BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20210101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;VALUE=DATE:20221222
DTEND;VALUE=DATE:20260316
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20260226T232846Z
LAST-MODIFIED:20260401T171833Z
UID:69147-1671667200-1773619199@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Amar se aprende amando" de Antonio Bandeira na Pinacoteca do Ceará
DESCRIPTION:Amar se aprende amando\, dedicada a Antonio Bandeira\, encerra no próximo dia 15 de março na Pinacoteca do Ceará\, após mais de três anos em cartaz. \nMaior mostra já realizada sobre o artista\, a exposição reuniu 608 obras e documentos do acervo do Governo do Ceará e integrou a programação de inauguração do museu\, em dezembro de 2022\, celebrando o centenário do pintor. \nCom curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Chico Cavalcante Porto\, a exposição propôs uma abordagem não linear da trajetória de Bandeira\, articulando diferentes cronologias e linguagens para revelar os processos criativos do artista — dos estudos iniciais às telas finalizadas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/amar-se-aprende-amando-de-antonio-bandeira-na-pinacoteca-do-ceara/
LOCATION:Pinacoteca do Ceará\, R 24 de Maio\, 34 - Centro\, Fortaleza\, Brazil
CATEGORIES:América Latina,Fortaleza
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2026/02/FALTA_BANDEIRA_Antonio_1600px72dpi-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240213T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250215T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240605T200243Z
LAST-MODIFIED:20240605T200245Z
UID:49036-1707818400-1739638800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Igshaan Adams no ICA Boston
DESCRIPTION:Igshaan Adams\, Lynloop\, 2024. Vista da instalação\, Igshaan Adams\, no Instituto de Arte Contemporânea/Boston\, 2024-25. Foto por Mel Taing.\n\n\n\nO artista multidisciplinar Igshaan Adams (nascido em 1982 em Cidade do Cabo\, África do Sul) explora como as pessoas habitam e se movimentam pelo espaço. Adams utiliza práticas de tecelagem para tornar visíveis os padrões cotidianos de movimento que falam sobre formas de cuidado\, sobrevivência e resistência na África do Sul pós-apartheid. As recentes tapeçarias de grande escala tecidas por Adams apontam para a interconectividade da espiritualidade do artista\, histórias familiares e narrativas da comunidade local\, enraizadas em sua herança sul-africana\, assim como o uso problemático da terra na região. Ele se inspira no termo de planejamento urbano “linhas de desejo” — caminhos criados por pedestres ao longo do tempo que estão fora dos passeios planejados. Na prática de Adams e na África do Sul\, a criação de linhas de desejo representa um ato de transgressão diante dos limites fixos impostos pelo governo durante a era do apartheid para separar à força as comunidades de acordo com castas raciais. \n\n\n\nLynloop\, a monumental nova comissão de Adams para o ICA/Boston\, é uma tecelagem experimental composta por várias partes\, desenvolvida em resposta à arquitetura do museu e às memórias da infância do artista. Baseia-se em imagens aéreas dos caminhos cruzados entre um campo de esportes e um espaço recreativo murado ao sul de onde Adams cresceu. Por meio da obra\, Adams considera o impacto das experiências e memórias da infância na trajetória da vida de uma pessoa. Ele escreve: “Ao lidar com o desconforto de crescer entre esses espaços hiper-masculinos\, a instalação explora como tive que sobrepor minhas próprias fantasias às memórias de uma maneira que suaviza as arestas duras e a frieza desta área.” Em tons de rosa com contas\, cordas\, correntes e mohair\, Lynloop é um mapeamento impressionante e tátil do espaço\, interação humana e memória.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/igshaan-adams-no-ica-boston/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Art-Wall_Igshaan-Adams_Mel-Taing_1A3A8853-Edit-900x600-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240526T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250120T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240613T171925Z
LAST-MODIFIED:20240613T171927Z
UID:49255-1716721200-1737396000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Simone Leigh no LACMA
DESCRIPTION:Simone Leigh\, Martinique\, 2022. Cortesia da artista e Matthew Marks Gallery\, © Simone Leigh. Foto: Timothy Schenck\n\n\n\nA exposição itinerante Simone Leigh\, organizada pelo ICA Boston e coapresentada em Los Angeles pelo LACMA e pelo Museu Afro-Americano da Califórnia\, é a primeira pesquisa abrangente sobre o trabalho ricamente complexo desta artista celebrada. A apresentação do LACMA apresenta aproximadamente 20 anos de produção de Leigh em cerâmica\, bronze\, vídeo e instalação\, bem como obras de sua apresentação na Bienal de Veneza de 2022. Ao longo das últimas duas décadas\, Leigh criou trabalhos que exploram questões da subjetividade e produção de conhecimento de mulheres negras. Abordando uma ampla variedade de períodos históricos\, geografias e tradições\, sua arte faz referência a processos vernaculares e feitos à mão de toda a diáspora africana\, bem como formas tradicionalmente associadas à arte e arquitetura africanas. Acompanhada por um importante monógrafo\, esta exposição oferece aos visitantes uma oportunidade oportuna de obter uma compreensão holística do trabalho complexo e profundamente emocionante de Leigh.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/simone-leigh-no-lacma/
LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
CATEGORIES:Los Angeles
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Simone-Leigh-Martinique-2022-courtesy-of-the-artist-and-Matthew-Marks-Gallery-©-Simone-Leigh-photo-by-Timothy-Schenck.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240606T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250126T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240627T172414Z
LAST-MODIFIED:20240627T173605Z
UID:49505-1717668000-1737914400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Zanele Muholi na Tate Modern
DESCRIPTION:Zanele Muholi\, Manzi I\, West Coast\, Cape Town (detalhe)\, 2022. Cortesia da artista e da Yancey Richardson Gallery © Zanele Muholi\n\n\n\nZanele Muholi é uma das fotógrafas mais aclamadas da atualidade\, com obras exibidas em todo o mundo. Com mais de 260 fotografias\, esta exposição apresenta a amplitude de sua carreira até o momento. \n\n\n\nMuholi se descreve como uma ativista visual. Desde o início dos anos 2000\, documenta e celebra as vidas das comunidades negras de lésbicas\, gays\, trans\, queer e intersexuais da África do Sul. \n\n\n\nNa série inicial “Only Half the Picture”\, Muholi captura momentos de amor e intimidade\, bem como imagens intensas que aludem a eventos traumáticos – apesar da igualdade prometida pela constituição sul-africana de 1996\, a comunidade LGBTQIA+ continua sendo alvo de violência e preconceito. \n\n\n\nEm “Faces and Phases”\, cada participante olha diretamente para a câmera\, desafiando o espectador a manter o olhar. Estas imagens e os testemunhos que as acompanham formam um arquivo crescente de uma comunidade de pessoas que arriscam suas vidas vivendo de forma autêntica frente à opressão e discriminação. \n\n\n\nOutras séries importantes incluem “Brave Beauties”\, que celebra pessoas não-binárias e mulheres trans empoderadas\, muitas das quais venceram concursos de beleza Miss Gay\, e “Being”\, uma série de imagens ternas de casais que desafiam estereótipos e tabus. \n\n\n\nMuholi volta a câmera para si na série contínua “Somnyama Ngonyama” – traduzido como “Salve a Leoa Negra”. Estas imagens poderosas e reflexivas exploram temas como trabalho\, racismo\, eurocentrismo e política sexual. \n\n\n\nA exposição é baseada na mostra da artista de 2020-21 na Tate Modern e incluirá novas obras produzidas desde então.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/zanele-muholi-na-tate-modern/
LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/vile_gothenburg_sweden_2015_2768_fm.width-1200-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240622T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250406T173000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240627T175700Z
LAST-MODIFIED:20240627T181125Z
UID:49517-1719050400-1743960600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"NAOMI: In Fashion exhibition" no V&A Museum
DESCRIPTION:Naomi Campbell. Imagem: Divulgação V&A Museum\n\n\n\nNAOMI: In Fashion explora os 40 anos inigualáveis da carreira da modelo e ícone cultural Naomi Campbell. Após ser descoberta em Covent Garden aos 15 anos\, Campbell rapidamente ganhou destaque na indústria e fez história alguns anos depois\, aos 18\, ao se tornar a primeira modelo negra a estampar a capa da Vogue Paris\, em agosto de 1988. \n\n\n\nProduzida em colaboração com Campbell e destacando sua voz e perspectiva\, NAOMI: In Fashion é a primeira exposição a celebrar a habilidade e a contribuição de uma modelo individual para a indústria da moda. A exposição conta com o extenso guarda-roupa de alta-costura e prêt-à-porter de Campbell\, incluindo peças de momentos-chave de sua carreira\, além de empréstimos de arquivos de designers e objetos das coleções do V&A. Entrelaçado está o ativismo de Campbell\, que desde cedo defendeu a equidade\, juntando-se à Black Girls Coalition em 1989 e liderando a edição de 2007 da Vogue Itália\, chamada “A Black Issue”\, que clamava por diversidade nas passarelas. \n\n\n\nBecoming Naomi \n\n\n\nA exposição começa com clipes impactantes de Campbell na passarela\, ilustrando seu lendário “andar”. A primeira seção\, “Becoming Naomi”\, explora a infância de Campbell e fundamenta seu sucesso posterior em seu treinamento inicial de dança. Nascida em 1970 no sul de Londres\, ela aspirava a uma carreira no palco e se apresentou em videoclipes dos anos 1980 para artistas como Bob Marley e Culture Club. Sua vida mudou aos 15 anos\, quando foi abordada pela agente de modelos Beth Boldt enquanto fazia compras com amigos da escola. Dois anos depois\, ela estaria na capa da Vogue e desfilando para renomados designers em Londres\, Paris\, Milão e Nova York. \n\n\n\nSupermodel \n\n\n\nCampbell entrou na moda em um momento de mudança. No início dos anos 1990\, o termo supermodelo – ou modelo que se tornou celebridade internacional – era amplamente usado em referência direta a Campbell e um pequeno grupo de colegas. A moda havia se tornado entretenimento de massa e Campbell estava no centro dessa emoção\, sendo apoiada por designers líderes como John Galliano\, Gianni Versace\, Karl Lagerfeld\, Vivienne Westwood e Yves Saint Laurent. Ela se tornou conhecida por sua presença superlativa na passarela\, enquanto seu trabalho com fotógrafos de destaque criou algumas das imagens mais memoráveis da época. Simultaneamente\, ela transcendeu o mundo da moda\, atuando em videoclipes\, lançando seu próprio perfume e se tornando uma defensora da diversidade. \n\n\n\nAzzedine Alaïa \n\n\n\nA próxima seção foca na relação pessoal e profissional de Campbell com o falecido designer Azzedine Alaïa\, nascido na Tunísia e baseado em Paris\, a quem ela conheceu durante seus primeiros dias em Paris e a quem chamou de “Papa”. Famoso por seus designs que acentuam as formas\, Alaïa via o físico escultural de Campbell como “um corpo perfeito”\, o que inspirou grande parte de seu trabalho. Juntos\, criaram momentos mágicos na passarela e editoriais de destaque. \n\n\n\nNew York \n\n\n\nCampbell se mudou para Nova York aos 17 anos\, dividindo um apartamento com a colega modelo Christy Turlington antes de garantir seu próprio lugar na East 30th Street. Campbell mergulhou na vibrante cena da moda da cidade\, forjando amizades duradouras com designers e outros da indústria\, de Marc Jacobs a Anna Sui\, relações que resistiriam ao teste do tempo. \n\n\n\nThe spotlight \n\n\n\nDesde o início dos anos 1990\, Campbell tem sido uma das modelos mais destacadas do mundo – e uma das mulheres negras mais reconhecidas – na televisão\, nos celulares\, em videoclipes e jornais. A seção “The spotlight” explora um momento biográfico muito divulgado quando Campbell cumpriu um período de serviço comunitário por ordem judicial. Em exibição está o vestido Dolce & Gabbana que Campbell usou em seu último dia de serviço comunitário – um look que ela vestiu em resposta aos paparazzi que capturavam sua chegada e partida todos os dias. \n\n\n\nExemplar \n\n\n\nA próxima seção examina Naomi Campbell como um exemplo na área\, focando em suas colaborações iniciais com casas de moda como Dolce & Gabbana\, Vivienne Westwood e Jean Paul Gaultier. Formadas quando Campbell era jovem\, essas conexões evoluíram para amizades colaborativas de décadas\, com designers valorizando sua habilidade de glamourizar qualquer roupa e modelar os conjuntos mais difíceis com aparente facilidade. \n\n\n\nCurada por Edward Enninful OBE\, uma seleção de fotografias na exposição destaca a alquimia única de Campbell com a câmera. Apresentando trabalhos de fotógrafos mundialmente renomados como Steven Meisel\, Arthur Elgort\, Patrick Demarchelier e David Bailey\, Campbell tem um profundo respeito por aqueles com quem trabalha\, reconhecendo seu talento artístico e visão\, e colaborando para alcançar a imagem que eles têm em mente.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/naomi-in-fashion-exhibition-no-va-museum/
LOCATION:Victoria and Albert Museum (V&A)\, Cromwell Rd\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Naomi-Campbell.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240627T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250629T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241010T145343Z
LAST-MODIFIED:20250620T154039Z
UID:58245-1719482400-1751220000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Anthony McCall: Solid Light" na Tate Modern
DESCRIPTION:Anthony McCall. “Split Second (Mirror)” (2018). Vista da instalação\, Sean Kelly Gallery\, Nova York\, 2018. Fotografia de Dan Bradica\n\n\n\n\nSeus movimentos e interações dão vida às obras dentro de Solid Light\, uma exposição focada nas instalações imersivas de Anthony McCall. \nFeixes de luz projetados através de uma fina névoa criam formas tridimensionais grandes no espaço\, que mudam e se transformam lentamente. Ao se mover por essas esculturas translúcidas de luz\, você cria novas formas e descobre perspectivas fascinantes. \nPosicionada entre escultura\, cinema\, desenho e performance\, McCall é conhecido por suas instalações inovadoras de luz. Em 1973\, sua obra seminal Line Describing a Cone redefiniu as possibilidades da escultura. \nAnthony McCall é apresentado na The George Economou Gallery. \nCuradoria de Gregor Muir\, Diretor de Coleção de Arte Internacional\, Tate Modern\, e Andrew de Brún\, Curador Assistente de Arte Internacional\, Tate Modern.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/anthony-mccall-solid-light-na-tate-modern/
LOCATION:Tate Modern\, Bankside\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/DanBradica_McCall_004-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240627T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250209T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240625T132437Z
LAST-MODIFIED:20241121T181714Z
UID:49440-1719486000-1739120400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lélia em nós: festas populares e amefricanidade" no Sesc Vila Mariana
DESCRIPTION:Lita Cerqueira\, Procissão de Santo Amaro. Foto: Coleção da artista\n\n\n\n\nA partir de 26 de junho será possível conhecer o pensamento da antropóloga\, historiadora e filósofa brasileira Lélia Gonzalez (1935 – 1994). O Sesc São Paulo\, em parceria com a Boitempo\, inaugura o projeto Lélia em nós: festas populares e amefricanidade\, na unidade Vila Mariana. A exposição\, que fica em cartaz até 24 de novembro de 2024\, foi inspirada pelo livro Festas populares no Brasil (que ganha nova edição pela Boitempo) e promove uma celebração da cultura afro-brasileira – ou amefricana\, como propõe a autora – a partir de um recorte que estabelece diálogos e reflexões suscitados pela produção intelectual de Gonzalez\, uma  proeminente ativista do movimento negro brasileiro e importante teórica do feminismo negro\, cuja morte completará 30 anos em 10 de julho de 2024. \n\n\n\nCom uma seleção de produções contemporâneas e de diferentes períodos\, reunida em cinco eixos temáticos\, Lélia em nós: festas populares e amefricanidade apresenta pinturas\, fotografias\, documentos históricos\, objetos\, performances\, instalações e vídeos de artistas como Alberto Pitta\, Heitor dos Prazeres\, Januário Garcia\, Maria Auxiliadora\, Nelson Sargento\, e Walter Firmo\, além de 12 trabalhos inéditos\, de artistas como Coletivo Lentes Malungas\, Eneida Sanches\, Lidia Lisboa\, Lita Cerqueira\, Manuela Navas\, Maurício Pazz\, Rafael Galante e Rainha Favelada. \n\n\n\nA mostra também apresenta um recorte de sonoridades e musicalidades\, tanto do universo das festas e festejos brasileiros quanto das intervenções do DJ Machintown e do trombonista Allan Abbadia\, além de registros fonográficos da discoteca pessoal de Lélia. Parte do acervo do Instituto Memorial Lélia Gonzalez (IMELG)\, a coleção reúne álbuns de artistas como Wilson Moreira e Nei Lopes\, Luiz Gonzaga\, Tamba Trio\, Clementina de Jesus\, Jamelão e Lazzo Matumbi \n\n\n\nPartindo de conceitos teóricos desenvolvidos por Lélia Gonzalez\, como a categoria político-cultural de amefricanidade – termo cunhado pela acadêmica em contraposição à ideia hegemônica de afro-americanidade para\, segundo ela\, “ultrapassar as limitações de caráter territorial\, linguístico e ideológico” e redimensionar a influência da diáspora atlântica para a formação das Américas do Sul\, Central\, do Norte e Insular –\, a mostra convida o público à compreensão dopotencial da cultura popular afro-brasileira como tecnologia de identidade e resistência. \n\n\n\nCom curadoria de Glaucea Britto e Raquel Barreto\, a exposição foi inspirada pelas proposições feitas por Lélia Gonzalez em Festas populares no Brasil. Único título publicado em vida pela intelectual exclusivamente como autora\, o livro foi publicado originalmente em 1987. A obra não foi oficialmente lançada no mercado\, tendo sido patrocinada por uma empresa multinacional e distribuída como presente de fim de ano. No mês de abertura da exposição\, a publicação ganhará nova edição da Boitempo\, a primeira voltada à circulação no mercado editorial. Com textos da acadêmica que evidenciam laços indissociáveis entre Brasil e África por meio de manifestações populares como o Carnaval\, o Bumba-Meu-Boi\, as Cavalhadas e festas afro-brasileiras como as Congadas e o Maracatu\, a obra reúne mais de cem imagens de cinco fotógrafos: Leila Jinkings\, Marcel Gautherot\, Maureen Bisilliat\, Januário Garcia e Walter Firmo (os dois últimos\, integrando a exposição). A nova edição inclui também materiais inéditos\, textos de apoio\, fac-símiles\, prólogo de Leci Brandão\, prefácio de Raquel Marreto\, posfácio de Leda Maria Martins\, texto de orelha de Sueli Carneiro e quarta capa de Angela Davis e Zezé Motta.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lelia-em-nos-festas-populares-e-amefricanidade-no-sesc-vila-mariana/
LOCATION:Sesc Vila Mariana\, Rua Pelotas\, 141 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Artista_LitaCerqueira_Obra_ProcissaodeSantoAmaro_Foto_Colecao-da-artista-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240629T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240718T215629Z
LAST-MODIFIED:20240718T215632Z
UID:49814-1719655200-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/j-borges-o-sol-do-sertao-no-museu-do-pontal/
LOCATION:Museu do Pontal\, 3300 Av. Célia Ribeiro da Silva Mendes Barra da Tijuca\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/07/img-9883-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240718T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250112T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240830T135611Z
LAST-MODIFIED:20240830T135611Z
UID:50704-1721296800-1736701200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Mary Sully: Native Modern" no The Met Museum
DESCRIPTION:Mary Sully\, Alice (detalhe)\, ca. 1920s–40s. The Metropolitan Museum of Art\, Nova York\, aquisição\, Morris K. Jesup Fund e fundos de diversos doadores\, 2023\n\n\n\n\nMary Sully—nascida Susan Mabel Deloria na Reserva Standing Rock\, em Dakota do Sul—foi uma artista Yankton Dakota pouco conhecida e reclusa\, que\, entre as décadas de 1920 e 1940\, criou obras altamente distintas\, informadas por sua ancestralidade nativa americana e colonizadora. Esta primeira exposição individual da produção inovadora de Sully destaca aquisições recentes do Met e empréstimos da Fundação Mary Sully\, obras que complicam as noções tradicionais de arte nativa americana e moderna. \nTrabalhando sem patrocínio\, quase na obscuridade\, e sendo em grande parte autodidata\, Sully produziu desenhos intricadamente elaborados e vividamente coloridos. Eles misturam aspectos significativos de sua herança Dakota com elementos visuais observados de outras nações nativas\, bem como a estética da vida urbana. Celebridades euro-americanas da cultura popular\, política e religião inspiraram algumas de suas obras mais marcantes\, que ela chamou de “personalidade impressa”— retratos abstratos organizados como trípticos verticais. Apresentando 25 composições raramente vistas de Sully\, além de material de arquivo da família e outros itens nativos da coleção do Met\, Mary Sully: Native Modern oferece uma nova e complexa perspectiva para considerar a arte e a vida americana no início do século 20. \nA exposição é viabilizada pela Fundação Barrie A. e Deedee Wigmore.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mary-sully-native-modern-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/mary-sully-native-modern-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240723T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250119T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240911T184513Z
LAST-MODIFIED:20240911T184527Z
UID:51083-1721732400-1737309600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Peter Kennard: Archive of Dissent" na Whitechapel Gallery
DESCRIPTION:Peter Kennard\, Mandela\, 1990. Cortesia do artista e da Richard Saltoun Gallery\, Londres\, Roma e Nova York.\n\n\n\n\n\n\n\n\nPeter Kennard (n. 1949\, Reino Unido) é um artista e ativista baseado em Londres\, e Professor Emérito de Arte Política no Royal College of Art. \nArchive of Dissent marca uma das exibições mais extensas do trabalho de Kennard até hoje e foi especialmente concebida para a Whitechapel Gallery. Ocupando três galerias dentro do antigo espaço da Biblioteca Whitechapel\, a exposição reúne obras da prolífica e influente carreira de cinco décadas do artista\, oferecendo um importante repositório de história social e política\, ao mesmo tempo que ilumina uma prática artística que tem continuamente desafiado e protestado contra o status quo. \nDesde a década de 1970\, Kennard produziu algumas das imagens mais icônicas e influentes de resistência e dissidência. Do movimento contra a Guerra do Vietnã\, o Movimento Anti-Apartheid\, a Campanha pelo Desarmamento Nuclear (CND) e as campanhas da Coalizão Stop the War nos anos 2000\, até as guerras atuais na Ucrânia e Gaza\, além de seu compromisso contínuo com o ativismo ambiental\, Kennard desenvolveu uma prática visual única que conecta arte e política para um amplo público. \nRefletindo a função histórica do espaço da antiga biblioteca\, a proposta de Kennard para a exposição assume a forma de um arquivo ativo e em constante evolução\, grande parte dele apresentado como material impresso exibido em paredes\, cartazes\, vitrines ou em púlpitos. Isso inclui os jornais onde suas imagens foram publicadas pela primeira vez\, bem como os pôsteres e livros pelos quais elas continuam a circular. \nA exposição explora o processo criativo do artista\, começando com uma seleção dos fotomontagens distintas que ele vem criando desde os anos 1970. Inspirado pelo trabalho de John Heartfield (1891–1968)\, que pioneirou o uso da montagem como ferramenta política nos anos 1930\, as montagens de Kennard desconstruem imagens familiares e onipresentes\, reimaginando-as através de diferentes formatos e escalas de publicação. As obras não apenas expõem a relação entre poder\, capital\, guerra e a destruição do planeta Terra\, mas também “mostram novas possibilidades emergindo das rachaduras e estilhaços da antiga realidade.” \nArchive of Dissent também inclui duas das instalações mais recentes e ambiciosas de Kennard\, Boardroom (2023) e Double Exposure (2023)\, que utilizam luz\, vidro e projeção para desconstruir o meio do fotomontagem\, além de uma nova obra\, The People’s University of the East End (2024). O título da obra faz referência ao nome coloquial do antigo espaço da Biblioteca\, destacando seu propósito original como um recurso democrático local\, ao mesmo tempo que continua a utilizar e evocar a iconografia e as formas de protesto.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/archipelago-visions-in-orbit-na-whitechapel-gallery-2/
LOCATION:Whitechapel Gallery\, 77-82 Whitechapel High St\, Londres\, Reino unido
CATEGORIES:Londres
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Screenshot-2024-07-29-at-15.22.46-1170x655-1-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240724T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250216T200000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241113T184415Z
LAST-MODIFIED:20241113T184415Z
UID:59401-1721815200-1739736000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"outros navios: uma coleção afro-atlântica" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Vista da exposição © Edson Kumasaka\, 2024\n\n\n\n\nAs regiões da África central e ocidental estão conectadas ao Brasil por séculos de circuitos transatlânticos. Navios de violência adentraram mares até os nossos litorais. Mas também outros navios\, que nos permitem mergulhar por histórias alternativas e criar novos significados para as centenas de objetos do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP) apresentados nesta exposição. \nMáscaras\, tecidos\, joias\, estatuetas\, de diferentes culturas africanas\, foram adquiridas por meio de doações ou compras encomendadas a partir da década de 1960\, quando os movimentos de independência política das ex-colônias em África se consolidavam. Uma coleção fruto de um tempo e espaço que expressa os fluxos de pessoas\, objetos e conhecimentos estabelecidos no sul global. O então professor do MAE\, Marianno Carneiro da Cunha (1926-1980)\, foi uma figura chave no projeto institucional e científico de construção da coleção. \nCaixas aguardando em um porto do litoral africano na década de 1970\, tornam-se caixas abertas na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp para serem transformadas e ressignificadas. São expostas igualmente as artes no Brasil constituídas\, entendendo a coleção não como africana\, mas sim\, afro-atlântica. As obras de artistas contemporâneos aqui incluídas\, além disso\, indicam que uma coleção não é fixa e pode ser recomposta para apontar outros navios à vista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/natureza-viva-de-marcelo-tinoco-no-centro-cultural-fiesp-2-2/
LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Avenida Paulista\, 1313\, Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/4EK9914a-©edson_kumasaka-2024-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240729T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250504T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240830T142416Z
LAST-MODIFIED:20240830T142416Z
UID:50714-1722247200-1746378000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Ink and Ivory: Indian Drawings and Photographs Selected with James Ivory" no The Met Museum
DESCRIPTION:Buffaloes in Combat (detalhe)\, Atribuído a Miskin\, Índia\, Mughal\, final do século XVI.\n\n\n\n\nEsta exposição apresenta uma seleção de desenhos superlativos das cortes e centros da Índia e do Paquistão (com algumas obras persas relacionadas)\, datados do final do século XVI ao século XX. Essas obras foram selecionadas principalmente da coleção do Met em parceria com o diretor de cinema James Ivory\, cuja recente doação ao Museu de álbuns fotográficos do século XIX também será destaque na exposição (2021.381.1-16). Os desenhos incluirão exercícios preparatórios frescos e informais para pinturas\, bem como obras lindamente acabadas por si só. As fotografias apresentarão os temas e estilos que surgiram nos contextos de patrocínio real e cerimônia; vistas de arquitetura\, cidades\, paisagens e pessoas\, entre outros. Como artista e cineasta\, James Ivory nos ajudará a apreciar esse material através de seu olhar único. Um curta-metragem — An Arrested Moment — dirigido por Dev Benegal\, acompanhará a exposição. \nA exposição é viabilizada pelo Hagop Kevorkian Fund. \nApoio adicional é fornecido pelo Lavori Sterling Foundation Endowment Fund.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/ink-and-ivory-indian-drawings-and-photographs-selected-with-james-ivory-no-the-met-museum/
LOCATION:The Metropolitan Museum of Art\, 1000 5th Ave\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/4ad16386ed3aaea08f40f6ee50257d871539bb4d-5121x1707-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240803T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250525T210000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240803T000005Z
LAST-MODIFIED:20240803T000005Z
UID:50093-1722679200-1748206800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/acervo-aberto-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Hermelindo-Fiaminghi-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240822T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250330T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240823T212818Z
LAST-MODIFIED:20240823T212818Z
UID:50385-1724324400-1743357600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Nós — Arte e Ciência por Mulheres” no Sesc Interlagos
DESCRIPTION:Obra de Efe Godoy. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Sesc Interlagos recebe a partir de 22 de agosto a exposição “Nós — Arte e Ciência por Mulheres”\, sobre a trajetória da produção científica\, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra apresenta um panorama que valoriza sua contribuição e\, ao mesmo tempo\, as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade. \nA realização é do Sesc São Paulo\, com concepção do Estúdio M’Baraká e cocuradoria de Isabel Seixas\, Letícia Stallone\, Gisele Vargas e Diogo Rezende\, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá\, especializada em História da Ciência. São apresentadas cerca de 300 obras a partir da apresentação de personagens\, de iconografia histórica e científica e com os trabalhos de artistas contemporâneas como Berna Reale\, Laura Gorski e Ana Teixeira. \nContemplando cenários históricos que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas\, a narrativa da exposição propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como\, por meio de conhecimento\, posturas e narrativas afirmativas\, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão. \n“Nós\, mulheres\, sempre criamos\, curamos\, catalogamos\, inventamos\, analisamos e\, sobretudo\, lutamos. ‘Nós — Arte e Ciência por Mulheres’ traz para a linguagem de exposição uma narrativa que busca dar visibilidade à contribuição das mulheres ao longo dos tempos\, e faz isso através da arte\, buscando informar e sensibilizar para mudanças em curso\, mas que seguem urgentes para a emancipação das mulheres“\, ressalta Isabel Seixas\, da equipe curatorial. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nos-arte-e-ciencia-por-mulheres-no-sesc-interlagos/
LOCATION:Sesc Interlagos\, Av. Manuel Alves Soares\, 1100 - Parque Colonial\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Efe-Godoy-185-x-16-cm-3-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250111T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240823T171007Z
LAST-MODIFIED:20240823T171007Z
UID:50508-1724493600-1736614800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Singular Plural: Rubem Valentim" no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
DESCRIPTION:Rubem Valentim. Crédito: Marcia Gabriel\n\n\n\n\nO Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, instituição da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, anuncia a abertura da exposição Singular Plural: Rubem Valentim. A inauguração será no dia 24 de agosto\, a partir das 11h\, com entrada gratuita. Em linha com as ações de acessibilidade e o compromisso de acolher todos os públicos\, o Museu oferece uma experiência estética inclusiva com fotografias\, serigrafias e esculturas adaptadas para pessoas com deficiência\, garantindo que a exposição promova um encontro sensível entre pessoas e a arte\, em sua diversidade. \nA mostra\, baseada em obras do acervo do Museu\, abrange elementos com recursos acessíveis instalados no subsolo e obras originais localizadas no primeiro nível do espaço. Os elementos com recursos acessíveis incluem duas reproduções táteis tridimensionais e três reproduções bidimensionais das obras originais que serão apresentadas na exposição instalada no primeiro nível. Além disso\, a mostra conta com jogos interativos\, um mapa tátil e um retrato tátil do artista homenageado\, proporcionando uma experiência rica e sensorial para todos os visitantes. \nEsta exposição marca a ampliação do acesso às obras de Valentim e celebra os 13 anos do programa “Singular Plural”\, que visa implantar\, expandir e aperfeiçoar recursos de acessibilidade\, tornando o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo um espaço cada vez mais acolhedor para todos os públicos. \nAo longo da carreira\, Valentim desenvolveu uma “Riscadura Brasileira”\, rica em cores vibrantes das festas populares afro-cristãs\, celebrações indígenas\, candomblé e umbanda. Sua arte foi inspirada em elementos cotidianos\, como máscaras\, estátuas\, altares e ferramentas. Assim\, ele ressignificou instrumentos dos orixás\, como o Oxé de Xangô\, e\, com a geometria sagrada\, criou uma linguagem “plástico-visual-signográfica” para expressar ideias\, valores e tradições culturais. Essa abordagem é ao mesmo tempo estética e simbólica.  \nO artista destaca a diversidade cultural do Brasil e se estabeleceu como um dos mais importantes artistas baianos no cenário nacional e internacional. Suas obras estão entre as mais procuradas pelo público no Museu e são consideradas contemporâneas\, inovadoras\, únicas e universais. Além disso\, carregam uma mistura de signos que abrangem geometria e religiosidade. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/singular-plural-rubem-valentim-no-museu-afro-brasil-emanoel-araujo/
LOCATION:Museu Afro Brasil Emanoel Araújo\, Parque Ibirapuera\, Portão 10 - Av\, Pedro Álvares Cabral\, s/n – Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/Rubem-Valentim-Credito-Marcia-Gabriel-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240824T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250112T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240903T193335Z
LAST-MODIFIED:20240903T193335Z
UID:50858-1724495400-1736704800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"What It Becomes" no Whitney Museum
DESCRIPTION:Rick Bartow\, Autobiographical Hawk\, 1991. Whitney Museum of American Art\, Nova York; doação do Richard E. Bartow Trust © Richard E. Bartow Trust\n\n\n\n\nComo um ato de marcação direta\, o desenho oferece uma maneira imediata e espontânea para que ideias se desenrolem e imagens ganhem forma. Guiada pelo potencial do meio para ilustrar mudanças\, esta exposição reúne obras da coleção do Whitney de artistas que utilizam o desenho como um ato de transformação. Em suas mãos\, o desenho se torna uma ferramenta para revelar o que é invisível e tornar o familiar irreconhecível\, ou\, como observa a artista Toyin Ojih Odutola: “O que ele se torna é o que me interessa.” \nEmbora as obras nesta exposição variem das artes gráficas a fotografias e vídeos\, os processos inerentes ao desenho desempenham um papel fundamental na criação de cada uma delas. Alguns artistas empregam técnicas como inscrição e apagamento para alterar ou recuperar imagens existentes\, como visto nas obras de Ojih Odutola e Wendy Red Star. Outros\, como David Hammons e Maren Hassinger\, enfatizam a tactileidade do meio\, usando seus próprios corpos como ferramentas de desenho ou superfícies para transformar sua imagem. Todas as obras mantêm uma relação estreita com a figura\, variando de modos tradicionais de retrato a registros gráficos mais abstratos do gesto humano. Aproveitando a relação entre desenho\, toque e formação\, os artistas exploram a natureza maleável da identidade e a possibilidade de moldar e redefinir a si mesmo. \nWhat It Becomes é organizada por Scout Hutchinson\, Curatorial Fellow.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/what-it-becomes-no-whitney-museum/
LOCATION:Whitney Museum of American Art\, 99 Gansevoort St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/large_RS71754_2022_69_cropped-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240827T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250126T200000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240826T194136Z
LAST-MODIFIED:20240826T194136Z
UID:50588-1724752800-1737921600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Stefania Bril: desobediência pelo afeto" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Sem título. Via Dutra\, abril de 1972. Foto de Stefania Bril. Acervo IMS / Arquivo Stefania Bril\nRomênia\, 1968\, da série “Ciganos” © Josef Koudelka/Magnum Photos\, cortesia da Fundação Josef Koudelka.\n\n\n\n\nStefania Bril: desobediência pelo afeto\, com curadoria de Ileana Pradilla Ceron e Miguel Del Castillo\, é a primeira exposição dedicada à obra da fotógrafa e crítica nos últimos trinta anos. Polonesa de nascimento\, Stefania Bril aportou no Brasil em 1950\, já formada em química\, e só mais tarde se iniciou na fotografia. Sua breve mas intensa obra fotográfica gerou cerca de 11 mil fotogramas\, produzidos entre 1969 e 1980\, e que\, juntamente com seu arquivo\, fazem parte do acervo do IMS. A desobediência parece ser um dos principais traços que marcaram sua vida e seu trabalho\, que questiona certos critérios tradicionais de valoração da fotografia. As diversas camadas de leitura que suas fotos possuem revelam tanto um olhar esperançoso e empático como uma posição crítica\, alguém que enxerga a falência da cidade moderna e que aposta no afeto como antídoto à violência estrutural\, no cotidiano como espaço de resistência – inclusive em meio a contextos totalitários\, como os anos de chumbo no Brasil. \nA mostra está organizada em seis núcleos. Os dois primeiros e mais expressivos perfazem o ensaio fotográfico principal\, com imagens ampliadas digitalmente a partir dos negativos\, e abrangem duas de suas grandes temáticas: a cidade e os seres humanos que a habitam. A seguir\, uma seleção de cópias de época realizadas por Stefania exemplifica o modo como organizou seu trabalho em séries\, e\, depois\, dois núcleos com vídeos e materiais documentais dão conta de seu trabalho como crítica\, curadora e articuladora do campo fotográfico. Uma alentada narrativa biográfica encerra a exposição.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/stefania-bril-desobediencia-pelo-afeto-no-ims-paulista/
LOCATION:IMS Paulista\, Avenida Paulista\, 2424\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/012SB00015_04_opcao2_foto-de-StefaniaBril_1920px-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240828T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250316T213000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240823T221219Z
LAST-MODIFIED:20240823T221219Z
UID:50541-1724835600-1742160600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio" no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:GARBE na Amazônia\, decadas de 1960 e 1970. Crédito Acervo da Família\n\n\n\n\nNo centenário de nascimento de Paulo Vanzolini (1924 – 2013)\, compositor brasileiro responsável por clássicos como Ronda e Volta Por Cima\, o Sesc São Paulo apresenta uma imersão na vida do artista\, revelando não apenas sua faceta musical\, mas também a trajetória do zoólogo de renome internacional. A exposição 100 anos de Paulo Vanzolini\, o cientista boêmio ocupa o Sesc Ipiranga a partir de 28 de agosto de 2024\, e segue em cartaz até 16 de março de 2025. Idealizada pelos filhos do cientista\, o diretor de arte e cineasta Toni Vanzolini e a psicóloga Maria Eugênia Vanzolini\, a mostra conta com curadoria de Daniela Thomas\, reconhecida cenógrafa\, cineasta e diretora teatral. \n“A data simbólica do centenário de Paulo Emilio Vanzolini\, nosso pai\, nos motivou a pensar uma exposição que mostrasse um pouco da pluralidade desse brasileiro que ouviu\, traduziu\, pesquisou\, escreveu\, cantou e pensou um Brasil bom\, diverso e inclusivo. Que sempre valorizou o conhecimento e a arte\, fazendo de ambas seu maior legado. O universo desse personagem interessado e interessante\, ‘cientista boêmio’\, como bem o definiu Antonio Candido\, é o que queremos mostrar nessa exposição”\, antecipa Toni Vanzolini. \nSem perder de vista o lado boêmio e artístico do homenageado\, a exposição revisita as expedições científicas e as contribuições para a ciência empreendidas como herpetólogo\, especializado no estudo de répteis e anfíbios. O Sesc Ipiranga como espaço para a exposição possui um simbolismo especial: a proximidade com o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP)\, onde Paulo Vanzolini trabalhou por cinco décadas – três destas\, como diretor. \n“Algumas figuras são incontornáveis na história de uma cidade\, de um país. Algumas chegam a ser incontornáveis até no planeta. É o caso do nosso homenageado nessa exposição\, Paulo Vanzolini\, que completaria 100 anos este ano e que passou a maior parte da sua vida aqui do lado do Sesc Ipiranga\, dirigindo o Museu de Zoologia da USP\, sua casa. Ou uma de suas casas\, já que se sentia perfeitamente integrado à paisagem numa picada na floresta\, no seu laboratório ou no boteco\, entre músicos ou entre os maiores intelectuais da sua época”\, destaca Daniela Thomas. “Homem ímpar\, de uma inteligência sobrenatural\, uma inventividade que produziu versos inesquecíveis como ‘reconhece a queda e não desanima\, levanta\, sacode a poeira\, dá a volta por cima’ e teorias revolucionárias na zoologia\, e de uma determinação quase autoritária\, características que fizeram dele essa potência realizadora que celebramos agora”. \nEm parceria com o Museu de Zoologia da USP\, a exposição exibe ao público 51 exemplares conservados de espécies animais identificadas e catalogadas por Vanzolini. Esses espécimes\, emprestados pelo Museu ao Sesc\, estão em destaque em uma sala que recria um laboratório de zoologia. \nCinco salas temáticas revelam a trajetória multifacetada de Vanzolini\, abrangendo mais de meio século de pesquisa. A exposição destaca suas célebres expedições amazônicas e as conexões entre arte e ciência que ele promoveu. Documentos\, fotografias e vídeos oferecem um vislumbre dos bastidores das descobertas marcantes do “cientista boêmio”\, apelido carinhosamente atribuído por Antonio Cândido\, sociólogo e crítico literário\, no encarte do disco Acerto de Contas de Paulo Vanzolini (2002). Esta compilação apresenta 52 composições do cientista\, interpretadas por renomados artistas como Chico Buarque\, Paulinho da Viola e Martinho da Vila. \nNo percurso expositivo\, ilustrações de Alice Tassara guiam os visitantes pela trajetória de Vanzolini\, em uma cronologia biográfica que destaca aspectos de sua formação acadêmica e seu círculo de amizades com intelectuais\, artistas e ícones da música popular brasileira.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/100-anos-de-paulo-vanzolini-o-cientista-boemio-no-sesc-ipiranga/
LOCATION:Sesc Ipiranga\, 822 R. Bom Pastor Ipiranga\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/GARBE-na-Amazonia-decadas-de-1960-e-1970-Credito-Acervo-da-Familia-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240829T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250120T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241211T153542Z
LAST-MODIFIED:20241211T153542Z
UID:60251-1724925600-1737392400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"The Gun Violence Memorial Project" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “The Gun Violence Memorial Project” no ICA Boston. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nThe Gun Violence Memorial Project (2019–presente) cria um espaço para reunir\, lembrar e agir diante da crise contínua de violência armada. Desenvolvido pelo MASS Design Group\, sediado em Boston\, e pela Songha & Company\, com o artista Hank Willis Thomas como Diretor Criativo\, em parceria com a organização de prevenção à violência armada Purpose Over Pain\, o projeto foi lançado na Bienal de Arquitetura de Chicago de 2019. Ele consiste em quatro casas de vidro\, cada uma composta por 700 tijolos transparentes\, em referência ao número médio de mortes por armas de fogo semanalmente nos Estados Unidos. Muitos desses tijolos contêm objetos de lembrança\, como sapatos de bebê\, enfeites de formatura e fotografias\, oferecidos por famílias em homenagem a entes queridos cujas vidas foram perdidas devido à violência armada. Esses memoriais vivos convidam o público a refletir sobre o impacto da violência armada por meio de narrativas pessoais. \nEm uma colaboração em toda a cidade\, o Gun Violence Memorial Project será exibido no ICA de Boston\, na Prefeitura de Boston e na galeria do MASS Design Group no South End. Eventos locais de coleta de objetos\, organizados pelo Louis D. Brown Peace Institute\, ocorrerão durante o verão e outono de 2024.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/the-gun-violence-memorial-project-no-ica-boston/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Exhibition_GVMP_Mel-Taing_1A3A1368-1024x683-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240829T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250120T170000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241211T153853Z
LAST-MODIFIED:20241211T153853Z
UID:60254-1724925600-1737392400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tau Lewis: Spirit Level" no ICA Boston
DESCRIPTION:Vista da exposição “Tau Lewis: Spirit Level” no ICA Boston. Foto: Mel Taing\n\n\n\n\nTau Lewis (n. 1993\, Toronto) transforma materiais encontrados em esculturas macias detalhadamente elaboradas\, colchas\, máscaras e outras assemblages por meio de processos intensivos como costura manual\, escultura e moldagem em gesso. Artista autodidata\, sua prática é voltada para a cura de traumas pessoais\, coletivos e históricos\, empregando formas repetitivas de trabalho criativo. Lewis utiliza materiais e artefatos carregados de significado—como roupas usadas\, tecidos\, couro e fotografias\, além de madeira flutuante\, dólares de areia e conchas—que frequentemente coleta em Toronto\, Nova York ou nos arredores da casa de sua família em Negril\, Jamaica. Os objetos evocativos que Lewis reúne e transforma estabelecem uma relação em seu trabalho com os contextos sociais\, culturais e físicos pelos quais transita\, coleta e habita. Sua reutilização criativa conecta-se às formas de inventividade material praticadas por comunidades diaspóricas\, onde trabalhar com o que está ao alcance é um ato reparador que busca reivindicar agência. Em toda sua produção\, o interesse de Lewis está em honrar e avançar essas tradições diaspóricas\, além de explorar\, como afirmou\, “a transferência de energia e emoção que ocorre quando um objeto é feito à mão.” Para o ICA\, em sua primeira exposição individual em um museu nos Estados Unidos\, Lewis está criando um novo corpo de trabalho. A exposição será acompanhada por um catálogo\, a primeira monografia da artista. \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tau-lewis-spirit-level-no-ica-boston/
LOCATION:Institute of Contemporary Art Boston\, 25 Harbor Shore Dr\, Boston\, Massachusetts\, Estados Unidos
CATEGORIES:Boston
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/12/Exhibition_Tau-Lewis_Mel-Taing_1A3A1186-Edit-1024x683-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240831T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250202T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240829T154005Z
LAST-MODIFIED:20240829T191018Z
UID:50650-1725098400-1738519200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Gabriel Massan: Terceiro Mundo\, a dimensão descoberta" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Créditos: Terceiro Mundo – a dimensão descoberta. Cortesia do artista e Serpentine.\n\n\n\n\nEm “Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, a galeria expositiva do edifício Pina Contemporânea se transforma no universo imersivo criado pelo artista Gabriel Massan\, com suas esculturas\, desníveis e texturas que remetem à experiência de dentro das telas. \n“Terceiro Mundo – a dimensão descoberta”\, projeto desenvolvido em colaboração com a Serpentine Galleries\, é uma exposição imersiva concebida a partir de uma perspectiva decolonial\, de teorias queer e de estratégias descentralizadas em tecnologia. No projeto\, o artista Gabriel Massan constrói um jogo de videogame ambientado em um universo fantástico que\, a partir de uma narração colaborativa de história\, desafia o conceito colonial de “exploração” e convoca o público a repensar suas ações no mundo. \nNa mostra\, visitantes podem escolher entre as quatros estações de jogos para começarem a jornada pelo jogo Terceiro Mundo ou podem permanecer no espaço para assistir a experiência dos jogadores em tempo real\, por meio de cinco telas no espaço expositivo – como em canais dedicados a transmissão ao vivo de jogos. \nA ESTRUTURA DO JOGO \nO primeiro nível do jogo é Igba Tingbo\, que em língua iorubá significa “longo prazo”. Caracterizado pelo trabalho da artista e psicóloga clínica Castiel Vitorino Brasileiro\, a experiência nessa etapa enfoca o modo como o jogador se relaciona com a “alteridade”. Sòfo\, que significa “Vazio” em Iorubá\, é o segundo nível para onde os jogadores são enviados como Agente do QG. \nCada nível foi criado em colaboração com artistas e pensadores\, que contribuíram na construção de diálogos\, textos e narrativas\, emprestando inclusive suas vozes aos personagens. Participaram LYZZA\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Novíssimo Edgar e Ventura Profana\, estando os três últimos incluídos na programação cultural que acontece no museu no 2º semestre de 2024. \nO mundo foi criado em colaboração com o artista e rapper Novíssimo Edgar\, a partir da sua vivência em São Paulo\, sua cidade natal.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/gabriel-massan-terceiro-mundo-a-dimensao-descoberta-na-pinacoteca-contemporanea/
LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/H03_4.0136-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240831T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250223T210000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240829T162141Z
LAST-MODIFIED:20240829T162141Z
UID:50661-1725098400-1740344400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Experimentações gráficas - Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes" no MAC USP
DESCRIPTION:Candido Portinari\, Mineradores\, c. 1941. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nEm 2023 a Coleção Ivani e Jorge Yunes doou 89 volumes ilustrados por artistas modernos no Brasil e publicados no século 20 à biblioteca do Museu de Arte Contemporânea da USP. Nas publicações vemos grandes nomes da arte nacional atuando como ilustradores e artistas gráficos\, como Fayga Ostrower\, Regina Silveira\, Emiliano Di Cavalcanti\, Aldemir Martins\, Tomás Santa Rosa e Noêmia Mourão\, entre outros. A exposição Experimentações gráficas – Doação Coleção Ivani e Jorge Yunes\, que o MAC USP inaugura no sábado\, 31 de agosto\, a partir das 11 horas\, é um desdobramento dessa doação\, apresentando parte das publicações recebidas pelo Museu em diálogo com obras de seu acervo\, selecionadas pelas curadoras Renata Rocco\, Francis Melvin Lee e Mariana Motta. “Buscamos demonstrar a colaboração e o trânsito de artistas modernos e contemporâneos entre as ditas “belas artes” e as “artes gráficas” e revisitar publicações e autores das décadas de 1920 a 2000\, não circunscritas ao eixo Rio-São Paulo e nem sempre acessíveis ao público”\, assinalam as curadoras. O olhar sobre as artes gráficas destaca a versatilidade dos artistas brasileiros e as variações das soluções artísticas\, dentro de uma linguagem visual moderna ao longo do século passado. Para as curadoras\, “o que atravessa a exposição é o poder das imagens\, sua difusão para a construção de uma ideia de modernidade em diferentes cidades brasileiras e a estreita cooperação dos artistas com tal projeto”. O casal Ivani e Jorge Yunes começou a colecionar arte e objetos de todas as partes do mundo nos anos de 1970. Como proprietários de editoras também colecionaram livros\, revistas e jornais publicados majoritariamente no Brasil. Para Beatriz Yunes Guarita\, filha do casal e diretora da coleção\, “essa doação vem se somar aos inestimáveis e históricos volumes que a biblioteca do museu já possui\, gerando diálogos e reflexões com o acervo artístico\, além de oferecer oportunidade para que o público possa conhecer e estudar essas publicações”\, e completa: “Partilhar sempre foi nosso maior objetivo.” \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/experimentacoes-graficas-doacao-colecao-ivani-e-jorge-yunes-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/08/ExpGra_12.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240904T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250113T210000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240909T144742Z
LAST-MODIFIED:20240909T144742Z
UID:50946-1725447600-1736802000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Surrealism” no Centre Pompidou
DESCRIPTION:Max Ernst\, L’ange du foyer (Le Triomphe du surréalisme)\, 1937. © Adagp\, Paris. Foto: Vincent Everarts Photographie\n\n\n\n\nCombinando pinturas\, desenhos\, filmes\, fotografias e documentos literários\, a exposição apresenta obras dos artistas icônicos do movimento (Salvador Dalí\, René Magritte\, Giorgio de Chirico\, Max Ernst\, Joan Miró)\, bem como das surrealistas mulheres (incluindo Leonora Carrington\, Ithell Colquhoun\, Dora Maar). \nA exposição é organizada tanto cronologicamente quanto tematicamente\, estruturada em 14 seções que evocam as figuras literárias que inspiraram o movimento (Lautréamont\, Lewis Carroll\, Sade\, etc.) e os princípios poéticos que estruturam sua imagética (o artista como médium\, os sonhos\, a pedra filosofal\, a floresta\, etc.). \nNo centro da exposição está um “tambor” central que abriga o manuscrito original do Manifesto\, um empréstimo excepcional da Biblioteca Nacional da França. Uma exibição multimídia acompanha a descoberta deste documento único\, fornecendo uma visão sobre sua criação e significado.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/surrealism-no-centre-pompidou/
LOCATION:Centre Pompidou\, Place Georges-Pompidou\, Paris\, França
CATEGORIES:Paris
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Max-Ernst-Lange-du-foyer-Le-Triomphe-du-surrealisme-1937.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240912T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250112T203000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241003T185733Z
LAST-MODIFIED:20241003T185744Z
UID:57833-1726137000-1736713800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“A Seed Under Our Tongue” de Saodat Ismailova no Pirelli HangarBicocca
DESCRIPTION:Saodat Ismailova As We Fade 2024 Vista da instalação no Pirelli HangarBicocca\, Milão\, 2024 Comissionada e produzida por Pirelli HangarBicocca. Cortesia da artista © Saodat Ismailova e Pirelli HangarBicocca\, Milão Foto: Agostino Osio\n\n\n\n\nO Pirelli HangarBicocca apresenta A Seed Under Our Tongue\, a primeira grande retrospectiva italiana de Saodat Ismailova (Tashkent\, Uzbequistão\, 1981)\, uma das artistas contemporâneas mais aclamadas da nova geração\, que trabalha na interseção entre cinema\, som e arte visual. Seus filmes e instalações\, com uma iconografia marcante e narrativas hipnóticas\, evocam o poder da natureza\, o legado da colonização e a delicada relação entre humanidade e meio ambiente. Explorando a memória coletiva\, o conhecimento ancestral e a representação da feminilidade\, suas obras se baseiam no patrimônio sociopolítico e cultural da Ásia Central para refletir sobre valores universais. \nCom novas obras comissionadas pelo Pirelli HangarBicocca\, a exposição marca a primeira grande mostra institucional de Saodat Ismailova na Itália. Apresentando trabalhos de suas duas décadas de carreira\, incluindo filmes\, esculturas e instalações\, o ambiente espacial foi projetado especialmente para a exposição. Focando no conceito e nas implicações da transmissão—seja de conhecimento\, histórias\, memórias ou paisagens—a mostra constrói diferentes narrativas\, criando uma atmosfera complexa e multifacetada. Os visitantes são imersos nas realidades culturais\, sociais e políticas da Ásia Central através de uma sobreposição intrincada de memórias\, paisagens\, imagens pessoais e coletivas e do tempo. \nSaodat Ismailova é cineasta e artista da primeira geração pós-soviética do Uzbequistão. Entrelaçando memórias\, mitos\, rituais e sonhos ao cotidiano\, seus filmes exploram a rica e multicamada cultura de sua região\, situada no cruzamento de diferentes realidades\, migrações e legados coloniais. Através de sua história pessoal\, Ismailova mergulha na dimensão coletiva da memória e na resistência global ao impacto da atividade humana no meio ambiente. Sua pesquisa abrange o conhecimento ancestral\, práticas tradicionais e histórias mais recentes. Por exemplo\, ela incorpora filmagens de arquivo ou elementos têxteis de tradições vernaculares que permitem a continuidade de atividades artesanais ameaçadas de desaparecer. Ao fazer isso\, Ismailova recontextualiza o passado colonial e a questão da identidade na região\, combinando mitos e práticas animistas com os sonhos das pessoas que habitam essas terras. \n“Eu acho que o cinema é como um vaso que carrega e lembra de tudo”\, afirma Ismailova. \nO título da exposição\, A Seed Under Our Tongue (Uma Semente Sob Nossa Língua)\, refere-se diretamente às novas obras apresentadas\, incluindo o filme recém-editado Arslanbob (2023-24) e as esculturas relacionadas\, como a semente dourada de Amanat (2024) e o molde em resina de uma caverna em The Mountain Our Bodies Emptied (2024). Inspirada em uma narrativa oral—sobre uma semente de tâmara escondida sob a língua e transmitida através de diferentes épocas e povos até ser transformada—a exposição reúne doze obras\, incluindo seis filmes e sete esculturas\, que exploram a questão da transmissão e a ideia\, nas palavras da artista\, de “que somos responsáveis pelas sete gerações que nos precederam e pelas sete gerações que virão depois de nós.” \nCoincidindo com a exposição no Pirelli HangarBicocca\, será publicada no outono de 2024 uma monografia abrangente sobre a artista\, editada por Roberta Tenconi. O volume traçará a prática de Ismailova sob diversas perspectivas\, incluindo ensaios e contribuições temáticas de estudiosos e críticos internacionais.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-seed-under-our-tongue-de-saodat-ismailova-no-pirelli-hangarbicocca/
LOCATION:Fondazione Pirelli HangarBicocca\, Via Chiese 2\, Milão\, Itália
CATEGORIES:Milão
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/AGO5486-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240912T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250420T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241126T210310Z
LAST-MODIFIED:20241126T210310Z
UID:59954-1726138800-1745172000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Josiah McElheny: Island Universe" no LACMA
DESCRIPTION:Josiah McElheny\, “Island Universe”\, 2008. Los Angeles County Museum of Art\, adquirido com fundos fornecidos por um doador anônimo. © Josiah McElheny\, foto © Todd White Art Photography\, cortesia White Cube\n\n\n\n\nIsland Universe\, de Josiah McElheny\, instalado dramaticamente no centro do Resnick Pavilion\, encarna o conceito de multiverso\, ou múltiplos universos coexistentes. Agora um elemento-chave do pensamento cosmológico contemporâneo\, o conceito de multiverso foi inicialmente proposto na Grécia Antiga e posteriormente explorado no Hinduísmo\, Budismo\, Islamismo e na astronomia do século XVIII. \nMcElheny\, interessado em como a investigação científica é moldada por e impacta o pensamento filosófico\, sociológico e político\, encontra uma conexão clara com as mudanças históricas que pedem o descentralização do conhecimento ocidental e até mesmo do pensamento antropocêntrico. O artista trabalhou em colaboração com o astrofísico David Weinberg no desenvolvimento de Island Universe\, que considera “desenhos do tempo\,” onde “cada haste é uma medida de tempo—cada polegada\, o tempo dobra.” \nUma instalação complementar à próxima exposição do PST ART: Art & Science Collide\, Mapping the Infinite: Cosmologies Across Cultures.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/josiah-mcelheny-island-universe-no-lacma/
LOCATION:LACMA\, 5905 Wilshire Blvd Central LA\, Los Angeles\, Califórnia\, Estados Unidos
CATEGORIES:Los Angeles
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/11/RSM2020_41-WC05-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240914T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250114T190000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240918T171956Z
LAST-MODIFIED:20240928T145912Z
UID:55284-1726308000-1736881200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Amazônia Vida - José Roberto Aguilar" na DAN Galeria
DESCRIPTION:José Roberto Aguilar\, Seringueiras (detalhe)\, 2015. Imagem: Divulgação / DAN Galeria\nLuis Tomasello\, 1996-787 Atmosphère chromoplastique N° 787\, 1996. Foto: ©Jean-Louis Losi\n\n\n\n\nJosé Roberto Aguilar mergulha nas dimensões físicas e simbólicas da Amazônia por meio da pintura\, retratando a floresta como uma entidade viva\, repleta de cor e movimento. A mostra “Amazônia Vida”\, em cartaz na DAN Galeria Interior\, em Votorantim\, a partir de 14 de setembro\, explora a relação entre a natureza e a humanidade\, os ciclos da vida\, o conceito de tempo e a impermanência. Com curadoria de Fabio Magalhães\, a exposição reúne 31 telas e a instalação “Guardiões das Águas”. \n“Tentar categorizar a arte de Aguilar é correr atrás do vento”\, escreve o jornalista Leonor Amarante. José Roberto Aguilar entrou na cena artística brasileira no início dos anos 1960\, quando foi selecionado para participar com três pinturas na VII Bienal São Paulo. A partir daí integra as mais importantes manifestações artísticas do país. Seus trabalhos e intervenções ao longo de seis décadas vão desde a pintura – passando por videoarte\, videoinstalação\, performances – à liderança da Banda Performática. \nAguilar participou de várias edições da Bienal de Arte de São Paulo e realizou inúmeras exposições individuais e coletivas\, no Brasil e no exterior – Japão\, Paris\, Londres\, Estados Unidos e Alemanha. Suas pinturas estão presentes no acervo de museus no Brasil e no exterior (Museu de Arte Moderna – Rio de Janeiro\, Museu de Arte Contemporânea – São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Contemporânea – Niterói\, Museu de Arte Brasileira -SP\, Hara Museum-Japan\, Austin Museum of Art-US) e também integram importantes coleções particulares (Gilberto Chateaubriand\, João Sattamini\, Haron Cohen\, Greg Ryan\, Joaquim Esteves\, Jovelino Mineiro\, Miguel Chaia\, Roger Wright\, Ricardo Akagawa\, João Carlos Ferraz entre outros). Em meados nos anos 1990 tornou-se diretor da Casa das Rosas\, dinamizando aquele espaço cultural com grandes exposições sobre cultura brasileira (1996-2002) e iniciativas pioneiras com arte e tecnologia. O seu trabalho como gestor cultural fez com que fosse convidado pelo então Ministro da Cultura\, Gilberto Gil\, para ser o representante do Ministério da Cultura em São Paulo (2004-2007). Atualmente\, Aguilar concentra em seu acervo importantes obras e documentos da história da arte e da cultura no Brasil. Compreende quadros\, instalações\, fotografias\, documentos\, livros\, entre outros. \nPara o curador\, “Aguilar sempre pintou como um lutador. O embate entre tintas e tela e a coreografia gestual\, são atores importantes na construção da sua poética visual. Isto é\, o artista desenvolve um verdadeiro corpo a corpo com a tela\, numa relação veloz entre pensamento e ação. Basta visitar seu ateliê para perceber que nesses embates pictóricos seus golpes de tinta extravasam\, em muito\, os limites da tela.” \nDesde 2004\, o artista se divide entre São Paulo e Alter do Chão\, no Pará\, onde mantém casa ateliê e uma forte relação com a Floresta Amazônica e a comunidade ribeirinha local. \n“O bioma amazônico acende uma nova poética no meu trabalho\, onde as forças indomáveis da floresta tropical confrontam a sensibilidade urbana. Em Alter do Chão\, mergulho na vastidão do ecossistema amazônico\, onde a luz de cada manhã e o matiz de cada pôr do sol revelam a vida oculta da floresta. Aqui\, entre as vinhas\, os pássaros e a sabedoria dos xamãs\, encontro um mundo onde tudo está conectado\, onde a vida e a morte dançam em um ciclo contínuo de renovação.”\, diz José Roberto Aguilar. \n“Como diretora da DAN Galeria Interior\, é uma grande honra poder produzir a exposição ‘Amazônia Vida’ de José Roberto Aguilar. Esta exposição\, que conta com curadoria de Fabio Magalhães\, inaugura a representação do artista pela galeria. O trabalho de Aguilar continua a ser relevante e influente na arte contemporânea assim como seu espírito inovador que deixou uma marca indelével no cenário artístico brasileiro. A curadoria sensível de Magalhães conseguiu comprovar porque Aguilar é uma figura central na história da arte brasileira\, atravessando o tempo com mais de cinco décadas de produção artística”\, diz Cristina Delanhesi.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/amazonia-vida-jose-roberto-aguilar-na-dan-galeria/
LOCATION:DAN Galeria\, Rua Estados Unidos\, 1638\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/53969277154_9dcc916937_k-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240914T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250126T193000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241003T174942Z
LAST-MODIFIED:20241003T174942Z
UID:57819-1726315200-1737919800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“MUNCH Il grido interiore” no Palazzo Reale
DESCRIPTION:Edvard Munch\, The Girls on the Bridge\, 1927\n\n\n\n\nPor ocasião do 80º aniversário de sua morte\, o Palazzo Reale e Arthemisia\, em colaboração com o Museu MUNCH\, apresentam um prestigioso evento cultural: uma grande exposição monográfica dedicada a um dos artistas mais amados e populares do século passado\, Edvard Munch. \nAo longo de sua carreira artística\, Edvard Munch explorou questões de significado existencial perene e desafiou as expressões da arte. Nesta ampla exposição\, a arte de Munch será explorada desde 1880 até sua morte em 1944. \nA mostra inclui 100 obras\, entre pinturas\, desenhos e gravuras\, todas provenientes do Museu MUNCH.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/munch-il-grido-interiore-no-palazzo-reale/
LOCATION:Palazzo Reale\, Piazza del Duomo\, 12\, Milão\, Itália
CATEGORIES:Milão
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Edvard-Munch-The-Girls-on-the-Bridge-1927.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250309T180000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20240918T200157Z
LAST-MODIFIED:20250115T132415Z
UID:55286-1726394400-1741543200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Inauguração da Casa Bradesco com a mostra “Anish Kapoor – Inflamação”
DESCRIPTION:Vista da exposição “Inflamação” na Casa Bradesco\, com obra “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, de Anish Kapoor. Foto: Joana França/Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Bradesco\, centro de criatividade que democratiza e potencializa a criação e apreciação das artes\, inaugura sua programação na Cidade Matarazzo com a exposição “Inflamação”\, de Anish Kapoor. De 15 de setembro a 15 de janeiro\, o espaço convida o público a explorar a “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, uma obra inédita criada exclusivamente para a Casa Bradesco\, junto com outras 18 esculturas representativas de diferentes momentos da carreira do aclamado artista – muitas delas exibidas pela primeira vez no Brasil. Com quatro mil metros quadrados de área expositiva e curadoria de Marcello Dantas\, a mostra oferece um olhar profundo sobre as criações de Kapoor. \nConsiderado um dos nomes mais importantes da arte contemporânea\, Anish Kapoor é conhecido mundialmente por explorar cores\, texturas\, materialidade\, espaço e a relação entre o objeto artístico e o espectador em suas obras. Em seu trabalho\, tais substâncias estão presentes desde os reflexos mais sublimes na superfície líquida até os infinitos de seus vazios. “Vermelho é a cor da terra\, não é uma cor do espaço profundo; é\, obviamente\, a cor do sangue e do corpo”\, declara o artista. Para a mostra “Inflamação”\, Kapoor ajudou a definir várias características do espaço expositivo\, desafiando a arquitetura do local para expandir as possibilidades de significação. É o caso da obra central\, “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth”\, um inflável de grandes proporções que tensiona o edifício por todos os seus cantos. Concebida especialmente para a mostra no Brasil\, a obra evoca uma relação com a inflamação concentrada em um gigantesco órgão\, que pulsa e domina o espaço. A condição que carrega é a fragilidade essencial da existência: o que mantém a obra viva é uma pulsação constante\, ela é viva e dominante. “Tenho o prazer de fazer esta exposição na Casa Bradesco\, dentro da Cidade Matarazzo. A nova obra “Blinded by Eyes\, Butchered by Birth” infla para preencher\, ocultando a arquitetura e ocupando o espaço como forma. Ela contém uma ausência intrínseca – um presente ausente – um não-objeto\,” esclarece. \nE se um espelho fosse capaz de revelar como somos por dentro? É com esse questionamento que Marcello Dantas propõe uma exposição do trabalho de Anish Kapoor. O tríptico “Internal Object in Three Parts” (foto acima\, de 2013-15)\, criado a partir de camadas de silicone e tinta\, lembra pedaços de carne sangrenta e tendões. “Os sinais da inflamação são cinco\, sendo comuns em praticamente todos os processos infecciosos no corpo humano. Esses indicadores são: rubor\, calor\, dor\, edema e perda de função. Mas a inflamação é também o ato de colocar em chamas\, e representa\, ao mesmo tempo\, uma resposta do corpo à infecção e uma resposta social na forma de um levante (“inflamar-se por uma causa”)\,” aponta o curador. \nPara Dantas\, a era em que vivemos é um estado de permanente inflamação\, o que fala de um tempo em que o indivíduo e o coletivo estão em alerta\, continuamente à flor da pele\, diante da impossibilidade de cura e do desejo de transformação\, ou seja\, é a energia da mudança. É nesse contexto que obras como “Wound” (2009) produzem um efeito hipnótico com a possibilidade de vislumbrar dois mundos: o de fora e o de dentro. “Anish Kapoor explora a natureza não verbal da cor com um simbolismo pré-verbal. Sem necessidade de palavras ou mesmo pensamento articulado\, ela funciona como uma rota direta e visceral para a metáfora – o sangue\, material essencial\,” completa. \nA exposição conta ainda com obras mais recentes do artista\, as non-objects (de 2018 e 2019)\, montadas pela primeira vez no Brasil\, são feitas com nanotecnologia Vantablack. O material detém o selo de substância mais escura já produzida pelo ser humano\, absorvendo até 99\,96% da luz visível. Desde 2016\, Kapoor trabalha com este material para explorar temas como escuridão\, interioridade e o vazio.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/inauguracao-da-casa-bradesco-com-a-mostra-anish-kapoor-inflamacao/
LOCATION:Link Post
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Blinded-by-Eyes-Butchered-by-Birth-Joana-Franca-1024x683-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250413T173000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241030T194602Z
LAST-MODIFIED:20241031T154922Z
UID:58924-1726396200-1744565400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Robert Frank’s Scrapbook Footage" no MoMA
DESCRIPTION:Vista da exposição “Robert Frank’s Scrapbook Footage”. Foto: Emile Askey\n\n\n\n\nRobert Frank é mais conhecido por suas imagens de uma América do pós-guerra marcada por discórdia social e política\, e pelos filmes que fez com os poetas da Geração Beat e os Rolling Stones. Assim\, as imagens filmadas encontradas apenas após a morte de Frank em 2019 podem surpreender alguns espectadores. Armazenadas em locais de depósito\, essas latas e fitas de filme\, que abrangem os anos de 1970 a 2006\, oferecem um vislumbre da vida e do trabalho do artista. Em parceria com a June Leaf e a Robert Frank Foundation\, a editora de filmes de longa data de Frank\, Laura Israel\, e o diretor de arte Alex Bingham utilizaram esses fragmentos para criar um álbum de imagens em movimento. Com projeções em várias telas\, a instalação transmite a intimidade e a imediata percepção das observações de Frank sobre família\, amigos e colaboradores\, bem como sobre interiores domésticos e vistas de cidades e costas. \nAs filmagens nesta instalação\, costuradas por Israel e Bingham para evocar seu olhar e voz inquietos\, lançam uma nova luz sobre seu processo artístico — ao mesmo tempo cômico e melancólico. Vemos Frank viajar entre suas casas em Nova York e Nova Escócia; pelas estradas abertas dos Estados Unidos e do Canadá; e por paisagens urbanas\, incluindo as de Beirute\, Cairo\, Moscovo e sua Suíça natal. Frank torna os prazeres mais efêmeros atemporais: um banho quente e uma chaleira fumegante\, um vislumbre de sua esposa June Leaf em seu estúdio\, o jogo de luz do sol em sua mão.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/robert-franks-scrapbook-footage-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/W1siZiIsIjU4NTc3NyJdLFsicCIsImNvbnZlcnQiLCItcXVhbGl0eSA5MCAtcmVzaXplIDIwMDB4MjAwMFx1MDAzZSJdXQ-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20240915T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20250111T173000
DTSTAMP:20260419T074700
CREATED:20241031T152605Z
LAST-MODIFIED:20241031T155024Z
UID:58965-1726396200-1736616600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Life Dances On: Robert Frank in Dialogue" no MoMA
DESCRIPTION:Robert Frank. Zoe\, 1980. National Gallery of Art\, Washington\, DC. Coleção Robert Frank\, doação do Collectors Committee. © 2024 The June Leaf and Robert Frank Foundation\n\n\n\n\n“Eu me vejo\, de pé em um mundo que nunca para\,” escreveu o artista Robert Frank uma vez. “Ainda estou lá lutando\, vivo porque acredito no que estou tentando fazer agora.” Life Dances On: Robert Frank in Dialogue—a primeira exposição solo do artista no MoMA—oferece uma nova perspectiva sobre seu extenso corpo de trabalho\, explorando as seis vibrantes décadas da carreira de Frank após a publicação em 1958 de seu icônico livro de fotografias\, Os Americanos. \nCoincidindo com o centenário do nascimento de Frank\, a exposição explorará sua incessante experimentação em diversos meios\, incluindo fotografia\, cinema e livros\, assim como seus diálogos com outros artistas e suas comunidades. Incluindo cerca de 200 obras feitas ao longo de 60 anos até a morte do artista em 2019\, muitas retiradas da extensa coleção do MoMA\, bem como materiais que nunca foram exibidos antes. \nA exposição toma seu título do tocante filme de Frank de 1980\, no qual o artista reflete sobre os indivíduos que moldaram sua visão de mundo. Como grande parte de seu trabalho\, o filme se passa na cidade de Nova York e em Cape Breton\, Nova Escócia\, onde ele e sua esposa\, a artista June Leaf\, se mudaram em 1970. No filme\, Leaf olha para a câmera e pergunta a Frank: “Por que você faz essas imagens?” Em uma introdução à exibição do filme\, ele respondeu: “Porque estou vivo.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/life-dances-on-robert-frank-in-dialogue-no-moma/
LOCATION:MoMA\, 11 W 53rd St Manhattan\, Nova York\, Nova York\, Estados Unidos
CATEGORIES:Nova York
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Frank-Image-4-1-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR