BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.16.2//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-WR-CALNAME:ARTEQUEACONTECE
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20230101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241213T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250126T180000
DTSTAMP:20260526T133959
CREATED:20241212T175610Z
LAST-MODIFIED:20241212T175610Z
UID:60306-1734084000-1737914400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Sala de Vídeo: Manauara Clandestina no MASP
DESCRIPTION:Manauara Clandestina\, “Building” (frame do vídeo)\, 2021-2024. Cortesia da artista\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta a Sala de Vídeo: Manauara Clandestina com cinco vídeos\, entre os quais dois foram recentemente exibidos na 60ª Bienal de Veneza. A instalação audiovisual da artista Manauara Clandestina (Manaus\, AM\, 1992)\, em cartaz a partir do dia 13 de dezembro\, transita por temas como a identidade travesti\, relações de intimidade\, moda e fluxos migratórios.  \nA artista\, que expressa a origem amazonense e a vivência clandestina em seu próprio nome\, enaltece em seus trabalhos a criatividade da comunidade travesti do Sul Global\, rompendo com a normatividade que\, frequentemente\, restringe o grupo à representação de suas vulnerabilidades. “A travesti tem tudo a ver com a moda\, com o cinema. Desejo fazer mais cinema e ver mais travestis donas de si em seus papéis\, não apenas como atrizes\, mas também como diretoras\, fotógrafas\, que criam nosso imaginário sobre o Brasil e nosso cotidiano”\, afirma Manauara. \nOs diferentes trabalhos apresentados na sala de vídeo exploram o conceito de upcycling. Embora originado na moda como uma resposta ao fast fashion\, o upcycling – processo de reaproveitamento de objetos\, peças de roupa e outros materiais para criar algo novo – está presente na obra de Manauara tanto nas vestimentas quanto na edição de seus vídeos\, os quais combinam imagens captadas pela artista com outras apropriadas de diferentes lugares. Trechos icônicos\, como o registro do homem pisando na Lua pela primeira vez\, são justapostos a cenas cotidianas da artista\, criando um diálogo visual que reinventa o imaginário a respeito de travestis na esfera social.  \nCom curadoria de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra reúne trabalhos que tratam de questões como a biografia da artista\, a travestilidade\, a crise climática\, a condição de vida dos trabalhadores braçais\, as religiões\, as desigualdades econômicas\, a violência\, a intimidade e o afeto\, entre outras\, propondo conexões entre esses diversos temas de forma narrativa e\, ao mesmo tempo\, fragmentada. \nO vídeo Corredor 1 (2020) conta com a participação do irmão da artista e reflete sobre o espaço de moradia no contexto da migração. A obra revela uma “casa-cápsula”\, isto é\, um ambiente de convívio restrito\, mais próximo de um dormitório que de uma casa\, concebido para pessoas com jornadas de trabalho intensas\, que dispõem de pouco tempo para usufruir do lar. \nTrazendo à tona a realidade de trabalhadores uniformizados no espaço urbano\, Reposição 2 e Reposição 3 (2020)\, são vídeos captados com a câmera de um celular que registram o cotidiano urbano da cidade de São Paulo.  \nBuilding (2021–2024) marca a primeira residência artística de Manauara fora do Brasil\, realizada na Delfina Foundation\, em Londres. No filme\, a artista reconcilia-se com seu pai ao retratar sua rotina de trabalho como pastor missionário e suas peregrinações. O vídeo mistura depoimentos pessoais e imagens de um prédio em colapso\, sugerindo tanto a ideia de “edifício”\, proposta pelo título em inglês\, quanto a de uma formação em processo\, posto que também é o verbo “construir” no gerúndio. \nEm Migranta (2021)\, Manauara escreveu em uniformes de trabalho fluorescentes a expressão “soy bienvenida” e registrou imagens de amigos desfilando com a vestimenta por Barcelona. A obra traz ao público a presença de corpos dissidentes e imigrantes que sofrem violências no espaço público e em países estrangeiros. \nManauara Clandestina encerra a programação anual da sala de vídeo no contexto do ciclo de Histórias LGBTQIA+ no MASP. Ao longo do ano\, além das obras da artista\, foram apresentados trabalhos de Masi Mamani/Bartolina Xixa\, Tourmaline\, Ventura Profana e Kang Seung Lee.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/sala-de-video-manauara-clandestina-no-masp/
LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Manauara-Clandestina-Building-frame-do-video-2021-2024.-Cortesia-da-artista-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241213T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T180000
DTSTAMP:20260526T133959
CREATED:20241212T175307Z
LAST-MODIFIED:20241212T175307Z
UID:60303-1734084000-1742148000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Serigrafistas Queer: liberdade para as sensibilidades” no MASP
DESCRIPTION:Serigrafistas Queer\, “Liberdade para as sensibilidades”\, 2018. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 13 de dezembro de 2024 a 16 de março de 2025\, a mostra Serigrafistas Queer: liberdade para as sensibilidades. Essa é a primeira exposição monográfica do coletivo argentino\, que surgiu em 2007 durante uma oficina para ensinar ativistas a estampar camisetas para a manifestação do Orgulho LGBTQIA+ em Buenos Aires.  \nA mostra abre ao público com 56 serigrafias do acervo do MASP\, além de obras inéditas\, realizadas especialmente para a exposição. O número de trabalhos aumentará com as oficinas gratuitas abertas ao público\, que serão ministradas no próprio ambiente expositivo a partir de janeiro.  \nCom curadoria de Amanda Carneiro\, curadora\, MASP\, a mostra abordará temas relevantes na trajetória das Serigrafistas Queer\, como a luta por direitos reprodutivos e autonomia sobre o corpo\, o enfrentamento da crise do HIV a partir de um olhar político e o acolhimento de afetos e identidades diversas.  \n“As serigrafias do coletivo são criadas em contextos de ativismo de rua\, protestos e oficinas comunitárias\, tornando a documentação e preservação dessas obras um ato de resistência por si só. Ao trazer para dentro do MASP práticas que foram moldadas por e para as ruas\, a exposição questiona as barreiras entre arte e ativismo\, espaço público e privado\, e os papéis do artista e do espectador”\, afirma Amanda Carneiro. \nA exposição está organizada em sete núcleos temáticos nomeados por trabalhos do grupo. A obra Liberdade para as sensibilidades – criada pela artista argentina Mariela Cantú\, em 2018\, durante uma oficina promovida pelo grupo no vão livre a convite do MASP – dá nome à exposição. Corpo traesnho também faz parte desse eixo e foi produzida por Matheusa Passarelli (1997–2018) na mesma oficina\, meses antes da estudante de artes visuais ser brutalmente assassinada no Rio de Janeiro após sair de uma festa. A inversão das letras na serigrafia propõe um jogo de alteridade e identificação\, crucial para a experiência de pessoas trans e não binárias. \nAcorda Amor! (2018) é um núcleo dedicado à resistência e à autoafirmação\, uma síntese da prática do coletivo norteada por frases-protesto. Já Corpos desobedientes (2015) reflete a campanha na Argentina pela Lei de Identidade de Gênero\, que garante o direito das pessoas trans de terem sua identidade reconhecida sem a necessidade de diagnósticos médicos. A serigrafia questiona as definições de um corpo “normal”\, usando a forma das letras para subverter as expectativas em relação a um padrão. Esse recurso é frequentemente empregado nas linguagens gráficas do coletivo como forma de romper com a linearidade e a rigidez visual.  \nProduzida pelas Serigrafistas Queer no contexto do movimento argentino Ni una menos [Nem uma a menos] – que surgiu em 2015 como resposta ao aumento vertiginoso da violência de gênero e dos feminicídios –\, a obra O machismo mata!\, escrita em letras vermelhas garrafais\, demonstra a urgência do momento e dá nome a um dos núcleos da exposição. Já Aborto legal é vida (2017)\, título de outro núcleo\, foi confeccionada durante manifestação pela aprovação da Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez\, que legalizou o aborto até a 14ª semana de gestação\, na Argentina.  \nAs obras Ao maestrans com carinho (2017)\, que intitula o eixo\, e Support Your Sisters\, Not Just Your CISters (2017) fazem parte da seleção que celebra as comunidades que sustentam as lutas por direitos e visibilidade. O núcleo Identidade em construção apresenta como a obra do coletivo propõe que as identidades sejam vistas como espectros flexíveis e não como categorias rígidas. A seleção Arquivo Serigrafistas Kuir (ASK) reúne shablones (matrizes de serigrafias)\, camisetas\, bandeiras e outras manifestações gráficas para reconhecer a memória do coletivo e de figuras-chave para lutas relevantes relacionadas a esse ativismo\, como Marielle Franco. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/serigrafistas-queer-liberdade-para-as-sensibilidades-no-masp/
LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Serigrafistas-Queer-Liberdade-para-as-sensibilidades-2018.-Acervo-MASP-2.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241213T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250413T180000
DTSTAMP:20260526T133959
CREATED:20241212T173202Z
LAST-MODIFIED:20241212T175918Z
UID:60300-1734084000-1744567200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Histórias LGBTQIA+” no MASP
DESCRIPTION:Mayara Ferrão\, “O beijo 20”\, da série Álbum dos desesquecimento. Coleção da artista e Galeria Verve. Foto: Mayara Ferrão\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand conclui o ano dedicado às Histórias da Diversidade LGBTQIA+ apresentando\, de 13 de dezembro a 13 de abril de 2025\, uma mostra coletiva que ocupa três espaços expositivos do museu. A exposição Histórias LGBTQIA+ reúne mais de 150 obras de arte e centenas de documentos nacionais e internacionais. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP; Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP; colaboração de André Mesquita\, curador\, MASP; e assistência de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, e Teo Teotonio\, assistente curatorial\, MASP\, a mostra é organizada em oito núcleos: Amor e desejo; Ícones e musas; Espaços e territórios; Ecossexualidades e fantasias transcendentais; Sagrado e profano; Abstrações; Arquivos; e Biblioteca Cuir.  \n“O atual cenário global para pessoas queer e trans é desigual: a aceitação\, a solidariedade e a visibilidade existem lado a lado com o ódio\, a censura e a total proibição legal em diferentes partes do mundo. Assim\, por um lado\, uma atenção maior voltada a questões Lésbicas\, Gays\, Bissexuais\, Transgênero\, Queer\, Intersexo\, Assexuais e de outras minorias (LGBTQIA+) vem criando mais oportunidades para artistas e pensadores queer e trans. Todavia\, por outro lado\, pessoas LGBTQIA+ em todo o mundo – impactadas diferentemente por sua raça\, classe\, gênero\, idade\, nacionalidade – continuam enfrentando repressão. Nesse contexto\, Histórias LGBTQIA+ reúne trabalhos que tematizam tópicos queer ou que sejam feitos por artistas\, ativistas e pesquisadores LGBTQIA+. A mostra celebra a riqueza e a multiplicidade da criatividade queer nas artes visuais”\, afirmam Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP\, e Adriano Pedrosa\, diretor artístico. Queer\, na língua inglesa\, originalmente significa “estranho”\, mas também\, em algum momento\, “sexualmente desviante”. Porém\, desde o final do século 20\, tem sido reivindicado por lésbicas\, gays\, bissexuais e transgêneros como um termo amplo para identificá-los. \nJustapondo o passado e a contemporaneidade\, a mostra apresenta trabalhos de diversos períodos e correntes artísticas\, evidenciando visões das histórias LGBTQIA+ que atravessam o tempo e o espaço\, e ainda apontam estratégias de resistência. Em O beijo 20 (2024)\, da série Álbum dos desesquecimentos\, a artista baiana Mayara Ferrão usa Inteligência Artificial para criar imagens que simulam fotos antigas\, inventando\, assim\, uma iconografia de histórias de lésbicas negras\, a fim de revelar narrativas que foram apagadas e imaginar novos futuros. \n“Apresentamos uma diversidade de representações\, grupos e experiências para além das imagens de subalternidade\, desumanização e hipersexualização que historicamente foram colocadas sobre as pessoas LGBTQIA+. Também temos uma diversidade enriquecedora de  estilos artísticos para pensar essa experiência do ponto de vista da arte e de possíveis revisões históricas”\, afirma Leandro Muniz\, curador assistente MASP. \nA mostra apresenta trabalhos contemporâneos que estabelecem críticas e reflexões com base nos cânones da arte. Em Duas Fa’afafine (2020)\, a artista Yuki Kihara\, de ascendência japonesa e samoana\, fotografa pessoas da comunidade trans a partir dos esquemas compositivos de Paul Gauguin (França\, 1848–1903)\, em uma crítica às famosas pinturas em que o francês representou as mulheres da Polinésia. Outro exemplo de diálogo com a tradição artística é Uma escultura para mulheres trans… (2022) da artista norte-americana Puppies Puppies (Jade Kuriki-Olivo). A obra\, produzida em bronze\, material clássico da história da arte\, reproduz em escala um para um o corpo da artista a partir de um escaneamento tridimensional.  \nA exposição também coloca em debate os estereótipos e as contradições presentes na comunidade LGBTQIA+. Uma das obras que compõem a mostra é a fotografia Night Stage Raising Crew\, Listening (2006)\, de Angela Jimenez\, que registra a montagem do palco do Michigan Womyn’s Music Festival. Criado em 1976\, o evento anual organizado por mulheres lésbicas feministas teve fim em 2015 devido às tensões causadas pela política de exclusão de mulheres trans. \nReunindo registros históricos da comunidade LGBTQIA+\, o núcleo Arquivos conta com documentos de grupos comunitários auto-organizados do Brasil — como MUTHA (Museu Transgênero de História e Arte)\, Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT–SP) e Arquivo Lésbico — e do Sul Global\, incluindo outros 12 países da Ásia\, América Latina\, África e mundo Árabe. \nHistórias LGBTQIA+ integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da diversidade LGBTQIA+. A programação do ano também inclui as mostras de Francis Bacon\, Mário de Andrade\, Catherine Opie\, Lia D Castro\, Leonilson\, dos coletivos Gran Fury e Serigrafistas Queer\, da coleção MASP Renner\, bem como mostras na Sala de Vídeo de Masi Mamani/Bartolina Xixa\, Tourmaline\, Ventura Profana\, Kang Seung Lee e Manauara Clandestina. \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22) e Histórias Indígenas (2023).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/historias-da-diversidade-lgbtqia-no-masp/
LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Mayara-Ferrao-O-beijo-20-da-serie-Album-dos-desesquecimentos-2024.-Verve-Galeria.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR