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SUMMARY:"Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel" na FGV Arte
DESCRIPTION:Francisca Manoela Valadão\, “Cena de Mercado”\, 1860. Acervo do Museu de Arte do Estado de São Paulo\n\n\n\n\nA FGV Arte inaugura\, no dia 10 de abril\, a exposição “Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel”\, uma celebração da arte afro-brasileira e de sua diversidade cultural. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães\, a mostra apresenta mais de 300 obras\, incluindo pinturas\, esculturas\, gravuras\, fotografias e documentos históricos.  \nO evento de abertura ocorre na Praia de Botafogo\, 190\, a partir das 19h\, e contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do setor. A visitação é gratuita.  \nA exposição evidencia a pluralidade da produção artística afrodescendente\, destacando tanto nomes clássicos\, como Aleijadinho\, Mestre Valentim e Mestre Athaíde\, quanto artistas contemporâneos como Rosana Paulino\, Felippe Sabino e Lucia Laguna.  \nSegundo Herkenhoff\, a curadoria buscou justapor diferentes perspectivas\, trazendo um olhar histórico e crítico sobre a arte afro-brasileira:  \n“A exposição foi concebida como um tecido que se expande e se entrelaça\, conectando diferentes tempos\, territórios e perspectivas. A mostra transita desde o pano da costa\, elemento presente nos rituais da vida africana\, até esculturas históricas que dialogam com a ancestralidade”\, explica o curador.  \nA literatura brasileira também tem destaque na mostra. Além de uma dupla de obras dedicadas a Machado de Assis\, composta por um retrato e um manuscrito\, a escritora Carolina Maria de Jesus tem seu conhecido diálogo com Clarice Lispector\, retratado por Paulo Mendes Campos\, reproduzido em uma parede inteira.  \nA abordagem curatorial considera a diversidade das culturas afro-brasileiras e suas diferenças regionais. A coletiva reúne artistas e pensadores que fundamentam o conceito de afro-brasilidade em nível nacional. O curador adjunto\, João Victor Guimarães\, destaca a importância de valorizar artistas fora do eixo sudestino\, como os baianos e nordestinos:  \n“Temos obras de artistas de diversos estados do Brasil. As identidades afro-brasileiras se manifestam de maneiras distintas em cada região. Atendendo a essa diversidade\, buscamos uma ampliação geográfica para a exposição\, além de priorizar a excelência técnica\, a coerência da produção e a relevância de cada artista\, pois entendemos que são esses trabalhos que compõem a essência da mostra”\, ressalta Guimarães.  \nA exposição também resgata artistas historicamente marginalizados no circuito artístico. Um dos destaques é a tela inédita da artista gaúcha Maria Lídia Magliani\, My baby just cares for you\, nunca antes exposta ao público. 
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SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
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SUMMARY:"A inconstância da forma" de Elizabeth Jobim na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Elizabeth Jobim\, Sem título\, 2005. Coleção Adriana Calcanhotto – Divulgação Casa Roberto Marinho\n\nO título instigante sublinha a capacidade que sua produção possui de manter em movimento uma linguagem pessoal cuja estabilidade consiste em acolher e retransformar tendências aparentemente antagônicas da arte contemporânea.Ao optar por uma organização que não privilegia a ordem cronológica o curador Paulo Venancio instiga o visitante a perceber as afinidades\, tensões e contrastes nos diversos momentos do percurso da artista. Os desenhos\, pinturas\, objetos e ocupações espaciais compartilham\, além de suas belezas intrínsecas\, a liberdade de criar e nos surpreender. Do gesto e das representações da pedra\, um dos mais básicos elementos recorrentes na poética de Beth Jobim\, emergem amplos horizontes.É estreita a relação da artista com a coleção Roberto Marinho: um belo volume seu na fachada valoriza a arquitetura da Reserva Técnica\, assim como em 2021 fez uma cuidadosa curadoria das ripas de Ione Saldanha conferindo-lhes individualidade onde antes apreciava-se sobretudo o conjunto.Agora\, a artista recorre não só a obras de nosso acervo\, como também a outras de sua propriedade\, para traçar uma biografia visual e afetiva que abarca trajetória\, influências e interlocuções com seus pares geracionais. Sua casa\, aquela da arte\, é a nossa Casa e assim por diante…Lauro CavalcantiDiretor-ExecutivoCasa Roberto Marinho
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SUMMARY:"Desde sempre o mar" de Mariana Rocha na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Mariana Rocha\, “Úmida”\, 2025. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta Desde sempre o mar\, exposição individual da artista Mariana Rocha no prédio 17 d’A Gentil Carioca Rio de Janeiro\, com inauguração no próximo sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. Inspirada pela vastidão marítima e pelos mistérios da vida microscópica\, Rocha mergulha em um universo onde as fronteiras entre ciência\, mito e arte se dissolvem. A mostra reúne pinturas inéditas que transitam entre figuração e abstração\, evocando formas orgânicas como raízes\, cílios\, braços e membranas — elementos que se desdobram como símbolos da origem e da continuidade da vida. \nNas palavras do historiador da arte e curador Renato Menezes\, que assina o texto de apresentação da mostra\, “Mariana Rocha trapaceia a escala e\, assim\, a própria pintura parece se tornar\, para a artista\, um meio de reequacionar os mínimos essenciais da vida. Partícula e todo\, célula e organismo\, gota e oceano renegociam suas ordens de grandeza bem diante de nossos olhos. Não é por acaso que sua pesquisa se volta para o mar: foi lá\, nessa vastidão imensa e profunda\, que as mais simples formas de vida começaram a aparecer. Mas\, como sempre\, o mínimo é também o máximo: barroca\, dramática\, misteriosa e vibrante\, sua pintura metaboliza o mundo\, para ver\, de sua parte mais íntima\, obscura\, o que de mais superficial ele pode revelar.” \nA individual fica aberta à visitação até 09 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"SPECTRUM" de Siwaju na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Siwaju\, “Sonhos”\, 2024. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta SPECTRUM\, exposição individual de Siwaju no Prédio 11 d’A Gentil Carioca\, no Rio de Janeiro\, com abertura neste sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. A prática escultórica da artista investiga as relações entre tempo e ecologias diversas. A partir do reaproveitamento de peças de aço — doadas\, coletadas e recicladas em visitas frequentes a centros de reciclagem —\, suas obras estabelecem um vínculo direto com o pensamento tridimensional brasileiro. Suas esculturas articulam matéria e Cosmos\, energias visíveis e invisíveis\, objeto e entorno\, corpo escultórico e espaço\, organizando-se em uma temporalidade espiralada\, em constante fluxo de expansão e retrospecção\, que ativa saberes afrodiásporicos. \n\n\n“Desdobram-se pelo espaço ‘famílias de obras’ interligadas\, cada uma com gramáticas e gestos próprios\, mas todas atravessadas pelo desejo de criar zonas de interferência onde passado e futuro\, beleza e libertação coexistem em tensão criativa. Como uma ferreira do século XXI\, Siwaju não molda o aço\, mas negocia com seus espectros: as soldas nascem como costuras entre tempos\, as superfícies polidas devolvem reflexos desobedientes\, os sussurros da matéria\, sugere a artista\, nos levam a fuga da lógica industrial.” — aponta a curadora Nathalia Grilo\, autora do texto de apresentação da mostra\, que fica em cartaz até 9 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"Trabalhadores" de Sebastião Salgado na Casa Firjan
DESCRIPTION:Sebastião Salgado\, fotografia Mina de Carvão\, Índia\, 1989. Imagem: Divulação \nO que o trabalho diz sobre nós? Em um mundo em constante transformação\, a exposição Trabalhadores\, de Sebastião Salgado\, em cartaz na Casa Firjan a partir de 30 de maio\, revisita o passado para refletir sobre os caminhos que estão sendo construídos para o futuro do trabalho e dos trabalhadores. \nA realização da mostra assume uma dimensão ainda mais simbólica diante do recente falecimento de Sebastião Salgado. A Firjan lamenta profundamente a perda dessa grande referência da fotografia mundial\, cujo olhar sensível rompeu fronteiras ao expor injustiças sociais e as contradições do mundo. Com respeito profundo\, a Casa Firjan convida o público a esta exposição\, que representa um dos legados visuais mais marcantes de sua carreira. \nSão 149 fotografias que percorrem diferentes realidades ao redor do mundo e revelam múltiplas formas de viver e sobreviver. Feitas entre 1986 e 1992\, as imagens constroem uma verdadeira arqueologia visual da Revolução Industrial\, mas entregam mais que um retrato histórico: Trabalhadores é um tributo à presença humana na construção do mundo. Das plantações de cana no Brasil ao garimpo de Serra Pelada\, da pesca artesanal na Sicília às obras de barragens na Índia\, cada retrato revela a dignidade\, a força e a permanência do fazer manual. \n“Eu tinha que prestar homenagem a esse trabalho que estava em meu coração\, que era a razão de meu ativismo político e do que acreditava ser o mundo da produção”\, declarou Sebastião Salgado sobre a série. \nCom curadoria e design de Lélia Wanick Salgado\, a mostra retrata um momento de virada: o fim de um ciclo marcado pelo trabalho manual e a ascensão de novos modos de produção. Ao propor um diálogo profundo entre passado\, presente e futuro\, a exposição amplia as discussões promovidas pelos programas da Casa Firjan sobre as temáticas da Nova Economia\, reafirmando o compromisso da indústria com a transformação e o desenvolvimento das empresas e da sociedade. \nDe volta ao Rio de Janeiro após mais de duas décadas\, a mostra chega como um convite à reflexão sobre as rupturas e reinvenções do trabalho e sobre o papel que cada um de nós ocupa nesse processo. \nCom entrada franca\, Trabalhadores fica em cartaz até 21 de setembro.
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Ancestral: Afro-Américas" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Simone Leigh\, “Las Meninas”\, 2024. Crédito: Carol Quintanilha \n“Ancestral: Afro-Américas” reúne cerca de 160 obras de renomados artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos. A exposição celebra as heranças e os vínculos compartilhados entre os povos afrodescendentes brasileiros e norte-americanos no campo das artes visuais\, promovendo uma reflexão crítica sobre a diáspora africana. \nEntre as obras apresentadas estará o trabalho do norte-americano Nari Ward\, feito em solo brasileiro especialmente para a exposição. \nTrabalhos de Abdias Nascimento também estarão presentes. O artista\, ícone do ativismo cultural no Brasil\, é reconhecido por suas contribuições à valorização da cultura afro-brasileira. \nA mostra conta ainda com um conjunto de adornos comumente chamado de “joias de crioula”\, indumentária usada por mulheres negras que alcançavam a liberdade no período colonial brasileiro\, especialmente na Bahia\, como forma de expressar sua ancestralidade\, e uma seleção de arte africana da Coleção Ivani e Jorge Yunes\, com curadoria de Renato Araújo da Silva. \nConheça a exposição através de 3 eixos temáticos: Corpo\, Sonho e Espaço. \nCada núcleo oferece reflexões sobre a afirmação do corpo\, a dimensão dos sonhos e a reivindicação pelo espaço.
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SUMMARY:"Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Luca Giordano\, “O Rapto de Europa”\, séc. XVIII\, Itália. Imagem: Divulgação \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir do dia 07 de junho\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’\, com curadoria de Diogo Maia e Douglas Liborio. A mostra ocupará diversos ambientes da casa\, reunindo obras que dialogam com a mitologia greco-romana. \n‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’ investiga a permanência dos deuses e mitos clássicos nas coleções artísticas do início do século XX e na paisagem urbana carioca. O primeiro andar da Casa Museu é dedicado às divindades olímpicas Apolo\, Ártemis e Dioniso\, destacando esculturas em mármore grego do século V a.C.\, como cabeças de Apolo e Zeus\, além de um torso que evoca a idealização do corpo divino na Antiguidade. Já o segundo andar apresenta cinco pinturas barrocas inspiradas na obra “Metamorfoses”\, 8\, do poeta romano Ovídio. Esta inspiração demonstra a influência da literatura nas artes plásticas\, especialmente no ano em que o Rio de Janeiro foi eleito a Capital Mundial do Livro. Além disso\, destacam-se artistas como Louis Silvestre e Il Baciccia\, representando casais divinos e transformações míticas que influenciaram a cultura do século XVII. \nA exposição conta com peças do acervo permanente da Casa Museu Eva Klabin e obras cedidas pela Casa Museu Ema Klabin e pelo Museu da República\, ampliando o diálogo entre diferentes instituições culturais. \n‘Ecos do Olimpo’ reforça o compromisso do Museu com a valorização de seu acervo e a criação de novas conexões entre arte e história. O público terá a oportunidade de ver de perto obras da Grécia Antiga\, pinturas barrocas e também peças modernistas\, revelando como diferentes períodos e estilos artísticos continuam a dialogar por meio dos mitos que atravessam os séculos” Diogo Maia\, curador. \nA mostra pode ser visitada gratuitamente de quarta a domingo\, de 14h às 18h\, até 24 de agosto de 2025.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Inventário Parcial" de Luiz Dolino no MAC Niterói
DESCRIPTION:Luiz\, Dolino\, “Polichinelo”\, 2021 – Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 14 de junho\, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói inaugura importante mostra do artista Luiz Dolino\, “Inventário Parcial”\, que contemplará telas de grandes dimensões produzidas recentemente\, entre 2020 e 2025\, exibidas em conjunto com algumas obras concluídas há 45 anos. Curado por Monica Xexéo\, o evento tem sabor de dupla comemoração para o artista: além de estar completando 80 anos de vida\, com esta exposição Dolino retorna à cidade onde foi criado\, com a qual mantém forte vínculo. Na ocasião da abertura será lançado o livro de mesmo título\, contendo ilustrações e textos de críticos arte\, artistas e amigos pessoais\, como Carlos Drummond de Andrade\, Nélida Piñon\, Frederico Moraes e Leonel Kaz. \nCom mais de cinco décadas de carreira no Brasil e tendo percorrido países mundo afora (Espanha\, Portugal\, Grécia\, Áustria\, Perú\, Uruguai\, Argentina)\, o artista plástico fluminense Luiz Dolino tem o trabalho reconhecido pela abstração geométrica. Marcadas pelo uso de cores e justaposições criativas\, suas telas se destacam pela combinação que ele\, como artista com formação também em ciências exatas\, faz com singular precisão. Na casa-ateliê em Petrópolis\, no meio da natureza exuberante\, a produção segue em ritmo enérgico\, como o espectador poderá testemunhar na mostra que ficará em cartaz até o dia 24 de agosto\, ocupando o mezanino do museu.
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SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem do acervo “Retratistas do Morro” / Foto: Afonso Pimenta\n\n\n\n\nA mostra que chega ao MAR tem por objetivo contribuir para a construção de uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, a partir do ponto de vista de fotógrafos que vivem e trabalham há mais de meio século nas periferias urbanas de Minas Gerais. A narrativa visual apresentada na exposição Retratistas do Morro é\, sobretudo\, um testemunho do poder da fotografia como ferramenta de resistência e afirmação cultural. Cada imagem carrega os valores do tempo e da comunidade: revelando festas populares\, rituais de passagem\, cenas do cotidiano em retratos posados que expressam orgulho e afeto. A curadoria da exposição é assinada por Guilherme Cunha com acompanhamento curatorial da equipe MAR.
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SUMMARY:"Alto Barroco" de André Griffo no Paço Imperial
DESCRIPTION:André Griffo\, “Instruções para administração das fazendas II”\, 2020. Foto: Rafael Adorjan\n\n\n\n\nO Paço Imperial inaugura neste sábado\, no dia 14 de junho de 2025\, a grande exposição “Alto Barroco”\, com um panorama dos quatorze anos de trajetória do artista André Griffo. Com curadoria de Juliana Gontijo\, serão apresentadas mais de 50 obras\, entre pinturas e instalações\, sendo muitas inéditas\, que ocuparão o pátio principal\, três salões do primeiro pavimento e dois salões do segundo pavimento do Paço Imperial. Esta é a primeira exposição individual do artista em uma instituição no Rio de Janeiro\, após ter participado de diversas coletivas\, além de individuais no Centro Cultural São Paulo e no Palácio das Artes\, em Belo Horizonte.  \n“A ideia é mostrar um panorama do que o artista vem fazendo\, mas não apresentar de modo cronológico\, principalmente porque muitas de suas séries\, além de atravessarem vários anos\, também terminam tendo algum tipo de comunicação\, de relação entre elas”\, conta a curadora Juliana Gontijo\, que acompanha há mais de 10 anos o trabalho do artista. \nDesta forma\, a exposição estará dividida por temas\, relacionando obras produzidas em diferentes épocas da trajetória do artista\, apresentando trabalhos importantes como “Back to Olympia” (2017)\, “Sala dos provedores” (2018)\, “O Vendedor de miniaturas” (2021) e “Instruções para administração de fazendas 2” (2018)\, além de duas pinturas produzidas especialmente para a exposição e outras pertencentes a coleções particulares nunca antes expostas ao público. “Griffo é muito conhecido pelas pinturas em grandes dimensões. Por isso\, a ideia foi também trazer outros suportes\, técnicas e materialidades com os quais ele trabalha — que talvez sejam menos conhecidas ou menos referenciadas. Não se trata de uma exposição de pintura tradicional”\, afirma a curadora. \nFormado em Arquitetura e Urbanismo\, Griffo iniciou sua produção no campo das artes visuais criando composições em que máquinas e estruturas mecânicas dividiam espaço com fragmentos de corpos — sobretudo de bois e porcos — em cenas densas\, impregnadas de signos de violência e morte. A partir de 2014\, o artista desloca seu foco para uma investigação pictórica em que a arquitetura\, representada com precisão técnica\, assume papel central\, com pouca ou nenhuma presença humana. Nas obras mais recentes\, Griffo revisita obras fundamentais da história da arte\, apropriando-se de seus repertórios visuais para tencionar episódios históricos em que religião\, poder e violência se entrelaçam. \nA pintura de André Griffo articula crítica e reverência\, numa linguagem barroca que reivindica o excesso como estratégia discursiva. Através de suas pinturas\, o artista faz uma contundente crítica social\, abordando questões de poder\, religião\, questões raciais\, política\, etc. “O tema central do meu trabalho é a religião e como ela vem sendo usada como uma ferramenta de controle desde o Brasil colonial até a união das milícias com algumas igrejas evangélicas para dominar áreas na cidade”\, conta o artista. “O trabalho do Griffo traz camadas bastante complexas\, nas quais emergem relações entre religião\, poder e patriarcado\, além da questão da colonialidade. O interessante é como tudo isso se cruza com a história da arte\, questionando qual é o papel da produção artística — e da própria arte — nesse contexto”\, ressalta a curadora. \nPara criar as obras\, Griffo faz um profundo trabalho de pesquisa\, indo aos locais retratados\, vendo pessoalmente as pinturas que usa como referência\, estudando os personagens. Sobre o título da exposição\, “Alto Barroco”\, a curadora explica: “Vem de uma constatação do excesso\, do lugar e função do ornamento\, pensando o Barroco na contemporaneidade. O barroco é o excesso\, a saturação\, mas também a confusão dos limites; é simultaneamente a dominação e a resistência. A gente joga com essa ambiguidade”.
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SUMMARY:"Luz estelar ecoando" de Amanda Coimbra no Paço Imperial
DESCRIPTION:Amanda Coimbra\, “nebulosa”\, 2025. Impressão fotográfica a partir de digitalziação de filme slide com intervenção em ponta seca\n\n\n\n\nAs incríveis imagens feitas pelo telescópio espacial James Webb\, da NASA\, foram a inspiração para a artista Amanda Coimbra criar as 35 obras da exposição “Luz estelar ecoando”\, que será inaugurada no dia 14 de junho de 2025 no Paço Imperial. Com curadoria de Natália Quinderé\, serão apresentadas obras inéditas\, produzidas desde o ano passado em diferentes suportes\, como fotografias\, caixas de luz\, vídeo e instrumentos ópticos variados. A sala expositiva terá uma luz mais baixa\, difusa\, criando um ambiente escuro\, contemplativo e estelar. \n“A ideia é que a pessoa tenha uma imersão nesse cosmos\, que é concreto e fictício ao mesmo tempo. Cada um pode ver e imaginar seu próprio universo\, através de dispositivos que não são mais tão usuais\, como o filme fotográfico\, o monóculo e o retroprojetor. A intenção é se reconectar\, voltar a olhar para as coisas de uma maneira mais lenta\, ter essa pausa para imaginar o espaço”\, afirma a artista Amanda Coimbra. \nPara realizar os trabalhos\, Amanda fotografa o céu de forma analógica\, usando uma câmera Rolleiflex. Com as imagens prontas\, ela faz interferências no filme slide com objetos pontiagudos\, em geral compassos\, desenhando planetas\, estrelas e elementos cósmicos na superfície da película. O resultado é surpreendente e o espectador precisa trabalhar sua percepção para entender o que é real e o que foi criado pela artista. Cores variadas surgem nas obras\, seja através das interferências feitas por Amanda Coimbra com marcador permanente\, seja pelo próprio processo de raspagem do filme fotográfico\, que faz brotar tons de azul da sua superfície. “Os usos da luz são muito poéticos no trabalho de Amanda\, pois atravessam todo o processo – desde pensar a medida incomensurável dos anos-luz\, passando para a importância da luz na fotografia\, o uso de uma caixa de luz para desenhar no filme\, até os dispositivos utilizados na exposição. A exposição reúne essas multiplicidades de sentido da luz\, para além do trabalho de imaginação de pensar o cosmo”\, diz a curadora Natália Quinderé. \nEssas imagens serão expostas de formas variadas. Muitas delas estarão em caixas de luz\, com fotogramas em sequências\, que criam uma narrativa. Três fotogramas serão impressos em tamanho 64 x 80 cm. Haverá\, ainda\, um vídeo feito a partir de animações das obras da artista\, levando o espectador a uma viagem pelo espaço. Completam a mostra imagens expostas em 10 dispositivos ópticos variados\, como monóculos\, lupas e retroprojetor. “São diversas maneiras de ver o trabalho e devanear por ele\, o filme muda se está impresso como uma fotografia ou se vira uma projeção\, então também continua sendo importante explorar a sua materialidade\, trabalhando dessa maneira e provando vários formatos”\, afirma a artista. “A exposição se relaciona com os espelhamentos e deslocamentos de uso do filme. Esses espelhamentos entrelaçam processos e\, como um novelo de gato\, vão se estendendo. Há várias maneiras de apresentar essa coleção de trabalhos\, e Amanda está investigando como expor publicamente os desenhos feitos em cima de filmes fotográficos”\, ressalta a curadora. \nA prática artística de Amanda Coimbra sempre foi baseada nos processos analógicos da fotografia. “Gosto de trabalhar com esse material que tem uma característica muito técnica\, formal e tecnológica\, que entrega uma imagem da realidade\, do nosso mundo e pensar em como subverter isso de certa forma”. A pesquisa sobre a fotografia e o céu começou há cerca de 10 anos\, mas os trabalhos inéditos que serão apresentados no Paço Imperial ganham novos desdobramentos. Se antes a artista realizava as intervenções no fotograma e depois imprimia\, agora o próprio slide tornou-se a obra de arte. Outra novidade é que o céu diurno também ganhou atenção da artista\, que antes só trabalhava com imagens noturnas. Além disso\, Amanda Coimbra começou a criar desenhos enquanto fotografa\, aumentando a exposição e explorando novos elementos de luz. “Comecei a brincar com as múltiplas exposições\, criando manchas desfocadas\, deixando o obturador da câmera aberto por um tempo mais longo. Com isso\, consigo várias texturas. É uma intervenção que começa a partir da câmera\, na qual vou compondo desenhos quando estou fotografando”\, conta a artista. \nO nome da exposição\, “Luz estelar ecoando”\, também teve como referência os títulos das imagens do telescópio James Webb. “São títulos fantásticos\, como a colisão de galáxias\, a eclosão de estrelas\, então pensei em fazer uma composição a partir do fenômeno galáctico que estou tentando criar ou mostrar. Como meu trabalho tem muito a ver com a luz\, pensei nela ecoando\, pois há várias camadas de estrelas que se repetem nas imagens de formas diferentes\, além da fotografia analógica ser um processo muito relacionado com a luminosidade”\, diz a artista. \nAo longo da mostra estão previstos uma visita guiada com a artista e a curadora e o lançamento do catálogo virtual da exposição.
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SUMMARY:"Alair Gomes: o erotismo no belo" no Paço Imperial
DESCRIPTION:Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner\, jornalista alemão e grande amigo do artista\, a exposição “Alair Gomes: o erotismo no belo” será inaugurada no dia 14 de junho\, no Paço Imperial\, com curadoria de Luiz Pizarro. Ao longo de anos\, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair\, além de outras tantas adquiridas através de permuta por materiais que ele trazia da Alemanha\, tais como papel fotográfico\, filmes\, entre outros itens. Arquivado por mais de 25 anos\, parte deste acervo de fotos agora sai da gaveta para ser exibido ao público\, que terá acesso a um material inédito\, com cerca de 60 registros em preto e branco. Considerado até então\, inédito e único no Brasil\, seu trabalho conquistou reconhecimento internacional e nacional em 2001\, em uma grande mostra retrospectiva na Fundação Cartier de Arte Contemporânea em Paris\, com imagens que integram o acervo da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Além disso\, um conjunto de suas fotografias foi selecionado para a Bienal de São Paulo em 2012\, e algumas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA)\, do MAM Rio e do Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand. Sua obra foi tema do filme-documentário “A morte de Narciso” (2003)\, de Luiz Carlos Lacerda\, que estará sendo exibido em uma das salas da exposição. Expografia e design são assinados pela Dupla Design. \n“A série erótica aqui apresentada – toda ela originalmente manipulada\, revelada e ampliada pelo próprio Alair\, no laboratório em seu apartamento\, que também servia como estúdio para fotografar os modelos – faz parte de um trabalho inovador e provocativo do artista\, considerando\, em especial\, o período em que foram criadas: as décadas de 1970 e 1980. Ao capturar a beleza e a vulnerabilidade do corpo masculino\, ele explorava a sensualidade\, a intimidade e a relação do homem com seu próprio corpo\, numa época em que a nudez masculina era bastante censurada\, principalmente quando remetia à ideia de homossexualidade. Vale destacar também a importância da realização desta exposição em um espaço público (o museu do Paço Imperial\, que celebra seus 40 anos)\, confrontando a beleza e o rigor estético da obra de Alair Gomes com o contexto sociocultural retrógrado e muitas vezes reacionário que temos vivenciado nos últimos anos”.
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SUMMARY:"Panorama do Ateliê" de Luiz Aquila no Paço Imperial
DESCRIPTION:Luiz Aquila\, “A Pintura e as Formas Bacantes”\, 2023 – Divulgação\n\n\n\n\nQuem já teve o privilégio de estar com o artista Luiz Aquila em seu ateliê sabe o quão prazeroso é vivenciar o seu processo criativo\, sempre brindado com muitas histórias de vida. Em “Panorama do Ateliê”\, grande individual que será inaugurada no dia 14 de junho\, no Paço Imperial\, o curador Lauro Cavalcanti propõe um prolongamento deste espaço\, proporcionando um pouco dessa experiência. \nLogo na entrada\, o visitante se depara com uma foto em preto e branco ampliada do ateliê. Fazendo o recorte de uma década de produção\, as obras selecionadas são todas inéditas: 30 pinturas de médios e grandes formatos\, mais de 15 gravuras e 18 desenhos (em têmpera e pastel) usando papel com interferências do artista na superfície\, dispostos em três fileiras e batizados “Coral de Papel”. Com projeto expográfico de Ana Luisa Dias Leite\, a mostra ocupa três salas do edifício histórico\, tendo um espaço destinado a desenhos menores que estarão dispostos em mesas com vidro\, bem como um álbum de serigrafias numeradas. \n“Durante algum tempo mantive ateliê numa casa eclética do final do século XIX\, que pertencia à minha família. Anos depois\, quis ter um ateliê próprio novamente e resolvi ocupar o espaço no térreo do prédio onde eu moro em Petrópolis\, que foi totalmente adaptado para atender a essa nova função. E eu me apropriei tanto desse ateliê\, que cada vez que pingava tinta no chão\, o que sempre aconteceu com frequência\, eu continuava essa pintura e dava uma forma a ela. Lá aconteceu uma retomada dos quadros maiores. Quando o Lauro esteve visitando\, em 2023\, teve a ideia de fazer essa exposição no Paço\, como uma continuação do  ateliê. Por isso a exposição tem o nome ‘Panorama do ateliê’\, apresentando uma seleção de 30 pinturas recentes”\, diz Luiz Aquila. \nA produção tem estado acelerada como nunca. Em julho deste ano\, haverá outra individual do artista\, intitulada “A Escolha do Artista”. Será na Galeria Patrícia Costa\, que o representa há mais de 20 anos e estará em cartaz simultaneamente. 
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SUMMARY:"O vento continua\, todavia" de Miguel Afa no Paço Imperial
DESCRIPTION:Miguel Afa\, “Sonho Déjà-vu”\, 2024. Foto: A Gentil Carioca/Pedro Agilson\n\n\n\n\nNo dia 14 de junho\, sábado\, a partir das 15h\, o artista Miguel Afa inaugura sua nova exposição individual\, O vento continua\, todavia\, no Paço Imperial\, no centro do Rio de Janeiro. A mostra apresenta um conjunto de obras produzidas entre 2023 e 2025\, e marca um momento de síntese e afirmação da trajetória do artista\, iniciada em 2001 por meio do graffiti nas ruas do Complexo do Alemão\, onde nasceu e cresceu. \nFormado pela Escola de Belas Artes da UFRJ\, Afa transita da rua para as instituições com uma linguagem pictórica profundamente marcada por seu percurso pessoal. Sua produção propõe uma reconfiguração poética da imagem do corpo periférico\, contrapondo os estigmas da marginalização com cenas que evocam afeto\, cuidado e resistência.Trabalhando com uma paleta cromática enigmática\, Afa cria cenas que não suavizam\, mas intensificam a complexidade de suas narrativas. Em sua obra\, a cor é discurso\, e o gesto de esmaecer é\, mais do que técnica\, ato de lembrança e posicionamento. Suas pinturas revelam simultaneamente o visível e o invisibilizado\, tensionando o olhar e o imaginário social. \nO texto de apresentação da exposição é assinado por Jeovanna Vieira\, que reflete sobre o título da mostra\, inspirado em uma frase de Vincent van Gogh: “Os moinhos não existem mais; o vento continua\, todavia.” Vieira escreve: “O título da exposição fragmenta frase de Van Gogh\, que em carta para o irmão Theo provoca: ‘Os moinhos não existem mais; o vento continua\, todavia.’ Diante da obra-itinerário produzida por Miguel Afa\, somos conduzidos pelo vento pressupondo a teimosia primordial\, que justifica tudo ainda estar.” \nO vento continua\, todavia estará em cartaz no Paço Imperial até o dia 10 de agosto. Um dos centros culturais mais importantes do país\, com forte carga simbólica na história do Brasil\, o Paço — edifício histórico do século XVIII que tem acolhido algumas das exposições mais relevantes do cenário nacional — é palco de diálogos essenciais sobre arte\, cultura e memória brasileira. Agora\, recebe a mostra que reafirma Miguel Afa como uma voz potente e em ascensão na arte contemporânea do país.
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SUMMARY:"O Mar e o Morcego" de Bernardo Ramalho no Largo das Artes
DESCRIPTION:Bernardo Ramalho\, “Peixe Branco”\, 2025 – Imagem / Divulgação \nNo próximo sábado\, 28 de junho\, o Instituto Comadre e o Largo das Artes inauguram O Mar e o Morcego\, exposição individual de Bernardo Ramalho. A mostra apresenta sua nova série de desenhos em pastel oleoso sobre tela de nylon\, produzida em seu apartamento-ateliê em Niterói\, em diálogo direto com a paisagem da Praia de Boa Viagem e o Morro do Morcego. \nApós uma temporada em Portugal\, o artista retornou ao Brasil e reencontrou essa paisagem cotidiana — que reaparece como presença estruturante no processo de criação das obras reunidas na exposição. \nA série foi desenvolvida a partir de uma prática meditativa e contínua\, em que o desenho acontece em relação direta com o entorno e com os materiais disponíveis. Em seu ateliê-casa\, Bernardo desenhou sobre tecido de nylon apoiado em um espelho encostado na parede oposta à varanda. A superfície lisa favorece o deslizamento do giz pastel oleoso enquanto seu olhar se depara no encontro entre o mar e o Morcego. \nA escolha do suporte veio do acaso: um pedaço de tela de silk\, deixado por um amigo\, acabou integrado ao processo. É a partir desse tipo de encontro que o artista estrutura seu fazer\, aberto ao que chega\, ao que aparece no seu percurso\, e permitindo com que seu traço flua por conta própria. \nNa exposição\, os desenhos se expandem entre obras em chassi e intervenções feitas diretamente na parede\, criando uma instalação que ocupa o espaço como um organismo  em expansão. Essa convivência entre o efêmero e o duradouro reflete a lógica dos ecossistemas: formas que se desenvolvem juntas\, em continuidade\, num ambiente de coexistência como organismos vivos habitantes de uma floresta. \nLinhas se completam\, se transformam\, se conectam. Assim como o tempo e os ciclos naturais\, os desenhos seguem seu curso\, respeitando os ritmos do acaso. Há\, nos gestos do artista\, uma escuta atenta ao que cresce ao redor: como raízes e micélio que se encontram nas entranhas da terra\, como espécies que se apoiam mutuamente para existir. \nA mostra propõe\, assim\, uma ideia de paisagem viva — construída a partir de relações\, camadas e presenças em transformação.
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SUMMARY:"Falsas expectativas" de Alexandre Nitzsche Cysne na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Obra de Alexandre Nitzsche Cysne – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 3 de julho\, a Cavalo inaugura Falsas expectativas\, primeira exposição individual de Alexandre Nitzsche Cysne no Rio de Janeiro. Atualmente baseado em Paris\, o artista apresenta uma série de obras inéditas e outras revisitadas. São trabalhos compostos por objetos do cotidiano que atravessam o meio doméstico e urbano\, e que foram identificados e coletados em suas caminhadas entre o Brasil (seu país de origem)\, e a França (país onde reside no momento). \nExpectativas existem para serem quebradas: é um desejo projetado quanto ao que é impossível prever e controlar. Nitzsche Cysne parte dessa premissa para ocupar o espaço da galeria\, a fim de agir como ponte entre as possíveis histórias guardadas nesses materiais comuns. \nNão são somente as marcas de um relato individual que o artista revela\, mas as lacunas e os percalços que dão margem a outras origens e destinos quanto ao que é revisitado enquanto obra. Ao transpor a ordem do íntimo para o espaço expositivo\, Alexandre propõe diluir essas narrativas em um campo limítrofe\, onde o real e o fantástico se confundem e se complementam. Na Cavalo\, essas operações visam reconstruir uma casa peculiar a partir de múltiplos fragmentos\, fissuras ou retalhos de outras moradas\, artefatos urbanos\, personagens secundários que outrora não estariam juntos\, e relíquias familiares. \nNesse sentido\, quase em um processo alquímico\, borrachas escolares usadas se transformam em cascalhos\, asas de mariposa se relacionam com pentes feitos de chifre de boi\, e em uma das obras o artista supõe as cores do tapete da casa de sua avó\, que veio a desbotar por completo com o decorrer das décadas. \nNitzsche é regido pela lei dos encontros. Seu intuito com a mostra é erguer dúvidas ao espectro do familiar. Explicitar o sacro que reside no corriqueiro\, evocar o véu de melancolia que paira sobre lembranças que de pessoas tem de coletivas\, e entender a multiplicidade que compõe nossos entornos\, para assim poder molda-la e preenche-la por meio dos olhos do observador. \nFalsas expectativas almeja celebrar em comunhão a vida que resiste nas coisas do mundo.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Itália Brutalista: a arte do concreto" no Polo Cultural ItalianoRio
DESCRIPTION:Foto: Divulgação\n\n\n\n\nReconhecidos mundialmente por registrar a arquitetura italiana\, os fotógrafos Roberto Conte e Stefano Perego percorreram\, por mais de cinco anos\, toda a península de seu país de origem\, cobrindo cerca de 20.000 quilômetros para documentar a grande variedade de edifícios brutalistas de diferentes tipos. Concluídas principalmente entre os anos 60 e 80 e caracterizadas pelo uso de concreto armado aparente\, bem como por elementos estruturais claros e bem definidos\, as construções delineiam uma estética essencial e única. Parte significativa destes registros poderá ser conhecida em “Itália Brutalista: a arte do concreto”\, exposição aberta ao público no Polo Cultural ItaliaNoRio\, no Centro\, a partir do dia 4 de julho. \nDa “Casa do Portuário” em Nápoles ao cemitério em Jesi\, do Santuário de Monte Grisa\, em Trieste\, e às “Máquinas de Lavar” em Gênova\, passando por feiras e museus\, o projeto reúne inúmeros exemplos surpreendentes da arquitetura brutalista italiana. Da pesquisa de campo nasceu o livro “Brutalist Italy” (FUEL)\, com 146 fotografias de mais de 100 edifícios brutalistas italianos\, repercutindo com sucesso considerável entre o público e a crítica internacional. A curadoria é dos próprios fotógrafos\, em parceria com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro. As fotos foram exibidas apenas no Instituto Cultural Italiano em Berlim e representam a primeira mostra dedicada ao projeto da Itália Brutalista\, com um recorte de 60 imagens reproduzidas e itinerância desta edição inicial. \nO Ministério da Cultura\, Tenaris\, Ternium\, Grupo Autoglass\, Instituto Cultural Vale\, Generali Seguros\, TIM Brasil e Saipem do Brasil apoiam a exposição\, com produção e coordenação da Artepadilla.
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LOCATION:Polo Cultural ItalianoRio – arte\, design e inovação\, Av. Pres. Antônio Carlos\, 40 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Fio por fio até o infinito do mundo" na Abapirá
DESCRIPTION:Rede Katahirini\, “Fio por fio até o infinito do mundo” – Foto: Divulgação \nA Abapirá\, espaço independente de Arte no Centro do Rio\, inaugura de forma inédita “Fio por fio até o infinito do mundo”. Trata-se da primeira mostra da Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas\, que trabalha para fortalecer e visibilizar a produção audiovisual indígena feminina no Brasil e América Latina. A exposição\, curada pela própria rede e pensada especialmente para o local\, abre no dia 5 de julho\, sábado\, às 14h\, com conversa e performance\, e vai até 23 de agosto. A iniciativa faz parte do Projeto Janelas da Abapirá\, com apoio do Reviver Centro\, plano de recuperação urbanística\, cultural\, social e econômica da região central do Rio. A entrada é franca. \nKatahirine é uma palavra da etnia Manchineri\, povo indígena no estado do Acre\, que significa constelação. Como o próprio nome sugere\, a rede expressa a diversidade\, a conexão e a união de mulheres indígenas que atuam no audiovisual. O destaque da mostra é a videoinstalação “Fio por fio até o infinito do mundo”\, um trabalho experimental e inédito que aborda temas ambientais e da mulher indígena. O trabalho contempla mais de sete línguas faladas\, incluindo Mbyá-Guarani (Mbyá-Guarani)\, Pataxó (Patxohã)\, Fulni-ô (Yathê)\, Huni Kuī (Pano “Hãtxa Kuī”)\, Arara Shawãdawa (Pano)\, Manchineri (Aruak) e Baniwa (Aruak). \nA ideia da exposição é dar visibilidade à produção audiovisual das mulheres indígenas do Brasil\, fazendo ecoar vozes e lutas dos povos originários pelos seus direitos\, por meio da arte\, da cultura e do diálogo intercultural. “É a oportunidade de apresentar modos de vida\, memórias\, histórias e saberes de diferentes identidades étnicas indígenas brasileiras por meio de suas próprias narrativas”\, diz Helena Corezomaé\, coordenadora da Rede Katahirine.
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SUMMARY:"A Escolha do Artista" de Luiz Aquila na Galeria Patricia Costa
DESCRIPTION:Luiz Aquila\, pintura da série Bandeira. Imagem/Divulgação\n\n\n\n\nDando continuidade e complementando a exposição no Paço Imperial que foi inaugurada em junho\, Luiz Aquila abre\, quase simultaneamente\, “A Escolha do Artista”\, no dia 10 de julho\, na Galeria Patrícia Costa. Junto à galerista que o representa há mais de 20 anos\, desta vez ele mesmo selecionou o conjunto de obras que ocupará o espaço em Copacabana\, até o dia 9 de agosto. \nMantendo um ritmo de criação constante e profícuo\, Aquila vem se dividindo entre a serra de Petrópolis e o novo ateliê na Praia de Botafogo\, onde tem passado mais dias na semana. A mudança de ares reiterou sua fonte de inspiração. \n“Desde que eu retomo a pintura de uma maneira mais gestual e espontânea\, no final dos anos 70\, a minha grande influência é o Rio. A forma orgânica das montanhas\, a própria arquitetura\, a maneira como se circula pela cidade… o simples fato de caminharmos sobre calçadas de Roberto Burle Marx\, que considero o maior artista brasileiro. Todo esse movimento e formas cariocas influenciam demais o meu trabalho\, mas não de uma forma realista. O Rio mexe com a minha ‘inner scape’\, a minha paisagem interior”. \nO texto de parede da exposição\, “Lição de Pintura” de autoria de João Cabral de Melo Neto\, aponta a maneira de Aquila pensar a própria arte. “Quadro nenhum está acabado\, disse certo pintor; se pode sem fim continuá-lo\, primeiro\, ao além de outro quadro que\, feito a partir de tal forma\, tem na tela\, oculta\, uma porta que dá a um corredor que leva a outra e a muitas outras” pode ser uma metáfora para a constante busca do artista. Segundo Aquila\, o pintor\, como um velho fauno\, está à procura da pintura. Em novembro\, embarca para Brasília para abrir outra nova mostra. \nPara essa exposição\, foi produzida uma trilogia pensando na bandeira brasileira\, com releituras em que cada uma das três telas possui uma cor predominante de verde\, azul e amarelo: “É o resgate da minha bandeira”\, afirma. \nSomam-se à série mais dez pinturas\, além de nove trabalhos em técnica mista sobre cartão\, todos recentes.
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LOCATION:Galeria Patricia Costa\, Av. Atlântica\, 4.240/lojas 224 e 225 – Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"DAREL – 100 anos de um artista contemporâneo" no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Darel Valença Lins\, Sem título\, c. 1980. Col. Maisa Byington. Foto: Guilherme Isnard \nO centenário de nascimento do desenhista\, pintor\, gravador\, ilustrador e professor Darel Valença Lins (Palmares\, PE 1924–Rio de Janeiro\, 2017) será celebrado com a exposição DAREL – 100 anos de um artista contemporâneo\, no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro\, sob curadoria de Denise Mattar. \nA abertura da mostra panorâmica é quarta-feira\, 9 de julho\, às 16h\, com temporada que se estende até 30 de agosto de 2025. \nCom patrocínio do Itaú Cultural\, a exposição reúne cerca de 95 obras\, abrangendo 70 anos de produção do artista\, que marcou sua importância na história da arte do século XX pela excelência das suas litografias à cor e pinturas sensuais. \nSeu legado transita entre a gravura em metal\, óleo sobre tela\, fotomontagem\, guache\, pastel\, desenho e a litografia à cor – técnica da qual foi pioneiro no Brasil. \nPercurso da exposição \nA mostra está organizada por segmentos\, a partir da fase mais conhecida de Darel\, a dos anos 1950|60\, das séries Topografias e Cidades Inventadas\, seguidas dos Anjos. São gravuras\, inicialmente em preto e branco\, às quais o artista introduz pouco a pouco a cor. \nNo começo da década de 1970\, ele faz uma mudança radical de técnica e começa a trabalhar com pastel e lápis de cera. É deste período a série Mulheres da Rua Concórdia. “Poéticas\, patéticas\, dolorosas e sensuais são as cenas que Darel retrata de um prostíbulo\, instalado na casa em que ele viveu na infância”\, descreve a curadora. \nSegue-se a este o conjunto intitulado Baixada Fluminense\, no qual ele busca poesia em histórias inventadas sobre personagens reais.  Sem medo de errar\, o artista usa a digigrafia [gravação de imagem por meios digitais]\, associando colagem\, desenho\, pastel e guache. \nSeus últimos trabalhos são pinturas a óleo de temática floral e uma série de videoarte\, realizadas em seu ateliê no bairro carioca de São Conrado nos anos 2000. Nas flores imensas transborda\, mais do que nunca\, a sensualidade de sua obra. \nA exposição conta ainda com um curta de Allan Ribeiro\, em que o artista conversa com o cinegrafista sobre Dostoievski\, enquanto desenha\, apresentado em loop. O longa documental\, também de Allan Ribeiro\, que inclui suas últimas realizações de Darel\, as videoartes\, terá sessões programadas\, no auditório do Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Um emaranhado de ruínas ao revés" no Sesc São João de Meriti
DESCRIPTION:Vista da instalação de Ana Rorras – Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nA mostra “Um emaranhado de ruínas ao revés” reúne cinco artistas visuais brasileiros que utilizam como matéria-prima elementos de uso comum e descartados no cotidiano. Como num desejo de conferir sentido aos fragmentos do mundo\, a mostra reúne trabalhos de Ana Raylander Mártis dos Anjos\, Ana Rorras\, Loren Minzú\, Marcelo Venzon e rafael amorim. Estarão lá obras tridimensionais criadas a partir de restos de objetos que perderam sua função original e que\, reconfigurados\, ganharam novas formas e sentidos a partir da intervenção poética dos artistas. Cada participante preparou também especialmente um trabalho inédito para a exposição. Selecionada no Edital Sesc Pulsar\, a mostra vai de 12 de julho a 12 de outubro de 2025\, na galeria do Sesc São João de Meriti\, com entrada franca. \nA exposição é um convite para olharmos de forma nova para o que consideramos descartável\, precário\, compreendendo suas potencialidades e beleza. Os belos trabalhos de Ana Rorras e rafael amorim\, por exemplo\, são elaborados a partir de materiais encontrados em ruínas da arquitetura urbana. Ana recolhe fragmentos de antigas construções\, articulando-os com plantas que crescem durante o período expositivo. Amorim\, por sua parte\, parte do colecionismo\, recolhendo materiais encontrados na rua. As esculturas de Loren Minzú se sustentam em equilíbrios delicados\, ameaçando ruir a qualquer lufada de vento\, fenômeno que\, por sua vez\, é protagonista do seu trabalho em vídeo. As Fôrmas de Marcelo Venzon se inspiram em elementos reais da arquitetura de pontes\, viadutos e edifícios. Já Ana Raylander Mártis dos Anjos\, artista confirmada na 36ª Bienal de São Paulo\, debruça-se sobre a violência das estruturas sociais\, revisitando memórias individuais e coletivas\, dialogando com imagens\, canções e gestos de nossa cultura.  \nSegundo os idealizadores da mostra\, “Um emaranhado de ruínas ao revés” aponta para diferentes abordagens do campo artístico. “Vamos apresentar um verdadeiro emaranhado transcultural de poéticas\, espaços\, narrativas\, experiências\, materialidades e subjetividades que convivem em um mesmo espaço\, constituindo uma experiência sensorial única”\, comenta André Torres\, articulador da exposição. Torres\, que acompanhou de maneira crítica o desenvolvimento dos trabalhos inéditos\, assina o texto da exposição e mais um ensaio para o catálogo\, que será lançado durante a mostra. A publicação\, além de imagens dos trabalhos e da montagem\, também contará com texto de Julia Baker. A distribuição será gratuita e o material também estará disponível para download. Outra característica da iniciativa foi a escolha de artistas que têm em comum uma percepção apurada das estruturas e formas que nos rodeiam no cotidiano. Nesse sentido\, a exposição convoca o corpo a estar presente no espaço\, já que as obras expandem o limite bidimensional das telas.
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LOCATION:Sesc São João de Meriti\, Av. Automóvel Clube\, 66 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Telma Saraiva e a fascinação do mundo" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem: Reprodução / Divulgação\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio inaugura a exposição “Telma Saraiva e a fascinação do mundo”\, dedicada à trajetória da artista cearense que marcou a história da fotopintura no Brasil. Atuando desde os anos 1940 no município de Crato\, no Cariri\, Telma Saraiva comandou o Foto Saraiva — único estúdio fotográfico gerido por uma mulher na região — e criou uma estética própria ao colorir retratos com tintas\, entre minúcia técnica e imaginação artística. A curadoria é assinada por Bitu Cassundé\, Amanda Bonan e Marcelo Campos.
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SUMMARY:"Karin Lambrecht – A Intimidade da Luz" na Nara Roesler
DESCRIPTION:Karin Lambrecht\, “Lagoinha”\, 2025. Imagem/Divulgação. Cortesia Nara Roesler \nNara Roesler Rio de Janeiro apresenta a exposição “A Intimidade da Luz”\, com 24 obras inéditas da artista Karin Lambrecht\, nascida em 1957\, em Porto Alegre\, e há oito anos residente em Broadstairs\, na Ilha de Thanet\, costa sudeste da Inglaterra. A abertura será no dia 15 de julho de 2025\, das 18h às 21h\, e amostra fica em cartaz até 9 de agosto de 2025. Em 2024\, Karin Lambrecht ganhou a individual “Seasonsofthe Soul” (“Estações da Alma”)\, no RothkoMuseum\, em Daugavlpils\, Letônia\, e ela participa da coletiva “Geometrias”\, no Museu de arte de São Paulo (MASP)\, em cartaz até 3 de agosto. \nA pintura “Butterfly” (2025)\, em pigmentos em resina acrílica sobre lona\, e medindo 1\,70 metro de altura por 2\,05 metros de comprimento\, ocupa um lugar central na exposição\, acompanhada de uma frase da artista\, escrita em vinil na parede: “Pintura vive na intimidade da luz e dorme junto a nós à noite”. Karin Lambrechtusa variados pigmentos em seus trabalhos\, muitas vezes acrescidos de outros materiais\, como pastel seco\, cobre\, carvão e recortes de lona. A exposição terá também aquarelas sobre papel\, em que a artista adiciona em algumas bordados\, cortes\, e colagem sobre papel. \nFernanda Lopes escreve que “as obras que Karin Lambrecht apresenta nesta exposição parecem estar murmurando algo”. “Elas estão impregnadas do marulho da Ilha de Thanet\, na costa sudeste da Grã-Bretanha\, onde a artista reside desde 2017. Também ressoam nessas superfícies camadas\, vestígios e memórias de todo o tempo dedicado a cada uma delas no ateliê\, e toda a história à qual ela se remete. Aqui\, tudo parece estar vivo\, tudo parece se mexer. Mesmo que em um movimento de tempo mais lento\, quase meditativo”. \n“É na intimidade dos encontros que se constituem esses trabalhos\, e as mais de quatro décadas de trajetória da artista. A construção do seu território pictórico se dá essencialmente na presença do corpo\, estabelecendo uma relação poética\, mas também profundamente física. Karin nunca teve assistentes\, executando ela mesma toda a rotina de ateliê na preparação e realização de cada obra. Entre o autorretrato e a performance\, sua produção é resultado de tudo o que seu corpo tenta\, suporta\, alcança e consegue executar\, testando a todo momento seus limites e incorporando falhas e desgastes”\, assinala. \nA crítica destaca ainda que as pequenas anotações feitas em carvão vegetal\, “algumas vezes ilegíveis ou quase imperceptíveis”\, feitas por Karin Lambrecht em suas pinturas\,” são como sussurros diluídos entre as camadas de cor que tomam conta da tela”. “Fragmentos de memórias que não sabemos ao certo se resistem na superfície ou se estão se esvaindo nessa espécie de neblina. A palavra\, indício da presença e da história do corpo\, é tratada aqui como parte da construção da pintura. \nNão necessariamente precisa ser lida ou compreendida. Na verdade\, as palavras de Karin funcionam como um alerta brechtiano. Um ruído para chamar a atenção do espectador\, e talvez dela mesma\, para a ilusão do plano”.
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SUMMARY:"Frestas" de Renata Tassinari no CCBB RJ
DESCRIPTION:Renata Tassinari\, “Narciso II”\, 2023. Foto: Romulo Fialdini \nO Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura nesta quarta-feira\, dia 16 de julho\, a exposição “Frestas”\, que celebra os 40 anos de trajetória da artista Renata Tassinari.  Com curadoria de Felipe Scovino\, será apresentado um recorte da mais recente produção da artista\, em trabalhos que exploram a cor e a geometria\, em diálogo com o espaço arquitetônico. \n“A exposição apresenta um recorte da produção da artista com foco na geometria e nas situações intervalares que sua pintura objetual apresenta. A pesquisa em torno de uma forma que tende à não fixação\, move suas obras para um lugar onde a cor e a forma tendem a idealizar uma ideia ou imagem da natureza”\, afirma o curador Felipe Scovino. \nA exposição\, que será apresentada na Sala A\, no segundo andar do CCBB RJ\, terá dez trabalhos\, recentes e inéditos\, feitos sobre caixas de acrílico\, que são pintadas por fora e por dentro\, em cores diversas. As obras possuem formatos variados\, sendo alguns em grandes dimensões\, com tamanhos que chegam a 2\,30m X 3\,50m. Apesar de não serem feitas no suporte tradicional da tela\, a artista chama as obras de pinturas. “Os trabalhos tem uma relação muito forte com a forma e com a cor\, uma pesquisa que venho desenvolvendo há muitos anos. São pinturas\, mas tem um caráter muito de objeto porque saem da parede e conversam com o espaço.”\, afirma Renata Tassinari. \nMesmo já trabalhando há bastante tempo com as caixas de acrílico\, ao longo dos anos a artista foi criando novos formatos e trazendo novos elementos para as obras\, como a madeira e\, mais recentemente\, o acrílico espelhado\, que poderá ser visto em muitas obras da exposição. “Chamei alguns trabalhos de ‘Narciso’ por causa do espelho. O acrílico espelhado não é como um espelho no qual você vê exatamente a sua imagem\, é uma imagem distorcida. A cor entra como um elemento fixo e mais rígido e o acrílico espelhado com esse movimento\, com essa estranheza\, trazendo uma imagem que não é exatamente clara”\, ressalta a artista. \nA imagem refletida pelo acrílico espelhado é distorcida\, tem movimento\, como o fluxo de água de um rio.  “A cor nas obras de Tassinari corre. Mesmo concentrada\, adquirindo um certo grau de espessura\, a cor deseja o movimento. A estrutura de acrílico\, preenchida de cor\, longilínea e quebradiça condiciona um deslocamento. Há decididamente a imagem metafórica de um rio e não é à toa\, portanto\, que alguns títulos\, mais uma vez\, evoquem esse universo das águas”\, diz o curador\, referindo-se aos nomes de obras como “Marola”. \nA artista começou a trabalhar com as caixas de acrílico – que inicialmente eram usadas como moldura para seus desenhos – em 2002\, com o intuito de ampliar a relação arquitetônica das obras com o espaço. No início\, ela pintava apenas por cima das caixas\, mas\, com o tempo\, começou a pintar também internamente. “Faço uma relação entre a cor e o brilho; a tinta acrílica vai por dentro e tinta a óleo vai por fora. Venho de uma tradição de pintura na tela de muitos anos e gosto de usar o óleo\, pois acho que as cores são mais interessantes\, gosto da textura\, ela tem mais corpo\, acho que funciona melhor”\, conta a artista. \nAs obras possuem diversos formatos\, sejam horizontais\, verticais\, em L ou em cruz. Em algumas obras\, como “Marola”\, o acrílico espelhado é completado por cores variadas. Já as obras em formato de L parecem ser parte de uma estrutura geométrica a ser completada. Desta forma\, o nome da exposição – “Frestas” – tem a ver com essas questões\, com o intervalo\, com os espaços vazados. “Há esta ideia de fratura\, da espera de uma espécie de complemento\, sejam nas ‘Beiras’\, seja na ‘Marola’ ou em ‘Narciso’. No caso de ‘Narciso’\, esse complemento vem muito do espelhamento que o trabalho produz e\, portanto\, da relação do espectador que se vê dentro daquele trabalho. A geometria\, de alguma forma\, se alimenta daquele espectador\, há um certo grau cinético”\, ressalta o curador. \nPara criar os trabalhos\, a artista faz um desenho prévio\, com as cores e formatos que deseja utilizar. “É um trabalho muito mental. Primeiro faço um desenho e depois mando executar no acrílico os formatos que quero. São feitos por parte\, pinto todos por dentro e por fora e\, quando estão prontos\, monto diretamente na parede”\, conta a artista.
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SUMMARY:"Vistas de dentro" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Jeane Terra\, “A despedida”. Imagem/Divulgação \n\nA Anita Schwartz Galeria de Arte\, na Gávea\, inaugura no dia 16 de julho\, às 19h\, a exposição coletiva Vistas de dentro\, reunindo 16 trabalhos de artistas representados e convidados. A mostra\, curada por Cecília Fortes\, marca a quinta edição do programa curatorial “Visita ao acervo”\, que propõe diálogos entre obras do acervo da galeria e a produção contemporânea de seus artistas\, a partir de diferentes recortes temáticos. \nNesta edição\, a curadoria parte da ideia de casa\, inicialmente concebida como moradia e espaço doméstico\, mas expandida em seus significados simbólicos\, afetivos e metafóricos. Mais do que abrigo\, a casa é entendida como extensão do ser\, como lugar de memória\, identidade e presença. \nInspirada também nos pensamentos do filósofo italiano Emanuele Coccia\, para quem a casa é uma “realidade moral” que abriga o bocado de mundo necessário à nossa felicidade – pessoas\, objetos\, atmosferas\, lembranças –\, a exposição amplia o conceito de lar para abarcar noções de corpo\, intimidade\, arquitetura e transformação. \nEntre as obras selecionadas estão uma fotografia de Luiza Baldan\, que eterniza um espaço carregado de valor afetivo; a pintura de Marjô Mizumoto\, retratando sua filha Marie em sono tranquilo\, cercada por seu universo pop infantil; o jogo de guardanapos do enxoval dos pais de Renato Bezerra de Mello\, com detalhes encobertos por pontos livres de bordado feitos por ele com parentes e amigos\, num gesto de apropriação e aproximação; a mesa posta de Patrizia D’Angello\, em torno da qual as reuniões de família acontecem; e o interesse de Arthur Chaves pela costura e a arte têxtil\, desencadeados ainda na infância\, enquanto observava a mãe trabalhando na máquina de costura\, num quartinho dentro de casa. \nA coletiva apresenta\, também\, trabalhos que se relacionam com arquitetura e representação\, resíduos e pesquisa de materiais. Entre eles\, a delicada escultura em metal de Nathalie Ventura; a casa peluda que brotou na imaginação da artista Cristina Salgado\, em meio a uma massa amorfa rosada; os escombros impregnados de memória de uma casa em ruínas\, transformados em escultura por Jeane Terra e a composição de Duda Moraes\, montada com costura de resíduos de tecidos de estofado descartados\, convertidos em jardins têxtis pelas mãos da artista. “Songe” (2023)\, obra do artista belga Gustavo Riego\, também integra a seleção. \nA vertente metafórica casa-corpo se apresenta nos trabalhos de Liana Nigri\, cujo processo escultórico se desenvolve através de gestos de contato do corpo com a matéria que resultam na impressão da memória de uma presença\, um mapa sensorial de conhecimento íntimo\, e nas pinturas de Luiz Eduardo Rayol\, que entrelaçam o corpo-carne com o corpo-energético em questionamentos metafísicos sobre a potência da natureza e a fragilidade da nossa existência. \nA mostra convida o público a uma experiência sensorial e imersiva com a videoarte de Maritza Caneca\, exibida no container a céu aberto instalado na galeria. Com diferentes linguagens – pintura\, escultura\, fotografia\, instalação\, bordado e vídeo – Vistas de dentro constrói uma poética do habitar\, revelando como o ambiente doméstico e o corpo podem ser fontes de investigação estética. A exposição oferece múltiplas camadas de leitura sobre o espaço íntimo e seu papel na constituição do sujeito contemporâneo.
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LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Quimera" de Fernando Lindote na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Fernando Lindote\, “Flor nenhuma”\, 2025. Imagem / Divulgação \n\nA Anita Schwartz Galeria de Arte\, na Gávea\, inaugura no dia 16 de julho\, às 19h\, a exposição “Quimera” (release em anexo)\, de Fernando Lindote. Nascido no Rio Grande do Sul e radicado em Santa Catarina\, o artista apresenta 12 pinturas inéditas produzidas em 2025 com variação de técnica\, estilo\, escala e densidade. \nEmbora florestas\, jardins\, vasos e flores apareçam como um repertório visual recorrente — é o caso da série A cisão da superfície —\, Lindote não trata a natureza como temática\, mas como ponto de partida para refletir sobre o próprio ato de pintar. “Esses temas funcionam como um motivo pra mim. Através deles\, estabeleço a relação das coisas que quero pensar e dizer sobre pintura”\, revela. A partir dessa conexão figurativa\, o artista propõe que o espectador vá além do tema e se detenha no fazer: nas pinceladas\, na incidência da luz\, nas cores e texturas. \nCom trajetória artística de quase cinco décadas\, reconhecida por diversas premiações no campo das artes plásticas\, Fernando mergulha nesse gesto técnico e reflexivo a partir do estudo de diferentes períodos da história da arte\, da filosofia e das formas de ver o mundo de cada época. Pesquisa materiais\, pigmentos\, vernizes e investiga como a tinta se comporta sobre a tela. A floresta\, nesse contexto\, torna-se metáfora e método: “uma grande pinacoteca”\, como ele define poeticamente\, em que inúmeras possibilidades de pintura estão guardadas.
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LOCATION:Anita Schwartz Galeria de Arte\, R. José Roberto Macedo Soares\, 30\, Rido de Janeiro\, RJ\, Brasil
CATEGORIES:Rio de Janeiro
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SUMMARY:"Tromba D’Água" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Marcela Cantuária\, “O Sonho Sul-Americano”\, 2022-2023. Foto: Oriol Tarridas\n\n\n\n\n\nA exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera \n\n\n\nA LINGUAGEM DA ÁGUA\nPara o filósofo grego pré-socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.)\, a essência da vida resultava da interação dos quatro elementos — água\, terra\, fogo e ar — com duas forças\, a do amor e a da discórdia. Quando o amor predomina\, os elementos estão integrados em equilíbrio. Se a discórdia se instala\, gera-se o caos. A mesma água que mata a sede\, que refresca o corpo\, que abençoa\, que lava\, que irriga alimentos e que encanta os olhos\, também tem seus dias de mau humor. Trombas d’água\, temporais\, enchentes\, alagamentos\, tsunamis\, maremotos — e outros que a ciência moderna chama de “eventos extremos” — têm sido cada vez mais frequentes no Brasil e no mundo. \nTalvez Iemanjá\, Iara\, Netuno\, Nossa Senhora dos Navegantes\, Oxum\, as Sereias\, Poseidon\, a Mãe d’Água\, ao agitarem as águas\, queiram nada mais que nos chamar a atenção para a necessidade de amarmos uns aos outros\, ao mundo\, a nós mesmos e às águas. Para o nosso próprio bem\, precisamos ouvir esse chamado. Afinal\, nosso corpo é 70% água\, assim como o planeta é 70% oceano. \nSe há um chamado\, é porque a água se comunica. Sua linguagem é contínua\, fluida\, permeável\, profunda\, mutante\, líquida. Justamente por isso\, para perceber este idioma\, é preciso muita atenção. A exposição Tromba D’Água traduz a linguagem aquática para nossa desatenta percepção. O que ela te diz? \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nInstituto Artistas Latinas\nO Instituto Artistas Latinas\, desde 2019\, busca fortalecer a ampliação do conhecimento sobre a produção de artistas mulheres na arte contemporânea. Por meio de uma plataforma digital\, reúne centenas de nomes e biografias de todas as regiões da América Latina\, promovendo intercâmbios de pesquisa e expandindo o mapeamento de conexões artísticas entre os países. As redes sociais do Instituto funcionam como amplificadoras do trabalho de artistas e de iniciativas que trazem visibilidade para a produção artística de mulheres. Esse conjunto permite uma maior atuação do Instituto em outras localidades\, impactando diretamente doze países\, seja por meio de iniciativas presenciais ou virtuais. \nAlém disso\, o Instituto desenvolve e difunde conteúdos diversos que consolidam o diálogo de arte contemporânea\, oferece ações educativas e de formação livre\, organiza projetos de exposições e institucionais\, realiza consultoria para coleções públicas e particulares\, promove participações em feiras de Arte e facilita cursos voltados ao protagonismo feminino. \nÉ com grande honra que o Instituto Artistas Latinas exibe a exposição Tromba D`água\, em sua primeira itinerância\, no Museu do Amanhã. Apresentada pela primeira vez no Sesc São Gonçalo\, em 2024\, iniciamos um projeto de circulação da mostra como um desejo de avançar e expandir as discussões que fomentam o papel da arte contemporânea junto ao pensamento sobre ecologias e presentes/futuros possíveis. Todas as catorze artistas convidadas para ocupar este espaço traduzem\, em poéticas próprias\, a relação direta e subjetiva com a principal fonte da vida humana e suas principais controvérsias e desdobramentos sociais\, raciais e econômicos. \nTromba d’Água\nGotaGoteiraChuvaChuvaradaCascataCachoeiraEnxurradaTromba d’água \nForça soberana\, correnteza\, intensidade incontrolável que rompe as margens e conecta o mar\, o céu e os rios. \nAs águas estão para a humanidade como o sol está para os planetas. A vida orbita os seus contornos\, se agrupando em uma atração gravitacional que permite a sobrevivência. Sua potência estrutura sociedades\, oferece de beber e de comer\, gera energia\, funciona como transporte e expõe a ingenuidade daqueles que pensam ter o poder de dominá-las.  \nO fenômeno da tromba d’água\, nos oceanos\, conecta o mar e o céu por um vórtice colunar\, uma espécie de tornado que liga as nuvens à superfície da água. Forma-se um elo\, um pacto\, uma ponte entre a vida marítima e os poderes celestes. Sua imagem impõe o poder que a água\, enquanto ação\, possui.  \nNos rios\, sua robustez pode ser fatal para quem não está atento aos sinais das águas\, que costumam anunciar a chegada de uma correnteza violenta. Também conhecida como “cabeça d’água”\, o fenômeno tromba d’água nas águas doces acontece pelo excesso de chuvas no entorno de uma nascente\, que intensifica o fluxo e arrasta tudo que encontra pela frente. Sua intensidade tem a capacidade de romper e modificar as margens. \nA exposição Tromba d’Água reúne elaborações de catorze artistas latino-americanas sobre a coletividade enquanto catalisadora de transformações. As obras de Alice Yura\, Azizi Cypriano\, Guilhermina Augusti\, Jeane Terra\, Luna Bastos\, Marcela Cantuária\, Mariana Rocha\, Marilyn Boror Bor\, Natalia Forcada\, Rafaela Kennedy\, Roberta Holiday\, Rosana Paulino\, Suzana Queiroga e Thais Iroko perpassam assuntos ligados à espiritualidade\, em uma relação íntima com as divindades que regem as águas\, à ancestralidade\, em uma perspectiva espiralar e matriarcal\, e à intrínseca relação do feminino com a natureza\, em sua potência de nutrir e transformar. Em conjunto\, encontramos trabalhos que versam sobre o modo como histórias\, memórias e imaginações matrilineares atravessam as barreiras impostas à existência das mulheres. \nEm um contexto social que pretende sufocar\, soterrar e ignorar essa pulsão ambiental\, o fenômeno da tromba d’água surge como uma alusão ao respeito que devemos ter por essa energia impetuosa. Nesta exposição\, as características das águas criam espaço para trilharmos outros percursos na construção de uma sociedade pautada em relações sensíveis entre a humanidade e a natureza. Aqui\, as artistas apresentam propostas que ignoram os obstáculos que poderiam limitar sua agência e abrem os caminhos que um dia estiveram obstruídos. \nAna Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, curadoras da exposição \nÉ sobre Justiça Climática\nA América Latina é a segunda região global mais suscetível aos efeitos das mudanças climáticas que acontecem por efeito da ação humana extrativista\, desenvolvimentista e lucrativista. As tempestades\, inundações e enchentes são alguns dos desastres comuns em regiões de climas tropicais. Desde a invasão e colonização europeia\, o conceito estabelecido sobre progresso envolve propostas de urbanização que concretam o que antes eram ferramentas naturais de escoamento de água. Essas propostas também constroem edificações em regiões onde havia afluentes e erguem verdadeiras fortalezas para fazer uso dos recursos naturais\, abusando do consumo de combustíveis fósseis. \nSobre as notícias das inundações recentes no Rio Grande do Sul\, muitas pessoas se sensibilizaram com a trágica perda de vidas\, bens materiais e imateriais das pessoas que tiveram as suas casas dominadas pelas águas. Foram reunidos esforços por meio de doações\, resgates organizados pela sociedade civil e ativação de consciência sobre como ajudar. Entretanto\, em momentos como esse\, torna-se ainda mais importante compreender e cobrar o poder estatal em relação à segurança das populações que vivem ao longo das margens das águas. \nNão é possível ignorar as pautas de justiça climática\, conceito que torna evidente quem são as pessoas que sofrem de forma mais violenta às consequências das catástrofes. Nas periferias de onde se concentra o capital\, habitam as populações mais vulneráveis. Em situações de emergências são essas regiões que sofrerão com maior violência às consequências das ações humanas contra o meio ambiente. \nEsta exposição busca redirecionar a atenção\, evidenciando o respeito fundamental às relações com a natureza e\, principalmente\, as estâncias político-empresariais dessas relações. É urgente a prevenção e a mitigação de futuros desastres ambientais e suas consequências. Assim como se faz necessário coibir qualquer tipo de desmatamento e contenção das ações da modernidade que agem estrategicamente na destruição do ecossistema. \nAna Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, curadoras da exposição
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Água Pantanal Fogo" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Fotografia de Lalo de Almeida\n\n\n\n\n\n\n\nA exposição faz parte da Ocupação Esquenta COP\, que propõe novas formas de ver\, sentir e agir diante da crise climática.Curadoria Eder Chiodetto \n\n\n\nO Pantanal é a maior planície inundável do mundo: cerca de 200 mil km2\, que equivalem à soma dos territórios de Portugal\, Holanda\, Bélgica e Suíça. Um sistema regulado por grandes cheias anuais e naturais\, próprias da região e influenciadas pelo regime de degelo dos Andes no verão. No ano de 2020\, esse santuário de fauna\, flora e pessoas\, presenciou um paradoxo. A estupidez de uma certa fração da espécie humana\, incentivada por monstros disfarçados de políticos\, provocou a maior queimada criminosa da história do bioma. Em 2024\, o cenário se repetiu. \nO mesmo fogo que aquece e encanta\, queima e destrói. A água que irriga é a mesma que afoga. Para o filósofo grego pré-Socrático Empédocles (495 a.C – 430 a.C.)\, o elemento sai do seu equilíbrio quando a força que domina é a do ódio e da raiva. Por outro lado\, o elemento em equilíbrio é produto da força do amor. Na exposição “Água\, Pantanal\, Fogo”\, Lalo de Almeida documenta o fogo do ódio\, enquanto Luciano Candisani retrata a enchente de amor. As imagens denunciam e informam\, dando forma e conteúdo aos números da ciência e às notícias dos jornais. Sobretudo\, a arte da dupla emociona. O contraste entre a exuberância da vida e a violência do crime que leva à morte\, entre a água e o fogo\, entre o bem e o mal\, entre o amor e o ódio\, entre o encanto e o medo\, nos leva à nossa raiz mais íntima. O resultado é maravilhamento com a beleza da natureza e indignação com a estupidez\, o crime e a impunidade. Desse turbilhão emerge a esperança\, aquela que Paulo Freire (1921-1997) dizia ser do verbo esperançar e que nos leva à ação\, inspirada pelo encontro da arte com a ciência e com a emoção que vem do espírito. \nFabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã \nMudança climática: Água Pantanal Fogo\nÁguas que inundam\, águas que vazam. Seca que chega\, fogo que incendeia. A região do Pantanal tem a singularidade de ser regida\, desde sempre\, pelo equilíbrio do ciclo das águas\, vital para a preservação da rica biodiversidade que pulsa em seus rios\, corixos e lagoas\, na cheia e na seca\, no solo e no ar. O uso abusivo dos recursos do bioma\, que produz um estado de desequilíbrio cada vez mais visível\, pode\, segundo especialistas\, resultar na desertificação dessa região.  \nA atitude do homem contemporâneo\, que pouco faz para frear a escalada de desmatamento\, emissão de gás carbônico e desvio de nascentes de água para a agropecuária não sustentável\, está nos levando a um estado de ecocídio em todo o planeta. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani\, dois dos mais proeminentes e premiados fotodocumentaristas brasileiros\, vêm dedicando parte de suas trajetórias profissionais a documentar o Pantanal como uma forma de dar visibilidade a essas pulsões de vida e de morte que surgem justapostas entre a época das cheias e a da seca. \nLalo fotografou o Pantanal durante os incêndios de 2020 e 2024\, que calcinaram cerca de 26% da região e mataram em torno de 17 milhões de animais vertebrados. Suas imagens circularam pelo mundo e ajudaram a alertar a sociedade civil\, a classe científica\, o governo brasileiro e organismos internacionais sobre a gravidade do problema. Essas imagens\, em parte aqui expostas\, deram a ele o prestigiado prêmio World Press Photo. \nLuciano documenta ecossistemas ao redor do mundo de forma sistemática. Na última década\, passou parte de seu tempo submerso no Pantanal. Suas imagens\, de rara excelência técnica\, resultaram num acervo de suma importância para embasar pesquisas e mostrar ao mundo a urgência no combate aos crimes ambientais que acabam por gerar\, também\, as mudanças climáticas. Por esse trabalho\, ele ganhou o prêmio Wildlife Photographer of the Year\, em 2012. \nLalo de Almeida e Luciano Candisani são cronistas visuais que elegem temas sensíveis para investigar por longos períodos\, em parceria com cientistas e pesquisadores. Para obter o resultado exposto nesta mostra\, criam logísticas complexas e se expõem a vários tipos de perigo.  \nÉ em trabalhos como esses\, que aliam idealismo\, paixão e militância\, que a fotografia alcança seu ápice\, tornando-se uma janela aberta a revelar as idiossincrasias e o sublime do mundo.  \nEsta mostra busca gerar novas consciências não apenas sobre a situação do Pantanal\, mas também acerca de nossas atitudes erráticas\, que poluem o ar\, os rios e os mares\, causando danos por toda parte. Estamos diante de um exemplo crítico: a Baía de Guanabara recebe\, além de resíduos industriais\, dejetos do esgoto não tratado de quinze municípios\, o que destrói a vida marinha e ameaça arruinar a beleza desse lugar esplêndido.  \nEder Chiodetto\, curador da exposição
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