BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20230101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240503T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20241101T180000
DTSTAMP:20260427T080646
CREATED:20240607T104940Z
LAST-MODIFIED:20240607T105439Z
UID:49138-1714734000-1730484000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Toward the Celestial: ICA Miami’s Collection at 10 Years" no ICA Miami
DESCRIPTION:George Condo\, Am I Human?\, 2022. © George Condo. Cortesia do artista e Hauser & Wirth. Foto: Thomas Barratt.\n\n\n\nPor ocasião de seu décimo aniversário\, o ICA Miami apresenta “Toward the Celestial”\, uma seleção de obras de sua coleção permanente que destaca o desenvolvimento programático do museu\, bem como comissões recentes e obras anteriormente não exibidas. A exposição é organizada tematicamente e percorre desde imagens microscópicas até macroscópicas para explorar a dimensão do tempo e as ordens de escala. O título da exposição alude à bandeira Universo Celestial (1988) de Betye Saar\, que foi destaque na pesquisa da artista em 2021 e tem feito parte das instalações da artista ao longo de várias décadas\, sugerindo tanto uma presença iminente quanto o registro do tempo através de estruturas ideológicas alternativas. \n\n\n\n“Toward the Celestial: ICA Miami’s Collection at 10 Years” é organizada pelo ICA Miami\, e curada por Alex Gartenfeld\, Diretor Artístico Irma e Norman Braman; Gean Moreno\, Diretor da Fundação Knight do Centro de Arte e Pesquisa do ICA Miami; e Stephanie Seidel\, Curadora Monica & Blake Grossman.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/toward-the-celestial-ica-miamis-collection-at-10-years-no-ica-miami/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/56d901db-condo116308-hires-6-scaled-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241019T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20241123T170000
DTSTAMP:20260427T080646
CREATED:20241113T150457Z
LAST-MODIFIED:20241113T150457Z
UID:59397-1729335600-1732381200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Amani Lewis: CHAPTER 1\, The Mind in Chaos Meets the God of Clarity" na Mindy Solomon Gallery
DESCRIPTION:Amani Lewis\, “With You\, The Spirit Lives in Me\, Romans 8:2-6” (detalhe)\, 2024. Via mindysolomon.com\n\n\n\n\n\n\n\n\n“Para quem tem fé\, nenhuma explicação é necessária. Para quem não tem fé\, nenhuma explicação é possível.” ― São Tomás de Aquino \nA Mindy Solomon apresenta o trabalho de Amani Lewis. Em sua primeira exposição na galeria\, Amani apresenta um conjunto de obras que falam sobre sua fé profunda e duradoura\, vindo de um lugar de dificuldades e\, por fim\, de triunfo espiritual e criativo. \nEm suas próprias palavras: “Este ano foi repleto de diferentes tipos de desafios que me fizeram sentir perdida no meu corpo; como se estivesse me afogando\, desorientada\, sem foco\, incerta e quebrada. Isso tornou difícil existir no próprio espaço confortavelmente. Quando penso sobre a fragilidade da existência\, do propósito e da vida\, comecei a me sentir insegura quanto aos meus objetivos; questionando se estou seguindo o caminho correto. O estresse de criar e manter um legado se tornou um peso grande\, mas uma resistência que não pode ser deixada para trás. Com perguntas como: ‘E se eu falhar?’ Ou ‘E se as pessoas se esquecerem de mim e das minhas contribuições?’ rondando minha mente\, comecei a me tornar insensível.” \nApós um crescimento sem precedentes no mundo da arte\, incluindo resultados astronômicos em leilões\, aquisições por museus e exposições com ingressos esgotados\, Lewis surfou na onda de fama que a sobrecarregou. A repentina retração da compra frenética e\, finalmente\, da venda das obras no período pós-COVID deixou-a confusa e incerta. “… no meio da tempestade\, veio uma revelação de que sirvo a um Deus que sempre me protegeu\, me sustentou e continuamente me abençoou. Este conjunto de obras é uma das primeiras peças temáticas que reflete minhas próprias inseguranças atuais e obstáculos pessoais\, mas com as lentes das escrituras que me sustentaram durante os tempos difíceis. É a minha maneira de me tornar vulnerável na minha prática com meus apoiadores enquanto sigo para a próxima fase da minha vida e da minha carreira. Vocês verão muita iconografia religiosa\, pois é minha espada e meu escudo. Dentro de cada pintura\, há mãos que oram\, levantam\, santificam e protegem as figuras em cada peça.” \nEm Stretch Out My Hands: A Hymn For My Father\, 2024\, vemos a imagem de um rosto olhando para o céu com os braços estendidos ao redor dele. Os tons quentes emanam um brilho celestial de outro mundo e um momento de conexão profunda. “Normalmente\, quando as pessoas veem meu trabalho\, sabem que as figuras em cada composição são parentes\, amigos ou entes queridos e que sua presença de alguma forma faz parte do significado da obra. Nesta série\, no entanto\, as figuras representam personagens em uma história. Imagens encontradas que foram misturadas e sobrepostas com outras imagens de anjos\, profetas\, espíritos e energia luminosa. O verdadeiro propósito de cada pintura é evocar o estado emocional de caos que venho sentindo nos últimos 18 meses\, mas acompanhado de imagens/sentimentos de uma clareza recém-descoberta.” \nA exposição contará com um conjunto de obras que fazem parte de um conto coeso — uma narrativa sobre redenção\, vulnerabilidade e força. Baseando-se em experiências do mundo real\, Lewis encontrou verdadeira alegria em construir uma nova e original história\, e para os fãs novos e antigos de suas pinturas\, essa é realmente uma oportunidade de celebrar.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/siennie-lee-un-touched-landscapes-na-mindy-solomon-gallery-2/
LOCATION:Mindy Solomon Gallery\, 848 NW 22 Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/DSC06337-1030x687-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241121T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260427T080646
CREATED:20241121T140247Z
LAST-MODIFIED:20241121T140247Z
UID:59619-1732186800-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Crossroads: Rubem Valentim’s 1960s" no ICA Miami
DESCRIPTION:Rubem Valentim\, “Pintura 2”\, 1964. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO ICA Miami apresenta a primeira exposição em um museu dos Estados Unidos dedicada ao pintor afro-brasileiro Rubem Valentim (nascido em 1922\, Salvador\, Brasil; falecido em 1991\, São Paulo). Uma voz singular na pintura modernista e na abstração geométrica\, Valentim explorou as preocupações formais do meio e suas ressonâncias sociais através de culturas e práticas espirituais. Esta exposição concentra-se nas obras produzidas por Valentim na década de 1960 e na transformação de seu trabalho e pensamento durante esse período. \nValentim dividiu a década entre o Brasil\, que vivia um momento entre a rápida industrialização e a ditadura militar\, e a Europa\, onde teve seu primeiro contato direto com a arte africana e as políticas do Terceiro Mundo que influenciariam sua prática artística. Após se mudar de Salvador para o Rio de Janeiro no final da década anterior\, Valentim produziu\, nos anos 1960\, pinturas marcadas pela forma racional e composição simétrica. Como as obras mais progressistas produzidas no Brasil da época\, incluindo as pinturas de Waldemar Cordeiro e os experimentos fotográficos de Geraldo de Barros\, suas pinturas desse período caracterizam-se pela clareza composicional e fácil comunicabilidade. Valentim buscava oferecer ferramentas para que uma população em rápida urbanização pudesse funcionar melhor com os novos sistemas e velocidades de comunicação\, tecnologias e formas de vida nas cidades em modernização\, ainda que segregadas e economicamente desiguais. \nEntre 1963 e 1966\, Valentim viveu na Europa\, estabelecendo-se principalmente em Roma\, onde realizou sua primeira exposição fora do Brasil. Durante esse período\, visitou outras cidades e\, em Londres\, viu esculturas africanas pela primeira vez. O impacto desse encontro está registrado em suas pinturas desse período: obras que mantêm as linhas precisas e os espaços pictóricos rasos da abstração geométrica\, mas nas quais formas genéricas se transformam em figuras que aludem a totens\, objetos de culto\, fragmentos de arquitetura de templos e signos como machados e flechas associados a divindades afro-brasileiras. Sua estadia no exterior culminou com sua participação no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras\, realizado em Dakar\, Senegal\, em 1966. \nEm 1967\, ao retornar para viver em Brasília\, a nova capital moderna do país\, Valentim iniciou a série radical intitulada “Emblemas”. Produzidas em baixo-relevo raso\, essas obras invadem o espaço físico do espectador\, rejeitando qualquer possibilidade de ilusão oferecida pelo plano pictórico. Além disso\, essas obras reduzem ainda mais a paleta de cores de Valentim\, frequentemente empregando apenas uma cor sobre um fundo branco impecável. Embora ainda utilizasse formas geométricas abstratas\, Valentim buscava aprofundar sua conexão com a arte das práticas religiosas afro-brasileiras\, criando pinturas como uma tecnologia para interpretar significados cosmológicos. Nesse processo\, suas pinturas tornaram-se crescentemente ideográficas\, fundindo signo e significado e questionando a própria representação. \nAs obras de Rubem Valentim estão presentes em coleções como as do Museum of Modern Art\, Nova York; Museum of Fine Arts\, Boston; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna da Bahia; Museu de Arte de Brasília; Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu Afro Brasil\, São Paulo; e o Museum of Fine Arts\, Houston. Seu trabalho foi exibido na Bienal de Veneza e na Bienal de São Paulo. Em 2019\, foi tema de uma importante retrospectiva\, Rubem Valentim: Construções Afro-Atlânticas\, no MASP.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/crossroads-rubem-valentims-1960s-no-ica-miami/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/fafb260a-pintura-2-1964-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241121T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260427T080646
CREATED:20241121T140829Z
LAST-MODIFIED:20241121T140829Z
UID:59622-1732186800-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Keiichi Tanaami: Memory Collage" no ICA Miami
DESCRIPTION:Keiichi Tanaami\, Untitled (Collagebook 7_60)\, c. 1971. Coleção particular\, Reino Unido. Cortesia de Karma\, International\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami\, apresenta Keiichi Tanaami: Memory Collage\, a primeira exposição individual do artista em um museu nos Estados Unidos. Keiichi Tanaami (1936–2024\, Tóquio) foi uma figura pioneira no Pop Art japonês e global ao longo de sete décadas\, criando obras magnificamente imersivas em diversos meios para examinar as culturas americana e japonesa no período pós-guerra. Tanaami antecipou o cruzamento entre cultura popular e arte\, e\, por meio de suas conexões com o design\, adotou uma abordagem radical e crítica sobre como imagens de desejo e violência transformam a sociedade. A exposição reúne obras produzidas entre 1965 e 2024\, destacando o uso do artista do método de colagem para expressar a complexa paisagem midiática contemporânea. \nA vida e obra de Tanaami foram profundamente marcadas por sua criação no Japão\, o trauma da Segunda Guerra Mundial e a reconstrução do país no pós-guerra. Apesar de a guerra ter forçado Tanaami e sua mãe a fugirem para o campo em 1943\, os massivos ataques aéreos dos Estados Unidos em Tóquio no final do conflito\, assim como sua experiência em abrigos antiaéreos\, tiveram um impacto imenso no garoto de nove anos e continuam a assombrar sua imaginação. Suas obras alucinatórias transbordam com aviões americanos\, holofotes\, monstros reais e imaginários e multidões em fuga. Imagens sexuais permeiam sua obra ao longo das décadas\, assim como cores sintéticas; Tanaami registra a cultura popular comercializando o desejo como uma forma de suprimir a devastação da guerra. Tanaami formou-se em design gráfico pela Musashino Art University\, em Kodaira\, Japão\, em 1960\, e construiu uma carreira de sucesso no design e publicidade\, atuando como o primeiro diretor de arte da Playboy japonesa e criando capas de discos para Jefferson Airplane e The Monkees\, contribuindo para a introdução da cultura psicodélica no Japão. \nDurante a década de 1960\, a prática artística de Tanaami frequentemente assumiu a forma de exuberantes colagens repletas de recortes de revistas internacionais. Essas colagens densas são fascinantes índices da cultura visual do pós-guerra\, com referências de fontes ocidentais e japonesas\, formas comerciais e chapbooks. Tanaami também desenvolveu esses conjuntos fantásticos de imagens por meio de animações musicais\, surreais e psicodélicas\, que hoje são clássicos do cinema de vanguarda. \nCombinando mídias díspares\, Tanaami criou mundos que exploram como a guerra distorce a percepção por meio de fragmentação\, pesadelos e visões alucinatórias. Nos anos 1970\, suas icônicas pinturas combinavam paisagens idílicas com publicidade\, imagens eróticas e slogans anti-guerra. Nas décadas seguintes\, Tanaami expandiu continuamente esses mundos\, citando mangás\, teatro e\, cada vez mais\, a história da arte\, inspirando-se em fontes tão variadas quanto a Escola de Fontainebleau do século XVI e as xilogravuras japonesas (ukiyo-e). Nos últimos anos\, o artista explorou o papel do criador na cultura visual com a série Pleasure of Picasso (2020–)\, que utiliza apropriação e repetição de forma lúdica e técnica\, refletindo sobre a compressão entre arte social\, comercial e histórica na contemporaneidade. \nA exposição também apresenta uma visão concisa do trabalho recente de Tanaami\, um período de grande produtividade e experimentação para o artista. Em pinturas de escala épica e imagens em movimento complexas\, Tanaami empregou tecnologia para ampliar suas visões caleidoscópicas. Com essas pinturas radicalmente produzidas\, impressas digitalmente e visualmente saturadas\, o artista reflete sobre o regime contemporâneo de imagens onipresentes e o espectro sempre presente da história.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/keiichi-tanaami-memory-collage-no-ica-miami/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/409c7191-taanami_collage_book7_60_1971-e1731600259337-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR