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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Philippe Perrot" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Philippe Perrot\, Sem título\, 2005. Crédito: Aurélie Dupuis/Azentis Technology\n\n\n\n\nNascido em 1967\, Philippe Perrot cresceu na periferia de Paris. Aos quinze anos\, descobriu a literatura francesa do pós-guerra e mergulhou nos escritos de Antonin Artaud. Apaixonou-se por Pier Paolo Pasolini e pela Nova Vaga italiana\, ingressando em uma escola de cinema. Por meio de vídeos curtos\, o artista começou a explorar o universo familiar e as feridas de sua infância. A partir dos anos 1990\, abandonou o cinema para se dedicar\, como autodidata\, à pintura — sem\, no entanto\, abrir mão dos temas centrais que atravessam toda a sua obra. Perrot faleceu em 2015\, aos 48 anos\, em decorrência de uma longa doença. \nA pintura de Philippe Perrot dá corpo ao sonho e ao inconsciente. Em suas telas\, personagens flutuantes e debilitados encenam dramas íntimos orbitando figuras tutelares como o pai ou a mãe. Seus quadros são representações de estados de alma\, visões complexas oriundas de alucinações cotidianas e segredos de família reprimidos. Esses traumas\, porém\, são suavizados pela constante intrusão de elementos burlescos inspirados no universo dos desenhos animados\, que\, segundo o próprio artista\, aproximam a figuração de “uma piada de mau gosto”. Embora os títulos ofereçam algumas pistas para a compreensão das imagens\, as narrativas permanecem\, em geral\, desconcertantes e enigmáticas. \nPintadas a óleo sobre telas preparadas com pigmento amarelo ocre\, suas obras se caracterizam pela justaposição de vários micro-relatos em uma mesma composição. \nÀ semelhança de planos-sequência no cinema\, as imagens se encadeiam em narrativas que o espectador pode livremente interpretar. A iconografia violenta é acentuada por cores berrantes\, muitas vezes misturadas com desinfetantes farmacêuticos como betadina e eosina. A perturbação da perspectiva\, assim como a superposição de cenas e elementos díspares\, intensificam as tensões expressas nas obras e dificultam sua leitura linear. \nArtista discreto\, na contramão do mercado da arte contemporânea\, Philippe Perrot produziu pouco — cerca de três a quatro pinturas por ano. Seu corpo de trabalho se limita a 130 telas e aproximadamente o mesmo número de desenhos em toda a sua carreira. Graças a uma generosa doação\, seis obras do artista passaram a integrar\, em 2019\, as coleções do museu. Esta apresentação é complementada por diversos empréstimos provenientes de coleções particulares.
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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SUMMARY:"David Byrne" na Pace Gallery
DESCRIPTION:Imagem / Cortesia Pace Gallery\n\n\n\n\nA Pace apresenta uma instalação especial de desenhos do artista David Byrne em sua sede de Nova York. Realizadas diretamente nas paredes dos patamares da escadaria entre o primeiro e o sétimo andar da galeria\, as nove obras refletem a sensibilidade surreal e lúdica de Byrne. \nProduzidos ao longo de vários dias em abril de 2025\, os desenhos foram concebidos em escala real\, com o intuito de que o público os “confronte” e experimente de formas inesperadas. A instalação permanecerá em exibição por tempo indeterminado. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, David Byrne desenvolveu uma prática nas artes visuais que inclui desenho\, fotografia\, instalação\, performance e design. O artista realizou sua primeira grande exposição com a Pace em 2003\, também em Nova York.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 West 25th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Superfine: Tailoring Black Style" no The Met Museum
DESCRIPTION:Crédito da imagem: divulgação The Met Museum\n\n\n\n\nA exposição de primavera de 2025 do The Costume Institute apresenta um exame cultural e histórico do estilo negro ao longo de trezentos anos por meio do conceito de dândi. No mundo atlântico do século XVIII\, uma nova cultura de consumo—impulsionada pelo tráfico de escravizados\, pelo colonialismo e pelo imperialismo—possibilitou o acesso a roupas e bens que simbolizavam riqueza\, distinção e bom gosto. O dandismo negro emergiu justamente na interseção entre tradições estilísticas africanas e europeias. \nSuperfine: Tailoring Black Style investiga a importância do estilo na formação das identidades negras na diáspora atlântica\, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. A exposição reúne vestimentas e acessórios\, pinturas\, fotografias\, artes decorativas e outros objetos\, do século XVIII até os dias atuais\, interpretando o dandismo tanto como uma estética quanto como uma estratégia social e política. \nOrganizada em 12 seções\, Superfine explora diferentes características que definem esse estilo\, como Campeão\, Respeitabilidade\, Herança\, Beleza e Cosmopolitismo. Em conjunto\, essas categorias revelam como a apresentação de si mesmo pode operar como uma forma de distinção e resistência\, em uma sociedade marcada por dinâmicas de raça\, gênero\, classe e sexualidade.
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SUMMARY:"Sanaa Gateja: Language of We" no ICA Miami
DESCRIPTION:Sanaa Gateja\, “Stump Anew”\, 2023. Cortesia da artista e Karma\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami apresenta “Sanaa Gateja: Language of We”\, exposição individual do artista ugandês Sanaa Gateja que reúne uma dúzia de tapeçarias produzidas nos últimos oito anos. \nArtista de destaque e ativista cultural atuante na África Oriental\, Gateja cresceu durante o período de independência de Uganda e\, no início da vida adulta\, trabalhou no Ministério da Cultura do país promovendo as artes e o artesanato. Posteriormente\, estudou design em Florença e Londres. Durante sua formação em joalheria na Goldsmiths\, University of London\, teve contato com a técnica de produção de joias com contas de papel\, popularizada na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial\, quando os recursos eram escassos. Gateja reconheceu o potencial dessa técnica para criar objetos comercializáveis a partir de um material barato e quase inesgotável — o papel usado e descartado — utilizando processos simples. Fascinado pelos trabalhos com miçangas que havia visto na infância\, retornou à África em 1990 e compartilhou a técnica com mulheres e jovens em diversas comunidades e campos de refugiados\, incentivando o desenvolvimento de economias locais baseadas no artesanato. \nAs obras de Gateja utilizam essa mesma técnica de contas de papel\, incorporando também referências aos cesteiros e ferreiros da vila onde cresceu. As tapeçarias resultantes são visualmente dinâmicas e ricas em cor\, transitando por gêneros como natureza-morta\, retrato e abstração. Seu processo meticuloso envolve a colaboração de artesãos de sua comunidade\, que ele vem formando e empregando desde o início dos anos 1990. Gateja e sua equipe reciclam diversos tipos de papel descartado\, tingindo-os com corantes naturais e sintéticos antes de transformá-los em contas de cerca de dois centímetros. A partir de esboços feitos diretamente sobre pedaços de bark cloth — um tecido tradicional do Leste Africano —\, o artista fixa as contas\, frequentemente incorporando ráfia e fibras de bananeira. As obras resultantes são composições têxteis de grande complexidade material e impacto visual\, que conectam profundamente práticas culturais locais e questões contemporâneas\, ao mesmo tempo em que refletem o cenário global da mídia e da informação impressa em que vivemos. \nSanaa Gateja (n. 1950\, Kisoro\, Uganda) participou da Carnegie International em 2022 e representou Uganda no Pavilhão Nacional da 60ª Bienal de Veneza em 2024. Suas obras integram acervos de museus e coleções privadas em todo o mundo\, incluindo o Carnegie Museum (Pittsburgh)\, o de Young Museum (São Francisco)\, o Field Museum (Chicago)\, o National Scottish Museum (Edimburgo) e o Victoria and Albert Museum (Londres). \nSanaa Gateja: Language of We é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Gean Moreno\, diretor do Art + Research Center do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Lorna Simpson: Source Notes" no The Met Museum
DESCRIPTION:Lorna Simpson\, “Night Fall”\, 2023. Foto de James Wang © Lorna Simpson. Cortesia da artista e da Hauser & Wirth\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEsta apresentação da obra da artista Lorna Simpson\, baseada em Nova York\, é a primeira exposição dedicada a reunir a totalidade de sua prática em pintura até hoje. Simpson ganhou destaque no início dos anos 1990 com sua abordagem pioneira na fotografia conceitual. Desde então\, tem produzido trabalhos em diversos meios\, mantendo uma investigação contínua sobre a natureza das imagens e os modos como elas constroem significado. Lorna Simpson: Source Notes foca em um desenvolvimento significativo de sua produção nos últimos dez anos: pinturas que aprofundam suas reflexões sobre gênero\, raça\, identidade\, representação e história. Com mais de 30 obras\, a exposição reúne uma seleção de suas principais pinturas\, incluindo trabalhos apresentados em sua estreia na Bienal de Veneza\, em 2015\, e na aclamada série Special Characters\, além de uma escultura recente e colagens associadas. \nAo longo de sua ampla trajetória\, Simpson frequentemente busca referências e inspiração em revistas vintage como Ebony e Jet—ícones da cultura afro-americana—\, além dos arquivos da Associated Press e da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Ela incorpora esses materiais em colagens serigráficas combinadas com lavagens de tinta e acrílica sobre superfícies como fibra de vidro\, madeira ou Claybord. Suas obras promovem um embate dinâmico entre figuração e abstração\, com corpos que surgem e desaparecem\, espreitando por superfícies enegrecidas ou se dissolvendo em paisagens de gelo derretido. Utilizando imagens encontradas — suas “notas de origem” —\, Simpson cria uma potência visual que exemplifica sua habilidade em borrar fronteiras entre gêneros e linguagens artísticas.
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem do acervo “Retratistas do Morro” / Foto: Afonso Pimenta\n\n\n\n\nA mostra que chega ao MAR tem por objetivo contribuir para a construção de uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, a partir do ponto de vista de fotógrafos que vivem e trabalham há mais de meio século nas periferias urbanas de Minas Gerais. A narrativa visual apresentada na exposição Retratistas do Morro é\, sobretudo\, um testemunho do poder da fotografia como ferramenta de resistência e afirmação cultural. Cada imagem carrega os valores do tempo e da comunidade: revelando festas populares\, rituais de passagem\, cenas do cotidiano em retratos posados que expressam orgulho e afeto. A curadoria da exposição é assinada por Guilherme Cunha com acompanhamento curatorial da equipe MAR.
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SUMMARY:"Emily Kam Kngwarray" na Tate Modern
DESCRIPTION:Emily Kam Kngwarray\, ”Ntang Dreaming”\, 1989. National Gallery of Australia. © Estate of Emily Kam Kngwarray / DACS 2024\, Todos os direitos reservados\n\n\n\n\nA renomada artista australiana Emily Kam Kngwarray (c. 1914–1996) criou obras poderosas e impactantes que refletem sua vida extraordinária como mulher Anmatyerr\, nascida em Alhalker\, na região de Sandover\, no Território do Norte da Austrália. \nReconhecida como uma das pintoras mais importantes surgidas no final do século XX\, sua experiência de vida e sua profunda conexão cultural com seu Country foram traduzidas inicialmente em vibrantes batiks e\, posteriormente\, em pinturas monumentais sobre tela. Para os Povos Aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres\, o conceito de Country abrange as terras\, os céus e as águas aos quais estão profundamente conectados há incontáveis gerações. Country é um lugar compartilhado de origens espirituais\, sociais e geográficas. A obra de Kngwarray incorpora seu conhecimento minucioso dos territórios onde viveu ao longo da vida\, com padrões sobrepostos que representam as plantas\, os animais e as formações geológicas que compõem os ecossistemas do deserto ao seu redor. \nA exposição apresenta ricos têxteis\, pinturas\, filmes e elementos sonoros que expressam a dimensão expansiva do Country Ancestral e da cultura de Kngwarray. \nRealizada em colaboração com a National Gallery of Australia (NGA)\, esta será a primeira grande mostra dedicada à obra de Kngwarray na Europa\, celebrando sua carreira extraordinária como uma das maiores artistas da história da Austrália. \nExposição organizada pela Tate Modern e pela National Gallery of Australia\, a partir de uma curadoria de Kelli Cole (povos Warumungu e Luritja) e Hetti Perkins (povos Arrernte e Kalkadoon). A mostra Emily Kam Kngwarray na Tate Modern é curada por Kelli Cole.
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SUMMARY:"Tromba D’Água" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Marcela Cantuária\, “O Sonho Sul-Americano”\, 2022-2023. Foto: Oriol Tarridas\n\n\n\n\n\nA exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera \n\n\n\nA LINGUAGEM DA ÁGUA\nPara o filósofo grego pré-socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.)\, a essência da vida resultava da interação dos quatro elementos — água\, terra\, fogo e ar — com duas forças\, a do amor e a da discórdia. Quando o amor predomina\, os elementos estão integrados em equilíbrio. Se a discórdia se instala\, gera-se o caos. A mesma água que mata a sede\, que refresca o corpo\, que abençoa\, que lava\, que irriga alimentos e que encanta os olhos\, também tem seus dias de mau humor. Trombas d’água\, temporais\, enchentes\, alagamentos\, tsunamis\, maremotos — e outros que a ciência moderna chama de “eventos extremos” — têm sido cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. \nTalvez Iemanjá\, Iara\, Netuno\, Nossa Senhora dos Navegantes\, Oxum\, as Sereias\, Poseidon\, a Mãe d’Água\, ao agitarem as águas\, queiram nada mais que nos chamar a atenção para a necessidade de amarmos uns aos outros\, ao mundo\, a nós mesmos e às águas. Para o nosso próprio bem\, precisamos ouvir esse chamado. Afinal\, nosso corpo é 70% água\, assim como o planeta é 70% oceano. \nSe há um chamado\, é porque a água se comunica. Sua linguagem é contínua\, fluida\, permeável\, profunda\, mutante\, líquida. Justamente por isso\, para perceber este idioma\, é preciso muita atenção. A exposição Tromba D’Água traduz a linguagem aquática para nossa desatenta percepção. O que ela te diz? \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nInstituto Artistas Latinas\nO Instituto Artistas Latinas\, desde 2019\, busca fortalecer a ampliação do conhecimento sobre a produção de artistas mulheres na arte contemporânea. Por meio de uma plataforma digital\, reúne centenas de nomes e biografias de todas as regiões da América Latina\, promovendo intercâmbios de pesquisa e expandindo o mapeamento de conexões artísticas entre os países. As redes sociais do Instituto funcionam como amplificadoras do trabalho de artistas e de iniciativas que trazem visibilidade para a produção artística de mulheres. Esse conjunto permite uma maior atuação do Instituto em outras localidades\, impactando diretamente doze países\, seja por meio de iniciativas presenciais ou virtuais. \nAlém disso\, o Instituto desenvolve e difunde conteúdos diversos que consolidam o diálogo de arte contemporânea\, oferece ações educativas e de formação livre\, organiza projetos de exposições e institucionais\, realiza consultoria para coleções públicas e particulares\, promove participações em feiras de Arte e facilita cursos voltados ao protagonismo feminino. \nÉ com grande honra que o Instituto Artistas Latinas exibe a exposição Tromba D`água\, em sua primeira itinerância\, no Museu do Amanhã. Apresentada pela primeira vez no Sesc São Gonçalo\, em 2024\, iniciamos um projeto de circulação da mostra como um desejo de avançar e expandir as discussões que fomentam o papel da arte contemporânea junto ao pensamento sobre ecologias e presentes/futuros possíveis. Todas as catorze artistas convidadas para ocupar este espaço traduzem\, em poéticas próprias\, a relação direta e subjetiva com a principal fonte da vida humana e suas principais controvérsias e desdobramentos sociais\, raciais e econômicos. \nTromba d’Água\nGotaGoteiraChuvaChuvaradaCascataCachoeiraEnxurradaTromba d’água \nForça soberana\, correnteza\, intensidade incontrolável que rompe as margens e conecta o mar\, o céu e os rios. \nAs águas estão para a humanidade como o sol está para os planetas. A vida orbita os seus contornos\, se agrupando em uma atração gravitacional que permite a sobrevivência. Sua potência estrutura sociedades\, oferece de beber e de comer\, gera energia\, funciona como transporte e expõe a ingenuidade daqueles que pensam ter o poder de dominá-las.  \nO fenômeno da tromba d’água\, nos oceanos\, conecta o mar e o céu por um vórtice colunar\, uma espécie de tornado que liga as nuvens à superfície da água. Forma-se um elo\, um pacto\, uma ponte entre a vida marítima e os poderes celestes. Sua imagem impõe o poder que a água\, enquanto ação\, possui.  \nNos rios\, sua robustez pode ser fatal para quem não está atento aos sinais das águas\, que costumam anunciar a chegada de uma correnteza violenta. Também conhecida como “cabeça d’água”\, o fenômeno tromba d’água nas águas doces acontece pelo excesso de chuvas no entorno de uma nascente\, que intensifica o fluxo e arrasta tudo que encontra pela frente. Sua intensidade tem a capacidade de romper e modificar as margens. \nA exposição Tromba d’Água reúne elaborações de catorze artistas latino-americanas sobre a coletividade enquanto catalisadora de transformações. As obras de Alice Yura\, Azizi Cypriano\, Guilhermina Augusti\, Jeane Terra\, Luna Bastos\, Marcela Cantuária\, Mariana Rocha\, Marilyn Boror Bor\, Natalia Forcada\, Rafaela Kennedy\, Roberta Holiday\, Rosana Paulino\, Suzana Queiroga e Thais Iroko perpassam assuntos ligados à espiritualidade\, em uma relação íntima com as divindades que regem as águas\, à ancestralidade\, em uma perspectiva espiralar e matriarcal\, e à intrínseca relação do feminino com a natureza\, em sua potência de nutrir e transformar. Em conjunto\, encontramos trabalhos que versam sobre o modo como histórias\, memórias e imaginações matrilineares atravessam as barreiras impostas à existência das mulheres. \nEm um contexto social que pretende sufocar\, soterrar e ignorar essa pulsão ambiental\, o fenômeno da tromba d’água surge como uma alusão ao respeito que devemos ter por essa energia impetuosa. Nesta exposição\, as características das águas criam espaço para trilharmos outros percursos na construção de uma sociedade pautada em relações sensíveis entre a humanidade e a natureza. Aqui\, as artistas apresentam propostas que ignoram os obstáculos que poderiam limitar sua agência e abrem os caminhos que um dia estiveram obstruídos. \nAna Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, curadoras da exposição \nÉ sobre Justiça Climática\nA América Latina é a segunda região global mais suscetível aos efeitos das mudanças climáticas que acontecem por efeito da ação humana extrativista\, desenvolvimentista e lucrativista. As tempestades\, inundações e enchentes são alguns dos desastres comuns em regiões de climas tropicais. Desde a invasão e colonização europeia\, o conceito estabelecido sobre progresso envolve propostas de urbanização que concretam o que antes eram ferramentas naturais de escoamento de água. Essas propostas também constroem edificações em regiões onde havia afluentes e erguem verdadeiras fortalezas para fazer uso dos recursos naturais\, abusando do consumo de combustíveis fósseis. \nSobre as notícias das inundações recentes no Rio Grande do Sul\, muitas pessoas se sensibilizaram com a trágica perda de vidas\, bens materiais e imateriais das pessoas que tiveram as suas casas dominadas pelas águas. Foram reunidos esforços por meio de doações\, resgates organizados pela sociedade civil e ativação de consciência sobre como ajudar. Entretanto\, em momentos como esse\, torna-se ainda mais importante compreender e cobrar o poder estatal em relação à segurança das populações que vivem ao longo das margens das águas. \nNão é possível ignorar as pautas de justiça climática\, conceito que torna evidente quem são as pessoas que sofrem de forma mais violenta às consequências das catástrofes. Nas periferias de onde se concentra o capital\, habitam as populações mais vulneráveis. Em situações de emergências são essas regiões que sofrerão com maior violência às consequências das ações humanas contra o meio ambiente. \nEsta exposição busca redirecionar a atenção\, evidenciando o respeito fundamental às relações com a natureza e\, principalmente\, as estâncias político-empresariais dessas relações. É urgente a prevenção e a mitigação de futuros desastres ambientais e suas consequências. Assim como se faz necessário coibir qualquer tipo de desmatamento e contenção das ações da modernidade que agem estrategicamente na destruição do ecossistema. \nAna Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, curadoras da exposição
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SUMMARY:"Água Pantanal Fogo" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Fotografia de Lalo de Almeida\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Eder Chiodetto \n\n\n\nO Pantanal é a maior planície inundável do mundo: cerca de 200 mil km2\, que equivalem à soma dos territórios de Portugal\, Holanda\, Bélgica e Suíça. Um sistema regulado por grandes cheias anuais e naturais\, próprias da região e influenciadas pelo regime de degelo dos Andes no verão. No ano de 2020\, esse santuário de fauna\, flora e pessoas\, presenciou um paradoxo. A estupidez de uma certa fração da espécie humana\, incentivada por monstros disfarçados de políticos\, provocou a maior queimada criminosa da história do bioma. Em 2024\, o cenário se repetiu. \nO mesmo fogo que aquece e encanta\, queima e destrói. A água que irriga é a mesma que afoga. Para o filósofo grego pré-Socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.)\, o elemento sai do seu equilíbrio quando a força que domina é a do ódio e da raiva. Por outro lado\, o elemento em equilíbrio é produto da força do amor. Na exposição “Água\, Pantanal\, Fogo”\, Lalo de Almeida documenta o fogo do ódio\, enquanto Luciano Candisani retrata a enchente de amor. As imagens denunciam e informam\, dando forma e conteúdo aos números da ciência e às notícias dos jornais. Sobretudo\, a arte da dupla emociona. O contraste entre a exuberância da vida e a violência do crime que leva à morte\, entre a água e o fogo\, entre o bem e o mal\, entre o amor e o ódio\, entre o encanto e o medo\, nos leva à nossa raiz mais íntima. O resultado é maravilhamento com a beleza da natureza e indignação com a estupidez\, o crime e a impunidade. Desse turbilhão emerge a esperança\, aquela que Paulo Freire (1921-1997) dizia ser do verbo esperançar e que nos leva à ação\, inspirada pelo encontro da arte com a ciência e com a emoção que vem do espírito. \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nMudança climática: Água Pantanal Fogo\nÁguas que inundam\, águas que vazam. Seca que chega\, fogo que incendeia. A região do Pantanal tem a singularidade de ser regida\, desde sempre\, pelo equilíbrio do ciclo das águas\, vital para a preservação da rica biodiversidade que pulsa em seus rios\, corixos e lagoas\, na cheia e na seca\, no solo e no ar. O uso abusivo dos recursos do bioma\, que produz um estado de desequilíbrio cada vez mais visível\, pode\, segundo especialistas\, resultar na desertificação dessa região.  \nA atitude do homem contemporâneo\, que pouco faz para frear a escalada de desmatamento\, emissão de gás carbônico e desvio de nascentes de água para a agropecuária não sustentável\, está nos levando a um estado de ecocídio em todo o planeta. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani\, dois dos mais proeminentes e premiados fotodocumentaristas brasileiros\, vêm dedicando parte de suas trajetórias profissionais a documentar o Pantanal como uma forma de dar visibilidade a essas pulsões de vida e de morte que surgem justapostas entre a época das cheias e a da seca. \nLalo fotografou o Pantanal durante os incêndios de 2020 e 2024\, que calcinaram cerca de 26% da região e mataram em torno de 17 milhões de animais vertebrados. Suas imagens circularam pelo mundo e ajudaram a alertar a sociedade civil\, a classe científica\, o governo brasileiro e organismos internacionais sobre a gravidade do problema. Essas imagens\, em parte aqui expostas\, deram a ele o prestigiado prêmio World Press Photo. \nLuciano documenta ecossistemas ao redor do mundo de forma sistemática. Na última década\, passou parte de seu tempo submerso no Pantanal. Suas imagens\, de rara excelência técnica\, resultaram num acervo de suma importância para embasar pesquisas e mostrar ao mundo a urgência no combate aos crimes ambientais que acabam por gerar\, também\, as mudanças climáticas. Por esse trabalho\, ele ganhou o prêmio Wildlife Photographer of the Year\, em 2012. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani são cronistas visuais que elegem temas sensíveis para investigar por longos períodos\, em parceria com cientistas e pesquisadores. Para obter o resultado exposto nesta mostra\, criam logísticas complexas e se expõem a vários tipos de perigo.  \nÉ em trabalhos como esses\, que aliam idealismo\, paixão e militância\, que a fotografia alcança seu ápice\, tornando-se uma janela aberta a revelar as idiossincrasias e o sublime do mundo.  \nEsta mostra busca gerar novas consciências não apenas sobre a situação do Pantanal\, mas também acerca de nossas atitudes erráticas\, que poluem o ar\, os rios e os mares\, causando danos por toda parte. Estamos diante de um exemplo crítico: a Baía de Guanabara recebe\, além de resíduos industriais\, dejetos do esgoto não tratado de quinze municípios\, o que destrói a vida marinha e ameaça arruinar a beleza desse lugar esplêndido.  \nEder Chiodetto\, curador da exposição
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SUMMARY:"Claudia Andujar e seu Universo" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Claudia Andujar. Foto: © Lew Parrella\n\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição inédita faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Paulo Herkenhoff \n\n\n\nA Ciência Moderna – em seus 400 anos desde René Descartes (1596-1650) – trouxe muitas coisas boas para o mundo. Entretanto\, há pelo menos três coisas que só pioram a cada ano: 1) emissão de gases de efeito estufa (e consequente aquecimento global); 2) perda acelerada de biodiversidade (que impacta água\, ar\, terra e saúde humana); e 3) desigualdade social (capital e recursos se concentra nas mãos de poucos). \nA própria Ciência Moderna tem demonstrado inequivocamente que estes três problemas precisam de soluções urgentes para o bem da espécie humana e do planeta. Contudo\, a ação prática nessa direção não tem acompanhado as evidências. Tal fato indica claramente que a Ciência Moderna só não basta para reverter os rumos cada vez mais preocupantes que o mundo tem tomado. Em um mundo em estado de policrise\, não há conhecimento do qual se possa abrir mão\, desde que seja democrático e amoroso. \nA Arte e Espiritualidade\, ao tocarem as emoções\, são essenciais para impulsionar as transformações profundas que a humanidade precisa abraçar. A obra de Claudia Andujar promove justamente esses encontros\, tão necessários quanto inusitados: da informação com a emoção\, do ancestral com o moderno\, do sacro com o transgressor\, do sul com o norte\, do visível com o invisível. O universo que esses diálogos criam é habitado por uma constelação de seres: humanos e mais-que-humanos\, xamãs e mundanos\, urbanos e silvícolas\, retirantes e ficantes\, artistas e cientistas. \nO universo de Claudia antecipa a ciência do amanhã: aquela que emergirá do diálogo entre todas as formas de conhecimento amorosos e democráticos\, sejam eles científicos\, artísticos ou espirituais. \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nClaudia Andujar e seu universo: sustentabilidade\, ciência e espiritualidade.\nClaudia Andujar é um paradigma internacional de humanismo construído ao longo de décadas de dedicação a seu trabalho com a fotografia. Seu foco sempre esteve\, sobretudo\, nos segmentos da população brasileira que viveram à margem da vida\, como os migrantes nordestinos\, mulheres\, afrodescendentes e indígenas do Brasil\, entre outros. Nascida numa família judia em 12 junho de 1931 em Neuchâtel na Suíça. Quando ela tinha 5 anos sua família se mudou para a Hungria. Grande parte de sua família era judia. Seu pai foi aprisionado pelos nazistas e morreu num campo de concentração. Com sua mãe\, a jovem Claudia se exilou em Nova York durante a Segunda Guerra Mundial\, em fuga do Holocausto. Claudine Haas se tornou Claudia Andujar ao se casar com o espanhol Julio Andujar nos Estados Unidos. Em 1955\, ela veio morar em vieram para São Paulo.  \nDesde a infância\, Claudia Andujar escrevia poemas e depois passou a pintar até que descobriu a fotografia.  “Na pintura\, eu me fechava. Na fotografia\, eu me abri” Sua entrega política mais surpreendente foi em prol da mudança da consciência coletiva sobre a violência das formas de hegemonia imperantes no país\, por grupos que chegaram ao ponto de praticar o genocídio\, como no caso dos garimpeiros historicamente espoliados de suas terras e bens e eliminados como povos.  \nPara Claudia Andujar\, a fotografia foi sua arma de “violentação da violência” social\, dimensão tomada emprestada de Michel Foucault. O regime ótico de sua produção foi primeiramente marcado pelo compartilhamento de valores éticos necessários ao olhar de compaixão\, simpatia e aliança com os dominados e à defesa da vida. Só depois\, caberia pensar na excelência estética de sua fotografia.  \nSustentabilidade. A conservacionista Claudia Andujar colocou sua câmera a serviço da natureza. Sua produção fotográfica denunciou diante do mundo o genocídio dos povos indígenas da América do Sul\, o genocídio\, a espoliação das terras e dos saberes indígenas\, o garimpo ilegal\, inclusive como o envenenamento dos rios amazônico pelo uso do mercúrio. \nCiência. Aconselhada por Darcy Ribeiro\, Claudia Andujar se encaminhou para documentar sociedades indígenas sobre o prisma do conhecimento antropológico\, incluindo a vida simbólica e a cultura material dos povos originários. Claudia Andujar compõe uma história de mais de 150 anos de emprego da fotografia nesse processo investigativo\, ao lado de Sebastião Salgado\, Milton Guran\, Elza Lima\, entre outros – aqui referidos por conta da dimensão estética de suas imagens. \nEspiritualidade. Em seus primórdios\, algumas sociedades não brancas\, consideravam que a fotografia “roubava a alma” dos retratados. Ademais\, as sociedades indígenas foram catequizadas por missionários católicos\, uma guerra simbólica hoje acirrada pelo exacerbado proselitismo de seitas evangélicas. O delicado respeito ético de Claudia Andujar pelas diferenças e especificidades das crenças resultou numa “arte sacra” sui generis ao registrar com formidável qualidade plástica cerimônias\, adereços ritualísticos\, cerimônias como a da ingestão dos alucinógenos religiosos\, observando teogonias e unidade entre todos os seres que compõe a terra: água\, pedras\, montanhas\, vegetais\, animais\, um reino da natureza no qual os humanos se inscrevem sem hierarquização de qualquer espécie. \nPaulo Herkenhoff\, curador da exposição.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Tudo que Nasce Vermelho" de Luara Macari no MAC USP
DESCRIPTION:Luara Macari\, “Ri Ró: rompante de rio”\, 2023 – Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nUma das ações realizadas pelo MAC USP para incentivar a produção artística contemporânea é a realização de editais de exposições temporárias para artistas emergentes\, que ainda não tenham realizado mostras individuais em museus ou galerias. A terceira edição do Edital recebeu 180 inscrições e selecionou três projetos a serem apresentados em 2025/2026. O primeiro deles é a exposição Tudo que Nasce Vermelho\, individual da artista Luara Macari (Ribeirão Preto\, SP\, 1999)\, apresentando 21 trabalhos em que articula os gestos pictóricos entre a argila\, a tinta à óleo\, o carvão e o grafite sobre tela. \nArtista\, escritora e curadora em formação (PUC SP\, 2023)\, Luara Macari constrói um espaço onde “a pintura é exercício de escuta\, presença e memória”\, diz Fernanda Pitta\, curadora responsável do MAC USP. A partir das fabulações\, dos saberes e das tradições ioruba a artista propõe uma série de trabalhos que apresentam uma representação pictórica do mundo\, em que imagem e rito se implicam mutuamente. ”Cada pintura é também uma oferenda: tempo suspenso\, escuta ritual e desejo de rememoração” completa a curadora. \nO vermelho que guia os caminhos da artista\, cor impetuosa e vibrante\, é também substância vital e ancestral\, força plástica e simbólica\, que atravessa as obras da artista e transforma o imaterial em matéria\, superfície\, impressão e campo sensível. “O vermelho condensa o sangue\, o barro\, o fogo\, a terra e o corpo — elementos que sustentam tanto a criação e a existência na cosmovisão ioruba”\, comenta Fernanda. \nNesta exposição\, Luara Macari constrói um espaço onde a pintura é exercício de escuta\, presença e memória\, e “cria um território onde se experimenta a força da arte como gesto de cuidado\, reinvenção e reparação. Em sua prática\, a arte transforma o imaginário\, partindo do gesto íntimo de saber de onde se vem para relembrar os caminhos para onde se quer ir” define a curadora.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Águas Abertas" no Parque Linear Bruno Covas
DESCRIPTION:Lenora de Barros + Madeeeeira\, “Resetar” (maquete). Foto: Mayra Azzi\n\n\n\n\nSe as margens dos rios são ambientes propícios à ocupação humana desde tempos ancestrais – tanto pelas possibilidades de deslocamento e comunicação que os cursos d’água oferecem quanto pelo fornecimento do recurso mais fundamental para a vida na Terra –\, as águas são um ponto de partida para compreender as dinâmicas sociais e políticas do espaço urbano moderno e contemporâneo. As metamorfoses das grandes cidades nos últimos séculos podem ser estudadas à luz da complexa relação entre natureza e interesses políticos.  \nEm São Paulo\, o Rio Pinheiros passou por transformações entre os anos 1930 e 1970\, com a retificação de seu curso d’água\, a construção de represas e usinas e de vias marginais. Hoje\, o rio passa por outro ciclo de transfiguração\, com grandes empreendimentos imobiliários sendo implementados em suas franjas.  \nO que esse rio nos diz sobre as relações entre as cidades e as águas? Pode um rio sobreviver às grandes cidades? Perguntas como essas são lançadas pelo projeto Águas Abertas\, reunindo instalações artísticas que problematizam e instigam o debate sobre a vida dos rios na cidade de São Paulo\, no Brasil e no mundo. A abertura acontece no sábado 9 de agosto\, das 12h às 17h\, no Parque Linear Bruno Covas\, às margens do Rio Pinheiros. \nCom curadoria de Gabriela de Matos e Paula Alzugaray e curadoria adjunta de João Paulo Quintella e Raphael Bento\, a iniciativa articula intersecções entre arte\, meio ambiente e cidade\, ocupando os 8 quilômetros do Parque Bruno Covas\, na margem oeste do rio Pinheiros\, entre a Ponte Cidade Jardim e o projeto Pomar Urbano em São Paulo. É uma oportunidade de atrair novos públicos ao Parque e marcar as conquistas graduais do programa de despoluição do rio\, que vem sendo executado desde 2019 pela Sabesp\, patrocinadora do projeto. A identidade visual é de Namibia Chroma. \nNas palavras das curadoras\, Águas Abertas tem o intuito de investigar e experimentar as possibilidades da arte de abrir novas perspectivas relacionais entre a cidade e suas dimensões hídricas.  \n“Contrapor-se à tensão dialética entre natureza e cultura\, que estruturou o pensamento antropocêntrico ocidental\, e deixou como legado a crise climática extrema\, é um movimento necessário em um presente de urgências. […] O projeto busca criar uma rede de ideias navegáveis\, considerar como um rio e uma cidade podem sair modificados de um projeto que se propõe um laboratório de pensamento e imaginação\, tendo a arte como agente; imaginar a terceira margem do Rio Pinheiros.” \nA colaboração entre Cinthia Marcelle e o escritório de arquitetura vão é um exemplo de como as relações entre natureza\, cidade e suas populações podem ser abordadas a partir de uma instalação de forma orgânica e relacional. O grupo fez incursões ao Jardim Panorama\, comunidade lindeira do Rio Pinheiros\, que é separada de um condomínio de luxo por um grande muro.  \nPartindo dessa situação e referindo-se ao cerceamento entre populações de poderes aquisitivos diversos\, Cinthia Marcelle e vão criaram uma barricada de blocos cerâmicos na faixa verde do Parque Bruno Covas em que a vegetação é escassa e possibilita visualizar o Jardim Panorama ao fundo. Esse muro-instalação é feito sem argamassa\, permitindo que os moradores da comunidade retirem os blocos cerâmicos empilhados mediante agendamento com a produção\, para construírem paredes de moradias e comércios em vez de muros de contenção. \nTambém Keila-Sankofa partiu da relação com populações ribeirinhas\, dessa vez com pessoas da etnia Pankararu que moram nas imediações do Rio Pinheiros\, para criar sua obra\, composta de performance\, intervenção\, fotografia e vídeo mostrando um ritual afroindígena em relação com as águas. \nA exposição apresenta ainda instalações assinadas por Coletivo Coletores\, Day Rodrigues\, Lenora de Barros e Lúcio Ventania (informações completas abaixo).  \nEncabeçada por duas curadoras\, a seleção privilegiou artistas mulheres\, subvertendo a tradição de construção de monumentos públicos simbólicos do patriarcado\, fosse por seus realizadores ou pela representação de feitos associados a figuras masculinas.  \nAs/os artistas são de cidades como Belo Horizonte (Cinthia Marcelle)\, Santos (Day Rodrigues)\, Manaus (Keila-Sankofa)\, Ravena/Sabará (Lúcio Ventania)\, ou de regiões periféricas de São Paulo (Coletivo Coletores). \nÁguas Abertas tem patrocínio da Sabesp por meio da Lei de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet\, com realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal. \nLocal: Parque Linear Bruno CovasMargem oeste do Rio Pinheiros\, entre Ponte Cidade Jardim e Ponte João Dias \nPrincipal acesso pela Usina São Paulo (ver abaixo) \nSegunda a domingo\, das 10h às 17h – Grátis \nAcessos: \nUsina São Paulo – acesso à direita pela via expressa da Marginal Pinheiros na altura do Shopping Cidade Jardim (estacionamento para veículos); Passarela flutuante Usina São Paulo – interligação com a Ciclovia Franco Montoro (ciclistas)\, horário de funcionamento da Passarela das 5h30 às 19h; Ponte Cidade Jardim (pedestres e ciclistas); Projeto Pomar Urbano – Av. Guido Caloi n° 551 – JD. São Luiz (pedestres e ciclistas); Ponte João Dias (pedestres e ciclistas); Ponte Laguna (pedestres e ciclistas); Passarela Global – acesso pela via local da Marginal Pinheiros\, defronte ao empreendimento Parque Global (pedestres\, ciclistas e estacionamento para veículos)\, horário de funcionamento do Estacionamento das 6h às 19h; Passarela flutuante Parque Global – interligação com a Ciclovia Franco Montoro (ciclistas)\, horário de funcionamento da Passarela das 5h30 às 22h (no momento a passarela encontra-se inoperante por conta de obras do Metrô em Santo Amaro na margem leste da Ciclovia Rio Pinheiros)
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SUMMARY:"Brasil de susto e sonho: um panorama da obra de Rivane Neuenschwander" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Rivane Neuenschwander\, “A.E. (Nunca mais Brasil)”\, 2023\nCom abertura no Itaú Cultural (IC) na noite de 13 de agosto – e visitação do público no dia seguinte\, 14\, até 2 de novembro –\, a mostra tem curadoria da pesquisadora (Universidade Federal de Pernambuco/UFPE) e jornalista Fabiana Moraes e realização da equipe do IC. A exposição se estende pelos três pisos do espaço expositivo da instituição dedicados às mostras temporárias. \nNo conjunto\, Brasil de susto e sonho: um panorama da obra de Rivane Neuenschwander apresenta o olhar atento da artista sobre assuntos que vêm movendo os brasileiros na história contemporânea do país – dos anos de 1970 aos atuais. Os suportes artísticos são variados: vídeos\, esculturas\, pinturas\, instalações e desenhos. A inspiração trafega entre registros de manifestações diversas captadas por ela em solo firme\, no espaço das redes sociais\, em sonhos de crianças\, em festas folclóricas e em observações subjetivas capturadas em suas andanças pelo país. \nPISO 1 \nEste andar acolhe duas de suas obras inéditas: Dream.lab/São Paulo\, ainda não vista pelo público brasileiro\, e a estreia de Mestre Zenóbio e o Cordão da Bicharada. A primeira navega pelos sonhos de crianças\, cuja colaboração\, como uma espécie de coautores de produção espontânea\, marca outros trabalhos da artista. Apresentada no museu de arte moderna KinderKunstLabor\, na Áustria\, com curadoria de Mona Jas e Andreas Hoffer\, esta é a primeira montagem da obra no Brasil após um processo de pesquisa denso e específico para a exposição. Resultado de oficinas conduzidas pela equipe de mediação cultural do Itaú Cultural\, ao lado da artista\, com alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Abrão de Moraes e da Emef Desembargador Amorim Lima\, as atividades partiram de uma leitura do livro Sonhozzz (editora Salamandra\, 2021)\, de Silvana Tavano e Daniel Kondo\, que também assina as ilustrações. As crianças fizeram exercícios para a produção de desenhos nos quais manifestaram seus sonhos\, desembocando em uma delicada investigação sobre a infância\, o inconsciente coletivo e os sonhos desses brasileiros em crescimento. \nA segunda obra\, Mestre Zenóbio e o Cordão da Bicharada\, é um vídeo de cerca de 20 minutos dirigido por Cao Guimarães e Rivane\, que retomam uma parceria já vista na obra Quarta-feira de Cinzas/Epílogo (2006)\, também presente na exposição. O trabalho versa sobre o cordão que lhe dá nome\, fundado por Mestre Zenóbio na Vila de Juaba\, em Cametá\, interior do Pará\, na primeira metade dos anos de 1970. Em um tempo em que a Copa do Mundo e a Transamazônica dominavam as telas e os discursos do regime ditatorial\, Zenóbio enchia uma pequena embarcação com representações de animais de países e climas distintos para chamar a atenção para a preservação da natureza\, em um cortejo que se repete todos os anos no Carnaval das Águas (tradição centenária da cultura paraense). Rivane e Cao registraram o mais recente\, resultando neste filme que mescla sonho e susto\, beleza e plástico jogado fora\, ontem e agora. A trilha é da dupla performer brasileira O Grivo\, que também aparece em trabalhos como Erotisme. \nAinda fazem parte deste piso Atrás da porta e L.L. (O vendedor de furos). A primeira é de 2007\, uma serigrafia sobre madeira composta de 140 peças de dimensões variadas com desenhos e rabiscos\, que a artista foi capturando ao longo dos anos nas portas de banheiros públicos. De 2023\, a segunda reúne pequenas esculturas\, que se espalham pelos três andares da exposição. A obra é baseada em uma memória de infância de L.L.\, amiga de Rivane\, na qual ela imaginava um comerciante que ganhava dinheiro vendendo buracos\, e faz uma conexão precisa sobre o mundo em que vivemos na atualidade. \nPISO -1 \nAqui\, o público encontra mais dois trabalhos inéditos: As Insubmissas e Perversos\, marcianos\, canibais e alienados. Uma ema antifascista\, um tubarão verde com lenço amarelo pronto para atacar\, arapongas e tigrinhos\, entre outros\, representam personagens que falam da história mais recente do país. Somando os dois conjuntos\, são 23 figuras\, entre bichos\, frutas\, plantas na composição desses bonecos\, feitos de tecido\, papel machê\, garrafas de vidro\, bordados e outros materiais. \nAs Insubmissas reúne os personagens A Ativista; O Brasil; O Comunista; O Socialista; A Anti-fascista e O Ministro. Em Perversos\, marcianos\, canibais e alienados estão A Agência de Vigilância; A Alta Patente; A Emenda Parlamentar; A Força Aérea Expedicionária; A Funcionária Fantasma; A Inflação; A Patriota; O Algoritmo; O Autocrata; O Deputado Federal; O Empresário; O Jogo de Apostas; O Magnata da Fé; O Oligarca; O Tarifaço e O Tecnocrata. \nEstes trabalhos derivam da obra O alienista (2019)\, atualmente exposta no Instituto Inhotim e baseada no livro de Machado de Assis. Nela\, estão personagens como O Orador de Sobremesas\, O Juiz de Fora\, O Terraplanista\, O Barbeiro\, A Viúva e João de Deus (personagem de O alienista\, de Machado de Assis)\, entre outros. \nTambém está neste piso o vídeo digital Enredo\, produzido por Rivane em 2016 com o neurocientista Sérgio Neuenschwander. O audiovisual se inspira na coletânea de contos populares do Oriente Médio As Mil e Uma Noites (edição em português) para acompanhar uma aranha tecendo a sua teia com o seu fio entremeado por confetes feitos de pequenos trechos do livro\, entre palavras que atravessam o seu caminho e ao som de um tamburello (versão italiana da pandeireta) tocado pelo cantor e compositor Domenico Lancellotti.   \nNeste andar\, ainda\, o público encontra mais um vídeo de Rivane e Cao Guimarães: Quarta-feira de Cinzas/Epílogo\, realizado em 2006. O filme de 10 minutos articula a folia em fim de festa. A obra Repente\, de 2016\, apresenta etiquetas de tecido bordadas\, painel de feltro\, caixas de madeira\, alfinetes de cabeça e de segurança\, em um trabalho que a artista vem atualizando ao longo dos anos com novas palavras de ordem em um remix de protestos\, mobilizações e lutas dos brasileiros.  \nNo trabalho Noites árabes (2008)\, ela evoca a claridade volátil da Lua mobilizando um número palíndromo\, assim como na obra Enredo\, as Mil e Uma Noites de Sherazade. Aqui\, o rolo de filme de 16 milímetros se desdobra em 1.001 pequenos furos atravessados pela luz\, entre 1.001 noites\, histórias e recomeços.  \nÀ espreita\, acrílica sobre papel preto acid free\, reúne 24 pinturas que investigam tanto o lado psicanalítico quanto político do medo. Rivane vem investigando há anos a infância como um lugar também político. Neste trabalho ela exibe formas sombrias desenhadas pelas próprias crianças\, a partir de oficinas realizadas na pesquisa O nome do medo. As formas remetem a monstros\, fantasmas e espíritos que além de viverem nas casas\, habitaram porões e delegacias no período ditatorial brasileiro. \nPISO -2 \nApocaplástico\, obra exibida com destaque neste andar\, também é inédita. Trata-se de uma escultura composta de madeira\, massa e tinta acrílica\, corda\, plástico e papel\, com dimensões variadas. Tem origem na viagem que a artista fez ao lado de Cao Guimarães\, na região do rio Tocantins\, para a produção de Mestre Zenóbio e o Cordão da Bicharada. Lá\, Rivane observou uma grande quantidade de plásticos e outros materiais jogados após o Carnaval\, cujas imagens aparecem no vídeo e nestas obras. \nA artista também anotou pontos de reflexão sobre o projeto de colonização dos interiores do norte do país\, que segue firme e cada vez mais forte por meio da religião\, e as depositou em Apocaplástico. A localidade é a que abriga mais templos religiosos no país – 459 deles a cada 100 mil habitantes; mais do que hospitais e escolas. \nTambém neste andar\, Notícias de jornal (…)\, de 2025\, expõe o noticiário cotidiano – em especial os tantos casos de feminicídio – em uma série de cinco novas pinturas baseadas em ex-votos – sem santos\, mas com sangue. São elas: Notícias de Jornal (Simone)\, Notícias de Jornal (Natália)\, Notícias de Jornal (Érica)\, Notícias de Jornal (Jaciara) e Notícias de Jornal (Suely)\, todas realizadas neste ano. \nEm A conversação (2010-2025)\, Rivane se inspirou no filme homônimo dirigido por Francis Ford Coppola em 1974. Nesta instalação composta de papel de parede\, carpete\, forro para carpete\, cola\, gravadores de áudio\, aparelho de som e alto-falantes\, também de dimensões variadas\, o mote é a paranoia da espionagem\, que transforma todos em suspeitos e alvos – dos celulares e drones\, da entrega e monetização dos dados de cada pessoa\, notícias sobre grupos e pessoas espionados pela gestão federal encerrada em 2022. Neste trabalho\, há escutas escondidas no assoalho e nas paredes e microfones camuflados. \nM.C. (Sete Exu da Lira/Chacrinha)\, de 2025\, é um bordado de miçangas e lantejoulas sobre sarja de algodão. O trabalho vai buscar o Brasil de 1971 – quando\, em pleno governo militar\, os brasileiros assistiam ao programa do Chacrinha aos domingos. Ele tem foco especialmente no último domingo de agosto daquele ano\, no qual a umbandista Mãe Cacilda de Assis recebia a entidade Seu Sete Rei da Lira e promovia um transe coletivo no programa da TV Globo (e\, depois\, no famoso show de Flávio Cavalcanti\, na TV Tupi). Andrógina\, negra e à frente de uma prática não cristã\, Mãe Cacilda se tornou alvo do discurso moralista e racista das mais poderosas representantes do catolicismo conservador do país. \nNo vídeo Erotisme\, produzido por Rivane em 2014\, a trilha sonora é de O Grivo. Nele\, uma mão interpreta o alfabeto desobedecendo a sua sombra. Entre umas imagens e outras\, vão aparecendo palavras em francês\, usuais ou inventadas\, riscadas a canivete na madeira: masturber\, nidifier\, occulter (masturbar\, aninhar\, ocultar)\, entre outras. A obra faz referência direta ao verbete “erotismo”\, atribuído a Georges Bataille\, na obra surrealista Le memento universel Da Costa\, e passeia por dualidades do sexo\, visto como prazer ou arma; gozo ou ferida\, remetendo à violação. \nM.F. (Road trip)\, de 2015\, poderia ser resumido como um buraco de 1 x 2 cm feito na parede\, para exalar o cheiro de gasolina. Mas é muito mais do que isso. Trata-se de uma referência ao Brasil militar-desenvolvimentista e suas grandes estradas que cortaram aldeias e florestas\, já a partir da década de 1970. \nEm A.E. (Nunca mais Brasil)\, de 2023\, uma tapeçaria de 1\,70m x 1\,70m\, Rivane apresenta uma costura de retalhos de medos e lembranças\, infância e geografia\, arquivos e pavores: monstros e nomes de locais que serviram como espaços de tortura e desova de corpos\, em uma referência ao livro Brasil: Nunca Mais (1985; editora Vozes) – organizado por Dom Paulo Evaristo Arns\, Hélio Bicudo e Jaime Wright\, reúne documentos de episódios de tortura durante a ditadura militar no Brasil. Aqui\, a artista mescla a pesquisa O nome do medo (iniciada em 2015) a outro tema que demarca suas investigações: o regime autoritário que por duas décadas enterrou pessoas em locais como a Ponta da Praia (RJ). \nR.R. (90 milhões em ação)\, de 2025\, também remete aos anos de 1970\, quando o Brasil conquistou o tetra na Copa de Futebol\, com jogadores como Pelé\, Rivelino\, Tostão\, Gerson e Jairzinho em campo. A vitória foi capitalizada pelo governo Médici (1969-1974) e embalada pela marchinha de Miguel Gustavo transformada em uma espécie de hino: “Noventa milhões em ação / Pra frente\, Brasil\, do meu coração”. Nas telas brilhava o Canal 100\, fundado em 1957 pelo produtor Carlos Niemeyer\, que exibia zooms de rostos em sua maioria desconhecidos acompanhando partidas de futebol enquanto\, longe das câmeras\, gestões autoritárias sequestravam\, torturavam e matavam. 
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SUMMARY:"Wanda Pimentel – Percurso em Preto e Branco" na Carpintaria
DESCRIPTION:Wanda Pimentel\, Sem título\, da série Animais preto & branco. Foto: Eduardo Ortega / DDM\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Wanda Pimentel – Percurso em Preto e Branco\, com abertura dia 16 de agosto na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne\, pela primeira vez\, a série Animais Preto e Branco\, um conjunto de desenhos em preto e branco realizados nos primeiros anos de sua trajetória. Criadas entre 1965 e 1967\, essas obras dão a ver um período formativo de experimentação\, marcando o surgimento da linguagem visual singular de Pimentel. \nCom traços agitados e vigorosos\, numa paleta restrita\, Pimentel desenhou animais\, alguns identificáveis\, outros inventados\, cujas formas pulsam\, serpenteiam e vibram em meio a emaranhados gráficos de rabiscos e marcações. Besouros\, cangurus\, tatus\, tartarugas\, morcegos\, girafas\, corujas e macacos aparecem retratados com uma mão investigativa\, como se a artista explorasse as texturas de pelos\, penas\, escamas e peles\, apenas para distorcer suas formas e padrões nos espaços alucinatórios de seu bestiário estilizado. \nEssa faceta inicial da obra de Pimentel revela uma abordagem caligráfica mais livre\, na qual a superfície do papel é quase inteiramente ocupada\, vibrando com atividade visual — em contraste agudo com sua produção posterior\, de orientação geométrica\, baseada numa espacialidade rigorosa definida pelo vazio articulado às representações precisas de objetos e partes do corpo. Como propõe a historiadora da arte Vera Beatriz Siqueira em seu ensaio para a exposição: “Em Wanda\, os animais parecem afirmar a base gráfica e a posição central conferida à linha\, que define questões de sua obra\, ao mesmo tempo que anunciam a questão temática e plástica do ‘envolvimento’\, das relações entre criaturas\, objetos e seus ambientes — centrais em seu trabalho.” \nA obra Sem título (da série Envolvimento) (1969) da artista foi recentemente incorporada à coleção permanente do MoMA\, e integrou a exposição Vital Signs: Artists and the Body organizada por Lanka Tattersall em 2024\, na mesma instituição. Pimentel está atualmente em exibição na mostra Pop Brasil: Vanguarda e Nova Figuração\, 1960-70\, na Pinacoteca em São Paulo.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"APORIA" de Laerte Ramos na Desapê
DESCRIPTION:Laerte Ramos\, “Antiderrapante 02”\, 2024\nO artista visual Laerte Ramos inaugura sua nova exposição individual\, intitulada APORIA\, no projeto Desapê\, em São Paulo\, a partir de 16 de agosto\, com abertura ao público das 12h às 18h. A mostra apresenta obras inéditas e outras de diferentes momentos de sua trajetória\, reafirmando a potência de uma pesquisa plástica multifacetada que transita entre a gravura\, a cerâmica\, o têxtil e a escultura. \nAPORIA\, termo de origem grega\, remete a um estado de impasse\, dúvida ou paradoxo —um lugar onde o pensamento encontra seu limite diante da contradição ou da complexidade. É nesse território ambíguo\, entre forma e função\, cotidiano e simbólico\, matéria e conceito\, que Ramos posiciona suas obras. A exposição propõe ao público um percurso por essas zonas limiares\, onde o sentido não é entregue\, mas construído a partir do confronto entre elementos díspares e sua ressignificação no espaço expositivo. \nCom curadoria do próprio artista\, APORIA ocupa duas salas do Desapê\, projeto itinerante que atua como galeria\, espaço de “descoleção: de obras e livros de artista\, além de participar de feiras gráficas e mostras independentes. \nNa Sala 01\, o público encontrará a emblemática série Caixa d’água\, composta por cem pequenas xilogravuras de 1999\, e desdobramentos dessa pesquisa em três vertentes da série Forma de Reúso: esculturas cerâmicas esmaltadas em branco\, versões cruas com aspecto de filtros e moringas\, e joias em prata —esculturas vestíveis que tensionam os limites entre arte e design\, tradição e inovação. \nNa Sala 02\, o destaque são as tapeçarias de grande escala da série Nós do Caos\, produzidas em telagarça\, com 2\,40m de largura. Abordando temas urgentes como a presença das drogas no cotidiano urbano como escape e as tensões geopolíticas nucleares\, as obras tecem relações entre os “nós” como entrelaçamentos formais e como metáforas dos sujeitos agentes em tempos de crise. Completa a sala a série Columbiformes\, com uma dupla de esculturas de pombos em bronze\, além de seus tênis de cerâmica\, agora em versão amassada\, apresentadas como objetos de parede. \nCom uma carreira consolidada já com 28 anos de atuação no meio\, Laerte Ramos contabiliza 11 residências artísticas\, 32 prêmios\, 57 exposições individuais e 178 mostras coletivas. Entre seus reconhecimentos\, destaca-se o Prêmio Bienal de São Paulo – Artistas no Exterior\, sua participação representando o Pavilhão Brasileiro na Expo Milano\, e a exposição Casamata\, realizada no Octógono da Pinacoteca de São Paulo. Vale a pena ainda ressaltar suas residências na Beyler Foundation/Riehen – Basel\, Suíça e TPW Residency Program – Jingdezhen/Hong Kong/Shangai/Beijing\, China financiada pelo Rumos Itaú Cultural. \nAPORIA reafirma o compromisso do artista com a materialidade\, a experimentação e o diálogo entre técnica e discurso\, convidando o público a percorrer mais de duas décadas de produção atravessada por memória urbana\, crítica social e reinvenção formal.
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LOCATION:Desapê\, Travessa Dona Paula\, 7 – Higienópolis\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:"Tempurã" de Juliana dos Santos na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Fotos no Atelie de Juliana so Santos no dia 05/08/2025 para Pinacoteca de São Paulo. Créditos: Levi Fanan\n\n\n\n\nSão Paulo\, 19 de agosto – Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, tem o prazer de anunciar o lançamento de um programa anual de residência artística em parceria com a CHANEL\, dedicado a fortalecer e impulsionar as trajetórias criativas de mulheres artistas. \nEssa nova iniciativa estreia com a aclamada artista visual Juliana dos Santos (1987\, São Paulo\, Brasil)\, cujo trabalho inovador estabelece pontes entre arte e educação. Sua primeira exposição individual em uma instituição\, intitulada Temporã\, será inaugurada em 23 de agosto na Galeria Praça\, localizada no edifício da Pina Contemporânea. \nAnualmente\, a residência selecionará uma artista mulher de destaque — atuando em qualquer disciplina ou linguagem —\, oferecendo mentoria especializada por meio da rede CHANEL Art Partners e uma plataforma para o desenvolvimento de sua prática artística. O programa inclui também uma exposição individual na Pinacoteca\, promovendo visibilidade e apoio fundamentais às vozes criativas femininas. \nA prática artística de Juliana dos Santos é marcada pela pesquisa do pigmento azul extraído da flor Clitoria ternatea\, que a artista utiliza como lente poética para explorar a cor como experiência sensorial. Sua pesquisa transita entre arte\, história e educação\, com foco especial nas estratégias desenvolvidas por artistas negras para transpor os limites tradicionais da representação. \nPara sua exposição na Pinacoteca\, dos Santos amplia sua investigação a outros pigmentos naturais\, como a catuaba\, a erva-mate e o pau-brasil\, criando pinturas vibrantes e fluidas que convidam o público a experimentar a cor de maneira renovada. \n“Juliana dos Santos explora os limites da abstração e do tempo. A partir do azul da flor\, a artista ancora sua obra na impermanência: o pigmento natural oxida com o tempo\, transformando-se diante dos olhos do público. Sua obra é\, assim\, dinâmica e performativa: ela semeia a cor sobre a superfície pictórica\, que então segue seu próprio caminho imprevisível\, como um rio que corre e deságua em um oceano de possibilidades”\, explica a curadora Lorraine Mendes. \nEste programa de residência reflete o compromisso compartilhado entre a Pinacoteca e a CHANEL em fomentar a expressão criativa e amplificar as vozes de mulheres artistas\, no Brasil e além.
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Sonia Andrade — Situações" na Galeria Superfície
DESCRIPTION:Divulgação / Cortesia Galeria Superfície\n\n\n\n\nCelebrando os 90 anos de Sonia Andrade [1935—2022]\, a Superfície apresenta a exposição Situações. Pioneira da videoarte no Brasil\, Sonia iniciou sua trajetória em 1970\, em meio a um contexto histórico e artístico marcado por intensas transformações. Ao lado de um grupo de artistas interessados no uso de novos meios e comprometidos com a pesquisa conceitual\, produziu vídeos de forte carga poética e crítica\, que investigam as complexas relações entre produção\, circulação\, mediação\, recepção e comercialização da arte — questões que permanecem relevantes até hoje. \nEm muitas dessas obras\, a artista posiciona-se diante da câmera\, fazendo do próprio corpo o centro da ação e criando performances cujo público imediato é apenas o olhar da lente. Mas sua produção vai muito além da videoarte: Sonia Andrade explorou múltiplos suportes e linguagens\, do desenho à escrita\, da apropriação de objetos à fotografia\, passando pela arte postal\, projeção de imagens e instalação. Recusando rótulos\, buscou em cada trabalho revelar camadas de sentido que evidenciam dimensões ético-políticas\, o enigma do tempo e a natureza episódica e relacional de sua prática — abrindo espaço para uma infinidade de situações possíveis\, como sugere o título desta mostra. \nDe caráter panorâmico\, a exposição aproxima o público paulistano da obra da artista carioca\, reunindo cerca de 30 trabalhos que vão dos primeiros vídeos da década de 1970 a produções mais recentes\, como … às contas [2019]\, apresentada no MAM-RJ. A instalação foi criada a partir de contas de luz\, gás\, telefone\, TV por assinatura\, internet e celular pagas e acumuladas ao longo de cinco décadas\, entre 1968 e 2018. \nAo longo de sua carreira\, Sonia Andrade apresentou obras em instituições como o Musée du Louvre [Paris]\, MoMA [Nova York] e Museo Reina Sofía [Madri] — tendo este último adquirido trabalhos da artista. Em 2011\, recebeu uma grande individual no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica. Sua obra integra coleções públicas de referência\, como o Getty Research Institute [Los Angeles] e Kunstgewerbemuseum [Zurique]. \nAinda\, em 2024\, o Centre Georges Pompidou [Paris]\, através do programa Don des amis du Centre Pompidou Cercle International\, adquiriu duas instalações da artista. São elas A Obra/O Espetáculo/O Caminho/Os Habitantes [1975-1977] e a videoinstalação Sem título [2001]. Em entrevista ao curador Hans-Ulrich Obrist para o livro Entrevistas brasileiras 1 [Cobogó\, 2017]\, Sonia Andrade relembra o início de sua relação com a videoarte: “Comecei [a trabalhar com vídeo] e gostei muito\, principalmente pelo imediatismo do vídeo: fazemos o trabalho e ele está pronto\, sem depender de laboratório\, de nada.” \nSonia Andrade — Situações abre no dia 23 de agosto\, sábado\, na sede principal da Superfície\, com texto crítico de Marisa Flórido\, e permanece em cartaz até 25 de outubro.
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LOCATION:Galeria Superfície | Oscar Freire\, Rua Oscar Freire\, 240 - Jardim Paulista\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"ANIMALIA BIOCONCRETA" de Franklin Cassaro na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Franklin Cassaro – Divulgação\n\n\n\n\nFranklin Cassaro apresenta em “ANIMALIA BIOCONCRETA” uma produção com mais de 50 obras\, com destaque para a série Animal Fractal\, pinturas com acrílica iridescente (com partículas de mica) papel Canson\, e mordidas do artista. \nNa abertura no dia 26 de Agosto\, o artista irá apresentar o ato escultórico: Abrigo Mar Azul\, sua obra inflável em papel celofane que ocupa mais de 3 metros\, causando impacto e surpresa ao espectador. Os atos do artista estarão presentes na abertura e ao longo da exposição em datas programadas. \n“Trinta e cinco anos atrás\, em Outubro de 1988\, Franklin Cassaro inaugurava no Rio de Janeiro sua primeira exposição individual na celebrada Galeria Macunaíma da Funarte\, seguida em São Paulo da mostra AR\, no Museu de Arte Contemporânea (MAC-USP). Em ambas as oportunidades estava ali o début de um artista audacioso\, intenso e profundo\, não afeito a modas\, convenções ou padrões impostos pelo mercado de arte. O impacto causado pela grande e única bolha vermelha em papel celofane\, seu primeiro inflável\, ocupando todo espaço da pequena galeria do Rio\, ou o grande tubo vermelho no museu de São Paulo\, já traziam o prenúncio de alguns elementos da linguagem sutil\, sua necessária interação com o espectador e seus aspectos corpóreos. Desde então tem exibido e performado suas criações em várias capitais do país\, em renomadas instituições públicas e privadas\, tendo cruzado diversos países como Estados Unidos\, Alemanha\, Austrália\, Espanha\, Suécia\, Inglaterra\, Áustria\, Itália\, Porto Rico\, Cuba e México (…)” \nLuiz Chrysostomo de Oliveira Filho
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LOCATION:Martha Pagy Escritório de Arte\, Av Rui Barbosa\, Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"TRILOGIAS" de Leonora Weissmann na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Leonora Weissmann – Divulgação\n\n\n\n\nA mineira Leonora Weissmann fala de sua produção: “Em meu processo as imagens surgem a partir de necessidades nemsempre claras a princípio\, mas logo estabeleço uma rede de conexões que formam algum eixo. A primeira pintura desse recorte\, intitulado posteriormente ‘A pequena idade do gelo’\, surgiu na exposição Estranho Mundo Próximo. \nTrata-se de uma fase\, ou momento que creio ser a pequena idade do gelo de minha própria pintura. A pintura tem os seus períodos\, necessidades e\, porque não\, climas. \nA paisagem de neve me fascina desde a infância quando via os quadros de Peter Bruegel o Velho\, em especial ‘Os caçadores na neve’ e ‘Paisagem de Inverno com patinadores e armadilha para pássaros’. Naturalmente são imagens instigantes\, por serem cenas de neve cheias de crianças\, por possuírem uma estranheza hipnótica com seus mil detalhes e simbolismos. \nAlém das questões simbólicas e inconscientes que me levaram a pintar essas imagens\, o branco em contraste com o preto\, o recorte que a luz clara da neve gera nas composições fazem os elementos como galhos\, pedras\, pássaros e pessoas virarem linhas e silhuetas sobre a tela\, como um desenho. A pintura torna-se mais gráfica. É fascinante. \nAs figuras\, em sua maior parte crianças\, em minha ‘pequena idade do gelo’ parecem\, em algum momento\, astronautas em um planeta desconhecido\, explorando a paisagem\, a superfície\, buscando constantemente algo que não se apresenta. \nElas apontam para caminhos possíveis. \nA partir das pinturas comecei a fazer intervenções nos livros e gravuras de Bruegel com grafismos que chamo de ‘folhas e ossos’. São silhuetas de folhagens inventadas que criam um jogo entre a forma e a contra-forma. Ou vêem-se as folhas ou o vazado que na verdade é a forma e remete a ossos.
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SUMMARY:"Exteriores" de Bob Wolfenson na Unibes Cultural
DESCRIPTION:Fotografia feita na Inglaterra\, em 2012 – Imagem: Bob Wolfenson/Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 26 de agosto de 2025\, a Unibes Cultural apresenta ao público a exposição Exteriores\, do consagrado fotógrafo brasileiro Bob Wolfenson. Composta por um conjunto de 53 fotografias\, de média e grandes dimensões\, a mostra apresenta uma crônica visual da diversidade humana\, revelando corpos em movimento\, expressões passageiras e instantes únicos capturados nas ruas de diferentes cidades ao redor do mundo. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, Wolfenson consolidou-se como um dos maiores nomes da fotografia brasileira\, conhecido por seus retratos de personalidades\, imagens de moda e produções em estúdio. Em Exteriores\, ele percorre o caminho oposto ao controle do ambiente fechado e mergulha na imprevisibilidade do espaço público\, de tudo que lhe é “exterior”. O olhar do fotógrafo se volta para o acaso\, para o fluxo das cidades e seus habitantes anônimos – pessoas atravessando faixas\, distraídas em pensamentos ou em contato breve com a câmera. \nNas palavras do artista\, fotografar do lado de fora é um exercício de intuição: “quase sempre\, o fotógrafo não saberá previamente o que se tornará alvo de seu interesse quando estiver em campo”. Assim como um escritor que anota ideias em um caderno\, Wolfenson transforma sua câmera em ferramenta de observação e descoberta\, em um gesto que combina o instinto do viajante com a curiosidade do cronista. \nExteriores é um fragmento de uma história\, da construção e investigação de um vocabulário fotográfico. Trata-se do processo de autodecodificação do personagem-fotógrafo e do percurso narrativo que ele\, intuitivamente\, traçou ao longo da vida. Esses recortes de memória atravessam as entranhas das cidades\, percorrem ruas sem itinerário aparente\, transitam por naturezas lúdicas\, desertos imaginários e cenas antagônicas\, resultando em estados de intensa carga emocional e certa vulnerabilidade. \nCuradoria: Bob Wolfenson e Ana Tonezzer \nProjeto expográfico: André Vainer
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LOCATION:Unibes Cultural\, R. Oscar Freire\, 2500 - Sumaré\, São Paulo\, SP\, Brasil
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