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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Pinturas Nômades" de Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “A mosca”\, 2012. Foto: Manuel Águas & Pepe Schettino\n\nA Casa Roberto Marinho (CRM) inaugura\, em 25 de setembro de 2025\, Pinturas Nômades\, exposição da artista plástica carioca Beatriz Milhazes\, expoente da arte contemporânea internacional. Sob a curadoria de Lauro Cavalcanti\, a mostra apresenta pela primeira vez no país a reprodução de projetos arquitetônicos desenvolvidos pela artista em quatro continentes — Europa\, América do Norte\, América do Sul e Ásia.A individual celebra duas décadas da atuação de Milhazes no campo das instalações pictóricas em espaços arquitetônicos e institucionais. \nProduzida pela Casa Roberto Marinho\, Pinturas Nômades constitui um panorama único: reúne intervenções site-specific realizadas na Ópera de Viena; na Tate Modern\, em Londres; na loja Selfridges\, em Manchester; no metrô de Londres; na Fundação Cartier\, em Paris; no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; no Long Museum\, em Xangai; e na Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; entre outras permanentes\, como no projeto Art House\, na Ilha de Inujima\, Japão\, e no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque. Esses projetos\, que formam o núcleo central da mostra\, são apresentados em maquetes\, estudos e painéis inéditos no Brasil\, permitindo ao público uma rara imersão na dimensão arquitetônica da obra de Beatriz. \nDe acordo com o curador\, estas intervenções de Milhazes\, realizadas entre 2004 e 2023\, consolidam uma pesquisa visual em diálogo com superfícies arquitetônicas. Utilizando principalmente vinil colorido\, pintura mural e cerâmica\, a artista desenvolve composições que exploram luz\, cor e transparência\, estabelecendo relações entre interior e exterior\, opacidade e translucidez\, desenho e arquitetura. \nEm projetos como Gávea (Selfridges & Co.\, Manchester\, Inglaterra\, 2004)\, Guanabara (Tate Modern\, Londres\, 2005)\, Peace and Love (Estação Gloucester Road\, Londres\, 2005) e O Esplendor I e II (Long Museum\, Xangai\, 2021; e Turner Contemporary\, Margate\, Reino Unido\, 2023)\, Milhazes transforma fachadas\, janelas e espaços de circulação em experiências sensoriais marcadas por formas orgânicas\, ritmos visuais e atmosferas poéticas. \n“Esses trabalhos\, apresentados em instituições e espaços como hospitais\, metrôs e edifícios residenciais\, conjugam arte e sua relação com a questão social\, de sustentabilidade\, e com o contexto urbano\, de forma sensível. Ao inserir elementos como mandalas\, listras\, elipses ou círculos em superfícies envidraçadas ou estruturas curvas\, as obras introduzem novas camadas de significado aos ambientes\, evocando paisagens abstratas\, referências culturais e memórias visuais. Em cada intervenção\, Milhazes amplia a experiência do espaço\, propondo um encontro entre pintura\, arquitetura e contemplação”\, observa Cavalcanti. \nA pintura é o tronco principal do trabalho de Beatriz e pontua poeticamente o percurso pela Casa\, como no caso das obras Mocotó (2007)\, A Mosca (2010/2012) e Lampião (2013/2014). \nBeatriz tem\, desde o início de sua prática\, uma longa relação de observação das variadas representações da natureza e da vida cotidiana encontradas na Arquitetura\, Arte Popular\, Arte Indígena\, Arte Decorativa e universo da Arte Aplicada e História da Arte. Desta forma\, a mostra apresenta ao público carioca uma sala dedicada a seu projeto especial para a 60ª Bienal de Arte de Veneza\, em 2024\, desenvolvido para o Pavilhão das Artes Aplicadas\, uma colaboração entre o Victoria and Albert Museum (V&A)\, em Londres\, e a Bienal. As pinturas O céu\, as estrelas e o bailado (2023) e Meia-noite\, Meio-dia (2023) são exibidas com a mesa de tecidos do acervo pessoal de Milhazes\, de diferentes culturas e regiões ao redor do mundo\, referência para o desenvolvimento das obras. Completa este espaço a tapeçaria inédita Dance in Yellow (2020). \nUma das salas é dedicada a um conjunto de 11 gravuras. De acordo com a artista\, “é a técnica que mais se aproxima plasticamente do resultado dos painéis e murais”\, uma conversa entre a arte gráfica como ponto de diálogo entre as duas práticas. \nA exposição contará também com apresentações de Marcia Milhazes Cia de Dança que apresentará criações recentes\, concebidas em diálogo direto com o universo da mostra. A recorrente colaboração entre as irmãs Milhazes nas exposições de Beatriz\, no Brasil e no exterior\, é marcada por encontros que articulam composições visuais e propostas coreográficas. \nO percurso expositivo e um projeto concebido para a Casa Roberto Marinho \nA escultura suspensa Mariola (2010–2015)\, que recebe os visitantes na primeira sala\, transporta elementos recorrentes da linguagem visual de Milhazes para o tridimensional\, e ganha destaque ao estabelecer diálogo com o espaço expositivo. \nAinda no térreo da Casa\, o público se encontra com a instalação Corumbê\, concebida especialmente para a exposição\, com vinis translúcidos aplicados nas cinco janelas em arco do salão principal. A obra tece conexões afetivas e estéticas com a arquitetura da antiga residência\, evocando referências a Djanira da Motta e Silva e às tradições populares de Paraty\, cidade de origem materna de Milhazes. \nA artista conta que\, no início do processo de concepção da mostra\, ao chegar na CRM para uma reunião com Cavalcanti\, “o grande salão térreo estava vazio e as janelas emolduravam o magnífico jardim de Burle Marx. Fui seduzida! Imediatamente me surgiu a imagem de um desenho vitral dialogando com a natureza externa e poeticamente envolvendo o espaço interno. Algo para contemplar\, conviver\, refletir”\, relembra Beatriz. “No desenho para as janelas em arco\, quase capelas\, a lembrança de Djanira se fez presente. Sua obra sempre foi uma referência para minha pintura e a Coleção Roberto Marinho tem peças masters desta artista. Minha família materna é originária de Paraty\, onde a tradição de festas religiosas é uma força e passei boa parte de minha infância e adolescência. Corumbê conta uma bela história\, uma história carioca.” \nNo mesmo espaço está instalado o painel Waving Flowers\, pintura em escala real desenvolvida originalmente para a Galeria Max Hetzler\, em Berlim. Trabalhada em cinco tons de cinza\, a obra surpreende pela força plástica dentro de uma paleta monocromática\, dialogando com o piso de losangos bicolores do salão da CRM e com os vitrais de Corumbê. Na sala seguinte\, três pinturas de Djanira\, pertencentes à Coleção Roberto Marinho\, reforçam o elo entre duas gerações de mulheres centrais na arte brasileira. \nA mostra se desenvolve em todo o piso superior\, em núcleos poéticos de contemplação\, revelando o papel da cor\, da ornamentação e da estrutura visual na construção de uma linguagem singular. Segundo Lauro Cavalcanti\, a disposição das obras “toca o sublime que a arte\, por vezes\, alcança”.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Lá e cá: Deslocamentos construtivos" na Galeria Flexa
DESCRIPTION:Hélio Oiticica\, “Metaesquema”\, s.d.\nA exposição coletiva que encerra o programa de 2025 da Flexa\, sob direção artística de Luisa Duarte\, propõe um diálogo entre diferentes gerações da arte brasileira\, reunindo obras de Hélio Oiticica (1937–1980)\, Lygia Pape (1927–2004)\, José Damasceno (1968) e Emmanuel Nassar (1949). Texto crítico de Moacir dos Anjos acompanha a mostra\, que tem como centralidade a forma como esses artistas transformam a herança construtiva e concreta em linguagem viva\, atravessada pela cor\, pela inventividade\, pela presença do corpo e pela dimensão sensível. \nA exposição constrói uma paisagem intergeracional na qual se revela a capacidade da arte brasileira de se relacionar com o passado em uma chave de invenção e de desvio. Como escreveu o crítico cubano Gerardo Mosquera: “ (…) é significativo que os dois clichês que tendem a ser impingidos à arte brasileira pareçam antitéticos: construtivismo e sensualidade\, grid e corpo. No entanto\, eles coexistem em interlocução\, dialogando e transformando-se mutuamente.” Essa coexistência\, entre o que se estrutura e o que vibra\, entre o que é da ordem do cálculo e o que é da ordem do afeto\, é algo que atravessa o diálogo entre os quatro artistas aqui construído. \n 
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LOCATION:FLEXA Galeria\, Rua Dias Ferreira\, 175 - Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:“Irradiar: para construir instituições da gente” na Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Marcela Cantuária\, “2° Salão Latino-americano y Caribeño de Artes/Salão das Mulheres” 2025. Divulgação. \nNo último ato das comemorações pelo seu aniversário de dez anos\, o Solar (dos Abacaxis) fecha a temporada de 2025 com a abertura da exposição “Irradiar: para construir instituições da gente”. Em cartaz a partir do dia 6 de dezembro\, a mostra reúne cerca de 40 trabalhos de mais de 30 artistas e ocupa integralmente os três andares de sua sede na Rua do Senado\, no Centro do Rio. O projeto marca ainda um novo ciclo do instituto\, que lança seu projeto de rebranding — agora atende apenas pelo nome Solar — e abre ao público sua primeira Sala de Leitura\, ampliando o programa educativo e compartilhando o acervo inicial que orienta suas pesquisas. \nA maior exposição já realizada pelo Solar — fruto da curadoria de Bernardo Mosqueira\, Matheus Morani e Camilla Rocha Campos — faz parte do programa de dois anos dedicado à ideia de liberdade e aprofunda o debate sobre arte\, institucionalidade e futuro. As obras reunidas na mostra levantam perguntas centrais sobre o papel e o significado das instituições de arte: “Por que fazemos instituições de arte?”\, “Que papéis elas cumprem na vida coletiva?” e “Como imaginar formas institucionais que sejam\, ao mesmo tempo\, críticas\, generativas e comprometidas com a liberdade coletiva?” \nA mostra não é um inventário\, é um dispositivo curatorial que articula peças\, documentos e projetos para mapear práticas instituintes e lembrar que instituições são processos\, pactos e acordos sociais. \n  \n  \n 
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SUMMARY:“ 100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand” no MAM Rio
DESCRIPTION:Arjan Martins\, s.t. Divulgação\, foto de Jaime Acioli. \n“100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand” é a segunda mostra dedicada ao centenário de nascimento de um dos maiores colecionadores da arte moderna e contemporânea no país. Reunindo cerca de 150 obras da Coleção Gilberto Chateaubriand\, a exposição apresenta uma história da arte brasileira do último século organizada em torno de cinco linhas temáticas. O projeto\, com curadoria de Pablo Lafuente e Raquel Barreto\, e curadoria assistente de Phelipe Rezende\, parte do olhar singular de Gilberto Chateaubriand (1925–2022)\, cuja coleção reúne mais de 8 mil obras adquiridas ao longo de sete décadas de diálogo com artistas.\nResultado de uma prática colecionista sustentada por convivência\, escuta e atenção às dinâmicas da vida artística do país\, esse conjunto reúne nomes de diversas regiões e linhagens. O acervo se expande por múltiplas linguagens — da pintura à fotografia\, da escultura às investigações experimentais — compondo um panorama sensível da produção brasileira no qual vários temas funcionam como eixos estruturantes de um século de arte. \n  \n  \n 
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LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:“Napoli Explosion” no Polo Cultural ItaliaNoRio – Casa d’Italia
DESCRIPTION:Mario Amura\, “Napoli Explosion”. Divulgação. \nA mostra apresenta 20 obras fotográficas de formato médio\, além de um vídeo-documentário de 18 minutos\, retratando um dos rituais coletivos mais emblemáticos e belos do Mediterrâneo: a noite de Réveillon em Nápoles. É quando o povo napolitano transforma\, por algumas horas\, o temor ancestral do vulcão Vesúvio em uma festa de luz feita de centenas de milhares de fogos de artifício – tradição também cultuada na cidade do Rio de Janeiro. \nAs obras não descrevem: evocam nuvens\, criaturas e constelações que emergem da escuridão em uma explosão de formas e cores. A exposição no Rio celebra não apenas Nápoles\, mas o diálogo entre duas cidades irmãs\, unidas pela mesma linguagem de luz e festa. \n 
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SUMMARY:"Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)" de Daniel Buren no MAM Rio
DESCRIPTION:Daniel Buren\, “Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)” Divulgação.\n\nO MAM Rio recebe a primeira edição brasileira de Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)\, projeto do artista francês Daniel Buren\, apresentado desde 1975 em cidades como Berlim\, Genebra\, Lucerna\, Miami e Minneapolis. \nA obra\, que transforma velas de barcos em suporte artístico\, será realizada no Rio em dois momentos. A ação tem início com uma regata-performance na Baía de Guanabara: onze veleiros Optimist partem da Marina da Glória com velas estampadas pelas icônicas listras verticais de Buren\, ativando o percurso entre a Marina e a Praia do Flamengo como intervenção artística em movimento. \nA partir da chegada dos barcos\, as velas vêm para o MAM Rio\, onde passam a compor a exposição derivada da regata. Instaladas na ordem de chegada\, evidenciam a transição do uso funcional para o campo artístico\, prolongando no museu a experiência criada no mar. \n  \n 
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SUMMARY:"Rasura" na Nara Roesler
DESCRIPTION:Detalhe de Fabio Miguez\, s.t. 2020. Divulgação: Nara Roesler Rio de Janeiro. \n“Rasura”\, com curadoria de Victor Gorgulho\, apresenta trabalhos de artistas representados pela galeria\, além de quatro convidados. Apagamentos\, fragmentação\, esconder\, velar\, destruir\, subtrair e adicionar\, estão presentes na exposição\, mas também “a rasura como um gesto de revelação\, de concepção\, de criação artística”\, comenta o curador. A montagem privilegia aproximações entre os trabalhos\, de modo a destacar a ideia da rasura nas pinturas com materiais diversos\, sobre suportes variados\, e ainda esculturas\, vídeos\, objetos\, fotografias\, que ocupam os dois andares da galeria Nara Roesler Rio de Janeiro. \nO curador Victor Gorgulho apresenta um conjunto de 23 obras de 17 artistas para abordar a ideia de rasura\, de forma ampliada\, nos trabalhos de diferentes pesquisas\, materiais e suportes dos artistas Antonio Dias (1944-2018)\, Brígida Baltar (1959-2022)\, Bruno Dunley (1984)\, Cao Guimarães (1965)\, Carlito Carvalhosa (1961-2021)\, Cristina Canale (1961)\, Daniel Senise (1955)\,Fabio Miguez (1962)\, Karin Lambrecht (1957)\, Manoela Medeiros (1991)\, Maria Klabin (1978) e Marcos Chaves (1961). A mostra inclui ainda trabalhos dos artistas convidados Cipriano (1981)\, Erick Peres (1994)\, Lucia Koranyi (1982) e Marlon Amaro (1987). \n  \n  \n— de Nara Roesler \n 
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LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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