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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
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LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Josiah McElheny: Island Universe" no LACMA
DESCRIPTION:Josiah McElheny\, “Island Universe”\, 2008. Los Angeles County Museum of Art\, adquirido com fundos fornecidos por um doador anônimo. © Josiah McElheny\, foto © Todd White Art Photography\, cortesia White Cube\n\n\n\n\nIsland Universe\, de Josiah McElheny\, instalado dramaticamente no centro do Resnick Pavilion\, encarna o conceito de multiverso\, ou múltiplos universos coexistentes. Agora um elemento-chave do pensamento cosmológico contemporâneo\, o conceito de multiverso foi inicialmente proposto na Grécia Antiga e posteriormente explorado no Hinduísmo\, Budismo\, Islamismo e na astronomia do século XVIII. \nMcElheny\, interessado em como a investigação científica é moldada por e impacta o pensamento filosófico\, sociológico e político\, encontra uma conexão clara com as mudanças históricas que pedem o descentralização do conhecimento ocidental e até mesmo do pensamento antropocêntrico. O artista trabalhou em colaboração com o astrofísico David Weinberg no desenvolvimento de Island Universe\, que considera “desenhos do tempo\,” onde “cada haste é uma medida de tempo—cada polegada\, o tempo dobra.” \nUma instalação complementar à próxima exposição do PST ART: Art & Science Collide\, Mapping the Infinite: Cosmologies Across Cultures.
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SUMMARY:"Robert Frank’s Scrapbook Footage" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da exposição “Robert Frank’s Scrapbook Footage”. Foto: Emile Askey\n\n\n\n\nRobert Frank é mais conhecido por suas imagens de uma América do pós-guerra marcada por discórdia social e política\, e pelos filmes que fez com os poetas da Geração Beat e os Rolling Stones. Assim\, as imagens filmadas encontradas apenas após a morte de Frank em 2019 podem surpreender alguns espectadores. Armazenadas em locais de depósito\, essas latas e fitas de filme\, que abrangem os anos de 1970 a 2006\, oferecem um vislumbre da vida e do trabalho do artista. Em parceria com a June Leaf e a Robert Frank Foundation\, a editora de filmes de longa data de Frank\, Laura Israel\, e o diretor de arte Alex Bingham utilizaram esses fragmentos para criar um álbum de imagens em movimento. Com projeções em várias telas\, a instalação transmite a intimidade e a imediata percepção das observações de Frank sobre família\, amigos e colaboradores\, bem como sobre interiores domésticos e vistas de cidades e costas. \nAs filmagens nesta instalação\, costuradas por Israel e Bingham para evocar seu olhar e voz inquietos\, lançam uma nova luz sobre seu processo artístico — ao mesmo tempo cômico e melancólico. Vemos Frank viajar entre suas casas em Nova York e Nova Escócia; pelas estradas abertas dos Estados Unidos e do Canadá; e por paisagens urbanas\, incluindo as de Beirute\, Cairo\, Moscovo e sua Suíça natal. Frank torna os prazeres mais efêmeros atemporais: um banho quente e uma chaleira fumegante\, um vislumbre de sua esposa June Leaf em seu estúdio\, o jogo de luz do sol em sua mão.
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SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Otobong Nkanga: Cadence" no MoMA
DESCRIPTION:Detalhe do tecido em progresso para Otobong Nkanga: Cadence. Cortesia de Otobong Nkanga. © Otobong Nkanga. Foto: Wim van Dongen\n\n\n\n\nOtobong Nkanga mudou a forma como entendemos a terra e nosso lugar nela. “Os humanos são apenas uma pequena parte do ecossistema\,” disse a artista. “Meus trabalhos nos conectam às nossas histórias compartilhadas\, não apenas por meio da terra e da geografia\, mas por meio de emoções moldadas por eventos e encontros. Essas são as cadências da vida.” \nOtobong Nkanga: Cadence apresenta uma nova comissão da artista: um ambiente abrangente de tapeçaria\, escultura\, som e texto que explora os ritmos turbulentos da natureza e da sociedade. Criada especificamente para o Átrio da Família Marron do MoMA\, a instalação se centra em uma monumental tapeçaria de múltiplos painéis que sugere ecossistemas e galáxias expansivas. \nSuspensa ao longo da parede mais alta do Átrio\, a tapeçaria de grande escala apresenta uma gama caleidoscópica de fibras naturais e sintéticas criadas pela artista utilizando técnicas inovadoras de tecelagem digital no TextielLab em Tilburg\, na Holanda. Esculturas compostas por cordas tingidas\, entrelaçadas com formas de vidro soprado à mão e cerâmica\, pendem do chão ao teto ao lado de tablets de cerâmica impressos com os poemas da artista. Esses elementos diversos são reunidos dentro de uma obra sonora imersiva baseada na voz e na respiração da artista. Cadence confronta tanto a beleza quanto a degradação do mundo natural — e sua agitação em meio a revoluções industriais e tecnológicas\, extração de recursos e guerras. A instalação monumental cria novas maneiras de perceber — e sentir — as enormes mudanças que estão ocorrendo em nosso tempo. \nApresentações ao vivo acontecerão na primavera de 2025. Mais detalhes serão fornecidos aqui nas próximas semanas.
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SUMMARY:"Era uma vez: visões do céu e da terra" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Luciana Magno\, “Transamazônica”\, 2014. Performance direcionada para vídeo e fotografia\, 1’11’\n\n\n\n\n“Era uma vez: visões do céu e da terra” é uma exposição coletiva que se organiza como uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e a imaginação de outros mundos. A mostra que acontece na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea articula perspectivas de 33 artistas de variadas gerações e origens no Brasil e no mundo\, cujas produções permitem vislumbrar o confronto entre diferentes lógicas de habitar o planeta e\, sobretudo\, inventá-lo; uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e imaginar novos inícios. \nA exposição investiga o pensamento cosmológico das pessoas artistas\, desde o período de 1969 – ano que marca os eventos históricos da chegada do homem à Lua e da divulgação do primeiro relatório da ONU sobre “Problemas do meio ambiente urbano” – até os dias de hoje\, em que a relação predatória da humanidade com o planeta colocou as questões ambientais como tema central no debate ao redor do globo. \nEm “Era uma vez”\, as pessoas artistas fazem diagnósticos e imaginam outras realidades possíveis – misturando abordagens documentais\, especulativas e ficcionais. \nDO CÉU PARA A TERRA \nA exposição se divide em três momentos. Ao entrar na Grande Galeria visitantes percorrem uma série de obras que olham para o espaço sideral\, em uma tentativa de conhecer e imaginar para além da Terra. Podem ser vistas obras como Yauti in Heavens (Saturno\, Lua aterrissagem e Lua Chegada) (1988-9)\, de Regina Vater\, My three inches comet (1973)\, de Iole de Freitas\, entre outras\, até chegarem no trabalho de Steve McQueen\, Era uma vez (2002)\, que dá título à exposição. Em 1977\, a NASA envia uma série de fotos para o espaço\, com o objetivo de mandar registros da vida no planeta para extraterrestres. McQueen apresenta 116 dessas imagens\, explicitando uma narrativa nostálgica construída por cientistas norte-americanos\, que reuniram uma finita seleção de imagens que simulam a vida na Terra\, sem considerar questões como a miséria\, guerras e conflitos religiosos. \nNo espaço central da galeria\, artistas olham do céu para um planeta em disputa\, ao mesmo tempo em que pensam sobre formas de se conectarem com a Terra. Em Bovinocultura XXI (1969)\, de Humberto Espínola\, o artista traz um chifre de gado agigantado para tratar das ambivalências do agronegócio\, que destrói o meio-ambiente para gerar riqueza de maneira inconsequente. \nAinda na mesma sala\, a relação das pessoas artistas com o planeta é definida por meio de conexões ancestrais e espirituais. Jota Mombaça\, no filme O nascimento de Urana Remix (2020)\, vive a experiência de se enterrar na terra\, se tornando parte do todo. \nA ESPECULAÇÃO IMAGINATIVA \nCom a ascensão do Antropoceno (termo utilizado para designar o impacto global das atividades humanas no planeta) as pessoas artistas nos convidam a conceber novos mundos\, a partir de movimentos de resistência e de imaginação radical. Nesta parte da exposição\, artistas como Yhuri Cruz se ancoram na especulação imaginativa e nos levam a novos universos\, como o de Revenguê (2023). \nA artista colombiana Astrid González apresenta uma sociedade livre em Drexciya (2023)\, obra que integra vídeos\, imagens\, esculturas e desenhos para criar uma comunidade subaquática descendente de mulheres grávidas que foram jogadas ao mar em travessias de navios que transportavam pessoas escravizadas entre 1525 e 1866. \nArtistas participantes \nAnna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Arthur Luiz Piza\, Astrid González\, Bu’ú Kennedy\, Carla Santana\, Carlos Zilio\, Carolina Caycedo\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Celeida Tostes\, Cipriano\, Edival Ramosa\, Erika Verzutti\, Feral Atlas\, Humberto Espíndola\, Iole de Freitas\, Jaider Esbell\, Janaina Wagner\, Jota Mombaça\, Juraci Dórea\, Luciana Magno\, Luiz Alphonsus\, Mariana Rocha\, Mayana Redin\, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)\, Mira Schendel\, Patricia Domínguez\, Regina Vater\, Steve McQueen\, Sueli Maxakali\, Tabita Rezaire\, Uýra Sodoma\, Xadalu Tupã Jekupé e Yhuri Cruz.
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SUMMARY:"Jesse Krimes: Corrections" no The Met Museum
DESCRIPTION:Jesse Krimes\, “Purgatory” (detalhe)\, 2009. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Aquisição com doação do Vital Projects Fund Inc.\, por meio de Joyce e Robert Menschel\, e doações da Alfred Stieglitz Society\, 2024. © Jesse Krimes.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA fotografia desempenhou um papel central na construção de sistemas de poder na sociedade\, especialmente em contextos ligados ao crime e à punição. Esta exposição apresenta instalações imersivas contemporâneas do artista Jesse Krimes (americano\, nascido em 1982)\, em diálogo com fotografias do século XIX do acervo do The Met\, realizadas pelo criminologista francês Alphonse Bertillon — responsável por desenvolver o primeiro sistema moderno de identificação criminal\, anterior à adoção das impressões digitais. \nAs instalações de Krimes\, criadas ao longo de seus seis anos de encarceramento\, revelam a engenhosidade de um artista que trabalhou sem acesso a materiais tradicionais. Utilizando sabonetes fornecidos pela prisão\, gel para cabelo\, cartas de baralho e jornais\, ele produziu obras que buscam interromper e recontextualizar a circulação de imagens na mídia. Exibidas em contraponto às fotografias de Bertillon — cuja metodologia combinava medidas antropométricas e retratos fotográficos\, dando origem à atual ficha de identificação criminal — as obras de Krimes questionam a suposta neutralidade dos sistemas de reconhecimento e as hierarquias sociais que eles ajudam a criar e perpetuar. \nArtista para quem a colaboração e o ativismo são essenciais\, Krimes fundou o Center for Art and Advocacy\, uma organização voltada à valorização do talento e do potencial criativo de pessoas que passaram pelo sistema prisional\, promovendo apoio e melhores condições para artistas anteriormente encarcerados.
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SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
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SUMMARY:"Judeus na Amazônia" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Sergio Zalis Família Levy em Maués-AM – Série “Hebraicos da Amazônia” 1981 Impressão Fine art. Cortesia do artista\n\n\n\n\nHistórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração em 2021\, Judeus na Amazônia abre suas portas ao público no dia 2 de novembro. Reunindo mais de 220 itens entre obras de arte\, vídeos\, documentos históricos e fotográficos\, a mostra propõe dar conta de um capítulo pouco conhecido da história brasileira: a imigração judaico-marroquina para a Amazônia\, que aconteceu entre 1810 e 1930\, trazendo centenas de famílias que viviam em cidades como Tânger\, Tetuan\, Fez e Marrakesh. Na região se estabeleceram como regatões\, os mascates dos rios\, e atuavam no período do auge da economia da borracha levando e trazendo mercadoria das cidades para os seringais.  \nCom curadoria conjunta de Aldrin Moura de Figueiredo\, Ilana Feldman\, Mariana Lorenzi e Renato Athias\, a panorâmica é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pelo Museu e ocupa três andares de sua sede. Subdividida em 13 núcleos temáticos\, os espaços exibem recortes como embarcações\, trocas comerciais\, mulheres\, ativismo ambiental\, rituais e os entrelaçamentos entre a cultura judaica\, marroquina e amazônica. Com obras de artistas como Claudia Andujar\, Donna Benchimol\, Thomaz Farkas\, Arieh Wagner\, Sergio Zalis\, Abrão Bemerguy e Mady Benzecry – além de três obras comissionadas –\, o projeto propõe um olhar ampliado sobre como a cultura judaica se ambientou em diferentes localidades amazônicas\, influenciando e sendo influenciada\, sem perder suas raízes.  \n“O desejo foi abarcar o contexto histórico e documental trazendo à vida\, as histórias pessoais e familiares dessa que é uma das primeiras comunidades judaicas a se estabelecer no Brasil.”\, explica a Mariana Lorenzi\, ressaltando que a pesquisa não se limitou às capitais Manaus e Belém\, mas estendeu-se por cidades como Gurupá\, Cametá\, Alenquer\, Parintins\, Itacoatiara\, Maués\, Macapá e Breves\, entre muitas outras. A pesquisa de campo incluiu visitas a antigos cemitérios – um levantamento aponta que mais de 30 deles teriam existido na região – arquivos institucionais e familiares\, e sinagogas. Antes da exposição\, o Museu realizou seminários preparatórios sobre a presença judaica na Amazônia que aconteceram em São Paulo\, Belém\, Manaus e Manaus e São Luiz do Maranhão. \n“Foi um desafio fazer o levantamento da maior variedade possível de materiais\, uma construção ativa de encontrar e mobilizar as pessoas que fazem parte daquela história. Além disso\, houve a preocupação de mesclar os objetos  históricos com uma produção de arte contemporânea\, seja por meio de artistas judeus provenientes da Amazônia\, como Mady Benzecry\, ou artistas judeus que atuaram na região\, como o fotógrafo Thomaz Farkas”\, complementa a curadora. Ela também ressalta a importância de Samuel Benchimol (1923-2002) e outros pesquisadores que se debruçaram anteriormente sobre o tema. Inclusive foi usada uma ampla bibliografia como base de pesquisa. Outro aspecto importante\, é a importância do contexto do ciclo da borracha para o entendimento desses fluxos migratórios.  \nTrês obras foram comissionadas especialmente para a mostra. O jovem pintor paraense Diego Azevedo trabalhou a partir de fotografias históricas para fazer o retrato de duas mulheres ímpares na história da região: a escritora Sultana Levy Rosenblatt e a jornalista Feliz Benoliel. A premiada videoartista Janaina Wagner apresenta um filme em Super 8 inspirado pelos dialetos falados pelos judeus que se estabeleceram na região amazônica. Por fim\, haverá uma obra do coletivo paraense Letras que flutuam \, grupo de abridores de letras – técnica regional de pintar letras decorativas nos barcos. \nAos comissionamentos\, somam-se obras de Abrão Bemerguy\, Mady Benzecry\, Donna Benchimol\, Arieh Wagner\, Felipe Goifman\, Sergio Zalis\, Thomaz Farkas\, Claudia Andujar\, Hannah Brandt\, Paul Garfunkel\, Renato Athias\, Bruno Barbey\, Berta Gleizer Ribeiro\, Noel Nutels\, pertencentes a acervos importantes como o do Museu de Arte do Rio (MAR)\, Instituto Moreira Salles (IMS)\, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)\, entre outros.  \nUm núcleo dedicado a rituais – como a religião era vivida na Amazônia – ocupa a área da sinagoga\, reunindo um objeto raro: uma Torá de mais de quatrocentos anos\, chegada ao Brasil na bagagem de um imigrante do Marrocos. Uma grande linha do tempo ilustrada\, depoimentos de história oral e o documentário “O Rio dos Cohen”\, de Felipe Goifman\, também fazem parte dos conjuntos apresentados.  \nPara Felipe Arruda\, Diretor Executivo do Museu Judaico\, a exposição reforça a vocação da instituição para criar pontes entre a cultura judaica e uma gama ampla de repertórios\, comunidades e linguagens artísticas. “Esse projeto é fruto de uma imersão pautada pela escuta das pessoas que diariamente sentem\, cultivam e vivem suas identidades judaico-amazônicas. A pesquisa surgiu quase que simultaneamente à criação do Museu e dá continuidade à missão de apresentar a pluralidade da identidade judaica\, sempre em diálogo com a diversidade cultural brasileira e com os temas basilares do contemporâneo”.   \nA exposição “Judeus na Amazônia” é apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com patrocínio do Santander Brasil\, da Gera Amazonas e apoio da Bemol e CIAM.
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SUMMARY:"Venenosas\, Nocivas e Suspeitas" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Giselle Beiguelman\, “Mandrágora”\, 2024. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nTudo começou com a maçã (que talvez fosse um figo ou uma romã\, segundo relatos antigos e anteriores ao Renascimento). Quando Eva provou o “fruto proibido” da Árvore do Conhecimento e o ofereceu a Adão\, causando a expulsão do casal do Jardim do Éden\, ela se tornou a primeira protagonista de uma história milenar que associa mulheres a plantas “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”. Este é o título da nova exposição que Giselle Beiguelman apresenta\, de 6 de novembro de 2024 a 20 de abril de 2025\, na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp\, na Av. Paulista. \nCom curadoria de Eder Chiodetto\, a mostra gratuita traz cerca de 30 trabalhos inéditos da artista\, que utilizou inteligência artificial (IA) para desenvolvê-los. “Nos últimos três anos\, tenho trabalhado extensivamente com IA em meus projetos artísticos. E tem sido uma tremenda experiência de aprendizado. No momento\, me dedico à exploração de modelos de IA que utilizam linguagem natural para gerar imagens a partir de textos e transformar imagens em um dinâmico processo de tradução quase intersemiótica. As obras visuais apresentadas nesta mostra foram criadas com esse tipo de tecnologia”\, explica Beiguelman. \nEm “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”\, a artista relaciona plantas que foram proibidas ou demonizadas pelo colonialismo – por razões que vão do seu uso em práticas rituais a poderes afrodisíacos ou alucinógenos – a mulheres que foram apagadas da história da arte e da ciência. \nAs beladonas aparecem em muitas histórias de bruxaria e há quem acredite que as mandrágoras gritam ao ser arrancadas da terra\, ecoando vozes de feiticeiras que matam quem as escuta. A papoula dá origem ao ópio\, que\, por muito tempo\, foi utilizado para o “tratamento” de mulheres “histéricas”. Já entre as plantas carnívoras\, a armadilha-de-Vênus (Dionaea muscipula)\, uma das mais conhecidas\, tem suas folhas comparadas ao órgão genital feminino e à imagem da “femme fatale”\, que usa sua atratividade para enganar e prender suas “vítimas”. \nPau-brasil\, cannabis e cogumelos são outras plantas que surgem em vídeos criados por Beiguelman\, que abasteceu a IA com referências da arte e estética de diversas botanistas que\, no seu tempo\, não tiveram o reconhecimento de seu trabalho\, como Sarah Anne Drake (1803-1857)\, responsável pelas ilustrações do livro “Orchidaceae Of Mexico And Guatemala” (1837-1843)\, de James Batemane.
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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
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SUMMARY:"Eu mesmo\, Carnaval" na Casa Mário de Andrade
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Mário de Andrade\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Organização Social Poiesis\, inaugura no dia 9 de novembro a exposição de curta duração “Eu mesmo\, Carnaval”\, com a apresentação de ritmistas da Escola de Samba Mocidade Alegre\, e seguirá com programação temática durante todo o mês. Confira! \nA exposição Eu mesmo\, Carnaval\, que ficará aberta até 31 de maio de 2025\, nos convida a conhecer a profunda relação de Mário de Andrade com o carnaval paulistano\, principalmente na região da Barra Funda e em outros lugares do país. O título escolhido reproduz um verso do poema “Carnaval carioca”\, escrito por Mário de Andrade em 1923\, inspirado na experiência do autor no festejo carioca neste mesmo ano. \nA exposição\, com curadoria de Arthur Major\, pesquisador da Casa Mário de Andrade\, e Fábio Parra\, do departamento de comunicação e cultural do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, traz uma interface entre a pesquisa de Mário de Andrade sobre o Carnaval e o enredo de 2024 da escola paulistana Mocidade Alegre “Brasileia Desvairada: A busca de Mário de Andrade por um país”\, tecendo o fio condutor do discurso curatorial\, tendo como guia o personagem do Arlequim\, que pela visão do escritor\, representa tanto a cidade de São Paulo\, quanto a personificação do próprio poeta. \nOs visitantes terão a oportunidade de vivenciar um espaço imersivo\, onde se encantarão com as fantasias originais utilizadas no desfile campeão de 2024 do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, detalhes da confecção das peças\, dos carros alegóricos\, e conhecerão detalhes dos requisitos de julgamento. Além disso\, o público apreciará uma parede sonora com músicas que embalaram carnavais como “Ai que saudade de Amélia”\, de Ataulfo Alves\, e “Baianinha”\, de Silvio Caldas\, e conferir registros fotográficos do acervo particular de Mário de Andrade\, os quais mostram as festas de carnaval em São Paulo\, Rio de Janeiro e Recife. \nNo final do circuito\, o público contará com um espaço instagramável e experiência sonora\, sentindo-se na apoteose do desfile\, com Mário de Andrade. \nNa abertura da exposição (9/11)\, a partir das 13h\, o Grêmio Recreativo Cultural da Escola de Samba Mocidade Alegre apresentará o “Morada do Samba”\, espetáculo que une a tradição e o espírito comunitário da escola\, homenageando nomes como o de Mário de Andrade\, que ajudaram a construir a sua identidade cultural. \nJá no dia 23 de novembro\, a partir das 16h\, na atividade Carnaval na Poesia Modernista\, o Victor Palomo\, pesquisador e doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas da USP\, explora as figurações do carnaval e a poética do mascaramento em diferentes autores do período. \nNo Projeto Quintal o carnaval também começa mais cedo. Também em 23/11\, às 11h\, as crianças e seus responsáveis vão confeccionar adereços carnavalescos na oficina Carnaval no Museu: mão na massa. A seguir\, saiba como participar dessas atividades (serviço).
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SUMMARY:"Collection in Focus | Piet Mondrian\, Ever further" no Guggenheim
DESCRIPTION:Piet Mondrian\, “Composition No. III\, with Red\, Blue\, Yellow\, and Black”\, s/d. Divulgação Guggeinheim\nEsta exposição apresenta uma seleção de pinturas e desenhos de Piet Mondrian provenientes da coleção singular do Guggenheim\, uma das mais representativas do mundo. Ao longo de sua carreira\, Mondrian fez contribuições marcantes para o desenvolvimento da arte abstrata\, buscando afastar a pintura da representação da natureza para alcançar uma essência ou espírito universal. \nA mostra reúne obras que documentam a evolução do estilo característico do pintor holandês\, desde suas primeiras experimentações na Holanda\, passando pelo período mais produtivo em Paris\, até os anos finais em Nova York. Piet Mondrian: Ever Further inaugura a série de exposições Collection in Focus\, dedicada a destacar artistas da Coleção Guggenheim. \nA curadoria é de Mariët Westermann\, Diretora e CEO do Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation.
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SUMMARY:"Fragments of Self" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:Guadalupe Najar\, “INSIDE ME THEIR HEARTS BURST” (detalhe)\, 2024. Cortesia da artista\n\n\n\n\nEsta exposição reúne obras de artistas emergentes que exploram diferentes aspectos da individualidade — tanto a própria quanto a de outros. O conjunto examina o conceito de “eu”: a natureza multifacetada da identidade pessoal\, a composição de culturas e contextos\, e a soma de desafios e conquistas pessoais. \nPor meio de pintura e escultura\, Maria Cazzato reflete sobre a representação de mártires católicos para questionar normas opressivas contemporâneas sobre o corpo. Ian Choi pinta a si mesma entre sedas coreanas e tecidos americanos para destacar sua identidade em camadas e texturas\, resultado do movimento entre duas culturas distintas. As peças escultóricas de Guadalupe Najar fazem referência às histórias materiais de seus ancestrais e à sua auto-mitologização dentro da cultura equina. Íntimos e coloridos\, os retratos de Bertil Chappuis Muñoz estabelecem um diálogo ativo com seus sujeitos\, incentivando interpretações livres e fluidas. \nOrganizada com o apoio das Tufts University Art Galleries\, Fragments of Self: SMFA at Tufts Juried Student Exhibition é a mais recente de uma série de exposições que reflete o compromisso do museu com a próxima geração de artistas e curadores promissores. A mostra continua a relação histórica entre o museu e a SMFA\, que remonta à fundação da escola em 1876.
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SUMMARY:"Digital Witness: Revolutions in Design\, Photography\, and Film" no LACMA
DESCRIPTION:April Greiman\, Pacific Wave\, 1987. Los Angeles County Museum of Art\, aquisição com fundos fornecidos pelo Decorative Arts and Design Council Acquisition Fund e pelo Ralph M. Parsons Fund. © April Greiman\, foto © Museum Associates/LACMA.\n\n\n\n\nNas últimas quatro décadas\, softwares de edição de imagem transformaram radicalmente nosso mundo visual. A facilidade com que imagens e textos podem ser gerados e alterados digitalmente possibilitou novas formas de experimentação criativa\, ao mesmo tempo em que gerou debates filosóficos sobre a própria natureza da representação. Digital Witness: Revolutions in Design\, Photography\, and Film examina o impacto das ferramentas de manipulação digital dos anos 1980 até o presente\, avaliando pela primeira vez os desenvolvimentos simultâneos e os debates nos campos da fotografia\, design gráfico e efeitos visuais. Com mais de 150 obras\, a exposição traça o surgimento de estratégias estéticas digitais distintas\, relações com o realismo e novos modos de narrativa. Os quase 200 artistas\, designers e criadores em Digital Witness iluminam a cultura visual contemporânea\, em que ferramentas de edição digital estão mais acessíveis do que nunca. \nParalelamente à exposição\, o Hoffmitz Milken Center for Typography\, do ArtCenter College of Design\, apresentará Digital Witness: Algorithmic Spaces for Typography and Language\, de 13 de novembro de 2024 a 27 de abril de 2025. \n 
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SUMMARY:"Electric Dreams: Art and Technology Before the Internet" na Tate Modern
DESCRIPTION:Heinz Mack durante as filmagens do filme TELE-MACK no deserto do Saara\, a leste do Oásis Kebili\, Tunísia\, 1968. Foto: Edwin Braun/VG Bild-Kunst\, Bonn\, 2024\, DACS\, Londres\, 2024\n\n\n\n\nTate Modern apresenta Electric Dreams\, uma exposição que explora o impacto da tecnologia na arte desde o nascimento da op art até a era da internet. \nA mostra reúne obras pioneiras de artistas internacionais que utilizaram ciência\, tecnologia e inovação material para criar instalações sensoriais imersivas e obras geradas automaticamente. Destaque para os ambientes psicodélicos das décadas de 1950 e 1960\, desenvolvidos com princípios matemáticos\, componentes motorizados e processos industriais inovadores\, além dos experimentos com arte digital e sistemas de computação doméstica nas décadas de 1970 e 1980. \nElectric Dreams\, uma das exposições mais ambiciosas da Tate Modern\, oferece aos visitantes a oportunidade de vivenciar obras icônicas de arte tecnológica em funcionamento\, revisitando como os artistas imaginaram a linguagem visual do futuro.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Vanessa Raw: This is How the Light Gets In" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vanessa Raw\, “When I talk to the night”\, 2024. Cortesia da artista e do Rubell Museum\n\n\n\n\nNascida em 1984 em Hexham\, Inglaterra\, Vanessa Raw vive e trabalha em Margate\, também na Inglaterra. Sua apresentação no Rubell Museum Miami marca sua primeira exposição nos Estados Unidos\, bem como sua primeira mostra institucional. Nas obras de grande escala recém-comissionadas\, as camadas distintas de pinceladas e o uso expressivo de cores de Raw retratam um mundo onírico e exclusivamente feminino—um paraíso terrestre onde a natureza é benevolente e senciente\, e onde o desejo feminino ocupa um lugar central. Ex-triatleta\, a maestria praticada de Raw sobre seu próprio corpo transparece em seu trabalho sobre a tela. Suas figuras são tranquilas e à vontade\, mas possuem agência. Elas se deleitam na companhia umas das outras e na paisagem exuberante\, suave e repleta de cores—um verdadeiro paraíso encontrado.
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LOCATION:Rubell Museum\, 1100 NW 23rd St Allapattah\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Recent Acquisitions" no Rubell Museum
DESCRIPTION:Vista da exposição com obras de February James e Murjoni Merriweather. Divulgação/Cortesia Rubell Museum\n\n\n\n\nEstendendo a paixão multigeracional dos Rubells por descobrir e apoiar muitos dos artistas mais fascinantes da atualidade\, uma apresentação de aquisições recentes ocupa as galerias centrais do museu. Com exposições individuais de sete artistas\, a maioria deles exibindo pela primeira vez em um museu nos Estados Unidos\, a mostra demonstra o compromisso contínuo dos Rubells em identificar\, envolver e promover artistas emergentes. Os artistas apresentados incluem: \n\nPatrick Goddard\nOlaolu Slawn\nEmmanuel Louisnord Desir\nFebruary James\, Murjoni Merriweather\nMichelle Uckotter\nOmari Douglin
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SUMMARY:"Jeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jeanne Moutoussamy-Ashe\, “An Afternoon with Aunt Tootie”\, Daufuskie Island\, SC\, 1979. © Jeanne Moutoussamy-Ashe\n\n\n\n\nDesde o início dos anos 1970\, a artista\, ativista e acadêmica Jeanne Moutoussamy-Ashe (n. 1951\, Chicago\, IL; vive e trabalha em South Kent\, CT) produz fotografias que capturam a beleza e a complexidade da vida negra\, homenageando os ritmos do cotidiano e marcando importantes ritos de passagem para as pessoas retratadas. \nEm 1977\, após um estudo independente de seis meses na África Ocidental\, Moutoussamy-Ashe atravessou novamente o Oceano Atlântico até Daufuskie Island\, localizada entre Hilton Head\, na Carolina do Sul\, e Savannah\, na Geórgia. Lá\, e nas outras ilhas vizinhas conhecidas como Sea Islands\, ela começou a fotografar entre os Gullah Geechee—muitos deles descendentes de pessoas anteriormente escravizadas que adquiriram terras de antigos proprietários de plantações após o fim da Guerra Civil. Para Moutoussamy-Ashe\, esses lugares\, separados pelo Atlântico\, estavam intrinsecamente ligados\, com as Sea Islands representando um elo dentro da diáspora negra; um espaço moldado pelos séculos violentos da escravidão e por uma comunidade determinada a proteger e nutrir sua cultura e seu povo únicos. As fotografias de Daufuskie Island honram essas histórias entrelaçadas e a perspectiva pessoal da artista. Para ela\, “a fotografia deve nos forçar a questionar a nós mesmos e o ambiente em que vivemos”. \nExtraída da coleção do Whitney Museum\, esta apresentação focada inclui uma seleção de fotografias em preto e branco de Daufuskie Island\, além de publicações relacionadas da artista. Retratos de crianças e idosos\, imagens de casas\, do litoral\, de pessoas trabalhando e descansando\, bem como de cultos religiosos\, formam juntas uma impressão de uma comunidade—e um lugar—à beira de grandes transformações. \nJeanne Moutoussamy-Ashe and the Last Gullah Islands é organizada por Kelly Long\, Assistente Sênior de Curadoria.
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LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
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SUMMARY:“Histórias LGBTQIA+” no MASP
DESCRIPTION:Mayara Ferrão\, “O beijo 20”\, da série Álbum dos desesquecimento. Coleção da artista e Galeria Verve. Foto: Mayara Ferrão\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand conclui o ano dedicado às Histórias da Diversidade LGBTQIA+ apresentando\, de 13 de dezembro a 13 de abril de 2025\, uma mostra coletiva que ocupa três espaços expositivos do museu. A exposição Histórias LGBTQIA+ reúne mais de 150 obras de arte e centenas de documentos nacionais e internacionais. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP; Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP; colaboração de André Mesquita\, curador\, MASP; e assistência de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, e Teo Teotonio\, assistente curatorial\, MASP\, a mostra é organizada em oito núcleos: Amor e desejo; Ícones e musas; Espaços e territórios; Ecossexualidades e fantasias transcendentais; Sagrado e profano; Abstrações; Arquivos; e Biblioteca Cuir.  \n“O atual cenário global para pessoas queer e trans é desigual: a aceitação\, a solidariedade e a visibilidade existem lado a lado com o ódio\, a censura e a total proibição legal em diferentes partes do mundo. Assim\, por um lado\, uma atenção maior voltada a questões Lésbicas\, Gays\, Bissexuais\, Transgênero\, Queer\, Intersexo\, Assexuais e de outras minorias (LGBTQIA+) vem criando mais oportunidades para artistas e pensadores queer e trans. Todavia\, por outro lado\, pessoas LGBTQIA+ em todo o mundo – impactadas diferentemente por sua raça\, classe\, gênero\, idade\, nacionalidade – continuam enfrentando repressão. Nesse contexto\, Histórias LGBTQIA+ reúne trabalhos que tematizam tópicos queer ou que sejam feitos por artistas\, ativistas e pesquisadores LGBTQIA+. A mostra celebra a riqueza e a multiplicidade da criatividade queer nas artes visuais”\, afirmam Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP\, e Adriano Pedrosa\, diretor artístico. Queer\, na língua inglesa\, originalmente significa “estranho”\, mas também\, em algum momento\, “sexualmente desviante”. Porém\, desde o final do século 20\, tem sido reivindicado por lésbicas\, gays\, bissexuais e transgêneros como um termo amplo para identificá-los. \nJustapondo o passado e a contemporaneidade\, a mostra apresenta trabalhos de diversos períodos e correntes artísticas\, evidenciando visões das histórias LGBTQIA+ que atravessam o tempo e o espaço\, e ainda apontam estratégias de resistência. Em O beijo 20 (2024)\, da série Álbum dos desesquecimentos\, a artista baiana Mayara Ferrão usa Inteligência Artificial para criar imagens que simulam fotos antigas\, inventando\, assim\, uma iconografia de histórias de lésbicas negras\, a fim de revelar narrativas que foram apagadas e imaginar novos futuros. \n“Apresentamos uma diversidade de representações\, grupos e experiências para além das imagens de subalternidade\, desumanização e hipersexualização que historicamente foram colocadas sobre as pessoas LGBTQIA+. Também temos uma diversidade enriquecedora de  estilos artísticos para pensar essa experiência do ponto de vista da arte e de possíveis revisões históricas”\, afirma Leandro Muniz\, curador assistente MASP. \nA mostra apresenta trabalhos contemporâneos que estabelecem críticas e reflexões com base nos cânones da arte. Em Duas Fa’afafine (2020)\, a artista Yuki Kihara\, de ascendência japonesa e samoana\, fotografa pessoas da comunidade trans a partir dos esquemas compositivos de Paul Gauguin (França\, 1848–1903)\, em uma crítica às famosas pinturas em que o francês representou as mulheres da Polinésia. Outro exemplo de diálogo com a tradição artística é Uma escultura para mulheres trans… (2022) da artista norte-americana Puppies Puppies (Jade Kuriki-Olivo). A obra\, produzida em bronze\, material clássico da história da arte\, reproduz em escala um para um o corpo da artista a partir de um escaneamento tridimensional.  \nA exposição também coloca em debate os estereótipos e as contradições presentes na comunidade LGBTQIA+. Uma das obras que compõem a mostra é a fotografia Night Stage Raising Crew\, Listening (2006)\, de Angela Jimenez\, que registra a montagem do palco do Michigan Womyn’s Music Festival. Criado em 1976\, o evento anual organizado por mulheres lésbicas feministas teve fim em 2015 devido às tensões causadas pela política de exclusão de mulheres trans. \nReunindo registros históricos da comunidade LGBTQIA+\, o núcleo Arquivos conta com documentos de grupos comunitários auto-organizados do Brasil — como MUTHA (Museu Transgênero de História e Arte)\, Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT–SP) e Arquivo Lésbico — e do Sul Global\, incluindo outros 12 países da Ásia\, América Latina\, África e mundo Árabe. \nHistórias LGBTQIA+ integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da diversidade LGBTQIA+. A programação do ano também inclui as mostras de Francis Bacon\, Mário de Andrade\, Catherine Opie\, Lia D Castro\, Leonilson\, dos coletivos Gran Fury e Serigrafistas Queer\, da coleção MASP Renner\, bem como mostras na Sala de Vídeo de Masi Mamani/Bartolina Xixa\, Tourmaline\, Ventura Profana\, Kang Seung Lee e Manauara Clandestina. \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22) e Histórias Indígenas (2023).
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Projects: Marlon Mullen" no MoMA
DESCRIPTION:Marlon Mullen\, “Untitled”\, 2017. © 2024 Marlon Mullen\n\n\n\n\nNão há como confundir o trabalho de Marlon Mullen. Suas pinturas vibrantes\, com superfícies exuberantes e cores marcantes\, ampliam a longa tradição de criar arte sobre a própria arte. \nHá quase 40 anos\, Mullen trabalha no NIAD Art Center\, um estúdio progressivo para artistas com deficiência de desenvolvimento em sua cidade natal\, Richmond\, Califórnia. Edições doadas de publicações de arte\, como Art in America e Artforum\, servem como seu principal ponto de partida. Projects: Marlon Mullen apresenta uma seleção de pinturas do artista produzidas na última década. \nAo escolher uma capa brilhante ou uma página interna como base\, Mullen pinta com acrílico sobre tela\, posicionada plana sobre uma mesa. Ele mantém vínculos visuais com o material de origem\, ao mesmo tempo em que o transforma radicalmente. As composições resultantes reinventam as relações entre seus elementos. Códigos de barras e outros detalhes podem ganhar destaque. Letras\, números\, pontuações e os espaços entre eles podem desaparecer ou se repetir. Imagens e gráficos tornam-se formas puras\, reorganizadas e reconfiguradas. Como demonstra esta exposição\, Mullen vê revistas e livros de arte não apenas como um estímulo à criação\, mas também como um convite para interagir com o mundo da arte contemporânea nos seus próprios termos pictóricos.
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SUMMARY:"Imagining Black Diasporas" no LACMA
DESCRIPTION:Arielle Bobb-Willis\, Nova Jersey\, 2019\, Los Angeles County Museum of Art\, Fundo Ralph M. Parsons\, foto © Museum Associates/LACMA.\n\n\n\n\nImagining Black Diasporas: 21st-Century Art and Poetics encontra conexões estéticas entre 60 artistas que atuam na África\, Europa e Américas. A exposição e seu catálogo estão entre os primeiros a examinar quase um quarto de século de produção de artistas negros. O projeto apresenta novas aquisições para o LACMA e amplia o cânone das exposições panafricanas\, historicamente focado no Atlântico Negro\, ao destacar artistas que atuam na orla do Pacífico. Cerca de 70 obras de pintura\, escultura\, fotografia\, obras em papel e mídias temporais são organizadas em quatro temas: fala e silêncio\, movimento e transformação\, imaginação e representação. Poetas contemporâneos contribuíram com trabalhos originais para o catálogo\, estendendo o uso histórico da poesia no discurso panafricano. A definição geral de diáspora como deslocamento de suas origens exclui toda a criatividade que o termo carrega. As pessoas reinventam sua herança por meio de expressões artísticas\, transformando a diáspora de um movimento regional em uma fonte de imaginação. Por meio de uma análise das escolhas estéticas de artistas negros\, Imagining Black Diasporas revela suas percepções sobre a existência.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Sonhos - História\, Ciência e Utopia" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Vista da exposição “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” no Museu do Amanhã – Divulgação\n\n\n\n\nO misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas será o tema da mais nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro\, curador do próprio Museu\, “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” estreia em 18 de dezembro e marca o início de uma programação comemorativa diversa para os dez anos da instituição\, a serem completados em dezembro de 2025. \nA mostra traz a complexa teia dos sonhos\, sejam lúcidos ou lúdicos\, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; sejam os que moveram a psicanálise de Freud\, inspiram a vida e a arte; ou os que dependem do descanso para trazerem saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais e as utopias futuras. Baseada em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho”\, Sidarta – ao lado de Scarano – idealizou uma experiência táctil\, científica e artística a ser proposta ao visitante por meio de recursos interativos\, imagéticos e sensoriais. \nJá Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã\, que aborda diversas formas de inteligências para conceber futuros prováveis\, e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição\, mas também como uma potência criativa de possibilidades que\, em última instância\, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra “inteligência” abriga”\, e Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie – e tantas outras por nós ameaçadas – vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso\, amoroso e – por que não? – delicioso de viver”. Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla\, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade\, ciência\, psicanálise\, arte\, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento. \nA mostra se inicia com a instalação “Labirinto – Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto\, com ilustrações\, texto e jogos de luz e sombra\, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão\, criação e aprendizado. Em seguida\, em “Meditação – Sonhar-criar”\, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa\, o local é revestido com materiais naturais\, e conta com redes\, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades. \nEm parceria com o Museu de Imagens do Inconsciente\, a exposição faz uma homenagem ao trabalho iniciado pela Dra. Nise da Silveira\, que entende a arte como reveladora das riquezas do inconsciente e como uma potente contribuição na luta contra os estigmas associados aos portadores de transtornos psíquicos. Um conjunto de 18 obras de artistas emblemáticos que passaram pela instituição\, como Adelina Gomes\, Carlos Pertuis\, Emygio de Barros e Fernando Diniz\, serão exibidas para representar o que podemos acessar através dos sonhos. \nNa seção interativa “O Sono é a Cama do Sonho”\, pode-se experimentar o ciclo do sono – o que acontece conosco em cada uma de suas fases por meio de jogos\, instalações e um painel gráfico. Já no último setor\, “Utopias”\, obras interativas se utilizam de recursos como inteligência artificial generativa e produção de vídeos; e\, encerrando o percurso\, o visitante é convidado à imersão na ‘Galeria de sonhos e de grandes sonhadores’\, uma homenagem a sonhadores de nossa história como Bertha Lutz\, Cacique Raoni\, Chico Mendes\, Darcy Ribeiro\, Dona Ivone Lara\, Lélia Gonzalez\, Lynn Margulis\, Martin Luther King\, Nise da Silveira\, Paulo Freire\, Pepe Mujica e Yoko Ono. \n“O Museu do Amanhã completa agora nove anos\, e é bastante emblemático começar as celebrações e a contagem regressiva para os dez anos com uma exposição que fala de sonhos. Só estamos aqui hoje porque partimos de uma primeira fagulha\, que foi o sonhar. Antes do Museu existir\, houve o sonho\, e ainda não há como pensarmos no amanhã de outra maneira senão essa”\, celebra Cristiano Vasconcelos\, novo diretor-executivo do Museu do Amanhã. \nOs ingressos estão disponíveis no local e no site oficial do Museu do Amanhã\, que funciona de terça a domingo\, das 10 às 18h\, com última entrada para visitação às 17h. Às terças-feiras\, a entrada é gratuita para todos os visitantes.
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SUMMARY:"Robert Frank: Mary’s Book" no MFA Boston
DESCRIPTION:Robert Frank\, “spread from Mary’s Book” (detalhe)\, 1949. © The June Leaf e Robert Frank Foundation\n\n\n\n\nCelebrando o centenário do nascimento do fotógrafo Robert Frank (1924–2019)\, esta exposição investiga em profundidade o álbum fotográfico pessoal que Frank criou para Mary Lockspeiser\, sua primeira esposa\, intitulado Mary’s Book. Produzido em 1949\, esse livro artesanal e único marca um momento crucial na trajetória do artista\, quando ele começou a experimentar a justaposição de imagens e textos. \nCom setenta e quatro pequenas fotografias acompanhadas de inscrições\, Mary’s Book revela o olhar poético de Frank sobre objetos e espaços. Embora muitas imagens estejam desprovidas de figuras humanas\, a presença delas é sentida em cada página—como nas cenas de cadeiras vazias e ruas de Paris\, onde mensagens para Mary surgem entre as imagens. O livro funciona como uma reflexão sobre a contemplação solitária\, evocando um poema visual lírico e uma sequência fotográfica profundamente pessoal. \nA exposição Robert Frank: Mary’s Book apresenta páginas do álbum pertencente ao acervo do Museum of Fine Arts (MFA)\, além de fotografias feitas por Frank em Paris\, cedidas pela fundação do artista. A mostra é acompanhada por uma publicação que reproduz Mary’s Book em sua totalidade pela primeira vez.
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LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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