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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais" no Memorial da Resistência de São Paulo
DESCRIPTION:Artur Barrio\, “Sombra”\, 1969. Foto: Cortesia memorial da resistência \nA partir do dia 7 de setembro de 2024\, o Memorial da Resistência\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, apresenta a exposição Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais\, com curadoria do pesquisador e professor Diego Matos. A mostra é dedicada à memória do projeto homônimo\, responsável pela mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil durante a Ditadura Civil-Militar (1964–1985). \nA mostra resgata a memória do projeto Brasil: Nunca Mais\, empreendida entre 1979 e 1985. A iniciativa foi responsável por sistematizar e produzir cópias\, clandestinamente\, de mais de 1 milhão de páginas contidas em 707 processos do Superior Tribunal Militar (STM)\, revelando a extensão da repressão política do Brasil no período. \nBrasil: Nunca Mais \nA história do projeto e seus desdobramentos é apresentada junto a testemunhos em vídeo de advogados\, jornalistas e defensores de direitos humanos\, que\, por anos\, tiveram seus nomes mantidos no anonimato: Paulo Vannuchi\, Anivaldo Padilha\, Ricardo Kotscho\, Frei Betto\, Carlos Lichtsztejn\, Leda Corazza\, Petrônio Pereira de Souza e Luiz Eduardo Greenhalgh\, através do programa Coleta Regular de Testemunhos do Memorial; e entrevistas com Dom Paulo Evaristo Arns\, Marco Aurélio Garcia\, Eny Raimundo Moreira e Luiz Carlos Sigmaringa Seixas\, pertencentes ao acervo do Armazém Memória. \nO arquivo de 707 processos judiciais expõe os depoimentos de presos políticos sobre as ações de repressão\, vigilância\, perseguição e tortura do aparato estatal. As cópias desse conteúdo\, que por anos foram mantidas em segurança em acervos preservados na Suíça e nos EUA\, tiveram repatriamento e retornaram ao Brasil em 2011\, onde atualmente encontram-se sob salvaguarda do Arquivo Edgard Leuenroth/Unicamp\, em Campinas. \nO projeto teve apoio do Conselho Mundial de Igrejas e da Arquidiocese de São Paulo\, com participação de Dom Paulo Evaristo Arns (1921–2016)\, arcebispo de São Paulo\, e do Rev. James Wright (1927-1999)\, da Missão Presbiteriana do Brasil Central. \nAlém dos arquivos do projeto Brasil: Nunca Mais\, a exposição apresenta obras da Coleção Alípio Freire\, sob salvaguarda do Memorial da Resistência\, realizadas por ex-presos políticos como Artur Scavone\, Ângela Rocha\, Rita Sipahi\, Manoel Cyrillo\, Sérgio Ferro\, Sérgio Sister e o próprio Alípio Freire\, durante a permanência em presídios de São Paulo na Ditadura. \nTambém compõem a mostra obras de arte de artistas como Carmela Gross\, Regina Silveira\, Artur Barrio\, Antonio Manuel\, Rubens Gerchman\, Claudio Tozzi e Carlos Zílio\, do Acervo da Pinacoteca de São Paulo\, e obras externas de Rivane Neuenschwander\, Claudio Tozzi\, Carlos Zilio. Rafael Pagatini apresentará uma obra comissionada para a exposição\, ocupando um mural de 100m² na área externa do museu. \nA exposição também lança luz sobre o tempo presente\, oferecendo indícios da importância desse debate hoje na perpetuação das permanentes violências do Estado contra suas minorias e populações vulneráveis.
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LOCATION:Memorial da Resistência de São Paulo\, Largo General Osório\, 66 - Santa Ifigênia\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“A forma do fim: esculturas no acervo da Pinacoteca” na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Advânio Lessa\, Raízes mortas da natureza do cipó\, 2015\n\n\n\n\nA exposição parte da curiosa coleção máscaras mortuárias — moldadas sobre o rosto de pintores como Almeida Júnior e Pedro Alexandrino — para investigar os modos como artistas lidam com o tempo e sua experiência. Reunindo cerca de 40 esculturas\, que vão do século XII aos dias de hoje\, a mostra é uma oportunidade para refletir sobre a linguagem\, ver e rever obras fundamentais do acervo da Pinacoteca.  \nAo entrar no espaço expositivo\, o público se depara com uma escultura medieval do século XII\, que representa Cristo crucificado\, de autoria desconhecida – além de obras do período barroco no Brasil. Na sequência estão as máscaras mortuárias\, além de esculturas de bronze de Brecheret e Liuba Wolf. \nEntre elas\, há a tentativa de artistas do começo do século XX de representar mulheres e homens negros como “tipos brasileiros”. Até o início da pesquisa para essa exposição\, apenas uma dessas esculturas tinha um nome: Maria da Glória (entre 1920 e 1988)\, de Luiz Morrone. Durante a pesquisa de análise da origem desses títulos\, a equipe localizou o nome da modelo para uma escultura de José Cucê\, Irina – que passa agora a integrar o título da obra. \nO COMEÇO  \n“A forma do fim” nasce a partir do olhar para o acervo centenário da Pinacoteca\, que conta com mais de 13 mil obras. Dessas\, quase mil fazem parte da exposição permanente\, “Pinacoteca: Acervo”. \nPensando o acervo como uma plataforma para novas pesquisas e aquisições\, surge o interesse pela coleção de esculturas presentes na Pinacoteca\, na busca de compreender como ela se forma e quais são suas características marcantes que foram desenvolvidas ao longo do tempo. A curadoria buscou perceber essas tendências históricas\, organizando seu discurso a partir daquilo que é recorrente no acervo. \nOBRAS \nUma das máscaras em “A forma do fim” é a do artista Almeida Júnior\, um dos nomes da arte brasileira mais importantes do século XIX\, cuja obra é fundadora da coleção da Pinacoteca. \nRaízes mortas de natureza e cipó (2015 – 2013)\, de Advânio Lessa\, ressignifica a matéria morta\, a transformando em algo vivo através da arte. Dando forma às diferentes dimensões do tempo\, esculturas como Bicho – Relógio de sol (1960)\, de Lygia Clark\, Yuxin (2022)\, de Kássia Borges\, Ferramenta de Tempo (2021)\, de José Adário\, e a performance Passagem (1979)\, de Celeida Tostes\, propõem entender a vida e os fazeres da arte de forma cíclica. \nAs esculturas de Marcia Pastore e Hudinilson Jr. (década de 1980)\, materializam no espaço membros do corpo ou peças de roupa\, registros delicados de suas presenças\, que não se impõem como ordenadoras do mundo. O famoso trabalho de Waltercio Caldas\, A emoção estética (1977)\, é uma pista para compreender essa presença e nossa experiência diante da arte: um par de sapatos parece estar a ponto de flutuar diante da forma – uma maneira de estar diante de algo que nos emociona\, de compreender nossa comoção por meio do diálogo\, investigando a maneira de nos por em relação e\, assim\, imaginar nosso futuro.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Popular\, Populares" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:Exposição “Popular\, populares” 2025. Divulgação. \nA exposição Popular\, Populares desafia definições convencionais de arte popular\, explorando a riqueza e a pluralidade das expressões de artistas negros e indígenas. Com obras que vão do antropo-zoomorfismo vibrante ao minimalismo\, a mostra convida o público a repensar fronteiras históricas e culturais que moldam a noção de “popular”. Exibida no subsolo do Museu até maio de 2025\, a exposição busca ampliar o entendimento dessas manifestações artísticas e sua relevância no cenário contemporâneo.
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SUMMARY:"Judeus na Amazônia" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Sergio Zalis Família Levy em Maués-AM – Série “Hebraicos da Amazônia” 1981 Impressão Fine art. Cortesia do artista\n\n\n\n\nHistórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração em 2021\, Judeus na Amazônia abre suas portas ao público no dia 2 de novembro. Reunindo mais de 220 itens entre obras de arte\, vídeos\, documentos históricos e fotográficos\, a mostra propõe dar conta de um capítulo pouco conhecido da história brasileira: a imigração judaico-marroquina para a Amazônia\, que aconteceu entre 1810 e 1930\, trazendo centenas de famílias que viviam em cidades como Tânger\, Tetuan\, Fez e Marrakesh. Na região se estabeleceram como regatões\, os mascates dos rios\, e atuavam no período do auge da economia da borracha levando e trazendo mercadoria das cidades para os seringais.  \nCom curadoria conjunta de Aldrin Moura de Figueiredo\, Ilana Feldman\, Mariana Lorenzi e Renato Athias\, a panorâmica é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pelo Museu e ocupa três andares de sua sede. Subdividida em 13 núcleos temáticos\, os espaços exibem recortes como embarcações\, trocas comerciais\, mulheres\, ativismo ambiental\, rituais e os entrelaçamentos entre a cultura judaica\, marroquina e amazônica. Com obras de artistas como Claudia Andujar\, Donna Benchimol\, Thomaz Farkas\, Arieh Wagner\, Sergio Zalis\, Abrão Bemerguy e Mady Benzecry – além de três obras comissionadas –\, o projeto propõe um olhar ampliado sobre como a cultura judaica se ambientou em diferentes localidades amazônicas\, influenciando e sendo influenciada\, sem perder suas raízes.  \n“O desejo foi abarcar o contexto histórico e documental trazendo à vida\, as histórias pessoais e familiares dessa que é uma das primeiras comunidades judaicas a se estabelecer no Brasil.”\, explica a Mariana Lorenzi\, ressaltando que a pesquisa não se limitou às capitais Manaus e Belém\, mas estendeu-se por cidades como Gurupá\, Cametá\, Alenquer\, Parintins\, Itacoatiara\, Maués\, Macapá e Breves\, entre muitas outras. A pesquisa de campo incluiu visitas a antigos cemitérios – um levantamento aponta que mais de 30 deles teriam existido na região – arquivos institucionais e familiares\, e sinagogas. Antes da exposição\, o Museu realizou seminários preparatórios sobre a presença judaica na Amazônia que aconteceram em São Paulo\, Belém\, Manaus e Manaus e São Luiz do Maranhão. \n“Foi um desafio fazer o levantamento da maior variedade possível de materiais\, uma construção ativa de encontrar e mobilizar as pessoas que fazem parte daquela história. Além disso\, houve a preocupação de mesclar os objetos  históricos com uma produção de arte contemporânea\, seja por meio de artistas judeus provenientes da Amazônia\, como Mady Benzecry\, ou artistas judeus que atuaram na região\, como o fotógrafo Thomaz Farkas”\, complementa a curadora. Ela também ressalta a importância de Samuel Benchimol (1923-2002) e outros pesquisadores que se debruçaram anteriormente sobre o tema. Inclusive foi usada uma ampla bibliografia como base de pesquisa. Outro aspecto importante\, é a importância do contexto do ciclo da borracha para o entendimento desses fluxos migratórios.  \nTrês obras foram comissionadas especialmente para a mostra. O jovem pintor paraense Diego Azevedo trabalhou a partir de fotografias históricas para fazer o retrato de duas mulheres ímpares na história da região: a escritora Sultana Levy Rosenblatt e a jornalista Feliz Benoliel. A premiada videoartista Janaina Wagner apresenta um filme em Super 8 inspirado pelos dialetos falados pelos judeus que se estabeleceram na região amazônica. Por fim\, haverá uma obra do coletivo paraense Letras que flutuam \, grupo de abridores de letras – técnica regional de pintar letras decorativas nos barcos. \nAos comissionamentos\, somam-se obras de Abrão Bemerguy\, Mady Benzecry\, Donna Benchimol\, Arieh Wagner\, Felipe Goifman\, Sergio Zalis\, Thomaz Farkas\, Claudia Andujar\, Hannah Brandt\, Paul Garfunkel\, Renato Athias\, Bruno Barbey\, Berta Gleizer Ribeiro\, Noel Nutels\, pertencentes a acervos importantes como o do Museu de Arte do Rio (MAR)\, Instituto Moreira Salles (IMS)\, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)\, entre outros.  \nUm núcleo dedicado a rituais – como a religião era vivida na Amazônia – ocupa a área da sinagoga\, reunindo um objeto raro: uma Torá de mais de quatrocentos anos\, chegada ao Brasil na bagagem de um imigrante do Marrocos. Uma grande linha do tempo ilustrada\, depoimentos de história oral e o documentário “O Rio dos Cohen”\, de Felipe Goifman\, também fazem parte dos conjuntos apresentados.  \nPara Felipe Arruda\, Diretor Executivo do Museu Judaico\, a exposição reforça a vocação da instituição para criar pontes entre a cultura judaica e uma gama ampla de repertórios\, comunidades e linguagens artísticas. “Esse projeto é fruto de uma imersão pautada pela escuta das pessoas que diariamente sentem\, cultivam e vivem suas identidades judaico-amazônicas. A pesquisa surgiu quase que simultaneamente à criação do Museu e dá continuidade à missão de apresentar a pluralidade da identidade judaica\, sempre em diálogo com a diversidade cultural brasileira e com os temas basilares do contemporâneo”.   \nA exposição “Judeus na Amazônia” é apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com patrocínio do Santander Brasil\, da Gera Amazonas e apoio da Bemol e CIAM.
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SUMMARY:"Eu mesmo\, Carnaval" na Casa Mário de Andrade
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Mário de Andrade\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Organização Social Poiesis\, inaugura no dia 9 de novembro a exposição de curta duração “Eu mesmo\, Carnaval”\, com a apresentação de ritmistas da Escola de Samba Mocidade Alegre\, e seguirá com programação temática durante todo o mês. Confira! \nA exposição Eu mesmo\, Carnaval\, que ficará aberta até 31 de maio de 2025\, nos convida a conhecer a profunda relação de Mário de Andrade com o carnaval paulistano\, principalmente na região da Barra Funda e em outros lugares do país. O título escolhido reproduz um verso do poema “Carnaval carioca”\, escrito por Mário de Andrade em 1923\, inspirado na experiência do autor no festejo carioca neste mesmo ano. \nA exposição\, com curadoria de Arthur Major\, pesquisador da Casa Mário de Andrade\, e Fábio Parra\, do departamento de comunicação e cultural do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, traz uma interface entre a pesquisa de Mário de Andrade sobre o Carnaval e o enredo de 2024 da escola paulistana Mocidade Alegre “Brasileia Desvairada: A busca de Mário de Andrade por um país”\, tecendo o fio condutor do discurso curatorial\, tendo como guia o personagem do Arlequim\, que pela visão do escritor\, representa tanto a cidade de São Paulo\, quanto a personificação do próprio poeta. \nOs visitantes terão a oportunidade de vivenciar um espaço imersivo\, onde se encantarão com as fantasias originais utilizadas no desfile campeão de 2024 do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, detalhes da confecção das peças\, dos carros alegóricos\, e conhecerão detalhes dos requisitos de julgamento. Além disso\, o público apreciará uma parede sonora com músicas que embalaram carnavais como “Ai que saudade de Amélia”\, de Ataulfo Alves\, e “Baianinha”\, de Silvio Caldas\, e conferir registros fotográficos do acervo particular de Mário de Andrade\, os quais mostram as festas de carnaval em São Paulo\, Rio de Janeiro e Recife. \nNo final do circuito\, o público contará com um espaço instagramável e experiência sonora\, sentindo-se na apoteose do desfile\, com Mário de Andrade. \nNa abertura da exposição (9/11)\, a partir das 13h\, o Grêmio Recreativo Cultural da Escola de Samba Mocidade Alegre apresentará o “Morada do Samba”\, espetáculo que une a tradição e o espírito comunitário da escola\, homenageando nomes como o de Mário de Andrade\, que ajudaram a construir a sua identidade cultural. \nJá no dia 23 de novembro\, a partir das 16h\, na atividade Carnaval na Poesia Modernista\, o Victor Palomo\, pesquisador e doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas da USP\, explora as figurações do carnaval e a poética do mascaramento em diferentes autores do período. \nNo Projeto Quintal o carnaval também começa mais cedo. Também em 23/11\, às 11h\, as crianças e seus responsáveis vão confeccionar adereços carnavalescos na oficina Carnaval no Museu: mão na massa. A seguir\, saiba como participar dessas atividades (serviço).
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LOCATION:Casa Mário de Andrade\, Rua Lopes Chaves\, 546 – Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Ainda não é o fim do mundo" no Paço das Artes
DESCRIPTION:Felipe Góes\, “Pintura 346”\, 2019 – Divulgação \nO Paço das Artes\, inaugura a agenda 2025 de exposições com a coletiva inédita Ainda não é o fim do mundo. \nCom curadoria de Renato De Cara\, curador do Paço das Artes\, a exposição traz 58 trabalhos de 18 artistas que\, por meio de suas obras\, refletem sobre os impactos significativos e\, muitas vezes\, irreversíveis das ações humanas ao meio ambiente. Para além das mudanças nas paisagens\, os artistas exibem exercícios de imaginação para um futuro fantasioso\, investigando linguagens\, representações utópicas\, apocalípticas e objetos ficcionais. \nArtistas convidados: Alexandre Ignácio Alves\, Ariel Spadari\, Brunøvaes\, Chico Santos\, Felipe Góes\, Hugo Fortes\, Lalo de Almeida\, Leila de Sarquis\, Luanna Jimenes\, Marcelo Moscheta\, Mauricio Parra\, Meia\, Mercedes Lachmann\, Rafaela Foz\, Ricardo Barcellos\, Rosa Hollmann\, Uýra\, Virginia de Medeiros.
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SUMMARY:"Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará" no CCBB SP
DESCRIPTION:Série Ykamiabas e o Nascimento do Muyrakytã\, 2019. Foto: Renata Aguiar \nO Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo recebe\, a partir de 8 de março de 2025\, Dia Internacional da Mulher\, a exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará\, um panorama da fotografia contemporânea feita por mulheres amazônicas. Projeto do Museu das Mulheres\, com curadoria de Sissa Aneleh\, a mostra nasce de um extenso trabalho de pesquisa que vem sendo realizado há mais de uma década e propõe reflexões sobre identidade\, território e memória\, a partir da perspectiva de temáticas de 11 fotógrafas. \nA exposição reafirma a potência do olhar feminino na fotografia contemporânea artística e destaca a importância da representatividade e da autonomia das mulheres na construção de narrativas visuais que traduzem a riqueza cultural e social da Amazônia. \nA exposição reúne cerca de  160 obras – incluindo fotografias\, jornais artísticos\, propostas fotográficas\, áudios e vídeos – distribuídas em cinco andares do edifício do CCBB. A visitação inicia-se no 4º andar e segue um percurso descendente\, até o subsolo\, proporcionando ao visitante uma experiência fluida e imersiva\, do tradicional ao experimental. \nPara compor essa exposição\, Sissa Aneleh realizou uma pesquisa aprofundada sobre a fotografia na Região Norte\, buscando compreender o papel das mulheres fotógrafas naquele contexto e na história. “Era essencial trazer uma representatividade diversa\, tanto geracional quanto estética. A fotografia feita por mulheres no Pará desafia os limites entre a arte\, a documentação e a experimentação – é uma importante ferramenta de resistência e afirmação identitária”\, explica a curadora. \nA mostra apresenta um recorte inédito\, que traça um panorama de mais de 40 anos de produção fotográfica feminina na Amazônia\, reunindo gerações de artistas que exploram desde a experimentação visual até a documentação social. Entre as precursoras das décadas de 1980 e 1990 estão Bárbara Freire\, Cláudia Leão\, Leila Jinkings\, Paula Sampaio e Walda Marques. Já a nova geração é representada por Evna Moura\, Deia Lima\, Jacy Santos\, Nailana Thiely\, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma dessas artistas contribui\, à sua maneira\, para ampliar os repertórios da fotografia brasileira e desafiar concepções tradicionais sobre a Amazônia. \nO Banco do Brasil incentiva a cultura há mais de 35 anos\, contribuindo para dar visibilidade a produções artísticas que ampliam o olhar sobre a diversidade cultural do país. Para Cláudio Mattos\, Gerente Geral do CCBB SP “receber essa exposição representa uma oportunidade de trazer ao público um recorte potente da fotografia brasileira\, que revela novas narrativas conduzidas por mulheres que ressignificam o olhar sobre a Amazônia\, seus territórios e suas histórias”.
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SUMMARY:"O lado de fora dos olhos fechados" de Mariana Manhães na Central Galeria
DESCRIPTION:Mariana Manhães\, “still belonging”\, 2025 – Divulgação / Central \nMariana Manhães apresenta a exposição individual O lado de fora dos olhos fechados a partir do dia 15 de fevereiro\, sábado\, na Central. \nUm conjunto que mescla escultura\, instalação e vídeo reorganiza a ambientação da galeria. Seguindo os procedimentos de sua última individual na Central\, Montanhas nos observam em time-lapse (2019)\, Manhães propõe alterações na iluminação do espaço e recorre a recursos sonoros para compor a percepção de uma “floresta inventada”\, como pontua a artista. \nO lado de fora dos olhos fechados marca a mudança na prática da artista\, que\, após um período de silêncio\, experimenta novos materiais e soluções formais para as obras apresentadas. “Meu interesse é entrar em algo que não tenha nome\, que não seja nem instalação\, nem escultura\, e sim\, todas as coisas juntas” conta Manhães. \nManhães foca\, nesta exposição\, na invenção de organismos e seus espaços próprios. “Seres organizados em círculo nesta sala\, como num alinhamento megalítico\, evocam a distribuição de elementos numa floresta\, onde habitam entes que vemos e que não vemos. Ronda o mistério; sinto que há um ritual em curso\, embora não seja capaz de nomeá-lo.” escreve Ana Avelar\, que assina o texto crítico da mostra. \nDurante a abertura\, que acontece entre 15h e 18h\, a artista Mayla Goerisch apresenta uma peça sonora que se inspira e dialoga com a exposição O Lado de Fora dos Olhos Fechados.
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LOCATION:Central Galeria\, R. Minas Gerais\, 362 – Higienólpolis\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"TUDO PODE (perder-se)" de Tadeu Jungle no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Tadeu Jungle\, “TUDO PODE”\, performance urbana 2004. Divulgação \nO multiartista Tadeu Jungle apresenta a mostra “TUDO PODE (perder-se)” a partir do dia 19 de fevereiro de 2025 no Centro Cultural Fiesp – Espaço de Exposições\, nos Jardins\, em São Paulo. Curada por Daniel Rangel\, é a primeira exposição retrospectiva e prospectiva do multiartista – que completa 45 anos de produção\, que é um herdeiro da poesia concreta e um dos precursores da videoarte no País. A visitação gratuita segue até o dia 20 de julho de 2025. \nO espaço será ocupado por obras que se dividem em poética verbivocovisual\, incluindo peças originais dos anos 80 e trabalhos\, especialmente concebidos para a exposição. São instalações de suportes e técnicas variadas\, relacionadas ao universo das artes visuais e da comunicação de massa e ainda uma série de vídeos\, relacionada com sua produção de videoarte. \n“O conjunto exposto\, visualmente\, ressoa como uma ópera-rock com distintos climas e nuances que variam ao longo da montagem-partitura. A densidade ruidosa das obras no espaço emana conceitos inerentes à sua produção de mais de quarenta e cinco anos\, porém\, sem almejar dar conta da totalidade dessa. Expansões ainda são necessárias\, incluindo ações online\, projeções na fachada de prédios\, exibições de filmes e muitas conversas com o artista – criador-criatura – que está aqui\, afinal\, aqui\, tudo pode.”\, afirma o curador Daniel Rangel no texto curatorial. \n“Esta mostra é onde a poesia visual se apresenta também como arte visual. A poética vai para a parede\, vira escultura\, ganha moldura\, textura\, forma e peso\, com obras feitas em papel\, mas também em tapeçaria\, alumínio\, mármore e bronze e formatos variados como um estandarte de Carnaval e um objeto em papier machê com terra vinda do Grande Sertão de Guimarães Rosa”\, afirma o artista. \nA imagem da exposição toma como base uma foto do artista visual Jean Cocteau (1889-1963)\, realizada pelo fotógrafo Philippe Halsman\, em 1949\, onde o caráter de multiartista é explicitado. \nAo escolher sua foto para constar na exposição\, Jungle optou pelo humor e fez uma escultura triédrica intitulada “Autorretrato publicitário cara de cu”\, em que ironiza o comportamento do mundo publicitário\, área em que atuou por anos. \nA Gerente Executiva de Cultura do Sesi-SP\, Débora Viana\, destaca a importância para o SESI-SP promover o acesso à cultura com projetos como esse: “Reiteramos o nosso compromisso em promover no Centro Cultural Fiesp espaço para a reflexão e fruição artística\, proporcionando ao público acesso a produções de qualidade\, disruptivas que incentivam a reflexão e a experimentação. Tadeu Jungle é um multiartista e podemos apreciar uma mostra inédita com suas obras concentradas em nosso Espaço de Exposições. No Sesi-SP consideramos crucial a formação de novos apreciadores das artes\, promovendo a difusão e o acesso à cultura de maneira gratuita. Por isso\, atuamos em todas as linguagens artísticas\, convidando o público a mergulhar de cabeça no universo do conhecimento e da expressão artística”.
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SUMMARY:MAM São Paulo promove bate-papo com curadores em espaço aberto na Paulista
DESCRIPTION:Nesta quinta-feira\, 29 de maio\, às 18h\, o MAM São Paulo realiza um bate- papo com os curadores Cauê Alves e Gabriela Gotoda no Centro Cultural Fiesp. O encontro marca o lançamento do catálogo da exposição MAM São Paulo: encontros entre o moderno e o contemporâneo – em cartaz no mesmo endereço até 8 de junho com mais de 100 obras da coleção do museu –\, que na data terá 20% de desconto (de R$119\,90 por R$95). \nAlém do lançamento do catálogo — uma publicação que aprofunda os seis eixos curatoriais da mostra e propõe reflexões sobre os diálogos entre tempos e linguagens da arte brasileira –\, a conversa com os curadores visa aprofundar os conceitos trabalhados na exposição MAM São Paulo: encontros entre o moderno e o contemporâneo. \nA mostra apresenta uma seleção de mais de 100 obras do acervo do MAM São Paulo\, reunindo artistas de diferentes gerações\, estilos e linguagens. Organizada em seis eixos temáticos\, a mostra propõe uma leitura não linear da história da arte brasileira\, colocando em evidência aproximações poéticas e tensões formais entre produções modernas e contemporâneas. Mais do que estabelecer divisões cronológicas\, a curadoria aposta no diálogo entre tempos\, convidando o público a refletir sobre permanências\, rupturas e reconfigurações no campo da arte.
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SUMMARY:"Espelho do Poder" no Sesc Avenida Paulista
DESCRIPTION:Bárbara Wagner & Benjamin de Burca\, “Swinguerra” (still)\, 2019 – Divulgação\n\n\n\n\nEspelho do Poder é o título da exposição concebida como um show audiovisual pela dupla de artistas Bárbara Wagner & Benjamin de Burca especialmente para o Sesc Avenida Paulista. Com curadoria geral de Clarissa Diniz e curadoria de acessibilidade e coordenação do projeto educativo pelo coletivo alingua\, a mostra parte de uma reflexão sobre as políticas do olhar e as práticas de espelhamento presentes em Swinguerra (2019) e One Hundred Steps (Cem Degraus\, 2020).  \nOs filmes serão exibidos como um espetáculo\, no qual o público será conduzido pela voz da mestra de cerimônias Indra Haretrava\, que comenta as obras da dupla\, seus contextos e métodos. Com audiodescrição\, legendagem e videolibras Espelho do Poder ficará disponível para visitação de 20 de fevereiro a 3 de agosto de 2025\, no Sesc Avenida Paulista (5º andar). \nWagner & de Burca são conhecidos por realizar filmes experimentais que investigam manifestações artísticas não hegemônicas. Concebidas como ambientes e instalações\, suas obras em audiovisual sempre trazem a música como fio condutor das narrativas híbridas\, que navegam pelos gêneros do documentário e da ficção\, colocando em evidência práticas culturais\, como o brega\, o funk\, o gospel\, o hip-hop e o agitprop. \nElemento central de sua metodologia é a colaboração; em seus filmes\, os protagonistas respondem por elaborar e reencenar suas próprias formas de representação diante da câmera. Essa abordagem colaborativa não apenas traz profundidade às suas narrativas\, mas também questiona a relação tradicional entre artista e sujeito retratado\, dissolvendo barreiras e ampliando o campo de representação cultural. \nSobre este processo\, a curadora comenta: “encarando a lente da câmera como espelho\, reflexivamente\, cada participante agencia sua própria recriação como personagem e integra a roteirização dos filmes em diálogo com Wagner & de Burca. Um método de trabalho que instiga trocas entre os artistas e as perspectivas poético-políticas que a criação coletiva dos filmes faz aproximar”. \nAinda acerca do movimento colaborativo\, a equipe do coletivo alingua ressalta que seu procedimento envolve o reconhecimento das especificidades das exposições para o desenvolvimento de projetos de educativo e acessibilidade estética. Em ambos os casos\, a proposta é ampliar os caminhos de comunicação dentro do contexto de cada exposição. Nesse processo\, essas dimensões se entrelaçam\, tornando difícil definir onde uma começa e a outra termina\, como partes distintas de um só corpo. \nA mostra conta ainda com direção de arte e projeto expográfico de Juliana Godoy\, luz de Anna Turra\, design do Estúdio Margem\, música de Carlos Sá e dramaturgia de João Turchi.
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SUMMARY:"Zanele Muholi: Beleza valente" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Somnyama Ngonyama II\, Oslo\, Noruega\, 2015 © Zanele Muholi\, cortesia Yancey Richardson Gallery\, Nova York \nExposição retrospectiva de Zanele Muholi\, um dos nomes mais aclamados da fotografia contemporânea. Desde o início dos anos 2000\, Muholi\, que se define como ativista visual\, documenta a vida da comunidade negra LGBTQIAPN+ na África do Sul e no mundo. A exposição reunirá suas principais séries fotográficas\, especialmente Faces and Phases (extenso mapeamento de pessoas lésbicas\, bissexuais\, não binárias e transmasculinas feito desde 2006\, hoje com centenas de fotos)\, Somnyama Ngomyama (autorretratos que tratam de temas como racismo\, trabalho\, eurocentrismo e sexualidade)\, Brave Beauties e trabalhos inéditos produzidos no Brasil.
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SUMMARY:"Ofício: Barro: Sallisa Rosa: Eixo Terra" no Sesc Pompeia
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Sallisa Rosa. Foto: Sesc Pompeia/Alexandre Leopoldino \nO barro é matéria do tempo. Sua textura ambígua guarda em si a síntese da terra: maleável\, sugere a força latente do vir a ser; firme\, revela por meio das marcas a memória do que se deixou moldar. \nSeguindo sua natureza dual\, o solo molhado sustenta as dimensões subterrâneas e expostas\, convivendo entre raízes e brotos\, dando suporte a tudo que nele passa e sendo o teto do que vive abaixo da terra. Nesse sentido\, a terra úmida é também uma espécie de semente de água\, carregando a história de erosões\, fertilidade e transformações. \nO projeto Ofício\, relacionado às Oficinas de Criatividade\, recebe a exposição Eixo Terra\, de Sallisa Rosa\, e nos convida a sentir a terra como memória tátil\, como corpo. Acionando temas como ancestralidade e território\, podemos nos perguntar: quais são as intervenções que os corpos humanos têm feito com o corpo-Terra? \nAo apresentar artistas significativas no contexto contemporâneo\, como é o caso de Sallisa\, o Sesc valoriza o trabalho de criação\, e propõe dar visibilidade a esses processos como convite para aproximações com materialidades diversas\, intersecções incontornáveis e experiências de convivência em que tanto arte quanto pessoas se deixem afetar e expandir.
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SUMMARY:"Cidadela" de Maria Ezou na CAIXA Cultural
DESCRIPTION:Créditos: Mônica Cardim / Divulgação \nNo dia 07 de março chega à CAIXA Cultural São Paulo\, Cidadela\, a exposição individual da artista visual Maria Ezou\, que convida o público para uma experiência imersiva no universo das infâncias\, suas sensações e subjetividades. \nA Cidadela é uma instalação interativa\, que materializa uma cidade imaginária e biocêntrica\, uma fortaleza onírica onde os seres humanos\, seus corpos\, as casas e o restante da natureza são partes de um mesmo sistema: harmônico e fantástico. \nAo chegar na exposição\, o público se depara com um portal de entrada\, que se assemelha à uma trama de raízes aéreas de mangue e à silhueta de uma montanha. A estrutura\, que leva o nome de “estufa”\, tem suportes que guardam pequenos vasos biodegradáveis com matéria orgânica; sementes nativas do bioma original da cidade de São Paulo\, a Mata Atlântica\, e lápis e papel. Ali o público pode realizar suas primeiras interações com a obra\, seja pelo plantio de mudas que serão destinadas à restauração ambiental ou realizando um autorretrato que integrará a galeria de novos “habitantes” da Cidadela. \nAo adentrar um pouco mais\, descortina-se a cidade formada por 15 “casas-corpos” – esculturas feitas a partir do molde do tronco da própria artista\, com diminutas janelas e portas em seu ventre\, que dão acesso a minimundos imaginários. No interior de cada “casa-corpo”\, o olhar curioso se depara com uma dramaturgia particular\, dialogando com um aspecto diferente da infância\, interconectado com o fluxo dos corpos e suas distintas emoções\, o cotidiano das casas e as dinâmicas da natureza. Para contar cada história\, o cenário e objetos\, em miniatura\, são animados por autômatos mecânicos e eletrônicos\, pela transição de luzes e pela trilha sonora individual de cada casa\, além de estímulos auditivos como o som das águas\, do vento\, do pisar na terra e do crepitar do fogo. Cada “casa-corpo” recebe também uma audiodescrição\, que promove a acessibilidade. \nO fio condutor das obras são as artes têxteis\, que Ezou intersecciona com o teatro de animação\, a arte eletrônica\, o audiovisual\, a literatura\, as musicalidades e os autômatos artesanais. Ela ainda emprega técnicas auxiliares como marcenaria\, serralheria artesanal e colagem e\, por fim\, as conecta a saberes como mecânica do movimento\, arquitetura vernacular\, biologia e agroecologia. Assim\, Maria tece o enredo que resulta na narrativa maior\, o mundo sonhado da Cidadela. \nPara proporcionar uma experiência plena às crianças\, a expografia respeita as dimensões dos pequenos\, e os minimundos são localizados na altura do olhar da criança. Para os adultos\, o convite é para que experimentem a Cidadela a partir do ponto de vista dos pequenos. \nA exposição pretende reafirmar o corpo como espaço de autonomia e alteridade e\, por isso\, cada espectador escolhe sua trilha de visitação\, descobrindo\, em cada Casa\, um universo particular e a temática inerente à infância daquela obra. Compõem a Cidadela as Casas Gestar; Infância; Memória; Amor\, Raiva; Empatia; Espera; Afeto; Alegria; Proteção; Desafio; Preguiça; Liberdade; Medo e Tristeza. \nEm Cidadela\, o corpo de Maria Ezou é o corpo do universo. Raízes\, corpo\, montanha. Mulher-natureza\, guiada por mapas\, casas e seus interiores – cartografias que apontam para a direção coletiva. Cartógrafa dos afetos\, parte das espacialidades e mergulha nas infâncias como um ato político. Onde o caminhar coletivo é o único possível. \nHoje as obras de Ezou estão situadas no campo das artes visuais\, da performance e da instalação\, mas\, nos primeiros anos de sua trajetória\, produziu muitos trabalhos para o campo das artes cênicas e com teatros de grupo\, assim aprendeu e aprimorou seu ofício na lógica da colaboração e coletividade. Em a Cidadela\, essa dinâmica segue presente. As obras da exposição têm a concepção e realização individual de Maria Ezou\, mas contam com a colaboração de outros artistas e mestres de diferentes ofícios\, que\, convidados por Maria\, trouxeram sua especialidade para o processo de preparação das obras. Entre os 17 convidados estão André Mehmari (produtor e intérprete musical); Heloisa Pires Lima (dramaturgia do movimento); Juliana Notari (dramaturgia do movimento); Mônica Cardim (fotografia artística); Leonardo Martinelli (composição musical); Willian Oliveira (desenvolvimento dos sistemas eletrônicos); Cristina Souto (desenho de luz)\, entre outros. \nA exposição\, que segue para a CAIXA Cultural Rio de Janeiro e Curitiba na sequência da temporada paulistana\, integra o projeto homônimo\, Cidadela\, que\, em diferentes formatos\, já passou\, desde 2019\, por Minas Gerais\, Brasília e São Paulo e Fortaleza\, somando mais de 31.000 espectadores.
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LOCATION:CAIXA Cultural São Paulo\, Praça da Sé\, 111 – Centro\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"O Ar\, Invisível Tecido do Mundo" de Heloisa Hariadne no Farol Santander
DESCRIPTION:Obra de Heloisa Hariadne. Divulgação / Farol Santander \n\nExplorando a interseção entre imaginação\, natureza e atmosfera\, Heloisa Hariadne dissolve a paisagem em um campo fluido\, onde as cores não apenas habitam a superfície\, mas se entrelaçam a processos vitais\, pulsando como ecos da própria vida e despertando emoções. \n\n\nAo permitir que a cor transite entre o visível e o intangível\, a artista nos convida a perceber a plasticidade da atmosfera\, onde memórias\, sensações e ritmos se entrelaçam. Suas pinceladas elaboram camadas cromáticas que transcendem a representação\, nos convidando a experimentar a cromaticidade de nosso entorno\, reconhecendo nossa capacidade de expandir nossa percepção e de transformar o espaço em um campo sensorial vivo. Em suas obras\, o ar não é apenas um elemento invisível\, mas o tecido que une a paisagem ao olhar\, revelando a essência que sustenta o mundo: a simbiose entre tudo o que vive.
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LOCATION:Farol Santander\, 24 R. João Brícola Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Mirian Inêz da Silva Cerqueira\, Sem título\, s.d.\, Coleção Vilma Eid. Foto: João Liberato\n\n\n\n\nO Instituto Tomie Ohtake apresenta Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto\, exposição que se dedica a examinar o acervo da colecionadora e galerista Vilma Eid\, que\, nos últimos quarenta anos\, forjou uma coleção singular\, reunindo trabalhos de mais de 100 artistas entre os ditos populares\, modernos e contemporâneos. \nCom mais de 300 obras divididas em duas salas\, a mostra tem curadoria de Ana Roman e Catalina Bergues e ficará em cartaz entre 14 de março e 25 de maio de 2025\, paralelamente à exposição Patricia Leite – Olho d’água. Em cada canto é uma realização da Casa Fiat de Cultura e do Instituto Tomie Ohtake\, via Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura\, e conta com o patrocínio da Stellantis\, sob a chancela Apresenta; do Itaú Unibanco\, sob a chancela Platina; do BMA Advogados\, sob a chancela Bronze; e da Galeria Estação\, sob a chancela Apoio. \nEntre 17 de junho e 17 de agosto\, a exposição segue em itinerância para a Casa Fiat de Cultura\, em Belo Horizonte. \nA mostra integra o programa de exposições Instituto Tomie Ohtake visita\, que busca criar conexões com colecionadores e agentes do circuito da arte\, proporcionando acesso a coleções que\, em parte\, são pouco exibidas ao grande público. Apresentadas sob diferentes leituras curatoriais\, essas mostras se aproveitam de combinações improváveis de artistas e trabalhos para contemplar novas perspectivas de uma história da arte já consolidada. \nNo contexto da exposição\, será lançada\, em parceria com a Editora Martins Fontes\, a coletânea Arte Popular – Modos de Usar\, organizada por Amanda Reis Tavares Pereira — pesquisadora e curadora que tem consolidado investigações que ampliam e atualizam os debates sobre o tema. O livro recompila\, discute e revisita a historiografia e as questões ligadas à arte popular\, com textos de Lélia Coelho Frota\, Fernanda Pitta\, Ana Avelar\, Ayrson Heráclito\, entre outros\, oferecendo uma leitura atualizada tanto de textos históricos quanto contemporâneos. \nVilma Eid desempenha um papel fundamental na valorização da arte popular brasileira. Como fundadora da Galeria Estação\, inaugurada há 20 anos ao lado de seu filho Roberto Eid Philipp\, a galerista se dedica incansavelmente à promoção\, reconhecimento e inclusão dos artistas populares no cenário artístico nacional e internacional\, evitando rótulos que possam limitar ou estigmatizar tais artistas e suas produções. Ao dizer que “Arte é arte. Não importa a classificação”\, Eid afirma seu entendimento sobre os múltiplos caminhos da criação artística. \nEm sua casa\, a galerista dispõe as obras de tal forma a criar conexões inesperadas. Trabalhos de artistas modernos e contemporâneos\, como Geraldo de Barros\, Mira Schendel\, Paulo Pasta ou Tunga\, convivem com os ditos populares\, como José Antonio da Silva\, Izabel Mendes da Cunha\, Itamar Julião ou Véio. Além de estimular o encontro desses trabalhos no ambiente expositivo\, a mostra contribui para o debate sobre categorias de definição no sistema da arte. \nComo defendem as curadoras: “Em vez de fixar uma definição do que é ‘popular’ ou ‘erudito’\, a mostra Em cada canto sugere novas possibilidades de diálogos. Ao apresentar\, pela primeira vez\, o conjunto de obras reunidas por Vilma Eid nos últimos 40 anos\, a exposição põe em evidência como as peças se transformam quando vistas lado a lado\, estimulando o público a perceber a arte brasileira como campo aberto a intersecções e reinterpretações.” \nAs duas salas que compõem a mostra trazem conexões entre artistas e obras encontradas na casa da colecionadora e outras propostas pela curadoria. Estão lá representadas questões recorrentes na história da arte: a relação entre tradição e inovação; temporalidade e espaço; cor e forma ou figuração e abstração. Em alguns casos\, através de categorias ligadas à arte popular\, como o imaginário rural\, a valorização de saberes regionais ou os trabalhos com barro e madeira. Em outros\, com processos costumeiramente relacionados ao modernismo e à arte contemporânea\, incluindo aí os temas conceituais\, a abstração ou o aproveitamento de materiais do dia a dia. Como afirmam Roman e Bergues\, “apresentar\, pela primeira vez\, o conjunto heterogêneo de obras que habitava o ambiente doméstico de Vilma — onde surgiam conexões inusitadas entre estilos\, épocas e técnicas — representa um desafio curatorial para manter a atmosfera de proximidade\, sem abrir mão da clareza expositiva”\, concluem.
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SUMMARY:"Patricia Leite – Olho d’água" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Patricia Leite\, “Avencas”\, 2017. Cortesia da artista e Mendes Wood DM. Foto: EstudioEmObra\n\n\n\n\nO Ministério da Cultura\, via Lei Federal de Incentivo à Cultura\, e o Instituto Tomie Ohtake com e apoio da Mendes Wood DM e Thomas Dane Gallery\, apresentam Patricia Leite – Olho d’água\, exposição realizada na esteira dos projetos que vem promovendo nos últimos anos acerca da representatividade e da importância de artistas mulheres na cena artística nacional – Anna Maria Maiolino; Vânia Mignone; Iole de Freitas\, Maria Lira Marques e Mira Schendel são os exemplos mais recentes. Paralelamente à mostra da artista mineira\, será inaugurada a exposição Instituto Tomie Ohtake visita Coleção Vilma Eid – Em cada canto. \nCom curadoria de Germano Dushá Olho d’água reúne cerca de 30 obras\, entre desenhos\, pinturas e objetos que perpassam os quarenta anos da trajetória artística de Patricia Leite. Estão presentes desde os trabalhos da década de 1980 até outros inéditos realizados em 2025. Segundo Dushá\, o público encontrará “um recorte específico que dá testemunho\, igualmente\, da capacidade elástica e da coesão estilística de uma artista tão inventiva quanto fiel ao seu condão”. \nDo início de carreira\, quando a artista produzia sobretudo desenhos abstratos\, há um destaque para um grupo de pastéis sobre papel que datam de 1986\, além da sua primeira pintura\, uma acrílica sobre tela de 1988. Tempos depois\, Leite passaria a usar a madeira como principal suporte para suas pinturas. Segundo o curador\, apesar do abstracionismo inquestionável\, esses trabalhos iniciais já sugerem um percurso para o que mais tarde será sua figuração. “Para uma imaginação desprendida\, certamente será possível entrever os princípios de um jardim\, de um parque ou de uma serra”\, afirma Dushá.  \nAlgumas das mais emblemáticas obras de Patrícia Leite estão na exposição. São pinturas nas quais a artista cria o que chama de “sensações de paisagens” – um pôr do sol\, um luar\, uma praia ao anoitecer\, cachoeiras\, recortes da mata\, céus estrelados ou com fogos de artifício. Obras cujas fontes de inspiração possam ter sido viagens\, diálogos com amigos\, letras de músicas\, cenas de filmes\, trechos de poesias\, recordações marcantes ou fotografias tiradas por ela ou encontradas. Segundo Dushá\, “Num balanço entre o magnetismo da brasilidade e a vocação para o universal\, sua obra celebra o que há desingular na cultura brasileira\, sem\, no entanto\, limitar-se”. \nDo ponto de vista pictórico\, as pinturas trazem composições sintéticas formadas por grandes blocos de cor\, pinceladas visíveis e texturas marcantes. A paleta cromática é ao mesmo tempo sensível e vibrante\, expondo contrastes sutis entre tons rebaixados e forte luminosidade. \nUma novidade apresentada ao público pela primeira vez nesta exposição são os objetos produzidos entre 2020 e 2025. São pequenas peças compostas pela união de itens encontrados\, como pedaços de vidro\, madeiras\, pedrinhas\, miçangas e miudezas decorativas. Segundo o curador\, “guardam em si o contraste entre a delicadeza e o rudimentar\, afirmando\, de modo proposital\, sua incompletude”. Dushá lembra que\, ao serem expostas ao lado dos primeiros desenhos abstratos\, essa peças “parecem conferir corpo aos diagramas de cores e texturas. De igual modo\, formam pequenas paisagens\, remetendo às praias e morros que observamos nas pinturas de fases mais recentes”\, observa o curador.
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SUMMARY:"Truque" de Ilê Sartuzi no MAC USP
DESCRIPTION:Ilê Sartuzi. Escaneamento de filme 35mm – Divulgação\n\n\n\n\nO MAC USP inaugura no sábado\, 15 de março\, a partir das 11 horas\, a exposição Truque\, de Ilê Sartuzi.\, com uma série de intervenções sutis — semelhantes a truques de mágica — que desvendam elementos infraestruturais de espaços institucionais dedicados à cultura e à arte. Essas obras envolvem elementos tecnológicos de segurança que muitas vezes são invisíveis\, brincando com a experiência do visitante e focando a atenção em aspectos periféricos do ambiente do museu. \nPara desenvolver a produção de Truque\, Sartuzi realizou detalhada pesquisa sobre a estrutura do museu e acordos com diferentes instâncias institucionais\, abrangendo desde curadores até a equipe de segurança e corpo de bombeiros\, todos se debruçando em negociações em torno do escopo arquitetônico. Isso quer dizer que Sartuzi\, antes de passar a decisões estéticas\, aprofundou-se em uma abordagem técnica\, recolhendo vocabulário\, perspectivas e noções a respeito do seu objeto. “Antes de finalmente chegar à imagem\, que potencialmente concentra a novidade\, ou\, idealmente\, alguma possibilidade de transformação\, a produção de Sartuzi costuma se nutrir de variados modelos linguísticos\, como o literário\, o arquitetônico\, o teatral e o coreográfico”\, comenta Marcela Vieira\, curadora da exposição. \nA exposição tem dois núcleos principais. Na série de Proposições para sistemas de segurança de museus (2023)\, As obras\, por vezes acionadas pela presença do visitante sugerem uma coreografia e novas configurações do espaço. O público é capaz de ativar as estruturas do ambiente\, fazendo-o reagir aos percursos e movimentos. Já a videoinstalação Sleight of Hand (2023-2024)\, acompanhada de um conjunto de documentos e objetos relacionados a ela\, registra a ação realizada em 18 de junho de 2024\, no British Museum\, em Londres\, quando\, durante um programa que permite aos visitantes manipularem peças do acervo\, o artista usou uma técnica de mágica para trocar uma moeda original\, cunhada em 1645\, por uma réplica. Em seguida\, Sartuzi caminhou em direção à rua e\, antes de sair\, depositou a moeda na caixa de doações da instituição.
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SUMMARY:"Huis Clos" na Casa Zalszupin
DESCRIPTION:Iberê Camargo\, “Figura em movimento”\, 1970 – Divulgação / Casa Zalszupin\n\n\n\n\nO encontro de Iberê Camargo (1914-1994) com Miguel Rio Branco nesta exposição justifica a escolha do título Huis Clos para a mostra\, alusão a um mundo opressivo\, sem saída de emergência. Em ambos os casos\, trata-se de realizadores com rara consciência do trágico. Não o drama\, mas a tragédia. Iberê Camargo amargou uma experiência existencial que o levou\, no derradeiro período de sua vida\, a pintar uma série como As Idiotas\, débeis figuras violentamente banidas do convívio social. Miguel Rio Branco fixou em imagens o peso dessa decrepitude\, voltando seu olhar para proscritos e deserdados sociais.  \nContudo\, a reunião de Iberê e Miguel Rio Branco não se dá apenas pela convergência de conteúdo temático. Embora seja um nome internacionalmente consagrado por seu trabalho fotográfico\, Miguel começou sua carreira como pintor. E segue pintando até hoje\, como é possível atestar em Huis Clos. A exposição tem desde raras telas dos anos 1960 até aquarelas e pinturas recentes\, além de obras inéditas próximas do universo de Iberê Camargo. Dois trágicos nos trópicos.  \nComo contrapeso que equilibra a carga trágica da obra de ambos\, a exposição reúne móveis desenhados por Jorge Zalszupin. Muitos foram originalmente criados para esta casa\, sua residência.  \nO espírito lúdico que animou Zalszupin a desenhar peças leves como a poltrona Dinamarquesa\, o banco Vintage ou a mesa lateral Capri\, brincando com a criação de figuras geométricas no espaço vazio\, surpreende. Zalszupin foi um exemplo de superação da tragédia\, um refugiado polonês\, perseguido pelo nazismo\, que encontrou no Brasil seu lugar no mundo.  \nÉ preciso dizer que até mesmo Iberê começou lúdico. Um dos seus temas recorrentes é o dos “carretéis”\, brinquedos da infância do pintor que o conduziram da figuração à abstração. Há pelo menos um exemplo histórico dessa passagem na mostra\, a tela “Fiada de Carretéis” (1961)\, mesmo ano em que Iberê ganhou o prêmio de melhor pintor nacional na 6ª. Bienal de São Paulo.  \nDos anos 1960 em diante\, a pintura de Iberê passou por um adensamento matérico. E\, a despeito do uso de tons menos crepusculares nos anos 1970\, ele ainda recorreu à espátula e a uma paleta escura nessa década.  \nHá\, na exposição\, vários óleos dos anos subsequentes assinados por Iberê Camargo. Em termos comparativos\, as primeiras telas de Miguel Rio Branco\, pintadas nos anos 1960\, em Nova York\, fazem uso de uma paleta igualmente escura para mostrar um lado menos glamourizado da metrópole americana\, o dos bairros com prédios marcados pela erosão urbana.  \nJá nessas primeiras pinturas\, Miguel Rio Branco anuncia o que viria a explorar em fotografias ancoradas na montagem cinematográfica. Há uma ligação estreita entre as imagens desses prédios nova-iorquinos e os cortiços que seriam retratados cinco anos depois pelo cineasta independente Hal Ashby em seu filme de estreia\, The Landlord (Amor sem Barreiras\, 1970)\, fotografado pelo também estreante Gordon Willis (de O Poderoso Chefão e Manhattan).  \nEssa antecipação só acentua o dom visionário de Miguel\, que também trabalhou com cinema\, fazendo uso da sintaxe da edição tanto em suas pinturas como em suas instalações fotográficas (uma prova incontestável do domínio dessa linguagem é a histórica obra Entre os Olhos\, o Deserto\, que incorpora desde ferro enferrujado até paredes descascadas). Obra de 1997\, ela pode ser vista no pavilhão permanente do artista em Inhotim.   \nNesta exposição\, Miguel faz citações diretas a artistas de sua predileção em obras como as fotografias Azul (homenagem a Yves Klein) e Morandi Perverso. Nos dois casos\, cria-se um vínculo com a realidade por meio de signos pictóricos\, o azul criado e patenteado em 1962 pelo francês Yves Klein\, e a garrafa das naturezas-mortas de Morandi\, ícone da sua obra.  \nOutros artistas referenciais para Iberê e Miguel poderiam ser mencionados\, bastando\, no entanto\, citar Goeldi como uma figura paradigmática no imaginário pictórico dos dois. É a decomposição goeldiana do mundo que interessa à dupla\, um mundo muito parecido com a obra em seda Hell’s diptych\, de Rio Branco\, representação metafórica do “huis clos” da peça homônima de Sartre e\, por que não\, de sua mais conhecida fala: “O inferno são os outros”.  \nAntonio Gonçalves Filho
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SUMMARY:"Arte Leve" na Casa Yara DW
DESCRIPTION:Sarah Nazareth\, “Atalho”\, 2024. Foto: Ana Pigosso \nA Casa Yara DW apresenta Arte Leve\, uma exposição que propõe um novo olhar sobre a circulação da arte contemporânea brasileira. Com obras de artistas de todos os 26 estados do país\, mais Distrito Federal\, a mostra nasce de um processo: cada peça viajou pelo país pelos Correios\, respeitando um limite de peso de 500 g e de tamanho\, com no máximo 40 x 40 cm\, desafiando conceitos tradicionais de montagem expositiva e ampliando as possibilidades de acesso e difusão artística. \nA exposição se apresenta “não como um ponto final\, mas um marco inaugural\, um gesto de abertura”\, como destaca a curadora da mostra\, Érica Burini (Ateliê397)\, no texto curatorial. Inspirado na prática da artista e organizadora Yara Dewachter\, fundadora do grupo Aluga-se (2010-2017) e do espaço que recebe a exposição\, o projeto se insere em uma reflexão mais ampla sobre circulação da arte e acessibilidade dos espaços expositivos. \nA seleção dos trabalhos foi feita pelo júri formado por Burini junto ao curador Alexandre Araujo Bispo e ao artista e curador Orlando Maneschy. O trio analisou 471 propostas de todo Brasil para chegar à composição do time de 27 artistas que compõe Arte Leve. “Muitos dos artistas selecionados ainda não têm visibilidade nacional\, mas suas produções apontam caminhos instigantes para pensar a arte contemporânea no Brasil”\, escreve Burini. \nPara Burini\, o conjunto final de artistas reflete “a complexidade da produção contemporânea” no país\, incluindo diferentes trajetórias\, formações e linguagens. A seleção compõe um mosaico abrangente\, com nomes tão diversos como do jovem pintor ribeirinho Amilton\, da Ilha do Ferro\, no sertão alagoano\, e Yiftah Peled\, artista israelense residente em Vitória\, no Espírito Santo\, que participou da Bienal Internacional de São Paulo\, em 1994. \nA exposição também evidencia a diversidade de técnicas e abordagens\, reunindo desde investigações narrativas e tecnológicas —caso de Osmar Domingos\, de Itajaí\, Santa Catarina\, que usa a robótica para criar instalações que mimetizam ecossistemas e obras interativas— até criações que exploram a materialidade e o fazer artesanal. “Arte Leve se coloca como um espaço de experimentação\, onde a pluralidade não é apenas um dado de seleção\, mas uma proposta curatorial ativa”\, afirma a curadoria. \nAo conectar artistas de diferentes partes do país\, Arte Leve reafirma a importância de abrir caminhos para novas vozes e ampliar os circuitos de visibilidade da arte contemporânea. Ao traçar “um mapa alternativo da produção contemporânea”\, onde cada obra se torna um ponto de conexão entre paisagens culturais distintas\, além de estimular conexões futuras entre criadores\, instituições e pesquisadores. \nArtistas participantes: \nAmilton (AL)\, Amanda Fahur (PR)\, Ana do Vale (RN)\, Allyster Fagundes (PA)\, Aram (SP)\, Beatriz Pessoa (MG)\, Charles Macuxi (RR)\, Cláudio Montanari (TO)\, Danilo de S’Acre (AC)\, Estêvão da Fontoura (RS)\, Eulália Pessoa (PI)\, Filipe Alves (CE)\, Gabriel Bicho (RO)\, Glênio Lima (DF)\, Levi Gama (AM)\, Lola Pinto (PB)\, Luis Napoli (MT)\, Luiz Sisinno (RJ)\, Nau Vegar (AP)\, Osmar Domingos (SC)\, Priscilla Pessoa (MS)\, Regina Borba (MA)\, Renata Voss (BA)\, Ricardo Masi (GO)\, Sarah Nazareth (PE)\, VÉIO (SE) e Yiftah Peled (ES)
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LOCATION:Casa Yara DW\, R. Costa Carvalho\, 52 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:"Pintura coreana: carimbo e design" no Centro Cultural Coreano no Brasil
DESCRIPTION:Shin Yun-bok\, “Weolha Jeongin (Dois amantes sob o luar)\, Dinastia Joseon”. Crédito: Museu Nacional da Coreia \nDe 16 de março a 29 de junho\, o Centro Cultural Coreano no Brasil apresenta a exposição Pintura coreana: carimbo e design\, de Suldurumi. Com uma trajetória no design gráfico\, o artista coreano reinterpreta as artes tradicionais do país por meio de técnicas contemporâneas\, criando um diálogo entre passado e presente. \nA obra de Suldurumi dialoga com diversas expressões tradicionais coreanas. Elementos do bojagi — arte têxtil que une retalhos geométricos em um tecido único\, em geral\, para o embrulho de presentes — aparecem em suas composições\, assim como referências à minhwa\, pintura folclórica coreana bastante popular entre os séculos XVIII e XIX\, que retratava o cotidiano e os costumes da Coreia da época. Além dessas influências visuais\, o artista também se inspira na poesia de Yun Dong-ju (1917-1945)\, reconhecido por seus poemas de resistência durante a ocupação japonesa. \nEm sua releitura\, Suldurumi pinça cenas dessas obras milenares e as reproduz pela sobreposição de carimbos. Pouco a pouco\, a folha em branco vai ganhando formas e cores aparentemente desconexas e abstratas até se revelar numa figura bem elaborada e repleta de detalhes. \n“Acredito que esta exposição pode mostrar como a arte minhwa\, de aparência antiga\, pode passar por uma transformação natural\, tornando-se uma expressão visual acessível e significativa para todos ao redor do mundo. Mesmo com as mudanças\, espero que possamos redescobrir o charme único da estética coreana\, sem perder suas cores autênticas e o espírito simples de nossos ancestrais\, que usavam o humor e a sátira como formas de expressão”\, afirma Suldurumi.
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SUMMARY:Galeria Paulo Kuczynski inaugura nova sede com mostra de Eleonore Koch
DESCRIPTION:Eleonore Koch\, Sem título\, 1987 – Divulgação / Galeria Paulo Kuczynski\n\n\n\n\nA Galeria Paulo Kuczynski\, referência no mercado de arte brasileira desde sua fundação em 1973\, anuncia uma nova fase com a abertura de sua sede ampliada e modernizada. Projetada pelo escritório Reinach Mendonça Arquitetos – RMAA\, a nova galeria foi erguida no mesmo local onde o marchand Paulo Kuczynski atuou por cinco décadas com seu Paulo Kuczynski Escritório de Arte. Para marcar essa transição histórica\, a galeria apresenta uma exposição inédita dedicada à obra da pintora de origem alemã Eleonore Koch (1926-2018)\, artista que figurou em algumas edições da Bienal de São Paulo\, e única discípula do mestre Alfredo Volpi. Intitulada Não são coisas do cotidiano\, só parecem\, a exposição promete ser um marco na trajetória da galeria e um tributo à obra desta artista singular\, cuja genialidade continua a encantar colecionadores e admiradores em todo o mundo. \nSegundo o historiador de arte Giancarlo Hannud\, a mostra reúne um conjunto representativo de obras que traçam um panorama da trajetória de Eleonore\, desde seus primeiros trabalhos até suas últimas criações. A exposição é um convite para refletir sobre a sensibilidade técnica e emocional da artista\, que soube capturar\, em cada tela\, o ordenamento das coisas do mundo como resposta à desordem ao seu redor. \n“Mais de cinquenta anos separam o óleo Natureza-morta (1949) dos primeiros trabalhos sobreviventes de Eleonore Koch\, da têmpera Despedida com tulipas (2001)\, possivelmente sua última obra”\, \ndestaca Giancarlo Hannud. “Se em 1949 vemos os passos iniciais da jovem estudante de escultura\, já em 2001 testemunhamos o refinamento máximo de sua sensibilidade técnica e emocional\, lentamente depurada ao longo de ausências e solidões. Ambas as pinturas destacam sua incessante busca pelo ordenar das coisas do mundo\, possivelmente como resposta à desordem ao seu redor. Enigmáticas e distantes\, elas nos provocam curiosidade e reflexão sem nunca se entregarem completamente na manipulação de suas cenografias do humano.”  \nA relação entre Paulo Kuczynski e Eleonore Koch remonta ao final dos anos 1970\, quando o galerista adquiriu sua primeira obra da artista: uma tela marcante com uma cadeira vazia e solitária\, num cômodo igualmente vazio. “Tive a sorte de comprar minha primeira obra de Eleonore Koch no final dos anos 1970”\, relembra Kuczynski. “A cadeira\, a única protagonista da cena. Desde então\, sempre que olho para a obra\, me pergunto a quem essa cadeira aguardava. Quem nela sentaria?”  \nAo longo dos anos\, a amizade entre eles cresceu\, assim como o interesse de Kuczynski pela obra de Eleonore. Entre 2013 e 2015\, já debilitada\, a artista fez um pedido surpreendente ao galerista: que ele “herdasse” suas pinturas e arquivos pessoais\, incluindo cerca de doze telas e centenas de estudos preparatórios. Esse legado agora ganha vida na exposição que inaugura a nova galeria\, celebrando a memória e o impacto duradouro de uma das figuras mais enigmáticas da arte brasileira.  \nUm capítulo especial desta homenagem é a parceria com a colecionadora Clara Sancovsky\, cujo olhar precursor foi fundamental para difundir e valorizar a obra de Eleonore Koch. “Se há alguém que difundiu\, valorizou e abriu os olhos dos colecionadores para a pintura de Lore\, essa pessoa é Clara Sancovsky. Seu olhar precursor flagrou e compreendeu a delicadeza da obra da artista”\, escreve Paulo Kuczynski no catálogo da exposição. É um prazer imenso contar com obras de sua coleção\, possivelmente as melhores\, somadas às da galeria para esta mostra-homenagem a Eleonore Koch.”  \nA mostra também resgata parte significativa da história de Eleonore\, incluindo sua amizade com Volpi\, seus anos em Londres como tradutora na Scotland Yard e sua relação com o aristocrata Alistair McAlpine\, mecenas que colecionou várias de suas obras. Infelizmente\, grande parte dessa produção foi perdida em um incêndio na casa de campo de McAlpine\, em 1990.  \nA nova sede da Galeria Paulo Kuczynski não apenas celebra meio século de dedicação à arte\, mas também projeta o futuro\, oferecendo um espaço moderno e acolhedor para artistas e colecionadores. O projeto arquitetônico de Reinach Mendonça une funcionalidade e elegância\, criando um ambiente ideal para experiências imersivas com a arte. 
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LOCATION:Galeria Paulo Kuczynski\, Alameda Lorena\, 1661 – Cerqueira Cérsar\, São Paulo\, SP\, Brazil
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SUMMARY:"Julia Isidrez & Maria Lira" na Gomide&Co
DESCRIPTION:Maria Lira Marques\, Sem título\, 2024 – Divulgação Gomide&Co\n\n\n\n\nA Gomide&Co apresenta a mostra que inaugura seu calendário expositivo de 2025\, uma exposição em duo de Julia Isidrez (Paraguai\, 1967) e Maria Lira (Brasil\, 1945). Com ensaios críticos inéditos de Sofia Gotti e Chus Martínez e expografia de Lucas Jimeno\, a abertura será em 20 de março\, às 18h\, com visitação até 17 de maio de 2025. \nBaseada em projeto apresentado pela galeria em Nova York no ano passado\, durante a feira Independent 20th Century\, a exposição é uma oportunidade para o público brasileiro ter contato com o diálogo entre as obras dessas duas artistas visuais que têm muito em comum\, apesar das particularidades regionais e culturais que demarcam suas produções\, apresentando as afinidades que são perceptíveis entre seus contextos distantes. Ambas as artistas trabalham a partir de antigas tradições indígenas ou afro-indígenas\, criando\, nos dias atuais\, obras que escapam do programa tradicional da arte no Ocidente. \nAtuam\, também\, como líderes comunitárias\, contribuindo para a realidade sociocultural dos respectivos locais de origem. São\, portanto\, vozes que se encontram no âmbito de uma perspectiva do pensamento decolonial\, no sentido de reconhecer a plena validade de suas práticas no panorama artístico atual e desafiar paradigmas há muito presentes no circuito oficial de arte. \nReunindo as cerâmicas de Isidrez e as pinturas e algumas cerâmicas de Lira (parte das obras apresentadas são inéditas)\, a exposição oferece uma abordagem sobre os paralelos possíveis entre seus contextos de origem. \nDe um lado\, Itá\, no Paraguai\, um centro de produção ceramista de caráter próprio\, com sustentação na experiência indígena\, mais especificamente Guarani\, povo que cultiva a tradição das artes do barro\, inicialmente marcada pela produção de urnas funerárias e vasos votivos. Devido aos processos de invasão e colonização europeia\, permeado por séculos de domínio cultural e religioso\, a região tornou-se um ambiente propício para a reinvenção da identidade indígena e mestiza\, possibilitando o desenvolvimento de uma prática artística comunitária marcada pela autoria individual – caso de Julia Isidrez\, entre outras expoentes do trabalho em cerâmica no país. \nDe outro\, Araçuaí\, no Vale do Jequitinhonha\, região brasileira marcada pelo processo histórico de exploração de suas riquezas minerais\, bem como pelo processo de recuperação cultural promovido entre os anos 1960 e 80 e que resultaram na valorização da cerâmica tradicional afro-indígena praticada ali há séculos pelas populações então escravizadas e de etnias locais\, como Xacriabá e Maxacali. A partir dos anos 1980\, a região vivencia um processo de valorização cultural que passa também pela música em diálogo com a tradição oral – meio pelo qual Maria Lira despontou no cenário cultural\, através do Coral Trovadores do Vale. \nJulia Isidrez aprendeu cerâmica com sua mãe\, Juana Marta Rodas (1925-2013)\, seguindo uma tradição matrilinear da cerâmica Guarani que remonta ao período pré-colombiano. Baseando-se em técnicas de suas antepassadas\, as peças esculpidas por Isidrez transcendem sua função com um vocabulário expressivo de figuras de animais fantásticos oriundos do contexto local\, a cidade de Itá\, próxima a Assunção e ao Lago de Ypacaraí. Expondo junto à sua mãe desde cedo\, o trabalho da artista foi apresentado em individuais e coletivas na América Latina\, América do Norte\, Europa e Ásia.No ano passado\, obras suas estiveram em exibição junto às de sua mãe na 60ª edição da Bienal de Veneza\, curadoria de Adriano Pedrosa. E\, a partir do final de março deste ano\, também estarão presentes na 14ª edição da Bienal do Mercosul\, curadoria geral de Raphael Fonseca. \nA exposição na galeria é a segunda vez que Julia Isidrez é apresentada no Brasil – em especial\, em São Paulo –\, após uma exposição junto a Ediltrudes e Carolina Nogueira com curadoria de Aracy Amaral em 2017. “Essa exposição\, a primeira em São Paulo desde 2017\, nos oferece a oportunidade de aprofundar a reflexão sobre as propriedades estéticas das esculturas em exibição\, com um claro conhecimento de seu papel mutável em diferentes contextos”\, comenta Sofia Gotti. \nNascida e radicada em Araçuaí\, no Vale do Jequitinhonha\, Maria Lira também desenvolveu um interesse precoce pelo trabalho com argila ao observar sua mãe\, Odília Borges Nogueira\, fazendo presépios. Desde a década de 1980\, a artista tem concentrado sua prática na série ‘Meus bichos do sertão’\, pinturas com pigmento mineral de animais imaginários que habitam sua mente inventiva. \nMaria Lira realizou sua primeira exposição em 1975 no Sesc Pompeia e\, desde então\, expôs em diversas instituições nacionais e internacionais\, na Bélgica\, Holanda\, Dinamarca\, França e Estados Unidos. No começo de 2024\, o Instituto Tomie Ohtake apresentou a primeira individual de caráter institucional dedicada à produção da artista: Roda dos bichos\, com curadoria de Paulo Miyada e curadoria assistente de Sabrina Fontenele. Ainda no mesmo ano\, a artista esteve presente com obras inéditas no 38º Panorama da Arte Brasileira\, curadoria de Germano Dushá e Thiago de Paula Souza e curadoria-adjunta de Ariana Nuala. \nAlém disso\, a Gomide&Co em parceria com a Act. Editora lançou sua primeira monografia\, Maria Lira\, com organização de Rodrigo Moura. \nAmbas as artistas também se destacam pela sua atuação no campo do ativismo. Enquanto Maria Lira é conhecida pela fundação do Museu de Araçuaí\, criado com o objetivo de abrigar um acervo de objetos e documentos que registram a religiosidade e os usos\, costumes e ofícios que constituem a história da cidade\, Julia Isidrez se destaca pela Casa Museo Arte en Barro: Julia Isidrez e Juana Marta Rodas\, espaço onde leciona para a comunidade local\, além de criar suas peças e preservar exemplares da produção de sua mãe. \nA exposição a ser apresentada pela Gomide&Co\, portanto\, procura abordar o que existe de similar ou distinto entre essas duas figuras como meio de difundir um entendimento mais amplo sobre as atuais dinâmicas que demarcam a arte contemporânea na América Latina.
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SUMMARY:"Rahj al-ġār" de Dora Longo Bahia na Galeria Vermelho
DESCRIPTION:Dora Longo Bahia\, “Ex-surfistas Desfiguração”\, 1988-2025\n\nEm Rahj al-ġār\, Dora Longo Bahia se refere às Pinturas Desfiguradas de Asger Jorn (1914-1973). O pintor dinamarquês\, fundador do COBRA e membro da Internacional Situacionista\, procurava atacar a superficialidade imagética do espetáculo capitalista\, trabalhando por cima de pinturas e reproduções encontradas em brechós ou cartões-postais\, com uma irreverência destinada a desarmar e reimaginar sua tradição.Longo Bahia cobriu uma série de suas pinturas produzidas entre os anos 1980 e 2000 com novas camadas de tintas\, imagens e significados. Longo Bahia\, como Jorn\, em suas Desfigurações\, não trata a imagem original como um resgate de memória\, mas como um elemento plástico a ser transformado. Suas intervenções não apenas alteram a aparência da obra\, mas redefinem seu significado\, fazendo com que a imagem anterior permaneça como base estrutural e semântica. O movimento não apenas transforma visualmente os suportes\, mas também mantém ou ressignifica seus conteúdos\, fazendo com que a relação entre o original e a intervenção gere novos sentidos.Esse vandalismo estratégico de que a artista faz uso refere-se à tática situacionista do détournement (desvio) — o roubo de uma imagem preexistente para subverter seu significado original. Ao modificar ou construir sobre imagens já existentes\, Longo Bahia também presta homenagem a si mesma\, ainda que de forma sarcástica. Ela copia imagens de artistas que admira e que considera radicais sobre as suas. O uso não é referencial\, e ela chega a dizer que não importa muito saber de quem é essa ou aquela imagem\, já que seu uso é direcionado às suas vontades\, não à mera reprodução. “Eu estou atualizando meu trabalho”\, diz ela.Essa atualização contextual que Dora Longo Bahia faz sobre sua própria obra tem muitas camadas de ação: a reação violenta e visceral como resposta política aos eventos globais\, a referência a rejeição ao Espetáculo da Internacional Situacionista e uma discussão sobre o próprio meio da pintura.Suas novas pinturas negam a pureza do meio: não são planas\, não enfatizam os processos técnicos e a materialidade\, não rejeitam a figuração e\, sobretudo\, negam a ideia de progressão. Suas Desfigurações achatam o tempo do fazer entre Doras separadas por 30 ou 40 anos. Dora Longo Bahia vê sua obra como uma produção que não é estática\, que pode ser desconstruída e questionada.Além das pinturas\, Longo Bahia inclui 9 vídeos na exposição. Em 2021\, convidada pela curadora Cecilia Fajardo-Hill para falar em uma série de encontros da Princeton University (EUA)\, iniciou uma prática em vídeo baseada na sobreposição de múltiplas camadas de vídeos como recurso para uma apresentação sobre sua carreira artística. A partir disso\, Dora radicalizou o procedimento e passou a desenvolver vídeos para palestras\, simpósios e residências que se baseiam na colagem e sobreposição de textos e imagens roubados de diversos autores. Ao modo do détournement\, o uso desse material não cita os autores\, mas sequestra os materiais para construir novos discursos. Dora também mostra um conjunto de panos usados para limpar seus pincéis. Cada um deles\, imbuído de qualidades pictóricas acidentais e muito tempo de trabalho\, traz pintado o nome de um pigmento vermelho\, cor fundamental na obra da artista. Um deles traz o nome realgar\, o título da exposição que Dora transliterou para Rahj al-ġār. O pigmento vermelho-alaranjado é altamente tóxico\, já que é composto principalmente por sulfeto de arsênio. O realgar foi utilizado na produção artística desde a Antiguidade e é usado na produção de fogos de artifício. A adaptação do nome para o título aproxima a palavra de sua origem árabe.A exposição traz um pouco do espaço do ateliê para a montagem. Dora vai cobrir as paredes\, o chão e um mobiliário central – com um sofá e uma televisão que mostra dois dos vídeos – com o mesmo plástico que usa para cobrir as paredes enquanto pinta para colher os rastros dessas pinturas. O aspecto\, além de ateliê\, fica também entre uma cena de crime e uma casa coberta para ser pintada ou abandonada.Na entrada da exposição está um desenho feito por Dora quando criança\, nos anos 1960. A imagem mostra uma cidade urbana\, com trânsito caótico\, acidentes\, prédios\, uma igreja\, uma escola e uma pesada chuva rabiscada por cima do desenho\, de onde emerge a palavra Brasil. Esse trabalho não foi atualizado.
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LOCATION:Galeria Vermelho\, R. Minas Gerais\, 350 - Higienópolis\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"A Dança da Percepção" de Jean Araújo na Luciana Caravello Galeria
DESCRIPTION:Jean Araújo\, “Verde No 42”\, da série Progressão Tonal\, 2025 – Divulgação\n\n\n\n\nA Luciana Caravello Galeria de Arte Contemporânea apresenta a exposição A Dança da Percepção\, primeira individual do artista Jean Araújo (Vitória da Conquista\, 1975) no espaço. Com curadoria de Roberto Bertani\, a mostra acontece de 20 de março a 03 de maio\, reunindo 22 obras inéditas que marcam uma constante evolução da pesquisa pictórica do artista\, apresentando as recentes experiências com a cor e suas interações com a luz e o espaço. Diferentemente da pintura tradicional\, sinônimo de permanência e eternidade\, as obras desta exposição produzem um acontecimento cromático que evolui continuamente junto com o espectador e com a mudança da luz\, em aberta contradição com a natureza e os cânones do espaço pictórico tradicional. \nO trabalho e a pesquisa de Jean Araújo constroem um diálogo com os principais nomes da arte óptica e cinética\, como Carlos Cruz-Diez\, Jesús Rafael Soto e Júlio Le Parc. Tal como os mestres\, a obra de Araújo explora o movimento de maneira peculiar: em vez de elementos físicos em deslocamento\, é a própria experiência visual do espectador que “se move” conforme ele interage com as cores. A experiência proposta convida o público a se tornar parte ativa da obra\, uma vez que a percepção do espectador se torna elemento essencial na vivência estética. \nSegundo Roberto Bertani\, o rigor técnico e a materialidade\, aliadas a uma apurada organização tonal\, são os pilares que definem a experiência do espectador diante da obra de Araújo. O equilíbrio entre cores em contraste intensifica a sensação de profundidade e ritmo\, conduzindo o olhar para diferentes camadas da composição. O resultado é uma experiência estética apurada\, que convida o espectador a mergulhar nas nuances cromáticas e no dinamismo das formas propostas. \nComo afirma o curador\, “Jean Araujo nos convida a mergulhar em um universo vibrante e pulsante\, onde a cor\, a luz e o movimento se entrelaçam\, criando um diálogo sensível entre a obra e o observador. Ao final\, o que permanece é um jogo de sedução estética — uma coreografia visual que instiga o olhar a dançar em meio à magia cromática que o artista tão habilmente concebeu. Nesta exposição\, o artista não apenas apresenta suas obras\, mas propõe uma nova forma de ver e sentir\, um convite para que cada um de nós se torne parte dessa dança visual\, enriquecendo nossa experiência com a arte contemporânea”\, completa Bertani.
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LOCATION:Luciana Caravello Galeria de Arte Contemprânea\, Rua Mourato Coelho\, 790 – Vila Madalena\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Encontro/Confronto – Hélio Oiticica e Waldemar Cordeiro” na Pinakotheke
DESCRIPTION:Waldemar Cordeiro\, “Ideia visível”\, 1957. Crédito: Edouard Fraipont\n\n\n\n\nA Pinakotheke São Paulo apresenta\, no dia 22 de março de 2025\, às 11h\, a exposição “Encontro/Confronto – Hélio Oiticica e Waldemar Cordeiro”\, com 37 obras dos dois artistas que participaram ativamente dos movimentos neoconcreto e concreto\, respectivamente\, que defendiam diferentes caminhos da arte nos anos 1950 e 1960. Idealizada por Max Perlingeiro\, que divide a curadoria com o artista Luciano Figueiredo\, um dos grandes especialistas na obra de Hélio Oiticica\, e Paulo Venancio Filho\, pesquisador dos dois movimentos\, a exposição propõe uma reflexão\, já distanciada pelo tempo\, dos encontros e dos confrontos entre esses dois artistas. A mostra celebra ainda o centenário de nascimento de Waldemar Cordeiro. \nA pesquisa e os interesses que moveram Hélio Oiticica (1937-1980) e Waldemar Cordeiro (1925-1973) tiveram um paralelismo que ficou diluído ao longo do tempo. Hélio\, no Rio\, deflagrador do movimento neoconcreto\, e Cordeiro\, em São Paulo\, porta-voz dos concretistas\, com batalhas intelectuais formidáveis entre os dois grupos. Ao preparar a exposição “Opinião 65: 50 anos depois”\, em 2015\, Max Perlingeiro percebeu vários pontos de contato entre os dois artistas\, já apontados por Augusto de Campos (1931) ainda nos anos 1960. A fim de trazer essa reflexão para os dias de hoje\, ele convidou o artista Luciano Figueiredo\, especialista na obra de Hélio Oiticica\, e o curador Paulo Venancio Filho\, pesquisador dos dois movimentos\, para propor esta mostra reflexiva\, que tem a colaboração do Projeto Hélio Oiticica e da família Waldemar Cordeiro. Analivia Cordeiro\, filha de Waldemar Cordeiro\, grande entusiasta do projeto\, assina um texto no catálogo que acompanha a exposição\, que celebra ainda o centenário de nascimento do artista. \nFrente a frente\, na grande sala da Pinakotheke\, em São Paulo\, estarão 18 obras de Hélio Oiticica e 19 de Waldemar Cordeiro\, provenientes de coleções públicas: Coleção Roger Wright\, em comodato com Pinacoteca do Estado de São Paulo\, e Coleção Gilberto Chateaubriand/Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, e de coleções particulares. Entre os destaques da mostra estão dois “Bólides” de Hélio Oiticica – “Homenagem a Cara de Cavalo” (1965-1966) e “Homenagem a Mineirinho” (1967) – pinturas do Grupo Frente\, “Metaesquemas” (1957 e 1958)\, “Relevo espacial” (c.1960)\, monocromos da série “Invenções” (1959) e a bandeira “Seja Marginal Seja Herói. De Waldemar Cordeiro\, as pinturas geométricas (anos 1940-1950)\, pinturas e colagens (anos 1960)\, obras da série “Popcreto: Popcreto para um popcrítico” (1964)\, “Dólar” (1966) e “Autorretrato Probabilístico” (1967)\, Arteônica\, e a bandeira “Viva Maria (Canalhas)”\, de 1966). Complementando a mostra\, a maquete “Projeto Cães de Caça”\, de Helio Oiticica (Labirinto) e o “Labirinto” de Waldemar Cordeiro: “Maquete do Parque infantil do Clube Esperia Marginal Tietê”\, São Paulo.
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LOCATION:Pinakotheke Cultural São Paulo\, Rua Ministro Nelson Hungria\, 200\, Morumbi\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Tecendo a manhã: vida moderna e experiência noturna na arte do Brasil" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Carlos Bastos\, “Omolu”\, 1969. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA Pinacoteca de São Paulo\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, inaugura sua programação de 2025 com a mostra coletiva Tecendo a manhã: vida moderna e experiência noturna na arte do Brasil\, nas sete salas do edifício Pinacoteca Luz. A exposição investiga perspectivas de artistas de diferentes origens sobre a experiência da noite\, com seus mistérios\, personagens e ritos. Com curadoria de Renato Menezes e Thierry Freitas\, a coletiva se divide em sete núcleos\, percorrendo o assunto através de diferentes abordagens\, desde um viés social\, com reflexões sobre os impactos da modernização nas cidades no século XX\, até uma narrativa mais fantástica e imaginativa\, na qual surgem enigmas oníricos\, paisagens noturnas e os assombros que povoam o imaginário coletivo\, com monstros e lobisomens. Obras como Noite na fazenda (1969)\, de Madalena Santos Reinbolt\, e Obscura Luz (1982)\, de Cildo Meireles\, compõem a mostra. \nNa exposição\, a experiência da noite se apresenta como um problema artístico para refletir sobre vivências individuais\, que aparecem\, por exemplo\, nas representações de sonhos e pesadelos\, e coletivas\, que dizem respeito à formação histórica e social do país – sobretudo a partir do surgimento da energia elétrica\, que mudou a fisionomia das cidades e suas dinâmicas no início do século XX. Atividades de lazer\, surgimento de novas profissões\, vivências na cidade – que variam de acordo com a origem social do sujeito – figuram em obras emblemáticas\, muitas delas expostas pela primeira vez. \n“A exposição privilegia a produção de artistas ditos populares\, e a coloca em relação direta com trabalhos de artistas canônicos do nosso modernismo\, muitas vezes criando situações de tensão entre essas diferentes vivências da noite. Ao longo da exposição\, percebemos que a noite\, um fenômeno natural que afeta a todas as pessoas\, reflete problemas artísticos\, relativos à luminosidade e à representação dos sonhos e visões\, mas também problemas sociais\, relacionados ao trabalho\, à coletividade e ao uso do espaço público. Fato é que a noite reforça uma das perguntas mais eloquentes quando olhamos para a arte moderna: quem olha quem? Nós não respondemos a essa pergunta\, mas\, ao contrário\, procuramos transformá-la em motor para as reflexões que estimulamos ao longo de todo o percurso expositivo”\, comentam os curadores. \nSobre a exposição \nEm 1854\, a cidade de São Paulo passou a receber um sistema de iluminação pública com luz a gás. A partir de 1883\, o surgimento da energia elétrica aparece como fator determinante na reconfiguração do espaço público. Em Tecendo a manhã\, o acender das luzes\, na cidade e no campo\, marca o início da exposição. Obras como Fachada do Teatro Municipal (sem data)\, de Valério Vieira (década de 1910)\, e São Paulo (1966)\, de Agostinho Batista de Freitas\, comentam o espaço compartilhado e a vida coletiva em São Paulo\, cidade símbolo da modernidade. Outras representações também podem ser vistas na perspectiva de Gregório Gruber\, em Vale do Anhangabaú à noite (1981)\, e na fotografia de Benedito Junqueira Duarte\, Praça João Mendes Júnior (1950). \nA segunda sala se volta para o coletivo\, apresentando obras que tematizam a sociabilidade noturna. Nos primeiros meses do ano\, por exemplo\, a Festa de Iemanjá e o Carnaval organizam festas populares em forma de cortejo\, movido pelo canto de batuques e afoxés. A cultura do samba\, assim como dos bailes\, construída fundamentalmente por pessoas negras que experimentavam uma vida cerceada pelas perseguições políticas no pós-abolição\, permitiu o florescimento de agremiações inteiramente dedicadas à festa e à celebração da liberdade do corpo marginalizado. Neste núcleo\, casamentos\, festas religiosas\, bailes e parques de diversões podem ser vistos em trabalhos como Festa de Iemanjá (sem data)\, de Babalu\, Parquinho (1990)\, de Ranchinho\, e o Concurso de dança no DCE (1985)\, dos Retratistas do Morro. \nNa sala seguinte\, a exposição apresenta personagens associados à noite. A prostituição e o ambiente dos bordéis foram temas frequentes na obra de Di Cavalcanti\, Oswaldo Goeldi e Lasar Segall\, que se interessavam em observar uma vida marginal\, precária e ilegal que não poderia acontecer à luz do dia. Desses artistas\, estão expostas respectivamente obras como Fantoches da meia-noite (1921)\, O ladrão (1955) e Mulheres do mangue com espelhos (1926)\, que convidam o público a refletir sobre gênero e classe a partir da visão de homens brancos da elite cultural do país sobre mulheres e pessoas negras\, pobres e em estado de decadência no contexto pós-abolição. \nA quarta sala destaca uma figura mítica evocada pela lua cheia: o lobisomem. Um conjunto de obras de Ana das Carrancas\, além de peças de madeira de Mestre Guarany e Artur Pereira\, remetem ao personagem. As obras dividem o espaço expositivo com representações de formas lunares\, em especial a obra monumental de Tomie Ohtake\, Lua (políptico) (1984). Na sequência\, paisagens noturnas que flertam com a abstração e a metafísica contrastam trabalhos como Fachada roxa e verde (início da década de 1960)\, de Volpi\, com obras de artistas populares como Cafezal #1\, de Adir Mendes de Souza\, e Derrubada erótica (2013)\, de Nilson Pimenta\, para pensar sobre o espaço do sonho e os enigmas oníricos. \nIndissociável do tema da noite\, a experiência do sonhar é contemplada na sexta sala\, que se dedica ao imaginário do pesadelo e das assombrações. Em trabalhos como a escultura Exu-Caveira (1982–1983)\, é possível contemplar a reação de Chico Tabibuia às visões noturnas: convertido a uma religião que demonizava as entidades afro-brasileiras que ele cultuava anteriormente\, o artista passou a esculpir na madeira esses espíritos que\, segundo ele\, insistiam em persegui-lo. Outros artistas como Mestre Galdino\, Ulisses Pereira Chaves e Maria Martins também podem ser vistos pelo público. A alvorada marca o encerramento da exposição\, trazendo ao último núcleo a transição da noite para o dia\, com trabalhos de Djanira\, Tereza Costa Rêgo e Heitor dos Prazeres.
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