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SUMMARY:"Carlos Zilio – a querela do Brasil" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Carlos Zilio\, “Massificação (João)”\, 1966. Foto: Daniel Mansur / Divulgação\nÀs 19h30 da terça-feira\, dia 25 de março\, o Itaú Cultural (IC) abre a exposição Carlos Zilio – a querela do Brasil\, com mais de 100 obras é a primeira retrospectiva do artista\, nascido em 1944\, no Rio de Janeiro. Com caráter cronológico\, a mostra acompanha a sua produção de 1966 a 2022 definida por cada fase de sua vida. A exposição passa pelas diferentes etapas da obra do artista – entre técnicas\, linguagens e suportes variados – e acompanha o desenvolvimento do trabalho iniciado com uma produção politizada\, durante a ditadura militar\, passando por trabalhos abstratos e de experimentação em uma reflexão sobre a identidade nacional e o modernismo brasileiro\, até chegar ao vazio e à ausência. Exibe\, ainda\, cadernos de trabalho de Zilio\, nunca expostos. \nCom concepção e realização do Itaú Cultural\, curadoria de Paulo Miyada e projeto assinado por Fernanda Bárbara\, do Escritório UNA barbara e valentim\, a mostra fica em cartaz até 6 de julho.“Carlos Zilio é um artista fundamental na arte contemporânea brasileira. Para entender seu trabalho artístico e intelectual\, é preciso olhar para o contexto social\, político e artístico no qual ele estava inserido”\, observa Sofia Fan\, gerente de Artes Visuais e Acervos do Itaú Cultural. “Esta exposição é uma oportunidade para que as pessoas possam se aprofundar em sua produção\, tornando-a mais acessível para um público amplo e diverso. Os visitantes poderão compreender como ela se relaciona com a história recente do país e conhecer mais os diferentes movimentos artísticos com os quais o seu trabalho dialoga\, da década de 1960 até hoje.”“Esta não é uma exposição óbvia e a vejo coerente com o projeto do Itaú Cultural de valorizar a história da arte e de seus agentes que ajudaram a construir o Brasil de maneira mais autônoma”\, comenta o curador Paulo Miyada\, para quem Zilio é um artista-cidadão “obstinadamente inquieto ou inquietamente obstinado.”Por suas grandes dimensões\, a instalação Atensão (com “s”\, mesmo)\, realizada em 1976\, ocupa boa parte do piso 1. Composta de materiais de construção\, como pedras\, tijolos\, cabos de aço\, ripas de madeira\, além de um metrônomo e uma bomba de compressão em metal\, ela explora a tensão e a suspensão. A obra permite que o público transite por situações de equilíbrio precário\, o que desafia a sua percepção.No piso -1\, que abrange as pinturas de Zilio dos anos 1990 a 2022\, o público conhecerá os seus cadernos de trabalho inéditos. Eles facilitam a observação de algumas etapas do seu processo criativo e se conectam com os pensamentos e formas de fazer arte.Descendo para o piso -2\, onde está reunida a produção de 1960 a 1980\, encontram-se obras significativas de sua carreira\, como A Querela do Brasil (ou o diabo e o bom Deus). Acrílica sobre tela da coleção do artista\, realizada entre 1979 e 1980\, esta obra critica o modernismo e os estereótipos da brasilidade. Nela – fruto da tese de doutorado A Querela do Brasil defendida na França\, em 1970 –\, Zilio aponta as influências culturais europeias\, negras e indígenas na constituição da arte brasileira\, a partir da análise das obras de Tarsila do Amaral\, Di Cavalcanti e Portinari.‍Lute\, de 1967\, é mais uma das obras emblemáticas de Zilio que está nesse andar. Trata-se de uma serigrafia sobre filme plástico e resina condicionados em uma marmita de alumínio aberta. Ela contém um rosto amarelo de formato indefinido\, onde a palavra que batiza a obra está escrita em vermelho sobre a boca. O projeto era distribuir as marmitas nas fábricas\, em uma tentativa de mobilizar os trabalhadores a protestar contra o autoritarismo. Logo percebeu que se tratava de um plano de difícil execução\, tanto pela grande quantidade que deveria produzir quanto pelo período vivido. Nestes tempos de repressão mais forte\, Zilio ficou mais engajado na luta e na resistência do que na produção artística. O momento marcou uma ruptura voluntária em sua produção – forçada\, em seguida\, por mais dois anos devido à prisão.Não por acaso\, nesse mesmo piso encontra-se Auto-retrato\, uma de suas primeiras produções após sair do cárcere e retomar a sua obra. Trata-se de uma tela em vinílica e hidrocor\, de 135 x 85 cm\, onde se vê uma mancha vermelha disforme – bem no centro de um fundo branco – atravessada pela palavra que lhe dá nome.A exposição também reúne\, no piso -2\, 30 desenhos\, feitos em folhas de papel e com caneta hidrográfica no período em que foi preso político da ditadura militar\, de 1970 a 1972\, no Rio de Janeiro. Eles formam uma espécie de diário do cárcere\, usando elementos figurativos para abordar a repressão a que esteve submetido.
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SUMMARY:"Ocupação Ana Mae Barbosa" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Ana Mae Barbosa em Rondônia durante encontro da Federação de Arte Educadores do Brasil\, s.d.\nO nome é simples: Ana. Já o segundo nome não é o que parece: Mae\, que se pronuncia “Mei”\, e muitas vezes é confundido com “mãe”. Mero detalhe diante da grandeza desta arte-educadora\, nascida em 1936 no Rio de Janeiro e crescida em Recife\, e do afeto que dedica a quem estuda com ela\, à família e amizades. A sua vida e carreira têm como foco a defesa do ensino das artes nas escolas\, universidades\, museus e políticas públicas e garantir o direito do ensino das artes nos currículos e no cotidiano do país. Ela parte do que denominou Abordagem Triangular\, proposta baseada em três pilares: leitura da imagem\, a contextualização e o fazer.   \nA Ocupação Ana Mae Barbosa\, dedicada à sua extensa trajetória – são 70 anos de carreira –\, abre na primeira quarta-feira de abril\, dia 2\, na sala Multiuso\, no segundo andar do Itaú Cultural. Segue em cartaz até 13 de julho. No total\, a exposição se desdobra em 300 itens que passam pela sua biografia\, que a levou a se tornar precursora da arte-educação no Brasil – a partir dos anos de 1950/1960\, seguindo até hoje. Há documentação\, materiais audiovisuais\, livros disponibilizados para manuseio – só os publicados por ela\, são mais de 30 –\, obras\, documentos nunca vistos\, desenhos\, catálogos\, jornais\, cadernos e curiosidades. \nA curadoria desta Ocupação\, que é a 68ª da série\, é de Clarissa Diniz\, pesquisadora\, educadora e crítica de arte. A co-curadoria é da equipe Itaú Cultural e o apoio para a pesquisa curatorial é do também arte-educador Rodrigo Ferreira. O projeto expográfico é de Thereza Faria. \n“A trajetória e o pensamento de Ana Mae são fundamentais não somente para a defesa do ensino das artes nas escolas\, como também para a consolidação da atuação de arte-educadores na universidade\, no ensino não formal\, na concepção\, pesquisa e curadoria de exposições”\, conta Tayná Menezes\, gerente do Núcleo de Medição e Relacionamento do Itaú Cultural\, que organiza esta Ocupação. “Queremos apresentar este universo sensível\, denso e multicultural de Ana Mae Barbosa”\, completa ela sobre a homenageada que\, em 2017\, recebeu o Prêmio Itaú Cultural – 30 anos\, na categoria Aprender.
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SUMMARY:"Ocupação Palavra Cantada" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Sandra Peres e Paulo Tatit no show do disco “Pé com pé”\, em 2006. Imagem: Arnaldo Torres | Acervo Palavra Cantada\nA porta da Ocupação Palavra Cantada abre para o público no dia 3 de maio (sábado)\, a partir das 11h\, e permanece assim até 3 de agosto\, no Itaú Cultural (IC). “Porta”\, nesse caso\, não é no sentido figurado\, já que o espaço expositivo estiliza uma casa daquelas típicas de bairro de São Paulo que ainda resistem\, com quintal\, sala\, cozinha\, garagem e demais cômodos. Na fachada tem espaço até para a toca do Rato que dá nome à música lançada pela dupla em 1998\, para contar a história do animal que se apaixona pela lua\, a brisa\, a nuvem e uma parede até encontrar a Rata\, com quem casa.  Sandra Peres e Paulo Tatit assinam a curadoria da exposição\, junto da equipe Itaú Cultural. Inspirado na casa que Palavra Cantada mantém em São Paulo como estúdio\, arquivo de acervo e local de trabalho\, o projeto expográfico é de Renato Bolelli Rebouças. A realização da mostra e o plano de acessibilidade também são do IC.“É muito honroso\, para nós\, sermos homenageados pelo Itaú Cultural através desta Ocupação tão lúdica e encantadora”\, comentam Sandra Peres e Paulo TatitO percurso pelo espaço expositivo é realizado em blocos de 50 minutos\, em grupos de 40 pessoas por vez – 15 delas\, com reserva prévia de ingresso no site da instituição\, e 25 para o público espontâneo (veja o serviço completo abaixo).Para quem quiser saber mais sobre Palavra Cantada\, ou não viva em São Paulo\, é possível conhecer conteúdo inédito produzido pela equipe do IC em itaucultural.org.br/ocupacao.
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