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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Collection in Focus | Beatriz Milhazes: Rigor and Beauty" no Guggenheim
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “As Quatro Estações”\, 1997\nEsta exposição apresenta o trabalho da artista contemporânea global Beatriz Milhazes (n. 1960\, Rio de Janeiro)\, que dialoga com sua herança cultural e identidade brasileiras por meio da linguagem da abstração. Com uma trajetória que abrange quatro décadas—dos anos 1980 até o presente—sua produção inclui escultura\, colagem\, gravura\, têxteis\, arte pública e\, principalmente\, pintura. Esta mostra reúne um conjunto de quinze pinturas e obras sobre papel\, criadas entre 1995 e 2023\, selecionadas do acervo permanente do museu e complementadas por empréstimos estratégicos\, que ajudam a contextualizar a evolução artística de Milhazes. \nA obra de Milhazes está profundamente enraizada na história e nas tradições brasileiras\, inspirando-se na arte e arquitetura coloniais\, nas artes decorativas e na vibrante celebração do Carnaval—o festival que transforma as ruas do Rio de Janeiro em um espetáculo de desfiles\, música\, performances e trajes elaborados. A artista também é influenciada pela Tropicália\, movimento cultural dos anos 1960 que uniu arte\, música e literatura para afirmar a identidade brasileira enquanto desafiava o regime militar da época. Os ritmos e cores da bossa nova\, gênero musical surgido no Rio de Janeiro no final dos anos 1950\, também reverberam em seu trabalho. Além dessas referências\, Milhazes dialoga com a obra de artistas como Henri Matisse e Piet Mondrian\, ao mesmo tempo em que evoca Tarsila do Amaral\, figura essencial para o desenvolvimento do modernismo brasileiro. \nEm 1989\, Milhazes desenvolveu uma técnica inovadora que chama de monotransfer\, inspirada no processo de monotipia\, no qual uma imagem pintada é transferida de uma matriz para o papel\, criando um efeito espelhado. A artista inicia seu processo pintando motivos sobre folhas de plástico transparente com tinta acrílica. Depois que a tinta seca\, as películas pintadas são sobrepostas e aderidas à tela; em seguida\, a artista remove o plástico\, revelando as formas em reverso. O resultado são composições vibrantes e dinâmicas\, que combinam formas abstratas\, padrões orgânicos e estruturas geométricas sobre superfícies texturizadas\, carregadas da memória do gesto artístico. \nAs primeiras pinturas desta exposição\, principalmente do acervo do museu—como Santa Cruz (1995)\, In albis (1995–96) e As quatro estações (1997)—revelam a influência do esplendor das igrejas barrocas coloniais do século XVIII e dos trajes ornamentais da época. Milhazes sintetiza essas influências em motivos abstratos e figurativos\, nos quais círculos e arabescos\, rendas e crochês delicados\, flores e padrões florais\, além de pérolas e elementos de ferro trabalhado\, emergem em suas composições. A partir dos anos 2000\, a artista começou a explorar efeitos ópticos em suas pinturas\, utilizando repetições lineares para criar padrões ondulantes e ritmos visuais\, como se observa em Paisagem carioca (2000)\, O cravo e a rosa (2000) e O Caipira (2004). \nAs obras sobre papel apresentadas nesta exposição\, produzidas entre 2013 e 2021\, demonstram o contínuo interesse de Milhazes pela experimentação com colagem. A artista combina elementos industrializados—como sacolas de grife\, embalagens de chocolate e papéis estampados—com recortes de suas próprias serigrafias em cores sólidas\, criando padrões intricados e composições abstratas expressivas. \nSuas pinturas mais recentes\, como Mistura sagrada (2022)\, indicam um movimento em direção à investigação da força espiritual da natureza\, especialmente no contexto pós-pandemia da COVID-19. Embora referências ao mundo natural estejam presentes desde o início de sua carreira\, aqui a artista aprofunda a reflexão sobre os ciclos de renovação—vida e morte—por meio de formas angulares coloridas e padrões elaborados. Elementos orgânicos\, que remetem à proximidade da artista com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro\, a Floresta da Tijuca e a Praia de Copacabana\, ecoam nas harmonias geométricas\, sistemas conceituais e universos cromáticos que atravessam sua obra. \nA exposição foi organizada por Geaninne Gutiérrez-Guimarães\, curadora do Guggenheim Museum Bilbao e da Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation\, Nova York.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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SUMMARY:"Philippe Perrot" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Philippe Perrot\, Sem título\, 2005. Crédito: Aurélie Dupuis/Azentis Technology\n\n\n\n\nNascido em 1967\, Philippe Perrot cresceu na periferia de Paris. Aos quinze anos\, descobriu a literatura francesa do pós-guerra e mergulhou nos escritos de Antonin Artaud. Apaixonou-se por Pier Paolo Pasolini e pela Nova Vaga italiana\, ingressando em uma escola de cinema. Por meio de vídeos curtos\, o artista começou a explorar o universo familiar e as feridas de sua infância. A partir dos anos 1990\, abandonou o cinema para se dedicar\, como autodidata\, à pintura — sem\, no entanto\, abrir mão dos temas centrais que atravessam toda a sua obra. Perrot faleceu em 2015\, aos 48 anos\, em decorrência de uma longa doença. \nA pintura de Philippe Perrot dá corpo ao sonho e ao inconsciente. Em suas telas\, personagens flutuantes e debilitados encenam dramas íntimos orbitando figuras tutelares como o pai ou a mãe. Seus quadros são representações de estados de alma\, visões complexas oriundas de alucinações cotidianas e segredos de família reprimidos. Esses traumas\, porém\, são suavizados pela constante intrusão de elementos burlescos inspirados no universo dos desenhos animados\, que\, segundo o próprio artista\, aproximam a figuração de “uma piada de mau gosto”. Embora os títulos ofereçam algumas pistas para a compreensão das imagens\, as narrativas permanecem\, em geral\, desconcertantes e enigmáticas. \nPintadas a óleo sobre telas preparadas com pigmento amarelo ocre\, suas obras se caracterizam pela justaposição de vários micro-relatos em uma mesma composição. \nÀ semelhança de planos-sequência no cinema\, as imagens se encadeiam em narrativas que o espectador pode livremente interpretar. A iconografia violenta é acentuada por cores berrantes\, muitas vezes misturadas com desinfetantes farmacêuticos como betadina e eosina. A perturbação da perspectiva\, assim como a superposição de cenas e elementos díspares\, intensificam as tensões expressas nas obras e dificultam sua leitura linear. \nArtista discreto\, na contramão do mercado da arte contemporânea\, Philippe Perrot produziu pouco — cerca de três a quatro pinturas por ano. Seu corpo de trabalho se limita a 130 telas e aproximadamente o mesmo número de desenhos em toda a sua carreira. Graças a uma generosa doação\, seis obras do artista passaram a integrar\, em 2019\, as coleções do museu. Esta apresentação é complementada por diversos empréstimos provenientes de coleções particulares.
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LOCATION:Musée d’Art Moderne de Paris\, 11 Av. du Président Wilson Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Line\, Form\, Qi" no LACMA
DESCRIPTION:Wei Ligang\, “Elephant”\, 2011\, Los Angeles County Museum of Art\, presente prometido da Fondation INK\, © Wei Ligang\, foto de Maurice Aeschimann\, Genebra\, cortesia da Fondation INK\n\n\n\n\nUma análise das inovações na arte caligráfica\, Line\, Form\, Qi: Calligraphic Art from the Fondation INK Collection destaca obras experimentais de arte caligráfica moderna e contemporânea criadas por artistas como Yahon Chang\, Fung Ming Chip\, Gu Wenda\, Inoue Yūichi\, Lee In\, Henri Michaux\, Nguyễn Quang Thắng\, Qiu Zhijie\, Tong Yangtze\, Wang Dongling\, Wei Ligang e Xu Bing. As obras em exibição revelam a evolução do pictograma\, explorações da relação entre conteúdo e forma\, o desenvolvimento de novos estilos de escrita e a abstração da palavra escrita. A mostra é acompanhada por um catálogo acadêmico e marca a segunda exposição de uma série de mostras da Coleção Fondation INK\, composta por 400 obras de arte contemporânea no espírito da tinta\, prometida ao LACMA em 2018.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Morisot / Pétrovitch" no Musée Marmottan Monet
DESCRIPTION:Foto © Hervé Plumet\, Adagp 2025\n\n\n\n\nDesde 2019\, o museu convida uma artista contemporânea para dialogar com seu acervo. Para a nona edição destes “Diálogos Inesperados”\, o museu escolheu Françoise Pétrovitch\, uma artista de destaque no cenário artístico francês e internacional. Neste “Diálogo Inesperado”\, apresentado de 9 de abril a 14 de setembro de 2025\, ela escolheu outra artista\, Berthe Morisot\, com quem compartilha os temas do retrato\, da infância\, da adolescência e da intimidade. Aqui\, o paralelo entre as “Rosas Trémières” de Morisot e os “Soleils” de Pétrovitch destaca outra ponte entre as duas pintoras: a relação interior e muito corporificada com a natureza.
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LOCATION:Musée Marmottan Monet\, 2 Rue Louis Boilly\, Paris\, França
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SUMMARY:"Mary Heilmann: Long Line" no Whitney Museum of American Art
DESCRIPTION:Vista da exposição “Mary Heilmann: Long Line”. Whitney Museum of American Art\, Nova York. Foto: Ron Amstutz\n\n\n\n\nMary Heilmann (n. 1940\, San Francisco) afirmou certa vez que “museus são lugares para passar o tempo” [tradução livre]\, e essa exposição encarna esse espírito ao convidar o público à conexão social e ao engajamento com a arquitetura do Whitney Museum\, o Rio Hudson e a paisagem urbana ao redor. O ambiente imersivo inclui uma ampliação pintada à mão de Long Line (2020)\, além de diversas cadeiras esculturais inspiradas em móveis que a artista já exibiu em galerias e espaços domésticos. A influência da contracultura dos anos 1960 e do Minimalismo geométrico permeia a trajetória de Heilmann\, que há décadas desenvolve uma abordagem da abstração marcada por cores vibrantes e formas pouco convencionais. Long Line nasceu da experiência de observar as ondas nas costas de Long Island e da Califórnia — e aqui estabelece uma rima visual com o fluxo do Rio Hudson. \nA nova instalação site-specific\, Mary Heilmann: Long Line\, celebra o décimo aniversário do edifício atual do Whitney Museum\, para o qual a artista criou anteriormente Mary Heilmann: Sunset (2015). Esse projeto inaugural da maior galeria externa do museu incluiu a reprodução em larga escala de uma pintura vibrante\, um filme e as emblemáticas cadeiras da artista\, transformando o espaço em um lugar de contemplação\, descanso e reflexão sobre a cidade em constante transformação.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"David Byrne" na Pace Gallery
DESCRIPTION:Imagem / Cortesia Pace Gallery\n\n\n\n\nA Pace apresenta uma instalação especial de desenhos do artista David Byrne em sua sede de Nova York. Realizadas diretamente nas paredes dos patamares da escadaria entre o primeiro e o sétimo andar da galeria\, as nove obras refletem a sensibilidade surreal e lúdica de Byrne. \nProduzidos ao longo de vários dias em abril de 2025\, os desenhos foram concebidos em escala real\, com o intuito de que o público os “confronte” e experimente de formas inesperadas. A instalação permanecerá em exibição por tempo indeterminado. \nAo longo de cinco décadas de carreira\, David Byrne desenvolveu uma prática nas artes visuais que inclui desenho\, fotografia\, instalação\, performance e design. O artista realizou sua primeira grande exposição com a Pace em 2003\, também em Nova York.
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LOCATION:Pace Gallery\, 540 West 25th Street\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Rashid Johnson: A Poem for Deep Thinkers" no Guggenheim
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\n\nHá quase 30 anos\, o artista Rashid Johnson (n. 1977\, Chicago) desenvolve uma produção diversa que dialoga com disciplinas como história\, filosofia\, literatura e música. Esta grande exposição individual destaca seu papel como estudioso da história da arte\, mediador da cultura popular negra e força criativa na arte contemporânea. \nCerca de 90 obras — entre pinturas com sabão negro\, textos com spray\, esculturas em grande escala\, filmes e vídeos — ocupam a rotunda do museu. Entre elas está Sanguine\, uma obra monumental e site-specific instalada na rampa superior do edifício\, que incorpora um piano para apresentações musicais. Além disso\, um programa dinâmico de eventos\, desenvolvido em colaboração com parceiros comunitários de toda a cidade de Nova York\, ativa um palco escultural no piso da rotunda.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction" no MoMA
DESCRIPTION:Ed Rossbach. Painel de Parede com Cores Construídas\, 1965. The Museum of Modern Art\, Nova York. Fundo Emery.\n\n\n\n\nTecidos tocam todos os aspectos da nossa vida e nos conectam à história. “Os fios estavam entre os primeiros transmissores de significado”\, escreveu a artista Anni Albers em 1965. Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction (Histórias Tecidas: Têxteis e Abstração Moderna) revela as conexões entre essa forma de arte e a abstração. Incorporando cestaria\, vestuário e mais de um século de outras obras têxteis que desafiam as divisões tradicionalmente aceitas entre arte e artesanato\, a exposição amplia a narrativa da abstração\, sugerindo que não apenas as ideias\, mas também os materiais — como tecidos trançados\, amarrados e entrelaçados — são cruciais para sua compreensão e relevância. \nAbrangendo desde obras do início do século XX de Sonia Delaunay\, Hannah Höch e Sophie Taeuber-Arp — cujas práticas têxteis dialogam com suas pinturas e desenhos —\, passando por trabalhos de meados do século de Anni Albers e Ed Rossbach\, até obras contemporâneas de Rosemarie Trockel\, Andrea Zittel e Igshaan Adams\, a mostra reúne mais de 150 objetos diversos e interdisciplinares. Ao destacar questões de trabalho e identidade entrelaçadas à produção têxtil moderna\, Woven Histories defende que a tecelagem e os têxteis são o elo essencial entre a experiência vivida e a arte.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"The Genesis Exhibition: Do Ho Suh: Walk the House" na Tate Modern
DESCRIPTION:Do Ho Suh. “Nest/s”\, 2024. © Do Ho Suh\n\n\n\n\nO artista Do Ho Suh\, nascido na Coreia do Sul e radicado em Londres\, convida o público a explorar suas instalações em grande escala\, esculturas\, vídeos e desenhos em uma importante exposição panorâmica. \nO que é “lar”? Um lugar\, um sentimento ou uma ideia? Suh propõe perguntas urgentes sobre o enigma do pertencimento\, da identidade e de como nos movemos e habitamos o mundo ao nosso redor. \nPor meio de obras imersivas que exploram pertencimento\, coletividade e individualidade\, conexão e desconexão\, o artista investiga a relação complexa entre arquitetura\, espaço\, corpo\, memória e os momentos que moldam quem somos. \nPercorra os corredores e limiares das famosas arquiteturas têxteis de Suh. Descubra suas primeiras instalações\, obras delicadas sobre papel e vídeos. Caminhe por Seul\, Nova York e Londres através de réplicas em escala real de lares passados e presentes. Encontre esculturas que repensam a tradição dos monumentos. \nVivencie a amplitude e a profundidade da prática inventiva e singular de Do Ho Suh ao longo de três décadas — com destaque para novas obras e criações site-specific exibidas pela primeira vez.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Robert Healy to John Minton: the Nina Drucker bequest" no British Museum
DESCRIPTION:William Turner of Oxford\, “Study from Nature on Shotover Hill”. c. 1810s–20s. Divulgação\n\n\n\n\nEsta mostra celebra a doação de Nina Drucker (1934–2022)\, colecionadora de arte dos séculos XVIII ao XX e apoiadora de longa data do British Museum. \nTendo estudado piano na Royal Academy of Music’s Junior Academy e frequentado concertos ao longo de toda a vida\, Drucker era uma entusiasta da música — e também profundamente apaixonada pelas artes visuais. Sua doação inclui 30 gravuras e desenhos\, selecionados de um acervo de mais de uma centena de obras que ocupavam literalmente todas as superfícies disponíveis de seu apartamento no norte de Londres. A coleção traz obras de artistas até então não representados no acervo do museu. \nA seleção apresentada aqui reúne alguns dos destaques da doação\, ao lado de obras da coleção permanente — com a qual Drucker tinha grande familiaridade por meio de visitas a exposições\, consultas no Prints and Drawings Study Room e na plataforma Collection online. Um raro desenho do retratista irlandês Robert Healy (1743–1771) torna-se a primeira obra desse artista a ingressar no British Museum. Aquarelas de paisagem de David Cox (1783–1859) e William Turner of Oxford (1789–1862) complementam os conjuntos já existentes desses artistas. Algumas das obras favoritas de Drucker\, como as gravuras de Christopher Richard Wynne Nevinson (1889–1946) e um conjunto de desenhos de John Minton (1917–1957)\, fortalecem de forma significativa o acervo de arte moderna britânica do museu.
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LOCATION:British Museum\, Great Russell St\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Collection in Focus | The Reach of Faith Ringgold" no Guggenheim
DESCRIPTION:Faith Ringgold\, “Woman on a Bridge #1 of 5: Tar Beach”\, 1988. Solomon R. Guggenheim Museum\, Nova York. Doação de Mr. and Mrs. Gus and Judith Leiber\, 1988. © 2023 Faith Ringgold / Artists Rights Society (ARS)\, Nova York. Cortesia ACA Galleries\, Nova York\n\nO ChatGPT disse:\n\n\n\n\n\n\n\nExplore Woman on a Bridge #1 of 5: Tar Beach (1988)\, uma das obras mais importantes de Faith Ringgold\, artista\, escritora e ativista de renome. Este monumental quilt\, o primeiro de uma série de cinco\, narra a história de uma menina que sonha em voar a partir do telhado de seu prédio no Harlem\, celebrando sua liberdade e autonomia. \nA exposição investiga as influências artísticas de Ringgold e o impacto duradouro de sua obra sobre gerações posteriores de artistas. Ao lado de Tar Beach\, o público poderá ver obras da coleção do Guggenheim Nova York de modernistas europeus como Marc Chagall e Pablo Picasso\, que inspiraram Ringgold\, além de artistas contemporâneos norte-americanos como Tschabalala Self e Sanford Biggers\, cujos trabalhos refletem o legado da artista. \nThe Reach of Faith Ringgold é organizada por Naomi Beckwith\, diretora-adjunta e curadora-chefe Jennifer and David Stockman\, com o apoio de Saria AlMidani\, assistente da curadoria-chefe. Esta é a terceira exposição da série Collection in Focus.
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SUMMARY:"Superfine: Tailoring Black Style" no The Met Museum
DESCRIPTION:Crédito da imagem: divulgação The Met Museum\n\n\n\n\nA exposição de primavera de 2025 do The Costume Institute apresenta um exame cultural e histórico do estilo negro ao longo de trezentos anos por meio do conceito de dândi. No mundo atlântico do século XVIII\, uma nova cultura de consumo—impulsionada pelo tráfico de escravizados\, pelo colonialismo e pelo imperialismo—possibilitou o acesso a roupas e bens que simbolizavam riqueza\, distinção e bom gosto. O dandismo negro emergiu justamente na interseção entre tradições estilísticas africanas e europeias. \nSuperfine: Tailoring Black Style investiga a importância do estilo na formação das identidades negras na diáspora atlântica\, especialmente nos Estados Unidos e na Europa. A exposição reúne vestimentas e acessórios\, pinturas\, fotografias\, artes decorativas e outros objetos\, do século XVIII até os dias atuais\, interpretando o dandismo tanto como uma estética quanto como uma estratégia social e política. \nOrganizada em 12 seções\, Superfine explora diferentes características que definem esse estilo\, como Campeão\, Respeitabilidade\, Herança\, Beleza e Cosmopolitismo. Em conjunto\, essas categorias revelam como a apresentação de si mesmo pode operar como uma forma de distinção e resistência\, em uma sociedade marcada por dinâmicas de raça\, gênero\, classe e sexualidade.
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SUMMARY:"Olga de Amaral" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da exposição “Olga de Amaral” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, realizada em parceria com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, de 1º de maio a 12 de outubro de 2025. © Olga de Amaral. Foto: © 2025 Kris Tamburello\n\n\n\n\nO ICA Miami\, em colaboração com a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, apresenta uma grande retrospectiva da artista colombiana Olga de Amaral\, reunindo mais de 50 obras produzidas ao longo de seis décadas. A mostra inclui trabalhos recentes e históricos\, alguns deles nunca exibidos fora de seu país natal. A apresentação em Miami sucede o enorme sucesso da exposição em Paris\, na Fondation Cartier. \nA mostra revela a amplitude e complexidade da prática de Amaral\, destacando períodos cruciais de sua carreira — desde suas explorações coloridas em torno da grade até experimentações com materialidade e escala. \nAs esculturas e instalações de Amaral expandem os limites da arte têxtil\, frequentemente combinando técnicas de tecelagem\, amarração e trançado para criar formas abstratas tridimensionais impactantes. Seus primeiros experimentos\, datados dos anos 1960\, são fortemente inspirados pela natureza e utilizam técnicas de tecelagem não convencionais. Na década de 1970\, Amaral desenvolveu um conjunto de obras murais monumentais\, nas quais sobrepôs camadas de lã e crina de cavalo\, evocando paredes de tijolos\, folhas e formações geológicas. Suas investigações também a levaram a experimentar com tinta\, linho\, algodão\, gesso\, folha de ouro e paládio. \nDesafiando as narrativas entre modernismo e artesanato\, sua linguagem escultural única dialoga tanto com o modernismo da Bauhaus e o construtivismo quanto com a arte pré-colombiana e as tradições indígenas de tecelagem. A exposição inclui as obras da série “Estelas” (1996–2018)\, marcadas pelo uso vibrante de folha de ouro\, que refratam e absorvem a luz\, remetendo ao trabalho em ouro de culturas pré-colombianas e a esculturas funerárias de sítios arqueológicos pré-hispânicos. Já a série mais recente da artista\, “Brumas” (2013–2018)\, composta por formas etéreas suspensas no teto\, aproxima os modernismos geométricos das camadas históricas e sensoriais da paisagem. \nOlga de Amaral (n. 1932\, Bogotá) estudou arquitetura no Colegio Mayor de Cundinamarca\, na Colômbia\, e design têxtil na Cranbrook Academy of Art\, em Michigan. Suas exposições individuais recentes incluem a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris (2024-2025); o Currier Museum of Art\, Manchester\, NH (2024); o Cranbrook Art Museum\, Michigan (2021-2022); o Museum of Fine Arts\, Houston (2021); e o Museo de Arte Moderno de Bogotá (2017). Suas obras foram incluídas em diversas mostras coletivas ao redor do mundo\, como “Stranieri Ovunque – Foreigners Everywhere”\, na 60ª Bienal de Veneza; “Weaving Abstraction in Ancient and Modern Art”\, no Metropolitan Museum of Art\, Nova York; e “Subversive\, Skilled\, Sublime: Fiber Art by Women”\, no Smithsonian American Art Museum\, Washington D.C. (todas em 2024); além de “Woven Histories: Textiles and Modern Abstraction”\, apresentada no LACMA\, Los Angeles (2023)\, National Gallery of Art\, Washington\, D.C. (2024)\, National Gallery of Canada\, Ottawa (2024)\, e no MoMA\, Nova York (2025)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas\, como a Tate Modern\, Londres; o Museum of Modern Art\, Nova York; a Fondation Cartier pour l’art contemporain\, Paris; o Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris; e o Art Institute of Chicago. \nO projeto expográfico das mostras em Paris e Miami foi desenvolvido pela premiada arquiteta Lina Ghotmeh\, fundadora do escritório internacional Lina Ghotmeh – Architecture\, com sede em Paris. Ghotmeh concebeu um “bosque vertical”\, no qual as obras parecem crescer organicamente dentro da galeria — uma referência direta às fontes de inspiração de Amaral. Recentemente\, Ghotmeh venceu o concurso para liderar a reforma das galerias da ala oeste do British Museum. \nA exposição Olga de Amaral foi concebida pela Fondation Cartier pour l’art contemporain\, com curadoria de Marie Perennès\, e é copresentada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \nO projeto conta com apoio adicional da Galeria La Cometa\, em Miami\, e da Lisson Gallery\, em Nova York. As exposições do Institute of Contemporary Art\, Miami\, são apoiadas pela Knight Foundation.
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SUMMARY:"Sanaa Gateja: Language of We" no ICA Miami
DESCRIPTION:Sanaa Gateja\, “Stump Anew”\, 2023. Cortesia da artista e Karma\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami apresenta “Sanaa Gateja: Language of We”\, exposição individual do artista ugandês Sanaa Gateja que reúne uma dúzia de tapeçarias produzidas nos últimos oito anos. \nArtista de destaque e ativista cultural atuante na África Oriental\, Gateja cresceu durante o período de independência de Uganda e\, no início da vida adulta\, trabalhou no Ministério da Cultura do país promovendo as artes e o artesanato. Posteriormente\, estudou design em Florença e Londres. Durante sua formação em joalheria na Goldsmiths\, University of London\, teve contato com a técnica de produção de joias com contas de papel\, popularizada na Inglaterra após a Segunda Guerra Mundial\, quando os recursos eram escassos. Gateja reconheceu o potencial dessa técnica para criar objetos comercializáveis a partir de um material barato e quase inesgotável — o papel usado e descartado — utilizando processos simples. Fascinado pelos trabalhos com miçangas que havia visto na infância\, retornou à África em 1990 e compartilhou a técnica com mulheres e jovens em diversas comunidades e campos de refugiados\, incentivando o desenvolvimento de economias locais baseadas no artesanato. \nAs obras de Gateja utilizam essa mesma técnica de contas de papel\, incorporando também referências aos cesteiros e ferreiros da vila onde cresceu. As tapeçarias resultantes são visualmente dinâmicas e ricas em cor\, transitando por gêneros como natureza-morta\, retrato e abstração. Seu processo meticuloso envolve a colaboração de artesãos de sua comunidade\, que ele vem formando e empregando desde o início dos anos 1990. Gateja e sua equipe reciclam diversos tipos de papel descartado\, tingindo-os com corantes naturais e sintéticos antes de transformá-los em contas de cerca de dois centímetros. A partir de esboços feitos diretamente sobre pedaços de bark cloth — um tecido tradicional do Leste Africano —\, o artista fixa as contas\, frequentemente incorporando ráfia e fibras de bananeira. As obras resultantes são composições têxteis de grande complexidade material e impacto visual\, que conectam profundamente práticas culturais locais e questões contemporâneas\, ao mesmo tempo em que refletem o cenário global da mídia e da informação impressa em que vivemos. \nSanaa Gateja (n. 1950\, Kisoro\, Uganda) participou da Carnegie International em 2022 e representou Uganda no Pavilhão Nacional da 60ª Bienal de Veneza em 2024. Suas obras integram acervos de museus e coleções privadas em todo o mundo\, incluindo o Carnegie Museum (Pittsburgh)\, o de Young Museum (São Francisco)\, o Field Museum (Chicago)\, o National Scottish Museum (Edimburgo) e o Victoria and Albert Museum (Londres). \nSanaa Gateja: Language of We é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Gean Moreno\, diretor do Art + Research Center do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Mildred Thompson: Frequencies" no ICA Miami
DESCRIPTION:Vista da instalação: “Mildred Thompson: Frequencies” no Institute of Contemporary Art\, Miami\, de 10 de maio a 12 de outubro de 2025. Foto: Oriol Tarridas\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n“Mildred Thompson: Frequencies” é a mais abrangente exposição individual em museu dedicada até hoje à artista norte-americana Mildred Thompson. Reunindo cerca de cinquenta obras produzidas entre 1959 e 1999\, a mostra apresenta a prática multifacetada da artista por meio de pinturas\, esculturas\, gravuras\, desenhos\, assemblages e composições musicais. Ao longo de uma carreira marcada por deslocamentos geográficos\, Thompson transitou entre mídias e disciplinas\, combinando pesquisa científica com uma busca poética pela abstração para investigar os limites da percepção. Suas obras\, frequentemente compostas por espirais radiantes de cor e gestos enérgicos\, procuram visualizar escalas extremas — do corpo humano e das estruturas construídas até partículas microscópicas e a vastidão do cosmos. \nEmbora a abstração ocupe um papel central em sua produção\, os primeiros trabalhos de Thompson também dialogam com a figuração e a arquitetura. Após se mudar dos Estados Unidos para a Alemanha no fim dos anos 1950\, criou desenhos e gravuras figurativas de cunho surrealista\, frequentemente representando figuras femininas. No final dos anos 1960 e ao longo da década de 1970\, seu foco se voltou para ambientes construídos\, como exemplificado na série Wood Pictures\, composta por composições abstratas minimalistas feitas com madeiras reaproveitadas. Esses trabalhos\, com traçados complexos e\, por vezes\, dobradiças ou ferragens metálicas\, evocam elementos arquitetônicos e fachadas. A investigação do espaço construído segue nas Window Paintings (1977)\, série em que espaços abstratos e coloridos parecem estar enquadrados por janelas. Ao retornar aos Estados Unidos\, Thompson passou a abandonar formas observacionais em favor de composições esquemáticas que fazem a ponte entre seus trabalhos figurativos iniciais e suas pinturas abstratas mais maduras. \nInfluenciada por uma ampla variedade de referências\, Thompson buscava ultrapassar identidades prescritas e papéis de gênero em sua prática artística. Além da pintura e escultura\, seus trabalhos em papel dos anos 1970 e 1980 evidenciam uma abordagem inventiva à gravura e ao desenho — desde gravuras em metal com formas amorfas\, como na série Death and Orgasm (1978)\, até aquarelas expressivas de constelações celestes\, como Pleiades III (1988). Suas pinturas dos anos 1990 mergulham em forças invisíveis da física de partículas e da mecânica quântica (String Theory\, 1999) e em campos magnéticos (Magnetic Fields\, 1991). Na série Radiation Explorations (1994)\, traduz a radiação e a luz ultravioleta em cores luminosas e pinceladas gestuais. \nNos últimos anos de sua carreira\, Thompson voltou-se para cosmologias e fenômenos astrológicos. Pela primeira vez em mais de três décadas\, uma seleção significativa de sua série Heliocentric (c. 1990–94) será exibida nesta mostra. Essas obras estão acompanhadas de sua maior série de pinturas\, Music of the Spheres (1996)\, composta por quatro telas que representam os planetas Mercúrio\, Vênus\, Júpiter e Marte — cada uma acompanhada de uma composição original de música eletrônica criada pela própria artista. As faixas\, reunidas sob o título Cosmos Calling\, evocam trilhas sonoras de ficção científica e a música afrofuturista. Thompson as descrevia como “uma jornada pela paisagem sonora do espaço\, inspirada nas gravações da missão Voyager da NASA”. \nMildred Thompson (n. 1936\, Jacksonville\, Flórida; m. 2003\, Atlanta) estudou na Skowhegan School of Painting\, na Howard University\, na Brooklyn Museum School e na Hochschule für Bildende Künste\, em Hamburgo. Sua obra foi tema de exposições individuais em instituições como o Spelman College Museum of Fine Art\, Atlanta (2019); New Orleans Museum of Art (2018); SCAD Museum of Art\, Atlanta (2016); Leopold Hoesch Museum\, Dueren\, Alemanha (2009); Jacksonville Museum of Contemporary Art (1997); James A. Porter Gallery of Art\, Howard University\, Washington\, DC (1975); Harvard University\, Cambridge (1975); e Neue Galerie – Sammlung Ludwig\, Aachen (1973)\, entre muitas outras. Suas obras integram importantes coleções públicas\, como o Brooklyn Museum\, o Museum of Modern Art (MoMA)\, o National Museum of Women in the Arts\, o Glenstone\, o Harvard Art Museum\, o Virginia Museum of Fine Arts e o Centre Pompidou\, em Paris. Além de artista\, Thompson também atuou como educadora e foi editora associada da revista Art Papers entre 1989 e 1997. \n“Mildred Thompson: Frequencies” é organizada pelo Institute of Contemporary Art\, Miami\, com curadoria de Stephanie Seidel\, curadora Monica and Blake Grossman do ICA Miami. \n\n\n\n\n\nPerguntar ao Ch
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SUMMARY:"Hilma af Klint: What Stands Behind the Flowers" no MoMA
DESCRIPTION:Hilma af Klint\, “Motacilla alba (White Wagtail)\, Juniperus communis (Common Juniper)\, Pinus sylvestris (Scots Pine)\, Somatochlora sp. (Striped Emeralds)” (detalhe). Folha 10 do portfolio Nature Studies\, 1919. Cortesia do The Museum of Modern Art\, Nova York\n\n\n\n\nNa primavera e no verão de 1919 e 1920\, durante um período de intensa conexão com a natureza\, a artista Hilma af Klint desenhou flores quase todos os dias. “Vou tentar”\, escreveu\, “compreender as flores da Terra.” Esta exposição se concentra em um portfólio de desenhos recém-integrados à coleção do MoMA — aquarelas em tons vibrantes realizadas com o olhar atento de uma naturalista sintonizada com os ritmos e a abundância das estações de floração. \nRompendo com a tradição da ilustração botânica\, af Klint justapunha flores minuciosamente retratadas a diagramas geométricos: um girassol em flor espelha círculos concêntricos; uma caltha palustris aparece ao lado de espirais simétricas; galhos brotando são dispostos sobre quadriculados de pontos e traços. Com essa profusão de formas — uma ampliação da linguagem abstrata pela qual é mais conhecida —\, af Klint procura visualizar “o que está por trás das flores”\, expressando sua crença de que a observação atenta do mundo ao redor revela aspectos sutis da existência humana. \nAf Klint concebeu esse portfólio como um atlas — ou\, em termos botânicos\, uma flora — que detalha as plantas da Suécia\, onde vivia e trabalhava. Trata-se\, porém\, de uma flora do espírito\, um mapeamento do mundo natural em termos espirituais\, que poderia figurar ao lado de qualquer recurso científico. Ao colocar representação e abstração\, observação e imaginação\, arte e botânica em diálogo\, seus desenhos afirmam a interconexão entre todos os seres vivos. “Mostrei”\, escreveu\, “que existe uma ligação entre o mundo vegetal e o mundo da alma.”
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SUMMARY:"Colour and line: Watteau drawings" no British Museum
DESCRIPTION:Antoine Watteau\, detalhe de seu desenho “Cinco estudos da cabeça de uma mulher”. Giz vermelho\, preto e branco\, cerca de 1716–1717.\n\n\n\n\nExplore os desenhos de um dos mais talentosos e versáteis desenhistas do século XVIII. \nAntoine Watteau (provavelmente 1684–1721) foi um dos artistas mais influentes e prolíficos da França no século XVIII. Em uma carreira breve\, que durou pouco mais de uma década\, ele levou a pintura a novas direções que guiariam gerações de artistas franceses\, combinando cenas de gênero\, mitologia e a leveza rococó em obras tão inovadoras que deram origem a um novo gênero: a fête galante. \nWatteau conquistou reconhecimento especial pelos milhares de desenhos que produziu ao longo da vida. O desenho\, como já percebiam seus contemporâneos\, era seu meio de expressão favorito\, lhe trazendo\, segundo consta\, “muito mais prazer do que suas pinturas finalizadas”. Ele desenhava incessantemente e desenvolveu ideias sobre o valor do desenho tão originais quanto suas pinturas. Ao contrário da prática acadêmica\, que previa estudos preparatórios diretamente vinculados a uma obra\, Watteau desenhava de forma especulativa\, criando ideias que poderiam ser incorporadas a uma pintura meses ou até anos depois. Seus desenhos eram feitos para serem apreciados como obras autônomas\, representando a versão mais fresca e imediata de seus pensamentos\, que\, segundo ele\, se enfraqueciam quando transformados em pintura. \nNenhum outro lugar valorizou tanto essas qualidades quanto a Grã-Bretanha\, e\, ao longo dos últimos dois séculos\, colecionadores britânicos contribuíram para que o British Museum formasse uma das melhores coleções de desenhos de Watteau no mundo. Reunindo quase todos os trabalhos autógrafos presentes no acervo\, esta é a primeira exposição dedicada aos desenhos de Watteau no museu desde 1980. A variedade de obras demonstra não só seu talento extraordinário como desenhista\, mas também sua abordagem sofisticada e inovadora ao desenho e o prestígio que suas obras gráficas conquistaram entre os grandes conhecedores da Europa.
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LOCATION:British Museum\, Great Russell St\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Raphael to Cozens: drawings from the Richard Payne Knight bequest" no British Museum
DESCRIPTION:John Robert Cozens\, “Monte Etna visto da Grotta del Capro”\, 1777\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nRafael\, Michelangelo e Thomas Gainsborough estão entre os grandes mestres cujas obras estarão em exibição em uma nova mostra que celebra um legado transformador do século XIX. \nO antiquário e colecionador de arte Richard Payne Knight (1751–1824) deixou em testamento mais de mil desenhos para o British Museum. A qualidade excepcional de sua coleção transformou o acervo gráfico do museu\, consolidando-o como um espaço onde o público poderia admirar tanto desenhos de mestres antigos quanto obras da arte britânica contemporânea de sua época. \nNascido em uma família abastada de industriais do ferro\, em Herefordshire\, Payne Knight recebeu uma formação clássica e\, assim como muitos de sua geração\, complementou seus estudos com uma longa viagem pela Itália\, o famoso “Grand Tour”. Lá\, aprofundou seu interesse pelas civilizações antigas\, pelos idiomas clássicos e formou o gosto estético que mais tarde orientaria tanto sua prática de colecionador quanto seus escritos teóricos. \nSua considerável fortuna lhe permitiu adquirir os melhores desenhos disponíveis no mercado de arte de Londres no final do século XVIII. A exposição explora a amplitude dos interesses intelectuais de Payne Knight por meio de algumas das obras mais celebradas desse legado. Desenhos de mestres do Renascimento e do Barroco\, como Rafael\, Michelangelo e Claude Lorrain\, estarão ao lado de trabalhos de contemporâneos seus\, como Thomas Gainsborough e John Robert Cozens. Juntas\, essas obras revelam o fascínio de Payne Knight por paisagens\, pela romantização do passado clássico e pela sua admiração pela energia e espontaneidade dos artistas que colecionava. \nEsta é a primeira vez\, desde sua chegada ao British Museum em 1824\, que uma seleção representativa desse legado tão importante é exibida ao público.
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SUMMARY:"Frans Krajcberg: reencontrar a árvore" no MASP
DESCRIPTION:Frans Krajcberg\, “A flor do mangue”\, c. 1970. Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC)\, Salvador\, Brasil. Foto: Autoria desconhecida\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 16 de maio a 19 de outubro\, a exposição Frans Krajcberg: reencontrar a árvore. A mostra reúne mais de 50 obras — entre esculturas\, relevos\, gravuras e pinturas — de grandes dimensões e formatos que desafiam o convencional\, refletindo tanto o apreço do artista pela natureza brasileira quanto seu engajamento crescente com a denúncia das agressões ao meio ambiente. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP\, a mostra apresenta um panorama abrangente da produção de Frans Krajcberg (Kozienice\, Polônia\, 1921–2017\, Rio de Janeiro\, Brasil). Pioneiro na integração entre arte e ecologia\, o artista se destacou por evidenciar questões ambientais no Brasil. Ao longo de sua trajetória\, desenvolveu pesquisas artísticas ramificadas em eixos temáticos\, como samambaias\, florações\, relevos e sombras. Essas investigações culminaram em obras criadas a partir de cipós\, raízes\, resquícios de troncos e madeira calcinada\, além de pigmentos naturais\, com os quais ele compõe o corpo de sua obra. \nKrajcberg rompeu com a tradição escultórica ao empregar elementos orgânicos e estruturas naturais como matéria-prima e suporte\, desafiando os limites entre representação e figuração\, além de fundir os campos da pintura\, escultura e gravura. A flor do mangue\, circa 1970\, composta por madeira residual de árvores de manguezal e pigmentada com piche\, reflete essa abordagem. Com sua grande escala e forma retorcida\, a obra sensibiliza o observador para a vulnerabilidade e a resistência do ecossistema dos manguezais. \n“De certa forma\, a escultura é a própria árvore\, ainda que resultante da justaposição de diferentes elementos naturais. A arte\, para Krajcberg\, precisa sair dos limites da moldura e reencontrar a natureza. Ele se afasta progressivamente da ideia de representar o mundo natural para incorporá-lo como corpo da obra. O caráter de denúncia emerge como um desdobramento natural desse processo\, conforme Krajcberg percebia o potencial da arte de sensibilizar e comunicar sua luta ambiental”\, comenta Laura Cosendey. \nEm 1978\, durante uma expedição pela Amazônia\, Frans Krajcberg experiencia o que chamou de “choque amazônico” diante da exuberância da floresta equatorial. Anos depois\, uma nova viagem — desta vez ao Mato Grosso — expõe o artista à devastação provocada pelas queimadas\, marcando uma virada em sua trajetória\, em que a natureza\, além de ser inspiração\, se torna causa a ser defendida. A expressão “reencontrar a árvore”\, presente em suas reflexões\, resume esse retorno da arte à natureza como fonte de criação e consciência ecológica. \nFrans Krajcberg: reencontrar a árvore integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Abel Rodríguez\, Claude Monet\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas\, Mulheres Atingidas por Barragens e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Lorna Simpson: Source Notes" no The Met Museum
DESCRIPTION:Lorna Simpson\, “Night Fall”\, 2023. Foto de James Wang © Lorna Simpson. Cortesia da artista e da Hauser & Wirth\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nEsta apresentação da obra da artista Lorna Simpson\, baseada em Nova York\, é a primeira exposição dedicada a reunir a totalidade de sua prática em pintura até hoje. Simpson ganhou destaque no início dos anos 1990 com sua abordagem pioneira na fotografia conceitual. Desde então\, tem produzido trabalhos em diversos meios\, mantendo uma investigação contínua sobre a natureza das imagens e os modos como elas constroem significado. Lorna Simpson: Source Notes foca em um desenvolvimento significativo de sua produção nos últimos dez anos: pinturas que aprofundam suas reflexões sobre gênero\, raça\, identidade\, representação e história. Com mais de 30 obras\, a exposição reúne uma seleção de suas principais pinturas\, incluindo trabalhos apresentados em sua estreia na Bienal de Veneza\, em 2015\, e na aclamada série Special Characters\, além de uma escultura recente e colagens associadas. \nAo longo de sua ampla trajetória\, Simpson frequentemente busca referências e inspiração em revistas vintage como Ebony e Jet—ícones da cultura afro-americana—\, além dos arquivos da Associated Press e da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Ela incorpora esses materiais em colagens serigráficas combinadas com lavagens de tinta e acrílica sobre superfícies como fibra de vidro\, madeira ou Claybord. Suas obras promovem um embate dinâmico entre figuração e abstração\, com corpos que surgem e desaparecem\, espreitando por superfícies enegrecidas ou se dissolvendo em paisagens de gelo derretido. Utilizando imagens encontradas — suas “notas de origem” —\, Simpson cria uma potência visual que exemplifica sua habilidade em borrar fronteiras entre gêneros e linguagens artísticas.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Pietrina Checcacci\, “Dinheiro”\, das série O povo brasileiro (detalhe)\, 1967. Foto: Jaime Aciolo\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura a exposição Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70\, na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea. A exposição reúne 250 obras de mais de 100 artistas\, muitas delas expostas juntas pela primeira vez\, proporcionando uma visão abrangente sobre a arte do período. Com curadoria de Pollyana Quintella e Yuri Quevedo\, a mostra se divide em temas que remontam aos grandes acontecimentos do período\, como o surgimento da indústria cultural\, a ruptura democrática e transformações sociais de diversas ordens. Podem ser vistos trabalhos de Wanda Pimentel\, Romanita Disconzi\, Antonio Dias e muitos outros. O público poderá ainda vestir e experimentar os famosos parangolés de Hélio Oiticica. \nEm um contexto de industrialização e turbulências políticas – Guerra Fria e ditadura civil-militar –\, a produção artística nacional lida de maneira contestadora e irreverente com a massificação da cultura promovida pela televisão e os grandes veículos da imprensa e da publicidade. A partir da década de 1960\, uma série de tendências figurativas internacionais ganham espaço no debate artístico nacional. Dentre essas tendencias está a Arte Pop\, original do Reino Unido\, mas que ganhou fama nos Estados Unidos por meio de figuras célebres com Andy Warhol\, Roy Lichtenstein\, Jasper Johns e Robert Rauschenberg. Entretanto\, enquanto esses artistas trabalhavam a linguagem em um contexto de país desenvolvido\, industrializado\, e com uma produção massificada\, artistas brasileiros lidavam com um cenário de subdesenvolvimento e desigualdade em que tinham de elaborar o trauma de uma sociedade oprimida pelo regime militar. \n“A exposição lida com um momento da história do país que ainda hoje ressoa em nosso cotidiano. Olhar para essa produção é importante para entender o início da arte contemporânea entre nós\, e também as questões disparadoras de muitos dos debates da atualidade. E\, diante da reunião dessas obras\, podemos entender a força coletiva dos artistas de uma geração que trabalhou para denunciar\, protestar e sonhar com uma nova sociedade”\, afirmam os curadores. \nSobre a exposiçãoO interesse dos artistas pela rua\, fruto do desejo de ocupar espaços mais diversos e menos institucionalizados\, marcou uma série de eventos nos últimos anos da década de 1960 e no início dos anos 1970. Entre eles\, figura o “Happening das Bandeiras”\, realizado em 1968 na Praça General Osório\, em Ipanema\, no Rio de Janeiro\, que reuniu artistas como Nelson Leirner\, Flávio Motta\, Hélio Oiticica\, Carmela Gross e Ana Maria Maiolino. Na ocasião\, eles expuseram bandeiras serigrafadas em praça pública promovendo uma ocupação coletiva do espaço público\, em busca de um acesso mais amplo e democrático para as artes visuais. O conjunto de bandeiras originais abre a exposição na Grande Galeria. \nNa sequência\, há trabalhos que tratam de uma indústria cultural em formação no Brasil\, exibindo estrelas da música popular brasileira\, graças aos festivais televisivos\, em meio à febre da corrida espacial\, que transformou astronautas em “ícones pop” e transmitiu imagens ao mundo do grande marco histórico que foi a chegada do homem à Lua. Grandes nomes do período estão reunidos\, como Nelson Leirner\, com seu altar para o rei Roberto Carlos\, na obra Adoração (1966)\, Claudia Andujar\, que fotografou Chico Buarque em 1968\, Flávio Império\, que retratou Caetano Veloso em Lua de São Jorge (1976)\, o artista popular Waldomiro de Deus\, com seus foguetes característicos\, Claudio Tozzi\, com as obras Bob Dylan (1969)\, Guevara (1967)\, além de seus astronautas que marcaram a iconografia da pop à brasileira. \nO desejo de rua e as rupturasAs restrições impostas pela ditadura civil-militar foram retratadas nas produções artísticas por meio de diferentes estratégias formais\, poéticas e políticas. Na exposição\, estão reunidas caricaturas de generais\, presentes nas obras de Humberto Espíndola\, Antonio Dias e Cybele Varela\, desenhos dos presos políticos da coleção Alípio Freire\, pertencentes ao Memorial da Resistência\, registros fotográficos que Evandro Teixeira realizou na emblemática passeata dos 100 mil\, além de trabalhos que procuraram intervir diretamente no contexto político\, como as garrafas de coca-cola de Cildo Meireles\, que compõem a obra Inserções em circuitos ideológicos (1970)\, e as trouxas ensanguentadas (1969) de Artur Barrio. Além disso\, o tema da criminalidade também permeava as produções artísticas do período. Frente ao estado opressor\, figuras de marginalidade foram evocadas como estratégia subversiva\, contestando a moral e as leis. Dentre elas\, destacam-se uma cena de crime pintada por Paulo Pedro Leal ainda no início dos anos 1960\, o filme Natureza (1973) de Luiz Alphonsus e o clássico A bela Lindonéia (1967)\, de Rubens Gerchman. \nO gesto pop se apropria ainda do imaginário da cidade\, por meio de signos e códigos urbanos. É o caso de trabalhos como Marlboro (1976)\, em que Geraldo de Barros transforma restos de outdoor em pinturas\, e as superfícies estruturadas com restos de acrílico e latão de Judith Lauand (Sem título\, 1972). Na área central da galeria\, estão reunidos trabalhos que expressam a disputa pelo espaço público. Setas\, semáforos\, festividades e proposições coletivas ganham centralidade nas obras. Buum (1966)\, de Marcelo Nitsche\, Totém de interpretação (1969)\, de Romanita Disconzi\, Lateral de ônibus (1969)\, de Raymundo Colares\, e os emblemáticos parangolés de Hélio Oiticica\, apresentados pela primeira vez há exatos 60 anos\, na mostra Opinião 65\, realizada no MAM-Rio\, podem ser vistos pelo público. No caso de Oiticica\, o visitante poderá\, literalmente\, experimentar os Parangolés\, vestindo-os no espaço expositivo. \nA década de 1960 também foi palco de uma revolução sexual fruto de eventos históricos como Maio de 68\, na França\, e o movimento hippie nos EUA. No núcleo sobre desejo e sexualidade\, estão obras de artistas que pensaram as mudanças do estatuto da sexualidade no Brasil\, atravessadas também pela cultura de massa. É o caso Wanda Pimentel\, com sua série Envolvimento (1968)\, Teresinha Soares com A caixa de fazer amor (1967) e Antônio Dias em Teu corpo (1967)\, além de Maria Auxiliadora\, Lygia Pape e Vilma Pasqualini. \nA exposição Pop Brasil: vanguarda e nova figuração\, 1960-70 é apresentada por Bradesco e patrocinada por Livelo\, na categoria Platinum\, Mattos Filho\, na categoria Ouro e Nescafé Dolce Gusto\, na categoria Prata.
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
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