BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20210101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;VALUE=DATE:20221222
DTEND;VALUE=DATE:20260316
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20260226T232846Z
LAST-MODIFIED:20260401T171833Z
UID:69147-1671667200-1773619199@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/amar-se-aprende-amando-de-antonio-bandeira-na-pinacoteca-do-ceara/
LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
CATEGORIES:América Latina,Fortaleza
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2026/02/FALTA_BANDEIRA_Antonio_1600px72dpi-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240622T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250406T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240627T175700Z
LAST-MODIFIED:20240627T181125Z
UID:49517-1719050400-1743960600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"NAOMI: In Fashion exhibition" no V&A Museum
DESCRIPTION:Naomi Campbell. Imagem: Divulgação V&A Museum\n\n\n\nNAOMI: In Fashion explora os 40 anos inigualáveis da carreira da modelo e ícone cultural Naomi Campbell. Após ser descoberta em Covent Garden aos 15 anos\, Campbell rapidamente ganhou destaque na indústria e fez história alguns anos depois\, aos 18\, ao se tornar a primeira modelo negra a estampar a capa da Vogue Paris\, em agosto de 1988. \n\n\n\nProduzida em colaboração com Campbell e destacando sua voz e perspectiva\, NAOMI: In Fashion é a primeira exposição a celebrar a habilidade e a contribuição de uma modelo individual para a indústria da moda. A exposição conta com o extenso guarda-roupa de alta-costura e prêt-à-porter de Campbell\, incluindo peças de momentos-chave de sua carreira\, além de empréstimos de arquivos de designers e objetos das coleções do V&A. Entrelaçado está o ativismo de Campbell\, que desde cedo defendeu a equidade\, juntando-se à Black Girls Coalition em 1989 e liderando a edição de 2007 da Vogue Itália\, chamada “A Black Issue”\, que clamava por diversidade nas passarelas. \n\n\n\nBecoming Naomi \n\n\n\nA exposição começa com clipes impactantes de Campbell na passarela\, ilustrando seu lendário “andar”. A primeira seção\, “Becoming Naomi”\, explora a infância de Campbell e fundamenta seu sucesso posterior em seu treinamento inicial de dança. Nascida em 1970 no sul de Londres\, ela aspirava a uma carreira no palco e se apresentou em videoclipes dos anos 1980 para artistas como Bob Marley e Culture Club. Sua vida mudou aos 15 anos\, quando foi abordada pela agente de modelos Beth Boldt enquanto fazia compras com amigos da escola. Dois anos depois\, ela estaria na capa da Vogue e desfilando para renomados designers em Londres\, Paris\, Milão e Nova York. \n\n\n\nSupermodel \n\n\n\nCampbell entrou na moda em um momento de mudança. No início dos anos 1990\, o termo supermodelo – ou modelo que se tornou celebridade internacional – era amplamente usado em referência direta a Campbell e um pequeno grupo de colegas. A moda havia se tornado entretenimento de massa e Campbell estava no centro dessa emoção\, sendo apoiada por designers líderes como John Galliano\, Gianni Versace\, Karl Lagerfeld\, Vivienne Westwood e Yves Saint Laurent. Ela se tornou conhecida por sua presença superlativa na passarela\, enquanto seu trabalho com fotógrafos de destaque criou algumas das imagens mais memoráveis da época. Simultaneamente\, ela transcendeu o mundo da moda\, atuando em videoclipes\, lançando seu próprio perfume e se tornando uma defensora da diversidade. \n\n\n\nAzzedine Alaïa \n\n\n\nA próxima seção foca na relação pessoal e profissional de Campbell com o falecido designer Azzedine Alaïa\, nascido na Tunísia e baseado em Paris\, a quem ela conheceu durante seus primeiros dias em Paris e a quem chamou de “Papa”. Famoso por seus designs que acentuam as formas\, Alaïa via o físico escultural de Campbell como “um corpo perfeito”\, o que inspirou grande parte de seu trabalho. Juntos\, criaram momentos mágicos na passarela e editoriais de destaque. \n\n\n\nNew York \n\n\n\nCampbell se mudou para Nova York aos 17 anos\, dividindo um apartamento com a colega modelo Christy Turlington antes de garantir seu próprio lugar na East 30th Street. Campbell mergulhou na vibrante cena da moda da cidade\, forjando amizades duradouras com designers e outros da indústria\, de Marc Jacobs a Anna Sui\, relações que resistiriam ao teste do tempo. \n\n\n\nThe spotlight \n\n\n\nDesde o início dos anos 1990\, Campbell tem sido uma das modelos mais destacadas do mundo – e uma das mulheres negras mais reconhecidas – na televisão\, nos celulares\, em videoclipes e jornais. A seção “The spotlight” explora um momento biográfico muito divulgado quando Campbell cumpriu um período de serviço comunitário por ordem judicial. Em exibição está o vestido Dolce & Gabbana que Campbell usou em seu último dia de serviço comunitário – um look que ela vestiu em resposta aos paparazzi que capturavam sua chegada e partida todos os dias. \n\n\n\nExemplar \n\n\n\nA próxima seção examina Naomi Campbell como um exemplo na área\, focando em suas colaborações iniciais com casas de moda como Dolce & Gabbana\, Vivienne Westwood e Jean Paul Gaultier. Formadas quando Campbell era jovem\, essas conexões evoluíram para amizades colaborativas de décadas\, com designers valorizando sua habilidade de glamourizar qualquer roupa e modelar os conjuntos mais difíceis com aparente facilidade. \n\n\n\nCurada por Edward Enninful OBE\, uma seleção de fotografias na exposição destaca a alquimia única de Campbell com a câmera. Apresentando trabalhos de fotógrafos mundialmente renomados como Steven Meisel\, Arthur Elgort\, Patrick Demarchelier e David Bailey\, Campbell tem um profundo respeito por aqueles com quem trabalha\, reconhecendo seu talento artístico e visão\, e colaborando para alcançar a imagem que eles têm em mente.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/naomi-in-fashion-exhibition-no-va-museum/
LOCATION:Victoria and Albert Museum (V&A)\, Cromwell Rd\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Naomi-Campbell.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240627T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250629T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241010T145343Z
LAST-MODIFIED:20250620T154039Z
UID:58245-1719482400-1751220000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/anthony-mccall-solid-light-na-tate-modern/
LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/DanBradica_McCall_004-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240629T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240718T215629Z
LAST-MODIFIED:20240718T215632Z
UID:49814-1719655200-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/j-borges-o-sol-do-sertao-no-museu-do-pontal/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/img-9883-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240729T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250504T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240830T142416Z
LAST-MODIFIED:20240830T142416Z
UID:50714-1722247200-1746378000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ink-and-ivory-indian-drawings-and-photographs-selected-with-james-ivory-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/4ad16386ed3aaea08f40f6ee50257d871539bb4d-5121x1707-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240803T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250525T210000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240803T000005Z
LAST-MODIFIED:20240803T000005Z
UID:50093-1722679200-1748206800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/acervo-aberto-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Hermelindo-Fiaminghi-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240822T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240823T212818Z
LAST-MODIFIED:20240823T212818Z
UID:50385-1724324400-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Nós — Arte e Ciência por Mulheres” no Sesc Interlagos
DESCRIPTION:Obra de Efe Godoy. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Sesc Interlagos recebe a partir de 22 de agosto a exposição “Nós — Arte e Ciência por Mulheres”\, sobre a trajetória da produção científica\, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra apresenta um panorama que valoriza sua contribuição e\, ao mesmo tempo\, as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade. \nA realização é do Sesc São Paulo\, com concepção do Estúdio M’Baraká e cocuradoria de Isabel Seixas\, Letícia Stallone\, Gisele Vargas e Diogo Rezende\, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá\, especializada em História da Ciência. São apresentadas cerca de 300 obras a partir da apresentação de personagens\, de iconografia histórica e científica e com os trabalhos de artistas contemporâneas como Berna Reale\, Laura Gorski e Ana Teixeira. \nContemplando cenários históricos que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas\, a narrativa da exposição propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como\, por meio de conhecimento\, posturas e narrativas afirmativas\, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão. \n“Nós\, mulheres\, sempre criamos\, curamos\, catalogamos\, inventamos\, analisamos e\, sobretudo\, lutamos. ‘Nós — Arte e Ciência por Mulheres’ traz para a linguagem de exposição uma narrativa que busca dar visibilidade à contribuição das mulheres ao longo dos tempos\, e faz isso através da arte\, buscando informar e sensibilizar para mudanças em curso\, mas que seguem urgentes para a emancipação das mulheres“\, ressalta Isabel Seixas\, da equipe curatorial. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nos-arte-e-ciencia-por-mulheres-no-sesc-interlagos/
LOCATION:Sesc Interlagos\, Av. Manuel Alves Soares\, 1100 - Parque Colonial\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Efe-Godoy-185-x-16-cm-3-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240828T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T213000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240823T221219Z
LAST-MODIFIED:20240823T221219Z
UID:50541-1724835600-1742160600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio" no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:GARBE na Amazônia\, decadas de 1960 e 1970. Crédito Acervo da Família\n\n\n\n\nNo centenário de nascimento de Paulo Vanzolini (1924 – 2013)\, compositor brasileiro responsável por clássicos como Ronda e Volta Por Cima\, o Sesc São Paulo apresenta uma imersão na vida do artista\, revelando não apenas sua faceta musical\, mas também a trajetória do zoólogo de renome internacional. A exposição 100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio ocupa o Sesc Ipiranga a partir de 28 de agosto de 2024\, e segue em cartaz até 16 de março de 2025. Idealizada pelos filhos do cientista\, o diretor de arte e cineasta Toni Vanzolini e a psicóloga Maria Eugênia Vanzolini\, a mostra conta com curadoria de Daniela Thomas\, reconhecida cenógrafa\, cineasta e diretora teatral. \n“A data simbólica do centenário de Paulo Emilio Vanzolini\, nosso pai\, nos motivou a pensar uma exposição que mostrasse um pouco da pluralidade desse brasileiro que ouviu\, traduziu\, pesquisou\, escreveu\, cantou e pensou um Brasil bom\, diverso e inclusivo. Que sempre valorizou o conhecimento e a arte\, fazendo de ambas seu maior legado. O universo desse personagem interessado e interessante\, ‘cientista boêmio’\, como bem o definiu Antonio Candido\, é o que queremos mostrar nessa exposição”\, antecipa Toni Vanzolini. \nSem perder de vista o lado boêmio e artístico do homenageado\, a exposição revisita as expedições científicas e as contribuições para a ciência empreendidas como herpetólogo\, especializado no estudo de répteis e anfíbios. O Sesc Ipiranga como espaço para a exposição possui um simbolismo especial: a proximidade com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP)\, onde Paulo Vanzolini trabalhou por cinco décadas – três destas\, como diretor. \n“Algumas figuras são incontornáveis na história de uma cidade\, de um país. Algumas chegam a ser incontornáveis até no planeta. É o caso do nosso homenageado nessa exposição\, Paulo Vanzolini\, que completaria 100 anos este ano e que passou a maior parte da sua vida aqui do lado do Sesc Ipiranga\, dirigindo o Museu de Zoologia da USP\, sua casa. Ou uma de suas casas\, já que se sentia perfeitamente integrado à paisagem numa picada na floresta\, no seu laboratório ou no boteco\, entre músicos ou entre os maiores intelectuais da sua época”\, destaca Daniela Thomas. “Homem ímpar\, de uma inteligência sobrenatural\, uma inventividade que produziu versos inesquecíveis como ‘reconhece a queda e não desanima\, levanta\, sacode a poeira\, dá a volta por cima’ e teorias revolucionárias na zoologia\, e de uma determinação quase autoritária\, características que fizeram dele essa potência realizadora que celebramos agora”. \nEm parceria com o Museu de Zoologia da USP\, a exposição exibe ao público 51 exemplares conservados de espécies animais identificadas e catalogadas por Vanzolini. Esses espécimes\, emprestados pelo Museu ao Sesc\, estão em destaque em uma sala que recria um laboratório de zoologia. \nCinco salas temáticas revelam a trajetória multifacetada de Vanzolini\, abrangendo mais de meio século de pesquisa. A exposição destaca suas célebres expedições amazônicas e as conexões entre arte e ciência que ele promoveu. Documentos\, fotografias e vídeos oferecem um vislumbre dos bastidores das descobertas marcantes do “cientista boêmio”\, apelido carinhosamente atribuído por Antonio Cândido\, sociólogo e crítico literário\, no encarte do disco Acerto de Contas de Paulo Vanzolini (2002). Esta compilação apresenta 52 composições do cientista\, interpretadas por renomados artistas como Chico Buarque\, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. \nNo percurso expositivo\, ilustrações de Alice Tassara guiam os visitantes pela trajetória de Vanzolini\, em uma cronologia biográfica que destaca aspectos de sua formação acadêmica e seu círculo de amizades com intelectuais\, artistas e ícones da música popular brasileira.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/100-anos-de-paulo-vanzolini-o-cientista-boemio-no-sesc-ipiranga/
LOCATION:Sesc Ipiranga\, 822 R. Bom Pastor Ipiranga\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/GARBE-na-Amazonia-decadas-de-1960-e-1970-Credito-Acervo-da-Familia-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240912T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250420T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241126T210310Z
LAST-MODIFIED:20241126T210310Z
UID:59954-1726138800-1745172000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Josiah McElheny: Island Universe" no LACMA
DESCRIPTION:Josiah McElheny\, “Island Universe”\, 2008. Los Angeles County Museum of Art\, adquirido com fundos fornecidos por um doador anônimo. © Josiah McElheny\, foto © Todd White Art Photography\, cortesia White Cube\n\n\n\n\nIsland Universe\, de Josiah McElheny\, instalado dramaticamente no centro do Resnick Pavilion\, encarna o conceito de multiverso\, ou múltiplos universos coexistentes. Agora um elemento-chave do pensamento cosmológico contemporâneo\, o conceito de multiverso foi inicialmente proposto na Grécia Antiga e posteriormente explorado no Hinduísmo\, Budismo\, Islamismo e na astronomia do século XVIII. \nMcElheny\, interessado em como a investigação científica é moldada por e impacta o pensamento filosófico\, sociológico e político\, encontra uma conexão clara com as mudanças históricas que pedem o descentralização do conhecimento ocidental e até mesmo do pensamento antropocêntrico. O artista trabalhou em colaboração com o astrofísico David Weinberg no desenvolvimento de Island Universe\, que considera “desenhos do tempo\,” onde “cada haste é uma medida de tempo—cada polegada\, o tempo dobra.” \nUma instalação complementar à próxima exposição do PST ART: Art & Science Collide\, Mapping the Infinite: Cosmologies Across Cultures.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/josiah-mcelheny-island-universe-no-lacma/
LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
CATEGORIES:Los Angeles
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/RSM2020_41-WC05-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250413T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241030T194602Z
LAST-MODIFIED:20241031T154922Z
UID:58924-1726396200-1744565400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Robert Frank’s Scrapbook Footage" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da exposição “Robert Frank’s Scrapbook Footage”. Foto: Emile Askey\n\n\n\n\nRobert Frank é mais conhecido por suas imagens de uma América do pós-guerra marcada por discórdia social e política\, e pelos filmes que fez com os poetas da Geração Beat e os Rolling Stones. Assim\, as imagens filmadas encontradas apenas após a morte de Frank em 2019 podem surpreender alguns espectadores. Armazenadas em locais de depósito\, essas latas e fitas de filme\, que abrangem os anos de 1970 a 2006\, oferecem um vislumbre da vida e do trabalho do artista. Em parceria com a June Leaf e a Robert Frank Foundation\, a editora de filmes de longa data de Frank\, Laura Israel\, e o diretor de arte Alex Bingham utilizaram esses fragmentos para criar um álbum de imagens em movimento. Com projeções em várias telas\, a instalação transmite a intimidade e a imediata percepção das observações de Frank sobre família\, amigos e colaboradores\, bem como sobre interiores domésticos e vistas de cidades e costas. \nAs filmagens nesta instalação\, costuradas por Israel e Bingham para evocar seu olhar e voz inquietos\, lançam uma nova luz sobre seu processo artístico — ao mesmo tempo cômico e melancólico. Vemos Frank viajar entre suas casas em Nova York e Nova Escócia; pelas estradas abertas dos Estados Unidos e do Canadá; e por paisagens urbanas\, incluindo as de Beirute\, Cairo\, Moscovo e sua Suíça natal. Frank torna os prazeres mais efêmeros atemporais: um banho quente e uma chaleira fumegante\, um vislumbre de sua esposa June Leaf em seu estúdio\, o jogo de luz do sol em sua mão.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/robert-franks-scrapbook-footage-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/W1siZiIsIjU4NTc3NyJdLFsicCIsImNvbnZlcnQiLCItcXVhbGl0eSA5MCAtcmVzaXplIDIwMDB4MjAwMFx1MDAzZSJdXQ-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250901T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241126T205914Z
LAST-MODIFIED:20241126T205914Z
UID:59951-1726398000-1756749600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/we-live-in-painting-the-nature-of-color-in-mesoamerican-art-no-lacma/
LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
CATEGORIES:Los Angeles
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/weliveinpainting.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240921T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250727T210000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20240919T183030Z
LAST-MODIFIED:20240928T115509Z
UID:55292-1726912800-1753650000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/circumambulatio-anna-bella-geiger-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/CIRC_19-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241009T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241010T143437Z
LAST-MODIFIED:20241010T143437Z
UID:58228-1728468000-1742148000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Hyundai Commission "Mire Lee: Open Wound" na Tate Modern
DESCRIPTION:Hyundai Commission: Mire Lee: Open Wound\, Vista da Instalação\, Foto © Tate (Lucy Green)\n\n\n\n\nInspirando-se na história da Tate Modern como uma antiga usina\, Mire Lee transforma o Turbine Hall com esculturas suspensas de tecido e instalações mecânicas épicas\, reinventando o espaço como uma fábrica viva. Uma mistura fascinante de materiais\, como silicone e correntes\, dá vida às suas criações\, desafiando nossas ideias sobre o que é belo\, perverso\, provocativo e desejável. Open Wound nos convida a experimentar emoções contraditórias: desde o espanto e o desgosto até a compaixão\, o medo e o amor.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/hyundai-commission-mire-lee-open-wound-na-tate-modern/
LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Hyundai-Commission-Mire-Lee-Open-Wound-Installation-Photo.-Photo-©-Tate-Lucy-Green-2-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241010T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241211T154238Z
LAST-MODIFIED:20241211T154238Z
UID:60257-1728554400-1742144400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Charles Atlas: About Time" no ICA Boston
DESCRIPTION:Charles Atlas\, “Hail the New Puritan” (still)\, 1986. Cortesia do artista e da Luhring Augustine\, Nova York. ® Charles Atlas\n\n\n\n\nCharles Atlas: About Time é a primeira retrospectiva em museu nos Estados Unidos do artista interdisciplinar pioneiro Charles Atlas (n. 1949\, St. Louis). Abrangendo 50 anos de produção\, a exposição é concebida como um ambiente imersivo\, apresentando várias instalações monumentais de vídeo multicanal\, descritas pelo artista como “experiências para caminhar”. Nessas instalações\, Atlas transforma vídeos de canal único em configurações expandidas\, exibindo-os em múltiplas telas suspensas e monitores distribuídos pela galeria\, permitindo aos visitantes se moverem entre eles. \nO início da carreira de Atlas foi marcado por seu período como cineasta residente na Merce Cunningham Dance Company\, em Nova York. Juntos\, Atlas e Cunningham criaram o gênero “media-dance”: dança concebida para a câmera\, em vez de uma plateia presencial\, onde os movimentos da câmera se integram harmonicamente aos dos dançarinos. Desde que deixou a companhia em 1983\, Atlas consolidou-se como uma figura central na arte de filme e vídeo\, capturando dança e performance por meio de colaborações inovadoras com artistas como Michael Clark\, Yvonne Rainer\, Leigh Bowery\, Marina Abramović\, Rashaun Mitchell e Silas Riener. Grande parte de sua produção colaborativa e que desafia gêneros revelou-se visionária para a geração de artistas contemporâneos. \nA exposição destaca o trabalho inovador de Atlas na interseção entre imagem em movimento\, dança e performance\, além de seus retratos em vídeo íntimos de colaboradores e amigos. O panorama político e cultural dos Estados Unidos\, desde os anos 1970 até hoje\, serve de pano de fundo para esta dinâmica mostra visual\, que aborda temas como performance e retrato\, gênero e sexualidade\, bem como colaboração e amizade.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/charles-atlas-about-time-no-ica-boston/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/ATLAS_HNP_still_02-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241010T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250608T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241031T161349Z
LAST-MODIFIED:20241031T161349Z
UID:58976-1728556200-1749403800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Otobong Nkanga: Cadence" no MoMA
DESCRIPTION:Detalhe do tecido em progresso para Otobong Nkanga: Cadence. Cortesia de Otobong Nkanga. © Otobong Nkanga. Foto: Wim van Dongen\n\n\n\n\nOtobong Nkanga mudou a forma como entendemos a terra e nosso lugar nela. “Os humanos são apenas uma pequena parte do ecossistema\,” disse a artista. “Meus trabalhos nos conectam às nossas histórias compartilhadas\, não apenas por meio da terra e da geografia\, mas por meio de emoções moldadas por eventos e encontros. Essas são as cadências da vida.” \nOtobong Nkanga: Cadence apresenta uma nova comissão da artista: um ambiente abrangente de tapeçaria\, escultura\, som e texto que explora os ritmos turbulentos da natureza e da sociedade. Criada especificamente para o Átrio da Família Marron do MoMA\, a instalação se centra em uma monumental tapeçaria de múltiplos painéis que sugere ecossistemas e galáxias expansivas. \nSuspensa ao longo da parede mais alta do Átrio\, a tapeçaria de grande escala apresenta uma gama caleidoscópica de fibras naturais e sintéticas criadas pela artista utilizando técnicas inovadoras de tecelagem digital no TextielLab em Tilburg\, na Holanda. Esculturas compostas por cordas tingidas\, entrelaçadas com formas de vidro soprado à mão e cerâmica\, pendem do chão ao teto ao lado de tablets de cerâmica impressos com os poemas da artista. Esses elementos diversos são reunidos dentro de uma obra sonora imersiva baseada na voz e na respiração da artista. Cadence confronta tanto a beleza quanto a degradação do mundo natural — e sua agitação em meio a revoluções industriais e tecnológicas\, extração de recursos e guerras. A instalação monumental cria novas maneiras de perceber — e sentir — as enormes mudanças que estão ocorrendo em nosso tempo. \nApresentações ao vivo acontecerão na primavera de 2025. Mais detalhes serão fornecidos aqui nas próximas semanas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/otobong-nkanga-cadence-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/MoMA-B713-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241023T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250312T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241023T141631Z
LAST-MODIFIED:20241023T141631Z
UID:58617-1729677600-1741798800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Museu Afro Brasil celebra 20 anos com três exposições
DESCRIPTION:Madalena dos Santos Reinbolt\, Sem título\, 1950-1977. Acervo do Museu Afro Brasil (MAB)\n\n\n\n\nNo dia 23 de outubro de 2004\, Emanoel Araujo (1940-2022) inaugurava o Museu Afro Brasil\, um momento essencial para a valorização das contribuições africanas e afro-diaspóricas para a formação do país. Desde então\, o museu tornou-se um espaço de memória\, resistência e criação\, voltado para o reconhecimento das lutas\, conquistas e legados do povo negro. \nEm comemoração ao seu 20º aniversário\, o Museu Afro Brasil\, uma instituição da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas\, inaugura no dia 23 de outubro de 2024 três exposições que dialogam com diferentes facetas da arte\, história\, e cultura afro-brasileira: ‘Uma História do Poder na África’\, ‘Popular\, Populares’ e ‘Pensar e Repensar\, Fazer e Refazer’. As mostras estarão abertas para visitação de terça a domingo\, das 10hrs às 17hrs\, e trazem obras que integram o espaço do Museu\, e refletem sobre o passado e o futuro da instituição. \nAs produções expostas reproduzem os desafios que o povo negro enfrenta e reimaginam a trajetória de luta da população preta no Brasil\, reconhecendo a pavimentação desse caminho ao longo dos séculos e seu impacto na sociedade brasileira. \nUma História do Poder na África – Um olhar profundo sobre a centralidade africana \nO Ministério da Cultura apresenta “Uma História do Poder na África”\, inspirada nas ideias de Cheikh Anta Diop\, “Uma História do Poder na África” destaca a relevância da África na formação das civilizações mundiais\, reconhecendo o Egito antigo como parte integrante do continente africano. As obras expostas exploram a intersecção entre passado e presente\, com destaque para relíquias egípcias que reforçam a importância cultural e histórica do Egito para a África subsaariana. \nDois nomes contemporâneos ganham destaque: a angolana Damara Inglês e a guineense Gisela Casimiro\, artistas com obras especialmente comissionadas para essa exposição. Ambas trazem perspectivas atuais que dialogam com o conceito de poder e ancestralidade africana\, contribuindo para uma releitura crítica da arte africana em suas diversas manifestações. \nEntre os artefatos e obras mais marcantes\, estão o Trono do Reino Daomé\, o Banco Luba e a Cabeça de bronze de Yoba\, além de peças raras da antiga civilização egípcia. As conexões culturais entre o Egito e o resto da África\, tão defendidas por Diop\, são evidenciadas ao longo da mostra\, que se divide em cinco núcleos temáticos. \nPopular\, Populares – A pluralidade do ‘popular’ nas artes  \nA exposição “Popular\, Populares” chega em um momento oportuno\, coincidindo com as comemorações dos 20 anos do Museu Afro Brasil. Ela enxerga questionamentos sobre o que é definido como ‘popular’ nas artes\, desafiando as categorizações que rotulam muitas vezes esses artistas como ‘ingênuos’ ou com pouca formação acadêmica. \nA mostra apresenta obras de mestres como Cândido Santos Xavier\, Luiz Antônio da Silva\, Ciça – Cícera Fonseca da Silva\, M. L. C. – Maria de Lurdes Cândido\, Jadir João Egidio\, M. C. M. – Maria Cândido Monteiro\, Mestre Noza\, Manuel Graciano Cardoso\, Mestre Vitalino (e família)\, Véio e Dedé.  \nA pluralidade da arte popular é explorada em várias dimensões\, desde as peças multicoloridas e antropo-zoomorfas até o minimalismo das formas. As obras são expostas em diálogo\, permitindo ao visitante uma experiência imersiva. A viagem começa com os barcos de Exu de Cândido Santos Xavier\, atravessa as memórias e retratos esculpidos da “Família quilombola” de Mauro Firmino e se encerra no realismo fantástico de sereias e seres míticos brasileiros\, com esculturas de Resêndio e Manuel Graciano Cardoso. \nO questionamento sobre o que é ‘popular’ atravessa toda a exposição\, com o museu desafiando visões estereotipadas sobre o lugar dessas produções na história da arte brasileira. A arte popular\, sempre plural\, revela a resistência e a sobrevivência cotidiana de seus criadores. \nPensar e Repensar\, Fazer e Refazer – Reflexões sobre o legado do Museu\, uma linha do tempo da resistência \nAo longo de duas décadas\, o Museu Afro Brasil abrigou e promoveu exposições que celebram a história e a cultura afro-brasileira\, e também desafiam narrativas que limitam o papel dos negros no Brasil e no mundo. Exposições como “Brasileiro\, Brasileiros” (2004)\, “Benin está vivo ainda lá” (2007) e “Isso é coisa de preto – 130 anos da abolição da escravidão: arte\, história e memória” (2018) mostram o esforço do museu em se posicionar como um espaço de luta coletiva.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/museu-afro-brasil-celebra-20-anos-com-tres-exposicoes/
LOCATION:Museu Afro Brasil Emanoel Araújo\, Parque Ibirapuera\, Portão 10 - Av\, Pedro Álvares Cabral\, s/n – Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Popular-Populares-I-Sem-Titulo-I-Madalena-dos-Santos-Reinbolt-2-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241025T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250427T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241024T152921Z
LAST-MODIFIED:20250417T143932Z
UID:58657-1729850400-1745776800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Era uma vez: visões do céu e da terra" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Luciana Magno\, “Transamazônica”\, 2014. Performance direcionada para vídeo e fotografia\, 1’11’\n\n\n\n\n“Era uma vez: visões do céu e da terra” é uma exposição coletiva que se organiza como uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e a imaginação de outros mundos. A mostra que acontece na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea articula perspectivas de 33 artistas de variadas gerações e origens no Brasil e no mundo\, cujas produções permitem vislumbrar o confronto entre diferentes lógicas de habitar o planeta e\, sobretudo\, inventá-lo; uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e imaginar novos inícios. \nA exposição investiga o pensamento cosmológico das pessoas artistas\, desde o período de 1969 – ano que marca os eventos históricos da chegada do homem à Lua e da divulgação do primeiro relatório da ONU sobre “Problemas do meio ambiente urbano” – até os dias de hoje\, em que a relação predatória da humanidade com o planeta colocou as questões ambientais como tema central no debate ao redor do globo. \nEm “Era uma vez”\, as pessoas artistas fazem diagnósticos e imaginam outras realidades possíveis – misturando abordagens documentais\, especulativas e ficcionais. \nDO CÉU PARA A TERRA \nA exposição se divide em três momentos. Ao entrar na Grande Galeria visitantes percorrem uma série de obras que olham para o espaço sideral\, em uma tentativa de conhecer e imaginar para além da Terra. Podem ser vistas obras como Yauti in Heavens (Saturno\, Lua aterrissagem e Lua Chegada) (1988-9)\, de Regina Vater\, My three inches comet (1973)\, de Iole de Freitas\, entre outras\, até chegarem no trabalho de Steve McQueen\, Era uma vez (2002)\, que dá título à exposição. Em 1977\, a NASA envia uma série de fotos para o espaço\, com o objetivo de mandar registros da vida no planeta para extraterrestres. McQueen apresenta 116 dessas imagens\, explicitando uma narrativa nostálgica construída por cientistas norte-americanos\, que reuniram uma finita seleção de imagens que simulam a vida na Terra\, sem considerar questões como a miséria\, guerras e conflitos religiosos. \nNo espaço central da galeria\, artistas olham do céu para um planeta em disputa\, ao mesmo tempo em que pensam sobre formas de se conectarem com a Terra. Em Bovinocultura XXI (1969)\, de Humberto Espínola\, o artista traz um chifre de gado agigantado para tratar das ambivalências do agronegócio\, que destrói o meio-ambiente para gerar riqueza de maneira inconsequente. \nAinda na mesma sala\, a relação das pessoas artistas com o planeta é definida por meio de conexões ancestrais e espirituais. Jota Mombaça\, no filme O nascimento de Urana Remix (2020)\, vive a experiência de se enterrar na terra\, se tornando parte do todo. \nA ESPECULAÇÃO IMAGINATIVA \nCom a ascensão do Antropoceno (termo utilizado para designar o impacto global das atividades humanas no planeta) as pessoas artistas nos convidam a conceber novos mundos\, a partir de movimentos de resistência e de imaginação radical. Nesta parte da exposição\, artistas como Yhuri Cruz se ancoram na especulação imaginativa e nos levam a novos universos\, como o de Revenguê (2023). \nA artista colombiana Astrid González apresenta uma sociedade livre em Drexciya (2023)\, obra que integra vídeos\, imagens\, esculturas e desenhos para criar uma comunidade subaquática descendente de mulheres grávidas que foram jogadas ao mar em travessias de navios que transportavam pessoas escravizadas entre 1525 e 1866. \nArtistas participantes \nAnna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Arthur Luiz Piza\, Astrid González\, Bu’ú Kennedy\, Carla Santana\, Carlos Zilio\, Carolina Caycedo\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Celeida Tostes\, Cipriano\, Edival Ramosa\, Erika Verzutti\, Feral Atlas\, Humberto Espíndola\, Iole de Freitas\, Jaider Esbell\, Janaina Wagner\, Jota Mombaça\, Juraci Dórea\, Luciana Magno\, Luiz Alphonsus\, Mariana Rocha\, Mayana Redin\, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)\, Mira Schendel\, Patricia Domínguez\, Regina Vater\, Steve McQueen\, Sueli Maxakali\, Tabita Rezaire\, Uýra Sodoma\, Xadalu Tupã Jekupé e Yhuri Cruz.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/era-uma-vez-visoes-do-ceu-e-da-terra-na-pinacoteca-contemporanea/
LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/LUCIANA-MAGNO_Altamira-Pinacoteca-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241028T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250713T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20250504T204455Z
LAST-MODIFIED:20250504T204455Z
UID:62380-1730109600-1752426000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jesse Krimes: Corrections" no The Met Museum
DESCRIPTION:Jesse Krimes\, “Purgatory” (detalhe)\, 2009. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York. Aquisição com doação do Vital Projects Fund Inc.\, por meio de Joyce e Robert Menschel\, e doações da Alfred Stieglitz Society\, 2024. © Jesse Krimes.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA fotografia desempenhou um papel central na construção de sistemas de poder na sociedade\, especialmente em contextos ligados ao crime e à punição. Esta exposição apresenta instalações imersivas contemporâneas do artista Jesse Krimes (americano\, nascido em 1982)\, em diálogo com fotografias do século XIX do acervo do The Met\, realizadas pelo criminologista francês Alphonse Bertillon — responsável por desenvolver o primeiro sistema moderno de identificação criminal\, anterior à adoção das impressões digitais. \nAs instalações de Krimes\, criadas ao longo de seus seis anos de encarceramento\, revelam a engenhosidade de um artista que trabalhou sem acesso a materiais tradicionais. Utilizando sabonetes fornecidos pela prisão\, gel para cabelo\, cartas de baralho e jornais\, ele produziu obras que buscam interromper e recontextualizar a circulação de imagens na mídia. Exibidas em contraponto às fotografias de Bertillon — cuja metodologia combinava medidas antropométricas e retratos fotográficos\, dando origem à atual ficha de identificação criminal — as obras de Krimes questionam a suposta neutralidade dos sistemas de reconhecimento e as hierarquias sociais que eles ajudam a criar e perpetuar. \nArtista para quem a colaboração e o ativismo são essenciais\, Krimes fundou o Center for Art and Advocacy\, uma organização voltada à valorização do talento e do potencial criativo de pessoas que passaram pelo sistema prisional\, promovendo apoio e melhores condições para artistas anteriormente encarcerados.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jesse-krimes-corrections-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/05/f0b940cff882b8b43bcaca60c983a6d7c0c41c91-5120x5120-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241101T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260104T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241113T192041Z
LAST-MODIFIED:20241113T195512Z
UID:59408-1730457000-1767549600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Shifting Landscapes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Jane Dickson\, “Heading in—Lincoln Tunnel 3”\, 2003. Whitney Museum of American Art\, Nova York; presente de Eve Ahearn e Joseph Ahearn 2017.275. © Jane Dickson.\n\n\n\n\nEmbora o gênero paisagem tenha sido historicamente associado a vistas pitorescas\, Shifting Landscapes considera uma interpretação mais expansiva dessa categoria\, explorando como as questões políticas\, ecológicas e sociais em evolução motivam os artistas enquanto tentam representar o mundo ao seu redor. Retirada da coleção do Whitney\, a exposição apresenta obras dos anos 1960 até o presente e é organizada em seções temáticas distintas. Algumas delas se agrupam em torno de afinidades materiais e conceituais: assemblagens escultóricas formadas por objetos locais\, abordagens ecofeministas da land art e os legados da fotografia documental de paisagens. Outras estão relacionadas a geografias específicas\, como o frenético cenário urbano da Nova York moderna ou a cena experimental de cinema de Los Angeles dos anos 1970. Ainda outras mostram como os artistas inventam novos mundos fantásticos\, onde humanos\, animais e a terra se tornam um só. Seja representando os efeitos da industrialização no meio ambiente\, enfrentando o impacto das fronteiras geopolíticas ou propondo espaços imaginados como uma forma de desestabilizar o conceito de um mundo “natural”\, as obras reunidas aqui trazem ideias sobre a terra e o lugar em foco\, destacando como moldamos e somos moldados pelos espaços ao nosso redor. \nShifting Landscapes é organizada por Jennie Goldstein\, Curadora Associada da Coleção; Marcela Guerrero\, Curadora da Família DeMartini; Roxanne Smith\, Assistente Curatorial Sênior; com Angelica Arbelaez\, Rubio Butterfield Family Fellow; com agradecimentos a Araceli Bremauntz-Enriquez e J. English Cook pelo apoio à pesquisa.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mark-armijo-mcknight-decreation-no-whitney-museum-2/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/large_RS10724_2017_275_cropped-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241102T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250608T190000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241030T193710Z
LAST-MODIFIED:20250514T165547Z
UID:58921-1730541600-1749409200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Judeus na Amazônia" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Sergio Zalis Família Levy em Maués-AM – Série “Hebraicos da Amazônia” 1981 Impressão Fine art. Cortesia do artista\n\n\n\n\nHistórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração em 2021\, Judeus na Amazônia abre suas portas ao público no dia 2 de novembro. Reunindo mais de 220 itens entre obras de arte\, vídeos\, documentos históricos e fotográficos\, a mostra propõe dar conta de um capítulo pouco conhecido da história brasileira: a imigração judaico-marroquina para a Amazônia\, que aconteceu entre 1810 e 1930\, trazendo centenas de famílias que viviam em cidades como Tânger\, Tetuan\, Fez e Marrakesh. Na região se estabeleceram como regatões\, os mascates dos rios\, e atuavam no período do auge da economia da borracha levando e trazendo mercadoria das cidades para os seringais.  \nCom curadoria conjunta de Aldrin Moura de Figueiredo\, Ilana Feldman\, Mariana Lorenzi e Renato Athias\, a panorâmica é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pelo Museu e ocupa três andares de sua sede. Subdividida em 13 núcleos temáticos\, os espaços exibem recortes como embarcações\, trocas comerciais\, mulheres\, ativismo ambiental\, rituais e os entrelaçamentos entre a cultura judaica\, marroquina e amazônica. Com obras de artistas como Claudia Andujar\, Donna Benchimol\, Thomaz Farkas\, Arieh Wagner\, Sergio Zalis\, Abrão Bemerguy e Mady Benzecry – além de três obras comissionadas –\, o projeto propõe um olhar ampliado sobre como a cultura judaica se ambientou em diferentes localidades amazônicas\, influenciando e sendo influenciada\, sem perder suas raízes.  \n“O desejo foi abarcar o contexto histórico e documental trazendo à vida\, as histórias pessoais e familiares dessa que é uma das primeiras comunidades judaicas a se estabelecer no Brasil.”\, explica a Mariana Lorenzi\, ressaltando que a pesquisa não se limitou às capitais Manaus e Belém\, mas estendeu-se por cidades como Gurupá\, Cametá\, Alenquer\, Parintins\, Itacoatiara\, Maués\, Macapá e Breves\, entre muitas outras. A pesquisa de campo incluiu visitas a antigos cemitérios – um levantamento aponta que mais de 30 deles teriam existido na região – arquivos institucionais e familiares\, e sinagogas. Antes da exposição\, o Museu realizou seminários preparatórios sobre a presença judaica na Amazônia que aconteceram em São Paulo\, Belém\, Manaus e Manaus e São Luiz do Maranhão. \n“Foi um desafio fazer o levantamento da maior variedade possível de materiais\, uma construção ativa de encontrar e mobilizar as pessoas que fazem parte daquela história. Além disso\, houve a preocupação de mesclar os objetos  históricos com uma produção de arte contemporânea\, seja por meio de artistas judeus provenientes da Amazônia\, como Mady Benzecry\, ou artistas judeus que atuaram na região\, como o fotógrafo Thomaz Farkas”\, complementa a curadora. Ela também ressalta a importância de Samuel Benchimol (1923-2002) e outros pesquisadores que se debruçaram anteriormente sobre o tema. Inclusive foi usada uma ampla bibliografia como base de pesquisa. Outro aspecto importante\, é a importância do contexto do ciclo da borracha para o entendimento desses fluxos migratórios.  \nTrês obras foram comissionadas especialmente para a mostra. O jovem pintor paraense Diego Azevedo trabalhou a partir de fotografias históricas para fazer o retrato de duas mulheres ímpares na história da região: a escritora Sultana Levy Rosenblatt e a jornalista Feliz Benoliel. A premiada videoartista Janaina Wagner apresenta um filme em Super 8 inspirado pelos dialetos falados pelos judeus que se estabeleceram na região amazônica. Por fim\, haverá uma obra do coletivo paraense Letras que flutuam \, grupo de abridores de letras – técnica regional de pintar letras decorativas nos barcos. \nAos comissionamentos\, somam-se obras de Abrão Bemerguy\, Mady Benzecry\, Donna Benchimol\, Arieh Wagner\, Felipe Goifman\, Sergio Zalis\, Thomaz Farkas\, Claudia Andujar\, Hannah Brandt\, Paul Garfunkel\, Renato Athias\, Bruno Barbey\, Berta Gleizer Ribeiro\, Noel Nutels\, pertencentes a acervos importantes como o do Museu de Arte do Rio (MAR)\, Instituto Moreira Salles (IMS)\, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)\, entre outros.  \nUm núcleo dedicado a rituais – como a religião era vivida na Amazônia – ocupa a área da sinagoga\, reunindo um objeto raro: uma Torá de mais de quatrocentos anos\, chegada ao Brasil na bagagem de um imigrante do Marrocos. Uma grande linha do tempo ilustrada\, depoimentos de história oral e o documentário “O Rio dos Cohen”\, de Felipe Goifman\, também fazem parte dos conjuntos apresentados.  \nPara Felipe Arruda\, Diretor Executivo do Museu Judaico\, a exposição reforça a vocação da instituição para criar pontes entre a cultura judaica e uma gama ampla de repertórios\, comunidades e linguagens artísticas. “Esse projeto é fruto de uma imersão pautada pela escuta das pessoas que diariamente sentem\, cultivam e vivem suas identidades judaico-amazônicas. A pesquisa surgiu quase que simultaneamente à criação do Museu e dá continuidade à missão de apresentar a pluralidade da identidade judaica\, sempre em diálogo com a diversidade cultural brasileira e com os temas basilares do contemporâneo”.   \nA exposição “Judeus na Amazônia” é apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com patrocínio do Santander Brasil\, da Gera Amazonas e apoio da Bemol e CIAM.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/judeus-na-amazonia-no-museu-judaico-de-sao-paulo/
LOCATION:Museu Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/54076124266_505fdd13ca_h-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241106T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250420T200000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241112T201239Z
LAST-MODIFIED:20241112T201354Z
UID:59340-1730887200-1745179200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Venenosas\, Nocivas e Suspeitas" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Giselle Beiguelman\, “Mandrágora”\, 2024. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nTudo começou com a maçã (que talvez fosse um figo ou uma romã\, segundo relatos antigos e anteriores ao Renascimento). Quando Eva provou o “fruto proibido” da Árvore do Conhecimento e o ofereceu a Adão\, causando a expulsão do casal do Jardim do Éden\, ela se tornou a primeira protagonista de uma história milenar que associa mulheres a plantas “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”. Este é o título da nova exposição que Giselle Beiguelman apresenta\, de 6 de novembro de 2024 a 20 de abril de 2025\, na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp\, na Av. Paulista. \nCom curadoria de Eder Chiodetto\, a mostra gratuita traz cerca de 30 trabalhos inéditos da artista\, que utilizou inteligência artificial (IA) para desenvolvê-los. “Nos últimos três anos\, tenho trabalhado extensivamente com IA em meus projetos artísticos. E tem sido uma tremenda experiência de aprendizado. No momento\, me dedico à exploração de modelos de IA que utilizam linguagem natural para gerar imagens a partir de textos e transformar imagens em um dinâmico processo de tradução quase intersemiótica. As obras visuais apresentadas nesta mostra foram criadas com esse tipo de tecnologia”\, explica Beiguelman. \nEm “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”\, a artista relaciona plantas que foram proibidas ou demonizadas pelo colonialismo – por razões que vão do seu uso em práticas rituais a poderes afrodisíacos ou alucinógenos – a mulheres que foram apagadas da história da arte e da ciência. \nAs beladonas aparecem em muitas histórias de bruxaria e há quem acredite que as mandrágoras gritam ao ser arrancadas da terra\, ecoando vozes de feiticeiras que matam quem as escuta. A papoula dá origem ao ópio\, que\, por muito tempo\, foi utilizado para o “tratamento” de mulheres “histéricas”. Já entre as plantas carnívoras\, a armadilha-de-Vênus (Dionaea muscipula)\, uma das mais conhecidas\, tem suas folhas comparadas ao órgão genital feminino e à imagem da “femme fatale”\, que usa sua atratividade para enganar e prender suas “vítimas”. \nPau-brasil\, cannabis e cogumelos são outras plantas que surgem em vídeos criados por Beiguelman\, que abasteceu a IA com referências da arte e estética de diversas botanistas que\, no seu tempo\, não tiveram o reconhecimento de seu trabalho\, como Sarah Anne Drake (1803-1857)\, responsável pelas ilustrações do livro “Orchidaceae Of Mexico And Guatemala” (1837-1843)\, de James Batemane.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/natureza-viva-de-marcelo-tinoco-no-centro-cultural-fiesp-2/
LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Avenida Paulista\, 1313\, Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Mandragora.-Giselle-Beiguelman.-2024-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241109T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250629T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241112T183415Z
LAST-MODIFIED:20241112T183416Z
UID:59325-1731146400-1751220000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/j-borges-o-sol-do-sertao-no-museu-do-pontal-2/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Obra-Jose-Bezerra_4-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241109T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251109T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241128T144718Z
LAST-MODIFIED:20241128T144718Z
UID:60002-1731146400-1762707600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Deep Waters: Four Artists and the Sea" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:John Akomfrah\, still de Vertigo Sea\, 2015. © Smoking Dogs Films; Cortesia de Smoking Dogs Films e Lisson Gallery\n\n\n\n\nGerações de artistas exploraram as belezas e os terrores do oceano\, refletindo sobre as experiências daqueles que viveram e perderam suas vidas entre as ondas. Entrelaçando obras de quatro artistas criadas ao longo de séculos e através do Atlântico\, esta exposição segue um fio genealógico unido pelo mar. Ecos de Watson and the Shark (1778)\, de John Singleton Copley\, reverberam em Slave Ship (Slavers Throwing Overboard the Dead and Dying\, Typhoon Coming On) (1840)\, de J. M. W. Turner\, que\, por sua vez\, influenciou a arte criada no século XXI. \nApresentada pela primeira vez na Nova Inglaterra\, a icônica instalação de filme em três canais Vertigo Sea (2015)\, de John Akomfrah\, expande os temas centrais das duas obras anteriores\, explorando a tumultuosa relação da humanidade com o mar e suas criaturas\, bem como o papel do oceano na história da escravidão. Em Some People Have Spiritual Eyes I and II (2020)\, a fotógrafa Ayana V. Jackson leva essas ideias a uma nova direção. Sua exploração da divindade\, feminilidade e destino por meio de autorretratos é inspirada em Drexciya\, uma mítica utopia aquática habitada por descendentes das mulheres africanas grávidas que perderam suas vidas no Oceano Atlântico durante o Middle Passage. \nDeep Waters: Four Artists and the Sea convida os visitantes a considerar e refletir sobre o diálogo entre essas obras de arte e seus criadores. Cada artista oferece uma perspectiva única baseada em sua experiência vivida\, mas todos estão sintonizados com as poéticas e histórias do mar — desde suas superfícies brilhantes e profundezas insondáveis até seus habitantes e fantasmas; de um local de memória\, luto e fragilidade a um símbolo de resiliência e futuros possíveis.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/deep-waters-four-artists-and-the-sea-no-museum-of-fine-arts-boston/
LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/AKOM150001_still_A-Red-Jacket-16x9-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241109T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250531T190000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241112T202338Z
LAST-MODIFIED:20241112T202338Z
UID:59344-1731150000-1748718000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Eu mesmo\, Carnaval" na Casa Mário de Andrade
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Mário de Andrade\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Organização Social Poiesis\, inaugura no dia 9 de novembro a exposição de curta duração “Eu mesmo\, Carnaval”\, com a apresentação de ritmistas da Escola de Samba Mocidade Alegre\, e seguirá com programação temática durante todo o mês. Confira! \nA exposição Eu mesmo\, Carnaval\, que ficará aberta até 31 de maio de 2025\, nos convida a conhecer a profunda relação de Mário de Andrade com o carnaval paulistano\, principalmente na região da Barra Funda e em outros lugares do país. O título escolhido reproduz um verso do poema “Carnaval carioca”\, escrito por Mário de Andrade em 1923\, inspirado na experiência do autor no festejo carioca neste mesmo ano. \nA exposição\, com curadoria de Arthur Major\, pesquisador da Casa Mário de Andrade\, e Fábio Parra\, do departamento de comunicação e cultural do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, traz uma interface entre a pesquisa de Mário de Andrade sobre o Carnaval e o enredo de 2024 da escola paulistana Mocidade Alegre “Brasileia Desvairada: A busca de Mário de Andrade por um país”\, tecendo o fio condutor do discurso curatorial\, tendo como guia o personagem do Arlequim\, que pela visão do escritor\, representa tanto a cidade de São Paulo\, quanto a personificação do próprio poeta. \nOs visitantes terão a oportunidade de vivenciar um espaço imersivo\, onde se encantarão com as fantasias originais utilizadas no desfile campeão de 2024 do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, detalhes da confecção das peças\, dos carros alegóricos\, e conhecerão detalhes dos requisitos de julgamento. Além disso\, o público apreciará uma parede sonora com músicas que embalaram carnavais como “Ai que saudade de Amélia”\, de Ataulfo Alves\, e “Baianinha”\, de Silvio Caldas\, e conferir registros fotográficos do acervo particular de Mário de Andrade\, os quais mostram as festas de carnaval em São Paulo\, Rio de Janeiro e Recife. \nNo final do circuito\, o público contará com um espaço instagramável e experiência sonora\, sentindo-se na apoteose do desfile\, com Mário de Andrade. \nNa abertura da exposição (9/11)\, a partir das 13h\, o Grêmio Recreativo Cultural da Escola de Samba Mocidade Alegre apresentará o “Morada do Samba”\, espetáculo que une a tradição e o espírito comunitário da escola\, homenageando nomes como o de Mário de Andrade\, que ajudaram a construir a sua identidade cultural. \nJá no dia 23 de novembro\, a partir das 16h\, na atividade Carnaval na Poesia Modernista\, o Victor Palomo\, pesquisador e doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas da USP\, explora as figurações do carnaval e a poética do mascaramento em diferentes autores do período. \nNo Projeto Quintal o carnaval também começa mais cedo. Também em 23/11\, às 11h\, as crianças e seus responsáveis vão confeccionar adereços carnavalescos na oficina Carnaval no Museu: mão na massa. A seguir\, saiba como participar dessas atividades (serviço).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-origem-de-macunaima-na-casa-mario-de-andrade-2/
LOCATION:Casa Mário de Andrade\, Rua Lopes Chaves\, 546 – Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Baiana-Foto-Casa-Mario-de-Andrade-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241110T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250315T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241113T193228Z
LAST-MODIFIED:20241113T195505Z
UID:59421-1731234600-1742059800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Christian Marclay: The Clock" no MoMA
DESCRIPTION:Christian Marclay\, “The Clock”\, 2010. Museu de Arte Moderna\, Nova York. Doação prometida pela coleção de Jill e Peter Kraus. © 2024 Christian Marclay. Cortesia da Paula Cooper Gallery e White Cube. Visita à instalação\, Christian Marclay—The Clock\, Museu de Arte Moderna\, Nova York\, 21 de dezembro de 2012 a 21 de janeiro de 2013. Foto: Thomas Griesel\n\n\n\n\nEncapsulando 100 anos da história da imagem em movimento\, The Clock (2010) de Christian Marclay é uma montagem de 24 horas composta por milhares de clipes de filmes e programas de televisão que retratam relógios e outras referências ao tempo. James Bond checa seu relógio às 12h20; Meryl Streep desliga um despertador às 6h30; um relógio de bolso faz tique-taque às 11h53 enquanto o Titanic parte. Com cada clipe sincronizado com a hora local\, The Clock colapsa o tempo fictício apresentado na tela com o tempo real de cada minuto que passa. A obra é tanto uma tour de force cinematográfica quanto um relógio funcional. \nCom base em sua formação como músico nas cenas underground de Boston e Nova York no final dos anos 1970 e 1980\, Marclay\, ao longo de cinco décadas\, combinou fragmentos visuais e sonoros para explorar as complexas relações entre imagem e som. Seus trabalhos resultantes tomaram forma em uma ampla variedade de meios: escultura\, pintura\, fotografia\, impressão\, performance e vídeo. Com a ajuda de assistentes em busca de imagens\, Marclay passou três anos editando meticulosamente The Clock—a culminação de sua abordagem inovadora de olhar o mundo de uma forma nova através de material encontrado. \nThe Clock fala sobre a rica história do cinema como um reflexo e uma fuga da realidade\, um paradoxo que se torna cada vez mais central na vida cotidiana na era de transmissão instantânea\, serviços de streaming e inteligência artificial. A montagem de Marclay\, com clipes cuidadosamente selecionados\, nos leva em uma jornada pelo passado para aumentar nossa percepção de um presente sempre elusivo e em constante desdobramento. Ao editar fragmentos do vasto arquivo do cinema para mostrar a hora atual\, Marclay reformula nossa memória coletiva dos filmes como um confronto estranho com nós mesmos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/vital-signs-artists-and-the-body-no-moma-2/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Christian-Marclay—The-Clock-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241116T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250406T170000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241211T155125Z
LAST-MODIFIED:20241211T155125Z
UID:60260-1731751200-1743958800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tha Sun Will Set" no Museum of Fine Arts Boston
DESCRIPTION:Christina Quarles\, “In 24 Days Tha Sun’ll Set at 7pm”\, 2022. Fundo de Aquisição Robert L. Beal\, Enid L. Beal e Bruce A. Beal e fundos doados por Allison Berg e Stuart e Gina Peterson.\n\n\n\n\n“Tha Sun Will Set: Contemporary Abstraction and the Body” reúne nove obras de três gerações de artistas mulheres das Américas\, traçando uma linhagem da pintura abstrata ao longo de sete décadas a partir da coleção do MFA. \nO título da exposição é emprestado da obra In 24 Days Tha Sun’ll Set at 7pm (2022)\, de Christina Quarles\, que explora com liberdade as tradições da abstração por meio de técnicas inovadoras de pintura e formas de representar figuras na paisagem. Adquirida pelo MFA em 2023 como parte de uma iniciativa para ampliar as obras de mulheres em seu acervo\, a pintura é exibida aqui pela primeira vez. Também estreiam publicamente 153. (1967)\, abstração corporal de inspiração pop de Marcia Hafif\, e a peça em cerâmica inicial Red (2012)\, de Rose B. Simpson. \nA exposição é complementada por pinturas de Helen Frankenthaler\, Elaine de Kooning\, Jacqueline Humphries\, Amy Sillman\, Elizabeth Peyton e Cecilia Vicuña. Juntas\, essas obras oferecem uma visão instigante sobre como o modernismo do século 20 se entrelaça com representações do feminino\, do corpo e da paisagem na arte contemporânea.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tha-sun-will-set-no-museum-of-fine-arts-boston/
LOCATION:MFA Boston\, 465 Huntington Ave\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Tha-Sunll-Set_16x9_uncropped-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241116T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250321T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241113T195305Z
LAST-MODIFIED:20241113T195305Z
UID:59427-1731753000-1742578200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Light: Rafaël Rozendaal’s Digital Abstractions" no MoMA
DESCRIPTION:Rafaël Rozendaal\, “Implosion”\, 2023. Coleção do artista. Imagem cortesia do artista.\n\n\n\n\n“Eu sempre quis fazer trabalhos que pudessem ser vistos por qualquer pessoa\, em qualquer lugar\, a qualquer hora”\, diz Rafaël Rozendaal\, um inovador no campo da arte baseada na Internet. Desde o início dos anos 2000\, suas animações vibrantes exploram as possibilidades estéticas e conceituais do código\, tratando-o como se fosse tinta. \nComo Rozendaal escolheu a Internet como sua tela\, essas obras estão acessíveis online por todos. Cada obra começa como um storyboard esboçado no papel\, que é então traduzido para o código e ocupa apenas uma pequena quantidade de kilobytes. Sua forma final é um site autônomo alimentado por um algoritmo que gera a animação em tempo real. A prática de Rozendaal se desdobra dentro das possibilidades visuais do navegador\, aproveitando a paisagem digital plana\, mas multidimensional. \nEsta instalação apresenta uma seleção de seus sites\, cada um amostrado por dois a três minutos em uma tela de alta resolução com quase 7\,5 metros de largura. Desde o início\, essas obras foram concebidas para serem independentes de resolução e robustas o suficiente para suportar a evolução de software e telas. O objetivo de Rozendaal é que experimentemos um estado de imersão tão completo que ele se torne um com o nosso mundo físico. Como ele explica: “Eu imagino que viveremos em um mundo onde não haverá diferença entre uma tela e qualquer outra superfície.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/vital-signs-artists-and-the-body-no-moma-2-2/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/PR-and-W-implosion-0-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241117T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250329T173000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241113T195955Z
LAST-MODIFIED:20241113T195955Z
UID:59432-1731839400-1743269400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lillie P. Bliss and the Birth of the Modern" no MoMA
DESCRIPTION:Paul Cézanne\, “Still Life with Apples”\, 1895–98. Museu de Arte Moderna\, Nova York. Coleção Lillie P. Bliss\n\n\n\n\nMoMA não seria o que é hoje sem Lillie Plummer Bliss. Em 1929\, após anos de defesa da arte moderna em Nova York\, Bliss\, juntamente com Abby Aldrich Rockefeller e Mary Quinn Sullivan\, fundou o Museu de Arte Moderna. Quando faleceu\, aos 66 anos\, apenas dois anos depois\, Bliss deixou grande parte de sua coleção de arte para o museu — um ato visionário que mudou fundamentalmente a trajetória do MoMA. \nLillie P. Bliss and the Birth of the Modern reúne 40 obras da coleção de Bliss\, incluindo pinturas e trabalhos sobre papel de Paul Cézanne\, Odilon Redon\, Georges-Pierre Seurat e Pablo Picasso. Bliss foi uma feroz defensora desses artistas inovadores em uma época em que a arte moderna era frequentemente recebida com suspeita ou ridicularização. “Eles têm algo a dizer que vale a pena ser dito e reivindicam para si mesmos apenas a liberdade de expressá-lo à sua maneira\,” declarou ela. Seu presente generoso\, que permitiu a venda de suas obras para financiar novas aquisições — incluindo A Noite Estrelada de Vincent van Gogh — forneceu ao jovem museu os meios para desenvolver sua coleção por muitos anos no futuro. \nA notável contribuição de Bliss para a história da arte moderna nos Estados Unidos permanece subestimada. Isso se deve em parte ao seu desejo de ficar fora dos holofotes; no final de sua vida\, Bliss solicitou que seus documentos pessoais fossem queimados. Embora grande parte de sua história permaneça por imaginar\, Lillie P. Bliss and the Birth of the Modern ilumina essa figura fundamental por meio das obras de arte que ela mais amava.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/vital-signs-artists-and-the-body-no-moma-2-2-2/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/Still-Life-with-Apples-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241121T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241121T140247Z
LAST-MODIFIED:20241121T140247Z
UID:59619-1732186800-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Crossroads: Rubem Valentim’s 1960s" no ICA Miami
DESCRIPTION:Rubem Valentim\, “Pintura 2”\, 1964. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO ICA Miami apresenta a primeira exposição em um museu dos Estados Unidos dedicada ao pintor afro-brasileiro Rubem Valentim (nascido em 1922\, Salvador\, Brasil; falecido em 1991\, São Paulo). Uma voz singular na pintura modernista e na abstração geométrica\, Valentim explorou as preocupações formais do meio e suas ressonâncias sociais através de culturas e práticas espirituais. Esta exposição concentra-se nas obras produzidas por Valentim na década de 1960 e na transformação de seu trabalho e pensamento durante esse período. \nValentim dividiu a década entre o Brasil\, que vivia um momento entre a rápida industrialização e a ditadura militar\, e a Europa\, onde teve seu primeiro contato direto com a arte africana e as políticas do Terceiro Mundo que influenciariam sua prática artística. Após se mudar de Salvador para o Rio de Janeiro no final da década anterior\, Valentim produziu\, nos anos 1960\, pinturas marcadas pela forma racional e composição simétrica. Como as obras mais progressistas produzidas no Brasil da época\, incluindo as pinturas de Waldemar Cordeiro e os experimentos fotográficos de Geraldo de Barros\, suas pinturas desse período caracterizam-se pela clareza composicional e fácil comunicabilidade. Valentim buscava oferecer ferramentas para que uma população em rápida urbanização pudesse funcionar melhor com os novos sistemas e velocidades de comunicação\, tecnologias e formas de vida nas cidades em modernização\, ainda que segregadas e economicamente desiguais. \nEntre 1963 e 1966\, Valentim viveu na Europa\, estabelecendo-se principalmente em Roma\, onde realizou sua primeira exposição fora do Brasil. Durante esse período\, visitou outras cidades e\, em Londres\, viu esculturas africanas pela primeira vez. O impacto desse encontro está registrado em suas pinturas desse período: obras que mantêm as linhas precisas e os espaços pictóricos rasos da abstração geométrica\, mas nas quais formas genéricas se transformam em figuras que aludem a totens\, objetos de culto\, fragmentos de arquitetura de templos e signos como machados e flechas associados a divindades afro-brasileiras. Sua estadia no exterior culminou com sua participação no Primeiro Festival Mundial de Artes Negras\, realizado em Dakar\, Senegal\, em 1966. \nEm 1967\, ao retornar para viver em Brasília\, a nova capital moderna do país\, Valentim iniciou a série radical intitulada “Emblemas”. Produzidas em baixo-relevo raso\, essas obras invadem o espaço físico do espectador\, rejeitando qualquer possibilidade de ilusão oferecida pelo plano pictórico. Além disso\, essas obras reduzem ainda mais a paleta de cores de Valentim\, frequentemente empregando apenas uma cor sobre um fundo branco impecável. Embora ainda utilizasse formas geométricas abstratas\, Valentim buscava aprofundar sua conexão com a arte das práticas religiosas afro-brasileiras\, criando pinturas como uma tecnologia para interpretar significados cosmológicos. Nesse processo\, suas pinturas tornaram-se crescentemente ideográficas\, fundindo signo e significado e questionando a própria representação. \nAs obras de Rubem Valentim estão presentes em coleções como as do Museum of Modern Art\, Nova York; Museum of Fine Arts\, Boston; Pinacoteca do Estado de São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna da Bahia; Museu de Arte de Brasília; Museu de Arte de São Paulo (MASP); Museu Afro Brasil\, São Paulo; e o Museum of Fine Arts\, Houston. Seu trabalho foi exibido na Bienal de Veneza e na Bienal de São Paulo. Em 2019\, foi tema de uma importante retrospectiva\, Rubem Valentim: Construções Afro-Atlânticas\, no MASP.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/crossroads-rubem-valentims-1960s-no-ica-miami/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/fafb260a-pintura-2-1964-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20241121T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260514T221132
CREATED:20241121T140829Z
LAST-MODIFIED:20241121T140829Z
UID:59622-1732186800-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Keiichi Tanaami: Memory Collage" no ICA Miami
DESCRIPTION:Keiichi Tanaami\, Untitled (Collagebook 7_60)\, c. 1971. Coleção particular\, Reino Unido. Cortesia de Karma\, International\n\n\n\n\nO Institute of Contemporary Art\, Miami\, apresenta Keiichi Tanaami: Memory Collage\, a primeira exposição individual do artista em um museu nos Estados Unidos. Keiichi Tanaami (1936–2024\, Tóquio) foi uma figura pioneira no Pop Art japonês e global ao longo de sete décadas\, criando obras magnificamente imersivas em diversos meios para examinar as culturas americana e japonesa no período pós-guerra. Tanaami antecipou o cruzamento entre cultura popular e arte\, e\, por meio de suas conexões com o design\, adotou uma abordagem radical e crítica sobre como imagens de desejo e violência transformam a sociedade. A exposição reúne obras produzidas entre 1965 e 2024\, destacando o uso do artista do método de colagem para expressar a complexa paisagem midiática contemporânea. \nA vida e obra de Tanaami foram profundamente marcadas por sua criação no Japão\, o trauma da Segunda Guerra Mundial e a reconstrução do país no pós-guerra. Apesar de a guerra ter forçado Tanaami e sua mãe a fugirem para o campo em 1943\, os massivos ataques aéreos dos Estados Unidos em Tóquio no final do conflito\, assim como sua experiência em abrigos antiaéreos\, tiveram um impacto imenso no garoto de nove anos e continuam a assombrar sua imaginação. Suas obras alucinatórias transbordam com aviões americanos\, holofotes\, monstros reais e imaginários e multidões em fuga. Imagens sexuais permeiam sua obra ao longo das décadas\, assim como cores sintéticas; Tanaami registra a cultura popular comercializando o desejo como uma forma de suprimir a devastação da guerra. Tanaami formou-se em design gráfico pela Musashino Art University\, em Kodaira\, Japão\, em 1960\, e construiu uma carreira de sucesso no design e publicidade\, atuando como o primeiro diretor de arte da Playboy japonesa e criando capas de discos para Jefferson Airplane e The Monkees\, contribuindo para a introdução da cultura psicodélica no Japão. \nDurante a década de 1960\, a prática artística de Tanaami frequentemente assumiu a forma de exuberantes colagens repletas de recortes de revistas internacionais. Essas colagens densas são fascinantes índices da cultura visual do pós-guerra\, com referências de fontes ocidentais e japonesas\, formas comerciais e chapbooks. Tanaami também desenvolveu esses conjuntos fantásticos de imagens por meio de animações musicais\, surreais e psicodélicas\, que hoje são clássicos do cinema de vanguarda. \nCombinando mídias díspares\, Tanaami criou mundos que exploram como a guerra distorce a percepção por meio de fragmentação\, pesadelos e visões alucinatórias. Nos anos 1970\, suas icônicas pinturas combinavam paisagens idílicas com publicidade\, imagens eróticas e slogans anti-guerra. Nas décadas seguintes\, Tanaami expandiu continuamente esses mundos\, citando mangás\, teatro e\, cada vez mais\, a história da arte\, inspirando-se em fontes tão variadas quanto a Escola de Fontainebleau do século XVI e as xilogravuras japonesas (ukiyo-e). Nos últimos anos\, o artista explorou o papel do criador na cultura visual com a série Pleasure of Picasso (2020–)\, que utiliza apropriação e repetição de forma lúdica e técnica\, refletindo sobre a compressão entre arte social\, comercial e histórica na contemporaneidade. \nA exposição também apresenta uma visão concisa do trabalho recente de Tanaami\, um período de grande produtividade e experimentação para o artista. Em pinturas de escala épica e imagens em movimento complexas\, Tanaami empregou tecnologia para ampliar suas visões caleidoscópicas. Com essas pinturas radicalmente produzidas\, impressas digitalmente e visualmente saturadas\, o artista reflete sobre o regime contemporâneo de imagens onipresentes e o espectro sempre presente da história.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/keiichi-tanaami-memory-collage-no-ica-miami/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Miami\, 61 NE 41st Street\, Miami\, Flórida\, Estados Unidos
CATEGORIES:Miami
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/409c7191-taanami_collage_book7_60_1971-e1731600259337-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR