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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Carmen Portinho: modernidade em construção" no MAM Rio
DESCRIPTION:Participantes do II Congresso Internacional Feminista em excursão ao Recreio dos Bandeirantes. Fotografia\, sem autoria identificada\, [jun.] 1931. Arquivo Nacional \nO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) inaugura\, em 13 de setembro de 2025\, a exposição documental Carmen Portinho: modernidade em construção\, com curadoria de Aline Siqueira\, Raquel Barreto e Pablo Lafuente\, e assistência curatorial de José dos Guimaraens. \nA mostra homenageia a engenheira\, urbanista e militante feminista Carmen Portinho (1903–2001)\, protagonista do modernismo brasileiro e referência na luta pela igualdade de gênero\, pelo direito à cidade e habitação popular. \n“Mais do que um percurso biográfico\, a exposição propõe questionamentos sobre como a vida e as ações de Carmen Portinho iluminam os desafios atuais de construção da cidade e do país que queremos. Sua obra\, coletiva por excelência\, afirma o modernismo como projeto político e cultural de emancipação social”\, pontua Yole Mendonça\, diretora executiva do MAM Rio. \nAo longo de sua vida\, Carmen Portinho foi ativista dos direitos das mulheres\, urbanista\, crítica de arte e militante pela cultura e pela liberdade. Nos anos 1950\, integrou a gestão do MAM Rio como diretora executiva adjunta\, coordenando a construção da sede definitiva do museu projetada por Affonso Eduardo Reidy. Esses múltiplos engajamentos\, que atravessam quase todo o século 20\, integram o projeto moderno em sua acepção mais ampla: a construção de uma sociedade e de um país mais justos por meio de saberes e tecnologias\, novos e antigos\, a serviço da emancipação individual e coletiva. \nA exposição reúne mais de 300 documentos históricos de diferentes acervos\, organizados em três núcleos — “moradia e habitação popular”\, “feminismo” e “arte e educação” — além de uma seção dedicada à Revista Municipal de Engenharia\, veículo fundamental para a difusão do modernismo no Brasil. \nEm diálogo com esse vasto material\, obras comissionadas especialmente para a mostra aproximam o legado de Portinho de questões contemporâneas: um vídeo da cineasta\, antropóloga e artista visual Milena Manfredini e uma instalação do artista baiano Rommulo Vieira Conceição revisitam o Pedregulho (conjunto habitacional no bairro de Benfica)\, enquanto o projeto instalativo da artista carioca Ana Linnemann propõe modos de viver e trabalhar inspirados na urbanista. E em entrevista realizada pela cineasta Ana Maria Magalhães em 1995\, Portinho compartilha reflexões sobre sua vida e trabalho. \n“Carmen Portinho atravessa o século 20 como protagonista de lutas que permanecem atuais: habitação\, educação\, arte e igualdade de gênero. A exposição não apenas revisita sua trajetória\, mas nos convida a refletir sobre o que foi feito e o que ainda precisa ser conquistado”\, afirma Pablo Lafuente\, diretor artístico do MAM Rio. \nMoradia e habitação popular \nNa virada do século 20\, políticas higienistas e remoções marcaram a vida da população de baixa renda no Rio. Foi nesse contexto que Carmen Portinho consolidou sua atuação à frente do Departamento de Habitação Popular (DHP)\, criado em 1946. \nComo diretora-geral\, implantou projetos de grande escala baseados no conceito de “unidade de vizinhança”\, que integrava moradia\, escola\, lazer\, saúde e comércio em bairros autossuficientes. \nO Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes (Pedregulho)\, projetado por Affonso Eduardo Reidy a partir das ideias de Portinho\, tornou-se um marco do modernismo brasileiro\, premiado na 1ª Bienal de São Paulo (1951) e celebrado internacionalmente. \nOutros empreendimentos\, como o Conjunto Residencial Marquês de São Vicente\, em São Conrado\, e os conjuntos de Paquetá e Vila Isabel\, reafirmaram a ambição de aliar arquitetura\, urbanismo e justiça social. Apesar das críticas ao alto custo e à complexidade dos projetos\, suas soluções ainda hoje são referências em concepção arquitetônica e qualidade de construção. \n“O núcleo de Pesquisa do MAM Rio\, em geral\, trata a Carmen Portinho a partir de sua atuação como diretora executiva adjunta e de suas ações no contexto das práticas e das realizações do museu. Esta exposição nos permite exercitar um novo ponto de vista\, muito mais amplo e com reconhecimento justo de suas frentes de atuação profissional tão diversas. Falar sobre esses outros aspectos da trajetória de Portinho é muito envolvente e gratificante\, e nos ajuda a reforçar sua importância não somente para o MAM Rio\, mas para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil”\, completa Aline Siqueira\, coordenadora de Pesquisa e Documentação do museu. \nFeminismo \nPortinho foi também protagonista do movimento feminista no Brasil desde os anos 1920\, ao lado de Bertha Lutz\, Almerinda Gama e outras sufragistas. \nParticipou de campanhas pelo voto feminino — conquistado nacionalmente em 1932 —\, fundou a União Universitária Feminina e foi uma das primeiras mulheres a ingressar e se destacar em áreas tidas como masculinas\, como a engenharia e o urbanismo. \nEm 1937\, ajudou a criar a Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas\, fortalecendo redes de apoio profissional. Décadas mais tarde\, em 1987\, foi escolhida para entregar a “Carta das Mulheres” ao presidente da Câmara\, Ulysses Guimarães\, durante o processo de elaboração da Constituição Federal\, tornando-se elo entre as lutas do início do século 20 e as conquistas contemporâneas. \nArte e educação \nO vínculo com a arte acompanhou Carmen Portinho ao longo de toda a vida. \nNos anos 1950\, integrou a gestão do MAM Rio como diretora executiva adjunta\, coordenando exposições e a construção da sede definitiva do museu\, projetada por Reidy. \nNa instituição\, consolidou o museu como centro de arte e educação\, apoiando iniciativas como o Ateliê de Gravura\, que formou uma geração de artistas na década de 1960. \nPosteriormente\, como diretora da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) entre 1967 e 1988\, garantiu a consolidação da primeira escola de design da América Latina\, promovendo um diálogo inovador entre arte\, design e pedagogia. \nRevista Municipal de Engenharia \nFundada em 1932 a partir de sua iniciativa\, a Revista Municipal de Engenharia foi um dos principais veículos de difusão do pensamento modernista em arquitetura\, urbanismo e engenharia no Brasil. \nPublicou textos de Lucio Costa\, Oscar Niemeyer e Le Corbusier\, além de artigos da própria Portinho\, incluindo o anteprojeto de sua autoria para a nova capital do país\, no Planalto Central — visão que antecipou princípios depois incorporados por Costa em Brasília.
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SUMMARY:"Pinturas Nômades" de Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “A mosca”\, 2012. Foto: Manuel Águas & Pepe Schettino\n\nA Casa Roberto Marinho (CRM) inaugura\, em 25 de setembro de 2025\, Pinturas Nômades\, exposição da artista plástica carioca Beatriz Milhazes\, expoente da arte contemporânea internacional. Sob a curadoria de Lauro Cavalcanti\, a mostra apresenta pela primeira vez no país a reprodução de projetos arquitetônicos desenvolvidos pela artista em quatro continentes — Europa\, América do Norte\, América do Sul e Ásia.A individual celebra duas décadas da atuação de Milhazes no campo das instalações pictóricas em espaços arquitetônicos e institucionais. \nProduzida pela Casa Roberto Marinho\, Pinturas Nômades constitui um panorama único: reúne intervenções site-specific realizadas na Ópera de Viena; na Tate Modern\, em Londres; na loja Selfridges\, em Manchester; no metrô de Londres; na Fundação Cartier\, em Paris; no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; no Long Museum\, em Xangai; e na Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; entre outras permanentes\, como no projeto Art House\, na Ilha de Inujima\, Japão\, e no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque. Esses projetos\, que formam o núcleo central da mostra\, são apresentados em maquetes\, estudos e painéis inéditos no Brasil\, permitindo ao público uma rara imersão na dimensão arquitetônica da obra de Beatriz. \nDe acordo com o curador\, estas intervenções de Milhazes\, realizadas entre 2004 e 2023\, consolidam uma pesquisa visual em diálogo com superfícies arquitetônicas. Utilizando principalmente vinil colorido\, pintura mural e cerâmica\, a artista desenvolve composições que exploram luz\, cor e transparência\, estabelecendo relações entre interior e exterior\, opacidade e translucidez\, desenho e arquitetura. \nEm projetos como Gávea (Selfridges & Co.\, Manchester\, Inglaterra\, 2004)\, Guanabara (Tate Modern\, Londres\, 2005)\, Peace and Love (Estação Gloucester Road\, Londres\, 2005) e O Esplendor I e II (Long Museum\, Xangai\, 2021; e Turner Contemporary\, Margate\, Reino Unido\, 2023)\, Milhazes transforma fachadas\, janelas e espaços de circulação em experiências sensoriais marcadas por formas orgânicas\, ritmos visuais e atmosferas poéticas. \n“Esses trabalhos\, apresentados em instituições e espaços como hospitais\, metrôs e edifícios residenciais\, conjugam arte e sua relação com a questão social\, de sustentabilidade\, e com o contexto urbano\, de forma sensível. Ao inserir elementos como mandalas\, listras\, elipses ou círculos em superfícies envidraçadas ou estruturas curvas\, as obras introduzem novas camadas de significado aos ambientes\, evocando paisagens abstratas\, referências culturais e memórias visuais. Em cada intervenção\, Milhazes amplia a experiência do espaço\, propondo um encontro entre pintura\, arquitetura e contemplação”\, observa Cavalcanti. \nA pintura é o tronco principal do trabalho de Beatriz e pontua poeticamente o percurso pela Casa\, como no caso das obras Mocotó (2007)\, A Mosca (2010/2012) e Lampião (2013/2014). \nBeatriz tem\, desde o início de sua prática\, uma longa relação de observação das variadas representações da natureza e da vida cotidiana encontradas na Arquitetura\, Arte Popular\, Arte Indígena\, Arte Decorativa e universo da Arte Aplicada e História da Arte. Desta forma\, a mostra apresenta ao público carioca uma sala dedicada a seu projeto especial para a 60ª Bienal de Arte de Veneza\, em 2024\, desenvolvido para o Pavilhão das Artes Aplicadas\, uma colaboração entre o Victoria and Albert Museum (V&A)\, em Londres\, e a Bienal. As pinturas O céu\, as estrelas e o bailado (2023) e Meia-noite\, Meio-dia (2023) são exibidas com a mesa de tecidos do acervo pessoal de Milhazes\, de diferentes culturas e regiões ao redor do mundo\, referência para o desenvolvimento das obras. Completa este espaço a tapeçaria inédita Dance in Yellow (2020). \nUma das salas é dedicada a um conjunto de 11 gravuras. De acordo com a artista\, “é a técnica que mais se aproxima plasticamente do resultado dos painéis e murais”\, uma conversa entre a arte gráfica como ponto de diálogo entre as duas práticas. \nA exposição contará também com apresentações de Marcia Milhazes Cia de Dança que apresentará criações recentes\, concebidas em diálogo direto com o universo da mostra. A recorrente colaboração entre as irmãs Milhazes nas exposições de Beatriz\, no Brasil e no exterior\, é marcada por encontros que articulam composições visuais e propostas coreográficas. \nO percurso expositivo e um projeto concebido para a Casa Roberto Marinho \nA escultura suspensa Mariola (2010–2015)\, que recebe os visitantes na primeira sala\, transporta elementos recorrentes da linguagem visual de Milhazes para o tridimensional\, e ganha destaque ao estabelecer diálogo com o espaço expositivo. \nAinda no térreo da Casa\, o público se encontra com a instalação Corumbê\, concebida especialmente para a exposição\, com vinis translúcidos aplicados nas cinco janelas em arco do salão principal. A obra tece conexões afetivas e estéticas com a arquitetura da antiga residência\, evocando referências a Djanira da Motta e Silva e às tradições populares de Paraty\, cidade de origem materna de Milhazes. \nA artista conta que\, no início do processo de concepção da mostra\, ao chegar na CRM para uma reunião com Cavalcanti\, “o grande salão térreo estava vazio e as janelas emolduravam o magnífico jardim de Burle Marx. Fui seduzida! Imediatamente me surgiu a imagem de um desenho vitral dialogando com a natureza externa e poeticamente envolvendo o espaço interno. Algo para contemplar\, conviver\, refletir”\, relembra Beatriz. “No desenho para as janelas em arco\, quase capelas\, a lembrança de Djanira se fez presente. Sua obra sempre foi uma referência para minha pintura e a Coleção Roberto Marinho tem peças masters desta artista. Minha família materna é originária de Paraty\, onde a tradição de festas religiosas é uma força e passei boa parte de minha infância e adolescência. Corumbê conta uma bela história\, uma história carioca.” \nNo mesmo espaço está instalado o painel Waving Flowers\, pintura em escala real desenvolvida originalmente para a Galeria Max Hetzler\, em Berlim. Trabalhada em cinco tons de cinza\, a obra surpreende pela força plástica dentro de uma paleta monocromática\, dialogando com o piso de losangos bicolores do salão da CRM e com os vitrais de Corumbê. Na sala seguinte\, três pinturas de Djanira\, pertencentes à Coleção Roberto Marinho\, reforçam o elo entre duas gerações de mulheres centrais na arte brasileira. \nA mostra se desenvolve em todo o piso superior\, em núcleos poéticos de contemplação\, revelando o papel da cor\, da ornamentação e da estrutura visual na construção de uma linguagem singular. Segundo Lauro Cavalcanti\, a disposição das obras “toca o sublime que a arte\, por vezes\, alcança”.
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SUMMARY:"Costurar os sentidos" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Arthur Chaves. “Sem título”\, 2024. Divulgação. \nBordado\, tecido\, pintura\, colagem e poesia se entrelaçam em Costurar Sentidos\, exposição coletiva que será inaugurada no dia 22 de outubro de 2025\, às 19h\, no 2º piso da Anita Schwartz Galeria de Arte\, sob a curadoria de Cecília Fortes. A mostra reúne obras têxteis e derivações da costura como eixo central de criação\, explorando o gesto de costurar como metáfora de identidade\, memória e afeto. \n“São trabalhos permeados por motivos relacionados à construção e à afirmação de identidade\, ao resgate de memórias afetivas e à ressignificação de sentidos. Falam de questões sociais e temas sensíveis aos autores\, ao mesmo tempo em que expressam as suas origens e o caminho percorrido ao longo da jornada pessoal e artística”\, afirma Cecília Fortes. \nParticipam da exposição Arthur Chaves\, Dani Cavalier\, Duda Moraes\, Jeane Terra\, Renato Bezerra de Mello\, Rosana Palazyan e Yolanda Freyre. A seleção\, inicialmente orientada pela técnica\, acabou revelando pontos de convergência poética entre as obras\, que dialogam com o universo da costura e suas ressonâncias simbólicas. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Aparição" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Pedro Varela\, “Formigueiro” s.d. Divulgação. \nA Anita Schwartz Galeria de Arte inaugura\, em 22 de outubro de 2025\, às 19h\, a mostra Aparição\, individual de Pedro Varela\, com curadoria de Cecília Fortes. A exposição reúne pinturas inéditas\, além de uma instalação criada especialmente para o espaço da galeria. \nConhecido por investigar a cultura de massa e o imaginário digital\, Varela se afasta\, nesta nova fase\, do universo dos memes e das imagens das redes sociais para mergulhar em uma dimensão mais íntima e subjetiva\, marcada por questões de identidade\, medo e angústia. “É uma virada na minha produção”\, afirma o artista. “Aquelas inquietações que antes apareciam mediadas por ícones da cultura de internet agora surgem de forma direta\, como aparições que emergem do inconsciente.” \nSegundo a curadora Cecília Fortes\, “as obras apresentadas em Aparição dão continuidade à pesquisa de Pedro Varela sobre a geração ansiosa\, que sofre de insônia e vive imersa em pensamentos. O artista retoma a série de florestas\, agora numa paleta em preto e branco\, e nelas incorpora figuras fantasmagóricas e formigueiros de palavras\, que provocam o espectador. De forma irônica\, Varela desafia a norma estética do bom gosto e joga com dualidades como luz e sombra\, claro e escuro\, belo e caricato. Numa época de excessos\, destaque para uma grande instalação de recortes em branco sobre branco\, uma proposição de silêncio e pausa em contraposição ao turbilhão de estímulos vivenciados pela sociedade contemporânea.” \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
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SUMMARY:“Adiar o fim do mundo” na FGV Arte
DESCRIPTION:Denilson Baniwa\, “A revolta das Jubartes\,” 2023. Divulgação. \nA FGV Arte inaugura\, em 29 de outubro de 2025\, a exposição Adiar o fim do mundo\, com curadoria de Paulo Herkenhoff e Ailton Krenak\, pensador indígena\, escritor e ativista ambiental\, membro da Academia Brasileira de Letras e uma das vozes mais influentes do pensamento contracolonial contemporâneo. Coincidindo com o período da COP 30\, a mostra articula arte\, ecologia e filosofia em torno de um enunciado que é\, ao mesmo tempo\, uma advertência e um convite: adiar o fim do mundo é reinventar o presente. \nInspirada na produção e no pensamento de Krenak\, a exposição reúne mais de 100 obras de diferentes períodos e contextos culturais\, com técnicas e suportes que abordam as urgências da crise ambiental\, o legado do colonialismo\, o racismo estrutural e os modos de resistência dos povos originários e das comunidades tradicionais. \nMais do que uma metáfora\, Adiar o fim do mundo é uma proposição estética e política que entende a arte como instrumento de reencantamento do mundo e de reconstrução das relações entre humanos e natureza. \n“Não se trata de uma exposição sobre o fim\, mas sobre a continuidade da vida”\, afirma Herkenhoff. “A arte aqui é compreendida como um território de insurgência e imaginação\, capaz de propor novas alianças entre corpo\, natureza e espírito. O diálogo com Krenak nos convida a repensar o lugar da arte dentro de uma ecologia da existência.” \n“Adiar o fim do mundo é um exercício de imaginação e de escuta”\, observa Ailton. “Enquanto insistirmos em olhar o planeta como um objeto a ser explorado\, seguiremos acelerando o colapso. A arte\, ao contrário\, nos chama a ouvir a Terra e a reconhecer que ela também sonha\, sente e fala.” \nEntre os nomes reunidos pelos curadores estão Adriana Varejão\, Alberto da Veiga Guignard\, Aluísio Carvão\, Anna Maria Maiolino\, Ayrson Heráclito\, Berna Reale\, Camille Kachani\, Cildo Meireles\, Claudia Andujar\, Denilson Baniwa\, Evandro Teixeira\, Hélio Oiticica\, Ivan Grillo\, Jaider Esbell\, Jaime Lauriano\, Marcos Chaves\, Nádia Taquary\, Niura Bellavinha\, pajé Manoel Vandique Kaxinawá Dua Buse\, Rodrigo Braga\, Sandra Cinto\, Sebastião Salgado\, Siron Franco\, Thiago Martins de Melo\, Tunga e muitos outros. \nA coletiva inclui também 11 obras comissionadas\, concebidas especialmente para a mostra\, dos artistas Cabelo\, Cristiano Lenhardt\, Daniel Murgel\, Ernesto Neto\, Hugo França\, Keyla Sobral\, Rosana Palazyan\, Rodrigo Bueno\, Souza Hilo e do coletivo de artistas indígenas Apinajé.
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SUMMARY:“ 100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand” no MAM Rio
DESCRIPTION:Arjan Martins\, s.t. Divulgação\, foto de Jaime Acioli. \n“100 anos de arte: Gilberto Chateaubriand” é a segunda mostra dedicada ao centenário de nascimento de um dos maiores colecionadores da arte moderna e contemporânea no país. Reunindo cerca de 150 obras da Coleção Gilberto Chateaubriand\, a exposição apresenta uma história da arte brasileira do último século organizada em torno de cinco linhas temáticas. O projeto\, com curadoria de Pablo Lafuente e Raquel Barreto\, e curadoria assistente de Phelipe Rezende\, parte do olhar singular de Gilberto Chateaubriand (1925–2022)\, cuja coleção reúne mais de 8 mil obras adquiridas ao longo de sete décadas de diálogo com artistas.\nResultado de uma prática colecionista sustentada por convivência\, escuta e atenção às dinâmicas da vida artística do país\, esse conjunto reúne nomes de diversas regiões e linhagens. O acervo se expande por múltiplas linguagens — da pintura à fotografia\, da escultura às investigações experimentais — compondo um panorama sensível da produção brasileira no qual vários temas funcionam como eixos estruturantes de um século de arte. \n  \n  \n 
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SUMMARY:"Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)" de Daniel Buren no MAM Rio
DESCRIPTION:Daniel Buren\, “Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)” Divulgação.\n\nO MAM Rio recebe a primeira edição brasileira de Voile/Toile – Toile/Voile (Vela/Tela – Tela/Vela)\, projeto do artista francês Daniel Buren\, apresentado desde 1975 em cidades como Berlim\, Genebra\, Lucerna\, Miami e Minneapolis. \nA obra\, que transforma velas de barcos em suporte artístico\, será realizada no Rio em dois momentos. A ação tem início com uma regata-performance na Baía de Guanabara: onze veleiros Optimist partem da Marina da Glória com velas estampadas pelas icônicas listras verticais de Buren\, ativando o percurso entre a Marina e a Praia do Flamengo como intervenção artística em movimento. \nA partir da chegada dos barcos\, as velas vêm para o MAM Rio\, onde passam a compor a exposição derivada da regata. Instaladas na ordem de chegada\, evidenciam a transição do uso funcional para o campo artístico\, prolongando no museu a experiência criada no mar. \n  \n 
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SUMMARY:"Rasura" na Nara Roesler
DESCRIPTION:Detalhe de Fabio Miguez\, s.t. 2020. Divulgação: Nara Roesler Rio de Janeiro. \n“Rasura”\, com curadoria de Victor Gorgulho\, apresenta trabalhos de artistas representados pela galeria\, além de quatro convidados. Apagamentos\, fragmentação\, esconder\, velar\, destruir\, subtrair e adicionar\, estão presentes na exposição\, mas também “a rasura como um gesto de revelação\, de concepção\, de criação artística”\, comenta o curador. A montagem privilegia aproximações entre os trabalhos\, de modo a destacar a ideia da rasura nas pinturas com materiais diversos\, sobre suportes variados\, e ainda esculturas\, vídeos\, objetos\, fotografias\, que ocupam os dois andares da galeria Nara Roesler Rio de Janeiro. \nO curador Victor Gorgulho apresenta um conjunto de 23 obras de 17 artistas para abordar a ideia de rasura\, de forma ampliada\, nos trabalhos de diferentes pesquisas\, materiais e suportes dos artistas Antonio Dias (1944-2018)\, Brígida Baltar (1959-2022)\, Bruno Dunley (1984)\, Cao Guimarães (1965)\, Carlito Carvalhosa (1961-2021)\, Cristina Canale (1961)\, Daniel Senise (1955)\,Fabio Miguez (1962)\, Karin Lambrecht (1957)\, Manoela Medeiros (1991)\, Maria Klabin (1978) e Marcos Chaves (1961). A mostra inclui ainda trabalhos dos artistas convidados Cipriano (1981)\, Erick Peres (1994)\, Lucia Koranyi (1982) e Marlon Amaro (1987). \n  \n  \n— de Nara Roesler \n 
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SUMMARY:"Avesso" de Anna Bella Geiger e Raquel Saliba no Rio de Janeiro
DESCRIPTION:A exposição Avesso reúne obras de Anna Bella Geiger e Raquel Saliba em um diálogo que atravessa corpo\, matéria e identidade feminina. No conjunto apresentado por Geiger\, com trabalhos realizados desde os anos 1960\, a artista desloca a imagem do plano compositivo para um campo orgânico\, transformando a superfície em “pele” tensionada por cortes\, dobras e cavidades. \n\n\n\n\n\n\nJá Raquel Saliba apresenta esculturas de torsos femininos em cerâmica que discutem a condição da mulher diante de violências físicas e simbólicas. Submetidas a diferentes técnicas — queimas diversas\, moldagens com tecido e intervenções do mar —\, as peças flutuam no espaço ou são protegidas por redomas de vidro\, criando um ambiente de tensão entre fragilidade e resistência.
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LOCATION:Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro – MHC RIO\, Estrada Santa Marinha\, s/nº - Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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