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SUMMARY:“Surrealism” no Centre Pompidou
DESCRIPTION:Max Ernst\, L’ange du foyer (Le Triomphe du surréalisme)\, 1937. © Adagp\, Paris. Foto: Vincent Everarts Photographie\n\n\n\n\nCombinando pinturas\, desenhos\, filmes\, fotografias e documentos literários\, a exposição apresenta obras dos artistas icônicos do movimento (Salvador Dalí\, René Magritte\, Giorgio de Chirico\, Max Ernst\, Joan Miró)\, bem como das surrealistas mulheres (incluindo Leonora Carrington\, Ithell Colquhoun\, Dora Maar). \nA exposição é organizada tanto cronologicamente quanto tematicamente\, estruturada em 14 seções que evocam as figuras literárias que inspiraram o movimento (Lautréamont\, Lewis Carroll\, Sade\, etc.) e os princípios poéticos que estruturam sua imagética (o artista como médium\, os sonhos\, a pedra filosofal\, a floresta\, etc.). \nNo centro da exposição está um “tambor” central que abriga o manuscrito original do Manifesto\, um empréstimo excepcional da Biblioteca Nacional da França. Uma exibição multimídia acompanha a descoberta deste documento único\, fornecendo uma visão sobre sua criação e significado.
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SUMMARY:"The Flowers of Yves Saint Laurent" no Musée Yves Saint Laurent
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nDe 20 de setembro de 2024 a 4 de maio de 2025\, o Musée Yves Saint Laurent Paris apresenta As Flores de Yves Saint Laurent. Idealizada pelos curadores Olivier Saillard e Gaël Mamine\, a exposição segue uma exibição inaugural no Musée Yves Saint Laurent Marrakech\, em cartaz de 2 de março de 2024 a 5 de janeiro de 2025. Pela primeira vez\, os dois museus se uniram para montar uma exposição conjunta dedicada a um tema central na obra do estilista. \n“Trigo traz boa sorteLírios\, minha flor favorita/Uma Vênus de bronze\, símbolo da minha profissão e da minha paixão por bronzesÀ la recherche du temps perdu de Proust/ \nDesde os quinze anos\, nunca parei de reler essa obra incomparável.” \nYves Saint Laurent e seu parceiro Pierre Bergé viviam diariamente cercados por flores e jardins em seus apartamentos\, casas de campo e na própria maison de moda. Apaixonado por flores\, o estilista as considerava uma fonte infinita de inspiração. \nYves Saint Laurent compartilhava essa admiração pela natureza com muitos artistas e escritores\, em particular com um de seus autores favoritos\, Marcel Proust\, como revelou na revista L’Egoïste em 1987. Um universo proustiano aparecia nos interiores do estilista\, assim como em seus desfiles de moda. Enquanto o escritor descrevia mulheres como flores\, o costureiro as homenageava cobrindo-as com flores. \nMais de trinta peças de vestuário e desenhos apresentados na exposição destacam essa simbiose entre natureza\, literatura e o trabalho de Yves Saint Laurent. \nComo em um livro\, cada capítulo da exposição exibe citações de Proust ao lado de silhuetas florais criadas por Yves Saint Laurent\, enquanto acessórios e desenhos do estilista são apresentados em pedestais. Como ao longo de um caminho de jardim\, flores estão por toda parte\, revelando a personalidade e os gostos do designer: desde o lírio-do-vale\, tão querido por Christian Dior\, ao logotipo YSL com seu monograma semelhante a um lírio\, das rosas simbolizando o amor à buganvília de Marrocos\, ou ao trigo\, portador de sorte e triunfo. \nPor meio das peças icônicas vistas na exposição\, o visitante descobre a expertise que Yves Saint Laurent utilizava para dar vida às suas criações florais: desde seu bordado aplicado no vestido da coleção primavera-verão de 1962 até suas estampas inventivas da coleção primavera-verão de 2001\, uma referência inesquecível às pinturas de Pierre Bonnard. \nVemos as flores gigantes de gazar de seda usadas na passarela por Laetitia Casta como noiva de verão em 1999\, uma imagem marcante da obra de Yves Saint Laurent. \nEsse diálogo espontâneo entre as artes e diferentes épocas continua quando nos deparamos com o trabalho do artista americano Sam Falls\, cujas obras são vistas ao longo da exposição. Viajando pelo mundo\, Falls coleta amostras de plantas e preserva a memória de paisagens florais imprimindo diretamente seus pigmentos em tela. Os padrões e cores de sua recriação da natureza se harmonizam com aqueles vistos nas peças de alta-costura. Nas roupas de Yves Saint Laurent\, assim como nas pinturas de Sam Falls\, as flores transcendem o tempo e permanecem eternamente em flor.
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LOCATION:Musée Yves Saint Laurent Paris\, 5 Av. Marceau\, Paris\, França
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SUMMARY:"Céline Laguarde (1873-1961) Photographe" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:Céline Laguarde\, Portrait d’homme et paysage du pays basque\, entre 1901 e 1914 © Musée d’Orsay\, dist. GrandPalaisRmn / Allison Bellido\n\n\n\n\nNo início do século XX\, Céline Laguarde se destacou como uma figura internacional do primeiro movimento artístico da história da fotografia\, o pictorialismo. Sua obra\, após um século de esquecimento\, está sendo redescoberta. A exposição convida a uma dupla redescoberta: a de uma mulher fotógrafa que alcançou um nível de reconhecimento até então único e sem precedentes na França desde a invenção do meio\, mas também\, e sobretudo\, a de uma artista já considerada\, em vida\, uma das fotógrafas mais importantes de seu tempo. \nA exposição foi possível graças à progressiva revelação do acervo pessoal da artista\, que foi recomposto nas coleções do Museu d’Orsay entre 2017 e 2024. Seu objetivo principal é revelar uma obra de qualidade\, variedade e longevidade surpreendentes. Retratos\, estudos de figuras e paisagens permitem avaliar a reputação de virtuosa adquirida pela fotógrafa no campo dos processos pigmentares\, ainda hoje considerados entre as técnicas de impressão mais complexas e sofisticadas. \nPor meio de mais de cento e trinta provas originais da artista\, colocadas ocasionalmente em diálogo com fotografias de contemporâneos masculinos e femininos\, a exposição permite observar as evoluções e permanências\, as influências e diálogos\, bem como a originalidade e especificidades que caracterizam a obra de Laguarde. \nFruto de pesquisas totalmente inéditas\, a exposição e o catálogo que a acompanha — o primeiro dedicado à artista — são construídos com base em uma reconstituição do corpus\, da biografia\, da carreira e da fortuna crítica de Céline Laguarde. Esta trajetória individual também é contextualizada em três âmbitos: o de uma rede singularmente eclética de sociabilidades artísticas\, literárias\, musicais e científicas; o da fotografia artística regional\, nacional e internacional; e o\, até então pouco explorado\, da fotografia feminina na França no final do século XIX e início do século XX. \nOferecendo um novo olhar sobre o pictorialismo\, esta retrospectiva\, a primeira dedicada a Céline Laguarde\, é também a primeira dedicada a uma fotógrafa francesa que foi ativa antes da Primeira Guerra Mundial.
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LOCATION:Musée d’Orsay\, 1 Rue de la Légion d'Honneur Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Harriet Backer (1845-1932) La musique des couleurs" no Musée d'Orsay
DESCRIPTION:Harriet Backer\, Intérieur bleu\, 1883 © Oslo\, Nasjonalmuseet for kunst\, arkitektur og design\, NG.M.02216 / Foto: National Museum / Børre Høstland\n\n\n\n\nPouco conhecida fora das fronteiras de seu país\, a pintora norueguesa Harriet Backer foi\, no entanto\, a mulher pintora mais renomada em seu país no final do século XIX. Famosa por seu uso de cores ricas e luminosas\, ela desenvolveu uma síntese muito pessoal entre as cenas de interiores e a prática ao ar livre. Ela se inspirava tanto no movimento realista quanto nas inovações do impressionismo\, com uma pincelada livre e um grande interesse nas variações da luz. Também é reconhecida por seus retratos sensíveis da vida rural e seu interesse pelos interiores de igrejas. \nEm uma época em que as mulheres na Noruega não eram consideradas cidadãs plenas\, Harriet Backer se destacou graças ao seu talento com o pincel\, tornando-se uma figura importante da cena artística de seu tempo. Membro do conselho de administração e do comitê de aquisição da Galeria Nacional da Noruega por vinte anos\, ela abriu\, no início da década de 1890\, uma escola de pintura onde formou artistas importantes da geração seguinte\, como Nikolai Astrup\, Halfdan Egedius e Helga Ring Reusch. Ela foi apoiada pelo colecionador Rasmus Meyer\, também grande patrono de Edvard Munch. \nEmbora a pintura de Backer tenha evoluído significativamente ao longo de sua longa carreira\, ela permaneceu fiel a um conjunto restrito de temas\, sempre enriquecidos pelo estudo a partir da observação direta. A exposição aborda a formação da artista nas grandes capitais culturais da época\, como Munique e Paris\, e também apresenta o círculo de mulheres artistas escandinavas próximas a Backer\, que\, assim como ela\, foram formadas pela Europa e compartilhavam de seus compromissos feministas. A exposição aborda\, em seguida\, os principais temas de predileção da artista: interiores rústicos\, pinturas de igrejas tradicionais norueguesas\, paisagens e seu sentido único para naturezas-mortas. A mostra também dará grande destaque às representações de cenas musicais\, uma componente importante na vida de Backer\, cuja irmã Agathe Backer Grondahl foi uma musicista renomada na Noruega\, e um tema central em sua obra\, onde as vibrações da pincelada tornam perceptíveis as notas de música. \nEsta exposição\, a primeira retrospectiva dedicada à artista na França\, se alinha a um dos principais eixos da programação do Museu d’Orsay\, que propõe\, paralelamente à apresentação de figuras mais emblemáticas\, a descoberta de artistas menos conhecidos\, mas essenciais para a compreensão das grandes transformações na arte da segunda metade do século XIX. A Noruega recebe uma atenção especial devido ao dinamismo de sua cena artística e aos laços privilegiados que seus artistas mantinham com as vanguardas parisienses.
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SUMMARY:"Arte Povera" na Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Giuseppe Penone\, “Essere vento (To Be Wind)”\, 2014. Cortesia Marian Goodman Gallery\n\n\n\n\nEsta exposição explica tanto o nascimento italiano quanto a difusão internacional do movimento Arte Povera\, por meio das obras dos treze principais protagonistas: Giovanni Anselmo\, Alighiero Boetti\, Pier Paolo Calzolari\, Luciano Fabro\, Jannis Kounellis\, Mario Merz\, Marisa Merz\, Giulio Paolini\, Pino Pascali\, Giuseppe Penone\, Michelangelo Pistoletto\, Emilio Prini e Gilberto Zorio. Situada na arquitetura única da Bourse de Commerce\, transformada pelo arquiteto japonês Tadao Ando\, a exposição foi concebida como uma paisagem a ser percorrida\, que se torna o terreno no qual as infinitas poéticas da Arte Povera estão enraizadas. \nIdealizada pela curadora Carolyn Christov-Bakargiev\, uma especialista internacionalmente reconhecida neste movimento artístico\, a exposição “Arte Povera” apresenta cerca de cinquenta obras históricas e emblemáticas da Coleção Pinault\, colocadas em diálogo com peças de outras importantes coleções públicas e privadas.
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SUMMARY:“目 Chine” no Centre Pompidou
DESCRIPTION:Qiu Xiaofei\, “A Pillow for Eating Dreams”\, 2023. Via Instagram @beijingcommune\n\n\n\n\nEsta exposição coletiva destaca a cena emergente da arte contemporânea chinesa\, com obras de 21 artistas\, traçando um retrato subjetivo pela primeira vez na França. A abertura da China ao mundo\, as transformações ambientais e as mudanças nos estilos de vida da sociedade chinesa são temas abordados na produção criativa contemporânea desta jovem geração de artistas\, nascidos entre o final da década de 1970 e início dos anos 1990\, período marcado pelo grande boom econômico do país. \nSob o tema do caractere 目 (mù)\, que significa “olho” e faz referência tanto à visão quanto à capacidade do olho de organizar a realidade\, a rica seleção de obras escolhidas pelos curadores sino-franceses abrange uma ampla variedade de práticas — vídeo\, pintura\, escultura\, instalações\, fotografia e novos meios — com foco em criações dos últimos anos. No cenário internacional pós-Covid\, essas obras tiveram pouca visibilidade no exterior\, mas o Centre Pompidou fortaleceu seus laços com esta cena artística durante esse período\, graças à parceria com o Centre Pompidou × West Bund Museum Project em Xangai. \nEm meio a essa diversidade pulsante\, a exposição enfoca temas relevantes nas práticas dos artistas. Questões centrais exploradas nas obras incluem a interação da China com o resto do mundo\, reflexões sobre a globalização e os desafios globais\, especialmente o colapso ambiental. \nEssa geração de criadores também explora temas férteis\, como as grandes mudanças na sociedade chinesa\, especialmente as transformações incessantes nos estilos de vida em aglomerações urbanas em constante expansão e o paradigma em evolução da regulação de fluxos e atividades. O riquíssimo patrimônio cultural e estético da China estrutura o trabalho de alguns artistas\, que buscam colocá-lo em perspectiva e reinterpretá-lo em um contexto contemporâneo. \nPor fim\, a exposição dedica uma grande seção aos novos meios\, um campo particularmente dinâmico em um país que experimentou uma digitalização rápida\, massiva e intensa de sua economia e sociedade.
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SUMMARY:"Guillermo Kuitca\, Chapelle" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Guillermo Kuitca. Chapelle\, 2024. Cortesia do Musée Picasso Paris. \n  \nA convite do Museu Nacional Picasso-Paris\, o artista argentino Guillermo Kuitca (n. 1961) criou uma obra site-specific na capela do Hôtel Salé. Desde sua intervenção na Bienal de Veneza em 2007\, Kuitca desenvolveu uma nova linguagem\, ecoando a arquitetura\, que o artista chama de “pintura cubistoide”\, na qual um conjunto de linhas que se cruzam\, como tantas dobras no plano\, é implantado diretamente nas paredes\, formando um novo espaço pictórico. Kuitca descreve seu lugar no “carrossel da arte moderna”: \n“Há muitos anos\, pintei quadros mostrando uma esteira rolante de bagagens. Acredito que a história da arte era o verdadeiro tema dessas pinturas. A arte seria esse carrossel; a obra de arte\, uma bagagem\, e os artistas\, passageiros. Enquanto esperamos por nossa bagagem\, nos fazemos uma série de perguntas: ‘Minha mala chegará e serei capaz de reconhecê-la entre outras semelhantes? E se eu pegasse a mala de outra pessoa\, estaria usando as roupas dela? Minha bagagem será destruída para sempre?’ Para mim\, essas perguntas são uma meditação sobre a herança. Elas também vislumbram um possível encontro com Picasso\, como se ele fosse\, afinal\, mais um passageiro.” \nPara Kuitca\, a pintura tem memória. Por meio desses experimentos\, ele se conecta com a história da arte moderna\, invocando o cubismo como o traço de um movimento que opera como uma difração da realidade\, a construção de um espaço imaginário. Esta instalação site-specific foi generosamente apoiada pela galeria Hauser & Wirth. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:"Jackson Pollock: The Early Years (1934-1947)" no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Jackson Pollock\, “The Moon Woman” (detalhe)\, 1942 © Pollock-Krasner Foundation / ADAGP\, Paris 2024\n\n\n\n\nDe 15 de outubro de 2024 a 19 de janeiro de 2025\, o Musée national Picasso-Paris apresenta uma nova exposição temporária dedicada ao artista americano Jackson Pollock. Primeira exposição na França desde 2008\, ela se concentrará em suas obras iniciais\, de 1934 a 1947. A exposição “Jackson Pollock: The Early Years (1934-1947)” revisita a carreira inicial de Jackson Pollock (1912-1956)\, marcada pela influência do regionalismo e dos muralistas mexicanos\, até suas primeiras drippings em 1947. \nEsse conjunto de obras\, raramente exibido isoladamente\, testemunha as diversas fontes que alimentaram a pesquisa do jovem artista\, cruzando a influência das artes nativas americanas com as vanguardas europeias\, entre as quais Pablo Picasso figura proeminentemente. Comparado ao pintor espanhol e aos grandes nomes da pintura europeia pelos críticos\, Pollock rapidamente se estabeleceu como um verdadeiro monumento da pintura americana\, isolando-se das redes mais complexas de intercâmbio de influências que nutriram seu trabalho durante seus anos em Nova York. A exposição visa apresentar detalhadamente esses anos\, que foram o laboratório de sua obra\, restaurando o contexto artístico e intelectual do qual ambas foram alimentadas. \nA exposição foca em vários momentos-chave no desenvolvimento artístico e intelectual do jovem Pollock durante esses anos de experimentação. Ao convocar figuras-chave em sua carreira artística (Charles Pollock\, William Baziotes\, Lee Krasner\, André Masson\, Pablo Picasso\, Janet Sobel…)\, a exposição destaca a intensidade e singularidade de seu trabalho em suas várias dimensões (pintura e trabalho com materiais\, gravura\, escultura).
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:“Chaosmose” no Centre Pompidou
DESCRIPTION:Françoise Janicot\, “Encoconnage”\, 1975. © Adagp\, Paris. Créditos da foto: Fonds de dotation Jean-Jacques Lebel. Raphaële Kriegel. Via centrepompidou.fr\n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEsta exposição estabelece um diálogo entre o fundo de dotação Jean-Jacques Lebel e a coleção do Centre Pompidou. Com mais de 120 obras de origens diversas\, a mostra conduz o público por uma travessia caótica através das paixões\, lutas e revoltas do século 20 até os dias de hoje. A exposição atribui igual importância a objetos anônimos e obras de grande destaque\, buscando novas perspectivas e narrativas sobre a arte. \nCom sua “collecte”\, como preferia chamar\, Jean-Jacques Lebel propõe um panorama vibrante que visa promover não apenas artistas renomados\, mas também aqueles injustamente apagados da história da arte\, apesar de terem trabalhado com igual intensidade. Isso inclui pintores\, escultores\, pensadores\, poetas\, agentes propulsores de todas as formas de arte-ação\, agitadores culturais e virtuosos em assemblage e colagem. \nChaosmosis dá continuidade ao legado de André Breton\, grande amigo de Jean-Jacques Lebel\, em seu ateliê: atribuir igual importância a objetos anônimos e obras-primas para desvendar novas perspectivas e histórias sobre a arte.
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LOCATION:Centre Pompidou\, Place Georges-Pompidou\, Paris\, França
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SUMMARY:"Pop Forever\, Tom Wesselmann &…" na Fondation Louis Vuitton
DESCRIPTION:Yayoi Kusama\, “Self Obliteration”\, 1966-1974 © 2024 Yayoi Kusama. Foto: Cortesia M+\, Hong Kong\n\n\n\n\nDe 17 de outubro de 2024 a 24 de fevereiro de 2025\, a Fondation Louis Vuitton apresenta “Pop Forever\, Tom Wesselmann &…”\, uma exposição dedicada à Pop Art\, um dos principais movimentos artísticos da década de 1960\, cuja influência continua a ser sentida em todos os continentes e entre todas as gerações. \nA exposição é centrada em Tom Wesselmann (1931-2004) — um dos principais nomes do movimento — e apresenta uma seleção de 150 pinturas e obras em diversos materiais. A mostra também inclui 70 obras de 35 artistas de diferentes gerações e nacionalidades\, que compartilham uma sensibilidade comum pela “Pop Art” — desde suas raízes dadaístas até suas manifestações contemporâneas\, abrangendo desde a década de 1920 até os dias de hoje. \nAlém das obras de Tom Wesselmann\, a exposição conta com trabalhos de Derrick Adams\, Ai Weiwei\, Njideka Akunyili Crosby\, Evelyne Axell\, Thomas Bayrle\, Frank Bowling\, Rosalyn Drexler\, Marcel Duchamp\, Sylvie Fleury\, Lauren Halsey\, Richard Hamilton\, David Hammons\, Jann Haworth\, Barkley L. Hendricks\, Hannah Höch\, Jasper Johns\, KAWS\, Kiki Kogelnik\, Jeff Koons\, Yayoi Kusama\, Roy Lichtenstein\, Marisol\, Tomokazu Matsuyama\, Claes Oldenburg\, Meret Oppenheim\, Eduardo Paolozzi\, Robert Rauschenberg\, Martial Raysse\, James Rosenquist\, Kurt Schwitters\, Marjorie Strider\, Do Ho Suh\, Mickalene Thomas\, Andy Warhol\, Tadanori Yokoo e outros. \nEntre os ícones históricos da Pop Art apresentados nesta exposição está a famosa serigrafia de Andy Warhol\, Shot Sage Blue Marilyn (1964)\, que imortaliza Marilyn Monroe em uma explosão de cores vivas e contrastantes. \nDe acordo com os curadores convidados\, Dieter Buchhart e Anna Karina Hofbauer\, mais do que uma retrospectiva\, “Pop Forever\, Tom Wesselmann &…” contextualiza a obra de Tom Wesselmann na história da arte e oferece perspectivas fascinantes sobre a Pop Art\, passado\, presente e até futuro. \nNo final da década de 1950\, a Pop Art emergiu em ambos os lados do Atlântico\, na América do Norte e na Europa. Tiras de quadrinhos\, publicidade\, cinema\, celebridades\, processadores de alimentos e tablóides tornaram-se temas da pintura. Pop Art celebra\, com certo grau de ambiguidade\, o casamento entre a arte e a cultura popular\, entre museus\, galerias e a indústria cultural. Sem manifesto ou fronteiras definidas\, a Pop Art define uma estética que vai muito além do domínio artístico e continua a prevalecer até hoje. \nA exposição “Pop Forever” se apresenta em duas vertentes: ao mesmo tempo retrospectiva e temática\, a mostra mergulha Tom Wesselmann no clima intelectual e estético da era “Pop” de onde seu trabalho emergiu e que continua a moldá-lo até hoje. \nCom obras que vão desde os primeiros colagens de Wesselmann em 1959 até seus grandes naturezas-mortas em relevo\, passando por paisagens que beiram a abstração e seus Sunset Nudes de 2004\, a exposição ocupa todos os quatro andares do edifício da Fondation. \nA exposição\, que é cronologicamente ligada às obras e temas de Wesselmann\, usa o trabalho do artista como ponto de partida para desenvolver uma apresentação mais ampla da Pop Art. Seus Great American Nudes dialogam com os ícones americanos de seus contemporâneos (como Evelyne Axell\, Jasper Johns\, Roy Lichtenstein\, Marisol\, Marjorie Strider\, Andy Warhol). As raízes dadaístas da Pop Art (Marcel Duchamp\, Kurt Schwitters) precedem seus grandes colagens. Quanto às suas representações de bens de consumo\, elas prefiguram as representações de mercadorias na era da globalização de Jeff Koons ou Ai Weiwei. Finalmente\, seus nus e cenas domésticas íntimas se espelham em novas obras de uma nova geração\, algumas das quais (Derrick Adams\, Tomokazu Matsuyama\, Mickalene Thomas) foram criadas especificamente para a exposição.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/pop-forever-tom-wesselmann-na-fondation-louis-vuitton/
LOCATION:Fondation Louis Vuitton\, 8\, Avenue du Mahatma Gandhi Bois de Boulogne\, Paris\, França
CATEGORIES:Paris
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