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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"Brígida Baltar: pontuações" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Autorretrato com tecido favo. Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\nPoder capturar o impalpável\, perseguir o intangível\, subverter o óbvio\, essas eram formas da artista carioca Brígida Baltar (1959-2022) ocupar espaços inesperados\, reunindo em sua obra elementos do corpo\, da natureza\, das paisagens e da própria moradia. A exposição “Brígida Baltar: pontuações”\, elaborada especialmente para o Museu de Arte do Rio\, inaugura no dia 20 de setembro e reúne cerca de 200 obras\, cerca de 50 inéditas\, produzidas por quase três décadas de atuação. Esta é a maior exposição institucional dedicada à artista e é realizada em parceria com o Instituto Brígida Baltar e a Galeria Nara Roesler. A mostra conta com curadoria de Marcelo Campos\, Amanda Bonan e equipe MAR além do curador convidado Jocelino Pessoa.  \nSeis obras de Brígida Baltar que fazem parte do acervo do Museu de Arte do Rio estarão na mostra que apresenta fotografias\, vídeos\, instalações\, esculturas e memórias textuais da artista. “É a primeira exposição póstuma a reunir esse conjunto tão significativo de obras. A exposição tem esse nome: pontuações\, porque ela parte dos escritos da Brígida. Ela tinha uma consciência muito grande de que era preciso organizar as obras\, ela gostava muito de conversar sobre isso\, então\, num dos momentos ela passou a anotar tudo\, ela foi dizendo como ela queria as escalas de impressão\, quais obras deveriam ser refeitas e quais não. Muitas frases e reflexões da artista sobre as obras acompanham toda a exposição. Brígida foi uma artista de muito destaque no Brasil\, uma artista como personagem de suas próprias fabulações\, ela foi muito importante para a fotoperformance\, videoperformance\, ela influenciou muita gente em muitos lugares do país”\, afirma o curador Marcelo Campos. \nDividida em duas salas\, a exposição apresenta as séries produzidas por Brígida: no primeiro espaço são exibidas as suas relações com a casa e a família\, já na segunda sala são apresentadas as fabulações da artista. Toda a exposição foi concebida\, produzida e montada com profissionais que tiveram vínculos com Brígida. “Esta é uma das mais importantes exposições de Brígida Baltar: além do inédito número de obras reunidas\, celebra o seu legado para a arte e convida o público a adentrar na sua vasta reflexão poética. Ao longo dos seus mais de 30 anos de carreira\, ela elaborou imagens afetivas que aproximam a arte contemporânea do público. O pensamento da mostra possui uma forte influência da artista\, que ao longo dos últimos anos dedicou-se a organizar a sua memória em cadernos e documentos e realizou encontros para iniciar o seu Instituto. Pontuações expressa toda precisão registrada por Brígida ao passo que oferece ao público as suas memórias familiares e de infância e os personagens das fábulas de suas obras e filmes”\, destaca Jocelino Pessoa\, curador da mostra. \nBrígida foi uma artista que fundou universos de encantamento e fantasia\, habitados por seres imaginários e objetos triviais do dia a dia que ganharam outros sentidos\, flertando com o surreal. Uma mulher que desde os anos 1990 protagonizou parte da produção contemporânea em exibições nacionais e internacionais.  O público que percorrer a exposição vai literalmente entrar no universo de Brígida Baltar. “É uma exposição como se a gente tivesse caído num livro de fábulas\, e ao mesmo tempo vemos uma capacidade imensa\, uma competência imensa da artista\, em tornar um elemento\, uma ideia em uma obra\, o que é muito raro. No caso de Brígida\, ela escolhia os materiais\, que ganhavam uma vida\, uma história\, uma narrativa\, e que se vinculavam a questões muito próximas a ela ou as pesquisas que ela desenvolvia. Brígida entendia os mecanismos para chegar na beleza.. É uma exposição muito rara em torno da produção de uma artista\, é a primeira vez que a gente teve mais acesso em um acervo\, com peças inéditas\, inclusive com um novo filme que será exibido”\, revela o curador Marcelo Campos.  \nNa ocasião da abertura da exposição haverá gratuitamente\, às 17 horas\, a apresentação Orquestra Sinfônica Brasileira + Agência do Bem (Projetos patrocinados por Machado Meyer Advogados).
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SUMMARY:"Guanabara\, o abraço do mar" na FGV Arte
DESCRIPTION:Glauco Rodrigues\, “Icaro”\, 1985. Via artsy.net\n\n\n\n\nA FGV Arte\, com apoio da Águas do Rio\, inaugura sua quarta exposição intitulada Guanabara\, o abraço do mar\, com curadoria de Paulo Herkenhoff\, Luiz Alberto Oliveira e Marcus Monteiro. A abertura\, marcada para o dia 15 de outubro\, a partir das 19h\, na Praia de Botafogo\, 190\, contará com apresentações artísticas e a presença de importantes nomes do segmento. O acesso à galeria é gratuito e a mostra fica em exibição até 27 de fevereiro de 2025. \nPróxima aos principais monumentos culturais do Rio de Janeiro e de frente para a Baía\, a galeria\, que é um espaço voltado à valorização e a à experimentação artística\, traz nessa nova coletiva os diversos aspectos ecológicos\, culturais e sociais de um dos importantes cartões-postais da cidade carioca e do Brasil. \nSegundo Paulo Herkenhoff\, a Baía da Guanabara é uma região construída pelo trabalho e arte – como expressão simbólica -\, e é uma paisagem ímpar\, com habitantes muito especiais. “Guanabara\, o abraço do mar é sobre um lugar que reconhecemos que tem muitas dimensões\, é onde as primeiras sociedades\, os povos originários\, moraram. A mostra vai expor não somente o aspecto cultural e as paisagens\, mas\, também\, os fatos interessantes que ocorreram nesse processo”\, esclarece o curador. \nO principal conceito de Guanabara\, o abraço do mar é exibir a ampla variedade de visões e práticas artísticas\, correspondentes à extraordinária diversidade natural da Baía e do bioma que a constitui – a Mata Atlântica -\, e também a variada e peculiar coleção de histórias que as populações vivenciaram em suas épocas. Segundo Herkenhoff\, “a mostra contará com itens surpreendentes que vão explorar todas as facetas do Rio de Janeiro”. \nA exibição conta com itens históricos\, como as cerca de 40 obras da coleção Fadel; uma pintura em óleo sobre tela de linho\, de Tarsila do Amaral; o projeto em papel do Parque do Flamengo\, de Burle Marx; a vista da Barra tomada de Santa Teresa\, de Charles Decimus Barraud; e o projeto original do Brigadeiro Jacques Funck para fortificar a cidade do Rio de Janeiro. \nPara Marcus Monteiro\, a exposição representa a Baía por completo: “A mostra vai despertar um enorme interesse no público de conhecer um pouco mais\, não só a história\, mas o que a Baía representa desde a pré-história até a atualidade. Nós separamos peças que\, de alguma maneira\, vão retratar e induzir as pessoas a refletirem sobre a importância da Baía da Guanabara através do tempo”. \nA parceria das duas instituições construiu essa exposição que retrata a Baía desde o período histórico\, aos marcos\, e até os atuais impactos ao meio ambiente. Enquanto a Fundação Getulio Vargas é comprometida com desenvolvimento social e econômico do país\, a Águas do Rio participa ativamente das agendas ambientais em prol de uma sociedade mais sustentável e consciente.
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SUMMARY:"José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:Obra de José Bezerra. Imagem: Divulgação\n\n\n\n\nOs jardins do Museu do Pontal vão se transformar em parque de esculturas com a inauguração\, no dia 9 de novembro\, da exposição José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau. A mostra reúne nove obras de madeira de grandes proporções – algumas chegam a ter mais de 3 metros de altura –\, criadas pelo genial artista pernambucano\, convidado especial do evento\, e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra\, Dário Bezerra e Luiz Benício. A abertura marca ainda o lançamento do documentário José Bezerra\, Artista\, e terá show do cantor e compositor Siba\, um apaixonado por cultura popular. \n– O Vale do Catimbau\, um dos principais sítios arqueológicos do Brasil\, fornece matéria-prima e inspiração para a produção artística de José Bezerra. Ele costuma dizer que foi num sonho que entendeu que deveria dedicar-se a transformar galhos retorcidos de árvores mortas e caídas em animais e seres imaginários tão intrigantes e enigmáticos quanto belos\, dando-lhes uma nova oportunidade de vida. A cor original da madeira\, que recebe o mínimo de intervenções de facão\, serrote e formão\, confere a suas esculturas uma expressividade singular\, em formas que parecem não se esforçar para surgir de dentro da matéria natural – observa Lucas Van de Beuque\, curador da mostra ao lado da antropóloga Angela Mascelani e um dos diretores do filme. \nJosé Bezerra nasceu em Buíque\, uma das três cidades do Vale do Catimbau\, em 1952. Escultor\, poeta e músico autodidata\, é pioneiro no trabalho em madeira na região e formador de diversos discípulos\, entre eles os três artistas que também participam da mostra. Seu trabalho ultrapassou fronteiras e ganhou exposições e reconhecimento. Além do Museu do Pontal\, suas obras integram coleções ou foram expostas em instituições como Museu de Arte Moderna de São Paulo\, Pinacoteca do Estado de São Paulo\, Museu de Arte Moderna do Rio\, Museu de Arte do Rio e Fondation Cartier Pour I’art contemporain\, na França. \n– Tanto a exposição quanto o documentário são resultado do programa de pesquisas que o Museu do Pontal desenvolve há 20 anos\, indo a campo para registrar e dar visibilidade aos artistas das camadas populares do Brasil. Os artistas do Vale do Catimbau\, especialmente o genial José Bezerra\, foram objeto de pesquisa nos últimos anos. Toda as obras selecionadas para a exposição passam a integrar o acervo do Museu e ficarão expostas até junho de 2025 – conta Angela Mascelani. \nA genialidade de Bezerra e sua relação simbiótica com o Catimbau estão registradas no curta documental José Bezerra\, Artista. Dirigido por Lucas Van de Beuque e Karen Black\, o filme terá sua primeira sessão pública no evento. Logo depois\, o multiartista mostrará seu lado musical acompanhado do Trio Pernambucano. \n– Buscamos fazer o filme que o artista gostaria de fazer. Não há críticos ou especialistas em arte falando\, é o próprio José Bezerra quem imagina\, orienta e narra como seria esse documentário sobre ele” afirma Karen Black.
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SUMMARY:"Arte em breve!: O corpo professor em cena" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Vista da instalação. Crédito: Wesley Sabino\n\n\n\n\nA quarta edição do projeto MAR nas Escolas\, uma ação da Escola do Olhar\, promoveu o lançamento de uma instalação produzida por educadores de escolas públicas. Durante os dois meses de duração do projeto de residência artístico-pedagógica\, seis professores bolsistas da rede pública municipal de ensino do Rio de Janeiro desenvolveram o projeto “ARTE EM BREVE: O corpo professor em cena!” a partir das narrativas de suas vivências pessoais e profissionais em suas escolas e cotidianos\, abordando os desafios que atravessam o fazer docente e apresentando. \n O objetivo da edição deste ano é desenvolver a construção de relações e trocas pedagógicas entre a Escola do Olhar e os professores em suas comunidades escolares\, valorizando os saberes das salas de aula e inspirando as experimentações artísticas como metodologia de ensino e aprendizagem.A produção dos professores resultou em vídeo performances das experiências vividas durante a residência.  A mostra “ARTE EM BREVE: O corpo professor em cena” que ocupa o espaço de arte da biblioteca do MAR\, tem entrada gratuita e fica em cartaz até 02 de março  de 2025.
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SUMMARY:"Espelhos d'água viva" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Josi\, “Dos retornos: chão de molho e imbigos”\, 2023. Cortesia da artista e Mendes Wood DM. Foto: EstudioEmObra\n\n\n\n\nCom curadoria de Bernardo Mosqueira\, Catarina Duncan e Matheus Morani\, a exposição reúne obras de 12 artistas e coletivos: Alessandro Fracta\, Carlos Alfonso\, Isabela Prado\, Jonas Van e Juno B.\, Josi\, MAHKU\, Maria Thereza Alves\, Mariana Rocha\, Maya Quilolo\, Nadia Taquary\, Podeserdesligado e Zahy Tentehar. As criações refletem as conexões entre os sistemas aquáticos e a vida humana\, promovendo umolhar para a preservação dos recursos naturais e a valorização de saberes ancestrais quilombolas\, ribeirinhos e indígenas. \nA abertura contará com a performance “Através”\, de Isabela Prado\, no dia 30 de novembro\, e uma festa em parceria com o Festival Novas Frequências\, no dia 7 de dezembro\, celebrando o aniversário do Solar dos Abacaxis\, com a participação de Podeserdesligado\, Carmem Jaci\, Lyzza\, DJ Galo Preto e Marta Supernova. \nAs obras dialogam com a espiritualidade e a simbologia das águas como entidades  vivas\, como Oxum\, propondo uma reflexão sobre a nossa responsabilidade  coletiva em cuidar do mundo aquático. A exposição é um convite para imaginar novos caminhos de coabitação entre os seres humanos e o meio  ambiente\, num momento de urgência ecológica.
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SUMMARY:"ZIMAR" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nBrincalhões\, irreverentes\, assustadores… Com suas caretas horripilantes\, abrem as apresentações dos grupos tradicionais da região da baixada maranhense\, auxiliam – ou atrapalham – na brincadeira e pregam peças no público\, tudo isso com um gingado único ao som do balançar de um chocalho. Assim é o cazumba\, uma das personagens mais emblemáticas do Bumba Meu Boi do Maranhão. \nA figura do cazumba chama atenção pelos inúmeros detalhes que compõem o seu figurino: a túnica ou bata bordada com paetês e miçangas\, ou feitas de chita; o cofo que confere o divertido rebolado e é utilizado para guardar objetos; e a careta\, com sua base de chapéu\, com cabeleira e queixo costurados\, que assusta e encanta\, e traz consigo a assinatura de quem a produz. Zimar é um destes artistas\, que imprime nas caretas um estilo próprio\, desafiando a tradição e encantando pela imaginação. \nSuas obras compõem a nova exposição itinerante do Centro Cultural Vale Maranhão\, ZIMAR\, que será aberta ao público nesta terça\, 10 de dezembro\, às 14h\, no Museu de Arte do Rio. Ao todo\, são 65 caretas de cazumba produzidas com os mais diversos materiais. Capacete\, cano de PVC\, pára-lamas de moto\, panelas de alumínio\, peças de ventilador\, escovas de dentes\, pneus de bicicletas são alguns dos artefatos usados pelo artesão na criação das peças\, que já fazem parte da fantasia de cazumba de vários grupos de Bumba Meu Boi da região da baixada maranhense. \nEusimar Meireles Gomes\, o Zimar\, é natural do município de Matinha (MA)\, e iniciou a confecção de caretas de cazumba após se machucar com uma máscara que havia comprado. Decidiu\, então\, adaptar as máscaras para o formato de seu rosto\, proporcionando mais conforto. “Podemos dividir o trabalho de Zimar em três fases: uma primeira onde trabalhou queixos e caretas bem elaboradas em madeira paparaúba; a segunda também em madeira\, mas com feições mais reduzidas; e a terceira em que reaparece utilizando diversos materiais. Ele faz parte de um conjunto de bons fazedores de caretas\, que aplicam a marca pessoal como uma assinatura de suas obras\, seja pelo reaproveitamento de aparatos corriqueiros ou na expressão das máscaras confeccionadas”\, explica Jandir Gonçalves\, pesquisador da cultura popular maranhense e que assina a curadoria da exposição juntamente com Reinilda Oliveira e Sergileide Lima. \nA exposição conta ainda com um documentário curta-metragem homônimo e inédito\, dirigido pelo cineasta Beto Matuck\, especialmente para a mostra. O filme mostra Zimar criando as caretas\, enquanto conta sobre sua história\, inspirações e aborda questões profundas como a relação entre vida e morte. “Expor um artista como Zimar é reconhecer a cultura em seu amplo sentido de origem. Ele é um grande representante dos artistas populares do Maranhão e sua obra toma dimensões universais\, quando suscita em nós sentimentos comuns ao humano\, como medo\, desejo\, surpresa\, atração e repulsa. A liberdade de criação é evidente\, bem como todo um arcabouço expressivo que se conecta às esferas da ancestralidade e do sonho”\, destaca Gabriel Gutierrez\, diretor e coordenador artístico do Centro Cultural Vale Maranhão. \nO Rio de Janeiro é a terceira cidade visitada pela exposição itinerante\, que estreou em São Luís\, no Centro Cultural Vale Maranhão\, e já passou pelo Museu Nacional da República\, em Brasília. “O Mestre Zimar é um dos artistas de raiz popular brasileira mais emblemáticos. Ele tem uma obra única\, muito expressiva\, muito envolvente. Suas caretas de cazumba\, uma das personagens mais expressivos do Bumba Meu Boi do Maranhão\, nos conectam com a identidade cultural brasileira\, uma identidade popular. Essa exposição\, que passou pelo Museu Nacional em Brasília e chega ao MAR\, no Rio de Janeiro\, reconhece a nossa cultura em toda a sua diversidade.”\, reforça Hugo Barreto\, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. \nZIMAR ficará em cartaz no Museu de Arte do Rio até o dia 7 de abril de 2025\, de terça a domingo\, das 11h às 18h. Última entrada às 17h. Terças gratuitas.
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SUMMARY:Inauguração da Galeria Itinera Arte com a exposição "Caminhos Selvagens"
DESCRIPTION:Faride Seade\, Sem título\, 2024 – Divulgação \nA Galeria Itinera Arte inaugura seu espaço no dia 13 de dezembro de 2024\, às 16h\, com a exposição coletiva Caminhos Selvagens\, na qual propõe um olhar crítico sobre o desenho\, seu papel histórico e suas dimensões simbólicas. Com curadoria de Yago Toscano\, Caminhos Selvagens reúne obras em desenhos\, pinturas e instalação\, das artistas Aline Marins\, Cláudia Costa\, Faride Seade\, Gilda Nogueira e Raquel Benjamim\, que investigam a prática do desenho no cruzamento entre arte\, memória e reflexões sobre o mundo natural. \nA mostra é resultado da conclusão do grupo de “Desenho na Arte Contemporânea”\, sob orientação de Valerio Ricci Montani\, no qual seus membros são imersos em aulas teóricas e práticas\, de modo a construírem um repertório de saber em torno do desenho e das diversas manifestações e técnicas que o constituem. \nA exposição parte de uma provocação: o que resta a ser tratado no desenho quando ultrapassamos sua dimensão técnica e prática\, já imersa no pensamento cartesiano e na lógica racionalista ocidental? O desenho\, desde a sua radicalidade centrada no pensamento\, foi o veículo através do qual se estruturaram narrativas dominantes\, da arquitetura à topografia nacional. Em Caminhos Selvagens\, o desenho é redimensionado\, não mais como uma técnica de dominação\, mas como uma prática gestual que resgata a relação com a terra\, os ritos e as partilhas que retomam as relações do mundo natural e de suas comunidades. \nA mostra propõe olhar para o desenho a partir de uma perspectiva reposicionada nos debates em arte contemporânea brasileira e em suas questões\, refletindo-o como manifestação de sua relação com o mundo ao redor e seus sujeitos. Um gesto firmado em uma rocha eleita\, como o até então mais antigo desenho conhecido\, surge como símbolo da continuidade e da partilha\, por exemplo\, a linha como enlace comunitário da semelhança de seus desiguais. \nA partir dessas questões\, os trabalhos apresentados dialogam com a ideia de que o desenho\, enquanto gesto\, é uma ferramenta para a construção de novos significados e uma revisão do imaginário coletivo. “O desenho permite observar indícios de uma ruína civilizatória quando através dele\, enquanto gesto de uma abertura incontornável\, a selva retomar dos humanos sua primazia de selvagem: um percurso de todos os começos\, mas que se distingue pela multiplicidade de seus desfechos\, refletindo as diversas perspectivas e propostas de cada uma das artistas aqui presentes”\, reflete o curador Yago Toscano. \nCaminhos Selvagens segue até 28 de fevereiro de 2025.
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LOCATION:Galeria Itinera Arte\, Av. Franklin Roosevelt\, 39\, sala 703\, Edifício Portugal – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brazil
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SUMMARY:"Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda" na Flexa Galeria
DESCRIPTION:Divulgação Flexa Galeria \nA Flexa tem o prazer de anunciar sua terceira exposição\, intitulada Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda\, com curadoria de Felipe Scovino e expografia de Daniela Thomas. A mostra examina a figura de Luiz Buarque de Hollanda (1939-1999)\, advogado e colecionador que criou\, com o sócio Paulo Bittencourt (1944-1996)\, a Galeria Luiz Buarque de Hollanda & Paulo Bittencourt\, cuja atuação se deu entre 1973 de 1978\, no Rio de Janeiro. \nAo longo de mais de 3 décadas\, Luiz Buarque de Hollanda foi nome central do colecionismo no Brasil\, além de pioneiro na colaboração com projetos de artistas que se tornariam seminais para a história da arte brasileira. Entre eles\, destacam-se nomes como Carlos Vergara\, Carlos Zilio\, Cildo Meireles\, Debret\, Glauco Rodrigues\, Iberê Camargo\, Iole de Freitas\, J. Carlos\, Mira Schendel\, Rubens Gerchman\, Sergio Camargo\, Thereza Simões e Waltercio Caldas. A programação reunia diferentes gerações\, fazendo coabitar em seu espaço vanguarda e tradição. \nReunindo cerca de 150 obras de artistas presentes na coleção e nas exposições promovidas\, a mostra se divide em 4 núcleos de interesse do colecionador-galerista. São eles: Paisagem: do encantamento à hostilidade\, Aproximações improváveis: o retrato entre o social e o libidinoso\, Corpo partido e Linguagens construtivas e desdobramentos disruptivos. \nDe acordo com Scovino\, “a presente exposição investe\, tanto curatorial quanto expograficamente\, em como Luiz adquiria\, organizava e mostrava a sua coleção. Ele se cercava daquilo que lhe dava prazer e conscientemente construía um modo muito singular de olhar para a arte brasileira. A galeria do qual foi sócio nos anos 1970 foi inovadora ao responder pela interdisciplinaridade de gerações\, mas\, acima de tudo\, na constituição de um ambiente acolhedor e próximo aos artistas. Sua imagem e memória estão ligadas ao campo do afeto e da inteligência.”. \nA amizade de Luiz com os artistas e sua paixão pela arte podem ser exemplificadas na generosidade em produzir edição de obras especiais\, como um livro de Mira Schendel – que hoje integra a coleção do MoMA em Nova York – e o disco Sal sem carne\, de Cildo Meireles\, ambos nos anos 1970. Luiz teve participação direta na edição dos exemplares do Livro-obra de Lygia Clark\, em 1984 \,e na pesquisa\, junto com Noêmia Buarque de Hollanda\, para exposição e catálogo da retrospectiva da mesma artista\, que começou em 1997 na Fundación Tàpies (Barcelona) e circulou por 5 países. \nA exposição na Flexa conta ainda com farta documentação: impressos\, cartazes\, convites\, críticas e notícias sobre as exposições. O material nos recorda como a galeria foi um local de convívio e reflexão\, que reuniu artistas\, colaboradores e público interessado em debater o cenário das artes. Lá foram realizadas não apenas exposições e performances\, como também sessões de apresentação de audiovisuais\, debates\, cursos\, entre outros. Dessa forma\, a exposição Um olhar afetivo para a arte brasileira: Luiz Buarque de Hollanda trata de lançar um olhar sobre uma figura que colaborou com a construção do meio de arte brasileiro\, colecionando\, exibindo e fomentando uma produção que\, naquele momento\, ainda não havia sido devidamente assimilada pelo incipiente mercado.
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SUMMARY:"Geometria inquieta" de Ascânio MMM na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Vista da obra de Acânio MMM no jardim. Crédito: Jaime Acioli\n\nA Casa Roberto Marinho celebra a produção de Ascânio MMM em Geometria inquieta\, exposição inédita a ser inaugurada em 14 de dezembro de 2024\, sob a curadoria de Lauro Cavalcanti. Com cerca de 100 trabalhos que percorrem a trajetória artística de seis décadas de um dos mais importantes escultores da arte brasileira\, a mostra inclui uma seleção pessoal de Ascânio\, que apresenta obras de seu acervo particular em diálogo com peças da Coleção Roberto Marinho\, estabelecendo relações plásticas entre os artistas contemporâneos que marcaram seu percurso. \n“Ascânio MMM é um artista cuja obra reúne várias influências e questões centrais na arte brasileira e latino-americana dos últimos 60 anos\, e esta exposição mapeia o percurso trilhado por ele. Sua produção mantém uma enorme coerência interna em domínios como o construtivismo\, arquitetura\, verdade dos materiais\, dialética entre projeto e execução\, tridimensionalidade e composição planar. A vontade da forma\, inabalável a modismos\, impulsionou o artista com suas peças precisas e surpreendentes\, na retomada de um ideal construtivo. Nesta rota\, o uso contínuo da geometria não lhe aboliu o acaso nem a poesia”\, analisa Cavalcanti\, diretor-executivo da Casa Roberto Marinho. \nNascido em Fão\, Portugal\, Ascânio imigrou para o Rio de Janeiro aos 17 anos\, já com o desejo de estudar arquitetura. Mas foi na escultura que encontrou a linguagem para se comunicar com o mundo: “A escultura\, para mim\, é uma paixão\, um modo de fazer poesia através do objeto. Seria impossível não fazer algo que grita dentro de mim”\, declara o artista\, que se diz um carioca nascido em Portugal. \nAos 83 anos\, ele mantém a energia que o leva diariamente ao ateliê\, dando continuidade a uma produção vigorosa que teve início nos anos 1960. A exposição permite um olhar retrospectivo sobre as seis décadas de percurso artístico de Ascânio\, orientando-se pela evolução dos materiais e técnicas utilizados. Ele\, no entanto\, rejeita o termo “retrospectiva”: “Para mim\, esse conceito se aplica quando o artista já encerrou a sua obra”.
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SUMMARY:"O dono do MAR" de Primo da Cruz no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Primo da Cruz – Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\n\n“O dono do MAR”\, é a primeira exposição individual institucional que reúne e celebra a obra do artista Primo da Cruz (1983-2020). Nas obras apresentadas na mostra\, a realidade e a imaginação convivem com crenças\, desejos e vislumbres de um jovem criado em uma favela que viveu com as complexidades resultantes do amor de uma família e do descaso do Estado. A curadoria da mostra é assinada por Alexis Zelensky\, Armando Antenore\, Clarissa Diniz\, Felipe Carnaúba e Maxwell Alexandre\, além do acompanhamento curatorial da Equipe MAR\, composta por Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos.
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SUMMARY:"Sonhos - História\, Ciência e Utopia" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Vista da exposição “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” no Museu do Amanhã – Divulgação\n\n\n\n\nO misterioso universo dos sonhos sob diferentes perspectivas será o tema da mais nova exposição do Museu do Amanhã. Selando uma inédita parceria curatorial com o neurocientista Sidarta Ribeiro\, curador do próprio Museu\, “Sonhos: História\, Ciência e Utopia” estreia em 18 de dezembro e marca o início de uma programação comemorativa diversa para os dez anos da instituição\, a serem completados em dezembro de 2025. \nA mostra traz a complexa teia dos sonhos\, sejam lúcidos ou lúdicos\, analisados por cientistas ou interpretados por esotéricos; sejam os que moveram a psicanálise de Freud\, inspiram a vida e a arte; ou os que dependem do descanso para trazerem saúde e qualidade de vida; sejam eles os sonhos dos ancestrais e as utopias futuras. Baseada em seu próprio livro “O Oráculo da Noite: A história e a Ciência do Sonho”\, Sidarta – ao lado de Scarano – idealizou uma experiência táctil\, científica e artística a ser proposta ao visitante por meio de recursos interativos\, imagéticos e sensoriais. \nJá Fabio Scarano comenta sobre a conexão entre a linha curatorial do biênio do Museu do Amanhã\, que aborda diversas formas de inteligências para conceber futuros prováveis\, e o tema da exposição: “Diferentes culturas lidam com o sonho não só como uma espécie de premonição\, mas também como uma potência criativa de possibilidades que\, em última instância\, asseguram a própria preservação e perpetuação. Isso compõe a diversidade que a palavra “inteligência” abriga”\, e Sidarta conclui: “A esperança para nossa espécie – e tantas outras por nós ameaçadas – vem de um sonho compartilhado sobre um futuro verdadeiramente respeitoso\, amoroso e – por que não? – delicioso de viver”. Esse entendimento foi fundamental para o trabalho curatorial da dupla\, que elaborou o percurso a ser atravessado pelo visitante entre ancestralidade\, ciência\, psicanálise\, arte\, utopias e uma boa oportunidade para um merecido relaxamento. \nA mostra se inicia com a instalação “Labirinto – Somos Descendentes de Sonhadores”. Simulando um labirinto\, com ilustrações\, texto e jogos de luz e sombra\, o visitante confere um panorama histórico de como os sonhos têm sido usados por diferentes povos e em diversas épocas como ferramentas de decisão\, criação e aprendizado. Em seguida\, em “Meditação – Sonhar-criar”\, há um espaço de meditação guiada pela voz de Sidarta aliada a sonoridades brasileiras. Com iluminação dinâmica e ativação olfativa\, o local é revestido com materiais naturais\, e conta com redes\, bancos e almofadas que provocam dinâmicas e atendem a diferentes necessidades. \nEm parceria com o Museu de Imagens do Inconsciente\, a exposição faz uma homenagem ao trabalho iniciado pela Dra. Nise da Silveira\, que entende a arte como reveladora das riquezas do inconsciente e como uma potente contribuição na luta contra os estigmas associados aos portadores de transtornos psíquicos. Um conjunto de 18 obras de artistas emblemáticos que passaram pela instituição\, como Adelina Gomes\, Carlos Pertuis\, Emygio de Barros e Fernando Diniz\, serão exibidas para representar o que podemos acessar através dos sonhos. \nNa seção interativa “O Sono é a Cama do Sonho”\, pode-se experimentar o ciclo do sono – o que acontece conosco em cada uma de suas fases por meio de jogos\, instalações e um painel gráfico. Já no último setor\, “Utopias”\, obras interativas se utilizam de recursos como inteligência artificial generativa e produção de vídeos; e\, encerrando o percurso\, o visitante é convidado à imersão na ‘Galeria de sonhos e de grandes sonhadores’\, uma homenagem a sonhadores de nossa história como Bertha Lutz\, Cacique Raoni\, Chico Mendes\, Darcy Ribeiro\, Dona Ivone Lara\, Lélia Gonzalez\, Lynn Margulis\, Martin Luther King\, Nise da Silveira\, Paulo Freire\, Pepe Mujica e Yoko Ono. \n“O Museu do Amanhã completa agora nove anos\, e é bastante emblemático começar as celebrações e a contagem regressiva para os dez anos com uma exposição que fala de sonhos. Só estamos aqui hoje porque partimos de uma primeira fagulha\, que foi o sonhar. Antes do Museu existir\, houve o sonho\, e ainda não há como pensarmos no amanhã de outra maneira senão essa”\, celebra Cristiano Vasconcelos\, novo diretor-executivo do Museu do Amanhã. \nOs ingressos estão disponíveis no local e no site oficial do Museu do Amanhã\, que funciona de terça a domingo\, das 10 às 18h\, com última entrada para visitação às 17h. Às terças-feiras\, a entrada é gratuita para todos os visitantes.
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SUMMARY:"Solfejo" de Felippe Moraes na CAIXA Cultural RJ
DESCRIPTION:Felippe Moraes\, “Quero viver no carnaval”\, 2021 – Divulgação\n\n\n\n\nObras que emitem som através da interação do visitante\, peças com luz de néon e backlight\, fotografias de ondas sonoras e concertos com representações das músicas dos planetas são algumas das experiências propostas pela exposição “Solfejo”\, do artista carioca Felippe Moraes\, com texto curatorial assinado por Victor Gorgulho\, que vai ocupar a Caixa Cultural RJ: tanto a Unidade Passeio como o Teatro Nelson Rodrigues. A mostra fica em cartaz de 14 de janeiro a 30 de março\, com entrada gratuita. \nNesta que é a maior mostra de sua carreira\, Moraes apresenta cerca de 50 trabalhos criados ao longo dos últimos 15 anos. A mostra estreou em 2019\, em São Paulo\, quando alcançou um público de cerca de 25 mil pessoas. Cinco anos depois\, ela chega ao Rio revista\, ampliada e transformada para falar da cidade natal do artista\, que nasceu na Zona Norte. \n“Sou um artista carioca e suburbano\, profundamente interessado pelo samba e pelo Carnaval. A música é constitutiva tanto da minha identidade\, quanto da do Rio de Janeiro\, que se reinventa todos os fevereiros pelas canções que canta e brinca. Pensando nisso\, o convite para realizar uma exposição nos arredores da Lapa e da Cinelândia durante o verão me compeliu a atualizar a mostra para falar sobre essa cidade que se assenta sobre tambores. Refletirsobre as músicas que ela compõe e como ela é capaz de constituir territórios. Foram criados novos trabalhos especialmente para esse momento e colocados em diálogo com outros de mais de uma década atrás. Eles formam um recorte importante da minha obra\, partindo de músicas que encontramos nas encruzilhadas\, terreiros e rodas de samba\, e que por fim nos falam sobre o cosmos e nosso lugar no universo.” \nA exposição conta com “Composição Aleatória #2”\, um conjunto de três gangorras\, com quatro sinos acoplados a cada uma delas. Nessa obra\, Felippe convida o público a se balançar nas estruturas\, acionando assim os 12 sinos e produzindo uma composição sonora aleatória e que nunca se repete. Para a temporada carioca\, Felippe se inspirou ainda mais no universo do samba. Transformou o piano do foyer da Caixa numa obra de arte\, com um néon interno que diz “Madeira Quando Morre Canta”\, trecho de “Minha Missão” composta por João Nogueira. Também resgatou três pedras do chão dos locais onde as escolas de samba desfilaram ao longo do século XX – Av. Presidente Vargas\, Av. Rio Branco e Av. Marquês de Sapucaí – e as repousou um suportes de mármore gravados com a letra de Chico Buarque: Aqui passaram sambas imortais\, Aqui sangraram pelos nossos pés\, Aqui sambaram nossos ancestrais. E por último\, integrou à exposição um néon vermelho suspenso com a frase “Como Será o Amanhã”\, samba-enredo da União da Ilha de 1978. “O néon é contemporâneo do samba e são constitutivos da ideia da cidade moderna brasileira”\, contextualiza o artista. \nDo interesse de Felippe pelos movimentos cósmicos\, Solfejo apresenta “Harmonices Mundi”\, vídeo produzido em 2017\, no Irã\, que exibe seis instrumentistas tocando uma composição Johannes Kepler\, de 1619\, para os planetas\, revelando seus movimentos\, tempos e narrativas. \nPartindo desse princípio\, o artista desenvolveu\, em 2023\, “Solaris Discotecum”\, uma pista de dança que simula a dança dos corpos celestes. “Um globo de espelho pende do teto\, fazendo as vezes do sol\, e uma pequena esfera de chumbo circula ao seu redor\, fazendo as vezes da Terra\, na escala exata”\, descreve Felippe. Ao redor\, estão suspensos 12 desenhados com a forma das constelações do zodíaco. “É um convite a dançar em meio às estrelas”\, completa. \nEm uma das Galerias está “Samba Exaltação”\, um panorama da produção de Moraes sobre o samba e o carnaval. A série\, que começou como intervenções públicas em São Paulo no ano de 2021\, apresenta fotografias em backlight e letreiros comdizeres tradicionais do cancioneiro brasileiro como “Não deixe o samba morrer” e “Canta forte\, canta alto”. A obra “apela à memória afetiva das músicas para que o público possa ouvir as canções mentalmente”\, sugere o artista.
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SUMMARY:"Rio de Corpo e Alma" no Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro
DESCRIPTION:Andre Arruda\, “Bate Bola”\, Cinelândia\, 2017 – Divulgação\n\n\n\n\nRepensar e refletir o Rio de Janeiro pelo olhar plural de diversos artistas. Essa é a principal proposta da exposição &quot;RIO DE CORPO E ALMA&quot;\, que abre suas portas no casarão de exposições temporárias do Museu Histórico da Cidade\, na Gávea\, dia 19 de janeiro\, um dia antes do aniversário de São Sebastião\, padroeiro da cidade. Sob a curadoria de Isabel Portella\, os artistas foram convidados a apresentar uma obra inspirada a partir de um seleto acervo da reserva técnica do museu\, trazendo um diálogo entre o passado e o presente da cidade maravilhosa através de diferenteslinguagens. \nRealizado pela Fava Comunicação &amp; Arte com produção da BelOlhar\, o projeto\, contemplado pelo edital Pró-Carioca\, programa de fomento à cultura carioca\, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro\, através da Secretaria Municipal de Cultura\, foi criado com o objetivo de enaltecer as belezas\, a cultura e o estilo de vida da capital fluminense em meio às comemorações dos 460 anos de sua fundação\, comemorados em 02 de março de 2025. \n“Tivemos essa oportunidade maravilhosa de realizar um projeto que resgata um Rio de Janeiro poético e celebrativo de uma forma alegre\, sem ser nostálgico. Queremos trazer esse clima de festa e celebração com um olhar atualizado e contemporâneo sobre essa cidade tão amada – em seus 460 anos”\, comenta a produtora executiva do projeto\, Fabiana Gabriel. \nAo todo\, a exposição reúne o trabalho de dez artistas contemporâneos\, diversos e multidisciplinares\, que foram instigados a repensar o traçado\, a beleza\, natural ou construída do Rio de Janeiro para apresentar um novo/outro olhar contemporâneo para a cidade. “Nem todos são cariocas. Alguns vêm de outros estados\, mas adotaram o Rio como casa. Nosso objetivo foi trazer uma visão diversificada e plural da cidade\, seja pela origem\, percepção\, posicionamento ou linguagem artística”\, explica Bel Tinoco\, coordenadora geral do evento. \nO ponto de partida foi o acervo do próprio Museu Histórico da Cidade\, que representa um importante registro do desenvolvimento urbanístico\, político e social do Rio de Janeiro. Com cerca de 24.000 bens culturais\, a coleção (sempre em expansão) conta com mobiliário\, numismática\, armaria\, escultura\, pintura\, joalheria\, gravura\, fotografia\, porcelana\, cristais\, mapas e projetos paisagísticos e arquitetônicos\, entre outros itens\, pertencentes aos Prefeitos da Cidade\, como\, Pereira Passos\, Pedro Ernesto\, Carlos Sampaio e César Maia. “Com Rio de Corpo e Alma\, celebramos os 460 anos do Rio de Janeiro ao conectar passado\, presente e futuro. A exposição reflete a essência do Museu Histórico da Cidade: um espaço vivo\, em constante transformação\, que abraça a pluralidade de olhares e narrativas para reinterpretar a história e o futuro da nossa cidade.&quot;\, diz Gisele Nery\, diretora do museu. \nCada artista escolheu uma ou mais peças da reserva técnica do museu para criar uma (s) obra (s) em diálogo com a original. O resultado são esculturas\, fotografias\, pinturas\, instalações e performances\, que trazem uma reflexão coletiva sobre a história da cidade\, sua configuração de metrópole contemporânea e as transformações pelas quais vem passando ao longo desses anos. “Eu tenho essa raiz museológica de buscar a conversa entre os objetos antigos e o contemporâneo. O maior diferencial da exposição é que o público terá a oportunidade de ver este seleto acervo da reserva técnica que deu origem às novas obras. Além disso\, é a primeira vez que o casarão abriga uma exposição contemporânea que dialoga com o acervo do museu”\, frisa a curadora Isabel Portella. \nEntre os trabalhos\, podemos destacar o da artista Andrea Hygino\, carioca do Méier\, que costuma trabalhar sobre a questão da carência alimentar. A artista criou pinturas em louças em contraponto a peças do museu que fazem referências a banquetes\, propondo uma reflexão do sentar-se à mesa e da fartura como uma crítica social. \nMoradora do Rio há muitos anos\, envolvida com o carnaval carioca\, a paraense Rafa Bqueer criou para a exposição uma obra instalativa com referências amazônicas\, a partir de um figurino de uma turma de Bate-bolas do acervo do museu. O carnaval dos Clóvis ou Bate-bolas (grupos tradicionais de foliões do subúrbio carioca) também serviu de inspiração para o fotógrafo carioca Andre Arruda\, que traz ampliações de fotos ainda inéditas no Rio de Janeiro de sua premiada série sobre os Bate-bolas em contraponto a registros fotográficos do carnaval do Rio antigo. \nNascida na Guatemala\, a artista plástica e professora de arte\, Julie Brasil\, criou sete grafites inspirados em fotografias do acervo de sete maravilhas do Rio\, além de uma intervenção nas bocas dos canhões localizados em frente ao Casarão Principal do Parque da Cidade. O carioca Zé Carlos Garcia\, de Santa Teresa\, vai trabalhar em cima de um dos ícones da cidade maravilhosa. Inspirado em fragmentos remanescentes da construção do Cristo Redentor e em fotos antigas do Corcovado antes de sua construção\, ele apresenta uma escultura em madeira que ressignifica o monumento histórico frente à “falência humana”. \n“A exposição nos traz a possibilidade de construir e manter esse diálogo – através do tempo – da cidade com seus habitantes. O artista tem por hábito refletir a respeito das distintas realidades que se manifestam no espaço urbano\, o que influencia diretamente sua poética. Desta forma\, através de um grupo tão heterogêneo de criadores\, acredito que a mostra representa uma linha de pesquisa estética contemporânea que explora a percepção\, a interatividade e a diversidade”\,observa Portella. \nA exposição conta ainda com performances\, um ciclo de debates com a curadora\, convidados e os artistas envolvidos\, além de visitas guiadas para estudantes da Rede Pública de Ensino do Rio de Janeiro.
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SUMMARY:3 exposições no Centro Cultural dos Correios
DESCRIPTION:Obra de Reitchel Komch – Divulgação\n\n\n\n\n“Optchá – a estrada é o destino” de Katia Politzer \nEm “Optchá: a estrada é o destino” Katia Politzer apresenta trabalhos inéditos tendo a cultura cigana de seus ancestrais como referência na formação da gente brasileira – mas de pouco reconhecimento até aqui. Ancestralidade\, identidade\, migração\, diáspora\, sincretismo e respeito à diferença: eis o arco de humanidade aqui envolvido. \nA busca por liberdade\, a conexão com a natureza\, uma intuição aguçada e a celebração da vida apesar das dificuldades e dos preconceitos\, são as características da alma cigana que mais interessam à artista. A abordagem sobre os ciganos inclui aspectos da filosofia de vida\, tradições\, rituais e misticismo. \nA saudação “Optchá” (que significa “Viva!”\, “Salve!”) convida à experiência de esculturas com domínio têxtil e acréscimo de objetos do cotidiano desse grupo social. A chita\, originária da India assim como os ciganos\, insere florais e coloridos fortes\, presentes também na maioria das festas tradicionais brasileiras\, bem como cetim\, fitas e dourados\, típicos desta cultura. \nDentre os trabalhos inéditos destacam-se “Catarina vem das Canárias”\, a série “7 Estandartes”\, “Vurdon” e “Magia Cígana”  – em que a artista manipula fotografias documentais\, pintura e procedimentos escultóricos manuais em estandartes\, trouxas\, tenda\, manto\, entre outros elementos\, cujos efeitos vão da pintura conceitual ao desenho contemporâneo. \n“Igbá Odù: Os braços fortes da Memória” de Reitchel Komch \nEm “Igbá Odù: Os braços fortes da Memória”\, Reitchel Komch instiga o espectador com suas narrativas da diáspora africana no Brasil\, bem como utopias de superação de um processo social historicamente nocivo à matriz negra de nossa formação. A abertura será no dia 22 de janeiro\, a partir das 16h\, no Centro Cultural Correios\, no Centro. \nDeuses\, mitos e lendas em torno do tempo (Iroko)\, rondando os lugares laconicamente reticentes sobre \nsua própria ancestralidade\, conduzem a artista na busca de autoconhecimento\, representatividade e redefinição de seu lugar social\, rompendo paradigmas e reestruturando sua psique. O Tempo (Orixá) é libertário\, agente do destino que entrega relatos da diáspora negra\, possibilitando resgates emocionais através da volta às origens. \nSegundo a artista\, “trata-se de uma visão da arte\, em cujas pinturas\, esculturas\, tótens\, portais\, smbolizam uma progressão espiritual do mundo físico. Utilizando cabaças\, fios têxteis (a juta\, o algodão\, o linho)\, hastes de ferro\, eu me questino: ondeo estão as nossas vozes?”. \nVariando dos pequenos aos grandes formatos ela apresenta esculturas e pinturas\, manipulando a equação “representação na arte para gerar representatividade civil”. São\, do fim ao início\, movimentos de subjetivação da luta identitária por inclusão e igualdade\, marcadores não apenas de sua expressão política enquanto artista negra\, bem como redefinição do lugar público de todos os brasileiros de ascendência comum. \n“A Obra é o Jogo” de Dorys Daher \nUma imersão singular que une o universo da sinuca\, a arquitetura e as artes visuais. Esta é a proposta da artista Dorys Daher em sua exposição “A Obra é o Jogo”\, que será inaugurada no dia 22 de janeiro\, no Centro Cultural Correios\, com curadoria de Aline Reis. A mostra tem entrada gratuita e ficará em cartaz até o dia 8 de março de 2025. \nAtravés de suas obras\, ela explora as relações entre o espaço e o jogo\, transitando por múltiplas linguagens contemporâneas: fotografias impressas sobre tecido e vinil\, um painel com oito módulos de aço inox (medindo 60 por 100 cm\, cada)\, uma escultura em mármore com bolas de sinuca\, tacos de madeira e até uma toalha de linho bordada. \nDorys Daher\, que é arquiteta e artista\, investiga a interação entre artes visuais\, arquitetura e vivências cotidianas\, promovendo reflexões sobre o espaço e o corpo. Suas obras dialogam com memórias afetivas e experiências contemporâneas\, rompendo fronteiras entre o familiar e o experimental. \n“A disposição dos meus trabalhos no espaço combina referências do design arquitetônico com movimentos coreografados em torno de uma mesa de sinuca\, criando um diálogo entre o jogo\, o ateliê e o escritório de arquitetura”\, explica a artista. \n“Em ‘A Obra é o Jogo’\, Dorys tece uma narrativa afetiva em suas criações\, resgatando memórias de sua infância em Ipameri\, Goiás\, e da herança cultural de sua família sírio-libanesa. A mesa de jantar\, tradicional centro de reunião familiar\, se transforma em um ponto de convergência entre o bordado das toalhas\, as experiências artísticas e as lembranças de sua trajetória pessoal. Nesse cenário\, ela rompe preconceitos e celebra a relação entre a geometria\, a dança e a ocupação do espaço\, elementos que moldaram sua visão de mundo”\, diz a curadora\, Aline Reis.
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LOCATION:Centro Cultural dos Correios\, Rua Visconde de Itaboraí\, 20 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Quebracorpo" na Carpintaria
DESCRIPTION:Obra de Jac Leirner. Foto: Edouard Fraipont\n\n\n\n\nA Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta Quebracorpo\, exposição coletiva com curadoria de Pedro Köberle e Rafael Baumer na Carpintaria\, Rio de Janeiro. A mostra reúne trabalhos de 20 artistas que encarnam ou traduzem fraturas\, suturas ou costuras em corpos: a figura humana está ausente ou velada\, presente apenas em traços\, indícios do fazer ou em vias de desaparecimento. Divisões\, farpas\, crescimentos e alusões ósseas atravessam a exposição em esculturas\, pinturas\, vídeos e fotografias\, reunindo e dispersando fragmentos díspares por meio de ecos materiais e rimas visuais.  \nMauro Restiffe e Lucia Laguna decompõem o espaço por meio de diagonais incisivas\, ao passo que os trabalhos de Anderson Borba\, Marina Rheingantz e Nuno Ramos acumulam matéria para formar volumes ásperos e acidentados. As esculturas delgadas de Eliane Duarte e Ivens Machado imprimem aspectos de órgãos e ossos retorcidos\, refletindo nas obras de João Maria Gusmão & Pedro Paiva e Erika Verzutti\, com suas feições esqueléticas e enrijecidas. Alexandre da Cunha\, Edgard de Souza\, Ernesto Neto e Sergej Jensen partem de elementos têxteis para expandir o espaço por tensão superficial. Com recortes irregulares numa superfície de MDF\, Alexandre Canonico intervém sobre áreas em branco com acentos rítmicos. De forma análoga\, as peças em concreto de Rivane Neuenschwander\, furos moldados em negativo\, distribuem-se pelo ambiente expositivo como um sistema de pontuação. Nas esculturas de Iran do Espírito Santo e Jac Leirner\, zonas vazias irradiam a energia que mantém os trabalhos no limite da ruptura\, como os relevos de Valeska Soares guardam a impressão de gestos humanos evaporados. \nArtistas participantes: Alexandre Canonico | Alexandre da Cunha | Anderson Borba | Edgard de Souza | Eliane Duarte | Erika Verzutti | Ernesto Neto | Iran do Espírito Santo | Ivens Machado | Jac Leirner | João Maria Gusmão & Pedro Paiva | Lucia Laguna | Marina Rheingantz | Mauro Restiffe | Nuno Ramos | Rivane Neuenschwander | Rodrigo Cass | Sara Ramo | Sergej Jensen | Valeska Soares
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SUMMARY:"Formas das águas" no MAM Rio
DESCRIPTION:Vista da obra de Sandra Cinto na exposição “Formas das águas” – Divulgação \nEm um tempo em que a consciência da emergência climática nos obriga a reconsiderar a relação com nosso entorno e seus processos\, a exposição Formas das águas pensa histórica\, poética e especulativamente a partir da Baía de Guanabara e suas águas\, lugar em que estamos e que dá contorno ao que somos enquanto museu e cidade. A baía aparece como origem e contexto; a água\, como metáfora; seus fluxos\, como métodos. \nObras de 14 artistas de diferentes gerações e locais apresentam imagens\, narrativas\, experiências e acontecimentos que tiveram lugar nesta baía e definiram nossa história. Assim propõem reflexões sobre modos possíveis de estar e circular pelos cursos do passado e do presente\, e nos fazem sentir em movimento. O espaço expositivo\, atravessado por plataformas de passagem e pontos de observação\, mostra caminhos que separam as obras ao mesmo tempo que as conectam. \nOs trabalhos\, em diálogo uns com os outros\, mostram que\, para entender a nossa conjuntura\, precisamos pensar em conexão. Imaginar cenários de vida viáveis demanda não só encontrar equilíbrios em relação ao mundo e aos seres que o formam\, mas também entender as questões e os diversos percursos que nos trouxeram até aqui. E\, para isso\, seguimos as sensações\, ideias\, movimentos e vidas que as formas das águas revelam. \nCuradoria Pablo Lafuente e Raquel Barreto.
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SUMMARY:"Horizonte Cerrado: Viver no Centro do Mapa" no Centro Cultural Justiça Federal
DESCRIPTION:Fábio Baroli\, O padre quer por ocê bento. Foto: Ding Musa\n\n\n\n\nO Bioma Cerrado é o segundo maior da América do Sul. As modernas capitais dos estados abarcados pelo bioma vão tendo que se haver com a potência da ancestralidade em seus entornos. Cada vez mais\, os habitantes desses centros\, e em especial aqueles cujo matéria prima do trabalho é a poética\, lançam mão da natureza e da cultura ao redor\, um redescobrimento que deixa sua marca na produção artística e na ação política de declarar suas especificidades em relação a outras regiões. E suas semelhanças. \nA proposta desta mostra é estudar\, dentro da Coleção Sérgio Carvalho\, os indícios de tal hipótese. Sérgio é um colecionador de arte contemporânea brasileira\, com um acervo que contempla todas as regiões do Brasil. Mas\, talvez por viver em Brasília\, tenha um documento dos mais interessantes da produção artística – do final do século passado e das duas primeiras décadas deste em que vivemos –\, no centro do país. \nCom obras que abrangem as últimas décadas do século XX e as duas primeiras deste século\, Horizonte Cerrado reflete a potência artística de uma região que\, embora geograficamente central\, é culturalmente excêntrica. Ao reunir produções dos estados do Centro-Oeste (Goiás\, Mato Grosso\, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal) e regiões limítrofes de Minas Gerais e Bahia\, é possível traçar um mapeamento cultural que transcende fronteiras geopolíticas. O Cerrado\, enquanto espaço físico e simbólico\, influencia não apenas os que nasceram ali\, mas também aqueles que\, por escolha ou destino\, passaram a habitá-lo\, reinterpretando sua força e beleza em diversas linguagens artísticas.
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LOCATION:Centro Cultural Justiça Federal\, Avenida Rio Branco\, 241 - Cinelândia\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Inatividade Contemplativa" na Anita Schwartz Galeria de Arte
DESCRIPTION:Obra de Thiago Rocha Pitta – Divulgação \n\nA Anita Schwartz abre o seu calendário de exposições 2025 com a 5ª edição do projeto GAS\, na próxima quarta-feira (29)\, das 19h às 21h\, apresentando a coletiva “Inatividade Contemplativa”\, com a participação de 13 artistas\, entre representados e convidados. São eles: Adriana Vignoli\, Bruna Snaiderman\, Claudia Jaguaribe\, Fernando Lindote\, Gabriela Machado\, Lenora de Barros\, Luiz Eduardo Rayol\, Maria Baigur\, Maritza Caneca\, Nathalie Ventura\, Rosana Palazyan\, Thiago Rocha Pitta\, Tiago Mestre. \nCom curadoria de Cecília Forte\, a mostra reverencia a pausa\, o respiro e a fruição do tempo livre como um momento de repouso sagrado que reúne em si intensidade vital. Inspirada no livro “Vita contemplativa: ou sobre a inatividade”\, do filósofo sul-coreano radicado na Alemanha\, Byung-Chul Han\, “Inatividade Contemplativa” é um convite à suspensão do tempo\, uma afirmação do elemento contemplativo. \nArtistas participantes: ​Adriana Vignoli\, Bruna Snaiderman\, Claudia Jaguaribe\, Fernando Lindote\, Gabriela Machado\, Lenora de Barros\, Luiz Eduardo Rayol\, Maria Baigur\, Maritza Caneca\, Nathalie Ventura\, Rosana Palazyan\, Thiago Rocha Pitta\, Tiago Mestre.
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SUMMARY:"Tudo é sonho / improviso impermutável e a impossibilidade de ser" de Manuela Navas no Centro Cultural Correios
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Manuela Navas – Divulgação \nA exposição “Tudo é sonho / improviso impermutável e a impossibilidade de ser”\, com curadoria de Carolina Rodrigues e direção artística de Carla Oliveira\, trará duas séries\, sendo essas “Black to the Future” e “A impossibilidade de ser”\, com pinturas e desenhos\, frutos dos últimos anos de pesquisa. Em que o fio condutor das duas séries seria o entender-se aqui e um pensar no que a precedeu para que a mesma pudesse chegar ao momento agora. Criando assim uma autoficção imagética que abordará a forma que Manuela vê e sente o mundo\, entre o peso e a leveza que é existir.
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SUMMARY:"Rio de Janeiro: XIX – XXI" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:PV Dias\, “Botar fogo”\, da série Disse-me-disse\, 2024 – Divulgação \n\n\n\n\n\n\n\n\n\nA partir de  08 de fevereiro\, a Casa Museu Eva Klabin inaugura a exposição ‘Rio de Janeiro: XIX – XXI’\, com curadoria de Janaina Damaceno\, Ana Paula Rocha e Paulo de Freitas Costa. Idealizada pela Casa Museu Ema Klabin em 2024\, a mostra chega ao Rio para fomentar ainda mais o questionamento sobre a representação da cidade no século XIX. \nNa exposição\, são apresentadas gravuras do álbum “Souvenirs de Rio de Janeiro”\, de Jacob Steinmann. A obra do artista suíço é considerada como uma das mais importantes representações do século XIX no Brasil. Ao aliar o aspecto técnico e artístico\, o álbum obteve grande reverberação nacional e internacional\, e\, consequentemente se materializou como um objeto de desejo de diversos colecionadores\, como o caso da irmã de Eva\, Ema Klabin\, que adquiriu em 1983 o exemplar que faz parte da exposição. \nEm uma versão de Brasil que ecoa até os dias atuais na maneira a qual o mundo o imagina\, o álbum de Steinmann também é capaz de fomentar um debate sobre as formas de representação construídas\, principalmente no que tange a desconsideração das tensões na construção da sociedade brasileira\, pautada na escravização e sucateamento da vida de povos africanos e indígenas. Estas obras são reinterpretadas por PV Dias\, que nos convida a “ouvir as imagens” através da série ‘Disse-me-disse’. Com a ideia do cochicho como uma ferramenta de recusa à condição indigna da escravidão\, o artista sobrepõe personagens à esses cenários aparentemente passivos\, investiga os sons da resistência e os aspectos visuais da inconformidade em relação ao cotidiano real que a paisagem também traz consigo. \n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n“O suposto silêncio dessas paisagens\, que retratam o estado do Rio de Janeiro\, é rompido pela multitemporalidade do chiar dos cochichos e escutas que transitam\, levando e revelando segredos\, entre os séculos XIX e XXI. A sonoridade e a gestualidade do cochicho quebram o pacto de uma aparente passividade de pessoas que no século XIX eram sujeitadas à escravidão\, revelando-o como uma das tecnologias de sobrevivência e de (con)fabulação que permitiu que chegássemos vivos até aqui.” \n\n\nJanaína Damaceno\nCuradora
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SUMMARY:"Entre o mar\, o rio e a pedra" de Marcelo Silveira na Nara Roesler
DESCRIPTION:Marcelo Silveira\, “Bolofote II”\, 2023-2024. Crédito: Robson Lemos \nNara Roesler Rio de Janeiro apresenta\, no dia 11 de fevereiro de 2025\, às 18h\, a exposição “Entre o mar\, o rio e a pedra”\, com obras do artista pernambucano Marcelo Silveira\, em sua primeira individual na cidade. \nOs trabalhos de Marcelo Silveira vão ocupar o térreo e a parede de pé direito duplo abaixo da claraboia da Nara Roesler Rio de Janeiro\, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer mais amplamente a produção do artista. Ao longo de 40 anos de trajetória\, ele se consolidou como um dos grandes nomes da cena contemporânea. No dia da abertura\, às 19h\, haverá uma visita guiada à exposição com Marcelo Silveira e Daniela Name\, autora do texto crítico. \nAs 17 obras que compõem a individual foram selecionadas pelo artista em conjunto com o núcleo curatorial da Nara Roesler\, destacando seu processo de trabalho e pesquisa. A ideia de coleção e o fazer elaborado são centrais na exposição\, evidenciados pelo uso de materiais como madeiras\, revistas e fios de crina de cavalo. \nA mostra apresenta duas obras inéditas da série “Bolofotes” (2023 e 2024) – termo nordestino para algo disforme\, “quase como se colocasse três ovos em uma meia e que vai se configurando a cada movimentação”\, explica o artista. Ele descreve seu processo como uma organização do espaço em construção contínua\, na qual a madeira passa por sucessivos desgastes e acréscimos\, ampliando sua prática de coleção. \nJá na série “Sementes” (2024)\, composta por três obras\, pequenos volumes de madeira cajacatinga se assemelham a sementes agrupadas em um único conjunto. “É fruto de experimentos com sobras de madeira. A primeira semente veio da junção de coisas esquecidas\, a segunda ganhou um acréscimo\, e a terceira foi feita do zero. Dá um trabalho infernal fazer”\, brinca o artista. “A semente é a origem\, é quem responde pela multiplicação da espécie. Voltar à origem é um processo recorrente no meu trabalho\, seja na tela\, seja nas pesquisas sobre as sementes da madeira que uso há anos. Quero que essas árvores voltem a existir\, que eu possa encontrá-las com mais frequência.” \nA madeira cajacatinga (Lamanonia speciosa)\, utilizada por Marcelo Silveira em suas esculturas\, foi historicamente empregada na construção de engenhos de açúcar no sul de Pernambuco por sua resistência à água. Com o tempo\, os engenhos deram lugar a pastos\, restando apenas tocos parcialmente carbonizados\, provavelmente devido à prática de queimadas nos antigos canaviais. Foi assim que o artista entrou em contato com o material. \n“Peguei um desses tocos\, desbastei e vi que a madeira estava totalmente boa. Elas sobraram na região porque ninguém levava para queimar em casa. Elas estavam me esperando… É um trabalho de prospecção e arqueologia\, porque onde tem um toco\, tem raiz\, que às vezes é imensa e\, em alguns casos\, foi absorvida pelo solo e virou material orgânico.”
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SUMMARY:"Grafismo Emergente" de Tirry Pataxó na EAV Parque Lage
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Tirry Pataxó \nA Escola de Artes Visuais do Parque Lage apresenta a exposição Grafismo Emergente\, do artista Tirry Pataxó\, ex-aluno da instituição. A mostra\, com curadoria de Adriana Nakamuta\, será inaugurada no dia 13 de fevereiro de 2025\, às 19h\, e ficará em exibição até o dia 13 de abril de 2025\, na Capelinha da EAV Parque Lage. \nNascido no Rio de Janeiro e pertencente ao povo indígena Pataxó\, Tirry Pataxó desenvolve\, há anos\, uma produção artística que traduz sua relação profunda com a natureza e suas geometrias\, sempre conectando o simbolismo de sua ancestralidade à sua prática criativa. Em Grafismo Emergente\, o artista apresenta uma seleção inédita de obras\, que refletem sua pesquisa visual e sensibilidade ao abordar os grafismos e as formas geométricas de seu povo. Suas pinturas\, em tamanhos variados\, oferecem novas perspectivas sobre a vida e a natureza\, criando uma ponte entre memória ancestral e expressão contemporânea. \nA exposição propõe uma imersão interpretativa para todos que visitam o Parque Lage\, convidando o público a olhar para os grafismos de Tirry Pataxó como um convite ao respeito\, à reflexão e à reverência aos povos indígenas e suas práticas artísticas. Ao explorar planos\, pontos\, linhas e cores\, suas obras revelam uma linguagem emergente que chama a atenção para o posicionamento cultural e político dos artistas indígenas\, ampliando os horizontes sobre a arte e a identidade no Brasil. \nA exposição faz parte do Plano Anual de Atividades da Escola de Artes Visuais do Parque Lage por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
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SUMMARY:"Arte Subdesenvolvida" no CCBB RJ
DESCRIPTION:Obra “Sonhos de Refrigerador”\, de Randolpho Lamonier no CCBB BH. Foto: Diego Bresani \nEntre os dias 19 de fevereiro e 05 de maio\, o CCBB Rio recebe a exposição “Arte Subdesenvolvida”\, que propõe uma reflexão sobre a produção artística brasileira entre meados da década de 1930 e início de 1980\, a partir de seu embate com a ideia de subdesenvolvimento\, que seria tanto uma condição para aqueles que viviam no Brasil como algo a ser superado a partir de suas contradições.   \nA mostra tem como eixo a problematização da ideia de subdesenvolvimento. Sobretudo após a Segunda Guerra Mundial\, países econômica e socialmente vulneráveis passaram a ser denominados “subdesenvolvidos”. No Brasil\, artistas e intelectuais reagiram a esse conceito. Parte do que produziram nessa época está presente na exposição. O conceito durou cinco décadas até ser substituído por outros\, entre os quais países emergentes ou em desenvolvimento. \nArticulando trabalhos de mais de 20 artistas\, incluindo documentos históricos\, fotografias e escritos\, a mostra incorpora manifestações também nos campos da literatura\, cinema\, teatro e da educação\, com obras que adensam a pluralidade artística brasileira\, tensionando a relação entre a arte vibrante presente nas paredes e a escassez de recursos e de urbanidade\, dos litorais ao interior.  \n“Arte Subdesenvolvida” tem curadoria de Moacir dos Anjos e conta com trabalhos de artistas como Anna Bella Geiger\, Anna Maria Maiolino\, Cildo Meireles\, Daniel Santiago\, Hélio Oiticica\, Carolina Maria de Jesus\, Elza Soares\, Ferreira Gullar\, José Claudio\, Graciliano Ramos\, Henfil\, Luís Sacilotto\, Obaluayê\, Paulo Bruscky\, Paulo Freire\, Rachel de Queiroz\, Glauber Rocha\, Solano Trindade\, Randolpho Lamounier\, dentre outros.   \nCuradoria: Moacir dos Anjos
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SUMMARY:“Ensaio sobre a Beleza" na Galeria Movimento
DESCRIPTION:Rodrigo Martins\, “Buraco”\, 2024 – Divulgação / Galeria Movimento\n\n\n\n\n\nA partir da premissa que deve guiar os trabalhos da Galeria Movimento no ano de 2025\, Bruno Miguel\, artista e curador\, a convite da direção\, decidiu trazer aquilo que antecede o que se vê: o início do raciocínio que constrói uma exposição\, suas fragilidades\, e a pertinência do seu discurso. Parte da subjetividade\, da memória e do indivíduo para alcançar a multiplicidade do que pode ser o belo. Em um momento que exige introspecção\, retomar nossa independência criativa é fundamental para a construção de uma coletividade fortalecida\, através de uma rede formada por diversas individualidades. \nEntre convidados e representados pela galeria\, a exposição conta com trabalhos dos artistas Alberto Saraiva\, Alfredo Volpi\, Carolina Ponte\, Candido Portinari\, Edu Monteiro\, Jan Kaláb\, Pedro Carneiro\, Rodrigo Martins\, Toz e Yoko Nishio. \nA exposição Ensaio sobre a Beleza propõe um reencontro com o eu ao encorajar um contato íntimo com nossas crenças e repertório\, em busca da nossa própria autenticidade e reinvenção.
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SUMMARY:ABRE ALAS 20 na A Gentil Carioca
DESCRIPTION:Amorí\, “Pedaços do céu”\, 2024 – Divulgação / A Gentil Carioca \nNo dia 22 de fevereiro\, a partir das 18h\, A Gentil Carioca abre suas portas para a 20ª edição do ABRE ALAS\, uma exposição que há duas décadas marca o início do calendário artístico do espaço no Rio de Janeiro. Criado como uma plataforma para dar visibilidade a novas vozes da arte contemporânea\, o projeto mantém sua vocação experimental ao reunir artistas do Brasil e do exterior\, selecionados por meio de uma chamada aberta e um comitê curatorial. \nEste ano\, a curadoria fica a cargo de Ana Carolina Ralston\, Bianca Bernardo\, Catarina Duncan\, Thayná Trindade e Georgiana Rothier\, responsáveis por selecionar 34 artistas entre 607 portfólios enviados. O resultado é uma exposição diversa\, que reflete diferentes contextos e linguagens da arte contemporânea\, promovendo um diálogo dinâmico entre materiais\, técnicas e discursos. \nEntre os artistas participantes desta edição estão Almeida da Silva\, Amori\, ANTi\, Asmahen Jaloul\, Badu\, Blecaute\, Bruno de Souza\, Carolina Marostica\, Cecilia Avati\, Dandara Catete\, Helena Rodrigues\, João Machado\, Ju Morais\, Lucas Ururahy\, Lui Trindade\, Ma Konder\, Matheus de Simone\, Mayra Sergio\, Mônica Barbosa\, Naia Ceschin\, Natalia Quinderé\, Perola Santos\, Rainha F\, Shay Marias\, Sophia Pinheiro\, Stefanie Queiroz\, Tayná Uraz\, Thais Basilio\, Thais Borducchi\, Thaís Muniz\, Trompaz\, Vix Palhano\, Waleff Dias e Washington da Selva.
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LOCATION:A Gentil Carioca\, 17 Rua Gonçalves Lédo Centro\, Rido de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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