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SUMMARY:“Renoir” no MASP
DESCRIPTION:Pierre-Auguste Renoir\, “Menina com as espigas”\, 1888. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand exibe\, entre os dias 28 de março e 3 de agosto\, todas as obras de Pierre-Auguste Renoir (1841–1919) presentes em seu acervo. Cinco ensaios sobre o MASP — Renoir apresenta 12 pinturas e uma escultura no quinto andar do Edifício Pietro Maria Bardi. Esse conjunto de obras foi exposto pela última vez em 2002\, na mostra Renoir – O pintor da vida\, realizada no próprio museu.  \nCom curadoria de Fernando Oliva\, curador\, MASP\, a seleção abrange praticamente toda a carreira do artista francês. Entre as pinturas está a famosa obra Rosa e azul – As meninas Cahen d’Anvers (1881)\, que retrata Elisabeth e Alice\, filhas do banqueiro Louis Cahen d’Anvers (1837–1922)\, uma família pertencente à comunidade judaica do século XIX. Alice viveu até os 89 anos e morreu em Nice\, em 1965. Já Elisabeth teve um destino trágico. Durante a exposição de obras do MASP realizada na Fondation Pierre Gianadda\, em 1987\, na Suíça\, seu sobrinho Jean de Monbrison escreveu ao museu relatando que Elisabeth fora enviada para Auschwitz durante a Segunda Guerra e morreu a caminho do campo de concentração\, aos 69 anos.  \nO período\, conhecido como “obra tardia” de Renoir — influenciado por sua viagem à Itália\, em 1881\, que possibilitou o contato com mestres renascentistas\, como Rafael e Ticiano —\, é marcado por pinturas em tons pastéis\, sem contornos firmes e sobreposição de cores puras. Essas características podem ser observadas em Banhista enxugando a perna direita (c. 1910) e Banhista enxugando o braço direito (grande nu sentado) (1912). O tema das banhistas\, abordado por Renoir desde o início de sua carreira — como na tela A banhista e o cão griffon – Lise à beira do Sena (1870) — tornou-se central em sua produção até sua morte em 1917. \nAlém da pinturas\, a exposição apresenta Vênus vitoriosa (Venus Victrix) (1916)\, escultura produzida no período em que o artista sofria de artrite reumatoide severa. Por conta das limitações impostas pela doença\, a obra foi criada com o auxílio do jovem artista Richard Guino (1890–1973). O trabalho dialoga com a pintura O julgamento de Páris\, feita por Renoir alguns anos antes\, inspirada no episódio “Pomo da discórdia”\, da mitologia grega. \nAs obras de Renoir foram adquiridas pelo museu durante o chamado período das grandes aquisições quando\, entre o final da década de 1940 e início dos anos 1950\, Pietro Maria Bardi (1900–1990)\, diretor-fundador do MASP\, incorporou ao acervo trabalhos de artistas do cânone europeu\, em sua maioria italianos e franceses\, o que resultou no mais importante acervo de arte europeia do hemisfério sul. A coleção de Renoir constitui o maior número de trabalhos de um único artista dentre as pinturas europeias do acervo da instituição.  \nDIÁLOGO COM OS CAVALETES DE CRISTALAs pinturas de Renoir são apresentadas em suportes individuais feitos de chapas metálicas reflexivas\, com um design que inclui um recorte curvo em uma das pontas. Concebidas pela arquiteta Juliana Godoy\, essas estruturas foram criadas buscando um diálogo com os cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi e com a história do MASP.  \nOs blocos de concreto dos cavaletes originais\, que remetem ao modernismo\, nesta expografia são substituídos por uma base com dois pés de apoio\, sendo que um deles é calcado em espuma. A escolha desse material flexível propõe uma alusão ao momento contemporâneo. \nA expografia usa ainda como referência as travas desenvolvidas pelo museu para fixar as obras nos cavaletes de vidro\, e mantém a proposta de apresentar as legendas na parte posterior das telas\, convidando o visitante a passear pelo espaço.  \nRenoir\, Geometrias\, Artes da África\, Histórias do MASP e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Histórias do MASP” no MASP
DESCRIPTION:Vincent van Gogh\, “The Schoolboy (The Postman’s Son)”\, 1888. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand revisita mais de sete décadas de sua trajetória na exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Histórias do MASP\, em cartaz de 28 de março a 3 de agosto. Em um momento de expansão\, marcado pela inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi\, a mostra\, realizada no sexto andar\, reflete sobre a história do museu e sua importância para a constituição de um projeto de museu moderno.    \nEm formato de linha do tempo\, a mostra coloca em diálogo 74 obras do acervo do MASP com uma documentação raramente exibida do Centro de Pesquisa do museu\, abrangendo fotografias\, documentos\, cartazes\, livros\, catálogos\, jornais e revistas. Essa seleção apresenta a memória da instituição de maneira didática e panorâmica\, abordando temas como a criação do museu\, a formação de seu acervo\, sua primeira sede na 7 de abril\, a mudança para a Avenida Paulista\, além de exposições e eventos que fizeram história nas últimas décadas. A curadoria é de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, Regina Teixeira de Barros\, curadora coordenadora e de acervo\, MASP\, Guilherme Giufrida\, curador assistente\, MASP\, e Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP. \nA exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Histórias do MASP se desdobra pela sala expositiva e se inicia com um preâmbulo sobre o encontro de Assis Chateaubriand\, empresário que dirigia os principais canais de comunicação da época\, com o crítico e marchand Pietro Maria Bardi\, primeiro diretor artístico do MASP\, e Lina Bo Bardi\, arquiteta que projetou tanto o edifício do museu como importantes montagens expográficas.  \nO casal Bardi viajou ao Brasil em 1946 para a realização da exposição Arte italiana antiga\, no Rio de Janeiro\, mostra que reuniu muitas obras as quais\, posteriormente\, passaram a compor o acervo do MASP. Um exemplo é Virgem com o Menino e São João Batista criança (1490–1500)\, de Sandro Botticelli e ateliê\, adquirido nesse momento embrionário da coleção do museu\, além de pinturas incorporadas logo nos primeiros anos\, como As cinco moças de Guaratinguetá (1930)\, de Di Cavalcanti\, e Madame Cézanne em vermelho (1888–90)\, de Paul Cézanne.  \nA fundação do MASP\, em 1947\, na sede dos Diários Associados de Assis Chateaubriand\, e os anos seguintes são relembrados com o primeiro cartaz do museu\, desenhado por Roberto Sambonet\, vistas das primeiras exposições e fotos do desfile da Dior\, realizado no próprio espaço expositivo em 1951. A mostra também aborda o período das “grandes aquisições”\, entre 1947 e 1958\, quando o MASP incorporou a maior parte das obras que o tornaram o museu com a principal coleção de arte europeia do hemisfério sul. Nos anos 1950\, o museu realizou exposições na Europa e nos Estados Unidos\, internacionalizando a coleção e divulgando o trabalho realizado no Brasil.  \n“Organizamos a exposição a partir da data de incorporação das obras no acervo. Isso conta para o público uma outra história\, destacando como o museu estava se colocando nesse circuito e desenhando o perfil da instituição”\, explica Guilherme Giufrida. \nPara além do acervo\, a mostra aborda a crescente importância do museu para a arquitetura\, a paisagem urbana e a vida política na cidade de São Paulo. Imagens mostram a construção do icônico edifício na Avenida Paulista desde a sua inauguração\, com a presença da Rainha Elizabeth II\, em 1968. Depois de mais de 20 anos em concreto aparente\, os pórticos do edifício recebem a marcante cor vermelha. Em 1992\, as manifestações pelo impeachment do presidente Fernando Collor de Mello no vão livre reforçam a dimensão pública desse espaço para a cidade. No mesmo período\, o projeto Som do meio-dia atraiu grande público para assistir aos shows de Olodum e Daniela Mercury. \nA história mais recente do MASP\, após a aposentadoria de Bardi\, em 1992\, até os dias atuais\, também é retratada na exposição\, como a incorporação de obras para tornar o acervo mais representativo e diverso. A partir de 2014\, o museu recebeu doações que aumentaram a presença de artistas mulheres\, incluindo obras de Guerrilla Girls\, Maria Auxiliadora\, Adriana Varejão e Anna Maria Maiolino\, entre outras\, além de comodatos como o da coleção Landmann\, uma das mais representativas de arte pré-colombiana do Brasil. \n“Uma mostra como essa é um enorme desafio… abordar a história de um museu de quase 80 anos que tem uma coleção viva\, buscando responder às questões da arte dos diferentes tempos que atravessou. Estamos apresentando momentos-chave da trajetória do MASP de uma forma bastante visual”\, comenta Laura Cosendey. \nHistórias do MASP\, Artes da África\, Renoir\, Geometrias e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo e da história do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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SUMMARY:“Artes da África” no MASP
DESCRIPTION:DOGON\, Máscara\, Século XX. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 28 de março a 3 de agosto\, a exposição Cinco ensaios sobre o MASP –  Artes da África\, no terceiro andar do Edifício Pietro Maria Bardi. A mostra reúne mais de 40 obras do acervo do museu\, principalmente do século 20\, oriundas da África ocidental.  \nA curadoria de Amanda Carneiro\, curadora\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, selecionou peças confeccionadas em madeira\, principalmente aquelas ligadas ao corpo ou à sua representação. O conjunto abrange estatuetas de Exu e Xangô\, objetos cotidianos\, bonecas\, tambores\, mobiliário e máscaras usadas em festividades\, rituais de iniciação\, celebração ou funerais. Embora outras apresentações desse conjunto já tenham sido realizadas\, esta é a primeira exposição que busca estabelecer uma leitura crítica e propositiva da coleção de arte africana do museu. \n“A presença da arte africana no MASP foi moldada por momentos-chave ao longo da sua história\, marcados pela realização de exposições e doações. O primeiro envolvimento notável do museu com a arte africana ocorreu em 1953\, com a exposição Arte Negra\, realizada seis anos após a abertura do MASP. Essa iniciativa foi uma das primeiras exposições de arte africana registradas em um museu brasileiro”\, afirma Amanda Carneiro. \nAs obras provêm de 17 culturas distintas\, oriundas principalmente da África ocidental\, de grupos como Guro\, Senufo e Baulê\, da atual Costa do Marfim; Dogon e Bamana\, do Mali; Mossi e Bobo\, da Burkina Faso; Baga\, da Guiné; Axante\, de Gana; Guere-Wobe\, da Libéria; Hemba\, do Congo; Mumuye\, Ibibio\, Igbo e Iorubá\, da Nigéria; além de uma peça Chokwe\, da Angola. \n“São produções muito diversas que trazem essa noção de ‘artes’ no plural para o título da exposição. Existem cerca de 500 culturas diferentes em toda a África\, portanto\, o que apresentamos é um recorte específico sobre a maneira como o MASP colecionou essas peças ao longo dos anos. Não se trata de uma mostra sobre uma identidade única continental”\, afirma Leandro Muniz.  \nEm diálogo com as peças históricas\, os artistas brasileiros biarritzzz (Fortaleza\, CE\, 1994) e Cipriano (Petrópolis\, RJ\, 1981) abordam\, em obras comissionadas para o museu\, os legados e as transformações das tradições africanas na cultura brasileira. biarritzzz expõe três vídeos: colagens digitais de fragmentos das máscaras presentes na mostra\, acompanhadas de frases que questionam sua presença em acervos de museus. A artista usa uma linguagem típica de redes sociais para transmitir ideias ou fazer críticas com humor\, chamando esse recurso de “pedagogia do meme”. Já Cipriano apresenta duas pinturas abstratas que sobrepõem cantos de religiões afro-brasileiras ligadas às tradições banto\, tronco linguístico da África central. Uma das obras faz referência ao tambor Chokwe\, de Angola\, incorporado em 2023 à coleção do MASP. \nConcebida pelo escritório de arquitetura Gabriela de Matos\, a expografia remete a dois materiais que foram fundamentais para o desenvolvimento tecnológico do continente africano: a terra\, usada especialmente em arquiteturas milenares\, e o ferro\, cuja fundição data ao menos desde 500 a.C.\, ganhando importância central em diferentes culturas africanas. As estatuetas e as máscaras são apresentadas em totens cobertos por uma tinta semelhante à terra; já a estrutura tem uma base composta por metal e acrílico espelhado preto. \nAs obras estão organizadas em conjuntos que destacam a diversidade e a inventividade formal das produções e as relações temáticas entre diferentes culturas. Sem associações cronológicas e geográficas\, a montagem incorpora as produções dos artistas contemporâneos. \nACERVOA maior parte da coleção de artes da África do MASP é composta por estatuetas e máscaras do século 20\, integradas ao museu ainda nas primeiras décadas de sua formação. Desde 1953\, seis anos após sua fundação\, o museu realizou diversas exposições sobre este tema\, como Arte Negra (1953)\, Arte Tradicional da Costa do Marfim (1973)\, Da senzala ao sobrado (1978)\, Arte contemporânea do Senegal (1981)\, Cultura Nigeriana (1987)\, África Negra (1988) e Do coração da África – Arte Iorubá (2014).  \nDuas grandes doações foram fundamentais para a formação desse acervo: do Bank Boston\, em 1998\, e da coleção Robilotta\, em 2012; ao longo do tempo também ocorreram incorporações pontuais. Para refletir sobre a história dessa coleção e das exposições sobre arte africana no MASP\, um conjunto de documentos será apresentado em uma vitrine que registra essa trajetória. \nArtes da África\, Renoir\, Geometrias\, Histórias do MASP e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo e da história do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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SUMMARY:“Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado” no MASP
DESCRIPTION:Isaac Julien\, “Lina Bo Bardi – A Marvellous Entanglement”\, vista da exposição\, Victoria Miro Gallery\, 2019. © Isaac Julien. Cortesia do artista e Victoria Miro\, Londres\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 28 de março a 3 de agosto de 2025\, a exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado. Inédita no Brasil\, a videoinstalação sobre o legado de Lina Bo Bardi (1914–1992) ocupa o segundo andar do Edifício Pietro Maria Bardi. Na obra\, as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro interpretam os escritos de Lina\, dando voz às suas ideias sobre o potencial social e cultural da arte e da arquitetura\, especialmente a partir de sua experiência com a cultura afro-brasileira na Bahia.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e assistência de Matheus de Andrade\, assistente curatorial\, MASP\, a videoinstalação é composta por nove projeções simultâneas que constroem uma narrativa não linear a partir da sobreposição de imagens de arquivo\, registros arquitetônicos e performances encenadas.  \nDesde os anos 1980\, Julien dirige e produz obras que refletem sobre a exibição e o significado da cultura material não europeia em museus de arte ocidentais\, unificando dança\, fotografia\, música\, teatro\, pintura e escultura. Seu trabalho revisita figuras históricas\, oferecendo novas perspectivas e subvertendo narrativas dominantes. Inspirado na visão de Bo Bardi sobre o tempo\, o título da obra apresentada deriva de uma de suas reflexões: “Mas o tempo linear é uma invenção do Ocidente\, o tempo não é linear\, é um maravilhoso emaranhado onde\, a qualquer instante\, podem ser escolhidos pontos e inventadas soluções\, sem começo nem fim”. \nFilmado em 2018 em espaços icônicos projetados por Bo Bardi em São Paulo — no MASP\, no Sesc Pompeia e no Teatro Oficina — e em Salvador — incluindo o Museu de Arte Moderna\, o Restaurante Coaty e o Teatro Gregório de Mattos —\, o filme conta com a participação do Balé Folclórico da Bahia\, do coletivo ÀRÀKÁ\, de Salvador\, e do ator\, diretor e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa (1937–2023)\, cofundador do Teatro Oficina de São Paulo\, que trabalhou em colaboração estreita com Lina. \nAs projeções são dispostas em telas com diferentes suportes. Algumas são fixadas à parede\, enquanto outras apoiam-se em cubos de concreto\, uma referência aos cavaletes de cristal idealizados pela arquiteta para o MASP. A estrutura simboliza a ideia de um museu aberto e transparente\, que possibilita um encontro mais próximo do público com as obras de arte. Já a trilha sonora original\, composta por Maria de Alvear\, reforça o caráter imersivo e sensorial da instalação. \n“Para Lina Bo Bardi\, o museu não deve ser um lugar empoeirado onde se guardam resquícios da história. Os objetos expostos só têm sentido quando estão próximos do público\, sem hierarquias\, e relacionados à contemporaneidade. Refletindo sobre estes ideais\, Isaac Julien consegue transmitir a atualidade das ideias de Bo Bardi\, cuja dimensão coletiva se traduz nos espaços que ainda hoje promovem a interação diversa entre arte\, arquitetura e sociedade”\, comenta Matheus de Andrade. \nUm maravilhoso emaranhado foi exibida pela primeira vez na Victoria Miro Gallery\, em Londres\, em 2019. Agora chega ao Brasil integrando o conjunto de Cinco ensaios sobre o MASP\, exposições que inauguram o Edifício Pietro Maria Bardi e ocupam cinco de seus andares\, refletindo sobre a história e o acervo do museu. 
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SUMMARY:"Sala de Vídeo: Inuk Silis Høegh" no MASP
DESCRIPTION:Inuk Silis Høegh\, “The Green Land”\, 2021. Cortesia do artista\, Nuuk\, Groenlândia\n\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta a Sala de vídeo: Inuk Silis Høegh\, em exibição entre 11 de abril e 1 de junho de 2025. O vídeo do artista e cineasta Inuk Silis Høegh (Qaqortoq\, Groenlândia\, 1972) provoca reflexões sobre as mudanças climáticas e os processos coloniais que atravessam a história da ilha. Sua narrativa visual contrapõe vastas paisagens geladas a trechos cobertos por vegetação\, evidenciando os efeitos do aquecimento global. \nEm The Green Land\, Høegh estabelece uma relação entre o significado do nome do território — “terra verde” — e o cenário atual de derretimento acelerado das geleiras. A cor verde\, nesse contexto\, representa a contraposição entre a ideia de uma terra fértil\, rica em vegetação\, e a paisagem polar em transformação. O vídeo\, de ritmo contemplativo\, apresenta diferentes estados dos quatro elementos naturais – água\, fogo\, terra e ar – materializados em diferentes tonalidades dessa cor\, que ora invade os cenários gelados\, ora se integra à nova paisagem.  \nCom curadoria de Teo Teotonio\, assistente curatorial\, MASP\, a obra documenta as intervenções realizadas pelo artista na paisagem\, que consistem na inserção de diferentes elementos em tons de verde. Ao interferir no território\, Høegh evidencia os efeitos da ação humana na transformação ambiental em curso.  \n“A cor verde é usada no trabalho como uma potência de transformação\, seja pela recuperação da fauna e da flora\, seja por sua degradação. O verde torna-se ambíguo\, por simbolizar tanto o fértil quanto o tóxico. Ao tematizar as transformações climáticas na Groenlândia\, The Green Land aborda não apenas uma questão ambiental local\, mas também evidencia as consequências dessas mudanças em escala global”\, afirma Teo Teotonio.   \nSala de Vídeo: Inuk Silis Høegh integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano para a sala de vídeo também inclui mostras de Janaina Wagner\, Emilija Škarnulytè\, Maya Watanabe\, Tania Ximena e Vídeo nas Aldeias. 
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SUMMARY:"Hulda Guzmán: frutas milagrosas" no MASP
DESCRIPTION:“Come Dance?” Asked Nature Kindly\, 2019-20. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, doação Rose Setubal e Alfredo Setubal. Cortesia Alexander Berggruen\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 11 de abril\, a exposição Hulda Guzmán: frutas milagrosas\, primeira mostra individual da artista dominicana Hulda Guzmán (Santo Domingo\, República Dominicana\, 1984) em um museu.  \nEm suas telas\, a artista subverte a tradição da pintura de paisagem ao negar sua representação exótica e idílica\, escolhendo\, ao contrário\, tratar a natureza como um território protagonista no qual todos os elementos encontram-se em relações de interdependência. Relações de afeto e os arredores do lugar onde vive são temas recorrentes em suas telas\, em que cenários tropicais e fantásticos são habitados por um elenco diverso de personagens — reais ou imaginários. Suas obras mantêm um caráter biográfico\, impregnado de humor e de um apelo onírico ou teatral. \nNo trabalho de Guzmán\, cenas nas quais humanidade\, arquitetura e natureza convivem em equilíbrio e harmonia celebram o meio ambiente ao mesmo tempo que nos convidam a refletir sobre questões urgentes\, como a crise climática e a responsabilidade humana na preservação do planeta. “Esta exposição aborda a interconexão do mundo natural com a vida coletiva e o senso de comunidade. Nossa dissociação da natureza é a principal causa do colapso climático e ecológico”\, diz a artista.  \nCom curadoria de Amanda Carneiro\, curadora\, MASP\, a mostra tem como ponto de partida a tela Come Dance—Asked Nature Kindly [Venha dançar—convidou a natureza gentilmente]\, incorporada ao acervo do MASP em 2020\, no contexto do ciclo curatorial dedicado às Histórias da dança. A pintura retrata uma grande festa em meio a uma densa e vibrante floresta tropical\, na qual figuras humanas interagem de diversas formas: a artista abraça uma árvore\, uma criança repousa ao lado de um cachorro\, pessoas dançam\, se banham e se beijam. O título da obra reforça a reciprocidade\, pois a dança não se limita à alegria do movimento\, é também uma coreografia de interdependência\, um gesto que evidencia que a vida na Terra não pode prosperar no isolamento ou na dominação. Além deste trabalho\, a exposição também apresenta outras 17 pinturas\, entre as quais 8 são obras inéditas confeccionadas especialmente para a ocasião. \nAfora as paisagens tropicais\, a artista também produz autorretratos\, estabelecendo um diálogo direto com os ambientes ao seu redor. Embora esse caráter autobiográfico seja muito presente em seu trabalho\, suas telas também incorporam um amplo repertório de referências da história da arte\, como a arquitetura e o mobiliário modernista\, o surrealismo\, o minimalismo na pintura chinesa antiga e os ex-votos mexicanos.   \n“O trabalho de Guzmán é muitas vezes uma combinação de observação direta e colagem de figuras e personagens\, compondo cenas que transitam entre o íntimo e o inesperado. Em seus quadros\, familiares\, amigos e animais dividem espaço com personagens que ela garimpa em fontes diversas\, como pinturas de diferentes autorias\, fotos ou vídeos encontrados em redes sociais”\, afirma Amanda Carneiro.  \nRicas em detalhes\, texturas e cores\, as pinturas de Guzmán convidam o público a uma observação atenta\, revelando múltiplas camadas visuais e narrativas. A paisagem\, protagonista monumental de sua obra\, abriga cenas de interações entre diversos personagens ligadas aos prazeres\, à sociabilidade e à alegria\, evidenciando a indissociabilidade entre vida humana e natureza. Assim\, o ambiente natural emerge simultaneamente como cena e cenário\, ampliando as possibilidades de leitura desse gênero da pintura na contemporaneidade. \nHulda Guzmán: frutas milagrosas integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Abel Rodríguez\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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SUMMARY:"Mulheres Atingidas por Barragens: bordando direitos" no MASP
DESCRIPTION:Arpillera mineira/Mulheres atingidas pela Vale em Brumadinho 25 de janeiro de 2019\, 2019. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, doação das artistas\, no contexto da exposição. Foto: Marcelo Aguilar\n\n\n\n\nArpillera é o nome em espanhol para uma linguagem têxtil figurativa que surgiu no Chile no final dos anos 1960. Durante o regime ditatorial de Augusto Pinochet (1973-1990)\, essa prática se tornou uma forma de denunciar as violações dos direitos humanos\, além de  configurar uma importante expressão cultural politicamente engajada e de protagonismo feminino. Em espanhol\, “arpillera” significa “juta”\, o nome da fibra têxtil que recebe bordados que narram histórias de vida\, luta e resistência das autoras e seus contextos. A produção chilena inspirou diversas mulheres e movimentos sociais ao redor do mundo\, espalhando-se por países da América Latina\, Europa e Ásia\, e continua sendo uma relevante ferramenta de memória\, educação popular e reivindicação de direitos. \nNo Brasil\, essa forma de expressão inspirou o Coletivo Nacional de Mulheres do MAB – Movimento dos Atingidos por Barragens – um movimento social brasileiro\, auto-organizado\, surgido na década de 1980 e que luta pelo direito das pessoas atingidas\, reivindica um Projeto Energético Popular e uma transformação social estrutural.   \nA exposição Mulheres Atingidas por Barragens: bordando direitos apresentará cerca de 30 trabalhos\, produzidos entre 2013 e 2024\, por mulheres que se reúnem em oficinas organizadas pelo MAB em todo o território nacional. Usando materiais cotidianos\, como fragmentos de tecidos e roupas\, linhas e agulhas\, elas produzem peças têxteis que abordam temas como violência doméstica\, a ruptura de vínculos entre a terra e a comunidade devido à construção de barragens\, violência contra crianças e adolescentes\, falta de acesso à água potável e energia elétrica\, e os impactos da poluição de rios e das barragens na pesca e na subsistência das famílias\, entre outras violações aos direitos humanos e ambientais.  \nO MASP e o MAB já colaboraram em projetos anteriores\, como na performance realizada pelas mulheres do MAB com a artista colombiana Carolina Caycedo na exposição Histórias Feministas: artistas depois de 2000 (2019) e na presença de arpilleras no núcleo Terra e Território da mostra coletiva Histórias Brasileiras (2022) – ocasião em que uma delas foi adquirida para o Acervo do MASP. 
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SUMMARY:"Frans Krajcberg: reencontrar a árvore" no MASP
DESCRIPTION:Frans Krajcberg\, “A flor do mangue”\, c. 1970. Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)\, Salvador\, Brasil. Foto: Autoria desconhecida\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 16 de maio a 19 de outubro\, a exposição Frans Krajcberg: reencontrar a árvore. A mostra reúne mais de 50 obras — entre esculturas\, relevos\, gravuras e pinturas — de grandes dimensões e formatos que desafiam o convencional\, refletindo tanto o apreço do artista pela natureza brasileira quanto seu engajamento crescente com a denúncia das agressões ao meio ambiente. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP\, a mostra apresenta um panorama abrangente da produção de Frans Krajcberg (Kozienice\, Polônia\, 1921–2017\, Rio de Janeiro\, Brasil). Pioneiro na integração entre arte e ecologia\, o artista se destacou por evidenciar questões ambientais no Brasil. Ao longo de sua trajetória\, desenvolveu pesquisas artísticas ramificadas em eixos temáticos\, como samambaias\, florações\, relevos e sombras. Essas investigações culminaram em obras criadas a partir de cipós\, raízes\, resquícios de troncos e madeira calcinada\, além de pigmentos naturais\, com os quais ele compõe o corpo de sua obra. \nKrajcberg rompeu com a tradição escultórica ao empregar elementos orgânicos e estruturas naturais como matéria-prima e suporte\, desafiando os limites entre representação e figuração\, além de fundir os campos da pintura\, escultura e gravura. A flor do mangue\, circa 1970\, composta por madeira residual de árvores de manguezal e pigmentada com piche\, reflete essa abordagem. Com sua grande escala e forma retorcida\, a obra sensibiliza o observador para a vulnerabilidade e a resistência do ecossistema dos manguezais. \n“De certa forma\, a escultura é a própria árvore\, ainda que resultante da justaposição de diferentes elementos naturais. A arte\, para Krajcberg\, precisa sair dos limites da moldura e reencontrar a natureza. Ele se afasta progressivamente da ideia de representar o mundo natural para incorporá-lo como corpo da obra. O caráter de denúncia emerge como um desdobramento natural desse processo\, conforme Krajcberg percebia o potencial da arte de sensibilizar e comunicar sua luta ambiental”\, comenta Laura Cosendey. \nEm 1978\, durante uma expedição pela Amazônia\, Frans Krajcberg experiencia o que chamou de “choque amazônico” diante da exuberância da floresta equatorial. Anos depois\, uma nova viagem — desta vez ao Mato Grosso — expõe o artista à devastação provocada pelas queimadas\, marcando uma virada em sua trajetória\, em que a natureza\, além de ser inspiração\, se torna causa a ser defendida. A expressão “reencontrar a árvore”\, presente em suas reflexões\, resume esse retorno da arte à natureza como fonte de criação e consciência ecológica. \nFrans Krajcberg: reencontrar a árvore integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Abel Rodríguez\, Claude Monet\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas\, Mulheres Atingidas por Barragens e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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SUMMARY:"A Ecologia de Monet" no MASP
DESCRIPTION:Claude Monet\, “Ponte de Waterloo”\, 1903\, McMaster University\, McMaster Museum of Art\, doação Herman H. Levy\, 1984\, Hamilton\, Canadá. Foto: Robert McNair\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand anuncia a exposição A Ecologia de Monet\, apresentando uma leitura contemporânea sobre a relação de Claude Monet (1840–1926) com a natureza\, as transformações ambientais\, a modernização da paisagem e as tensões entre ser humano e natureza. A exposição apresenta obras que perpassam grande parte da carreira do artista — das décadas de 1870 até 1920 —\, revelando diferentes momentos de sua relação com a paisagem e com o meio ambiente. Em cartaz de 16 de maio a 24 de agosto de 2025\, a exposição reúne 32 pinturas do impressionista francês\, sendo a maioria inédita no hemisfério sul. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Fernando Oliva\, curador\, MASP\, e com assistência de Isabela Ferreira Loures\, assistente curatorial\, MASP\, a exposição aborda diferentes aspectos da relação de Monet com a ecologia em cinco núcleos: Os barcos de Monet; O Sena como Ecossistema; Neblina e Fumaça; O Pintor como Caçador; Giverny: Natureza Controlada.   \n“É inegável que o artista teve um olhar atento para as transformações ambientais de seu tempo\, documentando desde a industrialização crescente até fenômenos naturais\, como enchentes e degelos. No entanto\, a relação de Monet com a ecologia da época era outra\, muito diferente das dimensões atuais do termo\, tanto no campo das ciências do clima como no da história da arte. Ainda assim\, é possível traçar leituras contemporâneas sobre o seu trabalho\, especialmente se considerarmos a força e o impacto que sua obra segue exercendo na sociedade”\, afirma Fernando Oliva. \nO núcleo “O Sena como Ecossistema” aborda a água como um motivo constante na produção do artista\, que cresceu na cidade do Havre\, no norte da França\, onde o rio Sena deságua no Oceano Atlântico. Ao longo da vida\, Monet percorreu grande parte dos 776 km do rio e seus afluentes\, desenvolvendo uma relação profunda com as paisagens fluviais\, que também expressam os hábitos sociais e o processo de industrialização. Na mostra\, a importância do Sena para a vida e a obra do artista também é representada em um painel expográfico curvo que simboliza o percurso do rio.  \nO curso d’água também tem destaque no núcleo “Os barcos de Monet”\, no qual o impressionista apresenta o afluente do rio Sena em uma imersão. As barcas são mostradas de pontos de vista elevados\, eliminando\, assim\, a noção de uma linha do horizonte. A correnteza do rio é destacada por pinceladas onduladas em tons de vermelho e amarelo que se somam ao verde intenso. \nO núcleo “Neblina e Fumaça” discute como Monet representou as transformações urbanas e industriais de seu tempo. A energia a vapor\, as fábricas em expansão\, a produção de carvão e as rápidas mudanças nos meios de produção modificaram o horizonte das cidades do século XIX\, fazendo com que as torres das igrejas passassem a competir com as chaminés na paisagem urbana. Os trabalhos em que o artista retrata as pontes de Waterloo e de Charing Cross\, de Londres\, são emblemáticos\, pois dão a ver a forma como Monet explorou a perspectiva atmosférica com cores e pinceladas singulares\, conferindo espessura à neblina e evidenciando o ar carregado pela fumaça liberada pelas indústrias instaladas às margens do rio Tâmisa. \n“O Pintor como Caçador” parte das longas caminhadas de Monet à procura de boas vistas as quais pintar ou\, como ele próprio dizia\, boas “impressões”. Se no início de sua produção o artista se limitava a áreas de fácil acesso\, especialmente após os anos 1880 passou a se aventurar por trilhas em busca de pontos de vista originais. Nesse núcleo também são apresentadas pinturas de Monet realizadas em suas viagens pela costa francesa —Normandia\, Bretanha e Mediterrâneo —\, além de passagens por outros países\, como a Holanda.  \n“Giverny: Natureza Controlada” apresenta obras como A ponte japonesa (1918–1926) e A ponte japonesa sobre a lagoa das ninfeias em Giverny (1920–1924)\, concebidas pelo pintor no refúgio que criou nos jardins de sua propriedade na cidade de Giverny\, onde viveu por mais de quatro décadas. Esse núcleo faz uma reflexão sobre a paixão de Monet por seus jardins\, que também pode ser analisada como um desejo de controlar e moldar a natureza.  \n“A exposição reflete uma relação complexa do pintor com a paisagem natural e o meio ambiente. Em suas pinturas coexiste um elogio ao meio ambiente e uma tentativa de organizá-lo\, de contê-lo”\, conclui Oliva. \nA Ecologia de Monet integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Hulda Guzmán\, Mulheres Atingidas por Barragens\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Abel Rodríguez\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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