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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Formas das águas" no MAM Rio
DESCRIPTION:Vista da obra de Sandra Cinto na exposição “Formas das águas” – Divulgação \nEm um tempo em que a consciência da emergência climática nos obriga a reconsiderar a relação com nosso entorno e seus processos\, a exposição Formas das águas pensa histórica\, poética e especulativamente a partir da Baía de Guanabara e suas águas\, lugar em que estamos e que dá contorno ao que somos enquanto museu e cidade. A baía aparece como origem e contexto; a água\, como metáfora; seus fluxos\, como métodos. \nObras de 14 artistas de diferentes gerações e locais apresentam imagens\, narrativas\, experiências e acontecimentos que tiveram lugar nesta baía e definiram nossa história. Assim propõem reflexões sobre modos possíveis de estar e circular pelos cursos do passado e do presente\, e nos fazem sentir em movimento. O espaço expositivo\, atravessado por plataformas de passagem e pontos de observação\, mostra caminhos que separam as obras ao mesmo tempo que as conectam. \nOs trabalhos\, em diálogo uns com os outros\, mostram que\, para entender a nossa conjuntura\, precisamos pensar em conexão. Imaginar cenários de vida viáveis demanda não só encontrar equilíbrios em relação ao mundo e aos seres que o formam\, mas também entender as questões e os diversos percursos que nos trouxeram até aqui. E\, para isso\, seguimos as sensações\, ideias\, movimentos e vidas que as formas das águas revelam. \nCuradoria Pablo Lafuente e Raquel Barreto.
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SUMMARY:"Finca-pé: estórias da terra" de Antonio Obá no CCBB RJ
DESCRIPTION:Antonio Obá\, “Ka’a pora”\, 2024. Crédito: Cortesia do artista e Mendes Wood DM\, São Paulo\, Bruxelas\, Paris e Nova Iorque. Copyright do artista. Foto: EstudioEmObra \nCentro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura em 12 de março a exposição Finca-pé: estórias da terra\, do artista brasiliense Antonio Obá. Com entrada gratuita e livre para todos os públicos\, a mostra explora a relação do artista com a ancestralidade\, a terra e a existência humana\, reunindo desenhos\, pintura\, filme performance e instalação\, com grande parte dessa produção ainda inédita no país. A visitação no CCBB Rio de Janeiro se estende até 2 de junho e depois a exposição segue para Belo Horizonte e Brasília. \nNas palavras de Obá\, “a mostra partiu de um indício relacionado com o estar na terra. E quando eu falo estar na terra\, é esse locus geográfico mesmo\, o Cerrado\, esse sertão de onde eu sou\, até o potencial estético que reverbera nos meus trabalhos e pesquisas.” \nA relação de Obá com o Cerrado é essencial em sua produção. “De uns meses para cá\, a sensação de retornar à terra tem sido muito gratificante. O corpo agradece estar nessa solitude panorâmica que Brasília apresenta\, esse vazio\, essa situação de ainda ter Cerrado perto\, de certa maneira\, é um contato muito vivificante com a terra”. \nAo percorrer a exposição\, o público é convidado a experimentar “um campo conceitual movediço”\, provoca a curadora Fabiana Lopes. “São múltiplas camadas de interpretação\, uma fluidez que reflete o pensamento de Obá e a própria construção da mostra\, que parte de um núcleo sólido e se desdobra em possibilidades imprevistas”\, explica ela. \n“A terra pode ser o chão\, pode ser Cerrado\, pode ser planeta\, pode ser um jardim imaginário ou um jardim interior do individuo. A experiência de caminhar pela exposição é a de transitar por essa multiplicidade”\, ilustra a curadora.\nCom um conjunto expressivo de mais de 50 obras\, Finca-pé: estórias da terra expressa o universo simbólico e material que atravessa a trajetória de Obá\, um dos mais relevantes artistas contemporâneos brasileiros\, cuja produção tem conquistado reconhecimento na Europa\, Estados Unidos\, Brasil e outras partes do mundo. Seus trabalhos transitam entre escultura\, desenho\, pintura e performance\, explorando relações de influência e contradições dentro da construção cultural do Brasil\, tensionando a ideia de uma identidade nacional. \n“Poder contribuir para aproximar o público do trabalho de Antonio Obá dentro do país é dar oportunidade ao brasileiro de se conectar com sua obra\, que carrega muita brasilidade e ao mesmo tempo grande universalidade”\, observa Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. \n“A exposição oferece uma oportunidade para refletir sobre suas investigações\, marcadas por uma ampla diversidade de linguagens\, que revelam os desdobramentos poéticos e a pesquisa formal feita pelo artista”\, complementa a curadora\, que define Finca-pé: estórias da terra como um convite a mergulhar no pensamento artístico de Obá\, em constante transformação e permeado de alegorias. \nUma primeira galeria do CCBB propõe uma experiência mais intimista\, reunindo desenhos de forte gestualidade\, que evocam movimento e convidam o visitante a se aproximar das obras. Muitas dessas criações foram produzidas com grafite\, giz de cera\, extrato de nós\, bico de pena e nanquim dourado. No mesmo espaço\, cadernos de estudos revelam anotações\, esboços e o processo contínuo do artista. \nO segundo conjunto de desenhos\, em outra galeria\, compõe a série Crianças de coral – nigredo/coivara (2024-2025). São 12 retratos de crianças em carvão sobre tela (imagem no topo do texto). Para produzir as obras\, Antonio Oba reduz o carvão a pó e manipula as camadas fazendo emergir as imagens espessas dos retratos\, uma rara oportunidade de o público imergir no universo gráfico do artista. \nNo percurso\, o visitante do CCBB se depara também com a marcante Ka’a pora (2024)\, uma das obras centrais da mostra. A instalação\, composta por 24 esculturas de pés em bronze adornados com galhos\, evoca a conexão de Obá com sua terra natal. Também faz referência à grandiosidade cíclica das árvores que passam por fases de floração\, frutificação\, estiagem e seca\, marcações temporais características do cerrado. \n“É uma obra que se relaciona com a resistência\, mas também com a forma como o Cerrado se renova após períodos de seca e queimadas\, voltando ao verde com a primeira chuva”\, descreve ele. “Ka’a pora reflete a própria natureza e como a resistência pode ser incorporada à experiência humana\, renovando-se constantemente”\, completa. \nDe acordo com Fabiana Lopes\, Ka’a pora se conecta diretamente com o filme Encantado\, inédito no Brasil\, e que marca o retorno de Obá à linguagem de performance. Encantado convida o público a refletir sobre símbolos e rituais\, principalmente aqueles ligados a práticas espirituais e religiosas. O artista se inspira na figura do peregrino – aquele que caminha para cumprir uma promessa – e transforma essa jornada em uma experiência visual e sensorial.
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SUMMARY:"Alegria no Morro" de Toz Viana na Galeria de Arte Solar
DESCRIPTION:Obra de Toz Viana – Divulgação \nA Galeria de Arte Solar\, no Pavão Pavãozinho\, inaugura a primeira exposição do ano com a obra de Toz Viana. A instalação “Alegria no Morro” traz um dos personagens mais conhecidos do trabalho do artista: o Vendedor de Alegria. Inspirado nos ambulantes que circulam pelas praias e parques do Brasil com bolas coloridas\, ele tem corpo alongado e cabeça formada por inúmeras bolas que o fazem flutuar. Na mostra\, com curadoria de Cammila Ferreira\, o público conhecerá de perto o boneco gigante do personagem apresentado em Paris e no MAC de Niterói. A instalação contempla também grafitti\, tudo pensado sob medida para o espaço da galeria que fica dentro do Solar Meninos de Luz\, organização civil e filantrópica\, que promove educação e assistência social no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. A abertura foi no dia 20 de março e a mostra pode ser visitada até 11 de maio. A Galeria de Arte Solar conta com patrocínio do Belmond Copacabana Palace e Estácio\, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (ISS RJ). \nCom a missão de democratizar o acesso à cultura e à educação\, aproximando o público de comunidades ao universo da arte\, a Galeria de Arte Solar convidou um dos artistas urbanos mais queridos do país para abrir a programação de 2025. Tomaz Viana\, o Toz\, é dedicado à pesquisa e experimentação do graffiti e à criação de telas e objetos\, já tendo participado de várias exposições coletivas e individuais\, no Brasil e no exterior. Ao longo da sua carreira\, criou diversos personagens cujas cores e padronagens se espalham nos muros das cidades e das instituições culturais. O “Vendedor de Alegrias” é um dos mais famosos. “Ele representa os vendedores ambulantes de bolas\, de balas e picolés que dão vida às nossas cidades. E é dos morros\, das comunidades que eles saem. Nada mais justo do que trazer o Vendedor de Alegrias para cá”\, explica Toz. \nSegundo a curadora da exposição\, o Vendedor de Alegria é um ser nômade que vive espalhando muita cor por onde passa. “O desejo dele é semear alegria\, gentileza\, diversidade\, cuidado e respeito às pessoas. Depois de passar por Paris\, Madrid\, Bogotá\, Niterói\, ele chega agora ao Solar Meninos de Luz e convida todos a entrar em seu universo”\, conta ela. “Trazer para dentro das comunidades do Pavão Pavãozinho e do Cantagalo uma exposição tão bacana quanto a do Toz é\, acima de tudo\, um convite a uma cidade mais inclusiva”\, diz Guilherme Maltaroli\, diretor do Solar. “Essa exposição é um chamado a resgatarmos o que temos de melhor\, o que nos define como cariocas: nossa alegria\, descontração e nosso afeto”\, afirma Matilde Marie Pereira\, curadora da galeria. \nA Galeria de Arte Solar é a primeira e única galeria estruturada com curadoria e calendário de mostras anual\, situada em uma comunidade no Rio de Janeiro. A sala\, inaugurada em 2007 já realizou mais de 40 exposições. Só nos dois últimos anos\, recebeu mais de nove mil visitantes. As mostras duram dois meses em média e são intercaladas entre as dos artistas convidados pelo curador e as dos alunos do Solar Meninos de Luz. Todo artista que expõe na galeria é convidado a ministrar uma oficina aos alunos\, com o mesmo tema e técnica da sua própria mostra.
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LOCATION:Galeria de Arte Solar\, Rua Saint Roman\, 149 – Pavão Pavãozinho – Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Cinelocus" de José Damasceno no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:José Damasceno\, obra da séria Solve\, 2025 – Divulgação\n\n\n\n\nO Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) recebe no próximo dia 22 de março\, às 15 horas\, no 1º andar\, a exposição Cinelocus\, de José Damasceno\, artista visual que expõe regularmente no Brasil e no exterior. Com desenhos\, esculturas\, gravuras\, vídeo\, instalações e intervenções\, Damasceno propõe uma experiência cinemática imaginária\, tendo como ponto de partida o meio mágico do cinema\, inspirado\, principalmente\, no Cinematógrafo — aparelho que grava e projeta imagens em movimento\, criado pelos irmãos Lumiére no século XIX. A abertura\, que terá performance do escritor e compositor Fausto Fawcett\, às 18h\, foi marcada coincidentemente para o mesmo dia\, 22 de março\, data da 1ª exibição pública de cinema dos irmãos Lumière\, há 130 anos\, no Grand Café de Paris. \nO artista explica que a ideia da exposição é explorar espaços com uma arte a um só tempo — imaginativa e tangível\, que lança mão de sinais\, cores\, objetos e arquitetura. “Na relação essencial entre a realidade e o imaginário reside a proposta de Cinelolcus\, através da comunicação\, permutação\, transformação desses fatores. Me acompanha desde sempre a questão relacional entre objeto e ideia\, que se confundem e se nutrem mutuamente”\, pontua Damasceno.  \nSobre a exposição\, Evandro Salles\, curador da mostra\, aponta a relação do lugar que desencadeou o processo de construção deste trabalho pelo artista — a Cinelândia\, espaço central e tradicional da cidade que hoje não mantém a representatividade do Cinema como antes\, mas continua sendo um importante pólo cultural — e suas elaborações imagéticas. “Damasceno pega essa cicatriz da cidade para trabalhar a questão da imagem\, da memória do Rio e do Cinema. Faz uma viagem filosófica\, renovada do ser através do tempo e do espaço\, com a percepção das presenças invisíveis que constroem a história das coisas e dos lugares. Na Cinelândia carioca\, pensou o Cinematographo\, Kino. É o Cinema como uma chave poética para metaforizar o olhar humano sobre o mundo e sobre si mesmo”\, ressalta Salles. \nCinelocus\, que fica no CCJF até dia 8 de junho\, é a primeira exposição realizada por Damasceno em um espaço institucional no Rio de Janeiro desde final de 2014\, quando o artista expôs seu trabalho na Casa França-Brasil. Locus\, que compõe metade do nome que descreve a exposição\, é um lugar geométrico que consiste no conjunto de pontos do espaço que gozam de uma determinada propriedade. Aos visitantes\, a mostra pretende enriquecer o debate através da variedade de perspectivas. “Procuramos\, sobretudo\, iluminar a natureza do espaço\, suas qualidades\, propriedades e mistérios\, além de estimular a ideia de espaço de elaboração e substrato imaginativo e promover um olhar crítico\, sempre que possível aliado a uma curiosidade ilimitada”\, explica o artista. Para ele\, a nova exposição é uma importante realização na carreira. “Significa uma série de questões que me acompanham\, me interessam e me intrigam\, que se apresentam e se relacionam. Elas acontecem em Cinelocus de uma forma surpreendente”\, conta. \nMais sobre a performance Cine Funk Locus 50 graus\, de Fausto Fawcett (vocal e textos) e João de Bessayc (batidas e programações): na abertura da exposição\, o músico e escritor Fausto Fawcett fará uma performance músico-poética interagindo com algumas obras do artista. Tendo como cenário a antiga sala de julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF)\, um dos espaços mais emblemáticos do Centro Cultural\, onde hoje ocorrem concertos e palestras e local em que Damasceno instalou algumas obras\, Fawcett performará\, segundo ele\, “cinco funks rap-sodias” sobre a atualidade incendiária do mundo contemporâneo. O início da performance está marcado para às 18h e deve ter duração de 20 minutos. \nSobre o artista: José Damasceno utiliza grande variedade de materiais\, técnicas e meios para investigar os limites da escultura. A poética de Damasceno parte do deslocamento e do estranhamento para conceber perspectivas fluidas e móveis da representação dos espaços. Expõe regularmente no Brasil desde 1993 e\, no exterior\, a partir de 1995. Representou o Brasil nas 51ª e 52ª edições da Bienal de Veneza\, na 25ª Bienal de São Paulo\, na 15ª Bienal de Sydney e na 1ª e 4ª Bienal do Mercosul e Pinacoteca do Estado de São Paulo.
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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Os Avessos do Avesso da Liberdade" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Obra de Leonardo Lobão – Divulgação\n\n\n\n\n“Os Avessos do Avesso da Liberdade” apresenta uma reflexão profunda sobre a liberdade e os seus avessos\, abordando os contextos de encarceramento penal e manicomial. Com curadoria de Bernardo Mosqueira\, Matheus Morani e Izabela Pucu a exposição é uma das primeiras grandes mostras no Brasil sobre o tema e traz trabalhos de 17 artistas\, terapeutas\, curadores e educadores\, que investigam como as leis\, diagnósticos e políticas públicas reforçam desigualdades e moldam o destino de pessoas encarceradas\, destacando a luta por liberdade e humanidade no cenário atual. \nSegundo Mosqueira\, diretor artístico do Solar dos Abacaxis\, a mostra materializa um desejo antigo da instituição. \n“Essa é uma exposição que queríamos fazer há muitos anos\, pois trata de um tema crucial no Brasil\, que é tão urgente quanto silenciado”\, explica. “Vivemos em um país onde a noção de direitos humanos tem sido brutalmente questionada. Essa mostra convida o público a participar e se aprofundar numa conversa difícil e urgente sobre o encarceramento e suas consequências sociais no nosso contexto de desigualdade\, injustiça e insegurança.” \nA exposição não se limita a denunciar a violência da opressão\, mas sobretudo sessalta as inúmeras formas de resistência e expressão de liberdade presentes nos sistemas de prisão e manicômios. “Os Avessos do Avesso da Liberdade” inclui um significativo número de obras inéditas\, contando com obras de jovens artistas brasileiros de diversas regiões e também com trabalhos de grandes nomes como Heitor dos Prazeres e Rosângela Rennó. A exposição apresenta um vasto material de acervos de instituições\, como o Museu Penitenciario do Estado do Rio de Janeiro\, e de coletivos\, como Mulheres Possíveis\, que colabora com mulheres em situação de cárcere. \nPor meio de uma combinação de obras e arquivos\, a mostra explora como a liberdade é sempre negociada e vivida nas brechas do desejo e do poder\, revelando as profundas disparidades sociais de gênero\, raça e classe no Brasil\, um dos países com maior índice de encarceramento no mundo. A exposição não trata apenas do cárcere\, mas da luta contínua pela liberdade dentro e fora dele. \n“A exposição se estrutura a partir do entrelaçamento de dois eixos discursivos complementares: por um lado\, buscamos revelar a seletividade e o racismo dos processos de criminalização e diagnóstico\, sua relação com questões políticas e sociais mais amplas\, que\, no Brasil\, têm origem no pós abolição. Por outro\, buscamos dar a ver a liberdade enquanto pulsão de vida\, como força que irrompe nas brechas dos sistemas de opressão”\, resume Izabela Pucu. “A mostra aborda assuntos absolutamente factíveis – como o direito à defesa\, o encarceramento indevido\, a função do policiamento\, a promulgação de leis no código penal e o funcionamento jurídico do estado de exceção – a fim de levantar discussões mais especulativas\, como os aspectos relacionais entre justiça e liberdade\, sob a ótica da democracia eurocêntrica em que vivemos. Neste sentido\, a mostra aproxima o público de um posicionamento crítico frente às estruturas que aparecem como dadas\, trazendo muitas relações diretas entre a notícia que se vê nos jornais e aspectos de uma reflexão mais ampla sobre o que é a liberdade”\, reflete Matheus Morani. \n“A exposição destaca as diversas investidas dos corpos e das subjetividades em situação de encarceramento para se expressarem\, manifestarem como humanos. Ao trazer esses gestos de humanidade e autoexpressão para o espaço expositivo\, buscamos aproximar o público dessas realidades\, promovendo um entendimento mais empático e complexo dessa questão”\, completa Bernardo Mosqueira. \nO diretor artístico também destaca a necessidade de aprofundar o debate sobre os impactos do encarceramento em massa no Brasil: “Precisamos ampliar essa discussão para além dos muros das prisões e manicômios. O sistema penal e psiquiátrico historicamente criminaliza e silencia corpos dissidentes\, e esta exposição quer criar um espaço para escutar e aprender com essas vozes.” \nO evento marca o início de uma programação robusta que seguirá durante todo o ano de 2025\, com debates\, oficinas\, seminários e outras exposições que continuarão a investigar as questões relacionadas à liberdade. \n“Com esta abertura a gente inicia a temporada de 2025 e celebra também um ano de abertura contínua na Rua do Senado\, com mais de 100 atividades públicas e educativas e um público de 5 mil visitantes por mês. Ao longo do ano teremos ainda mais duas grandes exposições\, incluindo uma individual comissionada de Castiel Vitorino Brasileiro\, além de um programa público ainda mais vasto e robusto\, ampliando ainda mais nosso alcance. É ano em que refletimos sobre tudo que já fizemos\, sobre quem somos e onde queremos estar daqui a dez anos\, sempre mantendo os artistas e seus sonhos no centro de todas as iniciativas”\, celebra Adriano Carneiro de Mendonça\, diretor executivo do Solar dos Abacaxis. \nCom uma trajetória que reúne experiências como coordenadora de educação no Museu de Arte do Rio\, coordenadora de projetos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, diretora e curadora na Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, e até mesmo um Prêmio Jabuti\, a curadora Izabela Pucu ingressou recentemente no time curatorial do Solar e destaca os desafios e as novas iniciativas que estão sendo implementadas na instituição. \n“Em minha chegada no Solar encontrei uma instituição realmente comprometida com o fortalecimento do cenário cultural da cidade e com a sua própria reinvenção\, diante das possibilidades e dos desafios de ocupação de sua nova sede. No que se refere à curadoria\, acredito que o meu trabalho vem se somar ao dos demais curadores no sentido de aprofundar os processos de pesquisa\, a relação com outros acervos\, artistas e movimentos que não estão\, necessariamente\, dentro do campo mais institucionalizado da arte”\, explica Izabela Pucu. “Um dos projetos mais estimulantes nesse sentido é a ampliação do programa educativo do Solar\, almejando atividades regulares de formação\, aulas\, cursos\, e seminários\, fazendo do Solar\, cada vez mais\, um espaço de encontro e reflexão\, um lugar de comunidade e crescimento coletivo”\, conclui.
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SUMMARY:"Atlas Memória" de José Bechara na MMM Galeria
DESCRIPTION:José Bechara\, Se título\, 2025. Créditos: Mario Grisolli \nCelebrando a nova parceria com José Bechara\, que passa a ser representado pela galeria\, a Maneco Müller : Multiplo abre a exposição “Atlas Memória”. Na individual\, o artista conhecido por suas pinturas sobre lonas de caminhão trabalhadas com emulsões de cobre e ferro apresenta sua produção mais recente. As obras\, a maioria inéditas\, incorporam cores mais altas e intensas\, e distinguem-se por formatos menores. Acostumado a escalas monumentais\, onde atua também por meio de esculturas e instalações\, o interesse do artista na parceria com a Maneco Müller : Multiplo parte justamente do desejo de se desafiar em uma escala mais intimista e menos usual para ele. A mostra abre no dia 10 de abril\, das 18h às 21h\, e vai até 6 de junho\, com entrada franca. O texto crítico é de Bianca Dias. \nO título da mostra vem da obra de mesmo nome\, “Atlas Memória”\, trabalho que\, segundo Bechara\, reúne características de diferentes momentos de sua produção\, iniciada no final da década de 80. A individual na Maneco Müller : Multiplo traz dez pinturas que vão de 0\,60 X 0\,50 m a 2\,20 X 2\,20 m. As telas carregam os atributos que identificam o trabalho marcante do artista. Um deles é a opção pela lona de caminhão como suporte\, onde as marcas de uso\, os remendos\, as manchas remetem poeticamente a uma forma de congelamento do tempo. Outra é a instabilidade do jogo entre o rigor formal geométrico e as ocorrências imprevisíveis surgidas das reações químicas da oxidação de ferro e cobre sobre a lona. A novidade fica por conta das cores altas\, sólidas\, como vermelho\, verde\, amarelo\, incorporadas recentemente em sua paleta. “Ao expor seu atlas o artista se expõe\, se coloca em crise\, acolhe o desvio\, o acidente\, danifica a ordem\, criando uma geometria hesitante onde as linhas surgem\, desaparecem e ressurgem condenando certezas”\, afirma Bianca Dias. \n“Essa exposição é muito importante para mim porque inaugura uma nova fase de uma relação com dois galeristas pelos quais eu tenho muita admiração”\, afirma Bechara. Depois de individuais em espaços muito grandes\, como o salão monumental do MAM no Rio; o Ludwig Museum\, em Koblenz\, na Alemanha; ou os jardins da Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; ele revela um novo interesse: “A galeria me apresenta um desafio de caráter espacial\, o que me instiga muito. A grande escala é onde me sinto mais confortável de trabalhar e o espaço deles é intimista\, o que para mim é muito provocativo. Estou muito feliz com esse desafio”\, diz Bechara. \nSócios da galeria\, Maneco Müller e Stella Ramos acompanham a trajetória do artista carioca desde o início\, num relacionamento de longa data. “Vimos de perto a incorporação das lonas e depois das emulsões de ferro e cobre em seu trabalho. Bechara é um artista devotado à experimentação\, que encontra resultados extraordinários a partir de uma atividade obstinada em seu ateliê\, de segunda a segunda”\, diz Stella. “Vivemos num mundo em que a velocidade nos empurra para a superfície das coisas\, para o olhar apressado\, para o consumo ligeiro. Bechara ao contrário\, nos convida a um tempo de arte; que é o tempo da imersão e da transformação”\, complementa Maneco Müller.
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SUMMARY:"Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel" na FGV Arte
DESCRIPTION:Francisca Manoela Valadão\, “Cena de Mercado”\, 1860. Acervo do Museu de Arte do Estado de São Paulo\n\n\n\n\nA FGV Arte inaugura\, no dia 10 de abril\, a exposição “Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel”\, uma celebração da arte afro-brasileira e de sua diversidade cultural. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães\, a mostra apresenta mais de 300 obras\, incluindo pinturas\, esculturas\, gravuras\, fotografias e documentos históricos.  \nO evento de abertura ocorre na Praia de Botafogo\, 190\, a partir das 19h\, e contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do setor. A visitação é gratuita.  \nA exposição evidencia a pluralidade da produção artística afrodescendente\, destacando tanto nomes clássicos\, como Aleijadinho\, Mestre Valentim e Mestre Athaíde\, quanto artistas contemporâneos como Rosana Paulino\, Felippe Sabino e Lucia Laguna.  \nSegundo Herkenhoff\, a curadoria buscou justapor diferentes perspectivas\, trazendo um olhar histórico e crítico sobre a arte afro-brasileira:  \n“A exposição foi concebida como um tecido que se expande e se entrelaça\, conectando diferentes tempos\, territórios e perspectivas. A mostra transita desde o pano da costa\, elemento presente nos rituais da vida africana\, até esculturas históricas que dialogam com a ancestralidade”\, explica o curador.  \nA literatura brasileira também tem destaque na mostra. Além de uma dupla de obras dedicadas a Machado de Assis\, composta por um retrato e um manuscrito\, a escritora Carolina Maria de Jesus tem seu conhecido diálogo com Clarice Lispector\, retratado por Paulo Mendes Campos\, reproduzido em uma parede inteira.  \nA abordagem curatorial considera a diversidade das culturas afro-brasileiras e suas diferenças regionais. A coletiva reúne artistas e pensadores que fundamentam o conceito de afro-brasilidade em nível nacional. O curador adjunto\, João Victor Guimarães\, destaca a importância de valorizar artistas fora do eixo sudestino\, como os baianos e nordestinos:  \n“Temos obras de artistas de diversos estados do Brasil. As identidades afro-brasileiras se manifestam de maneiras distintas em cada região. Atendendo a essa diversidade\, buscamos uma ampliação geográfica para a exposição\, além de priorizar a excelência técnica\, a coerência da produção e a relevância de cada artista\, pois entendemos que são esses trabalhos que compõem a essência da mostra”\, ressalta Guimarães.  \nA exposição também resgata artistas historicamente marginalizados no circuito artístico. Um dos destaques é a tela inédita da artista gaúcha Maria Lídia Magliani\, My baby just cares for you\, nunca antes exposta ao público. 
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SUMMARY:"Desvairadas e outros cultivos" de Natali Tubenchlak na Abapirá
DESCRIPTION:Obra de Natali Tubenchlak – Divulgação \nA Abapirá\, espaço independente de arte\, localizado num casarão tombado no Centro Histórico do Rio de Janeiro\, abre a exposição “Desvairadas e outros cultivos”\, de Natali Tubenchlak. Com curadoria de Ana Carla Soler\, a mostra propõe uma visita a mais de 25 anos de produção da gravurista niteroiense\, cuja poética transcende a reflexão sobre a construção do feminino e seus desdobramentos cotidianos. Como destaque da exposição\, três obras de grande formato criadas especialmente para o Projeto Janelas da Abapirá\, com apoio do Reviver Centro\, promovido pela prefeitura da cidade. A mostra “Desvairadas e outros cultivos” abre no dia 12 de abril\, às 14h\, e vai até 5 de junho\, com entrada franca. \nNessa exposição na Abapirá\, acompanhamos o desenvolvimento da pesquisa de Natali Tubenchlak em torno de sua relação com as plantas\, ao longo da vida. A mostra reúne três séries de trabalhos recentes e inéditos: Mata Atlântica Dramática\, Viveiros e Desvairadas. Estão lá também algumas obras mais antigas\, que se relacionam com a temática. “É frequente\, nas obras de Natali\, surgirem personagens híbridos\, meio humanos meio vegetais\, figuras cujas cabeças se transformam em brotações. Também é comum que a artista se aproprie de contornos de corpos retirados de seus contextos originais e que perdem as referências de qual narrativa pertencem”\, explica a curadora. Em Desvairadas\, a série mais recente\, Natali se apropria de poses e posturas de luta livre\, e\, nesses contornos\, constrói corpos utilizando folhas e fragmentos vegetais\, evocando a fúria e a graça de entidades femininas em diálogo direto com a natureza. \nCom mais de duas décadas de produção\, Natali Tubenchlak começou sua carreira artística na pintura\, passando para outros meios\, como a gravura\, onde desenvolve um trabalho de excelência técnica. É uma das principais artistas em produção hoje no ateliê de gravura do Museu do Ingá\, um dos mais importantes do país. O Projeto Janelas da Abapirá é uma iniciativa expositiva que promove um diálogo com a Rua do Mercado\, conectando arte e público de forma acessível. O projeto transforma as janelas do casarão Abapirá e seu espaço expositivo em uma vitrine artística\, trazendo exposições individuais e coletivas\, performances e intervenções. O objetivo é provocar reflexões e sensibilizar o público sobre temas diversos\, sempre com a curadoria de artistas e pensadoras\, tornando a arte uma experiência integrada ao cotidiano e ao ambiente urbano. O Projeto Janelas da Abapirá atualmente tem apoio do Reviver Centro\, fomento da Prefeitura do Rio de Janeiro.
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SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
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SUMMARY:"Natureza Fantástica" de Patrícia Fairon no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Patrícia Fairon\, “Un día estuve Allí III”\, 2024 \nA artista plástica Patrícia Fairon apresenta a exposição “Natureza Fantástica”\, no Centro Cultural Correios RJ\, com curadoria de Marco Cavalcanti\, explorando um universo onde a natureza se revela em toda a sua complexidade e beleza\, através do seu olhar\, que  captura a essência de paisagens em formatos variados\, criando uma experiência visual que transcende ao olhar comum\, apresentando paisagens naturais em uma profusão de cores e formas de um universo pictórico singular. \nSão pinturas a óleo e acrílica sobre tela e papel\, e lembram que embora as formas da natureza possam parecer estáticas\, elas estão imersas em um movimento constante\, refletindo a eterna dança da vida. Cada pincelada revela a emoção que a natureza provoca\, desde a serenidade das paisagens tranquilas até a intensidade dos momentos de fúria. \nSeja na terra\, no mar ou nos céus\, a mostra nos leva a contemplar as dualidades da natureza: sua calma e tempestade\, sua beleza e brutalidade. Uma fonte inesgotável de inspiração\, a natureza impulsiona a artista a explorar formas\, cores e abstrações\, que contam histórias\, falam de emoções e sentimentos\, apesar de uma aparente e pretensa desordem fantástica que revela em ultima instância a ordem primordial do universo. \nUma vez em Buenos Aires\, Patricia Fairon frequentou a Escola Prilidiano Pueyrredón e os estúdios Guillermo Roux\, Gabriela Aberastury e Anna Rank. Embora comente que esses workshops lhe deram técnicas e ideias pelas quais ela é muito grata\, seu trabalho difere claramente do de seus mentores.\nNascida em Santa Cruz do Sul\, R.S.\, BRASIL. Atualmente mora no Rio de Janeiro e Buenos Aires A artista realizou diversas exposições individuais e coletivas no Brasil e na Argentina.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Entre olhares - Encontros com a Coleção Roberto Marinho" na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Iberê Camargo\, Sem título\, 1975. Coleção Casa Roberto Marinho | Instituto Casa Roberto Marinho © Iberê Camargo – Fundação Iberê\n\nLá pelos anos 80\, quando comecei a estudar arte\, eu descobri trabalhos que me emocionavam muito. Cada descoberta era como um êxtase\, e matéria a ser absorvida\, vivida\, por vezes copiada descaradamente. A liberdade da inocência. \nPouco a pouco fui descobrindo meu caminho com informações e influências do que andava acontecendo pelo mundo nos anos 70 e 80\, mas também sempre bebendo nas fontes do passado\, do Brasil e do mundo\, conversando com os mortos. Cada trabalho que arrebata é um desafio: você olha\, pensa\, tenta repetir a seu modo\, vai explorando. Uma conversa que não podia ser apenas celebratória\, precisava ser próxima\, íntima\, irreverente.Inicialmente\, meu trabalho era abstrato gestual. Certo dia\, eu tive um interesse em desenhar uma estátua que estava emprestada na minha casa. Era uma réplica da escultura maneirista O rapto da Sabina\, de Giambologna. Meio sem me dar conta\, a princípio\, comecei ali as séries das Sabinas e do Laocoonte; essas séries falam de um modo de ensinar arte que passava pela cópia de pinturas e de esculturas clássicas para aprender repetindo o passado.Eu entrava na série de artistas estudantes pela porta de entrada da academia\, mas abstraindo\, trazendo o maneirismo para o meu interesse no gesto\, no corpo\, na percepção do espaço. A arte se comunica em sua infinita série\, o objeto pré-histórico ainda fala com a escultura moderna e contemporânea. Meu trabalho trava um diálogo com a história da arte\, e fala disso.Esse meu diálogo com a Coleção Roberto Marinho começa com Iberê Camargo e Jorginho Guinle. Roberto Marinho formou sua coleção com seu olhar\, e também acompanhando artistas amigos em visitas e aquisições.Eu comecei a colecionar trocando trabalhos com colegas e amigos. Havia um exercício de parceria e admiração\, e a vontade de ter trabalhos perto de mim. Alguns dos meus amigos já se foram\, mas guardo sua presença em suas obras. Colecionar é um prazer imenso\, os bons trabalhos vão ganhando mais e mais significados com o tempo.Colecionar é também conversar\, colocar obras lado a lado. Em 2021 participei de um projeto na Casa Roberto Marinho chamado A Escolha do Artista com curadoria de Lauro Cavalcanti. Eu escolhi na coleção um grupo de Ripas de Ione Saldanha. Esse diálogo deu origem a uma exposição muito particular\, quando fiz uma montagem livre das Ripas e\, na época\, um novo caminho se abriu no meu trabalho. Apesar da distância histórica das obras\, o olhar contemporâneo atualiza a leitura e mantém as obras vivas.Esse diálogo de obras por ocasião da exposição “A inconstância da forma”\, na Casa Roberto Marinho\, é uma viagem às origens dos meus interesses na arte\, às imagens que me formaram\, às ideias e/ou formas que roubei\, às epifanias\, descobertas que vivenciei vendo obras de diversos tempos. Neste momento de rever minha trajetória\, convido o público a partilhar minha visão pessoal num enlace entre obras que me falam ao coração. Uma instalação que não pretende ser didática\, mas sim um mergulho com muito amor e liberdade e\, espero\, instigante.Elizabeth Jobim
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SUMMARY:"A inconstância da forma" de Elizabeth Jobim na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Elizabeth Jobim\, Sem título\, 2005. Coleção Adriana Calcanhotto – Divulgação Casa Roberto Marinho\n\nO título instigante sublinha a capacidade que sua produção possui de manter em movimento uma linguagem pessoal cuja estabilidade consiste em acolher e retransformar tendências aparentemente antagônicas da arte contemporânea.Ao optar por uma organização que não privilegia a ordem cronológica o curador Paulo Venancio instiga o visitante a perceber as afinidades\, tensões e contrastes nos diversos momentos do percurso da artista. Os desenhos\, pinturas\, objetos e ocupações espaciais compartilham\, além de suas belezas intrínsecas\, a liberdade de criar e nos surpreender. Do gesto e das representações da pedra\, um dos mais básicos elementos recorrentes na poética de Beth Jobim\, emergem amplos horizontes.É estreita a relação da artista com a coleção Roberto Marinho: um belo volume seu na fachada valoriza a arquitetura da Reserva Técnica\, assim como em 2021 fez uma cuidadosa curadoria das ripas de Ione Saldanha conferindo-lhes individualidade onde antes apreciava-se sobretudo o conjunto.Agora\, a artista recorre não só a obras de nosso acervo\, como também a outras de sua propriedade\, para traçar uma biografia visual e afetiva que abarca trajetória\, influências e interlocuções com seus pares geracionais. Sua casa\, aquela da arte\, é a nossa Casa e assim por diante…Lauro CavalcantiDiretor-ExecutivoCasa Roberto Marinho
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SUMMARY:"A fotografia espanhola nos tempos da Movida" no Instituto Cervantes
DESCRIPTION:César Lucas\, Paco España ante el espejo\, 1977. Imagem: Divulgação \n“A fotografia espanhola nos tempos da Movida”\, exposição que será inaugurada no dia 29 de abril\, no Instituto Cervantes do Rio de Janeiro\, em Botafogo\, faz um pequeno recorte do movimento contracultural que surgiu em Madri\, na Espanha\, nos anos 1970. Entre os registros destacados pelo curador Pablo Sycet estão: Pedro Almodóvar posando no estúdio do fotógrafo Paco Navarro para uma matéria promocional do filme “Mulheres à beira de um ataque de nervos” (1988); a pintora  surrealista Maruja Mallo\, egressa do exílio\, retratada por Jaime Gorospe; Andy Warhol\, clicado por Antonio Zafra em janeiro de 1983\, quando expôs na Galería Fernando Vijande; Javier Porto\, famoso por cobrir a noite madrilenha nos anos 80\, pela foto de Pedro Almodóvar & McNamara feita na sala Rock-Ola de Madri\, onde grupos musicais de vanguarda se apresentavam em concerto. \nMesmo sendo uma exposição sobre a fotografia gerada pela disruptiva Movida Madrilenha e\, portanto\, centrada em seus protagonistas (tanto de um lado da câmera quanto do outro)\, “A fotografia espanhola nos tempos da Movida” tem como proposta ir além e reunir a obra de outros fotógrafos madrilenhos que coexistiram na mesma época com esse fenômeno social e artístico\, mas que não tiveram conexão com ele por razões geracionais ou simplesmente de enfoque e temáticas. Assim\, não apenas se enriquece a visão de conjunto daqueles anos\, mas também se estabelece um diálogo entre os que viveram de perto a noite madrilena e seus desafios\, convertendo-a em matéria-prima de seu trabalho\, e aqueles que deram as costas a esse movimento urbano para se concentrar em outros temas. \n“De fato\, embora a existência da Movida possa ser discutida até à exaustão\, embora possa ser negada de um extremo ou de outro\, é perfeitamente verificável que naqueles anos houve uma mudança muito importante – radical\, poderíamos dizer – no tecido social e cultural de Madri\, e de algumas outras das nossas cidades\, e que sem dúvida esse entusiasmo e os traços de uma nova cultura urbana vieram das suas mãos\, com a fotografia como uma disciplina então emergente mas predestinada a ocupar um lugar de destaque\, não só pela consolidação que a sua entrada massiva representou nas galerias e nos museus\, mas também porque se encarregou de documentar todas as mudanças que ocorriam porque era\, de todas as disciplinas artísticas\, a que estava mais sintonizada com o pulsar das ruas”\, avalia Pablo Sycet. \nAlém disso\, uma vez que a proliferação de uma nova imprensa\, alternativa e muito vinculada aos interesses da Movida\, mudou totalmente a correlação de forças entre os meios\, e essas novas publicações alternativas se voltaram para opções mais visuais\, com muita presença de imagens captadas por esses fotógrafos que atuavam como cronistas da Movida\, a exposição é complementada com uma ampla seleção dessas publicações para explicitar o papel do papel – e do trabalho analógico\, por sua vez – e poder mostrar os pequenos tesouros sem os quais não teria sido possível o mundo hoje conhecido: Terry\, Hélice\, Madriz\, Kaka de Luxe\, La Luna de Madrid\, Rockocó\, Estricnina\, Man\, Total\, Nigth\, Dezine\, Sur Exprés\, que tiveram uma vida mais efêmera e que\, justamente por essa circunstância\, acabam por se unir no tempo com o imediato lambe-lambe de cartazes de rua da época\, também representado nesta mostra pela notável presença fotográfica nesses cartazes que agora retornam para encontrar seu lugar em nossa memória e diante de nossos olhos. \nÉ\, portanto\, um caleidoscópio de imagens raras que suspenderam no tempo uma época fascinante. \nParticipam da mostra os fotógrafos Colita\, Marisa González\, Mariví Ibarrola\, Ouka Lele\, Teresa Nieto\, Alberto García Alix\, Alberto Sánchez Laveria\, Alejandro Cabrera\, Antonio Zafra\, Cesar Lucas\, Ciuco Gutiérrez\, Domingo J. Casas\, Eduardo Momeñe\, Gorka de Duo\, Jaime Gorospe\, Jaime Travezan\, Javier Campano\, Javier Porto\, Javier Vallhonrat\, Jesús Ugalde\, Martin Sampedro\, Miguel Oriola\, Miguel Trillo\, Nine Mínguez\, Pablo Juliá\, Paco Navarro\, Paco Rubio\, Pedro Guerrero\, Ramón Gato. \nPaco España\, famoso transportista padre de familia
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LOCATION:Instituto Cervantes do Rio de Janeiro\, Rua Visconde de Ouro Preto\, 62 – Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Logo as sombras desaparecem" de Philippe Decrauzat na Nara Roesler
DESCRIPTION:Philippe Decrauzat\, “Screen (flash-back)”\, 2024 © Rebecca Fanuele \nNara Roesler Rio de Janeiro apresenta\, no dia 29 de abril  de 2025\, às 18h\, para a abertura da exposição “Logo as sombras desaparecem”\, com obras recentes e inéditas do artista suíço Philippe Decrauzat\, nascido em 1974 em Lausanne\, um dos principais nomes da nova geração da arte óptica e cinética. Vivendo entre sua cidade natal e Paris\, seu trabalho integra numerosas coleções institucionais na Suíça e na França\, além de estar no MoMA de Nova York e no MACBA\, em Buenos Aires. Às 19h\, haverá uma visita guiada com o artista. \nNo dia 30 de abril\, às 18h30\, será exibido na Cinemateca do MAM o filme “Gradient” (2021)\, em que Decrauzat aborda as propriedades da luz no cinema a partir de um filme canônico: “Aurora” (1927)\, do cineasta alemão Friedrich Wilhelm Murnau. Nesta apresentação única na Cinemateca do MAM\, Philippe Decrauzat conversará  com Jonathan Pouthier\, responsável pela coleção e programação de filmes do Centre Pompidou\, em Paris. \nNa Nara Roesler Rio de Janeiro\, estarão 18 pinturas em acrílica sobre tela\, das quais treze criadas por Decrauzat especialmente para a exposição. Cinco obras – também nunca vistas no Brasil – foram mostradas em individuais do artista em Genebra\, Madri e Salzburg\, em 2024. Os trabalhos pertencem a duas séries – “Screen” e “Gradient”\, desdobramentos de sua pesquisa sobre percepção visual. \nO título da exposição tem origem nos estudos realizados pelo médico e cientista tcheco Jan Purkyne (1787-1869) na década de 1820 sobre a anatomia e a fisiologia do olho humano.  Decrauzat se interessa particularmente pelas descobertas de Purkyne sobre o fosfenos\, fenômeno visual caracterizado pela percepção de flashes ou manchas de luz gerados por estímulos internos\, como pressionar as pálpebras fechadas. \nNa série “Screen”\, Philippe Decrauzat faz alusão tanto à tela digital e às imagens virtuais presentes em nosso cotidiano\, como aos fosfenos. A ideia é tratar a tela como uma superfície que produz brilho\, seja ela um monitor\, seja um olho. Seus trabalhos discutem a cultura visual contemporânea\, o mundo pop\, o cinema\, a tecnologia e a ciência. \nPhilippe Decrauzat afirma: “O observador está sempre no centro de meus dispositivos”.
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SUMMARY:"Indomináveis Presenças" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Edgar Azevedo\, Sem título\, da série Abluir – Corpos Pretos\, Águas Sagradas\, 2024 \nO Ministério da Cultura e o Banco do Brasil apresentam a exposição Indomináveis Presenças\, uma imersão em narrativas visuais contra-coloniais que acontece de 30 de abril a 30 de junho de 2025\, no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. Com curadoria de Luana Kayodè e Cíntia Guedes e idealização da AfrontArt – Quilombo Digital de Artes\, a exposição apresenta um conjunto de 114 obras de 16 artistas que transitam por suportes como gravura\, fotografia\, pintura\, foto-performance\, escultura e inteligência artificial. A entrada é gratuita\, mediante retirada de ingressos no site (acesse aqui) e na bilheteria física do CCBB RJ. \nCom passagens marcantes por Brasília e São Paulo\, Indomináveis Presenças desembarca na capital carioca ampliando sua dimensão simbólica ao ocupar um dos espaços culturais mais relevantes do país. “Chegar ao Rio de Janeiro carrega um significado especial. A cidade\, tão emblemática na construção das imagens de brasilidade\, também é um território marcado por uma forte presença negra e periférica. Nossa expectativa é que Indomináveis Presenças dialogue com essa história e com esse público\, compondo novas imagens que afirmem nossas comunidades\, nossos territórios identitários e nossos futuros possíveis”\, refletem as curadoras. \nA exposição se estrutura em três eixos curatoriais que atravessam temporalidades\, corpos e territórios: “Ancestralidade e Espiritualidade”\, “Corporalidade e Dissidências” e “Territorialidade e Futuro”. Entre as obras de destaque\, estão Oyá – Imagens de Revolta (2023)\, de Rafa Bqueer\, uma série que ressignifica a potência simbólica do orixá Oyá; as investigações visuais sobre gênero e identidade de Mayara Ferrão (série Verdade Tropical\, 2022)\, uma das artistas apontadas como destaque da arte contemporânea em 2025; e as composições fotográficas de Gê Viana (série Sapatona\, 2024)\, que exploram memórias afro-indígenas através de técnicas de apropriação e colagem. \nOs artistas presentes na mostra vêm de diferentes territórios do Brasil\, compondo um mosaico de vozes e olhares singulares. Entre eles\, também estão Adu Santos (SP)\, que investiga ausências e presenças na museologia brasileira; Bernardo Conceição (BA)\, que cria novas formas de percepção através da arte multidisciplinar; Bixa Tropical (BA)\, celebrando o tropicalismo e a liberdade corporal; Cosmos Benedito (MS)\, que aborda ancestralidade indígena em diálogos transdisciplinares; Edgar Azevedo (BA)\, retratando a complexidade da experiência humana; Panamby (SP/MA)\, que transita entre rituais e visagens em suas criações; e Emerson Rocha (SP)\, retratando a homoafetividade periférica e o corpo negro. \nA lista é completada também por Helen Salomão (BA)\, unindo corpo\, identidade e ancestralidade em sua arte; Juh Almeida (BA)\, explorando afrovisualidades por meio da fotografia e do cinema; Lucas Cordeiro (BA)\, que investiga espiritualidade e memória ancestral em suas esculturas; Rafaela Kennedy (AM)\, reescrevendo histórias apagadas pela colonização; Rainha F (RJ)\, explorando simbologias matrimoniais e mecanismos de sobrevivência; e Uyra Sodoma (PA)\, conhecida como “Árvore que Anda”\, que explora relações entre floresta e cidade em suas performances. \n“A exposição é fruto de um processo curatorial compartilhado\, o que permitiu uma construção orgânica do acervo\, com diálogo constante entre nós e os artistas”\, afirmam Kayodè e Guedes\, que completam: “Indomináveis Presenças também se firma como um marco de resistência e reparação\, ocupando um espaço de relevância histórica e simbólica. E a ocupação de espaços como estes representa um passo fundamental na afirmação de narrativas historicamente apagadas. Nossa proposta é reflorestar o imaginário coletivo”. \nO projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura e Banco do Brasil\, por meio da Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
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SUMMARY:"Panta Rei sobre a Estrata" de Sophia Loeb na Carpintaria
DESCRIPTION:Sophia Loeb\, “O véu sobre a terra se reveste de fogo”\, 2025 – Cortesia Fortes D’Aloia & Gabriel\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Panta Rei sobre a Estrata\, primeira exposição individual de Sophia Loeb no Brasil\, com abertura no dia 5 de junho\, na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne um conjunto de novas pinturas que exploram camadas e estratos matéricos em transformação.  \nNascida no Brasil e radicada em Londres\, Sophia Loeb cria pinturas que evocam ampliações de processos biológicos imperceptíveis\, ou traduções de erupções cósmicas  estabelecendo uma ponte entre ambientes siderais e microscópicos. Tons vibrantes e contrastes marcados revelam a importância das reverberações sensoriais em sua obra\, atraindo o espectador para um campo visual tátil e magmático. \nO processo da artista é dinâmico e imersivo: as telas são giradas\, inclinadas e trabalhadas a partir de múltiplos ângulos\, enquanto os materiais — pigmentos líquidos\, em pó e bastões a óleo — são sobrepostos\, raspados e retrabalhados em constante diálogo com a superfície. Guiada pela própria matéria\, cada cor é aplicada com gestos que denotam o interesse da artista pelo envolvimento corporal. Essa consciência tem origem em seu trabalho inicial como escultora — disciplina da qual retira a fisicalidade e o toque —\, resultando em composições densas e volumosas\, que sugerem fenômenos geológicos e deslocamentos minerais.  \nA recente mudança de Loeb para um ateliê em São Paulo provocou uma transformação em sua paleta e despertou uma nova atenção às condições atmosféricas específicas da cidade. Em sintonia com o clima local\, elementos como chuva\, vapor\, umidade e estados aquáticos surgem como estruturas de sensações e ritmos formais. \nEm Seu olhar me fascina (2025)\, a artista pinta uma composição em paleta crepuscular com contornos  ameboides circulando o que poderia ser um corpo d’água\, banhadas por uma luz azul profunda. A obra é temática e formalmente líquida\, com passagens calmas e turbulentas que fluem e refluem no espaço pictórico. \n“Suas telas não fixam uma imagem: sustentam o que vibra\, o que muda\, o que ainda não encontrou contorno. A superfície se torna um campo de relação entre cor\, corpo e tempo — espaço onde o visível é instável\, e a forma\, sempre provisória. Ao insistir na processualidade\, sua obra afirma uma ética do contato: em vez de impor\, escuta; em vez de fixar a forma\, sustenta sua permeabilidade e impermanência. Seus trabalhos parecem acompanhar o que se move — abrindo brechas para presenças que ainda não têm nome\,” escreve Ana Roman\, curadora e escritora\, no ensaio crítico que acompanha a exposição.
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SUMMARY:"Tem índio me espiando\, dizia o meu pai" de Josely Carvalho na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Josely Carvalho\, Araucarias – Crédito: Divulgação\n\n\n\n\nNo dia 8 de maio\, a Cavalo inaugura “Tem índio me espiando\, dizia o meu pai”\, individual de Josely Carvalho\, com curadoria de Dária Jaremtchuk. As obras refletem o processo da artista na atualização da memória do povo originário Xetá\, último grupo indígena isolado do estado do Paraná a ter contato significativo com a sociedade nacional. Sua ligação com a história Xetá\, que remonta à infância\, é marcada pela lembrança da frase que dá título à exposição: “tem índio me espiando”\, palavras ditas por seu pai\, cafeicultor na Serra dos Dourados: “ele falava baixo\, como quem revela um segredo antigo\, um mistério que vinha da mata fechada. Eu imaginava homens silenciosos\, camuflados entre as folhas\, sentados nos galhos mais altos das árvores\, observando tudo sem fazer barulho”\, rememora a artista. \nEntre artefatos recuperados e histórias contadas em casa\, Josely encontrou suas raízes familiares entrelaçadas à trajetória de um povo que resiste à violência do colonialismo. O desaparecimento da paisagem neotropical\, terra indígena originária devastada para o plantio do café\, reacendeu na artista a urgência em retomar sua pesquisa sobre o genocídio dos Xetá. \nFoi durante a ditadura militar — quando se considerava o povo Xetá extinto desde a década de 1950 — que Josely\, já vivendo em Nova York\, deu início a um projeto de busca por arquivos esquecidos. Ao descobrir sobreviventes do genocídio que davam então corpo às suas imagens de infância\, a artista percebeu como a alteridade negada desses olhares da mata era constitutiva de seu próprio lugar no mundo. Desde o princípio\, sua obra se configurou como um gesto quase instintivo de reparação\, ao lançar luz sobre uma história atravessada pelo apagamento e pela resistência. Após tantos anos\, a artista apresenta na galeria Cavalo uma nova versão da instalação “Xetá”\, com a incorporação de uma pesquisa acerca da situação atual do grupo e da luta pela sua terra originária\, ao lado dos antropólogos Edilene Coffaci de Lima\, Rafael Pacheco Marinho e Julio Xetá. Como escreve a própria artista: “hoje\, minha arte e o ativismo Xetá se misturam. Os Xetá reconstituem suas narrativas e histórias\, lutam pelo reconhecimento de sua existência e pela demarcação das suas terras na Serra dos Dourados\, contra qualquer Marco temporal. Eu tenho lutado pelo lugar que vai além do meu corpo\, aquele ninho devorado pelas iraras”. \nA exposição revela aspectos sensoriais e sensíveis presentes no complexo percurso Xetá\, exibindo também depoimentos\, gravuras\, vídeos e um trabalho olfativo. Ao borrar as fronteiras entre o pessoal e o coletivo\, Josely parte de sua conexão de longa data com o apagamento indígena para refletir sobre a profunda desterritorialização vivida tanto pelos oito sobreviventes da etnia\, quanto pela própria artista\, ao deixar o Brasil no ano de 1964.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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