O mercado de arte asiático tem passado por incontáveis transformações já há alguns anos, que envolvem desde o nascimento de novos centros culturais relevantes até a ampliação da base de colecionadores em diversos países do continente. E, acompanhado da redistribuição dos fluxos econômicos do circuito - até então concentrados em Hong Kong -, a capital chinesa prevê a recepção de galerias e público mais variados para a 11ª edição da Art Basel Hong Kong.
A edição, que acontece de 27 a 29 de março e vai contar com cerca de 240 galerias de mais de 40 países diferentes, reafirma o papel da cidade enquanto principal plataforma comercial da Ásia, mas também deixa claro que essa centralidade já não opera sozinha.