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SUMMARY:“J. Cunha: Corpo tropical” na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:J. Cunha\, Apocalipse do Radinho de Pilha. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\nA Pinacoteca apresenta uma retrospectiva de J. Cunha (Salvador\, 1948)\, a maior já realizada em sua carreira. \n\n\n\nCom cerca de 300 itens\, entre pinturas\, desenhos\, cartazes\, estampas\, objetos e documentos\, “J. Cunha: Corpo tropical” apresenta a trajetória do artista\, acompanhando seus percursos pela Bahia e sua projeção nacional e internacional. A mostra enfatiza o caráter experimental\, a diversidade das linguagens e o compromisso político do artista e de sua obra. \n\n\n\nCÓDICE E OBRAS INÉDITAS \n\n\n\nComo ponto alto está a obra Códice (2011-2014)\, um painel de três por sete metros que nunca foi exposto em São Paulo e apenas três vezes apresentado ao público de forma completa. Na mostra\, são apresentadas também algumas obras inéditas dos anos 1970\, além de um expressivo conjunto de tecidos estampados para o bloco afro Ilê Aiyê\, produzidos entre os anos 1980 e 2000. \n\n\n\nA exposição se divide em três partes\, organizadas de maneira cronológica: \n\n\n\nParte 1: “Made in Brasil”\, onde vemos o início da carreira do artista\, dividido entre a pintura e a dança\, preocupado em refletir sobre o Nordeste e em criticar o avanço do capitalismo e a perda das identidades locais. \n\n\n\nNa parte 2 “Passar por aqui”. são apresentados os 25 anos seguintes de sua carreira\, dos anos 1980 a 2005\, período marcado pelo aprofundamento de sua atividade gráfica. \n\n\n\nNa terceira e última parte\, “Neobarroco Afro-pop”\, é apresentada a fase mais madura do artista\, desde os anos 2000 até os dias atuais. Sua pintura ganha escala\, sua atenção volta-se para os grafismos caboclos\, ícones pop e símbolos do cangaço.
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SUMMARY:“A forma do fim: esculturas no acervo da Pinacoteca” na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Advânio Lessa\, Raízes mortas da natureza do cipó\, 2015\n\n\n\n\nA exposição parte da curiosa coleção máscaras mortuárias — moldadas sobre o rosto de pintores como Almeida Júnior e Pedro Alexandrino — para investigar os modos como artistas lidam com o tempo e sua experiência. Reunindo cerca de 40 esculturas\, que vão do século XII aos dias de hoje\, a mostra é uma oportunidade para refletir sobre a linguagem\, ver e rever obras fundamentais do acervo da Pinacoteca.  \nAo entrar no espaço expositivo\, o público se depara com uma escultura medieval do século XII\, que representa Cristo crucificado\, de autoria desconhecida – além de obras do período barroco no Brasil. Na sequência estão as máscaras mortuárias\, além de esculturas de bronze de Brecheret e Liuba Wolf. \nEntre elas\, há a tentativa de artistas do começo do século XX de representar mulheres e homens negros como “tipos brasileiros”. Até o início da pesquisa para essa exposição\, apenas uma dessas esculturas tinha um nome: Maria da Glória (entre 1920 e 1988)\, de Luiz Morrone. Durante a pesquisa de análise da origem desses títulos\, a equipe localizou o nome da modelo para uma escultura de José Cucê\, Irina – que passa agora a integrar o título da obra. \nO COMEÇO  \n“A forma do fim” nasce a partir do olhar para o acervo centenário da Pinacoteca\, que conta com mais de 13 mil obras. Dessas\, quase mil fazem parte da exposição permanente\, “Pinacoteca: Acervo”. \nPensando o acervo como uma plataforma para novas pesquisas e aquisições\, surge o interesse pela coleção de esculturas presentes na Pinacoteca\, na busca de compreender como ela se forma e quais são suas características marcantes que foram desenvolvidas ao longo do tempo. A curadoria buscou perceber essas tendências históricas\, organizando seu discurso a partir daquilo que é recorrente no acervo. \nOBRAS \nUma das máscaras em “A forma do fim” é a do artista Almeida Júnior\, um dos nomes da arte brasileira mais importantes do século XIX\, cuja obra é fundadora da coleção da Pinacoteca. \nRaízes mortas de natureza e cipó (2015 – 2013)\, de Advânio Lessa\, ressignifica a matéria morta\, a transformando em algo vivo através da arte. Dando forma às diferentes dimensões do tempo\, esculturas como Bicho – Relógio de sol (1960)\, de Lygia Clark\, Yuxin (2022)\, de Kássia Borges\, Ferramenta de Tempo (2021)\, de José Adário\, e a performance Passagem (1979)\, de Celeida Tostes\, propõem entender a vida e os fazeres da arte de forma cíclica. \nAs esculturas de Marcia Pastore e Hudinilson Jr. (década de 1980)\, materializam no espaço membros do corpo ou peças de roupa\, registros delicados de suas presenças\, que não se impõem como ordenadoras do mundo. O famoso trabalho de Waltercio Caldas\, A emoção estética (1977)\, é uma pista para compreender essa presença e nossa experiência diante da arte: um par de sapatos parece estar a ponto de flutuar diante da forma – uma maneira de estar diante de algo que nos emociona\, de compreender nossa comoção por meio do diálogo\, investigando a maneira de nos por em relação e\, assim\, imaginar nosso futuro.
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