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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Pirouette: Turning Points in Design" no MoMA
DESCRIPTION:Nifemi Marcus-Bello\, “For the Community by the Community – Handwashing Station”\, 2020. The Museum of Modern Art\, Nova York. Foto: Kadara Enyeasi.\n\n\n\n\nO design é um elemento fundamental da vida\, um catalisador essencial para nossa evolução. Ele nos ajuda a lidar com mudanças e permeia nossas vidas pessoais e sociais\, refletindo tanto nossas forças quanto nossas fragilidades. Muitos designers buscam criar novos comportamentos\, concentrando-se em hábitos e circunstâncias que mais necessitam de transformação. Pirouette: Turning Points in Design reúne objetos—desde Post-Its até Spanx—que representaram experimentos inovadores com novos materiais\, tecnologias e conceitos\, ofereceram soluções não convencionais para problemas tradicionais e tiveram um impacto significativo tanto no design quanto no mundo em geral. \nCom peças majoritariamente retiradas da coleção do MoMA\, a exposição apresenta objetos amplamente reconhecidos—como o logotipo I ♥️ NY ou o novo símbolo de acessibilidade—ao lado de outros conhecidos apenas por públicos especializados. Alguns\, como a Shopping Bag da Telfar\, apelidada de Bushwick Birkin\, reconfiguram as regras de exclusividade e luxo. Outros\, como o Walkman Portable Audio Cassette Player ou o Macintosh 128K Home Computer\, redefiniram e expandiram nosso espaço privado\, permitindo-nos trazer o mundo para dentro de nossas casas ou carregá-lo conosco. Observados em conjunto\, os objetos em Pirouette destacam o papel dos designers em sua expressão mais inventiva e construtiva\, demonstrando o poder do design em traduzir a experiência humana em formas tangíveis e imaginar um futuro melhor.
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SUMMARY:"Arthur Jafa" na Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Arthur Jafa\, “Love is the Message\, the Message is Death”\, 2016 – Crédito: Divulgação \nA Bourse de Commerce está em transformação para preparar a exposição “Corps et âmes”\, que será revelada progressivamente até sua abertura completa em 5 de março. Durante esse período\, o público poderá descobrir algumas obras da nova temporada. \nA partir de 5 de fevereiro\, três filmes de Arthur Jafa\, pertencentes à Coleção Pinault\, serão exibidos pela primeira vez em Paris. Na Rotonde\, o vídeo Love is the Message\, the Message is Death transforma o espaço em uma ressonância da música e do ativismo de figuras icônicas afro-americanas como Martin Luther King Jr.\, Jimi Hendrix\, Barack Obama e Beyoncé\, conferindo-lhes uma dimensão universal. O artista também ocupa a Galerie 2 e o Studio do museu\, convidando os visitantes a se envolverem com suas obras cinematográficas. \nUtilizando diversos suportes\, a produção de Arthur Jafa\, artista e cineasta baseado em Los Angeles\, celebra e amplia a cultura negra americana\, atribuindo-lhe toda a sua grandiosidade. De Barack Obama aos cânticos gospel\, de Aretha Franklin aos protestos do Black Lives Matter\, passando por Miles Davis e Kanye West\, Jafa recorre a materiais da mídia de massa e da cultura pop para construir uma estética baseada no colagem e montagem\, reafirmando seu papel como colecionador de imagens e multiplicando referências. Ele apresenta\, com imponência\, as grandes ícones da cultura negra\, sempre em diálogo com a complexa história dos Estados Unidos.
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LOCATION:Bourse de Commerce\, 2 Rue de Viarmes Paris\, Paris\, Paris\, França
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SUMMARY:"Believers: Artists and the Shakers" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “Believers: Artists and the Shakers” no ICA Boston\, 2025. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nDesde que chegaram à América vindos da Inglaterra há 250 anos\, os Shakers — uma seita cristã pacifista — ocuparam um lugar singular na identidade nacional dos Estados Unidos. Também conhecidos como a United Society of Believers in Christ’s Second Appearing\, os Shakers seguem princípios de vida comunitária\, celibato\, propriedade compartilhada e igualdade de gênero e racial\, sendo amplamente reconhecidos por seu estilo de vida simples\, sua arquitetura\, música e mobiliário. A cultura material dos Shakers\, associada à perfeição\, elegância e funcionalidade\, tem fascinado artistas desde pelo menos o início do século XX\, período em que essas ideias começaram a se consolidar na consciência americana\, impulsionadas por uma série de exposições e publicações\, muitas delas organizadas por colecionadores de móveis Shaker. \nBelievers tem origem em uma residência artística pouco convencional iniciada pela curadora France Morin no verão de 1996. Dez artistas foram convidados a viver\, trabalhar e praticar sua fé na única comunidade Shaker ainda ativa\, localizada em Sabbathday Lake\, Maine. Dessa experiência surgiu um conjunto dinâmico de obras apresentadas na exposição The Quiet in the Land\, curada por Morin e levada ao ICA por Jill Medvedow em 1998. Believers reúne um grupo central dessas obras\, criadas por Janine Antoni\, Kazumi Tanaka\, Wolfgang Tillmans\, Nari Ward e Chen Zhen — algumas das quais estão sendo recriadas ou reinterpretadas especialmente para esta mostra —\, ao lado de trabalhos mais recentes de Jonathan Berger\, Taylor Davis\, Gordon Hall\, Pallavi Sen e Cauleen Smith. \nA exposição investiga como artistas contemporâneos lidam com a tensão entre as representações historicamente construídas sobre os Shakers e a experiência vital dessa comunidade utópica\, descrita por seus próprios membros como um grupo de “pessoas comuns tentando viver uma vida extraordinária.” \nAviso: esta exposição contém uma obra de arte com sequências de luzes intermitentes.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Sara Cwynar: Alphabet" no ICA Boston
DESCRIPTION:Sara Cwynar\, “Pam\, Plastic”\, 2025. Cortesia da artista\, The approach\, Londres\, e Cooper Cole\, Toronto\n\n\n\n\nSara Cwynar (n. 1985\, Vancouver) investiga o excesso de imagens na cultura contemporânea\, marcada pela saturação visual\, por meio de um vasto arquivo que inclui fotografias autorais\, encomendadas\, baixadas e encontradas. Sua abordagem se apoia em uma estética de colagem que dialoga com as linguagens do design e da publicidade. Para o ICA\, Cwynar concebeu um projeto inédito e de duas partes: a instalação fotográfica Alphabet e um mural fotográfico para a Sandra and Gerald Fineberg Art Wall. \nAlphabet é composta por uma constelação de imagens organizadas em 26 painéis\, cada um associado a um termo extraído de mecanismos de busca na internet. Esses termos incluem palavras sugeridas por algoritmos com base na atividade online da artista\, além de alguns dos mais pesquisados desde 2020. A instalação expande esses conceitos por meio de um conjunto de imagens\, objetos e vídeos dispostos no espaço expositivo de maneira inspirada no Mnemosyne Atlas (1925–29)\, do historiador da arte Aby Warburg. Em seu atlas\, Warburg reuniu quase mil imagens organizadas sobre painéis negros para traçar recorrências visuais ao longo da história\, conectando tempos e culturas. No trabalho de Cwynar\, cada termo selecionado reflete aspectos da vida contemporânea e da maneira como enxergamos o mundo\, evocando\, como nas constelações de imagens de Warburg\, um passado que ainda ressoa na forma como atribuímos significado hoje. \nPara Cwynar\, todos os arquivos — incluindo a internet — são permeados por vieses humanos e pela ilusão de objetividade. Ainda assim\, à medida que o desejo humano de buscar respostas se desloca para o meio digital\, a artista questiona como nossas respostas pessoais ao mundo são filtradas por um histórico de imagens que sempre nos acompanha.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Leigh Bowery!" na Tate Modern
DESCRIPTION:Fergus Greer\, “Leigh Bowery Session I Look 2″\, 1988 © Fergus Greer\n\n\n\n\nA curta\, porém extraordinária\, vida de Leigh Bowery deixou uma marca distinta e inegável no mundo da arte e além. \nArtista\, performer\, modelo\, personalidade da TV\, promotor de clubes\, designer de moda e músico\, Bowery assumiu múltiplos papéis\, sempre recusando os limites impostos pela convenção. \nDesde sua ascensão na cena noturna da Londres dos anos 1980 até suas performances ousadas e provocativas em galerias\, teatros e nas ruas\, Bowery trilhou um caminho vibrante e intransigente. Ele reinventou roupas e maquiagem como formas de pintura e escultura\, testou os limites do decoro e celebrou o corpo como uma ferramenta mutável\, capaz de desafiar normas estéticas\, de sexualidade e de gênero. \nAbraçando a performance\, a cultura dos clubes e o design de moda\, Bowery criou algumas das imagens mais icônicas das décadas de 1980 e 1990\, que ainda ressoam e influenciam artistas como Alexander McQueen\, Jeffrey Gibson\, Anohni e Lady Gaga. \nEsta exposição eclética e imersiva oferece uma rara oportunidade de experienciar muitos dos ‘Looks’ de Bowery\, além de suas colaborações com artistas como Michael Clark\, John Maybury\, Baillie Walsh\, Fergus Greer\, Nick Knight e Lucian Freud. \nA mostra traz uma nova perspectiva sobre as cenas criativas de Londres\, Nova York e outros centros culturais\, com figuras como Sue Tilley\, Trojan\, Princess Julia\, Les Child\, Andrew Logan\, Lady Bunny\, Scarlett Cannon\, MINTY e Boy George. \nDo clube ao palco\, da galeria ao espaço público\, esta exposição convida o visitante a mergulhar no universo dinâmico de Bowery\, onde as fronteiras entre arte e vida se dissolvem. \nA exposição é organizada pela Tate Modern em colaboração com Nicola Rainbird\, diretora e proprietária do espólio de Leigh Bowery.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Collection in Focus | Beatriz Milhazes: Rigor and Beauty" no Guggenheim
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “As Quatro Estações”\, 1997\nEsta exposição apresenta o trabalho da artista contemporânea global Beatriz Milhazes (n. 1960\, Rio de Janeiro)\, que dialoga com sua herança cultural e identidade brasileiras por meio da linguagem da abstração. Com uma trajetória que abrange quatro décadas—dos anos 1980 até o presente—sua produção inclui escultura\, colagem\, gravura\, têxteis\, arte pública e\, principalmente\, pintura. Esta mostra reúne um conjunto de quinze pinturas e obras sobre papel\, criadas entre 1995 e 2023\, selecionadas do acervo permanente do museu e complementadas por empréstimos estratégicos\, que ajudam a contextualizar a evolução artística de Milhazes. \nA obra de Milhazes está profundamente enraizada na história e nas tradições brasileiras\, inspirando-se na arte e arquitetura coloniais\, nas artes decorativas e na vibrante celebração do Carnaval—o festival que transforma as ruas do Rio de Janeiro em um espetáculo de desfiles\, música\, performances e trajes elaborados. A artista também é influenciada pela Tropicália\, movimento cultural dos anos 1960 que uniu arte\, música e literatura para afirmar a identidade brasileira enquanto desafiava o regime militar da época. Os ritmos e cores da bossa nova\, gênero musical surgido no Rio de Janeiro no final dos anos 1950\, também reverberam em seu trabalho. Além dessas referências\, Milhazes dialoga com a obra de artistas como Henri Matisse e Piet Mondrian\, ao mesmo tempo em que evoca Tarsila do Amaral\, figura essencial para o desenvolvimento do modernismo brasileiro. \nEm 1989\, Milhazes desenvolveu uma técnica inovadora que chama de monotransfer\, inspirada no processo de monotipia\, no qual uma imagem pintada é transferida de uma matriz para o papel\, criando um efeito espelhado. A artista inicia seu processo pintando motivos sobre folhas de plástico transparente com tinta acrílica. Depois que a tinta seca\, as películas pintadas são sobrepostas e aderidas à tela; em seguida\, a artista remove o plástico\, revelando as formas em reverso. O resultado são composições vibrantes e dinâmicas\, que combinam formas abstratas\, padrões orgânicos e estruturas geométricas sobre superfícies texturizadas\, carregadas da memória do gesto artístico. \nAs primeiras pinturas desta exposição\, principalmente do acervo do museu—como Santa Cruz (1995)\, In albis (1995–96) e As quatro estações (1997)—revelam a influência do esplendor das igrejas barrocas coloniais do século XVIII e dos trajes ornamentais da época. Milhazes sintetiza essas influências em motivos abstratos e figurativos\, nos quais círculos e arabescos\, rendas e crochês delicados\, flores e padrões florais\, além de pérolas e elementos de ferro trabalhado\, emergem em suas composições. A partir dos anos 2000\, a artista começou a explorar efeitos ópticos em suas pinturas\, utilizando repetições lineares para criar padrões ondulantes e ritmos visuais\, como se observa em Paisagem carioca (2000)\, O cravo e a rosa (2000) e O Caipira (2004). \nAs obras sobre papel apresentadas nesta exposição\, produzidas entre 2013 e 2021\, demonstram o contínuo interesse de Milhazes pela experimentação com colagem. A artista combina elementos industrializados—como sacolas de grife\, embalagens de chocolate e papéis estampados—com recortes de suas próprias serigrafias em cores sólidas\, criando padrões intricados e composições abstratas expressivas. \nSuas pinturas mais recentes\, como Mistura sagrada (2022)\, indicam um movimento em direção à investigação da força espiritual da natureza\, especialmente no contexto pós-pandemia da COVID-19. Embora referências ao mundo natural estejam presentes desde o início de sua carreira\, aqui a artista aprofunda a reflexão sobre os ciclos de renovação—vida e morte—por meio de formas angulares coloridas e padrões elaborados. Elementos orgânicos\, que remetem à proximidade da artista com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro\, a Floresta da Tijuca e a Praia de Copacabana\, ecoam nas harmonias geométricas\, sistemas conceituais e universos cromáticos que atravessam sua obra. \nA exposição foi organizada por Geaninne Gutiérrez-Guimarães\, curadora do Guggenheim Museum Bilbao e da Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation\, Nova York.
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LOCATION:The Guggenheim Museum\, 1071 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Jack Whitten: The Messenger" no MoMA
DESCRIPTION:Jack Whitten\, “Atopolis: Para Édouard Glissant”\, 2014. The Museum of Modern Art\, Nova York.\n\n\n\n\nJack Whitten criou uma beleza visionária a partir de uma raiva justa. Nascido em Bessemer\, no Alabama\, em meio à violência do Sul segregado dos Estados Unidos\, integrou o movimento dos Direitos Civis antes de se mudar para Nova York em 1960. Foi lá que decidiu tornar-se artista. Por meio da experimentação com materiais e ferramentas — de novas tintas a pentes afro e impressão eletrostática —\, Whitten inventou técnicas artísticas inéditas. Ao enfrentar o racismo e as transformações tecnológicas de seu tempo\, fez com que a arte se tornasse um instrumento essencial num mundo em convulsão. Esta retrospectiva é a primeira a abarcar as seis décadas e todos os meios da prática inovadora de Whitten\, reunindo mais de 175 obras entre pinturas\, esculturas e trabalhos em papel que iluminam sua trajetória singular. \nNa década de 1970\, Whitten experimentou arrastar camadas de tinta acrílica sobre telas dispostas no chão com movimentos amplos e contínuos\, criando superfícies luminosas com um efeito quase fotográfico. Já nos anos 1990\, passou a cortar folhas endurecidas de tinta acrílica em milhares de pequenos mosaicos\, montando pinturas ricamente texturizadas que remetem a pixels ou constelações. Durante décadas\, passou os verões na Grécia\, onde construiu esculturas que fundem as artes da África e do Mediterrâneo antigo com tecnologias contemporâneas. Muitas vezes dedicava suas obras a figuras da história negra\, como se fosse um mensageiro — e sua arte\, uma forma de enviar significados ao mundo. “Sou um condutor do espírito”\, declarou. “Ele flui através de mim e se manifesta na materialidade da tinta.” \nJack Whitten: The Messenger apresenta uma história reveladora da investigação do artista sobre raça\, tecnologia\, jazz\, amor e guerra. Do tumulto dos anos 1960 até sua morte\, em 2018\, Whitten enfrentou constantes pressões para produzir arte figurativa como forma de ativismo. No entanto\, ousou inventar novas formas de abstração — e ofereceu ao mundo uma nova maneira de enxergar.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Zheng Chongbin: Golden State" no LACMA
DESCRIPTION:Zheng Chongbin\, “Golden State”\, 2024\, cortesia do artista\, © Zheng Chongbin\, foto: Zhang Hong.\n\n\n\n\nAo longo das últimas quatro décadas\, o artista Zheng Chongbin (n. 1961)\, nascido em Xangai e radicado no Condado de Marin\, desenvolveu uma prática singular que dialoga com os conceitos e a estética do movimento Light and Space\, além da tradição da pintura com tinta da Ásia Oriental. Formado tanto em pintura figurativa chinesa tradicional quanto em arte de instalação e performance\, Zheng sintetiza essas práticas aparentemente distintas em técnicas inéditas de pintura e vídeo que se tornaram sua marca registrada. Zheng Chongbin: Golden State é uma apresentação concisa que reúne duas instalações de vídeo\, além de obras pintadas e impressas. Por meio de formas abstratas e visões distorcidas das paisagens naturais da Califórnia\, Zheng explora água\, luz e movimento em suas obras características.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Monstrous Beauty: A Feminist Revision of Chinoiserie" no The Met Museum
DESCRIPTION:“A Toilette da Princesa”\, da série de tapeçarias À moda dos índios. Vários artistas/fabricantes\, após 1690. Imagem: Cortesia do The Metropolitan Museum of Art\n\n\n\n\nMonstrous Beauty: A Feminist Revision of Chinoiserie propõe uma reinterpretação radical da história da porcelana europeia a partir de uma perspectiva feminista. Quando a porcelana chegou à Europa moderna vinda da China\, desencadeou o surgimento do chinoiserie\, estilo decorativo que condensava as fantasias europeias sobre o Oriente e suas obsessões com o exótico — junto a novas concepções sobre mulheres\, sexualidade e raça. Esta exposição investiga como esse material aparentemente delicado moldou tanto as identidades femininas europeias quanto estereótipos raciais e culturais sobre mulheres asiáticas. Ao desmontar a ideia de que o chinoiserie é apenas uma fantasia inofensiva\, Monstrous Beauty propõe um olhar crítico sobre o estilo e seus desdobramentos\, reinterpretando termos historicamente negativos sob uma ótica de empoderamento feminino. \nReunindo cerca de 200 obras históricas e contemporâneas — do século XVI europeu a instalações atuais de artistas asiáticas e asiático-americanas —\, a mostra ilumina o chinoiserie a partir de uma abordagem conceitual que coloca passado e presente em diálogo ativo. No século XVIII\, a porcelana era altamente valorizada como material-síntese das fantasias europeias sobre o Oriente\, e passou a ser associada ao gosto feminino. Frágil\, delicada e cortante quando quebrada\, tornou-se uma metáfora potente para a figura da mulher\, que emergiu como protagonista de novas narrativas sobre troca cultural\, consumo e desejo.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:“Renoir” no MASP
DESCRIPTION:Pierre-Auguste Renoir\, “Menina com as espigas”\, 1888. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand exibe\, entre os dias 28 de março e 3 de agosto\, todas as obras de Pierre-Auguste Renoir (1841–1919) presentes em seu acervo. Cinco ensaios sobre o MASP — Renoir apresenta 12 pinturas e uma escultura no quinto andar do Edifício Pietro Maria Bardi. Esse conjunto de obras foi exposto pela última vez em 2002\, na mostra Renoir – O pintor da vida\, realizada no próprio museu.  \nCom curadoria de Fernando Oliva\, curador\, MASP\, a seleção abrange praticamente toda a carreira do artista francês. Entre as pinturas está a famosa obra Rosa e azul – As meninas Cahen d’Anvers (1881)\, que retrata Elisabeth e Alice\, filhas do banqueiro Louis Cahen d’Anvers (1837–1922)\, uma família pertencente à comunidade judaica do século XIX. Alice viveu até os 89 anos e morreu em Nice\, em 1965. Já Elisabeth teve um destino trágico. Durante a exposição de obras do MASP realizada na Fondation Pierre Gianadda\, em 1987\, na Suíça\, seu sobrinho Jean de Monbrison escreveu ao museu relatando que Elisabeth fora enviada para Auschwitz durante a Segunda Guerra e morreu a caminho do campo de concentração\, aos 69 anos.  \nO período\, conhecido como “obra tardia” de Renoir — influenciado por sua viagem à Itália\, em 1881\, que possibilitou o contato com mestres renascentistas\, como Rafael e Ticiano —\, é marcado por pinturas em tons pastéis\, sem contornos firmes e sobreposição de cores puras. Essas características podem ser observadas em Banhista enxugando a perna direita (c. 1910) e Banhista enxugando o braço direito (grande nu sentado) (1912). O tema das banhistas\, abordado por Renoir desde o início de sua carreira — como na tela A banhista e o cão griffon – Lise à beira do Sena (1870) — tornou-se central em sua produção até sua morte em 1917. \nAlém da pinturas\, a exposição apresenta Vênus vitoriosa (Venus Victrix) (1916)\, escultura produzida no período em que o artista sofria de artrite reumatoide severa. Por conta das limitações impostas pela doença\, a obra foi criada com o auxílio do jovem artista Richard Guino (1890–1973). O trabalho dialoga com a pintura O julgamento de Páris\, feita por Renoir alguns anos antes\, inspirada no episódio “Pomo da discórdia”\, da mitologia grega. \nAs obras de Renoir foram adquiridas pelo museu durante o chamado período das grandes aquisições quando\, entre o final da década de 1940 e início dos anos 1950\, Pietro Maria Bardi (1900–1990)\, diretor-fundador do MASP\, incorporou ao acervo trabalhos de artistas do cânone europeu\, em sua maioria italianos e franceses\, o que resultou no mais importante acervo de arte europeia do hemisfério sul. A coleção de Renoir constitui o maior número de trabalhos de um único artista dentre as pinturas europeias do acervo da instituição.  \nDIÁLOGO COM OS CAVALETES DE CRISTALAs pinturas de Renoir são apresentadas em suportes individuais feitos de chapas metálicas reflexivas\, com um design que inclui um recorte curvo em uma das pontas. Concebidas pela arquiteta Juliana Godoy\, essas estruturas foram criadas buscando um diálogo com os cavaletes de cristal de Lina Bo Bardi e com a história do MASP.  \nOs blocos de concreto dos cavaletes originais\, que remetem ao modernismo\, nesta expografia são substituídos por uma base com dois pés de apoio\, sendo que um deles é calcado em espuma. A escolha desse material flexível propõe uma alusão ao momento contemporâneo. \nA expografia usa ainda como referência as travas desenvolvidas pelo museu para fixar as obras nos cavaletes de vidro\, e mantém a proposta de apresentar as legendas na parte posterior das telas\, convidando o visitante a passear pelo espaço.  \nRenoir\, Geometrias\, Artes da África\, Histórias do MASP e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Histórias do MASP” no MASP
DESCRIPTION:Vincent van Gogh\, “The Schoolboy (The Postman’s Son)”\, 1888. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand revisita mais de sete décadas de sua trajetória na exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Histórias do MASP\, em cartaz de 28 de março a 3 de agosto. Em um momento de expansão\, marcado pela inauguração do Edifício Pietro Maria Bardi\, a mostra\, realizada no sexto andar\, reflete sobre a história do museu e sua importância para a constituição de um projeto de museu moderno.    \nEm formato de linha do tempo\, a mostra coloca em diálogo 74 obras do acervo do MASP com uma documentação raramente exibida do Centro de Pesquisa do museu\, abrangendo fotografias\, documentos\, cartazes\, livros\, catálogos\, jornais e revistas. Essa seleção apresenta a memória da instituição de maneira didática e panorâmica\, abordando temas como a criação do museu\, a formação de seu acervo\, sua primeira sede na 7 de abril\, a mudança para a Avenida Paulista\, além de exposições e eventos que fizeram história nas últimas décadas. A curadoria é de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, Regina Teixeira de Barros\, curadora coordenadora e de acervo\, MASP\, Guilherme Giufrida\, curador assistente\, MASP\, e Laura Cosendey\, curadora assistente\, MASP. \nA exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Histórias do MASP se desdobra pela sala expositiva e se inicia com um preâmbulo sobre o encontro de Assis Chateaubriand\, empresário que dirigia os principais canais de comunicação da época\, com o crítico e marchand Pietro Maria Bardi\, primeiro diretor artístico do MASP\, e Lina Bo Bardi\, arquiteta que projetou tanto o edifício do museu como importantes montagens expográficas.  \nO casal Bardi viajou ao Brasil em 1946 para a realização da exposição Arte italiana antiga\, no Rio de Janeiro\, mostra que reuniu muitas obras as quais\, posteriormente\, passaram a compor o acervo do MASP. Um exemplo é Virgem com o Menino e São João Batista criança (1490–1500)\, de Sandro Botticelli e ateliê\, adquirido nesse momento embrionário da coleção do museu\, além de pinturas incorporadas logo nos primeiros anos\, como As cinco moças de Guaratinguetá (1930)\, de Di Cavalcanti\, e Madame Cézanne em vermelho (1888–90)\, de Paul Cézanne.  \nA fundação do MASP\, em 1947\, na sede dos Diários Associados de Assis Chateaubriand\, e os anos seguintes são relembrados com o primeiro cartaz do museu\, desenhado por Roberto Sambonet\, vistas das primeiras exposições e fotos do desfile da Dior\, realizado no próprio espaço expositivo em 1951. A mostra também aborda o período das “grandes aquisições”\, entre 1947 e 1958\, quando o MASP incorporou a maior parte das obras que o tornaram o museu com a principal coleção de arte europeia do hemisfério sul. Nos anos 1950\, o museu realizou exposições na Europa e nos Estados Unidos\, internacionalizando a coleção e divulgando o trabalho realizado no Brasil.  \n“Organizamos a exposição a partir da data de incorporação das obras no acervo. Isso conta para o público uma outra história\, destacando como o museu estava se colocando nesse circuito e desenhando o perfil da instituição”\, explica Guilherme Giufrida. \nPara além do acervo\, a mostra aborda a crescente importância do museu para a arquitetura\, a paisagem urbana e a vida política na cidade de São Paulo. Imagens mostram a construção do icônico edifício na Avenida Paulista desde a sua inauguração\, com a presença da Rainha Elizabeth II\, em 1968. Depois de mais de 20 anos em concreto aparente\, os pórticos do edifício recebem a marcante cor vermelha. Em 1992\, as manifestações pelo impeachment do presidente Fernando Collor de Mello no vão livre reforçam a dimensão pública desse espaço para a cidade. No mesmo período\, o projeto Som do meio-dia atraiu grande público para assistir aos shows de Olodum e Daniela Mercury. \nA história mais recente do MASP\, após a aposentadoria de Bardi\, em 1992\, até os dias atuais\, também é retratada na exposição\, como a incorporação de obras para tornar o acervo mais representativo e diverso. A partir de 2014\, o museu recebeu doações que aumentaram a presença de artistas mulheres\, incluindo obras de Guerrilla Girls\, Maria Auxiliadora\, Adriana Varejão e Anna Maria Maiolino\, entre outras\, além de comodatos como o da coleção Landmann\, uma das mais representativas de arte pré-colombiana do Brasil. \n“Uma mostra como essa é um enorme desafio… abordar a história de um museu de quase 80 anos que tem uma coleção viva\, buscando responder às questões da arte dos diferentes tempos que atravessou. Estamos apresentando momentos-chave da trajetória do MASP de uma forma bastante visual”\, comenta Laura Cosendey. \nHistórias do MASP\, Artes da África\, Renoir\, Geometrias e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo e da história do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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SUMMARY:“Artes da África” no MASP
DESCRIPTION:DOGON\, Máscara\, Século XX. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 28 de março a 3 de agosto\, a exposição Cinco ensaios sobre o MASP –  Artes da África\, no terceiro andar do Edifício Pietro Maria Bardi. A mostra reúne mais de 40 obras do acervo do museu\, principalmente do século 20\, oriundas da África ocidental.  \nA curadoria de Amanda Carneiro\, curadora\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, selecionou peças confeccionadas em madeira\, principalmente aquelas ligadas ao corpo ou à sua representação. O conjunto abrange estatuetas de Exu e Xangô\, objetos cotidianos\, bonecas\, tambores\, mobiliário e máscaras usadas em festividades\, rituais de iniciação\, celebração ou funerais. Embora outras apresentações desse conjunto já tenham sido realizadas\, esta é a primeira exposição que busca estabelecer uma leitura crítica e propositiva da coleção de arte africana do museu. \n“A presença da arte africana no MASP foi moldada por momentos-chave ao longo da sua história\, marcados pela realização de exposições e doações. O primeiro envolvimento notável do museu com a arte africana ocorreu em 1953\, com a exposição Arte Negra\, realizada seis anos após a abertura do MASP. Essa iniciativa foi uma das primeiras exposições de arte africana registradas em um museu brasileiro”\, afirma Amanda Carneiro. \nAs obras provêm de 17 culturas distintas\, oriundas principalmente da África ocidental\, de grupos como Guro\, Senufo e Baulê\, da atual Costa do Marfim; Dogon e Bamana\, do Mali; Mossi e Bobo\, da Burkina Faso; Baga\, da Guiné; Axante\, de Gana; Guere-Wobe\, da Libéria; Hemba\, do Congo; Mumuye\, Ibibio\, Igbo e Iorubá\, da Nigéria; além de uma peça Chokwe\, da Angola. \n“São produções muito diversas que trazem essa noção de ‘artes’ no plural para o título da exposição. Existem cerca de 500 culturas diferentes em toda a África\, portanto\, o que apresentamos é um recorte específico sobre a maneira como o MASP colecionou essas peças ao longo dos anos. Não se trata de uma mostra sobre uma identidade única continental”\, afirma Leandro Muniz.  \nEm diálogo com as peças históricas\, os artistas brasileiros biarritzzz (Fortaleza\, CE\, 1994) e Cipriano (Petrópolis\, RJ\, 1981) abordam\, em obras comissionadas para o museu\, os legados e as transformações das tradições africanas na cultura brasileira. biarritzzz expõe três vídeos: colagens digitais de fragmentos das máscaras presentes na mostra\, acompanhadas de frases que questionam sua presença em acervos de museus. A artista usa uma linguagem típica de redes sociais para transmitir ideias ou fazer críticas com humor\, chamando esse recurso de “pedagogia do meme”. Já Cipriano apresenta duas pinturas abstratas que sobrepõem cantos de religiões afro-brasileiras ligadas às tradições banto\, tronco linguístico da África central. Uma das obras faz referência ao tambor Chokwe\, de Angola\, incorporado em 2023 à coleção do MASP. \nConcebida pelo escritório de arquitetura Gabriela de Matos\, a expografia remete a dois materiais que foram fundamentais para o desenvolvimento tecnológico do continente africano: a terra\, usada especialmente em arquiteturas milenares\, e o ferro\, cuja fundição data ao menos desde 500 a.C.\, ganhando importância central em diferentes culturas africanas. As estatuetas e as máscaras são apresentadas em totens cobertos por uma tinta semelhante à terra; já a estrutura tem uma base composta por metal e acrílico espelhado preto. \nAs obras estão organizadas em conjuntos que destacam a diversidade e a inventividade formal das produções e as relações temáticas entre diferentes culturas. Sem associações cronológicas e geográficas\, a montagem incorpora as produções dos artistas contemporâneos. \nACERVOA maior parte da coleção de artes da África do MASP é composta por estatuetas e máscaras do século 20\, integradas ao museu ainda nas primeiras décadas de sua formação. Desde 1953\, seis anos após sua fundação\, o museu realizou diversas exposições sobre este tema\, como Arte Negra (1953)\, Arte Tradicional da Costa do Marfim (1973)\, Da senzala ao sobrado (1978)\, Arte contemporânea do Senegal (1981)\, Cultura Nigeriana (1987)\, África Negra (1988) e Do coração da África – Arte Iorubá (2014).  \nDuas grandes doações foram fundamentais para a formação desse acervo: do Bank Boston\, em 1998\, e da coleção Robilotta\, em 2012; ao longo do tempo também ocorreram incorporações pontuais. Para refletir sobre a história dessa coleção e das exposições sobre arte africana no MASP\, um conjunto de documentos será apresentado em uma vitrine que registra essa trajetória. \nArtes da África\, Renoir\, Geometrias\, Histórias do MASP e Isaac Julien: Lina Bo Bardi – um maravilhoso emaranhado integram os Cinco ensaios sobre o MASP\, série de exposições pensadas a partir do acervo e da história do museu para inaugurar o novo Edifício Pietro Maria Bardi. 
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SUMMARY:“Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado” no MASP
DESCRIPTION:Isaac Julien\, “Lina Bo Bardi – A Marvellous Entanglement”\, vista da exposição\, Victoria Miro Gallery\, 2019. © Isaac Julien. Cortesia do artista e Victoria Miro\, Londres\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 28 de março a 3 de agosto de 2025\, a exposição Cinco ensaios sobre o MASP — Isaac Julien: Lina Bo Bardi — um maravilhoso emaranhado. Inédita no Brasil\, a videoinstalação sobre o legado de Lina Bo Bardi (1914–1992) ocupa o segundo andar do Edifício Pietro Maria Bardi. Na obra\, as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro interpretam os escritos de Lina\, dando voz às suas ideias sobre o potencial social e cultural da arte e da arquitetura\, especialmente a partir de sua experiência com a cultura afro-brasileira na Bahia.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e assistência de Matheus de Andrade\, assistente curatorial\, MASP\, a videoinstalação é composta por nove projeções simultâneas que constroem uma narrativa não linear a partir da sobreposição de imagens de arquivo\, registros arquitetônicos e performances encenadas.  \nDesde os anos 1980\, Julien dirige e produz obras que refletem sobre a exibição e o significado da cultura material não europeia em museus de arte ocidentais\, unificando dança\, fotografia\, música\, teatro\, pintura e escultura. Seu trabalho revisita figuras históricas\, oferecendo novas perspectivas e subvertendo narrativas dominantes. Inspirado na visão de Bo Bardi sobre o tempo\, o título da obra apresentada deriva de uma de suas reflexões: “Mas o tempo linear é uma invenção do Ocidente\, o tempo não é linear\, é um maravilhoso emaranhado onde\, a qualquer instante\, podem ser escolhidos pontos e inventadas soluções\, sem começo nem fim”. \nFilmado em 2018 em espaços icônicos projetados por Bo Bardi em São Paulo — no MASP\, no Sesc Pompeia e no Teatro Oficina — e em Salvador — incluindo o Museu de Arte Moderna\, o Restaurante Coaty e o Teatro Gregório de Mattos —\, o filme conta com a participação do Balé Folclórico da Bahia\, do coletivo ÀRÀKÁ\, de Salvador\, e do ator\, diretor e dramaturgo José Celso Martinez Corrêa (1937–2023)\, cofundador do Teatro Oficina de São Paulo\, que trabalhou em colaboração estreita com Lina. \nAs projeções são dispostas em telas com diferentes suportes. Algumas são fixadas à parede\, enquanto outras apoiam-se em cubos de concreto\, uma referência aos cavaletes de cristal idealizados pela arquiteta para o MASP. A estrutura simboliza a ideia de um museu aberto e transparente\, que possibilita um encontro mais próximo do público com as obras de arte. Já a trilha sonora original\, composta por Maria de Alvear\, reforça o caráter imersivo e sensorial da instalação. \n“Para Lina Bo Bardi\, o museu não deve ser um lugar empoeirado onde se guardam resquícios da história. Os objetos expostos só têm sentido quando estão próximos do público\, sem hierarquias\, e relacionados à contemporaneidade. Refletindo sobre estes ideais\, Isaac Julien consegue transmitir a atualidade das ideias de Bo Bardi\, cuja dimensão coletiva se traduz nos espaços que ainda hoje promovem a interação diversa entre arte\, arquitetura e sociedade”\, comenta Matheus de Andrade. \nUm maravilhoso emaranhado foi exibida pela primeira vez na Victoria Miro Gallery\, em Londres\, em 2019. Agora chega ao Brasil integrando o conjunto de Cinco ensaios sobre o MASP\, exposições que inauguram o Edifício Pietro Maria Bardi e ocupam cinco de seus andares\, refletindo sobre a história e o acervo do museu. 
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SUMMARY:"Giuseppe Penone: Thoughts in the Roots" na Serpentines Galleries
DESCRIPTION:Giuseppe Penone\, “Alberi libro (Book Trees)\, 2017\, e Respirare l’ombra (To Breathe the Shadow)”\, 2000\, vista da instalação\, Serpentine South. © Foto: George Darrell. Cortesia de Giuseppe Penone e Serpentine\n\n\n\n\nRemembering é a primeira exposição individual institucional de Arpita Singh fora da Índia\, reunindo obras-chave selecionadas em estreita colaboração com a artista\, cuja carreira prolífica se estende por mais de seis décadas. As pinturas de Singh refletem seu estado emocional e psicológico\, inspiradas na arte folclórica bengalesa\, nas narrativas indianas e nas próprias experiências diante de conflitos sociais e transformações globais. \nApresentada na Serpentine North\, a exposição percorre os trabalhos luminosos de Singh desde os anos 1960 até os mais recentes\, exibindo desde suas grandes telas em óleo até aquarelas e desenhos em nanquim de escala mais intimista. Remembering revela como a artista transita entre surrealismo\, figuração e abstração\, além de suas referências às pinturas de corte indianas. A partir da década de 1990\, Singh passou a aprofundar temas como maternidade\, envelhecimento do corpo feminino\, sensualidade\, vulnerabilidade e violência\, refletindo como os relacionamentos e os eventos externos moldam seu universo emocional e psicológico. \nSuas obras são retratos íntimos da vida doméstica e interior\, mas também se debruçam sobre as experiências de mulheres que enfrentam os desafios do mundo exterior. Resistindo a interpretações únicas\, Singh cria uma tensão constante ao entrelaçar paisagens urbanas labirínticas com observações sobre eventos históricos perturbadores e cenas da vida cotidiana. \nA curadoria de Remembering é assinada por Tamsin Hong\, curadora de exposições\, e Liz Stumpf\, assistente de curadoria.
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SUMMARY:"Matisse et Marguerite" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Henri Matisse\, “Marguerite au chat noir”\, 1910. Paris\, Centre Pompidou / Musée national d’art moderne / Centre de création industrielle\n\n\n\n\nO Musée d’Art Moderne de Paris apresenta uma exposição inédita dedicada a Henri Matisse (1869–1954)\, um dos maiores artistas do século XX. Reunindo mais de 110 obras — entre pinturas\, desenhos\, gravuras\, esculturas e cerâmicas —\, a mostra propõe lançar luz sobre o olhar de artista e de pai que Matisse dirigiu à sua filha mais velha\, Marguerite Duthuit-Matisse (1894–1982)\, figura essencial\, porém discreta\, de seu círculo familiar. \nA exposição apresenta diversos desenhos raramente\, ou nunca antes\, mostrados ao público\, além de importantes pinturas provenientes de coleções americanas\, suíças e japonesas\, expostas na França pela primeira vez. Fotografias\, documentos de arquivo e obras pintadas pela própria Marguerite completam o retrato dessa personalidade ainda pouco conhecida do grande público. \nDas primeiras imagens da infância até o fim da Segunda Guerra Mundial\, Marguerite foi o modelo mais constante da obra de Matisse — a única pessoa a habitar sua produção artística ao longo de várias décadas. Dotados de uma franqueza e intensidade notáveis\, seus retratos revelam uma emoção rara\, proporcional ao afeto profundo que o artista nutria pela filha. Matisse parecia vê-la como uma espécie de espelho de si mesmo\, como se\, ao pintá-la\, finalmente alcançasse a “identificação quase completa entre o pintor e seu modelo” à qual sempre aspirou. \nOrganizada de forma cronológica\, a exposição evidencia a força do vínculo entre pai e filha\, revelando a profunda confiança e o respeito mútuo que compartilhavam. Também é uma oportunidade de descobrir o destino fascinante de uma mulher extraordinária\, que desempenhou um papel central na carreira de seu pai. \nPrimogênita dos três filhos de Matisse\, Marguerite nasceu em 1894\, fruto da breve relação que o jovem estudante de pintura manteve com sua modelo\, Caroline Joblaud. Reconhecida por Matisse\, ela cresceu ao lado de Jean (1899–1976) e Pierre (1900–1989)\, filhos do artista com sua esposa Amélie. “Somos como os cinco dedos da mão”\, escreveria mais tarde Marguerite\, referindo-se a esse núcleo familiar profundamente unido.
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SUMMARY:"Gabriele Münter: Peindre sans détours" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Gabriele Münter\, “Portrait de Marianne von Werefkin”\, 1909. Städtische Galerie im Lenbachhaus und Kunstbau München\, Munich\n\n\n\n\nO Musée d’Art Moderne de Paris apresenta a primeira retrospectiva na França dedicada à artista alemã Gabriele Münter (1877–1962). Cofundadora do círculo de Munique conhecido como Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul)\, Gabriele Münter está entre as artistas mais importantes do expressionismo alemão. Em um meio artístico dominado por homens\, ela construiu uma obra profundamente pessoal e diversa\, que se estende por seis décadas. \nEmbora seu nome ainda seja frequentemente associado ao de Wassily Kandinsky\, com quem teve um relacionamento durante seus anos em Munique (1903–1914)\, Münter nunca deixou de se reinventar com surpreendente modernidade\, dominando diversas técnicas e deixando um conjunto de obras abundante. \nApós as retrospectivas de destaque dedicadas a Sonia Delaunay (2014–2015)\, Paula Modersohn-Becker (2016) e Anna-Eva Bergman (2023)\, o MAM dá continuidade à sua política de valorização de figuras femininas fundamentais da arte moderna cujos percursos estão intimamente ligados à capital francesa. O museu convida o público a redescobrir essa pioneira da arte moderna\, que iniciou sua carreira em Paris\, onde expôs pela primeira vez em 1907 no Salon des Indépendants. \nCom uma seleção de aproximadamente 170 obras em diversas técnicas — pintura\, gravura\, fotografia\, bordado\, entre outras —\, esta exposição inédita na França tem como objetivo apresentar um percurso cronológico detalhado da produção de Gabriele Münter\, cobrindo mais de 60 anos de criação e destacando sua importância para a história da arte do século XX. \nO catálogo reúne sete ensaios de especialistas franceses e alemães — entre eles Kathrin Heinz\, Dominique Jarassé\, Angela Lampe e Katharina Sykora — alinhados às diferentes seções da exposição. Os textos detalham a riqueza técnica da obra de Münter\, com especial atenção à fotografia e à evolução de sua linguagem artística a partir da metade dos anos 1920. Trata-se do primeiro catálogo de exposição em francês dedicado à artista\, uma referência essencial para o conhecimento e a difusão de sua obra.
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SUMMARY:"Philippe Perrot" no Musée d'Art Moderne de Paris
DESCRIPTION:Philippe Perrot\, Sem título\, 2005. Crédito: Aurélie Dupuis/Azentis Technology\n\n\n\n\nNascido em 1967\, Philippe Perrot cresceu na periferia de Paris. Aos quinze anos\, descobriu a literatura francesa do pós-guerra e mergulhou nos escritos de Antonin Artaud. Apaixonou-se por Pier Paolo Pasolini e pela Nova Vaga italiana\, ingressando em uma escola de cinema. Por meio de vídeos curtos\, o artista começou a explorar o universo familiar e as feridas de sua infância. A partir dos anos 1990\, abandonou o cinema para se dedicar\, como autodidata\, à pintura — sem\, no entanto\, abrir mão dos temas centrais que atravessam toda a sua obra. Perrot faleceu em 2015\, aos 48 anos\, em decorrência de uma longa doença. \nA pintura de Philippe Perrot dá corpo ao sonho e ao inconsciente. Em suas telas\, personagens flutuantes e debilitados encenam dramas íntimos orbitando figuras tutelares como o pai ou a mãe. Seus quadros são representações de estados de alma\, visões complexas oriundas de alucinações cotidianas e segredos de família reprimidos. Esses traumas\, porém\, são suavizados pela constante intrusão de elementos burlescos inspirados no universo dos desenhos animados\, que\, segundo o próprio artista\, aproximam a figuração de “uma piada de mau gosto”. Embora os títulos ofereçam algumas pistas para a compreensão das imagens\, as narrativas permanecem\, em geral\, desconcertantes e enigmáticas. \nPintadas a óleo sobre telas preparadas com pigmento amarelo ocre\, suas obras se caracterizam pela justaposição de vários micro-relatos em uma mesma composição. \nÀ semelhança de planos-sequência no cinema\, as imagens se encadeiam em narrativas que o espectador pode livremente interpretar. A iconografia violenta é acentuada por cores berrantes\, muitas vezes misturadas com desinfetantes farmacêuticos como betadina e eosina. A perturbação da perspectiva\, assim como a superposição de cenas e elementos díspares\, intensificam as tensões expressas nas obras e dificultam sua leitura linear. \nArtista discreto\, na contramão do mercado da arte contemporânea\, Philippe Perrot produziu pouco — cerca de três a quatro pinturas por ano. Seu corpo de trabalho se limita a 130 telas e aproximadamente o mesmo número de desenhos em toda a sua carreira. Graças a uma generosa doação\, seis obras do artista passaram a integrar\, em 2019\, as coleções do museu. Esta apresentação é complementada por diversos empréstimos provenientes de coleções particulares.
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SUMMARY:"Line\, Form\, Qi" no LACMA
DESCRIPTION:Wei Ligang\, “Elephant”\, 2011\, Los Angeles County Museum of Art\, presente prometido da Fondation INK\, © Wei Ligang\, foto de Maurice Aeschimann\, Genebra\, cortesia da Fondation INK\n\n\n\n\nUma análise das inovações na arte caligráfica\, Line\, Form\, Qi: Calligraphic Art from the Fondation INK Collection destaca obras experimentais de arte caligráfica moderna e contemporânea criadas por artistas como Yahon Chang\, Fung Ming Chip\, Gu Wenda\, Inoue Yūichi\, Lee In\, Henri Michaux\, Nguyễn Quang Thắng\, Qiu Zhijie\, Tong Yangtze\, Wang Dongling\, Wei Ligang e Xu Bing. As obras em exibição revelam a evolução do pictograma\, explorações da relação entre conteúdo e forma\, o desenvolvimento de novos estilos de escrita e a abstração da palavra escrita. A mostra é acompanhada por um catálogo acadêmico e marca a segunda exposição de uma série de mostras da Coleção Fondation INK\, composta por 400 obras de arte contemporânea no espírito da tinta\, prometida ao LACMA em 2018.
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LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Eugène Boudin\, the father of Impressionism: a private collection" no Musée Marmottan Monet
DESCRIPTION:Eugène Boudin\, “La Plage à Trouville”\, 1863. Coleção Yann Guyonvarc’h © Studio Christian Baraja SLB\n\n\n\n\nDe 9 de abril a 31 de agosto de 2025\, o Musée Marmottan Monet apresenta a exposição Eugène Boudin\, o pai do impressionismo: uma coleção particular. \nO colecionador Yann Guyonwarc’h reuniu um acervo de obras de Eugène Boudin (1824–1898) sem equivalente em nenhum museu do mundo. A mostra contempla todas as fases da carreira do artista\, desde suas primeiras pinturas em Le Havre até sua última viagem a Veneza; de esboços íntimos a obras destinadas ao Salão (incluindo uma das duas maiores cenas de praia já pintadas por Boudin). \nAs obras dessa coleção excepcional dialogam com o acervo do Musée Marmottan Monet\, destacando a relação entre Boudin e seu principal discípulo\, Claude Monet. Com o apoio dos arquivos Durand-Ruel\, a exposição também investiga a relação entre os dois artistas e o marchand que os representava. \nCuradoria de Laurent Manoeuvre\, historiador da arte e engenheiro de pesquisa do Departamento de Museus da França.
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LOCATION:Musée Marmottan Monet\, 2 Rue Louis Boilly\, Paris\, França
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SUMMARY:"Morisot / Pétrovitch" no Musée Marmottan Monet
DESCRIPTION:Foto © Hervé Plumet\, Adagp 2025\n\n\n\n\nDesde 2019\, o museu convida uma artista contemporânea para dialogar com seu acervo. Para a nona edição destes “Diálogos Inesperados”\, o museu escolheu Françoise Pétrovitch\, uma artista de destaque no cenário artístico francês e internacional. Neste “Diálogo Inesperado”\, apresentado de 9 de abril a 14 de setembro de 2025\, ela escolheu outra artista\, Berthe Morisot\, com quem compartilha os temas do retrato\, da infância\, da adolescência e da intimidade. Aqui\, o paralelo entre as “Rosas Trémières” de Morisot e os “Soleils” de Pétrovitch destaca outra ponte entre as duas pintoras: a relação interior e muito corporificada com a natureza.
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