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SUMMARY:"Constelação em trânsito" no Galpão da Lapa
DESCRIPTION:  \n  \nVista de “Constelação em Trânsito” no Galpão da Lapa.\n  \nConstelação em trânsito: uma escuta cartográfica\, em cartaz no Galpão da Lapa até 1° de março de 2027\, toma como ponto de partida a inversão metodológica da curadoria convencional. Em vez de um enunciado prévio que orienta a seleção de obras\, foi adotada uma postura de escuta diante do acervo\, deixando que os próprios trabalhos indicassem agrupamentos\, ressonâncias e percursos. A referência é a noção de cartografia formulada pela psicanalista Suely Rolnik: um traçado que se faz em movimento\, sintonizado com as variações da paisagem. O resultado são três constelações: Arquiteturas do Inconsciente\, Geometrias do Sul e Topologias do Orgânico\, tratadas não como categorias fechadas\, mas como campos porosos que se atravessam e se dissolvem mutuamente. \nA exposição reúne trabalhos de 65 artistas\, entre eles Adriana Varejão\, Alex Cerveny\, Amelia Toledo\, Ayrson Heráclito\, Brígida Baltar\, Cao Guimarães\, Carlito Carvalhosa\, Carmela Gross\, Claudia Andujar\, Erika Verzutti\, Ione Saldanha\, Jaider Esbell\, Jac Leirner\, Leonilson\, Mira Schendel\, Nuno Ramos\, Rivane Neuenschwander\, Sandra Cinto\, Solange Pessoa\, Tunga\, Waltercio Caldas e o coletivo MAHKU. No mezanino do espaço\, o núcleo audiovisual Confluências apresenta quatro obras em vídeo que dialogam transversalmente com as três constelações. \nO Galpão da Lapa\, espaço cultural instalado em um armazém histórico do complexo Ceagesp\, na Vila Anastácio\, zona oeste de São Paulo\, que abriga o acervo dos colecionadores Andrea Pereira e José Olympio. \nEntrada gratuita\, mediante agendamento prévio. \nVisitas mediadas gratuitas\, com grupos de até 20 pessoas. \n  \n 
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SUMMARY:“Exposição Letras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades” no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:Thiago Nevs. (Divulgação)\n  \nLetras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades celebra o universo vibrante e multicolorido das letras pintadas à mão dos cartazes de mercado\, das carrocerias de caminhões e das embarcações ornamentadas. Idealizada pelo artista Filipe Grimaldi em parceria com o artista e pesquisador Thiago Nevs e a produtora Carolina Herszenhut\, a mostra\, que reúne trabalhos de cerca de 60 artistas\, propõe um mergulho na cultura visual popular do Brasil e de países como Argentina\, Chile\, Colômbia\, México e Peru\, valorizando saberes que atravessam gerações. \nExaltando personagens que atuam no anonimato\, a exposição destaca como o gesto manual e a inventividade popular transformaram letras\, palavras e ornamentos em expressões identitárias a partir do trabalho de cartazistas\, abridores de letras\, letristas profissionais e mestres filetadores cujas criações ultrapassam a função comercial para revelar narrativas de pertencimento\, resistência e memória coletiva. \nOrganizada em núcleos temáticos\, a mostra retrata sobretudo\, a diversidade de estilos da letra popular brasileira e latino-americana. Do improviso popular à precisão de profissionais que transformaram fachadas e muros em espaços de fruição artística\, a exposição apresenta ao visitante expressões que vão desde a letra decorativa amazônica\, presente nos barcos ribeirinhos\, até os cartazes de mercado\, com seu humor\, urgência e cores vibrantes\, além dos filetes em caminhões\, tradição que percorre estradas brasileiras e dialoga com o fileteado portenho argentino em conexões gráficas também evidenciadas no projeto curatorial. \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Brasil das Múltiplas Faces" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Emiliano di Cavalcanti\, “Vendedoras de Peixe” 1952. Divulgação. \nCom início dia 22\, exposição ocupa novo piso do Itaú Cultural com obras da considerada maior coleção corporativa de arte da América Latina \nA exposição “Brasil das Múltiplas Faces” marca a inauguração de um novo ambiente para visitação no prédio do Itaú Cultural\, em São Paulo. A partir do dia 22 de outubro\, o Espaço Milú Villela – Brasiliana: Arte Moderna e Contemporânea oferece ao público mostras de longa duração focadas nas artes moderna e contemporânea produzida no país e que compõem o Acervo Itaú Unibanco. \nO novo espaço está localizado no 7º piso do prédio da Avenida Paulista e conta com 280 metros quadrados. Ao lado do Espaço Olavo Setubal\, que abriga a Brasiliana\, e do Espaço Herculano Pires\, com a Numismática\, a instituição agora oferece quatro pisos permanentes para mostras desta que é considerada a maior coleção corporativa de arte da América Latina\, e segue em busca de ampliar o seu acesso ao público. \nA curadoria da exposição é assinada por Agnaldo Farias\, com concepção e realização da equipe Itaú Cultural e arquitetura de Daniel Winnik. O nome dado ao espaço homenageia Milú Villela\, que presidiu e expandiu o Itaú Cultural durante 18 anos\, de 2001 a 2019\, e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)\, entre 1995 e 2019. Psicóloga\, gestora cultural e filantropa\, Milú​ dedicou sua vida à democratização do acesso à arte e à cultura. \n‍ Por sua vez\, o nome Brasil das Múltiplas Faces\, que batiza a exposição inaugural deste espaço\, dá pistas do que o público está para mergulhar em uma espécie de contação das várias histórias e visões do país. Através de uma narrativa que trabalha com o conceito de arte múltipla\, a mostra busca mostrar a complexidade do Brasil com um olhar que desafia a visão tradicional. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Trabalho de Carnaval" na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:Trabalho de Carnaval na Pinacoteca.\n\n“Trabalho de Carnaval” é uma coletiva com obras de 70 artistas de diferentes gerações e origens\, como Alberto Pitta\, Bajado\, Bárbara Wagner\, Ilu Obá de Min\, Heitor dos Prazeres\, Juarez Paraíso\, Lita Cerqueira\, Maria Apparecida Urbano\, Rafa Bqueer e Rosa Magalhães. \nA mostra no edifício Pina Contemporânea expõe 200 obras dentre adereços\, projetos de decoração e documentação histórica em fotografia e vídeo\, além de comissionamentos de projetos inéditos dos artistas Adonai\, Ana Lira e Ray Vianna. \nDividida em quatro temas – Fantasia\, Trabalho\, Poder e Cidade\, “Trabalho de Carnaval” apresenta a maior festa popular do país como uma cadeia produtiva que envolve o trabalho das muitas mãos desde antes mesmo da festa acontecer\, ao mesmo tempo em que alude à precariedade e invisibilidade desses profissionais.
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SUMMARY:“O mergulho de Naïá” de Karola Braga no Museu da Cidade de São Paulo
DESCRIPTION:Karola Braga\, “O Mergulho de Naiá” 2025. Divulgação. \n“Uma ponte entre dois mundos. Metade submersa\, metade voltada ao céu\, a vitória-régia é um dos seres vegetais mais simbólicos da região amazônica. Combina transformação\, erotismo vegetal e inteligência adaptativa\, já que caminha de forma desenvolta no hibridismo que a vida lhe proporciona. O fenômeno natural que envolve sua floração é testemunho disso. Composto de duas noites\, dois gêneros e duas cores\, apresenta-se como uma coreografia entre tempo e luz. É sobre seu vasto universo simbólico e sensorial que se trata O mergulho de Naïá\, instalação site-specific criada para o Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo pela artista multidisciplinar e pesquisadora olfativa Karola Braga. \nEm um ritual amoroso entre planta e inseto\, a vitória-régia apresenta-se\, na primeira noite de seu florescimento\, branca e feminina\, exalando um perfume adocicado para atrair os insetos. Na manhã seguinte\, ela se fecha\, aprisionando esses besouros\, cobertos de néctar e pólen\, para\, no entardecer do segundo dia\, reabrir sua flor\, agora rosa e masculina\, libertando os bichos para polinizarem outras de sua mesma espécie. É nessa noite que a flor afunda nas águas para amadurecer seu fruto e liberar as sementes. Dessa forma\, representa uma androgênese vegetal\, a flor que contém em si o feminino e o masculino\, alternando-os no tempo\, unindo luz e escuridão\, nascimento e morte\, perfume e silêncio. Esse majestoso ciclo ganha uma interpretação poética da artista nesta instalação\, na qual se aproveita dos degraus do espaço ao ar livre\, localizado no coração de São Paulo\, para mergulhar os visitantes entre aromas e perspectivas distintas das flores esculpidas.” \n– Trecho do texto curatorial por Ana Carolina Ralston\, curadora da exposição. \n  \n  \n 
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LOCATION:Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo\, Roberto Simonsen\, 136 – Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"O rio no qual se nada com os olhos" de Genor Sales na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Genor Sales\, “Ninguém acerta sem primeiro errar I” 2025. Divulgação.\n\nA mostra reúne um novo conjunto de obras que aproxima culturas e ecossistemas das águas do sertão e cerrado brasileiros. \nAs simbologias populares ligadas a água se expressam em jarros\, filtros de barro e ervas que\, junto aos peixes\, povoam o universo líquido das aquarelas inéditas do artista que formam a exposição. Essas obras evocam “um rio que carrega muitos outros rios por meio de um arrolamento de seres\, saberes\, objetos e práticas relacionadas à água”\, como pontua Divino Sobral\, curador da exposição. \nGenor Sales é artista e educador e integra atualmente o Jatobá Nascente\, projeto de ateliê-casa\, iniciativa do Sertão Negro. A expressão idiomática “peixe fora d’água” é um dos pontos de partida de sua pesquisa imagética\, na qual deslocamentos e a ausência de pertencimento de pessoas periféricas são articulados nas composições que desenvolve. Técnica central em sua prática\, a aquarela e se relaciona diretamente aos temas que tece em sua obra – memória\, música e território. \n  \n 
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LOCATION:Almeida & Dale\, Rua Fradique Coutinho\, 1360 – Pinheiros\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"O Cordial\, o Simpático e o Vândalo" de Marcelo Cidade na Vermelho
DESCRIPTION:Vermelho apresenta O Cordial\, o Simpático e o Vândalo\, décima exposição individual de Marcelo Cidade na galeria\, com texto de Ginevra Bria. A mostra articula arquitetura\, política e subjetividade para investigar as tensões entre espaço público e esfera privada\, controle e resistência\, interioridade e violência estrutural. \nO ponto de partida é a instalação 8 de janeiro de 2023 (Engenhosidade de campo)\, estrutura monumental de grades de contenção instalada na fachada da galeria — evocando as estruturas removidas dos perímetros de segurança e reconfiguradas como barricadas durante os ataques de 8 de janeiro. A partir desse gesto inaugural\, grades\, guaritas\, gavetas\, carpete\, garrafas plásticas e espátulas são reorganizados como signos que tensionam noções de ordem\, progresso e racionalidade associadas à modernização brasileira. \nO título remete às categorias de Sérgio Buarque de Holanda em Raízes do Brasil: entre o cordial e o simpático\, a cidade organiza relações e consolida hierarquias; o vândalo introduz fricção nesse arranjo. Entre as obras\, Quartinho (1:1) apresenta recortes em carpete\, em escala real\, de quartos de empregados retirados de projetos da arquitetura moderna brasileira\, expondo desigualdades naturalizadas na organização espacial do país. Resíduo privado de um corpo laboral explorado parte de garrafas plásticas usadas como urinóis improvisados por motoristas de aplicativos durante a pandemia\, tornando visível a precarização do trabalho urbano.
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LOCATION:Galeria Vermelho\, R. Minas Gerais\, 350 - Higienópolis\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"A Cabeça de Zumbi" de Rafael Pereira em São Paulo
DESCRIPTION:A Galeria Estação\, em São Paulo\, abre sua programação de 2026 com a exposição individual de Rafael Pereira\, A Cabeça de Zumbi\, que mostra reúne 22 pinturas no segundo andar da galeria — entre retratos e naturezas-mortas — e apresenta\, no mezanino\, a série Nbimda\, composta por 16 pinturas de cabeças que representam divindades (nkisi) cultuadas no candomblé de Angola de matriz bantu. \nNo centro da exposição está o simbolismo da cabeça como lugar de conexão entre corpo\, ancestralidade e espiritualidade. Como destaca o historiador da arte Renato Menezes no texto crítico da mostra\, a cabeça — chamada orí na tradição iorubá e mutuê entre os bantu — concentra a força vital do indivíduo e sua ligação com o divino. Pereira ressignifica a ancestralidade afrodiaspórica presente na formação cultural brasileira e amplia as discussões sobre racialidade\, propondo uma representação da subjetividade negra que ultrapassa leituras simplificadoras.
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LOCATION:Galeria Estação\, R. Ferreira de Araújo\, 625 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Réplica" de Sandra Gamarra Heshiki no MASP
DESCRIPTION:O MASP apresenta Réplica\, primeira retrospectiva dedicada à artista peruana Sandra Gamarra Heshiki\, reunindo cerca de 80 obras produzidas entre 2003 e 2026. A mostra inclui pinturas\, trabalhos gráficos e uma obra inédita realizada diretamente sobre o vidro de um cavalete de Lina Bo Bardi. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, Guilherme Giufrida\, Florencia Portocarrero e Sharon Lerner\, a exposição ocupa o primeiro andar do edifício Lina e também integra o programa Acervo em transformação\, propondo um panorama amplo de mais de duas décadas de produção da artista. \nDesde o final dos anos 1990\, Gamarra Heshiki desenvolve uma prática marcada pela crítica institucional\, evidenciada pela criação do museu fictício LiMac. Em sua obra\, a artista utiliza a apropriação e a réplica de pinturas e esculturas — especialmente do período colonial — para questionar a suposta neutralidade das narrativas museológicas e da história da arte.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Viver tecendo" de Claudia Alarcón e Silät no MASP
DESCRIPTION:A exposição de arte Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo\, apresentada no MASP\, destaca a força ancestral do ato de tecer na produção do coletivo Silät\, formado por mulheres do povo Wichí no norte da província de Salta\, na Argentina. \nLiderado pela artista Claudia Alarcón e composto por mais de cem tecedeiras das comunidades de La Puntana e Alto La Sierra\, o grupo trabalha com fios de chaguar — fibra extraída de uma bromélia nativa da região — para criar obras que partem da tradição das bolsas yicas\, objeto central da cultura wichí. \nEmbora essas peças tradicionais sejam o ponto de partida\, os trabalhos do coletivo expandem esse repertório ao explorar novas escalas\, formas e composições. \nAs obras combinam diferentes padronagens geométricas e referências ao universo simbólico das artistas\, evocando elementos da natureza\, mitologia e memória do território. Curada por Adriano Pedrosa e Laura Cosendey\, a mostra integra o programa do MASP dedicado às Histórias latino-americanas\, que reúne exposições de diversos artistas da região ao longo do ano.
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SUMMARY:"Pop andino" de La Chola Poblete no MASP
DESCRIPTION:La Chola Poblete: pop andino marca a primeira exposição individual da artista argentina no Brasil. Nascida em Guaymallén\, La Chola Poblete adotou inicialmente o nome “Chola” como um alter ego para performances\, transformando-o posteriormente em sua própria identidade. O termo\, historicamente utilizado como injúria racial para mulheres de ascendência indígena no Peru e na Bolívia — origem de seus antepassados —\, é apropriado pela artista como gesto de afirmação e crítica. \nEm sua prática multidisciplinar\, que inclui pintura\, escultura\, desenho\, fotografia\, vídeo e performance\, Poblete investiga e desconstrói estereótipos ligados à identidade indígena e às narrativas coloniais\, frequentemente incorporando referências da história da arte e elementos da cultura popular. \nA exposição reúne 31 obras e apresenta um panorama de sua produção recente\, incluindo 14 aquarelas da série Vírgenes cholas\, exibida na Bienal de Veneza de 2024. Seus desenhos funcionam como mapas mentais que combinam referências diversas\, enquanto esculturas feitas com pão evocam as dimensões simbólicas e econômicas desse alimento. Curada por Adriano Pedrosa e Leandro Muniz\, a mostra integra o programa do MASP dedicado às Histórias latino-americanas.
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SUMMARY:"O Ovo como Esfinge" de Thiago Rocha Pitta em São Paulo
DESCRIPTION:A Galeria Marília Razuk apresenta O Ovo como uma Esfinge\, exposição individual de Thiago Rocha Pitta. A mostra reúne pinturas em afresco e aquarelas\, além de instalação e escultura\, aprofundando a investigação do artista sobre a paisagem entendida como um processo vivo e em constante transformação. \nDesde o início de sua trajetória\, Rocha Pitta observa as mutações sutis do mundo natural — da erosão da areia às variações atmosféricas — propondo uma abordagem que desloca a paisagem da ideia de representação estática para uma experiência física e temporal que ultrapassa a escala humana. \nEntre as técnicas presentes na exposição\, destaca-se o afresco\, método que o artista estudou na Itália e que consiste na aplicação de pigmentos minerais sobre argamassa ainda úmida\, integrando cor e superfície por meio de reação química. Ao incorporar essa técnica histórica\, tradicionalmente associada à permanência\, Rocha Pitta a coloca em diálogo com sua pesquisa sobre transformação e imprevisibilidade\, permitindo que variações de umidade\, temperatura e absorção influenciem o resultado final.
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LOCATION:Galeria Marilia Razuk\, Rua Jerônimo da Veiga\, 62-131\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Etcétera" de Isay Weinfeld no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:O Instituto Tomie Ohtake apresenta Etcétera\, a mais abrangente exposição já dedicada à trajetória do arquiteto paulistano Isay Weinfeld. A mostra reúne cerca de 180 itens — entre maquetes arquitetônicas\, móveis\, filmes\, joias\, peças de moda\, textos e documentos — distribuídos em duas grandes salas que convidam o público a mergulhar no universo criativo do arquiteto. \nO percurso traça um panorama de sua produção desde 1973\, quando abriu seu primeiro escritório\, e também revisita trabalhos de formação e referências artísticas que marcaram sua construção intelectual e estética ao longo de mais de cinco décadas de atuação. \nCom curadoria de Agnaldo Farias\, identidade gráfica de Giovanni Bianco e catálogo com fotografias de Bob Wolfenson\, Etcétera não se organiza como uma retrospectiva tradicional\, mas como uma investigação sobre o modo de pensar e criar de Weinfeld\, cuja trajetória atravessa arquitetura\, design\, artes visuais e cinema.
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SUMMARY:"Knockout!" de Pascale Marthine Tayou na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:A Pinacoteca de São Paulo apresenta Knockout!\, primeira exposição institucional do artista camaronês Pascale Marthine Tayou no Brasil. Reunindo instalações\, esculturas e pinturas produzidas ao longo de mais de 25 anos de carreira\, a mostra propõe uma reflexão sobre objetos cotidianos\, trocas culturais e experiências coletivas. \nEstruturada em torno de sete conferências internacionais — Berlim\, Yalta\, São Francisco\, Roma\, Rio de Janeiro\, Bandung e Avignon —\, a exposição utiliza esses marcos históricos como ponto de partida para explorar as tensões entre política\, história e vida cotidiana. \nDistribuída pelas salas da Pina Luz\, a mostra apresenta obras emblemáticas que articulam questões históricas e ambientais\, como as colagens com bandeiras nacionais em L’enfer du décor (2025) e a instalação Plastic Tree (2014–2015)\, que aborda a poluição causada pelo plástico.
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LOCATION:Pina Luz\, Praça da Luz\, 2\, Bom Retiro\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:"a mãe contempla o mar" de Cristina Salgado na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:A artista carioca Cristina Salgado apresenta no Octógono da Pina Luz a instalação A mãe contempla o mar\, uma obra monumental construída a partir de dezenas de faixas de tapetes multicoloridos. \nCriada especialmente para o espaço central da Pinacoteca\, a instalação propõe uma interpretação poética do corpo feminino em diálogo com a imagem do mar\, ocupando o ambiente com grandes superfícies de tecido que transformam a arquitetura do museu em uma paisagem sensorial. \nCom mais de 3.500 m² de tecidos predominantemente vermelhos e azuis\, a obra se torna a maior já realizada pela artista e evidencia a forte presença da psicanálise em sua trajetória. A instalação retoma temas recorrentes em sua produção desde os anos 1980\, como o mobiliário doméstico\, a casa e a paisagem marítima — elementos que aparecem simultaneamente como opostos e complementares.
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SUMMARY:"Aberto5" na Casa Bola em São Paulo
DESCRIPTION:A quinta edição da ABERTO ocupa a icônica Casa Bola\, residência projetada pelo arquiteto Eduardo Longo\, que será aberta ao público pela primeira vez. A mostra reúne cerca de 60 obras de arte e design de mais de 50 artistas brasileiros e internacionais\, distribuídas pelos aproximadamente 1.000 m² da casa e também pelo espaço urbano ao redor\, por meio da iniciativa inédita ABERTO Rua\, que leva intervenções artísticas para a avenida Faria Lima. \nCom curadoria de Filipe Assis\, Claudia Moreira Salles e Kiki Mazzucchelli — e um núcleo dedicado à arquitetura sob curadoria de Fernando Serapião — a exposição apresenta obras majoritariamente concebidas para dialogar com o caráter experimental da Casa Bola\, entendida como uma verdadeira escultura habitável.
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LOCATION:Casa Bola\, Av. Brig. Faria Lima\, 2889 - Itaim Bibi\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:"Problema meu" de Felipe Barsuglia na Galeria Sardenberg
DESCRIPTION:A Galeria Sardenberg inaugura a exposição Problema meu\, quarta individual do artista carioca Felipe Barsuglia em São Paulo. A mostra\, que ocupa o segundo espaço da galeria — uma casa da década de 1920 localizada na Travessa Dona Paula — reúne mais de quarenta trabalhos inéditos desenvolvidos pelo artista desde 2024. \nO projeto expositivo organiza-se a partir de um vídeo exibido em loop no qual um homem caminha pela floresta repetindo indefinidamente o mesmo percurso. Essa lógica circular estabelece o ritmo da exposição e desencadeia uma série de obras que exploram repetição\, deslocamento e persistência. \nSem texto curatorial ou imagens de divulgação\, Problema meu aposta em uma experiência direta entre público e obra\, recusando a mediação discursiva e a saturação visual característica do ambiente digital. Nesse contexto\, os trabalhos articulam situações que partem de impasses cotidianos\, transformando o problema em um elemento estrutural da experiência. Em vez de algo a ser solucionado\, o problema aparece como condição contínua\, que se desloca\, se transforma e reaparece ao longo da exposição. \n 
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SUMMARY:"Um tumulto de titubeios" de Bernardo Ortiz na Luisa Strina
DESCRIPTION:A exposição Um tumulto de titubeios\, do artista colombiano Bernardo Ortiz\, apresenta um conjunto de trabalhos que investigam o desenho como instrumento de pensamento e observação do mundo. A mostra reúne obras que exploram a tensão entre palavra e imagem\, elemento recorrente na trajetória do artista. Em suas composições\, traços\, suportes e materiais são cuidadosamente organizados no espaço\, sugerindo um desenho expandido que ultrapassa o gesto gráfico e se desdobra como forma de ver e compreender a realidade. \nAo longo da exposição\, Ortiz incorpora também o acaso e os efeitos do tempo como parte fundamental do processo artístico. Papéis que ondulam\, manchas surgidas com a umidade ou desenhos esquecidos e reencontrados anos depois tornam-se elementos ativos na construção das obras. Em vez de corrigir essas marcas\, o artista as integra ao trabalho\, assumindo o desenho como um campo aberto à transformação.
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LOCATION:Galeria Luisa Strina\, Rua Padre João Manuel\, 755 - Jardins\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"A dignidade da matéria" de Sidival Fila na Luisa Strina
DESCRIPTION:A exposição A dignidade da matéria apresenta um conjunto de obras inéditas do artista e frade paranaense Sidival Fila\, cuja prática artística se constrói a partir do uso de tecidos históricos. Linhos antigos\, brocados eclesiásticos\, sedas florais e tecidos artesanais são retirados de seus contextos originais e reorganizados em composições que revelam as marcas do tempo inscritas na matéria. Manchas\, desgastes\, perfurações e oxidações tornam-se elementos centrais dessas obras\, nas quais a materialidade não é restaurada\, mas acolhida em sua condição fragmentária. \nRadicado em Roma há décadas e ligado à tradição franciscana\, o artista desenvolve uma prática marcada pela atenção ao mínimo e pela escuta da matéria. Em suas obras\, intervenções discretas — como esticar\, costurar ou suspender fragmentos têxteis — criam condições para que os materiais revelem sua própria história.
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SUMMARY:"Cada uma dessas pinturas" de Ricardo Papp na Galeria Pilar
DESCRIPTION:A exposição Cada uma dessas pinturas na Galeria Pilar apresenta uma série de pinturas de Ricardo Papp que investiga os limites entre abstração\, paisagem e experiência perceptiva. Realizadas em óleo e cera de abelha sobre telas de pequenas dimensões\, as obras são marcadas por pinceladas curtas e quase caligráficas\, aplicadas em gestos repetitivos que constroem superfícies densas e ritmadas. \nO processo de trabalho do artista também revela uma dimensão arqueológica da pintura. Papp utiliza resíduos de tinta acumulados no fundo do recipiente de solvente como base para a preparação das telas\, criando um sedimento cromático que antecede a imagem. Sobre esse fundo\, a pincelada espalha e escava a superfície\, deixando marcas mínimas que expõem o encontro entre camadas de tempo. As obras voltam-se para a própria condição da pintura\, convidando o observador a projetar memórias e interpretações sobre campos visuais que permanecem deliberadamente abertos.
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LOCATION:Galeria Pilar\, Rua Barão de Tatuí\, 377 – Vila Buarque\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"O que elas viram" no Instituto Moreira Salles
DESCRIPTION:O Instituto Moreira Salles apresenta a exposição O que elas viram: fotolivros históricos de mulheres\, 1843–1999\, que reúne cerca de 100 obras produzidas por mulheres ao longo de mais de um século e meio. Organizada pelas curadoras Russet Lederman e Olga Yatskevich\, a exposição percorre cronologicamente a produção de fotolivros feitos por mulheres entre o século XIX e o final do século XX. \nO conjunto inclui trabalhos de pioneiras como Anna Atkins\, considerada a primeira pessoa a imprimir e distribuir um fotolivro\, e Adelaide Hanscom\, uma das primeiras mulheres a fotografar um nu masculino\, além de publicações independentes das décadas mais recentes\, como obras de Angèle Etoundi Essamba e Dayanita Singh.
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LOCATION:IMS Paulista\, 2424 Av. Paulista Bela Vista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Pluralidades Insulares" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:O Centro Cultural Fiesp apresenta Pluralidades Insulares: arte latino-americana e caribenha no acervo do BID\, com curadoria de Julieta Maroni e Giancarlo Hannud. A mostra reúne 157 obras de 26 países — de Diego Rivera e Tomie Ohtake a Ad Minoliti e Sheena Rose — e marca a primeira vez que a coleção do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento é exibida fora de sua sede em Washington. \nOrganizada em sete seções temáticas — Territórios\, Gentes\, Geometrias\, Abstrações\, Religiosidade\, Mulheres e História da coleção —\, a exposição recusa uma leitura por país ou período. Em vez disso\, assume as descontinuidades como parte constitutiva da região: “são pequenas ilhas na América dita latina\, que muitas vezes não se conversam\, mas coexistem”\, define Hannud. O que emerge não é uma narrativa coesa\, mas uma constelação de histórias\, territórios imaginados e sensibilidades diversas.
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LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Bela Vista São Paulo SP\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Corpo de Vento" de Thalita Hamaoui na Simões de Assis
DESCRIPTION:A Galeria Simões de Assis apresenta Corpo de Vento\, nova exposição individual de Thalita Hamaoui\, reunindo onze pinturas inéditas realizadas em óleo e pastel oleoso sobre tela e linho. Entre os destaques estão a obra homônima\, com mais de cinco metros de extensão\, e Acontecimento Memorável (2026)\, que evidenciam a expansão de escala e a investigação formal da artista. \nCom trajetória iniciada na estamparia têxtil\, Hamaoui desenvolve pinturas que constroem paisagens de caráter fantástico\, nas quais formas orgânicas — folhagens\, flores e frutos — se sobrepõem em composições luminosas. A artista explora o gesto\, a cor e a escala como elementos centrais; suas telas funcionam como campos em constante transformação\, nos quais matéria vegetal e construções imaginárias coexistem.
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LOCATION:Simões de Assis Galeria de Arte\, Alameda Lorena\, 2.050 - Jardins\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Existe uma vida inteira que tu não conhece" de Allan Weber no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:O Instituto Tomie Ohtake apresenta exposição do carioca Allan Weber\, cuja produção toma a vida urbana como matéria central. Reunindo cerca de 40 obras\, a mostra investiga as dinâmicas do cotidiano nas grandes cidades\, com foco no universo dos motoboys\, transformando objetos e materiais encontrados nas ruas em construções poéticas que refletem tensões sociais\, econômicas e territoriais. \nPor meio de assemblages\, esculturas\, instalações e fotografias\, Weber articula uma prática profundamente enraizada nas experiências vividas nos espaços urbanos. Suas obras exploram a ambiguidade entre quem observa a cidade à distância e quem depende dela para sobreviver\, revelando as contradições de um sistema que sustenta seu funcionamento a partir de deslocamentos invisibilizados. \nMuitos dos trabalhos foram produzidos durante sua estadia em São Paulo\, incorporando elementos e vivências locais à sua trajetória iniciada no Rio de Janeiro. Weber constrói uma reflexão potente sobre trabalho\, mobilidade e reconhecimento\, ampliando o campo da arte contemporânea como espaço de crítica e visibilidade social.
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LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, Rua Coropé\, 88 - Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Pedra de Rumo" de Nelson Felix na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Nelson Felix apresenta a exposição Pedra de Rumo em São Paulo\, com obras inéditas distribuídas entre dois espaços da galeria Almeida & Dale e seu entorno. A mostra expande o universo cosmográfico do artista e articula uma investigação que conecta escultura\, território e orientação espacial. \nO conjunto inclui esculturas em mármore\, bronze e elementos vegetais\, além de trabalhos com chumbo utilizados como suporte para pinturas\, desenhos e colagens\, formando grandes assemblagens que atravessam artes visuais\, poesia e cartografia. \nA partir de um sistema de linhas em ângulo de noventa graus traçadas desde a galeria e o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo\, o artista cria uma cartografia expandida que inclui intervenções no espaço urbano\, como a inserção de uma peça metálica com versos e o plantio de uma Mimosa pudica\, elementos que retornam na exposição como índices desse percurso.
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LOCATION:Almeida & Dale\, Rua Fradique Coutinho\, 1360 – Pinheiros\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:Park Chae Biole e Park Chae Dalle na Galatea
DESCRIPTION:A Galatea apresenta alargar o tempo\, tecer a vida\, primeira exposição no Brasil das artistas franco-coreanas Park Chae Biole e Park Chae Dalle\, realizada em colaboração com a galeria parisiense Anne-Laure Buffard. A mostra reúne cerca de 60 obras produzidas individualmente e em parceria pelas irmãs gêmeas\, cuja pesquisa investiga as relações entre pintura\, espaço\, paisagem e gestos cotidianos. Embora compartilhem um campo poético comum\, cada artista desenvolve sua prática a partir de suportes distintos. \nNas obras de Park Chae Biole\, a pintura surge em superfícies que também organizam o espaço — como persianas\, bolsas ou estruturas têxteis — expandindo a imagem para o campo do objeto e do ambiente. Paisagens e fragmentos de lugares aparecem nesses suportes móveis\, instaurando um diálogo entre interior e exterior. Já Park Chae Dalle aproxima a pintura da escrita e da poesia ao trabalhar sobre tecidos que ela própria produz\, muitas vezes por meio do tricô. Sobre essas superfícies flexíveis emergem sóis\, nuvens\, flores e pequenas figuras que podem ser enroladas\, transportadas e reorganizadas conforme o espaço expositivo.
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LOCATION:Galatea | Oscar Freire\, Rua Oscar Freire\, 379\, loja 1\, Jardins\, São Paulo\, São Paulo
CATEGORIES:São Paulo
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SUMMARY:"Do que são feitos os dias" na Central Galeria
DESCRIPTION:A exposição do que são feitos os dias reúne treze artistas representados pela galeria — entre eles Artur Barrio\, Carmézia Emiliano\, Alexandre Nitzsche Cysne\, Gabriela Mureb e Lourival Cuquinha — em uma mostra que propõe ampliar o debate sobre o circuito da arte para além do espaço expositivo. Ao articular obras\, artistas\, público e contexto\, a coletiva busca deslocar a experiência artística do modelo tradicional do “cubo branco”\, criando relações mais amplas entre diferentes agentes e modos de circulação. \nCom trabalhos que vão de instalações e remontagens de obras históricas a produções inéditas\, a exposição tensiona a ideia de tempo linear\, propondo a coexistência de múltiplas temporalidades. Obras consagradas ganham novas leituras quando colocadas em diálogo com práticas contemporâneas\, enquanto produções emergentes revelam maturidade ao sustentar discursos que atravessam memória\, experiência e narrativa. Nesse encontro\, a cronologia deixa de ser um eixo dominante e cede espaço a uma lógica mais fragmentada\, aberta e simultânea.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Ahhh! Beije-me" de Hudinilson Jr. na Martins&Montero
DESCRIPTION:Martins&Montero apresenta Ahhh! Beije-me\, exposição que celebra a vida e a obra de Hudinilson Jr.\, reunindo um conjunto abrangente de trabalhos que evidenciam o caráter radical de sua produção. \nCom painéis em xerox\, colagens\, esculturas e pinturas inéditas sobre tecido\, papel e madeira\, a mostra revela um aspecto menos conhecido de sua prática\, no qual o corpo permanece como superfície de inscrição e experimentação. Incorpora\, ainda\, objetos pessoais de Hudinilson. Entre os destaques está um ensaio fotográfico inédito de Mauro Restiffe\, realizado em 2025 no antigo apartamento-ateliê do artista. \nFigura central na arte brasileira\, Hudinilson Jr. foi pioneiro ao utilizar a máquina de xerox para produzir imagens do próprio corpo\, antecipando questões hoje centrais na cultura visual contemporânea\, como a multiplicação e circulação de autoimagens.
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LOCATION:Martins&Montero\, Rua Jamaica\, 50 - Jardim América\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"FAAP na coleção do MAM: a formação do artista" no MAB
DESCRIPTION:  \n \nCerca de 160 obras de 85 artistas que passaram pela FAAP como estudantes ou professores — entre eles Regina Silveira\, Leda Catunda\, Jac Leirner\, Nelson Leirner\, Vik Muniz\, Alex Cerveny\, Sandra Cinto e José Leonilson — reúnem-se no MAB FAAP\, em São Paulo\, para FAAP na coleção do MAM: a formação do artista\, com curadoria de Cauê Alves e Marcos Moraes. \nArticulada em três núcleos — alunos\, professores e artistas residentes —\, a exposição percorre seis décadas do curso de artes visuais da FAAP e propõe pensar a formação não como aprendizado técnico e teórico concluído\, mas como uma travessia permanente\, que se reinventa por meio do diálogo com o mundo contemporâneo e do contato direto com a arte.
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LOCATION:MAB FAAP\, R. Alagoas\, 903 - Higienópolis\, São Paulo\, SP\, Brasil
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