BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.16.3//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20200101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20210227T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230918T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230213T195246Z
LAST-MODIFIED:20230712T152106Z
UID:38331-1614420000-1695056400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"A São Paulo da Marquesa de Santos" no Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:Uma mulher à frente do seu tempo\, essa é a história de Domitila de Castro Canto e Melo – a Marquesa de Santos (1797-1867)\, contada na exposição A São Paulo Da Marquesa de Santos: Cumplicidade de um Cenário\, com curadoria do historiador Paulo Rezzutti\, em exibição no Solar da Marquesa de Santos (Museu da Cidade de São Paulo) no período de 27 de fevereiro de 2021 a 18 de setembro de 2023. \n\n\n\nPor meio de documentos textuais e iconográficos\, a curadoria da exibição nos apresenta a biografia da Marquesa de Santos\, misturada com a vida política e social brasileira da Colônia ao Segundo Reinado\, com a inserção na cidade de São Paulo\, onde traços de sua passagem em seu tempo ainda podem ser encontrados em nosso espaço \n\n\n\nMais do que os símbolos físicos\, como o Solar\, a Rua da Figueira\, o Cemitério da Consolação\, a Faculdade de Direito de São Paulo\, sua presença é lembrada por obras de benemerência\, como a doação de uma casa para servir de enfermaria no combate à epidemia de cólera que assolava a cidade e o Brasil.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-sao-paulo-da-marquesa-de-santos-no-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/63772228-45904905.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20220312T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231217T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230213T195620Z
LAST-MODIFIED:20230828T143522Z
UID:38341-1647079200-1702836000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lugar-comum-no-mac/
LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/henry-matisse-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221117T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230625T210000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230213T195010Z
LAST-MODIFIED:20230215T235057Z
UID:38330-1668675600-1687726800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos" no Sesc 24 de Maio
DESCRIPTION:Pioneiro\, visionário e atuante em um projeto de nação. Assim era Darcy Ribeiro\, um importante personagem da história do país que deixou contribuições em diversas áreas de conhecimento. Para comemorar seu centenário\, o Sesc 24 de Maio sedia a exposição Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz\, colaboradora de Darcy Ribeiro por mais de 10 anos\, a mostra propõe um diálogo entre uma coleção de objetos e documentos originais da coleção do homenageado\, obras de arte contemporânea\, fotos e aparatos multimídia\, com vídeos diversos e uma grande instalação audiovisual. A exposição integra a ação em rede Diversos 22: Projetos\, Memórias\, Conexões\, desenvolvida pelo Sesc São Paulo no contexto do centenário da Semana de Arte Moderna e do bicentenário da independência do país. No vão central do Sesc 24 de Maio\, área com pé direito mais alto\, os visitantes adentram uma experiência audiovisual imersiva\, projetada em 360 graus\, que apresenta o kuarup realizado em homenagem a Darcy Ribeiro em 2012\, na reserva indígena do Xingu. Já no perímetro do espaço expositivo\, a potência da sua reflexão e de sua obra será apresentada a partir de quatro facetas que traduzem o seu legado: o antropólogo\, o educador\, o político e o ensaísta e pensador do Brasil. Esses núcleos serão compostos de vídeos\, plumárias indígenas coletadas por Darcy\, fotografias\, objetos\, documentos\, obras literárias\, cartas originais inéditas e linha do tempo. Em um momento de grande fragilidade social\, o pensamento de Darcy Ribeiro se mostra valioso. Por isso\, a curadora Isa Grinspum destaca que a contemporaneidade do estudioso é um aspecto importante para a mostra: “Mais do que uma homenagem aos cem anos do Darcy\, mais do que algo memorialístico\, eu quis trazer a potência e a atualidade de muitas das coisas que ele falou\, sobretudo se pensarmos no que estamos vivendo hoje no Brasil. Para mim\, ele não está morto. Não é a celebração de um pensador do século XX. Darcy Ribeiro é extremamente atual\, e essa é uma exposição sobre o Brasil”. Além da curadoria principal\, Utopia brasileira contou com a contribuição do curador assistente Marcelo Macca\, do cineasta Eryk Rocha e dos consultores José Miguel Wisnik e Mércio Gomes. O projeto expográfico é de Marcelo Ferraz. A identidade visual\, trabalhada a partir do conceito de constelação\, explora imagens de intelectuais e artistas que influenciaram a trajetória de Darcy Ribeiro e é assinada por Gustavo Piqueira. Reconhecido como homem de pensamento e ação\, Darcy se destacou na defesa pelos povos indígenas do Xingu; na militância a favor da educação pública e de qualidade\, criando universidades inovadoras\, como a UNB; foi escritor de romances e ensaios de antropologia e sociologia\, entre os quais se destaca O povo brasileiro (1995)\, e de romances\, como Maíra (1976)\, além de atuar em várias frentes políticas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/utopia-brasileira-darcy-ribeiro-100-anos-no-sesc-24-de-maio/
LOCATION:Sesc 24 de Maio\, 109 R. 24 de Maio República\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70323404-49060112.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221126T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240131T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230213T183509Z
LAST-MODIFIED:20240109T133636Z
UID:38264-1669453200-1706720400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/favela-raiz-no-museu-das-favelas/
LOCATION:Museu das Favelas\, 1269 Av. Rio Branco Campos Elíseos\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/slide_Nego-Junior_IMG_2064-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230125T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230820T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230313T142824Z
LAST-MODIFIED:20230712T153135Z
UID:39186-1674637200-1692550800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Intersecções" na Casa da Imagem e Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:A exposição Intersecções ocupa simultaneamente o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem. Sobre a mostra\, o trio curatorial composto por Adriana Barbosa\, Nabor Jr. e Eleilson Leite escreveu: “Em continuidade ao programa de exposições sistêmicas promovido pelo Museu da Cidade de São Paulo\, Intersecções – Negros(as)\, indígenas e periféricos(as) na cidade de São Paulo avança cronologicamente no espaço e na geografia da capital\, não somente com o objetivo de iluminar os fazeres destes grupos e reforçar sua importância na vibrante cena cultural da cidade\, mas\, principalmente\, na contramão do projeto nacional de apagamento dessas populações e no sentido de reinseri-las enquanto sujeitos protagonistas da historiografia paulistana. Intersecções apresenta um valoroso conjunto de movimentos culturais\, artistas\, processos e encontros\, bem como locais de convivência (e convergência) que\, a partir da década de 1980\, concomitantemente aos fatores de resistência comum à vida dessas maiorias minorizadas\, e atuando na interseccionalidade histórica e socialmente imposta às populações negra\, periférica\, indígena e LGBTQIA+\, forneceram elementos não somente para a celebração coletiva\, como para a possibilidade de uma “vida comum” em uma sociedade onde o racismo\, o sexismo e a homofobia são inseparáveis. Ainda que o conceito de ‘cidadão comum’ possa endossar\, mesmo que inconscientemente\, a ideia de que há pessoas ‘especiais’ ou ‘superiores’\, as iniciativas presentes nesta exposição apresentam-se como possibilidades catárticas que não imputam aos seus participantes e idealizadores o fardo de terem de possuir uma história de superação por serem quem são ou como são. […] ‘A periferia nos une pelo amor\, pela dor e pela cor’\, defende o poeta Sérgio Vaz no Manifesto da Antropofagia Periférica. São periferias unidas por um movimento que vai além das subjetividades\, como ensina Tiaraju Pablo D’andrea. Um povo que é cria\, tem orgulho de pertencer à quebrada e atua politicamente para defender os que nela habitam. Assim ele define o(a) sujeito(a)(e) periférico(a)(e)\, um novo conceito na sociologia. […] As intersecções entre negros\, negras\, indígenas\, periféricos e periféricas habitam o universo simbólico que inspira as artes e a cultura na Metrópole. […] Emicida já deu a letra: ‘arte é ocupar!’ Tudo junto e misturado porque a cultura não é compartimentada\, muito menos hierarquizada. A intersecção saiu da geometria e se fez verbo na periferia. Interseccione-se!”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/interseccoes-na-casa-da-imagem-e-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/70789954-49335673-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230709T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230309T193020Z
LAST-MODIFIED:20230606T213757Z
UID:39104-1677837600-1688925600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Shirley Paes Leme no MAM SP
DESCRIPTION:A sala de vidro onde está a instalação Nosso Mundo\, de Shirley Paes Leme\, estabelece uma relação direta com o entorno do Jardim de Esculturas do MAM\, como se fosse um prolongamento do paisagismo de Roberto Burle Marx. De longe\, o assoalho espelhado da obra da artista se assemelha a um espelho d’água\, um oásis\, como se nele houvesse um líquido. Mas ao caminhar sobre as placas reflexivas\, o piso ganha consistência. Os visitantes podem ver de fora ou ficar imersos no interior da instalação\, como se o ritmo intenso da cidade estivesse suspenso por alguns instantes\, formando um lugar de desaceleração e de contemplação. O chão espelhado em plena marquise do Parque Ibirapuera multiplica o espaço e o corpo de quem caminha sobre ele. Enquanto observamos a obra\, o espelho nos reflete. Um duplo invertido do painel da grande parede ao fundo da sala aparece na superfície espelhada. Shirley Paes Leme elaborou uma composição a partir da paisagem da cidade\, com filtros de ar-condicionado de carros já utilizados e manchados pela poluição. O material utilizado nos revela a qualidade do ar que respiramos. É como se cada filtro que representa prédios ou partes do céu tornasse visível a densa atmosfera que nos circunda\, tomada por fuligem e substâncias nocivas à saúde. A artista constrói uma espécie de linha do horizonte a partir do ar denso e da fumaça fixada nos filtros. São essas partículas que encobrem a nossa visão e podem ofuscar nossos sentidos. Além de apontar para questões ambientais cada vez mais urgentes\, Shirley Paes Leme reflete e dá visibilidade para a situação paradoxal de estarmos numa espécie de oásis poluído.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dialogos-de-cor-e-luz-e-shirley-paes-leme-no-mam-sp/
LOCATION:MAM-SP\, s/n° Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/nossomundo-1920-1920x600-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230917T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230519T180415Z
LAST-MODIFIED:20230606T213018Z
UID:40815-1677837600-1694973600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Diálogos com cor e luz" no MAM
DESCRIPTION:Com curadoria de Cauê Alves e Fábio Magalhães\, Diálogos com cor e luz é uma exposição voltada para a difusão da coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo\, que apresenta exclusivamente trabalhos desse acervo. Aqui\, é reunido um pequeno recorte de obras com ênfase nas relações entre a cor e a luz na arte brasileira da segunda metade do século 20. Foram agrupadas no espaço\, várias gerações de artistas\, sem privilegiar tendências nem estabelecer uma ordem cronológica. Misturamos tempos e linguagens\, para incentivar o olhar à percepção de semelhanças e diferenças entre as várias poéticas visuais nos diversos tratamentos da luz e da cor. A museografia distribuiu no espaço os painéis radiais\, numa referência ao disco de cores – ou seja\, ao experimento óptico de Isaac Newton (1643-1727)\, publicado em 1707 em seu livro Opticks. Nele\, o físico inglês demonstra\, por meio de um disco de sete cores\, sua teoria de que a luz branca do Sol é formada pelos matizes do arco-íris. Ao girarmos o disco com velocidade\, as cores se sobrepõem em nossa retina e nos fazem enxergar o branco. A seleção de obras\, ao enfatizar os diálogos com a cor e a luz em diversos suportes\, chama atenção para a luz como elemento fundante da percepção. Trabalhar com a luz significa que temos de lidar também com a sombra\, a escuridão ou a ausência de luz. E nos interessa justamente o primeiro contato que temos com a cor\, anterior às teorizações e aos sentidos que acrescentamos a ela. A cor é indissociável daquilo que ela expressa. Ela mesma já é expressão\, não apenas a tradução de uma ideia ou sentido preconcebido. Fundamental é nos livrarmos dos sentidos já instituídos e sedimentados no campo da cultura\, de conceitos anteriores ao vivido\, para aí podermos ter a experiência com a duração da cor. Em vez de pensarmos a cor e a luz como elementos idealizados\, o contato direto com a arte nos ajuda a restituir o vínculo originário com o mundo. Os diálogos entre luz e cor na arte nos mostram que o mundo pode ser surpreendente e nossa relação com ele\, inesgotável.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dialogos-com-cor-e-luz-no-mam/
LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/dialogos-1-1920-2-950x600-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230504T214322Z
LAST-MODIFIED:20230504T214325Z
UID:40308-1677924000-1690740000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Chão da praça: obras do acervo da Pinacoteca” na Pina Contemporânea
DESCRIPTION:A mostra “Chão da praça: obras do acervo da Pinacoteca” inaugura a sala expositiva da Pinacoteca Contemporânea\, a Grande Galeria. Com coordenação curatorial de Ana Maria Maia\, curadora chefe da Pinacoteca\, e Yuri Quevedo\, a mostra reúne cerca de 60 trabalhos do acervo de arte contemporânea\, em montagem pautada pelo desejo de falar sobre territórios\, encontros e narrativas de atravessamento. Desenhos\, pinturas\, fotografias\, vídeos e performances compõem a narrativa que é orientada por três grandes ideias: a de travessias\, vizinhanças e transcendências. \n\n\n\nA ideia de travessia e seu espectro é contemplada nas obras Irruptivo Series (Série irrompimento) (2010)\, de Regina Silveira (Porto Alegre – RS\, 1939)\, e Galinha d´Angola (2017)\, de Paulo Nazareth (Governador Valadares — MG\, 1977) e na performance Modificação e apropriação de uma identidade autônoma (1980)\, de Gretta Sarfaty (Atenas – Grécia\, 1954). Já a ideia de vizinhança ganha força pela localização do edifício Pinacoteca Contemporânea\, que amplia o perímetro urbano com o qual o museu dialoga diretamente. Além disso\, situações de encontro e afeto dão a tônica de uma longa parede\, ocupada em uma montagem de obras de Lúcia Laguna (Campos de Goytacazes — RJ\, 1941)\, Bené Fonteles (Bragança – PA\, 1953)\, Matheus Rocha Pitta (Tiradentes – MG\, 1982)\, Yuli Yamagata (São Paulo – SP\, 1989)\, entre outros. Por fim a ideia de transcendências é apresentada com Parede da memória (1994-2005)\, de Rosana Paulino (São Paulo — SP\, 1967)\, que elabora uma identidade coletiva entremeando exercícios de lembrar e imaginar. Além de obras como Quebranto (2021)\, de Jonas Van (Fortaleza – CE\, 1989) e Juno B. (Fortaleza – CE\, 1982)\, e Yiki Mahsã Pâti [Mundo dos espíritos da floresta] (2020)\, de Daiara Tukano (São Paulo – SP\, 1982).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/chao-da-praca-obras-do-acervo-da-pinacoteca-na-pina-contemporanea/
LOCATION:Pina Contemporânea\, Av. Tiradentes\, 273 - Luz\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/chao-da-praca-Pinacoteca-expo-10-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230318T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230320T211735Z
LAST-MODIFIED:20230320T211738Z
UID:39421-1679133600-1690740000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Denilson Baniwa na Pinacoteca Luz
DESCRIPTION:A Pinacoteca de São Paulo apresenta a primeira ocupação de um artista indígena no Projeto Octógono Arte Contemporânea da Pinacoteca Luz\, a Escola Panapaná. A instalação de Denilson Baniwa\, um dos mais  proeminentes artistas de sua geração\, é uma construção em três pavimentos concebida para ser um espaço experimental de aulas de línguas e culturas indígenas\, arte e música\, com curadoria de Renato Menezes. Indígena do povo Baniwa\, Denilson mostra que\, para a sua comunidade\, a educação deve ser pensada como um modo de construção de um mundo para quem ainda não nasceu. Na instalação Escola Panapaná\, o artista propõe um experimento artístico-pedagógico colaborativo\, traduzido\, no mundo não Baniwa\, como escola. Denilson traz para o coração da Pinacoteca Luz uma oportunidade para que os visitantes entrem em contato com a cultura de diversas comunidades\, como os Baniwa e os Guarani\, através de aulas e práticas que discutem os princípios básicos de comunicação\, a origem da língua desses povos\, sua produção artística\, tradições e modo de se relacionarem com a fauna e a flora. Dentro das temáticas que aborda em sua produção e pesquisa\, Denilson se propõe a revisitar materiais históricos iconográficos\, buscando uma nova perspectiva sobre o que é ser indígena fora do imaginário social construído ao longo dos séculos. A educação\, para o artista\, é um meio para que a história dos povos indígenas\, em toda a sua diversidade\, possa ser repensada e reescrita\, a partir da perspectiva própria de cada comunidade. “Denilson Baniwa é mestre em alterar nossa percepção das coisas. Há três anos\, Denilson plantou e cultivou um jardim no estacionamento da Pinacoteca Luz\, mudando nossa experiência naquele lugar. Dessa vez\, dentro do Octógono\, ele não somente muda nosso ponto de vista\, como também indica que o museu é um espaço de interação\, de troca e de aprendizado. A Escola Panapaná só acontece em sua plenitude quando as pessoas se encontram\, conversam e pensam juntas”\, conta Renato\, curador da exposição. A palavra Panapaná\, que tem origem tupi e designa o coletivo de borboletas\, permite uma analogia com o coletivo de pessoas que frequentam a Escola. No início\, um grande casulo se apresenta aos visitantes. À medida que as ativações forem acontecendo\, um par de asas vai se abrindo\, até que uma mariposa se apresenta pronta para alçar voo. Nessas asas vêm estampada a sílaba gráfica da mariposa tal como aparece na cestaria do povo Baniwa\, exímio trançador de palha.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/denilson-baniwa-na-pinacoteca-luz/
LOCATION:Pinacoteca Luz\, 2 Praça da Luz Luz\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/DSC_0397_Octogono-13.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230318T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230701T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230405T223654Z
LAST-MODIFIED:20230523T220505Z
UID:39796-1679133600-1688234400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Osvaldo Carvalho na Janaina Torres Galeria
DESCRIPTION:Em Falsa Simetria\, Osvaldo Carvalho explora as assimetrias na pintura — como o uso de perspectivas falseadas\, cores “equivocadas” e divisões em desproporção — para alertar para desequilíbrios profundos na esfera social e ambiental. Essencialmente pintor e dono de uma poética direta\, sem subterfúgios — você vê o que você vê —\, Osvaldo mantém\, nos novos trabalhos\, a verve e acidez pop que o caracterizam\, alcançando cores plásticas e saturadas\, e o olhar para a cultura de massa e o entorno\, em obras que capturam a visão ao mesmo tempo em que despertam consciências\, abordando temas como desigualdade\, racismo\, violência urbana e ecologia. Falsa Simetria é a primeira exposição individual de Osvaldo Carvalho na Janaina Torres Galeria\, abarcando a produção do último biênio do artista\, aliada a trabalhos da premiada série Terra Prometida\, executada entre 2011-2017\, formando um conjunto que denuncia o impacto social e ambiental decorrente da assimetria das relações humanas e de poder. Com curadoria de Cadu Gonçalves\, as obras de Falsa Simetria trazem a síntese da marca singular de Osvaldo: um olhar para o seu entorno e para o mundo\, criando telas em que privilegia o uso da tinta acrílica e vernizes\, alcançando cores plásticas e saturadas\, e que trazem uma atmosfera pop revigorada\, povoada de figuras\, símbolos\, fraturas e contradições. “Às questões propriamente da arte\, junta-se a ideia de que todos partem do mesmo lugar\, do mesmo ponto de partida\, que alcançam seus postos por seus méritos. Trata-se de uma falsa simetria\, de um sistema excludente por princípio\, em que as oportunidades não são absolutamente as mesmas”\, diz o artista. “Osvaldo Carvalho é essencialmente pintor\, não só pela prática da pintura\, mas por observá-la\, empregá-la e referenciá-la em muito de sua produção”\, escreve Cadu Gonçalves no texto curatorial. “Faz desta linguagem o abrigo de um retrato provocador acerca de problemáticas sociais e ecológicas\, ao mesmo tempo que executa uma refinada interlocução com a história da arte ocidental\, linguagem e literatura. O que habita a pintura de Osvaldo Carvalho está desprovido de meias verdades ou meias palavras. O assunto é sempre direto e a operação do artista é literal\, a ponto de podermos ouvir a imagem dizer: ‘É isso mesmo o que você está vendo’\, tamanha a objetividade da situação retratada”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/osvaldo-carvalho-na-janaina-torres-galeria/
LOCATION:Janaina Torres Galeria\, 427 R. Vitorino Carmilo Barra Funda\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Osvaldo_Carvalho_Hotel-Haiti_Serie_Terra_Prometida_2013-15_Acrilica_sobre_tela_192x305cm.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230318T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230722T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230320T213051Z
LAST-MODIFIED:20230320T213055Z
UID:39424-1679137200-1690045200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Hélio Oiticica na Casa SP-Arte
DESCRIPTION:Mais relevante feira de arte e design da América Latina\, a SP–Arte inaugura a Casa SP–Arte\, seu primeiro espaço permanente\, dedicado à realização de exposições e eventos ligados às artes visuais em São Paulo\, com a exposição Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto. Instalada na Vila Modernista\, projetada por Flávio de Carvalho (1899-1973)\, a Casa SP–Arte ocupa o único imóvel inteiramente restaurado em sua versão original\, entre os 17 que compõem a vila. “Depois de quase 20 anos de trabalho organizando com sucesso várias feiras de arte\, queríamos dar um passo a mais. Abrir um espaço permanente nos permite dar asas a projetos próprios (que são muitos!) e de galerias parceiras”\, afirma Fernanda Feitosa\, diretora da SP–Arte.   \n\n\n\nA exposição Hélio Oiticica: Mundo-Labirinto é organizada pela Gomide&Co e por Luisa Duarte\, diretora artística da galeria. A mostra reúne obras de diferentes fases da produção de Oiticica (1937-1980)\, incluindo suas investigações de caráter construtivo sobre o plano bidimensional e propostas experimentais que dialogam sobre arte e vida e sobre arte e cultura pop. Compõem a mostra obras produzidas a partir de 1955\, incluindo trabalhos do Grupo Frente\, e produções dos anos 1970. Algumas obras do artista\, inclusive\, ressaltam a arquitetura modernista da casa. É o caso de Relevo espacial (vermelho)\, 1959-1960. Entre os destaques\, está o desdobramento inédito de uma Cosmococa (CC4) executada por Neville d’Almeida (1941) para a exposição\, no ano em que essas obras imersivas completam 50 anos. Trata-se de uma versão doméstica da CC4\, algo planejado por Oiticica em vida\, mas nunca realizado. Cosmococa é um ambiente multissensorial de experimentação que busca levar a arte ao mundo sensorial. O projeto CC4 é composto por projeções\, água e som. A CC4 tem como referências as obras de John Cage (1912-1992) e dos irmãos Haroldo (1929-2003) e Augusto de Campos (1931). Deste último\, faz parte da instalação o poema dias\, dias\, dias. Além da Cosmococa\, mais de 15 obras completam a exposição. Também merece destaque o primeiro Penetrável (PN1)\, que ocupa o centro da Casa. Construída pelo artista em 1961\, a instalação é uma homenagem ao crítico de arte Mário Pedrosa (1900-1981). Em PN1\, percebe-se a incorporação do corpo em movimento no interior de uma composição labiríntica – o amarelo se desenvolve em uma estrutura polimorfa de placas que se sucedem no espaço e no tempo\, captando tal ideia. Foi esta obra que serviu de inspiração para o título da exposição: Mundo-Labirinto.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/helio-oiticica-na-casa-sp-arte/
LOCATION:Casa SP-Arte\, Alameda Ministro Rocha Azevedo\, 1.052\, Jardins\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/IMG_20230318_173456159.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230321T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T200000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230327T202840Z
LAST-MODIFIED:20230327T202846Z
UID:39680-1679392800-1690747200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Evandro Teixeira no IMS Paulista
DESCRIPTION:Poucos dias após o golpe militar de 11 de setembro de 1973 no Chile\, Evandro Teixeira (Irajuba-BA\, 1935) viajou para Santiago enviado pelo Jornal do Brasil. Suas fotografias revelam uma cidade sitiada\, ocupada pelas forças militares. O marco fundamental talvez tenha sido o registro que realizou logo após o falecimento do grande poeta chileno Pablo Neruda perpassando pela clínica\, o velório em sua residência depredada; e o enterro com grande participação popular\, documentando a primeira grande manifestação contra o regime do general Augusto Pinochet. O plano-sequência construído do enterro de Neruda\, associado às demais imagens que produziu na cidade\, juntamente com o registro visual do regime militar no Brasil (1964 e 1968)\, compõem a estrutura central desta exposição\, evidenciando a importância do fotojornalismo para a liberdade de expressão e testemunho da realidade. A curadoria da exposição Evandro Teixeira. Chile\, 1973 é de Sergio Burgi\, com assistência de curadoria de Alessandra Coutinho Campos\, pesquisa biográfica e documental de Andrea Wanderley e pesquisa e organização do acervo de Alexandre Delarue Lopes. Na redação do Jornal do Brasil\, Evandro Teixeira era conhecido como “o cara que resolvia”. Foi assim\, fotografando seu país e registrando grandes eventos no Brasil da segunda metade do século XX\, que o baiano de Irajuba\, nascido em 1935\, acabou por se projetar para o mundo. Política\, esporte\, moda\, comportamento\, nada escapou às suas lentes em quase 70 anos de carreira. Desde 2019 o IMS tem a guarda de seu acervo\, com mais de 150 mil fotos.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/evandro-teixeira-no-ims-paulista/
LOCATION:IMS Paulista\, 2424 Av. Paulista Bela Vista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/evandro.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230323T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230722T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230323T211000Z
LAST-MODIFIED:20230523T220400Z
UID:39539-1679565600-1690048800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Hélio Melo na Almeida & Dale
DESCRIPTION:“A trajetória de vida e o tema de sua produção fazem de Hélio Melo um artista único no panorama brasileiro do século 20”\, é o que diz o curador Jacopo Crivelli Visconti em trecho do texto de parede que apresenta a exposição Hélio Melo\, em cartaz na Almeida & Dale Galeria de Arte. As características que o diferenciam de outros artistas vão do fato de sua obra não ser autobiográfica\, mesmo que com uma precisão para trazer suas próprias experiências; o trabalho que transcende a denúncia explícita e cria imagens e alegorias para sintetizar a violenta transformação social e da paisagem; a denúncia e defesa estarem intrínsecas em seus desenhos e pinturas aparentemente despretensiosos; e uma forma de expressão que “consegue ser um retrato da violência\, da beleza\, da destruição e da imensidão sublime da floresta\, de sua existência silenciosa\, profunda\, insubstituível”\, diz Jacopo. Nascido e criado num seringal\, Hélio Melo (1926-2001) foi seringueiro\, catraieiro\, barbeiro\, vigia\, escritor\, poeta\, músico e artista. A partir do final dos anos 1970\, depois de ter se mudado para Rio Branco e ter passado a pintar a floresta de memória\, participou das primeiras exposições da região\, chamando a atenção de importantes artistas e críticos\, como Sergio Camargo e Frederico Morais\, que se tornaram grandes admiradores de seu trabalho. “Na grande maioria de suas obras\, a cena é estruturada de maneira bastante convencional\, com um primeiro plano rente ao chão\, formado por plantas baixas ou grama alta\, elementos verticais (basicamente árvores) que fecham a cena dos dois lados e\, no espaço delimitado por esses eixos\, os personagens. Trata-se de uma construção teatral ou cinematográfica do espaço que sugere\, portanto\, uma encenação e uma mise en scéne\, não uma reprodução plana\, direta e ingênua da realidade”\, diz Jacopo. A exposição traz a floresta retratada por Melo e segue atual mesmo depois de pouco mais de 20 anos de sua morte\, ancestral\, mítica e fabulosa. “Um organismo que alimenta e é alimentado\, que somatiza as violências e a destruição\, que chora junto com os animais\, que se emociona\, sofre e\, à sua maneira\, fala (…) Direta ou indiretamente\, vários desenhos e pinturas de Melo sugerem que é a partir da floresta que as coisas se organizam e se estruturam\, e explicitam a equivalência entre os personagens que aparecem em cena”\, escreve Jacopo para o livro que está sendo preparado sobre o artista\, com lançamento no dia 15 de abril.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/helio-melo-na-almeida-dale/
LOCATION:Almeida & Dale\, Rua Fradique Coutinho\, 1430 – Pinheiros\, São Paulo\, SP\, Brazil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/helio_1_052f06d5f5.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230324T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230716T200000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230612T212306Z
LAST-MODIFIED:20230711T190956Z
UID:41398-1679648400-1689537600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"As cantoras e a história do rádio no Brasil" no Farol Santander
DESCRIPTION:A primeira transmissão de rádio no Brasil aconteceu em setembro de 1922\, no Rio de Janeiro\, e\, sobretudo entre as décadas de 1930 e 1950\, foi de uma importância imensurável\, essencial até mesmo para a própria unificação do país como nação. As Rádios Nacional\, Tupi e Mayrink Veiga\, do Rio\, e a Record e Tupi de São Paulo\, foram algumas das grandes potências de seu tempo\, somadas às emissoras locais de todos os estados. A seguir\, a televisão deu continuidade a tal trabalho\, aperfeiçoando as criações radiofônicas no campo do jornalismo\, música\, humor\, dramaturgia\, esporte e variedades. Quanto às cantoras\, tiveram um protagonismo inédito em nossa cultura\, abriram espaço para que a profissão se tornasse uma ambição de muitas outras. Nesta exposição\, disposta em dois grandes espaços\, no primeiro\, serão destacados alguns momentos marcantes da história do rádio no país\, e no segundo\, detalhes da vida e carreira de 24 cantoras. Uma viagem da maior relevância para se compreender a evolução da comunicação e da própria sociedade brasileira.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/as-cantoras-e-a-historia-do-radio-no-brasil-no-farol-santander/
LOCATION:Farol Santander\, 24 R. João Brícola Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/64557818269c1307e0cbd318_As-cantoras-e-a-historia-do-radio-no-Brasil-1-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230325T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230701T190000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230325T120900Z
LAST-MODIFIED:20230523T221103Z
UID:39567-1679738400-1688238000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Petite Galerie: Franco Terranova e as vanguardas brasileiras" na Superfície
DESCRIPTION:A Galeria Superfície\, em ocasião da comemoração dos 100 anos de Franco Terranova\, apresenta a exposição Petite Galerie: Franco Terranova e as vanguardas brasileiras. A mostra coletiva reúne cerca de 30 artistas que atuaram nos anos 1960 e 1970\, a partir de um recorte que celebra as exposições e os nomes que marcaram a história da icônica Petite Galerie\, precursora do incentivo a artistas pioneiros e da profissionalização do mercado de arte no Brasil. Apesar da Petite Galerie ter sido inaugurada em 1953\, Franco Terranova só assumiu a direção do espaço no ano seguinte\, atuando até o seu fechamento\, em 1988. Foi ele a figura essencial para o estabelecimento da galeria como um dos mais importantes espaços de arte no cenário nacional\, impulsionando os movimentos artísticos e criando um lugar de encontro e troca entre artistas de vanguarda que hoje figuram entre os grandes nomes da arte brasileira. A exposição apresenta três núcleos: três vertentes narrativas que acompanham a atuação de Franco na construção do programa inovador da Petite Galerie. O primeiro é dedicado ao grupo da abstração geométrica\, que fazia sua estreia no mercado de arte em meados dos anos 1960. O núcleo seguinte é ocupado pelos artistas que fizeram parte da Nova Figuração Brasileira\, cujo engajamento político fomentou a investigação de novos aspectos da pintura e do objeto de arte\, com trabalhos de forte caráter subversivo frente ao contexto social da época. Por fim\, o terceiro núcleo concentra os artistas da geração de arte conceitual e dos novos meios\, com trabalhos em papel\, objetos e uma seleção inédita de filmes Super8. Entre os artistas incluídos na seleção de trabalhos\, figuram expoentes de várias gerações\, como Alfredo Volpi\, Ana Maria Maiolino\, Jac Leirner\, Lygia Pape\, Hércules Barsotti e muitos outros.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/petite-galerie-franco-terranova-e-as-vanguardas-brasileiras-na-superficie/
LOCATION:Superfície\, 240 R. Oscar Freire Jardim Paulista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/00_PETITE_GALERIE_01-1-1408x991-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230629T153000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230522T122016Z
LAST-MODIFIED:20230522T122020Z
UID:40892-1680343200-1688052600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“A produção coletiva na obra de Lina Bo Bardi” na Casa de Vidro
DESCRIPTION:A Casa de Vidro recebe a exposição A produção coletiva na obra de Lina Bo Bardi\, com curadoria de Renato Anelli\, conselheiro do Instituto. Concebida para o programa de parceria de fomento Difusão – Acervo e Memória do Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU/SP\, a exposição apresenta documentos do acervo de Lina Bo Bardi existentes em arquivo e também exposto no espaço da Casa de Vidro. A pesquisa desenvolvida por Renato Anelli\, em conjunto com os pesquisadores do projeto e do Instituto\, procurou em fotos\, desenhos e objetos do acervo\, identificar os processos de criação de Lina Bo Bardi\, conforme narrados por pessoas que trabalharam com a arquiteta entre 1977 e 1986\, período em que projetou e construiu o Sesc Fábrica Pompéia. “Ao dirigir as atividades expositivas\, Lina buscou modos mais coletivos de trabalho\, interagindo com jovens arquitetos\, designers\, cenógrafos e operários da obra”\, observa Anelli. Para o curador\, Lina já havia manifestado a necessidade de um novo estatuto para a atuação do arquiteto\, que fosse pautado pelo “esforço para sair da cultura que deposita ideias de um sujeito em outro\, para conseguir fazer obras de criação coletiva” (1973). A realização desse objetivo\, segundo Anelli\, se deu por meio do projetar no canteiro de obras do Pompeia\, que lhe permitiu testar pormenores construtivos de modo direto com os operários\, identificando seus talentos e utilizando-os na obra e na produção de peças de comunicação visual\, a exemplo\, do menu do restaurante\, feito com esculturas em madeira entalhada e pintada\, ou os objetos cênicos das exposições: “Pinocchio: História de um Boneco Italiano”\, 1982-1983\, e “Entreatos para Crianças”\, 1985\, pensadas para o Sesc Fábrica Pompéia. “A mostra revela\, no entanto\, que essa intenção de estimular a participação não anulava sua responsabilidade por levar os conceitos iniciais do projeto até o final da obra e seu uso”\, afirma o curador.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-producao-coletiva-na-obra-de-lina-bo-bardi-na-casa-de-vidro/
LOCATION:Casa de Vidro\, 200 R. Gen. Almério de Moura Morumbi\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/sao-paulo-maio-2023-5-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230917T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230404T224331Z
LAST-MODIFIED:20230404T224335Z
UID:39773-1680343200-1694973600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Elisa Bracher na Estação Pinacoteca
DESCRIPTION:Exatos 25 anos após a primeira exibição da artista na Pinacoteca\, instalações em madeira\, papel e chumbo ocupam as três galerias expositivas do quarto andar da Estação Pinacoteca\, propondo uma organização fluida entre questões que sempre permearam a produção de Bracher: peso\, equilíbrio\, composição e percurso. Em Elisa Bracher: formas vivas\, o público terá acesso a uma apresentação panorâmica do trabalho de Bracher\, que responde ao espaço expositivo com três grandes instalações. Ao longo da mostra\, performances musicais coordenadas por Shen Ribeiro e Rodrigo Felicíssimo são responsáveis por explorar as propriedades sonoras do chumbo em uma extensa programação de ativações. Na primeira sala\, os visitantes encontram uma composição circular de restos de madeiras oriundas de construções rurais e antigas esculturas\, sugerindo a iminência de um desabamento\, em um equilíbrio instável. Ao redor\, fotografias em preto e branco da vegetação de São Bento do Sapucaí\, município situado na Serra da Mantiqueira\, apresentam padrões diversos de folhagens\, evocando a origem da mata\, in natura. Um varal de barras de ferro\, originalmente responsável por auxiliar na secagem dos desenhos de grandes dimensões\, cruza o espaço da segunda galeria de ponta a ponta. Transportada do ateliê da artista\, a estrutura permite que o público observe os papéis como um conjunto\, com contornos e áreas preenchidas. Na última galeria\, em situação de suposta leveza\, lençóis de chumbo se apresentam como retalhos moles. Enormes chapas do material\, sustentadas por cabos de aço\, têm sua maleabilidade explorada pela artista para conferir textura e plasticidade\, transformando áreas lisas e intactas em matéria deformada. Por fim\, depois de percorrer diversas camadas de chumbo\, o espectador encontra um piano de cauda repousado no espaço. Desde o início dos anos 1990\, Elisa Bracher explora as relações entre forma\, matéria e espaço\, em um percurso que abrange gravuras\, esculturas e desenhos que desafiam os materiais no limite de seus atributos. Os trabalhos foram desenvolvidos especialmente para essa exposição\, com curadoria de Pollyana Quintella.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/elisa-bracher-na-estacao-pinacoteca/
LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/bracher.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230813T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230404T225110Z
LAST-MODIFIED:20230810T142437Z
UID:39776-1680343200-1691949600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Regina Parra na Estação Pinacoteca
DESCRIPTION:A exposição Pagã\, da artista Regina Parra\, ocupa o 2º andar da Estação Pinacoteca e é um projeto experimental desenvolvido para a Pina\, onde a artista fala sobre o corpo feminino\, seu prazer\, liberdade e insubordinação. Em uma espécie de peça teatral dividida em nove cenas\, Parra convida o público a percorrer uma travessia de referências em pinturas\, performance\, escultura\, vídeos e neons para acompanhar a saga de Pagã. Em diálogo com diferentes campos criativos\, a artista transforma o museu em espaço cênico para contar a história de uma mulher que abdica de uma vida socialmente confortável e inicia um ritual de descoberta e transformação de si e do seu corpo. Uma personagem que é o arquétipo de uma mulher\, ou um espelho\, de identidade individual\, mas às vezes coletiva\, Pagã atende ao chamado e inicia um ritual de descoberta. Na primeira cena da mostra\, sua história se cruza à da jovem retratada nos afrescos da Vila dos Mistérios\, na cidade italiana de Pompeia\, no século 2 a.C. Transitando por diferentes linguagens e referências em cada ato\, Regina Parra revela o desejo de que as mulheres se reconheçam no arquétipo de Pagã\, em uma experiência de reconhecimento do seu corpo e de si. Os trabalhos de Parra se transformam em um vocabulário poético e político\, em uma jornada que termina na reapropriação do próprio gozo\, com a pintura O gosto do vivo (2023). Nascida em São Paulo em 1984\, Parra é bacharel em Artes Plásticas e mestre em História da Arte. Nos últimos anos\, seus trabalhos foram expostos em instituições como Jewish Museum (NY)\, Pablo Atchugarry Art Center (Miami) e Mana Contemporary (Chicago)\, entre muitos outros. Com curadoria de Ana Maria Maia\, a mostra também conta com apresentações performáticas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/regina-parra-na-estacao-pinacoteca/
LOCATION:Estação Pinacoteca\, 66 Largo Galeria Osório Santa Ifigênia\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/paga.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230401T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T190000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230404T232550Z
LAST-MODIFIED:20230712T153817Z
UID:39782-1680346800-1690743600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Entre Nós: Dez anos da Bolsa ZUM/IMS" no Pivô
DESCRIPTION:O Instituto Moreira Salles\, em parceria inédita com o Pivô – associação cultural sem fins lucrativos com sede no Copan\, em São Paulo – realiza a partir de 1º de abril a exposição Entre nós: dez anos de Bolsa ZUM/IMS\, com obras de artistas e coletivos contemplados pela bolsa de fomento à produção contemporânea na última década: Aleta Valente\, Aline Motta\, Bárbara Wagner\, Castiel Vitorino\, Coletivo Garapa\, Coletivo Trëma\, Dias & Riedweg\, Dora Longo Bahia\, Eustáquio Neves\, Glicéria Tupinambá\, Helena Martins-Costa\, Igi Ayedun\, João Castilho\, Letícia Ramos\, Rafael Bqueer\, Sofia Borges\, Tatewaki Nio\, Tiago Sant’Ana\, Val Souza e Vijai Maia Patchineelam. A curadoria é de Thyago Nogueira\, coordenador da área de fotografia contemporânea do IMS\, Daniele Queiroz\, curadora-assistente do IMS\, e Ângelo Manjabosco\, pesquisador do IMS. As obras da exposição\, muitas delas inéditas\, pertencem à coleção do Instituto Moreira Salles e serão apresentadas juntas pela primeira vez. A exposição ocupa o primeiro andar do Pivô. Estão na mostra cerca de 250 obras\, entre fotografias\, vídeos\, instalações e outros suportes. Boa parte das obras reunidas parte de histórias e questões pessoais para abordar temas maiores da representação visual\, social e política do país. O conjunto de trabalhos aborda temas como a história da escravização e o racismo (por exemplo\, em Eustáquio Neves\, Coletivo Garapa ou Tiago Sant’Ana)\, os fluxos migratórios (por exemplo\, em Tatewaki Nio\, Coletivo Trema\, Aline Motta ou Vijai Maia Patchineelam)\, as identidades sociais (por exemplo\, em Val Souza\, Dias & Riedweg ou Igi Ayedun)\, a cultura popular (por exemplo\, em Bárbara Wagner ou Rafael Bqueer)\, a espiritualidade ancestral (por exemplo\, em Glicéria Tupinambá ou Castiel Vitorino Brasileiro) e os desafios ambientais e urbanos (por exemplo\, em Aleta Valente\, Dora Longo Bahia ou João Castilho). Muitos trabalhos também se debruçam sobre as convenções culturais que dão forma às imagens\, desmontando ideias preconcebidas do que sejam a realidade\, o documento ou a ficção\, como as obras de Leticia Ramos\, Sofia Borges ou Helena Martins-Costa.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/entre-nos-dez-anos-da-bolsa-zum-ims-no-pivo/
LOCATION:Pivô\, Av. Ipiranga\, 200\, loja 54\, Centro\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/revista-zum-10-anos-expo-entre-nos-058-pivo-042023-ceverton-ballardin-1160x615-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230405T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230709T190000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230405T221949Z
LAST-MODIFIED:20230405T221952Z
UID:39791-1680688800-1688929200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Boris Lurie no Museu Judaico de São Paulo
DESCRIPTION:O que fazer com  o luto\, a raiva\, a dor\, o inconformismo? Com grande parte de sua família executada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial\, Boris Lurie (1924-2008) passou a vida dedicado à construção de uma obra plástica irrequieta e inquietante. Um conjunto importante de seus trabalhos é apresentado pelo Museu Judaico de São Paulo\, dando sequência a uma série de exposições realizadas pela Europa\, Estados Unidos e América Latina. Com curadoria de Felipe Chaimovich e desenvolvida com apoio da Fundação que leva o nome do artista\, Boris Lurie – Arte\, Luto e Sobrevivência percorre seu legado por meio de 44 colagens\, desenhos\, pinturas e esculturas pautados pela memória dos acontecimentos e atravessados por um forte componente erótico\, às vezes sadomasoquista. Nascido em Leningrado\, Rússia\, no ano de 1924\, Boris viveu sua infância e adolescência em Riga\, Letônia. Em 1941\, sua mãe\, a avó materna\, a irmã caçula e sua primeira namorada foram assassinadas após a prisão num campo de evacuação. Lurie e seu pai\, por sua vez\, passaram pelos campos de trabalho de Lenta e Salaspils e pelos campos de concentração de Stutthof e Buchenwald-Magdeburg e sobreviveram a Shoah. Libertos em 1945\, emigraram para os Estados Unidos. Foi em Nova York\, para onde emigrou com ajuda de uma irmã mais velha\, que Lurie iniciou a formação artística que lhe permitiria dar novas formas à memória. Esse processo se faz sentir\, por exemplo\, em O Retrato de minha mãe antes do fuzilamento\, de 1947\, uma evocação da figura materna e obra-chave em seu percurso de luto/criação. A partir dela\, a figura da mulher se torna permanente em sua obra\, assim como a estrela de Davi amarela – elemento que marcava pessoas judias durante o regime nazista e que o artista continuou a usar na sua roupa após emigrar para os Estados Unidos. “Boris Lurie produziu quadros e objetos com a estrela  amarela\, inclusive usando peças de roupa íntima\, como cuecas e corseletes”\, escreve o curador\, assinalando a indissociabilidade entre morte e desejo na obra do artista. “Negando-se a esquecer\, sua indumentária continuava a testemunhar uma sobrevida impacificável”\, complementa Chaimovich.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/boris-lurie-no-museu-judaico-de-sao-paulo/
LOCATION:Museu de Judaico de São Paulo\, Rua Martinho Prado\, 128\, Centro\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/52734536550_394f2e0b37_k.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230406T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T200000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230508T174730Z
LAST-MODIFIED:20230508T175327Z
UID:40419-1680778800-1690747200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Além das ruas: histórias do graffiti" no Itaú Cultural
DESCRIPTION:O Itaú Cultural (IC) recebe a exposição Além das ruas: histórias do graffiti\, apresentando trabalhos de 51 artistas expoentes da street art e do grafite\, de dentro e fora do Brasil\, que representam partes diferentes da história da arte de rua\, desde sua origem\, suas vertentes e com técnicas diversas. Com curadoria de Binho Ribeiro\, a mostra resgata a trajetória dessa manifestação\, passando pelos movimentos de contracultura nos Estados Unidos e na Europa\, sua internacionalização\, até a diversidade da cena atual no Brasil. A exposição conta com 76 obras e oferece uma experiência única para que o visitante conheça mais de perto obras de grafiteiros que\, aqui\, são protagonistas. Além disso\, é possível ver os recortes históricos em uma linha do tempo que apresenta a riqueza e a trajetória independente desta arte que vem das ruas e que surgiu como forma de protesto\, com o objetivo de ser democrática e acessível. Em paralelo\, haverá shows de hip-hop\, uma revista interativa\, recursos de acessibilidade\, oficinas e outras atividades educativas. Crânio\, Nina Pandolfo\, OSGÊMEOS\, Speto\, Soberana Ziza\, Coletivo SHN\, Kuêio e Fefe Talavera\, entre outros\, são alguns dos artistas brasileiros que participam da mostra. Também participam quatro artistas do exterior: T-Kid\, de Nova York; Farid Rueda\, do México\, o espanhol Saturno e a chilena-canadense Shalak Attack.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/alem-das-ruas-historias-do-graffiti-no-itau-cultural/
LOCATION:Itaú Cultural\, Av. Paulista\, 149 - Bela Vista\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Alem-das-ruas-2023.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230415T080000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230624T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230612T210322Z
LAST-MODIFIED:20230612T210325Z
UID:41393-1681545600-1687626000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Davi de Jesus do Nascimento no Instituto Çarê
DESCRIPTION:O núcleo de Artes Visuais do Instituto Çarê apresenta a exposição individual Na Boca da Noite\, Os Muruins de Davi de Jesus do Nascimento. A força das tradições artesanais norte-mineiras\, da ancestralidade africana e das águas barrentas do São Francisco informa o universo singular de Davi de Jesus do Nascimento\, artista autodidata de Pirapora\, Minas Gerais\, que é tido como um dos nomes mais promissores de sua geração. Trabalhando em sintonia ritualística com os tons e os temas da terra de artesãos marceneiros\, barranqueiros e carranqueiros onde nasceu e vive até hoje\, Davi confronta os padrões estabelecidos das artes visuais contemporâneas em trabalhos que amalgamam linguagens – como fotografia\, desenho\, performance\, texto poético e aquarela – para\, segundo suas próprias palavras\, “coletar afetos da ancestralidade ribeirinha” e perceber “quase-rios no árido”. Indicado ao prêmio PIPA em 2020 e 2022\, Davi de Jesus do Nascimento teve obras incluídas em coletivas importantes em anos recentes\, como Frestas – Trienal de Artes (Sesc Sorocaba\, 2021)\, Histórias Brasileiras (MASP\, 2022)\, 37º Panorama da Arte Brasileira (MAM-SP\, 2022-23) e Um século de agora (Itaú Cultural\, São Paulo\, 2023)
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/davi-de-jesus-do-nascimento-no-instituto-care/
LOCATION:Instituto Çarê\, Rua Dr. Avelino Chaves\, 138 - Vila Leopoldina\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/care-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230415T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230630T190000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230414T201111Z
LAST-MODIFIED:20230428T151430Z
UID:39925-1681552800-1688151600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Jesús Soto - cor\, forma\, vibração" na DAN Galeria Contemporânea
DESCRIPTION:Pioneiro da arte cinética\, o artista visual venezuelano Jesús Rafael Soto teve como foco em sua criação a busca pelo movimento em suas obras.  O artista inovou criando peças que pareciam ter vida própria e que instigavam pela mobilidade\, dinâmica e vibração. Celebrando o centenário do artista\, a DAN Galeria\, que comemora 50 anos de trajetória e representa Soto desde a década de 1990\, ocupa as suas duas unidades na capital paulista com a mostra Jesús Soto – Cor\, Forma\, Vibração\, com curadoria assinada por Franck James Marlot. A música fez parte da vida artística de Soto no mundo das artes. Ele inicialmente se inspirou nas estruturas concretas de Mondrian e assumiu o desfio de criar uma obra que fosse além da síntese estética alcançada pelo artista\, agregando uma nova dimensão\, que é o movimento na arte. Soto percebeu na música o jogo com duas camadas compostas pela linha rítmica constante e pela linha melódica variável\, com relações entre as duas ao longo das composições. Foi assim\, unindo pintura e música\, que Soto por meio da exploração da vertente da pintura abstrata\, primeiro com sobreposições usando a transparência do plexiglass\, e depois referindo-se às sobreposições de sons e ritmos\, concebeu a técnica de arte cinética em seus trabalhos. Sua obra desafia a fronteira entre arte e investigação científica\, habilitando uma nova interação entre o sujeito e a obra. A individual apresentada pela DAN destaca 30 obras do artista produzidas entre as décadas de 60 e de 2000. A mostra inclui dois trabalhos de dimensões arquitetônicas\, expostas pela primeira vez em galeria: Paralelas (1990)\, e Penetrável BBL Jaune (1999). Além destas\, algumas obras da série Paralelas Vibrantes\, outras da série Sínteses\, e um seleção de esculturas de aço\, alumínio\, nylon\, pvc\, plexiglass e pintura sobre madeira\, também ocupam o espaço expositivo. A mostra é a primeira individual realizada na unidade da DAN Contemporânea. Sobre as obras do venezuelano\, comenta o curador Franck James Marlot “O deslocamento do espectador provoca efeitos visuais de ‘moiré’ que dão a ilusão de um movimento rotativo rápido da espiral. O movimento aparece sem motorização. Com esta demonstração\, Soto introduz a noção de espaço-tempo na sua obra\, ativada pelo olho do espectador\, que desenvolve não só uma dinâmica espacial\, mas também temporal. É neste momento singular de diálogo em que a experiência entre o espectador e a obra\, o objeto cinético\, em sua singularidade\, permite a multiplicação infinita de pontos de vista e cria uma imagem vibrante e em movimento\, implicando experiências visuais mais amplas”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jesus-soto-na-dan-galeria-contemporanea/
LOCATION:DAN Galeria Contemporânea\, 73 R. Amauri Jardim Europa\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8370-1-copia-1424x867-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230415T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230806T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230426T185914Z
LAST-MODIFIED:20230428T141328Z
UID:40051-1681556400-1691341200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Pedra Viva: Serra da Capivara\, o legado de Niède Guidon" no MuBE
DESCRIPTION:O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia se transformou em uma grande “caverna contemporânea”\, com a nova exposição “Pedra Viva: Serra da Capivara\, o legado de Niède Guidon”\, com curadoria de Guilherme Wisnik e dos curadores convidados Gisele Felice e Ricardo Cardim. A mostra une a importância do Parque Nacional com a trajetória da pesquisadora franco-brasileira e seus estudos sobre a ocupação humana na América\, por meio de conceitos de arqueologia\, paleontologia\, geologia e botânica\, além de arte contemporânea\, ocupando as áreas interna e externa do museu. Distribuídas pela área interna do Museu estão\, pela primeira vez em São Paulo\, 134 peças emprestadas da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham)\, selecionadas pela arqueóloga Gisele Felice\, dentre as quais ossos de megafauna\, artefactos líticos e cerâmicos dos sítios arqueológicos da região. Vêm\, especialmente para a mostra\, três fragmentos de pedra com pinturas rupestres originais com cerca de 12 mil anos de idade. “A criação do Parque Nacional\, em 1979\, envolveu a remoção de famílias que viviam no local. Niède Guidon e sua equipe sabiam bem que uma ação consequente dependeria de um desenvolvimento econômico e social da região\, envolvendo não apenas a atração do turismo\, mas também a educação e a geração de renda para a população local. Mais de 40 anos depois\, o seu legado é\, ao mesmo tempo\, científico\, social e ambiental – o que quer dizer\, político”\, comenta Guilherme Wisnik\, curador da mostra. A exposição também apresenta esculturas\, fotografias\, projeções\, pinturas\, desenhos e publicações. Além disso\, espécies de plantas da Caatinga – como o Mandacaru\, o Xique-xique\, o Cacto azul\, a Macambira-de-flecha e o Caroá; e cerca de 400 peças secas de madeira nativa\, obtidas com autorização da Secretaria do Meio Ambiente do Piauí\, estão presentes na área externa para representar o bioma. Assim\, Niède e o acervo da Serra da Capivara mostram que a humanidade tem um passado antigo e rico\, colocando a visão modernista em perspectiva. Esta mostra propõe a união da arte\, arqueologia\, arquitetura e do meio ambiente no ano em que celebramos o aniversário de 90 anos de Niède Guidon\, uma figura tão relevante para a preservação ambiental e cultural.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/pedra-viva-serra-da-capivara-o-legado-de-niede-guidon-no-mube/
LOCATION:MuBE – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia\, R. Alemanha\, 221 - Jardim Europa\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/niede-guidon-serra-da-capivara-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230420T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230910T210000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230502T222807Z
LAST-MODIFIED:20230828T143259Z
UID:40250-1681984800-1694379600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Olhos da Pele" no MAC USP
DESCRIPTION:A realização de editais de exposições temporárias é uma das ferramentas utilizadas pelo MAC USP para incentivar a produção artística contemporânea\, oferecendo espaço para sua difusão e acesso do público. Olhos da Pele é uma proposta selecionada dentre os 166 projetos inscritos na segunda edição do edital\, direcionada para artistas que ainda não haviam realizado mostras individuais em museus ou galerias. Elaborada a partir da pesquisa de um coletivo de artistas de Belo Horizonte\, Salvador e São Paulo\, a exposição apresenta um conjunto de 28 obras cujo aspecto comum é a investigação das relações humanas a partir do corpo\, da matéria e de questões do cotidiano. O grupo de artistas – Amanda Elosa\, Clara Letizia\, Gabriella Barbosa\, Gabrielle Guido\, Junia Penido\, Milena Abreu\, Nina Horikawa\, Paulo Agi e Ro Ferrarezi – reuniu-se autonomamente para a apresentação da proposta ao museu. Assim\, “o grupo elabora também um exercício de auto-curadoria\, estabelecendo os diálogos entre as obras\, construindo ressonâncias\, reiterações\, mas também ressaltando as particularidades de cada trabalho\, suas singularidades – a pele de cada um\, a perspectiva irredutível de um lugar de apreensão do mundo.” diz Fernanda Pitta\, curadora do Museu responsável pela exposição. Mesclando mídias e técnicas\, o coletivo de artistas produz objetos rugosos: imagens de traços fortes\, esculturas cujas marcas do trabalho são visíveis\, fotografias que transitam entre corpos e territórios diferentes. É um conjunto de objetos que experimentam corpos e sexualidades como fio condutor. O corpo e as experiências através dele são expostos como algo que\, de tão subjetivo\, torna-se universal. O corpo fora do corpo\, um ideal de imperfeito ou um ideal individual\, um olhar crítico sobre as relações menos racionais que possuímos: carnais\, libidinosas\, instintivas\, desde o ato erótico ao ato de comer. Com essa mostra\, tentamos aprender a ver com os olhos da pele.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/olhos-da-pele-no-mac-usp/
LOCATION:MAC USP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, 1301 - Vila Mariana\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/Gabrielle-Guido.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230422T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230718T190000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230522T130921Z
LAST-MODIFIED:20230522T130924Z
UID:40895-1682161200-1689706800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Marina Caram no Museu Lasar Segall
DESCRIPTION:Dezoito anos após sua última exposição\, as obras de Marina Caram retornam ao Museu Lasar Segall\, ainda atuais e repletas de toda expressividade e inquietação da artista diante das questões sociais. Em Expressões da Humanidade\, buscamos trazer o olhar sensível da artista\, por meio de seus traços fortes\, delicados e doloridos ao retratar a realidade que captou ao longo de seus mais de 60 anos de produção. Neste recorte em particular\, trazemos sua obra em cinco momentos: dois deles se situam durante a década de 1950\, com litografias realizadas em duas de suas viagens de estudos – a primeira\, ao ser premiada com uma Bolsa de Estudos da Escola de Belas Artes\, em Paris; e a segunda de sua produção artística em Salvador. Os outros dois momentos são na segunda metade dos anos 1960\, com as Séries O Homem e a Máquina e O Homem e as Profissões\, premiadas no exterior na época. Além das quatro séries temáticas\, apresentamos parte de sua produção inicial em uma Sala Biográfica\, onde expomos pela primeira vez o acervo de desenhos\, realizados na década de 1940\, no início de sua produção artística. Marina Caram é um dos maiores nomes do Expressionismo no Brasil\, se identificando com o movimento não como fator limitante\, mas inspiração para realizar algo único\, ao que se manteve fiel durante toda sua vida. Por vezes incompreendida\, devido à fidelidade a um estilo próprio e missão que acreditou\, foi deixada de fora do mercado nacional das artes. Através de suas obras\, trazia o que muitos não queriam ver – o subúrbio\, o popular\, a pobreza\, a desigualdade\, acolhendo os que não tinham voz – não disfarçando a realidade social atrás de cores variadas e formas perfeitas\, mas colocando em sua obra aquilo que via\, sentia e incomodava. Ainda atual\, Marina Caram dedicou sua produção artística à denúncia e ao ideal do despertar de uma humanidade mais igualitária e justa\, onde a dor\, a miséria e a violência social fossem acontecimentos do passado. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/marina-caram-no-museu-lasar-segall/
LOCATION:Museu Lasar Segall\, 111 Rua Berta Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/image-2-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230428T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230806T180000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230428T162756Z
LAST-MODIFIED:20230630T154227Z
UID:40140-1682676000-1691344800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Paul Gauguin: o outro e eu" no MASP
DESCRIPTION:Paul Gauguin: o outro e eu é a primeira exposição no Brasil a abordar de maneira crítica os conteúdos centrais da obra do artista\, com foco em dois temas emblemáticos que emergem no conjunto apresentado no MASP: os autorretratos e os trabalhos produzidos durante sua permanência no Taiti (Polinésia Francesa)\, que se tornaram alguns dos mais conhecidos de sua trajetória. Com curadoria de Adriano Pedrosa\, diretor artístico do MASP\, Fernando Oliva\, curador MASP e Laura Cosendey\, curadora assistente MASP\, a exposição reúne 40 obras\, entre pinturas e gravuras\, e discute de maneira crítica a relação do artista pós-impressionista com a ideia de alteridade e da exotização do “outro”. Nascido em Paris\, Gauguin dedicou-se\, sobretudo\, à pintura\, sendo considerado uma figura emblemática na história da arte por se destacar das convenções pictóricas do século 19. Viveu parte de sua infância no Peru e foi somente aos 35 anos que passou a se dedicar exclusivamente ao trabalho artístico. Passou algumas temporadas em regiões da França\, como Bretanha e Arles\, onde conviveu com o artista holandês Vincent van Gogh durante os intensos meses em que dividiram um ateliê. Frustrado com a cena artística da metrópole parisiense e passando por dificuldades financeiras\, o artista nutria o desejo de partir em busca de outra experiência de mundo\, na qual pudesse aliar sua pintura a um imaginário para além dos padrões da cultura europeia. Foi assim que Gauguin viajou ao Taiti\, na Polinésia Francesa\, em 1891 e\, após um intervalo de dois anos em Paris\, retornou ao Pacífico para lá permanecer até a sua morte\, em 1903\, nas Ilhas Marquesas. Paul Gauguin: o outro e eu faz parte de uma série de mostras que\, desde 2016\, com Histórias da Infância\, procura analisar\, a partir de perspectivas críticas\, artistas europeus canônicos pertencentes ao acervo do MASP\, problematizando essas obras da tradição à luz de questões contemporâneas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/paul-gauguin-o-outro-e-eu-no-masp/
LOCATION:Masp\, 1578 Av. Paulista Bela Vista\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Paul-Gauguin-Pauvre-pecheur-Pobre-pescador-1896-acervo-MASP-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230429T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T210000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230502T230849Z
LAST-MODIFIED:20230712T154012Z
UID:40255-1682762400-1690750800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Lidia Lisbôa no Sesc Pompeia
DESCRIPTION:Lidia Lisbôa abre a exposição Mulher Esqueleto dentro do projeto Ofício: Fio\, uma iniciativa que explora o espaço expositivo do Galpão das Oficinas de Criatividade do Sesc Pompeia\, com o objetivo de investigar diferentes práticas do fazer artístico. A artista paranaense propõe uma nova interpretação do arquétipo da mulher-esqueleto\, apresentado pela autora americana Clarissa Pinkola\, destacando a possibilidade feminina de se reinventar e se reconstruir. É exibido nesta exposição\, uma seleção de obras de diferentes momentos de sua carreira\, incluindo várias peças inéditas\, que exploram o ciclo de vida-morte-vida. Libôa constrói um repertório de acolhimento primário e recolhimento contemplativo como ferramenta de cura. Com Casulos\, Úteros\, Ovários e Tetas tecidos pela artista\, A mostra apresenta trabalhos que abordam questões políticas e sociais e revelam uma perspectiva crítica de gênero. Não perca a oportunidade de conferir!
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lidia-lisboa-no-sesc-pompeia/
LOCATION:Sesc Pompeia\, R. Clélia\, 93 - Água Branca\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/lidia-lisboa-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230429T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231001T170000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230501T221420Z
LAST-MODIFIED:20230501T221425Z
UID:40211-1682762400-1696179600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Andrey Guaianá Zignnatto no Museu Afro Brasil
DESCRIPTION:O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo\, inaugura a exposição individual Alicerce do artista indígena Andrey Guaianá Zignnatto\, que apresenta ao público um total de 10 trabalhos produzidos em diversas plataformas e técnicas\, como vídeo\, objeto\, instalação\, serigrafia e pintura. A mostra conta com a curadoria do próprio artista e tem como  destaque a instalação de mesmo nome\, Alicerce\, a maior já produzida por  Zignnatto – uma casa pré-moldada de concreto\, apoiada sobre um conjunto  de dezenas de grandes vasos cerâmicos indígenas. O conjunto de trabalhos expostos propõe uma revisão sobre o processo de desenvolvimento dos movimentos modernistas e contemporâneos da história da arte brasileira\, no qual Zignnatto identifica uma constante apropriação de elementos das culturas indígenas por parte dos artistas na produção de seus trabalhos\, que dele excluíram\, no entanto\, os povos indígenas\, o que Zignnatto chama de “processo de grilagem cultural”. Outro trabalho de destaque da mostra é o conjunto de 5 pinturas denominado Espelho dos Juruás. Nele\, o artista retrata\, em cada tela\, sua boca\, num gesto  que apresenta sua arcada dentária\, semelhante à forma por meio da qual escravos pretos e indígenas eram avaliados por seus colonizadores. Abaixo das imagens\, encontram-se algumas das muitas frases de preconceito  dirigidas constantemente ao artista. Visite estes e outros trabalhos do artista até 1 de outubro.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/andrey-guaiana-zignnatto-no-museu-afro-brasil/
LOCATION:Museu Afro Brasil\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n\, Portão 10 - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/04/andrey-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230504T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230709T200000
DTSTAMP:20260617T084959
CREATED:20230504T172028Z
LAST-MODIFIED:20230504T172031Z
UID:40302-1683198000-1688932800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tina Turner: uma viagem para o futuro" no MIS
DESCRIPTION:Primeira exposição brasileira dedicada à lenda viva\, “Tina Turner: uma viagem para o futuro” desvenda o início da carreira da eterna rainha do rock no início dos anos 1960 até o final dos anos 1990 sob as lentes de fotógrafos que fizeram parte da revolução musical e cultural que ocorreu na América nessas décadas. Com quase 200 milhões de discos vendidos e 12 Grammys\, Tina é uma das cantoras de maior sucesso de todos os tempos\, e sua história é contada por meio de imagens autênticas que retratam uma personalidade e um tempo único\, que transpuseram décadas e seguem influenciando gerações. \n\n\n\nCom curadoria e direção criativa do ecossistema criativo MOOC e curadoria adjunta de Adriana Couto\, “Tina Turner: uma viagem para o futuro” reúne cerca de 120 fotos do acervo da The Music Photo Gallery realizadas pelos fotógrafos americanos Ebet Roberts\, Bob Gruen e Lynn Goldsmith e pelo londrino Ian Dickson\, além de conteúdos audiovisuais e instalativos. A mostra foi organizada em torno de quatro temas principais relacionados à vida de Tina: sua inigualável carreira musical; o poder feminino que faz da artista um referencial de superação; sua marcante participação na sétima arte; e seu estilo único refletido nos figurinos e seus penteados emblemáticos\, envolvendo colaborações com grandes nomes da moda. Tina é uma artista que antecipou tendências. Sempre à frente de seu tempo\, merece que sua história seja contada não apenas com uma lente no passado\, mas também sob uma perspectiva de futuro\, como uma metáfora do olhar visionário que a artista sempre expressou através de sua obra. Tina é\, sobretudo\, inspiração.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tina-turner-uma-viagem-para-o-futuro-no-mis/
LOCATION:MIS\, Av. Europa\, 158 - Jardim Europa\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/vh0XS8s580lLz2HizCFHEFj6WNcfBDQsLEhy77CJ-1-1.jpeg
END:VEVENT
END:VCALENDAR