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SUMMARY:"By Way Of: Material and Motion in the Guggenheim Collection" no Guggenheim
DESCRIPTION:Vista da instalação\, By Way Of: Material and Motion in the Guggenheim Collection © Solomon R. Guggenheim Museum\, Nova York\n\n\n\nUma das características mais proeminentes da arte do final do século XVIII em diante\, especialmente após a Segunda Guerra Mundial\, é a tendência dos artistas de evoluir métodos tradicionais de produção artística fora dos limites do estúdio. Esta exposição examina as maneiras pelas quais artistas contemporâneos implementaram novas ideias formadas pelos contextos sociais e históricos de seu tempo\, empurrando os limites da criação artística e dos materiais como resultado. \n\n\n\nBy Way Of oferece uma seleção de obras da coleção permanente do museu\, inspiradas pelo presente da Coleção D.Daskalopoulos. Artistas importantes do movimento Arte Povera das décadas de 1960 e 1970\, como Jannis Kounellis e Mario Merz\, compartilham as galerias com artistas que trabalham atualmente\, como Rashid Johnson\, Mona Hatoum e Senga Nengudi. \n\n\n\nBy Way Of: Material and Motion in the Guggenheim Collection é organizada por Naomi Beckwith\, Diretora Adjunta e Curadora-Chefe Jennifer e David Stockman.
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SUMMARY:"Wanda Gág World" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Wanda Gág\, The Forge (detalhe)\, 1932. Whitney Museum of American Art\, New York; purchase 32.103. © Estate of  Wanda Gág\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de gravuras da artista\, ilustradora e autora de livros infantis Wanda Gág (1893–1946). Estas obras registram o mundo como Gág o experimentava: um lugar onde as paisagens se movem ritmicamente e os objetos inanimados vibram com vida. Embora ela também pintasse\, as artes gráficas ofereceram o método mais eficaz para expressar essa visão única. \n\n\n\nNascida em Minnesota\, filha de imigrantes da Boêmia Alemã (atualmente parte da República Tcheca)\, Gág chegou a Nova York em 1917 para estudar na Art Students League\, onde se tornou uma figura central da cena artística modernista da cidade. Sem aderir à abstração nem ao realismo social — os movimentos artísticos dominantes na época — Gág desenvolveu sua própria abordagem à figuração. Ao longo de sua carreira\, ela alcançou um sucesso modesto vendendo suas gravuras e produziu vários livros infantis populares\, exemplos dos quais são apresentados na mostra. Gág também foi uma escritora prolífica sobre sua vida e obra\, e trechos de suas cartas e diários acompanham as gravuras em exibição. \n\n\n\nCompletamente extraídas da coleção do Whitney\, as obras nesta exposição abrangem aproximadamente duas décadas\, desde meados da década de 1920 até o ano anterior à morte de Gág. Juntos\, esses naturezas-mortas\, paisagens e interiores iluminam o que a artista chamou de “mundo de Wanda Gág”\, demonstrando sua fervorosa busca para capturar o sentimento e o movimento da vida como ela via. \n\n\n\nO Wanda Gág World é co-curado por Roxanne Smith\, Assistente Sênior de Curadoria\, e Scout Hutchinson\, Curadora Bolsista.
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SUMMARY:The Roof Garden Commission: Petrit Halilaj no The Met Museum
DESCRIPTION:Foto: Ian Kumamoto\n\n\n\nO artista kosovar Petrit Halilaj (nascido em 1986\, Kostërc\, antiga Iugoslávia) foi convidado a criar uma instalação específica para o Jardim do Telhado Iris e B. Gerald Cantor do Museu. Para o primeiro grande projeto do artista nos Estados Unidos\, Halilaj transformou o telhado do Met com uma extensa instalação escultural. \n\n\n\nO trabalho de Halilaj está profundamente conectado à história recente de seu país natal\, Kosovo\, e às consequências das tensões culturais e políticas na região. Após um período formativo na Itália\, onde estudou arte na Accademia di Brera em Milão\, ele se mudou para Berlim em 2008\, onde ainda vive e trabalha. Seus projetos abrangem uma variedade de mídias\, incluindo escultura\, desenho\, poesia e performance.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lineages: Korean Art at The Met" no The Met Museum
DESCRIPTION:Yi Jeong\, Bamboo in the Wind (detalhe)\, início do século XVII\, Coreia\, dinastia Joseon (1392–1910). The Metropolitan Museum of Art\, Nova York\, Coleção Mary Griggs Burke\, Doação da Fundação Mary and Jackson Burke\, 2015\n\n\n\nEm comemoração ao vigésimo quinto aniversário da galeria Artes da Coreia do Met\, “Lineages: Korean Art at The Met” exibe destaques da coleção do Museu emparelhados com importantes empréstimos internacionais de arte moderna e contemporânea coreana. Esta justaposição de obras de arte históricas e contemporâneas — desde celadons dos séculos XII e XIII até esculturas futurísticas de ciborgues feitas nos anos 2000 — exibe a história da arte coreana em grandes traços através de quatro temas interligados: linhas\, pessoas\, lugares e coisas. Apresentando trinta objetos\, esta exposição promove um diálogo de ideias que ressoaram ao longo do tempo e uniram artistas.
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SUMMARY:"Jenny Holzer: Light Line" no Guggenheim
DESCRIPTION:Vista da instalação “Jenny Holzer: Light Line” no Guggenheim\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma reimaginação da emblemática instalação de Jenny Holzer de 1989 no Guggenheim. Subindo todas as seis rampas da rotonda projetada por Frank Lloyd Wright até o ápice do edifício\, a instalação específica do local transforma o edifício com uma exibição de textos rolantes\, apresentando seleções de suas séries icônicas\, como “Truisms” e “Inflammatory Essays”. \n\n\n\nLight Line destaca o uso incisivo da palavra escrita ao longo do tempo e em diferentes mídias na prática de Holzer. Além do letreiro de LED\, a exposição apresenta uma seleção de obras de Holzer desde os anos 1970 até os dias atuais\, incluindo pinturas\, obras em papel e peças de pedra. De 16 a 20 de maio\, a projeção de luz da artista Para o Guggenheim iluminou a fachada do prédio com uma seleção de poemas e relatos de testemunhas oculares que falam da necessidade de paz. \n\n\n\nJenny Holzer: Light Line é organizada por Lauren Hinkson\, Curadora Associada para Coleções. A pesquisa de conservação e tratamento da Instalação de Jenny Holzer para o Museu Solomon R. Guggenheim é liderada por Lena Stringari\, Diretora Adjunta e Chefe Conservadora Andrew W. Mellon\, e Agathe Jarczyk\, Conservadora Associada de Mídia Temporal.
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SUMMARY:"Isaac Julien: Lessons of the Hour" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da instalação de Isaac Julien: Lessons of the Hour\, em exibição no Museu de Arte Moderna de Nova York de 19 de maio a 28 de setembro de 2024. Foto: Emile Askey.\n\n\n\nEm “Lessons of the Hour” (2019)\, Sir Isaac Julien apresenta um retrato imersivo do abolicionista Frederick Douglass\, que obteve a liberdade da escravidão em 1838 e se tornou um dos mais importantes oradores\, escritores e estadistas do século XIX. Ao longo das 10 telas desta instalação de vídeo\, uma narrativa não linear mistura a vida e a obra de Douglass com trechos de vários de seus discursos\, obras literárias e correspondências pessoais. O americano mais fotografado de sua época\, Douglass entendia que o retrato poderia desafiar estereótipos racistas e promover a liberdade e os direitos civis dos negros americanos e de pessoas subjugadas ao redor do mundo. \n\n\n\nPela primeira vez\, objetos históricos diretamente relacionados a “Lessons of the Hour” serão exibidos junto à obra. Eles incluem retratos de Douglass em impressões de prata de albumina\, panfletos de seus discursos\, primeiras edições de suas memórias\, uma reprodução de um raro manuscrito que expõe suas ideias sobre a fotografia e um papel de parede especialmente projetado\, composto por recortes de jornais da época\, cartazes\, ilustrações de revistas e páginas de álbuns de recortes. Esses objetos revelam como a imagem e as palavras de Douglass circulavam no mundo transatlântico do século XIX e também comprovam a percepção de Julien em “Lessons of the Hour”: que as ideias de Douglass sobre cidadania\, democracia e dignidade humana permanecem atemporais.
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SUMMARY:"Projects: Tadáskía" no MoMA
DESCRIPTION:Tadáskía. ave preta mística mystical black bird (detalhe)\, 2022. The Museum of Modern Art\, Nova York. Fundo para o Século XXI. © 2024 Tadáskía\n\n\n\n“Estou interessada na passagem de uma coisa para outra”\, disse a artista brasileira Tadáskía. A mudança está no centro de seu trabalho multidisciplinar. Através de desenhos\, esculturas e outros meios\, ela destaca a improvisação\, transmitindo uma sensação de fluidez por meio de suas marcas dinâmicas\, imagens sutis e paleta caleidoscópica. \n\n\n\nProjects: Tadáskía apresenta o livro expansivo e sem encadernação da artista\, ave preta mística mystical black bird (2022)\, que coloca desenhos livres em diálogo com seu próprio texto poético e bilíngue. De uma folha para a outra\, seguimos o protagonista alado da narrativa em um voo “rumo a uma jornada de liberdade”\, informado pela experiência vivida da artista como uma mulher trans negra. \n\n\n\nPara esta exposição\, a primeira apresentação solo da artista nos Estados Unidos\, ela produziu um desenho monumental na parede e um conjunto de esculturas em resposta ao espaço da galeria. Enquanto suas marcas vigorosas nos encorajam a seguir suas linhas sinuosas e mutáveis\, os materiais orgânicos usados em suas esculturas evocam os ciclos de vida efêmeros da natureza. Junto ao papel central da mudança\, como Tadáskía afirma\, “o personagem principal no trabalho é o tempo”.
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SUMMARY:"Vivian Maier: Unseen Work" no Fotografiska Museum
DESCRIPTION:Vivian Maier\, Self-Portrait\, New York\, NY\, 1953\n\n\n\n“Vivian Maier: Unseen Work” explora a obra completa de Maier\, desde o início dos anos 1950 até meados dos anos 1980\, através de aproximadamente 200 trabalhos: impressões vintage e modernas\, fotografias em cores e preto e branco\, filmes Super 8 e trilhas sonoras\, oferecendo uma visão completa da densa\, rica e complexa arquitetura deste arquivo que fornece um testemunho fascinante da América pós-guerra e o inferno do sonho americano. \n\n\n\nA exposição é organizada pela diChroma Photography e Fotografiska New York em colaboração com a John Maloof Collection\, Chicago\, e a Howard Greenberg Gallery\, Nova York. Apresentada pela primeira vez no Musée du Luxembourg\, Paris\, de 15 de setembro de 2021 a 16 de janeiro de 2022\, a exposição foi co-organizada pela diChroma Photography e a Réunion des Musées Nationaux Grand Palais. \n\n\n\nA exposição é apoiada pelo Women In Motion\, fundado pelo Grupo Kering em 2015 para destacar as desigualdades no campo da cultura e das artes e para mudar percepções. Desde então\, o programa se tornou uma plataforma de escolha para ajudar a mudar mentalidades e liderar conversas sobre o status das mulheres nas artes e na cultura.
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SUMMARY:"Collecting Inspiration: Edward C. Moore at Tiffany & Co." no The Met Museum
DESCRIPTION:Fragmento de prato carenado de mosaico de vidro Romano\, final do século I a.C. – início do século I d.C. Imagem/Divulgação\n\n\n\nEdward C. Moore (1827–1891) — a força criativa que levou a Tiffany & Co. a uma originalidade e sucesso incomparáveis durante a segunda metade do século XIX — reuniu uma vasta coleção de artes decorativas de qualidade excepcional e em diversos meios\, desde vidro grego e romano e cestos japoneses até trabalhos em metal do mundo islâmico. Esses objetos foram uma fonte de inspiração para Moore\, um prateiro renomado por direito próprio\, e para os designers que ele supervisionava. A exposição “Collecting Inspiration: Edward C. Moore at Tiffany & Co.” apresentará mais de 180 exemplos extraordinários da coleção pessoal de Moore\, que foi doada ao Museu\, ao lado de 70 magníficos objetos de prata projetados e criados na Tiffany & Co. sob sua direção. Retirados principalmente do acervo do Met\, a exibição também incluirá exemplos raramente vistos de uma dúzia de credores privados e públicos. Figura definidora na história da prataria americana\, Moore desempenhou um papel fundamental na formação da estética de design lendária da Tiffany e na evolução da coleção do Met.
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SUMMARY:"Bruce Gilden: Why These?" no Fotografiska Museum
DESCRIPTION:Coney Island\, Nova York\, EUA. 1982 © Bruce Gilden / Magnum Photos\n\n\n\nBruce Gilden: Why These? examina a obra de Gilden de fotografia de rua crua e realista através de trabalhos escolhidos a dedo pelo próprio artista. Uma combinação de retratos coloridos em grande escala\, bem como fotos em preto e branco tiradas em todo o mundo\, oferecerá aos espectadores um vislumbre íntimo dos mundos sem enfeites da vida nas ruas que Gilden vem documentando há décadas. \n\n\n\n“As fotos frequentemente inquietantes de Bruce Gilden mergulham fundo nas psiques das pessoas comuns. Ao revelar o que está logo abaixo da superfície\, ele captura o medo que subjaza muitos dos nossos pensamentos sobre nós mesmos e aqueles ao nosso redor.”Jessica Jarl\, Diretora Global de Exposições da Fotografiska
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SUMMARY:“The Campus” na kurimanzutto
DESCRIPTION:Vista da instalação de “Climate Change is Real (Global Climate Action Summit\, San Francisco)” de Andrea Bowers\, 2018 (ao fundo)\, no The Campus. Foto: Yael Eban & Matthew Gamber\n\n\n\nBortolami\, James Cohan\, kaufmann repetto\, Anton Kern\, Andrew Kreps e kurimanzutto têm o prazer de apresentar a exposição inaugural em seu novo espaço compartilhado\, The Campus\, em Claverack\, NY. Abraçando um modelo colaborativo\, as galerias transformaram um antigo prédio escolar abandonado em uma plataforma para troca cultural dinâmica. \n\n\n\nVago desde os anos 90\, o edifício de 78.000 pés quadrados da Ockawamick School\, construído em 1951 e em grande parte não reformado\, estava pronto para ser reanimado. Salas de aula pintadas de forma colorida\, detalhes arquitetônicos de meados do século e generosa iluminação natural criam um contexto atraente para que os artistas interajam com o espaço\, o propósito original da estrutura e uns com os outros. \n\n\n\nNos últimos anos\, uma reconsideração de valores levou muitos artistas em direção à comunidade criativa há muito estabelecida no interior do estado de Nova York. The Campus abraça esse ambiente de troca animada com uma exposição abrangente que preenche 40 salas e os terrenos circundantes com obras de arte. Dentro de cada sala\, agrupamentos cuidadosos oferecem momentos de diálogo focado entre vozes diversas dentro e fora dos seis programas de galeria. \n\n\n\nNo espírito de colaboração\, The Campus está fazendo parceria com os Bolsistas de Estúdio e Curadoria da Cohort 05 do NXTHVN. Fundado por Titus Kaphar e Jason Price\, a bolsa anual do NXTHVN trabalha para orientar e elevar artistas e curadores sub-representados. A exposição contará com o trabalho dos Bolsistas de Estúdio Adrian Armstrong\, Alexandria Couch\, Eric Hart Jr.\, Fidelis Joseph\, Jamaal Peterman\, Eugene Mackie e Alex Puz\, organizada pelas Bolsistas de Curadoria Marquita Flowers e Clare Patrick. \n\n\n\nA exposição inaugural conecta obras novas\, históricas e específicas do local de mais de 80 artistas. \n\n\n\nUma instalação urgente de filme\, néon e obras escultóricas de Andrea Bowers ativa a arte em um chamado ressonante para informar\, educar e mobilizar sobre a mudança climática.
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SUMMARY:"Survival Piece #5: Portable Orchard" no Whitney Museum
DESCRIPTION:The Harrisons\, Survival Piece #5: Portable Orchard\, 1972–73 (vista da instalação\, Art Gallery da California State University\, Fullerton) © Helen and Newton Harrison Family Trust. Cortesia de Various Small Fires\, Los Angeles/Dallas/Seoul.\n\n\n\n“Survival Piece #5: Portable Orchard” marca a primeira apresentação independente em um museu do pomar de cítricos indoor completamente realizado\, concebido e projetado em 1972 pelos artistas Helen Mayer Harrison (1927–2018) e Newton Harrison (1932–2022). Este projeto explora a necessidade de um sistema alimentar produtivo e sustentável em um futuro imaginado onde as práticas agrícolas naturais são obsoletas e não podem ser consideradas garantidas. Estendendo-se pela galeria do oitavo andar do Museu\, esta instalação de dezoito árvores cítricas vivas enraizadas em vasos autossuficientes com sistemas de iluminação individuais reflete uma alternativa de sobrevivência diante do declínio ambiental. \n\n\n\nOs Harrisons começaram sua colaboração que durou décadas no início dos anos 1970\, inspirados pelos movimentos ambientalistas emergentes e por uma crescente conscientização social sobre os ecossistemas vulneráveis do planeta. Eles trouxeram experiências distintas em educação e escultura para sua prática criativa compartilhada e desenvolveram uma abordagem à criação artística que se baseava em pesquisas interdisciplinares\, resultando em projetos que serviam simultaneamente como obras de arte e chamados à ação. “Para sobreviver como espécie”\, refletiu Helen Harrison\, “vamos ter que aprender a cultivar nossa própria comida e cuidar de nós mesmos em algum momento. Então começamos a olhar para o que isso significa.” “Portable Orchard” é uma das sete “Survival Pieces” desenvolvidas pelos Harrisons no início dos anos 1970\, cada uma propondo uma alternativa a um sistema de produção de alimentos existente — de um pasto de porcos a uma fazenda de camarões. Os Harrisons planejavam a implementação futura desses projetos fazendo desenhos de instruções detalhadas; a recente aquisição pelo Museu de um desses desenhos foi o impulso para esta apresentação e está em exibição nas galerias\, junto com materiais de arquivo adicionais. “Portable Orchard” revela a qualidade premonitória da pesquisa dos Harrisons sobre sustentabilidade alimentar\, bem como os sucessos e fracassos dos sistemas artificiais construídos para sustentar a vida — questões que são ainda mais relevantes hoje do que há cinquenta anos\, quando o projeto foi concebido pela primeira vez. \n\n\n\n“Survival Piece #5: Portable Orchard” é organizada por Kim Conaty\, curadora-chefe da Família Nancy e Steve Crown\, com Roxanne Smith\, assistente sênior de curadoria.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Chinese Painting and Calligraphy Selections from the Collection" no The Met Museum
DESCRIPTION:Artista não identificado\, Inscrições nos Tambores de Pedra (dinastia Zhou Oriental\, século V a.C.). The Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Doação do Sr. e Sra. Wan-go H. C. Weng\, 1992\n\n\n\n\nO Metropolitan Museum of Art adquiriu sua primeira pintura chinesa em 1902. Desde então\, o Museu adicionou mais de duas mil obras de pintura e caligrafia\, construindo uma das coleções mais abrangentes do mundo. Abrangendo um milênio e meio de produção cultural e uma variedade de gêneros\, técnicas e estilos\, a coleção do Met se tornou um recurso fundamental para o estudo da pintura e caligrafia chinesas. Esta exposição apresenta uma rica seleção de obras da coleção\, organizadas em uma exibição majoritariamente cronológica. \nA exposição é viabilizada pelo Joseph Hotung Fund.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Mary Sully: Native Modern" no The Met Museum
DESCRIPTION:Mary Sully\, Alice (detalhe)\, ca. 1920s–40s. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York\, aquisição\, Morris K. Jesup Fund e fundos de diversos doadores\, 2023\n\n\n\n\nMary Sully—nascida Susan Mabel Deloria na Reserva Standing Rock\, em Dakota do Sul—foi uma artista Yankton Dakota pouco conhecida e reclusa\, que\, entre as décadas de 1920 e 1940\, criou obras altamente distintas\, informadas por sua ancestralidade nativa americana e colonizadora. Esta primeira exposição individual da produção inovadora de Sully destaca aquisições recentes do Met e empréstimos da Fundação Mary Sully\, obras que complicam as noções tradicionais de arte nativa americana e moderna. \nTrabalhando sem patrocínio\, quase na obscuridade\, e sendo em grande parte autodidata\, Sully produziu desenhos intricadamente elaborados e vividamente coloridos. Eles misturam aspectos significativos de sua herança Dakota com elementos visuais observados de outras nações nativas\, bem como a estética da vida urbana. Celebridades euro-americanas da cultura popular\, política e religião inspiraram algumas de suas obras mais marcantes\, que ela chamou de “personalidade impressa”— retratos abstratos organizados como trípticos verticais. Apresentando 25 composições raramente vistas de Sully\, além de material de arquivo da família e outros itens nativos da coleção do Met\, Mary Sully: Native Modern oferece uma nova e complexa perspectiva para considerar a arte e a vida americana no início do século 20. \nA exposição é viabilizada pela Fundação Barrie A. e Deedee Wigmore.
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SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
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SUMMARY:“Weaving the Dawn” de Lee ShinJa na Tina Kim Gallery
DESCRIPTION:Vista da instalação de Lee ShinJa: Weaving the Dawn na Tina Kim Gallery\, Nova York. Foto de Hyunjung Rhee.\n\n\n\n\nA Tina Kim Gallery tem o prazer de anunciar “Weaving the Dawn\,” a primeira exposição individual da galeria dedicada a Lee ShinJa—uma artista pioneira lembrada na história da arte coreana por introduzir o gênero de “tapeçaria” quando o conceito de “arte em fibra” ainda não estava estabelecido em sua terra natal\, a Coreia. Marcando sua estreia em Nova York\, a exposição destacará a expansão de Lee das características materiais e da beleza estética do fio como meio artístico. A exposição representará toda a extensão de sua carreira\, que abrange mais de meio século—desde seu trabalho vanguardista em aplique bordado dos anos 1960 até a série mais recente “Spirit of Mountain\,” que presta homenagem à sua cidade natal. Incluindo esboços preliminares de suas primeiras ideias composicionais e materiais de arquivo que destacam seu papel como educadora e pesquisadora dedicada\, “Weaving the Dawn” estará em exibição de 22 de agosto a 28 de setembro de 2024\, com uma recepção acontecendo na sexta-feira\, 13 de setembro\, das 18h às 20h.
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SUMMARY:"Mark Armijo McKnight: Decreation" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Mark Armijo McKnight\, The Black Place (ii)\, 2024. Cortesia do artista. © Mark Armijo McKnight\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de gravuras da artista\, ilustradora e autora de livros infantis Wanda Gág (1893–1946). Estas obras registram o mundo como Gág o experimentava: um lugar onde as paisagens se movem ritmicamente e os objetos inanimados vibram com vida. Embora ela também pintasse\, as artes gráficas ofereceram o método mais eficaz para expressar essa visão única. \n\n\n\nNascida em Minnesota\, filha de imigrantes da Boêmia Alemã (atualmente parte da República Tcheca)\, Gág chegou a Nova York em 1917 para estudar na Art Students League\, onde se tornou uma figura central da cena artística modernista da cidade. Sem aderir à abstração nem ao realismo social — os movimentos artísticos dominantes na época — Gág desenvolveu sua própria abordagem à figuração. Ao longo de sua carreira\, ela alcançou um sucesso modesto vendendo suas gravuras e produziu vários livros infantis populares\, exemplos dos quais são apresentados na mostra. Gág também foi uma escritora prolífica sobre sua vida e obra\, e trechos de suas cartas e diários acompanham as gravuras em exibição. \n\n\n\nCompletamente extraídas da coleção do Whitney\, as obras nesta exposição abrangem aproximadamente duas décadas\, desde meados da década de 1920 até o ano anterior à morte de Gág. Juntos\, esses naturezas-mortas\, paisagens e interiores iluminam o que a artista chamou de “mundo de Wanda Gág”\, demonstrando sua fervorosa busca para capturar o sentimento e o movimento da vida como ela via. \n\n\n\nO Wanda Gág World é co-curado por Roxanne Smith\, Assistente Sênior de Curadoria\, e Scout Hutchinson\, Curadora Bolsista.
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SUMMARY:"What It Becomes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Rick Bartow\, Autobiographical Hawk\, 1991. Whitney Museum of American Art\, Nova York; doação do Richard E. Bartow Trust © Richard E. Bartow Trust\n\n\n\n\nComo um ato de marcação direta\, o desenho oferece uma maneira imediata e espontânea para que ideias se desenrolem e imagens ganhem forma. Guiada pelo potencial do meio para ilustrar mudanças\, esta exposição reúne obras da coleção do Whitney de artistas que utilizam o desenho como um ato de transformação. Em suas mãos\, o desenho se torna uma ferramenta para revelar o que é invisível e tornar o familiar irreconhecível\, ou\, como observa a artista Toyin Ojih Odutola: “O que ele se torna é o que me interessa.” \nEmbora as obras nesta exposição variem das artes gráficas a fotografias e vídeos\, os processos inerentes ao desenho desempenham um papel fundamental na criação de cada uma delas. Alguns artistas empregam técnicas como inscrição e apagamento para alterar ou recuperar imagens existentes\, como visto nas obras de Ojih Odutola e Wendy Red Star. Outros\, como David Hammons e Maren Hassinger\, enfatizam a tactileidade do meio\, usando seus próprios corpos como ferramentas de desenho ou superfícies para transformar sua imagem. Todas as obras mantêm uma relação estreita com a figura\, variando de modos tradicionais de retrato a registros gráficos mais abstratos do gesto humano. Aproveitando a relação entre desenho\, toque e formação\, os artistas exploram a natureza maleável da identidade e a possibilidade de moldar e redefinir a si mesmo. \nWhat It Becomes é organizada por Scout Hutchinson\, Curatorial Fellow.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Room\, Sea & Sky" de Philip Guston na Hauser & Wirth NY
DESCRIPTION:Philip Guston\, Sky\, 1980 © The Estate of Philip Guston\n\n\n\n\nA Hauser & Wirth Nova York irá explorar a significativa\, porém frequentemente negligenciada\, prática de gravura de Philip Guston (1913 – 1980)\, preenchendo uma lacuna de longa data nas discussões sobre a obra do artista. Organizada em torno de três temas principais\, “Room\, Sea & Sky” investiga as qualidades metamórficas da prática de Guston através de sua gravura\, especialmente no final de sua vida\, quando um ataque cardíaco limitou sua capacidade de executar pinturas em grande escala. Foi então que ele iniciou sua colaboração com a renomada gráfica Gemini GEL\, criando uma série de gravuras importantes que levaram sua prática à sua forma mais madura.
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SUMMARY:"Japan In/Out Brazil" na Nara Roesler
DESCRIPTION:Asuka Anastacia Ogawa\, Candle Fingers (detalhe)\, 2024. Cortesia Nara Roesler\n\n\n\n\nA Nara Roesler Nova York apresenta Japan In/Out Brazil\, exposição coletiva que reúne o trabalho de três artistas de diferentes gerações que têm em comum a origem japonesa e que nasceram ou possuem vínculos muitos próximos com o Brasil: Tomie Ohtake (1913-2015)\, Lydia Okumura (1948) e Asuka Anastacia Ogawa (1988). Embora tenham em comum a origem japonesa e o fato de pertencerem a essa diáspora no Brasil\, as três pertencem a diferentes gerações: enquanto Tomie Ohtake nasceu no início do Século XX e iniciou sua produção ainda na década de 1950\, Okumura deu impulso a sua poética na década de 1970\, momento de grande efervescência na arte conceitual\, e Asuka Anastacia Ogawa é de uma nova geração de pintores contemporâneos. \nTomie Ohtake consiste é um exemplo emblemático da diáspora japonesa na arte brasileira\, sobretudo por seu pioneirismo. Com um trabalho inicialmente figurativo\, a artista rapidamente se desloca para a abstração\, na qual combina elementos gestuais com um rigor formal característico da abstração geométrica. A partir da década de 1970 passa a trabalhar com grandes áreas de cor e enquadramentos que sugerem continuidade das composições para além do espaço da tela. Com uso da tinta acrílica a partir de meados dos anos 1980\, passa a criar tonalismos e deixar visíveis as sobreposições de camadas cromáticas\, criando uma abstração de aspecto cósmico. Também desenvolveu um corpo de trabalhos escultóricos\, que na exposição está representado por um trabalho da série Tubulares\, desenvolvida  a partir da década de 1990. Sua forma tubular e  aspecto sinuoso\, similar a um gesto pictórico\, transmite leveza\, em oposição à o  natureza do material que a compõem (aço carbono). \nLydia Okumura\, por outro lado\, é uma importante representante da arte conceitual brasileira\, vertente que ganhou força no país a partir do final da década de 1960. Ao contrário de outros artistas que lhe foram contemporâneos\, que gradualmente deslocaram suas produções para algo mais experimental\, Okumura já em suas primeiras criações demonstrou um alto grau de inovação\, dado que concebia seus trabalhos não como objetos artísticos acabados\, mas como situações visuais que impactavam diretamente na percepção do espectador. Desse modo\, por meio de desenhos e intervenções no espaço\, a artista criava instalações e trabalhos  site-specific que jogavam com a sensorialidade do público\, convidando-o para interagir e fazer parte do trabalho. A partir da década de 1980\, Okumura passa a trazer esses experimentos óticos para a pintura\, criando composições onde são explorados elementos geométricos e a ambiguidade entre bi e tridimensional. \nA relação entre elementos culturais japoneses e brasileiros fica muito visível no trabalho de Asuka Anastacia Ogawa\, jovem pintora que nasceu no Japão mas viveu parte de sua infância e adolescência no Brasil\, antes de seguir para Europa e Estados Unidos\, nos quais completou sua formação. Em sua obra pictórica\, a artista representa personagens andróginas\, de aspecto infantil\, com olhos grandes e pele negra. Os fundos são neutros e de cores saturadas\, por vezes intensamente luminosas. A representação frontal desses personagens\, bem como o fundo algo abstrato\, sugere que as mesmas carregam um forte conteúdo espiritual. Os títulos das telas fazem menção tanto a antepassados de Ogawa quanto a elementos ancestrais das culturas do Japão e do Brasil. \nAssim\, a exposição reúne diferentes contribuições fornecidas por três artistas de diferentes gerações que integraram a diáspora japonesa no Brasil\, mostrando que tal diáspora não somente teve grande importância para a história da arte no país mas continua\, ainda hoje\, fornecendo caminhos para se pensar a produção contemporânea.
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SUMMARY:"Encyclopedia: The Late Collages of Dorothea Tanning" na Kasmin Gallery
DESCRIPTION:Dorothea Tanning\, Encyclopedia (detalhe)\, 1990-1995. Cortesia Kasmin Gallery\n\n\n\n\nA Kasmin tem o prazer de apresentar sua segunda exposição individual do trabalho de Dorothea Tanning (1910-2012)\, com foco em suas colagens da fase final de carreira\, dos anos 1980 e 1990. Celebrando o espírito multidisciplinar de sua obra\, Encyclopedia: The Late Collages of Dorothea Tanning explora o universo da artista\, onde dispositivos literários\, como humor\, ironia\, paradoxo e repetição\, se combinam com seu léxico visual pessoal para inspirar o que ela uma vez descreveu como “a arte como metáfora da linguagem”. \nAs obras em exibição foram realizadas por Tanning em Nova York nos anos 1980 e 1990\, período em que suas energias criativas começaram a se deslocar da pintura e escultura para os trabalhos em papel e\, de forma mais ampla\, da arte de estúdio para a escrita de poesia\, ficção e suas memórias. Tanning havia experimentado com colagem ao longo de sua carreira e voltou ao meio com foco renovado após retornar aos Estados Unidos em 1980\, depois de viver cerca de 25 anos na França. Nestas colagens\, Tanning emprega técnicas desenvolvidas ao longo de seis décadas—pintura\, desenho\, corte e composição de papel\, incluindo fragmentos de suas próprias aquarelas. Ela também incorporou pedaços de tecido\, evocando suas esculturas macias do final dos anos 1960 ao início dos anos 1970. Justapondo formas orgânicas e sugestivas com imagens mais familiares\, como bicicletas\, utensílios de mesa\, animais\, nus em queda e sua própria mão\, Tanning expandiu temas e brincou com a relação entre figuração e abstração encontrados em suas pinturas e esculturas anteriores. Ao combinar suas imagens com títulos inesperados e evocativos\, ela explora a dimensão poética de sua prática artística visual. \nSendo a maior e uma das últimas colagens de Tanning\, Encyclopedia (1990-95) representa o ápice de seu trabalho nesse meio\, onde formas tanto reconhecíveis quanto desconhecidas aparecem em um momento de narrativa incerta\, seja lúdica\, desastrosa ou onírica\, como já ocorria em suas primeiras pinturas. Os títulos de Tanning são elementos essenciais que convidam o espectador à interpretação\, e Encyclopedia sugere que uma única obra pode abranger uma vasta gama de temas e fontes. Nesta colagem monumental\, a artista também demonstra seu domínio dos materiais\, usando pedaços de papel vegetal rasgado à mão colados em uma composição de papel de construção montada em masonite\, criando textura\, dimensão e até mesmo um leve movimento na imagem\, ao construir suas camadas delicadas da mesma forma que um narrador constrói uma história. Quando um estado inicial de Encyclopedia foi exibido pela primeira vez na retrospectiva de Tanning em 1993 na Malmö Konsthall\, na Suécia\, apenas quatro painéis foram mostrados; a obra completa\, com cinco painéis\, está sendo exibida publicamente aqui pela primeira vez. \nA Kasmin agradece à The Destina Foundation e à The Dorothea Tanning Foundation pela colaboração na organização desta exposição.
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LOCATION:Kasmin Gallery\, 297 Tenth Avenue\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"New York City" de Arshile Gorky na Hauser & Wirth NY
DESCRIPTION:Arshile Gorky\, Untitled (Sunset in Central Park) (detalhe)\, 1931 © The Arshile Gorky Foundation / Artists Rights Society. Foto: Jerry L. Thompson\n\n\n\n\nNo outono de 1924\, um jovem pintor e refugiado armênio chamado Vosdanig Manuk Adoian mudou-se para a cidade de Nova York e adotou um novo nome: Arshile Gorky. Com esse gesto\, o artista (c. 1904-1948) iniciou uma jornada de auto-reinvenção e inovação estética que paralelamente acompanharia a transformação de Nova York\, de uma cidade emergente para uma metrópole pujante e um epicentro cultural. Em um ano que viu Manhattan sediar a estreia de “Rhapsody in Blue” de George Gershwin\, a inauguração pública da Morgan Library\, a conclusão do arranha-céu dourado conhecido como American Radiator Building e\, em muitos aspectos\, o nascimento do Renascimento do Harlem\, Gorky estabeleceu-se na cidade e começou a trilhar um caminho rumo a tornar-se um dos artistas mais significativos da vanguarda americana. \nNeste setembro\, a Hauser & Wirth celebrará o centenário da chegada de Gorky a Nova York com uma apresentação especial em seu espaço na Wooster Street\, a poucos quarteirões do endereço original do artista no West Village. “Arshile Gorky. New York City” apresentará pinturas e trabalhos em papel\, muitos não vistos em mais de 40 anos\, que destacam o desenvolvimento do mestre de uma linguagem artística que\, em última análise\, seria tão singular – e consequente – quanto a cidade americana que foi seu lar.
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LOCATION:Hauser & Wirth Wooster Street\, 134 Wooster Street\, Nova York\, NY
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SUMMARY:"Ibrahim Mahama: A Spell of Good Things" de Yoko Matsumoto na White Cube
DESCRIPTION:Ibrahim Mahama\, Abena\, 2024\n\n\n\n\nA White Cube apresenta uma exposição individual de Ibrahim Mahama\, apresentando uma nova instalação e uma série de desenhos em carvão que tomam as ferrovias da era colonial de Gana como ponto de referência principal. \nAmpliando a investigação contínua do artista sobre as economias de trabalho e migração\, a exposição explora o potencial latente de materiais industriais recuperados para construir narrativas visuais em torno da produção e do comércio locais. \nPara marcar a abertura da exposição\, Ibrahim Mahama participará de uma conversa com Courtney Willis Blair\, Diretora Sênior da White Cube US\, das 17h às 18h no dia 4 de setembro de 2024. O evento será seguido por uma prévia da exposição\, que continuará até as 20h.
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SUMMARY:"Liza Lou: Painting" na Lehmann Maupin
DESCRIPTION:Liza Lou\, Gravity’s Rainbow (detalhe)\, 2024. Cortesia Lehmann Maupin\n\n\n\n\nA Lehmann Maupin apresenta Liza Lou: Painting\, uma exposição de novas obras da artista baseada em Los Angeles. Ocupando a galeria de Nova York\, a mostra apresenta uma série de trabalhos abstratos sobre tela\, nos quais Lou explora a característica mais essencial da pintura: a pincelada. Utilizando miçangas de vidro\, material que é sua marca registrada\, Lou transforma essas pequenas peças em uma nova forma de pintura\, aplicando-as de maneira livre e intuitiva. À medida que as miçangas colidem e se sobrepõem na tela\, elas recriam pinceladas\, remetendo ao abstracionismo americano de meados do século XX. Paralelamente à exposição\, a obra icônica Trailer (1998–2000)\, será instalada no saguão do Brooklyn Museum\, recentemente adquirida para a coleção permanente\, e estreará no museu em setembro\, permitindo que o público experimente as obras mais recentes da artista ao lado dessa escultura imersiva rara. \nCom uma carreira de três décadas\, Lou tornou-se amplamente reconhecida por introduzir miçangas como um meio de arte contemporânea. Sua constante experimentação desafia hierarquias e incorpora humor e glamour em uma visão feminista. O projeto de Lou é uma investigação aberta sobre as possibilidades metafóricas de um material simples\, destacando as dimensões poéticas e dolorosas do trabalho\, do processo artístico e das complexidades da vida americana. \nNesta nova série de pinturas\, Lou recria gestos rápidos e pictóricos com detalhes minuciosos\, grão por grão. As miçangas naturalmente resistem à mistura ou fusão\, e assim Lou aplica a cor pura diretamente na tela\, em uma homenagem à frase de Frank Stella de “pintar tão bem quanto sai do tubo”. Cada pincelada é posicionada de maneira espontânea\, em reação à anterior\, criando uma interação estética entre as cores que são justapostas e sobrepostas. O brilho das cores irradia pela tela em golpes vívidos\, enquanto estruturas em rede se constroem e se expandem. De perto\, as pequenas peças tridimensionais de cor fabricada se agitam\, resultando em explosões que surpreendem\, oferecendo uma nova perspectiva sobre a pintura abstrata americana. \nConhecida por sua abordagem comunitária\, o trabalho atual de Lou surge de um período de solidão vivido no deserto de Mojave\, no sul da Califórnia. Dessa experiência profunda com a natureza\, Lou oferece um olhar atento ao ato de pintar\, ampliando gestos granulares e\, como ela descreve\, “ouvindo o material”. Juntas\, as exposições de Lou na Lehmann Maupin e no Brooklyn Museum oferecem um vislumbre da evolução de sua prática ao longo das décadas\, centrada na materialidade\, invenção e possibilidade.
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SUMMARY:"DRIVE II" de Jason Rhoades na Hauser & Wirth NY
DESCRIPTION:Jason Rhoades\, Fucking Picabia Cars with Ejection Seat\, 1997/2000\n\n\n\n\nPara Jason Rhoades\, o carro era um veículo de busca artística e ambição. A partir de 5 de setembro\, a Hauser & Wirth Nova York apresentará uma grande exposição de seus “Car Projects”\, incluindo uma frota de diferentes esculturas de carros prontos. A instalação também contará com uma obra monumental de 2000\, nomeada em homenagem ao modernista dadaísta e colecionador de carros Francis Picabia. “DRIVE II” ocorrerá simultaneamente à exploração de um ano da arte de Rhoades e da cultura automobilística na Hauser & Wirth no centro de Los Angeles.
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SUMMARY:"Joanna Pousette-Dart: Centering" na Lisson Gallery
DESCRIPTION:Obra de Joanna Pousette-Dart © Joanna Pousette-Dart e Lisson Gallery\n\n\n\n\nPara sua sétima exposição com a Lisson Gallery\, Joanna Pousette-Dart retorna à sua cidade natal com uma grande mostra de novas pinturas\, intitulada Centering. Desde a década de 1970\, quando a artista começou a se afastar dos formatos retangulares tradicionais – inicialmente ao entrelaçar telas não esticadas em grades suaves e depois\, nos anos 1990\, ao criar telas em formatos definidos para pintar – Pousette-Dart vem utilizando formatos dinamicamente moldados para sugerir as qualidades expansivas\, viscerais e abrangentes da paisagem. A partir dessas superfícies de painéis curvilíneos verticalmente unidos\, ela reimaginou a pintura como uma arena de profundidade e amplitude\, criando um continuum de luz e espaço onde o desenho interno está em constante diálogo com a forma externa\, e tudo está em perpétuo movimento. Para intensificar ainda mais a qualidade viva e pulsante dessas formas e os mundos em constante mudança e expansão dentro de mundos\, a artista bisela as bordas das pinturas\, fazendo com que pareçam flutuar nas paredes. \nAs novas obras arqueadas e abobadadas de Pousette-Dart aprofundam essa exploração\, mas possuem uma qualidade singularmente envolvente. Cada uma é desenhada à mão e sutilmente assimétrica\, conferindo às pinturas uma ligeira inclinação ou sugestão de rotação\, que coloca em movimento os campos de cores e formas. Cada pintura é composta por dois painéis com uma linha de “horizonte” que divide o espaço de maneira diferente em cada obra\, de modo que o espaço interno de cada pintura tem sua própria ascensão e queda ou força gravitacional. Faixas horizontais de cor sugerem uma hierarquia de distâncias e qualidades flutuantes de luz\, alcançadas através da acumulação de camadas finas de tons variados\, às vezes complementares. A cor modula-se\, às vezes de forma sutil e outras vezes dramaticamente\, de claro para escuro\, ou de quente para frio\, tornando-se uma das maneiras pelas quais Pousette-Dart nos conduz pelos movimentos cíclicos e rotacionais inerentes a cada obra\, sugerindo visualmente uma passagem de um estado ou reino para outro. Seu vocabulário singular de linhas e formas caligráficas define a orientação\, bem como o senso de drama e foco de cada pintura\, às vezes funcionando em oposição ao seu movimento interno e\, em outras\, ecoando-o.
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LOCATION:Lisson Gallery\, 504-508 West 24th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"grãos de água\, gotas de terra" de Josi na Mendes Wood NY
DESCRIPTION:Obra de Josi. Cortesia Mendes Wood DM\n\n\n\n\nO processo de Josi se desdobra no movimento dos gestos\, com criações manuais que se manifestam como extensões das mãos. Grãos de terra se juntam e se dispersam\, aderindo a onde pousam. Esses grãos passam por peneiras e pilões. Decantam\, pacientemente atravessando o tempo. São colocados em uma panela e giram – até que tudo esteja lá – para aqueles que sabem ver. Dentro dos tons de terra\, percebe-se o desdobramento da vida\, tudo acontece\, assentando-se\, engrossando\, até atingir um contato quase direto com a própria vida. Amasse teimoso\, regue\, levante\, alise\, brilhe. A arte\, à beira da vida\, é um caminho que se move com a terra. Ela surge das temporalidades e vibrações do mundo\, de antes que o mundo fosse o que conhecemos. O elemento da arte é\, então\, um gesto com a terra. Tocar a vida – seres vivos em argila\, os vestígios de tudo que nela se guarda. Sentir as temporalidades\, inclusive as geológicas\, respeitando os ritmos da terra\, interagindo com eles por meio dos materiais. Reconhecer os limiares cruzados por aqueles que vieram antes. Essas são experiências entrelaçadas aos gestos artísticos de Josi. \nA tessitura das obras de Josi vem da força de suas mãos\, manobrando e desviando-se dos cânones bem conhecidos dentro da arte\, que se tornaram confortáveis pontos de referência estética. No processo de Josi\, uma dobra poética parece se revelar: Um corpo de trabalho nasce com um corpo de matéria. Josi estabelece lugares para que o corpo se impregne de seu próprio ser e do solo através de uma gênese compartilhada e síncrona. Um eu coletivo e ancestral e a terra onde confluências germinam\, “uma força que cede\, que aumenta\, que expande\,” onde “nos tornamos nós mesmos e outra versão de nós mesmos\,” como nos diz o intelectual e ativista político quilombola Nêgo Bispo. Criar\, para Josi\, é um “movimento” em ressonância\, em confluência com a terra e os lugares de origem de onde ela obtém seus materiais\, com o que brota nesses lugares\, em uma prática que parece se intensificar fora da linguagem e se liberta das gramáticas cansadas da arte contemporânea\, que fingem ser universais. \nA jornada artística de Josi começou com esboços em cadernos durante viagens de ônibus\, abraçando a crença de que a arte não é um privilégio. Suas experiências em Itamarandiba\, Carbonita e Caeté moldaram sua vida como professora. A sabedoria de lavar roupas e trabalhar nos campos a levou a cursar Artes Plásticas na Escola Guignard (UEMG). Do chão de terra de Tabatinga ao chão da cozinha/atelier\, esses lugares não se separam em fronteiras\, mas se reúnem\, porque são\, ao mesmo tempo\, memória e uma aglomeração de temporalidades. A partir deles\, Josi cria. Através de momentos sobrepostos\, lugares e narrativas\, ela identificou tintas e corantes enquanto fervia feijões na água\, manchas de frutas pigmentavam de repente superfícies\, e a água lamacenta formava tons de terra e solo. \nCom esses materiais e gestos\, o processo de pintura de Josi emerge. Ela espera meticulosamente pelos eventos que esses pigmentos criam. Na tela\, eles se revelam em espalhamentos\, véus\, concentrações\, dissoluções\, desaparecimentos\, transparências\, esmaltes\, espaços vazios e mudanças de cor. Não há desenho prévio\, “nenhum risco anterior\,” como ela explica\, porque não há como parar ou controlar o que não é antecipado. Josi diz que busca uma “curvatura da cor\,” mas a temporalidade de cada pigmento é uma experiência que se distingue no papel e no tecido enquanto ela pinta e\, portanto\, os pigmentos interagem de maneiras diferentes\, respondendo constantemente à umidade\, temperatura\, de acordo com a composição das tintas orgânicas. Não há linhas. Linhas separam. As manchas às quais ela retorna em seu trabalho são afluentes na tela\, sobrepõem-se\, movem-se e ocupam espaços. Elas criam outra temporalidade\, outra cor\, ressurgindo em outras imagens. \nJosi se aproximou da argila porque a entende como solo que “caminhou de uma rocha\, encontrou o vento\, a chuva e outros seres\, e então foi sedimentar\, carregando consigo toda aquela memória.” Em suas mãos\, a argila é tratada como “tesouro.” Lidar com a argila é conversar com a tradição de fazer utensílios presentes na vida cotidiana e com os laços ancestrais e memórias do tempo em que pisar no chão significava ter aquele chão sempre presente na vida. O exílio é o oposto: é não ter um lugar para pisar; é reaprender a andar e\, portanto\, quase se desfazer da saudade das pessoas que outrora habitaram a terra e foram perdidas. \nNas cerâmicas de Josi\, há rostos\, figuras humanas e corpos contíguos. Ferramenta e corpo se unificam como um só\, e\, a partir daí\, a figuração é um abrigo que materializa o desejo de povoar a vida com a presença para contar outras fábulas que não as do exílio. Nessas esculturas\, a convivência\, a construção de comunidade e os contos fictícios narram um lugar que o corpo não tinha o direito porque o vazio e a dispersão comandavam o fluxo da vida. “É onde me reúno completamente\,” diz a artista. E novamente\, ao trabalhar com argila\, Josi recorre ao conhecimento e à imaginação que traz do Vale do Jequitinhonha – das pessoas se reunindo\, das conversas\, das tarefas diárias\, das frutas secando ao sol. Tocar essa vida na argila significa reunir presenças\, reverter apagamentos e enunciar saberes ancestrais. \ngrãos de água\, gotas de terra é o título da primeira exposição individual internacional de Josi. A mostra reúne obras criadas ao tocar\, arrastar e misturar várias temporalidades\, materiais\, pessoas\, presenças e histórias. As obras nos lembram que a arte “é uma conversa de almas\, porque vai do individual ao coletivo à medida que é compartilhada” – mais uma vez\, Nêgo Bispo nos fala sobre a diferença entre troca e compartilhamento. E assim\, as obras de Josi nos convidam a praticar outras maneiras de ver e dar sentido à vida. Suas criações estão aqui para afirmar a presença de pessoas que foram expropriadas de seus gestos\, separadas de seu ambiente (o que a civilização moderna chama de natureza)\, que foram incumbidas de superar (como um desafio\, destino e obrigação) as opressões de estar alienado e sem lugar. A presença de pessoas que resistem às guerras das denominações colonialistas\, criando relações com todos os seres e com a terra\, que é o “anseio original.” Assim como a presença de grãos e gotas\, imensas partículas nesse caldeirão da vida que chamamos de mundo. \n– Galciani Neves
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SUMMARY:"What happens at the seaside at dawn?" de Laís Amaral na Mendes Wood NY
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Lais Amaral. Cortesia Mendes Wood DM\n\n\n\n\nA exposição What happens at the seaside at dawn? de Laís Amaral\, na Mendes Wood DM\, marca sua primeira individual em Nova York. A artista brasileira reflete sobre a relação entre sociedade e natureza\, refletindo sobre o que chama de “saudade da memória da natureza”. Seu trabalho combina pintura e desenho com o uso de materiais como acrílico\, spray e tinta\, além de objetos do cotidiano para criar camadas visuais que evocam memórias e histórias. Amaral adota uma abordagem não-figurativa\, utilizando ferramentas como pentes de dentes largos\, que simbolizam sua identidade afro-brasileira. \nA água\, elemento central em sua vida\, é uma metáfora de apagamento e resistência\, inspirada por suas lembranças da infância em Aracaju e no Rio de Janeiro. Trabalhando em Nova York\, Amaral observou como a proximidade com sistemas de água molda a estrutura social da cidade\, um tema que permeia as obras desta exposição. Ao explorar essas conexões entre o natural e o social\, Amaral nos convida a refletir sobre o impacto da natureza na vida urbana e nas relações humanas.
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SUMMARY:"Out of Country" de Mark Grotjahn na Gagosian
DESCRIPTION:Mark Grotjahn\, Untitled (Backcountry 55.89)\, 2023 © Mark Grotjahn. Foto: Douglas M. Parker Studio\n\n\n\n\nA Gagosian apresenta Out of Country\, uma exposição de novas e recentes pinturas de Mark Grotjahn na galeria localizada na 980 Madison Avenue\, em Nova York. Com inauguração em 10 de setembro\, Out of Country representa o ápice da série Backcountry\, que tem ocupado o artista desde 2021\, e apresenta pinturas sobre fundos brancos nunca antes exibidas\, além de duas pinturas em fundo preto. Uma prévia para a imprensa e uma visita guiada com o artista ocorrerão às 10h30 da manhã de segunda-feira\, 9 de setembro. \nEm suas pinturas\, esculturas e obras em papel\, Grotjahn investiga cor\, perspectiva\, serialidade e o sublime. As últimas obras da série Backcountry\, apresentadas nesta exposição\, mostram o artista mais uma vez se inspirando nas paisagens rurais americanas\, especificamente nas suas experiências de esqui e pesca com mosca nas áreas remotas do interior do oeste do Colorado. Embora as obras contenham um elemento de representação pictórica\, sugerindo uma descida montanhosa nevada ou uma travessia noturna iluminada por estrelas\, o foco principal continua sendo a abstração\, especificamente a sobreposição sutil de linhas\, tons e texturas. Continuando a produzir variações sobre um estilo e formato identificáveis\, Grotjahn constrói um ritmo dinâmico que transcende o registro visual simples para alcançar uma complexidade formal e emocional única.
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SUMMARY:"Mexican Prints at the Vanguard" no The Met Museum
DESCRIPTION:Gabriel Fernández Ledesma\, cartaz anunciando uma exposição de obras de jovens artistas mexicanos realizada no Parque Retiro\, Madri (detalhe)\, 1929. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York\, Doação de Gabriel Fernández Ledesma\n\n\n\n\nA rica tradição da gravura no México — do século XVIII até meados do século XX — é explorada nesta exposição composta principalmente por obras da coleção do The Met. Entre as primeiras obras apresentadas estão as do mais conhecido gravurista mexicano\, José Guadalupe Posada\, cujas representações de esqueletos em diversas atividades ajudaram a estabelecer uma identidade global para a arte mexicana. Após a Revolução Mexicana (1910–1920)\, a gravura provou ser o meio ideal para artistas que desejavam abordar questões sociais e políticas e expressar resistência à ascensão do fascismo em todo o mundo. Os artistas também recorreram à gravura para reproduzir murais mexicanos dos anos 1920\, criar cartazes de exposições\, impressões para a imprensa popular e portfólios que celebravam o vestuário e os costumes mexicanos. \nA exposição apresenta mais de 130 obras\, incluindo xilogravuras\, litografias e serigrafias de artistas como Posada\, Diego Rivera\, José Clemente Orozco e Leopoldo Méndez. Ela explora como as gravuras foram centrais para a identidade artística e a prática no México\, destacando sua eficácia em abordar questões sociais e políticas — um papel das artes gráficas que continua até hoje. Grande parte da vasta coleção do The Met veio por meio do artista francês Jean Charlot\, cuja associação com o museu começou no final da década de 1920. Charlot doou muitas de suas próprias gravuras e obras de outros artistas ao The Met\, e na metade dos anos 1940 atuou em nome do museu para adquirir gravuras no México. A coleção demonstra o interesse precoce do The Met na arte e cultura mexicanas em uma época de crescente interesse internacional pelo tema.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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