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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Emily Kam Kngwarray" na Tate Modern
DESCRIPTION:Emily Kam Kngwarray\, ”Ntang Dreaming”\, 1989. National Gallery of Australia. © Estate of Emily Kam Kngwarray / DACS 2024\, Todos os direitos reservados\n\n\n\n\nA renomada artista australiana Emily Kam Kngwarray (c. 1914–1996) criou obras poderosas e impactantes que refletem sua vida extraordinária como mulher Anmatyerr\, nascida em Alhalker\, na região de Sandover\, no Território do Norte da Austrália. \nReconhecida como uma das pintoras mais importantes surgidas no final do século XX\, sua experiência de vida e sua profunda conexão cultural com seu Country foram traduzidas inicialmente em vibrantes batiks e\, posteriormente\, em pinturas monumentais sobre tela. Para os Povos Aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres\, o conceito de Country abrange as terras\, os céus e as águas aos quais estão profundamente conectados há incontáveis gerações. Country é um lugar compartilhado de origens espirituais\, sociais e geográficas. A obra de Kngwarray incorpora seu conhecimento minucioso dos territórios onde viveu ao longo da vida\, com padrões sobrepostos que representam as plantas\, os animais e as formações geológicas que compõem os ecossistemas do deserto ao seu redor. \nA exposição apresenta ricos têxteis\, pinturas\, filmes e elementos sonoros que expressam a dimensão expansiva do Country Ancestral e da cultura de Kngwarray. \nRealizada em colaboração com a National Gallery of Australia (NGA)\, esta será a primeira grande mostra dedicada à obra de Kngwarray na Europa\, celebrando sua carreira extraordinária como uma das maiores artistas da história da Austrália. \nExposição organizada pela Tate Modern e pela National Gallery of Australia\, a partir de uma curadoria de Kelli Cole (povos Warumungu e Luritja) e Hetti Perkins (povos Arrernte e Kalkadoon). A mostra Emily Kam Kngwarray na Tate Modern é curada por Kelli Cole.
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SUMMARY:"Tempurã" de Juliana dos Santos na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Fotos no Atelie de Juliana so Santos no dia 05/08/2025 para Pinacoteca de São Paulo. Créditos: Levi Fanan\n\n\n\n\nSão Paulo\, 19 de agosto – Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, tem o prazer de anunciar o lançamento de um programa anual de residência artística em parceria com a CHANEL\, dedicado a fortalecer e impulsionar as trajetórias criativas de mulheres artistas. \nEssa nova iniciativa estreia com a aclamada artista visual Juliana dos Santos (1987\, São Paulo\, Brasil)\, cujo trabalho inovador estabelece pontes entre arte e educação. Sua primeira exposição individual em uma instituição\, intitulada Temporã\, será inaugurada em 23 de agosto na Galeria Praça\, localizada no edifício da Pina Contemporânea. \nAnualmente\, a residência selecionará uma artista mulher de destaque — atuando em qualquer disciplina ou linguagem —\, oferecendo mentoria especializada por meio da rede CHANEL Art Partners e uma plataforma para o desenvolvimento de sua prática artística. O programa inclui também uma exposição individual na Pinacoteca\, promovendo visibilidade e apoio fundamentais às vozes criativas femininas. \nA prática artística de Juliana dos Santos é marcada pela pesquisa do pigmento azul extraído da flor Clitoria ternatea\, que a artista utiliza como lente poética para explorar a cor como experiência sensorial. Sua pesquisa transita entre arte\, história e educação\, com foco especial nas estratégias desenvolvidas por artistas negras para transpor os limites tradicionais da representação. \nPara sua exposição na Pinacoteca\, dos Santos amplia sua investigação a outros pigmentos naturais\, como a catuaba\, a erva-mate e o pau-brasil\, criando pinturas vibrantes e fluidas que convidam o público a experimentar a cor de maneira renovada. \n“Juliana dos Santos explora os limites da abstração e do tempo. A partir do azul da flor\, a artista ancora sua obra na impermanência: o pigmento natural oxida com o tempo\, transformando-se diante dos olhos do público. Sua obra é\, assim\, dinâmica e performativa: ela semeia a cor sobre a superfície pictórica\, que então segue seu próprio caminho imprevisível\, como um rio que corre e deságua em um oceano de possibilidades”\, explica a curadora Lorraine Mendes. \nEste programa de residência reflete o compromisso compartilhado entre a Pinacoteca e a CHANEL em fomentar a expressão criativa e amplificar as vozes de mulheres artistas\, no Brasil e além.
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SUMMARY:"A terra\, o fogo\, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Wifredo Lam\, “Arbre de plume”\, do álbum Pleni Luna\, 1974. Coleção Édouard Glissant\n\n\n\n\nO Ministério da Cultura\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)\, e o Instituto Tomie Ohtake apresentam a exposição A terra\, o fogo\, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant\, que conta com o patrocínio do Nubank\, Mantenedor Institucional do Instituto Tomie Ohtake\, da SKY\, na cota Bronze\, e da Fundação Norma y Leo Werthein\, na cota Apoio. Concebida como um museu em movimento e dedicada à obra e ao pensamento do poeta\, filósofo e ensaísta martinicano Édouard Glissant (1928–2011)\, a exposição integra a Temporada França-Brasil 2025 como um de seus principais destaques. A iniciativa de intercâmbio cultural é promovida pelo Instituto Francês e pelo Instituto Guimarães Rosa (Itamaraty)\, com o apoio de um comitê formado por 15 empresas: Engie\, LVMH\, ADEO\, JCDecaux\, Sanofi\, Airbus\, CMA CGM\, CNP Seguradora\, L’Oréal\, TotalEnergies\, Vinci\, BNP Paribas\, Carrefour\, VICAT e SCOR. Com curadoria de Ana Roman e Paulo Miyada\, a mostra é uma realização do Instituto Tomie Ohtake\, correalização do Mémorial ACTe\, do Édouard Glissant Art Fund e do Institut Tout-Monde\, além de parceria com o CARA — Center for Art\, Research and Alliances e apoio institucional do Institut Français. \nParte da pesquisa de longo prazo do Instituto Tomie Ohtake em torno da produção de memória\, a exposição dá sequência a iniciativas recentes como a mostra Ensaios para o Museu das Origens (2023) e o seminário “Ensaios para o Museu das Origens – Políticas da memória” (2024)\, que reuniu representantes de museus\, arquivos e comunidades em um intenso debate sobre preservação e cidadania. \nCom seu título inspirado na antologia poética La Terre\, le feu\, l’eau et les vents (2010)\, organizada pelo escritor martinicano\, a mostra ensaia o que seria um “Museu da Errância”. Errância é uma vivência da Relação: recusa filiações únicas e propõe o museu como arquipélago – espaço de rupturas\, apagamentos e reinvenções sem síntese forçada. Contra genealogias rígidas\, propõe-se uma memória em trânsito\, feita de alianças provisórias\, traduções e tremores – um processo institucional movido pelo encontro entre tempos\, territórios e linguagens. Ainda que Glissant tenha deixado fragmentos de sua visão para um museu do século 21\, não chegou a concretizá-lo. A curadoria imagina como poderia ser esse Museu da Errância em uma mostra de múltiplas camadas e conexões inesperadas entre obras\, documentos e paisagens. As duas ideias-chave da organização da montagem da exposição são a palavra da paisagem e a paisagem da palavra\, concebidas a partir da concepção de Glissant de “parole du paysage”. Como apontam em texto\, “No primeiro caso\, o território infiltra-se na fala; no segundo\, a linguagem se projeta no espaço\, convertendo signos\, letras e códigos em relevo\, clima ou correnteza”. Para o poeta\, a paisagem não é apenas cenário externo\, mas força ativa que molda memórias\, gestos e linguagens. \nAlém disso\, estão presentes em frases\, manuscritos e entrevistas do autor outras ideias como Todo-mundo\, crioulização\, arquipélago\, tremor\, opacidade\, palavra da paisagem e aqui-lá. Para a curadoria\, que trabalhou em contínuo diálogo com Sylvie Séma Glissant\, trata-se de um arco de assuntos interligados com profunda relevância no mundo contemporâneo\, que mais uma vez se vê permeado por discursos e medidas de intolerância perante o diverso e incapaz de criar canais de escuta dos Elementos naturais e das paisagens ameaçados de destruição. \nÉ nesse horizonte que se apresenta\, pela primeira vez no Brasil\, parte da coleção pessoal reunida por Glissant e atualmente preservada no Mémorial ACTe\, em Guadalupe. O conjunto inclui pinturas\, esculturas e gravuras de artistas com quem o pensador conviveu e sobre os quais escreveu\, como Wifredo Lam\, Roberto Matta\, Agustín Cárdenas\, Antonio Seguí\, Enrique Zañartu\, José Gamarra\, Victor Brauner e Victor Anicet\, entre outros. São artistas de crescente reconhecimento internacional\, que viveram trajetórias de diáspora e imigração\, e produziram em trânsito entre línguas\, linguagens\, paisagens e histórias múltiplas. Trata-se de um valioso recorte da produção artística da segunda metade do século 20\, que lida com o imaginário\, a figuração\, a linguagem e as grafias como recursos carregados de traços de memória\, identidade e invenção. \nÀ coleção de obras somam-se documentos\, cadernos\, vídeos e fragmentos de textos e entrevistas de Glissant\, igualmente inéditos. Entre eles\, destaca-se o Caderno de uma viagem pelo Nilo (1988) – com notas e desenhos em fac-símile – que vai além do registro de viagem para se tornar um exercício poético-filosófico\, no qual o autor questiona a ideia de uma origem única e propõe a noção de origens múltiplas. A mostra apresenta também trechos da extensa entrevista concedida em 2008 a Patrick Chamoiseau\, escritor martinicano e parceiro intelectual de Glissant\, da qual resultou o monumental Abécédaire. O público poderá conferir dezessete verbetes selecionados pela curadoria\, exibidos em seis monitores distribuídos pela exposição. Esses materiais revelam como o poeta elaborava suas ideias no cruzamento entre escrita\, oralidade e imagem. \nEste extenso e rico acervo é apresentado em diálogo com trabalhos de mais de 30 artistas contemporâneos das Américas\, Caribe\, África\, Europa e Ásia — nomes como Chico Tabibuia\, Emanoel Araújo\, Federica Matta\, Frank Walter\, Julien Creuzet\, Manthia Diawara\, Melvin Edwards\, Sheila Hicks\, Rebeca Carapiá\, Pol Taburet\, Tiago Sant’Ana\, entre outros — que convocam o público a experimentar\, de forma sensorial\, o entrelaçamento entre paisagem\, linguagem e memória. Nas palavras dos curadores: “Entre as peças selecionadas há partituras visuais que serpenteiam pelas paredes como cordilheiras\, vídeos em que frases viram espuma marítima e instalações sonoras que transformam poemas em ar e vibração”. Parte dessa proposta inclui ainda obras especialmente comissionadas para a exposição\, realizadas por Aislan Pankararu\, Pedro França e Rayana Rayo\, do Brasil\, e por Arébénor Basséne\, Hamedine Kane\, Nolan Oswald Dennis\, Pol Taburet\, Kelly Sinnapah Mary e Tarik Kiswanson\, de diferentes contextos internacionais\, ampliando as vozes e perspectivas que atravessam a mostra. \nPara setembro\, está programado o lançamento de um catálogo\, em português e em inglês – cuja edição em inglês está sendo coeditada pelo CARA – que reúne textos das instituições parceiras\, ensaio curatorial de Ana Roman e Paulo Miyada\, verbetes sobre os artistas participantes\, além da transcrição de trechos do Abécédaire. O volume inclui também o manuscrito Caderno de uma viagem pelo Nilo\, de Glissant\, assim como legendas técnicas e ficha detalhada da exposição. Em novembro\, no Instituto Tomie Ohtake\, a programação se completa com um seminário com a participação de alguns dos artistas da exposição e com importantes intelectuais que dialogam com a obra de Glissant. \nO projeto contempla\, ainda\, uma residência artística na Martinica\, realizada em agosto de 2025\, com a participação de Rayana Rayo e Zé di Cabeça (José Eduardo Ferreira Santos). Os frutos dessa vivência\, que conta com o apoio da Coleção Ivani e Jorge Yunes e do Instituto Guimarães Rosa\, darão origem a intervenções em diálogo com a coleção de arte africana do MON – Museu Oscar Niemeyer\, em Curitiba. O evento também integra a Temporada França Brasil. No primeiro semestre de 2026\, a exposição tem itinerância prevista para Nova York\, no CARA — Center for Art\, Research and Alliances. \nLista completa de artistas participantes: \nAgustín Cárdenas\, Aislan Pankararu\, Amoedas Wani e Patrice Alexandre\, Antonio Seguí\, Arébénor Basséne\, Cesare Peverelli\, Chang Yuchen\, Chico Tabibuia\, Eduardo Zamora\, Emanoel Araújo\, Enrique Zañartu\, Ernest Breleur\, Etienne de France\, Federica Matta\, Flavio-Shiró\, Florencia Rodriguez Giles\, Frank Walter\, Gabriela Morawetz\, Geneviève Gallego\, Gerardo Chávez\, Hamedine Kane\, Irving Petlin\, Jean-Claude Garoute (Tiga)\, José Gamarra\, Julien Creuzet\, Kelly Sinnapah Mary\, M. Emile\, Manthia Diawara\, Mélinda Fourn\, Melvin Edwards\, Minia Biabiany\, Nolan Oswald Dennis\, Öyvind Fahlström\, Pancho Quilici\, Paul Mayer\, Pedro França\, Pol Taburet\, Raphaël Barontini\, Rayana Rayo\, Rebeca Carapiá\, Roberto Matta\, Serge Hélénon\, Sheila Hicks\, Sylvie Séma Glissant\, Tarik Kiswanson\, Tiago Sant’Ana\, Victor Anicet\, Victor Brauner\, Wifredo Lam\, Zé di Cabeça (José Eduardo Ferreira Santos). 
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LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, Rua Coropé\, 88 - Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Histórias da ecologia” no MASP
DESCRIPTION:Aycoobo Wilson Rodríguez\, “Calendário”\, 2024. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta Histórias da ecologia\, de 4 de setembro a 1 de fevereiro de 2026. A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi e reúne mais de 200 obras de artistas\, ativistas e movimentos sociais de 28 países\, como Colômbia\, Islândia\, Japão\, Nova Zelândia\, Peru e Turquia. A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam\, colocando em diálogo trabalhos de comunidades\, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos. \nA escolha curatorial se afasta da concepção de uma natureza apartada da sociedade ou que compreende o ser humano como hierarquicamente superior. “É comum que meio ambiente e ecologia sejam tratados como sinônimos. No entanto\, escolhemos ecologia para abranger um sistema de relações entre humanos e mais que humanos — animais\, plantas\, rios\, florestas\, montanhas\, fungos e minerais. Não conseguimos pensar a natureza separada do humano”\, diz André Mesquita\, curador\, MASP. \nA curadoria de André Mesquita e Isabella Rjeille\, curadores\, MASP\, revela perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global\, propondo uma reflexão política sobre o tema ao evidenciar o fator humano e as implicações de marcadores sociais da diferença\, como gênero\, raça e classe. A exposição é dividida em cinco núcleos temáticos que seguem uma ordem linear: Teia da vida; Geografias do tempo; Vir-a-ser; Territórios\, migrações e fronteiras; e Habitar o clima.  \nTeia da vida aborda diferentes percepções dessa rede de inter-relações — das cosmovisões indígenas às disputas por poder\, influência e território. A obra The Political Life of Plants (2021) retrata complexos entrecruzamentos entre as plantas e outros seres. O vídeo acompanha o artista Zheng Bo (China\, 1974) em uma caminhada por uma floresta de faias em Bradenburgo\, na Alemanha. Durante o percurso\, Bo conversa com os cientistas Matthias Rillig\, especialista em biodiversidade e ecologia do solo\, e Roosa Laitinen\, que investiga a plasticidade genética das plantas. Os temas de suas pesquisas se entrelaçam às reflexões do artista e aos sons e imagens da floresta. \nGeografias do tempo reúne olhares indígenas\, afrodiaspóricos\, rurais e urbanos sobre a terra e o cosmos\, a vida e a morte\, a regeneração e o cuidado. A obra Calendário (2024)\, de Aycoobo (Wilson Rodríguez) (La Chorrera\, Colômbia\, 1967)\, artista nonuya-muinane\, traz uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. O desenho revela um sistema de marcação temporal que transcende a lógica linear ocidental\, associando a passagem do tempo às transformações vividas pelas árvores\, plantas\, animais e rios da floresta amazônica. Já Ana Amorim (São Paulo\, 1956) tem uma abordagem íntima e processual da temporalidade urbana. Em Passage of Time Study (2018)\, durante todas as noites\, por um período de um mês\, a artista brasileira registra o mapa do seu dia e um número localizador. O resultado é um conjunto de 31 desenhos feitos com caneta esferográfica sobre papel. \nVir-a-ser investiga as relações entre seres humanos e mais-que-humanos\, além de modos simbólicos\, espirituais e materiais que estruturam esses vínculos. A série de desenhos Tentativas de criar asas (década de 2000)\, de Rosana Paulino (São Paulo\, 1967)\, evoca seres híbridos em constante transformação – trata-se de figuras femininas que tecem teias\, rompem casulos ou ganham asas\, libertando-se de estruturas que já não lhes servem mais\, à semelhança de alguns insetos. A série fotográfica Corpoflor (2016-presente) propõe um hibridismo radical entre o corpo humano e o de outros seres da natureza. Em retratos e autorretratos\, Castiel Vitorino Brasileiro (Vitória\, ES\, 1996) revela corporalidades imprevistas que transcendem as normas de gênero e sexualidade\, criando formas de existir que resistem às categorizações binárias impostas pela sociedade. \nTerritórios\, migrações e fronteiras se debruça sobre os deslocamentos forçados\, fluxos migratórios e fronteiras físicas e sociais. A escultura Refugee Astronaut XI (2024)\, de Yinka Shonibare (Londres\, 1962)\, representa migrantes\, estrangeiros e refugiados contemporâneos. Desde 2015\, o artista produz figuras em tamanho real de astronautas nômades\, equipados com capacetes e vestidos com uma roupa espacial cujos tecidos se inspiram nos padrões africanos. Esses personagens parecem vagar sem rumo\, à deriva\, entre mundos devastados. Os astronautas de Shonibare carregam os traumas da crise climática e dos ecocídios que expulsam milhões de seus territórios de origem. \nHabitar o clima sintetiza e\, ao mesmo tempo\, amplia questões centrais presentes nos demais núcleos de Histórias da ecologia. Nele estão reunidos trabalhos de artistas\, coletivos e movimentos que investigam táticas de ocupar\, experienciar e imaginar radicalmente a cidade e o campo. A instalação inédita Descida da terra/trabalho das águas (2025)\, de Cristina T. Ribas (São Borja\, RS\, 1980)\, reflete sobre os efeitos das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul em 2023 e 2024. O trabalho comissionado pelo MASP consiste em um tecido translúcido suspenso diagonalmente no espaço expositivo\, impresso com imagens que revelam como as águas redesenharam a geografia de rios\, lagos e bacias hidrográficas\, impactando mais de 650 mil pessoas.  \n“Histórias da ecologia transita entre diferentes saberes: o geológico\, o biográfico\, o ancestral\, o espiritual\, o comunitário\, o local\, o planetário. Essas intersecções ampliam a visão sobre o que está em jogo na atual crise climática — não como um evento isolado\, mas enraizado em estruturas coloniais e patriarcais que condicionam os modos de habitar o planeta”\, afirma Isabella Rjeille.  \nHistórias da ecologia é o tema do ciclo curatorial de 2025. A programação do ano também inclui as mostras de Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Abel Rodríguez\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e Mulheres Atingidas por Barragens.  \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22)\, Histórias Indígenas (2023) e Histórias LGBTQIA+ (2024).
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Portais\, Passadiços e Pomanders: Gilbertto Prado e Poéticas digitais" no MAC USP
DESCRIPTION:“Desluz”\, 2009. Gilbertto Prado e Poéticas Digitais. Galeria Expandida – (08.04.2010) – Luciana Brito Galeria\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta\, a partir de 13 de setembro\, a exposição Portais\, Passadiços e Pomanders: Gilbertto Prado e Poéticas digitais\, com 11 trabalhos em que se entrelaçam o visível e o invisível\, o orgânico e o maquínico\, o sensorial e o digital em experiências que tensionam fronteiras e ativam formas de coexistência. As curadoras Ana Magalhães e Priscila Arantes observam que “há espaços que não se limitam à sua territorialidade: são passagens\, zonas de transição\, portais entre mundos e estados de presença. Heterotopias.” A exposição propõe uma travessia por esses “entre espaços”.  \nGilbertto Prado é um artista pioneiro no Brasil em arte telemática e arte em rede que desenvolve\, desde os anos 1980\, obras que exploram meios diversos como fax\, arte postal\, realidade virtual e redes digitais. Sua trajetória é inseparável da própria história da artemídia no país. Os trabalhos apresentados na exposição foram criados em colaboração com o grupo de pesquisa Poéticas Digitais que Gilbertto fundou e coordena há mais de uma década\, \nAqui\, os portais abrem-se como convites à transição entre o dentro e o fora do espaço expositivo\, entre o físico e o digital\, entre o museu e seus territórios. Os passadiços são linhas tênues\, pontes\, travessias por onde se cruzam temporalidades\, culturas e técnicas. O pomander\, artefato criado na Europa medieval para filtrar os odores do mundo e proteger o corpo por meio do aroma\, ressurge como tecnologia sensível; presença olfativa que ativa memórias e conecta corpos\, ambientes e dispositivos em uma rede de afetos. \n“Cada obra da exposição ativa uma tecnologia diversa – ancestral\, vegetal\, eletrônica\, algorítmica – para nos colocar em contato com dimensões sensíveis da experiência que escapam à nossa percepção imediata”\, comentam as curadoras. Entrelaçando arte e natureza\, muitas das obras evocam formas de inteligência vegetal e forças invisíveis que regem o mundo natural. Essas criações operam em diálogo com a natureza traduzindo seus ritmos\, sutilezas e transformações em experiências sensoriais e tecnológicas que “nos convidam a repensar nossos modos de habitar o mundo: a abrir espaço para novas formas de coexistência com a terra\, os ciclos da natureza e tudo aquilo que pulsa além da centralidade humana”\, completam as curadoras.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Theatre Picasso" na Tate Modern
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, “As Três Bailarinas”\, 1925. Tate. © Succession Picasso / DACS 2024\n\n\n\n\nPablo Picasso era fascinado por performers e por sua capacidade de se transformar. Ele se inspirava nos dançarinos\, artistas e toureiros que pintava\, e deles emprestou elementos para criar sua própria persona pública: Picasso\, o Artista. \nMarcando o centenário de sua famosa pintura As Três Bailarinas\, esta exposição\, encenada pela consagrada artista contemporânea Wu Tsang e pelo autor e curador Enrique Fuenteblanca\, lança uma nova luz sobre a obra de Picasso. Eles transformarão o espaço expositivo em um teatro para apresentar mais de 45 obras de Picasso da coleção da Tate\, ao lado de empréstimos importantes de instituições europeias. A mostra inclui pinturas\, esculturas\, têxteis e trabalhos em papel\, alguns nunca antes vistos no Reino Unido. \nPor meio de sua persona\, Picasso cultivou um mito em torno de si\, como artista celebrado e\, ao mesmo tempo\, outsider. A maneira como ele fez isso pode ser examinada pela ideia contemporânea de “performatividade” – como palavras e ações podem gerar mudanças e moldar identidades. Essa persona sempre foi atraída por vidas alternativas e pela tensão entre a cultura popular e a vanguarda. Acompanhou-o por toda a vida e continua a moldar a forma como imaginamos o papel do artista hoje. \nTheatre Picasso é apresentada na The George Economou Gallery. Em parceria com White & Case. Com apoio da Huo Family Foundation. Apoio adicional do The Theatre Picasso Exhibition Supporters Circle\, Tate Americas Foundation e Tate Members. \nEncenada por Wu Tsang e Enrique Fuenteblanca com a colaboração da designer de exposições Lucie Rebeyrol\, do estúdio Roll.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Entanglements" de Yuko Mohri no Pirelli HangarBicocca
DESCRIPTION:Yuko Mohri\, obra em exibição na mostra “Entanglements”\, Pirelli HangarBicocca\, Milão\, 2025 / Reprodução\n\n\n\n\nA entrada para a exposição é gratuita\, e a reserva online garante acesso prioritário no horário selecionado. Membros têm acesso prioritário mesmo sem reserva. \nDe 18 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026\, a Pirelli HangarBicocca apresentará “Entanglements”\, uma individual de Yuko Mohri (Kanagawa\, Japão\, 1980; vive e trabalha em Tóquio)\, artista japonesa cuja prática investiga o potencial transformador de objetos cotidianos e elementos naturais\, bem como sua capacidade de gerar deslocamentos visuais e sonoros. Por meio de assemblages efêmeras e sistemas interconectados\, ela chama a atenção do público para questões ambientais e sociais fundamentais. \nYuko Mohri é conhecida por suas composições intrincadas e originais\, recentemente apresentadas na Itália no Pavilhão do Japão da 60ª Bienal de Veneza (2024). Inspirada por Marcel Duchamp (1887–1968)\, Mohri cria esculturas cinéticas site-specific que incorporam objetos encontrados\, assim como instrumentos musicais retrabalhados conectados a circuitos eletrônicos. Suas obras respondem a fenômenos imperceptíveis\, transitórios e efêmeros\, como gravidade\, magnetismo\, calor e umidade. Elementos ambientais aleatórios e instáveis — como ar\, poeira\, resíduos e temperatura — moldam suas assemblages\, transformando-as em ecossistemas orgânicos onde o som desempenha papel central. \nEntanglements é a exposição individual mais extensa de Yuko Mohri até hoje em uma instituição europeia. O título evoca os vínculos invisíveis e as interações complexas que existem entre objetos\, forças\, sons e pessoas. A mostra investiga como cada elemento pertence a um sistema interconectado em que nada age de forma independente e tudo integra uma vasta rede de relações em constante evolução. As esculturas delicadamente equilibradas de Mohri revelam a complexidade latente das estruturas naturais e artificiais que constituem nosso mundo e o fluxo constante de energia que nos circunda. Por meio dos materiais que utiliza\, a artista introduz uma ironia sutil e uma dimensão lúdica quase escondida\, apoiando-se em referências culturais que vão da filosofia à cultura pop\, além de influências iconográficas e sonoras que variam da arte cinética à experimentação sonora. \nA exposição é acompanhada pela monografia mais abrangente já dedicada à prática de Yuko Mohri. O volume reúne ensaios de críticos e pesquisadores internacionais que acompanharam de perto sua carreira. Inclui uma visão geral de sua obra assinada pelo crítico de arte Ryo Sawayama; um ensaio do curador Martin Clark; e uma contribuição do curador Diego Sileo. Uma seleção de escritos da própria artista oferece uma perspectiva pessoal sobre sua relação com o som\, enquanto um texto dos curadores da mostra aprofunda o projeto expositivo no Pirelli HangarBicocca. Além disso\, um recurso único desenvolvido especificamente para esta publicação é o glossário\, que explora os principais temas da obra de Mohri e oferece uma nova ferramenta interpretativa para compreender sua linguagem artística em constante evolução. Por fim\, o catálogo inclui o mangá japonês Shōjo de Ran Kurumi\, que ilustra a trajetória artística de Mohri.
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LOCATION:Fondazione Pirelli HangarBicocca\, Via Chiese 2\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Leonora Carrington" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Leonora Carrington\, “The Magical World of the Mayas”\, 1963. The Charles B. Goddard Center for Visual and Performing Arts\, Ardmore\, Oklahoma. © Leonora Carrington / DACS\, Artimage 2025 / SIAE\n\n\n\n\nEsta mostra é a primeira individual dedicada à obra de Leonora Carrington na Itália e pretende apresentar a artista como uma figura radicalmente poliedrica\, atravessando as múltiplas linguagens por ela experimentadas: pintura\, escrita\, teatro e pensamento crítico. \nAtravés de uma seleção de obras visionárias e materiais de arquivo\, a exposição explora seu universo imaginativo e intelectual\, no qual se fundem arte\, mitologia\, ecologia\, feminismo e espiritualidade. A mostra destaca o profundo vínculo que Carrington teve com a Itália\, desde a descoberta da arte renascentista em Florença nos anos de formação\, até revelar a complexidade de suas raízes culturais\, célticas e pós-vitorianas\, e sua participação no movimento surrealista. \nO percurso expositivo restitui a trajetória única de uma mulher artista\, migrante e exilada\, que fez da imaginação um instrumento de resistência e conhecimento. Carrington surge como pioneira do ecofeminismo e incansável exploradora da consciência\, capaz de dar vida a um mundo fantástico e subversivo no qual o cotidiano se entrelaça com a alquimia\, o conto de fadas e o inconsciente. \nA exposição inclui pinturas\, fotografias\, livros de sua biblioteca pessoal\, escritos e documentos inéditos\, oferecendo uma ocasião extraordinária para descobrir uma das figuras mais influentes e visionárias do século XX.
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LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
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SUMMARY:"Appiani. Il Neoclassicismo a Milano" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Andrea Appiani\, “Juno assistida pelas Graças (Toalete de Juno)”\, c. 1810-1812. Bréscia\, Pinacoteca Tosio Martinengo © Archivio Fotografico Musei Civici di Brescia-Fotostudio Rapuzzi\n\n\n\n \nDe 23 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026\, o Palazzo Reale recebe Appiani. Il Neoclassicismo a Milano em Milão\, uma importante mostra dedicada a Andrea Appiani (Milão\, 1754 – 1817)\, figura central do Neoclassicismo italiano e intérprete eminente da pintura entre o Iluminismo e a era napoleônica. \nPor meio de uma cuidadosa seleção de mais de 100 obras\, provenientes de coleções públicas e privadas italianas e estrangeiras\, a exposição reconstrói o percurso artístico de Andrea Appiani\, revelando ao público a riqueza e o dinamismo da Milão neoclássica\, da qual foi pintor-símbolo e “primeiro pintor” do Reino da Itália. \nA iniciativa é apoiada pela Fondazione Bracco e pela Biofer Spa e integra o programa da Olimpíada Cultural de Milão-Cortina 2026. \nA mostra é acompanhada por um catálogo abrangente publicado pela Electa\, que reúne ensaios introdutórios\, análises críticas e fichas científicas das obras expostas.
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SUMMARY:"Man Ray: Forme di luce" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Man Ray\, “Teardrop”\, anos 1930. Reprodução\n\n\n\n \nMan Ray é sem dúvida um dos grandes protagonistas da arte do século XX. Foi um dos primeiros a utilizar a fotografia como um verdadeiro meio criativo\, realizando obras emblemáticas que entraram para a história da arte do Novecento. \nA retrospectiva em cartaz de 24 de setembro de 2025 a 11 de janeiro de 2026 no Palazzo Reale permitirá ao público percorrer as etapas biográficas e da carreira de Man Ray. Graças a um importante núcleo de materiais originais (provas vintage\, negativos\, colagens\, documentos)\, é possível acompanhar a trajetória de Man Ray desde seu nascimento (1890\, na Filadélfia)\, passando pelos ambientes nova-iorquinos onde descobre as vanguardas europeias e faz amizade com Marcel Duchamp\, até sua chegada a Paris em 1921. \nEm Paris\, foi acolhido pelos poetas André Breton\, Louis Aragon e Paul Éluard\, e conheceu a cantora e modelo Kiki de Montparnasse\, sua amada e musa\, criando fotografias imortais como Noire et blanche ou Le Violon d’Ingres. Mais tarde\, se dedicará ao mundo da moda e à realização das famosas “rayografias” e “solarizações”. De volta aos Estados Unidos em 1940\, retornará a Paris em 1951\, onde permanecerá até sua morte em 1976. \nAtravés de um percurso temático (os autorretratos\, as musas\, os nus\, as rayografias e solarizações\, a moda)\, esta mostra propõe redescobrir um artista único em seu gênero e um pioneiro genial.
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SUMMARY:"Pinturas Nômades" de Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “A mosca”\, 2012. Foto: Manuel Águas & Pepe Schettino\n\nA Casa Roberto Marinho (CRM) inaugura\, em 25 de setembro de 2025\, Pinturas Nômades\, exposição da artista plástica carioca Beatriz Milhazes\, expoente da arte contemporânea internacional. Sob a curadoria de Lauro Cavalcanti\, a mostra apresenta pela primeira vez no país a reprodução de projetos arquitetônicos desenvolvidos pela artista em quatro continentes — Europa\, América do Norte\, América do Sul e Ásia.A individual celebra duas décadas da atuação de Milhazes no campo das instalações pictóricas em espaços arquitetônicos e institucionais. \nProduzida pela Casa Roberto Marinho\, Pinturas Nômades constitui um panorama único: reúne intervenções site-specific realizadas na Ópera de Viena; na Tate Modern\, em Londres; na loja Selfridges\, em Manchester; no metrô de Londres; na Fundação Cartier\, em Paris; no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; no Long Museum\, em Xangai; e na Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; entre outras permanentes\, como no projeto Art House\, na Ilha de Inujima\, Japão\, e no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque. Esses projetos\, que formam o núcleo central da mostra\, são apresentados em maquetes\, estudos e painéis inéditos no Brasil\, permitindo ao público uma rara imersão na dimensão arquitetônica da obra de Beatriz. \nDe acordo com o curador\, estas intervenções de Milhazes\, realizadas entre 2004 e 2023\, consolidam uma pesquisa visual em diálogo com superfícies arquitetônicas. Utilizando principalmente vinil colorido\, pintura mural e cerâmica\, a artista desenvolve composições que exploram luz\, cor e transparência\, estabelecendo relações entre interior e exterior\, opacidade e translucidez\, desenho e arquitetura. \nEm projetos como Gávea (Selfridges & Co.\, Manchester\, Inglaterra\, 2004)\, Guanabara (Tate Modern\, Londres\, 2005)\, Peace and Love (Estação Gloucester Road\, Londres\, 2005) e O Esplendor I e II (Long Museum\, Xangai\, 2021; e Turner Contemporary\, Margate\, Reino Unido\, 2023)\, Milhazes transforma fachadas\, janelas e espaços de circulação em experiências sensoriais marcadas por formas orgânicas\, ritmos visuais e atmosferas poéticas. \n“Esses trabalhos\, apresentados em instituições e espaços como hospitais\, metrôs e edifícios residenciais\, conjugam arte e sua relação com a questão social\, de sustentabilidade\, e com o contexto urbano\, de forma sensível. Ao inserir elementos como mandalas\, listras\, elipses ou círculos em superfícies envidraçadas ou estruturas curvas\, as obras introduzem novas camadas de significado aos ambientes\, evocando paisagens abstratas\, referências culturais e memórias visuais. Em cada intervenção\, Milhazes amplia a experiência do espaço\, propondo um encontro entre pintura\, arquitetura e contemplação”\, observa Cavalcanti. \nA pintura é o tronco principal do trabalho de Beatriz e pontua poeticamente o percurso pela Casa\, como no caso das obras Mocotó (2007)\, A Mosca (2010/2012) e Lampião (2013/2014). \nBeatriz tem\, desde o início de sua prática\, uma longa relação de observação das variadas representações da natureza e da vida cotidiana encontradas na Arquitetura\, Arte Popular\, Arte Indígena\, Arte Decorativa e universo da Arte Aplicada e História da Arte. Desta forma\, a mostra apresenta ao público carioca uma sala dedicada a seu projeto especial para a 60ª Bienal de Arte de Veneza\, em 2024\, desenvolvido para o Pavilhão das Artes Aplicadas\, uma colaboração entre o Victoria and Albert Museum (V&A)\, em Londres\, e a Bienal. As pinturas O céu\, as estrelas e o bailado (2023) e Meia-noite\, Meio-dia (2023) são exibidas com a mesa de tecidos do acervo pessoal de Milhazes\, de diferentes culturas e regiões ao redor do mundo\, referência para o desenvolvimento das obras. Completa este espaço a tapeçaria inédita Dance in Yellow (2020). \nUma das salas é dedicada a um conjunto de 11 gravuras. De acordo com a artista\, “é a técnica que mais se aproxima plasticamente do resultado dos painéis e murais”\, uma conversa entre a arte gráfica como ponto de diálogo entre as duas práticas. \nA exposição contará também com apresentações de Marcia Milhazes Cia de Dança que apresentará criações recentes\, concebidas em diálogo direto com o universo da mostra. A recorrente colaboração entre as irmãs Milhazes nas exposições de Beatriz\, no Brasil e no exterior\, é marcada por encontros que articulam composições visuais e propostas coreográficas. \nO percurso expositivo e um projeto concebido para a Casa Roberto Marinho \nA escultura suspensa Mariola (2010–2015)\, que recebe os visitantes na primeira sala\, transporta elementos recorrentes da linguagem visual de Milhazes para o tridimensional\, e ganha destaque ao estabelecer diálogo com o espaço expositivo. \nAinda no térreo da Casa\, o público se encontra com a instalação Corumbê\, concebida especialmente para a exposição\, com vinis translúcidos aplicados nas cinco janelas em arco do salão principal. A obra tece conexões afetivas e estéticas com a arquitetura da antiga residência\, evocando referências a Djanira da Motta e Silva e às tradições populares de Paraty\, cidade de origem materna de Milhazes. \nA artista conta que\, no início do processo de concepção da mostra\, ao chegar na CRM para uma reunião com Cavalcanti\, “o grande salão térreo estava vazio e as janelas emolduravam o magnífico jardim de Burle Marx. Fui seduzida! Imediatamente me surgiu a imagem de um desenho vitral dialogando com a natureza externa e poeticamente envolvendo o espaço interno. Algo para contemplar\, conviver\, refletir”\, relembra Beatriz. “No desenho para as janelas em arco\, quase capelas\, a lembrança de Djanira se fez presente. Sua obra sempre foi uma referência para minha pintura e a Coleção Roberto Marinho tem peças masters desta artista. Minha família materna é originária de Paraty\, onde a tradição de festas religiosas é uma força e passei boa parte de minha infância e adolescência. Corumbê conta uma bela história\, uma história carioca.” \nNo mesmo espaço está instalado o painel Waving Flowers\, pintura em escala real desenvolvida originalmente para a Galeria Max Hetzler\, em Berlim. Trabalhada em cinco tons de cinza\, a obra surpreende pela força plástica dentro de uma paleta monocromática\, dialogando com o piso de losangos bicolores do salão da CRM e com os vitrais de Corumbê. Na sala seguinte\, três pinturas de Djanira\, pertencentes à Coleção Roberto Marinho\, reforçam o elo entre duas gerações de mulheres centrais na arte brasileira. \nA mostra se desenvolve em todo o piso superior\, em núcleos poéticos de contemplação\, revelando o papel da cor\, da ornamentação e da estrutura visual na construção de uma linguagem singular. Segundo Lauro Cavalcanti\, a disposição das obras “toca o sublime que a arte\, por vezes\, alcança”.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Clarissa Tossin: ponto sem retorno" no MASP
DESCRIPTION:Clarissa Tossin\, “Future Geography: The Five Galaxies of Stephan’s Quintet”\, 2022. Foto: Brica Wilcox\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta Clarissa Tossin: ponto sem retorno\, exposição que reúne mais de 40 obras das últimas duas décadas de produção da artista brasileira. Mais do que retratar a crise climática\, Clarissa Tossin (Porto Alegre\, 1973) incorpora em seus trabalhos resíduos\, objetos e materiais que se tornam testemunhos do colapso ambiental. Em cartaz de 10 de outubro a 1 de fevereiro de 2026\, a mostra é a primeira individual da artista em um museu brasileiro.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Guilherme Giufrida\, curador assistente\, MASP\, a exposição foi concebida como uma grande instalação imersiva. “A sensação é a de que o museu alagou e montamos a mostra com aquilo que sobrou para expor. É como se o público estivesse visitando um museu pós-apocalíptico. Clarissa é uma artista contemporânea\, conceitual. Tem muitas obras na escala real\, um para um\, resultando em uma mostra com uma dimensão bastante imersiva”\, afirma Guilherme Giufrida.  \nA mostra reúne reflexões sobre catástrofes ambientais que atingiram Porto Alegre\, local de nascimento da artista\, e Los Angeles\, nos Estados Unidos\, cidade onde ela mora atualmente. Comissionada pelo MASP\, a obra Volume Morto (2025) foi feita com tinta produzida com terra de três localidades que sofreram com as enchentes no Rio Grande do Sul: Cidade Baixa\, Sarandi e Eldorado do Sul. A intervenção\, pensada para as paredes da galeria expositiva\, recria as marcas horizontais de lama que ficaram estampadas nas construções após as inundações. Além de relembrar o alagamento de enormes proporções que tomou conta do estado gaúcho em maio de 2024 — mesmo período em que foi iniciada a pesquisa para esta exposição —\, a instalação também remete aos rastros deixados em Mariana\, em 2015\, e Brumadinho\, em 2019.  \nJá a obra de Clarissa Tossin intitulada You Gotta Make Your Own Worlds [É preciso criar seus próprios mundos] (2019) foi destruída pelos incêndios que devastaram a Califórnia em janeiro deste ano. A obra pertencia a um casal que morava há 33 anos na mesma residência e acabou perdendo todos os bens nas chamas. O nome do trabalho de Tossin é retirado de um trecho do livro A parábola do semeador\, de Octavia E. Butler\, publicado em 1993. Na trama distópica que se passa em 2024\, os Estados Unidos são governados por um presidente autoritário\, e queimadas atingem a Califórnia\, levando refugiados climáticos a migrarem. No lugar da obra\, a exposição apresenta uma marca na parede do tamanho original da peça e uma legenda explicativa\, como um texto de um obituário daquele objeto. \nTossin também discute as causas e os efeitos do aquecimento global\, traçando conexões entre sinais de sofrimento dos corpos humanos e não humanos. Essa preocupação é vista na obra monumental Death by Heat Wave (Acer pseudoplatanus\, Mulhouse Forest) [Morte por onda de calor (Acer pseudoplatanus\, Floresta de Mulhouse)] (2021)\, em que galhos e troncos de uma árvore que morreu por conta de uma onda de calor na Floresta de Mulhouse\, na França\, se espalham no chão da mostra em meio a outras obras de arte. \n“São obras fantasmagóricas\, mortas-vivas\, resquícios de paisagens pós-humanas. Os trabalhos em exibição criam mapas\, protótipos\, rastros de uma aparição humana momentânea e efêmera e do que foi possível reter dessa existência. A artista está produzindo a partir desse mundo em que a materialidade\, o lixo\, os resquícios humanos vão deixar alguns rastros daquilo que aconteceu com o mundo. É quase como se ela estivesse olhando para aquilo que no futuro arqueólogos vão observar: fósseis do futuro”\, diz Giufrida.  \nOutra vertente da pesquisa de Tossin reflete sobre como a cartografia foi fundamental para a colonização das Américas\, e como as imagens de satélite tornaram possível a busca por água e minerais em outros planetas. São paralelos entre os processos históricos de exploração territorial e as atuais ambições de colonização espacial. Sobrepostos a mapas coloniais ou entrelaçados a imagens de telescópio\, caixas e envelopes da gigante do e-commerce Amazon também agregam uma camada de reflexão sobre o consumo de massa. 
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SUMMARY:“20 anos da Residência Artística FAAP - São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” na MAB FAAP
DESCRIPTION:Bruna Cidra\, “Casa Lutetia” 2013. Divulgação.\n\n“20 anos da Residência Artística FAAP – São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” apresenta 91 artistas brasileiros e internacionais que já passaram pela residência artística da FAAP. A exposição celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país\, reunindo 91 artistas e 135 obras que hoje integram a coleção do MAB FAAP. \nSegundo Marcos Moraes\, diretor do MAB FAAP\, “a mostra evidencia a potência desse espaço de experimentação e convivência que\, desde sua criação\, tem fomentado a produção contemporânea e ampliado os diálogos entre linguagens\, práticas e contextos culturais”.  \nA exibição conta\, por exemplo\, com obras do libanês\, radicado na França\, Ali Cherri\, com o vídeo Slippage. A mostra celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país. \nHá\, também\, obras dos argentinos do Coletivo Etcétera\, da peruana Aileen Gavonel\, do franco-libanês Charbel-Joseph H. Boutros\, da fotógrafa venezuelana Suwon Lee\, da peruana Rita Ponce de León\, do brasileiro Guerreiro do Divino Amor\, entre muitos outros.
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LOCATION:Simões de Assis Galeria de Arte\, Alameda Lorena\, 2.050 - Jardins\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Sofia Borges - ateliê\, objeto mistério" na Central Galeria
DESCRIPTION:A Central Galeria apresenta a exposição individual ateliê\, objeto mistério\, de Sofia Borges\, em cartaz até 7 de março. A mostra marca o retorno da artista ao circuito expositivo brasileiro após período em Nova Iorque e reúne trabalhos que investigam a construção da imagem a partir de dimensões históricas\, simbólicas e pessoais. \n\nReconhecida por uma pesquisa que atravessa fotografia\, instalação e cinema\, Borges propõe uma reflexão sobre como imagens são formadas\, preservadas e continuamente reinterpretadas ao longo do tempo.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA poética da artista se desenvolve a partir do diálogo entre ancestralidade e imaginação\, mobilizando materiais como metais\, rochas e minerais\, além de referências à paleontologia\, à mitologia\, ao teatro e ao estudo da figura humana — especialmente o rosto. O museu surge como elemento central dessa investigação\, entendido como um espaço ativo de transformação e reconfiguração das imagens dentro da experiência coletiva e cultural.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Rendando Histórias" no Museu A CASA do Objeto Brasileiro
DESCRIPTION:Mestre Ambrósio\, um dos personagens do festejo do Cavalo-Marinho. Crédito: divulgação.\n\nO Museu A CASA do Objeto Brasileiro e as Rendeiras da Aldeia\, apresentam\, a partir de 15 de novembro\, sábado\, a exposição “Rendando Histórias”\, uma celebração da trajetória dos quase 20 anos do coletivo Rendeiras da Aldeia\, grupo de mães e mulheres de Carapicuíba (SP) que\, desde 2006\, se encontram para exercitar\, produzir\, preservar e difundir as tradições de um ofício que trouxeram das suas regiões de origem\, em especial os estados nordestinos de Pernambuco e Paraíba: a Renda Renascença. \nAs Rendeiras da Aldeia celebram essa trajetória por meio de obras que unem o fazer manual à expressão cultural da comunidade. A mostra apresenta dois eixos principais: o trabalho coletivo das mulheres e a relação com a festa do Cavalo-Marinho\, trazida por migrantes pernambucanos e incorporada em Carapicuíba como o “Boizinho da Aldeia”. Essa celebração inspira a criação de máscaras de renda que representam personagens da cultura popular\, como Mestre Ambrósio\, Empata-Samba e Catirina. \nA renda renascença também ganha novas dimensões\, ultrapassando o plano bidimensional e alcançando o tridimensional\, o que revela a potência criadora das mulheres da Aldeia Jesuítica de Carapicuíba.
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LOCATION:Museu A CASA do Objeto Brasileiro\, Av. Pedroso de Morais\, 1216 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:Hélio Oiticica em Nova York
DESCRIPTION:Hélio Oiticica ganha uma exposição dedicada à sua obra em Nova York. A Dia Beacon apresenta um diálogo concentrado entre obras realizadas pelo brasileiro entre 1958 e 1966\, período decisivo para a consolidação de sua linguagem experimental. Ancorada pela instalação Grande Núcleo\, a mostra evidencia a passagem do artista da pintura geométrica para experiências espaciais e sensoriais que redefiniram a relação entre obra e público. \nFigura central do movimento neoconcreto\, Oiticica reagiu ao rigor formal do concretismo ao propor uma arte que integrasse forma\, cor e espaço como experiência vivida. A mostra destaca como a prática de Oiticica antecipou debates fundamentais da arte participativa e sensorial\, em diálogo com artistas neoconcretas como Lygia Clark e Lygia Pape.
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LOCATION:Dia: Beacon\, 3 Beekman Street Beacon\, New York\, United States
CATEGORIES:Nova York
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SUMMARY:"É pau\, é pedra..." de Sergio Camargo em Brasília
DESCRIPTION:A Galeria Raquel Arnaud apresenta em Brasília a exposição “É pau\, é pedra…”\, dedicada ao artista Sergio Camargo\, um dos nomes fundamentais da arte contemporânea brasileira. Com curadoria de Marcello Dantas\, a mostra reúne relevos\, estruturas cilíndricas e composições que evidenciam a pesquisa do artista sobre ritmo\, intervalo\, volume e luminosidade. \nAs obras revelam uma linguagem marcada pelo rigor formal e pela economia da forma\, na qual a matéria se organiza como acontecimento visual\, explorando a relação entre luz\, sombra e vazio como elementos centrais da experiência estética. A exposição estabelece ainda um diálogo direto com a arquitetura modernista de Brasília\, aproximando a poética geométrica de Camargo do pensamento espacial de nomes como Oscar Niemeyer\, Lúcio Costa e Athos Bulcão.
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LOCATION:Teatro Nacional Claudio Santoro\, SCN – VIA N2\, Brasília\, Brazil
CATEGORIES:América Latina,Brasília
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