BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.16.3//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20200101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20210227T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230918T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230213T195246Z
LAST-MODIFIED:20230712T152106Z
UID:38331-1614420000-1695056400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"A São Paulo da Marquesa de Santos" no Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:Uma mulher à frente do seu tempo\, essa é a história de Domitila de Castro Canto e Melo – a Marquesa de Santos (1797-1867)\, contada na exposição A São Paulo Da Marquesa de Santos: Cumplicidade de um Cenário\, com curadoria do historiador Paulo Rezzutti\, em exibição no Solar da Marquesa de Santos (Museu da Cidade de São Paulo) no período de 27 de fevereiro de 2021 a 18 de setembro de 2023. \n\n\n\nPor meio de documentos textuais e iconográficos\, a curadoria da exibição nos apresenta a biografia da Marquesa de Santos\, misturada com a vida política e social brasileira da Colônia ao Segundo Reinado\, com a inserção na cidade de São Paulo\, onde traços de sua passagem em seu tempo ainda podem ser encontrados em nosso espaço \n\n\n\nMais do que os símbolos físicos\, como o Solar\, a Rua da Figueira\, o Cemitério da Consolação\, a Faculdade de Direito de São Paulo\, sua presença é lembrada por obras de benemerência\, como a doação de uma casa para servir de enfermaria no combate à epidemia de cólera que assolava a cidade e o Brasil.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-sao-paulo-da-marquesa-de-santos-no-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/63772228-45904905.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20220312T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231217T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230213T195620Z
LAST-MODIFIED:20230828T143522Z
UID:38341-1647079200-1702836000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lugar-comum-no-mac/
LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/henry-matisse-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221126T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240131T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230213T183509Z
LAST-MODIFIED:20240109T133636Z
UID:38264-1669453200-1706720400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/favela-raiz-no-museu-das-favelas/
LOCATION:Museu das Favelas\, 1269 Av. Rio Branco Campos Elíseos\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/slide_Nego-Junior_IMG_2064-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230125T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230820T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230313T142824Z
LAST-MODIFIED:20230712T153135Z
UID:39186-1674637200-1692550800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Intersecções" na Casa da Imagem e Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:A exposição Intersecções ocupa simultaneamente o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem. Sobre a mostra\, o trio curatorial composto por Adriana Barbosa\, Nabor Jr. e Eleilson Leite escreveu: “Em continuidade ao programa de exposições sistêmicas promovido pelo Museu da Cidade de São Paulo\, Intersecções – Negros(as)\, indígenas e periféricos(as) na cidade de São Paulo avança cronologicamente no espaço e na geografia da capital\, não somente com o objetivo de iluminar os fazeres destes grupos e reforçar sua importância na vibrante cena cultural da cidade\, mas\, principalmente\, na contramão do projeto nacional de apagamento dessas populações e no sentido de reinseri-las enquanto sujeitos protagonistas da historiografia paulistana. Intersecções apresenta um valoroso conjunto de movimentos culturais\, artistas\, processos e encontros\, bem como locais de convivência (e convergência) que\, a partir da década de 1980\, concomitantemente aos fatores de resistência comum à vida dessas maiorias minorizadas\, e atuando na interseccionalidade histórica e socialmente imposta às populações negra\, periférica\, indígena e LGBTQIA+\, forneceram elementos não somente para a celebração coletiva\, como para a possibilidade de uma “vida comum” em uma sociedade onde o racismo\, o sexismo e a homofobia são inseparáveis. Ainda que o conceito de ‘cidadão comum’ possa endossar\, mesmo que inconscientemente\, a ideia de que há pessoas ‘especiais’ ou ‘superiores’\, as iniciativas presentes nesta exposição apresentam-se como possibilidades catárticas que não imputam aos seus participantes e idealizadores o fardo de terem de possuir uma história de superação por serem quem são ou como são. […] ‘A periferia nos une pelo amor\, pela dor e pela cor’\, defende o poeta Sérgio Vaz no Manifesto da Antropofagia Periférica. São periferias unidas por um movimento que vai além das subjetividades\, como ensina Tiaraju Pablo D’andrea. Um povo que é cria\, tem orgulho de pertencer à quebrada e atua politicamente para defender os que nela habitam. Assim ele define o(a) sujeito(a)(e) periférico(a)(e)\, um novo conceito na sociologia. […] As intersecções entre negros\, negras\, indígenas\, periféricos e periféricas habitam o universo simbólico que inspira as artes e a cultura na Metrópole. […] Emicida já deu a letra: ‘arte é ocupar!’ Tudo junto e misturado porque a cultura não é compartimentada\, muito menos hierarquizada. A intersecção saiu da geometria e se fez verbo na periferia. Interseccione-se!”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/interseccoes-na-casa-da-imagem-e-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/70789954-49335673-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230917T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230519T180415Z
LAST-MODIFIED:20230606T213018Z
UID:40815-1677837600-1694973600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Diálogos com cor e luz" no MAM
DESCRIPTION:Com curadoria de Cauê Alves e Fábio Magalhães\, Diálogos com cor e luz é uma exposição voltada para a difusão da coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo\, que apresenta exclusivamente trabalhos desse acervo. Aqui\, é reunido um pequeno recorte de obras com ênfase nas relações entre a cor e a luz na arte brasileira da segunda metade do século 20. Foram agrupadas no espaço\, várias gerações de artistas\, sem privilegiar tendências nem estabelecer uma ordem cronológica. Misturamos tempos e linguagens\, para incentivar o olhar à percepção de semelhanças e diferenças entre as várias poéticas visuais nos diversos tratamentos da luz e da cor. A museografia distribuiu no espaço os painéis radiais\, numa referência ao disco de cores – ou seja\, ao experimento óptico de Isaac Newton (1643-1727)\, publicado em 1707 em seu livro Opticks. Nele\, o físico inglês demonstra\, por meio de um disco de sete cores\, sua teoria de que a luz branca do Sol é formada pelos matizes do arco-íris. Ao girarmos o disco com velocidade\, as cores se sobrepõem em nossa retina e nos fazem enxergar o branco. A seleção de obras\, ao enfatizar os diálogos com a cor e a luz em diversos suportes\, chama atenção para a luz como elemento fundante da percepção. Trabalhar com a luz significa que temos de lidar também com a sombra\, a escuridão ou a ausência de luz. E nos interessa justamente o primeiro contato que temos com a cor\, anterior às teorizações e aos sentidos que acrescentamos a ela. A cor é indissociável daquilo que ela expressa. Ela mesma já é expressão\, não apenas a tradução de uma ideia ou sentido preconcebido. Fundamental é nos livrarmos dos sentidos já instituídos e sedimentados no campo da cultura\, de conceitos anteriores ao vivido\, para aí podermos ter a experiência com a duração da cor. Em vez de pensarmos a cor e a luz como elementos idealizados\, o contato direto com a arte nos ajuda a restituir o vínculo originário com o mundo. Os diálogos entre luz e cor na arte nos mostram que o mundo pode ser surpreendente e nossa relação com ele\, inesgotável.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dialogos-com-cor-e-luz-no-mam/
LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/dialogos-1-1920-2-950x600-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230917T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230404T224331Z
LAST-MODIFIED:20230404T224335Z
UID:39773-1680343200-1694973600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Elisa Bracher na Estação Pinacoteca
DESCRIPTION:Exatos 25 anos após a primeira exibição da artista na Pinacoteca\, instalações em madeira\, papel e chumbo ocupam as três galerias expositivas do quarto andar da Estação Pinacoteca\, propondo uma organização fluida entre questões que sempre permearam a produção de Bracher: peso\, equilíbrio\, composição e percurso. Em Elisa Bracher: formas vivas\, o público terá acesso a uma apresentação panorâmica do trabalho de Bracher\, que responde ao espaço expositivo com três grandes instalações. Ao longo da mostra\, performances musicais coordenadas por Shen Ribeiro e Rodrigo Felicíssimo são responsáveis por explorar as propriedades sonoras do chumbo em uma extensa programação de ativações. Na primeira sala\, os visitantes encontram uma composição circular de restos de madeiras oriundas de construções rurais e antigas esculturas\, sugerindo a iminência de um desabamento\, em um equilíbrio instável. Ao redor\, fotografias em preto e branco da vegetação de São Bento do Sapucaí\, município situado na Serra da Mantiqueira\, apresentam padrões diversos de folhagens\, evocando a origem da mata\, in natura. Um varal de barras de ferro\, originalmente responsável por auxiliar na secagem dos desenhos de grandes dimensões\, cruza o espaço da segunda galeria de ponta a ponta. Transportada do ateliê da artista\, a estrutura permite que o público observe os papéis como um conjunto\, com contornos e áreas preenchidas. Na última galeria\, em situação de suposta leveza\, lençóis de chumbo se apresentam como retalhos moles. Enormes chapas do material\, sustentadas por cabos de aço\, têm sua maleabilidade explorada pela artista para conferir textura e plasticidade\, transformando áreas lisas e intactas em matéria deformada. Por fim\, depois de percorrer diversas camadas de chumbo\, o espectador encontra um piano de cauda repousado no espaço. Desde o início dos anos 1990\, Elisa Bracher explora as relações entre forma\, matéria e espaço\, em um percurso que abrange gravuras\, esculturas e desenhos que desafiam os materiais no limite de seus atributos. Os trabalhos foram desenvolvidos especialmente para essa exposição\, com curadoria de Pollyana Quintella.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/elisa-bracher-na-estacao-pinacoteca/
LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bracher.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230813T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230404T225110Z
LAST-MODIFIED:20230810T142437Z
UID:39776-1680343200-1691949600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Regina Parra na Estação Pinacoteca
DESCRIPTION:A exposição Pagã\, da artista Regina Parra\, ocupa o 2º andar da Estação Pinacoteca e é um projeto experimental desenvolvido para a Pina\, onde a artista fala sobre o corpo feminino\, seu prazer\, liberdade e insubordinação. Em uma espécie de peça teatral dividida em nove cenas\, Parra convida o público a percorrer uma travessia de referências em pinturas\, performance\, escultura\, vídeos e neons para acompanhar a saga de Pagã. Em diálogo com diferentes campos criativos\, a artista transforma o museu em espaço cênico para contar a história de uma mulher que abdica de uma vida socialmente confortável e inicia um ritual de descoberta e transformação de si e do seu corpo. Uma personagem que é o arquétipo de uma mulher\, ou um espelho\, de identidade individual\, mas às vezes coletiva\, Pagã atende ao chamado e inicia um ritual de descoberta. Na primeira cena da mostra\, sua história se cruza à da jovem retratada nos afrescos da Vila dos Mistérios\, na cidade italiana de Pompeia\, no século 2 a.C. Transitando por diferentes linguagens e referências em cada ato\, Regina Parra revela o desejo de que as mulheres se reconheçam no arquétipo de Pagã\, em uma experiência de reconhecimento do seu corpo e de si. Os trabalhos de Parra se transformam em um vocabulário poético e político\, em uma jornada que termina na reapropriação do próprio gozo\, com a pintura O gosto do vivo (2023). Nascida em São Paulo em 1984\, Parra é bacharel em Artes Plásticas e mestre em História da Arte. Nos últimos anos\, seus trabalhos foram expostos em instituições como Jewish Museum (NY)\, Pablo Atchugarry Art Center (Miami) e Mana Contemporary (Chicago)\, entre muitos outros. Com curadoria de Ana Maria Maia\, a mostra também conta com apresentações performáticas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/regina-parra-na-estacao-pinacoteca/
LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/paga.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230420T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230910T210000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230502T222807Z
LAST-MODIFIED:20230828T143259Z
UID:40250-1681984800-1694379600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Olhos da Pele" no MAC USP
DESCRIPTION:A realização de editais de exposições temporárias é uma das ferramentas utilizadas pelo MAC USP para incentivar a produção artística contemporânea\, oferecendo espaço para sua difusão e acesso do público. Olhos da Pele é uma proposta selecionada dentre os 166 projetos inscritos na segunda edição do edital\, direcionada para artistas que ainda não haviam realizado mostras individuais em museus ou galerias. Elaborada a partir da pesquisa de um coletivo de artistas de Belo Horizonte\, Salvador e São Paulo\, a exposição apresenta um conjunto de 28 obras cujo aspecto comum é a investigação das relações humanas a partir do corpo\, da matéria e de questões do cotidiano. O grupo de artistas – Amanda Elosa\, Clara Letizia\, Gabriella Barbosa\, Gabrielle Guido\, Junia Penido\, Milena Abreu\, Nina Horikawa\, Paulo Agi e Ro Ferrarezi – reuniu-se autonomamente para a apresentação da proposta ao museu. Assim\, “o grupo elabora também um exercício de auto-curadoria\, estabelecendo os diálogos entre as obras\, construindo ressonâncias\, reiterações\, mas também ressaltando as particularidades de cada trabalho\, suas singularidades – a pele de cada um\, a perspectiva irredutível de um lugar de apreensão do mundo.” diz Fernanda Pitta\, curadora do Museu responsável pela exposição. Mesclando mídias e técnicas\, o coletivo de artistas produz objetos rugosos: imagens de traços fortes\, esculturas cujas marcas do trabalho são visíveis\, fotografias que transitam entre corpos e territórios diferentes. É um conjunto de objetos que experimentam corpos e sexualidades como fio condutor. O corpo e as experiências através dele são expostos como algo que\, de tão subjetivo\, torna-se universal. O corpo fora do corpo\, um ideal de imperfeito ou um ideal individual\, um olhar crítico sobre as relações menos racionais que possuímos: carnais\, libidinosas\, instintivas\, desde o ato erótico ao ato de comer. Com essa mostra\, tentamos aprender a ver com os olhos da pele.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/olhos-da-pele-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabrielle-Guido.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230429T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231001T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230501T221420Z
LAST-MODIFIED:20230501T221425Z
UID:40211-1682762400-1696179600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Andrey Guaianá Zignnatto no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, inaugura a exposição individual Alicerce do artista indígena Andrey Guaianá Zignnatto\, que apresenta ao público um total de 10 trabalhos produzidos em diversas plataformas e técnicas\, como vídeo\, objeto\, instalação\, serigrafia e pintura. A mostra conta com a curadoria do próprio artista e tem como  destaque a instalação de mesmo nome\, Alicerce\, a maior já produzida por  Zignnatto – uma casa pré-moldada de concreto\, apoiada sobre um conjunto  de dezenas de grandes vasos cerâmicos indígenas. O conjunto de trabalhos expostos propõe uma revisão sobre o processo de desenvolvimento dos movimentos modernistas e contemporâneos da história da arte brasileira\, no qual Zignnatto identifica uma constante apropriação de elementos das culturas indígenas por parte dos artistas na produção de seus trabalhos\, que dele excluíram\, no entanto\, os povos indígenas\, o que Zignnatto chama de “processo de grilagem cultural”. Outro trabalho de destaque da mostra é o conjunto de 5 pinturas denominado Espelho dos Juruás. Nele\, o artista retrata\, em cada tela\, sua boca\, num gesto  que apresenta sua arcada dentária\, semelhante à forma por meio da qual escravos pretos e indígenas eram avaliados por seus colonizadores. Abaixo das imagens\, encontram-se algumas das muitas frases de preconceito  dirigidas constantemente ao artista. Visite estes e outros trabalhos do artista até 1 de outubro.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/andrey-guaiana-zignnatto-no-museu-afro-brasil/
LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/andrey-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230506T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230924T200000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230507T191146Z
LAST-MODIFIED:20230707T150431Z
UID:40382-1683367200-1695585600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença" no IMS Paulista
DESCRIPTION:Na década de 1970\, Iole de Freitas vivia em Milão\, em um ambiente de efervescência política e cultural; as galerias e museus da cidade mostravam obras da arte povera\, da body art e da arte conceitual\, e artistas mulheres ganhavam inédita proeminência no circuito de arte. Iole\, que ficaria conhecida posteriormente sobretudo por sua produção escultórica\, vinha de uma experiência de 18 anos com dança contemporânea e\, na cidade italiana\, começava a se lançar a performances silenciosas\, sem audiência\, nas quais se fotografava ou se filmava\, muitas vezes lidando com a dispersão de sua própria imagem em fragmentos de espelhos\, com os quais interagia nessas performances. Assim\, construía um dos trabalhos mais originais de sua geração\, numa interseção entre body art\, performance e filme experimental. \n\n\n\nOs trabalhos dessa fase inicial da carreira da artista são o foco da exposição Iole de Freitas\, anos 1970 / Imagem como presença\, inaugurada no IMS Paulista. Conta com curadoria de Sônia Salzstein\, professora de história e teoria da arte e diretora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP e mediada por João Fernandes\, diretor artístico do IMS. A mostra traz uma seleção de 16 sequências fotográficas\, 9 filmes e 3 instalações\, sendo a maior parte pouco conhecida ou até mesmo inédita para o público brasileiro.  \n\n\n\nSobre o período abarcado pela mostra\, a curadora comenta: “A radicalidade do debate político europeu da época coincidia com as primeiras experiências da arte conceitual e da body art e com manifestações em que os afetos e as vulnerabilidades do corpo do artista eram questões cruciais. A década de 1970 testemunha a vibrante presença de Iole e\, em geral\, de artistas mulheres no circuito de arte mais arrojado do período e\, não por acaso\, ela comparecia em exposições ao lado de outras artistas pioneiras na exploração da imagem fílmica em seus trabalhos.” Entre as obras presentes\, se destacam as séries Glass Pieces\, Life Slices (1975)\, Spectro (1972)\, Jump to the Other Side and Win a Red Kimono (1973) e Roots (1973). A mostra traz ainda os filmes Elements (1972)\, Light Work (1972) e Exit (1973)\, registrados em super-8.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/iole-de-freitas-no-ims-paulista/
LOCATION:IMS Paulista\, Avenida Paulista\, 2424\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/iole-de-freitas-ims.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230506T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230813T190000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230712T145909Z
LAST-MODIFIED:20230712T145913Z
UID:42211-1683367200-1691953200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Artistas do Papel" no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:Esta mostra reúne obras em papel pertencentes ao acervo do Museu Judaico de São Paulo e doadas pelas autoras ou seus familiares\, por intermédio de Ruth Tarasantchi\, uma das fundadoras da instituição. Ela tem atuado de modo pioneiro na curadoria de exposições que identificam lacunas na história da arte dominante\, tal como na mostra Mulheres Pintoras\, realizada em 2004 na Pinacoteca do Estado de São Paulo\, na qual evidenciou a sub-representação de artistas mulheres nas coleções museológicas brasileiras em um período em que se dava pouca atenção à equidade de gênero nos acervos das instituições. Além de curadora\, é também gravurista e\, assim\, neste painel de abertura\, destacamos seu trabalho plástico e homenageamos a imigrante francesa Bertha Worms\, estudada por Ruth Tarasantchi como primeira mulher a ser professora profissional de pintura em São Paulo\, no início do século XX. O foco nas obras em papel visa destacar o núcleo do acervo no qual as artistas mulheres predominam quantitativamente sobre os homens. A coleção de obras de arte do Museu Judaico de São Paulo nasceu com um equilíbrio entre mulheres e homens. No conjunto de obras em papel\, há peças de 37 mulheres e de 36 homens. Nesta mostra\, reunimos obras realizadas por 32 artistas judias para destacar a importância da presença de mulheres no núcleo inicial desta coleção de arte. Os conjuntos foram organizados conforme categorias da arte acadêmica\, tais como retratos\, cidades e paisagens\, somando-se um grupo sobre abstrações e outro sobre temas da judeidade. Há gravuras que evidenciam o domínio técnico decorrente de longas trajetórias de trabalho em ateliê\, colagens com elementos inusitados\, aquarelas de um colorido cuidadosamente composto e desenhos com traços gestuais expressivos. A relevância das mulheres na formação deste acervo inaugural de arte indica a atenção do Museu para com uma história da arte plural e inclusiva\, e que aproxime artistas menos conhecidas de autoras consagradas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/artistas-do-papel-no-museu-judaico-de-sao-paulo/
LOCATION:Museu Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Exposicao_Artistas_do_Papel-1-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230910T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230515T122635Z
LAST-MODIFIED:20230515T123758Z
UID:40597-1683972000-1694368800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Maria Leontina na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:A mostra “Maria Leontina: da forma ao todo” investiga o modo como a artista se relacionava com os objetos que colecionava\, tão caros em sua produção\, na busca incessante pela tradução em imagens do que as mãos poderiam sentir. Observando o percurso da artista\, da figuração até a abstração lírica\, poderão ser vistas pelo público famosas séries. Acumuladora de referências e objetos pelos quais nutria imenso afeto\, Leontina via na arte popular\, na estatuaria religiosa e nos artefatos indígenas\, um manancial de contradições plásticas\, de onde surge esse interesse\, primordial\, em seu trabalho. Na década de 1950\, Leontina chamou a atenção da crítica com suas naturezas-mortas\, que podem ser vistas na primeira sala da exposição. A mesma sala conta também com um conjunto de desenhos produzidos pelos internos do Hospital Psiquiátrico do Juqueri\, quando a artista orientou o setor de artes plásticas. O conjunto de trabalhos realizados pelos internos poderão ser vistos pelo público pela primeira vez. A segunda sala contempla um extenso conjunto da fase geométrica da artista\, apresentando séries como: Jogos e Enigmas (1954)\, Da paisagem e do tempo (1957)\, Narrativa (1957) e Os episódios (1959/1960). Na última sala\, o fascínio de Maria Leontina pelo livro como objeto aparece na relação estabelecida entre a série Sant’Anas\, realizada no início de sua carreira\, e Páginas\, realizada nos anos 1970. Destaca-se também o conjunto de estudos preparatórios para os vitrais que ela concebeu para a Paróquia da Santíssima Trindade\, na Praça Olavo Bilac\, no centro de São Paulo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/maria-leontina-na-pinacoteca-luz/
LOCATION:Pinacoteca Luz\, Av. Tiradentes\, 273 – Luz\, São Paulo\, SP
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Maria-Leontina_Pina-2-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240107T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230515T230557Z
LAST-MODIFIED:20240109T130315Z
UID:40656-1683972000-1704650400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Bará" de Gustavo Nazareno no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, inaugura o Programa de Exposições 2023 com a mostra Bará\, do artista mineiro Gustavo Nazareno\, sua primeira individual em uma grande instituição paulistana. A realização tem destaque no primeiro conjunto de exposições temporárias após o falecimento do fundador e diretor curador da instituição\, Emanoel Araujo\, com quem a exposição foi firmada pessoalmente em 2021. Com curadoria de Deri Andrade\, pesquisador e curador convidado\, o conjunto composto por cerca de 150 trabalhos\, entre pinturas a óleo sobre linho e desenhos em carvão\, reflete a pesquisa à qual o artista tem se dedicado nos últimos anos. Em 2019 Nazareno concebeu a série de desenhos em carvão denominada Bará\, como uma cerimônia em forma de oferenda para uma qualidade de Exu – Elegbara. Partindo das suas inspirações por contos de fada\, fabulação e sua fé em Exu\, o artista propõe\, através dos desenhos\, “uma fábula que percorre o dia em que esta cerimônia aconteceu\, uma segunda-feira\, dentro de um mundo criado para o Orixá”. O artista propõe que “o visitante se torna um convidado neste mundo que crio\, passando pelas fases do dia e características do espaço retratadas em pintura e desenhos em carvão”. Deri Andrade observa que as bases desta mostra são a técnica particular em pintura e desenho de Nazareno\, que parte de um referencial renascentista e o seu interesse pelas epistemologias dos Orixás. “Para além de uma questão religiosa\, Gustavo Nazareno imagina imagens que contam uma história a partir das fábulas que escreve\, tendo como ponto de partida referenciar essas entidades\, com respeito e muita beleza\, construindo uma nova imagética para elas”\, conclui o curador.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/gustavo-nazareno-no-museu-afro-brasil/
LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Gustavo-Nazareno_Museu-Afro-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230516T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231008T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230519T181458Z
LAST-MODIFIED:20230703T173310Z
UID:40821-1684231200-1696788000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Japão em miniaturas: Tatsuya Tanaka" na Japan House
DESCRIPTION:A floração das cerejeiras\, a marcante presença do Monte Fuji\, os restaurantes de sushi em esteiras\, a prática de artes manuais e marciais\, além das tradicionais festividades japonesas são apenas algumas das cenas retratadas em miniaturas – sob o conceito ‘mitate’ – pelo fotógrafo japonês Tatsuya Tanaka\, que estão em exibição na Japan House. Ao todo são 37 obras criadas a partir de elementos como conchas\, alimentos como macarrão e sushi\, itens de maquiagem\, canudos\, pregadores\, leques\, entre outros objetos do dia a dia japonês\, que estão divididas em cinco grupos principais: estações do ano e seus eventos\, cenas do Japão tradicional\, cenas do Japão moderno\, vida cotidiana e práticas tradicionais. Internacionalmente conhecido pelo projeto ‘Miniature Calendar’ realizado em suas mídias sociais\, Tanaka ilustra o conceito ‘mitate’ em todo seu trabalho\, onde a arte em miniatura é fotografada com temática de bonecos de diorama e coisas do dia a dia. Acredita-se que o ‘mitate’ esteja enraizado na cultura japonesa – que desde sempre conviveu em harmonia com a natureza – para compensar com a imaginação coisas faltantes ou vazias. Esse senso estético ainda é presente na literatura\, cerimônia do chá\, jardinagem\, entretenimentos do período Edo (Kabuki e Rakugo) e gastronomia. A exposição ainda traz uma maquete inédita\, elaborada a partir de conversas entre o artista e a JHSP\, especialmente para esta mostra no Brasil. Os materiais principais escolhidos foram o arroz e o feijão. Para valorizar ainda mais esses pequenos universos\, a expografia aposta no minimalismo e nas diferentes perspectivas de observação\, oferecendo ao público a oportunidade de enxergar algumas obras por meio de lupas\, de pé ou sentado(a)\, observando todos os ângulos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tatsuya-tanaka-na-japan-house/
LOCATION:Japan House\, Avenida Paulista\, 52 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/new-jh-saopaulo-1080px-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230520T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230813T200000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230521T145132Z
LAST-MODIFIED:20230521T145136Z
UID:40792-1684580400-1691956800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Coleção Imaginária de Paulo Kuczynski" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Iniciado em 2022\, o programa de exposições Instituto Tomie Ohtake visita busca dar acesso ao grande público a obras de artistas já consagrados e que\, pertencentes a coleções particulares\, acabam sendo pouco exibidas. A segunda edição do projeto conta com o convite do Instituto feito a Jacopo Crivelli Visconti que propõe um percurso pela trajetória da “Coleção Imaginária de Paulo Kuczynski”. A mostra reúne alguns dos trabalhos mais importantes que passaram pelo crivo do marchand e colecionador ao longo de quase 50 anos de atuação\, abordagem diferente da primeira edição do programa que trouxe para o Instituto Tomie Ohtake obras de uma única coleção (Igor Queiroz). Com pouco mais de duzentos trabalhos de 39 artistas\, a exposição – que resgata o título de uma mostra realizada por Kuczynski em 2004 – alinha diferentes períodos e expressões da arte brasileira\, permitindo vizinhanças e aproximações inesperadas e extremamente fecundas. “Talvez a melhor chave para entender essa coleção imaginária e o olhar inteligente de seu criador esteja precisamente na imensa variedade de estilos e poéticas que permite identificar tanto as preferências pessoais quanto a profunda compreensão da evolução da arte nacional”\, afirma Crivelli Visconti. Assim\, prossegue o curador\, “as peças de Eliseu Visconti podem conviver com as da Adriana Varejão\, obras de Leonilson com as de Ione Saldanha\, José Pancetti com Tarsila do Amaral\, Anita Malfatti com Ismael Nery\, Di Cavalcanti com Candido Portinari\, Vicente do Rego Monteiro com Lasar Segall\, Antônio Bandeira com Frans Krajcberg\, Sergio Camargo com Willys de Castro\, Luiz Sacilotto\, Maria Martins e Vieira da Silva com Waldemar Cordeiro\, Wesley Duke Lee e Mira Schendel e Alberto da Veiga Guignard e Antonio Gomide e Cícero Dias…”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/colecao-imaginaria-de-paulo-kuczynski-no-instituto-tomie-ohtake/
LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, Rua Coropés\, 88 - Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/SP-colecao-paulo-kuczynski_tomie-ohtake-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230520T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230812T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230521T144709Z
LAST-MODIFIED:20230521T144713Z
UID:40800-1684584000-1691859600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Victor Brecheret no Centro Cultural Liceu
DESCRIPTION:Victor Brecheret (1894-1955) foi um dos mais importantes escultores do século XX. Aclamado no Brasil como um titã das artes\, Brecheret estudou desenho e modelagem no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo antes de consagrar-se internacionalmente. Esta exposição\, com obras oriundas de uma coleção particular\, é um tributo da escola ao seu ilustre aluno e\, ao mesmo tempo\, uma homenagem de Brecheret aos 150 anos do Liceu. Transitando entre Roma\, São Paulo e Paris\, o artista aproveitou-se de muitas tradições do fazer e de diversos materiais\, executando desde experimentações e obras monumentais com mais de 30 figuras de 6 metros de altura cada\, até pequenas peças representando dançarinas voláteis\, mitos polivalentes e paixões estilizadas. Para melhor apreensão das formas materializadas pelo artista\, serão apresentadas as ferramentas de seu saber-fazer e realizadas experiências sensoriais com seus materiais de trabalho. Procurando percorrer o amplo arco temático da produção do escultor\, que dialogou com o sagrado e o profano\, o masculino e o feminino\, o oriente e o ocidente\, a cultura dos povos originários e a mitologia\, apresentamos obras multiformes e de diferentes épocas históricas. Uma cronologia que abrange o final do século XIX até meados da década de 1950 e conecta a história do Liceu\, da cidade e do artista através de seus marcos culturais da época.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/victor-brecheret-no-centro-cultural-liceu/
LOCATION:Centro Cultural Liceu\, Rua da Cantareira\, 1351 - Luz\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/RJ-victor-brecheret_liceu-2-1-2-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230524T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231015T200000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230529T193314Z
LAST-MODIFIED:20230606T143558Z
UID:41100-1684922400-1697400000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Dani Sandrini no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:O Centro Cultural Fiesp apresenta a exposição Terra Terreno Território da fotógrafa e artista visual Dani Sandrini. A mostra é composta por 57 obras de temática indígena\, na qual a artista utiliza duas técnicas de impressão fotográfica do século XIX para propor uma reflexão sobre como é ser indígena em grandes cidades\, no século XXI.  As imagens foram captadas\, durante o ano de 2019\, em aldeias indígenas da Grande São Paulo\, onde predomina a etnia Guarani\, e também no contexto urbano\, que abriga aproximadamente 53 etnias. Terra Terreno Território apresenta dois agrupamentos fotográficos. No primeiro a impressão é feita em papéis sensibilizados com o pigmento extraído do fruto jenipapo (o mesmo que indígenas usam nas pinturas corporais). E no segundo\, diretamente em folhas de plantas como taioba\, helicônia\, cará-moela e outras. Os processos\, chamados de antotipia e fitoterapia\, respectivamente\, se dão artesanalmente\, através da ação da luz solar\, em tempos que vão de três dias a cinco semanas de exposição. As obras de Dani Sandrini trazem uma temporalidade inversa à prática fotográfica vigente\, da rapidez do click e da imagem virtual. A delicadeza do processo orgânico traz também uma consequente fragilidade para as fotografias com a passagem do tempo. “Dependendo da incidência de luz natural diretamente na imagem\, por exemplo\, pode levá-la ao apagamento”\, explica a artista. A concepção de Sandrini considera esta possibilidade como um paralelo ao apagamento histórico que a cultura indígena vem sofrendo em nosso país. Com Terra Terreno Território a fotógrafa alerta para a necessidade de compreender a cultura indígena para além dos clichês que achatam a diversidade do termo. “A intenção é exatamente oposta: é desachatar\, lembrar que muitos indígenas vivem do nosso lado e nem nos damos conta. Já se perguntaram o porquê de essa história ter sido apagada?”\, comenta Dani\, que durante o projeto fotografou pessoas de diversas etnias\, oriundas de várias regiões do país\, ora posando para um retrato ora em suas rotinas\, suas atividades\, seus eventos\, rituais ou celebrações.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dani-sandrini-no-centro-cultural-fiesp/
LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Avenida Paulista\, 1313\, Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/2022-reproducoes-ttt-FT-Beto-Assem-3055-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230527T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230812T190000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230526T215717Z
LAST-MODIFIED:20230526T215720Z
UID:41070-1685185200-1691866800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Paulo Pjota e Alma Allen na Mendes Wood DM
DESCRIPTION:As exposições individuais de Paulo Pjota e Alma Allen dividem o espaço na Mendes Wood DM. O trabalho de Paulo Nimer Pjota se desenvolve a partir da natureza de fenômenos originados coletivamente. Sua pesquisa e prática se concentram num estudo profundo sobre um tipo de iconografia popular que só pode se desenvolver por meio de processos complexos operados por incontáveis mãos. Podemos então pensar sua produção como a representação de um diálogo plural e agitado\, cujos entendimentos estão sempre em transformação\, percorrendo múltiplos fluxos de consciência. O artista usa como suporte\, em regra\, grandes telas\, sacos e chapas de metal. A maior parte desses materiais são encontrados em depósitos de dejetos para então passarem por processos de negociação e deslocamento. As peças escolhidas\, naturalmente\, chegam com as inscrições de outros tempos e usos\, de maneira que criam um primeiro terreno — gráfico e espiritual — para o que irá ganhar forma nessas superfícies. A partir daí cria fábulas globais na tensão entre a liberdade da escolha aleatória e a precisão de uma meticulosa composição\, conjugando representações numa constelação de corpos suspensos. É quando a história da arte vai lado a lado com cultura de massa; cânones universais com banalidades cotidianas;  símbolos universais com temas regionais.  \n\n\n\nAbrangendo uma extensa gama de materiais\, incluindo bronze\, madeira de parota\, vários tipos de mármore\, obsidianas e estalagmites\, o trabalho de Alma Allen possui\, além de uma estética original\, uma energia singular e única. Desde finas e sinuosas formas em bronze até magmáticas e lisas ondas de mármore\, as peças biomórficas de Allen parecem emergir sem esforço do material escolhido pelo artista. A trajetória artística de Allen parte de suas origens humildes\, quando vendia miniaturas talhadas à mão nas ruas do Soho\, em Nova York\, e avança até o momento decisivo de reconhecimento artístico com sua aclamada apresentação na Whitney Biennial de 2014. Em grande medida um artista autodidata\, o trabalho de Allen exala uma espontaneidade e uma energia que parecem ter pouca conexão com os movimentos da sua época. De fato\, os seus trabalhos têm mais em comum –­ em termos formais\, talvez também espirituais – com as vastas expansões de território e as formações monolíticas naturais que pontuaram a sua vida até agora: a paisagem de Utah\, onde o artista cresceu; Joshua Tree\, na Califórnia\, onde viveu por vários anos; e Tepoztlán\, no México\, onde fica o seu ateliê atual\, há cerca de 80 quilômetros da Cidade do México.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/paulo-pjota-e-alma-allen-na-mendes-wood-dm/
LOCATION:Mendes Wood DM\, R. Barra Funda\, 216 – Barra Funda\, São Paulo\, São Paulo
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/mdwdm-2023-05-22-20-40-31-026900-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230527T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230831T190000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230714T134448Z
LAST-MODIFIED:20230714T134451Z
UID:42402-1685185200-1693508400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Afeto" na Diáspora Galeria
DESCRIPTION:Para a primeira exposição coletiva da Diáspora Galeria em seu novo local\, os organizadores convidaram os artistas representados a expandirem o conceito de Afeto. Essa ideia tem sido a base para as ações de inauguração da galeria\, e cada artista foi incentivado a convidar alguém especial para compartilhar e celebrar esse momento de abertura de horizontes e confraternização entre toda a rede produtiva\, parceires e apoiadories\, que tornam a Diáspora Galeria uma realidade.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/afeto-na-diaspora-galeria/
LOCATION:Diáspora Galeria\, Av Rebouças\, 2915 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/EnquadramentosDeBertillon15_2021_Oleosobretela_120x140-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230527T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230811T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230526T214658Z
LAST-MODIFIED:20230526T214701Z
UID:41071-1685188800-1691776800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Novíssimo Edgar na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:A Gentil Carioca apresenta a exposição A Invenção do Espelho\, primeira exposição individual do poeta\, artista plástico\, compositor e performer Novíssimo Edgar. O artista é um criador compulsivo e sua obra transborda autenticidade e liberdade\, passando por diversos suportes e segmentos de pesquisas de metalinguagens e transmídia. “A mostra foi concebida por Edgar como uma viagem\, na medida do possível linear\, por […] referências\, episódios\, histórias e iconografias que o alimentam. Desfilam pelas salas da A Gentil Carioca desde episódios e personagens da mitologia grega até espíritos tailandeses\, de iconografias indianas à releitura do mais célebre quadro holandês do século XVII\, de máscaras rituais ao Guernica de Picasso.” – Jacopo Crivelli Visconti.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/novissimo-edgar-na-a-gentil-carioca/
LOCATION:A Gentil Carioca – Higienópolis\, Travessa Dona Paula\, 108 – Higienópolis\, São Paulo\, São Paulo
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/novissimo-edgar_a-gentil-carioca-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230601T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230911T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230801T142803Z
LAST-MODIFIED:20230801T142832Z
UID:42928-1685620800-1694455200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jairo e João: O teatro na fotografia de Jairo Goldflus e João Caldas sobre a Cena Teatral" no Instituto Artium de Cultura
DESCRIPTION:Em suas trajetórias artísticas\, os fotógrafos Jairo Goldflus e João Caldas têm prestado contribuições decisivas à cena teatral paulistana. A produção de ambos figura em inúmeros programas de peça\, cartazes promocionais\, publicações jornalísticas\, livros e acervos culturais do país. No entanto\, para além da função de divulgação e documentação\, as fotografias para teatro de Jairo e João carregam traços singulares e apresentam poéticas próprias\, que dialogam e se complementam. Os retratos de Jairo\, realizados quase sempre em estúdio\, são marcados pelo equilíbrio\, precisão e rigor formal. Já a produção fotográfica de João privilegia a cena propriamente dita\, com registros que conjugam a intensidade emocional e a vivacidade das apresentações ao apurado senso de composição e domínio técnico. \n\n\n\nJairo costuma fotografar o elenco antes da estreia\, não raro na primeira vez em que os atores e atrizes vestem seus figurinos e suas caracterizações completas (maquiagens\, perucas\, adereços)\, após semanas de ensaio. Como as imagens revelam\, trata-se da ocasião em que estes seres fictícios passam a habitá-los por inteiro\, antecipando o que será vivido e visto nos palcos. Ao passo que João se debruça sobre o momento em que as personagens ganham vida diante do público\, ao longo da temporada das peças\, produzindo imagens que enfatizam o ato performativo e dão a ver a dimensão pulsante\, e por vezes vertiginosa\, da cena teatral. Apesar das acentuadas diferenças\, ambos os fotógrafos lidam com o caráter transitório do teatro\, fixando instantes únicos em suas imagens e eternizando\, deste modo\, uma linguagem em tudo fugaz\, fadada ao desvanecimento. Em outras palavras\, Jairo e João desafiam o tempo e ousam capturar uma arte que só existe de fato enquanto acontece.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jairo-e-joao-o-teatro-na-fotografia-de-jairo-goldflus-e-joao-caldas-sobre-a-cena-teatral-no-instituto-artium-de-cultura/
LOCATION:Instituto Artium de Cultura\, 874 R. Piauí Higienópolis\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/08/52002369975_f13f544811_h-1024x688-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230608T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230924T200000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230608T132959Z
LAST-MODIFIED:20230620T173320Z
UID:41328-1686218400-1695585600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Helena Almeida no IMS Paulista
DESCRIPTION:A exposição Fotografia habitada\, antologia de Helena Almeida\, 1969-2018 será a primeira individual da renomada artista portuguesa no Brasil. Com curadoria de Isabel Carlos\, curadora de arte contemporânea e historiadora da arte\, a mostra apresentará uma seleção de obras que têm como suporte a fotografia e o desenho\, realizadas entre 1969 e 2018. Os trabalhos abordam temas recorrentes na produção de Almeida\, como a interrogação dos gêneros e dos processos artísticos e a autorrepresentação da artista e da mulher. Em sua produção\, mais do que um gênero artístico ou documental\, a fotografia é um suporte conceitual das ideias e dos processos da criação. Essa subversão dos limites das definições da obra de arte\, além da constante reiteração da sua condição de mulher artista\, confere atualidade ao trabalho de Helena Almeida\, confirmando a relevância histórica do seu papel numa geração que abriu novos caminhos e processos nos modos de pensar e articular a relação entre a arte e a vida.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/helena-almeida-no-ims-paulista/
LOCATION:IMS Paulista\, Avenida Paulista\, 2424\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/unnamed-6-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230615T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230813T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230614T205816Z
LAST-MODIFIED:20230620T173339Z
UID:41494-1686823200-1691949600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Elementar: fazer junto" no MAM SP
DESCRIPTION:Fazer junto é uma questão de escolha e princípio. Situações de fazer junto nos desafiam a vivenciar os muitos sentidos de pertencimento e participação\, seja pelas noções de convívio\, pela cooperação ou colaboração que o trabalho coletivo possibilita. Envolve um conjunto de estratégias\, que podem se tornar métodos ou não. As obras e experiências artísticas e educativas que integram a exposição Elementar: fazer junto fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo. A Instituição valoriza a ecologia de saberes que constitui seus acervos de obras de arte e experiências educativas ligadas a diversos repertórios e processos de criação de artistas e não artistas. Elementar é aquilo que está na natureza das coisas\, em sua essência\, componente básico do mundo e suas matérias. Artistas lidam direta ou indiretamente com as terras\, as águas\, os ares e os fogos\, elementos naturais que compõem as mais diversas materialidades\, poéticas e processos na vida e nas artes. Tal como elaborou Richard Sennett\, trabalhar em cooperação pressupõe disposição e receptividade. A expografia da mostra contempla experiências poéticas e um Espaço de Fazer Junto\, além de proposições realizadas com artistas e educadores. No museu\, elementar é “fazer junto”. Também é a possibilidade de instaurar situações e modos de se relacionar com os acervos e os diferentes públicos\, em vivências e experiências. Envolve o artístico e os saberes que a arte movimenta\, coloca em contato todos que disponibilizam sua atenção\, presença e abertura à conexão geradora de sentidos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/elementar-fazer-junto-no-mam-sp/
LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:Destaque,São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/sandra-cinto_MAM-SP-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230617T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230812T190000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230616T180237Z
LAST-MODIFIED:20230616T180246Z
UID:41529-1687003200-1691866800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Davi Rodrigues na Sé Galeria
DESCRIPTION:O artista Davi Rodrigues faz sua primeira exposição individual em São Paulo\, na sede da galeria\, na Vila Modernista de Flávio de Carvalho. A evolução do picolé reúne parte de suas “coleções”\, séries de gravuras e pinturas em papel\, que tratam de temas\, na grande maioria\, relacionados à cultura do Recôncavo Baiano. A obra de Davi Rodrigues é indissociável da experiência de ter nascido e viver às margens do Rio Paraguaçu\, na cidade de Cachoeira\, no Recôncavo Baiano. Seus desenhos\, pinturas\, gravuras\, esculturas e escritos retratam as personagens\, lendas e tradições — além da flora e da fauna —\, da vida ribeirinha de uma região de enorme influência africana e notável riqueza cultural. Figura pública de muitas facetas e muito ativa nas esferas social\, cultural\, política e espiritual da cidade\, Rodrigues produz um trabalho de grande relevância para a história e a memória de sua comunidade. Ele é o autor de uma espécie de arquivo pictórico das vivências no Recôncavo: pinta sua aldeia mirando o universal. O título da exposição é emprestado de uma de suas coleções\, em que Rodrigues\, num processo de rememoração da infância\, cataloga as guloseimas de sua terra. Outro conjunto de pinturas tem os peixes do Rio Paraguaçu como tema. Em todos esses trabalhos\, de enorme carga poética\, fica evidente sua abordagem pictórica ao mesmo tempo singela e sofisticada. As outras duas séries ocupam-se do universo carnavalesco. Rodrigues é criador de uma linguagem própria\, marcada pela exuberância visual de cores\, traços e pontos\, a qual um de seus conterrâneos deu o nome de “davidismo”. Máscaras do Recôncavo Baiano (2019-2023) é um belo exemplo deste uso particular da técnica pontilhista\, em que as imagens são traçadas\, desenhadas\, pintadas e retraçadas por pincéis\, estilete e as próprias mãos. Já as gravuras de Carnaval de Girona foram produzidas originalmente no contexto da exposição a qual o artista participou na cidade espanhola\, em 2019. Aqui\, novamente\, as máscaras ganham protagonismo\, porém\, desta vez\, com o emprego de técnica distinta\, salta aos olhos o domínio que o artista tem da figuração humana\, além do apuro com que representa tecidos e vestimentas. Em Davi Rodrigues o refinamento formal está a serviço da exaltação da cultura popular.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/davi-rodrigues-na-se-galeria/
LOCATION:Sé Galeria\, Al. Lorena\, 1257 - Vila Modernista\, Casa 2\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/se-galeria_davi-rodrigues-1-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230620T103000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231120T210000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230627T001646Z
LAST-MODIFIED:20230627T001650Z
UID:41780-1687257000-1700514000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Sesc Pinheiros
DESCRIPTION:A exposição Retratistas do Morro busca construir e revisitar uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, tendo como foco a região do Aglomerado da Serra\, localizada ao Sul de Belo Horizonte (Minas Gerais). Composta por fotografias que abrangem o período de 1960 a 1990\, a mostra apresenta o trabalho dos fotógrafos Afonso Pimenta e João Mendes\, sob a curadoria do pesquisador e artista visual Guilherme Cunha. Essa exposição é um desdobramento do projeto social “Retratistas do Morro”\, iniciado por Guilherme Cunha em 2015\, cujo objetivo é contribuir para a preservação do patrimônio histórico-cultural nacional e ampliar o entendimento sobre a história das imagens no Brasil\, especialmente as narrativas visuais produzidas por retratistas que atuaram nas comunidades. Para isso\, foi realizado um trabalho de mapeamento\, identificação\, catalogação e restauração dos acervos fotográficos desses retratistas. Durante a pesquisa\, destacaram-se Afonso Pimenta e João Mendes\, que atuaram na região desde o final da década de 1960 e possuem um volume significativo de acervo\, incluindo negativos em preto e branco de médio formato (6×6)\, negativos coloridos em 35mm\, monóculos e negativos em 35mm de meio quadro. Para a mostra no Sesc Pinheiros\, Guilherme realizou um profundo processo de pesquisa sobre a história da comunidade\, além de um trabalho de curadoria a partir dos mais de 250 mil negativos disponíveis no acervo. Dessa seleção\, aproximadamente 33 mil imagens foram restauradas e apresentam uma perspectiva histórica do Aglomerado da Serra em forma de imagens.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/retratistas-do-morro-no-sesc-pinheiros/
LOCATION:Sesc Pinheiros\, R. Pais Leme\, 195 - Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/BeFunky-collage-2-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230622T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230812T190000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230621T192043Z
LAST-MODIFIED:20230621T192046Z
UID:41577-1687428000-1691866800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Tiago Carneiro da Cunha e "Diagonais" na Fortes D'Aloia & Gabriel
DESCRIPTION:A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta duas exposições simultâneas no Galpão em São Paulo. Intitulada Diagonais\, a mostra coletiva conta com curadoria de Tiago Mesquita\, e investiga o uso das diagonais na arte abstrata. A mostra reúne obras inéditas de artistas renomadas\, como Beatriz Milhazes\, Jac Leirner e Sonia Delaunay\, além de trabalhos históricos de outros artistas importantes. Também são destacados artistas contemporâneos que exploram a diagonal em suas abordagens artísticas. A exposição aborda a diagonal como um elemento que atravessa diferentes períodos e abordagens\, provocando transformações no espaço e no plano pictórico. A diagonal é explorada como uma linha que secciona superfícies\, uma inclinação que desestabiliza o horizonte e uma representação de um ponto de vista oblíquo. Por outro lado\, a individual de Tiago Carneiro da Cunha\, intitulada Maldita Comédia é a primeira exibição do artista na galeria desde 2019 e apresenta cinco pinturas de grande escala que mergulham o público em seu universo de imagens fantásticas. As obras retratam embates cósmicos entre forças da natureza e seres híbridos e monstruosos. Carneiro da Cunha utiliza um impasto espesso de tinta a óleo para criar uma sensação de matéria acumulada e uma textura manual que remete à escultura. Sua prática artística é influenciada por filmes B\, histórias em quadrinhos e videogames\, combinando elementos visuais da animação com um senso de humor irônico. As pinturas apresentam personagens e cenas sobrenaturais\, ao mesmo tempo em que abrigam significados alegóricos. Enquanto Diagonais mergulha na abstração e na investigação da diagonal como elemento visual\, Maldita Comédia transporta os espectadores para um universo imaginário repleto de cores e criaturas fantásticas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tiago-carneiro-da-cunha-e-diagonais-na-fortes-daloia-gabriel/
LOCATION:Fortes D’Aloia & Gabriel\, R. James Holland\, 71 - Barra Funda\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/ENGEL-LEONARDO_Platano-Power-Bottom-2017-1-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230622T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230910T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230711T190127Z
LAST-MODIFIED:20230711T190137Z
UID:42201-1687428000-1694368800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Laerte Ramos no Centro MariAntonia da USP
DESCRIPTION:O Centro MariAntonia da USP apresenta a exposição Versus\, individual do artista Laerte Ramos\, que traz um conjunto inédito de obras que transitam entre a cerâmica e a tapeçaria. A curadoria é da pesquisadora Ana Carla Soler. Ramos expõe um conjunto de 100 armas desenvolvidas em cerâmica que são repartidas em duas faces que apontam uma contra a outra\, tendo uma explosão retorcida na extremidade de todas as armas que se automiram de lados opostos. Coloridas\, retornando às cores de brinquedos de suas peças originais\, o artista retoma esta temática utilizando os mesmos moldes da obra Arma branca (2010)\, vencedora do Prêmio Marcantônio Vilaça em 2012. Segundo o artista\, o principal eixo condutor de suas pesquisas são os meios reprodutivos da imagem\, as seriações em diferentes suportes e a relação com as cidades em que são produzidas ou expostas. Ramos ressalta que “faço versões com as mesmas temáticas e aprofundo minhas pesquisas em camadas que enaltecem técnicas e aprimoramentos de materiais não convencionais na arte contemporânea”. Em Versus\, Ramos traz duas tapeçarias\, uma em lã tingida utilizando o ponto Cruz de Smirna\, e a segunda tapeçaria cruzando técnicas de tear de pente liço com tramas de miçangas criando uma obra que desafia o ato de tecer e tramar levando as miçangas para outro patamar. Estas tapeçarias fazem parte da série Nós do Caos\, um leque que se abre na pesquisa de Laerte que busca as relações entre o pixel e o nó\, utilizando computador para desenhar e o tear e a tela para tramar. Esta série é um desdobramento de outras obras que o artista explora a impressão lenticular em uma vertente das obras e em outras a lã de carneiro onde trama os trabalhos utilizando o pé e folhas de bambu.  O artista apresenta também seus almanaques disponíveis para download gratuito\, trilha sonora para visitação da exposição e documentários das produções das obras como ferramentas de aproximação do público para com a sua poética e a arte contemporânea no geral.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/laerte-ramos-no-centro-mariantonia-da-usp/
LOCATION:Centro MariAntonia da USP\, Rua Maria Antônia\, 258 – Vila Buarque\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/3696d3_d0debf37259a48a3b9e8fbf735d65866mv2-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230622T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230820T200000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230621T201627Z
LAST-MODIFIED:20230621T201631Z
UID:41683-1687431600-1692561600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Walmor Corrêa no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:A retrospectiva Sobre Pássaros\, Sinapses e Ervas Energéticas\, de Walmor Corrêa\, é uma exposição que reúne duas décadas de produção artística do renomado artista\, explorando a interseção entre a natureza e a arte. A exposição apresenta um repertório que evoca o imaginário nacional\, com fabulações e elementos científicos que transitam entre a realidade e o mundo onírico. Corrêa cria figuras híbridas\, como aves com cabeças de roedores e plantas com funcionalidades curiosas\, desafiando a concepção tradicional da natureza. A curadoria da exposição é assinada pelo crítico e pesquisador Paulo Miyada\, que destaca a habilidade de Walmor Corrêa em emular códigos científicos em suas obras\, convidando o espectador a acreditar no que vê. As obras são carregadas de subjetividade\, mas também apresentam clareza na sua representação. O artista busca ressignificar mitos e histórias sobre a fauna e flora brasileira\, inspirado por pintores viajantes e pelo folclore relatado pelo historiador Luís da Câmara Cascudo. Walmor Corrêa explora a imaginação em suas produções\, utilizando desenhos\, pinturas e esculturas para mostrar o poder curativo das ervas\, os dotes extraordinários dos pássaros e a capacidade de adaptação dos insetos. Mesmo ao retratar seres fantásticos\, o artista os associa a elementos etimológicos das espécies\, tornando essas características uma parte intrínseca de suas obras. Um exemplo disso é a série Ploc\, que brinca com os nomes das figurinhas e propõe um trabalho educativo para os visitantes. Além de conversar com biólogos e cientistas para delinear a anatomia possível desses seres fantásticos\, Walmor Corrêa\, que é arquiteto de formação\, estudou taxidermia e botânica para recriar corpos que extrapolam as formas convencionais. Suas esculturas\, inspiradas em representações naturalistas\, remetem a gravuras de enciclopédias antigas e fragmentos de livros de viagem. Os pequenos pássaros esculpidos em tamanho real\, mesmo imóveis\, convidam à imaginação e à contemplação.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/walmor-correa-no-instituto-tomie-ohtake/
LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, Rua Coropés\, 88 - Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/diorama-diurno_foto-alvaro-dominguez_52971187202_o-2-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230624T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230924T170000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230711T182402Z
LAST-MODIFIED:20230722T161721Z
UID:42161-1687600800-1695574800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Roça é Vida" no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, instituição da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo\, inaugura a exposição Roça é Vida\, resultado de um processo de curadoria compartilhada com a Associação dos Remanescentes de Quilombo de São Pedro que\, partindo do Sistema Agrícola Tradicional Quilombola\, reconhecido como Patrimônio Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN\, apresenta destaques da vida dos quilombolas da comunidade Quilombo São Pedro\, do município de Eldorado – SP\, no Vale do Ribeira\, região considerada Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO. Inspirada nos livros Roça é Vida (2020) e Na companhia de Dona Fartura: uma história sobre cultura alimentar quilombola (2022)\, propostos\, escritos e ilustrados por pesquisadores e educadores quilombolas e aquilombados do território\, a exposição é composta pelos originais e ampliações das aquarelas que ilustram os livros\, fotografias\, objetos de uso cotidiano\, objetos da coleção da Associação\, poesia\, sementes crioulas e um vídeo produzido especialmente para a mostra. Iniciada em 2017\, a parceria entre a Associação Museu Afro Brasil e a Associação dos Remanescentes de Quilombo de São Pedro integra as ações do Programa Conexões Museus SP\, do Sistema Estadual de Museus de São Paulo – SISEM-SP\, e visa contribuir com a preservação e a extroversão do patrimônio\, da memória e da cultura do Quilombo São Pedro\, a partir da oferta de conteúdos e experiências com procedimentos museológicos e de produção cultural.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/roca-e-vida-no-museu-afro-brasil-emanoel-araujo/
LOCATION:Museu Afro Brasil Emanoel Araújo\, Parque Ibirapuera\, Portão 10 - Av\, Pedro Álvares Cabral\, s/n – Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/image_processing20200925-26023-12ipkyg-2-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230624T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240218T180000
DTSTAMP:20260622T160458
CREATED:20230623T165132Z
LAST-MODIFIED:20230624T152825Z
UID:41716-1687600800-1708279200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Antonio Obá: Revoada" na Pina Contemporânea
DESCRIPTION:A exposição de Antonio Obá olha para a trajetória do artista que\, em vinte anos de carreira\, difundiu suas obras em coleções públicas e privadas no Brasil e no exterior. Seu trabalho é constituído por três importantes pilares\, que conduzem a narrativa da exposição: a rememoração de acontecimentos históricos\, a atribuição de novos significados a esses episódios e o processo educativo. A exposição apresenta um conjunto de pinturas com temáticas voltadas para a infância\, e uma instalação inédita (Revoada)\, pensada a partir do contexto do museu — a Pinacoteca nasceu originalmente para ser uma escola. A obra consiste em 200 pares de mãos de crianças moldadas em resina em oficinas oferecidas pelo artista na Ocupação 9 de Julho (Movimento Sem Teto do Centro)\, em duas escolas particulares e no ateliê da Pina Contemporânea. Além da instalação\, 20 pinturas se organizam a partir do tema da infância e de um movimento vertical\, muito presente no trabalho de Obá. No percurso de revisitar momentos da história\, o artista inscreve a tragédia e a violência em um tempo mítico\, transformando os personagens históricos em entidades\, arquétipos que podem rever sua posição na própria história. A infância em “Antônio Obá” não é ingênua. As crianças-personagens do artista são agentes do seu tempo\, conscientes e capazes de transformar o mundo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/antonio-oba-na-pina-contemporanea/
LOCATION:Pina Contemporânea\, Bom Retiro São Paulo SP\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/captura-de-tela-2023-06-22-174252-2-1-1.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR