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SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
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SUMMARY:Igshaan Adams no ICA Boston
DESCRIPTION:Igshaan Adams\, Lynloop\, 2024. Vista da instalação\, Igshaan Adams\, no Instituto de Arte Contemporânea/Boston\, 2024-25. Foto por Mel Taing.\n\n\n\nO artista multidisciplinar Igshaan Adams (nascido em 1982 em Cidade do Cabo\, África do Sul) explora como as pessoas habitam e se movimentam pelo espaço. Adams utiliza práticas de tecelagem para tornar visíveis os padrões cotidianos de movimento que falam sobre formas de cuidado\, sobrevivência e resistência na África do Sul pós-apartheid. As recentes tapeçarias de grande escala tecidas por Adams apontam para a interconectividade da espiritualidade do artista\, histórias familiares e narrativas da comunidade local\, enraizadas em sua herança sul-africana\, assim como o uso problemático da terra na região. Ele se inspira no termo de planejamento urbano “linhas de desejo” — caminhos criados por pedestres ao longo do tempo que estão fora dos passeios planejados. Na prática de Adams e na África do Sul\, a criação de linhas de desejo representa um ato de transgressão diante dos limites fixos impostos pelo governo durante a era do apartheid para separar à força as comunidades de acordo com castas raciais. \n\n\n\nLynloop\, a monumental nova comissão de Adams para o ICA/Boston\, é uma tecelagem experimental composta por várias partes\, desenvolvida em resposta à arquitetura do museu e às memórias da infância do artista. Baseia-se em imagens aéreas dos caminhos cruzados entre um campo de esportes e um espaço recreativo murado ao sul de onde Adams cresceu. Por meio da obra\, Adams considera o impacto das experiências e memórias da infância na trajetória da vida de uma pessoa. Ele escreve: “Ao lidar com o desconforto de crescer entre esses espaços hiper-masculinos\, a instalação explora como tive que sobrepor minhas próprias fantasias às memórias de uma maneira que suaviza as arestas duras e a frieza desta área.” Em tons de rosa com contas\, cordas\, correntes e mohair\, Lynloop é um mapeamento impressionante e tátil do espaço\, interação humana e memória.
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SUMMARY:Simone Leigh no LACMA
DESCRIPTION:Simone Leigh\, Martinique\, 2022. Cortesia da artista e Matthew Marks Gallery\, © Simone Leigh. Foto: Timothy Schenck\n\n\n\nA exposição itinerante Simone Leigh\, organizada pelo ICA Boston e coapresentada em Los Angeles pelo LACMA e pelo Museu Afro-Americano da Califórnia\, é a primeira pesquisa abrangente sobre o trabalho ricamente complexo desta artista celebrada. A apresentação do LACMA apresenta aproximadamente 20 anos de produção de Leigh em cerâmica\, bronze\, vídeo e instalação\, bem como obras de sua apresentação na Bienal de Veneza de 2022. Ao longo das últimas duas décadas\, Leigh criou trabalhos que exploram questões da subjetividade e produção de conhecimento de mulheres negras. Abordando uma ampla variedade de períodos históricos\, geografias e tradições\, sua arte faz referência a processos vernaculares e feitos à mão de toda a diáspora africana\, bem como formas tradicionalmente associadas à arte e arquitetura africanas. Acompanhada por um importante monógrafo\, esta exposição oferece aos visitantes uma oportunidade oportuna de obter uma compreensão holística do trabalho complexo e profundamente emocionante de Leigh.
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SUMMARY:Zanele Muholi na Tate Modern
DESCRIPTION:Zanele Muholi\, Manzi I\, West Coast\, Cape Town (detalhe)\, 2022. Cortesia da artista e da Yancey Richardson Gallery © Zanele Muholi\n\n\n\nZanele Muholi é uma das fotógrafas mais aclamadas da atualidade\, com obras exibidas em todo o mundo. Com mais de 260 fotografias\, esta exposição apresenta a amplitude de sua carreira até o momento. \n\n\n\nMuholi se descreve como uma ativista visual. Desde o início dos anos 2000\, documenta e celebra as vidas das comunidades negras de lésbicas\, gays\, trans\, queer e intersexuais da África do Sul. \n\n\n\nNa série inicial “Only Half the Picture”\, Muholi captura momentos de amor e intimidade\, bem como imagens intensas que aludem a eventos traumáticos – apesar da igualdade prometida pela constituição sul-africana de 1996\, a comunidade LGBTQIA+ continua sendo alvo de violência e preconceito. \n\n\n\nEm “Faces and Phases”\, cada participante olha diretamente para a câmera\, desafiando o espectador a manter o olhar. Estas imagens e os testemunhos que as acompanham formam um arquivo crescente de uma comunidade de pessoas que arriscam suas vidas vivendo de forma autêntica frente à opressão e discriminação. \n\n\n\nOutras séries importantes incluem “Brave Beauties”\, que celebra pessoas não-binárias e mulheres trans empoderadas\, muitas das quais venceram concursos de beleza Miss Gay\, e “Being”\, uma série de imagens ternas de casais que desafiam estereótipos e tabus. \n\n\n\nMuholi volta a câmera para si na série contínua “Somnyama Ngonyama” – traduzido como “Salve a Leoa Negra”. Estas imagens poderosas e reflexivas exploram temas como trabalho\, racismo\, eurocentrismo e política sexual. \n\n\n\nA exposição é baseada na mostra da artista de 2020-21 na Tate Modern e incluirá novas obras produzidas desde então.
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LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"NAOMI: In Fashion exhibition" no V&A Museum
DESCRIPTION:Naomi Campbell. Imagem: Divulgação V&A Museum\n\n\n\nNAOMI: In Fashion explora os 40 anos inigualáveis da carreira da modelo e ícone cultural Naomi Campbell. Após ser descoberta em Covent Garden aos 15 anos\, Campbell rapidamente ganhou destaque na indústria e fez história alguns anos depois\, aos 18\, ao se tornar a primeira modelo negra a estampar a capa da Vogue Paris\, em agosto de 1988. \n\n\n\nProduzida em colaboração com Campbell e destacando sua voz e perspectiva\, NAOMI: In Fashion é a primeira exposição a celebrar a habilidade e a contribuição de uma modelo individual para a indústria da moda. A exposição conta com o extenso guarda-roupa de alta-costura e prêt-à-porter de Campbell\, incluindo peças de momentos-chave de sua carreira\, além de empréstimos de arquivos de designers e objetos das coleções do V&A. Entrelaçado está o ativismo de Campbell\, que desde cedo defendeu a equidade\, juntando-se à Black Girls Coalition em 1989 e liderando a edição de 2007 da Vogue Itália\, chamada “A Black Issue”\, que clamava por diversidade nas passarelas. \n\n\n\nBecoming Naomi \n\n\n\nA exposição começa com clipes impactantes de Campbell na passarela\, ilustrando seu lendário “andar”. A primeira seção\, “Becoming Naomi”\, explora a infância de Campbell e fundamenta seu sucesso posterior em seu treinamento inicial de dança. Nascida em 1970 no sul de Londres\, ela aspirava a uma carreira no palco e se apresentou em videoclipes dos anos 1980 para artistas como Bob Marley e Culture Club. Sua vida mudou aos 15 anos\, quando foi abordada pela agente de modelos Beth Boldt enquanto fazia compras com amigos da escola. Dois anos depois\, ela estaria na capa da Vogue e desfilando para renomados designers em Londres\, Paris\, Milão e Nova York. \n\n\n\nSupermodel \n\n\n\nCampbell entrou na moda em um momento de mudança. No início dos anos 1990\, o termo supermodelo – ou modelo que se tornou celebridade internacional – era amplamente usado em referência direta a Campbell e um pequeno grupo de colegas. A moda havia se tornado entretenimento de massa e Campbell estava no centro dessa emoção\, sendo apoiada por designers líderes como John Galliano\, Gianni Versace\, Karl Lagerfeld\, Vivienne Westwood e Yves Saint Laurent. Ela se tornou conhecida por sua presença superlativa na passarela\, enquanto seu trabalho com fotógrafos de destaque criou algumas das imagens mais memoráveis da época. Simultaneamente\, ela transcendeu o mundo da moda\, atuando em videoclipes\, lançando seu próprio perfume e se tornando uma defensora da diversidade. \n\n\n\nAzzedine Alaïa \n\n\n\nA próxima seção foca na relação pessoal e profissional de Campbell com o falecido designer Azzedine Alaïa\, nascido na Tunísia e baseado em Paris\, a quem ela conheceu durante seus primeiros dias em Paris e a quem chamou de “Papa”. Famoso por seus designs que acentuam as formas\, Alaïa via o físico escultural de Campbell como “um corpo perfeito”\, o que inspirou grande parte de seu trabalho. Juntos\, criaram momentos mágicos na passarela e editoriais de destaque. \n\n\n\nNew York \n\n\n\nCampbell se mudou para Nova York aos 17 anos\, dividindo um apartamento com a colega modelo Christy Turlington antes de garantir seu próprio lugar na East 30th Street. Campbell mergulhou na vibrante cena da moda da cidade\, forjando amizades duradouras com designers e outros da indústria\, de Marc Jacobs a Anna Sui\, relações que resistiriam ao teste do tempo. \n\n\n\nThe spotlight \n\n\n\nDesde o início dos anos 1990\, Campbell tem sido uma das modelos mais destacadas do mundo – e uma das mulheres negras mais reconhecidas – na televisão\, nos celulares\, em videoclipes e jornais. A seção “The spotlight” explora um momento biográfico muito divulgado quando Campbell cumpriu um período de serviço comunitário por ordem judicial. Em exibição está o vestido Dolce & Gabbana que Campbell usou em seu último dia de serviço comunitário – um look que ela vestiu em resposta aos paparazzi que capturavam sua chegada e partida todos os dias. \n\n\n\nExemplar \n\n\n\nA próxima seção examina Naomi Campbell como um exemplo na área\, focando em suas colaborações iniciais com casas de moda como Dolce & Gabbana\, Vivienne Westwood e Jean Paul Gaultier. Formadas quando Campbell era jovem\, essas conexões evoluíram para amizades colaborativas de décadas\, com designers valorizando sua habilidade de glamourizar qualquer roupa e modelar os conjuntos mais difíceis com aparente facilidade. \n\n\n\nCurada por Edward Enninful OBE\, uma seleção de fotografias na exposição destaca a alquimia única de Campbell com a câmera. Apresentando trabalhos de fotógrafos mundialmente renomados como Steven Meisel\, Arthur Elgort\, Patrick Demarchelier e David Bailey\, Campbell tem um profundo respeito por aqueles com quem trabalha\, reconhecendo seu talento artístico e visão\, e colaborando para alcançar a imagem que eles têm em mente.
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SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
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SUMMARY:"Lélia em nós: festas populares e amefricanidade" no Sesc Vila Mariana
DESCRIPTION:Lita Cerqueira\, Procissão de Santo Amaro. Foto: Coleção da artista\n\n\n\n\nA partir de 26 de junho será possível conhecer o pensamento da antropóloga\, historiadora e filósofa brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994). O Sesc São Paulo\, em parceria com a Boitempo\, inaugura o projeto Lélia em nós: festas populares e amefricanidade\, na unidade Vila Mariana. A exposição\, que fica em cartaz até 24 de novembro de 2024\, foi inspirada pelo livro Festas populares no Brasil (que ganha nova edição pela Boitempo) e promove uma celebração da cultura afro-brasileira – ou amefricana\, como propõe a autora – a partir de um recorte que estabelece diálogos e reflexões suscitados pela produção intelectual de Gonzalez\, uma  proeminente ativista do movimento negro brasileiro e importante teórica do feminismo negro\, cuja morte completará 30 anos em 10 de julho de 2024. \n\n\n\nCom uma seleção de produções contemporâneas e de diferentes períodos\, reunida em cinco eixos temáticos\, Lélia em nós: festas populares e amefricanidade apresenta pinturas\, fotografias\, documentos históricos\, objetos\, performances\, instalações e vídeos de artistas como Alberto Pitta\, Heitor dos Prazeres\, Januário Garcia\, Maria Auxiliadora\, Nelson Sargento\, e Walter Firmo\, além de 12 trabalhos inéditos\, de artistas como Coletivo Lentes Malungas\, Eneida Sanches\, Lidia Lisboa\, Lita Cerqueira\, Manuela Navas\, Maurício Pazz\, Rafael Galante e Rainha Favelada. \n\n\n\nA mostra também apresenta um recorte de sonoridades e musicalidades\, tanto do universo das festas e festejos brasileiros quanto das intervenções do DJ Machintown e do trombonista Allan Abbadia\, além de registros fonográficos da discoteca pessoal de Lélia. Parte do acervo do Instituto Memorial Lélia Gonzalez (IMELG)\, a coleção reúne álbuns de artistas como Wilson Moreira e Nei Lopes\, Luiz Gonzaga\, Tamba Trio\, Clementina de Jesus\, Jamelão e Lazzo Matumbi \n\n\n\nPartindo de conceitos teóricos desenvolvidos por Lélia Gonzalez\, como a categoria político-cultural de amefricanidade – termo cunhado pela acadêmica em contraposição à ideia hegemônica de afro-americanidade para\, segundo ela\, “ultrapassar as limitações de caráter territorial\, linguístico e ideológico” e redimensionar a influência da diáspora atlântica para a formação das Américas do Sul\, Central\, do Norte e Insular –\, a mostra convida o público à compreensão dopotencial da cultura popular afro-brasileira como tecnologia de identidade e resistência. \n\n\n\nCom curadoria de Glaucea Britto e Raquel Barreto\, a exposição foi inspirada pelas proposições feitas por Lélia Gonzalez em Festas populares no Brasil. Único título publicado em vida pela intelectual exclusivamente como autora\, o livro foi publicado originalmente em 1987. A obra não foi oficialmente lançada no mercado\, tendo sido patrocinada por uma empresa multinacional e distribuída como presente de fim de ano. No mês de abertura da exposição\, a publicação ganhará nova edição da Boitempo\, a primeira voltada à circulação no mercado editorial. Com textos da acadêmica que evidenciam laços indissociáveis entre Brasil e África por meio de manifestações populares como o Carnaval\, o Bumba-Meu-Boi\, as Cavalhadas e festas afro-brasileiras como as Congadas e o Maracatu\, a obra reúne mais de cem imagens de cinco fotógrafos: Leila Jinkings\, Marcel Gautherot\, Maureen Bisilliat\, Januário Garcia e Walter Firmo (os dois últimos\, integrando a exposição). A nova edição inclui também materiais inéditos\, textos de apoio\, fac-símiles\, prólogo de Leci Brandão\, prefácio de Raquel Marreto\, posfácio de Leda Maria Martins\, texto de orelha de Sueli Carneiro e quarta capa de Angela Davis e Zezé Motta.
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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"Peter Kennard: Archive of Dissent" na Whitechapel Gallery
DESCRIPTION:Peter Kennard\, Mandela\, 1990. Cortesia do artista e da Richard Saltoun Gallery\, Londres\, Roma e Nova York.\n\n\n\n\n\n\n\n\nPeter Kennard (n. 1949\, Reino Unido) é um artista e ativista baseado em Londres\, e Professor Emérito de Arte Política no Royal College of Art. \nArchive of Dissent marca uma das exibições mais extensas do trabalho de Kennard até hoje e foi especialmente concebida para a Whitechapel Gallery. Ocupando três galerias dentro do antigo espaço da Biblioteca Whitechapel\, a exposição reúne obras da prolífica e influente carreira de cinco décadas do artista\, oferecendo um importante repositório de história social e política\, ao mesmo tempo que ilumina uma prática artística que tem continuamente desafiado e protestado contra o status quo. \nDesde a década de 1970\, Kennard produziu algumas das imagens mais icônicas e influentes de resistência e dissidência. Do movimento contra a Guerra do Vietnã\, o Movimento Anti-Apartheid\, a Campanha pelo Desarmamento Nuclear (CND) e as campanhas da Coalizão Stop the War nos anos 2000\, até as guerras atuais na Ucrânia e Gaza\, além de seu compromisso contínuo com o ativismo ambiental\, Kennard desenvolveu uma prática visual única que conecta arte e política para um amplo público. \nRefletindo a função histórica do espaço da antiga biblioteca\, a proposta de Kennard para a exposição assume a forma de um arquivo ativo e em constante evolução\, grande parte dele apresentado como material impresso exibido em paredes\, cartazes\, vitrines ou em púlpitos. Isso inclui os jornais onde suas imagens foram publicadas pela primeira vez\, bem como os pôsteres e livros pelos quais elas continuam a circular. \nA exposição explora o processo criativo do artista\, começando com uma seleção dos fotomontagens distintas que ele vem criando desde os anos 1970. Inspirado pelo trabalho de John Heartfield (1891–1968)\, que pioneirou o uso da montagem como ferramenta política nos anos 1930\, as montagens de Kennard desconstruem imagens familiares e onipresentes\, reimaginando-as através de diferentes formatos e escalas de publicação. As obras não apenas expõem a relação entre poder\, capital\, guerra e a destruição do planeta Terra\, mas também “mostram novas possibilidades emergindo das rachaduras e estilhaços da antiga realidade.” \nArchive of Dissent também inclui duas das instalações mais recentes e ambiciosas de Kennard\, Boardroom (2023) e Double Exposure (2023)\, que utilizam luz\, vidro e projeção para desconstruir o meio do fotomontagem\, além de uma nova obra\, The People’s University of the East End (2024). O título da obra faz referência ao nome coloquial do antigo espaço da Biblioteca\, destacando seu propósito original como um recurso democrático local\, ao mesmo tempo que continua a utilizar e evocar a iconografia e as formas de protesto.
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SUMMARY:"outros navios: uma coleção afro-atlântica" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Vista da exposição © Edson Kumasaka\, 2024\n\n\n\n\nAs regiões da África central e ocidental estão conectadas ao Brasil por séculos de circuitos transatlânticos. Navios de violência adentraram mares até os nossos litorais. Mas também outros navios\, que nos permitem mergulhar por histórias alternativas e criar novos significados para as centenas de objetos do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP) apresentados nesta exposição. \nMáscaras\, tecidos\, joias\, estatuetas\, de diferentes culturas africanas\, foram adquiridas por meio de doações ou compras encomendadas a partir da década de 1960\, quando os movimentos de independência política das ex-colônias em África se consolidavam. Uma coleção fruto de um tempo e espaço que expressa os fluxos de pessoas\, objetos e conhecimentos estabelecidos no sul global. O então professor do MAE\, Marianno Carneiro da Cunha (1926-1980)\, foi uma figura chave no projeto institucional e científico de construção da coleção. \nCaixas aguardando em um porto do litoral africano na década de 1970\, tornam-se caixas abertas na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp para serem transformadas e ressignificadas. São expostas igualmente as artes no Brasil constituídas\, entendendo a coleção não como africana\, mas sim\, afro-atlântica. As obras de artistas contemporâneos aqui incluídas\, além disso\, indicam que uma coleção não é fixa e pode ser recomposta para apontar outros navios à vista.
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SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:“Nós — Arte e Ciência por Mulheres” no Sesc Interlagos
DESCRIPTION:Obra de Efe Godoy. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Sesc Interlagos recebe a partir de 22 de agosto a exposição “Nós — Arte e Ciência por Mulheres”\, sobre a trajetória da produção científica\, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra apresenta um panorama que valoriza sua contribuição e\, ao mesmo tempo\, as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade. \nA realização é do Sesc São Paulo\, com concepção do Estúdio M’Baraká e cocuradoria de Isabel Seixas\, Letícia Stallone\, Gisele Vargas e Diogo Rezende\, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá\, especializada em História da Ciência. São apresentadas cerca de 300 obras a partir da apresentação de personagens\, de iconografia histórica e científica e com os trabalhos de artistas contemporâneas como Berna Reale\, Laura Gorski e Ana Teixeira. \nContemplando cenários históricos que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas\, a narrativa da exposição propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como\, por meio de conhecimento\, posturas e narrativas afirmativas\, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão. \n“Nós\, mulheres\, sempre criamos\, curamos\, catalogamos\, inventamos\, analisamos e\, sobretudo\, lutamos. ‘Nós — Arte e Ciência por Mulheres’ traz para a linguagem de exposição uma narrativa que busca dar visibilidade à contribuição das mulheres ao longo dos tempos\, e faz isso através da arte\, buscando informar e sensibilizar para mudanças em curso\, mas que seguem urgentes para a emancipação das mulheres“\, ressalta Isabel Seixas\, da equipe curatorial. 
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SUMMARY:"Stefania Bril: desobediência pelo afeto" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Sem título. Via Dutra\, abril de 1972. Foto de Stefania Bril. Acervo IMS / Arquivo Stefania Bril\nRomênia\, 1968\, da série “Ciganos” © Josef Koudelka/Magnum Photos\, cortesia da Fundação Josef Koudelka.\n\n\n\n\nStefania Bril: desobediência pelo afeto\, com curadoria de Ileana Pradilla Ceron e Miguel Del Castillo\, é a primeira exposição dedicada à obra da fotógrafa e crítica nos últimos trinta anos. Polonesa de nascimento\, Stefania Bril aportou no Brasil em 1950\, já formada em química\, e só mais tarde se iniciou na fotografia. Sua breve mas intensa obra fotográfica gerou cerca de 11 mil fotogramas\, produzidos entre 1969 e 1980\, e que\, juntamente com seu arquivo\, fazem parte do acervo do IMS. A desobediência parece ser um dos principais traços que marcaram sua vida e seu trabalho\, que questiona certos critérios tradicionais de valoração da fotografia. As diversas camadas de leitura que suas fotos possuem revelam tanto um olhar esperançoso e empático como uma posição crítica\, alguém que enxerga a falência da cidade moderna e que aposta no afeto como antídoto à violência estrutural\, no cotidiano como espaço de resistência – inclusive em meio a contextos totalitários\, como os anos de chumbo no Brasil. \nA mostra está organizada em seis núcleos. Os dois primeiros e mais expressivos perfazem o ensaio fotográfico principal\, com imagens ampliadas digitalmente a partir dos negativos\, e abrangem duas de suas grandes temáticas: a cidade e os seres humanos que a habitam. A seguir\, uma seleção de cópias de época realizadas por Stefania exemplifica o modo como organizou seu trabalho em séries\, e\, depois\, dois núcleos com vídeos e materiais documentais dão conta de seu trabalho como crítica\, curadora e articuladora do campo fotográfico. Uma alentada narrativa biográfica encerra a exposição.
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SUMMARY:"100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio" no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:GARBE na Amazônia\, decadas de 1960 e 1970. Crédito Acervo da Família\n\n\n\n\nNo centenário de nascimento de Paulo Vanzolini (1924 – 2013)\, compositor brasileiro responsável por clássicos como Ronda e Volta Por Cima\, o Sesc São Paulo apresenta uma imersão na vida do artista\, revelando não apenas sua faceta musical\, mas também a trajetória do zoólogo de renome internacional. A exposição 100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio ocupa o Sesc Ipiranga a partir de 28 de agosto de 2024\, e segue em cartaz até 16 de março de 2025. Idealizada pelos filhos do cientista\, o diretor de arte e cineasta Toni Vanzolini e a psicóloga Maria Eugênia Vanzolini\, a mostra conta com curadoria de Daniela Thomas\, reconhecida cenógrafa\, cineasta e diretora teatral. \n“A data simbólica do centenário de Paulo Emilio Vanzolini\, nosso pai\, nos motivou a pensar uma exposição que mostrasse um pouco da pluralidade desse brasileiro que ouviu\, traduziu\, pesquisou\, escreveu\, cantou e pensou um Brasil bom\, diverso e inclusivo. Que sempre valorizou o conhecimento e a arte\, fazendo de ambas seu maior legado. O universo desse personagem interessado e interessante\, ‘cientista boêmio’\, como bem o definiu Antonio Candido\, é o que queremos mostrar nessa exposição”\, antecipa Toni Vanzolini. \nSem perder de vista o lado boêmio e artístico do homenageado\, a exposição revisita as expedições científicas e as contribuições para a ciência empreendidas como herpetólogo\, especializado no estudo de répteis e anfíbios. O Sesc Ipiranga como espaço para a exposição possui um simbolismo especial: a proximidade com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP)\, onde Paulo Vanzolini trabalhou por cinco décadas – três destas\, como diretor. \n“Algumas figuras são incontornáveis na história de uma cidade\, de um país. Algumas chegam a ser incontornáveis até no planeta. É o caso do nosso homenageado nessa exposição\, Paulo Vanzolini\, que completaria 100 anos este ano e que passou a maior parte da sua vida aqui do lado do Sesc Ipiranga\, dirigindo o Museu de Zoologia da USP\, sua casa. Ou uma de suas casas\, já que se sentia perfeitamente integrado à paisagem numa picada na floresta\, no seu laboratório ou no boteco\, entre músicos ou entre os maiores intelectuais da sua época”\, destaca Daniela Thomas. “Homem ímpar\, de uma inteligência sobrenatural\, uma inventividade que produziu versos inesquecíveis como ‘reconhece a queda e não desanima\, levanta\, sacode a poeira\, dá a volta por cima’ e teorias revolucionárias na zoologia\, e de uma determinação quase autoritária\, características que fizeram dele essa potência realizadora que celebramos agora”. \nEm parceria com o Museu de Zoologia da USP\, a exposição exibe ao público 51 exemplares conservados de espécies animais identificadas e catalogadas por Vanzolini. Esses espécimes\, emprestados pelo Museu ao Sesc\, estão em destaque em uma sala que recria um laboratório de zoologia. \nCinco salas temáticas revelam a trajetória multifacetada de Vanzolini\, abrangendo mais de meio século de pesquisa. A exposição destaca suas célebres expedições amazônicas e as conexões entre arte e ciência que ele promoveu. Documentos\, fotografias e vídeos oferecem um vislumbre dos bastidores das descobertas marcantes do “cientista boêmio”\, apelido carinhosamente atribuído por Antonio Cândido\, sociólogo e crítico literário\, no encarte do disco Acerto de Contas de Paulo Vanzolini (2002). Esta compilação apresenta 52 composições do cientista\, interpretadas por renomados artistas como Chico Buarque\, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. \nNo percurso expositivo\, ilustrações de Alice Tassara guiam os visitantes pela trajetória de Vanzolini\, em uma cronologia biográfica que destaca aspectos de sua formação acadêmica e seu círculo de amizades com intelectuais\, artistas e ícones da música popular brasileira.
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SUMMARY:"The Gun Violence Memorial Project" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “The Gun Violence Memorial Project” no ICA Boston. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nThe Gun Violence Memorial Project (2019–presente) cria um espaço para reunir\, lembrar e agir diante da crise contínua de violência armada. Desenvolvido pelo MASS Design Group\, sediado em Boston\, e pela Songha & Company\, com o artista Hank Willis Thomas como Diretor Criativo\, em parceria com a organização de prevenção à violência armada Purpose Over Pain\, o projeto foi lançado na Bienal de Arquitetura de Chicago de 2019. Ele consiste em quatro casas de vidro\, cada uma composta por 700 tijolos transparentes\, em referência ao número médio de mortes por armas de fogo semanalmente nos Estados Unidos. Muitos desses tijolos contêm objetos de lembrança\, como sapatos de bebê\, enfeites de formatura e fotografias\, oferecidos por famílias em homenagem a entes queridos cujas vidas foram perdidas devido à violência armada. Esses memoriais vivos convidam o público a refletir sobre o impacto da violência armada por meio de narrativas pessoais. \nEm uma colaboração em toda a cidade\, o Gun Violence Memorial Project será exibido no ICA de Boston\, na Prefeitura de Boston e na galeria do MASS Design Group no South End. Eventos locais de coleta de objetos\, organizados pelo Louis D. Brown Peace Institute\, ocorrerão durante o verão e outono de 2024.
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SUMMARY:"Tau Lewis: Spirit Level" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “Tau Lewis: Spirit Level” no ICA Boston. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nTau Lewis (n. 1993\, Toronto) transforma materiais encontrados em esculturas macias detalhadamente elaboradas\, colchas\, máscaras e outras assemblages por meio de processos intensivos como costura manual\, escultura e moldagem em gesso. Artista autodidata\, sua prática é voltada para a cura de traumas pessoais\, coletivos e históricos\, empregando formas repetitivas de trabalho criativo. Lewis utiliza materiais e artefatos carregados de significado—como roupas usadas\, tecidos\, couro e fotografias\, além de madeira flutuante\, dólares de areia e conchas—que frequentemente coleta em Toronto\, Nova York ou nos arredores da casa de sua família em Negril\, Jamaica. Os objetos evocativos que Lewis reúne e transforma estabelecem uma relação em seu trabalho com os contextos sociais\, culturais e físicos pelos quais transita\, coleta e habita. Sua reutilização criativa conecta-se às formas de inventividade material praticadas por comunidades diaspóricas\, onde trabalhar com o que está ao alcance é um ato reparador que busca reivindicar agência. Em toda sua produção\, o interesse de Lewis está em honrar e avançar essas tradições diaspóricas\, além de explorar\, como afirmou\, “a transferência de energia e emoção que ocorre quando um objeto é feito à mão.” Para o ICA\, em sua primeira exposição individual em um museu nos Estados Unidos\, Lewis está criando um novo corpo de trabalho. A exposição será acompanhada por um catálogo\, a primeira monografia da artista. \n 
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LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
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SUMMARY:"Gabriel Massan: Terceiro Mundo\, a dimensão descoberta" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Créditos: Terceiro Mundo – a dimensão descoberta. Cortesia do artista e Serpentine.\n\n\n\n\nEm “Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, a galeria expositiva do edifício Pina Contemporânea se transforma no universo imersivo criado pelo artista Gabriel Massan\, com suas esculturas\, desníveis e texturas que remetem à experiência de dentro das telas. \n“Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, projeto desenvolvido em colaboração com a Serpentine Galleries\, é uma exposição imersiva concebida a partir de uma perspectiva decolonial\, de teorias queer e de estratégias descentralizadas em tecnologia. No projeto\, o artista Gabriel Massan constrói um jogo de videogame ambientado em um universo fantástico que\, a partir de uma narração colaborativa de história\, desafia o conceito colonial de “exploração” e convoca o público a repensar suas ações no mundo. \nNa mostra\, visitantes podem escolher entre as quatros estações de jogos para começarem a jornada pelo jogo Terceiro Mundo ou podem permanecer no espaço para assistir a experiência dos jogadores em tempo real\, por meio de cinco telas no espaço expositivo – como em canais dedicados a transmissão ao vivo de jogos. \nA ESTRUTURA DO JOGO \nO primeiro nível do jogo é Igba Tingbo\, que em língua iorubá significa “longo prazo”. Caracterizado pelo trabalho da artista e psicóloga clínica Castiel Vitorino Brasileiro\, a experiência nessa etapa enfoca o modo como o jogador se relaciona com a “alteridade”. Sòfo\, que significa “Vazio” em Iorubá\, é o segundo nível para onde os jogadores são enviados como Agente do QG. \nCada nível foi criado em colaboração com artistas e pensadores\, que contribuíram na construção de diálogos\, textos e narrativas\, emprestando inclusive suas vozes aos personagens. Participaram LYZZA\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Novíssimo Edgar e Ventura Profana\, estando os três últimos incluídos na programação cultural que acontece no museu no 2º semestre de 2024. \nO mundo foi criado em colaboração com o artista e rapper Novíssimo Edgar\, a partir da sua vivência em São Paulo\, sua cidade natal.
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SUMMARY:"Experimentações gráficas - Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes" no MAC USP
DESCRIPTION:Candido Portinari\, Mineradores\, c. 1941. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nEm 2023 a Coleção Ivani e Jorge Yunes doou 89 volumes ilustrados por artistas modernos no Brasil e publicados no século 20 à biblioteca do Museu de Arte Contemporânea da USP. Nas publicações vemos grandes nomes da arte nacional atuando como ilustradores e artistas gráficos\, como Fayga Ostrower\, Regina Silveira\, Emiliano Di Cavalcanti\, Aldemir Martins\, Tomás Santa Rosa e Noêmia Mourão\, entre outros. A exposição Experimentações gráficas – Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes\, que o MAC USP inaugura no sábado\, 31 de agosto\, a partir das 11 horas\, é um desdobramento dessa doação\, apresentando parte das publicações recebidas pelo Museu em diálogo com obras de seu acervo\, selecionadas pelas curadoras Renata Rocco\, Francis Melvin Lee e Mariana Motta. “Buscamos demonstrar a colaboração e o trânsito de artistas modernos e contemporâneos entre as ditas “belas artes” e as “artes gráficas” e revisitar publicações e autores das décadas de 1920 a 2000\, não circunscritas ao eixo Rio-São Paulo e nem sempre acessíveis ao público”\, assinalam as curadoras. O olhar sobre as artes gráficas destaca a versatilidade dos artistas brasileiros e as variações das soluções artísticas\, dentro de uma linguagem visual moderna ao longo do século passado. Para as curadoras\, “o que atravessa a exposição é o poder das imagens\, sua difusão para a construção de uma ideia de modernidade em diferentes cidades brasileiras e a estreita cooperação dos artistas com tal projeto”. O casal Ivani e Jorge Yunes começou a colecionar arte e objetos de todas as partes do mundo nos anos de 1970. Como proprietários de editoras também colecionaram livros\, revistas e jornais publicados majoritariamente no Brasil. Para Beatriz Yunes Guarita\, filha do casal e diretora da coleção\, “essa doação vem se somar aos inestimáveis e históricos volumes que a biblioteca do museu já possui\, gerando diálogos e reflexões com o acervo artístico\, além de oferecer oportunidade para que o público possa conhecer e estudar essas publicações”\, e completa: “Partilhar sempre foi nosso maior objetivo.” \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Josiah McElheny: Island Universe" no LACMA
DESCRIPTION:Josiah McElheny\, “Island Universe”\, 2008. Los Angeles County Museum of Art\, adquirido com fundos fornecidos por um doador anônimo. © Josiah McElheny\, foto © Todd White Art Photography\, cortesia White Cube\n\n\n\n\nIsland Universe\, de Josiah McElheny\, instalado dramaticamente no centro do Resnick Pavilion\, encarna o conceito de multiverso\, ou múltiplos universos coexistentes. Agora um elemento-chave do pensamento cosmológico contemporâneo\, o conceito de multiverso foi inicialmente proposto na Grécia Antiga e posteriormente explorado no Hinduísmo\, Budismo\, Islamismo e na astronomia do século XVIII. \nMcElheny\, interessado em como a investigação científica é moldada por e impacta o pensamento filosófico\, sociológico e político\, encontra uma conexão clara com as mudanças históricas que pedem o descentralização do conhecimento ocidental e até mesmo do pensamento antropocêntrico. O artista trabalhou em colaboração com o astrofísico David Weinberg no desenvolvimento de Island Universe\, que considera “desenhos do tempo\,” onde “cada haste é uma medida de tempo—cada polegada\, o tempo dobra.” \nUma instalação complementar à próxima exposição do PST ART: Art & Science Collide\, Mapping the Infinite: Cosmologies Across Cultures.
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SUMMARY:“MUNCH Il grido interiore” no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Edvard Munch\, The Girls on the Bridge\, 1927\n\n\n\n\nPor ocasião do 80º aniversário de sua morte\, o Palazzo Reale e Arthemisia\, em colaboração com o Museu MUNCH\, apresentam um prestigioso evento cultural: uma grande exposição monográfica dedicada a um dos artistas mais amados e populares do século passado\, Edvard Munch. \nAo longo de sua carreira artística\, Edvard Munch explorou questões de significado existencial perene e desafiou as expressões da arte. Nesta ampla exposição\, a arte de Munch será explorada desde 1880 até sua morte em 1944. \nA mostra inclui 100 obras\, entre pinturas\, desenhos e gravuras\, todas provenientes do Museu MUNCH.
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SUMMARY:Inauguração da Casa Bradesco com a mostra “Anish Kapoor – Inflamação”
DESCRIPTION:Vista da exposição “Inflamação” na Casa Bradesco\, com obra “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, de Anish Kapoor. Foto: Joana França/Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Bradesco\, centro de criatividade que democratiza e potencializa a criação e apreciação das artes\, inaugura sua programação na Cidade Matarazzo com a exposição “Inflamação”\, de Anish Kapoor. De 15 de setembro a 15 de janeiro\, o espaço convida o público a explorar a “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, uma obra inédita criada exclusivamente para a Casa Bradesco\, junto com outras 18 esculturas representativas de diferentes momentos da carreira do aclamado artista – muitas delas exibidas pela primeira vez no Brasil. Com quatro mil metros quadrados de área expositiva e curadoria de Marcello Dantas\, a mostra oferece um olhar profundo sobre as criações de Kapoor. \nConsiderado um dos nomes mais importantes da arte contemporânea\, Anish Kapoor é conhecido mundialmente por explorar cores\, texturas\, materialidade\, espaço e a relação entre o objeto artístico e o espectador em suas obras. Em seu trabalho\, tais substâncias estão presentes desde os reflexos mais sublimes na superfície líquida até os infinitos de seus vazios. “Vermelho é a cor da terra\, não é uma cor do espaço profundo; é\, obviamente\, a cor do sangue e do corpo”\, declara o artista. Para a mostra “Inflamação”\, Kapoor ajudou a definir várias características do espaço expositivo\, desafiando a arquitetura do local para expandir as possibilidades de significação. É o caso da obra central\, “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, um inflável de grandes proporções que tensiona o edifício por todos os seus cantos. Concebida especialmente para a mostra no Brasil\, a obra evoca uma relação com a inflamação concentrada em um gigantesco órgão\, que pulsa e domina o espaço. A condição que carrega é a fragilidade essencial da existência: o que mantém a obra viva é uma pulsação constante\, ela é viva e dominante. “Tenho o prazer de fazer esta exposição na Casa Bradesco\, dentro da Cidade Matarazzo. A nova obra “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth” infla para preencher\, ocultando a arquitetura e ocupando o espaço como forma. Ela contém uma ausência intrínseca – um presente ausente – um não-objeto\,” esclarece. \nE se um espelho fosse capaz de revelar como somos por dentro? É com esse questionamento que Marcello Dantas propõe uma exposição do trabalho de Anish Kapoor. O tríptico “Internal Object in Three Parts” (foto acima\, de 2013-15)\, criado a partir de camadas de silicone e tinta\, lembra pedaços de carne sangrenta e tendões. “Os sinais da inflamação são cinco\, sendo comuns em praticamente todos os processos infecciosos no corpo humano. Esses indicadores são: rubor\, calor\, dor\, edema e perda de função. Mas a inflamação é também o ato de colocar em chamas\, e representa\, ao mesmo tempo\, uma resposta do corpo à infecção e uma resposta social na forma de um levante (“inflamar-se por uma causa”)\,” aponta o curador. \nPara Dantas\, a era em que vivemos é um estado de permanente inflamação\, o que fala de um tempo em que o indivíduo e o coletivo estão em alerta\, continuamente à flor da pele\, diante da impossibilidade de cura e do desejo de transformação\, ou seja\, é a energia da mudança. É nesse contexto que obras como “Wound” (2009) produzem um efeito hipnótico com a possibilidade de vislumbrar dois mundos: o de fora e o de dentro. “Anish Kapoor explora a natureza não verbal da cor com um simbolismo pré-verbal. Sem necessidade de palavras ou mesmo pensamento articulado\, ela funciona como uma rota direta e visceral para a metáfora – o sangue\, material essencial\,” completa. \nA exposição conta ainda com obras mais recentes do artista\, as non-objects (de 2018 e 2019)\, montadas pela primeira vez no Brasil\, são feitas com nanotecnologia Vantablack. O material detém o selo de substância mais escura já produzida pelo ser humano\, absorvendo até 99\,96% da luz visível. Desde 2016\, Kapoor trabalha com este material para explorar temas como escuridão\, interioridade e o vazio.
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SUMMARY:"Robert Frank’s Scrapbook Footage" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da exposição “Robert Frank’s Scrapbook Footage”. Foto: Emile Askey\n\n\n\n\nRobert Frank é mais conhecido por suas imagens de uma América do pós-guerra marcada por discórdia social e política\, e pelos filmes que fez com os poetas da Geração Beat e os Rolling Stones. Assim\, as imagens filmadas encontradas apenas após a morte de Frank em 2019 podem surpreender alguns espectadores. Armazenadas em locais de depósito\, essas latas e fitas de filme\, que abrangem os anos de 1970 a 2006\, oferecem um vislumbre da vida e do trabalho do artista. Em parceria com a June Leaf e a Robert Frank Foundation\, a editora de filmes de longa data de Frank\, Laura Israel\, e o diretor de arte Alex Bingham utilizaram esses fragmentos para criar um álbum de imagens em movimento. Com projeções em várias telas\, a instalação transmite a intimidade e a imediata percepção das observações de Frank sobre família\, amigos e colaboradores\, bem como sobre interiores domésticos e vistas de cidades e costas. \nAs filmagens nesta instalação\, costuradas por Israel e Bingham para evocar seu olhar e voz inquietos\, lançam uma nova luz sobre seu processo artístico — ao mesmo tempo cômico e melancólico. Vemos Frank viajar entre suas casas em Nova York e Nova Escócia; pelas estradas abertas dos Estados Unidos e do Canadá; e por paisagens urbanas\, incluindo as de Beirute\, Cairo\, Moscovo e sua Suíça natal. Frank torna os prazeres mais efêmeros atemporais: um banho quente e uma chaleira fumegante\, um vislumbre de sua esposa June Leaf em seu estúdio\, o jogo de luz do sol em sua mão.
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SUMMARY:"We Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art" no LACMA
DESCRIPTION:Alfonso Nava Larios\, “Cosmic Tree (Guamuchil)”\, 2023. © Alfonso Nava Larios\, foto © Museum Associates/LACMA\, por Javier Hinojosa.\n\n\n\n\nArtistas mesoamericanos assumiam uma responsabilidade cósmica: ao adornarem superfícies de edifícios\, vasos de barro\, têxteis\, páginas de papel de casca e esculturas com cores\, eles (literalmente) criavam o mundo. O poder da cor emergia da materialidade de seus pigmentos\, das mãos habilidosas que os confeccionavam e das comunidades cujo conhecimento lhes atribuía significado. A cor mapeava a ordem do cosmos\, do tempo e do espaço. Ao manipular e aplicar cores\, os artistas detinham o poder da criação cósmica em suas mãos. \nWe Live in Painting: The Nature of Color in Mesoamerican Art explora a ciência\, a arte e a cosmologia das cores na Mesoamérica. Histórias de colonialismo e industrialização no Ocidente “averso à cor” minimizaram a profunda significância da cor nas Américas Indígenas. A exposição segue duas linhas de investigação interconectadas — análises técnicas e materiais\, e concepções indígenas de arte e imagem — para alcançar a plena riqueza da cor no cerne das visões de mundo mesoamericanas.
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SUMMARY:"Brígida Baltar: pontuações" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Autorretrato com tecido favo. Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\nPoder capturar o impalpável\, perseguir o intangível\, subverter o óbvio\, essas eram formas da artista carioca Brígida Baltar (1959-2022) ocupar espaços inesperados\, reunindo em sua obra elementos do corpo\, da natureza\, das paisagens e da própria moradia. A exposição “Brígida Baltar: pontuações”\, elaborada especialmente para o Museu de Arte do Rio\, inaugura no dia 20 de setembro e reúne cerca de 200 obras\, cerca de 50 inéditas\, produzidas por quase três décadas de atuação. Esta é a maior exposição institucional dedicada à artista e é realizada em parceria com o Instituto Brígida Baltar e a Galeria Nara Roesler. A mostra conta com curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e equipe MAR além do curador convidado Jocelino Pessoa.  \nSeis obras de Brígida Baltar que fazem parte do acervo do Museu de Arte do Rio estarão na mostra que apresenta fotografias\, vídeos\, instalações\, esculturas e memórias textuais da artista. “É a primeira exposição póstuma a reunir esse conjunto tão significativo de obras. A exposição tem esse nome: pontuações\, porque ela parte dos escritos da Brígida. Ela tinha uma consciência muito grande de que era preciso organizar as obras\, ela gostava muito de conversar sobre isso\, então\, num dos momentos ela passou a anotar tudo\, ela foi dizendo como ela queria as escalas de impressão\, quais obras deveriam ser refeitas e quais não. Muitas frases e reflexões da artista sobre as obras acompanham toda a exposição. Brígida foi uma artista de muito destaque no Brasil\, uma artista como personagem de suas próprias fabulações\, ela foi muito importante para a fotoperformance\, videoperformance\, ela influenciou muita gente em muitos lugares do país”\, afirma o curador Marcelo Campos. \nDividida em duas salas\, a exposição apresenta as séries produzidas por Brígida: no primeiro espaço são exibidas as suas relações com a casa e a família\, já na segunda sala são apresentadas as fabulações da artista. Toda a exposição foi concebida\, produzida e montada com profissionais que tiveram vínculos com Brígida. “Esta é uma das mais importantes exposições de Brígida Baltar: além do inédito número de obras reunidas\, celebra o seu legado para a arte e convida o público a adentrar na sua vasta reflexão poética. Ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira\, ela elaborou imagens afetivas que aproximam a arte contemporânea do público. O pensamento da mostra possui uma forte influência da artista\, que ao longo dos últimos anos dedicou-se a organizar a sua memória em cadernos e documentos e realizou encontros para iniciar o seu Instituto. Pontuações expressa toda precisão registrada por Brígida ao passo que oferece ao público as suas memórias familiares e de infância e os personagens das fábulas de suas obras e filmes”\, destaca Jocelino Pessoa\, curador da mostra. \nBrígida foi uma artista que fundou universos de encantamento e fantasia\, habitados por seres imaginários e objetos triviais do dia a dia que ganharam outros sentidos\, flertando com o surreal. Uma mulher que desde os anos 1990 protagonizou parte da produção contemporânea em exibições nacionais e internacionais.  O público que percorrer a exposição vai literalmente entrar no universo de Brígida Baltar. “É uma exposição como se a gente tivesse caído num livro de fábulas\, e ao mesmo tempo vemos uma capacidade imensa\, uma competência imensa da artista\, em tornar um elemento\, uma ideia em uma obra\, o que é muito raro. No caso de Brígida\, ela escolhia os materiais\, que ganhavam uma vida\, uma história\, uma narrativa\, e que se vinculavam a questões muito próximas a ela ou as pesquisas que ela desenvolvia. Brígida entendia os mecanismos para chegar na beleza.. É uma exposição muito rara em torno da produção de uma artista\, é a primeira vez que a gente teve mais acesso em um acervo\, com peças inéditas\, inclusive com um novo filme que será exibido”\, revela o curador Marcelo Campos.  \nNa ocasião da abertura da exposição haverá gratuitamente\, às 17 horas\, a apresentação Orquestra Sinfônica Brasileira + Agência do Bem (Projetos patrocinados por Machado Meyer Advogados).
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SUMMARY:"Picasso lo straniero" no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Pablo Picasso\, VALLAURIS (detalhe)\, 1956 EXPOSITION\, Musée national Picasso-Paris RMN-Grand Palais / Adrien Didierjean © Succession Picasso by SIAE 2024\n\n\n\n\nSobre Picasso\, parece que já se escreveu tudo. Nenhum outro artista provocou tantos debates\, controvérsias e paixões. Mas quantos sabem quais obstáculos o jovem gênio teve de enfrentar quando chegou a Paris pela primeira vez\, em 1900\, sem falar uma palavra de francês? \nA exposição Picasso lo straniero apresenta mais de 90 obras do artista\, além de documentos\, fotografias\, cartas e vídeos\, oferecendo uma nova e audaciosa interpretação de Picasso\, abordando temas urgentes do nosso presente. Com uma abordagem multidisciplinar e uma extraordinária pesquisa nos arquivos da polícia francesa e do Museu Picasso em Paris\, Annie Cohen-Solal revela essa história fascinante a partir de inúmeros documentos inéditos. A ideia original do projeto surgiu de Annie Cohen-Solal\, curadora científica da exposição\, com a curadoria especial de Cécile Debray\, presidente do MNPP. \nUma exposição organizada pelo Comune di Milano – Cultura\, Palazzo Reale\, Marsilio Arte\, Musée national Picasso – Paris\, Palais de la Porte Dorée e Collection Musée Magnelli Musée de la Céramique\, Vallauris. \nCuradoria de Annie Cohen-Solal e Cécile Debray.
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Edges of Ailey" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Carmen de Lavallade e Alvin Ailey no Jacobs Pillow\, 1961. Foto de John Lindquist. © Harvard Theatre Collection\, Houghton Library\, Harvard University\n\n\n\n\nEdges of Ailey\, que foi inaugurada no Whitney Museum of American Art em 25 de setembro\, é a primeira grande exposição institucional a celebrar a vida\, as danças\, influências e o legado duradouro do visionário artista e coreógrafo Alvin Ailey (nascido em 1931\, Rogers\, Texas; falecido em 1989\, Nova York). Esta mostra dinâmica—descrita como uma “extravanganza” pela curadora Adrienne Edwards—reúne arte visual\, performances ao vivo\, música\, uma série de materiais de arquivo e uma instalação em vídeo de múltiplas telas extraídas de gravações do repertório do Alvin Ailey American Dance Theater (AAADT) para explorar a amplitude da vida pessoal e criativa de Ailey. \nApresentada no Museu em duas partes\, Edges of Ailey consiste em uma exposição imersiva nas galerias de 18.000 pés quadrados do quinto andar do Museu—com obras de mais de oitenta artistas e material revelador dos arquivos—e uma série ambiciosa de performances no teatro do terceiro andar do Museu\, incluindo AILEY em residência uma semana por mês durante a exposição. \nA vasta coleção de arquivos raramente vistos\, incluindo filmagens de performances\, entrevistas gravadas\, cadernos\, cartas\, poesias\, contos\, anotações coreográficas\, desenhos e programas e cartazes de apresentações reunidos nos arquivos de Ailey e de outros\, cria uma linha vital na galeria. Seleções dos Arquivos de Alvin Ailey—cedidos pela Allan Gray Family Foundation e mantidos no Black Archives of Mid America em Kansas City\, Missouri—e da Alvin Ailey Dance Foundation Archives Collection\, mantida na Biblioteca do Congresso\, são de importância singular\, digitalizadas especialmente para esta exposição. Uma montagem dinâmica da vida e danças de Ailey será exibida em um loop em uma instalação de vídeo de 18 canais criada pelos cineastas Josh Begley e Kya Lou\, com a curadora Adrienne Edwards. \nA presença de Ailey\, sentida por meio do surround em vídeo e de seus efeitos pessoais encapsulados\, envolve uma instalação cênica com obras de mais de oitenta artistas. Essas obras são organizadas por temas que moldaram a vida e as danças de Ailey. As seções abrangem uma imaginação expandida do sul negro dos EUA que envolve histórias do sul dos EUA com as do Caribe\, Brasil e África Ocidental; as práticas duradouras da espiritualidade negra; as condições profundas e os efeitos da migração negra; a resiliência e a necessidade de uma libertação negra interseccional; a proeminência das mulheres negras na vida de Ailey; e as robustas histórias e experimentos da música negra; além das diversas representações da negritude na dança e meditações sobre a dança após Ailey. \nEntre os artistas expostos estão Jean-Michel Basquiat\, Romare Bearden\, Faith Ringgold\, Alma Thomas\, Jacob Lawrence\, Rashid Johnson\, Kevin Beasley\, Kara Walker\, entre outros. Uma aquisição recente de Eldren Bailey e novas obras de Karon Davis\, Jennifer Packer\, Mickalene Thomas e Lynette Yiadom-Boakye serão apresentadas pela primeira vez em homenagem a esta exposição histórica. \nEdges of Ailey também oferece uma rara oportunidade para os visitantes assistirem a performances ao vivo íntimas do Alvin Ailey American Dance Theater no teatro do terceiro andar do Museu. Como parte do robusto programa de performances ao vivo da exposição\, AILEY estará em residência no Whitney por uma semana por mês\, totalizando cinco semanas e mais de noventa performances. Isso oferece aos visitantes a oportunidade de vivenciar toda a extensão do mundo e do legado de Ailey\, incluindo performances de obras clássicas e contemporâneas pelas duas companhias de repertório—Alvin Ailey American Dance Theater e Ailey II—bem como apresentações de alunos da The Ailey School\, workshops e programas educacionais do Ailey Arts In Education\, e aulas do Ailey Extension. Durante as semanas em que AILEY não estiver em residência no Museu\, uma série de comissões de dança de coreógrafos renomados e seus colaboradores\, incluindo Ronald K. Brown\, Trajal Harrell\, Bill T. Jones\, Ralph Lemon\, com o artista interdisciplinar Kevin Beasley\, Sarah Michelson\, Okwui Okpokwasili e Peter Born\, Will Rawls\, Matthew Rushing\, Yusha-Marie Sorzano e Jawole Willa Jo Zollar\, será exibida.
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SUMMARY:"Silk Roads" no British Museum
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nCaravanas de camelos atravessando dunas do deserto\, mercadores negociando sedas e especiarias em bazares – essas são as imagens que costumamos associar às Rotas da Seda. No entanto\, a realidade é muito mais complexa. \nEm vez de uma única rota comercial de Leste a Oeste\, as Rotas da Seda eram formadas por redes sobrepostas que ligavam comunidades na Ásia\, África e Europa\, desde o Leste Asiático até a Grã-Bretanha\, e da Escandinávia a Madagascar. Esta exposição significativa explora como as jornadas de pessoas\, objetos e ideias ao longo das Rotas da Seda moldaram culturas e histórias. \nAs Rotas da Seda foram usadas por milênios\, mas esta exibição visualmente impressionante foca em um período definidor de sua história\, aproximadamente entre 500 e 1000 d.C. Nesse período\, ocorreram avanços significativos na conectividade e o surgimento de religiões universais que uniram comunidades através de continentes. \nTrabalhando com 29 parceiros nacionais e internacionais\, a exposição apresenta objetos de diversas regiões e culturas\, lado a lado com itens da coleção do Museu Britânico. Essa é uma oportunidade única de ver objetos provenientes de toda a extensão das Rotas da Seda. Desde cerâmicas chinesas da dinastia Tang destinadas a portos do Oriente Médio até granadas indianas encontradas em Suffolk\, esses itens revelam o alcance impressionante dessas redes. \nPeças destacadas do Uzbequistão e do Tajiquistão\, nunca vistas antes no Reino Unido\, também ressaltam a importância da Ásia Central nessa narrativa que abrange continentes. \nVocê conhecerá figuras cujas histórias se entrelaçam com as Rotas da Seda\, como Willibald\, um astuto contrabandista de bálsamo da Inglaterra\, e uma lendária princesa chinesa que compartilhou os segredos da criação de seda com seu novo reino. Cruzando desertos\, montanhas\, rios e mares\, as Rotas da Seda contam uma história de conexão entre culturas e continentes\, séculos antes da formação do mundo globalizado que conhecemos hoje.
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LOCATION:British Museum\, Great Russell St\, Londres\, Reino unido
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SUMMARY:"Novas Raízes" de Rosana Paulino na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Rosana Paulino\, detalhe da obra Espada e Iansã\, da série Senhora das plantas\, 2022. Imagem: Divulgação Casa Museu Eva Klabin\n\n\n\n\n\nCom uma trajetória única e influente\, Rosana Paulino traz à tona discussões sobre memória\, natureza\, identidade e história afro-brasileira na exposição “Novas Raízes”. Os trabalhos expostos são resultado de uma longa pesquisa acerca da arquitetura e do acervo da Casa Museu\, propondo a separação conceitual entre os dois andares do nosso espaço. Celebrando os 30 anos de carreira da consagrada artista paulistana\, “Novas Raízes” inaugura por aqui no dia 26 de setembro (quinta-feira)\, às 18h\, podendo ser visitada gratuitamente de quarta a domingo\, de 14h às 18h\, até 12 de janeiro de 2025. \nOs cômodos do térreo estão dedicados a produções que expõem a relação entre a arquitetura e botânica\, com desenhos\, colagens e instalações. A obra “Espada de Iansã” se junta a outros trabalhos que visam romper a separação entre dentro e fora\, com plantas tomando as diferentes salas. Rosana chama a atenção para a incisiva separação entre o ambiente doméstico e o jardim\, fruto de uma corrente de pensamento europeu que aponta para a necessidade de domar a natureza. \nOs cômodos do segundo andar tangenciam uma discussão sobre a vida privada de mulheres negras ao longo da história. Obras como “Paraíso tropical”\, “Ama de Leite” e “Das Avós” resgatam fotografias e símbolos da história afro-brasileira\, tecendo uma reflexão sobre a subjugação dos corpos às políticas de apagamento resultantes do modelo escravocrata vivido pelo Brasil Colônia. Fazendo uso de tecidos em voil\, fitas\, lentes\, recortes e outros objetos\, Paulino propõe a preparação de um ambiente de descanso para todas as mulheres negras vítimas da história brasileira\, em especial Mônica\, a ama de leite fotografada por Augusto Gomes Leal em 1860\, uma das poucas que tiveram o seu nome conservado ao longo da história. \n\n\n“Esta é uma oportunidade única de ver a obra de Rosana Paulino em diálogo direto com um acervo clássico\, propondo assim uma revisão histórica e epistemológica aos olhos do visitante (…). Rosana pretende que esta exposição tenha um caráter educativo bem acentuado\, questionando sobre como podemos repensar a produção contemporânea em diálogo com novas leituras de mundo\, este bem diferente daquele deixado por Eva Klabin há mais de trinta anos.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
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