BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.16.2//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20230101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241109T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250629T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20241112T183415Z
LAST-MODIFIED:20241112T183416Z
UID:59325-1731146400-1751220000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/j-borges-o-sol-do-sertao-no-museu-do-pontal-2/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Obra-Jose-Bezerra_4-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241217T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250615T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20250323T203330Z
LAST-MODIFIED:20250323T203516Z
UID:61615-1734433200-1750010400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/o-dono-do-mar-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/03/855x113-cm-acrilica-sobre-tela-1-1980x1491-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250322T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250807T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20250630T221129Z
LAST-MODIFIED:20250630T221129Z
UID:63479-1742641200-1754589600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/territorio-de-lembrancas-de-caninana-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/06/AyraAziza_CrisLucena_Baixa_1-1980x1984-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250415T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250831T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20250630T220448Z
LAST-MODIFIED:20250630T220448Z
UID:63476-1744714800-1756663200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/danca-barbot-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Pht.Vantoen-PJR-Cia-Rubens-Barbot-2-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250424T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250622T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20250502T142528Z
LAST-MODIFIED:20250502T142528Z
UID:62325-1745496000-1750615200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Entre olhares - Encontros com a Coleção Roberto Marinho" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Iberê Camargo\, Sem título\, 1975. Coleção Casa Roberto Marinho | Instituto Casa Roberto Marinho © Iberê Camargo – Fundação Iberê\n\nLá pelos anos 80\, quando comecei a estudar arte\, eu descobri trabalhos que me emocionavam muito. Cada descoberta era como um êxtase\, e matéria a ser absorvida\, vivida\, por vezes copiada descaradamente. A liberdade da inocência. \nPouco a pouco fui descobrindo meu caminho com informações e influências do que andava acontecendo pelo mundo nos anos 70 e 80\, mas também sempre bebendo nas fontes do passado\, do Brasil e do mundo\, conversando com os mortos. Cada trabalho que arrebata é um desafio: você olha\, pensa\, tenta repetir a seu modo\, vai explorando. Uma conversa que não podia ser apenas celebratória\, precisava ser próxima\, íntima\, irreverente.Inicialmente\, meu trabalho era abstrato gestual. Certo dia\, eu tive um interesse em desenhar uma estátua que estava emprestada na minha casa. Era uma réplica da escultura maneirista O rapto da Sabina\, de Giambologna. Meio sem me dar conta\, a princípio\, comecei ali as séries das Sabinas e do Laocoonte; essas séries falam de um modo de ensinar arte que passava pela cópia de pinturas e de esculturas clássicas para aprender repetindo o passado.Eu entrava na série de artistas estudantes pela porta de entrada da academia\, mas abstraindo\, trazendo o maneirismo para o meu interesse no gesto\, no corpo\, na percepção do espaço. A arte se comunica em sua infinita série\, o objeto pré-histórico ainda fala com a escultura moderna e contemporânea. Meu trabalho trava um diálogo com a história da arte\, e fala disso.Esse meu diálogo com a Coleção Roberto Marinho começa com Iberê Camargo e Jorginho Guinle. Roberto Marinho formou sua coleção com seu olhar\, e também acompanhando artistas amigos em visitas e aquisições.Eu comecei a colecionar trocando trabalhos com colegas e amigos. Havia um exercício de parceria e admiração\, e a vontade de ter trabalhos perto de mim. Alguns dos meus amigos já se foram\, mas guardo sua presença em suas obras. Colecionar é um prazer imenso\, os bons trabalhos vão ganhando mais e mais significados com o tempo.Colecionar é também conversar\, colocar obras lado a lado. Em 2021 participei de um projeto na Casa Roberto Marinho chamado A Escolha do Artista com curadoria de Lauro Cavalcanti. Eu escolhi na coleção um grupo de Ripas de Ione Saldanha. Esse diálogo deu origem a uma exposição muito particular\, quando fiz uma montagem livre das Ripas e\, na época\, um novo caminho se abriu no meu trabalho. Apesar da distância histórica das obras\, o olhar contemporâneo atualiza a leitura e mantém as obras vivas.Esse diálogo de obras por ocasião da exposição “A inconstância da forma”\, na Casa Roberto Marinho\, é uma viagem às origens dos meus interesses na arte\, às imagens que me formaram\, às ideias e/ou formas que roubei\, às epifanias\, descobertas que vivenciei vendo obras de diversos tempos. Neste momento de rever minha trajetória\, convido o público a partilhar minha visão pessoal num enlace entre obras que me falam ao coração. Uma instalação que não pretende ser didática\, mas sim um mergulho com muito amor e liberdade e\, espero\, instigante.Elizabeth Jobim
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/entre-olhares-encontros-com-a-colecao-roberto-marinho-na-casa-roberto-marinho/
LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/JA-113950-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250424T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250810T180000
DTSTAMP:20260527T075115
CREATED:20250502T141850Z
LAST-MODIFIED:20250502T141850Z
UID:62322-1745496000-1754848800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"A inconstância da forma" de Elizabeth Jobim na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Elizabeth Jobim\, Sem título\, 2005. Coleção Adriana Calcanhotto – Divulgação Casa Roberto Marinho\n\nO título instigante sublinha a capacidade que sua produção possui de manter em movimento uma linguagem pessoal cuja estabilidade consiste em acolher e retransformar tendências aparentemente antagônicas da arte contemporânea.Ao optar por uma organização que não privilegia a ordem cronológica o curador Paulo Venancio instiga o visitante a perceber as afinidades\, tensões e contrastes nos diversos momentos do percurso da artista. Os desenhos\, pinturas\, objetos e ocupações espaciais compartilham\, além de suas belezas intrínsecas\, a liberdade de criar e nos surpreender. Do gesto e das representações da pedra\, um dos mais básicos elementos recorrentes na poética de Beth Jobim\, emergem amplos horizontes.É estreita a relação da artista com a coleção Roberto Marinho: um belo volume seu na fachada valoriza a arquitetura da Reserva Técnica\, assim como em 2021 fez uma cuidadosa curadoria das ripas de Ione Saldanha conferindo-lhes individualidade onde antes apreciava-se sobretudo o conjunto.Agora\, a artista recorre não só a obras de nosso acervo\, como também a outras de sua propriedade\, para traçar uma biografia visual e afetiva que abarca trajetória\, influências e interlocuções com seus pares geracionais. Sua casa\, aquela da arte\, é a nossa Casa e assim por diante…Lauro CavalcantiDiretor-ExecutivoCasa Roberto Marinho
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-inconstancia-da-forma-de-elizabeth-jobim-na-casa-roberto-marinho/
LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/DETALHE_INCONSTANCIA-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR