BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//ARTEQUEACONTECE - ECPv6.16.3//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para ARTEQUEACONTECE
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20200101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20210227T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230918T170000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230213T195246Z
LAST-MODIFIED:20230712T152106Z
UID:38331-1614420000-1695056400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"A São Paulo da Marquesa de Santos" no Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:Uma mulher à frente do seu tempo\, essa é a história de Domitila de Castro Canto e Melo – a Marquesa de Santos (1797-1867)\, contada na exposição A São Paulo Da Marquesa de Santos: Cumplicidade de um Cenário\, com curadoria do historiador Paulo Rezzutti\, em exibição no Solar da Marquesa de Santos (Museu da Cidade de São Paulo) no período de 27 de fevereiro de 2021 a 18 de setembro de 2023. \n\n\n\nPor meio de documentos textuais e iconográficos\, a curadoria da exibição nos apresenta a biografia da Marquesa de Santos\, misturada com a vida política e social brasileira da Colônia ao Segundo Reinado\, com a inserção na cidade de São Paulo\, onde traços de sua passagem em seu tempo ainda podem ser encontrados em nosso espaço \n\n\n\nMais do que os símbolos físicos\, como o Solar\, a Rua da Figueira\, o Cemitério da Consolação\, a Faculdade de Direito de São Paulo\, sua presença é lembrada por obras de benemerência\, como a doação de uma casa para servir de enfermaria no combate à epidemia de cólera que assolava a cidade e o Brasil.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-sao-paulo-da-marquesa-de-santos-no-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/63772228-45904905.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20220312T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20231217T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230213T195620Z
LAST-MODIFIED:20230828T143522Z
UID:38341-1647079200-1702836000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Lugar-comum" no MAC USP
DESCRIPTION:Com a principal premissa de ser uma exposição colaborativa\, a mostra LUGAR-COMUM\, conta com curadoria de Ana Magalhães\, Helouise Costa e Marta Bogéa\, e acontece no MAC (Museu de Arte Contemporânea)\, no período de 12 de março de 2022 a 17 de dezembro de 2023. \n\n\n\nBaseada na interação entre curadores e artistas unidos no propósito de trazer uma nova leitura sobre o acervo do museu\, a exibição foi pensada como um “work in progress”\, ou seja\, como um trabalho em processo\, que não necessariamente tem um fim\, mas sim um progresso contínuo da construção das obras e da exposição. A proposta é abrir espaço para que a curadoria seja experimentada como um processo compartilhado entre as curadoras\, os artistas selecionados para a mostra e os interlocutores convidados. \n\n\n\nA escolha do título está na contramão da definição corrente que considera o lugar-comum como sinônimo de algo banal que perde a força de seu sentido original pelo excesso de repetição. Coloca em discussão a autoridade curatorial do museu\, a relação entre arte e vida cotidiana e as possibilidades de renovação de um acervo institucional a partir de novas leituras resultantes dos diálogos possíveis entre diferentes modos de ver o mundo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lugar-comum-no-mac/
LOCATION:MAC\, 1301 Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/henry-matisse-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221117T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230625T210000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230213T195010Z
LAST-MODIFIED:20230215T235057Z
UID:38330-1668675600-1687726800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos" no Sesc 24 de Maio
DESCRIPTION:Pioneiro\, visionário e atuante em um projeto de nação. Assim era Darcy Ribeiro\, um importante personagem da história do país que deixou contribuições em diversas áreas de conhecimento. Para comemorar seu centenário\, o Sesc 24 de Maio sedia a exposição Utopia brasileira – Darcy Ribeiro 100 anos. Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz\, colaboradora de Darcy Ribeiro por mais de 10 anos\, a mostra propõe um diálogo entre uma coleção de objetos e documentos originais da coleção do homenageado\, obras de arte contemporânea\, fotos e aparatos multimídia\, com vídeos diversos e uma grande instalação audiovisual. A exposição integra a ação em rede Diversos 22: Projetos\, Memórias\, Conexões\, desenvolvida pelo Sesc São Paulo no contexto do centenário da Semana de Arte Moderna e do bicentenário da independência do país. No vão central do Sesc 24 de Maio\, área com pé direito mais alto\, os visitantes adentram uma experiência audiovisual imersiva\, projetada em 360 graus\, que apresenta o kuarup realizado em homenagem a Darcy Ribeiro em 2012\, na reserva indígena do Xingu. Já no perímetro do espaço expositivo\, a potência da sua reflexão e de sua obra será apresentada a partir de quatro facetas que traduzem o seu legado: o antropólogo\, o educador\, o político e o ensaísta e pensador do Brasil. Esses núcleos serão compostos de vídeos\, plumárias indígenas coletadas por Darcy\, fotografias\, objetos\, documentos\, obras literárias\, cartas originais inéditas e linha do tempo. Em um momento de grande fragilidade social\, o pensamento de Darcy Ribeiro se mostra valioso. Por isso\, a curadora Isa Grinspum destaca que a contemporaneidade do estudioso é um aspecto importante para a mostra: “Mais do que uma homenagem aos cem anos do Darcy\, mais do que algo memorialístico\, eu quis trazer a potência e a atualidade de muitas das coisas que ele falou\, sobretudo se pensarmos no que estamos vivendo hoje no Brasil. Para mim\, ele não está morto. Não é a celebração de um pensador do século XX. Darcy Ribeiro é extremamente atual\, e essa é uma exposição sobre o Brasil”. Além da curadoria principal\, Utopia brasileira contou com a contribuição do curador assistente Marcelo Macca\, do cineasta Eryk Rocha e dos consultores José Miguel Wisnik e Mércio Gomes. O projeto expográfico é de Marcelo Ferraz. A identidade visual\, trabalhada a partir do conceito de constelação\, explora imagens de intelectuais e artistas que influenciaram a trajetória de Darcy Ribeiro e é assinada por Gustavo Piqueira. Reconhecido como homem de pensamento e ação\, Darcy se destacou na defesa pelos povos indígenas do Xingu; na militância a favor da educação pública e de qualidade\, criando universidades inovadoras\, como a UNB; foi escritor de romances e ensaios de antropologia e sociologia\, entre os quais se destaca O povo brasileiro (1995)\, e de romances\, como Maíra (1976)\, além de atuar em várias frentes políticas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/utopia-brasileira-darcy-ribeiro-100-anos-no-sesc-24-de-maio/
LOCATION:Sesc 24 de Maio\, 109 R. 24 de Maio República\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70323404-49060112.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221123T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230423T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230313T144019Z
LAST-MODIFIED:20230313T144023Z
UID:39189-1669197600-1682280000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Gustavo Minas no Centro Cultural Fiesp
DESCRIPTION:A transitoriedade das cidades e as transformações das relações sociais e culturais – a “modernidade líquida”\, definida por Bauman – podem ser observadas nas imagens de Gustavo Minas. Cidades Líquidas\, em cartaz na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp\, tem curadoria de Rosely Nakagawa e reúne 55 obras do fotógrafo\, que retrata o cotidiano dos grandes centros urbanos com um olhar apurado para a relação do espaço\, tempo e o ser humano. Minas captura minuciosamente várias camadas das realidades\, definidas por diferentes necessidades pessoais de múltiplos grupos socioeconômicos. Do homem branco executivo que se fecha em um automóvel de luxo\, até a diarista que leva horas para se locomover por meio de transporte público lotado. Dos lugares construídos para garantir\, em nome do medo e da segurança\, o isolamento e a desumanização nas relações sociais e culturais. Leva em consideração que a cidade contemporânea não tem uma configuração de paisagem única\, linear\, geral. Clica a pluralidade\, acentuada ainda mais pela velocidade tecnológica\, como a do uso e da transmissão da imagem como instrumento de comunicação\, localização e informação. Segundo a curadora\, ele “insere seu olhar na percepção de um espaço/tempo cibernético. A experiência de ir e vir é indicada em janelas espelhadas individuais. A realidade presente é a da internet onde quer que estejamos. Conhecemos o lugar pelo link. O sujeito\, pelo perfil. As paredes são espelhos\, as poucas janelas se abrem para dentro; as portas são túneis de telas planas; as escadas sobem automaticamente para o subsolo. O percurso é um mapa digital\, no qual sensores que decidem seu itinerário e indicam que você chegou a lugar nenhum. Suas imagens nos trazem esse desconforto do passageiro no ônibus\, que embarca e se senta para ver o sol se pôr nos relógios digitais.” As relações visuais entre o lugar simbólico\, o ser e o estar\, no entanto\, são características marcantes do fotógrafo. Um exemplo são os registros feitos em Brasília\, que fogem do estereótipo das formas geométricas arquitetônicas e das manifestações e desfiles no Palácio da Alvorada e destacam os tempos fluidos\, líquidos. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/gustavo-minas-no-centro-cultural-fiesp/
LOCATION:Centro Cultural Fiesp\, Bela Vista São Paulo SP\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71249839-49645942.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221126T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20240131T170000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230213T183509Z
LAST-MODIFIED:20240109T133636Z
UID:38264-1669453200-1706720400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Favela-Raiz" no Museu das Favelas
DESCRIPTION:A exposição Favela-Raiz é uma ocupação-manifesto que representa o primeiro movimento de transformação do Palácio dos Campos Elíseos no Museu das Favelas\, reverenciando a memória e as heranças das lutas dos que vieram antes e dos que seguem resistindo na construção desta história. O termo “favela”\, cujo nome se popularizou a partir do início do século 20 ao denominar um sistema de habitações populares no país\, é derivado de um tipo de árvore com espinhos\, flores\, frutos e sementes altamente nutritivas muito comum na caatinga e\, especificamente\, no Morro da Favela\, em Canudos\, no sertão da Bahia. Os soldados da Guerra de Canudos\, convocados a combater os membros da comunidade liderada por Antônio Conselheiro\, ali se instalaram\, dada a ampla visão oferecida do vale e\, ao retornarem para o Rio de Janeiro\, sem a assistência prometida pelo Governo\, ocuparam o atual Morro da Providência\, que passou a ser chamado de Morro da Favela. Desde então\, “favela” passou a representar o tipo de organização urbana ali criada: barracões de madeira improvisados\, sem infraestrutura\, situados nos morros. A exposição que abre o Museu surge em forma de ocupação-manifesto\, evocando as raízes da planta favela. É um símbolo de saudação às tradições\, à ancestralidade\, à maternidade\, aos abrigos materiais e afetivos que envolvem os habitantes e a tudo o que ali foi semeado e colhido. A ocupação é composta por cinco partes\, sendo três internas e duas externas. No hall de entrada há esculturas tecidas em crochê\, criadas pela artista Lidia Lisbôa com a colaboração de 7 mulheres do Coletivo Tem Sentimento e da Cooperativa Sin Fronteras\, grupos de mulheres da vizinhança do Museu. “O Museu das Favelas tem como premissa máxima o trabalho colaborativo com as pessoas que vivenciam o cotidiano das favelas e periferias. A sala expositiva lateral traz uma instalação audiovisual sensorial\, cuja curadoria selecionou imagens de 20 fotógrafos e produtores de conteúdos de diferentes periferias do Brasil. Chamada Visão Periférica\, a obra revela aos visitantes a multiplicidade das experiências nas favelas\, despertando memórias afetivas por meio do cruzamento de linguagens. No final do percurso interno da exposição\, há uma instalação no salão de espelhos do palácio\, com criação sonora do rapper Kayode\, exaltando os diferentes modos de se pensar a beleza. No ambiente externo\, há uma instalação que sintetiza a história do Palácio dos Campos Elíseos\, com pesquisa de História da Disputa e produzido com artes em serigrafia pelo Coletivo XiloCeasa. Nos jardins\, Paulo Nazareth – conhecido por suas andanças ao redor do mundo e seu trabalho que questiona os limites da performance como linguagem artística – traz uma das instalações de seu projeto Corte Seco\, em homenagem à Maria Beatriz Nascimento: uma escultura de alumínio\, de 6 metros de altura\, retratando essa uma mulher negra\, historiadora\, poeta\, intelectual e ativista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/favela-raiz-no-museu-das-favelas/
LOCATION:Museu das Favelas\, 1269 Av. Rio Branco Campos Elíseos\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/slide_Nego-Junior_IMG_2064-1-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20221215T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230419T204600
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230213T171951Z
LAST-MODIFIED:20230216T001022Z
UID:38216-1671102000-1681937160@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Centelhas em Movimento" no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Essa exposição da Coleção Igor Queiroz Barroso inaugura o programa “Instituto Tomie Ohtake visita”\, que busca dar acesso ao grande público a obras de qualidade atestada e pouco exibidas\, apresentadas sob diferentes leituras curatoriais. “Ao estar desobrigado de uma coleção permanente\, por não ser um museu\, o Instituto Tomie Ohtake tem flexibilidade para visitar múltiplos agentes do meio artístico\, imergindo em seus repertórios\, ações e acervos\, e oferecendo aos públicos uma montagem articulada que atravessa a história da arte de modo único e temporário”\, afirma Paulo Miyada\, que assina a curadoria de Centelhas em Movimento\, ao lado de Tiago Gualberto\, artista e curador convidado para desenvolver a abordagem curatorial da coleção. Baseada em Fortaleza\, Ceará\, a Coleção Igor Queiroz Barroso tem sido formada nos últimos 15 anos\, ainda que suas raízes sejam mais antigas. Colecionar arte (em especial\, colecionar arte moderna brasileira) é uma dedicação antiga na família de Igor\, remontando às iniciativas de seus avós paternos\, Parsifal e Olga Barroso\, e maternos\, Edson e Yolanda Vidal Queiroz\, e levada a ele por seu tio\, Airton\, e sua mãe\, Myra Eliane. Essa herança implicou o convívio com a arte\, a percepção do sentido do colecionismo e até mesmo a guarda de obras que até hoje estão entre os pilares de sustentação do conjunto que Igor tem reunido. A Coleção Igor Queiroz Barroso conta com cerca de 400 obras e destaca-se por selecionar não apenas artistas de grande relevância histórica\, mas por buscar obras de especial significância na trajetória desses artistas. No recorte realizado para a exposição – de uma coleção que abriga obras produzidas entre os séculos XVIII a XXI de nomes nacionais e estrangeiros – destaca-se a produção de artistas atuantes no Brasil ao longo do século XX\, sob a ambivalência do modernismo\, movimento tão discutido neste ano em que se comemora os 100 anos da Semana de Arte Moderna paulista. As esculturas\, pinturas e desenhos reunidos indicam a diversidade abarcada pela mostra.  Gualberto destaca obras conhecidas como Ídolo (1919) e Cabeça de Mulato (1934) de Victor Brecheret (1894-1955)\, Índia e Mulata (1934) de Cândido Portinari (1903-1962)\, além de trabalhos de Alfredo Volpi (1896-1988)\, Willys de Castro (1926-1988)\, Lygia Pape (1927-2004)\, Mary Vieira (1927-2001)\, Djanira da Motta e Silva (1914-1979)\, Chico da Silva (1910-1975) e Rubem Valentim (1922-1991). O curador acrescenta ainda nomes célebres da arte brasileira como Tarsila do Amaral (1886-1973)\, Anita Malfatti (1889-1964)\, Maria Martins (1894-1973) e um grande número de obras produzidas entre as décadas de 1950 e 1970. “Esse adensamento de produções também reflete um contingente bastante diverso de artistas\, além de nos oferecer privilegiados pontos de observação das maneiras com que os valores modernos foram transformados e multiplicados na metade do século”. Segundo a dupla de curadores\, desde seu primeiro ambiente\, a mostra compartilha enigmas sobre a formação da arte brasileira e seus profundos vínculos com o território e a nação. “São convites para que cada visitante encontre seus caminhos e hipóteses por essas montagens\, encontrando o modernismo\, suas consequências e desvios em estado de ebulição\, com sua cronologia embaralhada\, suas hierarquias em suspensão e com a constante possibilidade de encontrar retrocessos nos avanços e saltos adiante nos retornos. Uma forma de reacender o calor impregnado na fatura de cada uma das obras”\, completam Gualberto e Miyada. Foi neste contexto pensada a expografia de Centelhas em Movimento\, construída com painéis flutuantes\, que colocam em relações de eco e contraste obras de artistas distintos\, de momentos e contextos diferentes: retratos e fisionomias\, com Ismael Nery\, Di Cavalcanti\, Brecheret\, Da Costa\, Segall; evocações cosmogônicas\, com Antonio Bandeira e Antonio Dias\, em contato com a Piedade barroca de Aleijadinho; paisagens\, com Chico da Silva\, Beatriz Milhazes\, Manabu Mabe\, Danilo Di Prete\, Teruz; rupturas concretas ao lado de obras figurativas\, com Volpi\, Da Costa\, Lygia Clark\, Leontina; parábolas conceituais que tangenciam sintaxes formais\, com Esmeraldo\, Schendel\, Sergio Camargo\, Serpa; e cheios e vazios com Maluf\, Sacilotto\, Pape\, Clark\, Oiticica\, Valentim. Como explica Gualberto: “Evitou-se a aplicação uniforme de organizações cronológicas dos trabalhos ou sua segmentação por autoria. O que certamente tornará a visita à exposição uma oportunidade de deflagrar nuances ou agitadas centelhas resultantes desses encontros”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/centelhas-em-movimento-no-instituto-tomie-ohtake/
LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, 88 Rua Coropé Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70323950-49060361.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230102T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230430T220000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230210T192813Z
LAST-MODIFIED:20230216T004942Z
UID:37788-1672653600-1682892000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Frida Kahlo e Banksy no Shopping Eldorado
DESCRIPTION:“A arte deve confortar os perturbados e perturbar os confortáveis”. A frase de Banksy\, lenda viva do universo da arte urbana contemporânea\, dialoga com a de Frida Kahlo\, ícone das artes do século 20\, que dizia: “Não estou doente. Estou partida. Mas me sinto feliz por continuar viva enquanto puder pintar”. O que poderia unir dois artistas de universos distantes e histórias intrigantes\, além da arte? O Shopping Eldorado sedia duas exposições imersivas\, interativas e independentes entre si dos artistas Banksy e Frida Kahlo. De um lado\, o artista de rua britânico\, que se esconde e preserva sua identidade à medida que conta uma história e passa mensagens contundentes de maneira misteriosa e direta. De outro\, a mexicana que fez de si a própria musa e esgarçou as dores e mazelas de uma vida repleta de dramas\, traumas e quebras de paradigmas\, tornando-se um ícone feminista. A exposição The Art of Banksy: Without Limits reúne mais de 150 obras do artista\, entre originais certificados\, gravuras\, fotos\, litografias\, esculturas\, murais e instalações de videomapping\, feitas especificamente para essa edição da mostra imersiva que vem excursionando o mundo todo. Alguns de seus trabalhos foram cuidadosamente reproduzidos especialmente para a exposição a partir de sua técnica de estêncil. Um documentário em vídeo oferece aos visitantes informações sobre a vida e a obra do artista genial\, tudo apresentado em um ambiente único. Muitas das principais obras de Banksy podem ser vistas\, como Gangsta Rat\, Flying Copper\, Kate Moss e as icônicas Flower Thrower e Balloon Girl. As obras estão distribuídas em 14 ambientes\, incluindo uma sala dedicada à Ucrânia\, com suas intervenções mais recentes feitas em uma área bombardeada na guerra contra a Rússia. Já Frida Kahlo: Uma Biografia Imersiva é a maior exposição imersiva já criada em torno da vida e obra da mexicana Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón\, conhecida como Frida Kahlo (1907-1954). Por meio de coleções de fotografias históricas\, filmes originais\, ambientes digitais\, instalações artísticas\, itens de colecionador e música original\, o público é convidado a um mergulho nos momentos mais relevantes da vida da artista mexicana e nos valores e ideais que fazem sua obra reverberar nos tempos atuais ainda com mais força. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/frida-kahlo-e-banksy-no-shopping-eldorado/
LOCATION:Shopping Eldorado\, 3970 Av. Rebouças Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70619618-49232964.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230125T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230521T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230313T142101Z
LAST-MODIFIED:20230313T142105Z
UID:39182-1674637200-1684699200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:TeamLab no Farol Santander
DESCRIPTION:A instalação imersiva TeamLab: Impermanente Flores Flutuando em um Mar Eterno\, apresentada no Farol Santander\, traz uma série de projeções que envolvem e deslocam o espectador de sua localização real\, levando-o a um contato profundo com o entorno e com suas sensações diante de estímulos diversos\, em que a poesia e a tecnologia são aliadas. O teamLab é um coletivo de arte internacional formado em 2001. Sua prática colaborativa busca navegar a confluência entre arte\, ciência\, tecnologia e natureza. Esse grupo interdisciplinar de especialistas inclui artistas\, programadores\, engenheiros\, animadores CG\, matemáticos e arquitetos e pretende explorar\, por meio da arte\, a relação entre o indivíduo e o mundo\, além de novas formas de percepção. Esses integrantes são de diversas cidades ao redor do mundo\, de diversos países\, a saber: Nova York e Palo Alto (EUA)\, Londres (Inglaterra)\, Pequim (China)\, Hong Kong (território autônomo a Sudeste da China)\, Genebra (Suíça) e Seul (Coreia do Sul). Para entender o mundo em que vivem\, as pessoas o separam em entidades independentes\, distinguindo limites entre elas. O teamLab busca transcender esses limites na nossa percepção do mundo\, estabelecendo como ponto de partida uma visão holística e integrada do homem com o universo à sua volta\, na relação entre o indivíduo e o mundo e na continuidade do tempo. Tudo existe em um contínuo longo e frágil\, porém milagroso e sem fronteiras. As obras do teamLab fazem parte do acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles\, da Galeria de Arte de New South Wales\, em Sydney\, da Galeria de Arte de South Australia\, em Adelaide\, do Museu de Arte Asiática de San Francisco\, do Asia Society Museum\, em Nova York\, da Coleção de Arte Contemporânea Borusan\, em Istambul\, da Galeria Nacional de Victoria\, em Melbourne\, e do museu Amos Rex\, em Helsinque. 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/teamlab-no-farol-santander/
LOCATION:Farol Santander\, 24 R. João Brícola Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71250224-49646077.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230125T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230820T170000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230313T142824Z
LAST-MODIFIED:20230712T153135Z
UID:39186-1674637200-1692550800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Intersecções" na Casa da Imagem e Solar da Marquesa de Santos
DESCRIPTION:A exposição Intersecções ocupa simultaneamente o Solar da Marquesa de Santos e a Casa da Imagem. Sobre a mostra\, o trio curatorial composto por Adriana Barbosa\, Nabor Jr. e Eleilson Leite escreveu: “Em continuidade ao programa de exposições sistêmicas promovido pelo Museu da Cidade de São Paulo\, Intersecções – Negros(as)\, indígenas e periféricos(as) na cidade de São Paulo avança cronologicamente no espaço e na geografia da capital\, não somente com o objetivo de iluminar os fazeres destes grupos e reforçar sua importância na vibrante cena cultural da cidade\, mas\, principalmente\, na contramão do projeto nacional de apagamento dessas populações e no sentido de reinseri-las enquanto sujeitos protagonistas da historiografia paulistana. Intersecções apresenta um valoroso conjunto de movimentos culturais\, artistas\, processos e encontros\, bem como locais de convivência (e convergência) que\, a partir da década de 1980\, concomitantemente aos fatores de resistência comum à vida dessas maiorias minorizadas\, e atuando na interseccionalidade histórica e socialmente imposta às populações negra\, periférica\, indígena e LGBTQIA+\, forneceram elementos não somente para a celebração coletiva\, como para a possibilidade de uma “vida comum” em uma sociedade onde o racismo\, o sexismo e a homofobia são inseparáveis. Ainda que o conceito de ‘cidadão comum’ possa endossar\, mesmo que inconscientemente\, a ideia de que há pessoas ‘especiais’ ou ‘superiores’\, as iniciativas presentes nesta exposição apresentam-se como possibilidades catárticas que não imputam aos seus participantes e idealizadores o fardo de terem de possuir uma história de superação por serem quem são ou como são. […] ‘A periferia nos une pelo amor\, pela dor e pela cor’\, defende o poeta Sérgio Vaz no Manifesto da Antropofagia Periférica. São periferias unidas por um movimento que vai além das subjetividades\, como ensina Tiaraju Pablo D’andrea. Um povo que é cria\, tem orgulho de pertencer à quebrada e atua politicamente para defender os que nela habitam. Assim ele define o(a) sujeito(a)(e) periférico(a)(e)\, um novo conceito na sociologia. […] As intersecções entre negros\, negras\, indígenas\, periféricos e periféricas habitam o universo simbólico que inspira as artes e a cultura na Metrópole. […] Emicida já deu a letra: ‘arte é ocupar!’ Tudo junto e misturado porque a cultura não é compartimentada\, muito menos hierarquizada. A intersecção saiu da geometria e se fez verbo na periferia. Interseccione-se!”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/interseccoes-na-casa-da-imagem-e-solar-da-marquesa-de-santos/
LOCATION:Solar da Marquesa de Santos\, 136 R. Roberto Símonsen Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/07/70789954-49335673-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230125T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230430T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230211T205341Z
LAST-MODIFIED:20230216T002801Z
UID:37876-1674640800-1682877600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina" no MIS Experience
DESCRIPTION:Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina é a maior exposição imersiva já realizada no Brasil sobre a Capela Sistina e os afrescos de Michelangelo\, que estão entre as mais famosas obras da história da arte. A reprodução gigante do teto da Capela Sistina\, com estrutura criada exclusivamente para esta exposição\, vai proporcionar ao público uma experiência inédita de imersão no ambiente\, inclusive com a reprodução dos famosos mosaicos no piso. O espaço expositivo conta com recursos de alta tecnologia de animação e sonorização\, promovendo um mergulho dos visitantes nas obras de Michelangelo. Detalhes sobre cada grupo de afrescos criados pelo pintor renascentista italiano compõem a experiência. Com mil metros quadrados divididos em 14 salas expositivas\, a mostra apresenta espaços dedicados à arquitetura\, história e curiosidades da Capela Sistina\, além da sala de imersão com projeções gigantes no teto e nas paredes. Os conteúdos das salas\, elaborados pelo professor e historiador de arte Luiz Marques (que assina a curadoria da exposição)\, trazem informações sobre a construção da Capela\, suas tradições e seu uso pelo Vaticano\, com destaque para uma maquete e uma réplica da chave da igreja. Os visitantes também conferem esculturas\, desenhos\, estudos e projetos do renascentista Michelangelo\, considerado um dos maiores ícones da história da arte do Ocidente. A reprodução em larga escala do ateliê do artista é um dos destaques da exposição\, que apresenta gravuras gigantes das obras\, cartas\, manuscritos e documentos sobre o processo de desenvolvimento dos afrescos. Todos os itens da mostra são homologados pelas instituições italianas que preservam o legado artístico de Michelangelo.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/michelangelo-o-mestre-da-capela-sistina-no-mis-experience/
LOCATION:MIS Experience\, 250 R. Cenno Sbrighi Água Branca\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70387429-49099507.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230204T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T170000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230210T183313Z
LAST-MODIFIED:20230508T190742Z
UID:37740-1675508400-1683997200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Carmela Gross no IAC
DESCRIPTION:O primeiro carimbo de Carmela Gross foi um desenho de um murro sobre a mesa\, no IV Salão de Arte Moderna do Distrito Federal\, em Brasília\, no ano de 1968. Em 1978\, Carmela apresentou no Gabinete de Artes Gráficas\, em São Paulo\, outros Carimbos\, um conjunto de 80 trabalhos\, feitos de carimbadas repetidas e organizadas sistematicamente sobre o papel\, distribuídos por todo o espaço da galeria. Esses anos de estudo plástico e conceitual resultaram em um grande arquivo com mais de 300 documentos\, que agora é apresentado no Instituto de Arte Contemporânea – IAC. Carimbos trata do desenho decomposto em linhas\, manchas\, pinceladas e rabiscos. Ao longo do processo de pesquisa da artista\, a repetição sugere uma busca pela síntese do desenho\, pela racionalidade do gesto expressivo. Os materiais apresentados na exposição do IAC compõem uma linguagem plástica experimental e mostram como foi pensada e executada a ideia da artista: começa com um estudo da paisagem por meio de fotos e desdobra-se em vários conjuntos de desenhos\, desde um pequeno pedaço de papel rabiscado até sua finalização. A exposição também traz alguns exemplares da série original\, de 1978. O ato de carimbar\, o desenho esmurrado sobre uma folha de papel\, também diz sobre seu tempo. Realizada durante a ditadura militar no Brasil\, Carimbos remete simbolicamente à operação burocrática do aparato estatal na vida brasileira dos anos 1970. A coleção formada pelos carimbos\, estudos\, materiais gráficos e documentos\, será doada ao IAC e em breve\, estará disponível para pesquisa. Carimbos tem curadoria de Ricardo Resende. Carmela Gross (São Paulo\, 1946) tem realizado trabalhos em grande escala que se inserem no espaço urbano e assinalam um olhar crítico sobre a arquitetura e a história urbana. O eixo comum\, para além da diversidade dos contextos e das propostas elaboradas em cada caso\, é o conceito básico de trabalhar-na-cidade. O conjunto de operações\, que envolvem desde a concepção do trabalho\, passando pelo processo de produção\, até a disposição no lugar de exibição\, enfatiza a relação dialética entre a obra e o espaço\, entre a obra e o público/transeunte. Os trabalhos procuram engendrar novas percepções artísticas que afirmam uma ação e um pensamento críticos e que trazem à tona a carga semântica do lugar\, seja ele um espaço público\, uma instituição ou o momento de uma exposição.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/carmela-gross-no-iac/
LOCATION:IAC\, 120 Av. Dr. Arnaldo Pacaembu\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70619146-49232690.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230208T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230522T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230210T182436Z
LAST-MODIFIED:20230426T165010Z
UID:37730-1675846800-1684785600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Marc Chagall no CCBB
DESCRIPTION:A exposição Marc Chagall: sonho de amor traz 191 obras do artista franco-russo de origem judaica que marcou o século 20 pelo uso revolucionário das formas e das cores\, criando um universo único em suas pinturas. A mostra também exibe alguns de seus poemas e conta sua trajetória\, pautada pelo amor que devotava à vida e às artes. A mostra conta ainda com obras do pintor que não haviam sido expostas nas itinerâncias anteriores nos CCBBs do Rio de Janeiro\, Brasília e Belo Horizonte. Desta vez\, serão 12 obras dos acervos de diversas instituições brasileiras\, cedidas especialmente para a exposição. Na passagem por São Paulo\, Marc Chagall: sonho de amor oferece ao público performances de dança na obra Air Fountain\, de Daniel Wurtzel\, e a intervenção cênico-musical Bella e o violinista\, entre outras novidades. É previsto ainda um ciclo de debates e uma palestra com a curadora da mostra\, Lola Durán Úcar. É uma oportunidade para o público compreender\, a partir de diversas linguagens artísticas\, a vida de Chagall e seu legado artístico. Assim como o amor\, a poesia de Chagall\, versada em paixão\, espiritualidade e melancolia\, orienta a mostra. Em seus escritos\, o artista afirma a influência dos versos na sua concepção de mundo: “Assim que aprendi a me expressar em russo\, comecei a escrever poesia. De forma tão natural quanto respirar. Que diferença faz se é uma palavra ou um suspiro?”. Nascido em 7 de julho de 1887\, no bairro judaico da cidade de Vitebsk\, na antiga Rússia\, Marc Chagall viveu uma vida quase centenária\, chegando aos 97 anos de idade. Faleceu na França\, em 1985\, após atravessar a Revolução Russa e a 1a e 2a Guerras Mundiais\, assistir à criação e consolidação do Estado de Israel e ser reconhecido como um dos nomes mais importantes da arte moderna\, sobretudo pela criação de uma linguagem artística única.  Na entrada do CCBB SP\, no átrio central do piso térreo\, o “sonho de amor” é anunciado pela instalação contemporânea Air Fountain\, gentilmente cedida pelo artista norte-americano Daniel Wurtzel a pedido da organizadora da mostra\, Cynthia Taboada. Nas salas expositivas\, por sua vez\, o percurso apresenta uma seleção de obras produzidas por Chagall ao longo da carreira\, de onde emergem os temas: origens e tradições russas; o amor e o exílio na representação do mundo sagrado; o lirismo e a poesia\, reencontrados em seu retorno à França; e o amor transcendente\, uma ode ao sentimento de estar apaixonado\, presente na figura dos enamorados que flutuam nas telas ou estão imersos entre ramos de flores.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/marc-chagall-no-ccbb/
LOCATION:CCBB\, 112 R. Álvares Penteado Centro Histórico de São Paulo\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/02/70668472-49262115.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230214T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230514T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T191657Z
LAST-MODIFIED:20230425T213035Z
UID:39083-1676368800-1684087200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Arcangelo Ianelli no MAM-SP
DESCRIPTION:O Museu de Arte Moderna de São Paulo abre a programação de 2023 com uma exposição que celebra o centenário de Arcangelo Ianelli (1922-2009)\, artista que dedicou sua pesquisa à busca pela essência da cor e da luz. Aberta ao público na Sala Milú Villela\, a exposição  Arcangelo Ianelli 100 anos – o artista essencial tem curadoria de Denise Mattar e reúne um panorama das fases da obra do artista. “Pintar\, para Arcangelo Ianelli\, agora é suscitar o surgimento da cor”\, anuncia o poema de Ferreira Gullar\, na entrada da exposição. A depuração da cor\, algo que o artista assume até chegar em sua fase final\, está presente de diferentes formas em todo o conjunto eleito pela curadoria. Para Denise Mattar\, “Ianelli foi de fato um artista do fazer\, obsessivamente dedicado ao metier\, e intransigente quanto ao lugar da pintura. Tendo feito o percurso habitual da sua geração\, realizou obras acadêmicas\, seguidas por pinturas com acentos cezanianos\, que foram se tornando cada vez mais sintéticas até o mergulho na abstração\, que o encaminhou\, sem volta\, em busca da essência”. O espaço expositivo reproduz uma parte do ateliê do artista\, com materiais usados por ele em vida\, como pincéis\, cavaletes\, pigmentos\, livros referenciais\, entre outros objetos que compunham o seu ambiente de trabalho.  A mostra\, organizada em três núcleos – Diorama das pinturas\, Diorama dos relevos brancos e Diorama das esculturas -\, busca trazer ao visitante um olhar dinâmico\, não cronológico\, a partir das diferentes fases do trabalho de Ianelli. As obras de Diorama das pinturas evidenciam o desenvolvimento pictórico de Ianelli do começo ao fim de sua vida. O núcleo Diorama dos relevos brancos traz a pesquisa escultórica do artista. A partir de 1975\, Ianelli começa a pesquisar relevos e ao longo do processo\, testava uma centena de desenhos antes de chegar a um relevo concreto\, estudando por completo a rotação dos triângulos e círculos\, para\, assim\, descobrir a melhor forma\, e\, finalmente\, chegar nas obras em madeira – maquetes\, desenhos e esculturas. Em Diorama das esculturas\, será possível visualizar as etapas e processos do trabalho do artista até o momento final de execução das esculturas em mármore\, exploradas na fase final de sua vida. A exposição de Ianelli integra uma programação de comemorações do MAM\, com os 75 anos do museu e 30 anos de seu Jardim de Esculturas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/arcangelo-ianelli-no-mam-sp/
LOCATION:MAM-SP\, s/n° Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/70790079-49335729.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230225T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230429T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230325T115700Z
LAST-MODIFIED:20230322T230304Z
UID:39573-1677322800-1682794800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Nilda Neves na Central Galeria
DESCRIPTION:Visagens e assombros do sertão é a primeira exposição de Nilda Neves na Central Galeria\, com curadoria de Lisette Lagnado e Rivane Neuenschwander. A exposição reúne mais de vinte pinturas\, em sua maioria inéditas\, de 2010 até hoje. Bisneta da Sia Simplícia\, de origem tupi-guarani\, Nilda Neves cresceu na Fazenda Patos. Primogênita dos cinco filhos de Ana Rita Neves\, passou a infância e a juventude acompanhando os negócios de seu pai Osvaldo\, descrito na figura de um trabalhador implacável\, peão e lavrador forte\, que derrubava boi pelo rabo. Frequentes foram os deslocamentos da família e depois\, com o casamento\,\, provocando novos cálculos de rota. Já casada\, mudou-se para a cidade de Brumado\, conhecida como a Capital do Minério\, próxima de Aracatu e Anajé\, no Estado da Bahia. Com formação em contabilidade\, a artista chegou a São Paulo em 1999. Foi dona de lanchonete em Taipas (subdistrito de Pirituba\, bairro da Zona Noroeste da capital paulista)\, trabalhou como comerciante\, manicure e cabeleireira no salão Dallas\, da Rua Cardeal Arcoverde\, até mudar-se para Camanducaia\, no interior de Minas Gerais\, onde constituiu um ateliê-morada\, com quintal\, horta e uma coleção de arbustos trazidos da Bahia.” Nilda Neves nasceu em Patos\, município de Botuporã (BA)\, em 1961. Atualmente vive e trabalha em Camanducaia (MG). Já realizou as individuais: Sertão em devaneios\, Centro Cultural Santo Amaro (São Paulo\, 2019); Narrativas do sertão\, Face Gabinete de Arte (São Paulo\, 2018); e Meu Sertão\, Galeria Mezanino (São Paulo\, 2015). Entre as exposições coletivas\, destacam-se: Alegria\, uma invenção\, Central Galeria (São Paulo\, 2022); Modernismo desde aqui\, Paço das Artes (São Paulo\, 2022); Tudo o que você me der é seu\, Central Galeria (São Paulo\, 2020); O Sagrado na Arte Moderna Brasileira\, Museu de Arte Sacra (São Paulo\, 2019); além de diversas edições da Bienal Naïfs do Brasil\, do Sesc Piracicaba (2020\, 2018 e 2016). Sua obra está presente nas coleções do MAR (Rio de Janeiro)\, MAC-USP (São Paulo) e Macs (Sorocaba).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nilda-neves-na-central-galeria/
LOCATION:Central Galeria\, 306 R. Bento Freitas Vila Buarque\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/NildaNeves_ID3510_umbaianonalua_1_web.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230302T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230423T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230320T204432Z
LAST-MODIFIED:20230320T204434Z
UID:39414-1677754800-1682280000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Fernando Lindote no Instituto Tomie Ohtake
DESCRIPTION:Duas décadas depois de sua primeira individual no Instituto Tomie Ohtake\, realizada no primeiro ano de funcionamento do espaço paulistano\, Fernando Lindote retorna para apresentar sua produção recente na mostra Quanto Pior\, Pior. Com curadoria de Paulo Miyada e Julia Cavazzini\, do Núcleo do Pesquisa e Curadoria do Instituto Tomie Ohtake\, a exposição está centrada na apresentação densa e imersiva de 26 pinturas realizadas entre 2010 e 2023\, que evidenciam o interesse do artista pela imagem da selva tropical\, às quais se agregam algumas obras anteriores\, de mídias variadas. “Há algo em Lindote que remete à figura mitológica de Sísifo\, que todos os dias empurra uma pesada pedra montanha acima\, fadado a vê-la rolar em seguida e ter de recomeçar sua lida. As ideias de repetição\, labor e fracasso permeiam toda a trajetória de Lindote\, seja no modo como cada obra se faz no enfrentamento obstinado dos materiais e processos\, seja na sua percepção do contexto histórico e social”\, destaca a dupla de curadores. Segundo Miyada e Cavazzini\, na série de pinturas as coisas viram ruínas\, formando uma selva úmida e voraz\, aceleradora da entropia que consome o futuro conjugado nos projetos de país. “Não faz sol; pintar não é uma forma de alcançar beleza. O Brasil retratado pela máquina colonial falhou\, faliu. Quanto pior\, pior. Não há nada na capacidade de habitar o caos que relativize essa certeza. Quanto pior\, pior – e isso não é motivo para indiferença. É motivo para a obstinação de fazer da repetição o motor da persistência”\, completam. A mostra marca também o lançamento do livro Fernando Lindote: Não Desespere por um Estilo\, concebido\, organizado e escrito por Paulo Herkenhoff. Com prefácio assinado por Raúl Antelo\, o livro é dividido em 27 capítulos com ensaios que abordam distintas séries\, momentos ou conjuntos da carreira do artista Fernando Lindote. Os textos trazem descrições instigantes sobre a obra do artista\, bem como uma visão crítica sobre os trabalhos\, inserindo-os no panorama da arte contemporânea\, conjugando imagens de trabalhos de Lindote (pinturas\, esculturas\, vídeos\, performances\, instalações\, impressos) com imagens de referência da História da Arte. Nascido em Sant’Ana do Livramento\, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai\, Fernando Lindote começou sua trajetória no final dos anos 1970. Iniciou-se como cartunista e chargista nos jornais gaúchos e adentrou as artes visuais como uma figura inquieta\, mergulhada em uma prática inesgotável com performance\, fotografia\, instalação\, pintura e escultura\, sem nunca interromper sua relação com o desenho. A maior parte de sua produção fez-se em Florianópolis\, ilha em que se estabeleceu desde 1983.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/fernando-lindote-no-instituto-tomie-ohtake/
LOCATION:Instituto Tomie Ohtake\, 88 Rua Coropé Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/obras-de-fernando-lindote-40-divulgacao-6-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230709T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T193020Z
LAST-MODIFIED:20230606T213757Z
UID:39104-1677837600-1688925600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Shirley Paes Leme no MAM SP
DESCRIPTION:A sala de vidro onde está a instalação Nosso Mundo\, de Shirley Paes Leme\, estabelece uma relação direta com o entorno do Jardim de Esculturas do MAM\, como se fosse um prolongamento do paisagismo de Roberto Burle Marx. De longe\, o assoalho espelhado da obra da artista se assemelha a um espelho d’água\, um oásis\, como se nele houvesse um líquido. Mas ao caminhar sobre as placas reflexivas\, o piso ganha consistência. Os visitantes podem ver de fora ou ficar imersos no interior da instalação\, como se o ritmo intenso da cidade estivesse suspenso por alguns instantes\, formando um lugar de desaceleração e de contemplação. O chão espelhado em plena marquise do Parque Ibirapuera multiplica o espaço e o corpo de quem caminha sobre ele. Enquanto observamos a obra\, o espelho nos reflete. Um duplo invertido do painel da grande parede ao fundo da sala aparece na superfície espelhada. Shirley Paes Leme elaborou uma composição a partir da paisagem da cidade\, com filtros de ar-condicionado de carros já utilizados e manchados pela poluição. O material utilizado nos revela a qualidade do ar que respiramos. É como se cada filtro que representa prédios ou partes do céu tornasse visível a densa atmosfera que nos circunda\, tomada por fuligem e substâncias nocivas à saúde. A artista constrói uma espécie de linha do horizonte a partir do ar denso e da fumaça fixada nos filtros. São essas partículas que encobrem a nossa visão e podem ofuscar nossos sentidos. Além de apontar para questões ambientais cada vez mais urgentes\, Shirley Paes Leme reflete e dá visibilidade para a situação paradoxal de estarmos numa espécie de oásis poluído.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dialogos-de-cor-e-luz-e-shirley-paes-leme-no-mam-sp/
LOCATION:MAM-SP\, s/n° Av. Pedro Álvares Cabral Vila Mariana\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/06/nossomundo-1920-1920x600-1-1.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230917T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230519T180415Z
LAST-MODIFIED:20230606T213018Z
UID:40815-1677837600-1694973600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Diálogos com cor e luz" no MAM
DESCRIPTION:Com curadoria de Cauê Alves e Fábio Magalhães\, Diálogos com cor e luz é uma exposição voltada para a difusão da coleção do Museu de Arte Moderna de São Paulo\, que apresenta exclusivamente trabalhos desse acervo. Aqui\, é reunido um pequeno recorte de obras com ênfase nas relações entre a cor e a luz na arte brasileira da segunda metade do século 20. Foram agrupadas no espaço\, várias gerações de artistas\, sem privilegiar tendências nem estabelecer uma ordem cronológica. Misturamos tempos e linguagens\, para incentivar o olhar à percepção de semelhanças e diferenças entre as várias poéticas visuais nos diversos tratamentos da luz e da cor. A museografia distribuiu no espaço os painéis radiais\, numa referência ao disco de cores – ou seja\, ao experimento óptico de Isaac Newton (1643-1727)\, publicado em 1707 em seu livro Opticks. Nele\, o físico inglês demonstra\, por meio de um disco de sete cores\, sua teoria de que a luz branca do Sol é formada pelos matizes do arco-íris. Ao girarmos o disco com velocidade\, as cores se sobrepõem em nossa retina e nos fazem enxergar o branco. A seleção de obras\, ao enfatizar os diálogos com a cor e a luz em diversos suportes\, chama atenção para a luz como elemento fundante da percepção. Trabalhar com a luz significa que temos de lidar também com a sombra\, a escuridão ou a ausência de luz. E nos interessa justamente o primeiro contato que temos com a cor\, anterior às teorizações e aos sentidos que acrescentamos a ela. A cor é indissociável daquilo que ela expressa. Ela mesma já é expressão\, não apenas a tradução de uma ideia ou sentido preconcebido. Fundamental é nos livrarmos dos sentidos já instituídos e sedimentados no campo da cultura\, de conceitos anteriores ao vivido\, para aí podermos ter a experiência com a duração da cor. Em vez de pensarmos a cor e a luz como elementos idealizados\, o contato direto com a arte nos ajuda a restituir o vínculo originário com o mundo. Os diálogos entre luz e cor na arte nos mostram que o mundo pode ser surpreendente e nossa relação com ele\, inesgotável.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/dialogos-com-cor-e-luz-no-mam/
LOCATION:MAM SP\, Av. Pedro Álvares Cabral\, s/n° - Parque Ibirapuera\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/dialogos-1-1920-2-950x600-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230303T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230416T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T193726Z
LAST-MODIFIED:20230309T193730Z
UID:39111-1677841200-1681675200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Três mostras gratuitas no MIS
DESCRIPTION:O MIS SP abre três mostras gratuitas para o público em geral\, enfocando aspectos do audiovisual brasileiro ao longo de sua história e na atualidade. A primeira delas é Padre Landell: o Homem que Inventou o Futuro. A exposição joga luz sobre o brasileiro responsável pela invenção do que viria a ser o rádio: Padre Landell. O projeto propõe aproximar o visitante desse personagem pouco conhecido\, destacando sua relevância técnica na área do estudo de ondas. A mostra conta com uma contextualização de diversos cientistas\, físicos e inventores\, contemporâneos de Landell\, que também contribuíram\, cada um a seu modo\, para a evolução tecnológica. A segunda exposição\, Rádio no Brasil\, celebra a data emblemática do centenário da primeira transmissão nacional de rádio\, realizada em 7 de setembro de 1922. A mostra apresenta\, de forma setorizada\, uma completa linha do tempo interativa de aparelhos e modelos que se popularizaram no Brasil ao longo dos anos.  Também será possível conhecer ou relembrar diversas canções e temas que emanavam de aparelhos de rádio por meio das vozes de cantores e locutores que despertavam a paixão e a imaginação dos ouvintes. A terceira mostra é Caminhos da Mente e da Lente\, individual do designer\, artista e fotógrafo austríaco Rudi Böhm. Por meio de uma vasta gama de experimentações artísticas\, protagonizadas pela fotografia\, Böhm esmiúça\, de forma criativa e autêntica\, possibilidades realistas e abstratas. Assim\, cria uma narrativa\, ou um “caminho”\, em que reúne a lente (no fazer fotográfico) com a mente\, na ebulição de ideias\, referências\, reflexões\, contradições e quereres.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tres-mostras-gratuitas-no-mis/
LOCATION:MIS\, 158 Av. Europa Jardim Europa\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71190989-49611940.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230420T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T194331Z
LAST-MODIFIED:20230411T225115Z
UID:39119-1677924000-1682017200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Antonio Tarsis e Frank Walter na Fortes D'Aloia & Gabriel
DESCRIPTION:Duas exposições ocupam simultaneamente o galpão da Fortes D’Aloia & Gabriel na Barra Funda\, SP.  Recipe for Disaster é a primeira exposição individual de Antonio Tarsis (Salvador\, 1995) desde o anúncio de sua representação. A mostra reúne uma seleção de obras inéditas que revelam uma ampla expressão e desdobramento da prática do artista\, com novas colagens de grande e médio formato\, assemblages e desenhos. Tarsis recolhe caixas de fruta de várias partes do mundo\, desconstruídas e recompostas com outros elementos em obras que registram o circuito geográfico das embalagens de mercadorias. A recombinação desses fragmentos leva a uma superfície pictórica marcada por ritmos díspares\, concatenação de texturas e justaposições cromáticas. A mostra também conta com um corpo de trabalho composto a partir de caixas de fósforo\, empregadas como partes construtivas de arranjos plásticos. A natureza delicada de seu vocabulário material\, do papel de seda ao carvão e às caixas de fósforo\, contrasta com a expansão gráfica de suas composições\, que aproximam-se ora da paisagem\, ora da décollage. A segunda exposição é a primeira individual no Brasil do histórico pintor Frank Walter (1926 – 2009). As obras expostas retratam horizontes locais de Antígua e Barbuda\, seu país natal\, no Caribe\, e espaços imaginados pelo artista. São pinturas em pequeno formato que surpreendem pela amplidão de sua visão e pela elaborada composição. Com curadoria de Barbara Paca\, pesquisadora responsável pelo levantamento e arquivo da obra do artista e curadora também de seu pavilhão na 58ª Bienal de Veneza\, a mostra é acompanhada de um ensaio crítico do historiador e professor Kleber Amâncio.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/antonio-tarsis-e-frank-walter-na-fortes-daloia-gabriel/
LOCATION:Fortes D’Aloia & Gabriel\, 71 R. James Holland Barra Funda\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71188937-49610968.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230422T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T194549Z
LAST-MODIFIED:20230309T194553Z
UID:39125-1677924000-1682190000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Vik Muniz na Nara Roesler
DESCRIPTION:Dinheiro Vivo é a nova individual de Vik Muniz na Nara Roesler\, apresentando\, pela primeira vez na galeria\, um grupo de trabalhos recentes do artista. Essa nova série\, que empresta seu nome ao título da exposição\, foi feita em parceria com Casa da Moeda do Brasil\, que proveu fragmentos de papel moeda com os quais o artista realizou as composições. A mostra tem texto do jornalista e escritor Eduardo Bueno. Dinheiro vivo é uma série que se divide em dois corpos de trabalhos. O primeiro deles traz representados os animais que estampam as cédulas do dinheiro brasileiro\, tais como a tartaruga marinha\, o mico-leão-dourado\, a arara vermelha\, a garoupa\, a garça e a onça pintada. As imagens são transposições das estampas das notas de Real\, feitas a partir de fragmentos das mesmas que haviam sido descartadas pela Casa da Moeda. Sendo assim\, a imagem do lobo-guará é feita com fragmentos de notas de duzentos reais; já as da garça\, com fragmentos de notas de cinco reais. Desse modo\, Muniz traz como foco os aspectos simbólicos do dinheiro\, para além do seu valor monetário. Ainda que o material utilizado para a criação das imagens seja\, literalmente\, dinheiro\, este não possui mais valor econômico\, pois está destruído\, picado em pequenas partes\, sem serventia para as transações comerciais. Destituídas do valor financeiro\, contudo\, elas ainda são capazes de articular uma imagem\, aquela do animal eleito para decorar as notas. Muniz nos conduz\, assim\, a uma reflexão sobre a ideia de valor e seus múltiplos sentidos. Afinal\, o que dita o valor da arte? A matéria é mais importante do que a imagem? Ou seria o contrário? No segundo grupo de trabalhos\, Muniz recria pinturas e gravuras de paisagens brasileiras do século XIX\, feitas por pintores viajantes\, tais como Praya Rodriguez (1835)\, de Johann Moritz Rugendas\, pintor alemão que participou da expedição Langsdorff; Floresta brasileira (1864)\, de Martin Johnson Heade\, pintor de paisagem norte-americano que passou uma temporada no país; e Mata reduzida a carvão (1830)\, de Félix Taunay\, parte da Missão Artística Francesa no Brasil\, e posteriormente\, diretor da Academia Imperial de Belas Artes\, no Rio de Janeiro. Em vez de cópias fiéis das imagens\, procedimento que Muniz até então vinha realizando em séries como Pictures of Pigment\, Pictures of Magazine e Repro\, as obras de referência são transformadas\, tendo em vista que os valores tonais das pinturas recriadas pelo artista correspondem àqueles presentes nas cédulas de Real. Ao escolher trabalhos de artistas estrangeiros que moldaram a imagem do Brasil no país e no exterior\, alterando suas cores\, o artista nos faz observá-las sob uma nova perspectiva. Dinheiro vivo revela mais uma vez a engenhosidade de Vik Muniz ao abordar temas complexos da sociedade brasileira\, jogando com diferentes sentidos de valor\, a partir da apropriação de imagens que pertencem à nossa cultura. Muniz manipula questões sobre os estereótipos e a identidade brasileira a partir da reconstrução dessas imagens\, colocando-as novamente em circulação\, agora com uma nova camada de sentidos\, advindos do deslocando do contexto original para o da arte\, do jogo com escalas e da adaptação cromática. O artista convoca nossa atenção\, de modo a nos levar a questionar a natureza das imagens que compõem nossa cultura visual.  
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/vik-muniz-na-nara-roesler/
LOCATION:Nara Roesler\, 655 Av. Europa Jardim Europa\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/gif:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71189454-49611220.gif
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230528T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T195115Z
LAST-MODIFIED:20230309T195118Z
UID:39134-1677924000-1685296800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Haegue Yang na Pina Contemporânea
DESCRIPTION:A Pinacoteca de São Paulo inaugura seu novo edifício\, a Pinacoteca Contemporânea\, com a primeira grande mostra da artista sul-coreana Haegue Yang (1971) na América Latina. Destaque no cenário internacional de arte contemporânea\, Yang está na Galeria Praça com a exposição Quase Coloquial. Com curadoria de Jochen Volz\, diretor-geral da Pinacoteca de São Paulo\, a mostra consiste em cinco grupos de trabalhos distintos\, em suportes diversos\, com base em larga pesquisa conceitual da artista reconhecida pela prática que passa por esculturas\, instalações\, obras em papel\, fotografia\, vídeo e escrita. Haegue Yang combina e faz referência a elementos diversos\, especialmente objetos fabricados industrialmente com itens cotidianos. De varais de roupas a sinos\, venezianas a luzes\, colagens a textos\, a artista\, em uma linguagem própria\, busca libertar os objetos de sua rigidez e limitação. Desde o início da sua carreira\, em meados dos anos 90\, trabalha trazendo peças do espaço privado e doméstico para a esfera pública\, não motivada pelo ato de deslocamento\, mas interessada sobretudo no efeito estético. O termo “quase”\, no título da exposição\, Quase Coloquial\, poderia ser interpretado como algo que é parecido com o original\, ainda que não seja igual. Inserido no título de diversos trabalhos da artista\, o termo “quase” tem o poder de se opor a uma confiança absoluta ou dependência em categorizações como original\, central\, importante ou dominante. Ainda que o termo “coloquial” tenha uma definição aparentemente conhecida\, ele pode adquirir um significado diferente dependendo do contexto. A artista se entende como alguém operando como parte de uma diáspora\, em um processo contínuo. Para ela\, a mostra é uma oportunidade para aprender mais sobre o espaço expositivo\, e para reconhecer de forma sincera e potente o seu lugar de fora. Ela pode nunca falar um idioma de uma maneira coloquial\, mas a noção de coloquial adquiriu um novo sentido em sua vida artística\, em sua incansável investigação sobre um entendimento coletivo sobre forma\, funcionalidade e racionalidade. A exposição reúne peças de destaque\, como as cinco esculturas geométricasfeitas de venezianas\, um material recorrente na produção de Yang desde 2006. As obras na Pinacoteca são intituladas Stacked Corners [Cantos Empilhados]\, e fazem referência à obra Espaços Virtuais: Cantos\, do artista brasileiro Cildo Meireles (1948). As esculturas expostas na Galeria Praça são suspensas\, sendo três motorizadas\, que giram em cima do espectador\, e duas estáticas. A noção de movimento tem sido um dos interesses centrais no trabalho de Yang\, seja um movimento real ou potencial; seja sugerindo uma dimensão política ou social.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/haegue-yang-na-pina-contemporanea/
LOCATION:Pina Contemporânea\, Bom Retiro São Paulo SP\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71191219-49612043.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230528T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T195501Z
LAST-MODIFIED:20230426T165017Z
UID:39138-1677924000-1685296800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Chico da Silva na Pinacoteca de São Paulo
DESCRIPTION:Chico da Silva e o ateliê do Pirambu é a primeira grande mostra panorâmica do artista Chico da Silva apresentada pela Pinacoteca de São Paulo. A exposição ocupa a principal galeria expositiva da Pinacoteca Luz e convida o público a conhecer o legado do artista que foi um dos responsáveis por transformar o cenário artístico cearense a partir da década de 1940\, com suas composições fabulares repletas de monstros mitológicos\, animais fantásticos e outros personagens. A exposição é a mais abrangente já realizada por uma instituição sobre o artista\, reunindo um conjunto de importantes obras da trajetória de Chico da Silva\, como Caboclo peruano\, parte do singular grupo de desenhos realizados entre 1943 e 1944\, emprestados da coleção da Pinacoteca do Ceará. Chico da Silva e o ateliê do Pirambu percorre o legado de um dos primeiros artistas brasileiros de origem indígena a alcançar destaque no cenário nacional e no exterior. Por volta de 1963\, Chico passa a trabalhar com auxílio de ajudantes\, inicialmente crianças e adolescentes do seu bairro — na periferia de Fortaleza. Enquanto ensinava suas técnicas para esses jovens\, o artista incorporava sugestões e métodos trazidos por eles. No ateliê do Pirambu\, surge uma produção em grande escala feita em parceria e coordenada pelo mestre. Os painéis exibidos na segunda sala da exposição na Pina representam o auge da manufatura realizada pela escola. Na mostra da Pinacoteca\, foi optado não só assumir a importância do ateliê\, mas também dar visibilidade aos artistas que o integraram\, com a exposição de obras de ao menos cinco nomes: Babá (Sebastião Lima da Silva)\, Chica da Silva (Francisca Silva)\, Claudionor (José Claudio Nogueira)\, Garcia (José dos Santos Gomes) e Ivan (Ivan José de Assis). Chico da Silva (região do Alto Tejo\, Acre\, 1910 ou 1922/23 – Fortaleza\, Ceará\, 1985) foi um dos principais artistas sem treino artístico do Brasil na segunda metade do século XX. Seus trabalhos consistem em composições figurativas fabulares que apresentam seres mitológicos\, animais fantásticos e personagens preenchidos por pontilhismo e fundos amplamente trabalhados. Além da fundação do Ateliê do Pirambu\, Da Silva participou de importantes mostras\, como a Bienal de São Paulo em 1967\, e teve três trabalhos agraciados com menção honrosa na Bienal de Veneza\, em 1966. Ao longo dos anos\, a oficina criada por Chico foi tratada de forma dúbia pelo próprio artista. Apenas em 1977\, em um evento realizado no Salão de Abril\, Chico assumiu a existência do grupo. Sob coordenação do pintor\, os cinco artistas realizaram em conjunto um grande painel\, ação representada na exposição da Pina por meio de fotos e um vídeo super-8.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/chico-da-silva-na-pinacoteca-de-sao-paulo/
LOCATION:Pinacoteca de São Paulo\, 2 Praça da Luz Luz\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71191363-49612168.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230304T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230730T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230504T214322Z
LAST-MODIFIED:20230504T214325Z
UID:40308-1677924000-1690740000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Chão da praça: obras do acervo da Pinacoteca” na Pina Contemporânea
DESCRIPTION:A mostra “Chão da praça: obras do acervo da Pinacoteca” inaugura a sala expositiva da Pinacoteca Contemporânea\, a Grande Galeria. Com coordenação curatorial de Ana Maria Maia\, curadora chefe da Pinacoteca\, e Yuri Quevedo\, a mostra reúne cerca de 60 trabalhos do acervo de arte contemporânea\, em montagem pautada pelo desejo de falar sobre territórios\, encontros e narrativas de atravessamento. Desenhos\, pinturas\, fotografias\, vídeos e performances compõem a narrativa que é orientada por três grandes ideias: a de travessias\, vizinhanças e transcendências. \n\n\n\nA ideia de travessia e seu espectro é contemplada nas obras Irruptivo Series (Série irrompimento) (2010)\, de Regina Silveira (Porto Alegre – RS\, 1939)\, e Galinha d´Angola (2017)\, de Paulo Nazareth (Governador Valadares — MG\, 1977) e na performance Modificação e apropriação de uma identidade autônoma (1980)\, de Gretta Sarfaty (Atenas – Grécia\, 1954). Já a ideia de vizinhança ganha força pela localização do edifício Pinacoteca Contemporânea\, que amplia o perímetro urbano com o qual o museu dialoga diretamente. Além disso\, situações de encontro e afeto dão a tônica de uma longa parede\, ocupada em uma montagem de obras de Lúcia Laguna (Campos de Goytacazes — RJ\, 1941)\, Bené Fonteles (Bragança – PA\, 1953)\, Matheus Rocha Pitta (Tiradentes – MG\, 1982)\, Yuli Yamagata (São Paulo – SP\, 1989)\, entre outros. Por fim a ideia de transcendências é apresentada com Parede da memória (1994-2005)\, de Rosana Paulino (São Paulo — SP\, 1967)\, que elabora uma identidade coletiva entremeando exercícios de lembrar e imaginar. Além de obras como Quebranto (2021)\, de Jonas Van (Fortaleza – CE\, 1989) e Juno B. (Fortaleza – CE\, 1982)\, e Yiki Mahsã Pâti [Mundo dos espíritos da floresta] (2020)\, de Daiara Tukano (São Paulo – SP\, 1982).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/chao-da-praca-obras-do-acervo-da-pinacoteca-na-pina-contemporanea/
LOCATION:Pina Contemporânea\, Av. Tiradentes\, 273 - Luz\, São Paulo\, SP\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/05/chao-da-praca-Pinacoteca-expo-10-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230307T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230430T180000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T175612Z
LAST-MODIFIED:20230320T201659Z
UID:39272-1678183200-1682877600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Atsunobu Katagiri na Japan House
DESCRIPTION:A exposição gratuita Essência: Jardim Interior convida o público a vivenciar uma forma de coexistência entre o homem e a natureza\, por meio da instalação botânica do artista japonês Atsunobu Katagiri ressaltando o respeito e a importância dessa conexão. Enquanto a flora brasileira é vasta\, exuberante e até agressiva em sua magnitude e diversidade\, a delicadeza é uma das principais características encontradas nas plantas e flores que compõem a flora japonesa. É a partir dessas diferenças e contradições que o artista e mestre em Ikebana Atsunobu Katagiri cria uma instalação botânica inédita que ocupa o térreo da Japan House São Paulo. Essência: Jardim Interior – Atsunobu Katagiri é um convite a um momento de contemplação na agitada Avenida Paulista\, dando a oportunidade para que os visitantes possam refletir sobre a presença essencial da natureza em todos os âmbitos da vida. Conhecido por sua abordagem contemporânea no uso de plantas e flores\, Katagiri combina em seu trabalho aspectos criativos tradicionais e questões atuais. Em seu projeto Sacrifício\, resultado de sua experiência como artista convidado para o Hama-dori\, Naka-dori & Aizu Tri-Regional Culture Collaboration Project (2013)\, da Agência de Assuntos Culturais do Governo Japonês\, o artista instalou-se na cidade de Minamisoma\, em Fukushima\, região afetada pelo grande terremoto de 2011. Lá\, Katagiri foi arrebatado por emoções conflituosas\, pois ao mesmo tempo que observava a destruição recente\, notava a natureza retomando seu crescimento\, reencontrando uma espécie de flor nativa que havia desaparecido devido à ação humana. Nesse ambiente\, coletou e criou arranjos florais exuberantes colocando as ruínas como cenário\, como se tentasse representar esta regeneração. Na Japan House São Paulo\, sua instalação ocupa o andar térreo da instituição\, cuja parede de vidro será coberta por imagens de flores de várias origens\, que foram selecionadas\, escaneadas e ampliadas pelo próprio artista\, criando um clima mais intimista e acolhedor no espaço. Os visitantes encontrarão um ambiente com diversas plantas\, flores e substratos\, como musgo\, por exemplo\, vegetação que requer pouca manutenção. No Japão\, eles possuem grande importância\, sendo elementos essenciais nas florestas e jardins\, representando conceitos como beleza\, simplicidade e sofisticação\, além da estética do wabi-sabi (transitoriedade e imperfeição).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/atsunobu-katagiri-na-japan-house/
LOCATION:Japan House São Paulo\, Avenida Paulista\, 52\, São Paulo\, São Paulo\, 01310900\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/japan-house-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230307T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230416T200000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T183719Z
LAST-MODIFIED:20230320T201804Z
UID:39278-1678186800-1681675200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Bob Wolfenson no MIS
DESCRIPTION:Em 2022\, o premiado fotógrafo Bob Wolfenson\, que possui obras no acervo de espaços como Itaú Cultural\, Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC) e Zacheta National Gallery of Art (Varsóvia)\, firmou uma parceria com o Instituto Olga para o lançamento de seu novo livro\, O Livro Falado. A publicação consiste em uma viagem através de toda a carreira e obras do artista\, com comentários acerca de cada pedaço de sua história e é acompanhada por uma exposição de obras do fotógrafo no Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Fundado em 2007\, o Instituto Olga promove a inclusão de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social através de oficinas e projetos culturais e esportivos. Durante esse projeto\, Bob Wolfenson participou de oficinas e workshops gratuitos para beneficiários do Instituto. Algumas fotografias de participantes produzidas durante as oficinas estarão expostas junto das obras do fotógrafo. Bob Wolfenson dispensa apresentações. Um dos maiores retratistas de celebridades do Brasil\, o fotógrafo tem entre seus famosos personagens Iggy Pop\, Luiz Melodia\, Fernanda Montenegro\, Caetano Veloso\, Giselle Bündchen\, José Celso Martinez Correa e muitos outros. Além de exímio fotógrafo de pessoas\, seja na vertente do retrato\, do nu (amplamente exercitado em ensaios para a revista Playboy) ou da moda\, Wolfenson também exercita seu foco em imagens arquitetônicas\, como do icônico edifício Copan\, de design e de situações cotidianas\, em uma produção que passeia por todos os estilos fotográficos. Nascido em 1954\, Roberto Wolfenson iniciou sua carreira aos 16 anos\, na Editora Abril\, fotografando para as várias publicações da empresa. Após voltar de uma temporada em NY em 1982\, sua carreira decolou e ele passou a assinar inúmeros editoriais. A consagração veio com a exposição Jardim da Luz (1996\, também publicada como livro)\, no Masp. Hoje\, o fotógrafo tem cerca de uma dezena de livros publicados\, dirigiu duas revistas voltadas à fotografia e é considerado um dos maiores nomes dessa arte na América Latina.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/bob-wolfenson-no-mis/
LOCATION:MIS\, 158 Av. Europa Jardim Europa\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/wolfenson-1.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230308T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T195424Z
LAST-MODIFIED:20240927T205619Z
UID:54685-1678269600-1684004400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Lenora de Barros na Gomide&Co
DESCRIPTION:Não vejo a hora\, individual de Lenora de Barros\, inaugura nova sede da Gomide&Co\, galeria que passa a integrar o corredor cultural da Avenida Paulista\, com um espaço de 600 metros quadrados no térreo do Edifício Rosa. Ao mesmo tempo em que inaugura o espaço expositivo\, a expansão da Gomide&Co se faz também com a chegada de Fabio Frayha\, ex-diretor do MASP\, administrador especializado no universo das artes visuais\, que passa a atuar como sócio da galeria ao lado do sócio fundador Thiago Gomide. Crítica de arte\, curadora e pesquisadora com mais de 15 anos de trajetória na arte contemporânea\, Luisa Duarte se une ao time como diretora artística. Não vejo a hora reúne doze trabalhos\, em sua maioria inéditos\, que têm como denominador comum uma elaboração sobre o tempo. Desde fotografias\, vídeo\, instalação sonora até uma mesa de ping-pong transfigurada\, a artista joga e convida a jogar também com as relações entre linguagem\, temporalidade e corpo. Ultrapassando os limites expositivos da galeria\, quem chega à exposição já é recebido no lado de fora pela obra Não vejo a hora (2023)\, que enuncia e anuncia o título da mostra através de um letreiro em movimento. Ao se apropriar de uma expressão usada no discurso coloquial brasileiro como uma espécie de ready-made\, Lenora provoca a noção de tempo e como nos relacionamos com ele. A linguagem em sua dimensão visual também é explorada em outros trabalhos\, como em ORA ERA (2008)\, no qual a artista faz o uso de palavras e cores\, jogando com seus significados e usos. Ao abordar questões temporais e linguísticas\, Lenora se desfaz da utilidade de aparelhos para medir o tempo. Entre as obras expostas\, quatro têm ponteiros de relógios em sua composição. Na vídeo-performance Que horas são? (2023)\, projetada no teto da galeria\, uma chuva de ponteiros se precipita sobre uma peneira enquanto escutam-se\, ao fundo\, as respostas de Hélio Oiticica em diálogo com Haroldo de Campos. Em Nebulosas (2009/2023) \, trabalho que traz uma série de três fotografias\, nuvens de ponteiros se tornam uma espécie de poeira cósmica gravitando no breu. Já em Previsão (2023)\, um par de fotografias mostra linhas das palmas de duas mãos formando uma cartografia sobre a qual pousam os ponteiros. O título remete tanto à ideia de previsibilidade própria aos relógios\, quanto à crença de que o destino humano estaria previsto na parte interior das mãos. Os trabalhos reunidos em Não vejo a hora visitam um território candente da atualidade\, aquele da tortuosa relação do ser humano com o tempo. Lenora de Barros sabe que diante das formas convencionais de medir o tempo\, o tempo sempre tira mais das pessoas do que o contrário. Para pregar uma peça no tempo\, a artista subverte tais convenções e para isso coloca em cena o seu repertório poético que faz uso das estratégias do verbivocovisual aliando rigor e humor\, sugerindo outras possibilidades de relação com o tempo\, que constitui o tecido da vida humana.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lenora-de-barros-na-gomideco-3/
LOCATION:Gomide&Co\, Avenida Paulista\, 2644\, São Paulo\, São Paulo\, 01310934\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230308T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T195424Z
LAST-MODIFIED:20230320T201516Z
UID:39288-1678269600-1684004400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Lenora de Barros na Gomide&Co
DESCRIPTION:Não vejo a hora\, individual de Lenora de Barros\, inaugura nova sede da Gomide&Co\, galeria que passa a integrar o corredor cultural da Avenida Paulista\, com um espaço de 600 metros quadrados no térreo do Edifício Rosa. Ao mesmo tempo em que inaugura o espaço expositivo\, a expansão da Gomide&Co se faz também com a chegada de Fabio Frayha\, ex-diretor do MASP\, administrador especializado no universo das artes visuais\, que passa a atuar como sócio da galeria ao lado do sócio fundador Thiago Gomide. Crítica de arte\, curadora e pesquisadora com mais de 15 anos de trajetória na arte contemporânea\, Luisa Duarte se une ao time como diretora artística. Não vejo a hora reúne doze trabalhos\, em sua maioria inéditos\, que têm como denominador comum uma elaboração sobre o tempo. Desde fotografias\, vídeo\, instalação sonora até uma mesa de ping-pong transfigurada\, a artista joga e convida a jogar também com as relações entre linguagem\, temporalidade e corpo. Ultrapassando os limites expositivos da galeria\, quem chega à exposição já é recebido no lado de fora pela obra Não vejo a hora (2023)\, que enuncia e anuncia o título da mostra através de um letreiro em movimento. Ao se apropriar de uma expressão usada no discurso coloquial brasileiro como uma espécie de ready-made\, Lenora provoca a noção de tempo e como nos relacionamos com ele. A linguagem em sua dimensão visual também é explorada em outros trabalhos\, como em ORA ERA (2008)\, no qual a artista faz o uso de palavras e cores\, jogando com seus significados e usos. Ao abordar questões temporais e linguísticas\, Lenora se desfaz da utilidade de aparelhos para medir o tempo. Entre as obras expostas\, quatro têm ponteiros de relógios em sua composição. Na vídeo-performance Que horas são? (2023)\, projetada no teto da galeria\, uma chuva de ponteiros se precipita sobre uma peneira enquanto escutam-se\, ao fundo\, as respostas de Hélio Oiticica em diálogo com Haroldo de Campos. Em Nebulosas (2009/2023) \, trabalho que traz uma série de três fotografias\, nuvens de ponteiros se tornam uma espécie de poeira cósmica gravitando no breu. Já em Previsão (2023)\, um par de fotografias mostra linhas das palmas de duas mãos formando uma cartografia sobre a qual pousam os ponteiros. O título remete tanto à ideia de previsibilidade própria aos relógios\, quanto à crença de que o destino humano estaria previsto na parte interior das mãos. Os trabalhos reunidos em Não vejo a hora visitam um território candente da atualidade\, aquele da tortuosa relação do ser humano com o tempo. Lenora de Barros sabe que diante das formas convencionais de medir o tempo\, o tempo sempre tira mais das pessoas do que o contrário. Para pregar uma peça no tempo\, a artista subverte tais convenções e para isso coloca em cena o seu repertório poético que faz uso das estratégias do verbivocovisual aliando rigor e humor\, sugerindo outras possibilidades de relação com o tempo\, que constitui o tecido da vida humana.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/lenora-de-barros-na-gomideco/
LOCATION:Gomide&Co\, Avenida Paulista\, 2644\, São Paulo\, São Paulo\, 01310934\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/unnamed.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230308T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230513T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230309T200828Z
LAST-MODIFIED:20230309T200831Z
UID:39158-1678273200-1684004400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Eduardo Ver na Galeria Estação
DESCRIPTION:A Geometria e o Sagrado é o nome da exposição que marca a entrada do artista plástico Eduardo Ver no hall de artistas representados pela Galeria Estação. Com 16 xilogravuras\, a individual apresenta a colecionadores e público obras únicas do artista\, sem edição. Um trabalho meticuloso que Ver desenvolve há mais de duas décadas sob a inspiração de simbolismos religiosos\, principalmente da Umbanda\, que são rascunhados em papel e depois entalhados em madeira\, obra que despertou o interesse da galerista Vilma Eid. Ela recorda que graças à insistência de Bené Fonteles\, autor do texto do catálogo da exposição\, e do artista Sérgio Lucena – que Vilma chama de “padrinhos” de Ver –\, passou a prestar atenção à obra do xilogravurista. “Eu conheci seu trabalho ao vivo\, pela primeira vez\, em uma mostra coletiva no Paço das Artes\, em São Paulo\, Modernismo desde aqui\, com curadoria de Claudinei Roberto. A força do trabalho me pegou. Uma obra corajosa\, de grandes dimensões. Símbolos que logo me fizeram lembrar do querido Samico\, mas com uma linguagem muito própria desenvolvida por Ver”\, afirma a galerista. No texto que escreveu para o catálogo da mostra\, Os extraordinários terreiros imaginários de Ver\, Fonteles avalia: “Raros criadores dedicados à gravura no Brasil trabalham com tanta lealdade a uma iconografia mitopoética como Eduardo Ver\, há duas décadas\, com árduo afinco e rara artesania”. Para o artista visual\, escritor e curador\, uma gravura de Ver contém universos paralelos\, múltiplos\, e com uma força que não é só expressiva pela estética mas também pela energia que emana de cada campo vibracional que compõe e recompõe mundos. Ainda de acordo com Fonteles\, a força gráfica da obra de Ver não provém apenas do solo sagrado que pisa. “Ele nos envolve com narrativas de sua vasta cosmovisão desses terreiros imaginários\, revela e vela mundos ainda tão desconhecidos nos quais entidades da Umbanda trafegam e incorporam a alma da terra brasileira”\, afirma. “Com sua técnica esmerada\, de raro apuro no modo de desenhar e gravar a madeira\, imprimir e revelar o além dos mundos\, ele nos leva a contemplar e completar sua obra não só com um olhar meramente estético\, pois precisamos nos deixar levar pela intensidade e energia transcendente que dela vibra e emana”\, pontua.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/eduardo-ver-na-galeria-estacao/
LOCATION:Galeria Estação\, 625 R. Ferreira de Araújo Pinheiros\, São Paulo\, São Paulo\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/71320793-49695617.jpeg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230309T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230529T190000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T223223Z
LAST-MODIFIED:20230320T201326Z
UID:39300-1678356000-1685386800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Marília Kranz na Galatea
DESCRIPTION:A individual Marília Kranz: relevos e pinturas traz um panorama retrospectivo da obra da artista. Nascida no Rio de Janeiro\, Marília Kranz (1937-2017) foi pintora\, desenhista e escultora\, e passou a ter seu espólio oficialmente representado pela galeria paulista a partir do ano passado. A mostra apresenta cerca de 30 obras\, entre esculturas e pinturas\, que cobrem a trajetória percorrida pela artista desde os anos 1960\, fase inicial de sua produção\, até os anos 2000. Quem assina o projeto expográfico da mostra é Marieta Ferber\, designer e diretora de arte. A escolha do nome de Marília Kranz surgiu através de uma pesquisa de Conrado Mesquita\, um dos sócios da galeria\, que estabeleceu contato com as filhas da artista. Pioneira na luta pelo feminismo\, Marília Kranz dedicou-se\, nos primeiros anos de sua carreira\, ao desenho e ao estudo da pintura. Em dado momento\, começou a explorar o campo da abstração geométrica\, produzindo relevos em gesso\, papelão e madeira\, que integraram a sua primeira exposição individual\, em 1968\, na Galeria Oca\, no Rio de Janeiro. Em 1969\, ao retornar de viagens que fez à Europa e aos Estados Unidos\, passou a produzir os relevos a partir da técnica de moldagem a vácuo (vacuum forming)\, usando plástico\, fibra de vidro\, resina e esmaltes industriais; além de esculturas em acrílico cortado e polido\, chamadas de Contraformas. A técnica foi inovadora\, pois na época era pouco difundida no Brasil até mesmo no setor industrial. Além disso\, o conteúdo dos trabalhos era carregado de forte caráter experimental. Segundo o crítico de arte Frederico Morais\, a formas abstratas e geométricas exploradas nestas obras – e na produção de Marília Kranz como um todo – se aproximariam mais de artistas internacionais como Ben Nicholson (Inglaterra)\, Auguste Herbin (França) e Alberto Magnelli (Itália) do que das vertentes construtivistas de destaque no Brasil\, como o Concretismo e o Neoconcretismo. A partir de 1974\, a artista retomou o trabalho com pinturas sobre tela\, mas desta vez o foco era outro: imagens de paisagem carregadas de certa volúpia. A artista passou a trazer para o centro da tela elementos constituintes das suas paisagens preferidas no Rio de Janeiro. Comparada a artistas como Giorgio de Chirico e Tarsila do Amaral\, os seus cenários e figuras geometrizadas e oníricas\, beirando a abstração\, evocam solenidade e erotismo. Os tons pastel\, por sua vez\, tornaram-se a sua marca. “A cor cede diante da intensidade luminosa”\, diz Frederico Morais. Ao observarmos as flores e as frutas que protagonizam com grande sensualidade várias de suas pinturas\, pensamos também em Georgia O’Keeffe\, considerada por Marília Kranz sua “irmã de alma”. Na exposição\, é possível acompanhar a passagem\, dentro do percurso da artista\, de uma geometria abstrata e formalista dos relevos do fim da década de 1960 para a pintura de paisagem – figurativa\, mas com intrusões da geometria – que começa a desenvolver em meados da década de 1970 e que explora até o fim de sua produção. Marília passa de uma estética de certa forma “fria\, formalista ou racional” para algo mais “quente\, fluido\, afetivo”\, inspirada também por sua paixão pela paisagem do Rio de Janeiro e pela pauta da liberação sexual feminina. Marília Kranz foi selecionada pela Galatea como a primeira mulher de muitas que estão nos planos de representação da galeria.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/marilia-kranz-na-galatea/
LOCATION:Galatea | Oscar Freire\, Rua Oscar Freire\, 379\, loja 1\, Jardins\, São Paulo\, São Paulo
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/52692816346_bcd3c5bea9_o-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20230309T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20230618T210000
DTSTAMP:20260623T143655
CREATED:20230314T191745Z
LAST-MODIFIED:20230426T165025Z
UID:39282-1678356000-1687122000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:Imagine Picasso no Morumbi Shopping
DESCRIPTION:Os criadores de Imagine Picasso\, Annabelle Mauger e Julien Baron\, colaboraram estreitamente com a historiadora de arte Androula Michael\, uma grande especialista nas obras e na carreira de Picasso\, e a exibição digital foi licenciada diretamente pelo espólio do artista. Por essa razão\, Imagine Picasso é uma exposição de arte abrangente e rigorosa\, bem como uma plataforma pedagógica para divulgar a história do pintor espanhol a grandes audiências\, levando o visitante a uma celebração multissensorial da obra e das múltiplas influências de Picasso\, desde as imagens evocativas de seus períodos Azul e Rosa até suas incursões no cubismo e na produção prolífica\, diversificada e única de seus anos maduros\, uma viagem possível graças à tecnologia de ponta da Image Totale©. O próprio Picasso teria ficado intrigado com esse novo tipo de visão e forma de mostrar suas obras. Como disse seu biógrafo Pierre Cabanne\, Picasso autorizou a projeção audiovisual de suas pinturas em 1971\, em Les Halles Baltard\, “Uma mostra notável em que as obras de Picasso foram exibidas uma após a outra em 10 telas em semicírculo para o público. As crianças ficaram encantadas e mostraram sua alegria neste caleidoscópio selvagem e bizarro… A técnica utilizada em Halles permite ver de relance os aspectos antagônicos e complementares de um mesmo objeto; é simplesmente o processo do cubismo em movimento (…) O estilo fragmentado de Picasso assumiu dimensões épicas nas telas de Les Halles” (Pierre Cabanne\, Le siècle de Picasso). Figuram na mostra mais de 200 obras-primas das mais reconhecidas do artista espanhol\, juntas pela primeira vez. Hoje\, se fosse presencial\, essa exposição simplesmente não poderia acontecer\, pois os preços exorbitantes que as obras atingiram impactariam diretamente nos custos de seguro e transporte. As pinturas projetadas em Imagine Picasso são provenientes de coleções de museus de prestígio\, como o Musée National Picasso (Paris)\, o Museo Picasso (Barcelona)\, o MoMa (Nova York)\, o Pushkin Museum (Moscou) e também de coleções particulares. Uma seleção impressionante impossível de reunir fisicamente no mesmo lugar ao mesmo tempo. Picasso é o único artista moderno cujas obras são classificadas como tesouros nacionais e proibidas de circular e de ser emprestadas\, como por exemplo Les Demoiselles d’Avignon (1907) e Guernica (1937). Essas obras são consideradas obras-primas semelhantes à Mona Lisa\, de Leonardo Da Vinci.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/imagine-picasso-no-morumbi-shopping/
LOCATION:Morumbi Shopping\, Avenida Roque Petroni Júnior\, 1089\, São Paulo\, São Paulo\, 04707000\, Brasil
CATEGORIES:São Paulo
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2023/03/©Encore-Productions-Laurence-Labat-Imagine-Picasso-4357_HR.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR