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SUMMARY:Exposição de longa duração no MAC USP
DESCRIPTION:Walter Ufer\, Construtores do Deserto\, 1923 (detalhe)\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a exposição Galeria de Pesquisa – Aspectos da coleção da Terra Foundation for American Art através do programa Terra Collection-in-Residence\, com 36 obras selecionadas em diálogo com a pesquisa e as disciplinas de graduação e pós-graduação do MAC USP e sua atuação no Programa Interunidades em Estética e História da Arte (PGEHA USP). A parceria entre a Terra Foundation for American Art e o MAC USP envolve também a linha de pesquisa em História da Arte e da Cultura do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp e o Departamento de História da Arte da Unifesp. Nos próximos dois anos as obras em exposição permitirão criar pontes de interpretação com obras do acervo do MAC USP e apoiar atividades didáticas e de pesquisa. \n\n\n\nA Terra Collection for American Art é uma associação sem fins lucrativos\, com sede em Chicago (EUA)\, que desde os anos 1980 coleciona obras de arte do país e fomenta a pesquisa sobre sua arte.  Algumas das obras já integraram outras parcerias com o Brasil\, presentes em exposições de pesquisa realizadas no MAC USP – Atelier 17 e a gravura moderna nas Américas (2019)\, e na Pinacoteca de São Paulo – Paisagem nas Américas (2016) e Pelas ruas: vida moderna e experiências urbanas na arte dos Estados Unidos\, 1893-1976 (2022). A exposição traz obras de Thomas Hart Benton\, Eugene Benson\, James McNeill Whistler\, Louis Lozowick\, James Edward Allen\, Ralston Crawford\, George Bellows\, Bolton Brown\, Winslow Homer\, C. Klackner. Clare Leighton\, Arnold Ronnebeck\, William Zorach\, Emil Bisttram\, Menton Murdoch Spruance\, John Ferren\, Mary Nimmo Moran\, Eanger Irving Couse\, George Josimovich\, George de Forest Brush\, Walter Ufer\, Edward Hooper\, John Marin\, Stanley Willian Hayter\, Stuart Davis\, Arshile Gorky\, Lyonel Feininger\, Armin Landeck e Thomas Moran. \n\n\n\nPor fim\, as obras se articulam na parceria da disciplina de pós-graduação Arte dos Estados Unidos e suas conexões\, com o apoio da fundação e ofertada conjuntamente com a Unicamp e a Unifesp\, que vem abordando estudos comparativos entre a arte produzida nos Estados Unidos e no Brasil\, trazendo temáticas como arte indígena\, diáspora africana nas Américas\, e imigrações italianas nas Américas. Através do Programa Collection- in-Residence\, o MAC USP se insere em uma rede de doze museus universitários internacionais de arte em um olhar crítico sobre a história da arte dos Estados Unidos e suas possíveis articulações com outros países.
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SUMMARY:"Acervo Aberto" no MAC USP
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Hermelindo Fiaminghi. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte Contemporânea da USP inaugura no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 11 horas\, a exposição Acervo Aberto\, reunindo mais de 150 obras de 46 artistas do acervo do Museu. Concebida por um grupo de trabalho formado por diversos profissionais do MAC USP\, Acervo aberto apresenta uma seleção de obras que considerou o histórico de exibição das peças\, privilegiando as nunca expostas e/ou com mais de 10 anos da última exposição\, entre elas\, obras recém-doadas e ainda não expostas no MAC USP. A exposição reúne obras produzidas desde 1925 (Lucy Citti Ferreira) até 2022 (Laura Vinci). Acervo aberto é uma mostra experimental inspirada pela ambiência das reservas técnicas – local de acesso restrito onde as obras de arte são acondicionadas. Em alguns trechos da mostra fica evidente a confluência dos diversos materiais\, característica da produção contemporânea que não se prende às categorias tradicionais da arte\, como pintura\, escultura ou gravura\, por exemplo. O controle da luminosidade é um ponto importante da mostra em respeito à conservação das obras. Ao longo da exposição\, algumas obras serão protegidas\, particularmente as em suporte de papel\, como ação preventiva. Dessa maneira\, dentro dos limites da extroversão\, o público pode testemunhar o campo de possibilidades de uma reserva técnica; a relevância dos materiais e\, sobretudo\, as condições que orientam o trabalho de pesquisa e guarda do objeto contemporâneo. Dentre os artistas participantes estão nomes como Mira Schendel\, Pola Rezende\, Hermelindo Fiaminghi\, José Antônio da Silva\, Nelson Leirner\, Nuno Ramos\, Elida Tessler\, Sérgio Sister\, Ricardo Basbaum\, Henrique Oswald\, Regina Vater\, Sérgio Adriano H\, Glauco Rodrigues e Amélia Toledo\, entre tantos outros. O Grupo de Trabalho Acervo Aberto é formado por Alecsandra Matias\, Ana Maria Farinha\, Ariane Lavezzo\, Claudia Assir\, Elaine Maziero\, Marta Bogéa\, Michelle Alencar\, Paulo Roberto Amaral Barbosa\, Rejane Elias e Sérgio Miranda\, além da colaboração de  Henrique Cruz\, Mariana Valença\, Mateus Oliveira e Nathielli Ricardo\, estudantes da USP estagiários no Museu. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:“Nós — Arte e Ciência por Mulheres” no Sesc Interlagos
DESCRIPTION:Obra de Efe Godoy. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO Sesc Interlagos recebe a partir de 22 de agosto a exposição “Nós — Arte e Ciência por Mulheres”\, sobre a trajetória da produção científica\, intelectual e artística das mulheres como produtoras e mantenedoras de conhecimento. A mostra apresenta um panorama que valoriza sua contribuição e\, ao mesmo tempo\, as diversas camadas pelas quais historicamente foram invisibilizadas de suas atuações na sociedade. \nA realização é do Sesc São Paulo\, com concepção do Estúdio M’Baraká e cocuradoria de Isabel Seixas\, Letícia Stallone\, Gisele Vargas e Diogo Rezende\, além da consultoria realizada pela pesquisadora Magali Romero Sá\, especializada em História da Ciência. São apresentadas cerca de 300 obras a partir da apresentação de personagens\, de iconografia histórica e científica e com os trabalhos de artistas contemporâneas como Berna Reale\, Laura Gorski e Ana Teixeira. \nContemplando cenários históricos que vão desde a sabedoria ancestral até a crescente presença feminina nas instituições científicas\, a narrativa da exposição propõe uma reflexão e um contraponto sob a perspectiva do feminino com dados históricos e contribuições. A mostra ilustra como\, por meio de conhecimento\, posturas e narrativas afirmativas\, as mulheres atravessaram séculos de um pensamento hegemônico de opressão. \n“Nós\, mulheres\, sempre criamos\, curamos\, catalogamos\, inventamos\, analisamos e\, sobretudo\, lutamos. ‘Nós — Arte e Ciência por Mulheres’ traz para a linguagem de exposição uma narrativa que busca dar visibilidade à contribuição das mulheres ao longo dos tempos\, e faz isso através da arte\, buscando informar e sensibilizar para mudanças em curso\, mas que seguem urgentes para a emancipação das mulheres“\, ressalta Isabel Seixas\, da equipe curatorial. 
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SUMMARY:"Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais" no Memorial da Resistência de São Paulo
DESCRIPTION:Artur Barrio\, “Sombra”\, 1969. Foto: Cortesia memorial da resistência \nA partir do dia 7 de setembro de 2024\, o Memorial da Resistência\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo\, apresenta a exposição Uma Vertigem Visionária — Brasil: Nunca Mais\, com curadoria do pesquisador e professor Diego Matos. A mostra é dedicada à memória do projeto homônimo\, responsável pela mais ampla pesquisa já realizada pela sociedade civil sobre a tortura no Brasil durante a Ditadura Civil-Militar (1964–1985). \nA mostra resgata a memória do projeto Brasil: Nunca Mais\, empreendida entre 1979 e 1985. A iniciativa foi responsável por sistematizar e produzir cópias\, clandestinamente\, de mais de 1 milhão de páginas contidas em 707 processos do Superior Tribunal Militar (STM)\, revelando a extensão da repressão política do Brasil no período. \nBrasil: Nunca Mais \nA história do projeto e seus desdobramentos é apresentada junto a testemunhos em vídeo de advogados\, jornalistas e defensores de direitos humanos\, que\, por anos\, tiveram seus nomes mantidos no anonimato: Paulo Vannuchi\, Anivaldo Padilha\, Ricardo Kotscho\, Frei Betto\, Carlos Lichtsztejn\, Leda Corazza\, Petrônio Pereira de Souza e Luiz Eduardo Greenhalgh\, através do programa Coleta Regular de Testemunhos do Memorial; e entrevistas com Dom Paulo Evaristo Arns\, Marco Aurélio Garcia\, Eny Raimundo Moreira e Luiz Carlos Sigmaringa Seixas\, pertencentes ao acervo do Armazém Memória. \nO arquivo de 707 processos judiciais expõe os depoimentos de presos políticos sobre as ações de repressão\, vigilância\, perseguição e tortura do aparato estatal. As cópias desse conteúdo\, que por anos foram mantidas em segurança em acervos preservados na Suíça e nos EUA\, tiveram repatriamento e retornaram ao Brasil em 2011\, onde atualmente encontram-se sob salvaguarda do Arquivo Edgard Leuenroth/Unicamp\, em Campinas. \nO projeto teve apoio do Conselho Mundial de Igrejas e da Arquidiocese de São Paulo\, com participação de Dom Paulo Evaristo Arns (1921–2016)\, arcebispo de São Paulo\, e do Rev. James Wright (1927-1999)\, da Missão Presbiteriana do Brasil Central. \nAlém dos arquivos do projeto Brasil: Nunca Mais\, a exposição apresenta obras da Coleção Alípio Freire\, sob salvaguarda do Memorial da Resistência\, realizadas por ex-presos políticos como Artur Scavone\, Ângela Rocha\, Rita Sipahi\, Manoel Cyrillo\, Sérgio Ferro\, Sérgio Sister e o próprio Alípio Freire\, durante a permanência em presídios de São Paulo na Ditadura. \nTambém compõem a mostra obras de arte de artistas como Carmela Gross\, Regina Silveira\, Artur Barrio\, Antonio Manuel\, Rubens Gerchman\, Claudio Tozzi e Carlos Zílio\, do Acervo da Pinacoteca de São Paulo\, e obras externas de Rivane Neuenschwander\, Claudio Tozzi\, Carlos Zilio. Rafael Pagatini apresentará uma obra comissionada para a exposição\, ocupando um mural de 100m² na área externa do museu. \nA exposição também lança luz sobre o tempo presente\, oferecendo indícios da importância desse debate hoje na perpetuação das permanentes violências do Estado contra suas minorias e populações vulneráveis.
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LOCATION:Memorial da Resistência de São Paulo\, Largo General Osório\, 66 - Santa Ifigênia\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:“A forma do fim: esculturas no acervo da Pinacoteca” na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Advânio Lessa\, Raízes mortas da natureza do cipó\, 2015\n\n\n\n\nA exposição parte da curiosa coleção máscaras mortuárias — moldadas sobre o rosto de pintores como Almeida Júnior e Pedro Alexandrino — para investigar os modos como artistas lidam com o tempo e sua experiência. Reunindo cerca de 40 esculturas\, que vão do século XII aos dias de hoje\, a mostra é uma oportunidade para refletir sobre a linguagem\, ver e rever obras fundamentais do acervo da Pinacoteca.  \nAo entrar no espaço expositivo\, o público se depara com uma escultura medieval do século XII\, que representa Cristo crucificado\, de autoria desconhecida – além de obras do período barroco no Brasil. Na sequência estão as máscaras mortuárias\, além de esculturas de bronze de Brecheret e Liuba Wolf. \nEntre elas\, há a tentativa de artistas do começo do século XX de representar mulheres e homens negros como “tipos brasileiros”. Até o início da pesquisa para essa exposição\, apenas uma dessas esculturas tinha um nome: Maria da Glória (entre 1920 e 1988)\, de Luiz Morrone. Durante a pesquisa de análise da origem desses títulos\, a equipe localizou o nome da modelo para uma escultura de José Cucê\, Irina – que passa agora a integrar o título da obra. \nO COMEÇO  \n“A forma do fim” nasce a partir do olhar para o acervo centenário da Pinacoteca\, que conta com mais de 13 mil obras. Dessas\, quase mil fazem parte da exposição permanente\, “Pinacoteca: Acervo”. \nPensando o acervo como uma plataforma para novas pesquisas e aquisições\, surge o interesse pela coleção de esculturas presentes na Pinacoteca\, na busca de compreender como ela se forma e quais são suas características marcantes que foram desenvolvidas ao longo do tempo. A curadoria buscou perceber essas tendências históricas\, organizando seu discurso a partir daquilo que é recorrente no acervo. \nOBRAS \nUma das máscaras em “A forma do fim” é a do artista Almeida Júnior\, um dos nomes da arte brasileira mais importantes do século XIX\, cuja obra é fundadora da coleção da Pinacoteca. \nRaízes mortas de natureza e cipó (2015 – 2013)\, de Advânio Lessa\, ressignifica a matéria morta\, a transformando em algo vivo através da arte. Dando forma às diferentes dimensões do tempo\, esculturas como Bicho – Relógio de sol (1960)\, de Lygia Clark\, Yuxin (2022)\, de Kássia Borges\, Ferramenta de Tempo (2021)\, de José Adário\, e a performance Passagem (1979)\, de Celeida Tostes\, propõem entender a vida e os fazeres da arte de forma cíclica. \nAs esculturas de Marcia Pastore e Hudinilson Jr. (década de 1980)\, materializam no espaço membros do corpo ou peças de roupa\, registros delicados de suas presenças\, que não se impõem como ordenadoras do mundo. O famoso trabalho de Waltercio Caldas\, A emoção estética (1977)\, é uma pista para compreender essa presença e nossa experiência diante da arte: um par de sapatos parece estar a ponto de flutuar diante da forma – uma maneira de estar diante de algo que nos emociona\, de compreender nossa comoção por meio do diálogo\, investigando a maneira de nos por em relação e\, assim\, imaginar nosso futuro.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Circumambulatio – Anna Bella Geiger" no MAC USP
DESCRIPTION:Anna Bella Geiger\, Circumambulatio [detalhe]\, 1972-1973. Foto: Thomas Lewinsohn\n\n\n\n\nCircumambulatio (andar em torno de\, em latim) é uma instalação desenvolvida por Anna Bella Geiger e um grupo de alunos do Setor de Integração Cultural do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro\, em 1972. A instalação que o Museu de Arte Contemporânea da USP apresenta a partir do sábado\, 21 de setembro\, reúne diapositivos\, sons\, fotografias e papéis manuscritos da versão original\, mostrada pela primeira vez em 1972\, no MAM RJ. No ano seguinte a obra foi exibida e comprada pelo MAC USP por iniciativa de seu diretor\, Walter Zanini. Essa é a primeira vez que o museu remonta a instalação\, desde 1973. Anna Bella Geiger (1933) ocupa papel de pioneirismo na arte abstrata brasileira a partir da década de 1950\, sendo figura chave na exposição de Arte Abstrata no Brasil em Petrópolis (RJ)\, em 1953. De volta dos Estados Unidos\, nos anos de 1960\, dedica-se a gravura em uma “fase visceral” de 1965 a 1968\, em que seus trabalhos envolviam imagens da representação fragmentada do corpo como referência a um possível mapa do microcosmo. Esse trabalho pode ser considerado o início de seu interesse cartográfico\, questionando a limitação da noção sobre os diferentes territórios culturais. A partir de 1972\, como vemos em Circumambalatio\, Geiger começa a procurar novas formas de expressões utilizando meios experimentais dentro da fotografia\, criando fotomontagens\, fotogravura\, xerox\, vídeos e instalações audiovisuais. Para a curadora Heloisa Espada\, docente do MAC USP\, a instalação Circumambalatio “reúne textos e imagens sobre a necessidade humana de se organizar – no nível social e psíquico – em torno de um ponto de referência identificado com um centro”. Geiger e o grupo formado por Abelardo Santos\, Eduardo Escobar\, Lígia Ribeiro e Suzana Geyerhahn\, produziram desenhos diretamente na areia de um terreno nos arredores da Lagoa de Marapendi\, com a ajuda de enxadas\, de um trator ou usando os próprios corpos\, em ações registradas pelo fotógrafo Thomas Lewinsohn. O material deu origem a um audiovisual composto por 109 slides e uma gravação sonora contendo textos de Carl Jung e da equipe\, intercalados com a música experimental de Emerson\, Lake and Palmer e da banda alemã Can. Em seguida\, o grupo realizou extensa pesquisa sobre a ideia de centro\, buscando referências nas artes\, literatura\, filosofia\, história das religiões\, antropologia\, arquitetura e nas ciências naturais\, além de entrevistas nas ruas do Rio de Janeiro. Os resultados foram reunidos num conjunto de 24 folhas contendo citações de autores variados e 20 fotografias em preto e branco reproduzindo obras de arte\, imagens científicas\, obras arquitetônicas e plantas de cidades. “A instalação Circumambulatio é constituída por este material\, que podemos entender como um grande bloco de notas a ser compartilhado com o público\, reunido ao audiovisual com fotos da Lagoa de Marapendi”\, revela a curadora. Na abertura da exposição\, às 10 horas\, acontece um bate-papo com a artista Anna Bella Geiger\, Dária Jaremtchuk\, professora de história da arte do EACH USP e especialista na obra de Geiger e Thomas Lewinsohn\, fotógrafo autor das imagens de Circumambulatio. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n 
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SUMMARY:"Popular\, Populares" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:Exposição “Popular\, populares” 2025. Divulgação. \nA exposição Popular\, Populares desafia definições convencionais de arte popular\, explorando a riqueza e a pluralidade das expressões de artistas negros e indígenas. Com obras que vão do antropo-zoomorfismo vibrante ao minimalismo\, a mostra convida o público a repensar fronteiras históricas e culturais que moldam a noção de “popular”. Exibida no subsolo do Museu até maio de 2025\, a exposição busca ampliar o entendimento dessas manifestações artísticas e sua relevância no cenário contemporâneo.
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LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Era uma vez: visões do céu e da terra" na Pinacoteca Contemporânea
DESCRIPTION:Luciana Magno\, “Transamazônica”\, 2014. Performance direcionada para vídeo e fotografia\, 1’11’\n\n\n\n\n“Era uma vez: visões do céu e da terra” é uma exposição coletiva que se organiza como uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e a imaginação de outros mundos. A mostra que acontece na Grande Galeria do edifício Pina Contemporânea articula perspectivas de 33 artistas de variadas gerações e origens no Brasil e no mundo\, cujas produções permitem vislumbrar o confronto entre diferentes lógicas de habitar o planeta e\, sobretudo\, inventá-lo; uma viagem no tempo e no espaço para refletir sobre o fim do mundo e imaginar novos inícios. \nA exposição investiga o pensamento cosmológico das pessoas artistas\, desde o período de 1969 – ano que marca os eventos históricos da chegada do homem à Lua e da divulgação do primeiro relatório da ONU sobre “Problemas do meio ambiente urbano” – até os dias de hoje\, em que a relação predatória da humanidade com o planeta colocou as questões ambientais como tema central no debate ao redor do globo. \nEm “Era uma vez”\, as pessoas artistas fazem diagnósticos e imaginam outras realidades possíveis – misturando abordagens documentais\, especulativas e ficcionais. \nDO CÉU PARA A TERRA \nA exposição se divide em três momentos. Ao entrar na Grande Galeria visitantes percorrem uma série de obras que olham para o espaço sideral\, em uma tentativa de conhecer e imaginar para além da Terra. Podem ser vistas obras como Yauti in Heavens (Saturno\, Lua aterrissagem e Lua Chegada) (1988-9)\, de Regina Vater\, My three inches comet (1973)\, de Iole de Freitas\, entre outras\, até chegarem no trabalho de Steve McQueen\, Era uma vez (2002)\, que dá título à exposição. Em 1977\, a NASA envia uma série de fotos para o espaço\, com o objetivo de mandar registros da vida no planeta para extraterrestres. McQueen apresenta 116 dessas imagens\, explicitando uma narrativa nostálgica construída por cientistas norte-americanos\, que reuniram uma finita seleção de imagens que simulam a vida na Terra\, sem considerar questões como a miséria\, guerras e conflitos religiosos. \nNo espaço central da galeria\, artistas olham do céu para um planeta em disputa\, ao mesmo tempo em que pensam sobre formas de se conectarem com a Terra. Em Bovinocultura XXI (1969)\, de Humberto Espínola\, o artista traz um chifre de gado agigantado para tratar das ambivalências do agronegócio\, que destrói o meio-ambiente para gerar riqueza de maneira inconsequente. \nAinda na mesma sala\, a relação das pessoas artistas com o planeta é definida por meio de conexões ancestrais e espirituais. Jota Mombaça\, no filme O nascimento de Urana Remix (2020)\, vive a experiência de se enterrar na terra\, se tornando parte do todo. \nA ESPECULAÇÃO IMAGINATIVA \nCom a ascensão do Antropoceno (termo utilizado para designar o impacto global das atividades humanas no planeta) as pessoas artistas nos convidam a conceber novos mundos\, a partir de movimentos de resistência e de imaginação radical. Nesta parte da exposição\, artistas como Yhuri Cruz se ancoram na especulação imaginativa e nos levam a novos universos\, como o de Revenguê (2023). \nA artista colombiana Astrid González apresenta uma sociedade livre em Drexciya (2023)\, obra que integra vídeos\, imagens\, esculturas e desenhos para criar uma comunidade subaquática descendente de mulheres grávidas que foram jogadas ao mar em travessias de navios que transportavam pessoas escravizadas entre 1525 e 1866. \nArtistas participantes \nAnna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Arthur Luiz Piza\, Astrid González\, Bu’ú Kennedy\, Carla Santana\, Carlos Zilio\, Carolina Caycedo\, Castiel Vitorino Brasileiro\, Celeida Tostes\, Cipriano\, Edival Ramosa\, Erika Verzutti\, Feral Atlas\, Humberto Espíndola\, Iole de Freitas\, Jaider Esbell\, Janaina Wagner\, Jota Mombaça\, Juraci Dórea\, Luciana Magno\, Luiz Alphonsus\, Mariana Rocha\, Mayana Redin\, Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)\, Mira Schendel\, Patricia Domínguez\, Regina Vater\, Steve McQueen\, Sueli Maxakali\, Tabita Rezaire\, Uýra Sodoma\, Xadalu Tupã Jekupé e Yhuri Cruz.
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SUMMARY:"Mupotyra: arqueologia amazônica" no MuBE
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nO MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia inaugura no dia 26 de outubro a exposição “Mupotyra: arqueologia amazônica”. Partindo de estudos que indicam que a ação de povos indígenas ancestrais teria sido determinante para a formação da Floresta Amazônica\, a mostra reúne arqueologia\, arte e meio ambiente para discutir a ocupação da região e os impactos da exploração excessiva dos recursos naturais em prol do desenvolvimento. Mupotyra significa florescer em Nheengatu\, língua geral amazônica. Ao revisitar o passado\, a exibição propõe um chamado de consciência para imaginarmos novos futuros\, de forma sustentável.  \n“Como Museu de Ecologia\, acreditamos ser papel do MuBE trazer para o público discussões sobre a questão ambiental\, e a Amazônia está no centro desta pauta. Esta exposição é também uma forma de contribuição do MuBE à preparação para a COP de 2025\, em Belém.” diz a Presidente do MuBE\, Flavia Velloso. \nAbre a exposição a inédita coleção de Ricardo Cardim\, que retrata a propaganda do projeto desenvolvimentista da ditadura militar através de uma política de exploração intensa\, e propõe uma reflexão sobre como chegamos à destruição qe vemos hoje.  \nA mostra traz para o público parte importante de uma das principais coleções de arqueologia e etnologia da Amazônia do mundo\, o acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP\, com diversos artefatos que revelam o conhecimento altamente qualificado e o processo de resistência dos povos indígenas no Brasil.  \nEntre acessórios como coroas\, cocares\, cestas\, vestimentas e peças de cerâmicas\, o passado nos ensina a pensar sobre o futuro\, evidenciando práticas milenares dos povos originários que fomentaram a rica biodiversidade da região. Entre elas a identificação de vestígios de complexas redes de caminhos e grandes agrupamentos humanos datadas de 2.500 anos feitas de materiais perecíveis\, como madeira e palha\, e o desenvolvimento de um sistema de construção com aterros artificiais que permitiram a ocupação permanente dos campos alagáveis\, na Ilha do Marajó (PA). \nCom expografia de Marcelo Rosenbaum\, junto aos objetos arqueológicos e etnográficos são exibidas obras contemporâneas feitas por artistas que entram em diálogo e em tensão com o material histórico. Com destaque\, os artistas indígenas participantes da mostra promovem a criticidade da arte indígena no contexto contemporâneo\, não apenas como expressão artística em si\, mas também como atos de resistência\, conectando-se às raízes que as sustentam. \nA mostra evidencia a importância das pesquisas arqueológicas\, principalmente para a compreensão do papel dos povos indígenas no manejo dos territórios e a contribuição para a diversidade ambiental\, como o plantio de espécies de árvores ao longo de trilhas e nas roças. Na exposição\, essa ação milenar é apresentada em um projeto de Thiago Guarani  que propõe\, a partir dos conhecimentos indígenas\, a criação das paisagens que compõem as áreas de floresta da Amazônia na atualidade.  \nCom entrada gratuita\, a exposição fica em cartaz no MuBE até o início de 2025 e conta também com programas educativos\, visitas guiadas e atividades especiais nos ateliês abertos aos finais de semana.  \nArtistas participantes: Yaka Huni Kui\, Uýra\, Thiago Guarani\, Tainá Marajoara\, Rita Huni Kuin\, Pedro David\, Keyla Palikur\, Jaider Esbell\, Gustavo Caboco\, Gê Viana\, Frederico Filippi\, Elisa Bracher\, Denilson Baniwa e Lilly Baniwa\, Coletivo Artistas Pelo Clima\, Cassio Vasconcellos e Maurício de Paiva. 
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LOCATION:MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia\, R. Alemanha\, 221 - Jardim Europa\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Judeus na Amazônia" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Sergio Zalis Família Levy em Maués-AM – Série “Hebraicos da Amazônia” 1981 Impressão Fine art. Cortesia do artista\n\n\n\n\nHistórias fascinantes merecem ser contadas e compartilhadas. A presença de judeus na região amazônica é uma delas. Maior exposição realizada pelo Museu Judaico de São Paulo desde sua inauguração em 2021\, Judeus na Amazônia abre suas portas ao público no dia 2 de novembro. Reunindo mais de 220 itens entre obras de arte\, vídeos\, documentos históricos e fotográficos\, a mostra propõe dar conta de um capítulo pouco conhecido da história brasileira: a imigração judaico-marroquina para a Amazônia\, que aconteceu entre 1810 e 1930\, trazendo centenas de famílias que viviam em cidades como Tânger\, Tetuan\, Fez e Marrakesh. Na região se estabeleceram como regatões\, os mascates dos rios\, e atuavam no período do auge da economia da borracha levando e trazendo mercadoria das cidades para os seringais.  \nCom curadoria conjunta de Aldrin Moura de Figueiredo\, Ilana Feldman\, Mariana Lorenzi e Renato Athias\, a panorâmica é fruto de uma pesquisa de dois anos realizada pelo Museu e ocupa três andares de sua sede. Subdividida em 13 núcleos temáticos\, os espaços exibem recortes como embarcações\, trocas comerciais\, mulheres\, ativismo ambiental\, rituais e os entrelaçamentos entre a cultura judaica\, marroquina e amazônica. Com obras de artistas como Claudia Andujar\, Donna Benchimol\, Thomaz Farkas\, Arieh Wagner\, Sergio Zalis\, Abrão Bemerguy e Mady Benzecry – além de três obras comissionadas –\, o projeto propõe um olhar ampliado sobre como a cultura judaica se ambientou em diferentes localidades amazônicas\, influenciando e sendo influenciada\, sem perder suas raízes.  \n“O desejo foi abarcar o contexto histórico e documental trazendo à vida\, as histórias pessoais e familiares dessa que é uma das primeiras comunidades judaicas a se estabelecer no Brasil.”\, explica a Mariana Lorenzi\, ressaltando que a pesquisa não se limitou às capitais Manaus e Belém\, mas estendeu-se por cidades como Gurupá\, Cametá\, Alenquer\, Parintins\, Itacoatiara\, Maués\, Macapá e Breves\, entre muitas outras. A pesquisa de campo incluiu visitas a antigos cemitérios – um levantamento aponta que mais de 30 deles teriam existido na região – arquivos institucionais e familiares\, e sinagogas. Antes da exposição\, o Museu realizou seminários preparatórios sobre a presença judaica na Amazônia que aconteceram em São Paulo\, Belém\, Manaus e Manaus e São Luiz do Maranhão. \n“Foi um desafio fazer o levantamento da maior variedade possível de materiais\, uma construção ativa de encontrar e mobilizar as pessoas que fazem parte daquela história. Além disso\, houve a preocupação de mesclar os objetos  históricos com uma produção de arte contemporânea\, seja por meio de artistas judeus provenientes da Amazônia\, como Mady Benzecry\, ou artistas judeus que atuaram na região\, como o fotógrafo Thomaz Farkas”\, complementa a curadora. Ela também ressalta a importância de Samuel Benchimol (1923-2002) e outros pesquisadores que se debruçaram anteriormente sobre o tema. Inclusive foi usada uma ampla bibliografia como base de pesquisa. Outro aspecto importante\, é a importância do contexto do ciclo da borracha para o entendimento desses fluxos migratórios.  \nTrês obras foram comissionadas especialmente para a mostra. O jovem pintor paraense Diego Azevedo trabalhou a partir de fotografias históricas para fazer o retrato de duas mulheres ímpares na história da região: a escritora Sultana Levy Rosenblatt e a jornalista Feliz Benoliel. A premiada videoartista Janaina Wagner apresenta um filme em Super 8 inspirado pelos dialetos falados pelos judeus que se estabeleceram na região amazônica. Por fim\, haverá uma obra do coletivo paraense Letras que flutuam \, grupo de abridores de letras – técnica regional de pintar letras decorativas nos barcos. \nAos comissionamentos\, somam-se obras de Abrão Bemerguy\, Mady Benzecry\, Donna Benchimol\, Arieh Wagner\, Felipe Goifman\, Sergio Zalis\, Thomaz Farkas\, Claudia Andujar\, Hannah Brandt\, Paul Garfunkel\, Renato Athias\, Bruno Barbey\, Berta Gleizer Ribeiro\, Noel Nutels\, pertencentes a acervos importantes como o do Museu de Arte do Rio (MAR)\, Instituto Moreira Salles (IMS)\, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)\, entre outros.  \nUm núcleo dedicado a rituais – como a religião era vivida na Amazônia – ocupa a área da sinagoga\, reunindo um objeto raro: uma Torá de mais de quatrocentos anos\, chegada ao Brasil na bagagem de um imigrante do Marrocos. Uma grande linha do tempo ilustrada\, depoimentos de história oral e o documentário “O Rio dos Cohen”\, de Felipe Goifman\, também fazem parte dos conjuntos apresentados.  \nPara Felipe Arruda\, Diretor Executivo do Museu Judaico\, a exposição reforça a vocação da instituição para criar pontes entre a cultura judaica e uma gama ampla de repertórios\, comunidades e linguagens artísticas. “Esse projeto é fruto de uma imersão pautada pela escuta das pessoas que diariamente sentem\, cultivam e vivem suas identidades judaico-amazônicas. A pesquisa surgiu quase que simultaneamente à criação do Museu e dá continuidade à missão de apresentar a pluralidade da identidade judaica\, sempre em diálogo com a diversidade cultural brasileira e com os temas basilares do contemporâneo”.   \nA exposição “Judeus na Amazônia” é apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com patrocínio do Santander Brasil\, da Gera Amazonas e apoio da Bemol e CIAM.
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LOCATION:Museu Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Venenosas\, Nocivas e Suspeitas" no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:Giselle Beiguelman\, “Mandrágora”\, 2024. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nTudo começou com a maçã (que talvez fosse um figo ou uma romã\, segundo relatos antigos e anteriores ao Renascimento). Quando Eva provou o “fruto proibido” da Árvore do Conhecimento e o ofereceu a Adão\, causando a expulsão do casal do Jardim do Éden\, ela se tornou a primeira protagonista de uma história milenar que associa mulheres a plantas “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”. Este é o título da nova exposição que Giselle Beiguelman apresenta\, de 6 de novembro de 2024 a 20 de abril de 2025\, na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp\, na Av. Paulista. \nCom curadoria de Eder Chiodetto\, a mostra gratuita traz cerca de 30 trabalhos inéditos da artista\, que utilizou inteligência artificial (IA) para desenvolvê-los. “Nos últimos três anos\, tenho trabalhado extensivamente com IA em meus projetos artísticos. E tem sido uma tremenda experiência de aprendizado. No momento\, me dedico à exploração de modelos de IA que utilizam linguagem natural para gerar imagens a partir de textos e transformar imagens em um dinâmico processo de tradução quase intersemiótica. As obras visuais apresentadas nesta mostra foram criadas com esse tipo de tecnologia”\, explica Beiguelman. \nEm “Venenosas\, Nocivas e Suspeitas”\, a artista relaciona plantas que foram proibidas ou demonizadas pelo colonialismo – por razões que vão do seu uso em práticas rituais a poderes afrodisíacos ou alucinógenos – a mulheres que foram apagadas da história da arte e da ciência. \nAs beladonas aparecem em muitas histórias de bruxaria e há quem acredite que as mandrágoras gritam ao ser arrancadas da terra\, ecoando vozes de feiticeiras que matam quem as escuta. A papoula dá origem ao ópio\, que\, por muito tempo\, foi utilizado para o “tratamento” de mulheres “histéricas”. Já entre as plantas carnívoras\, a armadilha-de-Vênus (Dionaea muscipula)\, uma das mais conhecidas\, tem suas folhas comparadas ao órgão genital feminino e à imagem da “femme fatale”\, que usa sua atratividade para enganar e prender suas “vítimas”. \nPau-brasil\, cannabis e cogumelos são outras plantas que surgem em vídeos criados por Beiguelman\, que abasteceu a IA com referências da arte e estética de diversas botanistas que\, no seu tempo\, não tiveram o reconhecimento de seu trabalho\, como Sarah Anne Drake (1803-1857)\, responsável pelas ilustrações do livro “Orchidaceae Of Mexico And Guatemala” (1837-1843)\, de James Batemane.
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LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Avenida Paulista\, 1313\, Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Domingo no parque" de Renata Lucas na Pinacoteca Estação
DESCRIPTION:Renata Lucas\, “Andar de Cima”\, 2018 © Renata Lucas\n\n\n\n\nEm “Domingo no parque”\, a radicalidade do trabalho da artista Renata Lucas se evidencia no confronto não apenas com a escala das três salas expositivas do museu\, mas também a fachada e a praça em frente ao prédio da Pina Estação\, localizada no Largo General Osório. \nA exposição conta com ações externas. Na fachada do edifício\, um grande letreiro estampa a frase “Amanhã não tem feira”\, trecho da música de Gilberto Gil\, que só pode ser lida inteiramente a partir da praça. Sob a ótica de uma tragédia amorosa\, a música conta como um homem traído realiza um duplo assassinato\, tendo como cenário um parque de diversões. A canção\, composta em 1967\, no contexto de ditadura civil-militar\, torna-se chave para refletir sobre conflitos sociais maiores\, expressos na realidade contraditória de grandes cidades como São Paulo. No dia da abertura\, 9/11\, um sorveteiro distribuirá ao público picolés de morango (também citados por Gil) que guardam versos da música no palito.  \nA segunda operação consiste em traçar e cortar um círculo de 6\,4 metros de raio no Largo General Osório\, como se fosse possível torcer parte da praça em sentido anti-horário\, entrelaçando calçada e jardim. A obra é ainda uma reinterpretação da roda-gigante que Gil menciona na canção. Por último\, a artista intervém na calçada do edifício: para acessar o prédio pela entrada principal\, o público atravessa um grande carpete vermelho\, repleto de intervenções com bitucas de cigarros\, conectando o lado de dentro e o lado de fora.
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LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
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SUMMARY:"Eu mesmo\, Carnaval" na Casa Mário de Andrade
DESCRIPTION:Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa Mário de Andrade\, museu da Secretaria da Cultura\, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e gerenciado pela Organização Social Poiesis\, inaugura no dia 9 de novembro a exposição de curta duração “Eu mesmo\, Carnaval”\, com a apresentação de ritmistas da Escola de Samba Mocidade Alegre\, e seguirá com programação temática durante todo o mês. Confira! \nA exposição Eu mesmo\, Carnaval\, que ficará aberta até 31 de maio de 2025\, nos convida a conhecer a profunda relação de Mário de Andrade com o carnaval paulistano\, principalmente na região da Barra Funda e em outros lugares do país. O título escolhido reproduz um verso do poema “Carnaval carioca”\, escrito por Mário de Andrade em 1923\, inspirado na experiência do autor no festejo carioca neste mesmo ano. \nA exposição\, com curadoria de Arthur Major\, pesquisador da Casa Mário de Andrade\, e Fábio Parra\, do departamento de comunicação e cultural do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, traz uma interface entre a pesquisa de Mário de Andrade sobre o Carnaval e o enredo de 2024 da escola paulistana Mocidade Alegre “Brasileia Desvairada: A busca de Mário de Andrade por um país”\, tecendo o fio condutor do discurso curatorial\, tendo como guia o personagem do Arlequim\, que pela visão do escritor\, representa tanto a cidade de São Paulo\, quanto a personificação do próprio poeta. \nOs visitantes terão a oportunidade de vivenciar um espaço imersivo\, onde se encantarão com as fantasias originais utilizadas no desfile campeão de 2024 do G.R.C.E.S. Mocidade Alegre\, detalhes da confecção das peças\, dos carros alegóricos\, e conhecerão detalhes dos requisitos de julgamento. Além disso\, o público apreciará uma parede sonora com músicas que embalaram carnavais como “Ai que saudade de Amélia”\, de Ataulfo Alves\, e “Baianinha”\, de Silvio Caldas\, e conferir registros fotográficos do acervo particular de Mário de Andrade\, os quais mostram as festas de carnaval em São Paulo\, Rio de Janeiro e Recife. \nNo final do circuito\, o público contará com um espaço instagramável e experiência sonora\, sentindo-se na apoteose do desfile\, com Mário de Andrade. \nNa abertura da exposição (9/11)\, a partir das 13h\, o Grêmio Recreativo Cultural da Escola de Samba Mocidade Alegre apresentará o “Morada do Samba”\, espetáculo que une a tradição e o espírito comunitário da escola\, homenageando nomes como o de Mário de Andrade\, que ajudaram a construir a sua identidade cultural. \nJá no dia 23 de novembro\, a partir das 16h\, na atividade Carnaval na Poesia Modernista\, o Victor Palomo\, pesquisador e doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia\, Letras e Ciências Humanas da USP\, explora as figurações do carnaval e a poética do mascaramento em diferentes autores do período. \nNo Projeto Quintal o carnaval também começa mais cedo. Também em 23/11\, às 11h\, as crianças e seus responsáveis vão confeccionar adereços carnavalescos na oficina Carnaval no Museu: mão na massa. A seguir\, saiba como participar dessas atividades (serviço).
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LOCATION:Casa Mário de Andrade\, Rua Lopes Chaves\, 546 – Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"A vida que se revela" na Japan House
DESCRIPTION:Fotografia da série “as it is” (2020)\, da fotógrafa Rinko Kawauchi. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nRealizada pela primeira vez no Brasil\, a exposição “A vida que se revela” ocupa o segundo andar da Japan House São Paulo entre os dias 19 de novembro e 13 de abril de 2025\, com entrada gratuita. Em colaboração com o “KYOTOGRAPHIE International Photography Festival” – reconhecido como um dos mais importantes eventos do gênero desde sua criação em Quioto em 2013 – a mostra exibe quatro séries de fotografias produzidas por Rinko Kawauchi (1972) e Tokuko Ushioda (1940)\, que retratam momentos familiares e a intimidade de seus lares no Japão.  \nAs séries\, que capturam momentos com a família ou cenas cotidianas do lar\, são baseadas em um diálogo entre essas duas importantes fotógrafas japonesas\, Rinko Kawauchi e Tokuko Ushioda\, que receberam grande reconhecimento no ‘KYOTOGRAPHIE International Photography Festival 2024’.    \nKawauchi comenta o motivo por ter escolhido a Ushioda\, que já conquistou vários prêmios e está expondo na América Latina pela primeira vez aos 84 anos de idade\, como parceira desta interlocução: “Eu respeito o fato de que ela tem atuado como fotógrafa desde uma época em que a participação das mulheres na sociedade era difícil\, além do fato e que ela encara a vida com sinceridade”.  \nDentre os fotógrafos da atualidade\, Kawauchi é conhecida por suas reflexões profundas e pessoais de sua família. Seu estilo\, que ressalta a fragilidade e a vitalidade fundamental escondidos no objeto retratado com a sua delicada sensibilidade\, teve reconhecimento internacional e\, em 2007\, seu trabalho foi exibido no Museu de Arte Moderna de São Paulo\, no Brasil.  \n“São formas muito poéticas de mostrar esses cotidianos com um olhar bem cuidadoso e muito pessoais para os pequenos detalhes e momentos\, alguns comuns\, outros inusitados e até divertidos. O que a gente espera é que o público se aproxime desse dia a dia\, que crie uma certa intimidade com a vida dessas duas mulheres\, que nada mais é do que a vida de uma pessoa comum no Japão e que pode ter tanto em comum com as nossas vidas aqui\, do outro lado do mundo”\, comenta Natasha Barzaghi Geenen\, Diretora Cultural da Japan House São Paulo.  \nA série “Cui Cui”\, de Kawauchi\, documenta\, ao longo de 13 anos\, momentos do ciclo de vida de sua família como o casamento de seu irmão\, o falecimento de seu avô e o nascimento de seu sobrinho. O título da série foi escolhido pela fotógrafa ao se deparar com a expressão francesa usada para descrever o gorjeio do pardal\, canto possível de ser ouvido nas mais diversas partes do mundo\, e\, portanto\, uma metáfora perfeita para os sons cotidianos que permeiam a vida familiar de Kawauchi. Já em sua série\, “as it is” (algo como “tal como é”\, em tradução livre)\, Rinko registra os três primeiros anos de vida de sua filha\, complementada por uma projeção em vídeo.   \nNa série “ICE BOX”\, Ushioda documenta\, ao longo de 22 anos\, a intimidade de famílias de parentes e amigos utilizando geladeiras como um ponto fixo de referência\, oferecendo uma perspectiva única sobre a vida doméstica e a conexão familiar da época. Já em “My Husband”\, ela compartilha cenas do cotidiano com seu marido e filha\, registradas em um pequeno apartamento de estilo ocidental durante a década de 1970.  \nA Japan House São Paulo oferece várias atividades paralelas para proporcionar aos visitantes uma compreensão mais profunda acerca da exposição. Destaque para uma visita guiada no dia 19 de novembro\, às 15hs\, conduzida pela fotógrafa Tokuko Ushioda e por Yusuke Nakanishi\, co-fundador e diretor do festival KYOTOGRAPHIE – International Photography Festival. Outro evento importante que acontece também na terça-feira (19)\, às 19h\, é um bate papo com Tokuko Ushioda\, mediado pelo fotógrafo e pesquisador brasileiro\, Lucas Gibson. Na ocasião\, o público poderá conhecer sobre a trajetória da fotógrafa e se aprofundar nas séries “ICE BOX” (Caixa de Gelo) e “My Husband” (Meu Marido)\, presentes na exposição.  “A vida que se revela” integra o programa JHSP Acessível\, oferecendo recursos táteis\, audiodescrição e vídeo em libras para proporcionar acessibilidade a todos os visitantes.
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LOCATION:Japan House\, Avenida Paulista\, 52 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Caipiras: das derrubadas à saudade" na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:Almeida Júnior\, “Caipira Picando Fumo”\, 1893. Foto: Isabella Matheus\n\n\n\n\nA exposição coletiva nasce a partir do trabalho emblemático de Almeida Júnior (Itu\, 8 de maio de 1850 — Piracicaba\, 13 de novembro de 1899)\, Caipira picando fumo (1893)\, para repensar o imaginário em torno da identidade deste tipo social construído para designar o paulista interiorano. \nA figura do caipira surge do projeto político de uma elite cultural empenhada na modernização de São Paulo e na construção de um lugar destacado para o estado frente as outras unidades da federação. \nO alinhamento com tendências modernas internacionais de arte no século 19\, o realismo e o naturalismo\, faz do caipira a versão paulista dos trabalhadores do campo\, à época colocado como tipo social fundador das culturas nacionais em diversos países.  \nOBRAS E DISPOSIÇÃO \nA primeira sala expositiva perpassa a construção desse personagem (caipira)\, a representação do ambiente rural e os afazeres que os caracterizam. \nNa segunda galeria\, estão reunidas obras que buscam apresentar os antecedentes do caipira\, que pode ser entendido como a síntese de outras imagens produzidas ao longo do século 19\, entre elas bandeirantes\, mestiços e caboclos. Paralelas a essas figuras\, algumas paisagens retratam a destruição das florestas desde 1830\, tratando da relação humana com o ambiente. \nNas pinturas está representado o conhecimento do homem mestiço pela terra\, seja para se localizar em seus caminhos\, seja para explorar seus recursos. O derrubador brasileiro (1879)\, de Almeida Júnior\, é uma alegoria importante que evidencia a relação com essas paisagens ao mostrar um homem dotado de uma relação com a terra. advinda do seu sangue indígena\, e do industrialismo português. Também podem ser vistas obras como Bandeirantes e Índia (Prólogo) (1882) e Defrichement d’une forêt [Derrubada de uma floresta] (entre 1827 e 2835).  \nA última sala se volta para a representação do sistema cultural em que a figura do caipira se insere\, uma preocupação realista dos pintores modernos\, como Almeida Júnior. É nessa sala que está a Saudade (1899)\, uma das obras mais emblemáticas de Almeida Júnior. Na pintura\, uma caipira nos comove ao chorar sobre uma fotografia\, que lhe traz uma recordação. 
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LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
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SUMMARY:"Ocupação Leda Maria Martins" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:Leda Maria Martins\, 2022. Imagem: Murilo Alvesso\nÀs 11h do sábado\, 7 de dezembro\, o Itaú Cultural abre a Ocupação Leda Maria Martins em seu piso térreo. Em um total de cerca de 140 peças\, a mostra começa com uma viagem pelo acervo pessoal da homenageada\, por onde se desvenda a sua vida desde a infância. Na sequência\, o visitante entra no universo de Leda entre suas experiências\, conceitos e vivências. Por fim\, chega a uma representação do território sagrado que permeia toda a vida dela: o Reinado de Nossa Senhora do Rosário do Jatobá. A mostra permanece em cartaz até 30 de março de 2025.Leda Maria Martins nasceu no Rio de Janeiro. Ao perder o pai\, ainda menina\, foi viver em Belo Horizonte com a irmã Ana Maria Martins e sua mãe Dona Alzira Germana Martins\, quitandeira\, cozinheira\, cantineira\, benzedeira e conhecedora dos poderes de cura das plantas\, ervas e chás. Logo ela aprendeu a ler e escrever\, estudar matemática e fazer teatro.Dali em diante\, a sua trajetória ascendeu rapidamente até conseguir uma bolsa de estudos que a levou a realizar o mestrado em Artes na Universidade de Indiana\, nos Estados Unidos\, e nunca mais parou. A sua obra acadêmica e seu pensamento se tornaram indispensáveis na investigação do teatro contemporâneo e na percepção da cultura no Brasil. São dela\, por exemplo\, obras fundamentais sobre Qorpo Santo (José Joaquim de Campos Leão\, 1829-1883) e Abdias do Nascimento (1914-2011).Em reconhecimento à sua atuação no campo do teatro\, em 2017 foi instituído o Prêmio Leda Maria Martins de Artes Cênicas Negras de Belo Horizonte\, cujas categorias refletem conceitos de seu pensamento. Em 2022\, ela foi uma das contempladas no Prêmio Milú Villela – Itaú Cultural 35 Anos. Em 2023\, recebeu o Prêmio de Mestre em Artes Integradas da FUNARTE. No mesmo ano\, a sua obra foi fundamento do projeto curatorial da 35ª Bienal de São Paulo.A mostraA Ocupação revela essa trajetória ao percorrer as diferentes formações da homenageada\, que passam pela academia tradicional e pelas experiências na poesia\, no teatro e no Reinado. Também revela o seu processo criativo\, afetos familiares e registros visuais e materiais que remetem à sua existência como Rainha de Nossa Senhora das Mercês da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário do Jatobá\, em Minas Gerais.“Eu sou tudo o que me constitui: poeta\, pós-doutora\, reinadeira\, que foi princesa e hoje é rainha. Sou mãe\, sou filha. Não mantenho comigo nem com o mundo uma relação de dualidade”\, diz Leda em um dos vídeos produzidos pela equipe do Itaú Cultural e exposto na Ocupação. “Onde estou\, mais nada está. Tudo o que me formata e constitui\, está”\, conclui.O primeiro espaço da mostra está repleto de fotografias\, rascunhos de poemas manuscritos e datiloscritos\, primeiras publicações e processos de pesquisa de seu acervo. Encontram-se ali\, também\, vídeos com depoimentos da Rainha Perpétua do Reinado de Nossa Senhora do Rosário do Jatobá Iracema Moreira\, da escritora Ana Maria Gonçalves e das atrizes Natasha Corbelino\, Renata Sorrah e Tatiana Tibúrcio\, além de um vídeo com falas da própria homenageada.Em seguida\, a exposição revela três obras\, encomendadas aos artistas Dione Carlos\, Ricardo Aleixo e Rui Moreira a partir do conceito do tempo espiralar – um dos pensamentos conceituais de Leda\, ao lado de encruzilhada\, oralitura\, corpo-tela (leia mais neste press kit em Conceitos). Há\, também\, uma réplica tátil de sua vestimenta durante os festejos do Reinado – a original está exposta na mostra Artistas do vestir: uma costura dos afetos\, em cartaz no mesmo Itaú Cultural.  Por fim\, o visitante chega a uma reprodução de um altar de fé e afetos e a projeção de uma obra audiovisual captada durante a festa do Reinado de agosto de 2024. Fecha esse espaço\, Café com Leda – uma obra sonora e imersiva\, na qual ela recita o poema Claves\, publicado em seu livro Os dias anônimos\, de 1999. A homenageada também conta\, aqui\, histórias como a de sua primeira experiência nos palcos\, quando era criança\, rememora o seu amor pelo teatro e questões do racismo estrutural. O visitante pode ouvir sentado\, vivenciando as suas narrações.
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SUMMARY:“Histórias LGBTQIA+” no MASP
DESCRIPTION:Mayara Ferrão\, “O beijo 20”\, da série Álbum dos desesquecimento. Coleção da artista e Galeria Verve. Foto: Mayara Ferrão\n\n\n\n\nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand conclui o ano dedicado às Histórias da Diversidade LGBTQIA+ apresentando\, de 13 de dezembro a 13 de abril de 2025\, uma mostra coletiva que ocupa três espaços expositivos do museu. A exposição Histórias LGBTQIA+ reúne mais de 150 obras de arte e centenas de documentos nacionais e internacionais. \nCom curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico\, MASP; Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP; colaboração de André Mesquita\, curador\, MASP; e assistência de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, e Teo Teotonio\, assistente curatorial\, MASP\, a mostra é organizada em oito núcleos: Amor e desejo; Ícones e musas; Espaços e territórios; Ecossexualidades e fantasias transcendentais; Sagrado e profano; Abstrações; Arquivos; e Biblioteca Cuir.  \n“O atual cenário global para pessoas queer e trans é desigual: a aceitação\, a solidariedade e a visibilidade existem lado a lado com o ódio\, a censura e a total proibição legal em diferentes partes do mundo. Assim\, por um lado\, uma atenção maior voltada a questões Lésbicas\, Gays\, Bissexuais\, Transgênero\, Queer\, Intersexo\, Assexuais e de outras minorias (LGBTQIA+) vem criando mais oportunidades para artistas e pensadores queer e trans. Todavia\, por outro lado\, pessoas LGBTQIA+ em todo o mundo – impactadas diferentemente por sua raça\, classe\, gênero\, idade\, nacionalidade – continuam enfrentando repressão. Nesse contexto\, Histórias LGBTQIA+ reúne trabalhos que tematizam tópicos queer ou que sejam feitos por artistas\, ativistas e pesquisadores LGBTQIA+. A mostra celebra a riqueza e a multiplicidade da criatividade queer nas artes visuais”\, afirmam Julia Bryan-Wilson\, curadora-adjunta de arte moderna e contemporânea\, MASP\, e Adriano Pedrosa\, diretor artístico. Queer\, na língua inglesa\, originalmente significa “estranho”\, mas também\, em algum momento\, “sexualmente desviante”. Porém\, desde o final do século 20\, tem sido reivindicado por lésbicas\, gays\, bissexuais e transgêneros como um termo amplo para identificá-los. \nJustapondo o passado e a contemporaneidade\, a mostra apresenta trabalhos de diversos períodos e correntes artísticas\, evidenciando visões das histórias LGBTQIA+ que atravessam o tempo e o espaço\, e ainda apontam estratégias de resistência. Em O beijo 20 (2024)\, da série Álbum dos desesquecimentos\, a artista baiana Mayara Ferrão usa Inteligência Artificial para criar imagens que simulam fotos antigas\, inventando\, assim\, uma iconografia de histórias de lésbicas negras\, a fim de revelar narrativas que foram apagadas e imaginar novos futuros. \n“Apresentamos uma diversidade de representações\, grupos e experiências para além das imagens de subalternidade\, desumanização e hipersexualização que historicamente foram colocadas sobre as pessoas LGBTQIA+. Também temos uma diversidade enriquecedora de  estilos artísticos para pensar essa experiência do ponto de vista da arte e de possíveis revisões históricas”\, afirma Leandro Muniz\, curador assistente MASP. \nA mostra apresenta trabalhos contemporâneos que estabelecem críticas e reflexões com base nos cânones da arte. Em Duas Fa’afafine (2020)\, a artista Yuki Kihara\, de ascendência japonesa e samoana\, fotografa pessoas da comunidade trans a partir dos esquemas compositivos de Paul Gauguin (França\, 1848–1903)\, em uma crítica às famosas pinturas em que o francês representou as mulheres da Polinésia. Outro exemplo de diálogo com a tradição artística é Uma escultura para mulheres trans… (2022) da artista norte-americana Puppies Puppies (Jade Kuriki-Olivo). A obra\, produzida em bronze\, material clássico da história da arte\, reproduz em escala um para um o corpo da artista a partir de um escaneamento tridimensional.  \nA exposição também coloca em debate os estereótipos e as contradições presentes na comunidade LGBTQIA+. Uma das obras que compõem a mostra é a fotografia Night Stage Raising Crew\, Listening (2006)\, de Angela Jimenez\, que registra a montagem do palco do Michigan Womyn’s Music Festival. Criado em 1976\, o evento anual organizado por mulheres lésbicas feministas teve fim em 2015 devido às tensões causadas pela política de exclusão de mulheres trans. \nReunindo registros históricos da comunidade LGBTQIA+\, o núcleo Arquivos conta com documentos de grupos comunitários auto-organizados do Brasil — como MUTHA (Museu Transgênero de História e Arte)\, Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT–SP) e Arquivo Lésbico — e do Sul Global\, incluindo outros 12 países da Ásia\, América Latina\, África e mundo Árabe. \nHistórias LGBTQIA+ integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da diversidade LGBTQIA+. A programação do ano também inclui as mostras de Francis Bacon\, Mário de Andrade\, Catherine Opie\, Lia D Castro\, Leonilson\, dos coletivos Gran Fury e Serigrafistas Queer\, da coleção MASP Renner\, bem como mostras na Sala de Vídeo de Masi Mamani/Bartolina Xixa\, Tourmaline\, Ventura Profana\, Kang Seung Lee e Manauara Clandestina. \nA mostra faz parte de uma série de projetos em torno da noção plural de “Histórias”\, palavra que engloba ficção e não ficção\, relatos pessoais e políticos\, narrativas privadas e públicas\, possuindo um caráter especulativo\, plural e polifônico. Essas histórias têm uma qualidade processual aberta\, em oposição ao caráter mais monolítico e definitivo das narrativas históricas tradicionais. Nesse sentido\, entre os programas anuais e as exposições anteriores\, o MASP organizou Histórias da Sexualidade (2017)\, Histórias Afro-Atlânticas (2018)\, Histórias das Mulheres\, Histórias Feministas (2019)\, Histórias da Dança (2020)\, Histórias Brasileiras (2021-22) e Histórias Indígenas (2023).
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SUMMARY:"Cícero Dias - com açúcar\, com afeto" no Farol Santander
DESCRIPTION:Cícero Dias\, “Baile no Campo”\, 1937 – Divulgação \nO Farol Santander São Paulo\, centro de cultura\, lazer\, turismo e gastronomia\, inaugura no dia 24 de janeiro (sexta-feira)\, a exposição Cícero Dias – com açúcar\, com afeto. Com 42 obras\, a mostra\, que tem curadoria de Denise Mattar\, produção de MG Produções e consultoria de Sylvia Dias (filha do artista)\, será a primeira de 2025 e faz parte da programação comemorativa pelos sete anos do Farol Santander São Paulo. O público poderá visitar a exposição que ocupa toda a galeria do 22º andar\, até 27 de abril (domingo). \n“O Farol Santander tem orgulho em apresentar ao público a obra de Cícero Dias\, artista emblemático do modernismo brasileiro\, cujo trabalho transcende fronteiras e dialoga com as vanguardas internacionais. Sua arte\, marcada por uma paleta de cores vibrante\, reflete as paisagens e a cultura nordestina\, evocando a essência lírica do Estado de Pernambuco”\, comenta Maitê Leite\, Vice-presidente Executiva Institucional Santander. \nA exposição sustenta como proposta realçar a trajetória do artista\, contextualizando sua história e evidenciando sua profunda relação às origens pernambucanas. Embora tenha vivido a maior parte de sua vida em Paris\, onde foi amigo de Pablo Picasso\, Paul Éluard\, Alexander Calder entre outros\, Cícero Dias nunca deixou de fato o Engenho Jundiá\, onde nasceu. \nO percurso circular da mostra apresenta as aquarelas oníricas da década de 1920. Exibe também as pinturas memorialistas dos anos 1930\, atravessa o surrealismo dos anos 1940\, aponta a abstração da década de 1950\, e traz sua produção dos anos 1960 a 1990\, quando ele retorna à figuração\, incorporando toques nostálgicos dos anos 1930\, acentos surrealistas da década de 1920 e as conquistas estruturais da abstração. \n“Lírico\, agressivo\, caótico\, sensual\, poético e emocionante\, o trabalho de Cícero Dias\, no final dos anos 1920\, era muito diverso de tudo o que se produzia na época. Ele sacudiu os nossos incipientes modernistas\, estonteados pela força\, a estranheza e a espontaneidade de sua obra”\, diz Denise Mattar curadora da mostra. \nUm dos destaques da exposição é a obra inédita Cabaré\, déc.1920\, uma aquarela sobre papel com dimensões de 49\,5 x 29\,5 cm. Este trabalho foi adquirido por um colecionador francês nos anos 1930\, após uma exposição de Cícero Dias em Paris\, permanecendo na Europa desde então. Recentemente\, a obra foi adquirida pelos colecionadores brasileiros que a cederam para esta mostra. \nOutro significativo trabalho de Cícero Dias exibido nesta exposição é a tela aquarelada Casa grande do Engenho Noruega (1933). Esta obra é uma das principais da carreira do artista e ilustrou a capa de diversas edições do livro Casa-Grande e Senzala\, de Gilberto Freyre\, um marco na literatura brasileira. \nO ambiente também contará com duas obras táteis\, com recurso de acessibilidade\, incluindo Baile no Campo (1937)\, da Coleção Santander Brasil\, e Sem Título (s.d.)\, da Coleção Marcos Ribeiro Simon\, São Paulo\, SP. \nEntre as telas que integram o espaço\, há peças provenientes de algumas das principais instituições\, como o Santander Brasil\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (RJ)\, o Museu de Arte Moderna de São Paulo\, o Museu de Arte Brasileira da FAAP (SP)\, o Instituto São Fernando (RJ)\, além de colecionadores particulares\, como Gilberto Chateaubriand (RJ)\, Waldir Simões de Assis (PR)\, Marta e Paulo Kuczynski (SP)\, Leonel Kaz (RJ)\, Marcos Simon (SP)\, entre outros.
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SUMMARY:"Órbita Lunar" no Desapê
DESCRIPTION:Tunga\, “Cipó cinema”. Foto: Wilton Montenegro\nNo dia 29 de janeiro\, sob a primeira lua nova de 2025 e marcando o início do Ano da Serpente de Madeira no calendário chinês\, Desapê apresenta a exposição coletiva Órbita Lunar em sua casa na Travessa Dona Paula\, em Higienópolis.   \nÓrbita Lunar foi concebida a partir do convite feito pelo Desapê à galeria Marli Matsumoto Arte Contemporânea para um diálogo com o seu acervo. A mostra reúne obras que carregam em si uma atmosfera de introspecção e mistério que remete ao único satélite natural da Terra —muitos dos trabalhos expostos\, inclusive\, datam do final dos anos 1960\, período em que o homem deu seu primeiro passo na superfície lunar. O texto crítico Acordos Invisíveis\, de Jéssica Varrichio\, acompanha a exposição. \nObras sonoras\, múltiplos e efêmeras de artistas atuantes naqueles anos\, também marcados pelo ativismo político\, como Cildo Meireles\, Amelia Toledo e Ana Maria Maiolino\, dialogam com criações voltadas à arte eletrônica\, conceitual e povera\, de nomes como Waldemar Cordeiro\, Umberto Costa Barros e Amílcar de Castro. \nXilogravuras e trabalhos sobre jornais\, revistas\, postais\, espumas e tecidos usados também conectam outras gerações de artistas que\, em comum\, buscam referências tanto no conceitualismo dos anos 1960 e 70\, quanto em narrativas ancestrais do Cosmo. Entre eles\, destacam-se Edgar Calel\, Leka Mendes\, Juan Casemiro\, Renata Siqueira Bueno e Mayana Redin.   \nArtistas brasileiros da década de 1980\, como Ricardo Basbaum\, Jorge Guinle e Tunga juntam-se a produções dos colombianos Rosario López e Gabriel Sierra\, da norte-americana Trisha Brown e do catalão Xavier Aballí.  \nComo Varrichio escreve em Acordos Invisíveis\, há um “pacto silencioso entre a Lua e a Terra que reflete-se nas relações humanas e sociais\, nos processos artísticos e na própria lógica da exposição” que une artistas de diferentes gerações e proposições numa sútil coreografia visual. \nÓrbita Lunar fica em cartaz até 22 de março\, com visitação gratuita.
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SUMMARY:"Ainda não é o fim do mundo" no Paço das Artes
DESCRIPTION:Felipe Góes\, “Pintura 346”\, 2019 – Divulgação \nO Paço das Artes\, inaugura a agenda 2025 de exposições com a coletiva inédita Ainda não é o fim do mundo. \nCom curadoria de Renato De Cara\, curador do Paço das Artes\, a exposição traz 58 trabalhos de 18 artistas que\, por meio de suas obras\, refletem sobre os impactos significativos e\, muitas vezes\, irreversíveis das ações humanas ao meio ambiente. Para além das mudanças nas paisagens\, os artistas exibem exercícios de imaginação para um futuro fantasioso\, investigando linguagens\, representações utópicas\, apocalípticas e objetos ficcionais. \nArtistas convidados: Alexandre Ignácio Alves\, Ariel Spadari\, Brunøvaes\, Chico Santos\, Felipe Góes\, Hugo Fortes\, Lalo de Almeida\, Leila de Sarquis\, Luanna Jimenes\, Marcelo Moscheta\, Mauricio Parra\, Meia\, Mercedes Lachmann\, Rafaela Foz\, Ricardo Barcellos\, Rosa Hollmann\, Uýra\, Virginia de Medeiros.
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SUMMARY:"Indomináveis Presenças" no CCBB SP
DESCRIPTION:Uýra Sodoma\, Série Elementar – LAMA\, 2017. Foto: Keila Serruya \nIdealizada pela AfrontArt\, com curadoria de Luana Kayodê e Cíntia Guedes\,  como curadora convidada\, Indomináveis Presenças tem como foco valorizar as perspectivas negras\, indígenas e LGBTQIAPN+ nas artes brasileiras\, a partir de um olhar disruptivo\, inclusivo e transformador. A exposição proporciona ao público a oportunidade de conhecer 16 artistas de todo o Brasil\, em diferentes fases de suas trajetórias\, além de imergir em narrativas muitas vezes excluídas dos circuitos tradicionais. A mostra reúne 114 obras que abrangem linguagens artísticas diversas\, como gravuras\, fotografias\, pinturas\, esculturas\, performances e obras criadas com recursos de inteligência artificial. \nCom uma abordagem singular sobre história\, identidade e percepção\, os processos artísticos se entrelaçam para questionar e transformar a forma como vemos e representamos o Brasil. Adu Santos (SP) investiga as ausências e presenças no discurso museológico\, trazendo à tona uma reflexão crítica sobre a história e as instituições. Bernardo Conceição (BA)\, por sua vez\, desafia os limites do que os olhos veem\, oferecendo novas formas de perceber o mundo e a arte. Já Bixa Tropical (BA) celebra a liberdade corporal e resgata o tropicalismo brasileiro\, criando uma arte vibrante\, cheia de cores intensas\, que questiona as normas e ressignifica a identidade nacional. \nAmpliando a diversidade temática e artística\, a mostra traz também Cosmos Benedito (MS)\, transmasculino e autista\, cuja obra aborda ancestralidade indígena e descolonização por meio de artes visuais e instalações; Edgar Azevedo (BA)\, que transita entre o real e o imaginário\, capturando emoções e a diversidade humana; Panamby (SP/MA)\, que apresenta obras poéticas ligadas a rituais e práticas corporais; Emerson Rocha (SP)\, que retrata o cotidiano da população negra e a homoafetividade periférica\, desmistificando o corpo negro e trazendo luz a temas como sonho e futuro; e Gê Viana (MA)\, que por meio de narrativas afro-indígenas\, conecta história ao cotidiano afro-diaspórico indígena celebrando dignidade e felicidade enquanto confronta a cultura hegemônica e os sistemas de arte e comunicação. \nExplorando diferentes conexões entre corpo\, identidade e ancestralidade\, Helen Salomão (BA) aborda temas de maneira sensível por meio de sua arte; Juh Almeida (BA)\, que através da fotografia e do cinema aborda uma poética experimental e documental\, além de construir novos imaginários afro visuais\, entendendo-os como ferramentas de transformação social; e  Lucas Cordeiro (BA)\, que  investiga espiritualidade e memórias através de fotografia e escultura. \nNo diálogo entre tecnologia e ancestralidade\, Mayara Ferrão (BA) trabalha com inteligência artificial e arte visual\, abordando questões afro-brasileiras. Já Rafa Bqueer (PA) transita entre moda\, escolas de samba e arte contemporânea\, colocando em pauta questões raciais e LGBTQIAPN+. \nCom um olhar sensível para corpos e narrativas marginalizadas\, a travesti Rafaela Kennedy (AM) valoriza esses sujeitos em fotografias que rompem estereótipos; Rainha F (RJ)\, por sua vez\, aborda a solidão de corpos negros e questões raciais no contexto LGBTQIAPN+\, explorando simbologias matrimoniais para criar novas perspectivas sobre mecanismos de sobrevivência. Por fim\, a artista indígena e também travesti Uýra Sodoma (PA) conecta floresta e cidade em performances marcantes\, como Árvore que Anda.
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SUMMARY:Galeria Raquel Arnaud recebe exposições de Felipe Pantone e Ding Musa
DESCRIPTION:Felipe Pantone\, “Subtractive Variability Box 2″ – Divulgação \nA partir do dia 6 de fevereiro\, a Galeria Raquel Arnaud\, em São Paulo\, apresenta duas exposições simultâneas que exploram questões contemporâneas através da arte: Movimento e Transformação no Tecnoceno\, do artista hispano-argentino Felipe Pantone\, e Todo olhar é político\, do brasileiro Ding Musa. \nMovimento e Transformação no Tecnoceno\, exposta no primeiro andar da galeria\, aborda a interação entre o analógico e o digital\, destacando a influência da luz e da tecnologia na percepção visual. Com texto crítico assinado por Ana Carolina Ralston\, a exposição oferece uma imersão em formas geométricas\, gradientes neon e padrões ópticos\, refletindo as inquietações de Pantone sobre a transformação digital e suas implicações sociais. Nas obras\, o artista explora temas como transmutação e a efemeridade dos sentidos\, refletindo sobre como a tecnologia molda a percepção e a interação humana com o mundo. \nReconhecido mundialmente por seu estilo vibrante e futurista\, Pantone dialoga com influências de artistas cinéticos como Victor Vasarely e Carlos Cruz-Diez. Esta é sua primeira exposição no Brasil\, apresentando obras exclusivas desenvolvidas especialmente para o espaço da Galeria Raquel Arnaud. \nLocalizada no térreo da galeria\, a exposição Todo olhar é político\, de Ding Musa\, convida à reflexão sobre o impacto humano no meio ambiente. Conhecido por sua prática artística voltada à fotografia\, o artista paulista utiliza nesta mostra diferentes técnicas para construir imagens de dimensão política e caráter abstrato. Suas instalações propõem um diálogo crítico sobre questões ecológicas\, revelando a complexidade das relações entre humanidade e natureza. \nAmbas as exibições estarão disponíveis para visitação na Galeria Raquel Arnaud\, com entrada gratuita. Com temas que transitam entre o tecnológico e o ecológico\, as mostras oferecem perspectivas complementares sobre as transformações que moldam o presente e o futuro. \n 
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SUMMARY:Sala de Vídeo: Janaina Wagner no MASP
DESCRIPTION:Janaina Wagner\, 2024\, Quebrante (frame do vídeo) – Crédito: Divulgação/Cortesia da artista \nO MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta\, de 7 de fevereiro a 30 de março\, a Sala de Vídeo: Janaina Wagner. A mostra marca a estreia do documentário experimental Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025)\, de Janaina Wagner (São Paulo\, SP\, 1989)\, que tem como elemento central a BR-230\, conhecida como Rodovia Transamazônica. \nProjetada para conectar a Amazônia à costa brasileira\, a construção da Transamazônica\, ocorrida durante o período militar\, foi marcada por uma perspectiva extrativista e por tensões com as comunidades da região. A exposição destaca como a rodovia transformou a paisagem e deixou marcas profundas no meio ambiente e no cotidiano das populações locais\, afetando tanto a cultura quanto a história do Brasil. \nCom curadoria de Leandro Muniz\, curador assistente\, MASP\, a sala de vídeo exibe uma trilogia de vídeos gravados no território amazônico: Curupira e a máquina do destino (2021)\, Quebrante (2024) e Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025). Na trilogia\, a rodovia inacabada dialoga com figuras do folclore brasileiro\, criando metáforas críticas sobre a realidade do país. “A obra de Janaína Wagner se apropria de figuras mitológicas ou folclóricas para abordar conflitos reais\, como é o caso da Curupira. A personagem carrega simbolismos marcantes\, especialmente o detalhe dos pés para trás que andam para a frente\, o que\, no trabalho de Wagner\, sugere as contradições do desenvolvimento predatório”\, comenta Muniz. \nOs documentários experimentais de Wagner criam ficções para refletir sobre a realidade\, entrelaçando história da arte\, cinema e literatura. O documentário Iracema – uma transa amazônica (1974)\, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna\, foi uma referência central para a artista\, que propôs uma continuação do longa-metragem ao contar novas histórias sobre o que acontece nas margens da rodovia BR-230. Como em Curupira e a máquina do destino (2021)\, filmado no distrito de Realidade (AM)\, que narra o encontro entre uma curupira e o fantasma encarnado de Iracema\, personagem fictícia do filme de 1974. \nEm Rurópolis (PA)\, primeira cidade fundada na BR-230 para servir de base aos trabalhadores que a construíram\, transcorre Quebrante (2024). O vídeo acompanha Dona Erismar\, a professora aposentada que descobriu as cavernas da região e ficou conhecida como “A Mulher das Cavernas”. \nEncerrando a trilogia de pesquisa de Janaina sobre a Rodovia Transamazônica\, Quando o segundo sol chegar / um cometa nos teus olhos (2025) anuncia a aproximação de um Segundo Sol e a catástrofe causada pela crise climática. \nSala de Vídeo: Janaina Wagner é a primeira exibição de 2025 no MASP\, que\, ao longo do ano\, incluirá mostras audiovisuais de Emilija Škarnulytè\, Maya Watanabe\, Inuk Silis Høegh\, Tania Ximena e Vídeo nas Aldeias. A Sala de Vídeo integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias da Ecologia.
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LOCATION:MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand\, Avenida Paulista\, 1578 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
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SUMMARY:"Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará" no CCBB SP
DESCRIPTION:Série Ykamiabas e o Nascimento do Muyrakytã\, 2019. Foto: Renata Aguiar \nO Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo recebe\, a partir de 8 de março de 2025\, Dia Internacional da Mulher\, a exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará\, um panorama da fotografia contemporânea feita por mulheres amazônicas. Projeto do Museu das Mulheres\, com curadoria de Sissa Aneleh\, a mostra nasce de um extenso trabalho de pesquisa que vem sendo realizado há mais de uma década e propõe reflexões sobre identidade\, território e memória\, a partir da perspectiva de temáticas de 11 fotógrafas. \nA exposição reafirma a potência do olhar feminino na fotografia contemporânea artística e destaca a importância da representatividade e da autonomia das mulheres na construção de narrativas visuais que traduzem a riqueza cultural e social da Amazônia. \nA exposição reúne cerca de  160 obras – incluindo fotografias\, jornais artísticos\, propostas fotográficas\, áudios e vídeos – distribuídas em cinco andares do edifício do CCBB. A visitação inicia-se no 4º andar e segue um percurso descendente\, até o subsolo\, proporcionando ao visitante uma experiência fluida e imersiva\, do tradicional ao experimental. \nPara compor essa exposição\, Sissa Aneleh realizou uma pesquisa aprofundada sobre a fotografia na Região Norte\, buscando compreender o papel das mulheres fotógrafas naquele contexto e na história. “Era essencial trazer uma representatividade diversa\, tanto geracional quanto estética. A fotografia feita por mulheres no Pará desafia os limites entre a arte\, a documentação e a experimentação – é uma importante ferramenta de resistência e afirmação identitária”\, explica a curadora. \nA mostra apresenta um recorte inédito\, que traça um panorama de mais de 40 anos de produção fotográfica feminina na Amazônia\, reunindo gerações de artistas que exploram desde a experimentação visual até a documentação social. Entre as precursoras das décadas de 1980 e 1990 estão Bárbara Freire\, Cláudia Leão\, Leila Jinkings\, Paula Sampaio e Walda Marques. Já a nova geração é representada por Evna Moura\, Deia Lima\, Jacy Santos\, Nailana Thiely\, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma dessas artistas contribui\, à sua maneira\, para ampliar os repertórios da fotografia brasileira e desafiar concepções tradicionais sobre a Amazônia. \nO Banco do Brasil incentiva a cultura há mais de 35 anos\, contribuindo para dar visibilidade a produções artísticas que ampliam o olhar sobre a diversidade cultural do país. Para Cláudio Mattos\, Gerente Geral do CCBB SP “receber essa exposição representa uma oportunidade de trazer ao público um recorte potente da fotografia brasileira\, que revela novas narrativas conduzidas por mulheres que ressignificam o olhar sobre a Amazônia\, seus territórios e suas histórias”.
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SUMMARY:"A propósito de duas janelas" de Lucia Laguna na Fortes D’Aloia & Gabriel
DESCRIPTION:Lucia Laguna\, “Paisagem nº 157”\, 2024. Foto: Eduardo Ortega. Cortesia da artista e Fortes D’Aloia & Gabriel\, São Paulo/Rio de Janeiro. \nA Fortes D’Aloia & Gabriel inaugura sua programação de 2025 em São Paulo com a exposição de Lucia Laguna\, A propósito de duas janelas\, a sua quarta mostra com a galeria. \nDesde que começou a pintar\, a janela funciona para Laguna como ponto de vista\, mas também orienta as suas decisões compositivas: opera ao mesmo tempo como um sistema de ordenação do plano em quadrados e retângulos e como componente que desestabiliza a escala e cria novas vistas dentro do quadro.\n\nEstas obras produzidas neste ano e ao longo de 2024 e 2023\, marcam um momento transitivo na pesquisa da artista: recentemente\, Laguna passou a ocupar um novo estúdio\, deixando aquele em que trabalhou e morou por mais de 40 anos. Esse deslocamento físico leva também a uma transformação formal e temática nas suas obras\, e conduz às “duas janelas” aludidas no título da exposição. Em pinturas como Paisagem nº 157 (2024)\, blocos e faixas monocromáticas em tons neon de verde\, amarelo\, laranja\, vermelho e rosa são novos elementos que expandem o repertório cromático da artista enquanto aguçam as possibilidades inerentes à sua prática. Uma dinâmica de ocultamentos e ênfases visuais cria apagamentos luminosos\, presenças que também escondem. Ao cortar e atravessar a superfície\, essas intervenções geométricas de planos e linhas desierarquizam a perspectiva\, subvertendo proporções. Construções e fragmentos de arquitetura aninham-se dentro de densas representações de mata. \nAncoradas em figuras\, seus trabalhos se convertem em trechos abstratos. As diagonais incisivas\, os bloqueios coloridos da superfície\, os cortes decididos e as transversais que caracterizam a pintura de Lucia Laguna citam elementos construídos como muros\, cabos elétricos\, cercas a casas. Traduz-se assim a natureza palimpséstica da constituição urbana do Rio de Janeiro. A presença dessa paisagem labiríntica impõe uma apreensão fragmentária a que a artista responde com observações às vezes micro\, às vezes macroscópicas. Nascem obras profundamente situadas no ambiente\, com um olhar que esmiúça e expande os arredores\, implicado na construção\, reconstrução e desconstrução do espaço.  \nA exposição é acompanhada de um ensaio escrito pelo crítico e curador Diego Matos.  \nAgradecimento especial a Claudia Moreira Salles pelo mobiliário da mostra.
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SUMMARY:"Calambur" na Millan
DESCRIPTION:Thomaz Rosa\, “O Grande Sol”\, 2020. Foto: Julia Thompson/Millan \nEm 8 de fevereiro\, sábado\, a partir das 15h\, a Millan inicia sua programação de 2025 com Calambur. Idealizado por Guga Szabzon (1987\, São Paulo\, SP\, Brasil)\, artista representada pela galeria\, pelo pintor Thomaz Rosa (1989\, São Caetano do Sul\, SP\, Brasil) e pelo curador Cristiano Raimondi (1978\, Bolonha\, Itália)\, Calambur estabelece fluxos e movimentos de aproximação entre a produção de ambos os artistas. \nReunião de obras de Szabzon e Rosa\, além de trabalhos criados a quatro mãos\, Calambur resulta de um ano de diálogo e colaboração entre os artistas. Ao longo de 2024\, eles passaram a frequentar o ateliê um do outro e a trocar um banco de imagens que guardavam como referência\, uma prática que\, coincidentemente\, já mantinham de antemão. Essas aproximações culminaram em ações mais experimentais\, que envolvem a criação de obras cujas etapas foram executadas intercaladamente por Guga e Thomaz\, além de trabalhos criados em conjunto. \nDesse último\, um exemplo é Só não sei se continuo (2024). A peça teve a sombra projetada pelo corpo dos dois artistas pintada por Rosa sobre a superfície do feltro\, material recorrente na produção de Szabzon. \nCristiano Raimondi — responsável pela curadoria de exposições de Szabzon na Millan e na galeria Travesía Cuatro\, no México\, em 2023 — incentivou a aproximação entre os artistas ao notar pontos de contato em suas respectivas pesquisas. Ainda que seus trabalhos preservem grandes diferenças\, sobretudo no que diz respeito aos processos e materiais empregados por cada um\, eles compartilham em suas composições a linha e a sugestão de movimentos rápidos\, além de um apreço por correntes da arte moderna e da segunda metade do século XX. \nO bate-bola mantido por eles é reposto no espaço expositivo\, por meio de movimentos de associação entre as obras e\, sobretudo\, por outro trabalho elaborado pela dupla. Quicada (2024) consiste em uma mesa de pingue-pongue coberta por traços\, formas\, pinturas e objetos produzidos pelos artistas. Posicionada no centro do espaço\, a obra funciona como uma metonímia de Calambur — o movimento veloz da bolinha arremessada de um lado a outro pelas raquetes\, ou o do olhar de quem a acompanha — é o mesmo proposto pelo trio que idealizou o projeto: traçar um percurso errático e fugaz pelo universo de cada artista\, seu ateliê\, suas obras e os artistas olhados por cada um\, formando um rastro que embaralhe e reordene nossa mirada sem definições estáticas.
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SUMMARY:"Meu quintal é maior que o mundo" na Casa Triângulo
DESCRIPTION:Eduardo Berliner\, “Parque”\, 2020. Cortesia: Casa Triângulo\, São Paulo. Foto: Edouard Fraipont \nA Casa Triângulo\, comprometida em trazer o melhor da arte contemporânea\, apresenta a exposição coletiva “Meu quintal é maior que o mundo”\, com curadoria de Priscyla Gomes. A mostra\, que será inaugurada no dia 08 de fevereiro de 2025\, às 14h\, reúne obras de 23 artistas brasileiros de diferentes gerações\, explorando o conceito do quintal como um espaço de conexão entre o doméstico e o universal. \nInspirado no poema O Apanhador de Desperdícios\, do consagrado poeta mato-grossense Manoel de Barros\, o título da exposição evoca uma reflexão sobre as pequenezas da vida e as coisas aparentemente insignificantes\, que ganham novos significados quando vistas sob uma perspectiva mais contemplativa e menos acelerada. A mostra propõe uma imersão no quintal como um lugar de encontro com a natureza\, a espiritualidade\, as festividades e a introspecção. \nA curadora Priscyla Gomes destaca que a exposição busca ressignificar o quintal como um espaço de múltiplas possibilidades: um lugar para o cultivo da terra\, a contemplação das estrelas\, o convívio comunitário e a reflexão pessoal. “O quintal é um microcosmo que reflete o mundo exterior\, um espaço onde o cotidiano e o universal se encontram”\, afirma Gomes. \nA exposição apresenta obras em diversas mídias\, incluindo pinturas\, esculturas\, instalações e fotografias\, que exploram as diferentes interpretações do quintal como um espaço de conexão e transformação. Entre os artistas participantes estão nomes consagrados e emergentes: Albano Afonso\, Sandra Cinto\, Eduardo Berliner\, Vânia Mignone\, Lucas Simões\, Mauro Restiffe\, Zé Carlos Garcia\, Amori\, Ana Paula Sirino\, Andy Vilela\, David Almeira\, Diego Mouro\, Fernanda Galvão\, Heitor Dos Prazeres\, Leticia Lopes\, Luiza Gottschalk\, Marina Hachem\, Mauricio Adinolfi\, Mauricio Parra\, Paula Scavazzini\, Rafa Chavez\, Yohana Oizumi\, e Zé Tepedino.
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SUMMARY:“Fulgor Atântico” de Tiago Sant'Ana na Galeria Leme
DESCRIPTION:Tiago Sant’Ana\, “Itutu I”\, 2024. Foto: Felipe Berndt \nEsta é a segunda exposição individual de Tiago Sant’Ana na galeria\, onde a cor se torna um eixo para pensar história\, ancestralidade e linguagem. No centro da mostra está a série “Itutu”\, inspirada na filosofia iorubana que orienta tanto a forma quanto o pensamento por trás das obras. O branco e o azul\, predominantes na série de trabalhos\, além de escolhas visuais\, são ferramentas conceituais que carregam séculos de significado. O azul\, presente desde o Egito Antigo\, atravessa períodos de nobreza no Renascimento até ser ressignificado por artistas da diáspora africana\, sobretudo no Brasil. O branco\, associado ao sagrado e à sabedoria dos mais velhos\, reforça a conexão com a ancestralidade.
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SUMMARY:"Porta da saída" de Marinalva Rosa na AM Galeria
DESCRIPTION:Marinalva Rosa\, “Porta da saída”\, 2025. Divulgação / Cortesia AM Galeria \nA artista Marinalva Rosa lança um olhar de reflexão sobre a densidade da relação entre amadurecimento e serenidade em sua nova exposição individual\, que será apresentada ao público no dia 15 de fevereiro\, na AM Galeria de São Paulo. Com curadoria dos críticos Rodrigo Naves e Gabriel San Martin\, a exposição marca a primeira abertura de evento do ano na galeria e se concentra em trazer\, de forma inédita\, um conjunto consistente de trabalhos da artista mineira. \nAo dissecar o cotidiano e encontrar nele a possibilidade de redenção\, Marinalva procura na pintura o compromisso de esboçar uma vida mais modesta e propensa ao acidente. A partir do encontro entre uma tinta liquefeita e campos chapados de cor\, a produção da artista se edifica em certa geometria irregular que fareja os ruídos do passado e do futuro na totalidade que define o presente. \nO fato é que\, na medida em que vivemos crises globais implicadas pela domesticação do cotidiano a lógicas inóspitas ao lazer e à calma\, a exposição propõe experiências alternativas e menos ansiosas de condução do presente. “A espécie de desajuste inquieto que orienta o preenchimento [nas obras de Marinalva] abraça uma geometria que\, ansiosa por ordenar\, termina encravada na própria desorientação. O esgotamento do apetite inflamado de uma noite de amor ou da ardência de uma vontade frustrada se tornam\, no fundo\, a verdadeira ressaca do amadurecimento na sua justa medida. Mas a crença num voo sóbrio em que se entalham essas pinturas é\, enfim\, o vértice da sensibilidade cotidiana e modesta pela qual Marinalva parece ensolarada.”\, afirmam os curadores. \nNatural de Imbé de Minas (MG)\, Marinalva vive em São Paulo desde 1993. Bióloga de formação\, teve acompanhamento de projetos com artistas como Eurício Lopes\, Paulo Whitaker e Marco Gianotti. Realizou individuais em São Paulo\, Rio de Janeiro e Santo André\, além de ter recebido prêmios e tido obras integradas a coleções públicas. Depois de duas individuais na capital paulista em 2016\, a artista traz agora mais de 20 pinturas em tela e papel para a sua primeira exposição na sede de São Paulo da mineira AM Galeria. \n“Porta da saída” tem abertura no sábado\, 15 de fevereiro\, das 11h às 17h\, e permanece aberta ao público até 22 de março na AM Galeria SP.
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SUMMARY:"O ouro e a madeira" na Quadra
DESCRIPTION:Iagor Peres\, da série lampejos\, 2023. Crédito: Filipe Berndt \nO ouro e a madeira \npor Ariana Nuala \nHá uma força latente que emerge ao contemplar a madeira e o ouro\, elementos que não apenas coexistem\, mas se entrelaçam em dimensões simbólicas e materiais\, desafiando as fronteiras de uma existência fragmentada. \nO ouro e a madeira possuem propriedades físicas e geológicas distintas que influenciam seu comportamento tanto na terra quanto nas águas. No mar\, a madeira flutua devido à sua estrutura porosa e leve\, enquanto o ouro\, denso e compacto\, afunda. Essa dinâmica reflete uma interação natural com a gravidade e a densidade da água\, marcando o contraste entre leveza e peso. \nNa terra\, a madeira cresce a partir do solo\, completando um ciclo de vida ao retornar a ele em sua decomposição. Já o ouro também surge do solo\, mas é fruto de processos geológicos profundos e lentos\, moldado por movimentos tectônicos e sedimentação. Encontrado em leitos de rios ou veios rochosos\, o ouro carrega consigo uma aura de permanência\, contrastando com a efemeridade da madeira. \nDialogando com diferentes cosmovisões\, a exemplo da filosofia tradicional chinesa\, onde ambos integram o ciclo dos cinco elementos. A madeira representa a energia que ascende e cria\, sustentando o metal\, que condensa e protege. Esse equilíbrio sugere uma dança de continuidade e reciprocidade\, desafiando a separação entre o rígido e o etéreo\, e inspira práticas medicinais que pulsam vitalidade. Em outra leitura\, no Candomblé de origem iorubá\, essa relação ressoa na união de Oxum e Oxóssi: Oxum\, senhora das águas doces e do ouro\, flui como um rio que nutre e molda; Oxóssi\, orixá da caça e das florestas\, manifesta-se na madeira que sustenta e na flecha que avança. Juntos\, reforçam a ideia de que o valor reside na conexão — entre o que nasce e o que perdura\, entre o brilho do metal e a vitalidade da madeira. \nEderaldo Gentil\, compositor baiano\, nos diz em sua canção chamada O Ouro e a Madeira: “O ouro afunda no mar (no mar) / Madeira fica por cima (por cima) / Ostra nasce do lodo (do lodo) / Gerando pérolas finas”\, este trecho que sintetiza o seu título da música que dá nome à exposição\, atrai uma espécie de materialidade fônica que transcende a forma\, tornando-se vibração. Fred Moten ilumina essa dimensão ao sugerir que os objetos têm voz\, que sua matéria carrega uma auralidade irreprimível. Esse som — um grito ou uma reverberação — rompe hierarquias e desafia dicotomias entre espírito e matéria\, criando uma tessitura que vibra entre o visível e o inaudito. \nNo entanto\, ouro e madeira não são apenas símbolos poéticos ou cosmológicos; são também testemunhas de relações de poder e acumulação que atravessam a história. A leitura histórica destaca as repetições que associam o ouro à riqueza e ao domínio\, carregando em seu brilho as marcas da violência colonial\, do saqueio de territórios e da imposição de sistemas econômicos que reduzem vidas e paisagens a mercadorias. A madeira\, por sua vez\, evoca a retirada de florestas\, a conversão de ecossistemas em bens de consumo e a construção de estruturas que sustentam arquiteturas de poder\, a destruição. \nSob essa perspectiva\, a exposição propõe um jogo sobre o valor\, desafiando as estruturas que o definem\, e que persistem em o orientar. Ouro e madeira\, na história da acumulação\, revelam a lógica de um mundo moldado pela concentração de riquezas\, pela separação entre o que é possuído e quem é privado. \nOs elementos carregam a potência de redesenhar o que consideramos valioso e como nos relacionamos com o mundo. Recusando a insistência histórica\, mas inquietos com as dinâmicas que isolam e subjugam\, somos desafiados a criar formas de convivência e reciprocidade\, assim ouvir o que a madeira e o ouro têm a dizer. As obras neste sentido não devem estritamente se relacionar com esses elementos\, mas conduzem a partir de outras materialidades as divergências entre valor para um mundo – colonial – que se auto degrada e a insistentes caminhadas até o sol que fogem desta destruição. \nartistas: Advânio Lessa\, biarritzzz\, Carla Santana\, Caroline Ricca Lee\, Gilson Plano\, Iagor Peres\, Jonas Van\, Lu Ferreira\, Paula Trojany e Wisrah C. V. da R. Celestino \ncuradoria: Ariana Nuala
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