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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
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SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Otobong Nkanga: Cadence" no MoMA
DESCRIPTION:Detalhe do tecido em progresso para Otobong Nkanga: Cadence. Cortesia de Otobong Nkanga. © Otobong Nkanga. Foto: Wim van Dongen\n\n\n\n\nOtobong Nkanga mudou a forma como entendemos a terra e nosso lugar nela. “Os humanos são apenas uma pequena parte do ecossistema\,” disse a artista. “Meus trabalhos nos conectam às nossas histórias compartilhadas\, não apenas por meio da terra e da geografia\, mas por meio de emoções moldadas por eventos e encontros. Essas são as cadências da vida.” \nOtobong Nkanga: Cadence apresenta uma nova comissão da artista: um ambiente abrangente de tapeçaria\, escultura\, som e texto que explora os ritmos turbulentos da natureza e da sociedade. Criada especificamente para o Átrio da Família Marron do MoMA\, a instalação se centra em uma monumental tapeçaria de múltiplos painéis que sugere ecossistemas e galáxias expansivas. \nSuspensa ao longo da parede mais alta do Átrio\, a tapeçaria de grande escala apresenta uma gama caleidoscópica de fibras naturais e sintéticas criadas pela artista utilizando técnicas inovadoras de tecelagem digital no TextielLab em Tilburg\, na Holanda. Esculturas compostas por cordas tingidas\, entrelaçadas com formas de vidro soprado à mão e cerâmica\, pendem do chão ao teto ao lado de tablets de cerâmica impressos com os poemas da artista. Esses elementos diversos são reunidos dentro de uma obra sonora imersiva baseada na voz e na respiração da artista. Cadence confronta tanto a beleza quanto a degradação do mundo natural — e sua agitação em meio a revoluções industriais e tecnológicas\, extração de recursos e guerras. A instalação monumental cria novas maneiras de perceber — e sentir — as enormes mudanças que estão ocorrendo em nosso tempo. \nApresentações ao vivo acontecerão na primavera de 2025. Mais detalhes serão fornecidos aqui nas próximas semanas.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Era uma vez: visões do céu e da terra" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Luciana Magno\, “Transamazônica”\, 2014. Performance direcionada para vídeo e fotografia\, 1’11’\n\n\n\n\n“Era uma vez: visões do céu e da terra” é uma exposição coletiva que se organiza como uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e a imaginação de outros mundos. A mostra que acontece na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea articula perspectivas de 33 artistas de variadas gerações e origens no Brasil e no mundo\, cujas produções permitem vislumbrar o confronto entre diferentes lógicas de habitar o planeta e\, sobretudo\, inventá-lo; uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e imaginar novos inícios. \nA exposição investiga o pensamento cosmológico das pessoas artistas\, desde o período de 1969 – ano que marca os eventos históricos da chegada do homem à Lua e da divulgação do primeiro relatório da ONU sobre “Problemas do meio ambiente urbano” – até os dias de hoje\, em que a relação predatória da humanidade com o planeta colocou as questões ambientais como tema central no debate ao redor do globo. \nEm “Era uma vez”\, as pessoas artistas fazem diagnósticos e imaginam outras realidades possíveis – misturando abordagens documentais\, especulativas e ficcionais. \nDO CÉU PARA A TERRA \nA exposição se divide em três momentos. Ao entrar na Grande Galeria visitantes percorrem uma série de obras que olham para o espaço sideral\, em uma tentativa de conhecer e imaginar para além da Terra. Podem ser vistas obras como Yauti in Heavens (Saturno\, Lua aterrissagem e Lua Chegada) (1988-9)\, de Regina Vater\, My three inches comet (1973)\, de Iole de Freitas\, entre outras\, até chegarem no trabalho de Steve McQueen\, Era uma vez (2002)\, que dá título à exposição. Em 1977\, a NASA envia uma série de fotos para o espaço\, com o objetivo de mandar registros da vida no planeta para extraterrestres. McQueen apresenta 116 dessas imagens\, explicitando uma narrativa nostálgica construída por cientistas norte-americanos\, que reuniram uma finita seleção de imagens que simulam a vida na Terra\, sem considerar questões como a miséria\, guerras e conflitos religiosos. \nNo espaço central da galeria\, artistas olham do céu para um planeta em disputa\, ao mesmo tempo em que pensam sobre formas de se conectarem com a Terra. Em Bovinocultura XXI (1969)\, de Humberto Espínola\, o artista traz um chifre de gado agigantado para tratar das ambivalências do agronegócio\, que destrói o meio-ambiente para gerar riqueza de maneira inconsequente. \nAinda na mesma sala\, a relação das pessoas artistas com o planeta é definida por meio de conexões ancestrais e espirituais. Jota Mombaça\, no filme O nascimento de Urana Remix (2020)\, vive a experiência de se enterrar na terra\, se tornando parte do todo. \nA ESPECULAÇÃO IMAGINATIVA \nCom a ascensão do Antropoceno (termo utilizado para designar o impacto global das atividades humanas no planeta) as pessoas artistas nos convidam a conceber novos mundos\, a partir de movimentos de resistência e de imaginação radical. Nesta parte da exposição\, artistas como Yhuri Cruz se ancoram na especulação imaginativa e nos levam a novos universos\, como o de Revenguê (2023). \nA artista colombiana Astrid González apresenta uma sociedade livre em Drexciya (2023)\, obra que integra vídeos\, imagens\, esculturas e desenhos para criar uma comunidade subaquática descendente de mulheres grávidas que foram jogadas ao mar em travessias de navios que transportavam pessoas escravizadas entre 1525 e 1866. \nArtistas participantes \nAnna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Arthur Luiz Piza\, Astrid González\, Bu’ú Kennedy\, Carla Santana\, Carlos Zilio\, Carolina Caycedo\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Celeida Tostes\, Cipriano\, Edival Ramosa\, Erika Verzutti\, Feral Atlas\, Humberto Espíndola\, Iole de Freitas\, Jaider Esbell\, Janaina Wagner\, Jota Mombaça\, Juraci Dórea\, Luciana Magno\, Luiz Alphonsus\, Mariana Rocha\, Mayana Redin\, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)\, Mira Schendel\, Patricia Domínguez\, Regina Vater\, Steve McQueen\, Sueli Maxakali\, Tabita Rezaire\, Uýra Sodoma\, Xadalu Tupã Jekupé e Yhuri Cruz.
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SUMMARY:"Jesse Krimes: Corrections" no The Met Museum
DESCRIPTION:Jesse Krimes\, “Purgatory” (detalhe)\, 2009. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Aquisição com doação do Vital Projects Fund Inc.\, por meio de Joyce e Robert Menschel\, e doações da Alfred Stieglitz Society\, 2024. © Jesse Krimes.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA fotografia desempenhou um papel central na construção de sistemas de poder na sociedade\, especialmente em contextos ligados ao crime e à punição. Esta exposição apresenta instalações imersivas contemporâneas do artista Jesse Krimes (americano\, nascido em 1982)\, em diálogo com fotografias do século XIX do acervo do The Met\, realizadas pelo criminologista francês Alphonse Bertillon — responsável por desenvolver o primeiro sistema moderno de identificação criminal\, anterior à adoção das impressões digitais. \nAs instalações de Krimes\, criadas ao longo de seus seis anos de encarceramento\, revelam a engenhosidade de um artista que trabalhou sem acesso a materiais tradicionais. Utilizando sabonetes fornecidos pela prisão\, gel para cabelo\, cartas de baralho e jornais\, ele produziu obras que buscam interromper e recontextualizar a circulação de imagens na mídia. Exibidas em contraponto às fotografias de Bertillon — cuja metodologia combinava medidas antropométricas e retratos fotográficos\, dando origem à atual ficha de identificação criminal — as obras de Krimes questionam a suposta neutralidade dos sistemas de reconhecimento e as hierarquias sociais que eles ajudam a criar e perpetuar. \nArtista para quem a colaboração e o ativismo são essenciais\, Krimes fundou o Center for Art and Advocacy\, uma organização voltada à valorização do talento e do potencial criativo de pessoas que passaram pelo sistema prisional\, promovendo apoio e melhores condições para artistas anteriormente encarcerados.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Judeus na Amazônia" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Sergio Zalis Família Levy em Maués-AM – Série “Hebraicos da Amazônia” 1981 Impressão Fine art. Cortesia do artista\n\n\n\n\nHistórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração em 2021\, Judeus na Amazônia abre suas portas ao público no dia 2 de novembro. Reunindo mais de 220 itens entre obras de arte\, vídeos\, documentos históricos e fotográficos\, a mostra propõe dar conta de um capítulo pouco conhecido da história brasileira: a imigração judaico-marroquina para a Amazônia\, que aconteceu entre 1810 e 1930\, trazendo centenas de famílias que viviam em cidades como Tânger\, Tetuan\, Fez e Marrakesh. Na região se estabeleceram como regatões\, os mascates dos rios\, e atuavam no período do auge da economia da borracha levando e trazendo mercadoria das cidades para os seringais.  \nCom curadoria conjunta de Aldrin Moura de Figueiredo\, Ilana Feldman\, Mariana Lorenzi e Renato Athias\, a panorâmica é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pelo Museu e ocupa três andares de sua sede. Subdividida em 13 núcleos temáticos\, os espaços exibem recortes como embarcações\, trocas comerciais\, mulheres\, ativismo ambiental\, rituais e os entrelaçamentos entre a cultura judaica\, marroquina e amazônica. Com obras de artistas como Claudia Andujar\, Donna Benchimol\, Thomaz Farkas\, Arieh Wagner\, Sergio Zalis\, Abrão Bemerguy e Mady Benzecry – além de três obras comissionadas –\, o projeto propõe um olhar ampliado sobre como a cultura judaica se ambientou em diferentes localidades amazônicas\, influenciando e sendo influenciada\, sem perder suas raízes.  \n“O desejo foi abarcar o contexto histórico e documental trazendo à vida\, as histórias pessoais e familiares dessa que é uma das primeiras comunidades judaicas a se estabelecer no Brasil.”\, explica a Mariana Lorenzi\, ressaltando que a pesquisa não se limitou às capitais Manaus e Belém\, mas estendeu-se por cidades como Gurupá\, Cametá\, Alenquer\, Parintins\, Itacoatiara\, Maués\, Macapá e Breves\, entre muitas outras. A pesquisa de campo incluiu visitas a antigos cemitérios – um levantamento aponta que mais de 30 deles teriam existido na região – arquivos institucionais e familiares\, e sinagogas. Antes da exposição\, o Museu realizou seminários preparatórios sobre a presença judaica na Amazônia que aconteceram em São Paulo\, Belém\, Manaus e Manaus e São Luiz do Maranhão. \n“Foi um desafio fazer o levantamento da maior variedade possível de materiais\, uma construção ativa de encontrar e mobilizar as pessoas que fazem parte daquela história. Além disso\, houve a preocupação de mesclar os objetos  históricos com uma produção de arte contemporânea\, seja por meio de artistas judeus provenientes da Amazônia\, como Mady Benzecry\, ou artistas judeus que atuaram na região\, como o fotógrafo Thomaz Farkas”\, complementa a curadora. Ela também ressalta a importância de Samuel Benchimol (1923-2002) e outros pesquisadores que se debruçaram anteriormente sobre o tema. Inclusive foi usada uma ampla bibliografia como base de pesquisa. Outro aspecto importante\, é a importância do contexto do ciclo da borracha para o entendimento desses fluxos migratórios.  \nTrês obras foram comissionadas especialmente para a mostra. O jovem pintor paraense Diego Azevedo trabalhou a partir de fotografias históricas para fazer o retrato de duas mulheres ímpares na história da região: a escritora Sultana Levy Rosenblatt e a jornalista Feliz Benoliel. A premiada videoartista Janaina Wagner apresenta um filme em Super 8 inspirado pelos dialetos falados pelos judeus que se estabeleceram na região amazônica. Por fim\, haverá uma obra do coletivo paraense Letras que flutuam \, grupo de abridores de letras – técnica regional de pintar letras decorativas nos barcos. \nAos comissionamentos\, somam-se obras de Abrão Bemerguy\, Mady Benzecry\, Donna Benchimol\, Arieh Wagner\, Felipe Goifman\, Sergio Zalis\, Thomaz Farkas\, Claudia Andujar\, Hannah Brandt\, Paul Garfunkel\, Renato Athias\, Bruno Barbey\, Berta Gleizer Ribeiro\, Noel Nutels\, pertencentes a acervos importantes como o do Museu de Arte do Rio (MAR)\, Instituto Moreira Salles (IMS)\, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)\, entre outros.  \nUm núcleo dedicado a rituais – como a religião era vivida na Amazônia – ocupa a área da sinagoga\, reunindo um objeto raro: uma Torá de mais de quatrocentos anos\, chegada ao Brasil na bagagem de um imigrante do Marrocos. Uma grande linha do tempo ilustrada\, depoimentos de história oral e o documentário “O Rio dos Cohen”\, de Felipe Goifman\, também fazem parte dos conjuntos apresentados.  \nPara Felipe Arruda\, Diretor Executivo do Museu Judaico\, a exposição reforça a vocação da instituição para criar pontes entre a cultura judaica e uma gama ampla de repertórios\, comunidades e linguagens artísticas. “Esse projeto é fruto de uma imersão pautada pela escuta das pessoas que diariamente sentem\, cultivam e vivem suas identidades judaico-amazônicas. A pesquisa surgiu quase que simultaneamente à criação do Museu e dá continuidade à missão de apresentar a pluralidade da identidade judaica\, sempre em diálogo com a diversidade cultural brasileira e com os temas basilares do contemporâneo”.   \nA exposição “Judeus na Amazônia” é apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com patrocínio do Santander Brasil\, da Gera Amazonas e apoio da Bemol e CIAM.
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LOCATION:Museu Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Eu mesmo\, Carnaval" na Casa Mário de Andrade
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Mário de Andrade\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Organização Social Poiesis\, inaugura no dia 9 de novembro a exposição de curta duração “Eu mesmo\, Carnaval”\, com a apresentação de ritmistas da Escola de Samba Mocidade Alegre\, e seguirá com programação temática durante todo o mês. Confira! \nA exposição Eu mesmo\, Carnaval\, que ficará aberta até 31 de maio de 2025\, nos convida a conhecer a profunda relação de Mário de Andrade com o carnaval paulistano\, principalmente na região da Barra Funda e em outros lugares do país. O título escolhido reproduz um verso do poema “Carnaval carioca”\, escrito por Mário de Andrade em 1923\, inspirado na experiência do autor no festejo carioca neste mesmo ano. \nA exposição\, com curadoria de Arthur Major\, pesquisador da Casa Mário de Andrade\, e Fábio Parra\, do departamento de comunicação e cultural do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, traz uma interface entre a pesquisa de Mário de Andrade sobre o Carnaval e o enredo de 2024 da escola paulistana Mocidade Alegre “Brasileia Desvairada: A busca de Mário de Andrade por um país”\, tecendo o fio condutor do discurso curatorial\, tendo como guia o personagem do Arlequim\, que pela visão do escritor\, representa tanto a cidade de São Paulo\, quanto a personificação do próprio poeta. \nOs visitantes terão a oportunidade de vivenciar um espaço imersivo\, onde se encantarão com as fantasias originais utilizadas no desfile campeão de 2024 do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, detalhes da confecção das peças\, dos carros alegóricos\, e conhecerão detalhes dos requisitos de julgamento. Além disso\, o público apreciará uma parede sonora com músicas que embalaram carnavais como “Ai que saudade de Amélia”\, de Ataulfo Alves\, e “Baianinha”\, de Silvio Caldas\, e conferir registros fotográficos do acervo particular de Mário de Andrade\, os quais mostram as festas de carnaval em São Paulo\, Rio de Janeiro e Recife. \nNo final do circuito\, o público contará com um espaço instagramável e experiência sonora\, sentindo-se na apoteose do desfile\, com Mário de Andrade. \nNa abertura da exposição (9/11)\, a partir das 13h\, o Grêmio Recreativo Cultural da Escola de Samba Mocidade Alegre apresentará o “Morada do Samba”\, espetáculo que une a tradição e o espírito comunitário da escola\, homenageando nomes como o de Mário de Andrade\, que ajudaram a construir a sua identidade cultural. \nJá no dia 23 de novembro\, a partir das 16h\, na atividade Carnaval na Poesia Modernista\, o Victor Palomo\, pesquisador e doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas da USP\, explora as figurações do carnaval e a poética do mascaramento em diferentes autores do período. \nNo Projeto Quintal o carnaval também começa mais cedo. Também em 23/11\, às 11h\, as crianças e seus responsáveis vão confeccionar adereços carnavalescos na oficina Carnaval no Museu: mão na massa. A seguir\, saiba como participar dessas atividades (serviço).
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LOCATION:Casa Mário de Andrade\, Rua Lopes Chaves\, 546 – Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Fragments of Self" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:Guadalupe Najar\, “INSIDE ME THEIR HEARTS BURST” (detalhe)\, 2024. Cortesia da artista\n\n\n\n\nEsta exposição reúne obras de artistas emergentes que exploram diferentes aspectos da individualidade — tanto a própria quanto a de outros. O conjunto examina o conceito de “eu”: a natureza multifacetada da identidade pessoal\, a composição de culturas e contextos\, e a soma de desafios e conquistas pessoais. \nPor meio de pintura e escultura\, Maria Cazzato reflete sobre a representação de mártires católicos para questionar normas opressivas contemporâneas sobre o corpo. Ian Choi pinta a si mesma entre sedas coreanas e tecidos americanos para destacar sua identidade em camadas e texturas\, resultado do movimento entre duas culturas distintas. As peças escultóricas de Guadalupe Najar fazem referência às histórias materiais de seus ancestrais e à sua auto-mitologização dentro da cultura equina. Íntimos e coloridos\, os retratos de Bertil Chappuis Muñoz estabelecem um diálogo ativo com seus sujeitos\, incentivando interpretações livres e fluidas. \nOrganizada com o apoio das Tufts University Art Galleries\, Fragments of Self: SMFA at Tufts Juried Student Exhibition é a mais recente de uma série de exposições que reflete o compromisso do museu com a próxima geração de artistas e curadores promissores. A mostra continua a relação histórica entre o museu e a SMFA\, que remonta à fundação da escola em 1876.
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SUMMARY:"Digital Witness: Revolutions in Design\, Photography\, and Film" no LACMA
DESCRIPTION:April Greiman\, Pacific Wave\, 1987. Los Angeles County Museum of Art\, aquisição com fundos fornecidos pelo Decorative Arts and Design Council Acquisition Fund e pelo Ralph M. Parsons Fund. © April Greiman\, foto © Museum Associates/LACMA.\n\n\n\n\nNas últimas quatro décadas\, softwares de edição de imagem transformaram radicalmente nosso mundo visual. A facilidade com que imagens e textos podem ser gerados e alterados digitalmente possibilitou novas formas de experimentação criativa\, ao mesmo tempo em que gerou debates filosóficos sobre a própria natureza da representação. Digital Witness: Revolutions in Design\, Photography\, and Film examina o impacto das ferramentas de manipulação digital dos anos 1980 até o presente\, avaliando pela primeira vez os desenvolvimentos simultâneos e os debates nos campos da fotografia\, design gráfico e efeitos visuais. Com mais de 150 obras\, a exposição traça o surgimento de estratégias estéticas digitais distintas\, relações com o realismo e novos modos de narrativa. Os quase 200 artistas\, designers e criadores em Digital Witness iluminam a cultura visual contemporânea\, em que ferramentas de edição digital estão mais acessíveis do que nunca. \nParalelamente à exposição\, o Hoffmitz Milken Center for Typography\, do ArtCenter College of Design\, apresentará Digital Witness: Algorithmic Spaces for Typography and Language\, de 13 de novembro de 2024 a 27 de abril de 2025. \n 
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SUMMARY:"Electric Dreams: Art and Technology Before the Internet" na Tate Modern
DESCRIPTION:Heinz Mack durante as filmagens do filme TELE-MACK no deserto do Saara\, a leste do Oásis Kebili\, Tunísia\, 1968. Foto: Edwin Braun/VG Bild-Kunst\, Bonn\, 2024\, DACS\, Londres\, 2024\n\n\n\n\nTate Modern apresenta Electric Dreams\, uma exposição que explora o impacto da tecnologia na arte desde o nascimento da op art até a era da internet. \nA mostra reúne obras pioneiras de artistas internacionais que utilizaram ciência\, tecnologia e inovação material para criar instalações sensoriais imersivas e obras geradas automaticamente. Destaque para os ambientes psicodélicos das décadas de 1950 e 1960\, desenvolvidos com princípios matemáticos\, componentes motorizados e processos industriais inovadores\, além dos experimentos com arte digital e sistemas de computação doméstica nas décadas de 1970 e 1980. \nElectric Dreams\, uma das exposições mais ambiciosas da Tate Modern\, oferece aos visitantes a oportunidade de vivenciar obras icônicas de arte tecnológica em funcionamento\, revisitando como os artistas imaginaram a linguagem visual do futuro.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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LOCATION:Rubell Museum\, 1100 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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SUMMARY:"Imagining Black Diasporas" no LACMA
DESCRIPTION:Arielle Bobb-Willis\, Nova Jersey\, 2019\, Los Angeles County Museum of Art\, Fundo Ralph M. Parsons\, foto © Museum Associates/LACMA.\n\n\n\n\nImagining Black Diasporas: 21st-Century Art and Poetics encontra conexões estéticas entre 60 artistas que atuam na África\, Europa e Américas. A exposição e seu catálogo estão entre os primeiros a examinar quase um quarto de século de produção de artistas negros. O projeto apresenta novas aquisições para o LACMA e amplia o cânone das exposições panafricanas\, historicamente focado no Atlântico Negro\, ao destacar artistas que atuam na orla do Pacífico. Cerca de 70 obras de pintura\, escultura\, fotografia\, obras em papel e mídias temporais são organizadas em quatro temas: fala e silêncio\, movimento e transformação\, imaginação e representação. Poetas contemporâneos contribuíram com trabalhos originais para o catálogo\, estendendo o uso histórico da poesia no discurso panafricano. A definição geral de diáspora como deslocamento de suas origens exclui toda a criatividade que o termo carrega. As pessoas reinventam sua herança por meio de expressões artísticas\, transformando a diáspora de um movimento regional em uma fonte de imaginação. Por meio de uma análise das escolhas estéticas de artistas negros\, Imagining Black Diasporas revela suas percepções sobre a existência.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Sonhos - História\, Ciência e Utopia" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Vista da exposição “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” no Museu do Amanhã – Divulgação\n\n\n\n\nO misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas será o tema da mais nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro\, curador do próprio Museu\, “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” estreia em 18 de dezembro e marca o início de uma programação comemorativa diversa para os dez anos da instituição\, a serem completados em dezembro de 2025. \nA mostra traz a complexa teia dos sonhos\, sejam lúcidos ou lúdicos\, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; sejam os que moveram a psicanálise de Freud\, inspiram a vida e a arte; ou os que dependem do descanso para trazerem saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais e as utopias futuras. Baseada em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho”\, Sidarta – ao lado de Scarano – idealizou uma experiência táctil\, científica e artística a ser proposta ao visitante por meio de recursos interativos\, imagéticos e sensoriais. \nJá Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã\, que aborda diversas formas de inteligências para conceber futuros prováveis\, e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição\, mas também como uma potência criativa de possibilidades que\, em última instância\, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra “inteligência” abriga”\, e Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie – e tantas outras por nós ameaçadas – vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso\, amoroso e – por que não? – delicioso de viver”. Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla\, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade\, ciência\, psicanálise\, arte\, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento. \nA mostra se inicia com a instalação “Labirinto – Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto\, com ilustrações\, texto e jogos de luz e sombra\, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão\, criação e aprendizado. Em seguida\, em “Meditação – Sonhar-criar”\, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa\, o local é revestido com materiais naturais\, e conta com redes\, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades. \nEm parceria com o Museu de Imagens do Inconsciente\, a exposição faz uma homenagem ao trabalho iniciado pela Dra. Nise da Silveira\, que entende a arte como reveladora das riquezas do inconsciente e como uma potente contribuição na luta contra os estigmas associados aos portadores de transtornos psíquicos. Um conjunto de 18 obras de artistas emblemáticos que passaram pela instituição\, como Adelina Gomes\, Carlos Pertuis\, Emygio de Barros e Fernando Diniz\, serão exibidas para representar o que podemos acessar através dos sonhos. \nNa seção interativa “O Sono é a Cama do Sonho”\, pode-se experimentar o ciclo do sono – o que acontece conosco em cada uma de suas fases por meio de jogos\, instalações e um painel gráfico. Já no último setor\, “Utopias”\, obras interativas se utilizam de recursos como inteligência artificial generativa e produção de vídeos; e\, encerrando o percurso\, o visitante é convidado à imersão na ‘Galeria de sonhos e de grandes sonhadores’\, uma homenagem a sonhadores de nossa história como Bertha Lutz\, Cacique Raoni\, Chico Mendes\, Darcy Ribeiro\, Dona Ivone Lara\, Lélia Gonzalez\, Lynn Margulis\, Martin Luther King\, Nise da Silveira\, Paulo Freire\, Pepe Mujica e Yoko Ono. \n“O Museu do Amanhã completa agora nove anos\, e é bastante emblemático começar as celebrações e a contagem regressiva para os dez anos com uma exposição que fala de sonhos. Só estamos aqui hoje porque partimos de uma primeira fagulha\, que foi o sonhar. Antes do Museu existir\, houve o sonho\, e ainda não há como pensarmos no amanhã de outra maneira senão essa”\, celebra Cristiano Vasconcelos\, novo diretor-executivo do Museu do Amanhã. \nOs ingressos estão disponíveis no local e no site oficial do Museu do Amanhã\, que funciona de terça a domingo\, das 10 às 18h\, com última entrada para visitação às 17h. Às terças-feiras\, a entrada é gratuita para todos os visitantes.
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SUMMARY:"Robert Frank: Mary’s Book" no MFA Boston
DESCRIPTION:Robert Frank\, “spread from Mary’s Book” (detalhe)\, 1949. © The June Leaf e Robert Frank Foundation\n\n\n\n\nCelebrando o centenário do nascimento do fotógrafo Robert Frank (1924–2019)\, esta exposição investiga em profundidade o álbum fotográfico pessoal que Frank criou para Mary Lockspeiser\, sua primeira esposa\, intitulado Mary’s Book. Produzido em 1949\, esse livro artesanal e único marca um momento crucial na trajetória do artista\, quando ele começou a experimentar a justaposição de imagens e textos. \nCom setenta e quatro pequenas fotografias acompanhadas de inscrições\, Mary’s Book revela o olhar poético de Frank sobre objetos e espaços. Embora muitas imagens estejam desprovidas de figuras humanas\, a presença delas é sentida em cada página—como nas cenas de cadeiras vazias e ruas de Paris\, onde mensagens para Mary surgem entre as imagens. O livro funciona como uma reflexão sobre a contemplação solitária\, evocando um poema visual lírico e uma sequência fotográfica profundamente pessoal. \nA exposição Robert Frank: Mary’s Book apresenta páginas do álbum pertencente ao acervo do Museum of Fine Arts (MFA)\, além de fotografias feitas por Frank em Paris\, cedidas pela fundação do artista. A mostra é acompanhada por uma publicação que reproduz Mary’s Book em sua totalidade pela primeira vez.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Suzanne Valadon" no Centre Pompidou
DESCRIPTION:Suzanne Valadon\, “La Chambre bleue”\, 1923 © Centre Pompidou\, MNAM-CCI\, Dist. RMN-Grand Palais / Jacqueline Hyde\n\n\n\n\n\n\n\nO Centre Pompidou está dedicando uma monografia a Suzanne Valadon (1865-1938)\, uma artista ousada e icônica\, e uma das mais importantes de sua geração. Ela estava à margem das tendências dominantes de sua época – o cubismo e a arte abstrata estavam em seus primórdios\, enquanto ela defendia ardentemente a necessidade de pintar a realidade – colocando o nu\, tanto feminino quanto masculino\, no centro de seu trabalho e retratando corpos sem artifício ou voyeurismo. \nSuzanne Valadon não era tema de uma monografia desde a dedicada a ela pelo Musée National d’Art Moderne em 1967. Apresentada no Centre Pompidou-Metz em 2023 (“Suzanne Valadon. A World of Her Own”)\, depois no Musée des Beaux-Arts de Nantes (2024) e no Museu Nacional d’Art de Catalunya (2024)\, a homenagem a esta artista ostensivamente moderna\, livre das convenções de seu tempo\, continua no Centre Pompidou em 2025\, enriquecida por novos empréstimos e novos arquivos. \nA exposição apresenta esta figura excepcional e destaca seu papel pioneiro\, mas frequentemente subestimado\, no nascimento da modernidade artística. Ela revela a grande liberdade desta artista\, que realmente não aderiu a nenhum movimento particular\, exceto talvez o seu próprio. A exposição de quase 200 obras utiliza a rica coleção nacional\, em particular a maior\, a do Centre Pompidou\, mas também do Musée d’Orsay e do Musée de l’Orangerie. \nEmpréstimos excepcionais do Metropolitan Museum of Modern Art em Nova York\, da Fondation de l’Hermitage e de grandes coleções privadas completam a exposição. Ela se concentra nos dois meios favoritos da artista\, desenho e pintura\, com ênfase particular em seu trabalho gráfico\, que é explorado em profundidade através da apresentação de um grande número de desenhos raramente exibidos. \nEla também oferece uma oportunidade de explorar um momento artístico no coração da transição entre as coleções do Musée d’Orsay e do Musée National d’Art Moderne. \nA exposição “Valadon” reconta esta jornada única\, desde os primórdios da artista como modelo favorita de todo o Montmartre até seu reconhecimento artístico inicial por seus pares e críticos. Suzanne Valadon realmente conectou um século ao próximo\, abraçando a fervorosa Paris do final do século\, seus cafés\, bal-musettes e cabarés\, e suas muitas revoluções artísticas\, intelectuais e sociais. Este insight sem precedentes sobre seu trabalho revela tanto suas amizades e conexões artísticas com pintores boêmios quanto sua inegável influência na cena artística parisiense graças ao apoio ativo de seus amigos artistas e galeristas. \nEsta exposição destaca a amplitude\, riqueza e complexidade de sua obra\, focando em cinco seções temáticas: Aprendendo pela observação\, Retratos de família\, “Eu pinto pessoas para conhecê-las”\, “A verdadeira teoria é imposta pela natureza”\, O nu: uma visão feminina. Uma seleção de arquivos inéditos e obras de seus contemporâneos com preocupações pictóricas semelhantes\, como Juliette Roche\, Georgette Agutte\, Jacqueline Marval\, Emilie Charmy e Hélène Delasalle\, complementam a exposição. \nA coleção excepcional de arquivos legados ao Centre Pompidou em 1974 pelo Dr. Robert Le Masle\, médico\, colecionador de arte e amigo próximo da artista\, contendo muitas fotografias\, manuscritos e documentos agora armazenados na Bibliothèque Kandinsky\, fornece um registro vital da personalidade rebelde de Valadon e do reconhecimento artístico inicial. \nSeguindo exposições de obras de Alice Neel\, Georgia O’Keeffe\, Dora Maar e Germaine Richier\, esta monografia faz parte dos esforços contínuos do Centre Pompidou para aprofundar nossa compreensão do trabalho de artistas mulheres e para aumentar o número de suas obras na coleção.
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SUMMARY:"Cícero Dias - com açúcar\, com afeto" no Farol Santander
DESCRIPTION:Cícero Dias\, “Baile no Campo”\, 1937 – Divulgação \nO Farol Santander São Paulo\, centro de cultura\, lazer\, turismo e gastronomia\, inaugura no dia 24 de janeiro (sexta-feira)\, a exposição Cícero Dias – com açúcar\, com afeto. Com 42 obras\, a mostra\, que tem curadoria de Denise Mattar\, produção de MG Produções e consultoria de Sylvia Dias (filha do artista)\, será a primeira de 2025 e faz parte da programação comemorativa pelos sete anos do Farol Santander São Paulo. O público poderá visitar a exposição que ocupa toda a galeria do 22º andar\, até 27 de abril (domingo). \n“O Farol Santander tem orgulho em apresentar ao público a obra de Cícero Dias\, artista emblemático do modernismo brasileiro\, cujo trabalho transcende fronteiras e dialoga com as vanguardas internacionais. Sua arte\, marcada por uma paleta de cores vibrante\, reflete as paisagens e a cultura nordestina\, evocando a essência lírica do Estado de Pernambuco”\, comenta Maitê Leite\, Vice-presidente Executiva Institucional Santander. \nA exposição sustenta como proposta realçar a trajetória do artista\, contextualizando sua história e evidenciando sua profunda relação às origens pernambucanas. Embora tenha vivido a maior parte de sua vida em Paris\, onde foi amigo de Pablo Picasso\, Paul Éluard\, Alexander Calder entre outros\, Cícero Dias nunca deixou de fato o Engenho Jundiá\, onde nasceu. \nO percurso circular da mostra apresenta as aquarelas oníricas da década de 1920. Exibe também as pinturas memorialistas dos anos 1930\, atravessa o surrealismo dos anos 1940\, aponta a abstração da década de 1950\, e traz sua produção dos anos 1960 a 1990\, quando ele retorna à figuração\, incorporando toques nostálgicos dos anos 1930\, acentos surrealistas da década de 1920 e as conquistas estruturais da abstração. \n“Lírico\, agressivo\, caótico\, sensual\, poético e emocionante\, o trabalho de Cícero Dias\, no final dos anos 1920\, era muito diverso de tudo o que se produzia na época. Ele sacudiu os nossos incipientes modernistas\, estonteados pela força\, a estranheza e a espontaneidade de sua obra”\, diz Denise Mattar curadora da mostra. \nUm dos destaques da exposição é a obra inédita Cabaré\, déc.1920\, uma aquarela sobre papel com dimensões de 49\,5 x 29\,5 cm. Este trabalho foi adquirido por um colecionador francês nos anos 1930\, após uma exposição de Cícero Dias em Paris\, permanecendo na Europa desde então. Recentemente\, a obra foi adquirida pelos colecionadores brasileiros que a cederam para esta mostra. \nOutro significativo trabalho de Cícero Dias exibido nesta exposição é a tela aquarelada Casa grande do Engenho Noruega (1933). Esta obra é uma das principais da carreira do artista e ilustrou a capa de diversas edições do livro Casa-Grande e Senzala\, de Gilberto Freyre\, um marco na literatura brasileira. \nO ambiente também contará com duas obras táteis\, com recurso de acessibilidade\, incluindo Baile no Campo (1937)\, da Coleção Santander Brasil\, e Sem Título (s.d.)\, da Coleção Marcos Ribeiro Simon\, São Paulo\, SP. \nEntre as telas que integram o espaço\, há peças provenientes de algumas das principais instituições\, como o Santander Brasil\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ)\, o Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (SP)\, o Instituto São Fernando (RJ)\, além de colecionadores particulares\, como Gilberto Chateaubriand (RJ)\, Waldir Simões de Assis (PR)\, Marta e Paulo Kuczynski (SP)\, Leonel Kaz (RJ)\, Marcos Simon (SP)\, entre outros.
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SUMMARY:“Art and fashion: statement pieces" no Museu do Louvre
DESCRIPTION:Vista da exposição “Art and fashion: statement pieces” . Via @beautybuzz.br\n\n\n\n\nEmbora saibamos desde os tempos de Paul Cézanne que “o Louvre é o livro do qual aprendemos a ler”\, essa fonte inesgotável de inspiração também alimentou um dos domínios mais dinâmicos da arte contemporânea: o mundo da moda. Cada vez mais\, pesquisas e monografias dedicadas aos grandes nomes da moda têm ousado traçar árvores genealógicas estéticas\, inserindo essas figuras em um contexto histórico e artístico. O padrão não se resume apenas a rupturas\, com diferentes graus de inovação radical\, ou a mudanças sazonais\, mas também a ecos e evocações. Os fios que entrelaçam o trabalho dos grandes nomes da moda e o mundo da arte são praticamente infinitos\, e a história da arte\, conforme expressa pelo Museu do Louvre\, com a profundidade de suas coleções e sua capacidade de refletir os gostos de épocas passadas\, constitui um vasto território de influências e referências. \nDiante da imensidão enciclopédica do Louvre\, esta exposição adota uma abordagem metodológica voltada para a exploração da história dos estilos decorativos\, das profissões artísticas e da ornamentação através das galerias do Departamento de Artes Decorativas\, onde os têxteis estão sempre presentes – embora geralmente em tapeçarias e outros elementos decorativos\, em vez de artigos de vestuário. \nEm um espaço de quase 9.000 metros quadrados\, 65 criações são exibidas\, junto com uma série de acessórios\, revelando de forma inédita o diálogo histórico contínuo entre o mundo da moda e as grandes obras-primas do departamento\, desde o período bizantino até o Segundo Império. Cada uma dessas peças de vestuário e acessórios foi especialmente emprestada pelas mais icônicas casas de moda\, tanto históricas quanto contemporâneas\, de Paris e do mundo inteiro. \nAs peças não serão exibidas aleatoriamente pelo Departamento de Artes Decorativas; ao contrário\, servirão para destacar paralelos já existentes: o departamento deve parte de sua coleção à generosidade de grandes figuras da moda\, de Jacques Doucet a Madame Carven. Essas incontáveis conexões compartilham bases metodológicas comuns entre a história da arte e a moda: o conhecimento de técnicas ancestrais\, a cultura visual e o sutil jogo de referências\, do catálogo raisonné do museu ao moodboard do universo da moda. Louvre Couture oferece uma nova perspectiva sobre as artes decorativas através do prisma do design de moda contemporâneo.
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SUMMARY:"Portraits from the ICA Collection" no ICA Boston
DESCRIPTION:Didier William\, “Gwo Tet”\, 2021. Cortesia do artista e Altman Siegel\, São Francisco ® Didier William\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta o vasto acervo de retratos em diferentes mídias dentro da Coleção do ICA\, explorando como artistas criam imagens de si mesmos e de outros para expressar emoções\, questões políticas e a potência da representação. O retrato oferece tanto aos artistas quanto aos retratados uma forma de comunicar experiências pessoais e vividas\, ao mesmo tempo em que convida o público a refletir sobre si mesmo. \nDiferente dos retratos históricos\, frequentemente voltados à celebração da aristocracia e das elites\, a retratística contemporânea abrange um espectro mais amplo e inclusivo de pessoas e identidades. A seleção de quase trinta obras reflete a riqueza das narrativas atuais\, ressaltando a diversidade das experiências individuais e os vínculos que nos conectam enquanto sociedade.
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Pirouette: Turning Points in Design" no MoMA
DESCRIPTION:Nifemi Marcus-Bello\, “For the Community by the Community – Handwashing Station”\, 2020. The Museum of Modern Art\, Nova York. Foto: Kadara Enyeasi.\n\n\n\n\nO design é um elemento fundamental da vida\, um catalisador essencial para nossa evolução. Ele nos ajuda a lidar com mudanças e permeia nossas vidas pessoais e sociais\, refletindo tanto nossas forças quanto nossas fragilidades. Muitos designers buscam criar novos comportamentos\, concentrando-se em hábitos e circunstâncias que mais necessitam de transformação. Pirouette: Turning Points in Design reúne objetos—desde Post-Its até Spanx—que representaram experimentos inovadores com novos materiais\, tecnologias e conceitos\, ofereceram soluções não convencionais para problemas tradicionais e tiveram um impacto significativo tanto no design quanto no mundo em geral. \nCom peças majoritariamente retiradas da coleção do MoMA\, a exposição apresenta objetos amplamente reconhecidos—como o logotipo I ♥️ NY ou o novo símbolo de acessibilidade—ao lado de outros conhecidos apenas por públicos especializados. Alguns\, como a Shopping Bag da Telfar\, apelidada de Bushwick Birkin\, reconfiguram as regras de exclusividade e luxo. Outros\, como o Walkman Portable Audio Cassette Player ou o Macintosh 128K Home Computer\, redefiniram e expandiram nosso espaço privado\, permitindo-nos trazer o mundo para dentro de nossas casas ou carregá-lo conosco. Observados em conjunto\, os objetos em Pirouette destacam o papel dos designers em sua expressão mais inventiva e construtiva\, demonstrando o poder do design em traduzir a experiência humana em formas tangíveis e imaginar um futuro melhor.
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LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
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SUMMARY:"Arthur Jafa" na Bourse de Commerce
DESCRIPTION:Arthur Jafa\, “Love is the Message\, the Message is Death”\, 2016 – Crédito: Divulgação \nA Bourse de Commerce está em transformação para preparar a exposição “Corps et âmes”\, que será revelada progressivamente até sua abertura completa em 5 de março. Durante esse período\, o público poderá descobrir algumas obras da nova temporada. \nA partir de 5 de fevereiro\, três filmes de Arthur Jafa\, pertencentes à Coleção Pinault\, serão exibidos pela primeira vez em Paris. Na Rotonde\, o vídeo Love is the Message\, the Message is Death transforma o espaço em uma ressonância da música e do ativismo de figuras icônicas afro-americanas como Martin Luther King Jr.\, Jimi Hendrix\, Barack Obama e Beyoncé\, conferindo-lhes uma dimensão universal. O artista também ocupa a Galerie 2 e o Studio do museu\, convidando os visitantes a se envolverem com suas obras cinematográficas. \nUtilizando diversos suportes\, a produção de Arthur Jafa\, artista e cineasta baseado em Los Angeles\, celebra e amplia a cultura negra americana\, atribuindo-lhe toda a sua grandiosidade. De Barack Obama aos cânticos gospel\, de Aretha Franklin aos protestos do Black Lives Matter\, passando por Miles Davis e Kanye West\, Jafa recorre a materiais da mídia de massa e da cultura pop para construir uma estética baseada no colagem e montagem\, reafirmando seu papel como colecionador de imagens e multiplicando referências. Ele apresenta\, com imponência\, as grandes ícones da cultura negra\, sempre em diálogo com a complexa história dos Estados Unidos.
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LOCATION:Bourse de Commerce\, 2 Rue de Viarmes Paris\, Paris\, Paris\, França
CATEGORIES:Paris
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