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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel" na FGV Arte
DESCRIPTION:Francisca Manoela Valadão\, “Cena de Mercado”\, 1860. Acervo do Museu de Arte do Estado de São Paulo\n\n\n\n\nA FGV Arte inaugura\, no dia 10 de abril\, a exposição “Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel”\, uma celebração da arte afro-brasileira e de sua diversidade cultural. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães\, a mostra apresenta mais de 300 obras\, incluindo pinturas\, esculturas\, gravuras\, fotografias e documentos históricos.  \nO evento de abertura ocorre na Praia de Botafogo\, 190\, a partir das 19h\, e contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do setor. A visitação é gratuita.  \nA exposição evidencia a pluralidade da produção artística afrodescendente\, destacando tanto nomes clássicos\, como Aleijadinho\, Mestre Valentim e Mestre Athaíde\, quanto artistas contemporâneos como Rosana Paulino\, Felippe Sabino e Lucia Laguna.  \nSegundo Herkenhoff\, a curadoria buscou justapor diferentes perspectivas\, trazendo um olhar histórico e crítico sobre a arte afro-brasileira:  \n“A exposição foi concebida como um tecido que se expande e se entrelaça\, conectando diferentes tempos\, territórios e perspectivas. A mostra transita desde o pano da costa\, elemento presente nos rituais da vida africana\, até esculturas históricas que dialogam com a ancestralidade”\, explica o curador.  \nA literatura brasileira também tem destaque na mostra. Além de uma dupla de obras dedicadas a Machado de Assis\, composta por um retrato e um manuscrito\, a escritora Carolina Maria de Jesus tem seu conhecido diálogo com Clarice Lispector\, retratado por Paulo Mendes Campos\, reproduzido em uma parede inteira.  \nA abordagem curatorial considera a diversidade das culturas afro-brasileiras e suas diferenças regionais. A coletiva reúne artistas e pensadores que fundamentam o conceito de afro-brasilidade em nível nacional. O curador adjunto\, João Victor Guimarães\, destaca a importância de valorizar artistas fora do eixo sudestino\, como os baianos e nordestinos:  \n“Temos obras de artistas de diversos estados do Brasil. As identidades afro-brasileiras se manifestam de maneiras distintas em cada região. Atendendo a essa diversidade\, buscamos uma ampliação geográfica para a exposição\, além de priorizar a excelência técnica\, a coerência da produção e a relevância de cada artista\, pois entendemos que são esses trabalhos que compõem a essência da mostra”\, ressalta Guimarães.  \nA exposição também resgata artistas historicamente marginalizados no circuito artístico. Um dos destaques é a tela inédita da artista gaúcha Maria Lídia Magliani\, My baby just cares for you\, nunca antes exposta ao público. 
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SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
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SUMMARY:"A inconstância da forma" de Elizabeth Jobim na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Elizabeth Jobim\, Sem título\, 2005. Coleção Adriana Calcanhotto – Divulgação Casa Roberto Marinho\n\nO título instigante sublinha a capacidade que sua produção possui de manter em movimento uma linguagem pessoal cuja estabilidade consiste em acolher e retransformar tendências aparentemente antagônicas da arte contemporânea.Ao optar por uma organização que não privilegia a ordem cronológica o curador Paulo Venancio instiga o visitante a perceber as afinidades\, tensões e contrastes nos diversos momentos do percurso da artista. Os desenhos\, pinturas\, objetos e ocupações espaciais compartilham\, além de suas belezas intrínsecas\, a liberdade de criar e nos surpreender. Do gesto e das representações da pedra\, um dos mais básicos elementos recorrentes na poética de Beth Jobim\, emergem amplos horizontes.É estreita a relação da artista com a coleção Roberto Marinho: um belo volume seu na fachada valoriza a arquitetura da Reserva Técnica\, assim como em 2021 fez uma cuidadosa curadoria das ripas de Ione Saldanha conferindo-lhes individualidade onde antes apreciava-se sobretudo o conjunto.Agora\, a artista recorre não só a obras de nosso acervo\, como também a outras de sua propriedade\, para traçar uma biografia visual e afetiva que abarca trajetória\, influências e interlocuções com seus pares geracionais. Sua casa\, aquela da arte\, é a nossa Casa e assim por diante…Lauro CavalcantiDiretor-ExecutivoCasa Roberto Marinho
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SUMMARY:"Panta Rei sobre a Estrata" de Sophia Loeb na Carpintaria
DESCRIPTION:Sophia Loeb\, “O véu sobre a terra se reveste de fogo”\, 2025 – Cortesia Fortes D’Aloia & Gabriel\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Panta Rei sobre a Estrata\, primeira exposição individual de Sophia Loeb no Brasil\, com abertura no dia 5 de junho\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne um conjunto de novas pinturas que exploram camadas e estratos matéricos em transformação.  \nNascida no Brasil e radicada em Londres\, Sophia Loeb cria pinturas que evocam ampliações de processos biológicos imperceptíveis\, ou traduções de erupções cósmicas  estabelecendo uma ponte entre ambientes siderais e microscópicos. Tons vibrantes e contrastes marcados revelam a importância das reverberações sensoriais em sua obra\, atraindo o espectador para um campo visual tátil e magmático. \nO processo da artista é dinâmico e imersivo: as telas são giradas\, inclinadas e trabalhadas a partir de múltiplos ângulos\, enquanto os materiais — pigmentos líquidos\, em pó e bastões a óleo — são sobrepostos\, raspados e retrabalhados em constante diálogo com a superfície. Guiada pela própria matéria\, cada cor é aplicada com gestos que denotam o interesse da artista pelo envolvimento corporal. Essa consciência tem origem em seu trabalho inicial como escultora — disciplina da qual retira a fisicalidade e o toque —\, resultando em composições densas e volumosas\, que sugerem fenômenos geológicos e deslocamentos minerais.  \nA recente mudança de Loeb para um ateliê em São Paulo provocou uma transformação em sua paleta e despertou uma nova atenção às condições atmosféricas específicas da cidade. Em sintonia com o clima local\, elementos como chuva\, vapor\, umidade e estados aquáticos surgem como estruturas de sensações e ritmos formais. \nEm Seu olhar me fascina (2025)\, a artista pinta uma composição em paleta crepuscular com contornos  ameboides circulando o que poderia ser um corpo d’água\, banhadas por uma luz azul profunda. A obra é temática e formalmente líquida\, com passagens calmas e turbulentas que fluem e refluem no espaço pictórico. \n“Suas telas não fixam uma imagem: sustentam o que vibra\, o que muda\, o que ainda não encontrou contorno. A superfície se torna um campo de relação entre cor\, corpo e tempo — espaço onde o visível é instável\, e a forma\, sempre provisória. Ao insistir na processualidade\, sua obra afirma uma ética do contato: em vez de impor\, escuta; em vez de fixar a forma\, sustenta sua permeabilidade e impermanência. Seus trabalhos parecem acompanhar o que se move — abrindo brechas para presenças que ainda não têm nome\,” escreve Ana Roman\, curadora e escritora\, no ensaio crítico que acompanha a exposição.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Cidadela" na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Créditos: Mônica Cardim\n\n\n\n\nNo dia 17 de maio chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro\, Cidadela\, a exposição individual da artista visual Maria Ezou\, que convida o público para uma experiência imersiva no universo das infâncias\, suas sensações e subjetividades. \nA Cidadela é uma instalação interativa\, que materializa uma cidade imaginária e biocêntrica\, uma fortaleza onírica onde os seres humanos\, seus corpos\, as casas e o restante da natureza são partes de um mesmo sistema: harmônico e fantástico. \nAo chegar na exposição\, o público se depara com a cidade formada por 15 “casas-corpos” – esculturas feitas a partir do molde do tronco da própria artista\, com diminutas janelas e portas em seu ventre\, que dão acesso a minimundos imaginários. No interior de cada “casa-corpo”\, o olhar curioso se depara com uma dramaturgia particular\, dialogando com um aspecto diferente da infância\, interconectado com o fluxo dos corpos e suas distintas emoções\, o cotidiano das casas e as dinâmicas da natureza. Para contar cada história\, o cenário e objetos\, em miniatura\, são animados por autômatos mecânicos e eletrônicos\, pela transição de luzes e pela trilha sonora individual de cada casa\, além de estímulos auditivos como o som das águas\, do vento\, do pisar na terra e do crepitar do fogo. Cada “casa-corpo” recebe também uma audiodescrição\, que promove a acessibilidade. \nO fio condutor das obras são as artes têxteis\, que Ezou intersecciona com o teatro de animação\, a arte eletrônica\, o audiovisual\, a literatura\, as musicalidades e os autômatos artesanais. Ela ainda emprega técnicas auxiliares como marcenaria\, serralheria artesanal e colagem e\, por fim\, as conecta a saberes como mecânica do movimento\, arquitetura vernacular\, biologia e agroecologia. Assim\, Maria tece o enredo que resulta na narrativa maior\, o mundo sonhado da Cidadela. \nPara proporcionar uma experiência plena às crianças\, a expografia respeita as dimensões dos pequenos\, e os minimundos são localizados na altura do olhar da criança. Para os adultos\, o convite é para que experimentem a Cidadela a partir do ponto de vista dos pequenos. \nA exposição pretende reafirmar o corpo como espaço de autonomia e alteridade e\, por isso\, cada espectador escolhe sua trilha de visitação\, descobrindo\, em cada Casa\, um universo particular e a temática inerente à infância daquela obra. Compõem a Cidadela as Casas Gestar; Infância; Memória; Amor\, Raiva; Empatia; Espera; Afeto; Alegria; Proteção; Desafio; Preguiça; Liberdade; Medo e Tristeza. \nEm Cidadela\, o corpo de Maria Ezou é o corpo do universo. Raízes\, corpo\, montanha. Mulher-natureza\, guiada por mapas\, casas e seus interiores – cartografias que apontam para a direção coletiva. Cartógrafa dos afetos\, parte das espacialidades e mergulha nas infâncias como um ato político. Onde o caminhar coletivo é o único possível. \nHoje as obras de Ezou estão situadas no campo das artes visuais\, da performance e da instalação\, mas\, nos primeiros anos de sua trajetória\, produziu muitos trabalhos para o campo das artes cênicas e com teatros de grupo\, assim aprendeu e aprimorou seu ofício na lógica da colaboração e coletividade. Em a Cidadela\, essa dinâmica segue presente. As obras da exposição têm a concepção e realização individual de Maria Ezou\, mas contam com a colaboração de outros artistas e mestres de diferentes ofícios\, que\, convidados por Maria\, trouxeram sua especialidade para o processo de preparação das obras. Entre os 17 convidados estão André Mehmari (produtor e intérprete musical); Heloisa Pires Lima (dramaturgia do movimento); Juliana Notari (dramaturgia do movimento); Mônica Cardim (fotografia artística); Leonardo Martinelli (composição musical); Willian Oliveira (desenvolvimento dos sistemas eletrônicos); Cristina Souto (desenho de luz)\, entre outros. \nA exposição\, que está na CAIXA Cultural São Paulo até 04 de maio\, e depois da temporada no Rio de Janeiro segue para Curitiba\, integra o projeto homônimo\, Cidadela\, que\, em diferentes formatos\, já passou\, desde 2019\, por Minas Gerais\, Brasília e São Paulo e Fortaleza\, somando mais de 34.000 espectadores.
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SUMMARY:"DES_IGUAL" de Ivani Pedrosa na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Ivani Pedrosa – Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA exposição DES_IGUAL apresenta um recorte do trabalho de Ivani Pedrosa voltado para questões atuais e urgentes\, como os conflitos mundiais\, os efeitos da globalização e os limites entre identidade e território. A partir da observação do cotidiano e das transformações profundas do “estar no mundo”\, a artista constrói séries que desdobram diferentes temas com consistência poética e formal. Entre elas\, destacam-se: Espaço Amplificado\, Imagem Amplificada\, Controle\, Fronteiras\, Paisagem Possível\, A Joia da Coroa\, e Silêncio.Em DES_IGUAL\, Ivani parte de um gesto simbólico e visual: a desconstrução de bandeiras nacionais de países em conflito\, cujas cores e formas são reorganizadas em composições pictóricas delicadas\, sugerindo novos estandartes possíveis. O que antes representava divisão e disputa é ressignificado em beleza e diálogo. Ao evitar o confronto direto\, a artista propõe caminhos sutis de reflexão sobre pertencimento\, alteridade e paz.A exposição ecoa o conceito de “infamiliar” proposto por Freud — a presença do estranho no lugar do que deveria ser acolhedor — e retoma uma linha de investigação sobre o “Narciso Contemporâneo”\, onde o “eu” se sobrepõe ao coletivo\, seja em indivíduos ou em nações. Nesse contexto\, a arte surge como território de resistência sensível\, capaz de abrir brechas de significado diante do colapso simbólico do mundo.A mostra se completa com obras silenciosas e esculturas que evocam a ideia de ninho\, ovo e espelhamento. São formas que falam de abrigo\, origem e encontro — elementos fundamentais para pensar o estar-no-mundo\, individual e coletivamente.Como respiro final\, a artista insere uma citação de Mia Couto\, pela voz do personagem João Sabão\, que reverbera o espírito da mostra: “Encheram a terra de fronteiras e carregaram o céu de bandeiras. Mas só há duas nações — a dos vivos e a dos mortos.”
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SUMMARY:"V&P [vermelho&preto]" na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Filipi Dahrlan – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nNa exposição V&P [vermelho&preto]\, o encontro entre duas cores fundamentais — o vermelho e o preto — revela um território de intensidade\, contraste e significados múltiplos. Cada artista aqui presente explora essas cores como matéria e linguagem\, seja no embate visual entre elas\, seja em sua presença isolada e absoluta. \nO vermelho pulsa: é urgência\, corpo\, paixão\, perigo\, luta. O preto concentra: é silêncio\, sombra\, profundidade\, resistência. Na convivência ou na solidão dessas cores\, surgem tensões que atravessam o campo estético e tocam o simbólico e o político. \nAs obras de Anna Bella Geiger\, Anna Dantas\, Caligrapixo\, Filipi Dahrlan\, Gui Machado\, Lica Cecato\, Mazzuchini e Regina Silveira formam um percurso onde o olhar é provocado a reconhecer no gesto\, na superfície e na ausência de cor uma afirmação sensível. V&P é mais que uma paleta restrita — é um convite a escutar os ecos do visível\, a perceber o não-dito\, a sentir o impacto daquilo que\, em vermelho e preto\, se insinua ou grita.
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SUMMARY:"Desde sempre o mar" de Mariana Rocha na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Mariana Rocha\, “Úmida”\, 2025. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta Desde sempre o mar\, exposição individual da artista Mariana Rocha no prédio 17 d’A Gentil Carioca Rio de Janeiro\, com inauguração no próximo sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. Inspirada pela vastidão marítima e pelos mistérios da vida microscópica\, Rocha mergulha em um universo onde as fronteiras entre ciência\, mito e arte se dissolvem. A mostra reúne pinturas inéditas que transitam entre figuração e abstração\, evocando formas orgânicas como raízes\, cílios\, braços e membranas — elementos que se desdobram como símbolos da origem e da continuidade da vida. \nNas palavras do historiador da arte e curador Renato Menezes\, que assina o texto de apresentação da mostra\, “Mariana Rocha trapaceia a escala e\, assim\, a própria pintura parece se tornar\, para a artista\, um meio de reequacionar os mínimos essenciais da vida. Partícula e todo\, célula e organismo\, gota e oceano renegociam suas ordens de grandeza bem diante de nossos olhos. Não é por acaso que sua pesquisa se volta para o mar: foi lá\, nessa vastidão imensa e profunda\, que as mais simples formas de vida começaram a aparecer. Mas\, como sempre\, o mínimo é também o máximo: barroca\, dramática\, misteriosa e vibrante\, sua pintura metaboliza o mundo\, para ver\, de sua parte mais íntima\, obscura\, o que de mais superficial ele pode revelar.” \nA individual fica aberta à visitação até 09 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"SPECTRUM" de Siwaju na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Siwaju\, “Sonhos”\, 2024. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta SPECTRUM\, exposição individual de Siwaju no Prédio 11 d’A Gentil Carioca\, no Rio de Janeiro\, com abertura neste sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. A prática escultórica da artista investiga as relações entre tempo e ecologias diversas. A partir do reaproveitamento de peças de aço — doadas\, coletadas e recicladas em visitas frequentes a centros de reciclagem —\, suas obras estabelecem um vínculo direto com o pensamento tridimensional brasileiro. Suas esculturas articulam matéria e Cosmos\, energias visíveis e invisíveis\, objeto e entorno\, corpo escultórico e espaço\, organizando-se em uma temporalidade espiralada\, em constante fluxo de expansão e retrospecção\, que ativa saberes afrodiásporicos. \n\n\n“Desdobram-se pelo espaço ‘famílias de obras’ interligadas\, cada uma com gramáticas e gestos próprios\, mas todas atravessadas pelo desejo de criar zonas de interferência onde passado e futuro\, beleza e libertação coexistem em tensão criativa. Como uma ferreira do século XXI\, Siwaju não molda o aço\, mas negocia com seus espectros: as soldas nascem como costuras entre tempos\, as superfícies polidas devolvem reflexos desobedientes\, os sussurros da matéria\, sugere a artista\, nos levam a fuga da lógica industrial.” — aponta a curadora Nathalia Grilo\, autora do texto de apresentação da mostra\, que fica em cartaz até 9 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"Contrapeso" da Douglas Knesse no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Obra de Douglas Knesse. Crédito da foto: Júlia Neves \nO artista plástico carioca Douglas Knesse\, apresenta a exposição individual “Contrapeso”\, com abertura marcada para o dia 28 de maio\, das 16h às 20h\, no Centro Cultural Correios\, no Centro do Rio de Janeiro. Com curadoria de Daniela Avellar\, a mostra apresenta um conjunto de 30 obras\, produzidas nos seus últimos anos de carreira\, além de uma instalação imersiva. No dia 07 de junho\, será inaugurada a exposição individual na Simchowitz Gallery\, em Los Angeles\, com mais de 30 obras. \nEm sua individual “Contrapeso”\, Knesse expõe obras onde experimenta as possibilidades dos materiais que escolhe para expressar sua arte\, como a lona de caminhão\, material reciclado e partes de quiosqes desativados da orla do Rio. \n“Sempre achei as lonas de caminhão lindas\, cheias de histórias. Um dia\, vi um caminhão enorme passar\, parei o motorista e pedi a lona. Ali\, percebi: aquela lona imperfeita\, remendada\, marcada por todas as rotas e tempestades que enfrentou\, era exatamente o que eu procurava. Ela carregava histórias sem dizer uma palavra — assim como nós\, que somos feitos dos caminhos que escolhemos\, dos tombos que levamos e dos remendos que fazemos para seguir em frente”\, explica Knesse. \nPara a curadora da exposição do Rio\, Daniela Avellar\, a exposição individual de Douglas Knesse é uma oportunidade para o artista experimentar os limites e as possibilidades dos materiais que escolhe como suporte para sua pintura — elementos que parecem centrais em sua prática. A lona de caminhão reaproveitada — carregada de rugosidades\, texturas e memórias — assume nesta mostra uma presença também objetual e instalativa. Embora expressivo\, o gesto de Knesse carrega uma leveza\, como se permitisse ao material respirar. Nas pinturas realizadas sobre lona de algodão\, essa espontaneidade ganha ainda mais força\, revelando uma inscrição ainda mais pictórica. \n“Em meio à aparente abstração\, surgem símbolos: coqueiros\, ondas e outros elementos tropicais evocam cenas do cotidiano carioca — cidade natal de Knesse e onde a exposição se realiza. As cidades litorâneas são espaços onde o desejo constantemente invade as ruas\, configurando um entrelugar entre praia e asfalto. “Movimento” talvez seja a palavra que melhor define essa relação com uma paisagem também em constante mutação. Esse dinamismo parece orientar o aparecimento das formas e a precisão cromática de sua pintura. Ao mesmo tempo\, revela o desejo do artista de compor com os materiais e investigar suas propriedades — aspectos fundamentais nesta exposição. Em sua individual\, temos a oportunidade não apenas de testemunhar as distintas possibilidades das materialidades\, mas de observá-las em diferentes arranjos expográficos”\, avalia a curadora. \nCom obras espalhadas pelo mundo\, o artista plástico carioca Knesse constrói sua trajetória de forma intuitiva. Ao longo dos anos\, ele vem se dedicando à criações de médio e grande porte\, levando sua arte a lugares improváveis e de beleza crua. Em 2021\, Knesse instalou peças monumentais — algumas com mais de 8\,5 metros — nas encostas das falésias da Barra do Cahy\, em Cumuruxatiba\, sul da Bahia\, utilizando técnica mista sobre lona e juta costurada\, em um diálogo intenso com a natureza. Mais recentemente\, em dezembro passado\, ele desafiou os limites urbanos ao pendurar “O gosto do paraíso distante”\, uma imponente obra de 9 metros em lona de algodão\, sob o viaduto do Joá\, na Barra da Tijuca\, um gesto ousado que transformou a paisagem e convidou o olhar para o inesperado.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Trabalhadores" de Sebastião Salgado na Casa Firjan
DESCRIPTION:Sebastião Salgado\, fotografia Mina de Carvão\, Índia\, 1989. Imagem: Divulação \nO que o trabalho diz sobre nós? Em um mundo em constante transformação\, a exposição Trabalhadores\, de Sebastião Salgado\, em cartaz na Casa Firjan a partir de 30 de maio\, revisita o passado para refletir sobre os caminhos que estão sendo construídos para o futuro do trabalho e dos trabalhadores. \nA realização da mostra assume uma dimensão ainda mais simbólica diante do recente falecimento de Sebastião Salgado. A Firjan lamenta profundamente a perda dessa grande referência da fotografia mundial\, cujo olhar sensível rompeu fronteiras ao expor injustiças sociais e as contradições do mundo. Com respeito profundo\, a Casa Firjan convida o público a esta exposição\, que representa um dos legados visuais mais marcantes de sua carreira. \nSão 149 fotografias que percorrem diferentes realidades ao redor do mundo e revelam múltiplas formas de viver e sobreviver. Feitas entre 1986 e 1992\, as imagens constroem uma verdadeira arqueologia visual da Revolução Industrial\, mas entregam mais que um retrato histórico: Trabalhadores é um tributo à presença humana na construção do mundo. Das plantações de cana no Brasil ao garimpo de Serra Pelada\, da pesca artesanal na Sicília às obras de barragens na Índia\, cada retrato revela a dignidade\, a força e a permanência do fazer manual. \n“Eu tinha que prestar homenagem a esse trabalho que estava em meu coração\, que era a razão de meu ativismo político e do que acreditava ser o mundo da produção”\, declarou Sebastião Salgado sobre a série. \nCom curadoria e design de Lélia Wanick Salgado\, a mostra retrata um momento de virada: o fim de um ciclo marcado pelo trabalho manual e a ascensão de novos modos de produção. Ao propor um diálogo profundo entre passado\, presente e futuro\, a exposição amplia as discussões promovidas pelos programas da Casa Firjan sobre as temáticas da Nova Economia\, reafirmando o compromisso da indústria com a transformação e o desenvolvimento das empresas e da sociedade. \nDe volta ao Rio de Janeiro após mais de duas décadas\, a mostra chega como um convite à reflexão sobre as rupturas e reinvenções do trabalho e sobre o papel que cada um de nós ocupa nesse processo. \nCom entrada franca\, Trabalhadores fica em cartaz até 21 de setembro.
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LOCATION:Casa Firjan\, Rua Guilhermina Guinle\, 211 – Botafogo\, Rio de Janeiro\, Brazil
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Luz de Abril\, Portugal\, 1974" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Alécio de Andrade\, “Descolonização\, vitória do povo livre / Democracia sem divórcio é uma farsa.” Grande manifestação em Lisboa pelo direito ao divórcio e pela independência das colônias. Lisboa\, verão de 1974. © Alécio de Andrade. Cortesia Pinakotheke Cultural\n\n\n\n\nA Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, apresenta a exposição “Luz de Abril\, Portugal\, 1974”\, com 38 fotografias de Alécio de Andrade (1938-2003) que registram a Revolução dos Cravos em curso no país europeu. O grande fotógrafo\, radicado em Paris desde 1964\, percorre Portugal “com sua Leica pendurada no pescoço”\, como descreve o historiador francês Yves Léonard (1961)\, no livro homônimo que será lançado na exposição. “Passeando seu olhar sobre o Portugal da Revolução dos Cravos\, Alécio de Andrade captou instintivamente a imagem de um povo há muito habituado às maiores misérias\, infinitamente resiliente\, exemplar à sua maneira. Um povo cujos olhares e sorrisos são ainda mais desarmantes por se oferecerem com reserva. Um Portugal à altura dessas mulheres e desses homens captados com empatia em seu cotidiano\, na esquina de uma rua\, num campo ou num desfile”\, escreve o historiador. A idealização do projeto é de Patricia Newcomer\, viúva de Alécio de Andrade. A impressão das fotografias é de Toros Lab\, que sempre trabalhou com o fotógrafo. A exposição ficará em cartaz de 2 de junho a 19 de julho de 2025. \nUm dos grandes nomes da fotografia\, primeiro brasileiro a se associar à lendária Magnum Photos\, agência francesa criada por Henri Cartier-Bresson (1908-2004)\, o carioca Alécio Andrade (1938-2003)\, também poeta e pianista\, foi para Paris em 1964\, onde viveu até sua morte. Amigo de Carlos Drummond de Andrade\, James Baldwin e Júlio Cortázar – com quem fez o livro “Paris ou la vocation de l’image” (1981) – Alécio de Andrade colaborou com diversas publicações: “Manchete”\, “Elle”\, “Figaro Madame”\, “Le Nouvel Observateur”\, Stern”\, “Fortune”\, “Newsweek”\, entre muitas outras. No verão europeu de 1974 foi enviado a Portugal\, onde registra a Revolução dos Cravos\, iniciada em 25 de abril daquele ano. Com sua Leica\, percorre o país\, e 38 dessas fotos\, em p&b e cor\, estão na exposição\, que lança a versão em português do livro “Luz de Abril\, Portugal\, 1974” (Edições Pinakotheke\, 2025)\, com texto do historiador francês Yves Léonard\, especialista em Portugal. A publicação\, com tradução de Bruno Ferreira Castro e Fernando Scheibe\, tem 140 páginas e formato 16 x 23 cm\, com 55 fotografias de Alécio de Andrade.
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LOCATION:Pinakotheke Cultural Rio de Janeiro\, Rua São Clemente 300\, Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Djanira – 110 anos" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Djanira\, “Dança de Iemanjá”\, 1952. Crédito: Jaime Acioli\n\n\n\n\nA~Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, e o Instituto Pintora Djanira têm o prazer de apresentar a partir de 2 de junho de 2025 a exposição “Djanira – 110 anos”\, com 50 trabalhos da grande pintora que retratou o Brasil e seu povo. A mostra tem  curadoria de Max Perlingeiro e Fernanda Lopes. No dia 10 de junho de 2025\, às 19h\, haverá o lançamento do catálogo e visita guiada à exposição com os curadores Max Perlingeiro e Fernanda Lopes. \nA artista que expressou em sua pintura o profundo amor pelo povo brasileiro e sua terra é celebrada nesta mostra\, que percorre seus trinta e sete anos de trajetória com 50 obras – grande parte delas nunca mostradas ao público – em núcleos temáticos que marcaram sua produção: retratos; religiosidade\, ritos\, mitos e sonhos; paisagem; trabalho e cotidiano; registros do Brasil e os desenhos\, inéditos\,“Aventuras de Procopinho”\, que fez em 1948 para ilustrar o livro da peça infantil escrita por Lúcia Benedetti (1914-1998)\, a ser encenada pelo ator Procópio Ferreira (1898-1979). Além das pinturas de Djanira\, o público verá documentos\, fotografias\, recortes de jornais sobre a artista\, e ouvirá áudios\, distribuídos pelas salas de exposição\, com trechos do depoimento que Djanira deu para o Museu da Imagem e do Som\, em 1967. Acompanha a exposição um livro bilíngue (port/ingl)\, com 128 páginas e formato de 21cm x 27cm\, com textos de Max Perlingeiro\, Fernanda Lopes – curadores da exposição – e Eduardo Taulois\, diretor-geral do Instituto Pintora Djanira\, além de uma cronologia da artista e imagens das obras presentes na exposição. \nAlgumas obras inéditas de Djanira destacadas na exposição são: “Sem título [Primeiro retrato de Motta]”\,1952; “Dança de Iemanjá”\, 1952; “Autorretrato”\, sem data; “Engomadeira”\, 1954; “Santa ceia com vista de Santa Teresa”\, 1958; “Orixá Oxalufan – Orixá Velho”\, 1958; “Índia Canela” [estudo]\,1960; “Bumba meu boi”\, 1961; “Alambique”e “Casa de Paraty”\, de 1967 (que embora constem de publicação do MASP nunca foram exibidos);“Orixás”\, 1970;“Sem título” [estudo para a capa do álbum “Casa de Farinha”]\, circa 1974; “Mina de carvão”\, circa 1974; e “Transamazônica” (1978). \nMax Perlingeiro afirma sobre Djanira: “Sua vida era pintar”. “No decorrer de sua vida\, participou ativamente do meio cultural e social no Rio de Janeiro. Seu reconhecimento e sua contribuição para a arte moderna brasileira se traduzem nas inúmeras exposições internacionais recentes”.  Max Perlingeiro destaca ainda que “a Pinakotheke\, ao longo dos seus 45 anos\, tem apoiado as iniciativas de preservação da memória e do legado de artistas. Nossa primeira ação foi com o Projeto Portinari\, em 1979. Atualmente\, realiza uma parceria com o Instituto Pintora Djanira”\, que tem como missão ‘preservar\, pesquisar e disseminar a obra e a memória desta importante artista brasileira\, assim como o contexto histórico-cultural do modernismo brasileiro\, no qual a sua produção se insere’”. \nFernanda Lopes assinala que a exposição é “uma celebração histórica da vida e da produção da artista\, além do seu olhar afetuoso e interessado para o Brasil e da sua fundamental contribuição para a nossa história da arte”. “Ver sua obra agora é também constatar a atualidade das suas imagens e da sua maneira de enxergar o mundo à sua volta\, além de uma importante contribuição para o pensamento sobre o Brasil e a arte brasileira de hoje. ‘Falo o brasileiro simples\, uma linguagem que muita gente só entende quando é falada com sotaque de academia’\, resumiu certa vez a artista”.
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SUMMARY:"Ancestral: Afro-Américas" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Simone Leigh\, “Las Meninas”\, 2024. Crédito: Carol Quintanilha \n“Ancestral: Afro-Américas” reúne cerca de 160 obras de renomados artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos. A exposição celebra as heranças e os vínculos compartilhados entre os povos afrodescendentes brasileiros e norte-americanos no campo das artes visuais\, promovendo uma reflexão crítica sobre a diáspora africana. \nEntre as obras apresentadas estará o trabalho do norte-americano Nari Ward\, feito em solo brasileiro especialmente para a exposição. \nTrabalhos de Abdias Nascimento também estarão presentes. O artista\, ícone do ativismo cultural no Brasil\, é reconhecido por suas contribuições à valorização da cultura afro-brasileira. \nA mostra conta ainda com um conjunto de adornos comumente chamado de “joias de crioula”\, indumentária usada por mulheres negras que alcançavam a liberdade no período colonial brasileiro\, especialmente na Bahia\, como forma de expressar sua ancestralidade\, e uma seleção de arte africana da Coleção Ivani e Jorge Yunes\, com curadoria de Renato Araújo da Silva. \nConheça a exposição através de 3 eixos temáticos: Corpo\, Sonho e Espaço. \nCada núcleo oferece reflexões sobre a afirmação do corpo\, a dimensão dos sonhos e a reivindicação pelo espaço.
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SUMMARY:"Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Luca Giordano\, “O Rapto de Europa”\, séc. XVIII\, Itália. Imagem: Divulgação \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir do dia 07 de junho\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’\, com curadoria de Diogo Maia e Douglas Liborio. A mostra ocupará diversos ambientes da casa\, reunindo obras que dialogam com a mitologia greco-romana. \n‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’ investiga a permanência dos deuses e mitos clássicos nas coleções artísticas do início do século XX e na paisagem urbana carioca. O primeiro andar da Casa Museu é dedicado às divindades olímpicas Apolo\, Ártemis e Dioniso\, destacando esculturas em mármore grego do século V a.C.\, como cabeças de Apolo e Zeus\, além de um torso que evoca a idealização do corpo divino na Antiguidade. Já o segundo andar apresenta cinco pinturas barrocas inspiradas na obra “Metamorfoses”\, 8\, do poeta romano Ovídio. Esta inspiração demonstra a influência da literatura nas artes plásticas\, especialmente no ano em que o Rio de Janeiro foi eleito a Capital Mundial do Livro. Além disso\, destacam-se artistas como Louis Silvestre e Il Baciccia\, representando casais divinos e transformações míticas que influenciaram a cultura do século XVII. \nA exposição conta com peças do acervo permanente da Casa Museu Eva Klabin e obras cedidas pela Casa Museu Ema Klabin e pelo Museu da República\, ampliando o diálogo entre diferentes instituições culturais. \n‘Ecos do Olimpo’ reforça o compromisso do Museu com a valorização de seu acervo e a criação de novas conexões entre arte e história. O público terá a oportunidade de ver de perto obras da Grécia Antiga\, pinturas barrocas e também peças modernistas\, revelando como diferentes períodos e estilos artísticos continuam a dialogar por meio dos mitos que atravessam os séculos” Diogo Maia\, curador. \nA mostra pode ser visitada gratuitamente de quarta a domingo\, de 14h às 18h\, até 24 de agosto de 2025.
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Inventário Parcial" de Luiz Dolino no MAC Niterói
DESCRIPTION:Luiz\, Dolino\, “Polichinelo”\, 2021 – Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 14 de junho\, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói inaugura importante mostra do artista Luiz Dolino\, “Inventário Parcial”\, que contemplará telas de grandes dimensões produzidas recentemente\, entre 2020 e 2025\, exibidas em conjunto com algumas obras concluídas há 45 anos. Curado por Monica Xexéo\, o evento tem sabor de dupla comemoração para o artista: além de estar completando 80 anos de vida\, com esta exposição Dolino retorna à cidade onde foi criado\, com a qual mantém forte vínculo. Na ocasião da abertura será lançado o livro de mesmo título\, contendo ilustrações e textos de críticos arte\, artistas e amigos pessoais\, como Carlos Drummond de Andrade\, Nélida Piñon\, Frederico Moraes e Leonel Kaz. \nCom mais de cinco décadas de carreira no Brasil e tendo percorrido países mundo afora (Espanha\, Portugal\, Grécia\, Áustria\, Perú\, Uruguai\, Argentina)\, o artista plástico fluminense Luiz Dolino tem o trabalho reconhecido pela abstração geométrica. Marcadas pelo uso de cores e justaposições criativas\, suas telas se destacam pela combinação que ele\, como artista com formação também em ciências exatas\, faz com singular precisão. Na casa-ateliê em Petrópolis\, no meio da natureza exuberante\, a produção segue em ritmo enérgico\, como o espectador poderá testemunhar na mostra que ficará em cartaz até o dia 24 de agosto\, ocupando o mezanino do museu.
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SUMMARY:"A (des)ordem natural das coisas" de Laura Villarosa na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea
DESCRIPTION:Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nA Galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea apresenta “A (des)ordem natural das coisas”\, primeira exposição individual da artista Laura Villarosa na galeria. A mostra reúne onze trabalhos inéditos\, resultado de uma investigação que une pintura e elementos têxteis em composições tridimensionais. \nNascida em Palermo\, Itália (1961)\, e radicada em Niterói\, RJ\, Villarosa desenvolve uma prática que articula a paisagem\, as questões ambientais\, propondo narrativas visuais que confrontam o espectador com as contradições da natureza e da percepção. Em suas obras\, técnicas como tecer\, bordar e moldar são revisitadas\, resultando em obras que se equilibram entre o duro e o suave\, o preciso e o irregular\, o sólido e o permeável. \nA exposição propõe uma reflexão sobre a ideia de ordem e desordem nos sistemas naturais\, revelando a instabilidade como parte essencial da experiência sensível. \nNas palavras da artista “Falar de paisagem atualmente épensar em tudo ao mesmo tempo e agora. Encontro sentido na mistura de materiais\, elementos e partes que compõem uma coisa só. Somos agentes do desordenamento\, dentro de um sistema que cumpre seus ciclos\, que se reordena e nos atura o quanto pode. Não esqueço das águas limpas que correm nos rios\, dos céus azuis e das nuvens. É a esperança e o sonho”.
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LOCATION:Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\, Estr. da Gávea\, 712 - São Conrado\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Retratistas do Morro" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem do acervo “Retratistas do Morro” / Foto: Afonso Pimenta\n\n\n\n\nA mostra que chega ao MAR tem por objetivo contribuir para a construção de uma narrativa da história recente das imagens brasileiras\, a partir do ponto de vista de fotógrafos que vivem e trabalham há mais de meio século nas periferias urbanas de Minas Gerais. A narrativa visual apresentada na exposição Retratistas do Morro é\, sobretudo\, um testemunho do poder da fotografia como ferramenta de resistência e afirmação cultural. Cada imagem carrega os valores do tempo e da comunidade: revelando festas populares\, rituais de passagem\, cenas do cotidiano em retratos posados que expressam orgulho e afeto. A curadoria da exposição é assinada por Guilherme Cunha com acompanhamento curatorial da equipe MAR.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"ROCADA: eclosão de desejos da Terra" de Lívia Moura VAV no Paço Imperial
DESCRIPTION:Lívia Moura VAV\, “Cosmopolítica”\, 2025 – Divulgação\n\n\n\n\nA partir do dia 14 de junho\, às 15h\, o Paço Imperial\, no Rio de Janeiro\, recebe a exposição ROCADA: eclosão de desejos da Terra\, da artista visual carioca Lívia Moura VAV. Sob a curadoria de Sandra Benites e Luiz Guilherme Vergara\, a mostra ocupa a galeria Terreiro com 15 pinturas inéditas de grande formato em diálogo com uma instalação têxtil site especific\, de 50 metros de extensão. Desenvolvida em colaboração com artesãs da Cooperativa da Lã Mulheres Rurais da Montanha\, vindas do município de Itamonte\, na Serra da Mantiqueira\, Minas Gerais\, a peça intitulada “placenTEAR” é composta por um tear suspenso que se ramifica por toda a área expositiva e\, de acordo com a artista\, remete a uma árvore da vida. \n“Rocada” (quantidade de lã necessária para encher uma roca) pensa arte como eclosão – não apenas de formas\, mas de desejos da Terra. É uma trama em que arte\, política\, cuidado e território se entrelaçam e articulam saberes ancestrais\, educação ambiental\, práticas decoloniais e estética expandida. \nNa entrada da sala expositiva\, montes de lã anunciam o percurso sensorial que acompanha a cadeia produtiva da lã – da desfiação à tecelagem – conduzida pelas artesãs da zona rural de Minas Gerais\, que estarão presentes na abertura\, ativando a obra e convocando o público a interagir com a instalação. “Elas vêm ao Rio também para ver o mar pela primeira vez”\, revela Lívia.
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SUMMARY:"Alto Barroco" de André Griffo no Paço Imperial
DESCRIPTION:André Griffo\, “Instruções para administração das fazendas II”\, 2020. Foto: Rafael Adorjan\n\n\n\n\nO Paço Imperial inaugura neste sábado\, no dia 14 de junho de 2025\, a grande exposição “Alto Barroco”\, com um panorama dos quatorze anos de trajetória do artista André Griffo. Com curadoria de Juliana Gontijo\, serão apresentadas mais de 50 obras\, entre pinturas e instalações\, sendo muitas inéditas\, que ocuparão o pátio principal\, três salões do primeiro pavimento e dois salões do segundo pavimento do Paço Imperial. Esta é a primeira exposição individual do artista em uma instituição no Rio de Janeiro\, após ter participado de diversas coletivas\, além de individuais no Centro Cultural São Paulo e no Palácio das Artes\, em Belo Horizonte.  \n“A ideia é mostrar um panorama do que o artista vem fazendo\, mas não apresentar de modo cronológico\, principalmente porque muitas de suas séries\, além de atravessarem vários anos\, também terminam tendo algum tipo de comunicação\, de relação entre elas”\, conta a curadora Juliana Gontijo\, que acompanha há mais de 10 anos o trabalho do artista. \nDesta forma\, a exposição estará dividida por temas\, relacionando obras produzidas em diferentes épocas da trajetória do artista\, apresentando trabalhos importantes como “Back to Olympia” (2017)\, “Sala dos provedores” (2018)\, “O Vendedor de miniaturas” (2021) e “Instruções para administração de fazendas 2” (2018)\, além de duas pinturas produzidas especialmente para a exposição e outras pertencentes a coleções particulares nunca antes expostas ao público. “Griffo é muito conhecido pelas pinturas em grandes dimensões. Por isso\, a ideia foi também trazer outros suportes\, técnicas e materialidades com os quais ele trabalha — que talvez sejam menos conhecidas ou menos referenciadas. Não se trata de uma exposição de pintura tradicional”\, afirma a curadora. \nFormado em Arquitetura e Urbanismo\, Griffo iniciou sua produção no campo das artes visuais criando composições em que máquinas e estruturas mecânicas dividiam espaço com fragmentos de corpos — sobretudo de bois e porcos — em cenas densas\, impregnadas de signos de violência e morte. A partir de 2014\, o artista desloca seu foco para uma investigação pictórica em que a arquitetura\, representada com precisão técnica\, assume papel central\, com pouca ou nenhuma presença humana. Nas obras mais recentes\, Griffo revisita obras fundamentais da história da arte\, apropriando-se de seus repertórios visuais para tencionar episódios históricos em que religião\, poder e violência se entrelaçam. \nA pintura de André Griffo articula crítica e reverência\, numa linguagem barroca que reivindica o excesso como estratégia discursiva. Através de suas pinturas\, o artista faz uma contundente crítica social\, abordando questões de poder\, religião\, questões raciais\, política\, etc. “O tema central do meu trabalho é a religião e como ela vem sendo usada como uma ferramenta de controle desde o Brasil colonial até a união das milícias com algumas igrejas evangélicas para dominar áreas na cidade”\, conta o artista. “O trabalho do Griffo traz camadas bastante complexas\, nas quais emergem relações entre religião\, poder e patriarcado\, além da questão da colonialidade. O interessante é como tudo isso se cruza com a história da arte\, questionando qual é o papel da produção artística — e da própria arte — nesse contexto”\, ressalta a curadora. \nPara criar as obras\, Griffo faz um profundo trabalho de pesquisa\, indo aos locais retratados\, vendo pessoalmente as pinturas que usa como referência\, estudando os personagens. Sobre o título da exposição\, “Alto Barroco”\, a curadora explica: “Vem de uma constatação do excesso\, do lugar e função do ornamento\, pensando o Barroco na contemporaneidade. O barroco é o excesso\, a saturação\, mas também a confusão dos limites; é simultaneamente a dominação e a resistência. A gente joga com essa ambiguidade”.
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LOCATION:Paço Imperial\, Praça Quinze de Novembro\, 48 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Luz estelar ecoando" de Amanda Coimbra no Paço Imperial
DESCRIPTION:Amanda Coimbra\, “nebulosa”\, 2025. Impressão fotográfica a partir de digitalziação de filme slide com intervenção em ponta seca\n\n\n\n\nAs incríveis imagens feitas pelo telescópio espacial James Webb\, da NASA\, foram a inspiração para a artista Amanda Coimbra criar as 35 obras da exposição “Luz estelar ecoando”\, que será inaugurada no dia 14 de junho de 2025 no Paço Imperial. Com curadoria de Natália Quinderé\, serão apresentadas obras inéditas\, produzidas desde o ano passado em diferentes suportes\, como fotografias\, caixas de luz\, vídeo e instrumentos ópticos variados. A sala expositiva terá uma luz mais baixa\, difusa\, criando um ambiente escuro\, contemplativo e estelar. \n“A ideia é que a pessoa tenha uma imersão nesse cosmos\, que é concreto e fictício ao mesmo tempo. Cada um pode ver e imaginar seu próprio universo\, através de dispositivos que não são mais tão usuais\, como o filme fotográfico\, o monóculo e o retroprojetor. A intenção é se reconectar\, voltar a olhar para as coisas de uma maneira mais lenta\, ter essa pausa para imaginar o espaço”\, afirma a artista Amanda Coimbra. \nPara realizar os trabalhos\, Amanda fotografa o céu de forma analógica\, usando uma câmera Rolleiflex. Com as imagens prontas\, ela faz interferências no filme slide com objetos pontiagudos\, em geral compassos\, desenhando planetas\, estrelas e elementos cósmicos na superfície da película. O resultado é surpreendente e o espectador precisa trabalhar sua percepção para entender o que é real e o que foi criado pela artista. Cores variadas surgem nas obras\, seja através das interferências feitas por Amanda Coimbra com marcador permanente\, seja pelo próprio processo de raspagem do filme fotográfico\, que faz brotar tons de azul da sua superfície. “Os usos da luz são muito poéticos no trabalho de Amanda\, pois atravessam todo o processo – desde pensar a medida incomensurável dos anos-luz\, passando para a importância da luz na fotografia\, o uso de uma caixa de luz para desenhar no filme\, até os dispositivos utilizados na exposição. A exposição reúne essas multiplicidades de sentido da luz\, para além do trabalho de imaginação de pensar o cosmo”\, diz a curadora Natália Quinderé. \nEssas imagens serão expostas de formas variadas. Muitas delas estarão em caixas de luz\, com fotogramas em sequências\, que criam uma narrativa. Três fotogramas serão impressos em tamanho 64 x 80 cm. Haverá\, ainda\, um vídeo feito a partir de animações das obras da artista\, levando o espectador a uma viagem pelo espaço. Completam a mostra imagens expostas em 10 dispositivos ópticos variados\, como monóculos\, lupas e retroprojetor. “São diversas maneiras de ver o trabalho e devanear por ele\, o filme muda se está impresso como uma fotografia ou se vira uma projeção\, então também continua sendo importante explorar a sua materialidade\, trabalhando dessa maneira e provando vários formatos”\, afirma a artista. “A exposição se relaciona com os espelhamentos e deslocamentos de uso do filme. Esses espelhamentos entrelaçam processos e\, como um novelo de gato\, vão se estendendo. Há várias maneiras de apresentar essa coleção de trabalhos\, e Amanda está investigando como expor publicamente os desenhos feitos em cima de filmes fotográficos”\, ressalta a curadora. \nA prática artística de Amanda Coimbra sempre foi baseada nos processos analógicos da fotografia. “Gosto de trabalhar com esse material que tem uma característica muito técnica\, formal e tecnológica\, que entrega uma imagem da realidade\, do nosso mundo e pensar em como subverter isso de certa forma”. A pesquisa sobre a fotografia e o céu começou há cerca de 10 anos\, mas os trabalhos inéditos que serão apresentados no Paço Imperial ganham novos desdobramentos. Se antes a artista realizava as intervenções no fotograma e depois imprimia\, agora o próprio slide tornou-se a obra de arte. Outra novidade é que o céu diurno também ganhou atenção da artista\, que antes só trabalhava com imagens noturnas. Além disso\, Amanda Coimbra começou a criar desenhos enquanto fotografa\, aumentando a exposição e explorando novos elementos de luz. “Comecei a brincar com as múltiplas exposições\, criando manchas desfocadas\, deixando o obturador da câmera aberto por um tempo mais longo. Com isso\, consigo várias texturas. É uma intervenção que começa a partir da câmera\, na qual vou compondo desenhos quando estou fotografando”\, conta a artista. \nO nome da exposição\, “Luz estelar ecoando”\, também teve como referência os títulos das imagens do telescópio James Webb. “São títulos fantásticos\, como a colisão de galáxias\, a eclosão de estrelas\, então pensei em fazer uma composição a partir do fenômeno galáctico que estou tentando criar ou mostrar. Como meu trabalho tem muito a ver com a luz\, pensei nela ecoando\, pois há várias camadas de estrelas que se repetem nas imagens de formas diferentes\, além da fotografia analógica ser um processo muito relacionado com a luminosidade”\, diz a artista. \nAo longo da mostra estão previstos uma visita guiada com a artista e a curadora e o lançamento do catálogo virtual da exposição.
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SUMMARY:"Alair Gomes: o erotismo no belo" no Paço Imperial
DESCRIPTION:Fruto do recorte de uma das séries da coleção reunida por Klaus Werner\, jornalista alemão e grande amigo do artista\, a exposição “Alair Gomes: o erotismo no belo” será inaugurada no dia 14 de junho\, no Paço Imperial\, com curadoria de Luiz Pizarro. Ao longo de anos\, Klaus comprou fotografias de diferentes séries de Alair\, além de outras tantas adquiridas através de permuta por materiais que ele trazia da Alemanha\, tais como papel fotográfico\, filmes\, entre outros itens. Arquivado por mais de 25 anos\, parte deste acervo de fotos agora sai da gaveta para ser exibido ao público\, que terá acesso a um material inédito\, com cerca de 60 registros em preto e branco. Considerado até então\, inédito e único no Brasil\, seu trabalho conquistou reconhecimento internacional e nacional em 2001\, em uma grande mostra retrospectiva na Fundação Cartier de Arte Contemporânea em Paris\, com imagens que integram o acervo da Biblioteca Nacional no Rio de Janeiro. Além disso\, um conjunto de suas fotografias foi selecionado para a Bienal de São Paulo em 2012\, e algumas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA)\, do MAM Rio e do Instituto Cultural Gilberto Chateaubriand. Sua obra foi tema do filme-documentário “A morte de Narciso” (2003)\, de Luiz Carlos Lacerda\, que estará sendo exibido em uma das salas da exposição. Expografia e design são assinados pela Dupla Design. \n“A série erótica aqui apresentada – toda ela originalmente manipulada\, revelada e ampliada pelo próprio Alair\, no laboratório em seu apartamento\, que também servia como estúdio para fotografar os modelos – faz parte de um trabalho inovador e provocativo do artista\, considerando\, em especial\, o período em que foram criadas: as décadas de 1970 e 1980. Ao capturar a beleza e a vulnerabilidade do corpo masculino\, ele explorava a sensualidade\, a intimidade e a relação do homem com seu próprio corpo\, numa época em que a nudez masculina era bastante censurada\, principalmente quando remetia à ideia de homossexualidade. Vale destacar também a importância da realização desta exposição em um espaço público (o museu do Paço Imperial\, que celebra seus 40 anos)\, confrontando a beleza e o rigor estético da obra de Alair Gomes com o contexto sociocultural retrógrado e muitas vezes reacionário que temos vivenciado nos últimos anos”.
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SUMMARY:"Panorama do Ateliê" de Luiz Aquila no Paço Imperial
DESCRIPTION:Luiz Aquila\, “A Pintura e as Formas Bacantes”\, 2023 – Divulgação\n\n\n\n\nQuem já teve o privilégio de estar com o artista Luiz Aquila em seu ateliê sabe o quão prazeroso é vivenciar o seu processo criativo\, sempre brindado com muitas histórias de vida. Em “Panorama do Ateliê”\, grande individual que será inaugurada no dia 14 de junho\, no Paço Imperial\, o curador Lauro Cavalcanti propõe um prolongamento deste espaço\, proporcionando um pouco dessa experiência. \nLogo na entrada\, o visitante se depara com uma foto em preto e branco ampliada do ateliê. Fazendo o recorte de uma década de produção\, as obras selecionadas são todas inéditas: 30 pinturas de médios e grandes formatos\, mais de 15 gravuras e 18 desenhos (em têmpera e pastel) usando papel com interferências do artista na superfície\, dispostos em três fileiras e batizados “Coral de Papel”. Com projeto expográfico de Ana Luisa Dias Leite\, a mostra ocupa três salas do edifício histórico\, tendo um espaço destinado a desenhos menores que estarão dispostos em mesas com vidro\, bem como um álbum de serigrafias numeradas. \n“Durante algum tempo mantive ateliê numa casa eclética do final do século XIX\, que pertencia à minha família. Anos depois\, quis ter um ateliê próprio novamente e resolvi ocupar o espaço no térreo do prédio onde eu moro em Petrópolis\, que foi totalmente adaptado para atender a essa nova função. E eu me apropriei tanto desse ateliê\, que cada vez que pingava tinta no chão\, o que sempre aconteceu com frequência\, eu continuava essa pintura e dava uma forma a ela. Lá aconteceu uma retomada dos quadros maiores. Quando o Lauro esteve visitando\, em 2023\, teve a ideia de fazer essa exposição no Paço\, como uma continuação do  ateliê. Por isso a exposição tem o nome ‘Panorama do ateliê’\, apresentando uma seleção de 30 pinturas recentes”\, diz Luiz Aquila. \nA produção tem estado acelerada como nunca. Em julho deste ano\, haverá outra individual do artista\, intitulada “A Escolha do Artista”. Será na Galeria Patrícia Costa\, que o representa há mais de 20 anos e estará em cartaz simultaneamente. 
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SUMMARY:"O vento continua\, todavia" de Miguel Afa no Paço Imperial
DESCRIPTION:Miguel Afa\, “Sonho Déjà-vu”\, 2024. Foto: A Gentil Carioca/Pedro Agilson\n\n\n\n\nNo dia 14 de junho\, sábado\, a partir das 15h\, o artista Miguel Afa inaugura sua nova exposição individual\, O vento continua\, todavia\, no Paço Imperial\, no centro do Rio de Janeiro. A mostra apresenta um conjunto de obras produzidas entre 2023 e 2025\, e marca um momento de síntese e afirmação da trajetória do artista\, iniciada em 2001 por meio do graffiti nas ruas do Complexo do Alemão\, onde nasceu e cresceu. \nFormado pela Escola de Belas Artes da UFRJ\, Afa transita da rua para as instituições com uma linguagem pictórica profundamente marcada por seu percurso pessoal. Sua produção propõe uma reconfiguração poética da imagem do corpo periférico\, contrapondo os estigmas da marginalização com cenas que evocam afeto\, cuidado e resistência.Trabalhando com uma paleta cromática enigmática\, Afa cria cenas que não suavizam\, mas intensificam a complexidade de suas narrativas. Em sua obra\, a cor é discurso\, e o gesto de esmaecer é\, mais do que técnica\, ato de lembrança e posicionamento. Suas pinturas revelam simultaneamente o visível e o invisibilizado\, tensionando o olhar e o imaginário social. \nO texto de apresentação da exposição é assinado por Jeovanna Vieira\, que reflete sobre o título da mostra\, inspirado em uma frase de Vincent van Gogh: “Os moinhos não existem mais; o vento continua\, todavia.” Vieira escreve: “O título da exposição fragmenta frase de Van Gogh\, que em carta para o irmão Theo provoca: ‘Os moinhos não existem mais; o vento continua\, todavia.’ Diante da obra-itinerário produzida por Miguel Afa\, somos conduzidos pelo vento pressupondo a teimosia primordial\, que justifica tudo ainda estar.” \nO vento continua\, todavia estará em cartaz no Paço Imperial até o dia 10 de agosto. Um dos centros culturais mais importantes do país\, com forte carga simbólica na história do Brasil\, o Paço — edifício histórico do século XVIII que tem acolhido algumas das exposições mais relevantes do cenário nacional — é palco de diálogos essenciais sobre arte\, cultura e memória brasileira. Agora\, recebe a mostra que reafirma Miguel Afa como uma voz potente e em ascensão na arte contemporânea do país.
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SUMMARY:"Stella Margarita: Fugas que se movem" no Instituto Cervantes
DESCRIPTION:Stella Margarita\, “Batismo”\, 2021 – Divulgação \nA trajetória de Stella Margarita pelo circuito artístico do Rio de Janeiro foi breve\, mas profundamente marcante. Um recorte significativo de sua produção poderá ser contemplado na exposição “Stella Margarita: Fugas que se movem”\, que será inaugurada no Instituto Cervantes do Rio de Janeiro\, no dia 17 de junho. A expressão “fugas que se movem” é da própria Stella. A partir dela\, foi construído este retrato curatorial\, um convite à imersão na força psicológica e humana de sua pintura. \nTendo como ponto em comum a investigação da dimensão humana e do movimento físico e emocional\, foram selecionadas algumas de suas principais séries\, entre elas Abraços\, Álbum de Família e Fotogramas. A proposta desta individual é oferecer ao público uma imersão nessas fugas: uma visão de mundo singular\, ancorada na dimensão humana mais do que na estética pura. Embora sua técnica fosse apurada\, o verdadeiro motor de sua criação sempre foi o sentimento. Stella buscava traduzir emoções em imagem – por isso\, dedicou-se intensamente a retratar olhares\, gestos\, abraços. Fundos marcantes\, muitas vezes abstratos\, revelam atmosferas emocionais. Os personagens parecem levitar\, cair\, escapar\, ms como se trata de fugas que se movem\, há sempre a possibilidade do reencontro\, da volta. \nAtualmente\, sua obra pode ser vista na novela Vale Tudo (TV Globo)\, nas telas assinadas pela personagem Heleninha\, interpretada por Paolla Oliveira. \n“O movimento é um elemento central na linguagem de Stella. Ele se revela na pincelada livre e marcante\, nos flagrantes de cenas cotidianas\, e nas apropriações que fez do cinema e da performance\, incorporando essas expressões a sua própria. Mas trata-se sempre de um movimento em fuga – fugas que se movem\, fugas que retornam. É nessa constante busca e deslocamento que sua obra pulsa com uma densidade psicológica única. Muitas vezes perturbadora. Um convite à fuga\, e ao retorno”. \nStella iniciou sua formação artística tardiamente\, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Produziu intensamente por cerca de uma década\, combinando urgência criativa e consistência técnica. Reinventou-se diversas vezes; adotou novos nomes\, novos projetos e abraçou uma nova missão artística. Ganhou prêmios\, como o do IBEU\, participou de uma residência em Leipzig\, e integrou diversas exposições. Sua ascensão\, no entanto\, foi abruptamente interrompida em 2020 por um diagnóstico de ELA bulbar\, uma forma agressiva e rara da doença. Frente à progressiva limitação motora\, Stella impôs a si mesma uma nova resistência: espalhou em seu ateliê a frase “fuerza carajo” como um grito de vida. E seguiu criando. Em 2021\, montou um estúdio improvisado em Genebra\, onde considerava iniciar um tratamento experimental. Contudo\, optou por voltar ao Rio de Janeiro\, e transformou sua casa em espaço de produção. \nMesmo com a redução da motricidade e do tamanho dos quadros\, a potência emocional se manteve intacta. Talvez como um gesto de ironia poética\, suas últimas telas retratam cenas leves da vida familiar\, cores quentes\, ambientes externos\, cotidianos ternos. Uma fuga\, ou talvez uma síntese. Stella partiu precocemente em 2022\, aos 66 anos de idade\, deixando um legado artístico admirável.
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LOCATION:Instituto Cervantes do Rio de Janeiro\, Rua Visconde de Ouro Preto\, 62 – Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Flecha" de Mercedes Lachmann na Casa França-Brasil
DESCRIPTION:“Tropirizoma”\, obra de Mercedes Lachmann exposta na mostra “Flecha” – Foto: Divulgação\n\n\n\n\nA Casa França-Brasil inaugura\, no sábado\, 21 de junho\, às 13h\, a exposição internacional FLECHA\, da artista multidisciplinar Mercedes Lachmann\,  sob curadoria de Cristiana Tejo.  \nFLECHA foi apresentada em 2023 no Museu Internacional de Escultura Contemporânea [MIEC] de Santo Tirso\, Porto\, Portugal. A mostra\, que chega agora ao Rio com mudanças que ampliam a ocupação conceitual do espaço expositivo\, tem apoio da República Portuguesa e do Programa de Internacionalização do Departamento Geral de Artes de Portugal. \nA artista enfatiza a centralidade da experiência com as mulheres erveiras\, o que se evidencia logo à entrada\, com a disposição performática de folhas de plantas tropicais\, com que anteriormente Lachmann fez um grande bastão de defumação. Ao final da mostra\, em 03 de agosto de 2025\, as folhas voltarão a compor um bastão que será queimado na parte externa da Casa. \n“Na exposição do MIEC”\, conta Mercedes\, “o recorte curatorial toma a flecha como elemento material e conceitual que interliga histórias\, lugares e tempos\, dialogando com o ecofeminismo e a arte ambiental. Na Casa França-Brasil\, as flechas que atravessaram o oceano Atlântico\, regressando do continente europeu\, são acolhidas pelas plantas\, pelo conhecimento das mulheres de saberes ancestrais\, assim como na força de suas vivências”\, compara a artista. \nO edifício neoclássico\, no centro do Rio de Janeiro\, assinado pelo arquiteto francês Grandjean de Montigny\, foi inaugurado em 1820\, como a primeira Praça do Comércio da cidade\, então sede do Reino Unido de Portugal\, Brasil e Algarves. Esta função original da Casa também influencia a artista a propor atravessamentos para criar uma experiência para o público em conexão viva com o território\, que já foi “mar” (https://imaginerio.org/pt/map). \nA exposição \nA arte de Mercedes Lachmann aborda questões contemporâneas\, como as do âmbito do Ecofeminismo e da Ecologia Profunda. Alguns de seus trabalhos dialogam com a arte ambiental e a Land Art. Até o início de 2019\, a água foi elemento constituinte de sua poética. A partir do final daquele ano\, a artista trouxe para a sua produção as possibilidades das plantas\, ervas medicinais e aromáticas. Com as plantas\, vieram a madeira e as folhas\, que se alinham em colaboração e integração para multiplicar formas e experiências. \nNa nave principal do edifício\, a artista dispõe a instalação intitulada “Flecha”\, composta por quatro linhas curvas\, a cinco metros de altura\, das quais pendem\, quase tocando o piso\, grandes folhas de plantas\, como bananeira\, palmeira\, colônia e alpínia\, elementos de um grande bastão de defumação — feito por Mercedes em colaboração com as Mulheres Erveiras da Mantiqueira em 2021\, e tema do vídeo O Dia Fora do Tempo\, que integra a exposição. \nO sensorial tem função preponderante na proposta desta mostra: pelo espaço da nave central\, o visitante será envolvido com sons do amanhecer na floresta amazônica\, em loop\, e aromatização natural com difusores. \nNa abordagem da artista\, a Flecha de ferro\, outro elemento desta exposição instalativa\, aparece curva\, formando círculos sobre o chão e na parede. Aqui a flecha é múltipla\, curva\, cura\, linguagem e corpo. É um símbolo que estabelece conexão entre o que está visível e o invisível. \nEm outro segmento\, que a artista intitulou Arraste\, estão esculturas de madeira descartada\, pós desmatamento\, e vidro soprado. Arraste é como os desmatadores chamam o momento de arrastar as toras para o ponto de escoamento. \nO visitante vai encontrar sobre o piso do circuito expositivo Totens criados por Mercedes Lachmann. São esculturas de madeira\, restos de desmate\, trabalhadas\, respeitando seus movimentos e cavidades. Os totens surgem em composição com esferas de vidro com tinturas de ervas ou com outros vidros\, bronze ou flecha. \nA instalação Tropirizoma é “um jardim cinético”\, como compara a artista\, formado por 11 elementos verticais\, cujas bases reproduzem as fases da lua\, enquanto as hastes portam vidros\, de formatos diversos\, com tintura de planta. As hastes estão conectadas por um circuito elétrico que opera em três velocidades. \nReservada em uma área exígua do espaço expositivo\, chamada de Cofre\, estará a escultura de bronze Fim e princípio. O trabalho se refere à “circularidade do tempo”\, não a sua linearidade. O zero\, onde algo termina é exatamente onde começa”\, argumenta a artista. \nProgramação grátis durante a temporada de FLECHA na CFB \nTerça\,  ⁠24. junho\, 16hVisita guiada + roda de conversaMediadora: Tânia QueirozParticipantes: Curadora Cristiana Tejo\, Mercedes Lachmann\, Bruna Costa\, Luiz Guilherme Vergara e Paulo Sérgio Duarte \nSábado\, 19. julho\, 15–17hMostra de vídeos de mulheres de saberes ancestraisBate-papo pós-exibição com a naturologista Bianca Sevciuc\, curadora da sessão\, e a diretora Colle Cristine \nFilmes \n\n⁠  ⁠Elas são o meu início\, de Jéssica Quadros\, com Juliana Kerexu Mirim Mariano 20’21”\n⁠  ⁠Pedagogias da navalha\, de Colle Cristine – 15’48”\n⁠  Adélia\, de Bianca Sevciuc\, Lais Araújo\, Mariana Mendonça (duração não especificada)\n Kaapora\, de Olinda Tupinambá\, 20’08”\n\nSexta\, 25.julho\, 15-17h [o chamado “dia fora do tempo”]Roda de conversa com mulheres erveiras | Mediação: Bianca SevciucParticipantes: Patrícia Carvalho\, Christiana Hada Luz\, Ver Froes\, Pajé Rita e Rebeca Kokama \nTerça e quarta\, 29 e 30. julhoPreparo de um bastão de defumação na varanda da instituição com voluntários. \nDomingo\, 03. agosto\, 15–19hFinissage com queima do bastão de defumação na varanda\, com a presença de um brigadista.
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SUMMARY:"Ano luz" de Detanico Lain na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Detanico Lain\, “Desmesura (Nuvens)”\, 2022 – Foto: Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 26 de junho\, das 19h às 22h\, a Silvia Cintra + Box 4 inaugura Ano luz\, nova individual de Detanico Lain na galeria em parceria com a galeria Vermelho. A exposição conta com cinco séries nas quais a dupla adota a linguagem como sujeito e objeto de seu trabalho. As obras\, desenvolvidas em diferentes técnicas\, demonstram a dimensão poética e a diversidade do processo criativo dessa dupla\, trazendo a público um novo universo no qual códigos de representação e organização são revistos. \nUm dos destaques é a série O dia mais curto\, o dia mais longo\, na qual Detanico e Lain representam os solstícios de inverno e verão em diferentes localidades. Aqui vemos as representações da luz e sombra incidentes sobre Porto Alegre nessas duas ocasiões durante todas as 24 horas de cada um dos dias\, representadas com suas pinturas murais com 24 faixas de diferentes intensidades\, do preto ao branco. Na parede oposta\, encontramos a série Nuvens (2022)\, um conjunto de 9 imagens de nuvens brancas sobre fundo azul. À distância\, o visitante pode\, como em um jogo\, procurar formas nas nuvens\, mas\, ao se aproximar\, vê que\, na verdade\, as nuvens são feitas de letras que formam palavras. Os vocábulos\, espalhados pelas manchas\, também exigem alguma investigação para desvelar a palavra que lá está. \nSeus trabalhos refletem o fascínio que eles dividem com a capacidade humana de contemplar o mundo ao seu redor e além. Imbuídas de referências científicas\, matemáticas e literárias\, suas obras aplicam temas de tempo\, espaço\, memória e o infinito além. \nOs artistas Angela Detanico e Rafael Lain utilizam o Helvetica Concentrated — um sistema de escrita criado por eles em 2004\, em colaboração com Jiří Skála\, que transforma cada caractere da fonte Helvetica de 1957 em um ponto correspondente à sua massa — em duas de suas séries. Na série Nome das Estrelas\, eles usam esse sistema para transcrever os nomes das 287 estrelas listadas no “Catálogo de Estrelas Brilhantes do Observatório da Universidade de Yale”. Ao sobrepor as letras em forma de ponto\, Detanico Lain criam imagens que representam a vibração da luz das estrelas: quanto mais extenso o nome\, mais brilhante a imagem resultante\, e nomes mais curtos geram imagens mais escuras. A dupla também emprega o Helvetica Concentrated em sua série\, Corpos Celestes\, lançada em 2024 no Centre Pompidou\, em Paris\, por ocasião da indicação dos artistas ao Prix Marcel Duchamp. Esta série celebra os 20 anos do sistema de escrita\, aprofundando a exploração da relação entre linguagem\, imagem e o cosmos por meio da tridimensionalização desse pensamento\, em que as obras\, penduradas no teto\, orbitam o espaço da galeria. \nSeguindo o pensamento dos artistas em desenvolver uma série de sistemas de escrita\, a mostra conta com uma obra da série Radiante\, na qual a palavra “sol” é escrita em diferentes idiomas\, de acordo com um gráfico que simula os raios do sol. Para cada quadrante desse gráfico\, os artistas atribuem uma letra. Cada módulo/letra é reproduzido em madeira folheada a ouro. No caso da exposta\, “Nar” é a palavra mongol para sol. \nPor fim\, a obra Time square nos fascina por sua representação inusitada do tempo. Nela\, quatro relógios são dispostos de forma que seus ponteiros se alinham para formar um quadrado. Essa criação vai além de simplesmente marcar as horas; ela explora a interseção entre o tempo cronológico e a forma geométrica\, convidando o observador a refletir sobre como percebemos e medimos o tempo. Ao transformar a fluidez dos ponteiros em uma figura estática\, a obra brinca com a nossa expectativa e oferece uma nova perspectiva sobre a passagem do tempo.
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SUMMARY:"O Mar e o Morcego" de Bernardo Ramalho no Largo das Artes
DESCRIPTION:Bernardo Ramalho\, “Peixe Branco”\, 2025 – Imagem / Divulgação \nNo próximo sábado\, 28 de junho\, o Instituto Comadre e o Largo das Artes inauguram O Mar e o Morcego\, exposição individual de Bernardo Ramalho. A mostra apresenta sua nova série de desenhos em pastel oleoso sobre tela de nylon\, produzida em seu apartamento-ateliê em Niterói\, em diálogo direto com a paisagem da Praia de Boa Viagem e o Morro do Morcego. \nApós uma temporada em Portugal\, o artista retornou ao Brasil e reencontrou essa paisagem cotidiana — que reaparece como presença estruturante no processo de criação das obras reunidas na exposição. \nA série foi desenvolvida a partir de uma prática meditativa e contínua\, em que o desenho acontece em relação direta com o entorno e com os materiais disponíveis. Em seu ateliê-casa\, Bernardo desenhou sobre tecido de nylon apoiado em um espelho encostado na parede oposta à varanda. A superfície lisa favorece o deslizamento do giz pastel oleoso enquanto seu olhar se depara no encontro entre o mar e o Morcego. \nA escolha do suporte veio do acaso: um pedaço de tela de silk\, deixado por um amigo\, acabou integrado ao processo. É a partir desse tipo de encontro que o artista estrutura seu fazer\, aberto ao que chega\, ao que aparece no seu percurso\, e permitindo com que seu traço flua por conta própria. \nNa exposição\, os desenhos se expandem entre obras em chassi e intervenções feitas diretamente na parede\, criando uma instalação que ocupa o espaço como um organismo  em expansão. Essa convivência entre o efêmero e o duradouro reflete a lógica dos ecossistemas: formas que se desenvolvem juntas\, em continuidade\, num ambiente de coexistência como organismos vivos habitantes de uma floresta. \nLinhas se completam\, se transformam\, se conectam. Assim como o tempo e os ciclos naturais\, os desenhos seguem seu curso\, respeitando os ritmos do acaso. Há\, nos gestos do artista\, uma escuta atenta ao que cresce ao redor: como raízes e micélio que se encontram nas entranhas da terra\, como espécies que se apoiam mutuamente para existir. \nA mostra propõe\, assim\, uma ideia de paisagem viva — construída a partir de relações\, camadas e presenças em transformação.
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