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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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SUMMARY:"Abstracionismos" no MAC USP
DESCRIPTION:Antonio Bandeira\, “Flora Noturna”\, 1959 – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 22 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição O que temos em comum? Abstracionismos no MAC USP\, 1940-1960\, reunindo cerca de 80 obras nacionais e internacionais do acervo do Museu. O MAC USP possui um dos mais importantes acervos de arte abstrata nacional e internacional do Brasil. Quando da sua criação\, em 1963\, a partir da doação do acervo do antigo Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o MAC USP recebeu um importante conjunto de obras adquirido no contexto da Bienal de São Paulo\, especialmente representativo da produção artística do segundo pós-guerra\, marcada pela expansão do abstracionismo em vários países. Nos anos seguintes\, o MAC USP continuou a incorporar trabalhos abstratos à sua coleção\, que viriam a ampliar ainda mais os conceitos e classificações anteriores. \n“A variedade de obras e teorias que se alojam sob o guarda-chuva do abstracionismo sugere que o termo reúne experiências que nada têm em comum a não ser a recusa em figurar o mundo”\, observa Heloisa Espada\, docente do Museu e curadora da mostra\, e completa: “Por outro lado\, a ideia de que formas e cores são capazes de exprimir realidades invisíveis – sejam elas\, especulações filosóficas\, saberes espirituais\, estruturas microscópicas\, conceitos matemáticos ou emoções – constituiu uma das crenças mais poderosas da arte moderna”. \nDesde o início\, por volta de 1910\, diferentes vertentes da arte abstrata se apoiaram na ideia de que sem o compromisso de representar personagens\, paisagens\, mitos ou cenas\, os artistas estariam livres para se concentrar em desafios próprios do trabalho artístico. Uma arte não figurativa seria equivalente a uma linguagem universal\, capaz de transpor contingências naturais\, culturais e históricas. Essas convicções se tornaram dogmas que vem sendo desmantelados por artistas e pensadores há cerca de 60 anos. \nMuitos trabalhos possuem títulos que fazem referência à natureza ou a eventos históricos\, deixando claro que nem todo abstracionismo esteve pautado na dicotomia entre abstração e figuração. Outros mostram que a oposição entre geometria e gesto não foi um consenso\, pois havia os interessados em criar diálogos entre esses dois polos. Em sua diversidade\, as obras reunidas continuam a despertar interesse e a impactar os sentidos\, e também enfatizam a necessidade de continuar questionando os processos que levam à arte abstrata a discutir os princípios de universalidade a que foram vinculadas.
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SUMMARY:"Marga Ledora: A linha da casa" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Marga Lenora\, da série Quadrud Negrus. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição será a primeira panorâmica institucional da artista e apresenta uma reunião significativa das séries Quadrus Negrus e Casa Preta\, até hoje raramente vistas em seu conjunto\, além de um expressivo grupo de obras pouco conhecidas. \nNascida em 1959 em São Paulo\, a artista Marga Ledora estudou Linguística na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)\, onde se formou em 1983. Uma amante de tudo o que diz respeito à arte do papel\, faz do desenho seu meio expressivo e experimental. Seus trabalhos se constroem a partir das modulações e da energia linear do desenho da casa. \nA exposição acontecerá no 2º andar da Pina Estação. Com curadoria de Ana Paula Lopes.
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SUMMARY:"Flávio Império: tens a vontade e ela é livre" na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Figurino do show “Pássaro da manhã”\, 1977 – Foto: Divulgação\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura a exposição individual Flávio Império: tens a vontade e ela é livre\, no 4º andar do edifício Pina Estação. A panorâmica – que reúne quase 300 obras – abrange a produção do artista entre os anos 1960 e 1985\, e tem curadoria assinada por Yuri Quevedo\, curador do museu e pesquisador da obra de Flávio Império (1935–1985) há 16 anos. \nFlávio Império foi um artista brasileiro em que a atuação transdisciplinar marcou profundamente a cena cultural do Brasil nas décadas de 1960 e 1970. Sua importância se dá não apenas pela multiplicidade de linguagens que dominava (como pintura\, arquitetura\, cenografia\, teatro\, design gráfico e do ativismo político)\, mas também pela maneira como ele as articulava em uma prática artística crítica\, engajada e transformadora. Império trabalhou com uma diversidade de materiais\, produzindo serigrafias\, pinturas\, colagens\, fotografia e documentários em super8. \n“Flávio Império olha para cultura popular de um jeito extremamente original no meio artístico da época. Homem de teatro\, buscava mais que estereótipos das personagens\, mas como elas viviam\, as soluções que davam para produzir a vida no cotidiano subdesenvolvido no país. Como pintor\, filho de imigrantes do Bexiga\, muitas vezes se entendeu mais como artesão do que como artista” diz Yuri Quevedo\, curador da mostra. \nDestaques \nA exposição propõe ao público uma imersão em diferentes momentos e manifestações da produção do artista\, ressaltando a coerência e a liberdade que orientam sua prática tão diversa. Entre os destaques estão o projeto de figurino “fogo”\, desenvolvido especialmente para a cantora Maria Bethânia para a peçaRosa do Ventos (1971)\, além dos estudos para capa do disco Doces Bárbaros (1976)\, que poderão ser vistos na segunda sala da mostra. Uma maquete descreve o projeto que o artista fez para o show Pássaro da Manhã(1977) de Maria Bethânia. Em um momento em que a ditadura militar começa a enfraquecer e surgem os movimentos de abertura\, Império concebe um cenário em que a cantora surge de uma noite escura no fundo e vai gradualmente se aproximando da plateia ladeada por tecidos que representam a alvorada. No show Bethânia canta lembrando os amigos que foram exilados. \nAlém disso\, pela primeira vez em 60 anos as obras UDN… Respeitosamente o extinto era muito distinto\, Generals in General e Marchadeira das famílias bem pensantes\, que integraram a antológica exposição Opinião65\, no MAM-RJ\, poderão ser vistas juntas. O público poderá ver ainda a maquete da peça A falecida (1983)\, desafio enfrentado por Flávio Império de conceber um cenário para a peça de Nelson Rodrigues que não queria nada sobre o palco. \nA mostra tem apoio Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB-USP)\, que emprestou 38 desenhos originais do artista\, parte da coleção de mais de 10 mil itens que conserva. \nSobre a exposição \nDividida em três núcleos\, a exposição mostra a trajetória do artista que tem produção concentrada no período da ditadura militar. No percurso\, o público pode notar como seu pensamento e a ideia de engajamento social e político se transforma nas diversas fases de sua trajetória. A primeira sala\, A pintura nova é a cara do cotidiano\, mostra um artista que busca nos tipos sociais e na cultura de massas uma tradução satírica para a ditadura militar e o imperialismo estadunidense. Aqui estão reunidos os trabalhos da década de 1960\, como aqueles que foram para as exposições Opinião65 e Porpostas65. \nAparecem também obras de seus companheiros de trabalho Sérgio Ferro e Rodrigo Lefévre\, assim como de alunos\, entre eles Marcello Nitsche e Claudio Tozzi. Também é possível ver alguns dos trabalhos premiados no teatro\, Andorra – que tinha no elenco Beatriz Segall e Renato Borghi – e Ópera dos Três Vinténs. Nessa época\, o artista adaptou e dirigiu outro clássico de Brecht\, “Os fuzis da mãe Carrar” se tornou “Os fuzis de dona Tereza”. Nessa montagem\, Império inovou ao transferir o choro individual da mãe que perde seu filho para guerra\, para um choro coletivo\, entoado pelo coro da peça enquanto se exibia imagens sobre a morte do estudante Edson Luiz. \nA segunda sala – Aspectos do Inconsciente Coletivo na Comunicação de Massas – estão reunidos os trabalhos mais introspectivos do artista\, nos quais ele procura na subjetividade popular uma nova coletividade. São bandeiras de São João\, Oguns\, máscaras e outros símbolos que se fundem com a comunicação pop. É aqui que começa sua parceria com Fauzi Arap e Maria Bethânia. Nessa sala\, há também o curioso cenário pensado para Pano de Boca (1976) momento em que o artista ocupa um teatro em ruínas e cria ali a representação para o inconsciente de um ator. \nPor fim\, a terceira sala – Mãos e mangarás – mostra suas viagens de ônibus pelo interior do Brasil e o interesse por modos de fazer diversos. Aqui vemos o artista se interessar mais intensamente pela serigrafia e a repetição de motivos que lhe são caros: as mãos e a flor de bananeira – chamada de Mangará. É possível observar Império interpretar em imagens da natureza os rendimentos da revolução sexual e de costumes levada a cabo nos anos 1970. O arco-íris aparece como uma marca de uma sociedade mais diversa\, com novos atores políticos que começam a surgir na década de 1980. \nO artista morre em 1985\, adoecido pelo HIV. É um dos primeiros casos notórios do Brasil\, tratado pela imprensa com preconceito e desconhecimento. Ano passado\, durante o show de Madonna\, seu retrato apareceu entre os homenageados durante a canção Live to tell. \nBethânia\, amiga e musa \nA tríade constituída pela cantora Maria Bethânia\, o diretor de arte e figurinista Flávio Império (1935–1985) e diretor Fauzi Arap (1938-2013) começou com o espetáculo Rosa do Ventos (1971)\, que marcou época pela maneira original que combinava o espetáculo teatral e o show de música popular. A cenografia e os figurinos de Flávio Império envolvem a cantora\, e constituem parte do significado do show. No espetáculo\, havia trechos de textos de Clarice Lispector (1920-1970) e Fernando Pessoa (1888-1935)\, a construção do cenário foi desenvolvida em parceria com a Casa das Palmeiras\, da médica e psiquiatra Nise da Silveira (1905-1999). \nO artista ainda elaborou plasticamente outras seis montagens da intérprete: A Cena Muda (1974); Os Doces Bárbaros (1976)\, este com Gil\, Caetano e Gal; Pássaro da Manhã (1977); Maria Bethânia (1979); Estranha Forma de Vida (1981) e 20 Anos de Paixão (1985). No programa do último trabalho\, dirigido por Bibi Ferreira\, Bethânia homenageou o amigo recém-falecido. \nA exposição Flávio Império: tens a vontade e ela é livre é apresentada por Bradesco e patrocinada por Livelo\, na categoria Platinum\, Mattos Filho\, na categoria Ouro e Nescafé Dolce Gusto\, na categoria Prata.
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SUMMARY:"Tempurã" de Juliana dos Santos na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Fotos no Atelie de Juliana so Santos no dia 05/08/2025 para Pinacoteca de São Paulo. Créditos: Levi Fanan\n\n\n\n\nSão Paulo\, 19 de agosto – Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, tem o prazer de anunciar o lançamento de um programa anual de residência artística em parceria com a CHANEL\, dedicado a fortalecer e impulsionar as trajetórias criativas de mulheres artistas. \nEssa nova iniciativa estreia com a aclamada artista visual Juliana dos Santos (1987\, São Paulo\, Brasil)\, cujo trabalho inovador estabelece pontes entre arte e educação. Sua primeira exposição individual em uma instituição\, intitulada Temporã\, será inaugurada em 23 de agosto na Galeria Praça\, localizada no edifício da Pina Contemporânea. \nAnualmente\, a residência selecionará uma artista mulher de destaque — atuando em qualquer disciplina ou linguagem —\, oferecendo mentoria especializada por meio da rede CHANEL Art Partners e uma plataforma para o desenvolvimento de sua prática artística. O programa inclui também uma exposição individual na Pinacoteca\, promovendo visibilidade e apoio fundamentais às vozes criativas femininas. \nA prática artística de Juliana dos Santos é marcada pela pesquisa do pigmento azul extraído da flor Clitoria ternatea\, que a artista utiliza como lente poética para explorar a cor como experiência sensorial. Sua pesquisa transita entre arte\, história e educação\, com foco especial nas estratégias desenvolvidas por artistas negras para transpor os limites tradicionais da representação. \nPara sua exposição na Pinacoteca\, dos Santos amplia sua investigação a outros pigmentos naturais\, como a catuaba\, a erva-mate e o pau-brasil\, criando pinturas vibrantes e fluidas que convidam o público a experimentar a cor de maneira renovada. \n“Juliana dos Santos explora os limites da abstração e do tempo. A partir do azul da flor\, a artista ancora sua obra na impermanência: o pigmento natural oxida com o tempo\, transformando-se diante dos olhos do público. Sua obra é\, assim\, dinâmica e performativa: ela semeia a cor sobre a superfície pictórica\, que então segue seu próprio caminho imprevisível\, como um rio que corre e deságua em um oceano de possibilidades”\, explica a curadora Lorraine Mendes. \nEste programa de residência reflete o compromisso compartilhado entre a Pinacoteca e a CHANEL em fomentar a expressão criativa e amplificar as vozes de mulheres artistas\, no Brasil e além.
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SUMMARY:"PLAY – FITE - Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand edição 2024-2025" no Sesc Pinheiros
DESCRIPTION:Mestre Nato\, “Cobra Notaro” © Thiago Batista\n\n\n\n\nCom abertura no Sesc Pinheiros em 24 de agosto de 2025 e visitação até 25 de janeiro de 2026\, a exposição PLAY – FITE – Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand edição 2024-2025 convida o público para desvendar as tramas de um instigante conjunto de obras e criações que propõe um diálogo entre as técnicas da produção têxtil e o universo lúdico dos jogos e das brincadeiras. A exposição chega ao Brasil após estreia\, em 2024\, no Museu Bargoin\, em Clermont-Ferrand\, na França\, integrando a mais recente edição da FITE – Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand\, evento realizado desde 2012 com o objetivo de celebrar o inesperado e o extraordinário na criação têxtil e sua cadeia produtiva\, promovendo encontros entre tradições\, saberes e inovações. \nA realização da mostra no Brasil é resultado de uma parceria entre o Sesc São Paulo\, a cidade de Clermont-Ferrand\, na França\, e a produtora HS_Projects\, e integra a programação da Temporada França-Brasil 2025\, iniciativa bilateral que celebra o intercâmbio cultural\, o diálogo social e a cooperação entre os dois países. No estado de São Paulo\, o Sesc é um dos principais parceiros locais da Embaixada da França no Brasil\, do Consulado-Geral da França em São Paulo e do Institut Français\, promovendo dezenas de atividades em diversas unidades. \nCom ênfase no uso de elementos têxteis como suporte para a pluralidade criativa\, a exposição PLAY reúne trabalhos de artistas brasileiros e estrangeiros\, selecionados a partir de uma curadoria coletiva que reúne dez profissionais: Christine Athenor\, Simon Njami\, Thomas Leveugle e Nolwenn Pichodo\, da HS_Projects; Christine Bouilloc\, do Musée D’Art Roger-Quilliot; Charlotte Croissant\, do Musée Bargoin; e Juliana Braga de Mattos\, Carolina Barmell e Fabiana Delboni\, do Sesc São Paulo.      \n“Tendo como mote inspirador os jogos\, que permitem tempos em suspensão para o exercício da imaginação e da brincadeira\, as obras se apresentam como fios entrelaçados\, delineando condições para o desenvolvimento da criatividade e de novas ideias no tecido social. Orientado por sua atuação socioeducativa\, o Sesc celebra o fortalecimento das parcerias institucionais\, e recebe a mostra em sua ludicidade\, na expectativa de possibilitar momentos de descontração e também de reflexão”\, afirma Luiz Deoclecio Massaro Galina\, Diretor do Sesc São Paulo. \nVindos de países como Austrália\, Canadá\, Estados Unidos\, França\, Marrocos\, Holanda e Uzbequistão\, o grupo internacional de artistas que integram a exposição é composto por: Awena Cozannet\, Bas Kosters\, Hannah Epstein\, Mark Newport\, Saïd Atabekov e Dilyara Kaipova.  A seleção inclui\, ainda\, obras de Sheryth Bronson\, Donna Ferguson e Beryl Bell\, que compõem o coletivo Tjanpi\, e entre quimonos e leques japoneses\, móbiles beduínos\, fantasias de mascarados nigerianos e bolas de seda chinesas\, um significativo conjunto de peças e objetos da coleção do Museu Bargoin. Seis artistas internacionais também compõem o programa de residência da mostra. São eles: Arnaud Cohen\, Delphine Ciavaldini\, Nikita Kravstov\, Roméo Mivekannin e Sabrina Calvo. \nRepresentando o Brasil\, participam: Alexandre Heberte\, Alex Flemming\, Anna Mariah Comodos\, Elen Braga\, Felipe Barbosa\, Gina Dinucci\, Leda Catunda\, Mestre Nato\, Tales Frey e Ivan Cardoso\, que apresenta seu curta metragem HO (1979)\, um documentário experimental com e sobre Hélio Oiticica. Parte destes artistas estarão representados por obras pertencentes ao Acervo Sesc de Arte\, que foram apresentadas na edição francesa da mostra\, em 2024 e retornam agora a São Paulo para compor esta relação entre coleções. 
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SUMMARY:"Respiração da Terra" de Denise Milan no Rosewood São Paulo
DESCRIPTION:Denise Milan\, “Caminho de Ouro Luz”. Crédito: Leonardo Finotti \nRosewood São Paulo recebe a nova exposição “Respiração da Terra”\, da artista Denise Milan\, honrando o conceito A Sense of Place® do Rosewood Hotels & Resorts ao valorizar talentos brasileiros. Em busca de nos reconciliar com as pulsações de uma Terra desconhecida\, a artista conecta a obra de arte a culturas\, crenças\, sonhos e ficções\, conferindo profundidade histórica e antropológica a muitas de suas reutilizações e apropriações. Com curadoria de Marc Pottier\, as novas obras estarão disponíveis para visitação do público a partir de 26 de agosto. \nNessa mostra\, a artista visionária e polímata — um pouco xamã\, um pouco alquimista — procura mostrar como o caminho do ouro conduz ao nosso eu interior. Explorando as relações entre os infinitos pequeno e grande\, Denise se inspira no invisível que nos faz viver e dirige suas criações de escrituras de bronze\, pedra\, fósseis e cristais para transcrevê-los em composições sem fim. “Um dos elementos escolhidos para construir essa narrativa foram os estromatólitos\, os mais antigos fósseis visíveis\, testemunhas dos primeiros organismos responsáveis pelo gás oxigênio que surgiu no planeta há cerca de 3\,5 bilhões de anos”\, explica a artista. \nO percurso artístico “Respiração da Terra” é uma extensão de sua obra “Olhar Mater”\, instalada no ano passado na entrada dos jardins do hotel. “Quando instalamos a escultura no ano passado\, tivemos a impressão de que ela se casou perfeitamente com a energia do hotel e logo propusemos essa nova exposição”\, conta Denise. “O novo trajeto propõe uma jornada existencial que enriquece a experiência do visitante no espaço através de uma evolução temática e visual\, e faz um convite à reflexão sobre a eternidade\, o infinito\, a harmonia\, a ideia de um ciclo contínuo\, sem começo nem fim”\, explica. \n“Essa exposição da Denise Milan é uma verdadeira viagem pela história e nos leva para lugares de encontro com nós mesmos\, abrindo espaço para refletirmos sobre nossa jornada rumo à origem do universo”\, comenta o curador Marc Pottier. “Ano passado\, instalamos o ‘Olho Mater’ na entrada dos jardins do hotel e agora receber o novo percurso artístico de Denise no Le Jardin Selva fortalece nosso compromisso de valorizar e impulsionar talentos brasileiros aqui no Rosewood”\, complementa. \nOs visitantes podem apreciar as novas esculturas de Denise Milan no Le Jardin Selva\, galeria a céu aberto em meio a espécies nativas da Mata Atlântica\, e as fotocolagens nas paredes de entrada do hotel e na Art Library\, loja de artigos especiais da propriedade.
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SUMMARY:"Beatriz González: a imagem em trânsito" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Beatriz Gonzalez\, “Decoracao de interiores”\, 1981\n\n\n\n\nA mostra “Beatriz González: a imagem em trânsito” revisita os mais de 60 anos de carreira de Beatriz González (1932\, Bucaramanga\, Colômbia)\, conhecida pelos trabalhos que tecem críticas à história de violência em seu país e reinterpretam obras da História da Arte ocidental. São mais de 100 trabalhos produzidos desde a década de 1960. \n“A imagem em trânsito” se organiza de forma a apresentar os diferentes aspectos históricos e conceituais da “maestra” da arte colombiana\, reunindo alguns de seus principais trabalhos. \nNa primeira sala expositiva\, dedicada as obras sobre mídia\, reprodução e circulação da obra de arte\, está a emblemática cortina serigrafada Decoración de interiores (1981)\, na qual a artista estampou a imagem do presidente à época\, Julio César Turbay Ayala\, cantando em uma festa. \nA sala seguinte é dedicada às intervenções em mobiliários\, transformados em suporte para imagens apropriadas do imaginário popular e religioso colombiano\, como nas obras Naturaleza casi muerta (1970) e Saluti da San Pietro. Trisagio (1971). \nA exposição também reúne obras que falam sobre seu interesse por imagens extraídas da imprensa\, procedimento adotado sobretudo a partir dos anos 1970. González tematiza em suas obras as consequências do conflito armado colombiano\, a violência política\, a crise climática e a experiência de comunidades indígenas. \nEm Los Suicidas del Sisga (1965)\, que teve como referência os jornais El Espectador e El Tiempo\, a artista parte de uma fotografia dos jornais sobre um duplo suicídio cometido por um jovem casal\, olhando para os códigos que vinculavam a imagem à crônica policial e a reprodução das imagens nos meios de comunicação de massa. \nNos anos 1980\, a artista direciona seu olhar à iconografia política colombiana. Deste período\, estão ali presentes obras como Señor Presidente\, qué honor estar con usted en este momento histórico (1986) que comentam diretamente eventos traumáticos da história recente\, como a tomada do Palácio da Justiça. \nA mostra se encerra com a série Pictografias particulares (2014)\, na qual González utiliza placas de trânsito como símbolo coletivo para representar situações de crise social provocadas pela migração forçada devido ao deslocamento\, desastres ambientais ou à violência\, particularmente em territórios rurais e camponeses.
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SUMMARY:"Dominique Gonzalez-Foerster: Meteorium" no Octógono da Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Vista da exposição de Dominique Gonzalez-Foerster na Pina Luz – Divulgação / Pinacoteca de São Paulo\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura a instalação Dominique Gonzalez-Foerster: Meteorium\, no Octógono do edifício Pina Luz. A estrutura foi concebida especialmente para o espaço central do museu\, projetando um panorama tridimensional dividido em oito câmaras\, com paredes e pisos pintados em referência a elementos da natureza. Com curadoria de Jochen Volz\, a artista convida o público a entrar na instalação e reimaginar o entrelaçamento com o meio ambiente. \nDominique Gonzalez-Foerster dedica sua prática artística a projetos experimentais\, partindo de uma investigação contínua sobre as formas como habitamos o tempo\, o espaço e a memória. A artista se inspira em uma ampla gama de referências – música\, literatura\, cinema\, arquitetura e cultura pop – criando ambientações densamente estratificadas\, que transportam os espectadores para dimensões narrativas\, temporais e alternativas. \n“Em um momento de reflexão ecológica urgente\, a pesquisa profunda de Dominique Gonzalez-Foerster em cores\, meteorologia e arquitetura nos convida a reimaginar nosso entrelaçamento com o meio ambiente e a reconhecer nossa subjetividade frente a crise climática”\, reflete Jochen Volz\, e continua: “Desde o final dos anos 90\, Dominique tem uma forte relação com o Brasil\, e com Meteorium ela dialoga tanto com a longa tradição brasileira de participação ativa do público em obras de arte quanto estabelece relação sobre as discussões atuais sobre as necessidade de proteção das nossos biomas”. \nSobre a instalação \n“Gonzalez-Foerster revela como os fenômenos meteorológicos e os elementos da natureza moldam não apenas nossos arredores físicos\, mas também nossos universos emocionais e psicológicos – muitos deles condicionados culturalmente”\, comenta o curador. O público é convidado a percorrer cada uma das oito câmaras da estrutura criada pela artista\, compostas por pinturas que evocam elementos específicos da natureza: chuva\, neve\, lava\, nuvens\, lama\, poeira e pétalas. \nNo segundo andar\, Meteorium II é composto por instrumentos musicais\, que incluem pau de chuva e máquina de vento\, que convidam o público a emitir sons da natureza. Referências a outros campos do saber estão frequentemente presentes nas obras de Dominique Gonzalez-Foerster. No caso de Meteorium\, contudo\, a artista dialoga também com uma longa tradição pictórica de recriação de atmosferas e fenômenos efêmeros\, que podem ser vistas no espaço expositivo. \nA exposição Meteorium está inserida na Temporada França-Brasil em 2025\, que tem o objetivo de dar um novo impulso à relação bilateral que celebrará\, esse ano\, o seu 200º aniversário. Iniciada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva\, o evento busca fortalecer os laços entre os dois países\, se organizando em torno de três grandes temas: Clima e transição ecológica; Diversidade das sociedades e diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito. Além desses temas\, a Temporada\, que ocorrerá de abril a setembro de 2025 na França e de agosto a dezembro de 2025 no Brasil\, visa dinamizar a cooperação em áreas como cultura\, economia\, pesquisa\, educação e esporte\, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais.
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SUMMARY:"A terra\, o fogo\, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Wifredo Lam\, “Arbre de plume”\, do álbum Pleni Luna\, 1974. Coleção Édouard Glissant\n\n\n\n\nO Ministério da Cultura\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet)\, e o Instituto Tomie Ohtake apresentam a exposição A terra\, o fogo\, a água e os ventos – Por um Museu da Errância com Édouard Glissant\, que conta com o patrocínio do Nubank\, Mantenedor Institucional do Instituto Tomie Ohtake\, da SKY\, na cota Bronze\, e da Fundação Norma y Leo Werthein\, na cota Apoio. Concebida como um museu em movimento e dedicada à obra e ao pensamento do poeta\, filósofo e ensaísta martinicano Édouard Glissant (1928–2011)\, a exposição integra a Temporada França-Brasil 2025 como um de seus principais destaques. A iniciativa de intercâmbio cultural é promovida pelo Instituto Francês e pelo Instituto Guimarães Rosa (Itamaraty)\, com o apoio de um comitê formado por 15 empresas: Engie\, LVMH\, ADEO\, JCDecaux\, Sanofi\, Airbus\, CMA CGM\, CNP Seguradora\, L’Oréal\, TotalEnergies\, Vinci\, BNP Paribas\, Carrefour\, VICAT e SCOR. Com curadoria de Ana Roman e Paulo Miyada\, a mostra é uma realização do Instituto Tomie Ohtake\, correalização do Mémorial ACTe\, do Édouard Glissant Art Fund e do Institut Tout-Monde\, além de parceria com o CARA — Center for Art\, Research and Alliances e apoio institucional do Institut Français. \nParte da pesquisa de longo prazo do Instituto Tomie Ohtake em torno da produção de memória\, a exposição dá sequência a iniciativas recentes como a mostra Ensaios para o Museu das Origens (2023) e o seminário “Ensaios para o Museu das Origens – Políticas da memória” (2024)\, que reuniu representantes de museus\, arquivos e comunidades em um intenso debate sobre preservação e cidadania. \nCom seu título inspirado na antologia poética La Terre\, le feu\, l’eau et les vents (2010)\, organizada pelo escritor martinicano\, a mostra ensaia o que seria um “Museu da Errância”. Errância é uma vivência da Relação: recusa filiações únicas e propõe o museu como arquipélago – espaço de rupturas\, apagamentos e reinvenções sem síntese forçada. Contra genealogias rígidas\, propõe-se uma memória em trânsito\, feita de alianças provisórias\, traduções e tremores – um processo institucional movido pelo encontro entre tempos\, territórios e linguagens. Ainda que Glissant tenha deixado fragmentos de sua visão para um museu do século 21\, não chegou a concretizá-lo. A curadoria imagina como poderia ser esse Museu da Errância em uma mostra de múltiplas camadas e conexões inesperadas entre obras\, documentos e paisagens. As duas ideias-chave da organização da montagem da exposição são a palavra da paisagem e a paisagem da palavra\, concebidas a partir da concepção de Glissant de “parole du paysage”. Como apontam em texto\, “No primeiro caso\, o território infiltra-se na fala; no segundo\, a linguagem se projeta no espaço\, convertendo signos\, letras e códigos em relevo\, clima ou correnteza”. Para o poeta\, a paisagem não é apenas cenário externo\, mas força ativa que molda memórias\, gestos e linguagens. \nAlém disso\, estão presentes em frases\, manuscritos e entrevistas do autor outras ideias como Todo-mundo\, crioulização\, arquipélago\, tremor\, opacidade\, palavra da paisagem e aqui-lá. Para a curadoria\, que trabalhou em contínuo diálogo com Sylvie Séma Glissant\, trata-se de um arco de assuntos interligados com profunda relevância no mundo contemporâneo\, que mais uma vez se vê permeado por discursos e medidas de intolerância perante o diverso e incapaz de criar canais de escuta dos Elementos naturais e das paisagens ameaçados de destruição. \nÉ nesse horizonte que se apresenta\, pela primeira vez no Brasil\, parte da coleção pessoal reunida por Glissant e atualmente preservada no Mémorial ACTe\, em Guadalupe. O conjunto inclui pinturas\, esculturas e gravuras de artistas com quem o pensador conviveu e sobre os quais escreveu\, como Wifredo Lam\, Roberto Matta\, Agustín Cárdenas\, Antonio Seguí\, Enrique Zañartu\, José Gamarra\, Victor Brauner e Victor Anicet\, entre outros. São artistas de crescente reconhecimento internacional\, que viveram trajetórias de diáspora e imigração\, e produziram em trânsito entre línguas\, linguagens\, paisagens e histórias múltiplas. Trata-se de um valioso recorte da produção artística da segunda metade do século 20\, que lida com o imaginário\, a figuração\, a linguagem e as grafias como recursos carregados de traços de memória\, identidade e invenção. \nÀ coleção de obras somam-se documentos\, cadernos\, vídeos e fragmentos de textos e entrevistas de Glissant\, igualmente inéditos. Entre eles\, destaca-se o Caderno de uma viagem pelo Nilo (1988) – com notas e desenhos em fac-símile – que vai além do registro de viagem para se tornar um exercício poético-filosófico\, no qual o autor questiona a ideia de uma origem única e propõe a noção de origens múltiplas. A mostra apresenta também trechos da extensa entrevista concedida em 2008 a Patrick Chamoiseau\, escritor martinicano e parceiro intelectual de Glissant\, da qual resultou o monumental Abécédaire. O público poderá conferir dezessete verbetes selecionados pela curadoria\, exibidos em seis monitores distribuídos pela exposição. Esses materiais revelam como o poeta elaborava suas ideias no cruzamento entre escrita\, oralidade e imagem. \nEste extenso e rico acervo é apresentado em diálogo com trabalhos de mais de 30 artistas contemporâneos das Américas\, Caribe\, África\, Europa e Ásia — nomes como Chico Tabibuia\, Emanoel Araújo\, Federica Matta\, Frank Walter\, Julien Creuzet\, Manthia Diawara\, Melvin Edwards\, Sheila Hicks\, Rebeca Carapiá\, Pol Taburet\, Tiago Sant’Ana\, entre outros — que convocam o público a experimentar\, de forma sensorial\, o entrelaçamento entre paisagem\, linguagem e memória. Nas palavras dos curadores: “Entre as peças selecionadas há partituras visuais que serpenteiam pelas paredes como cordilheiras\, vídeos em que frases viram espuma marítima e instalações sonoras que transformam poemas em ar e vibração”. Parte dessa proposta inclui ainda obras especialmente comissionadas para a exposição\, realizadas por Aislan Pankararu\, Pedro França e Rayana Rayo\, do Brasil\, e por Arébénor Basséne\, Hamedine Kane\, Nolan Oswald Dennis\, Pol Taburet\, Kelly Sinnapah Mary e Tarik Kiswanson\, de diferentes contextos internacionais\, ampliando as vozes e perspectivas que atravessam a mostra. \nPara setembro\, está programado o lançamento de um catálogo\, em português e em inglês – cuja edição em inglês está sendo coeditada pelo CARA – que reúne textos das instituições parceiras\, ensaio curatorial de Ana Roman e Paulo Miyada\, verbetes sobre os artistas participantes\, além da transcrição de trechos do Abécédaire. O volume inclui também o manuscrito Caderno de uma viagem pelo Nilo\, de Glissant\, assim como legendas técnicas e ficha detalhada da exposição. Em novembro\, no Instituto Tomie Ohtake\, a programação se completa com um seminário com a participação de alguns dos artistas da exposição e com importantes intelectuais que dialogam com a obra de Glissant. \nO projeto contempla\, ainda\, uma residência artística na Martinica\, realizada em agosto de 2025\, com a participação de Rayana Rayo e Zé di Cabeça (José Eduardo Ferreira Santos). Os frutos dessa vivência\, que conta com o apoio da Coleção Ivani e Jorge Yunes e do Instituto Guimarães Rosa\, darão origem a intervenções em diálogo com a coleção de arte africana do MON – Museu Oscar Niemeyer\, em Curitiba. O evento também integra a Temporada França Brasil. No primeiro semestre de 2026\, a exposição tem itinerância prevista para Nova York\, no CARA — Center for Art\, Research and Alliances. \nLista completa de artistas participantes: \nAgustín Cárdenas\, Aislan Pankararu\, Amoedas Wani e Patrice Alexandre\, Antonio Seguí\, Arébénor Basséne\, Cesare Peverelli\, Chang Yuchen\, Chico Tabibuia\, Eduardo Zamora\, Emanoel Araújo\, Enrique Zañartu\, Ernest Breleur\, Etienne de France\, Federica Matta\, Flavio-Shiró\, Florencia Rodriguez Giles\, Frank Walter\, Gabriela Morawetz\, Geneviève Gallego\, Gerardo Chávez\, Hamedine Kane\, Irving Petlin\, Jean-Claude Garoute (Tiga)\, José Gamarra\, Julien Creuzet\, Kelly Sinnapah Mary\, M. Emile\, Manthia Diawara\, Mélinda Fourn\, Melvin Edwards\, Minia Biabiany\, Nolan Oswald Dennis\, Öyvind Fahlström\, Pancho Quilici\, Paul Mayer\, Pedro França\, Pol Taburet\, Raphaël Barontini\, Rayana Rayo\, Rebeca Carapiá\, Roberto Matta\, Serge Hélénon\, Sheila Hicks\, Sylvie Séma Glissant\, Tarik Kiswanson\, Tiago Sant’Ana\, Victor Anicet\, Victor Brauner\, Wifredo Lam\, Zé di Cabeça (José Eduardo Ferreira Santos). 
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SUMMARY:“Histórias da ecologia” no MASP
DESCRIPTION:Aycoobo Wilson Rodríguez\, “Calendário”\, 2024. Acervo MASP\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta Histórias da ecologia\, de 4 de setembro a 1 de fevereiro de 2026. A coletiva internacional ocupa todos os espaços expositivos do Edifício Pietro Maria Bardi e reúne mais de 200 obras de artistas\, ativistas e movimentos sociais de 28 países\, como Colômbia\, Islândia\, Japão\, Nova Zelândia\, Peru e Turquia. A exposição investiga a ecologia como uma rede de relações entre seres vivos e o mundo que habitam\, colocando em diálogo trabalhos de comunidades\, territórios e ecossistemas de diferentes locais ou períodos. \nA escolha curatorial se afasta da concepção de uma natureza apartada da sociedade ou que compreende o ser humano como hierarquicamente superior. “É comum que meio ambiente e ecologia sejam tratados como sinônimos. No entanto\, escolhemos ecologia para abranger um sistema de relações entre humanos e mais que humanos — animais\, plantas\, rios\, florestas\, montanhas\, fungos e minerais. Não conseguimos pensar a natureza separada do humano”\, diz André Mesquita\, curador\, MASP. \nA curadoria de André Mesquita e Isabella Rjeille\, curadores\, MASP\, revela perspectivas artísticas em comum a respeito da ecologia ou de enfrentamentos aos efeitos da crise climática global\, propondo uma reflexão política sobre o tema ao evidenciar o fator humano e as implicações de marcadores sociais da diferença\, como gênero\, raça e classe. A exposição é dividida em cinco núcleos temáticos que seguem uma ordem linear: Teia da vida; Geografias do tempo; Vir-a-ser; Territórios\, migrações e fronteiras; e Habitar o clima.  \nTeia da vida aborda diferentes percepções dessa rede de inter-relações — das cosmovisões indígenas às disputas por poder\, influência e território. A obra The Political Life of Plants (2021) retrata complexos entrecruzamentos entre as plantas e outros seres. O vídeo acompanha o artista Zheng Bo (China\, 1974) em uma caminhada por uma floresta de faias em Bradenburgo\, na Alemanha. Durante o percurso\, Bo conversa com os cientistas Matthias Rillig\, especialista em biodiversidade e ecologia do solo\, e Roosa Laitinen\, que investiga a plasticidade genética das plantas. Os temas de suas pesquisas se entrelaçam às reflexões do artista e aos sons e imagens da floresta. \nGeografias do tempo reúne olhares indígenas\, afrodiaspóricos\, rurais e urbanos sobre a terra e o cosmos\, a vida e a morte\, a regeneração e o cuidado. A obra Calendário (2024)\, de Aycoobo (Wilson Rodríguez) (La Chorrera\, Colômbia\, 1967)\, artista nonuya-muinane\, traz uma perspectiva indígena amazônica sobre a temporalidade cíclica da natureza. O desenho revela um sistema de marcação temporal que transcende a lógica linear ocidental\, associando a passagem do tempo às transformações vividas pelas árvores\, plantas\, animais e rios da floresta amazônica. Já Ana Amorim (São Paulo\, 1956) tem uma abordagem íntima e processual da temporalidade urbana. Em Passage of Time Study (2018)\, durante todas as noites\, por um período de um mês\, a artista brasileira registra o mapa do seu dia e um número localizador. O resultado é um conjunto de 31 desenhos feitos com caneta esferográfica sobre papel. \nVir-a-ser investiga as relações entre seres humanos e mais-que-humanos\, além de modos simbólicos\, espirituais e materiais que estruturam esses vínculos. A série de desenhos Tentativas de criar asas (década de 2000)\, de Rosana Paulino (São Paulo\, 1967)\, evoca seres híbridos em constante transformação – trata-se de figuras femininas que tecem teias\, rompem casulos ou ganham asas\, libertando-se de estruturas que já não lhes servem mais\, à semelhança de alguns insetos. A série fotográfica Corpoflor (2016-presente) propõe um hibridismo radical entre o corpo humano e o de outros seres da natureza. Em retratos e autorretratos\, Castiel Vitorino Brasileiro (Vitória\, ES\, 1996) revela corporalidades imprevistas que transcendem as normas de gênero e sexualidade\, criando formas de existir que resistem às categorizações binárias impostas pela sociedade. \nTerritórios\, migrações e fronteiras se debruça sobre os deslocamentos forçados\, fluxos migratórios e fronteiras físicas e sociais. A escultura Refugee Astronaut XI (2024)\, de Yinka Shonibare (Londres\, 1962)\, representa migrantes\, estrangeiros e refugiados contemporâneos. Desde 2015\, o artista produz figuras em tamanho real de astronautas nômades\, equipados com capacetes e vestidos com uma roupa espacial cujos tecidos se inspiram nos padrões africanos. Esses personagens parecem vagar sem rumo\, à deriva\, entre mundos devastados. Os astronautas de Shonibare carregam os traumas da crise climática e dos ecocídios que expulsam milhões de seus territórios de origem. \nHabitar o clima sintetiza e\, ao mesmo tempo\, amplia questões centrais presentes nos demais núcleos de Histórias da ecologia. Nele estão reunidos trabalhos de artistas\, coletivos e movimentos que investigam táticas de ocupar\, experienciar e imaginar radicalmente a cidade e o campo. A instalação inédita Descida da terra/trabalho das águas (2025)\, de Cristina T. Ribas (São Borja\, RS\, 1980)\, reflete sobre os efeitos das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul em 2023 e 2024. O trabalho comissionado pelo MASP consiste em um tecido translúcido suspenso diagonalmente no espaço expositivo\, impresso com imagens que revelam como as águas redesenharam a geografia de rios\, lagos e bacias hidrográficas\, impactando mais de 650 mil pessoas.  \n“Histórias da ecologia transita entre diferentes saberes: o geológico\, o biográfico\, o ancestral\, o espiritual\, o comunitário\, o local\, o planetário. Essas intersecções ampliam a visão sobre o que está em jogo na atual crise climática — não como um evento isolado\, mas enraizado em estruturas coloniais e patriarcais que condicionam os modos de habitar o planeta”\, afirma Isabella Rjeille.  \nHistórias da ecologia é o tema do ciclo curatorial de 2025. A programação do ano também inclui as mostras de Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Abel Rodríguez\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e Mulheres Atingidas por Barragens.  \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22)\, Histórias Indígenas (2023) e Histórias LGBTQIA+ (2024).
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Constelação em trânsito" no Galpão da Lapa
DESCRIPTION:  \n  \nVista de “Constelação em Trânsito” no Galpão da Lapa. \n  \nConstelação em trânsito: uma escuta cartográfica\, em cartaz no Galpão da Lapa até 1° de março de 2027\, toma como ponto de partida a inversão metodológica da curadoria convencional. Em vez de um enunciado prévio que orienta a seleção de obras\, foi adotada uma postura de escuta diante do acervo\, deixando que os próprios trabalhos indicassem agrupamentos\, ressonâncias e percursos. A referência é a noção de cartografia formulada pela psicanalista Suely Rolnik: um traçado que se faz em movimento\, sintonizado com as variações da paisagem. O resultado são três constelações: Arquiteturas do Inconsciente\, Geometrias do Sul e Topologias do Orgânico\, tratadas não como categorias fechadas\, mas como campos porosos que se atravessam e se dissolvem mutuamente. \nA exposição reúne trabalhos de 65 artistas\, entre eles Adriana Varejão\, Alex Cerveny\, Amelia Toledo\, Ayrson Heráclito\, Brígida Baltar\, Cao Guimarães\, Carlito Carvalhosa\, Carmela Gross\, Claudia Andujar\, Erika Verzutti\, Ione Saldanha\, Jaider Esbell\, Jac Leirner\, Leonilson\, Mira Schendel\, Nuno Ramos\, Rivane Neuenschwander\, Sandra Cinto\, Solange Pessoa\, Tunga\, Waltercio Caldas e o coletivo MAHKU. No mezanino do espaço\, o núcleo audiovisual Confluências apresenta quatro obras em vídeo que dialogam transversalmente com as três constelações. \nO Galpão da Lapa\, espaço cultural instalado em um armazém histórico do complexo Ceagesp\, na Vila Anastácio\, zona oeste de São Paulo\, que abriga o acervo dos colecionadores Andrea Pereira e José Olympio. \nEntrada gratuita\, mediante agendamento prévio. \nVisitas mediadas gratuitas\, com grupos de até 20 pessoas. \n  \n 
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SUMMARY:"Portais\, Passadiços e Pomanders: Gilbertto Prado e Poéticas digitais" no MAC USP
DESCRIPTION:“Desluz”\, 2009. Gilbertto Prado e Poéticas Digitais. Galeria Expandida – (08.04.2010) – Luciana Brito Galeria\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta\, a partir de 13 de setembro\, a exposição Portais\, Passadiços e Pomanders: Gilbertto Prado e Poéticas digitais\, com 11 trabalhos em que se entrelaçam o visível e o invisível\, o orgânico e o maquínico\, o sensorial e o digital em experiências que tensionam fronteiras e ativam formas de coexistência. As curadoras Ana Magalhães e Priscila Arantes observam que “há espaços que não se limitam à sua territorialidade: são passagens\, zonas de transição\, portais entre mundos e estados de presença. Heterotopias.” A exposição propõe uma travessia por esses “entre espaços”.  \nGilbertto Prado é um artista pioneiro no Brasil em arte telemática e arte em rede que desenvolve\, desde os anos 1980\, obras que exploram meios diversos como fax\, arte postal\, realidade virtual e redes digitais. Sua trajetória é inseparável da própria história da artemídia no país. Os trabalhos apresentados na exposição foram criados em colaboração com o grupo de pesquisa Poéticas Digitais que Gilbertto fundou e coordena há mais de uma década\, \nAqui\, os portais abrem-se como convites à transição entre o dentro e o fora do espaço expositivo\, entre o físico e o digital\, entre o museu e seus territórios. Os passadiços são linhas tênues\, pontes\, travessias por onde se cruzam temporalidades\, culturas e técnicas. O pomander\, artefato criado na Europa medieval para filtrar os odores do mundo e proteger o corpo por meio do aroma\, ressurge como tecnologia sensível; presença olfativa que ativa memórias e conecta corpos\, ambientes e dispositivos em uma rede de afetos. \n“Cada obra da exposição ativa uma tecnologia diversa – ancestral\, vegetal\, eletrônica\, algorítmica – para nos colocar em contato com dimensões sensíveis da experiência que escapam à nossa percepção imediata”\, comentam as curadoras. Entrelaçando arte e natureza\, muitas das obras evocam formas de inteligência vegetal e forças invisíveis que regem o mundo natural. Essas criações operam em diálogo com a natureza traduzindo seus ritmos\, sutilezas e transformações em experiências sensoriais e tecnológicas que “nos convidam a repensar nossos modos de habitar o mundo: a abrir espaço para novas formas de coexistência com a terra\, os ciclos da natureza e tudo aquilo que pulsa além da centralidade humana”\, completam as curadoras.
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LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"20 anos da Residência Artística FAAP - São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea" no MAB FAAP
DESCRIPTION:Érica Magalhães\, Sem título\, 2022. Acervo do Museu de Arte Brasileira – MAB FAAP. Foto: Rafayane Carvalho\n\n\n\n\nA exposição celebra duas décadas da Residência Artística FAAP – São Paulo\, um dos programas mais consistentes do país\, que já recebeu artistas de diferentes partes do mundo. Reunindo cerca de 135 obras de 91 participantes\, a mostra apresenta um recorte da produção que hoje integra a coleção do Museu de Arte Brasileira da FAAP. \nSegundo Marcos Moraes\, diretor do MAB\, “a mostra evidencia a potência desse espaço de experimentação e convivência que\, desde sua criação\, tem fomentado a produção contemporânea e ampliado os diálogos entre linguagens\, práticas e contextos culturais”. \nEntre os destaques estão Ali Cherri\, vencedor do Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2022; Guerreiro do Divino Amor\, artista suíço radicado no Rio de Janeiro; a peruana Aileen Gavonel; o francês Charbel-Joseph H. Boutros; a peruana Rita Ponce de León; e a fotógrafa venezuelana Suwon Lee\, entre outros. \nArtistas participantes (lista completa):Agustina Jarpa\, Aileen Gavonel\, Ali Cherri\, Ana Clara Tito\, Ana de la Cueva\, Ana Hortides\, André Hauck\, Andrea Rey\, Biel Carpenter\, Bruno Cidra\, Camila Bardehle\, Camila Otto\, Carlos Monaretta\, Charbel-Joseph H. Boutros\, Coletivo Etcétera\, Cornelia Enderlein\, Daniel Albuquerque\, Daniela Todorova\, David Cevallos Díaz\, Diana Barquero Pérez\, DOMK* – Dominique Kippelen\, Diogo Gonçalves\, Elke Auer\, Érica Magalhães\, Esther Kempf\, Esther Straganz\, Etienne de France\, Federico Ortegón\, Felipe de Ávila Franco\, Fernanda Andrade\, Fernanda Luz\, Flávia Coelho\, Florencia Alvarez Guardo\, Francilins\, Francisco Jamón\, Gabriel Leger\, Gabz 404\, Genietta Varsi\, Giorgia Mesquita\, Guerreiro do Divino Amor\, Helena Trindade\, Hermano Luz\, Holly Pitre\, Ítalo Almeida\, J. Pavel Herrera\, Jean-Marie Fahy\, João Massano\, João Paulo Racy\, Joélson Buggilla\, Johanna Invrea\, Jorge Pedro Núñez\, Julia Arbex\, Juliana Matsumura\, Julie Oppermann\, Lara Morais\, Les Joynes\, Letícia Lampert\, Lorenzo Beust\, Lucia Prancha\, Lucila Gradin\, Mariana Paraizo\, Marina Cespe\, Martina Krapp\, Mattia Denisse\, Mayara Velozo\, Nathan Braga\, Nelson Crespo\, Nuno Barroso\, Pascal Häusermann\, Paulina Videla\, Rafa Munárriz\, Raúl Díaz Reyes\, Reis Valdrez\, Rita Ponce de León\, Roberval Borges\, Rosângela de Andrade Boss\, Rosario Zorraquín\, Sam Gora\, Santo Miguelito Pérez (Miguel Pérez Ramos)\, Sayoko Hirano\, Silvan Kälin\, Silvia Mariotti\, Sol Archer\, Suwon Lee\, Thiago Costa\, Tolis Tatolas\, Urs August Steiner\, Vanessa da Silva\, Vânia Sommermeyer\, Víctor Florido\, Zoè Gruni.
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SUMMARY:"Gordon Parks - A América sou eu" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Mulher e cachorro na janela\, Harlem\, Nova Iorque\, 1943. Foto de Gordon Parks / Cortesia © Fundação Gordon Parks \nNome central da história mundial da fotografia\, Gordon Parks (1912-2006) é autor de uma vasta produção autoral\, na qual documentou a vida cotidiana de pessoas negras em estados segregados nos EUA\, a luta organizada do movimento negro pelos direitos civis e as manifestações culturais e religiosas da população afro-americana\, entre outros temas. Sua obra\, trajetória e legado são reverenciados na retrospectiva Gordon Parks: a América sou eu\, em cartaz a partir de sábado (4 de outubro) no IMS Paulista (Av. Paulista\, 2424). \nSob curadoria de Janaina Damaceno\, com Iliriana Fontoura Rodrigues como curadora assistente e Maria Luiza Meneses como assistente de curadoria\, a exposição é a primeira retrospectiva de Parks no Brasil e a maior na América Latina. No sábado (4 de outubro)\, às 11h\, a equipe de curadoria conversa com o público no cineteatro do IMS. A exposição é realizada em parceria com a Fundação Gordon Parks\, instituição que detém o acervo do fotógrafo e que foi a principal fonte de pesquisa para a concepção do projeto. \nOcupando dois andares do centro cultural\, a mostra reúne cerca de 200 fotografias\, tiradas sobretudo entre as décadas de 1940 e 1970\, além de filmes\, periódicos\, depoimentos e publicações\, ressaltando o caráter multifacetado de Parks\, que atuou também como músico\, cineasta e poeta. Entre as obras exibidas\, estão retratos de nomes centrais do movimento negro americano\, como Malcolm X\, Martin Luther King e Muhammad Ali\, e séries consagradas\, como De volta a Fort Scott (1950) e Histórias da segregação no sul (1956). (Saiba mais sobre as obras abaixo). \nGordon Parks nasceu em 1912 na cidade de Fort Scott\, no Kansas\, durante o regime de segregação racial. Em 1928\, sua mãe faleceu e ele se mudou da sua cidade natal\, passando por diversos destinos\, enfrentando a pobreza e o racismo. Nesse período\, trabalhou em diversos empregos em busca da sobrevivência\, atuando inclusive como pianista em clubes e hotéis. Em 1937\, adquiriu sua primeira câmera fotográfica e\, em 1938\, publicou suas imagens pela primeira vez no St. Paul Recorder\, importante jornal da imprensa negra do estado de Minnesota. Posteriormente\, mudou-se para Washington\, onde trabalhou para a Farm Security Administration\, por onde também passaram fotógrafos como Dorothea Lange\, Walker Evans\, Russell Lee\, Marion Post Wolcott\, John Vachon e Carl Mydans. Em 1948\, começou a trabalhar na revista Life\, uma das mais importantes do mundo\, tornando-se o primeiro fotógrafo negro contratado pela publicação. \nApós o ingresso na Life\, sua carreira como fotógrafo consolidou-se cada vez mais\, com a publicação de livros e a participação em exposições\, com foco no registro da vida da população negra norte-americana e na denúncia ao racismo e à desigualdade\, numa união entre arte e ativismo que caracterizou toda sua trajetória. Também atuou como cineasta\, tendo lançado\, entre outros longas\, o filme Shaft (1971)\, considerado um dos mais relevantes do movimento conhecido na época como blaxploitation. Por sua obra\, tanto na fotografia quanto no cinema\, recebeu diversas premiações e homenagens. Até hoje o trabalho de Parks influencia artistas das mais diversas áreas\, como o rapper Kendrick Lamar\, os fotógrafos Zanele Muholi e Devin Allen\, e a cineasta Ava DuVernay.
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LOCATION:IMS Paulista\, Avenida Paulista\, 2424\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Antípodas: Tão Distantes\, Tão Próximos” no Sesc Vila Mariana
DESCRIPTION:Yoichi Ochiai. s.t. Divulgação. \nA exposição reúne jovens artistas japoneses que exploram os cruzamentos entre arte\, tecnologia e ciência. Com curadoria de Tomoe Moriyama\, a mostra parte das experiências de Cherish\, your imagination e MOT Annual 2023 – Synergies\, or between creation and generation\, apresentando obras quânticas\, robóticas e colaborativas\, além de criações desenvolvidas com inteligência artificial que imaginam futuros compartilhados. \nRealizada pelo Sesc São Paulo com o apoio da Fundação Japão\, a exposição celebra os 130 anos de intercâmbios culturais entre Japão e Brasil\, conectando São Paulo e Tóquio — cidades situadas em pontos quase opostos do globo\, mas unidas pelo diálogo criativo. \nO conceito japonês “Ochikochi”\, que inspira a curadoria\, vai além da ideia de “aqui” e “ali”\, abrangendo simultaneamente o longe e o perto\, o passado e o futuro\, e tornando-se o fio condutor da mostra. Em meio a um mundo marcado por crises e transformações\, a exposição propõe manter viva a imaginação e a criatividade cotidiana\, comuns à arte e à ciência. \nAs obras apresentadas expandem a percepção do tempo\, do espaço e do corpo humano por meio da tecnologia. Robôs de limpeza travessos\, heróis efêmeros\, rituais do chá em mundos virtuais e cidades reinventadas como ilusões urbanas compõem um mosaico poético de possibilidades. \nEntre os destaques\, estão instalações que conectam batimentos cardíacos entre pessoas de Tóquio e São Paulo\, transformam palavras sussurradas em imagens flutuantes e dão forma digital à caligrafia de escritores japoneses que visitaram o Brasil. Desenvolvidas por artistas de diferentes gerações\, incluindo adolescentes\, essas criações refletem sobre a presença\, a distância e a colaboração no espaço digital. \nEm um momento em que se celebram 100 anos da pesquisa quântica mundial e o centenário da era Showa no Japão\, Antípodas: tão distantes\, tão próximos propõe um jogo simbólico entre “casa e fora”: um convite para que cada visitante encontre\, em outro tempo e lugar\, um reflexo de si mesmo — e descubra novas formas de conexão entre culturas aparentemente opostas. \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:“Exposição Letras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades” no Sesc Ipiranga
DESCRIPTION:Thiago Nevs. (Divulgação) \n  \nLetras & Filetes: Memória Afetiva e Latinidades celebra o universo vibrante e multicolorido das letras pintadas à mão dos cartazes de mercado\, das carrocerias de caminhões e das embarcações ornamentadas. Idealizada pelo artista Filipe Grimaldi em parceria com o artista e pesquisador Thiago Nevs e a produtora Carolina Herszenhut\, a mostra\, que reúne trabalhos de cerca de 60 artistas\, propõe um mergulho na cultura visual popular do Brasil e de países como Argentina\, Chile\, Colômbia\, México e Peru\, valorizando saberes que atravessam gerações. \nExaltando personagens que atuam no anonimato\, a exposição destaca como o gesto manual e a inventividade popular transformaram letras\, palavras e ornamentos em expressões identitárias a partir do trabalho de cartazistas\, abridores de letras\, letristas profissionais e mestres filetadores cujas criações ultrapassam a função comercial para revelar narrativas de pertencimento\, resistência e memória coletiva. \nOrganizada em núcleos temáticos\, a mostra retrata sobretudo\, a diversidade de estilos da letra popular brasileira e latino-americana. Do improviso popular à precisão de profissionais que transformaram fachadas e muros em espaços de fruição artística\, a exposição apresenta ao visitante expressões que vão desde a letra decorativa amazônica\, presente nos barcos ribeirinhos\, até os cartazes de mercado\, com seu humor\, urgência e cores vibrantes\, além dos filetes em caminhões\, tradição que percorre estradas brasileiras e dialoga com o fileteado portenho argentino em conexões gráficas também evidenciadas no projeto curatorial. \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Abel Rodríguez – Mogaje Guihu: A árvore da vida e da abundância" no MASP
DESCRIPTION:Abel Rodríguez\, “A árvore da vida e da abundância”\, 2022. Acervo MASP. Foto: Eduardo Ortega\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, a partir de 10 de outubro\, a exposição Abel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância\, primeira mostra individual do artista colombiano após seu falecimento. A exposição oferece um panorama da obra de Abel Rodríguez (Cahuinarí\, Colômbia\, 1941–2025)\, reconhecida pela contribuição única à representação e organização dos saberes ancestrais sobre a flora e a fauna da Amazônia colombiana. \nO título da mostra reúne os dois nomes do artista: Mogaje Guihu\, como é chamado entre os povos Muinane e Nonuya\, e Abel Rodríguez\, nome em espanhol que adotou quando foi forçado a sair da floresta. Na infância\, Rodríguez recebeu de sua família muinane a formação para ser um sabedor\, aprendendo a identificar e compreender os usos prático e simbólico das plantas e suas relações com outros seres. Sua vivência na Amazônia colombiana resultou em registros sobre as plantas\, seus ciclos e estações da floresta em intrincados desenhos desenvolvidos a partir dos anos 1990\, quando\, a partir dos estímulos dos pesquisadores da fundação Tropenbos\, começou a desenhar. Ao longo do tempo\, seu trabalho começou a ser reconhecido pela cena de arte colombiana e internacional. Por sua contribuição ao debate sobre arte e natureza\, o artista conquistou o Prêmio Prince Claus\, o que ampliou a visibilidade de sua obra e o levou a participar de importantes bienais pelo mundo\, como as de São Paulo\, Veneza\, Toronto\, Gwangju\, Sydney\, além da documenta de Kassel.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a mostra propõe um olhar analítico sobre a obra do artista\, que rompe com o desenho botânico tradicional ao registrar a fauna e a flora da região a partir da perspectiva de seus conhecimentos ancestrais que partem de uma visão integrada da natureza. Enquanto a botânica tradicional disseca e descontextualiza as plantas\, Rodríguez apresenta uma visão inter-relacional do ecossistema. “Meu conhecimento não é biológico. Ele é materialmente\, espiritualmente e sentimentalmente conectado à floresta\, à energia dela”\, disse Abel Rodríguez\, em 2024. Esse princípio orienta a estrutura da exposição em quatro núcleos: Árvores mitológicas\, Desenhos botânicos\, Ciclos\, e Natureza integrada. \nO núcleo Árvores mitológicas reúne desenhos de Rodríguez baseados nas narrativas Nonuya-Muinane sobre a criação do mundo. As árvores da vida e da abundância remetem à primeira árvore que origina a Amazônia e a momentos em que animais e humanos testam e disputam seus frutos até alcançar a harmonia social\, desfeita pela ganância dos humanos\, que derrubam a árvore a machadadas.  \nAquarelas de pequenas dimensões estabelecem um paralelo entre o desenho botânico ocidental\, difundido pelas expansões coloniais a partir do século 18\, e os sistemas classificatórios indígenas. Trabalhos como Plantas cultivadas de la gente del centro [Plantas cultivadas da gente do centro] (2013) revelam a integração entre plantas\, animais e suas funções sociais\, ao mesmo tempo que registram ecossistemas\, territórios e culturas\, reunidos no núcleo Desenhos botânicos. \nO núcleo Ciclos apresenta sequências visuais que mapeiam as transformações sazonais da floresta. As obras registram ciclos como o da floresta inundável que se transforma de acordo com o movimento de cheia e vazante dos rios\, organizando a rotação de plantios na agricultura familiar da região e os períodos para a construção das malocas\, habitações coletivas que estruturam a vida social indígena. \nOs últimos trabalhos de Abel Rodríguez\, incluindo obras de 2024 e 2025\, apresentam uma visão do território na qual todos os elementos se conectam. Desenhos densamente povoados revelam comunidades indígenas\, plantas e animais\, seus hábitos e a convivência mútua\, que formam o núcleo final da exposição\, Natureza integrada.  \nAbel Rodríguez (Mogaje Guihu): A árvore da vida e da abundância integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da ecologia. A programação do ano também inclui mostras de Mulheres Atingidas por Barragens\, Claude Monet\, Frans Krajcberg\, Clarissa Tossin\, Hulda Guzmán\, Minerva Cuevas e a grande coletiva Histórias da ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Clarissa Tossin: ponto sem retorno" no MASP
DESCRIPTION:Clarissa Tossin\, “Future Geography: The Five Galaxies of Stephan’s Quintet”\, 2022. Foto: Brica Wilcox\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta Clarissa Tossin: ponto sem retorno\, exposição que reúne mais de 40 obras das últimas duas décadas de produção da artista brasileira. Mais do que retratar a crise climática\, Clarissa Tossin (Porto Alegre\, 1973) incorpora em seus trabalhos resíduos\, objetos e materiais que se tornam testemunhos do colapso ambiental. Em cartaz de 10 de outubro a 1 de fevereiro de 2026\, a mostra é a primeira individual da artista em um museu brasileiro.  \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP\, e Guilherme Giufrida\, curador assistente\, MASP\, a exposição foi concebida como uma grande instalação imersiva. “A sensação é a de que o museu alagou e montamos a mostra com aquilo que sobrou para expor. É como se o público estivesse visitando um museu pós-apocalíptico. Clarissa é uma artista contemporânea\, conceitual. Tem muitas obras na escala real\, um para um\, resultando em uma mostra com uma dimensão bastante imersiva”\, afirma Guilherme Giufrida.  \nA mostra reúne reflexões sobre catástrofes ambientais que atingiram Porto Alegre\, local de nascimento da artista\, e Los Angeles\, nos Estados Unidos\, cidade onde ela mora atualmente. Comissionada pelo MASP\, a obra Volume Morto (2025) foi feita com tinta produzida com terra de três localidades que sofreram com as enchentes no Rio Grande do Sul: Cidade Baixa\, Sarandi e Eldorado do Sul. A intervenção\, pensada para as paredes da galeria expositiva\, recria as marcas horizontais de lama que ficaram estampadas nas construções após as inundações. Além de relembrar o alagamento de enormes proporções que tomou conta do estado gaúcho em maio de 2024 — mesmo período em que foi iniciada a pesquisa para esta exposição —\, a instalação também remete aos rastros deixados em Mariana\, em 2015\, e Brumadinho\, em 2019.  \nJá a obra de Clarissa Tossin intitulada You Gotta Make Your Own Worlds [É preciso criar seus próprios mundos] (2019) foi destruída pelos incêndios que devastaram a Califórnia em janeiro deste ano. A obra pertencia a um casal que morava há 33 anos na mesma residência e acabou perdendo todos os bens nas chamas. O nome do trabalho de Tossin é retirado de um trecho do livro A parábola do semeador\, de Octavia E. Butler\, publicado em 1993. Na trama distópica que se passa em 2024\, os Estados Unidos são governados por um presidente autoritário\, e queimadas atingem a Califórnia\, levando refugiados climáticos a migrarem. No lugar da obra\, a exposição apresenta uma marca na parede do tamanho original da peça e uma legenda explicativa\, como um texto de um obituário daquele objeto. \nTossin também discute as causas e os efeitos do aquecimento global\, traçando conexões entre sinais de sofrimento dos corpos humanos e não humanos. Essa preocupação é vista na obra monumental Death by Heat Wave (Acer pseudoplatanus\, Mulhouse Forest) [Morte por onda de calor (Acer pseudoplatanus\, Floresta de Mulhouse)] (2021)\, em que galhos e troncos de uma árvore que morreu por conta de uma onda de calor na Floresta de Mulhouse\, na França\, se espalham no chão da mostra em meio a outras obras de arte. \n“São obras fantasmagóricas\, mortas-vivas\, resquícios de paisagens pós-humanas. Os trabalhos em exibição criam mapas\, protótipos\, rastros de uma aparição humana momentânea e efêmera e do que foi possível reter dessa existência. A artista está produzindo a partir desse mundo em que a materialidade\, o lixo\, os resquícios humanos vão deixar alguns rastros daquilo que aconteceu com o mundo. É quase como se ela estivesse olhando para aquilo que no futuro arqueólogos vão observar: fósseis do futuro”\, diz Giufrida.  \nOutra vertente da pesquisa de Tossin reflete sobre como a cartografia foi fundamental para a colonização das Américas\, e como as imagens de satélite tornaram possível a busca por água e minerais em outros planetas. São paralelos entre os processos históricos de exploração territorial e as atuais ambições de colonização espacial. Sobrepostos a mapas coloniais ou entrelaçados a imagens de telescópio\, caixas e envelopes da gigante do e-commerce Amazon também agregam uma camada de reflexão sobre o consumo de massa. 
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Fluxos – o Japão e a água” na Japan House São Paulo
DESCRIPTION:Marina Melchers\, exibição “Fluxos”\, 2025 \n  \nNo Japão\, a água é compreendida como fonte de vida e nutrição essencial para a natureza\, mas é também indispensável para a formação da sociedade e da espiritualidade do país. A Japan House São Paulo (JHSP) destaca esse elemento na exposição “Fluxos – o Japão e a água” apresentando-o a partir de diferentes perspectivas: seu desenvolvimento junto com a economia e infraestrutura das cidades e do meio ambiente; seus avanços tecnológicos e aprimoramento de sua qualidade e abastecimento; sua importância para a espiritualidade e tradições japonesas; sua influência por meio da arte. \nCom curadoria de Natasha Barzaghi Geenen\, também Diretora Cultural da instituição\, a exposição traz o movimento centrífugo das águas para a expografia\, que convida o público a explorar um ambiente de formas arredondadas com texturas e iluminação que parecem deixar o segundo andar da JHSP submerso. A mostra segue em cartaz\, com entrada gratuita\, de 21 de outubro até 1º de fevereiro de 2026. \nPela perspectiva da infraestrutura\, a mostra destaca o Canal Subterrâneo de Escoamento da Área Metropolitana de Tóquio\, considerado a maior edificação de desvio subterrâneo de inundações do mundo. O canal foi projetado para auxiliar parte da cidade durante as estações chuvosas e em casos de tufões\, armazenando temporariamente a água excedente para posterior bombeamento abaixo do nível do solo ao invés de transbordar. \nInformações sobre a composição das águas do Japão e seus altos valores nutritivos\, além da biodiversidade e minerais nelas encontrados\, também ganham espaço nas seções informativas da mostra\, com menção especial às suas águas termais\, cada uma com características e propriedades distintas. \nOutra abordagem são os festivais e rituais que têm a água como elemento central: o Uchimizu (quando os japoneses espalham água pelos jardins e ruas como forma de higienizar os espaços\, mas também cumprindo uma função ritualística e contemplativa)\, Temizu e Mizugori (rituais de purificação realizados\, geralmente\, na entrada de templos e santuários no Japão\, em que as pessoas lavam mãos e boca em água corrente com a ajuda de uma concha hishaku)\, Takigyō (treinamento budista milenar que consiste em meditar embaixo de uma cachoeira para purificar e fortalecer corpo e mente)\, Mikumari Jinja (santuário xintoísta ligado à divindade da água\, que simboliza a distribuição e o compartilhamento desse recurso)\, e o festival Okinami Tairyō\, realizado anualmente na cidade de Anamizu\, na província de Ishikawa\, onde os moradores rezam por segurança no mar e por sorte na temporada de pesca. \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Brasil das Múltiplas Faces" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Emiliano di Cavalcanti\, “Vendedoras de Peixe” 1952. Divulgação. \nCom início dia 22\, exposição ocupa novo piso do Itaú Cultural com obras da considerada maior coleção corporativa de arte da América Latina \nA exposição “Brasil das Múltiplas Faces” marca a inauguração de um novo ambiente para visitação no prédio do Itaú Cultural\, em São Paulo. A partir do dia 22 de outubro\, o Espaço Milú Villela – Brasiliana: Arte Moderna e Contemporânea oferece ao público mostras de longa duração focadas nas artes moderna e contemporânea produzida no país e que compõem o Acervo Itaú Unibanco. \nO novo espaço está localizado no 7º piso do prédio da Avenida Paulista e conta com 280 metros quadrados. Ao lado do Espaço Olavo Setubal\, que abriga a Brasiliana\, e do Espaço Herculano Pires\, com a Numismática\, a instituição agora oferece quatro pisos permanentes para mostras desta que é considerada a maior coleção corporativa de arte da América Latina\, e segue em busca de ampliar o seu acesso ao público. \nA curadoria da exposição é assinada por Agnaldo Farias\, com concepção e realização da equipe Itaú Cultural e arquitetura de Daniel Winnik. O nome dado ao espaço homenageia Milú Villela\, que presidiu e expandiu o Itaú Cultural durante 18 anos\, de 2001 a 2019\, e o Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP)\, entre 1995 e 2019. Psicóloga\, gestora cultural e filantropa\, Milú​ dedicou sua vida à democratização do acesso à arte e à cultura. \n‍ Por sua vez\, o nome Brasil das Múltiplas Faces\, que batiza a exposição inaugural deste espaço\, dá pistas do que o público está para mergulhar em uma espécie de contação das várias histórias e visões do país. Através de uma narrativa que trabalha com o conceito de arte múltipla\, a mostra busca mostrar a complexidade do Brasil com um olhar que desafia a visão tradicional. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"o artista fraco" de Caio Pacela na Janaina Torres Galeria
DESCRIPTION:Caio Pacela\, “A interscesão dos santos”\, 2024. Foto: Jaime Acioli\nDe 25 de outubro de 2025 a 31 de janeiro de 2026 \, a Janaina Torres Galeria\, localizada na Barra Funda\, em São Paulo\, recebe a exposição inédita ‘o artista fraco’\, primeira individual do artista visual Caio Pacela realizada na capital paulista\, com curadoria de Clarissa Diniz. \n A mostra\, que explora campos como o da espiritualidade e da transcendência em diálogo com corpo\, fé e identidade\, reúne pinturas em óleo sobre tela; desenhos em grafite sobre papel; cadernos do artista e textos autorais intitulados ‘notas de culto’\, abarcando as diferentes nuances e fases do artista\, que opta pelo olhar fenomenológico e convoca o espectador a atribuir sentido às obras\, a partir de suas próprias referências  \nEm sua pesquisa\, Caio sacraliza o território da arte quando\, literalmente\, a equipara ao campo e à própria substância do divino: “A arte não é algo\, mas\, alguém. E\, necessariamente\, alguém que não existe. E é esse templo que cultua e louva a inexistência daquela que é.”. Está posto o ponto de partida\, do qual o artista convida o espectador a observar e completar suas obras\, acessando espaços interiores e individuais\, a priori etéreos e impalpáveis\, mas que acabam por reverberar em comportamentos coletivos mediados ora pela corporeidade humana (ou não)\, ora por paisagens da natureza em movimento e fúria. A arte de Pacela convida o público ao exercício do sentir\, mas\, também\, ao de decodificar\, sob o entendimento particular\, o mistério\, o não dito e o não aparente.   \nAbraçando o paradoxo entre o sublime e o carnal\, o artista traz para o protagonismo\, de grande parte de suas obras\, figuras humanas em estados como o êxtase\, a devoção\, a angústia\, o medo e o espanto. A condição humana é materializada em sua crueza\, seja no corpo entregue em simbiose com o coletivo; em cenas que trazem aspectos escatológicos ou de simbologia dúbia entre morte e vida\, fenômenos naturais\, objetos e animais  \nNesse sentido\, Clarissa Diniz\, curadora da exposição\, ressalta o encontro entre a estética da obra e a intencionalidade do artista: “São muitos os gestos que povoam a primeira individual de Caio Pacela em São Paulo. Mãos espalmadas sobre os olhos\, braços erguidos\, corpos curvados\, dedos em riste\, mãos impostas\, abraços\, pessoas girando… Podemos sentir a brisa\, a respiração de cada forma de vida. Testemunhamos a úmida e pesada tempestade que se aproxima\, abrindo espaço no ar. Faz escuro. Às vezes\, amanhece sob o laranja do céu. Enquanto pássaros despencam\, corpos levitam. Pessoas e bichos agem em conjunção com as paisagens em que se encontram. O que se revela ao olhar são pequenos acontecimentos de intencionalidades desconhecidas. Somente parte da gestualidade daquelas vidas nos é dada a saber. Acenos de inefável intensidade\, e nada mais.”. \nO público poderá observar ainda que\, embora atravessado\, em diversos momentos pela tônica da espiritualidade e transcendência\, o trabalho de Caio também se volta a aspectos antropológicos outros\, em que o véu do senso comum encobre realidades que traduzem o espírito de nosso tempo.  \nEntre os trabalhos presentes na exposição estão obras da fase atual\, que escancara sua relação com o caráter enigmático do divino\, mas\, também\, apresentam-se produções mais antigas\, como as que integram “Exercícios de manutenção do instinto”\, série que faz transparecer comportamentos coletivos deflagrados pela tecnologia\, mas especificamente as redes sociais. “Nesse caso\, imagens relacionadas à trends do ambiente digital são subvertidas e trazidas para a estética formal do desenho em grafite e da pintura em óleo sobre tela\, o que pode detonar percepções diversas e imprevisíveis\, a depender de quem vê! Desde a identificação ao estranhamento; desde a perplexidade à reflexão sobre aspectos como o sentido de expressão\, identidade e coletividade na sociedade contemporânea\, por exemplo.”\, comenta Janaina Torres\, galerista que representa Pacela. \nOutro aspecto da obra de Caio é que\, se por um lado há um minucioso rigor técnico\, ele não caminha na direção de verticalizar e cristalizar o sentido ou de atribuir um valor fixo às temáticas que aborda. Sobre isso\, comenta a curadora da exposição Clarissa Diniz: “Graduado em pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ\, o virtuosismo técnico de Caio Pacela parece se recusar a significar. Em que pese o arrebatamento das alegorias que tanto identificam a tradição da pintura europeia que formou seu olhar e instruiu sua prática\, o artista resiste à tentação de tudo simbolizar\, narrar e metaforizar. Rebaixada está a vaidade de afirmar qualidades e verdades\, a presunçosa autoridade daqueles que detêm as tecnologias da visibilidade. Pacela não empunha seu pincel para reger o que vemos\, o que nos é dito\, o que podemos ler: antes\, pinta como quem tece uma trama capaz de receber o intensivo sentido do Outro.” \nDesse modo\, Caio Pacela propõe um diálogo aberto para a atribuição de sentido em uma dinâmica de comunhão entre sua arte\, quem a vê e o mistério. 
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LOCATION:Janaina Torres Galeria\, Rua Vitorino Carmilo\, 427 - Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“Nada em Mim é Superfície” de Lorena Bruno no FAMA Museu
DESCRIPTION:Lorena Bruno\, “Corpo Vão” 2025. \n  \nA mostra reúne um conjunto de obras recentes e inéditas que exploram novas possibilidades da tapeçaria contemporânea\, linguagem central da produção da artista. \nA exposição propõe um diálogo direto com a história do próprio Museu FAMA\, instalado na antiga Companhia Fiação e Tecelagem São Pedro\, importante indústria têxtil nacional. Nesse contexto\, a artista ressignifica o fazer manual e o transforma em experimentação poética\, expandindo a tapeçaria para além da bidimensionalidade. \nEm sua primeira exposição individual institucional\, Lorena apresenta trabalhos que transitam entre o figurativo e o abstrato\, com formas orgânicas e elementos recorrentes em sua pesquisa\, como o grande coração vermelho\, símbolo marcante de sua obra. As peças se desdobram em quadros\, estruturas tridimensionais e instalações\, ampliando a relação entre matéria\, espaço e corpo. \nSegundo o curador Sandro Ka\, “na urdidura das peças há rigor\, mas não uma fórmula fechada. Muito menos convenções. O fazer da artista converte o gesto repetido do artesanato em desvio\, quando dá protagonismo à intuição. Tendo o fio de lã orgânica como elemento central\, não há limites para a incorporação de novas técnicas\, cores e tratamentos na manipulação da matéria.” \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Montañas Bajo el Mar" de Federico Herrero na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:Federico Herrero\, “Manglar (Viajar Juntos)” 2025. \n  \nPara sua exposição na galeria Luisa Strina\, Federico Herrero apresenta uma série de quadros acompanhados por uma grande pintura realizada in situ sobre o piso da galeria – uma composição de suas emblemáticas formas geométricas em cores vibrantes. Conhecido por sua produção de obras site-specific\, murais e telas compostas por formas orgânicas intensamente coloridas\, o artista costa-riquenho entende a poesia como linguagem visual e busca pela arte em todas as esferas da vida. Ao criar paisagens abstratas ligadas à natureza e aos seres\, e ao expandir sua prática para além da moldura tradicional da tela\, Herrero jamais deixa de perseguir a abolição da fronteira entre arte e vida cotidiana. Em suas pinturas de grandes dimensões – realizadas sobre telas\, mas também em paredes\, pisos\, tetos e janelas -\, o artista extrai vibrações\, movimentos e sons das formas e das cores\, infundindo musicalidade e novos sentidos aos espaços que ocupa. \nEm suas intrincadas composições pós-geométricas\, Federico Herrero pinta formas que se de-formam. Ele dá vida a figuras irregulares\, suaves\, quase líquidas. Ao construir um novo universo – lúdico e interativo -\, o pintor parece adentrar uma estética das imagens autogeradas\, à maneira de artistas digitais como o batavo-brasileiro Rafael Rozendaal. Enquanto este\, considerado um dos pioneiros da Internet Art\, cria obras virtuais em que as formas literalmente se movem\, se expandem\, crescem e colidem umas com as outras num movimento incessante\, Herrero utiliza o meio pictórico estático para transmitir uma sensação contínua de fluxo. Sua geometria exuberante e fluida parece vibrar sobre as superfícies planas\, e estirar-se\, expandir-se\, inflar. Para Federico Herrero\, a pintura não é nem plana nem estática. Em vez disso\, ele faz a geometria respirar\, inspirar e expirar\, tornar-se leve\, quase sem peso. Com uma estética que pode remeter ao universo dos videogames\, o artista joga com as fronteiras paradoxais entre estagnação e movimento\, planura e tridimensionalidade\, silêncio e musicalidade – capturando\, na clássica forma da pintura\, o Zeitgeist da era digital. Por vezes saturadas\, suas composições ecoam a abundância imagética contemporânea – um fluxo incessante\, sem começo nem fim\, tragado pelo redemoinho de informações infinitas\, autogeradas e descontextualizadas: o insaciável ouroboros moderno do conteúdo. Essas formas\, empilhadas umas sobre as outras\, como se gerassem\, sem cessar\, novas figuras\, parecem conduzir ao magma\, à montanha de imagens do nosso tempo. Não seria estranho associá-las às célebres Mountains de Ugo Rondinone\, nas quais blocos de pedra colossais e coloridos se equilibram uns sobre os outros. Tanto o artista suíço quanto o costa-riquenho partilham um mesmo sentido de monumentalidade – uma busca brancusiana por representar o infinito\, por ascender numa Coluna sem Fim de imagens. Contudo\, as formas de Herrero quase nunca se empilham de maneira ordenada. Pelo contrário\, emergem de todos os lados\, desafiando qualquer noção de verticalidade. Suas figuras entrelaçadas às vezes evocam falhas digitais – glitches – ou imagens pixeladas que negam ao espectador pleno acesso ao conteúdo. Com pinceladas controladas\, mas vigorosas\, e composições ao mesmo tempo ordenadas e orgânicas\, Federico Herrero cria\, com agudeza\, as novas paisagens de nosso tempo: profusas\, horizontais\, fluidas\, em perpétuo movimento. Vivas. \n 
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SUMMARY:"Contrato" de Ilê Sartuzi na Galeria Luisa Strina
DESCRIPTION:Ilê Sartuzi\, exposição “Contrato”. 2025. \n  \nPara sua exposição na galeria Luisa Strina\, Federico Herrero apresenta uma série de quadros acompanhados por uma grande pintura realizada in situ sobre o piso da galeria – uma composição de suas emblemáticas formas geométricas em cores vibrantes. Conhecido por sua produção de obras site-specific\, murais e telas compostas por formas orgânicas intensamente coloridas\, o artista costa-riquenho entende a poesia como linguagem visual e busca pela arte em todas as esferas da vida. Ao criar paisagens abstratas ligadas à natureza e aos seres\, e ao expandir sua prática para além da moldura tradicional da tela\, Herrero jamais deixa de perseguir a abolição da fronteira entre arte e vida cotidiana. Em suas pinturas de grandes dimensões – realizadas sobre telas\, mas também em paredes\, pisos\, tetos e janelas -\, o artista extrai vibrações\, movimentos e sons das formas e das cores\, infundindo musicalidade e novos sentidos aos espaços que ocupa. \nEm suas intrincadas composições pós-geométricas\, Federico Herrero pinta formas que se de-formam. Ele dá vida a figuras irregulares\, suaves\, quase líquidas. Ao construir um novo universo – lúdico e interativo -\, o pintor parece adentrar uma estética das imagens autogeradas\, à maneira de artistas digitais como o batavo-brasileiro Rafael Rozendaal. Enquanto este\, considerado um dos pioneiros da Internet Art\, cria obras virtuais em que as formas literalmente se movem\, se expandem\, crescem e colidem umas com as outras num movimento incessante\, Herrero utiliza o meio pictórico estático para transmitir uma sensação contínua de fluxo. Sua geometria exuberante e fluida parece vibrar sobre as superfícies planas\, e estirar-se\, expandir-se\, inflar. Para Federico Herrero\, a pintura não é nem plana nem estática. Em vez disso\, ele faz a geometria respirar\, inspirar e expirar\, tornar-se leve\, quase sem peso. Com uma estética que pode remeter ao universo dos videogames\, o artista joga com as fronteiras paradoxais entre estagnação e movimento\, planura e tridimensionalidade\, silêncio e musicalidade – capturando\, na clássica forma da pintura\, o Zeitgeist da era digital. Por vezes saturadas\, suas composições ecoam a abundância imagética contemporânea – um fluxo incessante\, sem começo nem fim\, tragado pelo redemoinho de informações infinitas\, autogeradas e descontextualizadas: o insaciável ouroboros moderno do conteúdo. Essas formas\, empilhadas umas sobre as outras\, como se gerassem\, sem cessar\, novas figuras\, parecem conduzir ao magma\, à montanha de imagens do nosso tempo. Não seria estranho associá-las às célebres Mountains de Ugo Rondinone\, nas quais blocos de pedra colossais e coloridos se equilibram uns sobre os outros. Tanto o artista suíço quanto o costa-riquenho partilham um mesmo sentido de monumentalidade – uma busca brancusiana por representar o infinito\, por ascender numa Coluna sem Fim de imagens. Contudo\, as formas de Herrero quase nunca se empilham de maneira ordenada. Pelo contrário\, emergem de todos os lados\, desafiando qualquer noção de verticalidade. Suas figuras entrelaçadas às vezes evocam falhas digitais – glitches – ou imagens pixeladas que negam ao espectador pleno acesso ao conteúdo. Com pinceladas controladas\, mas vigorosas\, e composições ao mesmo tempo ordenadas e orgânicas\, Federico Herrero cria\, com agudeza\, as novas paisagens de nosso tempo: profusas\, horizontais\, fluidas\, em perpétuo movimento. Vivas. \n 
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SUMMARY:"Volt" de José Bechara na Galeria Marilia Razuk
DESCRIPTION:José Bechara\, s.t.\, 2025 \nVolt\, título que nomeia tanto a exposição quanto uma das obras em exibição\, sugere uma descarga elétrica\, um ponto de ignição — metáforas das forças em trânsito e colisão que atravessam o gesto criativo de Bechara. Em diálogo direto com a arquitetura da galeria\, as 18 obras inéditas\, entre pinturas de grandes e pequenos formatos\, ocupam seus diversos ambientes de forma a provocar ritmos de expansão e contração\, alternando respiros e densidades na percepção do espectador\, e propõem uma imersão sensorial e conceitual nas relações entre cor\, espaço\, tensão e estrutura. \nNesta nova série\, José Bechara aprofunda sua investigação sobre os grids geométricos\, elementos que emergem como eixos estruturantes e\, ao mesmo tempo\, fragmentados. Linhas falham\, titubeiam e se dissolvem em manchas e interferências\, instaurando um campo de instabilidade visual no qual a cor pulsa e parece respirar diante do espectador. \nComo destaca Ana Carolina Ralston\, autora do texto da exposição\, “a cor no trabalho de Bechara fala sobre o tempo”. Ralston ainda enfatiza que a pintura de José Bechara não busca a pureza da forma ou da cor\, mas revela\, camada a camada\, a impermanência da matéria\, suas interferências\, vazios e tensões. O uso da cor atravessa a temporalidade que vai da oxidação de metais em lonas de caminhão\, presente em sua obra desde os anos 1990\, à potência dos tons vibrantes que assumem agora uma presença firme e ressonante em sua obra.
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SUMMARY:"Trabalho de Carnaval" na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:Trabalho de Carnaval na Pinacoteca.\n\n“Trabalho de Carnaval” é uma coletiva com obras de 70 artistas de diferentes gerações e origens\, como Alberto Pitta\, Bajado\, Bárbara Wagner\, Ilu Obá de Min\, Heitor dos Prazeres\, Juarez Paraíso\, Lita Cerqueira\, Maria Apparecida Urbano\, Rafa Bqueer e Rosa Magalhães. \nA mostra no edifício Pina Contemporânea expõe 200 obras dentre adereços\, projetos de decoração e documentação histórica em fotografia e vídeo\, além de comissionamentos de projetos inéditos dos artistas Adonai\, Ana Lira e Ray Vianna. \nDividida em quatro temas – Fantasia\, Trabalho\, Poder e Cidade\, “Trabalho de Carnaval” apresenta a maior festa popular do país como uma cadeia produtiva que envolve o trabalho das muitas mãos desde antes mesmo da festa acontecer\, ao mesmo tempo em que alude à precariedade e invisibilidade desses profissionais.
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LOCATION:Pinacoteca de São Paulo\, 2 Praça da Luz Luz\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Nascimento" de Antonio Obá na Mendes Wood DM
DESCRIPTION:Obra de Antonio Obá. Cortesia Mendes Wood DM \nA Mendes Wood DM tem o prazer de apresentar a exposição Nascimento de Antonio Obá\, que ocupa todo o espaço da galeria na Barra Funda com obras inéditas e emblemáticas. Os trabalhos\, desenvolvidos com técnicas distintas como pintura\, desenho\, instalação e filme\, dão continuidade à investigação do artista sobre a construção da identidade nacional\, e suas contradições e influências\, por meio de ícones e símbolos presentes na cultura brasileira. \nO título da exposição surge da ideia de nascimento como marco de um momento\, de uma nova existência sobre a Terra. Este evento milagroso também carrega a contrapartida da fortuna e da sorte\, que nos acompanha desde a concepção. Para Obá\, “Estar sujeito a isso não diz a respeito de uma escolha. Estar sujeito a isso diz a respeito de uma irreverência ao inevitável. Então\, o que podemos fazer é demarcar essas várias sortes através do rito\, da celebração\, do símbolo\, da linguagem.” \nCada obra que compõe a exposição confere a essa tentativa de situar a ideia de sorte\, fortuna\, ora como uma prece\, ora com um ritual que celebra isso. \nUma instalação inédita\, localizada em um espaço fechado\, no fundo da galeria\, se refere diretamente a ideia de jogo e de sorte. Nela\, colunas de búzios se derramam sobre peneiras de bronze douradas\, carregando ovos de cerâmica pintados de vermelho. Os búzios representam elementos de tentativa de leitura da sorte\, do destino e da sina\, e simbolizam a moeda de troca\, que também se transforma em oferenda. Na disposição que se encontram no espaço\, os búzios formam colunas que estão ascendendo\, como um território de elevação espiritual e de ressignificação da vida ante ao que ela propõe de fatal. \nNa entrada do espaço expositivo\, um caminho de espadas de São Jorge e Iansã\, conduzem até um novo objeto instalativo: um altar com dois troncos que simbolizam o pelourinho. Os troncos estão inteiramente cravejados de pregos — em um deles\, os pregos estão voltados para fora; no outro\, para dentro — simbolizando proteção e punição e a dificuldade de harmonizar tensões. Entre os pelourinhos\, cabos suspendem uma cabeça de bronze com um prumo na ponta. Esta instalação é uma oferenda ao senhor do caminho\, portanto\, tem uma relação com Exu. \nA instalação Ka’a porá (2024)\, apresentada pela primeira vez na mostra itinerante Finca-Pé: Estórias da terra no CCBB Rio de Janeiro\, Belo Horizonte e Brasília\, ocupa lugar de destaque na exposição. Esculturas de pés\, representando tanto o pé humano quanto o de uma árvore\, enfatizam a conexão com o solo. A configuração da obra lembra um pequeno jardim\, com troncos dispostos de forma aparentemente aleatória\, cada um sugerindo uma direção diferente dentro de um labirinto. O título da instalação deriva do termo tupi ka’a porá\, que se refere a um indivíduo que se estabelece e se ancora à terra. A expressão também remete à figura mítica da Caipora\, protetora das florestas na mitologia indígena brasileira. Outro elemento simbólico da instalação revisita o conceito de poda\, entendido aqui como um ato de violência que rompe com a vida e a natureza. \nTelas de diferentes tamanhos e técnicas compõem a narrativa visual da mostra. Um conjunto de 22 pinturas de pequeno formato apresenta a leitura de Obá sobre o Tarô. Nas obras\, o artista utiliza de uma mistura de técnicas junto a folhas de ouro\, conferindo um tom mágico e fantasioso único às cartas do oráculo. Além dessas\, a exposição reúne novas pinturas de grandes dimensões\, bem como uma obra pintada diretamente sobre uma das paredes do espaço expositivo. Nessas peças\, figuras e símbolos que compõem a identidade brasileira sugerem novas interpretações. A mostra também inclui desenhos inéditos feitos com carvão\, nanquim\, lápis e têmpera e sobre tela. \nO filme Encantado (2024) apresenta uma performance do artista que propõe reflexões sobre sistemas simbólicos — especialmente os religiosos. A ação performática evoca uma perspectiva ritualística\, centrada na figura do peregrino\, que\, em seu gesto\, sintetiza elementos de crença\, cultura e tradição associados ao imaginário do romeiro. \nCom esse conjunto de obras\, que atravessa diferentes mídias e simbologias\, a exposição reafirma a potência da produção de Antonio Obá na construção de uma poética que investiga identidade\, território e espiritualidade.
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LOCATION:Mendes Wood DM\, R. Barra Funda\, 216 – Barra Funda\, São Paulo\, São Paulo
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SUMMARY:“20 anos da Residência Artística FAAP - São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” na MAB FAAP
DESCRIPTION:Bruna Cidra\, “Casa Lutetia” 2013. Divulgação.\n\n“20 anos da Residência Artística FAAP – São Paulo: contribuições para uma coleção de arte contemporânea” apresenta 91 artistas brasileiros e internacionais que já passaram pela residência artística da FAAP. A exposição celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país\, reunindo 91 artistas e 135 obras que hoje integram a coleção do MAB FAAP. \nSegundo Marcos Moraes\, diretor do MAB FAAP\, “a mostra evidencia a potência desse espaço de experimentação e convivência que\, desde sua criação\, tem fomentado a produção contemporânea e ampliado os diálogos entre linguagens\, práticas e contextos culturais”.  \nA exibição conta\, por exemplo\, com obras do libanês\, radicado na França\, Ali Cherri\, com o vídeo Slippage. A mostra celebra duas décadas de um dos programas mais consistentes de residência artística do país. \nHá\, também\, obras dos argentinos do Coletivo Etcétera\, da peruana Aileen Gavonel\, do franco-libanês Charbel-Joseph H. Boutros\, da fotógrafa venezuelana Suwon Lee\, da peruana Rita Ponce de León\, do brasileiro Guerreiro do Divino Amor\, entre muitos outros.
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SUMMARY:"Sofia Borges - ateliê\, objeto mistério" na Central Galeria
DESCRIPTION:A Central Galeria apresenta a exposição individual ateliê\, objeto mistério\, de Sofia Borges\, em cartaz até 7 de março. A mostra marca o retorno da artista ao circuito expositivo brasileiro após período em Nova Iorque e reúne trabalhos que investigam a construção da imagem a partir de dimensões históricas\, simbólicas e pessoais. \n\nReconhecida por uma pesquisa que atravessa fotografia\, instalação e cinema\, Borges propõe uma reflexão sobre como imagens são formadas\, preservadas e continuamente reinterpretadas ao longo do tempo.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA poética da artista se desenvolve a partir do diálogo entre ancestralidade e imaginação\, mobilizando materiais como metais\, rochas e minerais\, além de referências à paleontologia\, à mitologia\, ao teatro e ao estudo da figura humana — especialmente o rosto. O museu surge como elemento central dessa investigação\, entendido como um espaço ativo de transformação e reconfiguração das imagens dentro da experiência coletiva e cultural.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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