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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"ZIMAR" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nBrincalhões\, irreverentes\, assustadores… Com suas caretas horripilantes\, abrem as apresentações dos grupos tradicionais da região da baixada maranhense\, auxiliam – ou atrapalham – na brincadeira e pregam peças no público\, tudo isso com um gingado único ao som do balançar de um chocalho. Assim é o cazumba\, uma das personagens mais emblemáticas do Bumba Meu Boi do Maranhão. \nA figura do cazumba chama atenção pelos inúmeros detalhes que compõem o seu figurino: a túnica ou bata bordada com paetês e miçangas\, ou feitas de chita; o cofo que confere o divertido rebolado e é utilizado para guardar objetos; e a careta\, com sua base de chapéu\, com cabeleira e queixo costurados\, que assusta e encanta\, e traz consigo a assinatura de quem a produz. Zimar é um destes artistas\, que imprime nas caretas um estilo próprio\, desafiando a tradição e encantando pela imaginação. \nSuas obras compõem a nova exposição itinerante do Centro Cultural Vale Maranhão\, ZIMAR\, que será aberta ao público nesta terça\, 10 de dezembro\, às 14h\, no Museu de Arte do Rio. Ao todo\, são 65 caretas de cazumba produzidas com os mais diversos materiais. Capacete\, cano de PVC\, pára-lamas de moto\, panelas de alumínio\, peças de ventilador\, escovas de dentes\, pneus de bicicletas são alguns dos artefatos usados pelo artesão na criação das peças\, que já fazem parte da fantasia de cazumba de vários grupos de Bumba Meu Boi da região da baixada maranhense. \nEusimar Meireles Gomes\, o Zimar\, é natural do município de Matinha (MA)\, e iniciou a confecção de caretas de cazumba após se machucar com uma máscara que havia comprado. Decidiu\, então\, adaptar as máscaras para o formato de seu rosto\, proporcionando mais conforto. “Podemos dividir o trabalho de Zimar em três fases: uma primeira onde trabalhou queixos e caretas bem elaboradas em madeira paparaúba; a segunda também em madeira\, mas com feições mais reduzidas; e a terceira em que reaparece utilizando diversos materiais. Ele faz parte de um conjunto de bons fazedores de caretas\, que aplicam a marca pessoal como uma assinatura de suas obras\, seja pelo reaproveitamento de aparatos corriqueiros ou na expressão das máscaras confeccionadas”\, explica Jandir Gonçalves\, pesquisador da cultura popular maranhense e que assina a curadoria da exposição juntamente com Reinilda Oliveira e Sergileide Lima. \nA exposição conta ainda com um documentário curta-metragem homônimo e inédito\, dirigido pelo cineasta Beto Matuck\, especialmente para a mostra. O filme mostra Zimar criando as caretas\, enquanto conta sobre sua história\, inspirações e aborda questões profundas como a relação entre vida e morte. “Expor um artista como Zimar é reconhecer a cultura em seu amplo sentido de origem. Ele é um grande representante dos artistas populares do Maranhão e sua obra toma dimensões universais\, quando suscita em nós sentimentos comuns ao humano\, como medo\, desejo\, surpresa\, atração e repulsa. A liberdade de criação é evidente\, bem como todo um arcabouço expressivo que se conecta às esferas da ancestralidade e do sonho”\, destaca Gabriel Gutierrez\, diretor e coordenador artístico do Centro Cultural Vale Maranhão. \nO Rio de Janeiro é a terceira cidade visitada pela exposição itinerante\, que estreou em São Luís\, no Centro Cultural Vale Maranhão\, e já passou pelo Museu Nacional da República\, em Brasília. “O Mestre Zimar é um dos artistas de raiz popular brasileira mais emblemáticos. Ele tem uma obra única\, muito expressiva\, muito envolvente. Suas caretas de cazumba\, uma das personagens mais expressivos do Bumba Meu Boi do Maranhão\, nos conectam com a identidade cultural brasileira\, uma identidade popular. Essa exposição\, que passou pelo Museu Nacional em Brasília e chega ao MAR\, no Rio de Janeiro\, reconhece a nossa cultura em toda a sua diversidade.”\, reforça Hugo Barreto\, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. \nZIMAR ficará em cartaz no Museu de Arte do Rio até o dia 7 de abril de 2025\, de terça a domingo\, das 11h às 18h. Última entrada às 17h. Terças gratuitas.
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SUMMARY:"Geometria inquieta" de Ascânio MMM na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Vista da obra de Acânio MMM no jardim. Crédito: Jaime Acioli\n\nA Casa Roberto Marinho celebra a produção de Ascânio MMM em Geometria inquieta\, exposição inédita a ser inaugurada em 14 de dezembro de 2024\, sob a curadoria de Lauro Cavalcanti. Com cerca de 100 trabalhos que percorrem a trajetória artística de seis décadas de um dos mais importantes escultores da arte brasileira\, a mostra inclui uma seleção pessoal de Ascânio\, que apresenta obras de seu acervo particular em diálogo com peças da Coleção Roberto Marinho\, estabelecendo relações plásticas entre os artistas contemporâneos que marcaram seu percurso. \n“Ascânio MMM é um artista cuja obra reúne várias influências e questões centrais na arte brasileira e latino-americana dos últimos 60 anos\, e esta exposição mapeia o percurso trilhado por ele. Sua produção mantém uma enorme coerência interna em domínios como o construtivismo\, arquitetura\, verdade dos materiais\, dialética entre projeto e execução\, tridimensionalidade e composição planar. A vontade da forma\, inabalável a modismos\, impulsionou o artista com suas peças precisas e surpreendentes\, na retomada de um ideal construtivo. Nesta rota\, o uso contínuo da geometria não lhe aboliu o acaso nem a poesia”\, analisa Cavalcanti\, diretor-executivo da Casa Roberto Marinho. \nNascido em Fão\, Portugal\, Ascânio imigrou para o Rio de Janeiro aos 17 anos\, já com o desejo de estudar arquitetura. Mas foi na escultura que encontrou a linguagem para se comunicar com o mundo: “A escultura\, para mim\, é uma paixão\, um modo de fazer poesia através do objeto. Seria impossível não fazer algo que grita dentro de mim”\, declara o artista\, que se diz um carioca nascido em Portugal. \nAos 83 anos\, ele mantém a energia que o leva diariamente ao ateliê\, dando continuidade a uma produção vigorosa que teve início nos anos 1960. A exposição permite um olhar retrospectivo sobre as seis décadas de percurso artístico de Ascânio\, orientando-se pela evolução dos materiais e técnicas utilizados. Ele\, no entanto\, rejeita o termo “retrospectiva”: “Para mim\, esse conceito se aplica quando o artista já encerrou a sua obra”.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:“Cerimonial” de Edo Costantini na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Edo Costantino\, “Fox running away”\, Katonah\, New York\, 2024\n\n\n\n\nÉ com imenso prazer que apresentamos “Cerimonial”\, exposição de Edo Costantini em parceria com Delfina Braun e Delfina Muniz Barreto\, que abre ao público no dia 20 de março de 2025 na galeria Silvia Cintra + Box 4. \nO trabalho de Edo se concentra no sublime da natureza\, capturado por meio de suas representações etéreas das florestas ao redor de Katonah\, Nova York\, e das paisagens do mar e das rochas antigas das ilhas do Maine. Os desenhos de Delfina Braun\, quatro no total\, exploram em detalhe a fauna\, que de certa forma\, também é retratada por Edo. A delicadeza de sua técnica de carvão sobre papel\, evidencia que\, apesar dos problemas climáticos\, os poderes curativos das flores\, plantas\, fungos e ervas devem se sobrepor à exploração constante da natureza. A exposição apresenta cinco esculturas em bronze – que são uma colaboração entre Edo Costantini\, Delfina Braun e Delfina Muniz Barreto – expostas no centro da galeria\, representando flores como papoulas em bronze\, que trazem o peso que a natureza – enquanto vida e cura – deve ter. No fundo\, a relação dos trabalhos se dá nessa tentativa de chamar atenção para a importância da natureza\, enquanto fundamental para a nossa existência física e estética. É interessante pensar que com o uso de 3 técnicas diferentes\, o coletivo consegue construir uma poesia\, compartilhando com o público\, fragmentos de memórias da infância e dar percepção humana do mundo em sua volta. \nEm setembro de 2025\, Edo abrirá sua primeira grande exposição individual em um museu\, no MAC Niterói\, o icônico edifício projetado pelo renomado arquiteto modernista Oscar Niemeyer. A mostra apresentará uma década de trabalho\, incluindo fotografia\, filme\, música e uma instalação de escultura sonora. \nEduardo Francisco Costantini – nascido em Buenos Aires\, 1976 -\, que assina como Edo\, é compositor\, fotógrafo e cineasta\, vive e trabalha nos arredores de Bedford Village\, Bedford Hills e Katonah\, em Nova York. \nDelfina Braun é uma artista que explora a interseção entre a natureza e a cura. Com formação em Psicologia e profundamente cativada pelo escopo da saúde e restauração\, a prática criativa de Braun investiga o poder de cura intrínseco do mundo natural. \nDelfina Muniz Barreto é uma artista e arquiteta argentina com um profundo interesse pela natureza e suas formas\, permanecendo conectada com memórias sutis de sua infância\, onde passou a maior parte de seu tempo no sul do Brasil. Depois de se formar como arquiteta pela Universidade de Buenos Aires\, ela continuou estudando fotografia\, história da arte e pintura.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Canteiros" na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Túlio Pinto\, “Cumplicidade #42”\, 2022. Foto: Filipe Berndt\n\n\n\n\nNo dia 20 de março\, a Cavalo inaugura Canteiros\, coletiva com curadoria de Ana Holck. A primeira exposição de 2025 no espaço de Botafogo contará com trabalhos de 13 artistas\, entre convidados e representados pela galeria. \nNo centro da proposta de Holck está a analogia entre o ateliê e o canteiro de obras: nas poéticas aqui apresentadas\, os artistas reconfiguram seus ateliês como canteiros\, atribuindo novas definições e significados ao termo. Um ambiente provisório de movimento e risco\, o canteiro de obras confunde os limites entre espaço de criação e destruição\, em operações já investigadas desde a década de 1960. Montar e desmontar\, recombinar\, torcer\, empilhar\, dobrar ou amontoar são ações condutoras que revelam uma dimensão sensível no espaço industrial ou tecnológico. \nA partir das discussões crescentes em torno do conceito de lugar\, os artistas entendem a cidade\, sua arquitetura e construções como um campo ampliado de atuação\, transbordando os limites habituais de seus locais de trabalho. Nesses processos\, um viés crítico marca a relação entre as obras e os elementos práticos em circulação no cotidiano\, na medida em que debatem desde a acessibilidade comercial dos materiais de construção\, ao retorno do ready-made nos sistemas das artes. \nTijolos\, blocos pré-moldados\, vergalhões e vigas ganham peso afetivo e político no conjunto de suas proposições estéticas. Através da manipulação e rearranjo dos materiais\, estes trabalhos se tornam uma via possível para desafiar o crescimento urbano acelerado\, a exploração excessiva da mão de obra e o utilitarismo compulsório nas cidades. \nA coletiva apresenta obras de Ana Clara Tito\, Ana Holck\, Cinthia Marcelle\, Débora Bolzsoni\, Héctor Zamora\, Marina Weffort\, Mauro Giaconi\, Raul Mourão\, Rodrigo Sassi\, Tainan Cabral\, Túlio Pinto\, Wagner Malta Tavares e Zé Tepedino.
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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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