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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Philippe Perrot" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Philippe Perrot\, Sem título\, 2005. Crédito: Aurélie Dupuis/Azentis Technology\n\n\n\n\nNascido em 1967\, Philippe Perrot cresceu na periferia de Paris. Aos quinze anos\, descobriu a literatura francesa do pós-guerra e mergulhou nos escritos de Antonin Artaud. Apaixonou-se por Pier Paolo Pasolini e pela Nova Vaga italiana\, ingressando em uma escola de cinema. Por meio de vídeos curtos\, o artista começou a explorar o universo familiar e as feridas de sua infância. A partir dos anos 1990\, abandonou o cinema para se dedicar\, como autodidata\, à pintura — sem\, no entanto\, abrir mão dos temas centrais que atravessam toda a sua obra. Perrot faleceu em 2015\, aos 48 anos\, em decorrência de uma longa doença. \nA pintura de Philippe Perrot dá corpo ao sonho e ao inconsciente. Em suas telas\, personagens flutuantes e debilitados encenam dramas íntimos orbitando figuras tutelares como o pai ou a mãe. Seus quadros são representações de estados de alma\, visões complexas oriundas de alucinações cotidianas e segredos de família reprimidos. Esses traumas\, porém\, são suavizados pela constante intrusão de elementos burlescos inspirados no universo dos desenhos animados\, que\, segundo o próprio artista\, aproximam a figuração de “uma piada de mau gosto”. Embora os títulos ofereçam algumas pistas para a compreensão das imagens\, as narrativas permanecem\, em geral\, desconcertantes e enigmáticas. \nPintadas a óleo sobre telas preparadas com pigmento amarelo ocre\, suas obras se caracterizam pela justaposição de vários micro-relatos em uma mesma composição. \nÀ semelhança de planos-sequência no cinema\, as imagens se encadeiam em narrativas que o espectador pode livremente interpretar. A iconografia violenta é acentuada por cores berrantes\, muitas vezes misturadas com desinfetantes farmacêuticos como betadina e eosina. A perturbação da perspectiva\, assim como a superposição de cenas e elementos díspares\, intensificam as tensões expressas nas obras e dificultam sua leitura linear. \nArtista discreto\, na contramão do mercado da arte contemporânea\, Philippe Perrot produziu pouco — cerca de três a quatro pinturas por ano. Seu corpo de trabalho se limita a 130 telas e aproximadamente o mesmo número de desenhos em toda a sua carreira. Graças a uma generosa doação\, seis obras do artista passaram a integrar\, em 2019\, as coleções do museu. Esta apresentação é complementada por diversos empréstimos provenientes de coleções particulares.
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SUMMARY:"Line\, Form\, Qi" no LACMA
DESCRIPTION:Wei Ligang\, “Elephant”\, 2011\, Los Angeles County Museum of Art\, presente prometido da Fondation INK\, © Wei Ligang\, foto de Maurice Aeschimann\, Genebra\, cortesia da Fondation INK\n\n\n\n\nUma análise das inovações na arte caligráfica\, Line\, Form\, Qi: Calligraphic Art from the Fondation INK Collection destaca obras experimentais de arte caligráfica moderna e contemporânea criadas por artistas como Yahon Chang\, Fung Ming Chip\, Gu Wenda\, Inoue Yūichi\, Lee In\, Henri Michaux\, Nguyễn Quang Thắng\, Qiu Zhijie\, Tong Yangtze\, Wang Dongling\, Wei Ligang e Xu Bing. As obras em exibição revelam a evolução do pictograma\, explorações da relação entre conteúdo e forma\, o desenvolvimento de novos estilos de escrita e a abstração da palavra escrita. A mostra é acompanhada por um catálogo acadêmico e marca a segunda exposição de uma série de mostras da Coleção Fondation INK\, composta por 400 obras de arte contemporânea no espírito da tinta\, prometida ao LACMA em 2018.
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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SUMMARY:"David Byrne" na Pace Gallery
DESCRIPTION:Imagem / Cortesia Pace Gallery\n\n\n\n\nA Pace apresenta uma instalação especial de desenhos do artista David Byrne em sua sede de Nova York. Realizadas diretamente nas paredes dos patamares da escadaria entre o primeiro e o sétimo andar da galeria\, as nove obras refletem a sensibilidade surreal e lúdica de Byrne. \nProduzidos ao longo de vários dias em abril de 2025\, os desenhos foram concebidos em escala real\, com o intuito de que o público os “confronte” e experimente de formas inesperadas. A instalação permanecerá em exibição por tempo indeterminado. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, David Byrne desenvolveu uma prática nas artes visuais que inclui desenho\, fotografia\, instalação\, performance e design. O artista realizou sua primeira grande exposição com a Pace em 2003\, também em Nova York.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 West 25th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Genesis Exhibition: Do Ho Suh: Walk the House" na Tate Modern
DESCRIPTION:Do Ho Suh. “Nest/s”\, 2024. © Do Ho Suh\n\n\n\n\nO artista Do Ho Suh\, nascido na Coreia do Sul e radicado em Londres\, convida o público a explorar suas instalações em grande escala\, esculturas\, vídeos e desenhos em uma importante exposição panorâmica. \nO que é “lar”? Um lugar\, um sentimento ou uma ideia? Suh propõe perguntas urgentes sobre o enigma do pertencimento\, da identidade e de como nos movemos e habitamos o mundo ao nosso redor. \nPor meio de obras imersivas que exploram pertencimento\, coletividade e individualidade\, conexão e desconexão\, o artista investiga a relação complexa entre arquitetura\, espaço\, corpo\, memória e os momentos que moldam quem somos. \nPercorra os corredores e limiares das famosas arquiteturas têxteis de Suh. Descubra suas primeiras instalações\, obras delicadas sobre papel e vídeos. Caminhe por Seul\, Nova York e Londres através de réplicas em escala real de lares passados e presentes. Encontre esculturas que repensam a tradição dos monumentos. \nVivencie a amplitude e a profundidade da prática inventiva e singular de Do Ho Suh ao longo de três décadas — com destaque para novas obras e criações site-specific exibidas pela primeira vez.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Robert Healy to John Minton: the Nina Drucker bequest" no British Museum
DESCRIPTION:William Turner of Oxford\, “Study from Nature on Shotover Hill”. c. 1810s–20s. Divulgação\n\n\n\n\nEsta mostra celebra a doação de Nina Drucker (1934–2022)\, colecionadora de arte dos séculos XVIII ao XX e apoiadora de longa data do British Museum. \nTendo estudado piano na Royal Academy of Music’s Junior Academy e frequentado concertos ao longo de toda a vida\, Drucker era uma entusiasta da música — e também profundamente apaixonada pelas artes visuais. Sua doação inclui 30 gravuras e desenhos\, selecionados de um acervo de mais de uma centena de obras que ocupavam literalmente todas as superfícies disponíveis de seu apartamento no norte de Londres. A coleção traz obras de artistas até então não representados no acervo do museu. \nA seleção apresentada aqui reúne alguns dos destaques da doação\, ao lado de obras da coleção permanente — com a qual Drucker tinha grande familiaridade por meio de visitas a exposições\, consultas no Prints and Drawings Study Room e na plataforma Collection online. Um raro desenho do retratista irlandês Robert Healy (1743–1771) torna-se a primeira obra desse artista a ingressar no British Museum. Aquarelas de paisagem de David Cox (1783–1859) e William Turner of Oxford (1789–1862) complementam os conjuntos já existentes desses artistas. Algumas das obras favoritas de Drucker\, como as gravuras de Christopher Richard Wynne Nevinson (1889–1946) e um conjunto de desenhos de John Minton (1917–1957)\, fortalecem de forma significativa o acervo de arte moderna britânica do museu.
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LOCATION:British Museum\, Great Russell St\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Superfine: Tailoring Black Style" no The Met Museum
DESCRIPTION:Crédito da imagem: divulgação The Met Museum\n\n\n\n\nA exposição de primavera de 2025 do The Costume Institute apresenta um exame cultural e histórico do estilo negro ao longo de trezentos anos por meio do conceito de dândi. No mundo atlântico do século XVIII\, uma nova cultura de consumo—impulsionada pelo tráfico de escravizados\, pelo colonialismo e pelo imperialismo—possibilitou o acesso a roupas e bens que simbolizavam riqueza\, distinção e bom gosto. O dandismo negro emergiu justamente na interseção entre tradições estilísticas africanas e europeias. \nSuperfine: Tailoring Black Style investiga a importância do estilo na formação das identidades negras na diáspora atlântica\, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. A exposição reúne vestimentas e acessórios\, pinturas\, fotografias\, artes decorativas e outros objetos\, do século XVIII até os dias atuais\, interpretando o dandismo tanto como uma estética quanto como uma estratégia social e política. \nOrganizada em 12 seções\, Superfine explora diferentes características que definem esse estilo\, como Campeão\, Respeitabilidade\, Herança\, Beleza e Cosmopolitismo. Em conjunto\, essas categorias revelam como a apresentação de si mesmo pode operar como uma forma de distinção e resistência\, em uma sociedade marcada por dinâmicas de raça\, gênero\, classe e sexualidade.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Olga de Amaral" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da exposição “Olga de Amaral” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, realizada em parceria com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, de 1º de maio a 12 de outubro de 2025. © Olga de Amaral. Foto: © 2025 Kris Tamburello\n\n\n\n\nO ICA Miami\, em colaboração com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, apresenta uma grande retrospectiva da artista colombiana Olga de Amaral\, reunindo mais de 50 obras produzidas ao longo de seis décadas. A mostra inclui trabalhos recentes e históricos\, alguns deles nunca exibidos fora de seu país natal. A apresentação em Miami sucede o enorme sucesso da exposição em Paris\, na Fondation Cartier. \nA mostra revela a amplitude e complexidade da prática de Amaral\, destacando períodos cruciais de sua carreira — desde suas explorações coloridas em torno da grade até experimentações com materialidade e escala. \nAs esculturas e instalações de Amaral expandem os limites da arte têxtil\, frequentemente combinando técnicas de tecelagem\, amarração e trançado para criar formas abstratas tridimensionais impactantes. Seus primeiros experimentos\, datados dos anos 1960\, são fortemente inspirados pela natureza e utilizam técnicas de tecelagem não convencionais. Na década de 1970\, Amaral desenvolveu um conjunto de obras murais monumentais\, nas quais sobrepôs camadas de lã e crina de cavalo\, evocando paredes de tijolos\, folhas e formações geológicas. Suas investigações também a levaram a experimentar com tinta\, linho\, algodão\, gesso\, folha de ouro e paládio. \nDesafiando as narrativas entre modernismo e artesanato\, sua linguagem escultural única dialoga tanto com o modernismo da Bauhaus e o construtivismo quanto com a arte pré-colombiana e as tradições indígenas de tecelagem. A exposição inclui as obras da série “Estelas” (1996–2018)\, marcadas pelo uso vibrante de folha de ouro\, que refratam e absorvem a luz\, remetendo ao trabalho em ouro de culturas pré-colombianas e a esculturas funerárias de sítios arqueológicos pré-hispânicos. Já a série mais recente da artista\, “Brumas” (2013–2018)\, composta por formas etéreas suspensas no teto\, aproxima os modernismos geométricos das camadas históricas e sensoriais da paisagem. \nOlga de Amaral (n. 1932\, Bogotá) estudou arquitetura no Colegio Mayor de Cundinamarca\, na Colômbia\, e design têxtil na Cranbrook Academy of Art\, em Michigan. Suas exposições individuais recentes incluem a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris (2024-2025); o Currier Museum of Art\, Manchester\, NH (2024); o Cranbrook Art Museum\, Michigan (2021-2022); o Museum of Fine Arts\, Houston (2021); e o Museo de Arte Moderno de Bogotá (2017). Suas obras foram incluídas em diversas mostras coletivas ao redor do mundo\, como “Stranieri Ovunque – Foreigners Everywhere”\, na 60ª Bienal de Veneza; “Weaving Abstraction in Ancient and Modern Art”\, no Metropolitan Museum of Art\, Nova York; e “Subversive\, Skilled\, Sublime: Fiber Art by Women”\, no Smithsonian American Art Museum\, Washington D.C. (todas em 2024); além de “Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction”\, apresentada no LACMA\, Los Angeles (2023)\, National Gallery of Art\, Washington\, D.C. (2024)\, National Gallery of Canada\, Ottawa (2024)\, e no MoMA\, Nova York (2025)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas\, como a Tate Modern\, Londres; o Museum of Modern Art\, Nova York; a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris; o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris; e o Art Institute of Chicago. \nO projeto expográfico das mostras em Paris e Miami foi desenvolvido pela premiada arquiteta Lina Ghotmeh\, fundadora do escritório internacional Lina Ghotmeh – Architecture\, com sede em Paris. Ghotmeh concebeu um “bosque vertical”\, no qual as obras parecem crescer organicamente dentro da galeria — uma referência direta às fontes de inspiração de Amaral. Recentemente\, Ghotmeh venceu o concurso para liderar a reforma das galerias da ala oeste do British Museum. \nA exposição Olga de Amaral foi concebida pela Fondation Cartier pour l’art contemporain\, com curadoria de Marie Perennès\, e é copresentada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \nO projeto conta com apoio adicional da Galeria La Cometa\, em Miami\, e da Lisson Gallery\, em Nova York. As exposições do Institute of Contemporary Art\, Miami\, são apoiadas pela Knight Foundation.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Sanaa Gateja: Language of We" no ICA Miami
DESCRIPTION:Sanaa Gateja\, “Stump Anew”\, 2023. Cortesia da artista e Karma\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami apresenta “Sanaa Gateja: Language of We”\, exposição individual do artista ugandês Sanaa Gateja que reúne uma dúzia de tapeçarias produzidas nos últimos oito anos. \nArtista de destaque e ativista cultural atuante na África Oriental\, Gateja cresceu durante o período de independência de Uganda e\, no início da vida adulta\, trabalhou no Ministério da Cultura do país promovendo as artes e o artesanato. Posteriormente\, estudou design em Florença e Londres. Durante sua formação em joalheria na Goldsmiths\, University of London\, teve contato com a técnica de produção de joias com contas de papel\, popularizada na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial\, quando os recursos eram escassos. Gateja reconheceu o potencial dessa técnica para criar objetos comercializáveis a partir de um material barato e quase inesgotável — o papel usado e descartado — utilizando processos simples. Fascinado pelos trabalhos com miçangas que havia visto na infância\, retornou à África em 1990 e compartilhou a técnica com mulheres e jovens em diversas comunidades e campos de refugiados\, incentivando o desenvolvimento de economias locais baseadas no artesanato. \nAs obras de Gateja utilizam essa mesma técnica de contas de papel\, incorporando também referências aos cesteiros e ferreiros da vila onde cresceu. As tapeçarias resultantes são visualmente dinâmicas e ricas em cor\, transitando por gêneros como natureza-morta\, retrato e abstração. Seu processo meticuloso envolve a colaboração de artesãos de sua comunidade\, que ele vem formando e empregando desde o início dos anos 1990. Gateja e sua equipe reciclam diversos tipos de papel descartado\, tingindo-os com corantes naturais e sintéticos antes de transformá-los em contas de cerca de dois centímetros. A partir de esboços feitos diretamente sobre pedaços de bark cloth — um tecido tradicional do Leste Africano —\, o artista fixa as contas\, frequentemente incorporando ráfia e fibras de bananeira. As obras resultantes são composições têxteis de grande complexidade material e impacto visual\, que conectam profundamente práticas culturais locais e questões contemporâneas\, ao mesmo tempo em que refletem o cenário global da mídia e da informação impressa em que vivemos. \nSanaa Gateja (n. 1950\, Kisoro\, Uganda) participou da Carnegie International em 2022 e representou Uganda no Pavilhão Nacional da 60ª Bienal de Veneza em 2024. Suas obras integram acervos de museus e coleções privadas em todo o mundo\, incluindo o Carnegie Museum (Pittsburgh)\, o de Young Museum (São Francisco)\, o Field Museum (Chicago)\, o National Scottish Museum (Edimburgo) e o Victoria and Albert Museum (Londres). \nSanaa Gateja: Language of We é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Gean Moreno\, diretor do Art + Research Center do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Mildred Thompson: Frequencies" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da instalação: “Mildred Thompson: Frequencies” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, de 10 de maio a 12 de outubro de 2025. Foto: Oriol Tarridas\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n“Mildred Thompson: Frequencies” é a mais abrangente exposição individual em museu dedicada até hoje à artista norte-americana Mildred Thompson. Reunindo cerca de cinquenta obras produzidas entre 1959 e 1999\, a mostra apresenta a prática multifacetada da artista por meio de pinturas\, esculturas\, gravuras\, desenhos\, assemblages e composições musicais. Ao longo de uma carreira marcada por deslocamentos geográficos\, Thompson transitou entre mídias e disciplinas\, combinando pesquisa científica com uma busca poética pela abstração para investigar os limites da percepção. Suas obras\, frequentemente compostas por espirais radiantes de cor e gestos enérgicos\, procuram visualizar escalas extremas — do corpo humano e das estruturas construídas até partículas microscópicas e a vastidão do cosmos. \nEmbora a abstração ocupe um papel central em sua produção\, os primeiros trabalhos de Thompson também dialogam com a figuração e a arquitetura. Após se mudar dos Estados Unidos para a Alemanha no fim dos anos 1950\, criou desenhos e gravuras figurativas de cunho surrealista\, frequentemente representando figuras femininas. No final dos anos 1960 e ao longo da década de 1970\, seu foco se voltou para ambientes construídos\, como exemplificado na série Wood Pictures\, composta por composições abstratas minimalistas feitas com madeiras reaproveitadas. Esses trabalhos\, com traçados complexos e\, por vezes\, dobradiças ou ferragens metálicas\, evocam elementos arquitetônicos e fachadas. A investigação do espaço construído segue nas Window Paintings (1977)\, série em que espaços abstratos e coloridos parecem estar enquadrados por janelas. Ao retornar aos Estados Unidos\, Thompson passou a abandonar formas observacionais em favor de composições esquemáticas que fazem a ponte entre seus trabalhos figurativos iniciais e suas pinturas abstratas mais maduras. \nInfluenciada por uma ampla variedade de referências\, Thompson buscava ultrapassar identidades prescritas e papéis de gênero em sua prática artística. Além da pintura e escultura\, seus trabalhos em papel dos anos 1970 e 1980 evidenciam uma abordagem inventiva à gravura e ao desenho — desde gravuras em metal com formas amorfas\, como na série Death and Orgasm (1978)\, até aquarelas expressivas de constelações celestes\, como Pleiades III (1988). Suas pinturas dos anos 1990 mergulham em forças invisíveis da física de partículas e da mecânica quântica (String Theory\, 1999) e em campos magnéticos (Magnetic Fields\, 1991). Na série Radiation Explorations (1994)\, traduz a radiação e a luz ultravioleta em cores luminosas e pinceladas gestuais. \nNos últimos anos de sua carreira\, Thompson voltou-se para cosmologias e fenômenos astrológicos. Pela primeira vez em mais de três décadas\, uma seleção significativa de sua série Heliocentric (c. 1990–94) será exibida nesta mostra. Essas obras estão acompanhadas de sua maior série de pinturas\, Music of the Spheres (1996)\, composta por quatro telas que representam os planetas Mercúrio\, Vênus\, Júpiter e Marte — cada uma acompanhada de uma composição original de música eletrônica criada pela própria artista. As faixas\, reunidas sob o título Cosmos Calling\, evocam trilhas sonoras de ficção científica e a música afrofuturista. Thompson as descrevia como “uma jornada pela paisagem sonora do espaço\, inspirada nas gravações da missão Voyager da NASA”. \nMildred Thompson (n. 1936\, Jacksonville\, Flórida; m. 2003\, Atlanta) estudou na Skowhegan School of Painting\, na Howard University\, na Brooklyn Museum School e na Hochschule für Bildende Künste\, em Hamburgo. Sua obra foi tema de exposições individuais em instituições como o Spelman College Museum of Fine Art\, Atlanta (2019); New Orleans Museum of Art (2018); SCAD Museum of Art\, Atlanta (2016); Leopold Hoesch Museum\, Dueren\, Alemanha (2009); Jacksonville Museum of Contemporary Art (1997); James A. Porter Gallery of Art\, Howard University\, Washington\, DC (1975); Harvard University\, Cambridge (1975); e Neue Galerie – Sammlung Ludwig\, Aachen (1973)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas\, como o Brooklyn Museum\, o Museum of Modern Art (MoMA)\, o National Museum of Women in the Arts\, o Glenstone\, o Harvard Art Museum\, o Virginia Museum of Fine Arts e o Centre Pompidou\, em Paris. Além de artista\, Thompson também atuou como educadora e foi editora associada da revista Art Papers entre 1989 e 1997. \n“Mildred Thompson: Frequencies” é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Hilma af Klint: What Stands Behind the Flowers" no MoMA
DESCRIPTION:Hilma af Klint\, “Motacilla alba (White Wagtail)\, Juniperus communis (Common Juniper)\, Pinus sylvestris (Scots Pine)\, Somatochlora sp. (Striped Emeralds)” (detalhe). Folha 10 do portfolio Nature Studies\, 1919. Cortesia do The Museum of Modern Art\, Nova York\n\n\n\n\nNa primavera e no verão de 1919 e 1920\, durante um período de intensa conexão com a natureza\, a artista Hilma af Klint desenhou flores quase todos os dias. “Vou tentar”\, escreveu\, “compreender as flores da Terra.” Esta exposição se concentra em um portfólio de desenhos recém-integrados à coleção do MoMA — aquarelas em tons vibrantes realizadas com o olhar atento de uma naturalista sintonizada com os ritmos e a abundância das estações de floração. \nRompendo com a tradição da ilustração botânica\, af Klint justapunha flores minuciosamente retratadas a diagramas geométricos: um girassol em flor espelha círculos concêntricos; uma caltha palustris aparece ao lado de espirais simétricas; galhos brotando são dispostos sobre quadriculados de pontos e traços. Com essa profusão de formas — uma ampliação da linguagem abstrata pela qual é mais conhecida —\, af Klint procura visualizar “o que está por trás das flores”\, expressando sua crença de que a observação atenta do mundo ao redor revela aspectos sutis da existência humana. \nAf Klint concebeu esse portfólio como um atlas — ou\, em termos botânicos\, uma flora — que detalha as plantas da Suécia\, onde vivia e trabalhava. Trata-se\, porém\, de uma flora do espírito\, um mapeamento do mundo natural em termos espirituais\, que poderia figurar ao lado de qualquer recurso científico. Ao colocar representação e abstração\, observação e imaginação\, arte e botânica em diálogo\, seus desenhos afirmam a interconexão entre todos os seres vivos. “Mostrei”\, escreveu\, “que existe uma ligação entre o mundo vegetal e o mundo da alma.”
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SUMMARY:"Frans Krajcberg: reencontrar a árvore" no MASP
DESCRIPTION:Frans Krajcberg\, “A flor do mangue”\, c. 1970. Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)\, Salvador\, Brasil. Foto: Autoria desconhecida\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 16 de maio a 19 de outubro\, a exposição Frans Krajcberg: reencontrar a árvore. A mostra reúne mais de 50 obras — entre esculturas\, relevos\, gravuras e pinturas — de grandes dimensões e formatos que desafiam o convencional\, refletindo tanto o apreço do artista pela natureza brasileira quanto seu engajamento crescente com a denúncia das agressões ao meio ambiente. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP\, a mostra apresenta um panorama abrangente da produção de Frans Krajcberg (Kozienice\, Polônia\, 1921–2017\, Rio de Janeiro\, Brasil). Pioneiro na integração entre arte e ecologia\, o artista se destacou por evidenciar questões ambientais no Brasil. Ao longo de sua trajetória\, desenvolveu pesquisas artísticas ramificadas em eixos temáticos\, como samambaias\, florações\, relevos e sombras. Essas investigações culminaram em obras criadas a partir de cipós\, raízes\, resquícios de troncos e madeira calcinada\, além de pigmentos naturais\, com os quais ele compõe o corpo de sua obra. \nKrajcberg rompeu com a tradição escultórica ao empregar elementos orgânicos e estruturas naturais como matéria-prima e suporte\, desafiando os limites entre representação e figuração\, além de fundir os campos da pintura\, escultura e gravura. A flor do mangue\, circa 1970\, composta por madeira residual de árvores de manguezal e pigmentada com piche\, reflete essa abordagem. Com sua grande escala e forma retorcida\, a obra sensibiliza o observador para a vulnerabilidade e a resistência do ecossistema dos manguezais. \n“De certa forma\, a escultura é a própria árvore\, ainda que resultante da justaposição de diferentes elementos naturais. A arte\, para Krajcberg\, precisa sair dos limites da moldura e reencontrar a natureza. Ele se afasta progressivamente da ideia de representar o mundo natural para incorporá-lo como corpo da obra. O caráter de denúncia emerge como um desdobramento natural desse processo\, conforme Krajcberg percebia o potencial da arte de sensibilizar e comunicar sua luta ambiental”\, comenta Laura Cosendey. \nEm 1978\, durante uma expedição pela Amazônia\, Frans Krajcberg experiencia o que chamou de “choque amazônico” diante da exuberância da floresta equatorial. Anos depois\, uma nova viagem — desta vez ao Mato Grosso — expõe o artista à devastação provocada pelas queimadas\, marcando uma virada em sua trajetória\, em que a natureza\, além de ser inspiração\, se torna causa a ser defendida. A expressão “reencontrar a árvore”\, presente em suas reflexões\, resume esse retorno da arte à natureza como fonte de criação e consciência ecológica. \nFrans Krajcberg: reencontrar a árvore integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Abel Rodríguez\, Claude Monet\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas\, Mulheres Atingidas por Barragens e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Lorna Simpson: Source Notes" no The Met Museum
DESCRIPTION:Lorna Simpson\, “Night Fall”\, 2023. Foto de James Wang © Lorna Simpson. Cortesia da artista e da Hauser & Wirth\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEsta apresentação da obra da artista Lorna Simpson\, baseada em Nova York\, é a primeira exposição dedicada a reunir a totalidade de sua prática em pintura até hoje. Simpson ganhou destaque no início dos anos 1990 com sua abordagem pioneira na fotografia conceitual. Desde então\, tem produzido trabalhos em diversos meios\, mantendo uma investigação contínua sobre a natureza das imagens e os modos como elas constroem significado. Lorna Simpson: Source Notes foca em um desenvolvimento significativo de sua produção nos últimos dez anos: pinturas que aprofundam suas reflexões sobre gênero\, raça\, identidade\, representação e história. Com mais de 30 obras\, a exposição reúne uma seleção de suas principais pinturas\, incluindo trabalhos apresentados em sua estreia na Bienal de Veneza\, em 2015\, e na aclamada série Special Characters\, além de uma escultura recente e colagens associadas. \nAo longo de sua ampla trajetória\, Simpson frequentemente busca referências e inspiração em revistas vintage como Ebony e Jet—ícones da cultura afro-americana—\, além dos arquivos da Associated Press e da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Ela incorpora esses materiais em colagens serigráficas combinadas com lavagens de tinta e acrílica sobre superfícies como fibra de vidro\, madeira ou Claybord. Suas obras promovem um embate dinâmico entre figuração e abstração\, com corpos que surgem e desaparecem\, espreitando por superfícies enegrecidas ou se dissolvendo em paisagens de gelo derretido. Utilizando imagens encontradas — suas “notas de origem” —\, Simpson cria uma potência visual que exemplifica sua habilidade em borrar fronteiras entre gêneros e linguagens artísticas.
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SUMMARY:"Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Pietrina Checcacci\, “Dinheiro”\, das série O povo brasileiro (detalhe)\, 1967. Foto: Jaime Aciolo\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura a exposição Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70\, na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea. A exposição reúne 250 obras de mais de 100 artistas\, muitas delas expostas juntas pela primeira vez\, proporcionando uma visão abrangente sobre a arte do período. Com curadoria de Pollyana Quintella e Yuri Quevedo\, a mostra se divide em temas que remontam aos grandes acontecimentos do período\, como o surgimento da indústria cultural\, a ruptura democrática e transformações sociais de diversas ordens. Podem ser vistos trabalhos de Wanda Pimentel\, Romanita Disconzi\, Antonio Dias e muitos outros. O público poderá ainda vestir e experimentar os famosos parangolés de Hélio Oiticica. \nEm um contexto de industrialização e turbulências políticas – Guerra Fria e ditadura civil-militar –\, a produção artística nacional lida de maneira contestadora e irreverente com a massificação da cultura promovida pela televisão e os grandes veículos da imprensa e da publicidade. A partir da década de 1960\, uma série de tendências figurativas internacionais ganham espaço no debate artístico nacional. Dentre essas tendencias está a Arte Pop\, original do Reino Unido\, mas que ganhou fama nos Estados Unidos por meio de figuras célebres com Andy Warhol\, Roy Lichtenstein\, Jasper Johns e Robert Rauschenberg. Entretanto\, enquanto esses artistas trabalhavam a linguagem em um contexto de país desenvolvido\, industrializado\, e com uma produção massificada\, artistas brasileiros lidavam com um cenário de subdesenvolvimento e desigualdade em que tinham de elaborar o trauma de uma sociedade oprimida pelo regime militar. \n“A exposição lida com um momento da história do país que ainda hoje ressoa em nosso cotidiano. Olhar para essa produção é importante para entender o início da arte contemporânea entre nós\, e também as questões disparadoras de muitos dos debates da atualidade. E\, diante da reunião dessas obras\, podemos entender a força coletiva dos artistas de uma geração que trabalhou para denunciar\, protestar e sonhar com uma nova sociedade”\, afirmam os curadores. \nSobre a exposiçãoO interesse dos artistas pela rua\, fruto do desejo de ocupar espaços mais diversos e menos institucionalizados\, marcou uma série de eventos nos últimos anos da década de 1960 e no início dos anos 1970. Entre eles\, figura o “Happening das Bandeiras”\, realizado em 1968 na Praça General Osório\, em Ipanema\, no Rio de Janeiro\, que reuniu artistas como Nelson Leirner\, Flávio Motta\, Hélio Oiticica\, Carmela Gross e Ana Maria Maiolino. Na ocasião\, eles expuseram bandeiras serigrafadas em praça pública promovendo uma ocupação coletiva do espaço público\, em busca de um acesso mais amplo e democrático para as artes visuais. O conjunto de bandeiras originais abre a exposição na Grande Galeria. \nNa sequência\, há trabalhos que tratam de uma indústria cultural em formação no Brasil\, exibindo estrelas da música popular brasileira\, graças aos festivais televisivos\, em meio à febre da corrida espacial\, que transformou astronautas em “ícones pop” e transmitiu imagens ao mundo do grande marco histórico que foi a chegada do homem à Lua. Grandes nomes do período estão reunidos\, como Nelson Leirner\, com seu altar para o rei Roberto Carlos\, na obra Adoração (1966)\, Claudia Andujar\, que fotografou Chico Buarque em 1968\, Flávio Império\, que retratou Caetano Veloso em Lua de São Jorge (1976)\, o artista popular Waldomiro de Deus\, com seus foguetes característicos\, Claudio Tozzi\, com as obras Bob Dylan (1969)\, Guevara (1967)\, além de seus astronautas que marcaram a iconografia da pop à brasileira. \nO desejo de rua e as rupturasAs restrições impostas pela ditadura civil-militar foram retratadas nas produções artísticas por meio de diferentes estratégias formais\, poéticas e políticas. Na exposição\, estão reunidas caricaturas de generais\, presentes nas obras de Humberto Espíndola\, Antonio Dias e Cybele Varela\, desenhos dos presos políticos da coleção Alípio Freire\, pertencentes ao Memorial da Resistência\, registros fotográficos que Evandro Teixeira realizou na emblemática passeata dos 100 mil\, além de trabalhos que procuraram intervir diretamente no contexto político\, como as garrafas de coca-cola de Cildo Meireles\, que compõem a obra Inserções em circuitos ideológicos (1970)\, e as trouxas ensanguentadas (1969) de Artur Barrio. Além disso\, o tema da criminalidade também permeava as produções artísticas do período. Frente ao estado opressor\, figuras de marginalidade foram evocadas como estratégia subversiva\, contestando a moral e as leis. Dentre elas\, destacam-se uma cena de crime pintada por Paulo Pedro Leal ainda no início dos anos 1960\, o filme Natureza (1973) de Luiz Alphonsus e o clássico A bela Lindonéia (1967)\, de Rubens Gerchman. \nO gesto pop se apropria ainda do imaginário da cidade\, por meio de signos e códigos urbanos. É o caso de trabalhos como Marlboro (1976)\, em que Geraldo de Barros transforma restos de outdoor em pinturas\, e as superfícies estruturadas com restos de acrílico e latão de Judith Lauand (Sem título\, 1972). Na área central da galeria\, estão reunidos trabalhos que expressam a disputa pelo espaço público. Setas\, semáforos\, festividades e proposições coletivas ganham centralidade nas obras. Buum (1966)\, de Marcelo Nitsche\, Totém de interpretação (1969)\, de Romanita Disconzi\, Lateral de ônibus (1969)\, de Raymundo Colares\, e os emblemáticos parangolés de Hélio Oiticica\, apresentados pela primeira vez há exatos 60 anos\, na mostra Opinião 65\, realizada no MAM-Rio\, podem ser vistos pelo público. No caso de Oiticica\, o visitante poderá\, literalmente\, experimentar os Parangolés\, vestindo-os no espaço expositivo. \nA década de 1960 também foi palco de uma revolução sexual fruto de eventos históricos como Maio de 68\, na França\, e o movimento hippie nos EUA. No núcleo sobre desejo e sexualidade\, estão obras de artistas que pensaram as mudanças do estatuto da sexualidade no Brasil\, atravessadas também pela cultura de massa. É o caso Wanda Pimentel\, com sua série Envolvimento (1968)\, Teresinha Soares com A caixa de fazer amor (1967) e Antônio Dias em Teu corpo (1967)\, além de Maria Auxiliadora\, Lygia Pape e Vilma Pasqualini. \nA exposição Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70 é apresentada por Bradesco e patrocinada por Livelo\, na categoria Platinum\, Mattos Filho\, na categoria Ouro e Nescafé Dolce Gusto\, na categoria Prata.
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:Wolfgang Tillmans no Centre Pompidou
DESCRIPTION:© Wolfgang Tillmans. Referência da imagem: TILLMANS_LACANAUSELF_1986\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nDe 13 de junho a 22 de setembro de 2025\, o Centre Pompidou oferece ao artista alemão Wolfgang Tillmans carta branca para criar um projeto único\, marcando o encerramento da programação expositiva do centro em Paris. Ele ocupa os 6.000 m² do nível 2 da Bibliothèque Publique d’Information (Bpi)\, transformando o espaço por meio de uma experiência curatorial. Esta instalação estabelece um diálogo entre sua obra e o espaço da biblioteca\, questionando-o tanto como estrutura arquitetônica quanto como local de difusão do conhecimento. \nA exposição retrospectiva percorre mais de trinta e cinco anos de prática artística em diversos gêneros fotográficos\, incluindo retrato\, natureza-morta\, arquitetura\, imagens documentais e abstração. Suas obras são apresentadas de formas variadas\, explorando a verticalidade das paredes e a horizontalidade das mesas de maneira que desafia qualquer tentativa de categorização. Além de seu trabalho fotográfico\, Tillmans incorpora imagens em movimento\, música\, som e texto nesta instalação extensa\, com a participação de artistas de performance. \nNos últimos anos\, Wolfgang Tillmans foi tema de grandes retrospectivas em instituições de destaque\, como a Tate Modern\, em Londres (2017)\, e o MoMA\, em Nova York (2022). Ele também apresentou a importante exposição Fragile\, que circulou pelo continente africano entre 2018 e 2022\, passando por cidades como Kinshasa\, Nairóbi\, Joanesburgo\, Adis Abeba\, Yaoundé\, Acra\, Abidjan e Lagos. A mostra no Centre Pompidou é sua primeira individual em uma instituição parisiense desde a ambiciosa instalação no Palais de Tokyo\, em 2002. A exposição é acompanhada por um catálogo e pelo lançamento de uma versão ampliada do livro Reader\, de Tillmans\, traduzido para o francês — uma coletânea de textos e entrevistas do artista.
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SUMMARY:"Anna Maria Maiolino. Je suis là. Estou Aqui." no Musée Picasso Paris
DESCRIPTION:Anna Maria Maiolino\, X\, da série Fotopoemação\, 1975. Cortesia Galeria Luisa Strina\n\n\n\n\nDe 14 de junho a 21 de setembro de 2025\, o Musée national Picasso-Paris apresenta “Anna Maria Maiolino. Je suis là. Estou Aqui.”\, primeira exposição individual na França da artista brasileira. Organizada no âmbito da Temporada Cultural do Brasil na França (sob curadoria geral de Emilio Kalil)\, a mostra é um dos pontos altos da programação artística brasileira em Paris. A curadoria é assinada por Sébastien Delot e Fernanda Brenner. Recém-premiada com o Leão de Ouro pelo conjunto de sua obra na Bienal de Veneza de 2024\, Anna Maria Maiolino apresenta cerca de cem trabalhos — entre desenhos inéditos\, esculturas\, pinturas e vídeos. \nComo parte da temporada cultural cruzada França/Brasil\, o Musée national Picasso-Paris recebe uma proposta de Anna Maria Maiolino\, sucedendo nomes como Faith Ringgold e Sophie Calle em uma genealogia de mulheres artistas potentes. Esta é a primeira exposição na França dedicada a essa figura central da cena artística brasileira. A diversidade de suportes e técnicas que ela utiliza em sua obra\, assim como seu naturalismo orgânico\, traçam fios invisíveis que a conectam discretamente à obra de Picasso. “Não se trata de uma retrospectiva que me colocaria numa vitrine histórica. Este título afirma que ainda estou aqui\, ainda em atividade e engajada num diálogo vital. As obras expostas não são objetos passivos\, mas presenças ativas que continuam gerando conversas”\, afirma Anna Maria Maiolino.
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LOCATION:Musée Picasso Paris\, 5 rue de Thorigny\, Paris\, França
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SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem do acervo “Retratistas do Morro” / Foto: Afonso Pimenta\n\n\n\n\nA mostra que chega ao MAR tem por objetivo contribuir para a construção de uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, a partir do ponto de vista de fotógrafos que vivem e trabalham há mais de meio século nas periferias urbanas de Minas Gerais. A narrativa visual apresentada na exposição Retratistas do Morro é\, sobretudo\, um testemunho do poder da fotografia como ferramenta de resistência e afirmação cultural. Cada imagem carrega os valores do tempo e da comunidade: revelando festas populares\, rituais de passagem\, cenas do cotidiano em retratos posados que expressam orgulho e afeto. A curadoria da exposição é assinada por Guilherme Cunha com acompanhamento curatorial da equipe MAR.
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SUMMARY:Mostras de Anna Bella Geiger e Hannah Brandt no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, “Pier & Ocean cor rosa”\, 1986. Crédito: Cortesia Mendes Wood DM\n\n\n\n\nA partir de  28 de junho\, o Museu Judaico de São Paulo apresenta uma nova temporada expositiva. Duas mostras apresentam as artistas Anna Bella Geiger e Hannah Brandt\, que exploram diferentes técnicas para investigar temas como identidade\, memória\, mudança e criação. \nNo segundo subsolo\, a exposição Anna Bella Geiger — Limiar apresenta um conjunto de cerca de 60 obras\, entre gravuras\, vídeos\, objetos e fotografias documentais. Trata-se da  primeira individual da artista — uma das mais importantes da arte brasileira — em um museu judaico. Com curadoria de Priscyla Gomes e Mariana Leme\,  a mostra se organiza em cinco grandes eixos: espaços\, criação-proposição\, linguagem\, desterritorialização-transposição e imaginação política. \nSegundo as curadoras Priscyla Gomes e Mariana Leme\, na exposição Limiar  “a trajetória de Geiger\, iniciada nos anos 1950 e ainda intensamente fértil\, é explorada de maneira transversal\, evidenciando recorrências temáticas\, o emprego de múltiplas linguagens\, a exploração de espaços compartilhados para a experimentação e o constante questionamento do estatuto da obra de arte e seu papel político”. \nA mostra abarca séries emblemáticas de diferentes períodos – de 1962 a 2025 – tendo como destaque as que exploram a cartografia\, o trânsito e as passagens. É a partir dessas séries que a ideia de limiar é investigada\, sendo os atravessamentos e as transposições noções centrais na produção da artista. Ao cartografar e transpor\, sistemas geográficos se tornaram uma outra natureza da arte\, o fazer da geografia um lugar da arte. Geiger possibilita\, por meio de um traçado imaginário de meridianos e paralelos\, uma reflexão sobre o regional\, o local e o global\, o presente e o passado\, o interior e o exterior\, o eu e o outro. Muitos de seus trabalhos tratam diretamente da complexa noção de espaço\, ora subvertendo convenções cartográficas\, ora tensionando imaginários que organizam hierarquicamente o território e a sociedade. \nEstão presentes Fronteiriços\,  Rrolos-Scrolls\,  Macios\,  Pier & Ocean e Rrose Sélavy\, mesmo. Um dos destaques é a série  Situações-limites (1974)  na qual\, reproduções fotográficas em preto e branco e inserções manuscritas\, criadas no auge da ditadura civil-militar\, ecoam a repressão e o autoritarismo de então\, ao mesmo tempo em que insinuam um novo porvir. \nEm um registro de 1974\, Anna Bella Geiger refletiu sobre sua prática artística: “ a imaginação que me ajuda a colocar meus sentimentos\, a sentir o ser-sozinho\, a dimensionar a angústia da condição humana\, a sentir o mistério do universo\, do tempo\, a procurar os centros\, as semelhanças mais que as diferenças\, as passagens mais que os contrários\, a perceber tudo enfim que povoa meu momento. São estes estados de espírito que tento revelar da maneira que sinto mais eficaz”.  \nsentimento impresso em gravuras \nSimultaneamente\, no mezanino\, a mostra Hannah Brandt: vejo tudo com o coração\, se apresenta como uma homenagem ao centenário da artista\, completados em 2023. Com curadoria de Ruth Tarasantchi\, a individual propõe um mergulho na trajetória da obra de Brandt\, cuja produção consistente explora as possibilidades da gravura. Estão presentes temas como paisagens brasileiras\, letras do alfabeto hebraico e outros elementos recorrentes em sua obra. O conjunto de 30 obras\, selecionadas diretamente de seu ateliê\,  inclui parte do acervo doado ao museu após sua morte\, em 2020\, consolidando-se como a maior coleção dedicada à artista. \nEntrando nos compartimentos\, no primeiro núcleo são encontradas as gravuras das letras do  alfabeto hebraico\, como o alef\, o bet\, o yali\, que podem ter seus significados  expandidos a partir dos estudos da Cabala. Se vistas de perto\, essas obras demonstram uma riqueza de detalhes excepcional para a técnica da gravura. Já no segundo\, dedicado às paisagens\, sendo estas obras com as quais Hannah Brandt ficou conhecida. Com gravuras policromáticas\, os trabalhos em destaque nesta seção denotam a precisão técnica da artista\, ao produzir múltiplas matrizes para conferir diferentes efeitos com o uso das cores\, como profundidade e volume. \nA curadora Ruth Tarasantchi\, ressalta que:  “Entre seus temas frequentes\, estão paisagens brasileiras e letras do alfabeto hebraico. Dizia sempre que transmitia seus “sentimentos para a madeira” e a intimidade com esse material é extrovertida no refinamento técnico e no entalhe acurado\, exibindo diferentes veios e texturas típicas da xilogravura. Formas dinâmicas\, profundidade e volume\, desafios para essa técnica\, são encontrados em todos os trabalhos aqui apresentados”. \nNo terceiro núcleo\, duas gravuras se relacionam: Menino de Varsóvia (s.d.) e O Engraxate (1969). A primeira parte de uma foto de 1943\, tirada durante o Levante do Gueto de Varsóvia. Brandt isola o menino rendido\, destacando seu olhar assustado. \nAo lado\, a obra e a matriz de O Engraxate sugerem a vulnerabilidade infantil em contextos distintos. \nO último núcleo da mostra aborda a tradição judaica. Nele\, a artista representa temas como o êxodo\, a árvore da vida e a história de Jó. \nEm trecho retirado de entrevista ao Núcleo de História Oral do Museu Judaico de São Paulo\, realizada em 1998\, ela expressa: “o que eu faço\, faço de coração\, faço o que vem de dentro da minha alma mesmo\, o que eu sinto. Sofrimentos ou não\, alegrias e tal\, é aquilo que eu ponho no quadro\, mas para construir o quadro eu preciso das formas e sobreformas\, apenas para composição. Eu faço o esboço num instante\, assim\, do que eu quero dizer\, mas daí\, para fazer a composição\, eu uso as cores\, as formas e as sobreformas”.
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LOCATION:Museu Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Mapas Mentais" de Ana Amorim no MAC USP
DESCRIPTION:Ana Amorim\, “Second Embroidery”. Foto: Ana Pigosso\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 5 de julho\, a exposição Ana Amorim | Mapas Mentais\, reunindo cerca de 70 trabalhos da artista em quase quarenta anos de carreira. A mostra é a maior já realizada pela artista e apresenta\, pela primeira vez\, diversas de suas “Grandes telas”\, obras compostas de registros diários ao longo de um ano inteiro\, assim como obras inéditas e históricas ao longo de sua carreira. Durante os anos 1980\, Ana Amorim estudou matemática e artes\, em São Paulo\, e se mudou para os Estados Unidos para fazer seu mestrado em artes. Após um período dedicado principalmente à gravura\, passou a se interessar por uma prática de tipo conceitual\, que define sua produção a partir desse momento. “O aspecto da obra torna-se secundário em relação às preocupações éticas e ao rigor\, ao empenho e à coerência que definem sua prática”\, avalia Jacopo Crivelli Visconti\, curador da mostra. \nA prática artística de Ana Amorim alinha-se a sua postura ética e política fazendo com que\, ao longo dessas décadas\, ela tenha optado pelos caminhos que lhe pareciam corretos\, mas que contribuíram para uma pouca visibilidade de sua produção\, mesmo entre os profissionais da área. Até poucos anos atrás\, por acreditar que uma obra de arte não pertence a ninguém e que não pode ser apropriada\, ela se recusava a expor em lugares comerciais\, a vender suas obras e a participar de exposições patrocinadas por empresas privadas. \nA produção de Ana Amorim foi acolhida pelo MAC USP em diversos momentos. O Museu abrigou a primeira exposição individual da artista no Brasil e foi o primeiro a incorporar obras suas ao acervo. Em 2014\, a artista fez a doação de duas obras exibidas em 1990 no próprio Museu e em 2021 apresentou a performance Contar Segundos no espaço térreo do Museu durante uma semana. Segundo Ana Magalhães\, curadora do MAC USP\, “Ana Amorim tem uma produção atualíssima para um debate artístico dentro de um museu universitário\, espaço de reflexão crítica.” \nNos últimos 40 anos\, Ana Amorim registra sua vida através de mapas mentais e contando segundos. “Na concepção e no universo da artista\, ela e a sua produção são indissociáveis. Sua vida é arte. Sua arte não é uma representação da vida\, é a própria vida. Se está viva\, Ana Amorim está produzindo algo. Esse algo ela chama de arte\, mas é também\, ou principalmente\, um rastro da sua passagem pelo mundo\, e da passagem do tempo sobre ela. O tempo que passa sobre a artista é o mesmo tempo que passa sobre cada um de nós. Sua obra é intimamente pessoal: retrata em mapas singelos os movimentos dela ao longo de um dia\, de todos os dias da sua vida”\, diz o curador\, e completa: “são os mesmos movimentos que nós fazemos\, os mesmos segundos que nós vivemos. Não há diferença\, não existem hierarquias\, o tempo da artista não é nem mais nem menos importante do que o tempo de cada um de nós.”
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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