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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Os Avessos do Avesso da Liberdade" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Obra de Leonardo Lobão – Divulgação\n\n\n\n\n“Os Avessos do Avesso da Liberdade” apresenta uma reflexão profunda sobre a liberdade e os seus avessos\, abordando os contextos de encarceramento penal e manicomial. Com curadoria de Bernardo Mosqueira\, Matheus Morani e Izabela Pucu a exposição é uma das primeiras grandes mostras no Brasil sobre o tema e traz trabalhos de 17 artistas\, terapeutas\, curadores e educadores\, que investigam como as leis\, diagnósticos e políticas públicas reforçam desigualdades e moldam o destino de pessoas encarceradas\, destacando a luta por liberdade e humanidade no cenário atual. \nSegundo Mosqueira\, diretor artístico do Solar dos Abacaxis\, a mostra materializa um desejo antigo da instituição. \n“Essa é uma exposição que queríamos fazer há muitos anos\, pois trata de um tema crucial no Brasil\, que é tão urgente quanto silenciado”\, explica. “Vivemos em um país onde a noção de direitos humanos tem sido brutalmente questionada. Essa mostra convida o público a participar e se aprofundar numa conversa difícil e urgente sobre o encarceramento e suas consequências sociais no nosso contexto de desigualdade\, injustiça e insegurança.” \nA exposição não se limita a denunciar a violência da opressão\, mas sobretudo sessalta as inúmeras formas de resistência e expressão de liberdade presentes nos sistemas de prisão e manicômios. “Os Avessos do Avesso da Liberdade” inclui um significativo número de obras inéditas\, contando com obras de jovens artistas brasileiros de diversas regiões e também com trabalhos de grandes nomes como Heitor dos Prazeres e Rosângela Rennó. A exposição apresenta um vasto material de acervos de instituições\, como o Museu Penitenciario do Estado do Rio de Janeiro\, e de coletivos\, como Mulheres Possíveis\, que colabora com mulheres em situação de cárcere. \nPor meio de uma combinação de obras e arquivos\, a mostra explora como a liberdade é sempre negociada e vivida nas brechas do desejo e do poder\, revelando as profundas disparidades sociais de gênero\, raça e classe no Brasil\, um dos países com maior índice de encarceramento no mundo. A exposição não trata apenas do cárcere\, mas da luta contínua pela liberdade dentro e fora dele. \n“A exposição se estrutura a partir do entrelaçamento de dois eixos discursivos complementares: por um lado\, buscamos revelar a seletividade e o racismo dos processos de criminalização e diagnóstico\, sua relação com questões políticas e sociais mais amplas\, que\, no Brasil\, têm origem no pós abolição. Por outro\, buscamos dar a ver a liberdade enquanto pulsão de vida\, como força que irrompe nas brechas dos sistemas de opressão”\, resume Izabela Pucu. “A mostra aborda assuntos absolutamente factíveis – como o direito à defesa\, o encarceramento indevido\, a função do policiamento\, a promulgação de leis no código penal e o funcionamento jurídico do estado de exceção – a fim de levantar discussões mais especulativas\, como os aspectos relacionais entre justiça e liberdade\, sob a ótica da democracia eurocêntrica em que vivemos. Neste sentido\, a mostra aproxima o público de um posicionamento crítico frente às estruturas que aparecem como dadas\, trazendo muitas relações diretas entre a notícia que se vê nos jornais e aspectos de uma reflexão mais ampla sobre o que é a liberdade”\, reflete Matheus Morani. \n“A exposição destaca as diversas investidas dos corpos e das subjetividades em situação de encarceramento para se expressarem\, manifestarem como humanos. Ao trazer esses gestos de humanidade e autoexpressão para o espaço expositivo\, buscamos aproximar o público dessas realidades\, promovendo um entendimento mais empático e complexo dessa questão”\, completa Bernardo Mosqueira. \nO diretor artístico também destaca a necessidade de aprofundar o debate sobre os impactos do encarceramento em massa no Brasil: “Precisamos ampliar essa discussão para além dos muros das prisões e manicômios. O sistema penal e psiquiátrico historicamente criminaliza e silencia corpos dissidentes\, e esta exposição quer criar um espaço para escutar e aprender com essas vozes.” \nO evento marca o início de uma programação robusta que seguirá durante todo o ano de 2025\, com debates\, oficinas\, seminários e outras exposições que continuarão a investigar as questões relacionadas à liberdade. \n“Com esta abertura a gente inicia a temporada de 2025 e celebra também um ano de abertura contínua na Rua do Senado\, com mais de 100 atividades públicas e educativas e um público de 5 mil visitantes por mês. Ao longo do ano teremos ainda mais duas grandes exposições\, incluindo uma individual comissionada de Castiel Vitorino Brasileiro\, além de um programa público ainda mais vasto e robusto\, ampliando ainda mais nosso alcance. É ano em que refletimos sobre tudo que já fizemos\, sobre quem somos e onde queremos estar daqui a dez anos\, sempre mantendo os artistas e seus sonhos no centro de todas as iniciativas”\, celebra Adriano Carneiro de Mendonça\, diretor executivo do Solar dos Abacaxis. \nCom uma trajetória que reúne experiências como coordenadora de educação no Museu de Arte do Rio\, coordenadora de projetos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, diretora e curadora na Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, e até mesmo um Prêmio Jabuti\, a curadora Izabela Pucu ingressou recentemente no time curatorial do Solar e destaca os desafios e as novas iniciativas que estão sendo implementadas na instituição. \n“Em minha chegada no Solar encontrei uma instituição realmente comprometida com o fortalecimento do cenário cultural da cidade e com a sua própria reinvenção\, diante das possibilidades e dos desafios de ocupação de sua nova sede. No que se refere à curadoria\, acredito que o meu trabalho vem se somar ao dos demais curadores no sentido de aprofundar os processos de pesquisa\, a relação com outros acervos\, artistas e movimentos que não estão\, necessariamente\, dentro do campo mais institucionalizado da arte”\, explica Izabela Pucu. “Um dos projetos mais estimulantes nesse sentido é a ampliação do programa educativo do Solar\, almejando atividades regulares de formação\, aulas\, cursos\, e seminários\, fazendo do Solar\, cada vez mais\, um espaço de encontro e reflexão\, um lugar de comunidade e crescimento coletivo”\, conclui.
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SUMMARY:"Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel" na FGV Arte
DESCRIPTION:Francisca Manoela Valadão\, “Cena de Mercado”\, 1860. Acervo do Museu de Arte do Estado de São Paulo\n\n\n\n\nA FGV Arte inaugura\, no dia 10 de abril\, a exposição “Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel”\, uma celebração da arte afro-brasileira e de sua diversidade cultural. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães\, a mostra apresenta mais de 300 obras\, incluindo pinturas\, esculturas\, gravuras\, fotografias e documentos históricos.  \nO evento de abertura ocorre na Praia de Botafogo\, 190\, a partir das 19h\, e contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do setor. A visitação é gratuita.  \nA exposição evidencia a pluralidade da produção artística afrodescendente\, destacando tanto nomes clássicos\, como Aleijadinho\, Mestre Valentim e Mestre Athaíde\, quanto artistas contemporâneos como Rosana Paulino\, Felippe Sabino e Lucia Laguna.  \nSegundo Herkenhoff\, a curadoria buscou justapor diferentes perspectivas\, trazendo um olhar histórico e crítico sobre a arte afro-brasileira:  \n“A exposição foi concebida como um tecido que se expande e se entrelaça\, conectando diferentes tempos\, territórios e perspectivas. A mostra transita desde o pano da costa\, elemento presente nos rituais da vida africana\, até esculturas históricas que dialogam com a ancestralidade”\, explica o curador.  \nA literatura brasileira também tem destaque na mostra. Além de uma dupla de obras dedicadas a Machado de Assis\, composta por um retrato e um manuscrito\, a escritora Carolina Maria de Jesus tem seu conhecido diálogo com Clarice Lispector\, retratado por Paulo Mendes Campos\, reproduzido em uma parede inteira.  \nA abordagem curatorial considera a diversidade das culturas afro-brasileiras e suas diferenças regionais. A coletiva reúne artistas e pensadores que fundamentam o conceito de afro-brasilidade em nível nacional. O curador adjunto\, João Victor Guimarães\, destaca a importância de valorizar artistas fora do eixo sudestino\, como os baianos e nordestinos:  \n“Temos obras de artistas de diversos estados do Brasil. As identidades afro-brasileiras se manifestam de maneiras distintas em cada região. Atendendo a essa diversidade\, buscamos uma ampliação geográfica para a exposição\, além de priorizar a excelência técnica\, a coerência da produção e a relevância de cada artista\, pois entendemos que são esses trabalhos que compõem a essência da mostra”\, ressalta Guimarães.  \nA exposição também resgata artistas historicamente marginalizados no circuito artístico. Um dos destaques é a tela inédita da artista gaúcha Maria Lídia Magliani\, My baby just cares for you\, nunca antes exposta ao público. 
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SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
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SUMMARY:"Entre olhares - Encontros com a Coleção Roberto Marinho" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Iberê Camargo\, Sem título\, 1975. Coleção Casa Roberto Marinho | Instituto Casa Roberto Marinho © Iberê Camargo – Fundação Iberê\n\nLá pelos anos 80\, quando comecei a estudar arte\, eu descobri trabalhos que me emocionavam muito. Cada descoberta era como um êxtase\, e matéria a ser absorvida\, vivida\, por vezes copiada descaradamente. A liberdade da inocência. \nPouco a pouco fui descobrindo meu caminho com informações e influências do que andava acontecendo pelo mundo nos anos 70 e 80\, mas também sempre bebendo nas fontes do passado\, do Brasil e do mundo\, conversando com os mortos. Cada trabalho que arrebata é um desafio: você olha\, pensa\, tenta repetir a seu modo\, vai explorando. Uma conversa que não podia ser apenas celebratória\, precisava ser próxima\, íntima\, irreverente.Inicialmente\, meu trabalho era abstrato gestual. Certo dia\, eu tive um interesse em desenhar uma estátua que estava emprestada na minha casa. Era uma réplica da escultura maneirista O rapto da Sabina\, de Giambologna. Meio sem me dar conta\, a princípio\, comecei ali as séries das Sabinas e do Laocoonte; essas séries falam de um modo de ensinar arte que passava pela cópia de pinturas e de esculturas clássicas para aprender repetindo o passado.Eu entrava na série de artistas estudantes pela porta de entrada da academia\, mas abstraindo\, trazendo o maneirismo para o meu interesse no gesto\, no corpo\, na percepção do espaço. A arte se comunica em sua infinita série\, o objeto pré-histórico ainda fala com a escultura moderna e contemporânea. Meu trabalho trava um diálogo com a história da arte\, e fala disso.Esse meu diálogo com a Coleção Roberto Marinho começa com Iberê Camargo e Jorginho Guinle. Roberto Marinho formou sua coleção com seu olhar\, e também acompanhando artistas amigos em visitas e aquisições.Eu comecei a colecionar trocando trabalhos com colegas e amigos. Havia um exercício de parceria e admiração\, e a vontade de ter trabalhos perto de mim. Alguns dos meus amigos já se foram\, mas guardo sua presença em suas obras. Colecionar é um prazer imenso\, os bons trabalhos vão ganhando mais e mais significados com o tempo.Colecionar é também conversar\, colocar obras lado a lado. Em 2021 participei de um projeto na Casa Roberto Marinho chamado A Escolha do Artista com curadoria de Lauro Cavalcanti. Eu escolhi na coleção um grupo de Ripas de Ione Saldanha. Esse diálogo deu origem a uma exposição muito particular\, quando fiz uma montagem livre das Ripas e\, na época\, um novo caminho se abriu no meu trabalho. Apesar da distância histórica das obras\, o olhar contemporâneo atualiza a leitura e mantém as obras vivas.Esse diálogo de obras por ocasião da exposição “A inconstância da forma”\, na Casa Roberto Marinho\, é uma viagem às origens dos meus interesses na arte\, às imagens que me formaram\, às ideias e/ou formas que roubei\, às epifanias\, descobertas que vivenciei vendo obras de diversos tempos. Neste momento de rever minha trajetória\, convido o público a partilhar minha visão pessoal num enlace entre obras que me falam ao coração. Uma instalação que não pretende ser didática\, mas sim um mergulho com muito amor e liberdade e\, espero\, instigante.Elizabeth Jobim
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SUMMARY:"A inconstância da forma" de Elizabeth Jobim na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Elizabeth Jobim\, Sem título\, 2005. Coleção Adriana Calcanhotto – Divulgação Casa Roberto Marinho\n\nO título instigante sublinha a capacidade que sua produção possui de manter em movimento uma linguagem pessoal cuja estabilidade consiste em acolher e retransformar tendências aparentemente antagônicas da arte contemporânea.Ao optar por uma organização que não privilegia a ordem cronológica o curador Paulo Venancio instiga o visitante a perceber as afinidades\, tensões e contrastes nos diversos momentos do percurso da artista. Os desenhos\, pinturas\, objetos e ocupações espaciais compartilham\, além de suas belezas intrínsecas\, a liberdade de criar e nos surpreender. Do gesto e das representações da pedra\, um dos mais básicos elementos recorrentes na poética de Beth Jobim\, emergem amplos horizontes.É estreita a relação da artista com a coleção Roberto Marinho: um belo volume seu na fachada valoriza a arquitetura da Reserva Técnica\, assim como em 2021 fez uma cuidadosa curadoria das ripas de Ione Saldanha conferindo-lhes individualidade onde antes apreciava-se sobretudo o conjunto.Agora\, a artista recorre não só a obras de nosso acervo\, como também a outras de sua propriedade\, para traçar uma biografia visual e afetiva que abarca trajetória\, influências e interlocuções com seus pares geracionais. Sua casa\, aquela da arte\, é a nossa Casa e assim por diante…Lauro CavalcantiDiretor-ExecutivoCasa Roberto Marinho
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SUMMARY:"Indomináveis Presenças" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Edgar Azevedo\, Sem título\, da série Abluir – Corpos Pretos\, Águas Sagradas\, 2024 \nO Ministério da Cultura e o Banco do Brasil apresentam a exposição Indomináveis Presenças\, uma imersão em narrativas visuais contra-coloniais que acontece de 30 de abril a 30 de junho de 2025\, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. Com curadoria de Luana Kayodè e Cíntia Guedes e idealização da AfrontArt – Quilombo Digital de Artes\, a exposição apresenta um conjunto de 114 obras de 16 artistas que transitam por suportes como gravura\, fotografia\, pintura\, foto-performance\, escultura e inteligência artificial. A entrada é gratuita\, mediante retirada de ingressos no site (acesse aqui) e na bilheteria física do CCBB RJ. \nCom passagens marcantes por Brasília e São Paulo\, Indomináveis Presenças desembarca na capital carioca ampliando sua dimensão simbólica ao ocupar um dos espaços culturais mais relevantes do país. “Chegar ao Rio de Janeiro carrega um significado especial. A cidade\, tão emblemática na construção das imagens de brasilidade\, também é um território marcado por uma forte presença negra e periférica. Nossa expectativa é que Indomináveis Presenças dialogue com essa história e com esse público\, compondo novas imagens que afirmem nossas comunidades\, nossos territórios identitários e nossos futuros possíveis”\, refletem as curadoras. \nA exposição se estrutura em três eixos curatoriais que atravessam temporalidades\, corpos e territórios: “Ancestralidade e Espiritualidade”\, “Corporalidade e Dissidências” e “Territorialidade e Futuro”. Entre as obras de destaque\, estão Oyá – Imagens de Revolta (2023)\, de Rafa Bqueer\, uma série que ressignifica a potência simbólica do orixá Oyá; as investigações visuais sobre gênero e identidade de Mayara Ferrão (série Verdade Tropical\, 2022)\, uma das artistas apontadas como destaque da arte contemporânea em 2025; e as composições fotográficas de Gê Viana (série Sapatona\, 2024)\, que exploram memórias afro-indígenas através de técnicas de apropriação e colagem. \nOs artistas presentes na mostra vêm de diferentes territórios do Brasil\, compondo um mosaico de vozes e olhares singulares. Entre eles\, também estão Adu Santos (SP)\, que investiga ausências e presenças na museologia brasileira; Bernardo Conceição (BA)\, que cria novas formas de percepção através da arte multidisciplinar; Bixa Tropical (BA)\, celebrando o tropicalismo e a liberdade corporal; Cosmos Benedito (MS)\, que aborda ancestralidade indígena em diálogos transdisciplinares; Edgar Azevedo (BA)\, retratando a complexidade da experiência humana; Panamby (SP/MA)\, que transita entre rituais e visagens em suas criações; e Emerson Rocha (SP)\, retratando a homoafetividade periférica e o corpo negro. \nA lista é completada também por Helen Salomão (BA)\, unindo corpo\, identidade e ancestralidade em sua arte; Juh Almeida (BA)\, explorando afrovisualidades por meio da fotografia e do cinema; Lucas Cordeiro (BA)\, que investiga espiritualidade e memória ancestral em suas esculturas; Rafaela Kennedy (AM)\, reescrevendo histórias apagadas pela colonização; Rainha F (RJ)\, explorando simbologias matrimoniais e mecanismos de sobrevivência; e Uyra Sodoma (PA)\, conhecida como “Árvore que Anda”\, que explora relações entre floresta e cidade em suas performances. \n“A exposição é fruto de um processo curatorial compartilhado\, o que permitiu uma construção orgânica do acervo\, com diálogo constante entre nós e os artistas”\, afirmam Kayodè e Guedes\, que completam: “Indomináveis Presenças também se firma como um marco de resistência e reparação\, ocupando um espaço de relevância histórica e simbólica. E a ocupação de espaços como estes representa um passo fundamental na afirmação de narrativas historicamente apagadas. Nossa proposta é reflorestar o imaginário coletivo”. \nO projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Banco do Brasil\, por meio da Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
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SUMMARY:"Panta Rei sobre a Estrata" de Sophia Loeb na Carpintaria
DESCRIPTION:Sophia Loeb\, “O véu sobre a terra se reveste de fogo”\, 2025 – Cortesia Fortes D’Aloia & Gabriel\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Panta Rei sobre a Estrata\, primeira exposição individual de Sophia Loeb no Brasil\, com abertura no dia 5 de junho\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne um conjunto de novas pinturas que exploram camadas e estratos matéricos em transformação.  \nNascida no Brasil e radicada em Londres\, Sophia Loeb cria pinturas que evocam ampliações de processos biológicos imperceptíveis\, ou traduções de erupções cósmicas  estabelecendo uma ponte entre ambientes siderais e microscópicos. Tons vibrantes e contrastes marcados revelam a importância das reverberações sensoriais em sua obra\, atraindo o espectador para um campo visual tátil e magmático. \nO processo da artista é dinâmico e imersivo: as telas são giradas\, inclinadas e trabalhadas a partir de múltiplos ângulos\, enquanto os materiais — pigmentos líquidos\, em pó e bastões a óleo — são sobrepostos\, raspados e retrabalhados em constante diálogo com a superfície. Guiada pela própria matéria\, cada cor é aplicada com gestos que denotam o interesse da artista pelo envolvimento corporal. Essa consciência tem origem em seu trabalho inicial como escultora — disciplina da qual retira a fisicalidade e o toque —\, resultando em composições densas e volumosas\, que sugerem fenômenos geológicos e deslocamentos minerais.  \nA recente mudança de Loeb para um ateliê em São Paulo provocou uma transformação em sua paleta e despertou uma nova atenção às condições atmosféricas específicas da cidade. Em sintonia com o clima local\, elementos como chuva\, vapor\, umidade e estados aquáticos surgem como estruturas de sensações e ritmos formais. \nEm Seu olhar me fascina (2025)\, a artista pinta uma composição em paleta crepuscular com contornos  ameboides circulando o que poderia ser um corpo d’água\, banhadas por uma luz azul profunda. A obra é temática e formalmente líquida\, com passagens calmas e turbulentas que fluem e refluem no espaço pictórico. \n“Suas telas não fixam uma imagem: sustentam o que vibra\, o que muda\, o que ainda não encontrou contorno. A superfície se torna um campo de relação entre cor\, corpo e tempo — espaço onde o visível é instável\, e a forma\, sempre provisória. Ao insistir na processualidade\, sua obra afirma uma ética do contato: em vez de impor\, escuta; em vez de fixar a forma\, sustenta sua permeabilidade e impermanência. Seus trabalhos parecem acompanhar o que se move — abrindo brechas para presenças que ainda não têm nome\,” escreve Ana Roman\, curadora e escritora\, no ensaio crítico que acompanha a exposição.
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LOCATION:Fortes D’aloia & Gabriel Carpintaria\, R. Jardim Botânico\, 971 - Jardim Botânico\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Tem índio me espiando\, dizia o meu pai" de Josely Carvalho na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Josely Carvalho\, Araucarias – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 8 de maio\, a Cavalo inaugura “Tem índio me espiando\, dizia o meu pai”\, individual de Josely Carvalho\, com curadoria de Dária Jaremtchuk. As obras refletem o processo da artista na atualização da memória do povo originário Xetá\, último grupo indígena isolado do estado do Paraná a ter contato significativo com a sociedade nacional. Sua ligação com a história Xetá\, que remonta à infância\, é marcada pela lembrança da frase que dá título à exposição: “tem índio me espiando”\, palavras ditas por seu pai\, cafeicultor na Serra dos Dourados: “ele falava baixo\, como quem revela um segredo antigo\, um mistério que vinha da mata fechada. Eu imaginava homens silenciosos\, camuflados entre as folhas\, sentados nos galhos mais altos das árvores\, observando tudo sem fazer barulho”\, rememora a artista. \nEntre artefatos recuperados e histórias contadas em casa\, Josely encontrou suas raízes familiares entrelaçadas à trajetória de um povo que resiste à violência do colonialismo. O desaparecimento da paisagem neotropical\, terra indígena originária devastada para o plantio do café\, reacendeu na artista a urgência em retomar sua pesquisa sobre o genocídio dos Xetá. \nFoi durante a ditadura militar — quando se considerava o povo Xetá extinto desde a década de 1950 — que Josely\, já vivendo em Nova York\, deu início a um projeto de busca por arquivos esquecidos. Ao descobrir sobreviventes do genocídio que davam então corpo às suas imagens de infância\, a artista percebeu como a alteridade negada desses olhares da mata era constitutiva de seu próprio lugar no mundo. Desde o princípio\, sua obra se configurou como um gesto quase instintivo de reparação\, ao lançar luz sobre uma história atravessada pelo apagamento e pela resistência. Após tantos anos\, a artista apresenta na galeria Cavalo uma nova versão da instalação “Xetá”\, com a incorporação de uma pesquisa acerca da situação atual do grupo e da luta pela sua terra originária\, ao lado dos antropólogos Edilene Coffaci de Lima\, Rafael Pacheco Marinho e Julio Xetá. Como escreve a própria artista: “hoje\, minha arte e o ativismo Xetá se misturam. Os Xetá reconstituem suas narrativas e histórias\, lutam pelo reconhecimento de sua existência e pela demarcação das suas terras na Serra dos Dourados\, contra qualquer Marco temporal. Eu tenho lutado pelo lugar que vai além do meu corpo\, aquele ninho devorado pelas iraras”. \nA exposição revela aspectos sensoriais e sensíveis presentes no complexo percurso Xetá\, exibindo também depoimentos\, gravuras\, vídeos e um trabalho olfativo. Ao borrar as fronteiras entre o pessoal e o coletivo\, Josely parte de sua conexão de longa data com o apagamento indígena para refletir sobre a profunda desterritorialização vivida tanto pelos oito sobreviventes da etnia\, quanto pela própria artista\, ao deixar o Brasil no ano de 1964.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Denso e Sutil" da Stella Mariz no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Stella Mariz\, “Mangífera Índica I”\, 2024 – Crédito: Divulgação \nO Centro Cultural Correios Rio de Janeiro convida para a inauguração da exposição individual Denso e Sutil\, da Stella Mariz\, no dia 14 de maio de 2025 (quarta-feira)\, das 16 às 20h\, na Galeria C\, no segundo andar da instituição. \nDois adjetivos à primeira vista contraditórios dão nome à mostra com curadoria de Shannon Botelho. Denso e Sutil aponta para a tensão entre extremos — justamente onde reside a essência do trabalho de Stella Mariz. A exposição reúne cerca de 30 obras que exploram os limites entre bidimensionalidade e tridimensionalidade em três séries de trabalhos que atravessam a escultura\, a pintura\, a fotografia\, a costura e o bordado\, propondo uma reflexão sobre o desenho e a paisagem na contemporaneidade. \n“O escultórico é o eixo em torno do qual orbitam as demais linguagens da artista”\, aponta o curador. A tridimensionalidade é um traço que acompanha toda a trajetória de Stella\, desde sua aproximação inicial com as artes visuais. Médica de formação\, ela desenvolve sua obra com um olhar atento ao corpo aos gestos\, às marcas da matéria. Em suas mãos\, o ato de construir se aproxima do ritual: formas se erguem pela paciência do gesto e pela escuta sensível do material. \nA paisagem como tensão entre plano e espaço \nNa exposição\, o público se depara com a série de foto-pinturas em alto-relevo. Iniciada a partir de registros fotográficos de ruínas feitos durante uma viagem a Portugal\, a pesquisa se desdobra em composições que também evocam paisagens brasileiras. Nessas obras\, a artista confere tridimensionalidade às imagens\, transformando superfícies fotográficas em volumes que dialogam com o campo da escultura. “Ao espessar as camadas\, ao sobrepor superfícies\, Stella rompe a bidimensionalidade da fotografia\, criando uma zona ambígua\, quase tátil\, onde a imagem se desestabiliza e nos convoca ao estranhamento”\, escreve Shannon Botelho no texto de apresentação da mostra. \nUm elemento recorrente na obra de Stella Mariz são as faixas vermelhas. Presentes em diferentes momentos de sua produção\, elas estruturam as composições\, imprimem um tom solene e introduzem uma tensão visual marcante. Na exposição\, esse elemento atinge sua forma mais concreta em três esculturas em bronze — Totem\, Tensões e Barroco I\, II\, III — onde a cor ganha corpo como matéria\, transformando-se em gesto solidificado. \nTambém integra a exposição a série Recortes\, que reúne esculturas em papel e marca uma fase mais recente da produção da artista. Nessas obras\, as linguagens do desenho\, da pintura e da escultura se fundem\, dando lugar a composições onde o gesto é expressão direta da subjetividade. O papel\, utilizado como suporte\, surpreende pela densidade que adquire ao ser marcado por pressões\, raspagens e incisões. Duas obras de grande impacto integram essa série: Painel (2024)\, de escala monumental\, será apresentada suspensa do teto ao chão da galeria\, flutuando sobre um ambiente azul; e a instalação site-specific Cariniana estrellensis (2025)\, um desenho recortado colado diretamente na parede. A exposição conta ainda com 16 trabalhos em desenho recortado\, hora sobre pintura acrílica\, hora apresentados dentro de caixas acrílicas. \n“Denso e Sutil é\, afinal\, um modo de fazer e de pensar”\, escreve Shannon Botelho. Na tensão entre opostos – peso e leveza\, presença e apagamento – a artista constrói um espaço ambíguo de contemplação e sentido. Um campo em que olhar e pensamento são continuamente convocados a permanecer.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Praticar em todos os tons" de Eloá Carvalho na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Eloá Carvalho\, “Vestígios”\, 2025 – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nA Galeria Silvia Cintra + Box4 apresenta “Praticar em todos os tons”\, primeira exposição individual de Eloá Carvalho na galeria\, que inaugura no dia 15 de maio\, das 19h às 22h\, no Rio de Janeiro. A mostra reúne um conjunto inédito de pinturas que traduzem\, em camadas visuais sensíveis\, fragmentos de experiências afetivas e memórias subjetivas. \nO ponto de partida para a exposição foi uma visita da artista ao estúdio de um músico\, onde encontrou uma partitura com a frase que dá nome à mostra. Inspirada por essa inscrição\, Eloá criou cerca de 26 obras inéditas\, que integram a exposição e aprofundam sua pesquisa sobre a imagem\, a memória e a delicadeza dos gestos cotidianos. As pinturas investigam as possibilidades poéticas da linguagem visual como tradução de afetos e lembranças\, articulando imagens oriundas de arquivos íntimos e institucionais em composições que lidam com o tempo\, o gesto e a sobreposição de camadas — tudo guiado por um processo marcado pela intuição e pela sensibilidade. \nO título da exposição\, “Praticar em todos os tons”\, ganha ainda mais densidade quando confrontado com a paleta escolhida por Eloá: uma escala cromática que transita entre o branco\, o cinza e o preto. Ao optar por esses matizes\, a artista aprofunda sua investigação sobre nuances sutis — não apenas visuais\, mas também emocionais. Longe de qualquer monotonia\, essa escolha revela um espectro vasto de sensações\, como se cada tom carregasse em si uma vibração afetivadistinta. \nNo texto curatorial\, o artista Laercio Redondo observa como as obras de Eloá operam como uma “partitura afetiva”\, ecoando a ideia de fragmentos de discursos amorosos de Roland Barthes. Redondo ressalta a delicadeza com que Eloá constrói narrativas visuais a partir desses arquivos\,  sobrepondo imagens em composições que lembram o cinema: colagens que entrelaçam vidas\, tempos e afetos. Com pinceladas que oscilam entre o gesto livre e a composição minuciosa\, as pinturas de Eloá provocam uma escuta visual — uma forma de contemplação que exige tempo e entrega. As obras se apresentam como paisagens interiores\, onde o afeto e a memória moldam o ritmo e a forma\, convidando o espectador a se aproximar não como voyeur\, mas como cúmplice de uma sensibilidade compartilhada. \n“A pintura\, para Eloá\, é uma travessia. Um território movediço que exige insistência\, mas que oferece\, em troca\, vislumbres de algo profundamente humano e comum a todos nós”\, escreve Redondo. Com essa exposição\, Eloá Carvalho firma-se como um dos nomes promissores da nova geração da arte contemporânea brasileira\, apresentando uma poética que investiga a potência do afeto e da subjetividade através da linguagem da pintura. \nNascida em 1980\, em Niterói\, Eloá vive e trabalha no Rio de Janeiro. Graduou-se em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ e frequentou diversos cursos e grupos de estudos com artistas e teóricos de arte contemporânea. Sua pesquisa artística está relacionada à imagem e à construção de uma espécie de narrativa silenciosa através da presença de diferentes figuras\, bem como das relações possíveis. \nAs imagens criadas pela artista partem do seu interesse pela investigação histórica de fotografias e do cinema\, assim como pela percepção poética do cotidiano\, em suas características físicas e ideológicas. Seu trabalho articula-se com as camadas da memória\, resgatando arquivos fotográficos e documentais por meio de um processo cuidadoso de edição. A sua pintura reflete o mundo do qual fazemos parte\, sendo sempre a sua primeira língua na arte.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Cidadela" na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Créditos: Mônica Cardim\n\n\n\n\nNo dia 17 de maio chega à CAIXA Cultural Rio de Janeiro\, Cidadela\, a exposição individual da artista visual Maria Ezou\, que convida o público para uma experiência imersiva no universo das infâncias\, suas sensações e subjetividades. \nA Cidadela é uma instalação interativa\, que materializa uma cidade imaginária e biocêntrica\, uma fortaleza onírica onde os seres humanos\, seus corpos\, as casas e o restante da natureza são partes de um mesmo sistema: harmônico e fantástico. \nAo chegar na exposição\, o público se depara com a cidade formada por 15 “casas-corpos” – esculturas feitas a partir do molde do tronco da própria artista\, com diminutas janelas e portas em seu ventre\, que dão acesso a minimundos imaginários. No interior de cada “casa-corpo”\, o olhar curioso se depara com uma dramaturgia particular\, dialogando com um aspecto diferente da infância\, interconectado com o fluxo dos corpos e suas distintas emoções\, o cotidiano das casas e as dinâmicas da natureza. Para contar cada história\, o cenário e objetos\, em miniatura\, são animados por autômatos mecânicos e eletrônicos\, pela transição de luzes e pela trilha sonora individual de cada casa\, além de estímulos auditivos como o som das águas\, do vento\, do pisar na terra e do crepitar do fogo. Cada “casa-corpo” recebe também uma audiodescrição\, que promove a acessibilidade. \nO fio condutor das obras são as artes têxteis\, que Ezou intersecciona com o teatro de animação\, a arte eletrônica\, o audiovisual\, a literatura\, as musicalidades e os autômatos artesanais. Ela ainda emprega técnicas auxiliares como marcenaria\, serralheria artesanal e colagem e\, por fim\, as conecta a saberes como mecânica do movimento\, arquitetura vernacular\, biologia e agroecologia. Assim\, Maria tece o enredo que resulta na narrativa maior\, o mundo sonhado da Cidadela. \nPara proporcionar uma experiência plena às crianças\, a expografia respeita as dimensões dos pequenos\, e os minimundos são localizados na altura do olhar da criança. Para os adultos\, o convite é para que experimentem a Cidadela a partir do ponto de vista dos pequenos. \nA exposição pretende reafirmar o corpo como espaço de autonomia e alteridade e\, por isso\, cada espectador escolhe sua trilha de visitação\, descobrindo\, em cada Casa\, um universo particular e a temática inerente à infância daquela obra. Compõem a Cidadela as Casas Gestar; Infância; Memória; Amor\, Raiva; Empatia; Espera; Afeto; Alegria; Proteção; Desafio; Preguiça; Liberdade; Medo e Tristeza. \nEm Cidadela\, o corpo de Maria Ezou é o corpo do universo. Raízes\, corpo\, montanha. Mulher-natureza\, guiada por mapas\, casas e seus interiores – cartografias que apontam para a direção coletiva. Cartógrafa dos afetos\, parte das espacialidades e mergulha nas infâncias como um ato político. Onde o caminhar coletivo é o único possível. \nHoje as obras de Ezou estão situadas no campo das artes visuais\, da performance e da instalação\, mas\, nos primeiros anos de sua trajetória\, produziu muitos trabalhos para o campo das artes cênicas e com teatros de grupo\, assim aprendeu e aprimorou seu ofício na lógica da colaboração e coletividade. Em a Cidadela\, essa dinâmica segue presente. As obras da exposição têm a concepção e realização individual de Maria Ezou\, mas contam com a colaboração de outros artistas e mestres de diferentes ofícios\, que\, convidados por Maria\, trouxeram sua especialidade para o processo de preparação das obras. Entre os 17 convidados estão André Mehmari (produtor e intérprete musical); Heloisa Pires Lima (dramaturgia do movimento); Juliana Notari (dramaturgia do movimento); Mônica Cardim (fotografia artística); Leonardo Martinelli (composição musical); Willian Oliveira (desenvolvimento dos sistemas eletrônicos); Cristina Souto (desenho de luz)\, entre outros. \nA exposição\, que está na CAIXA Cultural São Paulo até 04 de maio\, e depois da temporada no Rio de Janeiro segue para Curitiba\, integra o projeto homônimo\, Cidadela\, que\, em diferentes formatos\, já passou\, desde 2019\, por Minas Gerais\, Brasília e São Paulo e Fortaleza\, somando mais de 34.000 espectadores.
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LOCATION:CAIXA Cultural RJ\, Rua do Passeio\, 38 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Tudo que ainda mora em nós" de Tinho na Galeria Movimento
DESCRIPTION:Tinho\, “Domingo no parque” – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\n\nA Galeria Movimento apresenta Tudo que ainda mora em nós\, nova exposição de Walter Nomura (Tinho)\, artista fundamental na formação da arte urbana brasileira e uma das presenças mais expressivas da pintura contemporânea nacional. Com obra na coleção da Pinacoteca do Estado de São Paulo e reconhecido com o 2º lugar no Prêmio Investidor Profissional de Arte – PIPA Online em 2012\, Tinho construiu uma carreira marcada pela coerência poética\, cromatismo vivo e compromisso com as questões humanas e sociais. \nNesta nova série\, o artista parte de suas memórias afetivas — vivências com os filhos\, cenas da infância\, fragmentos do cotidiano — para criar imagens que falam da permanência e da delicadeza da vida compartilhada. As obras tocam temas íntimos de forma universal\, nos fazendo lembrar que os gestos mais simples — um abraço\, uma manhã na praia\, um olhar — são também os mais profundos. \nSeus icônicos Bonecos de Pano retornam aqui com nova densidade simbólica: compostos por padrões\, texturas e cores\, são metáforas visuais do humano — construídos por encontros\, afetos\, rupturas e cicatrizes. A filosofia japonesa do kintsugi\, arte de reparar o que se quebrou com ouro\, aparece como um eixo conceitual da exposição: é pela memória\, pelo cuidado e pelo amor que reconstruímos o que fomos e reafirmamos o que ainda somos. \nCom curadoria de Paula Mesquita\, Tudo que ainda mora em nós transforma a cidade em cenário de relações\, não de ruído. Ao invés de telas digitais e distrações\, o que há é presença\, percepção e sensibilidade.
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LOCATION:Galeria Movimento\, 15 R. dos Oitis Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"DES_IGUAL" de Ivani Pedrosa na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Ivani Pedrosa – Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nA exposição DES_IGUAL apresenta um recorte do trabalho de Ivani Pedrosa voltado para questões atuais e urgentes\, como os conflitos mundiais\, os efeitos da globalização e os limites entre identidade e território. A partir da observação do cotidiano e das transformações profundas do “estar no mundo”\, a artista constrói séries que desdobram diferentes temas com consistência poética e formal. Entre elas\, destacam-se: Espaço Amplificado\, Imagem Amplificada\, Controle\, Fronteiras\, Paisagem Possível\, A Joia da Coroa\, e Silêncio.Em DES_IGUAL\, Ivani parte de um gesto simbólico e visual: a desconstrução de bandeiras nacionais de países em conflito\, cujas cores e formas são reorganizadas em composições pictóricas delicadas\, sugerindo novos estandartes possíveis. O que antes representava divisão e disputa é ressignificado em beleza e diálogo. Ao evitar o confronto direto\, a artista propõe caminhos sutis de reflexão sobre pertencimento\, alteridade e paz.A exposição ecoa o conceito de “infamiliar” proposto por Freud — a presença do estranho no lugar do que deveria ser acolhedor — e retoma uma linha de investigação sobre o “Narciso Contemporâneo”\, onde o “eu” se sobrepõe ao coletivo\, seja em indivíduos ou em nações. Nesse contexto\, a arte surge como território de resistência sensível\, capaz de abrir brechas de significado diante do colapso simbólico do mundo.A mostra se completa com obras silenciosas e esculturas que evocam a ideia de ninho\, ovo e espelhamento. São formas que falam de abrigo\, origem e encontro — elementos fundamentais para pensar o estar-no-mundo\, individual e coletivamente.Como respiro final\, a artista insere uma citação de Mia Couto\, pela voz do personagem João Sabão\, que reverbera o espírito da mostra: “Encheram a terra de fronteiras e carregaram o céu de bandeiras. Mas só há duas nações — a dos vivos e a dos mortos.”
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LOCATION:Martha Pagy Escritório de Arte\, Av Rui Barbosa\, Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"V&P [vermelho&preto]" na Martha Pagy Escritório de Arte
DESCRIPTION:Obra de Filipi Dahrlan – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nNa exposição V&P [vermelho&preto]\, o encontro entre duas cores fundamentais — o vermelho e o preto — revela um território de intensidade\, contraste e significados múltiplos. Cada artista aqui presente explora essas cores como matéria e linguagem\, seja no embate visual entre elas\, seja em sua presença isolada e absoluta. \nO vermelho pulsa: é urgência\, corpo\, paixão\, perigo\, luta. O preto concentra: é silêncio\, sombra\, profundidade\, resistência. Na convivência ou na solidão dessas cores\, surgem tensões que atravessam o campo estético e tocam o simbólico e o político. \nAs obras de Anna Bella Geiger\, Anna Dantas\, Caligrapixo\, Filipi Dahrlan\, Gui Machado\, Lica Cecato\, Mazzuchini e Regina Silveira formam um percurso onde o olhar é provocado a reconhecer no gesto\, na superfície e na ausência de cor uma afirmação sensível. V&P é mais que uma paleta restrita — é um convite a escutar os ecos do visível\, a perceber o não-dito\, a sentir o impacto daquilo que\, em vermelho e preto\, se insinua ou grita.
URL:https://artequeacontece.com.br/evento/vp-vermelhopreto-na-martha-pagy-escritorio-de-arte/
LOCATION:Martha Pagy Escritório de Arte\, Av Rui Barbosa\, Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Desde sempre o mar" de Mariana Rocha na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Mariana Rocha\, “Úmida”\, 2025. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta Desde sempre o mar\, exposição individual da artista Mariana Rocha no prédio 17 d’A Gentil Carioca Rio de Janeiro\, com inauguração no próximo sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. Inspirada pela vastidão marítima e pelos mistérios da vida microscópica\, Rocha mergulha em um universo onde as fronteiras entre ciência\, mito e arte se dissolvem. A mostra reúne pinturas inéditas que transitam entre figuração e abstração\, evocando formas orgânicas como raízes\, cílios\, braços e membranas — elementos que se desdobram como símbolos da origem e da continuidade da vida. \nNas palavras do historiador da arte e curador Renato Menezes\, que assina o texto de apresentação da mostra\, “Mariana Rocha trapaceia a escala e\, assim\, a própria pintura parece se tornar\, para a artista\, um meio de reequacionar os mínimos essenciais da vida. Partícula e todo\, célula e organismo\, gota e oceano renegociam suas ordens de grandeza bem diante de nossos olhos. Não é por acaso que sua pesquisa se volta para o mar: foi lá\, nessa vastidão imensa e profunda\, que as mais simples formas de vida começaram a aparecer. Mas\, como sempre\, o mínimo é também o máximo: barroca\, dramática\, misteriosa e vibrante\, sua pintura metaboliza o mundo\, para ver\, de sua parte mais íntima\, obscura\, o que de mais superficial ele pode revelar.” \nA individual fica aberta à visitação até 09 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"SPECTRUM" de Siwaju na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Siwaju\, “Sonhos”\, 2024. Foto: A Gentil Carioca / Pedro Agilson \nA Gentil Carioca apresenta SPECTRUM\, exposição individual de Siwaju no Prédio 11 d’A Gentil Carioca\, no Rio de Janeiro\, com abertura neste sábado\, 24 de maio\, das 18h às 23h. A prática escultórica da artista investiga as relações entre tempo e ecologias diversas. A partir do reaproveitamento de peças de aço — doadas\, coletadas e recicladas em visitas frequentes a centros de reciclagem —\, suas obras estabelecem um vínculo direto com o pensamento tridimensional brasileiro. Suas esculturas articulam matéria e Cosmos\, energias visíveis e invisíveis\, objeto e entorno\, corpo escultórico e espaço\, organizando-se em uma temporalidade espiralada\, em constante fluxo de expansão e retrospecção\, que ativa saberes afrodiásporicos. \n\n\n“Desdobram-se pelo espaço ‘famílias de obras’ interligadas\, cada uma com gramáticas e gestos próprios\, mas todas atravessadas pelo desejo de criar zonas de interferência onde passado e futuro\, beleza e libertação coexistem em tensão criativa. Como uma ferreira do século XXI\, Siwaju não molda o aço\, mas negocia com seus espectros: as soldas nascem como costuras entre tempos\, as superfícies polidas devolvem reflexos desobedientes\, os sussurros da matéria\, sugere a artista\, nos levam a fuga da lógica industrial.” — aponta a curadora Nathalia Grilo\, autora do texto de apresentação da mostra\, que fica em cartaz até 9 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"Ventar o tempo" de Bruno Lyfe na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Bruno Lyfe\, “Anjos” – Divulgação \n\nNo dia 28 de maio de 2025\, às 19h\, a Anita Schwartz Galeria de Arte inaugura Ventar o tempo\, primeira exposição individual do carioca Bruno Lyfe no espaço. A mostra reúne 12 pinturas inéditas\, produzidas neste ano\, em que o artista tensiona a memória como território simbólico e político\, subvertendo referências da história para reescrever narrativas silenciadas. “Esse projeto busca o encontro com a autoimagem e a reescrita de nossas histórias\, abrangendo um legado imagético que desejamos conjurar”\, resume Lyfe. \n“Bruno Lyfe destacou-se entre os mais de 700 artistas brasileiros e estrangeiros inscritos na edição 2024 do GAS\, projeto realizado pela galeria com a intenção de promover novas vozes da arte contemporânea. Seu trabalho conquistou reconhecimento internacional\, com aquisição pelo Pérez Art Museum Miami\, e representa com força poética e rigor formal as narrativas periféricas brasileiras. É um artista que projeta o futuro”\, afirma Anita Schwartz. \nA dinâmica da memória\, a pintura equestre e a azulejaria barroca portuguesa são os três eixos da atual pesquisa do artista\, que pautam o conjunto de pinturas selecionado para a exposição. As obras exploram um repertório iconográfico com narrativas de vida e corpos sub-representados no decorrer de uma história da arte eurocentrada e embranquecida. “Minha obra será uma reconquista da imagem\, um mecanismo de recomposição que promove paridade e reconhecimento identitário\, abrangendo diversos fenótipos e dando voz a histórias que precisam ser contadas”\, afirma. \n“O Bruno tem uma maneira muito particular de produzir e pintar\, que dialoga profundamente com sua geração\, com o momento político nas artes visuais e com artistas que vieram antes dele e ajudaram a constituir o que entendemos como história da arte brasileira. É uma geração comprometida com a revisão das narrativas históricas”\, comenta a pesquisadora\, artista e professora Lorraine Mendes\, atual curadora da Pinacoteca de São Paulo\, que assina o texto crítico da exposição. \nAos 34 anos\, Bruno Lyfe desenvolve uma produção marcada pelo uso expressivo da cor e pela construção de composições densas e fragmentadas. Em suas pinturas\, camadas de tinta e imagens sobrepostas criam uma espécie de colagem – resultado de um processo criativo que parte de uma intensa coleta de referências visuais\, especialmente de um arquivo pessoal de fotografias do cotidiano. “Gosto de montar as imagens como quem organiza fragmentos de memória e realidade”\, afirma o artista. “O dia a dia no ateliê é muito sobre experimentar\, ajustar e escutar o que a pintura pede. \nÉ onde consigo\, de forma concentrada\, transformar vivências em pintura”. Essas vivências aparecem com força na obra de Lyfe\, nascido e criado em Ramos\, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Elementos presentes no cotidiano do subúrbio carioca — como caixas d’água\, cadeiras de plástico e cobogós (tijolos vazados) — ganham protagonismo como símbolos de uma cultura visual frequentemente marginalizada. A valorização da estética periférica também se manifesta na paleta vibrante de suas telas\, influenciada pelo grafite\, linguagem que marcou o seu início nas artes\, em 2009\, e funcionou como primeira escola. Mais tarde\, Lyfe aprofundou sua formação acadêmica em pintura na Escola de Belas Artes da UFRJ e no Parque Lage\, ampliando seu repertório técnico e conceitual\, e consolidando uma linguagem capaz de transitar pelo circuito institucional e pelo mercado de arte. \nVentar o tempo amplia o seu percurso ao reunir 12 trabalhos que reafirmam sua pintura como instrumento de disputa simbólica no campo da história da arte. Ao incorporar referências como o gênero equestre e os azulejos barrocos portugueses — ícones da tradição colonial — o artista desloca símbolos de poder para novas leituras. \n“Subverter essas referências é ressignificar símbolos e reivindicar espaços para narrativas que sempre existiram\, mas foram historicamente silenciadas”\, afirma. Entre os destaques da exposição está a obra Em silêncio sentindo o que não foi dito (180 x 135 cm)\, inspirada na estátua equestre de D. Pedro I\, instalada na Praça Tiradentes\, no centro do Rio. Primeiro monumento público do país\, foi erguido em um momento de crise do Império como tentativa de reafirmação de poder. O que chama a atenção de Lyfe\, no entanto\, não é a figura central\, mas os elementos quase invisíveis da base: alegorias dos povos originários associadas aos principais rios do Brasil\, que seguem à margem da narrativa oficial. \n“Essa pintura tem um significado especial para mim\, porque sintetiza bem o que essa mostra representa — especialmente a reflexão sobre a dinâmica da memória”\, afirma o artista. “Ao trazer essas figuras indígenas para o centro da cena\, busquei deslocar o foco da narrativa de poder e questionar como certos corpos e histórias são relegados ao plano de fundo. É uma obra sobre reverter hierarquias visuais e pensar quem são os verdadeiros protagonistas quando falamos de território e memória”. \nEsse gesto de inversão aparece também em Cavalgar contra a história para não sumir com ela (220×160 cm) e Eu sou a volta por cima (177×135 cm)\, em que meninos negros montados a cavalo ocupam o lugar antes reservado a heróis da história oficial. Nos trabalhos Ponte entre o chão e o céu (180×180 cm)\, A margem não alcança o que salta (250x180cm)\, Seguimos brincando (180×135 cm) e no díptico Anjos e dança (180 x 180 cm\, executado em acrílica e óleo sobre madeira recortada)\, os corpos infantis dançam\, brincam e\, eventualmente\, voam. O movimento dos corpos também está presente na obra Estamos aqui\, como quem guarda o que ainda resta (180×135 cm)\, em que mulheres em trajes de baiana avançam no mar\, em direção às caravelas portuguesas. \nSob os ecos da repercussão gerada pela integração da obra da série Look Mom\, I Can Fly ao projeto arquitetônico da casa da cantora Anitta\, Ventar o tempo marca um desdobramento relevante na carreira de Lyfe. “É um momento importante\, pois representa uma nova etapa na minha trajetória\, com a oportunidade de apresentar um corpo de obras mais amplo e consolidado”\, comentou o artista em entrevista à Casa Vogue\, em fevereiro deste ano.
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SUMMARY:"Contrapeso" da Douglas Knesse no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Obra de Douglas Knesse. Crédito da foto: Júlia Neves \nO artista plástico carioca Douglas Knesse\, apresenta a exposição individual “Contrapeso”\, com abertura marcada para o dia 28 de maio\, das 16h às 20h\, no Centro Cultural Correios\, no Centro do Rio de Janeiro. Com curadoria de Daniela Avellar\, a mostra apresenta um conjunto de 30 obras\, produzidas nos seus últimos anos de carreira\, além de uma instalação imersiva. No dia 07 de junho\, será inaugurada a exposição individual na Simchowitz Gallery\, em Los Angeles\, com mais de 30 obras. \nEm sua individual “Contrapeso”\, Knesse expõe obras onde experimenta as possibilidades dos materiais que escolhe para expressar sua arte\, como a lona de caminhão\, material reciclado e partes de quiosqes desativados da orla do Rio. \n“Sempre achei as lonas de caminhão lindas\, cheias de histórias. Um dia\, vi um caminhão enorme passar\, parei o motorista e pedi a lona. Ali\, percebi: aquela lona imperfeita\, remendada\, marcada por todas as rotas e tempestades que enfrentou\, era exatamente o que eu procurava. Ela carregava histórias sem dizer uma palavra — assim como nós\, que somos feitos dos caminhos que escolhemos\, dos tombos que levamos e dos remendos que fazemos para seguir em frente”\, explica Knesse. \nPara a curadora da exposição do Rio\, Daniela Avellar\, a exposição individual de Douglas Knesse é uma oportunidade para o artista experimentar os limites e as possibilidades dos materiais que escolhe como suporte para sua pintura — elementos que parecem centrais em sua prática. A lona de caminhão reaproveitada — carregada de rugosidades\, texturas e memórias — assume nesta mostra uma presença também objetual e instalativa. Embora expressivo\, o gesto de Knesse carrega uma leveza\, como se permitisse ao material respirar. Nas pinturas realizadas sobre lona de algodão\, essa espontaneidade ganha ainda mais força\, revelando uma inscrição ainda mais pictórica. \n“Em meio à aparente abstração\, surgem símbolos: coqueiros\, ondas e outros elementos tropicais evocam cenas do cotidiano carioca — cidade natal de Knesse e onde a exposição se realiza. As cidades litorâneas são espaços onde o desejo constantemente invade as ruas\, configurando um entrelugar entre praia e asfalto. “Movimento” talvez seja a palavra que melhor define essa relação com uma paisagem também em constante mutação. Esse dinamismo parece orientar o aparecimento das formas e a precisão cromática de sua pintura. Ao mesmo tempo\, revela o desejo do artista de compor com os materiais e investigar suas propriedades — aspectos fundamentais nesta exposição. Em sua individual\, temos a oportunidade não apenas de testemunhar as distintas possibilidades das materialidades\, mas de observá-las em diferentes arranjos expográficos”\, avalia a curadora. \nCom obras espalhadas pelo mundo\, o artista plástico carioca Knesse constrói sua trajetória de forma intuitiva. Ao longo dos anos\, ele vem se dedicando à criações de médio e grande porte\, levando sua arte a lugares improváveis e de beleza crua. Em 2021\, Knesse instalou peças monumentais — algumas com mais de 8\,5 metros — nas encostas das falésias da Barra do Cahy\, em Cumuruxatiba\, sul da Bahia\, utilizando técnica mista sobre lona e juta costurada\, em um diálogo intenso com a natureza. Mais recentemente\, em dezembro passado\, ele desafiou os limites urbanos ao pendurar “O gosto do paraíso distante”\, uma imponente obra de 9 metros em lona de algodão\, sob o viaduto do Joá\, na Barra da Tijuca\, um gesto ousado que transformou a paisagem e convidou o olhar para o inesperado.
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SUMMARY:"Trabalhadores" de Sebastião Salgado na Casa Firjan
DESCRIPTION:Sebastião Salgado\, fotografia Mina de Carvão\, Índia\, 1989. Imagem: Divulação \nO que o trabalho diz sobre nós? Em um mundo em constante transformação\, a exposição Trabalhadores\, de Sebastião Salgado\, em cartaz na Casa Firjan a partir de 30 de maio\, revisita o passado para refletir sobre os caminhos que estão sendo construídos para o futuro do trabalho e dos trabalhadores. \nA realização da mostra assume uma dimensão ainda mais simbólica diante do recente falecimento de Sebastião Salgado. A Firjan lamenta profundamente a perda dessa grande referência da fotografia mundial\, cujo olhar sensível rompeu fronteiras ao expor injustiças sociais e as contradições do mundo. Com respeito profundo\, a Casa Firjan convida o público a esta exposição\, que representa um dos legados visuais mais marcantes de sua carreira. \nSão 149 fotografias que percorrem diferentes realidades ao redor do mundo e revelam múltiplas formas de viver e sobreviver. Feitas entre 1986 e 1992\, as imagens constroem uma verdadeira arqueologia visual da Revolução Industrial\, mas entregam mais que um retrato histórico: Trabalhadores é um tributo à presença humana na construção do mundo. Das plantações de cana no Brasil ao garimpo de Serra Pelada\, da pesca artesanal na Sicília às obras de barragens na Índia\, cada retrato revela a dignidade\, a força e a permanência do fazer manual. \n“Eu tinha que prestar homenagem a esse trabalho que estava em meu coração\, que era a razão de meu ativismo político e do que acreditava ser o mundo da produção”\, declarou Sebastião Salgado sobre a série. \nCom curadoria e design de Lélia Wanick Salgado\, a mostra retrata um momento de virada: o fim de um ciclo marcado pelo trabalho manual e a ascensão de novos modos de produção. Ao propor um diálogo profundo entre passado\, presente e futuro\, a exposição amplia as discussões promovidas pelos programas da Casa Firjan sobre as temáticas da Nova Economia\, reafirmando o compromisso da indústria com a transformação e o desenvolvimento das empresas e da sociedade. \nDe volta ao Rio de Janeiro após mais de duas décadas\, a mostra chega como um convite à reflexão sobre as rupturas e reinvenções do trabalho e sobre o papel que cada um de nós ocupa nesse processo. \nCom entrada franca\, Trabalhadores fica em cartaz até 21 de setembro.
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SUMMARY:"Luiz Paulino: O Inventário do Massacre do Carandiru – 2 de outubro de 1992" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Obra de Luiz Paulino – Divulgação\n\n\n\n\nO Solar dos Abacaxis inaugura no dia 30 de maio de 2025\, às 18h\, a exposição “Luiz Paulino: O Inventário do Massacre do Carandiru – 2 de outubro de 1992”\, primeira mostra individual institucional do artista Luiz Carlos Paulino (1967\, Presidente Bernardes – SP)\, também conhecido como Bizil. A exposição integra o programa anual do Solar dedicado à reflexão sobre a liberdade e apresenta 25 pinturas inéditas que revisitam\, de maneira contundente e sensível\, o maior massacre da história do sistema prisional brasileiro. \nSobrevivente do massacre do Carandiru\, ocorrido em 1992\, Paulino transforma sua própria experiência em obra\, elaborando visualmente o trauma pessoal e coletivo da intervenção da Polícia Militar do Estado de São Paulo que resultou na morte de 111 pessoas\, segundo dados oficiais. Em contranarrativa à versão hegemônica dos fatos\, o artista denuncia práticas de ocultação de centenas corpos e a brutalidade extrema vivida por ele e outros detentos\, revelando camadas profundas e ainda não amplamente reconhecidas desse crime histórico. \nAs obras expostas abordam a desumanização do encarceramento\, o fracasso do sistema penal brasileiro e a urgência dos direitos humanos\, por meio de composições complexas que rompem com a linearidade do tempo e do espaço. Combinando simbolismo\, surrealismo e forte expressividade\, Paulino inscreve em suas telas tanto a dor física quanto as dimensões espirituais da violência que atravessou — e de sua sobrevivência\, que ele considera um milagre. \nA exposição propõe ao público um contato direto com as memórias encarnadas do artista\, que se recusam à abstração estatística das vidas encarceradas. Suas pinturas apresentam cada figura humana com singularidade e dignidade\, em contraste com a rigidez arquitetônica das estruturas carcerárias. Em muitas obras\, o presídio surge como figura dominante\, operando como agente da narrativa — ora intransponível\, ora delimitando pátios onde se encenam atos de barbárie. \nCurada por Bernardo Mosqueira e Matheus Morani e desenvolvida em parceria com o espaço cultural auroras (São Paulo)\, a mostra marca um momento inédito nas artes visuais brasileiras\, oferecendo não apenas um gesto de denúncia\, mas um ato poético e político de memória\, reparação e reinvindicação de justiça. “Luiz Paulino: O Inventário do Massacre do Carandiru 9 de outubro de 1992” propõe um espaço de escuta e reflexão coletiva\, reafirmando a arte como ferramenta fundamental para imaginar novos horizontes de liberdade\, dignidade e humanidade. \nO Solar dos Abacaxis tem Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Patrocínio Prata do Mattos Filho via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O Programa Educativo tem Patrocínio Ouro do BTG Pactual via Lei Municipal de Incentivo à Cultura. 
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SUMMARY:"Nossa Vida Bantu" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Márcia Falcão\, “Jogo 2”\, da série Capoeira em Paleta. Foto: Rafael Salim\n\n\n\n\nO Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição “Nossa Vida Bantu” no sábado\, dia 31 de maio. A principal mostra do ano do MAR ressalta o papel significativo que os povos de diversos países africanos\, denominados sob o termo linguístico “bantus”\, tiveram na formação cultural brasileira e na identidade nacional. Expressões como\, “dengo”\, “caçula”\, “farofa”; as congadas e folias; as tecnologias da metalurgia e do couro são algumas das expressões culturais que herdamos e recriamos da cultura bantu. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria de Marcelo Campos e Amanda Bonan junto ao curador convidado Tiganá Santana\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Salloma Salomão\, Abreu Paxe\, Wanderson Flor e Margarida Petter.
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SUMMARY:"Luz de Abril\, Portugal\, 1974" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Alécio de Andrade\, “Descolonização\, vitória do povo livre / Democracia sem divórcio é uma farsa.” Grande manifestação em Lisboa pelo direito ao divórcio e pela independência das colônias. Lisboa\, verão de 1974. © Alécio de Andrade. Cortesia Pinakotheke Cultural\n\n\n\n\nA Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, apresenta a exposição “Luz de Abril\, Portugal\, 1974”\, com 38 fotografias de Alécio de Andrade (1938-2003) que registram a Revolução dos Cravos em curso no país europeu. O grande fotógrafo\, radicado em Paris desde 1964\, percorre Portugal “com sua Leica pendurada no pescoço”\, como descreve o historiador francês Yves Léonard (1961)\, no livro homônimo que será lançado na exposição. “Passeando seu olhar sobre o Portugal da Revolução dos Cravos\, Alécio de Andrade captou instintivamente a imagem de um povo há muito habituado às maiores misérias\, infinitamente resiliente\, exemplar à sua maneira. Um povo cujos olhares e sorrisos são ainda mais desarmantes por se oferecerem com reserva. Um Portugal à altura dessas mulheres e desses homens captados com empatia em seu cotidiano\, na esquina de uma rua\, num campo ou num desfile”\, escreve o historiador. A idealização do projeto é de Patricia Newcomer\, viúva de Alécio de Andrade. A impressão das fotografias é de Toros Lab\, que sempre trabalhou com o fotógrafo. A exposição ficará em cartaz de 2 de junho a 19 de julho de 2025. \nUm dos grandes nomes da fotografia\, primeiro brasileiro a se associar à lendária Magnum Photos\, agência francesa criada por Henri Cartier-Bresson (1908-2004)\, o carioca Alécio Andrade (1938-2003)\, também poeta e pianista\, foi para Paris em 1964\, onde viveu até sua morte. Amigo de Carlos Drummond de Andrade\, James Baldwin e Júlio Cortázar – com quem fez o livro “Paris ou la vocation de l’image” (1981) – Alécio de Andrade colaborou com diversas publicações: “Manchete”\, “Elle”\, “Figaro Madame”\, “Le Nouvel Observateur”\, Stern”\, “Fortune”\, “Newsweek”\, entre muitas outras. No verão europeu de 1974 foi enviado a Portugal\, onde registra a Revolução dos Cravos\, iniciada em 25 de abril daquele ano. Com sua Leica\, percorre o país\, e 38 dessas fotos\, em p&b e cor\, estão na exposição\, que lança a versão em português do livro “Luz de Abril\, Portugal\, 1974” (Edições Pinakotheke\, 2025)\, com texto do historiador francês Yves Léonard\, especialista em Portugal. A publicação\, com tradução de Bruno Ferreira Castro e Fernando Scheibe\, tem 140 páginas e formato 16 x 23 cm\, com 55 fotografias de Alécio de Andrade.
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SUMMARY:"Djanira – 110 anos" na Pinakotheke Cultural
DESCRIPTION:Djanira\, “Dança de Iemanjá”\, 1952. Crédito: Jaime Acioli\n\n\n\n\nA~Pinakotheke Cultural\, no Rio de Janeiro\, e o Instituto Pintora Djanira têm o prazer de apresentar a partir de 2 de junho de 2025 a exposição “Djanira – 110 anos”\, com 50 trabalhos da grande pintora que retratou o Brasil e seu povo. A mostra tem  curadoria de Max Perlingeiro e Fernanda Lopes. No dia 10 de junho de 2025\, às 19h\, haverá o lançamento do catálogo e visita guiada à exposição com os curadores Max Perlingeiro e Fernanda Lopes. \nA artista que expressou em sua pintura o profundo amor pelo povo brasileiro e sua terra é celebrada nesta mostra\, que percorre seus trinta e sete anos de trajetória com 50 obras – grande parte delas nunca mostradas ao público – em núcleos temáticos que marcaram sua produção: retratos; religiosidade\, ritos\, mitos e sonhos; paisagem; trabalho e cotidiano; registros do Brasil e os desenhos\, inéditos\,“Aventuras de Procopinho”\, que fez em 1948 para ilustrar o livro da peça infantil escrita por Lúcia Benedetti (1914-1998)\, a ser encenada pelo ator Procópio Ferreira (1898-1979). Além das pinturas de Djanira\, o público verá documentos\, fotografias\, recortes de jornais sobre a artista\, e ouvirá áudios\, distribuídos pelas salas de exposição\, com trechos do depoimento que Djanira deu para o Museu da Imagem e do Som\, em 1967. Acompanha a exposição um livro bilíngue (port/ingl)\, com 128 páginas e formato de 21cm x 27cm\, com textos de Max Perlingeiro\, Fernanda Lopes – curadores da exposição – e Eduardo Taulois\, diretor-geral do Instituto Pintora Djanira\, além de uma cronologia da artista e imagens das obras presentes na exposição. \nAlgumas obras inéditas de Djanira destacadas na exposição são: “Sem título [Primeiro retrato de Motta]”\,1952; “Dança de Iemanjá”\, 1952; “Autorretrato”\, sem data; “Engomadeira”\, 1954; “Santa ceia com vista de Santa Teresa”\, 1958; “Orixá Oxalufan – Orixá Velho”\, 1958; “Índia Canela” [estudo]\,1960; “Bumba meu boi”\, 1961; “Alambique”e “Casa de Paraty”\, de 1967 (que embora constem de publicação do MASP nunca foram exibidos);“Orixás”\, 1970;“Sem título” [estudo para a capa do álbum “Casa de Farinha”]\, circa 1974; “Mina de carvão”\, circa 1974; e “Transamazônica” (1978). \nMax Perlingeiro afirma sobre Djanira: “Sua vida era pintar”. “No decorrer de sua vida\, participou ativamente do meio cultural e social no Rio de Janeiro. Seu reconhecimento e sua contribuição para a arte moderna brasileira se traduzem nas inúmeras exposições internacionais recentes”.  Max Perlingeiro destaca ainda que “a Pinakotheke\, ao longo dos seus 45 anos\, tem apoiado as iniciativas de preservação da memória e do legado de artistas. Nossa primeira ação foi com o Projeto Portinari\, em 1979. Atualmente\, realiza uma parceria com o Instituto Pintora Djanira”\, que tem como missão ‘preservar\, pesquisar e disseminar a obra e a memória desta importante artista brasileira\, assim como o contexto histórico-cultural do modernismo brasileiro\, no qual a sua produção se insere’”. \nFernanda Lopes assinala que a exposição é “uma celebração histórica da vida e da produção da artista\, além do seu olhar afetuoso e interessado para o Brasil e da sua fundamental contribuição para a nossa história da arte”. “Ver sua obra agora é também constatar a atualidade das suas imagens e da sua maneira de enxergar o mundo à sua volta\, além de uma importante contribuição para o pensamento sobre o Brasil e a arte brasileira de hoje. ‘Falo o brasileiro simples\, uma linguagem que muita gente só entende quando é falada com sotaque de academia’\, resumiu certa vez a artista”.
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SUMMARY:"Ancestral: Afro-Américas" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Simone Leigh\, “Las Meninas”\, 2024. Crédito: Carol Quintanilha \n“Ancestral: Afro-Américas” reúne cerca de 160 obras de renomados artistas negros do Brasil e dos Estados Unidos. A exposição celebra as heranças e os vínculos compartilhados entre os povos afrodescendentes brasileiros e norte-americanos no campo das artes visuais\, promovendo uma reflexão crítica sobre a diáspora africana. \nEntre as obras apresentadas estará o trabalho do norte-americano Nari Ward\, feito em solo brasileiro especialmente para a exposição. \nTrabalhos de Abdias Nascimento também estarão presentes. O artista\, ícone do ativismo cultural no Brasil\, é reconhecido por suas contribuições à valorização da cultura afro-brasileira. \nA mostra conta ainda com um conjunto de adornos comumente chamado de “joias de crioula”\, indumentária usada por mulheres negras que alcançavam a liberdade no período colonial brasileiro\, especialmente na Bahia\, como forma de expressar sua ancestralidade\, e uma seleção de arte africana da Coleção Ivani e Jorge Yunes\, com curadoria de Renato Araújo da Silva. \nConheça a exposição através de 3 eixos temáticos: Corpo\, Sonho e Espaço. \nCada núcleo oferece reflexões sobre a afirmação do corpo\, a dimensão dos sonhos e a reivindicação pelo espaço.
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SUMMARY:"Cildo Meireles: percurso e presença" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Cildo Meireles\, Sem título\, 2009 – Divulgação \n\nAnita Schwartz Galeria de Arte anuncia Cildo Meireles: percurso e presença\, uma homenagem ao maior expoente da arte conceitual brasileira. A mostra — a ser inaugurada no dia 4 de junho\, às 19h — resgata uma seleção de desenhos produzidos nas décadas de 1960\, 1970 e 1980; e gravuras de 2009 inspiradas em desenhos da década de 1960. Além das obras gráficas\, foram reunidos alguns objetos em pequena escala\, elementos de instalações simbólicas de sua produção no plano tridimensional. \n“A exposição destaca uma vertente menos conhecida\, mas de grande relevância no processo criativo do artista. A prática do desenho permeia a produção do Cildo desde a infância e desempenhou um importante papel em sua trajetória. E lá se vão mais de seis décadas”\, observa Cecília Fortes\, consultora artística da galeria. \nDesenhar viria a ser uma forma de expressão e reflexão\, um meio para detalhamento de ideias e\, também\, principal fonte de receita do artista carioca até quase 1990. A venda de desenhos para amigos e colecionadores possibilitou que Cildo se dedicasse à carreira artística e realizasse projetos mais complexos\, pelos quais se tornaria mundialmente conhecido. \n“O desenho é a primeira percepção visual. Numa segunda etapa é preciso voltar ao desenho\, detalhar. Ele acompanha esse processo de detalhamento de uma ideia. Mas sua função é captar essa coisa que passou como um relâmpago\, que ainda não tem forma\, cor\, tamanho.” (Cildo Meireles\, em entrevista publicada no catálogo da exposição “Algum desenho [1963-2005]”\, editado pelo CCBB-RJ\, em 2005) \nEm entrevista ao crítico Frederico Morais\, ele conta que aos nove anos de idade\, morando em Belém do Pará\, ganhou alguns trocados na escola vendendo desenhos. Após mudar-se para Brasília\, já na escola secundária\, seguiu praticando. Foi a forma que encontrou de estar mais perto do real e mostrar aos colegas a sua forma de pensar. Em 1963\, aos 15\, passou a frequentar o Ateliê Livre da Fundação Cultural do Distrito Federal\, dirigido pelo artista peruano Felix Alejandro Barrenechea. Lá exercitou o desenho de observação e com modelo vivo. Na mesma época\, ingressou no curso de cinema do CIEM\, escola experimental\, vinculada à Universidade de Brasília. \nFoi nessa ocasião que passou pela cidade uma exposição do acervo de arte africana da Universidade de Dakar\, no Senegal\, reunindo esculturas e máscaras. A mostra exerceu forte influência na formação do artista\, que se sentiu estimulado a enfrentar qualquer superfície com o intuito de resolver o problema da representação\, a figura transportada para outro plano. Em 1964\, momento de grande adversidade no país com o início ditadura militar\, o curso de arte da Fundação Cultural foi fechado\, mas Cildo continuou frequentando o ateliê de Barrenechea. Desde então\, a prática do desenho o acompanha\, e lá se vão mais de seis décadas. \nEntre as obras selecionadas para a mostra na Anita Schwartz estão desenhos livres de diferentes temáticas e formatos: alguns inspirados nas máscaras africanas mencionadas anteriormente; outros\, seguindo uma linguagem narrativa com nichos alusivos aos de histórias em quadrinho\, com situações que se desenvolvem de forma arbitrária. Há também composições abstratas com predominância da cor\, desenhos que misturam pinceladas arredondadas e tracejados evocando situações de dor e violência e\, ainda\, cenas específicas guardadas na memória do artista. \nA galeria contou com a colaboração de Antônio Carlos Barreto na captação de obras como a emblemática série Espaços Virtuais: Cantos\, iniciada como desenho em 1967\, é exibida em forma de gravura. Nela\, o artista analisa o fenômeno da perspectiva e virtualidade através do módulo euclidiano de espaço (três planos de projeção frontal\, lateral e horizontal)\, e seus desdobramentos Volumes Virtuais e Ocupações\, constituídos de linhas e dois ou três planos de suporte que\, partindo da parede\, criam ambiguidades espaciais. Além dos desenhos e gravuras\, são apresentados múltiplos colecionáveis — muitos fazem alusão às suas grandiosas instalações. \nCamelô remete às memórias de infância do artista\, que costumava frequentar o centro da cidade do Rio de Janeiro com seu pai. Na ocasião\, ele observava a presença de camelôs vendendo objetos muito simples como alfinetes\, barbatanas de camisa e marionetes de papelão e plástico. Aquela situação o intrigava\, como aquelas pessoas podiam sobreviver vendendo itens tão insignificantes? Anos depois\, dessa lembrança surgiria o múltiplo Camelô\, ou vendedor ambulante\, que vende palhetas de colarinho em uma mesa e alfinetes marcados com as iniciais do artista na outra. \nDados é a primeira obra da série Objetos semânticos\, de 1970\, na qual o artista apresenta trabalhos em que objeto e título estabelecem uma relação de significados e ressignificados\, jogando com paradoxos\, ironias e contrassensos. Os diferentes\nsentidos da palavra se confrontam com o objeto\, criando fricções entre aquilo que se imaginava entendido e o que se apresenta. \nEsfera invisível trata de uma existência constituída de inexistências e sugere a presença de uma forma que se dá pela ausência da matéria. No espaço interior de um cubo aparentemente maciço de alumínio\, dois hemisférios côncavos de igual medida se encontram\, criando um espaço vazio no formato de esfera. Configura-se então a ideia de uma esfera que só existe na imaginação do espectador. Tais faces recortadas só podem ser vistas quando o cubo é aberto\, momento em que as partes se separam e a esfera invisível deixa de existir. \nFiat Lux faz referência a instalação O Sermão da montanha: Fiat Lux\, apresentada por Cildo uma única vez em 1979\, por apenas 24 horas\, na Galeria Candido Mendes\, no Rio de Janeiro. A obra\, que suscitava a atmosfera de medo e violência do período da ditadura militar\, consistia num grande bloco composto por 126.000 caixas de fósforo da marca Fiat Lux\, instalado no centro da sala\, rodeado por oito espelhos com frases retiradas do texto bíblico Sermão da Montanha: capítulo 5\, do Evangelho de São Matheus\, versículos 3 a 12. Em torno do bloco central\, atores contratados simulando policiais à paisana circulavam pelo espaço\, vigiando a obra. O chão da sala foi coberto por lixas pretas que amplificavam o som dos passos de quem circulava\, contribuindo para a atmosfera de tensão gerada pela possibilidade de explosão da instalação. \nO múltiplo Glove Trotter\, impressão digital em placa de aço inoxidável\, traz um registro da obra original de mesmo nome: a instalação Glove Trotter\, 1991\, na qual esferas de diferentes tamanhos\, cores e materiais coletadas pelo artista ao longo dos anos\, são dispostas sobre um tablado e cobertas por uma malha metálica\, como as que protegiam os corpos em lutas na Idade Média\, unificando o conjunto numa paisagem lunar. O título cria um jogo de palavras entre a expressão “globe trotter” (indivíduo que viaja pelo globo constantemente) e a palavra “glove” (luva\, em inglês)\, referência ao material que encobre as esferas e impede seu deslocamento. A concepção da obra parte de questões clássicas da escultura\, como volume\, peso e gravidade\, incorporando também referências de outros contextos\, como da geografia e da astronomia. \nOVOS – versão I – 1ª edição (1970-2018) é um múltiplo produzido para a celebração dos 70 anos do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Desde o final da década de 1970\, Cildo Meireles se apropria de sistemas de medida para subvertê-los. O artista percebeu que os sistemas de medida criam identidade entre os membros de grandes coletividades\, que os utilizam como padrão comum. Ao subverter tais sistemas e padrões\, ele instiga a reflexão sobre as convenções que nos unem enquanto comunidade. Em OVOS\, seis objetos que imitam ovos ganham pesos diferentes\, criando um estranhamento para quem os manipula\, pois se espera que ovos semelhantes tenham pesos semelhante. O mesmo estranhamento suscitado pela grande instalação Eureka/ Blindhotland\, 1970-75\, na qual Cildo joga com questões como peso e volume de objetos distorcendo os sentidos do observador. \nPor fim\, são exibidos um relógio e um conjunto de quatro trenas de madeira\, objetos componentes da grandiosa instalação Fontes\, 1989-1992 que subverte as convenções humanas de medidas de tempo e espaço. Na obra completa\, trenas de madeira com diferentes unidades de medidas são justapostas ao centro da sala\, algumas seguindo o sistema métrico decimal e outras o sistema de polegadas\, enquanto relógios de igual tamanho\, porém com posicionamento e intervalos irregulares dos algoritmos indicativos das horas ocupam as paredes\, com números caídos ao chão\, criando um paradoxal agrupamento de objetos de igual tamanho e formato\, mas que apresentam medidas diferentes.
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SUMMARY:"Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Luca Giordano\, “O Rapto de Europa”\, séc. XVIII\, Itália. Imagem: Divulgação \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir do dia 07 de junho\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’\, com curadoria de Diogo Maia e Douglas Liborio. A mostra ocupará diversos ambientes da casa\, reunindo obras que dialogam com a mitologia greco-romana. \n‘Ecos do Olimpo: Deuses e Mitos na Coleção Eva Klabin’ investiga a permanência dos deuses e mitos clássicos nas coleções artísticas do início do século XX e na paisagem urbana carioca. O primeiro andar da Casa Museu é dedicado às divindades olímpicas Apolo\, Ártemis e Dioniso\, destacando esculturas em mármore grego do século V a.C.\, como cabeças de Apolo e Zeus\, além de um torso que evoca a idealização do corpo divino na Antiguidade. Já o segundo andar apresenta cinco pinturas barrocas inspiradas na obra “Metamorfoses”\, 8\, do poeta romano Ovídio. Esta inspiração demonstra a influência da literatura nas artes plásticas\, especialmente no ano em que o Rio de Janeiro foi eleito a Capital Mundial do Livro. Além disso\, destacam-se artistas como Louis Silvestre e Il Baciccia\, representando casais divinos e transformações míticas que influenciaram a cultura do século XVII. \nA exposição conta com peças do acervo permanente da Casa Museu Eva Klabin e obras cedidas pela Casa Museu Ema Klabin e pelo Museu da República\, ampliando o diálogo entre diferentes instituições culturais. \n‘Ecos do Olimpo’ reforça o compromisso do Museu com a valorização de seu acervo e a criação de novas conexões entre arte e história. O público terá a oportunidade de ver de perto obras da Grécia Antiga\, pinturas barrocas e também peças modernistas\, revelando como diferentes períodos e estilos artísticos continuam a dialogar por meio dos mitos que atravessam os séculos” Diogo Maia\, curador. \nA mostra pode ser visitada gratuitamente de quarta a domingo\, de 14h às 18h\, até 24 de agosto de 2025.
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SUMMARY:"Inventário Parcial" de Luiz Dolino no MAC Niterói
DESCRIPTION:Luiz\, Dolino\, “Polichinelo”\, 2021 – Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 14 de junho\, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói inaugura importante mostra do artista Luiz Dolino\, “Inventário Parcial”\, que contemplará telas de grandes dimensões produzidas recentemente\, entre 2020 e 2025\, exibidas em conjunto com algumas obras concluídas há 45 anos. Curado por Monica Xexéo\, o evento tem sabor de dupla comemoração para o artista: além de estar completando 80 anos de vida\, com esta exposição Dolino retorna à cidade onde foi criado\, com a qual mantém forte vínculo. Na ocasião da abertura será lançado o livro de mesmo título\, contendo ilustrações e textos de críticos arte\, artistas e amigos pessoais\, como Carlos Drummond de Andrade\, Nélida Piñon\, Frederico Moraes e Leonel Kaz. \nCom mais de cinco décadas de carreira no Brasil e tendo percorrido países mundo afora (Espanha\, Portugal\, Grécia\, Áustria\, Perú\, Uruguai\, Argentina)\, o artista plástico fluminense Luiz Dolino tem o trabalho reconhecido pela abstração geométrica. Marcadas pelo uso de cores e justaposições criativas\, suas telas se destacam pela combinação que ele\, como artista com formação também em ciências exatas\, faz com singular precisão. Na casa-ateliê em Petrópolis\, no meio da natureza exuberante\, a produção segue em ritmo enérgico\, como o espectador poderá testemunhar na mostra que ficará em cartaz até o dia 24 de agosto\, ocupando o mezanino do museu.
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SUMMARY:"A (des)ordem natural das coisas" de Laura Villarosa na Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea
DESCRIPTION:Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nA Galeria Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea apresenta “A (des)ordem natural das coisas”\, primeira exposição individual da artista Laura Villarosa na galeria. A mostra reúne onze trabalhos inéditos\, resultado de uma investigação que une pintura e elementos têxteis em composições tridimensionais. \nNascida em Palermo\, Itália (1961)\, e radicada em Niterói\, RJ\, Villarosa desenvolve uma prática que articula a paisagem\, as questões ambientais\, propondo narrativas visuais que confrontam o espectador com as contradições da natureza e da percepção. Em suas obras\, técnicas como tecer\, bordar e moldar são revisitadas\, resultando em obras que se equilibram entre o duro e o suave\, o preciso e o irregular\, o sólido e o permeável. \nA exposição propõe uma reflexão sobre a ideia de ordem e desordem nos sistemas naturais\, revelando a instabilidade como parte essencial da experiência sensível. \nNas palavras da artista “Falar de paisagem atualmente épensar em tudo ao mesmo tempo e agora. Encontro sentido na mistura de materiais\, elementos e partes que compõem uma coisa só. Somos agentes do desordenamento\, dentro de um sistema que cumpre seus ciclos\, que se reordena e nos atura o quanto pode. Não esqueço das águas limpas que correm nos rios\, dos céus azuis e das nuvens. É a esperança e o sonho”.
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LOCATION:Gaby Indio da Costa Arte Contemporânea\, Estr. da Gávea\, 712 - São Conrado\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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