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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem do acervo “Retratistas do Morro” / Foto: Afonso Pimenta\n\n\n\n\nA mostra que chega ao MAR tem por objetivo contribuir para a construção de uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, a partir do ponto de vista de fotógrafos que vivem e trabalham há mais de meio século nas periferias urbanas de Minas Gerais. A narrativa visual apresentada na exposição Retratistas do Morro é\, sobretudo\, um testemunho do poder da fotografia como ferramenta de resistência e afirmação cultural. Cada imagem carrega os valores do tempo e da comunidade: revelando festas populares\, rituais de passagem\, cenas do cotidiano em retratos posados que expressam orgulho e afeto. A curadoria da exposição é assinada por Guilherme Cunha com acompanhamento curatorial da equipe MAR.
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SUMMARY:"Telma Saraiva e a fascinação do mundo" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem: Reprodução / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio inaugura a exposição “Telma Saraiva e a fascinação do mundo”\, dedicada à trajetória da artista cearense que marcou a história da fotopintura no Brasil. Atuando desde os anos 1940 no município de Crato\, no Cariri\, Telma Saraiva comandou o Foto Saraiva — único estúdio fotográfico gerido por uma mulher na região — e criou uma estética própria ao colorir retratos com tintas\, entre minúcia técnica e imaginação artística. A curadoria é assinada por Bitu Cassundé\, Amanda Bonan e Marcelo Campos.
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SUMMARY:"Vicentes – Monteiro: Entre Recife e Paris (1899–1970)" na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Vicente do Rego Monteiro\, “Bicho”\, 1925 – Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nA trajetória de Vicente do Rego Monteiro\, artista entre continentes\, entre tempos e entre linguagens\, ganha nova leitura sob a curadoria do também artista Paulo Bruscky. Após itinerar por São Paulo\, a mostra chega agora ao Rio de Janeiro com núcleo documental inédito\, apresentando ao público brasileiro\, pela primeira vez\, a dimensão visual e poética de um modernista muitas vezes deslocado dos centros hegemônicos de consagração. \nA exposição “Vicentes – Monteiro: Entre Recife e Paris (1899–1970)” articula mais de 100 documentos\, obras e registros que atravessam a vida e a obra de Rego Monteiro — pintor\, escultor\, editor e poeta — cuja atuação multifacetada se deu entre a capital pernambucana e o circuito europeu. Entre manuscritos\, caligramas\, pinturas\, livros\, cartas\, fotografias e cartazes\, o que emerge é uma obra que se desenha na dobra entre o arcaico e o moderno\, entre o gesto ameríndio e o experimentalismo gráfico. \nCom um recorte que dá ênfase à produção textual e visual do artista\, Bruscky revisita uma pesquisa que teve um ponto de inflexão na mostra no Centre Georges Pompidou\, em Paris\, em 2017. Incorporando obras e arquivos\, a exposição propõe não apenas uma retrospectiva\, mas uma reinterpretação do artista enquanto figura importante da modernidade brasileira. \nEntre os destaques estão as pinturas Bicho (1925) e Moderna Degolação de São João Batista\, esta última gentilmente cedida pelo MAMAM – Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães. Há ainda livros de artista concebidos por Vicente antes mesmo da consolidação desse termo\, discos\, baralhos e um conjunto de caligramas que antecipam a estética concretista. \nVicente\, que editava em Paris e imprimia em Recife\, é figura emblemática de um modernismo lateral — que não se organiza pelo eixo Rio-São Paulo\, mas por uma cartografia própria\, onde a cerâmica marajoara\, o cubismo e a estampa japonesa coexistem. Como escreve Bruscky: “foi talvez o mais arcaico e\, por isso mesmo\, o mais moderno entre os modernistas”. Um artista cujos gestos são inseparáveis da multiplicidade cultural do país que habitou em trânsito. \nA mostra se ancora ainda no catálogo “Vicentes – Monteiro: Entre Recife e Paris (1899–1970)”\, que inclui textos para a compreensão da obra do artista. Jorge Schwartz discute as interseções entre Vicente e o ideário antropofágico\, enquanto Gênese Andrade analisa sua produção a partir de retratos e autorrepresentações\, ampliando a leitura sobre sua atuação nas artes visuais e na poesia. \nA iniciativa da Danielian Galeria\, em promover a itinerância e ampliar o acesso ao acervo documental de Vicente do Rego Monteiro\, inscreve-se num momento importante de revalorização das margens da modernidade. Não por acaso\, é Paulo Bruscky — o mais importante artista arquivista da arte correio na América Latina — quem conduz esse gesto: um artista arquivando outro\, em espiral.
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SUMMARY:"Wanda Pimentel – Percurso em Preto e Branco" na Carpintaria
DESCRIPTION:Wanda Pimentel\, Sem título\, da série Animais preto & branco. Foto: Eduardo Ortega / DDM\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Wanda Pimentel – Percurso em Preto e Branco\, com abertura dia 16 de agosto na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne\, pela primeira vez\, a série Animais Preto e Branco\, um conjunto de desenhos em preto e branco realizados nos primeiros anos de sua trajetória. Criadas entre 1965 e 1967\, essas obras dão a ver um período formativo de experimentação\, marcando o surgimento da linguagem visual singular de Pimentel. \nCom traços agitados e vigorosos\, numa paleta restrita\, Pimentel desenhou animais\, alguns identificáveis\, outros inventados\, cujas formas pulsam\, serpenteiam e vibram em meio a emaranhados gráficos de rabiscos e marcações. Besouros\, cangurus\, tatus\, tartarugas\, morcegos\, girafas\, corujas e macacos aparecem retratados com uma mão investigativa\, como se a artista explorasse as texturas de pelos\, penas\, escamas e peles\, apenas para distorcer suas formas e padrões nos espaços alucinatórios de seu bestiário estilizado. \nEssa faceta inicial da obra de Pimentel revela uma abordagem caligráfica mais livre\, na qual a superfície do papel é quase inteiramente ocupada\, vibrando com atividade visual — em contraste agudo com sua produção posterior\, de orientação geométrica\, baseada numa espacialidade rigorosa definida pelo vazio articulado às representações precisas de objetos e partes do corpo. Como propõe a historiadora da arte Vera Beatriz Siqueira em seu ensaio para a exposição: “Em Wanda\, os animais parecem afirmar a base gráfica e a posição central conferida à linha\, que define questões de sua obra\, ao mesmo tempo que anunciam a questão temática e plástica do ‘envolvimento’\, das relações entre criaturas\, objetos e seus ambientes — centrais em seu trabalho.” \nA obra Sem título (da série Envolvimento) (1969) da artista foi recentemente incorporada à coleção permanente do MoMA\, e integrou a exposição Vital Signs: Artists and the Body organizada por Lanka Tattersall em 2024\, na mesma instituição. Pimentel está atualmente em exibição na mostra Pop Brasil: Vanguarda e Nova Figuração\, 1960-70\, na Pinacoteca em São Paulo.
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SUMMARY:"ANIMALIA BIOCONCRETA" de Franklin Cassaro na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Franklin Cassaro – Divulgação\n\n\n\n\nFranklin Cassaro apresenta em “ANIMALIA BIOCONCRETA” uma produção com mais de 50 obras\, com destaque para a série Animal Fractal\, pinturas com acrílica iridescente (com partículas de mica) papel Canson\, e mordidas do artista. \nNa abertura no dia 26 de Agosto\, o artista irá apresentar o ato escultórico: Abrigo Mar Azul\, sua obra inflável em papel celofane que ocupa mais de 3 metros\, causando impacto e surpresa ao espectador. Os atos do artista estarão presentes na abertura e ao longo da exposição em datas programadas. \n“Trinta e cinco anos atrás\, em Outubro de 1988\, Franklin Cassaro inaugurava no Rio de Janeiro sua primeira exposição individual na celebrada Galeria Macunaíma da Funarte\, seguida em São Paulo da mostra AR\, no Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP). Em ambas as oportunidades estava ali o début de um artista audacioso\, intenso e profundo\, não afeito a modas\, convenções ou padrões impostos pelo mercado de arte. O impacto causado pela grande e única bolha vermelha em papel celofane\, seu primeiro inflável\, ocupando todo espaço da pequena galeria do Rio\, ou o grande tubo vermelho no museu de São Paulo\, já traziam o prenúncio de alguns elementos da linguagem sutil\, sua necessária interação com o espectador e seus aspectos corpóreos. Desde então tem exibido e performado suas criações em várias capitais do país\, em renomadas instituições públicas e privadas\, tendo cruzado diversos países como Estados Unidos\, Alemanha\, Austrália\, Espanha\, Suécia\, Inglaterra\, Áustria\, Itália\, Porto Rico\, Cuba e México (…)” \nLuiz Chrysostomo de Oliveira Filho
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SUMMARY:"TRILOGIAS" de Leonora Weissmann na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Leonora Weissmann – Divulgação\n\n\n\n\nA mineira Leonora Weissmann fala de sua produção: “Em meu processo as imagens surgem a partir de necessidades nemsempre claras a princípio\, mas logo estabeleço uma rede de conexões que formam algum eixo. A primeira pintura desse recorte\, intitulado posteriormente ‘A pequena idade do gelo’\, surgiu na exposição Estranho Mundo Próximo. \nTrata-se de uma fase\, ou momento que creio ser a pequena idade do gelo de minha própria pintura. A pintura tem os seus períodos\, necessidades e\, porque não\, climas. \nA paisagem de neve me fascina desde a infância quando via os quadros de Peter Bruegel o Velho\, em especial ‘Os caçadores na neve’ e ‘Paisagem de Inverno com patinadores e armadilha para pássaros’. Naturalmente são imagens instigantes\, por serem cenas de neve cheias de crianças\, por possuírem uma estranheza hipnótica com seus mil detalhes e simbolismos. \nAlém das questões simbólicas e inconscientes que me levaram a pintar essas imagens\, o branco em contraste com o preto\, o recorte que a luz clara da neve gera nas composições fazem os elementos como galhos\, pedras\, pássaros e pessoas virarem linhas e silhuetas sobre a tela\, como um desenho. A pintura torna-se mais gráfica. É fascinante. \nAs figuras\, em sua maior parte crianças\, em minha ‘pequena idade do gelo’ parecem\, em algum momento\, astronautas em um planeta desconhecido\, explorando a paisagem\, a superfície\, buscando constantemente algo que não se apresenta. \nElas apontam para caminhos possíveis. \nA partir das pinturas comecei a fazer intervenções nos livros e gravuras de Bruegel com grafismos que chamo de ‘folhas e ossos’. São silhuetas de folhagens inventadas que criam um jogo entre a forma e a contra-forma. Ou vêem-se as folhas ou o vazado que na verdade é a forma e remete a ossos.
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SUMMARY:Exposição individual de Iole de Freitas na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Vista da exposição de Iole de Freitas\, 2025. Cortesia Silvia Cintra + Box 4\n\n\n\n\n\n\nA galeria Silvia Cintra + Box 4 apresenta a mais recente produção de Iole de Freitas\, em uma exposição individual que inaugura no dia 28 de agosto. \nDando continuidade à potente pesquisa que o público pôde experienciar na exposição “Fazer o ar”\, no Paço Imperial\, Iole nos convida a um novo mergulho em seu universo. As 18 obras\, todas inéditas\, revelam a maestria da artista em tensionar os limites dos materiais\, transformando a rigidez do aço e a delicadeza do papel em manifestações de uma força vital. \n\n\n\n\nA exposição articula o diálogo entre as aclamadas séries “Mantos”\, que ganham novas configurações na relação da pintura com areia e minérios\, como se fossem uma segunda pele\, e “Algas”\, cujas formas em aço inox flutuam no espaço. Como novidade\, a artista apresenta um conjunto de esculturas em aço inox que recebem uma delicada pintura artesanal\, adicionando novas camadas de cor e textura à sua sofisticada produção tridimensional. \nSerá uma oportunidade única de presenciar a evolução do trabalho de uma artista fundamental para a arte contemporânea brasileira.
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SUMMARY:"Além da Pintura" de Carlos Vergara na Galeria Patricia Costa
DESCRIPTION:Carlos Vergara – Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nHá exatos 25 anos\, Carlos Vergara cultua o hábito de ir ao ateliê que mantém em um casarão em Santa Teresa\, religiosamente. Fruto dessa produção ativa e constante será mostrado em trabalhos inéditos na individual “Além da Pintura”\, que abre no dia 28 de agosto\, às 18h. Essa mostra guarda uma particularidade em especial: é a celebração de uma amizade longeva\, pois sela o encontro entre o artista\, a galerista Patrícia Costa e a curadora Vanda Klabin. Pioneiros da arte no Rio de Janeiro\, os três mantêm relação de longa data\, desde 1980\, e estarão reunidos em uma exposição pela primeira vez. Literalmente\, além da pintura. \nConhecido por desenvolver seus próprios pigmentos a partir de elementos naturais\, desta vez Vergara apresentará sua mais recente alquimia: uma tintura de nuances avermelhadas extraída do pau-brasil\, árvore que possui enraizada em seu ateliê. A matéria-prima também virou serragem para ele desenhar com uma seringa\, criando sutis relevos traçados em algumas telas. \nEssa técnica de pigmentação foi apresentada em novo terroir\, quando participou de uma residência artística no Château Cos d’Estournel (vinícola de Bordeaux)\, no primeiro semestre desse ano\, como parte da Temporada Brasil-França 2025. \n“O ateliê é o meu laboratório”\, afirma\, lembrando que os estilhaços de um vidro que se quebrou um dia desses foi incorporado em um quadro que será levado para essa exposição. \n“Eu adoro trabalhar\, não é uma obrigação”. \nA inspiração para tanta criatividade\, segundo ele\, “vem vindo”. “Do quadro anterior nasce o seguinte… às vezes surge um desafio que o trabalho anterior joga e eu tento resolver no seguinte. E é isso que faz andar”. \nOs trilhos dos bondes de Santa Teresa\, um dos ícones da cidade carioca onde está radicado desde a adolescência (Vergara nasceu em Santa Maria\, no Rio Grande do Sul\, em 1941)\, se fazem presentes em monotipias que também poderão ser vistas pelo público em “Além da Pintura”\, que terá um recorte com cerca de 16 trabalhos com diferentes suportes\, até 27 de setembro\, na Galeria Patrícia Costa\, em Copacabana – mesmo bairro que o artista escolheu para morar. \n“O artista presentifica um entrelaçamento de outros processos manuais\, uma escolha estética\, ao decalcar elementos naturais\, como o pigmento com suas texturas e propriedades\, carregado de história. Estar impregnado de gestos dos materiais que vêm da terra traz uma nova forma de expressão para a sua prática pictórica. Seus trabalhos são sempre atravessados pela pintura\, um processo que se confunde com uma depuração ou fusão com outros elementos\, com um embeber\, um provocar depósitos\, vestígios\, detritos ou fragmentos. Uma adesão aos puros pigmentos naturais e seus valores cromáticos\, que se deixam impregnar ou diluir\, de maneira aberta ao imprevisível\, como o próprio artista declarou\, ‘utiliza o acaso e a precisão’. A diluição do pigmento traz perturbações delicadas na superfície da obra\, como se estivessem à procura de uma outra instância para a sua existência\, um novo modo de ser\, uma nova significação\, como se relutasse em alcançar sua forma final. São pulsações diferenciadas\, irradiações impregnadas de valores cromáticos que flutuam e adotam comportamentos divergentes e o artista comentou que ‘as formas não mudam\, o que muda são as formas de olhar’”\, pontua a curadora e historiadora Vanda Klabin.    \n“Sua pintura permanece extremamente vigorosa\, plena e fluida\, seu universo discursivo sempre diversificado\, pulsante e propaga a sua imensa energia plástica\, continuamente desdobrada em inovações. Essa exposição amplia o entendimento sobre a trajetória do artista e da constituição de uma linguagem plástica brasileira\, com incessante fidelidade ao ato da pintura”.
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SUMMARY:"Rabo de Cavalo" de Junia Penido na Nonada ZS
DESCRIPTION:Obra de Junia Penido – Divulgação\n\n\n\n\nA Nonada em Copacabana acaba de estrear a exposição Rabo de Cavalo\, primeira individual de Junia Penido.  \nJunia Penido (1997 – Belo Horizonte\, Brasil) vive e trabalha em Belo Horizonte. É graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Minas Gerais\, onde desenvolveu pesquisa sobre as relações entre as práticas do ateliê de pintura e do canteiro de obras. \nA mostra conta com ensaio crítico de Ulisses Carrilho: “A pintura de Junia Penido se aproxima da opacidade como quem recusa a evidência do gesto claro\, a transparência do imediato ou a exuberância. O espectador é conduzido a uma zona de suspensão: velada\, a imagem se oferece\, mas não se deixa decifrar. Há algo do mistério que habita o corpo e do erótico que se funda não no falo\, mas no indeterminado\, no inapreensível. O enigma se instala como qualidade pictórica: nos enquadramentos\, um ponto de vista sorrateiro\, rasteiro\, um ponto de vista em quatro patas.”
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SUMMARY:"Através do Véu Verde" de Edo Costantini no MAC Niterói
DESCRIPTION:Edo Costantini \, “Colourful leaves Pink”\, 2022. Katonah\, New York.\n\n\n\n\nNo dia 6 de setembro\, Edo Costantini\, artista representado pela Galeria Mario Cohen\, inaugura sua primeira exposição individual em museu\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói)\, no Rio de Janeiro\, Brasil. Com curadoria de Nicolas Martin Ferreira e texto de Paulo Herkenhoff\, a mostra reúne uma década de produção\, incluindo fotografia\, vídeo\, música e uma série de esculturas em bronze\, estas últimas criadas em colaboração com sua esposa\, a artista Delfina Braun\, e a arquiteta Delfina Muniz Barreto. \nA obra fotográfica de Edo gira em torno do sublime na natureza\, retratado por meio de representações etéreas das florestas no norte do estado de Nova York. A série\, capturada entre 2013 e 2025\, reflete sobre o ato de medir a própria existência dentro do fluxo em constante transformação do tempo. Suas caminhadas diárias pelas paisagens serenas de Katonah – Bedford Hills tornam-se um portal para revelar o extraordinário no ordinário\, para perceber o invisível e para moldar imagens novas e instigantes a partir disso. \nInspirada nessas caminhadas e em pesquisas sobre plantas sagradas\, a exposição apresentará 20 fotografias em grande formato\, uma instalação sonora intitulada Opium Whispers Sound Sculpture e a projeção de Last Survivors\, um filme de 30 minutos\, realizado no mesmo período. \nLast Survivors é uma meditação celebratória sobre a resiliência da natureza e o despertar da humanidade. Filmado na solidão da pandemia e revelado cinco anos depois\, o filme se ergue como tributo e profecia\, um lembrete urgente de que\, embora a humanidade possa sofrer\, a natureza persiste. Narrado pela atriz islandesa Hera Hilmar\, com roteiro de Costantini e Martín Hadis — especialista em Jorge Luis Borges e literatura nórdica —\, o filme conta uma história de perda\, sobrevivência e transcendência. A trilha evocativa\, composta pelo próprio Costantini com sua banda The Orpheists\, entrelaça-se à narrativa\, criando uma atmosfera de luto e esperança. \nEm diálogo com as fotografias\, o coletivo formado por Delfina Braun\, Edo Costantini e Delfina Muniz Barreto apresenta novas esculturas em bronze que habitam silenciosamente as galerias do museu. Combinando suas disciplinas — escultura\, som e instalação —\, o trio explora as formas e ritmos da natureza\, celebrando a beleza das flores e de outros elementos vivos\, refletindo sobre a ligação entre dor e cura. “Cada um de nós contribuiu com seu conhecimento\, e juntos exploramos diferentes dimensões\, tempos e espaços”\, afirmam. \nAs obras mais recentes exploram o que está além da visão: as forças ocultas essenciais ao nosso ser. Duas esferas evocam a magia silenciosa do micélio\, a rede invisível por meio da qual o mundo natural se conecta e se regenera. Dessa teia subterrânea emergem duas esculturas em diferentes escalas\, inspiradas no raro e fascinante cogumelo conhecido como “véu-de-noiva” (lady’s veil). Reconhecido por sua beleza exótica e há muito valorizado por suas propriedades medicinais e restauradoras\, ele se torna aqui tanto uma forma natural quanto uma metáfora de resiliência e renovação. \nAlém disso\, como parte da exposição\, será publicado um catálogo em capa dura\, encadernado em tecido\, com uma fotografia central na capa. Com 110 páginas\, ele traz reproduções integrais das obras expostas\, bem como textos de Nicolas Martin Ferreira\, Paulo Herkenhoff e Barbara Golubicki\, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a exploração de uma década de Costantini em torno da natureza\, da luz e da conexão humana com o ambiente.
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SUMMARY:"Título Provisório" na Nonada ZN
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Daniel Barreto – Divulgação\n\n\n\n\nCada vez mais ligada à arte\, a Kenner vai patrocinar a exposição “Título Provisório”\, que será inaugurada neste sábado (13)\, na Penha – Zona Norte do Rio de Janeiro –\, e ficará aberta ao público até 15 de novembro. A iniciativa reforça o compromisso da marca em valorizar manifestações culturais independentes\, descentralizadas e com raízes na comunidade. Integrando o circuito ArtRio\, a mostra coletiva vai reunir\, em uma fábrica desativada\, obras de oito brasileiros que exploram como as cadeias produtivas podem aproximar as pessoas e se transformar em linguagem artística. \nPinturas\, esculturas\, fotografias\, performances sonoras\, vídeos e instalações fazem parte da programação\, que também contará com visitas guiadas e bate-papo com o público. Gerente de Comunicação da Kenner\, Mariana Egert pontua que o incentivo posiciona a marca como agente ativo de experiências acessíveis que criam conexões ricas e que promovem diálogos culturais na sociedade. \n“Apoiar a arte independente é mostrar uma preocupação social que envolve tanto os artistas quanto com os moradores da região. E isso acontecer justamente no subúrbio é muito significativo\, porque a Zona Norte do Rio é plural demais e acaba\, muitas vezes\, ficando de fora desses circuitos culturais. Essa é uma oportunidade de dar ainda mais visibilidade à produção artística e engajar a comunidade local”\, afirma Mariana. \nObras criadas por Rafael Meliga\, Bruna Lamego\, Daniel Barreto\, Daniel Olej\, Gabriela Mureb\, Helô Duran\, Lucas Pires e Mbé formam o acervo da exposição\, que\, como provoca em seu nome\, busca pontuar como a noção de transitoriedade dialoga com a arte em processo\, que se constrói no trabalho diário e na relação com estruturas externas.
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LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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