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SUMMARY:“Serigrafistas Queer: liberdade para as sensibilidades” no MASP
DESCRIPTION:Serigrafistas Queer\, “Liberdade para as sensibilidades”\, 2018. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 13 de dezembro de 2024 a 16 de março de 2025\, a mostra Serigrafistas Queer: liberdade para as sensibilidades. Essa é a primeira exposição monográfica do coletivo argentino\, que surgiu em 2007 durante uma oficina para ensinar ativistas a estampar camisetas para a manifestação do Orgulho LGBTQIA+ em Buenos Aires.  \nA mostra abre ao público com 56 serigrafias do acervo do MASP\, além de obras inéditas\, realizadas especialmente para a exposição. O número de trabalhos aumentará com as oficinas gratuitas abertas ao público\, que serão ministradas no próprio ambiente expositivo a partir de janeiro.  \nCom curadoria de Amanda Carneiro\, curadora\, MASP\, a mostra abordará temas relevantes na trajetória das Serigrafistas Queer\, como a luta por direitos reprodutivos e autonomia sobre o corpo\, o enfrentamento da crise do HIV a partir de um olhar político e o acolhimento de afetos e identidades diversas.  \n“As serigrafias do coletivo são criadas em contextos de ativismo de rua\, protestos e oficinas comunitárias\, tornando a documentação e preservação dessas obras um ato de resistência por si só. Ao trazer para dentro do MASP práticas que foram moldadas por e para as ruas\, a exposição questiona as barreiras entre arte e ativismo\, espaço público e privado\, e os papéis do artista e do espectador”\, afirma Amanda Carneiro. \nA exposição está organizada em sete núcleos temáticos nomeados por trabalhos do grupo. A obra Liberdade para as sensibilidades – criada pela artista argentina Mariela Cantú\, em 2018\, durante uma oficina promovida pelo grupo no vão livre a convite do MASP – dá nome à exposição. Corpo traesnho também faz parte desse eixo e foi produzida por Matheusa Passarelli (1997–2018) na mesma oficina\, meses antes da estudante de artes visuais ser brutalmente assassinada no Rio de Janeiro após sair de uma festa. A inversão das letras na serigrafia propõe um jogo de alteridade e identificação\, crucial para a experiência de pessoas trans e não binárias. \nAcorda Amor! (2018) é um núcleo dedicado à resistência e à autoafirmação\, uma síntese da prática do coletivo norteada por frases-protesto. Já Corpos desobedientes (2015) reflete a campanha na Argentina pela Lei de Identidade de Gênero\, que garante o direito das pessoas trans de terem sua identidade reconhecida sem a necessidade de diagnósticos médicos. A serigrafia questiona as definições de um corpo “normal”\, usando a forma das letras para subverter as expectativas em relação a um padrão. Esse recurso é frequentemente empregado nas linguagens gráficas do coletivo como forma de romper com a linearidade e a rigidez visual.  \nProduzida pelas Serigrafistas Queer no contexto do movimento argentino Ni una menos [Nem uma a menos] – que surgiu em 2015 como resposta ao aumento vertiginoso da violência de gênero e dos feminicídios –\, a obra O machismo mata!\, escrita em letras vermelhas garrafais\, demonstra a urgência do momento e dá nome a um dos núcleos da exposição. Já Aborto legal é vida (2017)\, título de outro núcleo\, foi confeccionada durante manifestação pela aprovação da Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez\, que legalizou o aborto até a 14ª semana de gestação\, na Argentina.  \nAs obras Ao maestrans com carinho (2017)\, que intitula o eixo\, e Support Your Sisters\, Not Just Your CISters (2017) fazem parte da seleção que celebra as comunidades que sustentam as lutas por direitos e visibilidade. O núcleo Identidade em construção apresenta como a obra do coletivo propõe que as identidades sejam vistas como espectros flexíveis e não como categorias rígidas. A seleção Arquivo Serigrafistas Kuir (ASK) reúne shablones (matrizes de serigrafias)\, camisetas\, bandeiras e outras manifestações gráficas para reconhecer a memória do coletivo e de figuras-chave para lutas relevantes relacionadas a esse ativismo\, como Marielle Franco. 
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SUMMARY:“Histórias LGBTQIA+” no MASP
DESCRIPTION:Mayara Ferrão\, “O beijo 20”\, da série Álbum dos desesquecimento. Coleção da artista e Galeria Verve. Foto: Mayara Ferrão\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand conclui o ano dedicado às Histórias da Diversidade LGBTQIA+ apresentando\, de 13 de dezembro a 13 de abril de 2025\, uma mostra coletiva que ocupa três espaços expositivos do museu. A exposição Histórias LGBTQIA+ reúne mais de 150 obras de arte e centenas de documentos nacionais e internacionais. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP; Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP; colaboração de André Mesquita\, curador\, MASP; e assistência de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, e Teo Teotonio\, assistente curatorial\, MASP\, a mostra é organizada em oito núcleos: Amor e desejo; Ícones e musas; Espaços e territórios; Ecossexualidades e fantasias transcendentais; Sagrado e profano; Abstrações; Arquivos; e Biblioteca Cuir.  \n“O atual cenário global para pessoas queer e trans é desigual: a aceitação\, a solidariedade e a visibilidade existem lado a lado com o ódio\, a censura e a total proibição legal em diferentes partes do mundo. Assim\, por um lado\, uma atenção maior voltada a questões Lésbicas\, Gays\, Bissexuais\, Transgênero\, Queer\, Intersexo\, Assexuais e de outras minorias (LGBTQIA+) vem criando mais oportunidades para artistas e pensadores queer e trans. Todavia\, por outro lado\, pessoas LGBTQIA+ em todo o mundo – impactadas diferentemente por sua raça\, classe\, gênero\, idade\, nacionalidade – continuam enfrentando repressão. Nesse contexto\, Histórias LGBTQIA+ reúne trabalhos que tematizam tópicos queer ou que sejam feitos por artistas\, ativistas e pesquisadores LGBTQIA+. A mostra celebra a riqueza e a multiplicidade da criatividade queer nas artes visuais”\, afirmam Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP\, e Adriano Pedrosa\, diretor artístico. Queer\, na língua inglesa\, originalmente significa “estranho”\, mas também\, em algum momento\, “sexualmente desviante”. Porém\, desde o final do século 20\, tem sido reivindicado por lésbicas\, gays\, bissexuais e transgêneros como um termo amplo para identificá-los. \nJustapondo o passado e a contemporaneidade\, a mostra apresenta trabalhos de diversos períodos e correntes artísticas\, evidenciando visões das histórias LGBTQIA+ que atravessam o tempo e o espaço\, e ainda apontam estratégias de resistência. Em O beijo 20 (2024)\, da série Álbum dos desesquecimentos\, a artista baiana Mayara Ferrão usa Inteligência Artificial para criar imagens que simulam fotos antigas\, inventando\, assim\, uma iconografia de histórias de lésbicas negras\, a fim de revelar narrativas que foram apagadas e imaginar novos futuros. \n“Apresentamos uma diversidade de representações\, grupos e experiências para além das imagens de subalternidade\, desumanização e hipersexualização que historicamente foram colocadas sobre as pessoas LGBTQIA+. Também temos uma diversidade enriquecedora de  estilos artísticos para pensar essa experiência do ponto de vista da arte e de possíveis revisões históricas”\, afirma Leandro Muniz\, curador assistente MASP. \nA mostra apresenta trabalhos contemporâneos que estabelecem críticas e reflexões com base nos cânones da arte. Em Duas Fa’afafine (2020)\, a artista Yuki Kihara\, de ascendência japonesa e samoana\, fotografa pessoas da comunidade trans a partir dos esquemas compositivos de Paul Gauguin (França\, 1848–1903)\, em uma crítica às famosas pinturas em que o francês representou as mulheres da Polinésia. Outro exemplo de diálogo com a tradição artística é Uma escultura para mulheres trans… (2022) da artista norte-americana Puppies Puppies (Jade Kuriki-Olivo). A obra\, produzida em bronze\, material clássico da história da arte\, reproduz em escala um para um o corpo da artista a partir de um escaneamento tridimensional.  \nA exposição também coloca em debate os estereótipos e as contradições presentes na comunidade LGBTQIA+. Uma das obras que compõem a mostra é a fotografia Night Stage Raising Crew\, Listening (2006)\, de Angela Jimenez\, que registra a montagem do palco do Michigan Womyn’s Music Festival. Criado em 1976\, o evento anual organizado por mulheres lésbicas feministas teve fim em 2015 devido às tensões causadas pela política de exclusão de mulheres trans. \nReunindo registros históricos da comunidade LGBTQIA+\, o núcleo Arquivos conta com documentos de grupos comunitários auto-organizados do Brasil — como MUTHA (Museu Transgênero de História e Arte)\, Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT–SP) e Arquivo Lésbico — e do Sul Global\, incluindo outros 12 países da Ásia\, América Latina\, África e mundo Árabe. \nHistórias LGBTQIA+ integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da diversidade LGBTQIA+. A programação do ano também inclui as mostras de Francis Bacon\, Mário de Andrade\, Catherine Opie\, Lia D Castro\, Leonilson\, dos coletivos Gran Fury e Serigrafistas Queer\, da coleção MASP Renner\, bem como mostras na Sala de Vídeo de Masi Mamani/Bartolina Xixa\, Tourmaline\, Ventura Profana\, Kang Seung Lee e Manauara Clandestina. \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22) e Histórias Indígenas (2023).
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