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SUMMARY:"Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Mirian Inêz da Silva Cerqueira\, Sem título\, s.d.\, Coleção Vilma Eid. Foto: João Liberato\n\n\n\n\nO Instituto Tomie Ohtake apresenta Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto\, exposição que se dedica a examinar o acervo da colecionadora e galerista Vilma Eid\, que\, nos últimos quarenta anos\, forjou uma coleção singular\, reunindo trabalhos de mais de 100 artistas entre os ditos populares\, modernos e contemporâneos. \nCom mais de 300 obras divididas em duas salas\, a mostra tem curadoria de Ana Roman e Catalina Bergues e ficará em cartaz entre 14 de março e 25 de maio de 2025\, paralelamente à exposição Patricia Leite – Olho d’água. Em cada canto é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Instituto Tomie Ohtake\, via Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura\, e conta com o patrocínio da Stellantis\, sob a chancela Apresenta; do Itaú Unibanco\, sob a chancela Platina; do BMA Advogados\, sob a chancela Bronze; e da Galeria Estação\, sob a chancela Apoio. \nEntre 17 de junho e 17 de agosto\, a exposição segue em itinerância para a Casa Fiat de Cultura\, em Belo Horizonte. \nA mostra integra o programa de exposições Instituto Tomie Ohtake visita\, que busca criar conexões com colecionadores e agentes do circuito da arte\, proporcionando acesso a coleções que\, em parte\, são pouco exibidas ao grande público. Apresentadas sob diferentes leituras curatoriais\, essas mostras se aproveitam de combinações improváveis de artistas e trabalhos para contemplar novas perspectivas de uma história da arte já consolidada. \nNo contexto da exposição\, será lançada\, em parceria com a Editora Martins Fontes\, a coletânea Arte Popular – Modos de Usar\, organizada por Amanda Reis Tavares Pereira — pesquisadora e curadora que tem consolidado investigações que ampliam e atualizam os debates sobre o tema. O livro recompila\, discute e revisita a historiografia e as questões ligadas à arte popular\, com textos de Lélia Coelho Frota\, Fernanda Pitta\, Ana Avelar\, Ayrson Heráclito\, entre outros\, oferecendo uma leitura atualizada tanto de textos históricos quanto contemporâneos. \nVilma Eid desempenha um papel fundamental na valorização da arte popular brasileira. Como fundadora da Galeria Estação\, inaugurada há 20 anos ao lado de seu filho Roberto Eid Philipp\, a galerista se dedica incansavelmente à promoção\, reconhecimento e inclusão dos artistas populares no cenário artístico nacional e internacional\, evitando rótulos que possam limitar ou estigmatizar tais artistas e suas produções. Ao dizer que “Arte é arte. Não importa a classificação”\, Eid afirma seu entendimento sobre os múltiplos caminhos da criação artística. \nEm sua casa\, a galerista dispõe as obras de tal forma a criar conexões inesperadas. Trabalhos de artistas modernos e contemporâneos\, como Geraldo de Barros\, Mira Schendel\, Paulo Pasta ou Tunga\, convivem com os ditos populares\, como José Antonio da Silva\, Izabel Mendes da Cunha\, Itamar Julião ou Véio. Além de estimular o encontro desses trabalhos no ambiente expositivo\, a mostra contribui para o debate sobre categorias de definição no sistema da arte. \nComo defendem as curadoras: “Em vez de fixar uma definição do que é ‘popular’ ou ‘erudito’\, a mostra Em cada canto sugere novas possibilidades de diálogos. Ao apresentar\, pela primeira vez\, o conjunto de obras reunidas por Vilma Eid nos últimos 40 anos\, a exposição põe em evidência como as peças se transformam quando vistas lado a lado\, estimulando o público a perceber a arte brasileira como campo aberto a intersecções e reinterpretações.” \nAs duas salas que compõem a mostra trazem conexões entre artistas e obras encontradas na casa da colecionadora e outras propostas pela curadoria. Estão lá representadas questões recorrentes na história da arte: a relação entre tradição e inovação; temporalidade e espaço; cor e forma ou figuração e abstração. Em alguns casos\, através de categorias ligadas à arte popular\, como o imaginário rural\, a valorização de saberes regionais ou os trabalhos com barro e madeira. Em outros\, com processos costumeiramente relacionados ao modernismo e à arte contemporânea\, incluindo aí os temas conceituais\, a abstração ou o aproveitamento de materiais do dia a dia. Como afirmam Roman e Bergues\, “apresentar\, pela primeira vez\, o conjunto heterogêneo de obras que habitava o ambiente doméstico de Vilma — onde surgiam conexões inusitadas entre estilos\, épocas e técnicas — representa um desafio curatorial para manter a atmosfera de proximidade\, sem abrir mão da clareza expositiva”\, concluem.
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SUMMARY:"Patricia Leite – Olho d’água" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Patricia Leite\, “Avencas”\, 2017. Cortesia da artista e Mendes Wood DM. Foto: EstudioEmObra\n\n\n\n\nO Ministério da Cultura\, via Lei Federal de Incentivo à Cultura\, e o Instituto Tomie Ohtake com e apoio da Mendes Wood DM e Thomas Dane Gallery\, apresentam Patricia Leite – Olho d’água\, exposição realizada na esteira dos projetos que vem promovendo nos últimos anos acerca da representatividade e da importância de artistas mulheres na cena artística nacional – Anna Maria Maiolino; Vânia Mignone; Iole de Freitas\, Maria Lira Marques e Mira Schendel são os exemplos mais recentes. Paralelamente à mostra da artista mineira\, será inaugurada a exposição Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto. \nCom curadoria de Germano Dushá Olho d’água reúne cerca de 30 obras\, entre desenhos\, pinturas e objetos que perpassam os quarenta anos da trajetória artística de Patricia Leite. Estão presentes desde os trabalhos da década de 1980 até outros inéditos realizados em 2025. Segundo Dushá\, o público encontrará “um recorte específico que dá testemunho\, igualmente\, da capacidade elástica e da coesão estilística de uma artista tão inventiva quanto fiel ao seu condão”. \nDo início de carreira\, quando a artista produzia sobretudo desenhos abstratos\, há um destaque para um grupo de pastéis sobre papel que datam de 1986\, além da sua primeira pintura\, uma acrílica sobre tela de 1988. Tempos depois\, Leite passaria a usar a madeira como principal suporte para suas pinturas. Segundo o curador\, apesar do abstracionismo inquestionável\, esses trabalhos iniciais já sugerem um percurso para o que mais tarde será sua figuração. “Para uma imaginação desprendida\, certamente será possível entrever os princípios de um jardim\, de um parque ou de uma serra”\, afirma Dushá.  \nAlgumas das mais emblemáticas obras de Patrícia Leite estão na exposição. São pinturas nas quais a artista cria o que chama de “sensações de paisagens” – um pôr do sol\, um luar\, uma praia ao anoitecer\, cachoeiras\, recortes da mata\, céus estrelados ou com fogos de artifício. Obras cujas fontes de inspiração possam ter sido viagens\, diálogos com amigos\, letras de músicas\, cenas de filmes\, trechos de poesias\, recordações marcantes ou fotografias tiradas por ela ou encontradas. Segundo Dushá\, “Num balanço entre o magnetismo da brasilidade e a vocação para o universal\, sua obra celebra o que há desingular na cultura brasileira\, sem\, no entanto\, limitar-se”. \nDo ponto de vista pictórico\, as pinturas trazem composições sintéticas formadas por grandes blocos de cor\, pinceladas visíveis e texturas marcantes. A paleta cromática é ao mesmo tempo sensível e vibrante\, expondo contrastes sutis entre tons rebaixados e forte luminosidade. \nUma novidade apresentada ao público pela primeira vez nesta exposição são os objetos produzidos entre 2020 e 2025. São pequenas peças compostas pela união de itens encontrados\, como pedaços de vidro\, madeiras\, pedrinhas\, miçangas e miudezas decorativas. Segundo o curador\, “guardam em si o contraste entre a delicadeza e o rudimentar\, afirmando\, de modo proposital\, sua incompletude”. Dushá lembra que\, ao serem expostas ao lado dos primeiros desenhos abstratos\, essa peças “parecem conferir corpo aos diagramas de cores e texturas. De igual modo\, formam pequenas paisagens\, remetendo às praias e morros que observamos nas pinturas de fases mais recentes”\, observa o curador.
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