
A edição de 2026 da EXPO Chicago abriu com vendas robustas durante seu VIP day, com galerias reportando estandes esgotados ou próximos disso já nas primeiras horas da prévia.
O desempenho acompanha a reformulação da feira, que neste ano reduziu seu número de participantes — de cerca de 170 para 130 galerias — em uma estratégia que prioriza um recorte mais curatorial e concentrado.
As vendas foram impulsionadas especialmente por aquisições institucionais, com museus e coleções do Meio-Oeste norte-americano atuando de forma decisiva desde a abertura.
Entre os destaques, obras foram colocadas rapidamente em coleções públicas, enquanto galerias também relataram vendas consistentes para colecionadores privados, em faixas que variam de poucos milhares a seis dígitos.
O novo formato, liderado pela diretora Kate Sierzputowski, busca reposicionar a feira a partir de uma maior integração entre mercado e curadoria, com seções temáticas e participação ampliada de instituições diretamente no desenho do evento.