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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Marga Ledora: A linha da casa" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Marga Lenora\, da série Quadrud Negrus. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição será a primeira panorâmica institucional da artista e apresenta uma reunião significativa das séries Quadrus Negrus e Casa Preta\, até hoje raramente vistas em seu conjunto\, além de um expressivo grupo de obras pouco conhecidas. \nNascida em 1959 em São Paulo\, a artista Marga Ledora estudou Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)\, onde se formou em 1983. Uma amante de tudo o que diz respeito à arte do papel\, faz do desenho seu meio expressivo e experimental. Seus trabalhos se constroem a partir das modulações e da energia linear do desenho da casa. \nA exposição acontecerá no 2º andar da Pina Estação. Com curadoria de Ana Paula Lopes.
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SUMMARY:"Respiração da Terra" de Denise Milan no Rosewood São Paulo
DESCRIPTION:Denise Milan\, “Caminho de Ouro Luz”. Crédito: Leonardo Finotti \nRosewood São Paulo recebe a nova exposição “Respiração da Terra”\, da artista Denise Milan\, honrando o conceito A Sense of Place® do Rosewood Hotels & Resorts ao valorizar talentos brasileiros. Em busca de nos reconciliar com as pulsações de uma Terra desconhecida\, a artista conecta a obra de arte a culturas\, crenças\, sonhos e ficções\, conferindo profundidade histórica e antropológica a muitas de suas reutilizações e apropriações. Com curadoria de Marc Pottier\, as novas obras estarão disponíveis para visitação do público a partir de 26 de agosto. \nNessa mostra\, a artista visionária e polímata — um pouco xamã\, um pouco alquimista — procura mostrar como o caminho do ouro conduz ao nosso eu interior. Explorando as relações entre os infinitos pequeno e grande\, Denise se inspira no invisível que nos faz viver e dirige suas criações de escrituras de bronze\, pedra\, fósseis e cristais para transcrevê-los em composições sem fim. “Um dos elementos escolhidos para construir essa narrativa foram os estromatólitos\, os mais antigos fósseis visíveis\, testemunhas dos primeiros organismos responsáveis pelo gás oxigênio que surgiu no planeta há cerca de 3\,5 bilhões de anos”\, explica a artista. \nO percurso artístico “Respiração da Terra” é uma extensão de sua obra “Olhar Mater”\, instalada no ano passado na entrada dos jardins do hotel. “Quando instalamos a escultura no ano passado\, tivemos a impressão de que ela se casou perfeitamente com a energia do hotel e logo propusemos essa nova exposição”\, conta Denise. “O novo trajeto propõe uma jornada existencial que enriquece a experiência do visitante no espaço através de uma evolução temática e visual\, e faz um convite à reflexão sobre a eternidade\, o infinito\, a harmonia\, a ideia de um ciclo contínuo\, sem começo nem fim”\, explica. \n“Essa exposição da Denise Milan é uma verdadeira viagem pela história e nos leva para lugares de encontro com nós mesmos\, abrindo espaço para refletirmos sobre nossa jornada rumo à origem do universo”\, comenta o curador Marc Pottier. “Ano passado\, instalamos o ‘Olho Mater’ na entrada dos jardins do hotel e agora receber o novo percurso artístico de Denise no Le Jardin Selva fortalece nosso compromisso de valorizar e impulsionar talentos brasileiros aqui no Rosewood”\, complementa. \nOs visitantes podem apreciar as novas esculturas de Denise Milan no Le Jardin Selva\, galeria a céu aberto em meio a espécies nativas da Mata Atlântica\, e as fotocolagens nas paredes de entrada do hotel e na Art Library\, loja de artigos especiais da propriedade.
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SUMMARY:"Constelação em trânsito" no Galpão da Lapa
DESCRIPTION:  \n  \nVista de “Constelação em Trânsito” no Galpão da Lapa. \n  \nConstelação em trânsito: uma escuta cartográfica\, em cartaz no Galpão da Lapa até 1° de março de 2027\, toma como ponto de partida a inversão metodológica da curadoria convencional. Em vez de um enunciado prévio que orienta a seleção de obras\, foi adotada uma postura de escuta diante do acervo\, deixando que os próprios trabalhos indicassem agrupamentos\, ressonâncias e percursos. A referência é a noção de cartografia formulada pela psicanalista Suely Rolnik: um traçado que se faz em movimento\, sintonizado com as variações da paisagem. O resultado são três constelações: Arquiteturas do Inconsciente\, Geometrias do Sul e Topologias do Orgânico\, tratadas não como categorias fechadas\, mas como campos porosos que se atravessam e se dissolvem mutuamente. \nA exposição reúne trabalhos de 65 artistas\, entre eles Adriana Varejão\, Alex Cerveny\, Amelia Toledo\, Ayrson Heráclito\, Brígida Baltar\, Cao Guimarães\, Carlito Carvalhosa\, Carmela Gross\, Claudia Andujar\, Erika Verzutti\, Ione Saldanha\, Jaider Esbell\, Jac Leirner\, Leonilson\, Mira Schendel\, Nuno Ramos\, Rivane Neuenschwander\, Sandra Cinto\, Solange Pessoa\, Tunga\, Waltercio Caldas e o coletivo MAHKU. No mezanino do espaço\, o núcleo audiovisual Confluências apresenta quatro obras em vídeo que dialogam transversalmente com as três constelações. \nO Galpão da Lapa\, espaço cultural instalado em um armazém histórico do complexo Ceagesp\, na Vila Anastácio\, zona oeste de São Paulo\, que abriga o acervo dos colecionadores Andrea Pereira e José Olympio. \nEntrada gratuita\, mediante agendamento prévio. \nVisitas mediadas gratuitas\, com grupos de até 20 pessoas. \n  \n 
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SUMMARY:"20 anos da Residência Artística FAAP - São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea" no MAB FAAP
DESCRIPTION:Érica Magalhães\, Sem título\, 2022. Acervo do Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP. Foto: Rafayane Carvalho\n\n\n\n\nA exposição celebra duas décadas da Residência Artística FAAP – São Paulo\, um dos programas mais consistentes do país\, que já recebeu artistas de diferentes partes do mundo. Reunindo cerca de 135 obras de 91 participantes\, a mostra apresenta um recorte da produção que hoje integra a coleção do Museu de Arte Brasileira da FAAP. \nSegundo Marcos Moraes\, diretor do MAB\, “a mostra evidencia a potência desse espaço de experimentação e convivência que\, desde sua criação\, tem fomentado a produção contemporânea e ampliado os diálogos entre linguagens\, práticas e contextos culturais”. \nEntre os destaques estão Ali Cherri\, vencedor do Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2022; Guerreiro do Divino Amor\, artista suíço radicado no Rio de Janeiro; a peruana Aileen Gavonel; o francês Charbel-Joseph H. Boutros; a peruana Rita Ponce de León; e a fotógrafa venezuelana Suwon Lee\, entre outros. \nArtistas participantes (lista completa):Agustina Jarpa\, Aileen Gavonel\, Ali Cherri\, Ana Clara Tito\, Ana de la Cueva\, Ana Hortides\, André Hauck\, Andrea Rey\, Biel Carpenter\, Bruno Cidra\, Camila Bardehle\, Camila Otto\, Carlos Monaretta\, Charbel-Joseph H. Boutros\, Coletivo Etcétera\, Cornelia Enderlein\, Daniel Albuquerque\, Daniela Todorova\, David Cevallos Díaz\, Diana Barquero Pérez\, DOMK* – Dominique Kippelen\, Diogo Gonçalves\, Elke Auer\, Érica Magalhães\, Esther Kempf\, Esther Straganz\, Etienne de France\, Federico Ortegón\, Felipe de Ávila Franco\, Fernanda Andrade\, Fernanda Luz\, Flávia Coelho\, Florencia Alvarez Guardo\, Francilins\, Francisco Jamón\, Gabriel Leger\, Gabz 404\, Genietta Varsi\, Giorgia Mesquita\, Guerreiro do Divino Amor\, Helena Trindade\, Hermano Luz\, Holly Pitre\, Ítalo Almeida\, J. Pavel Herrera\, Jean-Marie Fahy\, João Massano\, João Paulo Racy\, Joélson Buggilla\, Johanna Invrea\, Jorge Pedro Núñez\, Julia Arbex\, Juliana Matsumura\, Julie Oppermann\, Lara Morais\, Les Joynes\, Letícia Lampert\, Lorenzo Beust\, Lucia Prancha\, Lucila Gradin\, Mariana Paraizo\, Marina Cespe\, Martina Krapp\, Mattia Denisse\, Mayara Velozo\, Nathan Braga\, Nelson Crespo\, Nuno Barroso\, Pascal Häusermann\, Paulina Videla\, Rafa Munárriz\, Raúl Díaz Reyes\, Reis Valdrez\, Rita Ponce de León\, Roberval Borges\, Rosângela de Andrade Boss\, Rosario Zorraquín\, Sam Gora\, Santo Miguelito Pérez (Miguel Pérez Ramos)\, Sayoko Hirano\, Silvan Kälin\, Silvia Mariotti\, Sol Archer\, Suwon Lee\, Thiago Costa\, Tolis Tatolas\, Urs August Steiner\, Vanessa da Silva\, Vânia Sommermeyer\, Víctor Florido\, Zoè Gruni.
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SUMMARY:"Gordon Parks - A América sou eu" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Mulher e cachorro na janela\, Harlem\, Nova Iorque\, 1943. Foto de Gordon Parks / Cortesia © Fundação Gordon Parks \nNome central da história mundial da fotografia\, Gordon Parks (1912-2006) é autor de uma vasta produção autoral\, na qual documentou a vida cotidiana de pessoas negras em estados segregados nos EUA\, a luta organizada do movimento negro pelos direitos civis e as manifestações culturais e religiosas da população afro-americana\, entre outros temas. Sua obra\, trajetória e legado são reverenciados na retrospectiva Gordon Parks: a América sou eu\, em cartaz a partir de sábado (4 de outubro) no IMS Paulista (Av. Paulista\, 2424). \nSob curadoria de Janaina Damaceno\, com Iliriana Fontoura Rodrigues como curadora assistente e Maria Luiza Meneses como assistente de curadoria\, a exposição é a primeira retrospectiva de Parks no Brasil e a maior na América Latina. No sábado (4 de outubro)\, às 11h\, a equipe de curadoria conversa com o público no cineteatro do IMS. A exposição é realizada em parceria com a Fundação Gordon Parks\, instituição que detém o acervo do fotógrafo e que foi a principal fonte de pesquisa para a concepção do projeto. \nOcupando dois andares do centro cultural\, a mostra reúne cerca de 200 fotografias\, tiradas sobretudo entre as décadas de 1940 e 1970\, além de filmes\, periódicos\, depoimentos e publicações\, ressaltando o caráter multifacetado de Parks\, que atuou também como músico\, cineasta e poeta. Entre as obras exibidas\, estão retratos de nomes centrais do movimento negro americano\, como Malcolm X\, Martin Luther King e Muhammad Ali\, e séries consagradas\, como De volta a Fort Scott (1950) e Histórias da segregação no sul (1956). (Saiba mais sobre as obras abaixo). \nGordon Parks nasceu em 1912 na cidade de Fort Scott\, no Kansas\, durante o regime de segregação racial. Em 1928\, sua mãe faleceu e ele se mudou da sua cidade natal\, passando por diversos destinos\, enfrentando a pobreza e o racismo. Nesse período\, trabalhou em diversos empregos em busca da sobrevivência\, atuando inclusive como pianista em clubes e hotéis. Em 1937\, adquiriu sua primeira câmera fotográfica e\, em 1938\, publicou suas imagens pela primeira vez no St. Paul Recorder\, importante jornal da imprensa negra do estado de Minnesota. Posteriormente\, mudou-se para Washington\, onde trabalhou para a Farm Security Administration\, por onde também passaram fotógrafos como Dorothea Lange\, Walker Evans\, Russell Lee\, Marion Post Wolcott\, John Vachon e Carl Mydans. Em 1948\, começou a trabalhar na revista Life\, uma das mais importantes do mundo\, tornando-se o primeiro fotógrafo negro contratado pela publicação. \nApós o ingresso na Life\, sua carreira como fotógrafo consolidou-se cada vez mais\, com a publicação de livros e a participação em exposições\, com foco no registro da vida da população negra norte-americana e na denúncia ao racismo e à desigualdade\, numa união entre arte e ativismo que caracterizou toda sua trajetória. Também atuou como cineasta\, tendo lançado\, entre outros longas\, o filme Shaft (1971)\, considerado um dos mais relevantes do movimento conhecido na época como blaxploitation. Por sua obra\, tanto na fotografia quanto no cinema\, recebeu diversas premiações e homenagens. Até hoje o trabalho de Parks influencia artistas das mais diversas áreas\, como o rapper Kendrick Lamar\, os fotógrafos Zanele Muholi e Devin Allen\, e a cineasta Ava DuVernay.
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SUMMARY:“Exposição Letras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades” no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:Thiago Nevs. (Divulgação) \n  \nLetras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades celebra o universo vibrante e multicolorido das letras pintadas à mão dos cartazes de mercado\, das carrocerias de caminhões e das embarcações ornamentadas. Idealizada pelo artista Filipe Grimaldi em parceria com o artista e pesquisador Thiago Nevs e a produtora Carolina Herszenhut\, a mostra\, que reúne trabalhos de cerca de 60 artistas\, propõe um mergulho na cultura visual popular do Brasil e de países como Argentina\, Chile\, Colômbia\, México e Peru\, valorizando saberes que atravessam gerações. \nExaltando personagens que atuam no anonimato\, a exposição destaca como o gesto manual e a inventividade popular transformaram letras\, palavras e ornamentos em expressões identitárias a partir do trabalho de cartazistas\, abridores de letras\, letristas profissionais e mestres filetadores cujas criações ultrapassam a função comercial para revelar narrativas de pertencimento\, resistência e memória coletiva. \nOrganizada em núcleos temáticos\, a mostra retrata sobretudo\, a diversidade de estilos da letra popular brasileira e latino-americana. Do improviso popular à precisão de profissionais que transformaram fachadas e muros em espaços de fruição artística\, a exposição apresenta ao visitante expressões que vão desde a letra decorativa amazônica\, presente nos barcos ribeirinhos\, até os cartazes de mercado\, com seu humor\, urgência e cores vibrantes\, além dos filetes em caminhões\, tradição que percorre estradas brasileiras e dialoga com o fileteado portenho argentino em conexões gráficas também evidenciadas no projeto curatorial. \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Brasil das Múltiplas Faces" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Emiliano di Cavalcanti\, “Vendedoras de Peixe” 1952. Divulgação. \nCom início dia 22\, exposição ocupa novo piso do Itaú Cultural com obras da considerada maior coleção corporativa de arte da América Latina \nA exposição “Brasil das Múltiplas Faces” marca a inauguração de um novo ambiente para visitação no prédio do Itaú Cultural\, em São Paulo. A partir do dia 22 de outubro\, o Espaço Milú Villela – Brasiliana: Arte Moderna e Contemporânea oferece ao público mostras de longa duração focadas nas artes moderna e contemporânea produzida no país e que compõem o Acervo Itaú Unibanco. \nO novo espaço está localizado no 7º piso do prédio da Avenida Paulista e conta com 280 metros quadrados. Ao lado do Espaço Olavo Setubal\, que abriga a Brasiliana\, e do Espaço Herculano Pires\, com a Numismática\, a instituição agora oferece quatro pisos permanentes para mostras desta que é considerada a maior coleção corporativa de arte da América Latina\, e segue em busca de ampliar o seu acesso ao público. \nA curadoria da exposição é assinada por Agnaldo Farias\, com concepção e realização da equipe Itaú Cultural e arquitetura de Daniel Winnik. O nome dado ao espaço homenageia Milú Villela\, que presidiu e expandiu o Itaú Cultural durante 18 anos\, de 2001 a 2019\, e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)\, entre 1995 e 2019. Psicóloga\, gestora cultural e filantropa\, Milú​ dedicou sua vida à democratização do acesso à arte e à cultura. \n‍ Por sua vez\, o nome Brasil das Múltiplas Faces\, que batiza a exposição inaugural deste espaço\, dá pistas do que o público está para mergulhar em uma espécie de contação das várias histórias e visões do país. Através de uma narrativa que trabalha com o conceito de arte múltipla\, a mostra busca mostrar a complexidade do Brasil com um olhar que desafia a visão tradicional. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Trabalho de Carnaval" na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:Trabalho de Carnaval na Pinacoteca.\n\n“Trabalho de Carnaval” é uma coletiva com obras de 70 artistas de diferentes gerações e origens\, como Alberto Pitta\, Bajado\, Bárbara Wagner\, Ilu Obá de Min\, Heitor dos Prazeres\, Juarez Paraíso\, Lita Cerqueira\, Maria Apparecida Urbano\, Rafa Bqueer e Rosa Magalhães. \nA mostra no edifício Pina Contemporânea expõe 200 obras dentre adereços\, projetos de decoração e documentação histórica em fotografia e vídeo\, além de comissionamentos de projetos inéditos dos artistas Adonai\, Ana Lira e Ray Vianna. \nDividida em quatro temas – Fantasia\, Trabalho\, Poder e Cidade\, “Trabalho de Carnaval” apresenta a maior festa popular do país como uma cadeia produtiva que envolve o trabalho das muitas mãos desde antes mesmo da festa acontecer\, ao mesmo tempo em que alude à precariedade e invisibilidade desses profissionais.
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SUMMARY:"Nascimento" de Antonio Obá na Mendes Wood DM
DESCRIPTION:Obra de Antonio Obá. Cortesia Mendes Wood DM \nA Mendes Wood DM tem o prazer de apresentar a exposição Nascimento de Antonio Obá\, que ocupa todo o espaço da galeria na Barra Funda com obras inéditas e emblemáticas. Os trabalhos\, desenvolvidos com técnicas distintas como pintura\, desenho\, instalação e filme\, dão continuidade à investigação do artista sobre a construção da identidade nacional\, e suas contradições e influências\, por meio de ícones e símbolos presentes na cultura brasileira. \nO título da exposição surge da ideia de nascimento como marco de um momento\, de uma nova existência sobre a Terra. Este evento milagroso também carrega a contrapartida da fortuna e da sorte\, que nos acompanha desde a concepção. Para Obá\, “Estar sujeito a isso não diz a respeito de uma escolha. Estar sujeito a isso diz a respeito de uma irreverência ao inevitável. Então\, o que podemos fazer é demarcar essas várias sortes através do rito\, da celebração\, do símbolo\, da linguagem.” \nCada obra que compõe a exposição confere a essa tentativa de situar a ideia de sorte\, fortuna\, ora como uma prece\, ora com um ritual que celebra isso. \nUma instalação inédita\, localizada em um espaço fechado\, no fundo da galeria\, se refere diretamente a ideia de jogo e de sorte. Nela\, colunas de búzios se derramam sobre peneiras de bronze douradas\, carregando ovos de cerâmica pintados de vermelho. Os búzios representam elementos de tentativa de leitura da sorte\, do destino e da sina\, e simbolizam a moeda de troca\, que também se transforma em oferenda. Na disposição que se encontram no espaço\, os búzios formam colunas que estão ascendendo\, como um território de elevação espiritual e de ressignificação da vida ante ao que ela propõe de fatal. \nNa entrada do espaço expositivo\, um caminho de espadas de São Jorge e Iansã\, conduzem até um novo objeto instalativo: um altar com dois troncos que simbolizam o pelourinho. Os troncos estão inteiramente cravejados de pregos — em um deles\, os pregos estão voltados para fora; no outro\, para dentro — simbolizando proteção e punição e a dificuldade de harmonizar tensões. Entre os pelourinhos\, cabos suspendem uma cabeça de bronze com um prumo na ponta. Esta instalação é uma oferenda ao senhor do caminho\, portanto\, tem uma relação com Exu. \nA instalação Ka’a porá (2024)\, apresentada pela primeira vez na mostra itinerante Finca-Pé: Estórias da terra no CCBB Rio de Janeiro\, Belo Horizonte e Brasília\, ocupa lugar de destaque na exposição. Esculturas de pés\, representando tanto o pé humano quanto o de uma árvore\, enfatizam a conexão com o solo. A configuração da obra lembra um pequeno jardim\, com troncos dispostos de forma aparentemente aleatória\, cada um sugerindo uma direção diferente dentro de um labirinto. O título da instalação deriva do termo tupi ka’a porá\, que se refere a um indivíduo que se estabelece e se ancora à terra. A expressão também remete à figura mítica da Caipora\, protetora das florestas na mitologia indígena brasileira. Outro elemento simbólico da instalação revisita o conceito de poda\, entendido aqui como um ato de violência que rompe com a vida e a natureza. \nTelas de diferentes tamanhos e técnicas compõem a narrativa visual da mostra. Um conjunto de 22 pinturas de pequeno formato apresenta a leitura de Obá sobre o Tarô. Nas obras\, o artista utiliza de uma mistura de técnicas junto a folhas de ouro\, conferindo um tom mágico e fantasioso único às cartas do oráculo. Além dessas\, a exposição reúne novas pinturas de grandes dimensões\, bem como uma obra pintada diretamente sobre uma das paredes do espaço expositivo. Nessas peças\, figuras e símbolos que compõem a identidade brasileira sugerem novas interpretações. A mostra também inclui desenhos inéditos feitos com carvão\, nanquim\, lápis e têmpera e sobre tela. \nO filme Encantado (2024) apresenta uma performance do artista que propõe reflexões sobre sistemas simbólicos — especialmente os religiosos. A ação performática evoca uma perspectiva ritualística\, centrada na figura do peregrino\, que\, em seu gesto\, sintetiza elementos de crença\, cultura e tradição associados ao imaginário do romeiro. \nCom esse conjunto de obras\, que atravessa diferentes mídias e simbologias\, a exposição reafirma a potência da produção de Antonio Obá na construção de uma poética que investiga identidade\, território e espiritualidade.
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LOCATION:Mendes Wood DM\, R. Barra Funda\, 216 – Barra Funda\, São Paulo\, São Paulo
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SUMMARY:“20 anos da Residência Artística FAAP - São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” na MAB FAAP
DESCRIPTION:Bruna Cidra\, “Casa Lutetia” 2013. Divulgação.\n\n“20 anos da Residência Artística FAAP – São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” apresenta 91 artistas brasileiros e internacionais que já passaram pela residência artística da FAAP. A exposição celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país\, reunindo 91 artistas e 135 obras que hoje integram a coleção do MAB FAAP. \nSegundo Marcos Moraes\, diretor do MAB FAAP\, “a mostra evidencia a potência desse espaço de experimentação e convivência que\, desde sua criação\, tem fomentado a produção contemporânea e ampliado os diálogos entre linguagens\, práticas e contextos culturais”.  \nA exibição conta\, por exemplo\, com obras do libanês\, radicado na França\, Ali Cherri\, com o vídeo Slippage. A mostra celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país. \nHá\, também\, obras dos argentinos do Coletivo Etcétera\, da peruana Aileen Gavonel\, do franco-libanês Charbel-Joseph H. Boutros\, da fotógrafa venezuelana Suwon Lee\, da peruana Rita Ponce de León\, do brasileiro Guerreiro do Divino Amor\, entre muitos outros.
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LOCATION:Simões de Assis Galeria de Arte\, Alameda Lorena\, 2.050 - Jardins\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Sofia Borges - ateliê\, objeto mistério" na Central Galeria
DESCRIPTION:A Central Galeria apresenta a exposição individual ateliê\, objeto mistério\, de Sofia Borges\, em cartaz até 7 de março. A mostra marca o retorno da artista ao circuito expositivo brasileiro após período em Nova Iorque e reúne trabalhos que investigam a construção da imagem a partir de dimensões históricas\, simbólicas e pessoais. \n\nReconhecida por uma pesquisa que atravessa fotografia\, instalação e cinema\, Borges propõe uma reflexão sobre como imagens são formadas\, preservadas e continuamente reinterpretadas ao longo do tempo.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA poética da artista se desenvolve a partir do diálogo entre ancestralidade e imaginação\, mobilizando materiais como metais\, rochas e minerais\, além de referências à paleontologia\, à mitologia\, ao teatro e ao estudo da figura humana — especialmente o rosto. O museu surge como elemento central dessa investigação\, entendido como um espaço ativo de transformação e reconfiguração das imagens dentro da experiência coletiva e cultural.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"José Antônio da Silva: Pintar o Brasil" de José Antônio da Silva no MAC USP
DESCRIPTION:José Antônio da Silva\, s.t. Cortesia Alexandre Martins Fontes. \nO Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC USP) abre a exposição José Antônio da Silva: Pintar o Brasil\, no dia 15 de novembro (sábado)\, às 11h\, com lançamento do livro da mostra\, pela Editora Martins Fontes. Dando luz sobre a trajetória de um dos nomes mais contundentes da arte brasileira do século 20\, muitas vezes considerado o Van Gogh brasileiro\, a exposição tem curadoria do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro. Chega a São Paulo\, com obras adicionais curadas por Fernanda Pitta\, após ter passado pelo Musée de Grenoble (FR)\, como parte da Temporada Brasil-França 2025\, em abril\, e pela Fundação Iberê Camargo\, em Porto Alegre (RS)\, em agosto. \nO público encontra no espaço expositivo um recorte que destaca a produção de pinturas e desenhos de Silva – deixando de lado sua criação como poeta\, compositor e cantor – organizada por temas frequentes em suas obras\, seja em determinadas fases ou durante longos períodos de sua trajetória: a vida caipira\, cenas religiosas\, paisagens\, naturezas-mortas e autorretratos. \nNo MAC USP\, a exposição tem um total de 142 obras\, sendo 23 acréscimos provenientes do rico acervo da instituição\, o maior do artista no Brasil\, formado com doações dos primeiros colecionadores de Silva\, entre os quais estão Ciccillo Matarazzo e Theon Spanudis. São 15 pinturas\, que\, em sua maioria\, retratam a vida campestre\, como Paisagem rural e trabalhador com enxadas (1948)\, a dupla Algodoal (1953 e 1972)\, Boaida descansando no mangueirão (1956)\, Batendo algodão (1975) e Algodoal com troncos decepados (1975). \nTambém foram adicionadas telas na seção dos retratos\, como dois autorretratos realizados em 1973 e outro em 1976; de objetos inanimados\, como Natureza morta em pontilhismo (1951) e Vaso de flores (1976). Cristo Redentor na Baía de Guanabara (1980) e Tempestade pela morte de Jesus (1977) estão entre as obras de cunho religioso. O público poderá apreciar\, ainda\, a significativa tela Enforcados da Bienal\, da década de 1990\, que representa o descontentamento do artista contra críticos de arte que rejeitaram seus trabalhos para a Bienal de São Paulo. \nAlém das pinturas\, a versão paulista da mostra ganha um novo núcleo de obras dedicado aos trabalhos sobre papel do artista. Nele\, está o primeiro livro de José Antônio da Silva\, Romance da minha vida\, composto por 76 desenhos\, que será exibido de maneira inédita\, na íntegra\, além de outros desenhos avulsos\, feitos nas décadas de 1940 e 1950\, principalmente de cenas rurais.  \n 
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Linha d'Água” de Maria Klabin na Nara Roesler
DESCRIPTION:Maria Klabin\, “Manhã”\, 2025. Divulgação. \n  \nLíngua d’Água\, primeira exposição individual de Maria Klabin  em São Paulo. Com curadoria de Galciani Neves\, a mostra reúne obras inéditas e recentes\, incluindo pinturas em óleo sobre tela\, linho e papel vegetal\, além de desenhos em nanquim\, carvão\, guache e bastão a óleo. O conjunto apresenta escalas variadas\, de pequenos trabalhos de cerca de vinte centímetros até telas que chegam a três metros de comprimento\, além de desenhos extraídos de seus cadernos\, oferecendo ao público um amplo panorama de seu processo de criação. \nO título da exposição nasce de uma frase dita pela artista à curadora: “O pincel é como uma língua que lambe a tela trazendo os ecos de algum lugar” e reflete o caráter sensorial e intuitivo que orienta a prática pictórica de Klabin. Em seu texto curatorial\, Neves destaca: “As pinturas de Maria apontam para os redemoinhos da percepção\, revelando o que pode emergir quando decidimos habitar os mistérios das coisas\, olhando-as de perto e de distintas lonjuras.” \nA artista comenta que suas obras frequentemente partem do entorno imediato\, pessoas próximas\, objetos\, plantas e cenas de descanso\, revelando momentos de intimidade e entrega. “Gosto de pensar no meu ateliê como um espaço onde posso me sentir segura para ser vulnerável. Existe uma vulnerabilidade inerente à pintura; é preciso confiança para dar esse salto”\, afirma. \n 
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SUMMARY:"Rios Falam\, Rios Cantam" de Caio Rosa na Galeria Lume
DESCRIPTION:Caio Rosa\, exposição “Rios Falam\, Rios Cantam” 2025. Divulgação. \nA exposição reúne uma generosa apresentação do artista Caio Rosa\, que abrange fotografia\, escultura\, têxteis\, instrumentos musicais e som\, articulando a exploração contínua do artista sobre ritmo e memória\, construindo um espaço onde a materialidade dialoga com a narrativa e onde o uso da imagem se torna um modo de escuta. \nA música desempenha um papel central no trabalho de Rosa\, que faz a ponte entre territórios carregados de significado e o conhecimento geracional. Partindo das texturas sonoras do continente africano e suas ressonâncias nas tradições musicais brasileiras\, ele investiga como o som carrega histórias de movimento\, resistência e celebração. No centro desta exposição está a construção de uma nova marimba\, feita em colaboração com seu pai\, o etnomusicólogo Spirito Santo\, dando continuidade a uma linhagem de criação musical. A marimba\, um instrumento e dispositivo simbólico\, aqui é uma escultura de som. Suas teclas de madeira e corpo ressonante remetem a histórias migratórias e\, na exposição\, é uma ferramenta para a transmissão de conhecimento entre gerações\, de seu avô para ele mesmo. A marimba recém-construída nos lembra que ela é moldada por corpos em constante relação. \nO som se torna um portal através do qual histórias pessoais e coletivas reaparecem em diferentes formas\, além da linguagem. Um arquivo sonoro convida o público a uma sessão de audição dentro da exposição. A peça mistura várias gravações de som. Nessa mistura\, algumas emergem como sons distorcidos\, como ecos de histórias que se desdobram em novas interpretações coletivas. O arquivo reúne contribuições de Spirito Santo\, Caio Rosa e outros músicos colaboradores\, juntamente com canções de trabalho Vissungo das minas de Diamantina\, em Minas Gerais\, que datam de 1944. Esses cruzamentos de tempo revelam como a prática de Rosa segue uma história de sons que recusa a cronologia linear. Todos convergem\, lembrando-nos que o som está sempre em movimento\, é multifacetado e sempre retorna.
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LOCATION:Galeria Lume\, Rua Gumercindo Saraiva\, 54 - Jardim Europa\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"O Mundo Misterioso Inventado por Lorenzato" de Amadeo Lorenzato na Galeria Frente
DESCRIPTION:Amadeo Lorenzato\, s.t. 1977. Divulgação/acervo Galeria Frente. \n\n“A poética de Lorenzato\, como é característico entre os grandes artistas\, é singular. Não se filia a nenhum movimento\, nenhuma igrejinha\, embora dialogue à distância com muita gente. Mas tente enumerar os artistas que inventaram mundos. São poucos. E o de Lorenzato é muito particular. Percorra as muitas paisagens trazidas para esta exposição. Perceba os céus\, especialmente as nuvens\, ah\, as nuvens de Lorenzato\, densas\, variando em formatos estranhos. \nE o que dizer desses troncos de árvores\, bambuzais\, renques verdes\, entrelaçamentos súbitos\, urdiduras complexas\, que nada têm a ver com a observação da natureza? Há também as pessoas\, os boizinhos\, todos de caras indefiníveis\, coisas que não se dão a ver; e o jogo das cores fazendo nosso olhar brincar de amarelinha\, cores\, como tudo o mais\, baças\, sem brilho\, obrigando-nos a chegar perto\, atraindo nossa atenção para a superfície espessa\, convidando-nos a habitá-las.” \n— Curador Agnaldo Farias
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LOCATION:Galeria Frente\, R. Dr. Melo Alves\, 400 - Cerqueira César\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“O mergulho de Naïá” de Karola Braga no Museu da Cidade de São Paulo
DESCRIPTION:Karola Braga\, “O Mergulho de Naiá” 2025. Divulgação. \n“Uma ponte entre dois mundos. Metade submersa\, metade voltada ao céu\, a vitória-régia é um dos seres vegetais mais simbólicos da região amazônica. Combina transformação\, erotismo vegetal e inteligência adaptativa\, já que caminha de forma desenvolta no hibridismo que a vida lhe proporciona. O fenômeno natural que envolve sua floração é testemunho disso. Composto de duas noites\, dois gêneros e duas cores\, apresenta-se como uma coreografia entre tempo e luz. É sobre seu vasto universo simbólico e sensorial que se trata O mergulho de Naïá\, instalação site-specific criada para o Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo pela artista multidisciplinar e pesquisadora olfativa Karola Braga. \nEm um ritual amoroso entre planta e inseto\, a vitória-régia apresenta-se\, na primeira noite de seu florescimento\, branca e feminina\, exalando um perfume adocicado para atrair os insetos. Na manhã seguinte\, ela se fecha\, aprisionando esses besouros\, cobertos de néctar e pólen\, para\, no entardecer do segundo dia\, reabrir sua flor\, agora rosa e masculina\, libertando os bichos para polinizarem outras de sua mesma espécie. É nessa noite que a flor afunda nas águas para amadurecer seu fruto e liberar as sementes. Dessa forma\, representa uma androgênese vegetal\, a flor que contém em si o feminino e o masculino\, alternando-os no tempo\, unindo luz e escuridão\, nascimento e morte\, perfume e silêncio. Esse majestoso ciclo ganha uma interpretação poética da artista nesta instalação\, na qual se aproveita dos degraus do espaço ao ar livre\, localizado no coração de São Paulo\, para mergulhar os visitantes entre aromas e perspectivas distintas das flores esculpidas.” \n– Trecho do texto curatorial por Ana Carolina Ralston\, curadora da exposição. \n  \n  \n 
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LOCATION:Beco do Pinto | Museu da Cidade de São Paulo\, Roberto Simonsen\, 136 – Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Sem Obstáculos” de Gilson Plano no auroras
DESCRIPTION:Gilson Plano\, “O Arco” (2025). Divulgação. \nO auroras orgulhosamente apresenta “Sem obstáculo”\, exposição individual do artista Gilson Plano que ocupa simultaneamente a Sala de Projetos e o jardim do espaço. \nNa Sala de Projetos\, a obra “A Noite” propõe uma experiência de contemplação e encantamento a partir de elementos mínimos: couro e luz. A instalação\, apresentada originalmente em 2023\, convida à percepção de nuances que emergem no escuro e questionam as fronteiras entre o visível e o invisível. \nNo jardim\, uma nova escultura chamada” O Arco” (2025) sugere uma especie de portal. Construída em ferro\, a escultura estabelece um diálogo direto com o jardim e arquitetura modernista do auroras\, assim como uma escultura de Ivens Machado atualmente exposta no jardim. A obra prolonga a pesquisa do artista sobre estruturas que\, ao mesmo tempo\, delimitam e libertam\, criando zonas de transição entre o físico e o simbólico. \nConforme produz relações de força e equilíbrio\, tensionando o peso e as formas\, Plano elabora vínculos materiais como dispositivos produtores de sentidos simbólicos\, narrativos e históricos. Em toda sua obra o artista investiga o imaginário sobre a forma e o pensamento no Brasil\, trabalhando também com ações em educação e gestão de programas de arte contemporânea.
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LOCATION:Auroras\, 426 Av. São Valério Morumbi\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Mesa para dois" no Morumbi
DESCRIPTION:Edu Cardoso\, “Cabeça nas nuvens” (2024). Divulgação. \n  \nA exposição “Mesa para dois” vêm em conjunto o lançamento de um livro do mesmo nome por Denis Amaral. A mostra apresenta cerca de 50 obras de mais de 20 artistas em um diálogo com a trama do livro. Alguns dos trabalhos foram criados após a leitura do livro por parte dos artistas. A espaço será transformada em uma galeria de arte multissensorial\, conectando literatura\, música\, teatro e artes visuais. \n  \n  \n  \nVisitação por agendamento: (11) 94774-6301
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LOCATION:Morumbi\, Rua Sebastião Cabot\, 16\, São Paulo\, São Paulo\, Brazil
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SUMMARY:"Jirau" de Abiniel João Nascimento na Claraboia
DESCRIPTION:Jirau marca a primeira exposição individual de Abiniel João Nascimento na cidade de São Paulo\, e reúne cerca de 15 pinturas e esculturas inéditas produzidas especialmente para a mostra. O título remete às estruturas vernaculares de madeira típicas do Nordeste brasileiro\, utilizadas para descanso\, armazenamento ou preparo de alimentos\, metáfora que orienta a exposição ao enfatizar multiplicidade de usos\, saberes cotidianos e relações entre corpo\, território e sobrevivência. \nA artista investiga\, por meio de gestos plásticos e escultóricos\, os processos de transmutação entre humanidade e vida vegetal\, ancorados nas dinâmicas ecológicas e sociais da Zona da Mata Norte de Pernambuco\, sua região de origem. \nMateriais orgânicos desempenham papel central na pesquisa: fibras da palmeira carnaúba tornam-se esculturas suspensas de formas abertas e fluidas\, enquanto a série Inventário errante das plantas-irmãs apresenta pinturas baseadas em registros fotográficos geolocalizados de espécies nativas\, cujas silhuetas são reinterpretadas de modo mais anônimo\, tensionando classificações científicas e percepções individuais da natureza. Entre memória\, cultivo e regeneração\, Jirau propõe uma reflexão sensível sobre convivência\, ancestralidade e ecologias compartilhadas.
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LOCATION:Claraboia\, Al. Gabriel Monteiro da Silva\, 2906 – Jardim América\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:"17º Salão dos Artistas Sem Galeria" na Zipper Galeria
DESCRIPTION:Bernardo Liu\, “Igarapé” 2025 \n  \nZipper Galeria recebe a 17ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria\, iniciativa do portal Mapa das Artes\, dedicada a dar visibilidade à produção contemporânea de artistas que ainda não têm representação em galerias de arte na cidade de São Paulo. \nNesta edição\, o Salão registrou 371 artistas inscritos\, um crescimento de 22% em relação a 2025 (311 inscritos)\, 45% em relação a 2024 (255) e 32% em relação a 2023 (281). A adesão crescente demonstra a confiança da cena artística em um projeto simples\, porém ousado\, que aposta em alternativas democráticas para a exibição\, divulgação\, documentação e comercialização da arte contemporânea. O Salão não se restringe a jovens artistas em início de carreira: ele se dirige a criadores de todas as idades e procedências que\, por diferentes razões\, ainda não integram o circuito de galerias em São Paulo. \n 
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LOCATION:Zipper Galeria\, R. Estados Unidos\, 1494 - Jardim América\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Inconformadas" na Claraboia
DESCRIPTION:Jandyra Waters\, Sem título\, 1967. Foto: Sergio Guerini – Divulgação. \nInconformadas apresenta na Claraboia obras de 24 artistas mulheres do período moderno e contemporâneo que encontraram na abstração um espaço de criação. \nA mostra parte de uma hipótese central: formas moles e fluidas\, quando realizadas por mulheres\, foram historicamente interpretadas como sinais de uma feminilidade negativa\, associadas à fragilidade\, à intuição e à falta de rigor\, e\, por isso\, desvalorizadas. Já quando esses mesmos recursos aparecem na obra de artistas homens\, costumam ser celebrados como poéticos\, ousados ou inovadores. \nEssa assimetria crítica revela um sistema simbólico de exclusão que posicionou as mulheres entre dois polos opostos — o do sexo e o da arte — raramente reconhecendo-as como sujeitos plenos da criação artística. As obras aqui reunidas enfrentam justamente esse impasse. \nA partir das reflexões da filósofa Luce Irigaray (Blaton\, Bélgica\, 1930)\, a exposição evidencia como a cultura ocidental privilegia a forma sólida\, estável e controlada\, associada ao masculino\, enquanto marginaliza o fluido\, o ambíguo e o instável\, tradicionalmente atribuídos ao feminino. Técnicas como manchas\, vazamentos\, diluições e instabilidades formais — centrais na poética de muitas artistas — foram\, assim\, vistas como carentes de rigor\, como se apenas reiterassem estereótipos de emotividade e fragilidade. \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:“Guilherme Gallé: entre a pintura e a pintura” na Galatea Galeria
DESCRIPTION:Guilherme Gallé\, s.t. 2025 \n  \n‘Guilherme Gallé: entre a pintura e a pintura’ é a primeira individual do artista paulistano Guilherme Gallé na Galatea Galeria. A mostra reúne trabalhos inéditos em pinturas e trabalhos em papel que evidenciam a investigação contínua do artista sobre os limites\, as potencialidades e a permanência da pintura na contemporaneidade. \nA pintura de Gallé se desenvolve a partir de um processo contínuo de depuração\, no qual cada quadro dá origem ao seguinte\, em um encadeamento no qual cor\, forma e espaço se reorganizam em resposta mútua. As cores tonais\, aplicadas em camadas\, estruturam o plano pictórico ao mesmo tempo que constroem atmosferas sutis. A geometria recorrente\, por sua vez\, não opera como um princípio de ordem estável\, mas como um sistema em constante tensão\, articulando cheios e vazios\, aproximações e afastamentos. \nNas obras reunidas em Entre a pintura e a pintura\, essa discussão se manifesta por meio de uma pintura que evita tanto o excesso gestual quanto a pura neutralidade visual. Gallén constrói planos cromáticos contidos\, nos quais pequenas variações de espessura\, relevo ou interrupção do campo pictórico introduzem tensões sutis\, deslocando a percepção do espectador e prolongando o tempo de fruição.
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LOCATION:Galatea | Padre João Manuel\, Rua Padre João Manuel\, 808\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Duplo" de Julia Kater na Simões de Assis
DESCRIPTION:Julia Kater\, “Duplo” 2025. \n  \n“Na exposição\, esses novos trabalhos podem ser vistos em diálogo com uma produção já conhecida do público\, marcada pelo uso de recortes fotográficos\, sobreposições e montagens que operavam por descontinuidade. Se antes a imagem se constituía sobretudo como fragmento extraído de um todo maior e recombinado em novas constelações\, aqui a fragmentação deixa de ser um procedimento formal e passa a ser pensada a partir da própria matéria da imagem\, seus suportes e condições de aparecimento. O fragmento já não é apenas aquilo que foi cortado\, mas o que nunca se oferece como inteiro\, carregando consigo a marca de sua própria vulnerabilidade\, em estado sempre parcial\, oferecendo-se portanto como algo que se constitui aos poucos\, por camadas e aderências\, dependente das condições que a sustentam. O que se afirma\, ao fim\, é uma atenção às imagens como fenômenos que se formam lentamente\, em contato com a matéria\, com a luz e com o tempo. Ao acolher tempos heterogêneos (a geologia da paisagem\, o tempo histórico da escultura\, o ciclo orgânico dos corantes\, o tempo sensível do tecido)\, essas obras abrigam formas que persistem justamente porque permanecem em trânsito. Daí a necessidade\, e o desafio\, de sustentar a imagem no ponto exato em que ela ainda pode se transformar.” \n  \n– trecho do texto curatorial de Pollyana Quintella
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LOCATION:Simões de Assis Galeria de Arte\, Rua Sarandi\, 113 A\, Jardins\, São Paulo\, 01414010\, Brasil
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SUMMARY:"Vetores" na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Alfredo Volpi\, “Faixas e Mastros” déc. 1970. Divulgação.\nVetores reúne um conjunto expressivo de obras que atravessam diferentes períodos da arte moderna e contemporânea. São nomes de movimentos e grupos marcantes da arte brasileira\, como o Concretismo\, o Neoconcretismo\, o Grupo Ruptura e a geração 1980\, além de figuras proeminentes dos modernismos internacionais. \nSob curadoria de Antonio Gonçalves Filho\, diretor cultural da Almeida & Dale\, a mostra é distribuída em três núcleos — dedicados à escultura\, pintura e outro à fotografia e gravura — e ocupa dois espaços da galeria na rua Fradique Coutinho\, articulando obras do modernismo como vetores de renovação e experimentação que reverberam na produção contemporânea dos últimos quarenta anos. \n  \n 
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LOCATION:Almeida & Dale\, Rua Fradique Coutinho\, 1430 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:"O rio no qual se nada com os olhos" de Genor Sales na Almeida & Dale
DESCRIPTION:Genor Sales\, “Ninguém acerta sem primeiro errar I” 2025. Divulgação.\n\nA mostra reúne um novo conjunto de obras que aproxima culturas e ecossistemas das águas do sertão e cerrado brasileiros. \nAs simbologias populares ligadas a água se expressam em jarros\, filtros de barro e ervas que\, junto aos peixes\, povoam o universo líquido das aquarelas inéditas do artista que formam a exposição. Essas obras evocam “um rio que carrega muitos outros rios por meio de um arrolamento de seres\, saberes\, objetos e práticas relacionadas à água”\, como pontua Divino Sobral\, curador da exposição. \nGenor Sales é artista e educador e integra atualmente o Jatobá Nascente\, projeto de ateliê-casa\, iniciativa do Sertão Negro. A expressão idiomática “peixe fora d’água” é um dos pontos de partida de sua pesquisa imagética\, na qual deslocamentos e a ausência de pertencimento de pessoas periféricas são articulados nas composições que desenvolve. Técnica central em sua prática\, a aquarela e se relaciona diretamente aos temas que tece em sua obra – memória\, música e território. \n  \n 
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SUMMARY:"Jardim Flamejante" de Rafael Chavez na Casa Triângulo
DESCRIPTION:Rafael Chavez\, “A mesma estrela que brilha aqui\, brilha lá” 2026. Divulgação: Casa Triângulo. \n“Jardim Flamejante” é a primeira individual do artista na Casa Triângulo\, que reúne obras a partir de materiais e formas de expressão diversificados\, que revelam a potência sensorial\, espiritual e política do sertão nordestino. O projeto articula matéria\, território\, memória e cosmologia\, inscrevendo o trabalho de Chavez em um campo no qual técnica\, rito e imaginação se tornam indissociáveis. \nEm seu texto crítico\, Walter Arcela destaca que\, nas pinturas\, Chavez desenvolve uma espacialidade que desloca a lógica clássica da pintura como janela. Em vez de organizar o mundo a partir de um ponto de vista estável\, suas imagens sugerem cavidades\, interiores e campos que se confundem com o horizonte\, dissolvendo a distinção entre dentro e fora. O espaço pictórico emerge como extensão do próprio território\, onde o corpo que pinta não se coloca diante da paisagem\, mas dentro dela. Muitas obras\, de orientação vertical\, se lançam como troncos tensionados\, soldando chão e céu num mesmo eixo cósmico. \n 
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SUMMARY:"Território sagrado" de Sandra Monterroso na Zielinsky
DESCRIPTION:Sandra Monterroso\, “Nido Azul” s.d. Divulgação. \nA exposição é a primeira individual no Brasil da artista guatemalteca Sandra Monterroso\, uma das principais vozes da arte contemporânea latino-americana. Guatemalteca de ascendência maia Q’eqchi’\, Monterroso constrói uma obra que atravessa performance\, pintura\, instalação\, vídeo e práticas têxteis. Seu trabalho parte da recuperação de conhecimentos tradicionais — muitas vezes apagados por processos coloniais — como forma de resistência\, cura e reinscrição simbólica do território e do corpo. \nA mostra reúne pinturas da série Composições em estado de calamidade\, realizadas com pigmentos naturais produzidos pela própria artista\, a partir de materiais como cochonilha e índigo. Nessas obras\, uma espécie de névoa acinzentada cobre a superfície pictórica\, evocando incêndios\, contaminações ambientais\, conflitos armados e outras crises globais contemporâneas. \nTerritório sagrado ainda é composta por obras têxteis e escultóricas feitas com fibras naturais — algodão\, linho e sisal — tingidas artesanalmente no ateliê da artista\, sobretudo com índigo e cochonilha. Esses trabalhos reforçam a dimensão material e simbólica da exposição\, na qual o fazer manual\, o tempo do corpo e o conhecimento ancestral se afirmam como formas de pensamento e ação política. \n  \n 
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LOCATION:Zielinsky São Paulo\, Travessa Dona Paula\, 33 - Higienópolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Manual para percorrer a menor distância de um ponto a outro" de Luiza Sigulem no Ateliê397
DESCRIPTION:Luiza Sigulem\, corte de “Esse fragil objeto do desejo (triptico)” 2024. \nA artista Luiza Sigulem inaugura sua segunda exposição individual\, Manual para percorrer a menor distância de um ponto a outro\, com abertura marcada para o dia 24 de janeiro de 2026\, no Ateliê397\, em São Paulo. Reunindo um conjunto inédito de trabalhos\, a mostra\, com curadoria de Juliana Caffé\, tensiona a relação entre corpo\, arquitetura e o tempo\, propondo o deslocamento como uma operação de ajuste e reflexão crítica. \nO projeto toma a instabilidade como condição que reorganiza a relação entre corpo e arquitetura\, produzindo um tempo que não coincide com a lógica da eficiência. Em sintonia com a teoria Crip (termo reapropriado de cripple que nomeia práticas que deslocam o “corpo padrão”) e o conceito de crip time — uma temporalidade que acolhe pausas\, ritmos variáveis e o não-alinhamento com o relógio produtivista —\, o trabalho de Sigulem afirma a diferença não como exceção\, mas como método. \n  \n 
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LOCATION:Ateliê397\, Travessa Dona Paula\, 119A – Higienópolis\, São Paulo\, SP\, Brazil
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