BEGIN:VCALENDAR
VERSION:2.0
PRODID:-//Arte Que Acontece - ECPv6.15.20//NONSGML v1.0//EN
CALSCALE:GREGORIAN
METHOD:PUBLISH
X-ORIGINAL-URL:https://artequeacontece.com.br
X-WR-CALDESC:Eventos para Arte Que Acontece
REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H
X-Robots-Tag:noindex
X-PUBLISHED-TTL:PT1H
BEGIN:VTIMEZONE
TZID:America/Sao_Paulo
BEGIN:STANDARD
TZOFFSETFROM:-0300
TZOFFSETTO:-0300
TZNAME:-03
DTSTART:20240101T000000
END:STANDARD
END:VTIMEZONE
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250531T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260531T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250630T215720Z
LAST-MODIFIED:20250630T215720Z
UID:63469-1748689200-1780250400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/nossa-vida-bantu-no-museu-de-arte-do-rio/
LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/06/MFA00195_Marcia-Falcao_Jogo-2-da-Serie-Capoeira-em-Paleta-Alta_Ph.-Rafael-Salim_DDM-1-1-1980x1323-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250718T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251125T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250717T172444Z
LAST-MODIFIED:20250717T172444Z
UID:63773-1752832800-1764093600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Água Pantanal Fogo" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Fotografia de Lalo de Almeida\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Eder Chiodetto \n\n\n\nO Pantanal é a maior planície inundável do mundo: cerca de 200 mil km2\, que equivalem à soma dos territórios de Portugal\, Holanda\, Bélgica e Suíça. Um sistema regulado por grandes cheias anuais e naturais\, próprias da região e influenciadas pelo regime de degelo dos Andes no verão. No ano de 2020\, esse santuário de fauna\, flora e pessoas\, presenciou um paradoxo. A estupidez de uma certa fração da espécie humana\, incentivada por monstros disfarçados de políticos\, provocou a maior queimada criminosa da história do bioma. Em 2024\, o cenário se repetiu. \nO mesmo fogo que aquece e encanta\, queima e destrói. A água que irriga é a mesma que afoga. Para o filósofo grego pré-Socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.)\, o elemento sai do seu equilíbrio quando a força que domina é a do ódio e da raiva. Por outro lado\, o elemento em equilíbrio é produto da força do amor. Na exposição “Água\, Pantanal\, Fogo”\, Lalo de Almeida documenta o fogo do ódio\, enquanto Luciano Candisani retrata a enchente de amor. As imagens denunciam e informam\, dando forma e conteúdo aos números da ciência e às notícias dos jornais. Sobretudo\, a arte da dupla emociona. O contraste entre a exuberância da vida e a violência do crime que leva à morte\, entre a água e o fogo\, entre o bem e o mal\, entre o amor e o ódio\, entre o encanto e o medo\, nos leva à nossa raiz mais íntima. O resultado é maravilhamento com a beleza da natureza e indignação com a estupidez\, o crime e a impunidade. Desse turbilhão emerge a esperança\, aquela que Paulo Freire (1921-1997) dizia ser do verbo esperançar e que nos leva à ação\, inspirada pelo encontro da arte com a ciência e com a emoção que vem do espírito. \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nMudança climática: Água Pantanal Fogo\nÁguas que inundam\, águas que vazam. Seca que chega\, fogo que incendeia. A região do Pantanal tem a singularidade de ser regida\, desde sempre\, pelo equilíbrio do ciclo das águas\, vital para a preservação da rica biodiversidade que pulsa em seus rios\, corixos e lagoas\, na cheia e na seca\, no solo e no ar. O uso abusivo dos recursos do bioma\, que produz um estado de desequilíbrio cada vez mais visível\, pode\, segundo especialistas\, resultar na desertificação dessa região.  \nA atitude do homem contemporâneo\, que pouco faz para frear a escalada de desmatamento\, emissão de gás carbônico e desvio de nascentes de água para a agropecuária não sustentável\, está nos levando a um estado de ecocídio em todo o planeta. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani\, dois dos mais proeminentes e premiados fotodocumentaristas brasileiros\, vêm dedicando parte de suas trajetórias profissionais a documentar o Pantanal como uma forma de dar visibilidade a essas pulsões de vida e de morte que surgem justapostas entre a época das cheias e a da seca. \nLalo fotografou o Pantanal durante os incêndios de 2020 e 2024\, que calcinaram cerca de 26% da região e mataram em torno de 17 milhões de animais vertebrados. Suas imagens circularam pelo mundo e ajudaram a alertar a sociedade civil\, a classe científica\, o governo brasileiro e organismos internacionais sobre a gravidade do problema. Essas imagens\, em parte aqui expostas\, deram a ele o prestigiado prêmio World Press Photo. \nLuciano documenta ecossistemas ao redor do mundo de forma sistemática. Na última década\, passou parte de seu tempo submerso no Pantanal. Suas imagens\, de rara excelência técnica\, resultaram num acervo de suma importância para embasar pesquisas e mostrar ao mundo a urgência no combate aos crimes ambientais que acabam por gerar\, também\, as mudanças climáticas. Por esse trabalho\, ele ganhou o prêmio Wildlife Photographer of the Year\, em 2012. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani são cronistas visuais que elegem temas sensíveis para investigar por longos períodos\, em parceria com cientistas e pesquisadores. Para obter o resultado exposto nesta mostra\, criam logísticas complexas e se expõem a vários tipos de perigo.  \nÉ em trabalhos como esses\, que aliam idealismo\, paixão e militância\, que a fotografia alcança seu ápice\, tornando-se uma janela aberta a revelar as idiossincrasias e o sublime do mundo.  \nEsta mostra busca gerar novas consciências não apenas sobre a situação do Pantanal\, mas também acerca de nossas atitudes erráticas\, que poluem o ar\, os rios e os mares\, causando danos por toda parte. Estamos diante de um exemplo crítico: a Baía de Guanabara recebe\, além de resíduos industriais\, dejetos do esgoto não tratado de quinze municípios\, o que destrói a vida marinha e ameaça arruinar a beleza desse lugar esplêndido.  \nEder Chiodetto\, curador da exposição
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/agua-pantanal-fogo-no-museu-do-amanha/
LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Lalo-de-Almeida_101A6093_T_F_GDE-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250809T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251231T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250808T155033Z
LAST-MODIFIED:20250808T155033Z
UID:64135-1754733600-1767204000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial" no MAM Rio
DESCRIPTION:Tarsila do Amaral\, \, “Urutu”\, 1928 – Imagem / Divulgação \nO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) inaugura no dia 9 de agosto de 2025 a exposição Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial\, que abre as comemorações pelo centenário de nascimento de um dos maiores colecionadores da história da arte brasileira. \nDe grande escala\, a mostra reúne aproximadamente 350 obras de um dos mais representativos conjuntos da produção artística nacional. Desde 1993\, cerca de 6.400 das 8.300 peças que compõem a Coleção Gilberto Chateaubriand estão sob a guarda do MAM Rio\, consolidando uma parceria fundamental para a preservação e difusão da arte brasileira. \nCom curadoria de Pablo Lafuente e Raquel Barreto\, a exposição marca também a reabertura do Bloco Expositivo do museu\, após um breve hiato para sediar a Cúpula do Brics em julho. O público será convidado a uma imersão nas camadas de significado\, afeto e história que atravessam a coleção\, ao longo de mais de cinco décadas cuidadosamente constituída por Gilberto Francisco Renato Allard Chateaubriand Bandeira de Mello (1925–2022)\, diplomata e presença marcante nas artes visuais do país. \nSegundo o próprio Gilberto\, o colecionismo surgiu por acaso\, em 1953\, durante uma viagem a Salvador\, quando foi apresentado ao pintor José Pancetti (1902–1958) pelo colecionador Odorico Tavares. Ao visitar o ateliê\, adquiriu não só a tela Paisagem de Itapuã\, mas a paixão por colecionar. \n“Mais do que uma reunião de obras\, a Coleção Gilberto Chateaubriand é o testemunho de um olhar comprometido com a arte e com os artistas brasileiros. É um patrimônio vivo\, em constante diálogo com o tempo\, cuja preservação e difusão cabem ao MAM Rio\, por meio de suas exposições e ações educativas. Ao longo das últimas décadas\, o museu realizou mais de 50 exposições dedicadas à coleção\, reafirmando sua importância como referência para o pensamento e a história da arte no Brasil”\, afirma Yole Mendonça\, diretora-executiva da instituição. \nDe acordo com Pablo Lafuente\, diretor artístico do museu\, “a coleção de Gilberto consegue oferecer um panorama complexo da história da arte brasileira do século 20\, atenta aos movimentos e artistas que a compuseram\, tornando-se uma das mais importantes do país ao mesmo tempo que revela as relações fascinantes que Gilberto tinha com obras e com artistas”. \n“Gilberto Chateaubriand se dedicou com intensidade à formação de uma das coleções particulares mais significativas que temos no Brasil. A coleção é única em sua habilidade de unir tradição e experimentação\, incluindo desde os modernistas icônicos a jovens artistas de diversas regiões do país e suas propostas experimentais”\, observa Raquel Barreto\, curadora-chefe do MAM Rio. \nUm olhar sensorial para a arte brasileira \nEntre pinturas\, fotografias\, objetos e esculturas\, a mostra reúne obras fundamentais do modernismo e das vanguardas experimentais até artistas contemporâneos das mais diversas vertentes e regiões do Brasil. A seleção reflete o espírito colecionador de Gilberto: atento\, curioso\, sensível\, passional. “Eu sou um sensorial. Um dionisíaco\, digamos. A obra de arte é tão impressionante que motiva uma excitação mental e corporal também”\, afirmou ele em conversa gravada com Carlos Alberto Chateaubriand e o curador Luiz Camillo Osorio\, em 2014. Esse olhar emocionado e pessoal permeia a exposição\, que propõe uma cartografia afetiva e histórica da arte brasileira. \nA curadoria estruturou cinco núcleos que orientam o percurso de visitação: “Origens” remonta à primeira grande mostra da Coleção GC no MAM Rio\, realizada em 1981; “Fronteiras” acompanha o interesse do colecionador por artistas trabalhando em contextos além do eixo Rio-São Paulo; “Retratos”\, gênero de especial interesse para Gilberto\, reúne autorretratos\, retratos de artistas e do próprio colecionador; “Artistas” aproxima o público do processo criativo\, com estudos\, projetos e esboços de nomes representativos da coleção; um quinto núcleo apresenta um grande conjunto de trabalhos na parede do Salão Monumental\, incluindo algumas das obras mais emblemáticas do acervo\, reflete a pluralidade da arte brasileira. \nUm século de arte no Brasil \nCom obras de Adriana Varejão\, Alair Gomes\, Anita Malfatti\, Anna Bella Geiger\, Antonio Bandeira\, Artur Barrio\, Beatriz Milhazes\, Candido Portinari\, Carlos Vergara\, Cícero Dias\, Cildo Meireles\, Djanira\, Edival Ramosa\, Gervane de Paula\, Glauco Rodrigues\, Iberê Camargo\, Ione Saldanha\, Ivan Serpa\, José Pancetti\, Lasar Segall\, Luiz Zerbini\, Lygia Clark\, Maria Martins\, Rubens Gerchman\, Tarsila do Amaral\, Tomie Ohtake e Vicente do Rego Monteiro\, entre muitos outros\, a exposição cobre cerca de 100 anos de arte no Brasil e permite ao visitante percorrer\, de forma não linear\, uma ampla e plural história da cultura visual do país. \nA mostra também evidencia a relação direta entre colecionador e artistas — uma das características da atuação de Gilberto. Ele sempre visitou ateliês e acompanhou os processos de criação\, estabelecendo diálogos duradouros com artistas de diferentes gerações. \nCom Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial\, o MAM Rio homenageia não apenas o centenário de nascimento de um de seus principais patronos\, mas a importância do colecionismo comprometido com o desenvolvimento da arte no Brasil — um legado que continua a inspirar novas gerações. \nA exposição Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial é organizada em colaboração com o Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand e tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro\, da Petrobras\, da Light\, do Instituto Cultural Vale e da Vivo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/gilberto-chateaubriand-uma-colecao-sensorial-no-mam-rio/
LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/08/TARSILA_DO_AMARAL_1745_300dpi_62cm_RGB_13_v3-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250823T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251129T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250825T121722Z
LAST-MODIFIED:20250825T121722Z
UID:64343-1755943200-1764442800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Tudo entoa: Sentidos compartilhados entre humanos e não-humanos" na Flexa Galeria
DESCRIPTION:Jaider Esbell\, Sem título\, 2020 – Imagem / Divulgação \nA Flexa apresenta Tudo entoa: Sentidos compartilhados entre humanos e não-humanos\, exposição que reúne os trabalhos de quatro dos nomes mais significativos da arte indígena amazônica contemporânea e que estiveram\, recentemente\, presentes nas últimas Bienais de Veneza: Jaider Esbell (Macuxi; Roraima\, 1979 – São Paulo\, 2021)\, Santiago Yahuarcani (Uitoto; Pucaurquillo\, Peru\, 1960)\, Rember Yahuacani (Uitoto; Pebas\, Peru\, 1985) e Sheroanawe Hakihiiwe (Yanomami; Alto Orinoco\, Venezuela\, 1971). A mostra\, com abertura marcada para dia 23 de agosto\, é acompanhada de texto crítico assinado pelo curador peruano Miguel A. López. \nCom conhecimentos adquiridos de forma empírica\, Jaider\, Santiago\, Rember e Sheronawe não possuem formação artística ou acadêmica tradicional. Suas habilidades foram adquiridas por meio da observação e de um relacionamento profundo com a natureza\, suas famílias e comunidades. É importante dizer que esses artistas fazem parte de uma “constelação criativa”\, como nas palavras de Miguel A. López\, que tem transformado\, nas últimas três décadas\, o que se entende por arte contemporânea. A arte\, para os povos indígenas\, é também uma ferramenta de preservação\, de suas histórias e seus saberes. As obras presentes nessa exposição reafirmam as continuidades entre os humanos\, animais\, plantas\, territórios e mundos espirituais\, fazendo eco aos apelos pelo respeito a todas as formas de existência e buscando o freio para a exploração voraz dos recursos naturais. \nO trabalho de Sheroanawe Hakihiiwe consiste em um repertório visual delicado\, que se vale da repetição rítmica de motivos em papel artesanal ou tela\, fazendo menção às formas de sementes\, frutas\, insetos\, folhas e galhos. Santiago Yahuarcani recorre a narrativas míticas indígenas em suas pinturas\, trazendo personagens típicos dessas histórias\, como guardiões e criaturas animais híbridas. Já Rember Yahuarcani\, seu filho\, cria paisagens de grande escala que exploram sonhos abstratos\, imaginando um futuro indígena através de formas e cores vibrantes. As pinturas de Jaider Esbell\, de iconografia complexa e meticulosa\, são homenagens a cada pequeno elemento (animais\, plantas\, seres humanos e espirituais) capaz de nos conectar com a espiritualidade. \nSegundo Miguel A. López\, o repertório dos quatro artistas traz luz a mundos visíveis e invisíveis\, que persistem para além das tentativas de apagamento. Para o curador peruano\, essas obras são frequentemente associadas ao colapso ecológico contemporâneo\, mas a interpretação pode ir além e nos fazer um convite a olhar para o passado: a lógica de apagamento existe desde que os recursos experimentados pelas comunidades indígenas foram desapropriados. \nReunir trabalhos de Jaider Esbell\, Santiago Yahuarcani\, Rember Yahuacani e Sheroanawe Hakihiiwe é\, por fim\, segundo Miguel\, uma possibilidade de “sentir representações mais complexas e ampliadas da vida\, que ultrapassam o excepcionalismo humano. Não são imagens simples\, nem imediatamente legíveis: exigem muita atenção\, imaginação e\, acima de tudo\, disposição para ouvir o território a partir de outros canais sensíveis.”
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/tudo-entoa-sentidos-compartilhados-entre-humanos-e-nao-humanos-na-flexa-galeria/
LOCATION:FLEXA Galeria\, Rua Dias Ferreira\, 175 - Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/08/22894.FRENTE-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250906T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251123T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250910T214223Z
LAST-MODIFIED:20250910T214223Z
UID:64752-1757149200-1763920800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Através do Véu Verde" de Edo Costantini no MAC Niterói
DESCRIPTION:Edo Costantini \, “Colourful leaves Pink”\, 2022. Katonah\, New York.\n\n\n\n\nNo dia 6 de setembro\, Edo Costantini\, artista representado pela Galeria Mario Cohen\, inaugura sua primeira exposição individual em museu\, no Museu de Arte Contemporânea de Niterói (MAC Niterói)\, no Rio de Janeiro\, Brasil. Com curadoria de Nicolas Martin Ferreira e texto de Paulo Herkenhoff\, a mostra reúne uma década de produção\, incluindo fotografia\, vídeo\, música e uma série de esculturas em bronze\, estas últimas criadas em colaboração com sua esposa\, a artista Delfina Braun\, e a arquiteta Delfina Muniz Barreto. \nA obra fotográfica de Edo gira em torno do sublime na natureza\, retratado por meio de representações etéreas das florestas no norte do estado de Nova York. A série\, capturada entre 2013 e 2025\, reflete sobre o ato de medir a própria existência dentro do fluxo em constante transformação do tempo. Suas caminhadas diárias pelas paisagens serenas de Katonah – Bedford Hills tornam-se um portal para revelar o extraordinário no ordinário\, para perceber o invisível e para moldar imagens novas e instigantes a partir disso. \nInspirada nessas caminhadas e em pesquisas sobre plantas sagradas\, a exposição apresentará 20 fotografias em grande formato\, uma instalação sonora intitulada Opium Whispers Sound Sculpture e a projeção de Last Survivors\, um filme de 30 minutos\, realizado no mesmo período. \nLast Survivors é uma meditação celebratória sobre a resiliência da natureza e o despertar da humanidade. Filmado na solidão da pandemia e revelado cinco anos depois\, o filme se ergue como tributo e profecia\, um lembrete urgente de que\, embora a humanidade possa sofrer\, a natureza persiste. Narrado pela atriz islandesa Hera Hilmar\, com roteiro de Costantini e Martín Hadis — especialista em Jorge Luis Borges e literatura nórdica —\, o filme conta uma história de perda\, sobrevivência e transcendência. A trilha evocativa\, composta pelo próprio Costantini com sua banda The Orpheists\, entrelaça-se à narrativa\, criando uma atmosfera de luto e esperança. \nEm diálogo com as fotografias\, o coletivo formado por Delfina Braun\, Edo Costantini e Delfina Muniz Barreto apresenta novas esculturas em bronze que habitam silenciosamente as galerias do museu. Combinando suas disciplinas — escultura\, som e instalação —\, o trio explora as formas e ritmos da natureza\, celebrando a beleza das flores e de outros elementos vivos\, refletindo sobre a ligação entre dor e cura. “Cada um de nós contribuiu com seu conhecimento\, e juntos exploramos diferentes dimensões\, tempos e espaços”\, afirmam. \nAs obras mais recentes exploram o que está além da visão: as forças ocultas essenciais ao nosso ser. Duas esferas evocam a magia silenciosa do micélio\, a rede invisível por meio da qual o mundo natural se conecta e se regenera. Dessa teia subterrânea emergem duas esculturas em diferentes escalas\, inspiradas no raro e fascinante cogumelo conhecido como “véu-de-noiva” (lady’s veil). Reconhecido por sua beleza exótica e há muito valorizado por suas propriedades medicinais e restauradoras\, ele se torna aqui tanto uma forma natural quanto uma metáfora de resiliência e renovação. \nAlém disso\, como parte da exposição\, será publicado um catálogo em capa dura\, encadernado em tecido\, com uma fotografia central na capa. Com 110 páginas\, ele traz reproduções integrais das obras expostas\, bem como textos de Nicolas Martin Ferreira\, Paulo Herkenhoff e Barbara Golubicki\, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a exploração de uma década de Costantini em torno da natureza\, da luz e da conexão humana com o ambiente.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/atraves-do-veu-verde-de-edo-costantini-no-mac-niteroi/
LOCATION:MAC Niterói\, Mirante da Boa Viagem\, s/nº – Boa Viagem\, Niterói\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/unnamed-19-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250906T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251116T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250910T211929Z
LAST-MODIFIED:20250910T211929Z
UID:64739-1757160000-1763316000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Poéticas do Ruído na Coleção do Instituto PIPA" no Paço Imperial
DESCRIPTION:Andréa Hygino\, “Feijão”\, 2022\, da série “Tipos de comer”. Foto: Robnei Bonifácio\n\n\n\n\nO Prêmio PIPA\, que realiza este ano sua 16ª edição\, apresenta os Artistas Premiados de 2025: Andréa Hygino\, Darks Miranda\, a dupla Gabriel Haddad & Leonardo Bora\, e Flávia Ventura. Entre os 73 artistas participantes\, com até 15 anos de carreira\, os quatro foram escolhidos pelo Conselho do PIPA por terem obras contundentes e representativas da pluralidade de poéticas e linguagens desenvolvidas no Brasil. Como parte da premiação\, cada um recebe uma doação de R$25 mil e realiza uma mostra conjunta no Paço Imperial\, no Rio de Janeiro\, de 06 de setembro a 16 de novembro\, em paralelo à exposição de obras do Instituto PIPA.  \nA abertura no dia 06 de setembro contou com uma conversa com os premiados\, conduzida por Lucrécia Vinhaes\, co-fundadora do Instituto PIPA\, e Luiz Camillo Osorio\, curador do Instituto. No encontro\, Andréa\, Darks\, Gabriel & Leonardo\, e Flávia abordaram os trabalhos selecionados para a exposição\, suas pesquisas e trajetórias.  \nOs quatro Artistas Premiados dividem a sala Terreiro com obras justapostas\, posicionadas de forma a evidenciar as permeabilidades possíveis e aumentando sua potência como conjunto. Sem uma expografia rígida\, os artistas criam juntos um espaço de forma fluida.  \nPara a mostra\, a carioca Andréa Hygino selecionou trabalhos em diversas mídias\, como fotografias\, esculturas\, telas e monotipias\, incluindo obras inéditas. A artista\, que atua também como arte-educadora e professora\, se debruça sobre o ambiente da escola\, os processos de aprendizado\, adestramentos\, disciplina e repetição\, usando a desobediência escolar como metáfora para a desobediência civil. Assim\, Andréa entrelaça sua prática docente à sua pesquisa artística\, e levanta\, em seus trabalhos\, reflexões sobre a condição do ensino público no Brasil\, como na série “Tipos de comer” (2022)\, que traz ao Paço Imperial. No trabalho fotográfico\, Hygino forma as palavras “arroz”\, “feijão” e “carne” sobre sua língua com macarrão de letrinhas\, em referência aos alimentos da cesta básica\, entrelaçando o sistema público de ensino com nutrição e fome no Brasil. Suas obras criam\, ainda\, relações entre o corpo de estudantes e a disciplina escolar\, como nas esculturas que estarão na mostra: “Descansologia II (cadeira para Michele)” e “Ambidestra II”\, de 2024\, e “Saída de Emergência”\, de 2022\, em que cadeiras de sala de aula representam questões da vivência estudantil. \nDarks Miranda\, natural de Fortaleza e residente do Rio de Janeiro\, além de artista\, é também cineasta. Em seu trabalho\, usa a montagem como procedimento e linguagem\, e investiga o imaginário da ficção científica do século passado para refletir sobre o fracasso do projeto ocidental modernizante e suas noções de futuro e progresso. Na exposição\, Darks apresentará 2 trabalhos em vídeo\, nos quais se utiliza da superposição e do excesso\, criando composições e universos visuais em um meio termo entre ficção e realidade performática. A atmosfera própria da artista também será construída com esculturas inéditas em cerâmica.  \nJá Flávia Ventura\, artista de Belo Horizonte que vive e trabalha em São Paulo\, levará às paredes do Paço 3 telas: “A festa das mulheres”\, “Pequena Morte”\, e Sem Título. Os trabalhos em acrílica são um recorte de sua pesquisa\, que investiga o corpo como dispositivo mutável de experimentação sensível\, propondo o deslocamento de discursos e protagonismos em relação à sexualidade\, gênero\, poder e violência. Suas telas criam inversões no regimes de visibilidade da erotização\, e a artista utiliza a abstração como estratégia de ambiguidade\, propondo corpos que fluem de gênero e se confundem com animais\, plantas\, objetos e paisagens\, dissolvendo hierarquias entre essas existências. \nPor fim\, a dupla Gabriel Haddad e Leonardo Bora trará os fazeres e as artes do Carnaval das escolas de samba para o Paço Imperial. Gabriel é natural de Niterói (RJ) e Leonardo de Irati (PR)\, e ambos trabalham no Rio de Janeiro. Os multiartistas\, que já desenvolveram narrativas escritas e visuais para diversas agremiações sambistas\, criaram uma instalação especialmente para a mostra. O trabalho inédito costura dois desfiles: “O Rei que Bordou o Mundo” (2018)\, narrativa idealizada para o GRES Acadêmicos do Cubango\, na Série Ouro\, e o desfile de 2022 do GRES Acadêmicos do Grande Rio\, “Fala\, Majeté! Sete Chaves de Exu”\, campeão do Grupo Especial. Na obra\, que tem como base um globo de ferro\, Gabriel e Leonardo entrelaçam início e fim\, refletindo sobre os processos da criação de um desfile\, com suas memórias\, gambiarras\, acabamentos\, fios elétricos e tubos plásticos. Misturam processo e resultado\, em um prática criativa que está ligada aos “restos do carnaval” – referência à prosa de Clarice Lispector. A instalação será acompanhada\, ainda\, de um texto dos artistas sobre o trabalho. \nSobre as poéticas apresentadas\, o curador Luiz Camillo Osorio destaca que “Esta rearticulação entre pertencimento e estranhamento diante da cultura visual hegemônica mobiliza a criação de novos repertórios críticos e regimes de recepção para a arte contemporânea. Os quatro artistas premiados em 2025 evidenciam tais características”. A exposição no Paço Imperial é uma celebração dessas quatro expressões. \n“Poéticas do Ruído na Coleção do Instituto PIPA” \nAlém de trabalhos dos quatro Premiados de 2025\, o Instituto PIPA apresenta no Terreirinho\, sala localizada em frente ao Terreiro\, a exposição “Poéticas do Ruído na Coleção do Instituto PIPA”. A mostra tem curadoria de Alexia Carpilovsky – que integra a equipe do Prêmio desde 2019 – com supervisão de Luiz Camillo Osorio\, Lucrécia Vinhaes e Carla Marins. São cerca de 19 trabalhos de artistas que fazem parte da história do Prêmio PIPA\, como participantes ou vencedores de edições anteriores.  \nEscutar as rasuras e os vestígios. A exposição parte do ruído como instrumento que revela e que faz lembrar: algo que irrompe\, que desestabiliza\, criando estranhamentos. As obras costuram\, remendam\, recortam e escrevem por cima\, nos convidando a pensar o que foi apagado e o que nunca foi escrito: uma “Sobreposição da história”\, como fala a obra de Gê Viana\, e “Reflorestar Nossa Gente” como anuncia a de Hal Wildson. A escrita em si também permeia a exposição como um meio de construir realidades – de criar corpo pela palavra. Aqui\, para além dos materiais\, os tempos estão sobrepostos.  \nCompõem a mostra trabalhos de Agrade Camíz\, André Azevedo\, Cadu\, Coletivo Coletores\, Denilson Baniwa\, Dyana Santos\, Eduardo Berliner\, Fabrício Lopez\, Gê Viana\, Hal Wildson\, Íris Helena\, Luiz d’Orey\, Randolpho Lamonier\, Virginia de Medeiros\, e Xadalu Tupã Jekupé.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/poeticas-do-ruido-na-colecao-do-instituto-pipa-no-paco-imperial/
LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/17-Andrea-Hygino.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250910T140000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251214T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250910T212424Z
LAST-MODIFIED:20250910T212424Z
UID:64742-1757512800-1765735200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Transformai as Velhas Formas do Viver" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Aline Motta\, “Se o mar tivesse varandas #4”\, 2017. Cortesia Casa Museu Eva Klabin \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir do dia 10 de setembro\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Transformai as velhas formas do viver\, um percurso que reúne obras de Claudia Andujar\, Aline Motta e vasos rituais da Coleção Eva Klabin\, com curadoria de Camilla Rocha Campos’. A mostra ocupará diversos ambientes da casa\, e ficará em cartaz até 14 de dezembro. \nA exposição Transformai as velhas formas do viver propõe um mergulho em registros éticos\, poéticos e materiais que desconstroem a hegemonia do olhar ocidental e reinscrevem no presente temporalidades insurgentes. \nReunindo obras de Claudia Andujar\, Aline Motta e vasos rituais da Coleção Eva Klabin\, a mostra apresenta imagens\, formas e narrativas como evidências sensíveis de valor social e lastro de conhecimento. A fotografia\, a instalação\, o desenho e os artefatos não operam aqui como objetos estéticos\, mas como testemunhos. Eles são expressões de uma arqueologia do presente capaz de desenterrar aquilo que foi silenciado ou transformado em ruína. \nAs obras de Claudia Andujar revelam mais do que uma paisagem: desvelam mundos. Suas fotografias com Amazônicas não apenas documentam\, mas se tornam vestígios de convivência\, de escuta radical e de reconfiguração de linguagem. De modo semelhante\, Aline Motta\, ao trabalhar memória\, território e ancestralidade\, ativa o tempo como corpo fluído\, fragmentado\, atlântico\, onde passado e futuro são também indissociáveis do agora. Ambas constroem uma prática de resistência imagética e política\, comprometida com o testemunho e a reconstrução\, em uma lógica que se aproxima da arquitetura forense: campo onde a arte opera como evidência\, onde o sensível torna-se documento vivo. \nCamilla Rocha Campos\, curadora.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/transformai-as-velhas-formas-do-viver-na-casa-museu-eva-klabin/
LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Aline-Motta-Se-o-mar-tivesse-varandas-4-2017-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250912T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251125T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250911T171834Z
LAST-MODIFIED:20250911T171834Z
UID:64816-1757671200-1764093600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Carne da Terra" de Maria Antonia no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Obra de Maria Antonia. Crédito: Gabi Carrera / Divulgação\n\n\n\n\n\n\n\nA artista visual Maria Antonia apresenta a exposição/projeto inédita “Carne da Terra”\, a partir do dia 12 de setembro de 2025 (sexta-feira)\, no Museu do Amanhã\, no centro do Rio de Janeiro. É a primeira solo de pintura imersiva de uma artista mulher no espaço institucional e\, que acontece durante a semana da ArtRio\, principal feira da cidade que acontece na Marina da Glória. \nO texto crítico é da curadora Fernanda Lopes e a expografia fica por conta da arquiteta Gisele de Paula\, responsável também pela 36ª Bienal de São Paulo\, que acontece no Pavilhão Ciccillo Matarazzo. A mostra segue aberta à visitação até o dia 25 de novembro de 2025. Este projeto foi contemplado pelo edital Pró-Carioca\, programa de fomento à cultura carioca\, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro\, através da Secretaria Municipal de Cultura. \nLimites da pintura e da imagemConcebida como uma arena viva de experiências\, a exposição reúne pinturas de grande escala\, esculturas táteis\, sons e realidade aumentada\, criando encontros entre gestos ancestrais e recursos tecnológicos contemporâneos. O projeto\, que é desdobramento mais recente da investigação de mais de 10 anos da artista\, versa sobre os limites da pintura e da imagem\, construindo ambientes pictóricos e imersivos nos quais o público é convidado a estar presente. Em sua instalação\, Maria Antonia traz para os dias de hoje\, questões essenciais da história da arte e como elas se configuram no mundo contemporâneo. \n“Carne da Terra é um ambiente-vivo que convida o público a ativar sua percepção\, explorando outros sentidos para além do olhar. Neste espaço\, o mundo real\, também alimentado pela audição e o tato\, amplia seus contornos ao incorporar o universo virtual\, e o uso de ferramentas presentes em nosso cotidiano\, como a inteligência artificial e a realidade aumentada. Ao caminhar pelo universo construído pela artista\, pinturas e esculturas pensadas especialmente para essa instalação\, ganham novos contornos com ferramentas virtuais desenvolvidas para ampliar as possibilidades da pintura a partir da interação com o público”\, diz a curadora Fernanda Lopes no texto crítico.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/carne-da-terra-de-maria-antonia-no-museu-do-amanha/
LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/E_2507_4179_GabiCarreraFOTO.baixa_.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250913T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260308T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250907T202224Z
LAST-MODIFIED:20250907T202302Z
UID:64643-1757757600-1772992800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Carmen Portinho: modernidade em construção" no MAM Rio
DESCRIPTION:Participantes do II Congresso Internacional Feminista em excursão ao Recreio dos Bandeirantes. Fotografia\, sem autoria identificada\, [jun.] 1931. Arquivo Nacional \nO Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) inaugura\, em 13 de setembro de 2025\, a exposição documental Carmen Portinho: modernidade em construção\, com curadoria de Aline Siqueira\, Raquel Barreto e Pablo Lafuente\, e assistência curatorial de José dos Guimaraens. \nA mostra homenageia a engenheira\, urbanista e militante feminista Carmen Portinho (1903–2001)\, protagonista do modernismo brasileiro e referência na luta pela igualdade de gênero\, pelo direito à cidade e habitação popular. \n“Mais do que um percurso biográfico\, a exposição propõe questionamentos sobre como a vida e as ações de Carmen Portinho iluminam os desafios atuais de construção da cidade e do país que queremos. Sua obra\, coletiva por excelência\, afirma o modernismo como projeto político e cultural de emancipação social”\, pontua Yole Mendonça\, diretora executiva do MAM Rio. \nAo longo de sua vida\, Carmen Portinho foi ativista dos direitos das mulheres\, urbanista\, crítica de arte e militante pela cultura e pela liberdade. Nos anos 1950\, integrou a gestão do MAM Rio como diretora executiva adjunta\, coordenando a construção da sede definitiva do museu projetada por Affonso Eduardo Reidy. Esses múltiplos engajamentos\, que atravessam quase todo o século 20\, integram o projeto moderno em sua acepção mais ampla: a construção de uma sociedade e de um país mais justos por meio de saberes e tecnologias\, novos e antigos\, a serviço da emancipação individual e coletiva. \nA exposição reúne mais de 300 documentos históricos de diferentes acervos\, organizados em três núcleos — “moradia e habitação popular”\, “feminismo” e “arte e educação” — além de uma seção dedicada à Revista Municipal de Engenharia\, veículo fundamental para a difusão do modernismo no Brasil. \nEm diálogo com esse vasto material\, obras comissionadas especialmente para a mostra aproximam o legado de Portinho de questões contemporâneas: um vídeo da cineasta\, antropóloga e artista visual Milena Manfredini e uma instalação do artista baiano Rommulo Vieira Conceição revisitam o Pedregulho (conjunto habitacional no bairro de Benfica)\, enquanto o projeto instalativo da artista carioca Ana Linnemann propõe modos de viver e trabalhar inspirados na urbanista. E em entrevista realizada pela cineasta Ana Maria Magalhães em 1995\, Portinho compartilha reflexões sobre sua vida e trabalho. \n“Carmen Portinho atravessa o século 20 como protagonista de lutas que permanecem atuais: habitação\, educação\, arte e igualdade de gênero. A exposição não apenas revisita sua trajetória\, mas nos convida a refletir sobre o que foi feito e o que ainda precisa ser conquistado”\, afirma Pablo Lafuente\, diretor artístico do MAM Rio. \nMoradia e habitação popular \nNa virada do século 20\, políticas higienistas e remoções marcaram a vida da população de baixa renda no Rio. Foi nesse contexto que Carmen Portinho consolidou sua atuação à frente do Departamento de Habitação Popular (DHP)\, criado em 1946. \nComo diretora-geral\, implantou projetos de grande escala baseados no conceito de “unidade de vizinhança”\, que integrava moradia\, escola\, lazer\, saúde e comércio em bairros autossuficientes. \nO Conjunto Residencial Prefeito Mendes de Moraes (Pedregulho)\, projetado por Affonso Eduardo Reidy a partir das ideias de Portinho\, tornou-se um marco do modernismo brasileiro\, premiado na 1ª Bienal de São Paulo (1951) e celebrado internacionalmente. \nOutros empreendimentos\, como o Conjunto Residencial Marquês de São Vicente\, em São Conrado\, e os conjuntos de Paquetá e Vila Isabel\, reafirmaram a ambição de aliar arquitetura\, urbanismo e justiça social. Apesar das críticas ao alto custo e à complexidade dos projetos\, suas soluções ainda hoje são referências em concepção arquitetônica e qualidade de construção. \n“O núcleo de Pesquisa do MAM Rio\, em geral\, trata a Carmen Portinho a partir de sua atuação como diretora executiva adjunta e de suas ações no contexto das práticas e das realizações do museu. Esta exposição nos permite exercitar um novo ponto de vista\, muito mais amplo e com reconhecimento justo de suas frentes de atuação profissional tão diversas. Falar sobre esses outros aspectos da trajetória de Portinho é muito envolvente e gratificante\, e nos ajuda a reforçar sua importância não somente para o MAM Rio\, mas para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil”\, completa Aline Siqueira\, coordenadora de Pesquisa e Documentação do museu. \nFeminismo \nPortinho foi também protagonista do movimento feminista no Brasil desde os anos 1920\, ao lado de Bertha Lutz\, Almerinda Gama e outras sufragistas. \nParticipou de campanhas pelo voto feminino — conquistado nacionalmente em 1932 —\, fundou a União Universitária Feminina e foi uma das primeiras mulheres a ingressar e se destacar em áreas tidas como masculinas\, como a engenharia e o urbanismo. \nEm 1937\, ajudou a criar a Associação Brasileira de Engenheiras e Arquitetas\, fortalecendo redes de apoio profissional. Décadas mais tarde\, em 1987\, foi escolhida para entregar a “Carta das Mulheres” ao presidente da Câmara\, Ulysses Guimarães\, durante o processo de elaboração da Constituição Federal\, tornando-se elo entre as lutas do início do século 20 e as conquistas contemporâneas. \nArte e educação \nO vínculo com a arte acompanhou Carmen Portinho ao longo de toda a vida. \nNos anos 1950\, integrou a gestão do MAM Rio como diretora executiva adjunta\, coordenando exposições e a construção da sede definitiva do museu\, projetada por Reidy. \nNa instituição\, consolidou o museu como centro de arte e educação\, apoiando iniciativas como o Ateliê de Gravura\, que formou uma geração de artistas na década de 1960. \nPosteriormente\, como diretora da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI) entre 1967 e 1988\, garantiu a consolidação da primeira escola de design da América Latina\, promovendo um diálogo inovador entre arte\, design e pedagogia. \nRevista Municipal de Engenharia \nFundada em 1932 a partir de sua iniciativa\, a Revista Municipal de Engenharia foi um dos principais veículos de difusão do pensamento modernista em arquitetura\, urbanismo e engenharia no Brasil. \nPublicou textos de Lucio Costa\, Oscar Niemeyer e Le Corbusier\, além de artigos da própria Portinho\, incluindo o anteprojeto de sua autoria para a nova capital do país\, no Planalto Central — visão que antecipou princípios depois incorporados por Costa em Brasília.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/carmen-portinho-modernidade-em-construcao-no-mam-rio/
LOCATION:MAM Rio\, 85 Av. Infante Dom Henrique Parque do Flamengo\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Participantes-do-II-Congresso-Internacional-Feminista-em-excursao-ao-Recreio-dos-Bandeirantes-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250913T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251115T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250916T182324Z
LAST-MODIFIED:20250916T182324Z
UID:64892-1757761200-1763233200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Título Provisório" na Nonada ZN
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Daniel Barreto – Divulgação\n\n\n\n\nCada vez mais ligada à arte\, a Kenner vai patrocinar a exposição “Título Provisório”\, que será inaugurada neste sábado (13)\, na Penha – Zona Norte do Rio de Janeiro –\, e ficará aberta ao público até 15 de novembro. A iniciativa reforça o compromisso da marca em valorizar manifestações culturais independentes\, descentralizadas e com raízes na comunidade. Integrando o circuito ArtRio\, a mostra coletiva vai reunir\, em uma fábrica desativada\, obras de oito brasileiros que exploram como as cadeias produtivas podem aproximar as pessoas e se transformar em linguagem artística. \nPinturas\, esculturas\, fotografias\, performances sonoras\, vídeos e instalações fazem parte da programação\, que também contará com visitas guiadas e bate-papo com o público. Gerente de Comunicação da Kenner\, Mariana Egert pontua que o incentivo posiciona a marca como agente ativo de experiências acessíveis que criam conexões ricas e que promovem diálogos culturais na sociedade. \n“Apoiar a arte independente é mostrar uma preocupação social que envolve tanto os artistas quanto com os moradores da região. E isso acontecer justamente no subúrbio é muito significativo\, porque a Zona Norte do Rio é plural demais e acaba\, muitas vezes\, ficando de fora desses circuitos culturais. Essa é uma oportunidade de dar ainda mais visibilidade à produção artística e engajar a comunidade local”\, afirma Mariana. \nObras criadas por Rafael Meliga\, Bruna Lamego\, Daniel Barreto\, Daniel Olej\, Gabriela Mureb\, Helô Duran\, Lucas Pires e Mbé formam o acervo da exposição\, que\, como provoca em seu nome\, busca pontuar como a noção de transitoriedade dialoga com a arte em processo\, que se constrói no trabalho diário e na relação com estruturas externas.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/titulo-provisorio-na-nonada-zn/
LOCATION:Nonada Zona Norte\, Rua Conde de Agrolongo\, 677 - Penha\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/unnamed-5-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250924T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251117T200000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250923T144625Z
LAST-MODIFIED:20250923T144625Z
UID:65013-1758704400-1763409600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"José Pedro Croft: reflexos\, enclaves\, desvios" no CCBB RJ
DESCRIPTION:José Pedro Croft\, Sem título\, 2017 – Divulgação \nO Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura\, no dia 24 de setembro de 2025\, a grande exposição “José Pedro Croft: reflexos\, enclaves\, desvios”\, com cerca de 170 obras do renomado artista português. Com curadoria de Luiz Camillo Osorio\, a mostra\, que ocupará todo o primeiro andar e a rotunda do CCBB RJ\, será composta\, principalmente\, por gravuras e desenhos\, apresentando também esculturas e instalações\, que ampliarão o entendimento sobre o conjunto da obra do artista e sobre os temas que vem trabalhando ao longo de sua trajetória\, como o corpo\, a escala e a arquitetura. Esta será uma oportunidade de o público ter contato com a obra do artista\, que já realizou exposições individuais em importantes instituições\, como no Pavilhão Português na 57a Bienal de Veneza\, na Itália (2017)\, na Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra\, em Portugal (2020)\, na Capela do Morumbi\, em São Paulo (2015)\, no Paço Imperial (2015)\, MAM Rio (2006)\, entre muitas outras. \nNa rotunda\, haverá uma instalação inédita\, criada especialmente para a mostra\, na qual\, através de um jogo de espelhos\, o público verá partes do prédio histórico do CCBB RJ refletido\, como um grande quebra-cabeça. Ao olhar de cima\, será criado um espaço negativo\, com a imagem do prédio invertida\, dando a impressão de que a claraboia está no fundo de um grande poço com 40 metros de profundidade. A instalação vai ativar o ambiente\, integrando o espaço e obra\, assim como acontecerá em toda a exposição. \n“José Pedro Croft é um dos principais artistas portugueses da geração que se formou logo após a Revolução dos Cravos (1974). Ou seja\, teve sua trajetória artística toda vinculada aos ideais de liberdade\, cosmopolitismo e experimentação. Trata-se de uma poética visual que se afirma no enfrentamento da própria materialidade das linguagens plásticas: a linha\, o plano\, a cor\, o espaço. Sempre levando em conta sua expansão junto à arquitetura e ao corpo (inerente aos gestos do artista e à percepção do espectador)”\, conta o curador Luiz Camillo Osorio. \nA exposição é composta a partir da potência plástica das gravuras e dos desenhos que se articulam com a vertigem espacial das esculturas\, com seus vazios e espelhos. As gravuras\, suporte com o qual o artista trabalha desde a década de 1990\, ocuparão a maior parte da exposição\, incluindo obras em grandes escalas\, com tamanhos que chegam a 140X243cm. “A gravura é um trabalho de grande ciência física e artesanal\, com muito rigor e entrega. Não é algo secundário. Para mim\, é uma âncora do meu trabalho. Há coisas que fiz em gravura\, que vão me dar soluções para o meu trabalho em escultura”\, afirma o artista. Diversas séries\, de anos distintos\, sendo muitas feitas sobre a mesma chapa de metal\, aguçarão a percepção do público. “Ver não é reconhecer. As muitas variações no interior das séries gráficas conduzem o olhar para dentro do processo em que repetição e diferença se potencializam. A atenção para o detalhe é uma convocação política em uma época de dispersão interessada”\, diz o curador. \nA gravura é tão importante na obra do artista que muitos desenhos que serão apresentados na mostra foram feitos sobre as provas das gravuras. “Eu as uso como uma memória e desenho por cima com linhas de nanquim super finas\, com 0\,25 milímetros cada\, criando volumes. Faço os desenhos à mão\, trazendo esse mundo de imagens de pixels para a nossa realidade\, que é física ainda. É uma maneira de resistir a velocidade de estarmos sempre ligados a um excesso de estímulos”\, ressalta Croft. \nTambém farão parte da mostra seis esculturas\, sendo quatro inéditas\, criadas especialmente para a exposição. Todas feitas em ferro\, espelho e vidro. “Há uma articulação interna entre o enfrentamento exaustivo da chapa de metal das gravuras com os deslocamentos ópticos e os desvios insinuantes de suas esculturas. O metal\, o vidro\, os espelhos\, a linha\, a cor\, a memória gráfica\, as sobreposições\, a instabilidade; tudo isso reverbera entre as gravuras\, os desenhos e as esculturas”\, diz o curador.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/jose-pedro-croft-reflexos-enclaves-desvios-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB\, 66 R. Primeiro de Março Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Croft_gravura_SEm-titulo_2017_Agua-tinta-agua-forte-maneira-negra-e-ponta-seca_50X40-3-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20250925T120000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260308T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20250923T150934Z
LAST-MODIFIED:20250923T150934Z
UID:65016-1758801600-1772992800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Pinturas Nômades" de Beatriz Milhazes na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Beatriz Milhazes\, “A mosca”\, 2012. Foto: Manuel Águas & Pepe Schettino\n\nA Casa Roberto Marinho (CRM) inaugura\, em 25 de setembro de 2025\, Pinturas Nômades\, exposição da artista plástica carioca Beatriz Milhazes\, expoente da arte contemporânea internacional. Sob a curadoria de Lauro Cavalcanti\, a mostra apresenta pela primeira vez no país a reprodução de projetos arquitetônicos desenvolvidos pela artista em quatro continentes — Europa\, América do Norte\, América do Sul e Ásia.A individual celebra duas décadas da atuação de Milhazes no campo das instalações pictóricas em espaços arquitetônicos e institucionais. \nProduzida pela Casa Roberto Marinho\, Pinturas Nômades constitui um panorama único: reúne intervenções site-specific realizadas na Ópera de Viena; na Tate Modern\, em Londres; na loja Selfridges\, em Manchester; no metrô de Londres; na Fundação Cartier\, em Paris; no Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; no Long Museum\, em Xangai; e na Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; entre outras permanentes\, como no projeto Art House\, na Ilha de Inujima\, Japão\, e no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque. Esses projetos\, que formam o núcleo central da mostra\, são apresentados em maquetes\, estudos e painéis inéditos no Brasil\, permitindo ao público uma rara imersão na dimensão arquitetônica da obra de Beatriz. \nDe acordo com o curador\, estas intervenções de Milhazes\, realizadas entre 2004 e 2023\, consolidam uma pesquisa visual em diálogo com superfícies arquitetônicas. Utilizando principalmente vinil colorido\, pintura mural e cerâmica\, a artista desenvolve composições que exploram luz\, cor e transparência\, estabelecendo relações entre interior e exterior\, opacidade e translucidez\, desenho e arquitetura. \nEm projetos como Gávea (Selfridges & Co.\, Manchester\, Inglaterra\, 2004)\, Guanabara (Tate Modern\, Londres\, 2005)\, Peace and Love (Estação Gloucester Road\, Londres\, 2005) e O Esplendor I e II (Long Museum\, Xangai\, 2021; e Turner Contemporary\, Margate\, Reino Unido\, 2023)\, Milhazes transforma fachadas\, janelas e espaços de circulação em experiências sensoriais marcadas por formas orgânicas\, ritmos visuais e atmosferas poéticas. \n“Esses trabalhos\, apresentados em instituições e espaços como hospitais\, metrôs e edifícios residenciais\, conjugam arte e sua relação com a questão social\, de sustentabilidade\, e com o contexto urbano\, de forma sensível. Ao inserir elementos como mandalas\, listras\, elipses ou círculos em superfícies envidraçadas ou estruturas curvas\, as obras introduzem novas camadas de significado aos ambientes\, evocando paisagens abstratas\, referências culturais e memórias visuais. Em cada intervenção\, Milhazes amplia a experiência do espaço\, propondo um encontro entre pintura\, arquitetura e contemplação”\, observa Cavalcanti. \nA pintura é o tronco principal do trabalho de Beatriz e pontua poeticamente o percurso pela Casa\, como no caso das obras Mocotó (2007)\, A Mosca (2010/2012) e Lampião (2013/2014). \nBeatriz tem\, desde o início de sua prática\, uma longa relação de observação das variadas representações da natureza e da vida cotidiana encontradas na Arquitetura\, Arte Popular\, Arte Indígena\, Arte Decorativa e universo da Arte Aplicada e História da Arte. Desta forma\, a mostra apresenta ao público carioca uma sala dedicada a seu projeto especial para a 60ª Bienal de Arte de Veneza\, em 2024\, desenvolvido para o Pavilhão das Artes Aplicadas\, uma colaboração entre o Victoria and Albert Museum (V&A)\, em Londres\, e a Bienal. As pinturas O céu\, as estrelas e o bailado (2023) e Meia-noite\, Meio-dia (2023) são exibidas com a mesa de tecidos do acervo pessoal de Milhazes\, de diferentes culturas e regiões ao redor do mundo\, referência para o desenvolvimento das obras. Completa este espaço a tapeçaria inédita Dance in Yellow (2020). \nUma das salas é dedicada a um conjunto de 11 gravuras. De acordo com a artista\, “é a técnica que mais se aproxima plasticamente do resultado dos painéis e murais”\, uma conversa entre a arte gráfica como ponto de diálogo entre as duas práticas. \nA exposição contará também com apresentações de Marcia Milhazes Cia de Dança que apresentará criações recentes\, concebidas em diálogo direto com o universo da mostra. A recorrente colaboração entre as irmãs Milhazes nas exposições de Beatriz\, no Brasil e no exterior\, é marcada por encontros que articulam composições visuais e propostas coreográficas. \nO percurso expositivo e um projeto concebido para a Casa Roberto Marinho \nA escultura suspensa Mariola (2010–2015)\, que recebe os visitantes na primeira sala\, transporta elementos recorrentes da linguagem visual de Milhazes para o tridimensional\, e ganha destaque ao estabelecer diálogo com o espaço expositivo. \nAinda no térreo da Casa\, o público se encontra com a instalação Corumbê\, concebida especialmente para a exposição\, com vinis translúcidos aplicados nas cinco janelas em arco do salão principal. A obra tece conexões afetivas e estéticas com a arquitetura da antiga residência\, evocando referências a Djanira da Motta e Silva e às tradições populares de Paraty\, cidade de origem materna de Milhazes. \nA artista conta que\, no início do processo de concepção da mostra\, ao chegar na CRM para uma reunião com Cavalcanti\, “o grande salão térreo estava vazio e as janelas emolduravam o magnífico jardim de Burle Marx. Fui seduzida! Imediatamente me surgiu a imagem de um desenho vitral dialogando com a natureza externa e poeticamente envolvendo o espaço interno. Algo para contemplar\, conviver\, refletir”\, relembra Beatriz. “No desenho para as janelas em arco\, quase capelas\, a lembrança de Djanira se fez presente. Sua obra sempre foi uma referência para minha pintura e a Coleção Roberto Marinho tem peças masters desta artista. Minha família materna é originária de Paraty\, onde a tradição de festas religiosas é uma força e passei boa parte de minha infância e adolescência. Corumbê conta uma bela história\, uma história carioca.” \nNo mesmo espaço está instalado o painel Waving Flowers\, pintura em escala real desenvolvida originalmente para a Galeria Max Hetzler\, em Berlim. Trabalhada em cinco tons de cinza\, a obra surpreende pela força plástica dentro de uma paleta monocromática\, dialogando com o piso de losangos bicolores do salão da CRM e com os vitrais de Corumbê. Na sala seguinte\, três pinturas de Djanira\, pertencentes à Coleção Roberto Marinho\, reforçam o elo entre duas gerações de mulheres centrais na arte brasileira. \nA mostra se desenvolve em todo o piso superior\, em núcleos poéticos de contemplação\, revelando o papel da cor\, da ornamentação e da estrutura visual na construção de uma linguagem singular. Segundo Lauro Cavalcanti\, a disposição das obras “toca o sublime que a arte\, por vezes\, alcança”.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/pinturas-nomades-de-beatriz-milhazes-na-casa-roberto-marinho/
LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Beatriz-Milhazes__A-mosca_-Foto-Manuel-Aguas-Pepe-Schettino-1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251008T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260118T200000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T155910Z
LAST-MODIFIED:20251023T155910Z
UID:65848-1759914000-1768766400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Flávio Cerqueira: Um Escultor de Significados” no BBCC RJ
DESCRIPTION:Flávio Cerqueira\, “Para Dar Nome as Coisas”\, s.d. Divulgação. \nCelebrando 15 anos de carreira\, o escultor paulista Flávio Cerqueira apresenta pela primeira vez no Rio uma exposição individual com mais de 40 obras em bronze\, incluindo 3 inéditas. A mostra encerra sua turnê nacional pelas sedes do CCBB\, que já atraiu mais de 200 mil visitantes. \nA exposição convida o público à contemplação e à reflexão sobre temas como identidade\, raça\, classe e afeto\, por meio de esculturas que transformam o cotidiano em monumento. Destaque para O Jardim das Utopias\, espaço paisagístico criado em parceria com o paisagista Lula Câncio\, que propõe um respiro poético no coração da cidade. \n  \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/flavio-cerqueira-um-escultor-de-significados-no-bbcc-rj/
LOCATION:CCBB RJ\, Rua Primeiro de Março\, 66 – 2º andar\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/ParaDarNomeasCoisas01©RomuloFialdini.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251022T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251119T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T173523Z
LAST-MODIFIED:20251023T173523Z
UID:65865-1761127200-1763578800@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Bordas da Tarde” de Felipe Cohen no Silvia Cintra + Box 4
DESCRIPTION:Felipe Cohen\, “Resto de Luz” 2024. Divulgação. \n  \n“Bordas da Tarde” aprofunda a investigação de Felipe Cohen sobre a relação entre a passagem do tempo e a paisagem\, umeixo central em sua produção. A exposição reúne um conjunto de quatro trabalhos escultóricos em pedra\, vidro e madeira\, edez pinturas em acrílica sobre tela\, apresentadas em duas dimensões distintas\, todas inéditas. \nO trabalho de Cohen nesta exposição explora a intersecção entre a paisagem e a temporalidade. Elementos visuais recor-rentes\, como formas que se aproximam de ampulhetas e vales\, são empregados em composições bidimensionais e tridimen-sionais. A repetição da forma em “X” ou em losangos estabelece um vocabulário modular que busca materializar fenômenos \nabstratos – como o tempo e as sensações atmosféricas decorrentes dos efeitos da luz no espaço.Nas pinturas\, a abordagem construtiva dos espaços é definida pelas bordas e contornos. Estes elementos\, com variaçõesde brilho e tonalidade em relação aos seus fundos\, sugerem diferentes profundidades e topografias. A pesquisa pictórica searticula a partir de quatro componentes conceituais: sólido\, atmosférico\, luminoso e líquido\, delineando paisagens de valesatravés de uma estrutura formal rigorosa. \nAs esculturas complementam esta pesquisa\, traduzindo a mesma linguagem formal modular em materiais como a pedra\, ovidro e a madeira. A seleção material intensifica o diálogo com a natureza e com a percepção da passagem\, explorando asinterações entre densidade\, transparência e forma. \n“Bordas da Tarde” propõe um percurso expositivo que convida à observação das fronteiras entre o tangível e o conceitual\,através da sistematização de formas e da exploração da matéria. \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/bordas-da-tarde-de-felipe-cohen-no-silvia-cintra-box-4/
LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Felipe-Cohen-Resto-de-Luz.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251022T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20271122T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251021T145123Z
LAST-MODIFIED:20251021T145123Z
UID:65763-1761127200-1826910000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Costurar os sentidos" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Arthur Chaves. “Sem título”\, 2024. Divulgação. \nBordado\, tecido\, pintura\, colagem e poesia se entrelaçam em Costurar Sentidos\, exposição coletiva que será inaugurada no dia 22 de outubro de 2025\, às 19h\, no 2º piso da Anita Schwartz Galeria de Arte\, sob a curadoria de Cecília Fortes. A mostra reúne obras têxteis e derivações da costura como eixo central de criação\, explorando o gesto de costurar como metáfora de identidade\, memória e afeto. \n“São trabalhos permeados por motivos relacionados à construção e à afirmação de identidade\, ao resgate de memórias afetivas e à ressignificação de sentidos. Falam de questões sociais e temas sensíveis aos autores\, ao mesmo tempo em que expressam as suas origens e o caminho percorrido ao longo da jornada pessoal e artística”\, afirma Cecília Fortes. \nParticipam da exposição Arthur Chaves\, Dani Cavalier\, Duda Moraes\, Jeane Terra\, Renato Bezerra de Mello\, Rosana Palazyan e Yolanda Freyre. A seleção\, inicialmente orientada pela técnica\, acabou revelando pontos de convergência poética entre as obras\, que dialogam com o universo da costura e suas ressonâncias simbólicas. \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/costurar-os-sentidos-na-anita-schwartz/
LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Arthur-Chaves.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251022T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20271122T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251021T150428Z
LAST-MODIFIED:20251021T150428Z
UID:65769-1761127200-1826910000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Aparição" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Pedro Varela\, “Formigueiro” s.d. Divulgação. \nA Anita Schwartz Galeria de Arte inaugura\, em 22 de outubro de 2025\, às 19h\, a mostra Aparição\, individual de Pedro Varela\, com curadoria de Cecília Fortes. A exposição reúne pinturas inéditas\, além de uma instalação criada especialmente para o espaço da galeria. \nConhecido por investigar a cultura de massa e o imaginário digital\, Varela se afasta\, nesta nova fase\, do universo dos memes e das imagens das redes sociais para mergulhar em uma dimensão mais íntima e subjetiva\, marcada por questões de identidade\, medo e angústia. “É uma virada na minha produção”\, afirma o artista. “Aquelas inquietações que antes apareciam mediadas por ícones da cultura de internet agora surgem de forma direta\, como aparições que emergem do inconsciente.” \nSegundo a curadora Cecília Fortes\, “as obras apresentadas em Aparição dão continuidade à pesquisa de Pedro Varela sobre a geração ansiosa\, que sofre de insônia e vive imersa em pensamentos. O artista retoma a série de florestas\, agora numa paleta em preto e branco\, e nelas incorpora figuras fantasmagóricas e formigueiros de palavras\, que provocam o espectador. De forma irônica\, Varela desafia a norma estética do bom gosto e joga com dualidades como luz e sombra\, claro e escuro\, belo e caricato. Numa época de excessos\, destaque para uma grande instalação de recortes em branco sobre branco\, uma proposição de silêncio e pausa em contraposição ao turbilhão de estímulos vivenciados pela sociedade contemporânea.” \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/aparicao-na-anita-schwartz-galeria-de-arte/
LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Formigueiro-Pedro-Varela.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251023T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251122T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T174525Z
LAST-MODIFIED:20251023T191402Z
UID:65868-1761217200-1763838000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Achados e Perdidos” de Paulo Vieira na Galeria Movimento
DESCRIPTION:Paulo Vieira\, “Sem Título” \, 2025. Divulgação. \n  \n“Achados e Perdidos” de Paulo Vieira se aprofunda no retrato e no autorretrato realizados com uma técnica e minuciosidade absoluta\, para criar obras de grande impacto visual e que\, ao mesmo tempo\, nos obrigam a pensar em seus sentidos e dimensões estéticas. \n“A onipresença das câmeras e das telas digitais traz a impressão de que outros suportes e formas de circulação de imagens se tornaram obsoletos. É uma maneira precipitada de avaliar as coisas e que tem a ver com a ansiedade do nosso tempo\, que nos obriga a mudar a cada momento. Num mundo onde nada tem permanência\, qual seria o sentido de convivermos com objetos de longa duração\, como livros\, LPs\, gravuras ou pinturas? A pintura\, aliás\, já “morreu” várias vezes. Num epitáfio muitas vezes atribuído ao pintor francês Paul Delaroche (“Hoje a pintura está morta!”) \, ela já estaria nas últimas em 1839\,quando a máquina fotográfica de Louis Daguerre alcançou sucesso mundial. E “a partir desse momento\, a sociedade imunda se lança (…) à contemplação de sua imagem trivial sobre o metal. Uma loucura\, um fanatismo…”\, escreveu o poeta Charles Baudelaire anos depois. \nA pintura não apenas sobreviveu\, mas se transformou e se multiplicou. Assistiu à chegada do cinema\, foi decisiva por toda a modernidade\, conviveu com a arte contemporânea e seus novos conceitos e materiais\, ganhou fôlego nos anos 1980 e chegou ao século XXI dividindo espaço com o digital. Sua resiliência certamente não se deve a uma superioridade técnica ou histórica sobre outras mídias\, a despeito de sua longa tradição no campo da arte e uma indiscutível capacidade de se reinventar. Mas talvez por se manter como um campo de experimentação que continua vivo e capaz de fazer frente ao imediatismo com seu tempo expandido. \nEste é o espaço de Paulo Vieira\, uma palavra que aqui está um tanto deslocada\, pois os trabalhos desse artista não sãopropriamente “espaciais” ou tentativas de representação de um universo tridimensional sobre uma tela plana. Sua pintura se distancia da mimese\, a despeito de uma técnica soberba que poderia muito vagamente ser chamada de realista. E tampouco é possível enquadrá-la no surrealismo\, no simbolismo ou no fantástico\, termos sem aderência com seu processo criativo e com suas preocupações estéticas. O rigor de sua produção se distancia do automatismo\, enquanto questões esotéricas também são alheias ao exercício de clareza e concisão que realiza.” \n– MAURO TRINDADE \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/achados-e-perdidos-de-paulo-vieira-na-galeria-movimento/
LOCATION:Galeria Movimento\, 15 R. dos Oitis Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Sem-Titulo-Paulo-Vieira-Francis-Bacon.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251023T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251122T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T180453Z
LAST-MODIFIED:20251023T180453Z
UID:65870-1761217200-1763838000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“A Inquietante Estranheza do Lugar do Outro” no Centro Cultural Correios RJ
DESCRIPTION:Leda Gondim\, s.t. Divulgação. \n  \nReunindo 13 artistas de diferentes gerações\, práticas artísticas e visões de mundo\, “A Inquietante Estranheza do Lugar do Outro” propõe cogitar como a arte brasileira lida atualmente com essa conversão do habitual em não-familiar. Sob curadoria de Beth Ferrante e Margaret de Castro\, a coletiva será inaugurada no dia 8 de outubro\, no Centro Cultural Correios\, no Centro. \nAmbicionando inesperadas respostas poéticas que mesclam fatos da realidade\, fábulas e ficções humanas\, trata-se de realizações variáveis da pintura à instalação\, passando pela fotografia e escultura. Entre os artistas participantes estão: Alex Matheus da Hora\, Beth Ferrante\, Capilé\, Claudio Montagna\, Graça Pizá\, Júlia Garcia\, Katia Politzer\, Luis Bailey\, Reitchel Komch\, Not a Doctor\, Margaret de Castro e Solange Jansen. Haverá um trabalho de Leda Gondim (in memorian)\, homenagem das curadoras a sua mãe. \nSegundo o ensaio ‘Das Unheimliche’ de Freud (publicado em 1919\, ano que se segue ao fim da Primeira Grande Guerra)\, tudo o que nos é familiar\, se reprimido\, há de retornar de forma assustadora. Viriam daí – sob instante de suspensão entre o que reconhecemos\, mas não podemos compreender – os sentimentos de estranheza e inquietação\, ambos desestabilizadores de verdades questionáveis ou dogmáticas. \nQuer enquanto dispositivos plástico-visuais relacionáveis a uma história da arte contemporânea\, quer agentes simbólicos para representação de estranhamentos próprios a uma sociedade ‘fluída’ e de sujeitos sem unidade psíquica (a essa altura da terceira década do século 21)\, essas obras se pensam hipóteses acerca do custo existencial por transformarmos choques em hábitos; ou ainda\, nos indagar sobre a anestesia de cotidianos difusos a que estamos submetidos fatalmente ꟷ e cujas omissões hão de nos assombrar com a fúria dos ressentimentos. \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/a-inquietante-estranheza-do-lugar-do-outro-no-centro-cultural-correios-rj/
LOCATION:Centro Cultural Correios Rio de Janeiro\, R. Visc. de Itaboraí\, 20 - Centro\, Rio de Janeiro\, São Paulo\, 20010-060\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Leda-Gondim.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251024T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251220T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251022T173019Z
LAST-MODIFIED:20251022T173019Z
UID:65794-1761300000-1766253600@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Eu estou aqui com toda minha gente" de Jaime Lauriano na Nara Roesler Rio de Janeiro
DESCRIPTION:Jaime Lauriano. “Entradas em Minas Gerais”\, 2025. Divulgação. \n  \nJaime Lauriano (1985\, São Paulo)\, um dos artistas mais reconhecidos de sua geração\, e que tem como principal interesse em seu trabalho discutir a história do Brasil sob a perspectiva da população negra\, apresenta obras inéditas\, produzidas este ano\, na Nara Roesler Rio de Janeiro. As obras expostas refletem um momento mais reflexivo e intimista do artista\, e transitam de percepções subjetivas até as marcadamente sociais e políticas\, já conhecidas de seu trabalho. Jaime Lauriano é o autor das obras inscritas nas pedras portuguesas da entrada do Museu de Arte do Rio (MAR): a criada em 2023\, com os nomes das doze regiões da Áfricaque forneceram por meio de ações violentas a mão de obra escravizada levada ao Brasil\, e a frase “A história do negro é uma felicidade guerreira” (2018)\,um verso da música “Zumbi\, a felicidade guerreira” (1984)\, de Gilberto Gil e Wally Salomão\, composta para o filme “Quilombo”\, de Cacá Diegues. O título da exposição na Nara Roesler Rio de Janeiro\, “Eu estou aqui com toda minha gente”\, é retirado da música “A Força da Jurema”\, de Mateus Aleluia\, Dadinho e Heraldo\, gravada em 1973 pelo grupo Os Tincoãs\, que remete à ideia de cura\, aos orixás\, e faz uma homenagem a Oxum. \nNo espaço maior do térreo da galeria\, estarão\, na parede frontal\, quatro objetos da série “Pencas”\, com esculturas de latão banhadas em cobre\, penduradas em couro com argolas de latão\, feitas este ano. As esculturas têm a forma de jatobás\, búzios\, um ogó de Exu\, sinos\, agogôs\, quartinhas\, alguidar\, canecas\, pemba\, cachimbo e cabaça\, elementos da ritualística do candomblé e da umbanda\, de modo a criar uma espécie de ofertório para a cultura afro-brasileira e a sua resistência ao longo da História do Brasil. Jaime Lauriano alude neste trabalho às joias crioulas dos séculos XVIII e XIX\, consideradas um patrimônio da Bahia e da cultura afro-brasileira\, que marcam a resistência negra contra o regime escravocrata\, sendo uma das manifestações artísticas afrodescendentes mais antigas no país.  \n  \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/eu-estou-aqui-com-toda-minha-gente-de-jaime-lauriano-na-nara-roesler-rio-de-janeiro/
LOCATION:Nara Roesler  Rio de Janeiro\, R. Redentor\, 241 - Ipanema\, Rio de Janeiro - RJ\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/57555-Jaime-Lauriano-Entradas-em-Minas-Gerais-2025-_FlavioFreire_high_1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251029T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260202T200000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T153928Z
LAST-MODIFIED:20251023T153928Z
UID:65842-1761728400-1770062400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Manguezal” no CCBB RJ
DESCRIPTION:Enrico Marone. s.t. Divulgação. \n“Manguezal” é uma exposição dedicada exclusivamente aos manguezais brasileiros. \nCom curadoria de Marcelo Campos e produção do Andrea Jakobsson Estúdio\, a mostra propõe uma imersão artística\, científica e cultural nesse ecossistema vital\, ampliando os temas do livro homônimo realizado em parceria com a Cátedra UNESCO do Instituto Oceanográfico da USP. \nA exposição reúne cerca de 50 obras de 25 artistas brasileiros\, entre eles Lasar Segall\, Hélio Oiticica\, Annia Rízia\, Gabriel Haddad & Leonardo Bora\, Uýra Sodoma\, Celeida Tostes e Frans Post\, explorando o manguezal como espaço de vida\, resistência\, ancestralidade e inspiração. \nA mostra destaca o papel dos manguezais como berçários marinhos\, barreiras naturais\, sequestradores de carbono e fontes de sustento para comunidades tradicionais. \n  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/manguezal-no-ccbb-rj/
LOCATION:CCBB RJ\, Rua Primeiro de Março\, 66 – 2º andar\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/0M2A4197_CB_52x3374.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251030T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260321T200000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251028T145007Z
LAST-MODIFIED:20251028T145007Z
UID:65958-1761818400-1774123200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Adiar o fim do mundo” na FGV Arte
DESCRIPTION:Denilson Baniwa\, “A revolta das Jubartes\,” 2023. Divulgação. \nA FGV Arte inaugura\, em 29 de outubro de 2025\, a exposição Adiar o fim do mundo\, com curadoria de Paulo Herkenhoff e Ailton Krenak\, pensador indígena\, escritor e ativista ambiental\, membro da Academia Brasileira de Letras e uma das vozes mais influentes do pensamento contracolonial contemporâneo. Coincidindo com o período da COP 30\, a mostra articula arte\, ecologia e filosofia em torno de um enunciado que é\, ao mesmo tempo\, uma advertência e um convite: adiar o fim do mundo é reinventar o presente. \nInspirada na produção e no pensamento de Krenak\, a exposição reúne mais de 100 obras de diferentes períodos e contextos culturais\, com técnicas e suportes que abordam as urgências da crise ambiental\, o legado do colonialismo\, o racismo estrutural e os modos de resistência dos povos originários e das comunidades tradicionais. \nMais do que uma metáfora\, Adiar o fim do mundo é uma proposição estética e política que entende a arte como instrumento de reencantamento do mundo e de reconstrução das relações entre humanos e natureza. \n“Não se trata de uma exposição sobre o fim\, mas sobre a continuidade da vida”\, afirma Herkenhoff. “A arte aqui é compreendida como um território de insurgência e imaginação\, capaz de propor novas alianças entre corpo\, natureza e espírito. O diálogo com Krenak nos convida a repensar o lugar da arte dentro de uma ecologia da existência.” \n“Adiar o fim do mundo é um exercício de imaginação e de escuta”\, observa Ailton. “Enquanto insistirmos em olhar o planeta como um objeto a ser explorado\, seguiremos acelerando o colapso. A arte\, ao contrário\, nos chama a ouvir a Terra e a reconhecer que ela também sonha\, sente e fala.” \nEntre os nomes reunidos pelos curadores estão Adriana Varejão\, Alberto da Veiga Guignard\, Aluísio Carvão\, Anna Maria Maiolino\, Ayrson Heráclito\, Berna Reale\, Camille Kachani\, Cildo Meireles\, Claudia Andujar\, Denilson Baniwa\, Evandro Teixeira\, Hélio Oiticica\, Ivan Grillo\, Jaider Esbell\, Jaime Lauriano\, Marcos Chaves\, Nádia Taquary\, Niura Bellavinha\, pajé Manoel Vandique Kaxinawá Dua Buse\, Rodrigo Braga\, Sandra Cinto\, Sebastião Salgado\, Siron Franco\, Thiago Martins de Melo\, Tunga e muitos outros. \nA coletiva inclui também 11 obras comissionadas\, concebidas especialmente para a mostra\, dos artistas Cabelo\, Cristiano Lenhardt\, Daniel Murgel\, Ernesto Neto\, Hugo França\, Keyla Sobral\, Rosana Palazyan\, Rodrigo Bueno\, Souza Hilo e do coletivo de artistas indígenas Apinajé.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/adiar-o-fim-do-mundo-na-fgv-arte/
LOCATION:FGV Arte\, Praia de Botafogo\, 190 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/DENILSON-BANIWA_A-revolta-das-Jubartes-2023.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251031T090000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251206T180000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251023T152258Z
LAST-MODIFIED:20251023T152258Z
UID:65837-1761901200-1765044000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“O tempo das coisas” de Marcos Cardoso na Galeria de Arte Solar
DESCRIPTION:Marcos Cardoso\, s.t. Divulgação. \nA Galeria de Arte Solar\, no Pavão-Pavãozinho\, abre a exposição “O tempo das coisas”\, de Marcos Cardoso. Com curadoria de Adriana Nakamuta\, a mostra permite visualizar diferentes momentos da trajetória do artista\, conhecido pela genialidade de transformar objetos banais em obras inusitadas\, que causam espanto e encantamento. Encerrando o Mês das Crianças\, a individual reúne 12 trabalhos feitos de bambolês\, palitos de fósforo\, rótulos de produtos\, camisetas e sacolas\, fazendo refletir também sobre a abundância e a escassez\, em tempos emergência climática. A abertura acontece no dia 30 de outubro\, quinta-feira\, das 16h30 às 18h\, e a mostra vai até 6 de dezembro\, com entrada franca. A Galeria de Arte Solar é uma instituição sem fins lucrativos\, que funciona dentro do Solar Meninos de Luz\, com patrocínio do Belmond Copacabana Palace e Estácio\, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (ISS RJ). \nA exposição começa do lado de fora da galeria\, com uma grande instalação multicolorida com aproximadamente dois mil bambolês e sete mil braçadeiras\, que lembra a obra exposta no Jardim das Esculturas na última ArtRio\, e na fachada Shopping Leblon\, em 2022. No interior\, estarão quatro maquetes visuais\, formadas por milhares de palitos de fósforo\, encaixados\, sem uso de cola (de 1\,10 m X 0\,70 X 0\,40 m) – trabalho exposto no MAM\, em 2013. Há também um cobogó\, feito com palitos de picolé (0\,20 X 0\,20 m); além de uma pintura expandida\, feita com rótulos de produtos e outras com sacolas de boutique\, batizadas como Aluízio Carvão\, Ligya Pape\, artistas neoconcretos do Grupo Frente. Outra obra\, também exposta na ArtRio\, traz 350 corações feitos com camisetas\, além de quadros geométricos também feitos de bambolês. “É a primeira vez que faço uma exposição assim. Normalmente exponho o resultado de uma pesquisa\, com o uso de determinados materiais. Dessa vez\, é como se fosse uma coletiva de mim mesmo\, uma coleção de diferentes pesquisas”\, revela o artista\, com prêmios em bienais internacionais\, obras em relevantes acervos ao redor do mundo e um extenso currículo de exposições. \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/o-tempo-das-coisas-de-marcos-cardoso-na-galeria-de-arte-solar/
LOCATION:Galeria de Arte Solar\, Rua Saint Roman\, 149 – Pavão Pavãozinho – Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Marcos-Cardoso1.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251101T100000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20260208T170000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251119T171210Z
LAST-MODIFIED:20251119T171210Z
UID:66270-1761991200-1770570000@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Órbitas Abstratas” no Sesc Niterói
DESCRIPTION:Kika Levy\, s.t. Divulgação. \nO Sesc Niterói traz em primeira mão uma mostra da produção de artistas contemporâneas brasileiras em atividade que trabalham com abstração na gravura. A iniciativa faz parte da pesquisa da curadora Ana Carla Soler\, que há cinco anos vem se dedicando ao tema. A mostra “Órbitas Abstratas” apresenta trabalhos representativos de Adriana Moreno\, Ana Takenaka\, Elaine Arruda\, Helena Lopes\, Kika Levy\, Laila Terra e Renata Basile. Realizada por meio do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar\, a mostra pode ser visitada de 1º de novembro de 2025 a 8 de fevereiro de 2026\, com entrada franca. \n“Órbitas Abstratas” reúne obras de artistas de diferentes regiões\, idades\, estágios de carreira e que atuam com técnicas diversas dentro da gravura. Estão lá trabalhos de Helena Lopes\, de 84 anos de idade\, junto com gravuras de artistas jovens\, como Ana Takenaka\, de 30; e Adriana Moreno\, de 36. Artistas como Elaine Arruda\, professora de gravura da Universidade de Belém do Pará\, e Renata Basile\, com uma trajetória consistente na área\, mostram produções diversas e experimentais. “Temos contrastes regionais\, geracionais\, de fase de carreira\, de técnicas\, tanto gravura experimental\, como gravura tradicional e de experimentação. Há artistas das regiões Norte\, Centro-Oeste\, Sul e Sudeste. De Brasília\, Belém do Pará e do eixo Rio-São Paulo”\, conta a curadora. \nA mostra no SESC Niterói contempla um estudo da abstração entre a forma e a mancha. “Nesse recorte contemporâneo\, a abstração se revela como uma vertente de pesquisa do artista. Quando falamos de manchas nesse conjunto de obras\, devemos pensar em tudo aquilo que na matriz da gravura encontra seus contornos de forma livre\, pelo gesto ou pela técnica. Já ao tratar da forma\, nessas obras\, há um pré-pensamento do artista de delimitar margens\, que ora se elaboram na geometria\, ora de modos orgânicos”. A mostra apresenta um rol interessante de artistas que atuam na abstração contemporânea a partir de uma linguagem comum: a gravura. Segundo a curadora\, a exposição teve como inspiração o livro “Abstracionismo – Geométrico e Informal”\, de Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale (Sesc Tijuca\, 1987).
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/orbitas-abstratas-no-sesc-niteroi/
LOCATION:Sesc Niterói\, R. Padre Anchieta\, 56 - São Domingos - Niterói\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, 24210-050\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Kika-Levy_Credito-da-foto-Nina-Levy.jpg
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251101T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251130T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251106T181754Z
LAST-MODIFIED:20251106T181754Z
UID:66089-1761994800-1764529200@artequeacontece.com.br
SUMMARY:"Mostra Cultural Consciência Negra 2025" no Galeria da Cela do CCJF
DESCRIPTION:Selo da Mostra.\n\nA Mostra Cultural Consciência Negra propõe um mergulho nas múltiplas dimensões da experiência negra no Brasil\, destacando e valorizando sua produção artística e cultural. O espaço da Justiça Federal\, historicamente associado ao poder jurídico e às estruturas de normatização social\, transforma-se em palco de escuta\, reconhecimento e celebração da ancestralidade afro-brasileira. \nA iniciativa promove reflexões sobre arte\, Judiciário e cultura\, ao ressignificar o Centro Cultural Justiça Federal não apenas como símbolo de poder institucional\, mas também como território do povo: aberto à diversidade\, à crítica e à escuta. Ao ocupar esse espaço\, a Mostra afirma a potência da população negra e instaura novas arenas de debate\, em que resistência\, memória e futuro se entrelaçam em movimento. \nCom exposições\, debates\, performances e exibições audiovisuais\, o evento se estabelece como um território de memória e de futuro\, em que a herança africana se expressa em múltiplas linguagens: música\, teatro\, cinema\, literatura e artes visuais. \nSeu conceito parte da ideia de que a Consciência Negra não se limita a uma data\, mas constitui um processo contínuo de afirmação e transformação social. No espaço simbólico da Justiça Federal\, a Mostra se torna um chamado para refletir sobre desigualdades históricas e\, ao mesmo tempo\, celebrar as conquistas e resistências que moldam a identidade negra no Brasil. \nA mostra ocorre durante todo o mês de novembro\, com diferentes eventos que incorporam artes visuais\, artes cênicas\, música\, audiovisual\, entre outros\, além de debates e oficinas. Para mais informações sobre cada evento\, acompanhe a programação no site.  \n  \n 
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/mostra-cultural-consciencia-negra-2025-no-galeria-da-cela-do-ccjf/
LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal (CCJF)\, Av. Rio Branco\, 241 – Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, 20040-009\, Brazil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/png:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/11/selo_mostra_negra_site.png
END:VEVENT
BEGIN:VEVENT
DTSTART;TZID=America/Sao_Paulo:20251107T110000
DTEND;TZID=America/Sao_Paulo:20251218T190000
DTSTAMP:20260425T103957
CREATED:20251105T134307Z
LAST-MODIFIED:20251105T134132Z
UID:65933-1762513200-1766084400@artequeacontece.com.br
SUMMARY:“Criaturas” de Caio Marcolini na Cassia Bomeny Galeria
DESCRIPTION:Caio Marcolini\, detalhe “HYB267”\, série Híbridos\, 2025. Divulgação. \nCom curadoria de Marcos Lontra\, a mostra reúne dez obras inéditas de três séries distintas — “Sistemas”\, “Híbridos” e “Colônia” (todas de 2025) — e apresenta o recente desdobramento da pesquisa do artista\, que há mais de uma década transforma fios metálicos em estruturas tridimensionais de sutileza formal e complexidade técnica. \nEntre o artesanal e o escultórico\, o trabalho de Marcolini nasce de um gesto repetitivo e meditativo — um tecer contínuo que se aproxima tanto da ourivesaria quanto da arte têxtil. As peças\, construídas a partir de fios de latão tramados e trançados manualmente\, evocam sistemas vivos\, rizomas e organismos em constante mutação. “Os fios metálicos desenham linhas no espaço e formam criaturas que parecem respirar diante de nós”\, observa o curador Marcos Lontra\, para quem a poética do artista está alicerçada em “equilíbrio\, tensão e sensualidade”\, atributos que unem rigor técnico e delicadeza. \nA investigação de Marcolini se manifesta nas três séries apresentadas\, em que ele aprofunda o diálogo entre forma e matéria\, criando esculturas que parecem crescer organicamente\, como se obedecessem a uma lógica interna. São obras que se fecham sobre si mesmas\, formando circuitos autônomos\, ou que se expandem em “colônias” — conjuntos que podem se agrupar ou existir de modo independente. Cada peça carrega o traço do tempo e do corpo em um processo que o artista descreve como “um fazer puro\, intuitivo e contínuo”. \n“Meu trabalho é um híbrido entre a trama do crochê e do tricô\, mas feito em metal. É como se cada célula pudesse se multiplicar em novas formas. Tudo é manual\, cada fio é tecido à mão\, e o trabalho vai se transformando no próprio ato de fazê-lo”\, afirma o artista.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/criaturas-de-caio-marcolini-na-cassia-bomeny-galeria/
LOCATION:Cassia Bomeny Galeria\, Rua Garcia d'Avila\, 196 - Ipanema\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
ATTACH;FMTTYPE=image/jpeg:https://artequeacontece.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Caio-Marcolini_-HYB267-serie-hibridos-2025_Foto_-Julio-Ricco.jpg
END:VEVENT
END:VCALENDAR