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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Theatre Picasso" na Tate Modern
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, “As Três Bailarinas”\, 1925. Tate. © Succession Picasso / DACS 2024\n\n\n\n\nPablo Picasso era fascinado por performers e por sua capacidade de se transformar. Ele se inspirava nos dançarinos\, artistas e toureiros que pintava\, e deles emprestou elementos para criar sua própria persona pública: Picasso\, o Artista. \nMarcando o centenário de sua famosa pintura As Três Bailarinas\, esta exposição\, encenada pela consagrada artista contemporânea Wu Tsang e pelo autor e curador Enrique Fuenteblanca\, lança uma nova luz sobre a obra de Picasso. Eles transformarão o espaço expositivo em um teatro para apresentar mais de 45 obras de Picasso da coleção da Tate\, ao lado de empréstimos importantes de instituições europeias. A mostra inclui pinturas\, esculturas\, têxteis e trabalhos em papel\, alguns nunca antes vistos no Reino Unido. \nPor meio de sua persona\, Picasso cultivou um mito em torno de si\, como artista celebrado e\, ao mesmo tempo\, outsider. A maneira como ele fez isso pode ser examinada pela ideia contemporânea de “performatividade” – como palavras e ações podem gerar mudanças e moldar identidades. Essa persona sempre foi atraída por vidas alternativas e pela tensão entre a cultura popular e a vanguarda. Acompanhou-o por toda a vida e continua a moldar a forma como imaginamos o papel do artista hoje. \nTheatre Picasso é apresentada na The George Economou Gallery. Em parceria com White & Case. Com apoio da Huo Family Foundation. Apoio adicional do The Theatre Picasso Exhibition Supporters Circle\, Tate Americas Foundation e Tate Members. \nEncenada por Wu Tsang e Enrique Fuenteblanca com a colaboração da designer de exposições Lucie Rebeyrol\, do estúdio Roll.
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SUMMARY:"Pinturas Nômades" de Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “A mosca”\, 2012. Foto: Manuel Águas & Pepe Schettino\n\nA Casa Roberto Marinho (CRM) inaugura\, em 25 de setembro de 2025\, Pinturas Nômades\, exposição da artista plástica carioca Beatriz Milhazes\, expoente da arte contemporânea internacional. Sob a curadoria de Lauro Cavalcanti\, a mostra apresenta pela primeira vez no país a reprodução de projetos arquitetônicos desenvolvidos pela artista em quatro continentes — Europa\, América do Norte\, América do Sul e Ásia.A individual celebra duas décadas da atuação de Milhazes no campo das instalações pictóricas em espaços arquitetônicos e institucionais. \nProduzida pela Casa Roberto Marinho\, Pinturas Nômades constitui um panorama único: reúne intervenções site-specific realizadas na Ópera de Viena; na Tate Modern\, em Londres; na loja Selfridges\, em Manchester; no metrô de Londres; na Fundação Cartier\, em Paris; no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; no Long Museum\, em Xangai; e na Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; entre outras permanentes\, como no projeto Art House\, na Ilha de Inujima\, Japão\, e no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque. Esses projetos\, que formam o núcleo central da mostra\, são apresentados em maquetes\, estudos e painéis inéditos no Brasil\, permitindo ao público uma rara imersão na dimensão arquitetônica da obra de Beatriz. \nDe acordo com o curador\, estas intervenções de Milhazes\, realizadas entre 2004 e 2023\, consolidam uma pesquisa visual em diálogo com superfícies arquitetônicas. Utilizando principalmente vinil colorido\, pintura mural e cerâmica\, a artista desenvolve composições que exploram luz\, cor e transparência\, estabelecendo relações entre interior e exterior\, opacidade e translucidez\, desenho e arquitetura. \nEm projetos como Gávea (Selfridges & Co.\, Manchester\, Inglaterra\, 2004)\, Guanabara (Tate Modern\, Londres\, 2005)\, Peace and Love (Estação Gloucester Road\, Londres\, 2005) e O Esplendor I e II (Long Museum\, Xangai\, 2021; e Turner Contemporary\, Margate\, Reino Unido\, 2023)\, Milhazes transforma fachadas\, janelas e espaços de circulação em experiências sensoriais marcadas por formas orgânicas\, ritmos visuais e atmosferas poéticas. \n“Esses trabalhos\, apresentados em instituições e espaços como hospitais\, metrôs e edifícios residenciais\, conjugam arte e sua relação com a questão social\, de sustentabilidade\, e com o contexto urbano\, de forma sensível. Ao inserir elementos como mandalas\, listras\, elipses ou círculos em superfícies envidraçadas ou estruturas curvas\, as obras introduzem novas camadas de significado aos ambientes\, evocando paisagens abstratas\, referências culturais e memórias visuais. Em cada intervenção\, Milhazes amplia a experiência do espaço\, propondo um encontro entre pintura\, arquitetura e contemplação”\, observa Cavalcanti. \nA pintura é o tronco principal do trabalho de Beatriz e pontua poeticamente o percurso pela Casa\, como no caso das obras Mocotó (2007)\, A Mosca (2010/2012) e Lampião (2013/2014). \nBeatriz tem\, desde o início de sua prática\, uma longa relação de observação das variadas representações da natureza e da vida cotidiana encontradas na Arquitetura\, Arte Popular\, Arte Indígena\, Arte Decorativa e universo da Arte Aplicada e História da Arte. Desta forma\, a mostra apresenta ao público carioca uma sala dedicada a seu projeto especial para a 60ª Bienal de Arte de Veneza\, em 2024\, desenvolvido para o Pavilhão das Artes Aplicadas\, uma colaboração entre o Victoria and Albert Museum (V&A)\, em Londres\, e a Bienal. As pinturas O céu\, as estrelas e o bailado (2023) e Meia-noite\, Meio-dia (2023) são exibidas com a mesa de tecidos do acervo pessoal de Milhazes\, de diferentes culturas e regiões ao redor do mundo\, referência para o desenvolvimento das obras. Completa este espaço a tapeçaria inédita Dance in Yellow (2020). \nUma das salas é dedicada a um conjunto de 11 gravuras. De acordo com a artista\, “é a técnica que mais se aproxima plasticamente do resultado dos painéis e murais”\, uma conversa entre a arte gráfica como ponto de diálogo entre as duas práticas. \nA exposição contará também com apresentações de Marcia Milhazes Cia de Dança que apresentará criações recentes\, concebidas em diálogo direto com o universo da mostra. A recorrente colaboração entre as irmãs Milhazes nas exposições de Beatriz\, no Brasil e no exterior\, é marcada por encontros que articulam composições visuais e propostas coreográficas. \nO percurso expositivo e um projeto concebido para a Casa Roberto Marinho \nA escultura suspensa Mariola (2010–2015)\, que recebe os visitantes na primeira sala\, transporta elementos recorrentes da linguagem visual de Milhazes para o tridimensional\, e ganha destaque ao estabelecer diálogo com o espaço expositivo. \nAinda no térreo da Casa\, o público se encontra com a instalação Corumbê\, concebida especialmente para a exposição\, com vinis translúcidos aplicados nas cinco janelas em arco do salão principal. A obra tece conexões afetivas e estéticas com a arquitetura da antiga residência\, evocando referências a Djanira da Motta e Silva e às tradições populares de Paraty\, cidade de origem materna de Milhazes. \nA artista conta que\, no início do processo de concepção da mostra\, ao chegar na CRM para uma reunião com Cavalcanti\, “o grande salão térreo estava vazio e as janelas emolduravam o magnífico jardim de Burle Marx. Fui seduzida! Imediatamente me surgiu a imagem de um desenho vitral dialogando com a natureza externa e poeticamente envolvendo o espaço interno. Algo para contemplar\, conviver\, refletir”\, relembra Beatriz. “No desenho para as janelas em arco\, quase capelas\, a lembrança de Djanira se fez presente. Sua obra sempre foi uma referência para minha pintura e a Coleção Roberto Marinho tem peças masters desta artista. Minha família materna é originária de Paraty\, onde a tradição de festas religiosas é uma força e passei boa parte de minha infância e adolescência. Corumbê conta uma bela história\, uma história carioca.” \nNo mesmo espaço está instalado o painel Waving Flowers\, pintura em escala real desenvolvida originalmente para a Galeria Max Hetzler\, em Berlim. Trabalhada em cinco tons de cinza\, a obra surpreende pela força plástica dentro de uma paleta monocromática\, dialogando com o piso de losangos bicolores do salão da CRM e com os vitrais de Corumbê. Na sala seguinte\, três pinturas de Djanira\, pertencentes à Coleção Roberto Marinho\, reforçam o elo entre duas gerações de mulheres centrais na arte brasileira. \nA mostra se desenvolve em todo o piso superior\, em núcleos poéticos de contemplação\, revelando o papel da cor\, da ornamentação e da estrutura visual na construção de uma linguagem singular. Segundo Lauro Cavalcanti\, a disposição das obras “toca o sublime que a arte\, por vezes\, alcança”.
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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SUMMARY:"Sofia Borges - ateliê\, objeto mistério" na Central Galeria
DESCRIPTION:A Central Galeria apresenta a exposição individual ateliê\, objeto mistério\, de Sofia Borges\, em cartaz até 7 de março. A mostra marca o retorno da artista ao circuito expositivo brasileiro após período em Nova Iorque e reúne trabalhos que investigam a construção da imagem a partir de dimensões históricas\, simbólicas e pessoais. \n\nReconhecida por uma pesquisa que atravessa fotografia\, instalação e cinema\, Borges propõe uma reflexão sobre como imagens são formadas\, preservadas e continuamente reinterpretadas ao longo do tempo.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA poética da artista se desenvolve a partir do diálogo entre ancestralidade e imaginação\, mobilizando materiais como metais\, rochas e minerais\, além de referências à paleontologia\, à mitologia\, ao teatro e ao estudo da figura humana — especialmente o rosto. O museu surge como elemento central dessa investigação\, entendido como um espaço ativo de transformação e reconfiguração das imagens dentro da experiência coletiva e cultural.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:Hélio Oiticica em Nova York
DESCRIPTION:Hélio Oiticica ganha uma exposição dedicada à sua obra em Nova York. A Dia Beacon apresenta um diálogo concentrado entre obras realizadas pelo brasileiro entre 1958 e 1966\, período decisivo para a consolidação de sua linguagem experimental. Ancorada pela instalação Grande Núcleo\, a mostra evidencia a passagem do artista da pintura geométrica para experiências espaciais e sensoriais que redefiniram a relação entre obra e público. \nFigura central do movimento neoconcreto\, Oiticica reagiu ao rigor formal do concretismo ao propor uma arte que integrasse forma\, cor e espaço como experiência vivida. A mostra destaca como a prática de Oiticica antecipou debates fundamentais da arte participativa e sensorial\, em diálogo com artistas neoconcretas como Lygia Clark e Lygia Pape.
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LOCATION:Dia: Beacon\, 3 Beekman Street Beacon\, New York\, United States
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SUMMARY:"É pau\, é pedra..." de Sergio Camargo em Brasília
DESCRIPTION:A Galeria Raquel Arnaud apresenta em Brasília a exposição “É pau\, é pedra…”\, dedicada ao artista Sergio Camargo\, um dos nomes fundamentais da arte contemporânea brasileira. Com curadoria de Marcello Dantas\, a mostra reúne relevos\, estruturas cilíndricas e composições que evidenciam a pesquisa do artista sobre ritmo\, intervalo\, volume e luminosidade. \nAs obras revelam uma linguagem marcada pelo rigor formal e pela economia da forma\, na qual a matéria se organiza como acontecimento visual\, explorando a relação entre luz\, sombra e vazio como elementos centrais da experiência estética. A exposição estabelece ainda um diálogo direto com a arquitetura modernista de Brasília\, aproximando a poética geométrica de Camargo do pensamento espacial de nomes como Oscar Niemeyer\, Lúcio Costa e Athos Bulcão.
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LOCATION:Teatro Nacional Claudio Santoro\, SCN – VIA N2\, Brasília\, Brazil
CATEGORIES:América Latina,Brasília
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SUMMARY:"Jirau" de Abiniel João Nascimento na Claraboia
DESCRIPTION:Jirau marca a primeira exposição individual de Abiniel João Nascimento na cidade de São Paulo\, e reúne cerca de 15 pinturas e esculturas inéditas produzidas especialmente para a mostra. O título remete às estruturas vernaculares de madeira típicas do Nordeste brasileiro\, utilizadas para descanso\, armazenamento ou preparo de alimentos\, metáfora que orienta a exposição ao enfatizar multiplicidade de usos\, saberes cotidianos e relações entre corpo\, território e sobrevivência. \nA artista investiga\, por meio de gestos plásticos e escultóricos\, os processos de transmutação entre humanidade e vida vegetal\, ancorados nas dinâmicas ecológicas e sociais da Zona da Mata Norte de Pernambuco\, sua região de origem. \nMateriais orgânicos desempenham papel central na pesquisa: fibras da palmeira carnaúba tornam-se esculturas suspensas de formas abertas e fluidas\, enquanto a série Inventário errante das plantas-irmãs apresenta pinturas baseadas em registros fotográficos geolocalizados de espécies nativas\, cujas silhuetas são reinterpretadas de modo mais anônimo\, tensionando classificações científicas e percepções individuais da natureza. Entre memória\, cultivo e regeneração\, Jirau propõe uma reflexão sensível sobre convivência\, ancestralidade e ecologias compartilhadas.
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LOCATION:Claraboia\, Al. Gabriel Monteiro da Silva\, 2906 – Jardim América\, São Paulo\, SP\, Brazil
CATEGORIES:São Paulo
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SUMMARY:"Rupeequul Kaajuleew / Vientre de los Cosmos" de Manuel Chavay em Lisboa
DESCRIPTION:A Galeria Pedro Cera\, em Lisboa\, apresenta Rupeequul Kaajuleew / Vientre de los Cosmos\, exposição de arte do artista maia Tz’utujil Manuel Chavajay. A mostra parte dos saberes ancestrais das comunidades indígenas da região do Lago Atitlán\, na Guatemala\, articulando arte contemporânea e cosmovisão maia\, baseada em uma relação espiritual e cíclica com a natureza\, o tempo e o universo. \nEm contraposição às epistemologias ocidentais marcadas pela racionalidade linear\, Chavajay incorpora o sistema ritualístico Tzolk’in — calendário sagrado de 260 dias — como estrutura conceitual para refletir sobre interdependência cósmica\, memória ancestral e continuidade da vida. \nAs esculturas apresentadas integram kuku\, jarros cerâmicos tradicionalmente utilizados em rituais indígenas\, reinterpretados pelo artista como corpos simbólicos que carregam energia vital e conhecimento espiritual. Dispostas sobre estruturas de madeira envoltas em fibras naturais\, as obras evocam numerologias sagradas e princípios de equilíbrio presentes na cosmologia maia. \n Ao unir escultura\, pintura e pensamento cosmológico\, Chavajay propõe uma experiência sensível que reafirma a identidade indígena e a dimensão espiritual da relação entre humanidade\, território e cosmos. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n \n\n\n\n\n\n\n 
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LOCATION:Galeria Pedro Cera\, R. do Patrocínio 67 E\, Lisboa\, Portugal
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SUMMARY:"Deserto-Modelo" de Lucas Arruda em Taipei
DESCRIPTION:A Winsing Art Place\, em Taipei\, apresenta a exposição “Deserto-Modelo”\, de Lucas Arruda. A mostra reúne trabalhos pertencentes à série homônima desenvolvida pelo artista ao longo de anos\, consolidando uma investigação pictórica centrada na experiência do tempo\, da percepção e da paisagem como construção subjetiva. \nNa obra de Arruda\, o “deserto” não corresponde a um lugar geográfico específico\, mas a um estado imaginado de paisagem — uma projeção interior que suspende acontecimentos e referências temporais. Esse espaço torna-se um território mental\, no qual a pintura se aproxima da contemplação e da repetição como método\, revelando uma prática baseada na persistência e na continuidade do olhar.
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LOCATION:Winsing Art Place\, Taipei\, Taiwan
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SUMMARY:"First Light" de Anthony McCall em São Francisco
DESCRIPTION:A exposição reúne três obras emblemáticas de Anthony McCall — Line Describing a Cone (1973)\, Conical Solid (1974) e Cone of Variable Volume (1974) — que transformam projeções cinematográficas em esculturas de luz habitáveis. \nA partir de animações em filme\, feixes luminosos ganham volume no espaço expositivo com o auxílio de névoa cênica\, formando estruturas geométricas tridimensionais que o público pode atravessar\, tocar e explorar. Ao longo de suas durações\, as obras convertem espectadores em participantes\, redefinindo a galeria como campo de experiência sensorial\, contemplativa e performativa. \nCriadas após a mudança do artista de Londres para Nova York\, em 1973\, e situadas na interseção entre o cinema de vanguarda\, o Minimalismo e o Structural Film\, as chamadas “solid light works” antecipam práticas de cinema expandido\, performance participativa e instalações imersivas contemporâneas.
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LOCATION:Fort Mason Center for Arts & Culture\, Gallery 308\, Building A\, Marina Boulevard\, São Francisco\, United States
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SUMMARY:"Kent O'Connor - In Dialogue" na Mendes Wood DM em Bruxelas
DESCRIPTION:In Dialogue\, primeira exposição individual de Kent O’Connor em uma galeria europeia\, apresenta um conjunto de obras que investiga a pintura como forma de narrativa visual. Trabalhando a partir da observação direta da vida cotidiana\, o artista constrói paisagens\, retratos\, naturezas-mortas e desenhos interligados por sutis qualidades narrativas. \nRealizada na galeria Mendes Wood DM\, em Bruxelas\, a mostra estabelece um diálogo simbólico com o legado de René Magritte\, cuja influência permeia o modo singular como O’Connor cria mundos pictóricos entre realidade e imaginação. \nA exposição também revisita a tradição da natureza-morta\, transformando objetos cotidianos em personagens ativos dentro da pintura. Em In Dialogue\, O’Connor propõe um espaço onde paisagem e interior\, figura e objeto\, observação e ficção coexistem\, convidando o público a navegar entre legibilidade e mistério na construção de novas narrativas visuais.
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LOCATION:Mendes Wood DM Bruxelas\, 13 Rue des Sablons / Zavelstraat\, Bruxelas\, Belgium
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SUMMARY:Anish Kapoor em Lisson Gallery
DESCRIPTION:Anish Kapoor apresenta uma nova exposição com esculturas espelhadas na Lisson Gallery New York\, reunindo obras produzidas entre 2010 e o presente. A mostra explora escala\, cor\, volume e materialidade por meio de trabalhos que investigam a ilusão espacial e a experiência imersiva do espectador . \nEntre os destaques estão esculturas em aço inoxidável polido que desestabilizam a presença do espectador\, como Non Object (Plane) (2010) e Double Vertigo (2012). Já em Untitled (2023)\, um cubo com vazio central amplia a investigação do artista sobre o vazio e a percepção. A exposição reforça a ideia de escultura como experiência que se constitui na relação entre corpo\, espaço e luz.
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LOCATION:Lisson Gallery\, 508 W 24th St\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"A Theatre For Dreamers" de Rita Maikova e Tamsin Morse em Londres
DESCRIPTION:A Theatre For Dreamers\, em cartaz na Kristin Hjellegjerde Gallery\, em Londres\, reúne pinturas de Rita Maikova e Tamsin Morse em uma exposição que investiga o poder da narrativa como ferramenta para imaginar novas formas de existir. \nA artista ucraniana Rita Maikova apresenta obras marcadas por dimensões íntimas e simbólicas\, nas quais criaturas fantásticas emergem como figuras protetoras e regenerativas. Suas pinturas articulam temas como maternidade\, memória e renascimento\, combinando elementos naturais\, corpos híbridos e atmosferas oníricas que evocam processos de cura\, transformação e resistência diante da instabilidade do mundo contemporâneo. \nJá Tamsin Morse constrói composições densas que entrelaçam referências da história da arte\, da mitologia e da cultura atual\, criando cenas que oscilam entre beleza\, violência e incerteza. Em paisagens fluidas e narrativas fragmentadas\, figuras e símbolos surgem em constante mutação\, questionando a forma como histórias e realidades são construídas e percebidas.
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LOCATION:Kristin Hjellegjerde Gallery\, 2 Melior Place\, Londres\, Inglaterra\, Reino unido
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SUMMARY:"The Journey" de Lilian Thomas Burwell em Nova York
DESCRIPTION:A Berry Campbell em Nova York apresenta Lilian Thomas Burwell: The Journey\, terceira exposição dedicada à artista na galeria de arte. A mostra revisita a trajetória de Burwell\, reunindo pinturas\, esculturas murais e instalações produzidas entre as décadas de 1960 e 2000\, evidenciando a passagem de sua prática da pintura bidimensional para ambientes tridimensionais imersivos. \nNo centro da exposição está Orison Piece (1982)\, instalação monumental composta por 24 elementos que marca um ponto decisivo em sua carreira ao transformar o espectador em participante ativo da obra\, convidado a atravessar e habitar o espaço artístico. \nArtista e educadora\, Burwell sempre compreendeu a arte como processo evolutivo baseado na experimentação material\, na intuição e na construção de relações humanas por meio da experiência estética. Seu trabalho recente vem recebendo renovada atenção institucional e crítica\, destacando sua relevância para a história da abstração americana.
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LOCATION:Berry Campbell\, 524 W 26th Street\, Nova York\, United States
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SUMMARY:"A flower in the ending" de Donyel Ivy-Royal na David Peter Francis
DESCRIPTION:A exposição A flower in the ending\, primeira individual em Nova York de Donyel Ivy-Royal\, reúne obras que transitam entre pintura\, fotografia\, som e instalação. O artista\, baseado no Brooklyn\, constrói uma prática que articula passado e presente por meio de imagens pessoais\, referências históricas e fragmentos do cotidiano\, criando composições que operam como tributos íntimos a lugares\, afetos e experiências. \nPartindo de uma linguagem desenvolvida no graffiti\, Ivy-Royal incorpora a ideia de impermanência como elemento central de seu processo. Superfícies urbanas\, fotografias digitais e analógicas e registros sonoros tornam-se matéria-prima para obras que são continuamente construídas e desfeitas. Em muitas pinturas\, o artista remove camadas de tinta\, revelando vestígios de imagens anteriores e criando uma tensão entre presença e apagamento — um gesto que ecoa tanto processos urbanos quanto dinâmicas da memória. \n 
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LOCATION:David Peter Francis\, 35 East Broadway #3F\, Nova York\, United States
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SUMMARY:"Drawing into Painting" de Lucian Freud na National Portrait Gallery
DESCRIPTION:National Portrait Gallery\, em Londres\, exibe obras de Lucian Freud em Drawing into Painting\, a mais abrangente exposição britânica dedicada aos trabalhos em papel do artista. \nA mostra percorre a obsessão do artista com o rosto e a figura humana dos anos 1930 ao início do século XXI\, explorando seu domínio do desenho em todas as suas formas: lápis\, caneta\, tinta\, carvão e água-forte. \nUm grupo criteriosamente selecionado de pinturas importantes revela o diálogo dinâmico entre a prática em papel e em tela. A exposição inclui obras vistas em público pela primeira vez. As 12 novas aquisições do espólio de Freud pela National Portrait Gallery — entre elas 8 águas-fortes\, as primeiras do artista nesse meio a integrar a coleção da instituição — reforçam o caráter histórico da mostra.
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LOCATION:National Portrait Gallery\, St. Martin's Pl\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Le lent demain" em Air de Paris
DESCRIPTION:Inspirada no filme Absences Répétées (1972)\, de Guy Gilles\, a exposição Le lent demain constrói um ambiente imersivo que atravessa temas como solidão\, memória e introspecção. \nA mostra parte da figura do protagonista François — um jovem em crise\, isolado em seu quarto — para elaborar um espaço expositivo que funciona como extensão dessa experiência: um território suspenso entre diário íntimo e ficção\, onde passado e presente coexistem. Reunindo artistas latino-americanos\, a exposição propõe obras que revisitam experiências pessoais e deslocam a percepção do tempo\, criando composições fragmentadas em que memória e imaginação se entrelaçam. \nVídeos\, objetos\, imagens e referências literárias e musicais se sobrepõem em um cenário que remete a um quarto reconstruído — espaço doméstico transformado em lugar de reflexão\, ausência e desejo. Trabalhos como os de Alejandro Cesarco\, Nicolas Aguirre\, Hudinilson Jr. e Isadora Soares Belletti evocam a passagem do tempo\, a fragilidade do corpo e a presença constante da morte como horizonte. \n 
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LOCATION:Air de Paris\, 43 rue de la Commune de Paris\, Paris\, France
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SUMMARY:100 anos de Wallace Berman na Michael Kohn Gallery
DESCRIPTION:A galeria Michael Kohn\, em Los Angeles\, apresenta It Don’t Mean a Thing (If It Ain’t Got That Swing)\, exposição que celebra o centenário de Wallace Berman\, com curadoria de seu filho Tosh Berman. A mostra reúne obras Verifax raras encontradas no ateliê do artista após sua morte\, há 50 anos. \nEm 1963\, Berman recebeu de presente uma máquina Verifax — um tipo de fotocopiadora — e passou a utilizá-la para criar colagens fotográficas de grande inventividade. Como escreve Tosh Berman\, “Wallace transformou o produzido em massa em algo íntimo e enigmático.” \nArtista underground que evitou deliberadamente as galerias após ser preso durante sua primeira exposição na Ferus Gallery em 1957\, Berman vendeu suas obras diretamente a colecionadores e chegou a figurar na capa do Sgt. Pepper’s dos Beatles.
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LOCATION:Michael Kohn Gallery\, 1227 North Highland Ave\, Los Angeles\, United States
CATEGORIES:Los Angeles
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SUMMARY:"Humid traces" em Ford Foundation
DESCRIPTION:Reunindo artistas de diferentes partes do mundo\, Humid Traces chega à Ford Foundation Gallery de Nova York com curadoria de Federico Pérez Villoro para investigar de que maneira corpos d’água são transformados em fronteiras num contexto de temperaturas em alta e eventos climáticos extremos. Por meio de instalação imersiva\, som\, fotografia\, vídeo e visualização de dados\, a mostra produz evidências sobre os efeitos violentos das tecnologias usadas para controlar a migração. \nAs obras recorrem à memória material da água como registro vivo. Longe de tratar o elemento como mero cenário\, os artistas partem de nossa relação mais íntima com a água — compreendida como uma malha indivisível e compartilhada — para expor as contradições de um mundo que\, ao mesmo tempo\, sofre com sua escassez e a instrumentaliza como ferramenta de divisão e exclusão.
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LOCATION:Ford Foundation Gallery\, 320 E 43rd St\, Nova York\, Brazil
CATEGORIES:Nova York
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SUMMARY:Leonora Carrington em Paris
DESCRIPTION:A exposição dedicada a Leonora Carrington apresenta o legado multifacetado da artista britânica\, reconhecida como figura central do surrealismo e pioneira de uma prática artística marcada por feminismo\, espiritualidade e consciência ambiental. \nReunindo 126 obras\, a mostra — primeira grande retrospectiva exclusivamente dedicada à artista na França — percorre sua trajetória desde a Inglaterra natal até sua consagração no México\, país onde consolidou uma produção singular situada entre mito\, esoterismo e imaginação onírica. \nOrganizada em abordagem cronológica e temática\, a mostra evidencia momentos decisivos de sua formação\, como o contato com a arte renascentista em Florença\, suas raízes celtas e pós-vitorianas e sua inserção no círculo surrealista francês.
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LOCATION:Musée du Luxembourg\, 19 Rue de Vaugirard\, Paris\, França
CATEGORIES:Paris
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SUMMARY:"Recording Angel" de Bruce Conner em Los Angeles
DESCRIPTION:A exposição de arte Recording Angel apresenta uma seleção de sete dos filmes mais emblemáticos do artista norte-americano Bruce Conner (1933–2008)\, projetados em sequência alternada em quatro telas na Marciano Art Foundation. \nFigura central da contracultura norte-americana do pós-guerra\, Conner desenvolveu uma prática multidisciplinar que transitava entre assemblage\, pintura\, colagem\, fotografia e cinema experimental\, sempre sem hierarquias entre meios. Seus filmes\, iniciados no final dos anos 1950\, tornaram-se particularmente influentes por incorporar imagens encontradas e reeditadas — fragmentos de seriados\, cinejornais\, material documental e registros diversos — criando montagens rápidas e incisivas que anteciparam técnicas hoje amplamente associadas à cultura do remix e ao videoclipe. \nEntre as obras apresentadas estão A Movie (1958)\, considerado um marco do cinema experimental por reunir imagens díspares em uma crítica à cultura visual de massa\, e Crossroads (1976)\, montagem hipnótica de imagens documentais dos testes nucleares realizados no Atol de Bikini em 1946.
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LOCATION:Marciano Art Foundation\, 4357 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Fruit Basket" de Luc Tuymans em Los Angeles
DESCRIPTION:A exposição The Fruit Basket\, de Luc Tuymans\, dá continuidade às investigações iniciadas em The Barn (2023)\, aprofundando a reflexão do artista sobre a crescente fusão entre imagem e realidade na contemporaneidade. \nApresentada inicialmente em Nova York\, aborda o sentimento de fratura social e cultural que atravessa os Estados Unidos hoje\, explorando a experiência mediada por telas\, fotografias e fluxos visuais digitais. Por meio de variações formais e de uma paleta cuidadosamente modulada\, Tuymans constrói uma atmosfera marcada pela instabilidade perceptiva e pela dissolução das certezas visuais. \nA pintura monumental The Fruit Basket (2025)\, sintetiza essa investigação: uma natureza-morta fragmentada em nove partes\, baseada em uma fotografia de celular de frutas em processo de fermentação. Ao invés de invocar abundância\, transforma-se em um memento mori\, expondo decadência e finitude.
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LOCATION:David Zwirner LA\, 606-616 N Western Avenue\, Los Angeles\, Califórnia
CATEGORIES:Los Angeles
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SUMMARY:"Eau" de Ana Silva em Bérgamo
DESCRIPTION:A artista angolana-portuguesa Ana Silva inaugura Eau\, sua primeira exposição individual na GAMeC\, em Bérgamo\, reunindo um novo conjunto de obras que exploram o têxtil como território de memória\, crítica social e reinvenção material. Partindo de um bordado tradicional africano historicamente praticado exclusivamente por homens\, a artista intervém manualmente nessas superfícies e assume também o papel de bordadora\, promovendo uma inversão simbólica do gesto original e incorporando questões de autoria\, identidade e herança cultural em suas peças. \nDesenvolvida em colaboração com bordadeiras da região de Bérgamo\, a exposição aprofunda a investigação da artista sobre a crise global da água\, evidenciando desigualdades no acesso a esse recurso essencial. Ao contrastar a delicadeza do bordado com a urgência ambiental e social do tema\, Eau propõe uma reflexão crítica sobre sustentabilidade e justiça hídrica. A mostra integra ainda o momento de transição curatorial da GAMeC e dialoga com o programa Pedagogy of Hope\, que enfatiza o potencial educativo e transformador da arte contemporânea.
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LOCATION:Galleria d’Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo\, Via San Tomaso\, 53\, Bérgamo\, Italy
CATEGORIES:Bérgamo,Destaque
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SUMMARY:Claude Monet no Tate Modern
DESCRIPTION:Tate Modern\, em Londres\, apresenta exposição dedicada a Claude Monet\, reunindo pinturas provenientes de coleções internacionais\, com obras raramente exibidas ao público. A mostra propõe uma nova leitura do artista ao relacionar sua produção às transformações da modernidade — como a industrialização\, o crescimento das cidades e a padronização do tempo — que marcaram a Europa no final do século XIX. \nO percurso expositivo destaca como Monet incorporou essas mudanças em sua pintura ao buscar capturar o instante fugaz\, característica central do impressionismo. Obras como Arrival of the Normandy Train\, Gare Saint-Lazare (1877) exemplificam esse interesse pelo movimento e pela velocidade\, enquanto séries como Poplars on the Epte (1891–1897) revelam sua investigação sobre variações de luz e tempo a partir de um mesmo motivo\, explorando a repetição como método. \nA exposição também evidencia a relação duradoura do artista com a natureza\, especialmente em sua fase em Giverny\, onde desenvolveu a célebre série das Nymphéas (Nenúfares). Nessas pinturas\, o tempo deixa de ser apenas instante para se tornar duração contínua\, refletida nas mudanças sazonais e na observação prolongada da paisagem\, consolidando uma das investigações mais radicais da pintura moderna.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, London SE1 9TG\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:Zoravia Bettiol na Habitart em Porto Alegre
DESCRIPTION:A artista gaúcha Zoravia Bettiol inaugura\, na galeria Habitart\, em Porto Alegre\, sua primeira exposição após completar 90 anos de vida e 76 anos de carreira. Intitulada Invenções e Interpretações nos 76 anos de arte de Zoravia Bettiol\, a mostra reúne 32 obras representativas de diferentes fases de sua trajetória\, evidenciando a amplitude de sua produção artística. \nO conjunto apresenta múltiplas técnicas — como xilogravura\, gravura digital\, desenho\, arte têxtil e design de mobiliário — além de trabalhos pertencentes a séries marcantes como Deuses Olímpicos\, Romeu e Julieta e Verde que te quero verde. \nReconhecida por uma produção plural e experimental\, presente em acervos nacionais e internacionais\, a artista revisita décadas de investigação estética pautadas pela construção de uma linguagem própria e pelo diálogo entre arte\, cultura e imaginação. A exposição destaca ainda peças de design autoral\, como as cadeiras esculturais Rainha de Copas e Rei de Copas\, reforçando a dimensão interdisciplinar de sua obra.
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LOCATION:Habitart\, R. Cel. Armando Assis\, 286\, Porto Alegre\, Brazil
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SUMMARY:"Tracey Emin - A Second Life" na Tate Modern em Londres
DESCRIPTION:A Second Life apresenta um panorama abrangente de 40 anos da trajetória artística de Tracey Emin\, reunindo obras emblemáticas ao lado de trabalhos inéditos que evidenciam a força e a continuidade de sua prática. Por meio de pintura\, vídeo\, têxteis\, neons\, escrita\, escultura e instalação\, Emin reafirma sua posição como uma das artistas contemporâneas mais influentes de sua geração\, explorando o corpo feminino como território de experiência\, memória e transformação. \nProjetada ao centro do debate artístico internacional nos anos 1990 com obras icônicas como My Bed\, Emin redefiniu os limites entre vida pessoal e produção artística. Sua abordagem radicalmente autobiográfica\, marcada pela exposição direta da intimidade e pela recusa em separar o privado do público\, tornou-se um marco cultural na arte britânica e consolidou sua relevância no cenário global. \nA mostra destaca o caráter confessional e visceral que atravessa toda a sua obra\, abordando temas como amor\, trauma\, desejo e cura. Ao mesmo tempo\, evidencia o papel central da pintura em sua trajetória\, apresentando trabalhos recentes que sintetizam décadas de investigação artística e revelam como Emin transforma experiências pessoais em linguagem estética universal.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, London SE1 9TG\, Londres\, Reino unido
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