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SUMMARY:"Montañas Bajo el Mar" de Federico Herrero na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:Federico Herrero\, “Manglar (Viajar Juntos)” 2025.\n  \nPara sua exposição na galeria Luisa Strina\, Federico Herrero apresenta uma série de quadros acompanhados por uma grande pintura realizada in situ sobre o piso da galeria – uma composição de suas emblemáticas formas geométricas em cores vibrantes. Conhecido por sua produção de obras site-specific\, murais e telas compostas por formas orgânicas intensamente coloridas\, o artista costa-riquenho entende a poesia como linguagem visual e busca pela arte em todas as esferas da vida. Ao criar paisagens abstratas ligadas à natureza e aos seres\, e ao expandir sua prática para além da moldura tradicional da tela\, Herrero jamais deixa de perseguir a abolição da fronteira entre arte e vida cotidiana. Em suas pinturas de grandes dimensões – realizadas sobre telas\, mas também em paredes\, pisos\, tetos e janelas -\, o artista extrai vibrações\, movimentos e sons das formas e das cores\, infundindo musicalidade e novos sentidos aos espaços que ocupa. \nEm suas intrincadas composições pós-geométricas\, Federico Herrero pinta formas que se de-formam. Ele dá vida a figuras irregulares\, suaves\, quase líquidas. Ao construir um novo universo – lúdico e interativo -\, o pintor parece adentrar uma estética das imagens autogeradas\, à maneira de artistas digitais como o batavo-brasileiro Rafael Rozendaal. Enquanto este\, considerado um dos pioneiros da Internet Art\, cria obras virtuais em que as formas literalmente se movem\, se expandem\, crescem e colidem umas com as outras num movimento incessante\, Herrero utiliza o meio pictórico estático para transmitir uma sensação contínua de fluxo. Sua geometria exuberante e fluida parece vibrar sobre as superfícies planas\, e estirar-se\, expandir-se\, inflar. Para Federico Herrero\, a pintura não é nem plana nem estática. Em vez disso\, ele faz a geometria respirar\, inspirar e expirar\, tornar-se leve\, quase sem peso. Com uma estética que pode remeter ao universo dos videogames\, o artista joga com as fronteiras paradoxais entre estagnação e movimento\, planura e tridimensionalidade\, silêncio e musicalidade – capturando\, na clássica forma da pintura\, o Zeitgeist da era digital. Por vezes saturadas\, suas composições ecoam a abundância imagética contemporânea – um fluxo incessante\, sem começo nem fim\, tragado pelo redemoinho de informações infinitas\, autogeradas e descontextualizadas: o insaciável ouroboros moderno do conteúdo. Essas formas\, empilhadas umas sobre as outras\, como se gerassem\, sem cessar\, novas figuras\, parecem conduzir ao magma\, à montanha de imagens do nosso tempo. Não seria estranho associá-las às célebres Mountains de Ugo Rondinone\, nas quais blocos de pedra colossais e coloridos se equilibram uns sobre os outros. Tanto o artista suíço quanto o costa-riquenho partilham um mesmo sentido de monumentalidade – uma busca brancusiana por representar o infinito\, por ascender numa Coluna sem Fim de imagens. Contudo\, as formas de Herrero quase nunca se empilham de maneira ordenada. Pelo contrário\, emergem de todos os lados\, desafiando qualquer noção de verticalidade. Suas figuras entrelaçadas às vezes evocam falhas digitais – glitches – ou imagens pixeladas que negam ao espectador pleno acesso ao conteúdo. Com pinceladas controladas\, mas vigorosas\, e composições ao mesmo tempo ordenadas e orgânicas\, Federico Herrero cria\, com agudeza\, as novas paisagens de nosso tempo: profusas\, horizontais\, fluidas\, em perpétuo movimento. Vivas. \n 
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SUMMARY:"Contrato" de Ilê Sartuzi na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:Ilê Sartuzi\, exposição “Contrato”. 2025.\n  \nPara sua exposição na galeria Luisa Strina\, Federico Herrero apresenta uma série de quadros acompanhados por uma grande pintura realizada in situ sobre o piso da galeria – uma composição de suas emblemáticas formas geométricas em cores vibrantes. Conhecido por sua produção de obras site-specific\, murais e telas compostas por formas orgânicas intensamente coloridas\, o artista costa-riquenho entende a poesia como linguagem visual e busca pela arte em todas as esferas da vida. Ao criar paisagens abstratas ligadas à natureza e aos seres\, e ao expandir sua prática para além da moldura tradicional da tela\, Herrero jamais deixa de perseguir a abolição da fronteira entre arte e vida cotidiana. Em suas pinturas de grandes dimensões – realizadas sobre telas\, mas também em paredes\, pisos\, tetos e janelas -\, o artista extrai vibrações\, movimentos e sons das formas e das cores\, infundindo musicalidade e novos sentidos aos espaços que ocupa. \nEm suas intrincadas composições pós-geométricas\, Federico Herrero pinta formas que se de-formam. Ele dá vida a figuras irregulares\, suaves\, quase líquidas. Ao construir um novo universo – lúdico e interativo -\, o pintor parece adentrar uma estética das imagens autogeradas\, à maneira de artistas digitais como o batavo-brasileiro Rafael Rozendaal. Enquanto este\, considerado um dos pioneiros da Internet Art\, cria obras virtuais em que as formas literalmente se movem\, se expandem\, crescem e colidem umas com as outras num movimento incessante\, Herrero utiliza o meio pictórico estático para transmitir uma sensação contínua de fluxo. Sua geometria exuberante e fluida parece vibrar sobre as superfícies planas\, e estirar-se\, expandir-se\, inflar. Para Federico Herrero\, a pintura não é nem plana nem estática. Em vez disso\, ele faz a geometria respirar\, inspirar e expirar\, tornar-se leve\, quase sem peso. Com uma estética que pode remeter ao universo dos videogames\, o artista joga com as fronteiras paradoxais entre estagnação e movimento\, planura e tridimensionalidade\, silêncio e musicalidade – capturando\, na clássica forma da pintura\, o Zeitgeist da era digital. Por vezes saturadas\, suas composições ecoam a abundância imagética contemporânea – um fluxo incessante\, sem começo nem fim\, tragado pelo redemoinho de informações infinitas\, autogeradas e descontextualizadas: o insaciável ouroboros moderno do conteúdo. Essas formas\, empilhadas umas sobre as outras\, como se gerassem\, sem cessar\, novas figuras\, parecem conduzir ao magma\, à montanha de imagens do nosso tempo. Não seria estranho associá-las às célebres Mountains de Ugo Rondinone\, nas quais blocos de pedra colossais e coloridos se equilibram uns sobre os outros. Tanto o artista suíço quanto o costa-riquenho partilham um mesmo sentido de monumentalidade – uma busca brancusiana por representar o infinito\, por ascender numa Coluna sem Fim de imagens. Contudo\, as formas de Herrero quase nunca se empilham de maneira ordenada. Pelo contrário\, emergem de todos os lados\, desafiando qualquer noção de verticalidade. Suas figuras entrelaçadas às vezes evocam falhas digitais – glitches – ou imagens pixeladas que negam ao espectador pleno acesso ao conteúdo. Com pinceladas controladas\, mas vigorosas\, e composições ao mesmo tempo ordenadas e orgânicas\, Federico Herrero cria\, com agudeza\, as novas paisagens de nosso tempo: profusas\, horizontais\, fluidas\, em perpétuo movimento. Vivas. \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/contrato-de-ile-sartuzi-na-galeria-luisa-strina/
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