para debates e experimentações durante a Bienal.
Entre 4 e 10 de maio, o palácio sediará uma série de eventos exclusivos, incluindo palestras, performances, lançamentos editoriais e conversas com artistas, curadores e pensadores de destaque. A programação gira em torno das relações entre arte contemporânea, inteligência artificial, som, sistemas e imaginação coletiva.
No centro das atividades está Strange Rules, exposição coletiva com curadoria de Mat Dryhurst, Holly Herndon e Hans Ulrich Obrist, em colaboração com Adriana Rispoli. A mostra propõe uma reflexão sobre os impactos das tecnologias emergentes na criação artística e nos modos de produção de conhecimento.
Também integra a programação a exposição Ceal Floyer. Unfinished, dedicada à artista britânica Ceal Floyer, com curadoria de Ann Gallagher e Jonathan Watkins. A apresentação oferece uma visão abrangente de sua prática conceitual, marcada por investigações sobre linguagem, percepção e cotidiano.
Entre os destaques da semana estão a lecture performance de Sogwen Chung, uma maratona de debates com nomes como Lawrence Abu Hamdan, Agnieszka Kurant, Trevor Paglen e Ayoung Kim, além de lançamentos de livros conduzidos por Hans Ulrich Obrist. A aguardada performance de Kelsey Lu figura entre os eventos mais concorridos da programação.