
A Galeria Raquel Arnaud apresenta individual de Carlos Zilio (Rio de Janeiro, 1944) com curadoria de Tadeu Chiarelli, reunindo pinturas recentes. A mostra parte de uma questão central para a obra do artista: como a pintura pode operar em sua própria especificidade, desvinculando-se da carga narrativa extrapictórica que, desde o final do século XIX, uma parte significativa da pintura ocidental vem tentando superar. Para Chiarelli, associar a pintura de Zilio à palavra “drama” seria justamente recair nessa armadilha representativa — o trabalho do artista insiste na pintura como presença e não como discurso.
