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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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SUMMARY:"Marga Ledora: A linha da casa" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Marga Lenora\, da série Quadrud Negrus. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição será a primeira panorâmica institucional da artista e apresenta uma reunião significativa das séries Quadrus Negrus e Casa Preta\, até hoje raramente vistas em seu conjunto\, além de um expressivo grupo de obras pouco conhecidas. \nNascida em 1959 em São Paulo\, a artista Marga Ledora estudou Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)\, onde se formou em 1983. Uma amante de tudo o que diz respeito à arte do papel\, faz do desenho seu meio expressivo e experimental. Seus trabalhos se constroem a partir das modulações e da energia linear do desenho da casa. \nA exposição acontecerá no 2º andar da Pina Estação. Com curadoria de Ana Paula Lopes.
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SUMMARY:"Constelação em trânsito" no Galpão da Lapa
DESCRIPTION:  \n  \nVista de “Constelação em Trânsito” no Galpão da Lapa. \n  \nConstelação em trânsito: uma escuta cartográfica\, em cartaz no Galpão da Lapa até 1° de março de 2027\, toma como ponto de partida a inversão metodológica da curadoria convencional. Em vez de um enunciado prévio que orienta a seleção de obras\, foi adotada uma postura de escuta diante do acervo\, deixando que os próprios trabalhos indicassem agrupamentos\, ressonâncias e percursos. A referência é a noção de cartografia formulada pela psicanalista Suely Rolnik: um traçado que se faz em movimento\, sintonizado com as variações da paisagem. O resultado são três constelações: Arquiteturas do Inconsciente\, Geometrias do Sul e Topologias do Orgânico\, tratadas não como categorias fechadas\, mas como campos porosos que se atravessam e se dissolvem mutuamente. \nA exposição reúne trabalhos de 65 artistas\, entre eles Adriana Varejão\, Alex Cerveny\, Amelia Toledo\, Ayrson Heráclito\, Brígida Baltar\, Cao Guimarães\, Carlito Carvalhosa\, Carmela Gross\, Claudia Andujar\, Erika Verzutti\, Ione Saldanha\, Jaider Esbell\, Jac Leirner\, Leonilson\, Mira Schendel\, Nuno Ramos\, Rivane Neuenschwander\, Sandra Cinto\, Solange Pessoa\, Tunga\, Waltercio Caldas e o coletivo MAHKU. No mezanino do espaço\, o núcleo audiovisual Confluências apresenta quatro obras em vídeo que dialogam transversalmente com as três constelações. \nO Galpão da Lapa\, espaço cultural instalado em um armazém histórico do complexo Ceagesp\, na Vila Anastácio\, zona oeste de São Paulo\, que abriga o acervo dos colecionadores Andrea Pereira e José Olympio. \nEntrada gratuita\, mediante agendamento prévio. \nVisitas mediadas gratuitas\, com grupos de até 20 pessoas. \n  \n 
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SUMMARY:“Exposição Letras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades” no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:Thiago Nevs. (Divulgação) \n  \nLetras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades celebra o universo vibrante e multicolorido das letras pintadas à mão dos cartazes de mercado\, das carrocerias de caminhões e das embarcações ornamentadas. Idealizada pelo artista Filipe Grimaldi em parceria com o artista e pesquisador Thiago Nevs e a produtora Carolina Herszenhut\, a mostra\, que reúne trabalhos de cerca de 60 artistas\, propõe um mergulho na cultura visual popular do Brasil e de países como Argentina\, Chile\, Colômbia\, México e Peru\, valorizando saberes que atravessam gerações. \nExaltando personagens que atuam no anonimato\, a exposição destaca como o gesto manual e a inventividade popular transformaram letras\, palavras e ornamentos em expressões identitárias a partir do trabalho de cartazistas\, abridores de letras\, letristas profissionais e mestres filetadores cujas criações ultrapassam a função comercial para revelar narrativas de pertencimento\, resistência e memória coletiva. \nOrganizada em núcleos temáticos\, a mostra retrata sobretudo\, a diversidade de estilos da letra popular brasileira e latino-americana. Do improviso popular à precisão de profissionais que transformaram fachadas e muros em espaços de fruição artística\, a exposição apresenta ao visitante expressões que vão desde a letra decorativa amazônica\, presente nos barcos ribeirinhos\, até os cartazes de mercado\, com seu humor\, urgência e cores vibrantes\, além dos filetes em caminhões\, tradição que percorre estradas brasileiras e dialoga com o fileteado portenho argentino em conexões gráficas também evidenciadas no projeto curatorial. \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Brasil das Múltiplas Faces" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Emiliano di Cavalcanti\, “Vendedoras de Peixe” 1952. Divulgação. \nCom início dia 22\, exposição ocupa novo piso do Itaú Cultural com obras da considerada maior coleção corporativa de arte da América Latina \nA exposição “Brasil das Múltiplas Faces” marca a inauguração de um novo ambiente para visitação no prédio do Itaú Cultural\, em São Paulo. A partir do dia 22 de outubro\, o Espaço Milú Villela – Brasiliana: Arte Moderna e Contemporânea oferece ao público mostras de longa duração focadas nas artes moderna e contemporânea produzida no país e que compõem o Acervo Itaú Unibanco. \nO novo espaço está localizado no 7º piso do prédio da Avenida Paulista e conta com 280 metros quadrados. Ao lado do Espaço Olavo Setubal\, que abriga a Brasiliana\, e do Espaço Herculano Pires\, com a Numismática\, a instituição agora oferece quatro pisos permanentes para mostras desta que é considerada a maior coleção corporativa de arte da América Latina\, e segue em busca de ampliar o seu acesso ao público. \nA curadoria da exposição é assinada por Agnaldo Farias\, com concepção e realização da equipe Itaú Cultural e arquitetura de Daniel Winnik. O nome dado ao espaço homenageia Milú Villela\, que presidiu e expandiu o Itaú Cultural durante 18 anos\, de 2001 a 2019\, e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)\, entre 1995 e 2019. Psicóloga\, gestora cultural e filantropa\, Milú​ dedicou sua vida à democratização do acesso à arte e à cultura. \n‍ Por sua vez\, o nome Brasil das Múltiplas Faces\, que batiza a exposição inaugural deste espaço\, dá pistas do que o público está para mergulhar em uma espécie de contação das várias histórias e visões do país. Através de uma narrativa que trabalha com o conceito de arte múltipla\, a mostra busca mostrar a complexidade do Brasil com um olhar que desafia a visão tradicional. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Trabalho de Carnaval" na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:Trabalho de Carnaval na Pinacoteca.\n\n“Trabalho de Carnaval” é uma coletiva com obras de 70 artistas de diferentes gerações e origens\, como Alberto Pitta\, Bajado\, Bárbara Wagner\, Ilu Obá de Min\, Heitor dos Prazeres\, Juarez Paraíso\, Lita Cerqueira\, Maria Apparecida Urbano\, Rafa Bqueer e Rosa Magalhães. \nA mostra no edifício Pina Contemporânea expõe 200 obras dentre adereços\, projetos de decoração e documentação histórica em fotografia e vídeo\, além de comissionamentos de projetos inéditos dos artistas Adonai\, Ana Lira e Ray Vianna. \nDividida em quatro temas – Fantasia\, Trabalho\, Poder e Cidade\, “Trabalho de Carnaval” apresenta a maior festa popular do país como uma cadeia produtiva que envolve o trabalho das muitas mãos desde antes mesmo da festa acontecer\, ao mesmo tempo em que alude à precariedade e invisibilidade desses profissionais.
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SUMMARY:"Nascimento" de Antonio Obá na Mendes Wood DM
DESCRIPTION:Obra de Antonio Obá. Cortesia Mendes Wood DM \nA Mendes Wood DM tem o prazer de apresentar a exposição Nascimento de Antonio Obá\, que ocupa todo o espaço da galeria na Barra Funda com obras inéditas e emblemáticas. Os trabalhos\, desenvolvidos com técnicas distintas como pintura\, desenho\, instalação e filme\, dão continuidade à investigação do artista sobre a construção da identidade nacional\, e suas contradições e influências\, por meio de ícones e símbolos presentes na cultura brasileira. \nO título da exposição surge da ideia de nascimento como marco de um momento\, de uma nova existência sobre a Terra. Este evento milagroso também carrega a contrapartida da fortuna e da sorte\, que nos acompanha desde a concepção. Para Obá\, “Estar sujeito a isso não diz a respeito de uma escolha. Estar sujeito a isso diz a respeito de uma irreverência ao inevitável. Então\, o que podemos fazer é demarcar essas várias sortes através do rito\, da celebração\, do símbolo\, da linguagem.” \nCada obra que compõe a exposição confere a essa tentativa de situar a ideia de sorte\, fortuna\, ora como uma prece\, ora com um ritual que celebra isso. \nUma instalação inédita\, localizada em um espaço fechado\, no fundo da galeria\, se refere diretamente a ideia de jogo e de sorte. Nela\, colunas de búzios se derramam sobre peneiras de bronze douradas\, carregando ovos de cerâmica pintados de vermelho. Os búzios representam elementos de tentativa de leitura da sorte\, do destino e da sina\, e simbolizam a moeda de troca\, que também se transforma em oferenda. Na disposição que se encontram no espaço\, os búzios formam colunas que estão ascendendo\, como um território de elevação espiritual e de ressignificação da vida ante ao que ela propõe de fatal. \nNa entrada do espaço expositivo\, um caminho de espadas de São Jorge e Iansã\, conduzem até um novo objeto instalativo: um altar com dois troncos que simbolizam o pelourinho. Os troncos estão inteiramente cravejados de pregos — em um deles\, os pregos estão voltados para fora; no outro\, para dentro — simbolizando proteção e punição e a dificuldade de harmonizar tensões. Entre os pelourinhos\, cabos suspendem uma cabeça de bronze com um prumo na ponta. Esta instalação é uma oferenda ao senhor do caminho\, portanto\, tem uma relação com Exu. \nA instalação Ka’a porá (2024)\, apresentada pela primeira vez na mostra itinerante Finca-Pé: Estórias da terra no CCBB Rio de Janeiro\, Belo Horizonte e Brasília\, ocupa lugar de destaque na exposição. Esculturas de pés\, representando tanto o pé humano quanto o de uma árvore\, enfatizam a conexão com o solo. A configuração da obra lembra um pequeno jardim\, com troncos dispostos de forma aparentemente aleatória\, cada um sugerindo uma direção diferente dentro de um labirinto. O título da instalação deriva do termo tupi ka’a porá\, que se refere a um indivíduo que se estabelece e se ancora à terra. A expressão também remete à figura mítica da Caipora\, protetora das florestas na mitologia indígena brasileira. Outro elemento simbólico da instalação revisita o conceito de poda\, entendido aqui como um ato de violência que rompe com a vida e a natureza. \nTelas de diferentes tamanhos e técnicas compõem a narrativa visual da mostra. Um conjunto de 22 pinturas de pequeno formato apresenta a leitura de Obá sobre o Tarô. Nas obras\, o artista utiliza de uma mistura de técnicas junto a folhas de ouro\, conferindo um tom mágico e fantasioso único às cartas do oráculo. Além dessas\, a exposição reúne novas pinturas de grandes dimensões\, bem como uma obra pintada diretamente sobre uma das paredes do espaço expositivo. Nessas peças\, figuras e símbolos que compõem a identidade brasileira sugerem novas interpretações. A mostra também inclui desenhos inéditos feitos com carvão\, nanquim\, lápis e têmpera e sobre tela. \nO filme Encantado (2024) apresenta uma performance do artista que propõe reflexões sobre sistemas simbólicos — especialmente os religiosos. A ação performática evoca uma perspectiva ritualística\, centrada na figura do peregrino\, que\, em seu gesto\, sintetiza elementos de crença\, cultura e tradição associados ao imaginário do romeiro. \nCom esse conjunto de obras\, que atravessa diferentes mídias e simbologias\, a exposição reafirma a potência da produção de Antonio Obá na construção de uma poética que investiga identidade\, território e espiritualidade.
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SUMMARY:"José Antônio da Silva: Pintar o Brasil" de José Antônio da Silva no MAC USP
DESCRIPTION:José Antônio da Silva\, s.t. Cortesia Alexandre Martins Fontes. \nO Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) abre a exposição José Antônio da Silva: Pintar o Brasil\, no dia 15 de novembro (sábado)\, às 11h\, com lançamento do livro da mostra\, pela Editora Martins Fontes. Dando luz sobre a trajetória de um dos nomes mais contundentes da arte brasileira do século 20\, muitas vezes considerado o Van Gogh brasileiro\, a exposição tem curadoria do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro. Chega a São Paulo\, com obras adicionais curadas por Fernanda Pitta\, após ter passado pelo Musée de Grenoble (FR)\, como parte da Temporada Brasil-França 2025\, em abril\, e pela Fundação Iberê Camargo\, em Porto Alegre (RS)\, em agosto. \nO público encontra no espaço expositivo um recorte que destaca a produção de pinturas e desenhos de Silva – deixando de lado sua criação como poeta\, compositor e cantor – organizada por temas frequentes em suas obras\, seja em determinadas fases ou durante longos períodos de sua trajetória: a vida caipira\, cenas religiosas\, paisagens\, naturezas-mortas e autorretratos. \nNo MAC USP\, a exposição tem um total de 142 obras\, sendo 23 acréscimos provenientes do rico acervo da instituição\, o maior do artista no Brasil\, formado com doações dos primeiros colecionadores de Silva\, entre os quais estão Ciccillo Matarazzo e Theon Spanudis. São 15 pinturas\, que\, em sua maioria\, retratam a vida campestre\, como Paisagem rural e trabalhador com enxadas (1948)\, a dupla Algodoal (1953 e 1972)\, Boaida descansando no mangueirão (1956)\, Batendo algodão (1975) e Algodoal com troncos decepados (1975). \nTambém foram adicionadas telas na seção dos retratos\, como dois autorretratos realizados em 1973 e outro em 1976; de objetos inanimados\, como Natureza morta em pontilhismo (1951) e Vaso de flores (1976). Cristo Redentor na Baía de Guanabara (1980) e Tempestade pela morte de Jesus (1977) estão entre as obras de cunho religioso. O público poderá apreciar\, ainda\, a significativa tela Enforcados da Bienal\, da década de 1990\, que representa o descontentamento do artista contra críticos de arte que rejeitaram seus trabalhos para a Bienal de São Paulo. \nAlém das pinturas\, a versão paulista da mostra ganha um novo núcleo de obras dedicado aos trabalhos sobre papel do artista. Nele\, está o primeiro livro de José Antônio da Silva\, Romance da minha vida\, composto por 76 desenhos\, que será exibido de maneira inédita\, na íntegra\, além de outros desenhos avulsos\, feitos nas décadas de 1940 e 1950\, principalmente de cenas rurais.  \n 
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"O Mundo Misterioso Inventado por Lorenzato" de Amadeo Lorenzato na Galeria Frente
DESCRIPTION:Amadeo Lorenzato\, s.t. 1977. Divulgação/acervo Galeria Frente. \n\n“A poética de Lorenzato\, como é característico entre os grandes artistas\, é singular. Não se filia a nenhum movimento\, nenhuma igrejinha\, embora dialogue à distância com muita gente. Mas tente enumerar os artistas que inventaram mundos. São poucos. E o de Lorenzato é muito particular. Percorra as muitas paisagens trazidas para esta exposição. Perceba os céus\, especialmente as nuvens\, ah\, as nuvens de Lorenzato\, densas\, variando em formatos estranhos. \nE o que dizer desses troncos de árvores\, bambuzais\, renques verdes\, entrelaçamentos súbitos\, urdiduras complexas\, que nada têm a ver com a observação da natureza? Há também as pessoas\, os boizinhos\, todos de caras indefiníveis\, coisas que não se dão a ver; e o jogo das cores fazendo nosso olhar brincar de amarelinha\, cores\, como tudo o mais\, baças\, sem brilho\, obrigando-nos a chegar perto\, atraindo nossa atenção para a superfície espessa\, convidando-nos a habitá-las.” \n— Curador Agnaldo Farias
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LOCATION:Galeria Frente\, R. Dr. Melo Alves\, 400 - Cerqueira César\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“O mergulho de Naïá” de Karola Braga no Museu da Cidade de São Paulo
DESCRIPTION:Karola Braga\, “O Mergulho de Naiá” 2025. Divulgação. \n“Uma ponte entre dois mundos. Metade submersa\, metade voltada ao céu\, a vitória-régia é um dos seres vegetais mais simbólicos da região amazônica. Combina transformação\, erotismo vegetal e inteligência adaptativa\, já que caminha de forma desenvolta no hibridismo que a vida lhe proporciona. O fenômeno natural que envolve sua floração é testemunho disso. Composto de duas noites\, dois gêneros e duas cores\, apresenta-se como uma coreografia entre tempo e luz. É sobre seu vasto universo simbólico e sensorial que se trata O mergulho de Naïá\, instalação site-specific criada para o Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo pela artista multidisciplinar e pesquisadora olfativa Karola Braga. \nEm um ritual amoroso entre planta e inseto\, a vitória-régia apresenta-se\, na primeira noite de seu florescimento\, branca e feminina\, exalando um perfume adocicado para atrair os insetos. Na manhã seguinte\, ela se fecha\, aprisionando esses besouros\, cobertos de néctar e pólen\, para\, no entardecer do segundo dia\, reabrir sua flor\, agora rosa e masculina\, libertando os bichos para polinizarem outras de sua mesma espécie. É nessa noite que a flor afunda nas águas para amadurecer seu fruto e liberar as sementes. Dessa forma\, representa uma androgênese vegetal\, a flor que contém em si o feminino e o masculino\, alternando-os no tempo\, unindo luz e escuridão\, nascimento e morte\, perfume e silêncio. Esse majestoso ciclo ganha uma interpretação poética da artista nesta instalação\, na qual se aproveita dos degraus do espaço ao ar livre\, localizado no coração de São Paulo\, para mergulhar os visitantes entre aromas e perspectivas distintas das flores esculpidas.” \n– Trecho do texto curatorial por Ana Carolina Ralston\, curadora da exposição. \n  \n  \n 
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LOCATION:Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo\, Roberto Simonsen\, 136 – Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Vetores" na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Alfredo Volpi\, “Faixas e Mastros” déc. 1970. Divulgação.\nVetores reúne um conjunto expressivo de obras que atravessam diferentes períodos da arte moderna e contemporânea. São nomes de movimentos e grupos marcantes da arte brasileira\, como o Concretismo\, o Neoconcretismo\, o Grupo Ruptura e a geração 1980\, além de figuras proeminentes dos modernismos internacionais. \nSob curadoria de Antonio Gonçalves Filho\, diretor cultural da Almeida & Dale\, a mostra é distribuída em três núcleos — dedicados à escultura\, pintura e outro à fotografia e gravura — e ocupa dois espaços da galeria na rua Fradique Coutinho\, articulando obras do modernismo como vetores de renovação e experimentação que reverberam na produção contemporânea dos últimos quarenta anos. \n  \n 
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SUMMARY:"O rio no qual se nada com os olhos" de Genor Sales na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Genor Sales\, “Ninguém acerta sem primeiro errar I” 2025. Divulgação.\n\nA mostra reúne um novo conjunto de obras que aproxima culturas e ecossistemas das águas do sertão e cerrado brasileiros. \nAs simbologias populares ligadas a água se expressam em jarros\, filtros de barro e ervas que\, junto aos peixes\, povoam o universo líquido das aquarelas inéditas do artista que formam a exposição. Essas obras evocam “um rio que carrega muitos outros rios por meio de um arrolamento de seres\, saberes\, objetos e práticas relacionadas à água”\, como pontua Divino Sobral\, curador da exposição. \nGenor Sales é artista e educador e integra atualmente o Jatobá Nascente\, projeto de ateliê-casa\, iniciativa do Sertão Negro. A expressão idiomática “peixe fora d’água” é um dos pontos de partida de sua pesquisa imagética\, na qual deslocamentos e a ausência de pertencimento de pessoas periféricas são articulados nas composições que desenvolve. Técnica central em sua prática\, a aquarela e se relaciona diretamente aos temas que tece em sua obra – memória\, música e território. \n  \n 
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SUMMARY:"Jardim Flamejante" de Rafael Chavez na Casa Triângulo
DESCRIPTION:Rafael Chavez\, “A mesma estrela que brilha aqui\, brilha lá” 2026. Divulgação: Casa Triângulo. \n“Jardim Flamejante” é a primeira individual do artista na Casa Triângulo\, que reúne obras a partir de materiais e formas de expressão diversificados\, que revelam a potência sensorial\, espiritual e política do sertão nordestino. O projeto articula matéria\, território\, memória e cosmologia\, inscrevendo o trabalho de Chavez em um campo no qual técnica\, rito e imaginação se tornam indissociáveis. \nEm seu texto crítico\, Walter Arcela destaca que\, nas pinturas\, Chavez desenvolve uma espacialidade que desloca a lógica clássica da pintura como janela. Em vez de organizar o mundo a partir de um ponto de vista estável\, suas imagens sugerem cavidades\, interiores e campos que se confundem com o horizonte\, dissolvendo a distinção entre dentro e fora. O espaço pictórico emerge como extensão do próprio território\, onde o corpo que pinta não se coloca diante da paisagem\, mas dentro dela. Muitas obras\, de orientação vertical\, se lançam como troncos tensionados\, soldando chão e céu num mesmo eixo cósmico. \n 
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SUMMARY:"Território sagrado" de Sandra Monterroso na Zielinsky
DESCRIPTION:Sandra Monterroso\, “Nido Azul” s.d. Divulgação. \nA exposição é a primeira individual no Brasil da artista guatemalteca Sandra Monterroso\, uma das principais vozes da arte contemporânea latino-americana. Guatemalteca de ascendência maia Q’eqchi’\, Monterroso constrói uma obra que atravessa performance\, pintura\, instalação\, vídeo e práticas têxteis. Seu trabalho parte da recuperação de conhecimentos tradicionais — muitas vezes apagados por processos coloniais — como forma de resistência\, cura e reinscrição simbólica do território e do corpo. \nA mostra reúne pinturas da série Composições em estado de calamidade\, realizadas com pigmentos naturais produzidos pela própria artista\, a partir de materiais como cochonilha e índigo. Nessas obras\, uma espécie de névoa acinzentada cobre a superfície pictórica\, evocando incêndios\, contaminações ambientais\, conflitos armados e outras crises globais contemporâneas. \nTerritório sagrado ainda é composta por obras têxteis e escultóricas feitas com fibras naturais — algodão\, linho e sisal — tingidas artesanalmente no ateliê da artista\, sobretudo com índigo e cochonilha. Esses trabalhos reforçam a dimensão material e simbólica da exposição\, na qual o fazer manual\, o tempo do corpo e o conhecimento ancestral se afirmam como formas de pensamento e ação política. \n  \n 
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LOCATION:Zielinsky São Paulo\, Travessa Dona Paula\, 33 - Higienópolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:“DIÁRIO" de Osvaldo González na Galleria Continua
DESCRIPTION:Osvaldo González\, “El viaje” 2026. Divulgação. \n“Diário” primeira exposição individual do artista visual cubano Osvaldo González na sua sede brasileira da Galleria Continua\, em São Paulo. A obra do artista se situa em um território onde percepção\, espaço e experiência íntima se entrelaçam\, convidando o espectador a estabelecer vínculos subjetivos e emocionais a partir de uma abordagem sutil. \nA prática de Osvaldo se articula a partir de dois elementos recorrentes — a fita adesiva e a luz — que\, despojados de sua função utilitária\, transformam-se em matéria poética. Levado ao limite\, o uso da fita deixa de ser um recurso cotidiano para se tornar uma ferramenta capaz de construir imagens ambíguas\, que oscilam entre a fotografia\, a pintura e a instalação\, gerando estranhamento e desafiando qualquer classificação imediata. A luz\, ao atravessar camadas e veladuras\, ativa transparências\, revela tensões internas e torna visível a história contida em cada obra\, preservando as marcas do processo.
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LOCATION:Galleria Continua São Paulo\, Rua Piauí\, 844 – Consolação\, São Paulo\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:“… toda palavra sã” na Galeria Raquel Arnaud
DESCRIPTION:Almandrade\, s.t. Divulgação: Galeria Raquel Arnaud. \nGalciani Neves faz a curadoria de “… toda palavra sã”\, que reúne trabalhos para serem lidos\, vistos\, pronunciados\, sussurrados\, dançados (quem sabe) a partir desse título\, que se apropria de um trecho da música “Açaí” (1982)\, de Djavan. A letra da canção se alterna em versos muito simples e\, ao mesmo tempo\, densos\, compostos ora por uma única palavra\, ora por duas ou três. Para o cantor\, a despeito de considerações nonsense sobre sua composição\, “tudo faz o maior sentido” \, pois a palavra é capaz de nos transportar para muitos contextos e isso acontece porque\, de fato\, a vivenciamos conforme nossas experiências e desejos. \nPartindo do princípio de que a palavra é um componente da linguagem que\, em sua elementaridade ou vastidão de significados\, nos leva a muitas experiências de mundo\, os trabalhos de “… toda palavra sã” ressaltam essas condições poéticas com palavras pintadas\, gravadas\, esculpidas\, forjadas\, impressas\, escritas\, serigrafadas\, desenhadas\, carimbadas\, apropriadas\, cortadas\, coladas\, brilhantes\, retorcidas. \n(trecho de apresentação) \n 
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LOCATION:Galeria Raquel Arnaud\, 125 R. Fidalga Vila Madalena\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:“angular” de Alan Oju e Guilherme Callegari na Galeria Raquel Arnaud
DESCRIPTION:“Tango” Guilherme Callegari\, s.d. Divulgação: Raquel Arnaud. \n“Angular\, um ato de vontade \nLorraine Mendes \nPodemos dizer do ângulo como a forma que faz a linha hesitar e mudar de rumo com intenção. Uma quebra repentina que projeta uma outra direção de um mesmo caminho\, dotado de escolha. Pode ser também um ponto de encontro entre duas direções que não se misturam\, seguem adiante\, cada uma carregando a memória desse choque/encontro que graficamente representa um gesto silencioso do espaço: ângulo também é uma abertura e um outro modo de ver. \n[…] Alan Oju nasceu em Santo André\, em 1985. Formado em História e com mestrado em Poéticas Visuais\, desenvolve uma investigação que parte de métodos cartográficos para transformar a experiência da cidade em intervenções\, imagens\, ações performativas\, objetos\, pinturas e instalações. \n[…] Guilherme Callegari nasceu em Santo André\, em 1986. Formado em Design Gráfico\, com ênfase em tipografia\, ao longo de quatorze anos desenvolveu uma pesquisa consistente na interseção entre design gráfico e pintura. Em sua produção mais recente\, a pintura assume centralidade como campo de investigação formal. Ainda que distante da prática anterior\, há uma memória residual de um caminho percorrido ora entre grandes avenidas\, ora no percurso silencioso de um pintor.” \n  \n  \n(extraído do trecho de apresentação) \n 
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SUMMARY:“membrana" de Anna Livia Taborda Monahan na Mendes Wood DM
DESCRIPTION:Anna Livia Taborda Monahan “Carangueijo e ovo” \, 2025. Divulgação. \nRealizada na Casa Iramaia\, “membrana” é a primeira exposição de Anna Livia Taborda Monahan. Reunindo pinturas a óleo e desenhos de pequena escala em guache\, a mostra apresenta um corpo de trabalho inédito que explora a fragilidade\, as vezes grosseira\, de seres reais e imaginários em momentos que antecedem um acontecimento maior. Mistério e estranhamento emergem em cenários oníricos\, materializando -se em uma prática pictórica marcada por camadas\, jogos de luzes e sombras e transparências. \n 
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SUMMARY:“Não se toca sem algum risco o íntimo das coisas” de Marina Schroeder na Aura Galeria
DESCRIPTION:Marina Schroeder\,” Das memórias; superfície”\, 2025. Foto: Flavio Freire. Divulgação. \n“Não se toca sem algum risco o íntimo das coisas” é a primeira exposição individual da artista Marina Schroeder na galeria\, com abertura no dia 07 de fevereiro. Sob o olhar curatorial de Galciani Neves\, a mostra reúne uma produção recente e inédita que se debruça sobre as lacunas da história familiar da artista e as marcas deixadas por uma Alemanha pós-guerra. \nO título\, emprestado do livro de poemas “Guardar o corpo com palavras” (2025)\, de Cristina Rioto\, refere-se ao processo de criação de Schroeder que envolve vulnerabilidade emocional e intimidade sensível com materiais orgânicos. “Coexistindo com essas sensações narradas por parentes\, com histórias não oficiais e com os resquícios de uma Alemanha devastada pela Segunda Guerra Mundial\, Marina Schroeder se viu diante de uma espécie de herança: fios de uma narrativa ainda por ser contada\, que ora repousam\, ora se revolvem e deixam no ar muitas incógnitas”\, escreve a curadora.
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SUMMARY:"Image + Mirage" de Antonio Dias na Gomide&Co
DESCRIPTION:A Gomide&Co apresenta ANTONIO DIAS / IMAGE + MIRAGE\, primeira individual de Antonio Dias (1944–2018) na galeria\, organizada em parceria com a Sprovieri\, de Londres\, a partir de obras preservadas por Gió Marconi. Com organização e texto crítico de Gustavo Motta e expografia de Deyson Gilbert\, a mostra reúne sete pinturas realizadas entre 1968 e 1971\, nos anos iniciais do artista em Milão\, período decisivo para a consolidação de sua linguagem conceitual. As obras evidenciam a virada estética de Dias na Europa\, marcada por superfícies austeras\, campos monocromáticos e a incorporação de palavras\, frases e diagramas que transformam a pintura em um espaço de reflexão sobre o próprio fazer artístico. \nA exposição também inclui documentação inédita do Fundo Antonio Dias (IAC) e será acompanhada por uma publicação lançada durante a mostra\, além de mesa-redonda com convidados. Ao revisitar trabalhos apresentados em momentos históricos da carreira do artista — como sua individual no Studio Marconi (1969)\, a Guggenheim International Exhibition (1971) e a Bienal de São Paulo (2021) —\, a mostra propõe uma leitura contemporânea de sua produção no final dos anos 1960. \nIMAGE + MIRAGE reafirma a relevância internacional de Antonio Dias\, destacando como sua “arte negativa” e sua investigação sobre imagem\, linguagem e pensamento seguem ecoando no debate artístico atual.
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LOCATION:Gomide&Co\, Avenida Paulista\, 2644\, São Paulo\, São Paulo\, 01310934\, Brasil
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SUMMARY:"Praia no Louvre" na Galeria Verve em São Paulo
DESCRIPTION:A Verve apresenta a exposição coletiva Praia no Louvre\, exposição que marca a ampliação de seus espaços no Edifício Louvre\, no centro histórico de São Paulo. Com curadoria dos galeristas Allann Seabra e Ian Duarte\, a mostra reúne obras de todos os artistas representados pela galeria em torno de uma temática leve e bem-humorada\, inspirada no verão e no espírito carnavalesco que tomou as ruas da cidade.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/praia-no-louvre-na-galeria-verve-em-sao-paulo/
LOCATION:Verve Galeria\, Sobreloja 06 Edifício Louvre 192\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"A Cidade da Pedra que Brilha" de Tiago Malagodi em São Paulo
DESCRIPTION:A Gruta – Espaço de Arte Contemporânea apresenta A Cidade da Pedra que Brilha\, exposição individual do artista paraibano Tiago Malagodi\, reunindo 16 pinturas inéditas que investigam as relações entre mineração\, memória e paisagem no contexto brasileiro. Inspirada na cidade mineira de Itabira — símbolo da exploração mineral —\, a mostra utiliza o conceito de entropia\, associado à irreversibilidade do tempo na física\, como chave de leitura para compreender a transformação acelerada da paisagem pela atividade extrativista. \nEm uma paleta restrita de cinzas e azuis\, que remete ao minério de ferro bruto\, Malagodi apresenta a mineração como um processo entrópico que comprime milhões de anos de formação geológica em poucas décadas de exploração. As pinturas dialogam com a land art de Robert Smithson e com reflexões literárias de Drummond\, propondo a paisagem como sistema onde forças geológicas\, históricas e políticas se entrelaçam. \nNo centro dessas cenas surge a figura do Pica-Pau\, personagem que o artista incorporou após um encontro com um menino em Nova Era (MG)\, transformando-o em elemento simbólico que tensiona memória afetiva\, cultura popular e geopolítica.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-cidade-da-pedra-que-brilha-de-tiago-malagodi-em-sao-paulo/
LOCATION:Espaço Gruta\, Rua Vitorino Carmilo\, 449 - Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Enquanto se torna" de Thales Pomb em São Paulo
DESCRIPTION:A Danielian apresenta enquanto se torna\, primeira exposição individual de Thales Pomb na galeria\, reunindo pinturas\, desenhos e esculturas inéditas sob curadoria de Gabriela Gotoda. \nNascido em Brasília\, em 1989\, e radicado em São Paulo\, o artista desenvolve desde 2023 uma investigação fenomenológica da pintura\, orientada pelo diálogo direto com a matéria. Em sua prática\, cor\, gesto e superfície conduzem o processo criativo\, deslocando o foco da representação para a experiência sensível do próprio fazer pictórico.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/enquanto-se-torna-de-thales-pomb-em-sao-paulo/
LOCATION:Danielian Galeria\, 414 Rua Major Rubens Vaz Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"O Cordial\, o Simpático e o Vândalo" de Marcelo Cidade na Vermelho
DESCRIPTION:Vermelho apresenta O Cordial\, o Simpático e o Vândalo\, décima exposição individual de Marcelo Cidade na galeria\, com texto de Ginevra Bria. A mostra articula arquitetura\, política e subjetividade para investigar as tensões entre espaço público e esfera privada\, controle e resistência\, interioridade e violência estrutural. \nO ponto de partida é a instalação 8 de janeiro de 2023 (Engenhosidade de campo)\, estrutura monumental de grades de contenção instalada na fachada da galeria — evocando as estruturas removidas dos perímetros de segurança e reconfiguradas como barricadas durante os ataques de 8 de janeiro. A partir desse gesto inaugural\, grades\, guaritas\, gavetas\, carpete\, garrafas plásticas e espátulas são reorganizados como signos que tensionam noções de ordem\, progresso e racionalidade associadas à modernização brasileira. \nO título remete às categorias de Sérgio Buarque de Holanda em Raízes do Brasil: entre o cordial e o simpático\, a cidade organiza relações e consolida hierarquias; o vândalo introduz fricção nesse arranjo. Entre as obras\, Quartinho (1:1) apresenta recortes em carpete\, em escala real\, de quartos de empregados retirados de projetos da arquitetura moderna brasileira\, expondo desigualdades naturalizadas na organização espacial do país. Resíduo privado de um corpo laboral explorado parte de garrafas plásticas usadas como urinóis improvisados por motoristas de aplicativos durante a pandemia\, tornando visível a precarização do trabalho urbano.
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LOCATION:Galeria Vermelho\, R. Minas Gerais\, 350 - Higienópolis\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"A Cabeça de Zumbi" de Rafael Pereira em São Paulo
DESCRIPTION:A Galeria Estação\, em São Paulo\, abre sua programação de 2026 com a exposição individual de Rafael Pereira\, A Cabeça de Zumbi\, que mostra reúne 22 pinturas no segundo andar da galeria — entre retratos e naturezas-mortas — e apresenta\, no mezanino\, a série Nbimda\, composta por 16 pinturas de cabeças que representam divindades (nkisi) cultuadas no candomblé de Angola de matriz bantu. \nNo centro da exposição está o simbolismo da cabeça como lugar de conexão entre corpo\, ancestralidade e espiritualidade. Como destaca o historiador da arte Renato Menezes no texto crítico da mostra\, a cabeça — chamada orí na tradição iorubá e mutuê entre os bantu — concentra a força vital do indivíduo e sua ligação com o divino. Pereira ressignifica a ancestralidade afrodiaspórica presente na formação cultural brasileira e amplia as discussões sobre racialidade\, propondo uma representação da subjetividade negra que ultrapassa leituras simplificadoras.
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LOCATION:Galeria Estação\, R. Ferreira de Araújo\, 625 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Réplica" de Sandra Gamarra Heshiki no MASP
DESCRIPTION:O MASP apresenta Réplica\, primeira retrospectiva dedicada à artista peruana Sandra Gamarra Heshiki\, reunindo cerca de 80 obras produzidas entre 2003 e 2026. A mostra inclui pinturas\, trabalhos gráficos e uma obra inédita realizada diretamente sobre o vidro de um cavalete de Lina Bo Bardi. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, Guilherme Giufrida\, Florencia Portocarrero e Sharon Lerner\, a exposição ocupa o primeiro andar do edifício Lina e também integra o programa Acervo em transformação\, propondo um panorama amplo de mais de duas décadas de produção da artista. \nDesde o final dos anos 1990\, Gamarra Heshiki desenvolve uma prática marcada pela crítica institucional\, evidenciada pela criação do museu fictício LiMac. Em sua obra\, a artista utiliza a apropriação e a réplica de pinturas e esculturas — especialmente do período colonial — para questionar a suposta neutralidade das narrativas museológicas e da história da arte.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Viver tecendo" de Claudia Alarcón e Silät no MASP
DESCRIPTION:A exposição de arte Claudia Alarcón & Silät: viver tecendo\, apresentada no MASP\, destaca a força ancestral do ato de tecer na produção do coletivo Silät\, formado por mulheres do povo Wichí no norte da província de Salta\, na Argentina. \nLiderado pela artista Claudia Alarcón e composto por mais de cem tecedeiras das comunidades de La Puntana e Alto La Sierra\, o grupo trabalha com fios de chaguar — fibra extraída de uma bromélia nativa da região — para criar obras que partem da tradição das bolsas yicas\, objeto central da cultura wichí. \nEmbora essas peças tradicionais sejam o ponto de partida\, os trabalhos do coletivo expandem esse repertório ao explorar novas escalas\, formas e composições. \nAs obras combinam diferentes padronagens geométricas e referências ao universo simbólico das artistas\, evocando elementos da natureza\, mitologia e memória do território. Curada por Adriano Pedrosa e Laura Cosendey\, a mostra integra o programa do MASP dedicado às Histórias latino-americanas\, que reúne exposições de diversos artistas da região ao longo do ano.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Pop andino" de La Chola Poblete no MASP
DESCRIPTION:La Chola Poblete: pop andino marca a primeira exposição individual da artista argentina no Brasil. Nascida em Guaymallén\, La Chola Poblete adotou inicialmente o nome “Chola” como um alter ego para performances\, transformando-o posteriormente em sua própria identidade. O termo\, historicamente utilizado como injúria racial para mulheres de ascendência indígena no Peru e na Bolívia — origem de seus antepassados —\, é apropriado pela artista como gesto de afirmação e crítica. \nEm sua prática multidisciplinar\, que inclui pintura\, escultura\, desenho\, fotografia\, vídeo e performance\, Poblete investiga e desconstrói estereótipos ligados à identidade indígena e às narrativas coloniais\, frequentemente incorporando referências da história da arte e elementos da cultura popular. \nA exposição reúne 31 obras e apresenta um panorama de sua produção recente\, incluindo 14 aquarelas da série Vírgenes cholas\, exibida na Bienal de Veneza de 2024. Seus desenhos funcionam como mapas mentais que combinam referências diversas\, enquanto esculturas feitas com pão evocam as dimensões simbólicas e econômicas desse alimento. Curada por Adriano Pedrosa e Leandro Muniz\, a mostra integra o programa do MASP dedicado às Histórias latino-americanas.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Voragem e vertigem" em São Paulo
DESCRIPTION:A galeria Luis Maluf apresenta a exposição coletiva Voragem e vertigem\, resultado da 5ª edição de seu Programa de Residência Artística. Realizada ao longo de dois meses\, a residência transformou o espaço da galeria em um ambiente de pesquisa\, troca e experimentação\, reunindo 12 artistas e três curadores\, sob coordenação de Igor Simões. Foi mantido o intercâmbio com o Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes\, fundada pelo artista Dalton Paula em Goiânia. \nA mostra reúne as obras desenvolvidas durante esse período de imersão\, revelando processos criativos e investigações que emergiram do convívio e do diálogo entre os participantes. Com curadoria de Melissa Alves\, Rodrigo Lopes\, Walter Arcela e Igor Simões\, parte da ideia de voragem e vertigem como metáforas da prática artística — um movimento simultâneo de mergulho\, intensidade e desorientação criativa. Os trabalhos apresentados refletem essa dinâmica ao explorar diferentes linguagens e abordagens poéticas\, evidenciando tanto pesquisas individuais quanto experiências compartilhadas ao longo da residência. Participam da mostra os artistas Alisson Damasceno\, Andrea Lalli\, Artur Siebra\, aoruaura\, Catarina Dantas\, Dara\, Diego Crux\, Felipe Seixas\, Luara Macari\, Marcelo Ramalho\, Nita Monteiro e Vanessa Acioly.
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LOCATION:Luis Maluf Galeria (Barra Funda)\, Rua Brigadeiro Galvão\, 996 - Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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