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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Sonhos - História\, Ciência e Utopia" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Vista da exposição “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” no Museu do Amanhã – Divulgação\n\n\n\n\nO misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas será o tema da mais nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro\, curador do próprio Museu\, “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” estreia em 18 de dezembro e marca o início de uma programação comemorativa diversa para os dez anos da instituição\, a serem completados em dezembro de 2025. \nA mostra traz a complexa teia dos sonhos\, sejam lúcidos ou lúdicos\, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; sejam os que moveram a psicanálise de Freud\, inspiram a vida e a arte; ou os que dependem do descanso para trazerem saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais e as utopias futuras. Baseada em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho”\, Sidarta – ao lado de Scarano – idealizou uma experiência táctil\, científica e artística a ser proposta ao visitante por meio de recursos interativos\, imagéticos e sensoriais. \nJá Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã\, que aborda diversas formas de inteligências para conceber futuros prováveis\, e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição\, mas também como uma potência criativa de possibilidades que\, em última instância\, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra “inteligência” abriga”\, e Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie – e tantas outras por nós ameaçadas – vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso\, amoroso e – por que não? – delicioso de viver”. Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla\, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade\, ciência\, psicanálise\, arte\, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento. \nA mostra se inicia com a instalação “Labirinto – Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto\, com ilustrações\, texto e jogos de luz e sombra\, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão\, criação e aprendizado. Em seguida\, em “Meditação – Sonhar-criar”\, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa\, o local é revestido com materiais naturais\, e conta com redes\, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades. \nEm parceria com o Museu de Imagens do Inconsciente\, a exposição faz uma homenagem ao trabalho iniciado pela Dra. Nise da Silveira\, que entende a arte como reveladora das riquezas do inconsciente e como uma potente contribuição na luta contra os estigmas associados aos portadores de transtornos psíquicos. Um conjunto de 18 obras de artistas emblemáticos que passaram pela instituição\, como Adelina Gomes\, Carlos Pertuis\, Emygio de Barros e Fernando Diniz\, serão exibidas para representar o que podemos acessar através dos sonhos. \nNa seção interativa “O Sono é a Cama do Sonho”\, pode-se experimentar o ciclo do sono – o que acontece conosco em cada uma de suas fases por meio de jogos\, instalações e um painel gráfico. Já no último setor\, “Utopias”\, obras interativas se utilizam de recursos como inteligência artificial generativa e produção de vídeos; e\, encerrando o percurso\, o visitante é convidado à imersão na ‘Galeria de sonhos e de grandes sonhadores’\, uma homenagem a sonhadores de nossa história como Bertha Lutz\, Cacique Raoni\, Chico Mendes\, Darcy Ribeiro\, Dona Ivone Lara\, Lélia Gonzalez\, Lynn Margulis\, Martin Luther King\, Nise da Silveira\, Paulo Freire\, Pepe Mujica e Yoko Ono. \n“O Museu do Amanhã completa agora nove anos\, e é bastante emblemático começar as celebrações e a contagem regressiva para os dez anos com uma exposição que fala de sonhos. Só estamos aqui hoje porque partimos de uma primeira fagulha\, que foi o sonhar. Antes do Museu existir\, houve o sonho\, e ainda não há como pensarmos no amanhã de outra maneira senão essa”\, celebra Cristiano Vasconcelos\, novo diretor-executivo do Museu do Amanhã. \nOs ingressos estão disponíveis no local e no site oficial do Museu do Amanhã\, que funciona de terça a domingo\, das 10 às 18h\, com última entrada para visitação às 17h. Às terças-feiras\, a entrada é gratuita para todos os visitantes.
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SUMMARY:"Formas das águas" no MAM Rio
DESCRIPTION:Vista da obra de Sandra Cinto na exposição “Formas das águas” – Divulgação \nEm um tempo em que a consciência da emergência climática nos obriga a reconsiderar a relação com nosso entorno e seus processos\, a exposição Formas das águas pensa histórica\, poética e especulativamente a partir da Baía de Guanabara e suas águas\, lugar em que estamos e que dá contorno ao que somos enquanto museu e cidade. A baía aparece como origem e contexto; a água\, como metáfora; seus fluxos\, como métodos. \nObras de 14 artistas de diferentes gerações e locais apresentam imagens\, narrativas\, experiências e acontecimentos que tiveram lugar nesta baía e definiram nossa história. Assim propõem reflexões sobre modos possíveis de estar e circular pelos cursos do passado e do presente\, e nos fazem sentir em movimento. O espaço expositivo\, atravessado por plataformas de passagem e pontos de observação\, mostra caminhos que separam as obras ao mesmo tempo que as conectam. \nOs trabalhos\, em diálogo uns com os outros\, mostram que\, para entender a nossa conjuntura\, precisamos pensar em conexão. Imaginar cenários de vida viáveis demanda não só encontrar equilíbrios em relação ao mundo e aos seres que o formam\, mas também entender as questões e os diversos percursos que nos trouxeram até aqui. E\, para isso\, seguimos as sensações\, ideias\, movimentos e vidas que as formas das águas revelam. \nCuradoria Pablo Lafuente e Raquel Barreto.
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SUMMARY:"Arte Subdesenvolvida" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Obra “Sonhos de Refrigerador”\, de Randolpho Lamonier no CCBB BH. Foto: Diego Bresani \nEntre os dias 19 de fevereiro e 05 de maio\, o CCBB Rio recebe a exposição “Arte Subdesenvolvida”\, que propõe uma reflexão sobre a produção artística brasileira entre meados da década de 1930 e início de 1980\, a partir de seu embate com a ideia de subdesenvolvimento\, que seria tanto uma condição para aqueles que viviam no Brasil como algo a ser superado a partir de suas contradições.   \nA mostra tem como eixo a problematização da ideia de subdesenvolvimento. Sobretudo após a Segunda Guerra Mundial\, países econômica e socialmente vulneráveis passaram a ser denominados “subdesenvolvidos”. No Brasil\, artistas e intelectuais reagiram a esse conceito. Parte do que produziram nessa época está presente na exposição. O conceito durou cinco décadas até ser substituído por outros\, entre os quais países emergentes ou em desenvolvimento. \nArticulando trabalhos de mais de 20 artistas\, incluindo documentos históricos\, fotografias e escritos\, a mostra incorpora manifestações também nos campos da literatura\, cinema\, teatro e da educação\, com obras que adensam a pluralidade artística brasileira\, tensionando a relação entre a arte vibrante presente nas paredes e a escassez de recursos e de urbanidade\, dos litorais ao interior.  \n“Arte Subdesenvolvida” tem curadoria de Moacir dos Anjos e conta com trabalhos de artistas como Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Cildo Meireles\, Daniel Santiago\, Hélio Oiticica\, Carolina Maria de Jesus\, Elza Soares\, Ferreira Gullar\, José Claudio\, Graciliano Ramos\, Henfil\, Luís Sacilotto\, Obaluayê\, Paulo Bruscky\, Paulo Freire\, Rachel de Queiroz\, Glauber Rocha\, Solano Trindade\, Randolpho Lamounier\, dentre outros.   \nCuradoria: Moacir dos Anjos
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SUMMARY:ABRE ALAS 20 na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Amorí\, “Pedaços do céu”\, 2024 – Divulgação / A Gentil Carioca \nNo dia 22 de fevereiro\, a partir das 18h\, A Gentil Carioca abre suas portas para a 20ª edição do ABRE ALAS\, uma exposição que há duas décadas marca o início do calendário artístico do espaço no Rio de Janeiro. Criado como uma plataforma para dar visibilidade a novas vozes da arte contemporânea\, o projeto mantém sua vocação experimental ao reunir artistas do Brasil e do exterior\, selecionados por meio de uma chamada aberta e um comitê curatorial. \nEste ano\, a curadoria fica a cargo de Ana Carolina Ralston\, Bianca Bernardo\, Catarina Duncan\, Thayná Trindade e Georgiana Rothier\, responsáveis por selecionar 34 artistas entre 607 portfólios enviados. O resultado é uma exposição diversa\, que reflete diferentes contextos e linguagens da arte contemporânea\, promovendo um diálogo dinâmico entre materiais\, técnicas e discursos. \nEntre os artistas participantes desta edição estão Almeida da Silva\, Amori\, ANTi\, Asmahen Jaloul\, Badu\, Blecaute\, Bruno de Souza\, Carolina Marostica\, Cecilia Avati\, Dandara Catete\, Helena Rodrigues\, João Machado\, Ju Morais\, Lucas Ururahy\, Lui Trindade\, Ma Konder\, Matheus de Simone\, Mayra Sergio\, Mônica Barbosa\, Naia Ceschin\, Natalia Quinderé\, Perola Santos\, Rainha F\, Shay Marias\, Sophia Pinheiro\, Stefanie Queiroz\, Tayná Uraz\, Thais Basilio\, Thais Borducchi\, Thaís Muniz\, Trompaz\, Vix Palhano\, Waleff Dias e Washington da Selva.
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SUMMARY:"Finca-pé: estórias da terra" de Antonio Obá no CCBB RJ
DESCRIPTION:Antonio Obá\, “Ka’a pora”\, 2024. Crédito: Cortesia do artista e Mendes Wood DM\, São Paulo\, Bruxelas\, Paris e Nova Iorque. Copyright do artista. Foto: EstudioEmObra \nCentro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro inaugura em 12 de março a exposição Finca-pé: estórias da terra\, do artista brasiliense Antonio Obá. Com entrada gratuita e livre para todos os públicos\, a mostra explora a relação do artista com a ancestralidade\, a terra e a existência humana\, reunindo desenhos\, pintura\, filme performance e instalação\, com grande parte dessa produção ainda inédita no país. A visitação no CCBB Rio de Janeiro se estende até 2 de junho e depois a exposição segue para Belo Horizonte e Brasília. \nNas palavras de Obá\, “a mostra partiu de um indício relacionado com o estar na terra. E quando eu falo estar na terra\, é esse locus geográfico mesmo\, o Cerrado\, esse sertão de onde eu sou\, até o potencial estético que reverbera nos meus trabalhos e pesquisas.” \nA relação de Obá com o Cerrado é essencial em sua produção. “De uns meses para cá\, a sensação de retornar à terra tem sido muito gratificante. O corpo agradece estar nessa solitude panorâmica que Brasília apresenta\, esse vazio\, essa situação de ainda ter Cerrado perto\, de certa maneira\, é um contato muito vivificante com a terra”. \nAo percorrer a exposição\, o público é convidado a experimentar “um campo conceitual movediço”\, provoca a curadora Fabiana Lopes. “São múltiplas camadas de interpretação\, uma fluidez que reflete o pensamento de Obá e a própria construção da mostra\, que parte de um núcleo sólido e se desdobra em possibilidades imprevistas”\, explica ela. \n“A terra pode ser o chão\, pode ser Cerrado\, pode ser planeta\, pode ser um jardim imaginário ou um jardim interior do individuo. A experiência de caminhar pela exposição é a de transitar por essa multiplicidade”\, ilustra a curadora.\nCom um conjunto expressivo de mais de 50 obras\, Finca-pé: estórias da terra expressa o universo simbólico e material que atravessa a trajetória de Obá\, um dos mais relevantes artistas contemporâneos brasileiros\, cuja produção tem conquistado reconhecimento na Europa\, Estados Unidos\, Brasil e outras partes do mundo. Seus trabalhos transitam entre escultura\, desenho\, pintura e performance\, explorando relações de influência e contradições dentro da construção cultural do Brasil\, tensionando a ideia de uma identidade nacional. \n“Poder contribuir para aproximar o público do trabalho de Antonio Obá dentro do país é dar oportunidade ao brasileiro de se conectar com sua obra\, que carrega muita brasilidade e ao mesmo tempo grande universalidade”\, observa Sueli Voltarelli\, Gerente Geral do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro. \n“A exposição oferece uma oportunidade para refletir sobre suas investigações\, marcadas por uma ampla diversidade de linguagens\, que revelam os desdobramentos poéticos e a pesquisa formal feita pelo artista”\, complementa a curadora\, que define Finca-pé: estórias da terra como um convite a mergulhar no pensamento artístico de Obá\, em constante transformação e permeado de alegorias. \nUma primeira galeria do CCBB propõe uma experiência mais intimista\, reunindo desenhos de forte gestualidade\, que evocam movimento e convidam o visitante a se aproximar das obras. Muitas dessas criações foram produzidas com grafite\, giz de cera\, extrato de nós\, bico de pena e nanquim dourado. No mesmo espaço\, cadernos de estudos revelam anotações\, esboços e o processo contínuo do artista. \nO segundo conjunto de desenhos\, em outra galeria\, compõe a série Crianças de coral – nigredo/coivara (2024-2025). São 12 retratos de crianças em carvão sobre tela (imagem no topo do texto). Para produzir as obras\, Antonio Oba reduz o carvão a pó e manipula as camadas fazendo emergir as imagens espessas dos retratos\, uma rara oportunidade de o público imergir no universo gráfico do artista. \nNo percurso\, o visitante do CCBB se depara também com a marcante Ka’a pora (2024)\, uma das obras centrais da mostra. A instalação\, composta por 24 esculturas de pés em bronze adornados com galhos\, evoca a conexão de Obá com sua terra natal. Também faz referência à grandiosidade cíclica das árvores que passam por fases de floração\, frutificação\, estiagem e seca\, marcações temporais características do cerrado. \n“É uma obra que se relaciona com a resistência\, mas também com a forma como o Cerrado se renova após períodos de seca e queimadas\, voltando ao verde com a primeira chuva”\, descreve ele. “Ka’a pora reflete a própria natureza e como a resistência pode ser incorporada à experiência humana\, renovando-se constantemente”\, completa. \nDe acordo com Fabiana Lopes\, Ka’a pora se conecta diretamente com o filme Encantado\, inédito no Brasil\, e que marca o retorno de Obá à linguagem de performance. Encantado convida o público a refletir sobre símbolos e rituais\, principalmente aqueles ligados a práticas espirituais e religiosas. O artista se inspira na figura do peregrino – aquele que caminha para cumprir uma promessa – e transforma essa jornada em uma experiência visual e sensorial.
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SUMMARY:"Alegria no Morro" de Toz Viana na Galeria de Arte Solar
DESCRIPTION:Obra de Toz Viana – Divulgação \nA Galeria de Arte Solar\, no Pavão Pavãozinho\, inaugura a primeira exposição do ano com a obra de Toz Viana. A instalação “Alegria no Morro” traz um dos personagens mais conhecidos do trabalho do artista: o Vendedor de Alegria. Inspirado nos ambulantes que circulam pelas praias e parques do Brasil com bolas coloridas\, ele tem corpo alongado e cabeça formada por inúmeras bolas que o fazem flutuar. Na mostra\, com curadoria de Cammila Ferreira\, o público conhecerá de perto o boneco gigante do personagem apresentado em Paris e no MAC de Niterói. A instalação contempla também grafitti\, tudo pensado sob medida para o espaço da galeria que fica dentro do Solar Meninos de Luz\, organização civil e filantrópica\, que promove educação e assistência social no Pavão-Pavãozinho e Cantagalo. A abertura foi no dia 20 de março e a mostra pode ser visitada até 11 de maio. A Galeria de Arte Solar conta com patrocínio do Belmond Copacabana Palace e Estácio\, através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (ISS RJ). \nCom a missão de democratizar o acesso à cultura e à educação\, aproximando o público de comunidades ao universo da arte\, a Galeria de Arte Solar convidou um dos artistas urbanos mais queridos do país para abrir a programação de 2025. Tomaz Viana\, o Toz\, é dedicado à pesquisa e experimentação do graffiti e à criação de telas e objetos\, já tendo participado de várias exposições coletivas e individuais\, no Brasil e no exterior. Ao longo da sua carreira\, criou diversos personagens cujas cores e padronagens se espalham nos muros das cidades e das instituições culturais. O “Vendedor de Alegrias” é um dos mais famosos. “Ele representa os vendedores ambulantes de bolas\, de balas e picolés que dão vida às nossas cidades. E é dos morros\, das comunidades que eles saem. Nada mais justo do que trazer o Vendedor de Alegrias para cá”\, explica Toz. \nSegundo a curadora da exposição\, o Vendedor de Alegria é um ser nômade que vive espalhando muita cor por onde passa. “O desejo dele é semear alegria\, gentileza\, diversidade\, cuidado e respeito às pessoas. Depois de passar por Paris\, Madrid\, Bogotá\, Niterói\, ele chega agora ao Solar Meninos de Luz e convida todos a entrar em seu universo”\, conta ela. “Trazer para dentro das comunidades do Pavão Pavãozinho e do Cantagalo uma exposição tão bacana quanto a do Toz é\, acima de tudo\, um convite a uma cidade mais inclusiva”\, diz Guilherme Maltaroli\, diretor do Solar. “Essa exposição é um chamado a resgatarmos o que temos de melhor\, o que nos define como cariocas: nossa alegria\, descontração e nosso afeto”\, afirma Matilde Marie Pereira\, curadora da galeria. \nA Galeria de Arte Solar é a primeira e única galeria estruturada com curadoria e calendário de mostras anual\, situada em uma comunidade no Rio de Janeiro. A sala\, inaugurada em 2007 já realizou mais de 40 exposições. Só nos dois últimos anos\, recebeu mais de nove mil visitantes. As mostras duram dois meses em média e são intercaladas entre as dos artistas convidados pelo curador e as dos alunos do Solar Meninos de Luz. Todo artista que expõe na galeria é convidado a ministrar uma oficina aos alunos\, com o mesmo tema e técnica da sua própria mostra.
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SUMMARY:“Cerimonial” de Edo Costantini na Galeria Silvia Cintra + Box4
DESCRIPTION:Edo Costantino\, “Fox running away”\, Katonah\, New York\, 2024\n\n\n\n\nÉ com imenso prazer que apresentamos “Cerimonial”\, exposição de Edo Costantini em parceria com Delfina Braun e Delfina Muniz Barreto\, que abre ao público no dia 20 de março de 2025 na galeria Silvia Cintra + Box 4. \nO trabalho de Edo se concentra no sublime da natureza\, capturado por meio de suas representações etéreas das florestas ao redor de Katonah\, Nova York\, e das paisagens do mar e das rochas antigas das ilhas do Maine. Os desenhos de Delfina Braun\, quatro no total\, exploram em detalhe a fauna\, que de certa forma\, também é retratada por Edo. A delicadeza de sua técnica de carvão sobre papel\, evidencia que\, apesar dos problemas climáticos\, os poderes curativos das flores\, plantas\, fungos e ervas devem se sobrepor à exploração constante da natureza. A exposição apresenta cinco esculturas em bronze – que são uma colaboração entre Edo Costantini\, Delfina Braun e Delfina Muniz Barreto – expostas no centro da galeria\, representando flores como papoulas em bronze\, que trazem o peso que a natureza – enquanto vida e cura – deve ter. No fundo\, a relação dos trabalhos se dá nessa tentativa de chamar atenção para a importância da natureza\, enquanto fundamental para a nossa existência física e estética. É interessante pensar que com o uso de 3 técnicas diferentes\, o coletivo consegue construir uma poesia\, compartilhando com o público\, fragmentos de memórias da infância e dar percepção humana do mundo em sua volta. \nEm setembro de 2025\, Edo abrirá sua primeira grande exposição individual em um museu\, no MAC Niterói\, o icônico edifício projetado pelo renomado arquiteto modernista Oscar Niemeyer. A mostra apresentará uma década de trabalho\, incluindo fotografia\, filme\, música e uma instalação de escultura sonora. \nEduardo Francisco Costantini – nascido em Buenos Aires\, 1976 -\, que assina como Edo\, é compositor\, fotógrafo e cineasta\, vive e trabalha nos arredores de Bedford Village\, Bedford Hills e Katonah\, em Nova York. \nDelfina Braun é uma artista que explora a interseção entre a natureza e a cura. Com formação em Psicologia e profundamente cativada pelo escopo da saúde e restauração\, a prática criativa de Braun investiga o poder de cura intrínseco do mundo natural. \nDelfina Muniz Barreto é uma artista e arquiteta argentina com um profundo interesse pela natureza e suas formas\, permanecendo conectada com memórias sutis de sua infância\, onde passou a maior parte de seu tempo no sul do Brasil. Depois de se formar como arquiteta pela Universidade de Buenos Aires\, ela continuou estudando fotografia\, história da arte e pintura.
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LOCATION:Galeria Silvia Cintra + Box4\, Rua das Acácias\, 104 – Gávea\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Canteiros" na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Túlio Pinto\, “Cumplicidade #42”\, 2022. Foto: Filipe Berndt\n\n\n\n\nNo dia 20 de março\, a Cavalo inaugura Canteiros\, coletiva com curadoria de Ana Holck. A primeira exposição de 2025 no espaço de Botafogo contará com trabalhos de 13 artistas\, entre convidados e representados pela galeria. \nNo centro da proposta de Holck está a analogia entre o ateliê e o canteiro de obras: nas poéticas aqui apresentadas\, os artistas reconfiguram seus ateliês como canteiros\, atribuindo novas definições e significados ao termo. Um ambiente provisório de movimento e risco\, o canteiro de obras confunde os limites entre espaço de criação e destruição\, em operações já investigadas desde a década de 1960. Montar e desmontar\, recombinar\, torcer\, empilhar\, dobrar ou amontoar são ações condutoras que revelam uma dimensão sensível no espaço industrial ou tecnológico. \nA partir das discussões crescentes em torno do conceito de lugar\, os artistas entendem a cidade\, sua arquitetura e construções como um campo ampliado de atuação\, transbordando os limites habituais de seus locais de trabalho. Nesses processos\, um viés crítico marca a relação entre as obras e os elementos práticos em circulação no cotidiano\, na medida em que debatem desde a acessibilidade comercial dos materiais de construção\, ao retorno do ready-made nos sistemas das artes. \nTijolos\, blocos pré-moldados\, vergalhões e vigas ganham peso afetivo e político no conjunto de suas proposições estéticas. Através da manipulação e rearranjo dos materiais\, estes trabalhos se tornam uma via possível para desafiar o crescimento urbano acelerado\, a exploração excessiva da mão de obra e o utilitarismo compulsório nas cidades. \nA coletiva apresenta obras de Ana Clara Tito\, Ana Holck\, Cinthia Marcelle\, Débora Bolzsoni\, Héctor Zamora\, Marina Weffort\, Mauro Giaconi\, Raul Mourão\, Rodrigo Sassi\, Tainan Cabral\, Túlio Pinto\, Wagner Malta Tavares e Zé Tepedino.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Cinelocus" de José Damasceno no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:José Damasceno\, obra da séria Solve\, 2025 – Divulgação\n\n\n\n\nO Centro Cultural Justiça Federal (CCJF) recebe no próximo dia 22 de março\, às 15 horas\, no 1º andar\, a exposição Cinelocus\, de José Damasceno\, artista visual que expõe regularmente no Brasil e no exterior. Com desenhos\, esculturas\, gravuras\, vídeo\, instalações e intervenções\, Damasceno propõe uma experiência cinemática imaginária\, tendo como ponto de partida o meio mágico do cinema\, inspirado\, principalmente\, no Cinematógrafo — aparelho que grava e projeta imagens em movimento\, criado pelos irmãos Lumiére no século XIX. A abertura\, que terá performance do escritor e compositor Fausto Fawcett\, às 18h\, foi marcada coincidentemente para o mesmo dia\, 22 de março\, data da 1ª exibição pública de cinema dos irmãos Lumière\, há 130 anos\, no Grand Café de Paris. \nO artista explica que a ideia da exposição é explorar espaços com uma arte a um só tempo — imaginativa e tangível\, que lança mão de sinais\, cores\, objetos e arquitetura. “Na relação essencial entre a realidade e o imaginário reside a proposta de Cinelolcus\, através da comunicação\, permutação\, transformação desses fatores. Me acompanha desde sempre a questão relacional entre objeto e ideia\, que se confundem e se nutrem mutuamente”\, pontua Damasceno.  \nSobre a exposição\, Evandro Salles\, curador da mostra\, aponta a relação do lugar que desencadeou o processo de construção deste trabalho pelo artista — a Cinelândia\, espaço central e tradicional da cidade que hoje não mantém a representatividade do Cinema como antes\, mas continua sendo um importante pólo cultural — e suas elaborações imagéticas. “Damasceno pega essa cicatriz da cidade para trabalhar a questão da imagem\, da memória do Rio e do Cinema. Faz uma viagem filosófica\, renovada do ser através do tempo e do espaço\, com a percepção das presenças invisíveis que constroem a história das coisas e dos lugares. Na Cinelândia carioca\, pensou o Cinematographo\, Kino. É o Cinema como uma chave poética para metaforizar o olhar humano sobre o mundo e sobre si mesmo”\, ressalta Salles. \nCinelocus\, que fica no CCJF até dia 8 de junho\, é a primeira exposição realizada por Damasceno em um espaço institucional no Rio de Janeiro desde final de 2014\, quando o artista expôs seu trabalho na Casa França-Brasil. Locus\, que compõe metade do nome que descreve a exposição\, é um lugar geométrico que consiste no conjunto de pontos do espaço que gozam de uma determinada propriedade. Aos visitantes\, a mostra pretende enriquecer o debate através da variedade de perspectivas. “Procuramos\, sobretudo\, iluminar a natureza do espaço\, suas qualidades\, propriedades e mistérios\, além de estimular a ideia de espaço de elaboração e substrato imaginativo e promover um olhar crítico\, sempre que possível aliado a uma curiosidade ilimitada”\, explica o artista. Para ele\, a nova exposição é uma importante realização na carreira. “Significa uma série de questões que me acompanham\, me interessam e me intrigam\, que se apresentam e se relacionam. Elas acontecem em Cinelocus de uma forma surpreendente”\, conta. \nMais sobre a performance Cine Funk Locus 50 graus\, de Fausto Fawcett (vocal e textos) e João de Bessayc (batidas e programações): na abertura da exposição\, o músico e escritor Fausto Fawcett fará uma performance músico-poética interagindo com algumas obras do artista. Tendo como cenário a antiga sala de julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF)\, um dos espaços mais emblemáticos do Centro Cultural\, onde hoje ocorrem concertos e palestras e local em que Damasceno instalou algumas obras\, Fawcett performará\, segundo ele\, “cinco funks rap-sodias” sobre a atualidade incendiária do mundo contemporâneo. O início da performance está marcado para às 18h e deve ter duração de 20 minutos. \nSobre o artista: José Damasceno utiliza grande variedade de materiais\, técnicas e meios para investigar os limites da escultura. A poética de Damasceno parte do deslocamento e do estranhamento para conceber perspectivas fluidas e móveis da representação dos espaços. Expõe regularmente no Brasil desde 1993 e\, no exterior\, a partir de 1995. Representou o Brasil nas 51ª e 52ª edições da Bienal de Veneza\, na 25ª Bienal de São Paulo\, na 15ª Bienal de Sydney e na 1ª e 4ª Bienal do Mercosul e Pinacoteca do Estado de São Paulo.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Território de Lembranças" de Caninana no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Ayra Aziza. Crédito Cris Lucena\n\n\n\n\nEnxergar a potência da mudança e do deslocamento através da pintura é uma das formas que Caninana (Ayra Aziza) apresenta suas narrativas para o público. A artista inaugura no dia 22 de março a sua primeira exposição individual institucional no Museu de Arte do Rio. A mostra “Território de Lembranças” abre a temporada de exposições no MAR em 2025 e apresenta uma produção que retrata temas como: migração compulsória\, peregrinação cartográfica\, território e miscigenação. A curadoria é assinada por Marcelo Campos\, Amanda Bonan\, Thayná Trindade\, Amanda Rezende e Jean Carlos Azuos.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Os Avessos do Avesso da Liberdade" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Obra de Leonardo Lobão – Divulgação\n\n\n\n\n“Os Avessos do Avesso da Liberdade” apresenta uma reflexão profunda sobre a liberdade e os seus avessos\, abordando os contextos de encarceramento penal e manicomial. Com curadoria de Bernardo Mosqueira\, Matheus Morani e Izabela Pucu a exposição é uma das primeiras grandes mostras no Brasil sobre o tema e traz trabalhos de 17 artistas\, terapeutas\, curadores e educadores\, que investigam como as leis\, diagnósticos e políticas públicas reforçam desigualdades e moldam o destino de pessoas encarceradas\, destacando a luta por liberdade e humanidade no cenário atual. \nSegundo Mosqueira\, diretor artístico do Solar dos Abacaxis\, a mostra materializa um desejo antigo da instituição. \n“Essa é uma exposição que queríamos fazer há muitos anos\, pois trata de um tema crucial no Brasil\, que é tão urgente quanto silenciado”\, explica. “Vivemos em um país onde a noção de direitos humanos tem sido brutalmente questionada. Essa mostra convida o público a participar e se aprofundar numa conversa difícil e urgente sobre o encarceramento e suas consequências sociais no nosso contexto de desigualdade\, injustiça e insegurança.” \nA exposição não se limita a denunciar a violência da opressão\, mas sobretudo sessalta as inúmeras formas de resistência e expressão de liberdade presentes nos sistemas de prisão e manicômios. “Os Avessos do Avesso da Liberdade” inclui um significativo número de obras inéditas\, contando com obras de jovens artistas brasileiros de diversas regiões e também com trabalhos de grandes nomes como Heitor dos Prazeres e Rosângela Rennó. A exposição apresenta um vasto material de acervos de instituições\, como o Museu Penitenciario do Estado do Rio de Janeiro\, e de coletivos\, como Mulheres Possíveis\, que colabora com mulheres em situação de cárcere. \nPor meio de uma combinação de obras e arquivos\, a mostra explora como a liberdade é sempre negociada e vivida nas brechas do desejo e do poder\, revelando as profundas disparidades sociais de gênero\, raça e classe no Brasil\, um dos países com maior índice de encarceramento no mundo. A exposição não trata apenas do cárcere\, mas da luta contínua pela liberdade dentro e fora dele. \n“A exposição se estrutura a partir do entrelaçamento de dois eixos discursivos complementares: por um lado\, buscamos revelar a seletividade e o racismo dos processos de criminalização e diagnóstico\, sua relação com questões políticas e sociais mais amplas\, que\, no Brasil\, têm origem no pós abolição. Por outro\, buscamos dar a ver a liberdade enquanto pulsão de vida\, como força que irrompe nas brechas dos sistemas de opressão”\, resume Izabela Pucu. “A mostra aborda assuntos absolutamente factíveis – como o direito à defesa\, o encarceramento indevido\, a função do policiamento\, a promulgação de leis no código penal e o funcionamento jurídico do estado de exceção – a fim de levantar discussões mais especulativas\, como os aspectos relacionais entre justiça e liberdade\, sob a ótica da democracia eurocêntrica em que vivemos. Neste sentido\, a mostra aproxima o público de um posicionamento crítico frente às estruturas que aparecem como dadas\, trazendo muitas relações diretas entre a notícia que se vê nos jornais e aspectos de uma reflexão mais ampla sobre o que é a liberdade”\, reflete Matheus Morani. \n“A exposição destaca as diversas investidas dos corpos e das subjetividades em situação de encarceramento para se expressarem\, manifestarem como humanos. Ao trazer esses gestos de humanidade e autoexpressão para o espaço expositivo\, buscamos aproximar o público dessas realidades\, promovendo um entendimento mais empático e complexo dessa questão”\, completa Bernardo Mosqueira. \nO diretor artístico também destaca a necessidade de aprofundar o debate sobre os impactos do encarceramento em massa no Brasil: “Precisamos ampliar essa discussão para além dos muros das prisões e manicômios. O sistema penal e psiquiátrico historicamente criminaliza e silencia corpos dissidentes\, e esta exposição quer criar um espaço para escutar e aprender com essas vozes.” \nO evento marca o início de uma programação robusta que seguirá durante todo o ano de 2025\, com debates\, oficinas\, seminários e outras exposições que continuarão a investigar as questões relacionadas à liberdade. \n“Com esta abertura a gente inicia a temporada de 2025 e celebra também um ano de abertura contínua na Rua do Senado\, com mais de 100 atividades públicas e educativas e um público de 5 mil visitantes por mês. Ao longo do ano teremos ainda mais duas grandes exposições\, incluindo uma individual comissionada de Castiel Vitorino Brasileiro\, além de um programa público ainda mais vasto e robusto\, ampliando ainda mais nosso alcance. É ano em que refletimos sobre tudo que já fizemos\, sobre quem somos e onde queremos estar daqui a dez anos\, sempre mantendo os artistas e seus sonhos no centro de todas as iniciativas”\, celebra Adriano Carneiro de Mendonça\, diretor executivo do Solar dos Abacaxis. \nCom uma trajetória que reúne experiências como coordenadora de educação no Museu de Arte do Rio\, coordenadora de projetos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage\, diretora e curadora na Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica\, e até mesmo um Prêmio Jabuti\, a curadora Izabela Pucu ingressou recentemente no time curatorial do Solar e destaca os desafios e as novas iniciativas que estão sendo implementadas na instituição. \n“Em minha chegada no Solar encontrei uma instituição realmente comprometida com o fortalecimento do cenário cultural da cidade e com a sua própria reinvenção\, diante das possibilidades e dos desafios de ocupação de sua nova sede. No que se refere à curadoria\, acredito que o meu trabalho vem se somar ao dos demais curadores no sentido de aprofundar os processos de pesquisa\, a relação com outros acervos\, artistas e movimentos que não estão\, necessariamente\, dentro do campo mais institucionalizado da arte”\, explica Izabela Pucu. “Um dos projetos mais estimulantes nesse sentido é a ampliação do programa educativo do Solar\, almejando atividades regulares de formação\, aulas\, cursos\, e seminários\, fazendo do Solar\, cada vez mais\, um espaço de encontro e reflexão\, um lugar de comunidade e crescimento coletivo”\, conclui.
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SUMMARY:"Atlas Memória" de José Bechara na MMM Galeria
DESCRIPTION:José Bechara\, Se título\, 2025. Créditos: Mario Grisolli \nCelebrando a nova parceria com José Bechara\, que passa a ser representado pela galeria\, a Maneco Müller : Multiplo abre a exposição “Atlas Memória”. Na individual\, o artista conhecido por suas pinturas sobre lonas de caminhão trabalhadas com emulsões de cobre e ferro apresenta sua produção mais recente. As obras\, a maioria inéditas\, incorporam cores mais altas e intensas\, e distinguem-se por formatos menores. Acostumado a escalas monumentais\, onde atua também por meio de esculturas e instalações\, o interesse do artista na parceria com a Maneco Müller : Multiplo parte justamente do desejo de se desafiar em uma escala mais intimista e menos usual para ele. A mostra abre no dia 10 de abril\, das 18h às 21h\, e vai até 6 de junho\, com entrada franca. O texto crítico é de Bianca Dias. \nO título da mostra vem da obra de mesmo nome\, “Atlas Memória”\, trabalho que\, segundo Bechara\, reúne características de diferentes momentos de sua produção\, iniciada no final da década de 80. A individual na Maneco Müller : Multiplo traz dez pinturas que vão de 0\,60 X 0\,50 m a 2\,20 X 2\,20 m. As telas carregam os atributos que identificam o trabalho marcante do artista. Um deles é a opção pela lona de caminhão como suporte\, onde as marcas de uso\, os remendos\, as manchas remetem poeticamente a uma forma de congelamento do tempo. Outra é a instabilidade do jogo entre o rigor formal geométrico e as ocorrências imprevisíveis surgidas das reações químicas da oxidação de ferro e cobre sobre a lona. A novidade fica por conta das cores altas\, sólidas\, como vermelho\, verde\, amarelo\, incorporadas recentemente em sua paleta. “Ao expor seu atlas o artista se expõe\, se coloca em crise\, acolhe o desvio\, o acidente\, danifica a ordem\, criando uma geometria hesitante onde as linhas surgem\, desaparecem e ressurgem condenando certezas”\, afirma Bianca Dias. \n“Essa exposição é muito importante para mim porque inaugura uma nova fase de uma relação com dois galeristas pelos quais eu tenho muita admiração”\, afirma Bechara. Depois de individuais em espaços muito grandes\, como o salão monumental do MAM no Rio; o Ludwig Museum\, em Koblenz\, na Alemanha; ou os jardins da Fundação Gulbenkian\, em Lisboa; ele revela um novo interesse: “A galeria me apresenta um desafio de caráter espacial\, o que me instiga muito. A grande escala é onde me sinto mais confortável de trabalhar e o espaço deles é intimista\, o que para mim é muito provocativo. Estou muito feliz com esse desafio”\, diz Bechara. \nSócios da galeria\, Maneco Müller e Stella Ramos acompanham a trajetória do artista carioca desde o início\, num relacionamento de longa data. “Vimos de perto a incorporação das lonas e depois das emulsões de ferro e cobre em seu trabalho. Bechara é um artista devotado à experimentação\, que encontra resultados extraordinários a partir de uma atividade obstinada em seu ateliê\, de segunda a segunda”\, diz Stella. “Vivemos num mundo em que a velocidade nos empurra para a superfície das coisas\, para o olhar apressado\, para o consumo ligeiro. Bechara ao contrário\, nos convida a um tempo de arte; que é o tempo da imersão e da transformação”\, complementa Maneco Müller.
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SUMMARY:"Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel" na FGV Arte
DESCRIPTION:Francisca Manoela Valadão\, “Cena de Mercado”\, 1860. Acervo do Museu de Arte do Estado de São Paulo\n\n\n\n\nA FGV Arte inaugura\, no dia 10 de abril\, a exposição “Afro-brasilidade\, uma homenagem a dois Valentins e a um Emanoel”\, uma celebração da arte afro-brasileira e de sua diversidade cultural. Com curadoria de Paulo Herkenhoff e João Victor Guimarães\, a mostra apresenta mais de 300 obras\, incluindo pinturas\, esculturas\, gravuras\, fotografias e documentos históricos.  \nO evento de abertura ocorre na Praia de Botafogo\, 190\, a partir das 19h\, e contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do setor. A visitação é gratuita.  \nA exposição evidencia a pluralidade da produção artística afrodescendente\, destacando tanto nomes clássicos\, como Aleijadinho\, Mestre Valentim e Mestre Athaíde\, quanto artistas contemporâneos como Rosana Paulino\, Felippe Sabino e Lucia Laguna.  \nSegundo Herkenhoff\, a curadoria buscou justapor diferentes perspectivas\, trazendo um olhar histórico e crítico sobre a arte afro-brasileira:  \n“A exposição foi concebida como um tecido que se expande e se entrelaça\, conectando diferentes tempos\, territórios e perspectivas. A mostra transita desde o pano da costa\, elemento presente nos rituais da vida africana\, até esculturas históricas que dialogam com a ancestralidade”\, explica o curador.  \nA literatura brasileira também tem destaque na mostra. Além de uma dupla de obras dedicadas a Machado de Assis\, composta por um retrato e um manuscrito\, a escritora Carolina Maria de Jesus tem seu conhecido diálogo com Clarice Lispector\, retratado por Paulo Mendes Campos\, reproduzido em uma parede inteira.  \nA abordagem curatorial considera a diversidade das culturas afro-brasileiras e suas diferenças regionais. A coletiva reúne artistas e pensadores que fundamentam o conceito de afro-brasilidade em nível nacional. O curador adjunto\, João Victor Guimarães\, destaca a importância de valorizar artistas fora do eixo sudestino\, como os baianos e nordestinos:  \n“Temos obras de artistas de diversos estados do Brasil. As identidades afro-brasileiras se manifestam de maneiras distintas em cada região. Atendendo a essa diversidade\, buscamos uma ampliação geográfica para a exposição\, além de priorizar a excelência técnica\, a coerência da produção e a relevância de cada artista\, pois entendemos que são esses trabalhos que compõem a essência da mostra”\, ressalta Guimarães.  \nA exposição também resgata artistas historicamente marginalizados no circuito artístico. Um dos destaques é a tela inédita da artista gaúcha Maria Lídia Magliani\, My baby just cares for you\, nunca antes exposta ao público. 
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SUMMARY:"Desvairadas e outros cultivos" de Natali Tubenchlak na Abapirá
DESCRIPTION:Obra de Natali Tubenchlak – Divulgação \nA Abapirá\, espaço independente de arte\, localizado num casarão tombado no Centro Histórico do Rio de Janeiro\, abre a exposição “Desvairadas e outros cultivos”\, de Natali Tubenchlak. Com curadoria de Ana Carla Soler\, a mostra propõe uma visita a mais de 25 anos de produção da gravurista niteroiense\, cuja poética transcende a reflexão sobre a construção do feminino e seus desdobramentos cotidianos. Como destaque da exposição\, três obras de grande formato criadas especialmente para o Projeto Janelas da Abapirá\, com apoio do Reviver Centro\, promovido pela prefeitura da cidade. A mostra “Desvairadas e outros cultivos” abre no dia 12 de abril\, às 14h\, e vai até 5 de junho\, com entrada franca. \nNessa exposição na Abapirá\, acompanhamos o desenvolvimento da pesquisa de Natali Tubenchlak em torno de sua relação com as plantas\, ao longo da vida. A mostra reúne três séries de trabalhos recentes e inéditos: Mata Atlântica Dramática\, Viveiros e Desvairadas. Estão lá também algumas obras mais antigas\, que se relacionam com a temática. “É frequente\, nas obras de Natali\, surgirem personagens híbridos\, meio humanos meio vegetais\, figuras cujas cabeças se transformam em brotações. Também é comum que a artista se aproprie de contornos de corpos retirados de seus contextos originais e que perdem as referências de qual narrativa pertencem”\, explica a curadora. Em Desvairadas\, a série mais recente\, Natali se apropria de poses e posturas de luta livre\, e\, nesses contornos\, constrói corpos utilizando folhas e fragmentos vegetais\, evocando a fúria e a graça de entidades femininas em diálogo direto com a natureza. \nCom mais de duas décadas de produção\, Natali Tubenchlak começou sua carreira artística na pintura\, passando para outros meios\, como a gravura\, onde desenvolve um trabalho de excelência técnica. É uma das principais artistas em produção hoje no ateliê de gravura do Museu do Ingá\, um dos mais importantes do país. O Projeto Janelas da Abapirá é uma iniciativa expositiva que promove um diálogo com a Rua do Mercado\, conectando arte e público de forma acessível. O projeto transforma as janelas do casarão Abapirá e seu espaço expositivo em uma vitrine artística\, trazendo exposições individuais e coletivas\, performances e intervenções. O objetivo é provocar reflexões e sensibilizar o público sobre temas diversos\, sempre com a curadoria de artistas e pensadoras\, tornando a arte uma experiência integrada ao cotidiano e ao ambiente urbano. O Projeto Janelas da Abapirá atualmente tem apoio do Reviver Centro\, fomento da Prefeitura do Rio de Janeiro.
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LOCATION:Abapirá\, Rua do Mercado\, 45 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Dança Barbot!" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Foto: Vantoen PJR / Cia Rubens Barbot\n\n\n\n\nPossibilitar que o público possa pensar o corpo e pensar a dança é um dos desejos do Museu de Arte do Rio (MAR) ao anunciar a sua mais nova exposição. A mostra Dança Barbot! inaugura na terça-feira\, dia 15 de abril\, apresentando a trajetória e as contribuições do bailarino e coreógrafo Rubens Barbot (1949-2022) para a dança contemporânea no Brasil. A exposição realizada em parceria com o Terreiro Contemporâneo é uma homenagem ao legado do renomado bailarino e coreógrafo. A curadoria é assinada por Marcelo Campos e Amanda Bonan\, com os curadores assistentes Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos\, além do curador convidado Gatto Larsen\, que foi parceiro de vida de Barbot.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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