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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"ZIMAR" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nBrincalhões\, irreverentes\, assustadores… Com suas caretas horripilantes\, abrem as apresentações dos grupos tradicionais da região da baixada maranhense\, auxiliam – ou atrapalham – na brincadeira e pregam peças no público\, tudo isso com um gingado único ao som do balançar de um chocalho. Assim é o cazumba\, uma das personagens mais emblemáticas do Bumba Meu Boi do Maranhão. \nA figura do cazumba chama atenção pelos inúmeros detalhes que compõem o seu figurino: a túnica ou bata bordada com paetês e miçangas\, ou feitas de chita; o cofo que confere o divertido rebolado e é utilizado para guardar objetos; e a careta\, com sua base de chapéu\, com cabeleira e queixo costurados\, que assusta e encanta\, e traz consigo a assinatura de quem a produz. Zimar é um destes artistas\, que imprime nas caretas um estilo próprio\, desafiando a tradição e encantando pela imaginação. \nSuas obras compõem a nova exposição itinerante do Centro Cultural Vale Maranhão\, ZIMAR\, que será aberta ao público nesta terça\, 10 de dezembro\, às 14h\, no Museu de Arte do Rio. Ao todo\, são 65 caretas de cazumba produzidas com os mais diversos materiais. Capacete\, cano de PVC\, pára-lamas de moto\, panelas de alumínio\, peças de ventilador\, escovas de dentes\, pneus de bicicletas são alguns dos artefatos usados pelo artesão na criação das peças\, que já fazem parte da fantasia de cazumba de vários grupos de Bumba Meu Boi da região da baixada maranhense. \nEusimar Meireles Gomes\, o Zimar\, é natural do município de Matinha (MA)\, e iniciou a confecção de caretas de cazumba após se machucar com uma máscara que havia comprado. Decidiu\, então\, adaptar as máscaras para o formato de seu rosto\, proporcionando mais conforto. “Podemos dividir o trabalho de Zimar em três fases: uma primeira onde trabalhou queixos e caretas bem elaboradas em madeira paparaúba; a segunda também em madeira\, mas com feições mais reduzidas; e a terceira em que reaparece utilizando diversos materiais. Ele faz parte de um conjunto de bons fazedores de caretas\, que aplicam a marca pessoal como uma assinatura de suas obras\, seja pelo reaproveitamento de aparatos corriqueiros ou na expressão das máscaras confeccionadas”\, explica Jandir Gonçalves\, pesquisador da cultura popular maranhense e que assina a curadoria da exposição juntamente com Reinilda Oliveira e Sergileide Lima. \nA exposição conta ainda com um documentário curta-metragem homônimo e inédito\, dirigido pelo cineasta Beto Matuck\, especialmente para a mostra. O filme mostra Zimar criando as caretas\, enquanto conta sobre sua história\, inspirações e aborda questões profundas como a relação entre vida e morte. “Expor um artista como Zimar é reconhecer a cultura em seu amplo sentido de origem. Ele é um grande representante dos artistas populares do Maranhão e sua obra toma dimensões universais\, quando suscita em nós sentimentos comuns ao humano\, como medo\, desejo\, surpresa\, atração e repulsa. A liberdade de criação é evidente\, bem como todo um arcabouço expressivo que se conecta às esferas da ancestralidade e do sonho”\, destaca Gabriel Gutierrez\, diretor e coordenador artístico do Centro Cultural Vale Maranhão. \nO Rio de Janeiro é a terceira cidade visitada pela exposição itinerante\, que estreou em São Luís\, no Centro Cultural Vale Maranhão\, e já passou pelo Museu Nacional da República\, em Brasília. “O Mestre Zimar é um dos artistas de raiz popular brasileira mais emblemáticos. Ele tem uma obra única\, muito expressiva\, muito envolvente. Suas caretas de cazumba\, uma das personagens mais expressivos do Bumba Meu Boi do Maranhão\, nos conectam com a identidade cultural brasileira\, uma identidade popular. Essa exposição\, que passou pelo Museu Nacional em Brasília e chega ao MAR\, no Rio de Janeiro\, reconhece a nossa cultura em toda a sua diversidade.”\, reforça Hugo Barreto\, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. \nZIMAR ficará em cartaz no Museu de Arte do Rio até o dia 7 de abril de 2025\, de terça a domingo\, das 11h às 18h. Última entrada às 17h. Terças gratuitas.
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SUMMARY:"Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda" na Flexa Galeria
DESCRIPTION:Divulgação Flexa Galeria \nA Flexa tem o prazer de anunciar sua terceira exposição\, intitulada Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda\, com curadoria de Felipe Scovino e expografia de Daniela Thomas. A mostra examina a figura de Luiz Buarque de Hollanda (1939-1999)\, advogado e colecionador que criou\, com o sócio Paulo Bittencourt (1944-1996)\, a Galeria Luiz Buarque de Hollanda & Paulo Bittencourt\, cuja atuação se deu entre 1973 de 1978\, no Rio de Janeiro. \nAo longo de mais de 3 décadas\, Luiz Buarque de Hollanda foi nome central do colecionismo no Brasil\, além de pioneiro na colaboração com projetos de artistas que se tornariam seminais para a história da arte brasileira. Entre eles\, destacam-se nomes como Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Debret\, Glauco Rodrigues\, Iberê Camargo\, Iole de Freitas\, J. Carlos\, Mira Schendel\, Rubens Gerchman\, Sergio Camargo\, Thereza Simões e Waltercio Caldas. A programação reunia diferentes gerações\, fazendo coabitar em seu espaço vanguarda e tradição. \nReunindo cerca de 150 obras de artistas presentes na coleção e nas exposições promovidas\, a mostra se divide em 4 núcleos de interesse do colecionador-galerista. São eles: Paisagem: do encantamento à hostilidade\, Aproximações improváveis: o retrato entre o social e o libidinoso\, Corpo partido e Linguagens construtivas e desdobramentos disruptivos. \nDe acordo com Scovino\, “a presente exposição investe\, tanto curatorial quanto expograficamente\, em como Luiz adquiria\, organizava e mostrava a sua coleção. Ele se cercava daquilo que lhe dava prazer e conscientemente construía um modo muito singular de olhar para a arte brasileira. A galeria do qual foi sócio nos anos 1970 foi inovadora ao responder pela interdisciplinaridade de gerações\, mas\, acima de tudo\, na constituição de um ambiente acolhedor e próximo aos artistas. Sua imagem e memória estão ligadas ao campo do afeto e da inteligência.”. \nA amizade de Luiz com os artistas e sua paixão pela arte podem ser exemplificadas na generosidade em produzir edição de obras especiais\, como um livro de Mira Schendel – que hoje integra a coleção do MoMA em Nova York – e o disco Sal sem carne\, de Cildo Meireles\, ambos nos anos 1970. Luiz teve participação direta na edição dos exemplares do Livro-obra de Lygia Clark\, em 1984 \,e na pesquisa\, junto com Noêmia Buarque de Hollanda\, para exposição e catálogo da retrospectiva da mesma artista\, que começou em 1997 na Fundación Tàpies (Barcelona) e circulou por 5 países. \nA exposição na Flexa conta ainda com farta documentação: impressos\, cartazes\, convites\, críticas e notícias sobre as exposições. O material nos recorda como a galeria foi um local de convívio e reflexão\, que reuniu artistas\, colaboradores e público interessado em debater o cenário das artes. Lá foram realizadas não apenas exposições e performances\, como também sessões de apresentação de audiovisuais\, debates\, cursos\, entre outros. Dessa forma\, a exposição Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda trata de lançar um olhar sobre uma figura que colaborou com a construção do meio de arte brasileiro\, colecionando\, exibindo e fomentando uma produção que\, naquele momento\, ainda não havia sido devidamente assimilada pelo incipiente mercado.
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SUMMARY:"Geometria inquieta" de Ascânio MMM na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Vista da obra de Acânio MMM no jardim. Crédito: Jaime Acioli\n\nA Casa Roberto Marinho celebra a produção de Ascânio MMM em Geometria inquieta\, exposição inédita a ser inaugurada em 14 de dezembro de 2024\, sob a curadoria de Lauro Cavalcanti. Com cerca de 100 trabalhos que percorrem a trajetória artística de seis décadas de um dos mais importantes escultores da arte brasileira\, a mostra inclui uma seleção pessoal de Ascânio\, que apresenta obras de seu acervo particular em diálogo com peças da Coleção Roberto Marinho\, estabelecendo relações plásticas entre os artistas contemporâneos que marcaram seu percurso. \n“Ascânio MMM é um artista cuja obra reúne várias influências e questões centrais na arte brasileira e latino-americana dos últimos 60 anos\, e esta exposição mapeia o percurso trilhado por ele. Sua produção mantém uma enorme coerência interna em domínios como o construtivismo\, arquitetura\, verdade dos materiais\, dialética entre projeto e execução\, tridimensionalidade e composição planar. A vontade da forma\, inabalável a modismos\, impulsionou o artista com suas peças precisas e surpreendentes\, na retomada de um ideal construtivo. Nesta rota\, o uso contínuo da geometria não lhe aboliu o acaso nem a poesia”\, analisa Cavalcanti\, diretor-executivo da Casa Roberto Marinho. \nNascido em Fão\, Portugal\, Ascânio imigrou para o Rio de Janeiro aos 17 anos\, já com o desejo de estudar arquitetura. Mas foi na escultura que encontrou a linguagem para se comunicar com o mundo: “A escultura\, para mim\, é uma paixão\, um modo de fazer poesia através do objeto. Seria impossível não fazer algo que grita dentro de mim”\, declara o artista\, que se diz um carioca nascido em Portugal. \nAos 83 anos\, ele mantém a energia que o leva diariamente ao ateliê\, dando continuidade a uma produção vigorosa que teve início nos anos 1960. A exposição permite um olhar retrospectivo sobre as seis décadas de percurso artístico de Ascânio\, orientando-se pela evolução dos materiais e técnicas utilizados. Ele\, no entanto\, rejeita o termo “retrospectiva”: “Para mim\, esse conceito se aplica quando o artista já encerrou a sua obra”.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Sonhos - História\, Ciência e Utopia" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Vista da exposição “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” no Museu do Amanhã – Divulgação\n\n\n\n\nO misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas será o tema da mais nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro\, curador do próprio Museu\, “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” estreia em 18 de dezembro e marca o início de uma programação comemorativa diversa para os dez anos da instituição\, a serem completados em dezembro de 2025. \nA mostra traz a complexa teia dos sonhos\, sejam lúcidos ou lúdicos\, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; sejam os que moveram a psicanálise de Freud\, inspiram a vida e a arte; ou os que dependem do descanso para trazerem saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais e as utopias futuras. Baseada em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho”\, Sidarta – ao lado de Scarano – idealizou uma experiência táctil\, científica e artística a ser proposta ao visitante por meio de recursos interativos\, imagéticos e sensoriais. \nJá Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã\, que aborda diversas formas de inteligências para conceber futuros prováveis\, e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição\, mas também como uma potência criativa de possibilidades que\, em última instância\, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra “inteligência” abriga”\, e Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie – e tantas outras por nós ameaçadas – vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso\, amoroso e – por que não? – delicioso de viver”. Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla\, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade\, ciência\, psicanálise\, arte\, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento. \nA mostra se inicia com a instalação “Labirinto – Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto\, com ilustrações\, texto e jogos de luz e sombra\, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão\, criação e aprendizado. Em seguida\, em “Meditação – Sonhar-criar”\, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa\, o local é revestido com materiais naturais\, e conta com redes\, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades. \nEm parceria com o Museu de Imagens do Inconsciente\, a exposição faz uma homenagem ao trabalho iniciado pela Dra. Nise da Silveira\, que entende a arte como reveladora das riquezas do inconsciente e como uma potente contribuição na luta contra os estigmas associados aos portadores de transtornos psíquicos. Um conjunto de 18 obras de artistas emblemáticos que passaram pela instituição\, como Adelina Gomes\, Carlos Pertuis\, Emygio de Barros e Fernando Diniz\, serão exibidas para representar o que podemos acessar através dos sonhos. \nNa seção interativa “O Sono é a Cama do Sonho”\, pode-se experimentar o ciclo do sono – o que acontece conosco em cada uma de suas fases por meio de jogos\, instalações e um painel gráfico. Já no último setor\, “Utopias”\, obras interativas se utilizam de recursos como inteligência artificial generativa e produção de vídeos; e\, encerrando o percurso\, o visitante é convidado à imersão na ‘Galeria de sonhos e de grandes sonhadores’\, uma homenagem a sonhadores de nossa história como Bertha Lutz\, Cacique Raoni\, Chico Mendes\, Darcy Ribeiro\, Dona Ivone Lara\, Lélia Gonzalez\, Lynn Margulis\, Martin Luther King\, Nise da Silveira\, Paulo Freire\, Pepe Mujica e Yoko Ono. \n“O Museu do Amanhã completa agora nove anos\, e é bastante emblemático começar as celebrações e a contagem regressiva para os dez anos com uma exposição que fala de sonhos. Só estamos aqui hoje porque partimos de uma primeira fagulha\, que foi o sonhar. Antes do Museu existir\, houve o sonho\, e ainda não há como pensarmos no amanhã de outra maneira senão essa”\, celebra Cristiano Vasconcelos\, novo diretor-executivo do Museu do Amanhã. \nOs ingressos estão disponíveis no local e no site oficial do Museu do Amanhã\, que funciona de terça a domingo\, das 10 às 18h\, com última entrada para visitação às 17h. Às terças-feiras\, a entrada é gratuita para todos os visitantes.
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SUMMARY:"Solfejo" de Felippe Moraes na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Felippe Moraes\, “Quero viver no carnaval”\, 2021 – Divulgação\n\n\n\n\nObras que emitem som através da interação do visitante\, peças com luz de néon e backlight\, fotografias de ondas sonoras e concertos com representações das músicas dos planetas são algumas das experiências propostas pela exposição “Solfejo”\, do artista carioca Felippe Moraes\, com texto curatorial assinado por Victor Gorgulho\, que vai ocupar a Caixa Cultural RJ: tanto a Unidade Passeio como o Teatro Nelson Rodrigues. A mostra fica em cartaz de 14 de janeiro a 30 de março\, com entrada gratuita. \nNesta que é a maior mostra de sua carreira\, Moraes apresenta cerca de 50 trabalhos criados ao longo dos últimos 15 anos. A mostra estreou em 2019\, em São Paulo\, quando alcançou um público de cerca de 25 mil pessoas. Cinco anos depois\, ela chega ao Rio revista\, ampliada e transformada para falar da cidade natal do artista\, que nasceu na Zona Norte. \n“Sou um artista carioca e suburbano\, profundamente interessado pelo samba e pelo Carnaval. A música é constitutiva tanto da minha identidade\, quanto da do Rio de Janeiro\, que se reinventa todos os fevereiros pelas canções que canta e brinca. Pensando nisso\, o convite para realizar uma exposição nos arredores da Lapa e da Cinelândia durante o verão me compeliu a atualizar a mostra para falar sobre essa cidade que se assenta sobre tambores. Refletirsobre as músicas que ela compõe e como ela é capaz de constituir territórios. Foram criados novos trabalhos especialmente para esse momento e colocados em diálogo com outros de mais de uma década atrás. Eles formam um recorte importante da minha obra\, partindo de músicas que encontramos nas encruzilhadas\, terreiros e rodas de samba\, e que por fim nos falam sobre o cosmos e nosso lugar no universo.” \nA exposição conta com “Composição Aleatória #2”\, um conjunto de três gangorras\, com quatro sinos acoplados a cada uma delas. Nessa obra\, Felippe convida o público a se balançar nas estruturas\, acionando assim os 12 sinos e produzindo uma composição sonora aleatória e que nunca se repete. Para a temporada carioca\, Felippe se inspirou ainda mais no universo do samba. Transformou o piano do foyer da Caixa numa obra de arte\, com um néon interno que diz “Madeira Quando Morre Canta”\, trecho de “Minha Missão” composta por João Nogueira. Também resgatou três pedras do chão dos locais onde as escolas de samba desfilaram ao longo do século XX – Av. Presidente Vargas\, Av. Rio Branco e Av. Marquês de Sapucaí – e as repousou um suportes de mármore gravados com a letra de Chico Buarque: Aqui passaram sambas imortais\, Aqui sangraram pelos nossos pés\, Aqui sambaram nossos ancestrais. E por último\, integrou à exposição um néon vermelho suspenso com a frase “Como Será o Amanhã”\, samba-enredo da União da Ilha de 1978. “O néon é contemporâneo do samba e são constitutivos da ideia da cidade moderna brasileira”\, contextualiza o artista. \nDo interesse de Felippe pelos movimentos cósmicos\, Solfejo apresenta “Harmonices Mundi”\, vídeo produzido em 2017\, no Irã\, que exibe seis instrumentistas tocando uma composição Johannes Kepler\, de 1619\, para os planetas\, revelando seus movimentos\, tempos e narrativas. \nPartindo desse princípio\, o artista desenvolveu\, em 2023\, “Solaris Discotecum”\, uma pista de dança que simula a dança dos corpos celestes. “Um globo de espelho pende do teto\, fazendo as vezes do sol\, e uma pequena esfera de chumbo circula ao seu redor\, fazendo as vezes da Terra\, na escala exata”\, descreve Felippe. Ao redor\, estão suspensos 12 desenhados com a forma das constelações do zodíaco. “É um convite a dançar em meio às estrelas”\, completa. \nEm uma das Galerias está “Samba Exaltação”\, um panorama da produção de Moraes sobre o samba e o carnaval. A série\, que começou como intervenções públicas em São Paulo no ano de 2021\, apresenta fotografias em backlight e letreiros comdizeres tradicionais do cancioneiro brasileiro como “Não deixe o samba morrer” e “Canta forte\, canta alto”. A obra “apela à memória afetiva das músicas para que o público possa ouvir as canções mentalmente”\, sugere o artista.
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SUMMARY:"Formas das águas" no MAM Rio
DESCRIPTION:Vista da obra de Sandra Cinto na exposição “Formas das águas” – Divulgação \nEm um tempo em que a consciência da emergência climática nos obriga a reconsiderar a relação com nosso entorno e seus processos\, a exposição Formas das águas pensa histórica\, poética e especulativamente a partir da Baía de Guanabara e suas águas\, lugar em que estamos e que dá contorno ao que somos enquanto museu e cidade. A baía aparece como origem e contexto; a água\, como metáfora; seus fluxos\, como métodos. \nObras de 14 artistas de diferentes gerações e locais apresentam imagens\, narrativas\, experiências e acontecimentos que tiveram lugar nesta baía e definiram nossa história. Assim propõem reflexões sobre modos possíveis de estar e circular pelos cursos do passado e do presente\, e nos fazem sentir em movimento. O espaço expositivo\, atravessado por plataformas de passagem e pontos de observação\, mostra caminhos que separam as obras ao mesmo tempo que as conectam. \nOs trabalhos\, em diálogo uns com os outros\, mostram que\, para entender a nossa conjuntura\, precisamos pensar em conexão. Imaginar cenários de vida viáveis demanda não só encontrar equilíbrios em relação ao mundo e aos seres que o formam\, mas também entender as questões e os diversos percursos que nos trouxeram até aqui. E\, para isso\, seguimos as sensações\, ideias\, movimentos e vidas que as formas das águas revelam. \nCuradoria Pablo Lafuente e Raquel Barreto.
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SUMMARY:"Horizonte Cerrado: Viver no Centro do Mapa" no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:Fábio Baroli\, O padre quer por ocê bento. Foto: Ding Musa\n\n\n\n\nO Bioma Cerrado é o segundo maior da América do Sul. As modernas capitais dos estados abarcados pelo bioma vão tendo que se haver com a potência da ancestralidade em seus entornos. Cada vez mais\, os habitantes desses centros\, e em especial aqueles cujo matéria prima do trabalho é a poética\, lançam mão da natureza e da cultura ao redor\, um redescobrimento que deixa sua marca na produção artística e na ação política de declarar suas especificidades em relação a outras regiões. E suas semelhanças. \nA proposta desta mostra é estudar\, dentro da Coleção Sérgio Carvalho\, os indícios de tal hipótese. Sérgio é um colecionador de arte contemporânea brasileira\, com um acervo que contempla todas as regiões do Brasil. Mas\, talvez por viver em Brasília\, tenha um documento dos mais interessantes da produção artística – do final do século passado e das duas primeiras décadas deste em que vivemos –\, no centro do país. \nCom obras que abrangem as últimas décadas do século XX e as duas primeiras deste século\, Horizonte Cerrado reflete a potência artística de uma região que\, embora geograficamente central\, é culturalmente excêntrica. Ao reunir produções dos estados do Centro-Oeste (Goiás\, Mato Grosso\, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e regiões limítrofes de Minas Gerais e Bahia\, é possível traçar um mapeamento cultural que transcende fronteiras geopolíticas. O Cerrado\, enquanto espaço físico e simbólico\, influencia não apenas os que nasceram ali\, mas também aqueles que\, por escolha ou destino\, passaram a habitá-lo\, reinterpretando sua força e beleza em diversas linguagens artísticas.
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SUMMARY:"Inatividade Contemplativa" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Obra de Thiago Rocha Pitta – Divulgação \n\nA Anita Schwartz abre o seu calendário de exposições 2025 com a 5ª edição do projeto GAS\, na próxima quarta-feira (29)\, das 19h às 21h\, apresentando a coletiva “Inatividade Contemplativa”\, com a participação de 13 artistas\, entre representados e convidados. São eles: Adriana Vignoli\, Bruna Snaiderman\, Claudia Jaguaribe\, Fernando Lindote\, Gabriela Machado\, Lenora de Barros\, Luiz Eduardo Rayol\, Maria Baigur\, Maritza Caneca\, Nathalie Ventura\, Rosana Palazyan\, Thiago Rocha Pitta\, Tiago Mestre. \nCom curadoria de Cecília Forte\, a mostra reverencia a pausa\, o respiro e a fruição do tempo livre como um momento de repouso sagrado que reúne em si intensidade vital. Inspirada no livro “Vita contemplativa: ou sobre a inatividade”\, do filósofo sul-coreano radicado na Alemanha\, Byung-Chul Han\, “Inatividade Contemplativa” é um convite à suspensão do tempo\, uma afirmação do elemento contemplativo. \nArtistas participantes: ​Adriana Vignoli\, Bruna Snaiderman\, Claudia Jaguaribe\, Fernando Lindote\, Gabriela Machado\, Lenora de Barros\, Luiz Eduardo Rayol\, Maria Baigur\, Maritza Caneca\, Nathalie Ventura\, Rosana Palazyan\, Thiago Rocha Pitta\, Tiago Mestre.
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SUMMARY:"Tudo é sonho / improviso impermutável e a impossibilidade de ser" de Manuela Navas no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Manuela Navas – Divulgação \nA exposição “Tudo é sonho / improviso impermutável e a impossibilidade de ser”\, com curadoria de Carolina Rodrigues e direção artística de Carla Oliveira\, trará duas séries\, sendo essas “Black to the Future” e “A impossibilidade de ser”\, com pinturas e desenhos\, frutos dos últimos anos de pesquisa. Em que o fio condutor das duas séries seria o entender-se aqui e um pensar no que a precedeu para que a mesma pudesse chegar ao momento agora. Criando assim uma autoficção imagética que abordará a forma que Manuela vê e sente o mundo\, entre o peso e a leveza que é existir.
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SUMMARY:"Rio de Janeiro: XIX – XXI" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:PV Dias\, “Botar fogo”\, da série Disse-me-disse\, 2024 – Divulgação \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir de  08 de fevereiro\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Rio de Janeiro: XIX – XXI’\, com curadoria de Janaina Damaceno\, Ana Paula Rocha e Paulo de Freitas Costa. Idealizada pela Casa Museu Ema Klabin em 2024\, a mostra chega ao Rio para fomentar ainda mais o questionamento sobre a representação da cidade no século XIX. \nNa exposição\, são apresentadas gravuras do álbum “Souvenirs de Rio de Janeiro”\, de Jacob Steinmann. A obra do artista suíço é considerada como uma das mais importantes representações do século XIX no Brasil. Ao aliar o aspecto técnico e artístico\, o álbum obteve grande reverberação nacional e internacional\, e\, consequentemente se materializou como um objeto de desejo de diversos colecionadores\, como o caso da irmã de Eva\, Ema Klabin\, que adquiriu em 1983 o exemplar que faz parte da exposição. \nEm uma versão de Brasil que ecoa até os dias atuais na maneira a qual o mundo o imagina\, o álbum de Steinmann também é capaz de fomentar um debate sobre as formas de representação construídas\, principalmente no que tange a desconsideração das tensões na construção da sociedade brasileira\, pautada na escravização e sucateamento da vida de povos africanos e indígenas. Estas obras são reinterpretadas por PV Dias\, que nos convida a “ouvir as imagens” através da série ‘Disse-me-disse’. Com a ideia do cochicho como uma ferramenta de recusa à condição indigna da escravidão\, o artista sobrepõe personagens à esses cenários aparentemente passivos\, investiga os sons da resistência e os aspectos visuais da inconformidade em relação ao cotidiano real que a paisagem também traz consigo. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n“O suposto silêncio dessas paisagens\, que retratam o estado do Rio de Janeiro\, é rompido pela multitemporalidade do chiar dos cochichos e escutas que transitam\, levando e revelando segredos\, entre os séculos XIX e XXI. A sonoridade e a gestualidade do cochicho quebram o pacto de uma aparente passividade de pessoas que no século XIX eram sujeitadas à escravidão\, revelando-o como uma das tecnologias de sobrevivência e de (con)fabulação que permitiu que chegássemos vivos até aqui.” \n\n\nJanaína Damaceno\nCuradora
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LOCATION:Casa Museu Eva Klabin\, Av. Epitácio Pessoa\, 2480 - Lagoa\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Entre o mar\, o rio e a pedra" de Marcelo Silveira na Nara Roesler
DESCRIPTION:Marcelo Silveira\, “Bolofote II”\, 2023-2024. Crédito: Robson Lemos \nNara Roesler Rio de Janeiro apresenta\, no dia 11 de fevereiro de 2025\, às 18h\, a exposição “Entre o mar\, o rio e a pedra”\, com obras do artista pernambucano Marcelo Silveira\, em sua primeira individual na cidade. \nOs trabalhos de Marcelo Silveira vão ocupar o térreo e a parede de pé direito duplo abaixo da claraboia da Nara Roesler Rio de Janeiro\, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer mais amplamente a produção do artista. Ao longo de 40 anos de trajetória\, ele se consolidou como um dos grandes nomes da cena contemporânea. No dia da abertura\, às 19h\, haverá uma visita guiada à exposição com Marcelo Silveira e Daniela Name\, autora do texto crítico. \nAs 17 obras que compõem a individual foram selecionadas pelo artista em conjunto com o núcleo curatorial da Nara Roesler\, destacando seu processo de trabalho e pesquisa. A ideia de coleção e o fazer elaborado são centrais na exposição\, evidenciados pelo uso de materiais como madeiras\, revistas e fios de crina de cavalo. \nA mostra apresenta duas obras inéditas da série “Bolofotes” (2023 e 2024) – termo nordestino para algo disforme\, “quase como se colocasse três ovos em uma meia e que vai se configurando a cada movimentação”\, explica o artista. Ele descreve seu processo como uma organização do espaço em construção contínua\, na qual a madeira passa por sucessivos desgastes e acréscimos\, ampliando sua prática de coleção. \nJá na série “Sementes” (2024)\, composta por três obras\, pequenos volumes de madeira cajacatinga se assemelham a sementes agrupadas em um único conjunto. “É fruto de experimentos com sobras de madeira. A primeira semente veio da junção de coisas esquecidas\, a segunda ganhou um acréscimo\, e a terceira foi feita do zero. Dá um trabalho infernal fazer”\, brinca o artista. “A semente é a origem\, é quem responde pela multiplicação da espécie. Voltar à origem é um processo recorrente no meu trabalho\, seja na tela\, seja nas pesquisas sobre as sementes da madeira que uso há anos. Quero que essas árvores voltem a existir\, que eu possa encontrá-las com mais frequência.” \nA madeira cajacatinga (Lamanonia speciosa)\, utilizada por Marcelo Silveira em suas esculturas\, foi historicamente empregada na construção de engenhos de açúcar no sul de Pernambuco por sua resistência à água. Com o tempo\, os engenhos deram lugar a pastos\, restando apenas tocos parcialmente carbonizados\, provavelmente devido à prática de queimadas nos antigos canaviais. Foi assim que o artista entrou em contato com o material. \n“Peguei um desses tocos\, desbastei e vi que a madeira estava totalmente boa. Elas sobraram na região porque ninguém levava para queimar em casa. Elas estavam me esperando… É um trabalho de prospecção e arqueologia\, porque onde tem um toco\, tem raiz\, que às vezes é imensa e\, em alguns casos\, foi absorvida pelo solo e virou material orgânico.”
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SUMMARY:"Grafismo Emergente" de Tirry Pataxó na EAV Parque Lage
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Tirry Pataxó \nA Escola de Artes Visuais do Parque Lage apresenta a exposição Grafismo Emergente\, do artista Tirry Pataxó\, ex-aluno da instituição. A mostra\, com curadoria de Adriana Nakamuta\, será inaugurada no dia 13 de fevereiro de 2025\, às 19h\, e ficará em exibição até o dia 13 de abril de 2025\, na Capelinha da EAV Parque Lage. \nNascido no Rio de Janeiro e pertencente ao povo indígena Pataxó\, Tirry Pataxó desenvolve\, há anos\, uma produção artística que traduz sua relação profunda com a natureza e suas geometrias\, sempre conectando o simbolismo de sua ancestralidade à sua prática criativa. Em Grafismo Emergente\, o artista apresenta uma seleção inédita de obras\, que refletem sua pesquisa visual e sensibilidade ao abordar os grafismos e as formas geométricas de seu povo. Suas pinturas\, em tamanhos variados\, oferecem novas perspectivas sobre a vida e a natureza\, criando uma ponte entre memória ancestral e expressão contemporânea. \nA exposição propõe uma imersão interpretativa para todos que visitam o Parque Lage\, convidando o público a olhar para os grafismos de Tirry Pataxó como um convite ao respeito\, à reflexão e à reverência aos povos indígenas e suas práticas artísticas. Ao explorar planos\, pontos\, linhas e cores\, suas obras revelam uma linguagem emergente que chama a atenção para o posicionamento cultural e político dos artistas indígenas\, ampliando os horizontes sobre a arte e a identidade no Brasil. \nA exposição faz parte do Plano Anual de Atividades da Escola de Artes Visuais do Parque Lage por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
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SUMMARY:"Arte Subdesenvolvida" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Obra “Sonhos de Refrigerador”\, de Randolpho Lamonier no CCBB BH. Foto: Diego Bresani \nEntre os dias 19 de fevereiro e 05 de maio\, o CCBB Rio recebe a exposição “Arte Subdesenvolvida”\, que propõe uma reflexão sobre a produção artística brasileira entre meados da década de 1930 e início de 1980\, a partir de seu embate com a ideia de subdesenvolvimento\, que seria tanto uma condição para aqueles que viviam no Brasil como algo a ser superado a partir de suas contradições.   \nA mostra tem como eixo a problematização da ideia de subdesenvolvimento. Sobretudo após a Segunda Guerra Mundial\, países econômica e socialmente vulneráveis passaram a ser denominados “subdesenvolvidos”. No Brasil\, artistas e intelectuais reagiram a esse conceito. Parte do que produziram nessa época está presente na exposição. O conceito durou cinco décadas até ser substituído por outros\, entre os quais países emergentes ou em desenvolvimento. \nArticulando trabalhos de mais de 20 artistas\, incluindo documentos históricos\, fotografias e escritos\, a mostra incorpora manifestações também nos campos da literatura\, cinema\, teatro e da educação\, com obras que adensam a pluralidade artística brasileira\, tensionando a relação entre a arte vibrante presente nas paredes e a escassez de recursos e de urbanidade\, dos litorais ao interior.  \n“Arte Subdesenvolvida” tem curadoria de Moacir dos Anjos e conta com trabalhos de artistas como Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Cildo Meireles\, Daniel Santiago\, Hélio Oiticica\, Carolina Maria de Jesus\, Elza Soares\, Ferreira Gullar\, José Claudio\, Graciliano Ramos\, Henfil\, Luís Sacilotto\, Obaluayê\, Paulo Bruscky\, Paulo Freire\, Rachel de Queiroz\, Glauber Rocha\, Solano Trindade\, Randolpho Lamounier\, dentre outros.   \nCuradoria: Moacir dos Anjos
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SUMMARY:“Ensaio sobre a Beleza" na Galeria Movimento
DESCRIPTION:Rodrigo Martins\, “Buraco”\, 2024 – Divulgação / Galeria Movimento\n\n\n\n\n\nA partir da premissa que deve guiar os trabalhos da Galeria Movimento no ano de 2025\, Bruno Miguel\, artista e curador\, a convite da direção\, decidiu trazer aquilo que antecede o que se vê: o início do raciocínio que constrói uma exposição\, suas fragilidades\, e a pertinência do seu discurso. Parte da subjetividade\, da memória e do indivíduo para alcançar a multiplicidade do que pode ser o belo. Em um momento que exige introspecção\, retomar nossa independência criativa é fundamental para a construção de uma coletividade fortalecida\, através de uma rede formada por diversas individualidades. \nEntre convidados e representados pela galeria\, a exposição conta com trabalhos dos artistas Alberto Saraiva\, Alfredo Volpi\, Carolina Ponte\, Candido Portinari\, Edu Monteiro\, Jan Kaláb\, Pedro Carneiro\, Rodrigo Martins\, Toz e Yoko Nishio. \nA exposição Ensaio sobre a Beleza propõe um reencontro com o eu ao encorajar um contato íntimo com nossas crenças e repertório\, em busca da nossa própria autenticidade e reinvenção.
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SUMMARY:ABRE ALAS 20 na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Amorí\, “Pedaços do céu”\, 2024 – Divulgação / A Gentil Carioca \nNo dia 22 de fevereiro\, a partir das 18h\, A Gentil Carioca abre suas portas para a 20ª edição do ABRE ALAS\, uma exposição que há duas décadas marca o início do calendário artístico do espaço no Rio de Janeiro. Criado como uma plataforma para dar visibilidade a novas vozes da arte contemporânea\, o projeto mantém sua vocação experimental ao reunir artistas do Brasil e do exterior\, selecionados por meio de uma chamada aberta e um comitê curatorial. \nEste ano\, a curadoria fica a cargo de Ana Carolina Ralston\, Bianca Bernardo\, Catarina Duncan\, Thayná Trindade e Georgiana Rothier\, responsáveis por selecionar 34 artistas entre 607 portfólios enviados. O resultado é uma exposição diversa\, que reflete diferentes contextos e linguagens da arte contemporânea\, promovendo um diálogo dinâmico entre materiais\, técnicas e discursos. \nEntre os artistas participantes desta edição estão Almeida da Silva\, Amori\, ANTi\, Asmahen Jaloul\, Badu\, Blecaute\, Bruno de Souza\, Carolina Marostica\, Cecilia Avati\, Dandara Catete\, Helena Rodrigues\, João Machado\, Ju Morais\, Lucas Ururahy\, Lui Trindade\, Ma Konder\, Matheus de Simone\, Mayra Sergio\, Mônica Barbosa\, Naia Ceschin\, Natalia Quinderé\, Perola Santos\, Rainha F\, Shay Marias\, Sophia Pinheiro\, Stefanie Queiroz\, Tayná Uraz\, Thais Basilio\, Thais Borducchi\, Thaís Muniz\, Trompaz\, Vix Palhano\, Waleff Dias e Washington da Selva.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, 17 Rua Gonçalves Lédo Centro\, Rido de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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