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SUMMARY:"FUNK: Um grito de ousadia e liberdade" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:O Museu de Arte do Rio (MAR) lança a sua nova exposição FUNK: Um grito de ousadia e liberdade no dia 29 de setembro. A principal mostra do ano do MAR perpassa os contextos do funk carioca através da história. Apresentada pelo Instituto Cultural Vale\, com curadoria da Equipe MAR junto a Taísa Machado e Dom Filó\, a mostra contou também com a colaboração de consultores\, como Deize Tigrona\, Celly IDD\, Tamiris Coutinho\, Glau Tavares\, Sir Dema\, GG Albuquerque\, Marcelo B Groove\, Leo Moraes\, Zulu TR. \n\n\n\nA temática da exposição irá apresentar e articular a história do funk\, para além da sua sonoridade\, também evidenciando a matriz cultural urbana\, periférica\, a sua dimensão coreográfica\, as suas comunidades\, os seus desdobramentos estéticos\, políticos e econômicos ao imaginário que em torno dele foi constituído. “Funk é um tema coletivo. Durante muitos momentos no MAR\, fomos instigados a fazer uma exposição sobre o funk carioca. A exposição conta com duas salas. A primeira sala é sobre o soul\, esse movimento de músicas importadas dos anos 70 e 80\, que ganhou repercussão no Brasil e\, é claro\, influenciou o consumo também de roupas\, sapatos\, cabelos…a estética que vira consumo. Tem ali\, ainda\, a presença de pessoas que tinham acesso a equipamentos\, compravam discos importados e começavam a fazer grandes equipes de som para tocar nas festas. Eram essas festas\, feitas em clubes de bairros\, que precederam o funk de hoje. Já a segunda sala é toda dedicada ao baile de favela\, que hoje constitui\, talvez\, uma das maiores forças de produção artística carioca e nacional. A gente mergulha nisso\, na história dos bailes constituídos por lonas\, instalados em vários lugares\, mas sempre dentro das comunidades”\, antecipa Marcelo Campos\, Curador Chefe do MAR. \n\n\n\nA abordagem vai se estender\, ainda\, à presença do funk nas mais variadas dimensões e práticas culturais\, com especial atenção ao campo das artes visuais contemporâneas\, para as quais o funk foi uma referência de visualidade\, de resistência política\, de alteridade e de forma.  Objetos próprios da história do estilo musical serão combinados a uma profusão audiovisual de sons\, vozes e gestos\, bem como atravessados por uma iconografia relacionada ao funk\, de modo a convidar o público da cidade a experimentar sua história como uma das mais potentes formas de imaginar e singularizar o Rio de Janeiro. \n\n\n\nA exposição é dividida em 11 núcleos e contará com mais de 900 itens. Entre os mais de 100 artistas brasileiros e estrangeiros que participam da exposição\, estão Hebert\, Vincent Rosenblatt\, Blecaute\, Gê Vianna\, Manuela Navas\, Maxwell Alexandre\, Fotogracria\, Emerson Rocha\, Panmela Castro\, Bruno Lyfe\, entre outros. O público poderá interagir com algumas instalações\, ouvir músicas\, dançar e ler textos que contam a história do ritmo musical pelas duas salas do pavilhão de exposições. A expografia é assinada pelo Estúdio Gru.a. \n\n\n\nE na noite de abertura a exposição a programação do MAR contará com um baile funk no Pilotis do Museu. Estão previstas as apresentações de dança do Afrofunk Rio\, e das atrações musicais Jonathan da Provi\, MC Cacau canta MC Marcinho e Trilogia do Santo Amaro. O evento é gratuito\, com retirada de ingressos via Sympla e sujeito à lotação.
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SUMMARY:"Riscar o Chão" no Centro Cultural Arte Sesc
DESCRIPTION:Guy Veloso\, Portela\, 2019\n\n\n\nO Centro Cultural Arte Sesc (Rua Marquês de Abrantes 99 – Flamengo) abre\, nesta quinta-feira (07/03)\, às 18h\, a exposição Riscar o Chão\, que articula linhas e traços de gravuras com fotografias que registraram os movimentos dos corpos dos sambistas que “riscam o chão” da avenida. A mostra será aberta com um show da cantora e compositora Nina Wirtti. A entrada é franca. \n\n\n\nA exposição reúne 61 obras\, em serigrafia e litogravura\, de Abelardo Zaluar\, Alfredo Volpi\, Athos Bulcão\, Carlos Scliar e Dionísio Del Santo\, que datam de 1984 e integram o acervo do Sesc RJ\, e fotografias dos artistas convidados Guy Veloso e Vítor Melo\, registradas entre os anos de 2019 e 2023\, durante o Carnaval\, no Rio de Janeiro. \n\n\n\nCom curadoria de Marcelo Campos e Leonardo Antan\, a mostra propõe um diálogo de gravuras com fotografias que registram a técnica\, a engenhosidade de sambistas e a evolução de corpos no Carnaval\, aproximando a geometria e a figuração com uma ginga de linhas e cores\, estabelecendo uma relação com o lugar ao qual pertenciam\, criando ambientações singulares e dialogando com o contexto brasileiro. \n\n\n\n“Se para muitos\, os pensamentos elaborados por artistas do Carnaval parecem distantes ou superficiais diante de outras formas de arte\, eles são importantes discursos que se criam sobre nosso país. É preciso perceber como o universo plástico das artes institucionais e o pensamento de artistas-carnavalescos sempre estiveram em sinergia e reinventando possibilidades de país nas telas e avenidas”\, observa o curador Marcelo Campos. \n\n\n\nRiscar o Chão é a quarta exposição a ocupar o Arte Sesc desde a reabertura do espaço em 2022. O centro cultural vem se dedicando a tornar acessível ao público obras do seu acervo de mais de 500 peças do Sesc RJ\, que vêm sendo paulatinamente tratadas\, restauradas e selecionadas para compor exibições a partir de recortes curatoriais alinhados às discussões contemporâneas em artes visuais. \n\n\n\nA mostra inaugural foi Notícias do Brasil: Carybé\, Cícero Dias e Glauco Rodrigues\, com gravuras assinadas por esses artistas\, em celebração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna de 1922. Na sequência\, o espaço recebeu Abstrações\, composta por obras de artistas mulheres que exploram o caminho da abstração em diferentes tempos e formas expressivas: Fayga Ostrower\, Renina Katz\, Anna Letycia e Anna Maria Maiolino (peças do acervo)\, Ana Cláudia Almeida e Laís Amaral (convidadas). \n\n\n\nA terceira mostra\, ÀMÌ: Signos Ancestrais\, partiu de uma obra de Emanoel Araújo\, restaurada após anos exposta em uma área externa do Sesc Copacabana\, e contou com os artistas convidados Raphael Cruz e Guilhermina Augusti. As obras estão\, agora\, em exibição na galeria do Sesc Barra Mansa\, até 14 de julho.
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SUMMARY:"Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro" no Centro Cultural Sesc Quitandinha
DESCRIPTION:Waleff Dias\, Sem título\, da série Até os Filhos do Urubu Nascem Brancos\, 2019. Foto: Pablo Bernardo\n\n\n\nO Centro Cultural Sesc Quitandinha recebe a exposição “Dos Brasis”\, maior mostra dedicada à produção negra nacional. \n\n\n\nSucesso de público e elogiada pela crítica\, a mostra\, que reúne obras de 240 negros do país no Centro Cultural Sesc Quitandinha\, foi vista por mais de 130 mil pessoas no Sesc Belenzinho\, em São Paulo. Exposição estará em cartaz\, em Petrópolis de 3 de maio a 27 de outubro. \n\n\n\nA centralidade do pensamento negro no campo das artes visuais brasileiras\, em diferentes tempos e lugares\, é uma das principais premissas que guiam o processo curatorial da mostra Dos Brasis – Arte e Pensamento Negro\, a mais abrangente exposição dedicada exclusivamente à produção de artistas negros. Depois de passar sete meses em São Paulo\, com registro de mais de 130 mil visitantes\, a exposição chega ao Rio de Janeiro e será instalada em um dos principais cartões postais da Região Serrana: o Centro Cultural Sesc Quitandinha (CCSQ)\, em Petrópolis. Com abertura marcada para o dia 3 de maio\, a mostra receberá visitantes até 27 de outubro deste ano. \n\n\n\nResultado de um trabalho desenvolvido pelo Sesc em todo o país\, a mostra conta com sete núcleos temáticos\, reunindo aproximadamente 240 artistas negros\, de todos os estados do Brasil\, sob curadoria de Igor Simões\, em parceria com Lorraine Mendes e Marcelo Campos. Realizada por meio de um trabalho em conjunto de analistas de cultura da Insituição de todo o país\, a exposição traz obras em diversas linguagens artísticas como pintura\, fotografia\, escultura\, instalações e videoinstalações\, produzidas desde o fim do século XVIII até o século XXI. A lista completa dos artistas participantes está disponível ao final do texto. \n\n\n\nA exposição chega na íntegra ao Centro Cultural Sesc Quitandinha (CCSQ). As 314 obras que estavam em exibição no Sesc Belenzinho (SP) vão ocupar os salões da área monumental do histórico edifício\, que em 2024 completa 80 anos. Parte dos trabalhos\, alguns inéditos\, também serão expostos pela primeira vez na área externa e no lago em frente à unidade. A mostra vai ainda oferecer ao público uma programação paralela com ações em mediação cultural e atividades educativas\, além de um programa público composto de debates e palestras com convidados. \n\n\n\nInaugurado em 1944\, um ano antes do fim da Segunda Guerra Mundial\, o Quitandinha abrigou um dos maiores hotéis-cassino das Américas. Recebeu personalidades brasileiras e hollywoodianas\, como Carmen Miranda e Walt Disney. Também foi palco de eventos que marcaram a história\, como da Conferência Interamericana para a Manutenção da Paz e da Segurança no Continente\, em 1947\, e a 1ª Exposição Nacional de Arte Abstrata\, realizada em 1953. Na década de 1960\, após a proibição dos jogos no Brasil\, o cassino foi fechado e o hotel teve seus apartamentos vendidos\, tornando-se um condomínio. Em 2007\, a área monumental passou a ser administrada pelo Sesc RJ\, que a transformou em um Centro Cultural. \n\n\n\nDesde que foi reinaugurado como um Centro Cultural\, em abril do ano passado\, o Quitandinha vem sendo ocupado por exposições que resgatam a forte identidade afro-brasileira em Petrópolis. A primeira\, intitulada “Um oceano para lavar as mãos”\, com curadoria de Marcelo Campos e Filipe Graciano\, apresentou uma revisão da história do Brasil a partir de narrativas não eurocentradas\, pensada por curadores e artistas negros\, levando o espectador à reflexão sobre a forte memória e produção artística negra na contemporaneidade\, no Brasil e no município\, e sua relação com o passado imperial. Depois\, dos mesmos curadores\, recebeu a coletiva “Da Kutanda ao Quitandinha”\, em que o ponto de partida foi o território onde o edifício está inserido – uma região marcada por quilombos formadores da cidade.
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LOCATION:Centro Cultural Sesc Quitandinha\, Avenida Joaquim Rolla\, nº 2\, Quitandinha\, Petrópolis\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Têta" de Lidia Lisbôa no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Lidia Lisbôa. Foto/Imagem: Divulgação Museu de Arte do Rio\n\n\n\nEsculturas e instalações suspensas que\, através de tramas e elementos têxteis\, apresentam ao público a força da manufatura na arte contemporânea brasileira. Essa é poética encontrada nas obras criadas pela artista paranaense Lidia Lisbôa\, em cartaz no Museu de Arte do Rio (MAR) a partir deste sábado\, 18/05\, Dia Internacional dos Museus. \n\n\n\nA exposição “Têta”\, primeira individual da artista na instituição\, apresenta cerca de 30 obras\, com curadoria de Amanda Bonan\, Marcelo Campos\, Amanda Rezende\, Thayná Trindade e Jean Carlos Azuos e terá algumas obras inéditas comissionadas pela instituição. A mostra faz parte do “Mulheres no MAR”\, programa que visa ampliar a exibição da arte produzida por artistas brasileiras. Essa é a terceira exposição do projeto\, que iniciou com a individual “Ònà Irin: Caminho de ferro”\, de Nádia Taquary\, e recentemente com “Pamuri Pati: Mundo de Transformação”\, de Daiara Tukano. \n\n\n\nÚteros\, tetas\, cordões umbilicais e cupinzeiros fazem parte da poética da artista Lidia Lisbôa. Com uma pesquisa que perpassa o território ancestral e o corpo feminino\, a artista convida o público a uma imersão em suas obras. “Lidia é uma mulher negra que se aproxima do que\, poeticamente\, se vinculou ao feminino nas artes\, principalmente a questão têxtil e a própria pesquisa sobre a argila. Em tudo é uma obra muito próxima das mãos\, do fazer manual\, mas com o pensamento contemporâneo ampliado. Ela instala\, pendura\, espalha no chão\, faz em quantidade e acumula. O ateliê de Lidia é constituído de elementos de costura como tecidos e retalhos\, botões\, filós\, todos os elementos que a gente encontraria num ateliê de costura. Mas é importante dizer também\, que há neste lugar uma escolha muito assertiva dela nesses materiais\, ou seja\, ela compra os rolos de tecido\, não é somente um material de coleta ou descarte. Isso dá à própria obra da Lidia o elemento da escolha\, sobre a qual a noção de uma colcha de retalhos não se enquadraria”\, afirma Marcelo Campos\, curador-chefe do MAR. \n\n\n\nO Museu de Arte do Rio é um equipamento da Prefeitura do Rio de Janeiro\, de responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura\, gerido pela Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A mostra ficará em cartaz até 8 de setembro e ocupa o térreo do pavilhão de exposições. A prática da artista se desenvolve em suportes distintos e suas instalações escultóricas trazem elementos como crochê\, macramê e costura. “O MAR tem a vocação de ser um espaço plural e pulsante\, onde o pensamento extrapola os sentidos. E é isso que Lidia Lisbôa transmite em suas produções\, quando valoriza a força da figura feminina e a coloca em sintonia com a arte contemporânea brasileira ao mesmo tempo em que nos inquieta com as paisagens do corpo e da memória para além do que se vê”\, afirma Leonardo Barchini\, diretor da OEI no Brasil.
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SUMMARY:Inauguração da Arrecife Galeria com a mostra "Juntos devemos nos mover como ondas"
DESCRIPTION:Coletivo Encruzilhada\, da série “Olindina – estudo nº 01”\, 2023\n\n\n\nEm parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro\, a Arrecife Galeria será inaugurada no dia 29 de maio no Rio de Janeiro\, integrando o projeto de revitalização do centro da cidade. Situada no distrito Reviver Cultural\, a nova galeria visa impulsionar a reativação urbana\, cultural e econômica da região. \n\n\n\nFundada pelo artista visual pernambucano Bruno Alheiros\, a Arrecife Galeria nasce com a missão de promover a educação\, a cultura e a arte na região. Mais do que um espaço expositivo\, a galeria pretende ser um ponto de encontro para a criação de redes e o desenvolvimento profissional de artistas independentes\, especialmente do Nordeste\, que ainda não fazem parte do circuito tradicional de arte do eixo Rio-São Paulo. “Sempre acreditei em galerias de arte como equipamentos culturais de uma cidade e\, principalmente\, como agentes transformadores na vida dos artistas”\, afirma Bruno. \n\n\n\nCom um espaço de 71m²\, o projeto arquitetônico da galeria foi idealizado por Paula Quintas\, da APÓS Arquitetura\, e está localizado a poucos metros de importantes instituições culturais\, como o Centro Cultural Banco do Brasil\, a Casa França-Brasil e o Paço Imperial. \n\n\n\nA inauguração da Arrecife Galeria será marcada pela mostra “Juntos devemos nos mover como ondas\,” com curadoria de Aslan Cabral. A exposição\, que abre ao público no dia 29 de maio\, destaca a produção diversificada de artistas pernambucanos de várias gerações e técnicas\, refletindo a riqueza cultural do estado. \n\n\n\nPara a inauguração\, a galeria conta com exposições somente de artistas nordestinos como: Carlos Melo\, Christina Machado\, Coletivo Encruzilhada\, Débora Vicente\, Diogum\, Fernando Portela\, Heitor Dutra\, Marcela Dias\, Ossy Nascimento e Vitor Genuíno. \n\n\n\nA exposição ficará em cartaz até o final do mês de agosto e os horários de visitação são de terça à sexta-feira das 12h às 20h e aos sábados\, das 9h às 15h. \n\n\n\nA Arrecife Galeria convida a todos e todas para o evento de abertura e para conhecerem um novo espaço dedicado à arte e à cultura no centro do Rio de Janeiro.
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SUMMARY:"Anna Bella Geiger – Entre o relevo e o recorte" no Sesc Copacabana
DESCRIPTION:Atelier Anna Bella Geiger\, 1968\, Rio de Janeiro. Foto: Fernando Ferro\n\n\n\nO Sesc Copacabana tem o prazer de anunciar a abertura da exposição Anna Bella Geiger – Entre o relevo e o recorte\, que acontecerá de 14 de junho a 8 de setembro de 2024. A mostra inédita mergulha no universo multifacetado de Anna Bella Geiger\, uma das mais influentes artistas brasileiras do século XX. Com uma abordagem inovadora\, a mostra destaca os primeiros passos da artista no mundo das artes visuais\, explorando sua jornada desde a juventude até o surgimento de sua assinatura artística reconhecida mundialmente. A individual é realizada pela Agência Dellas e produzida pela Atelier Produtora\, e conta com a curadoria de Ana Hortides. A mostra foi contemplada pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2024. \n\n\n\nCelebrando não apenas os 91 anos de vida da artista\, mas também os seus 75 anos de contribuições nas artes visuais\, a mostra apresentará 29 trabalhos fundamentais que datam da década de 1960\, especificamente no período entre 1960 e 1966. Destacando-se a obraSem título\, de 1961\, vencedora do 1º Concurso Interamericano de Grabado\, na Casa de las Americas\, em Havana\, Cuba\, no ano de 1962. A mostra oferece uma visão privilegiada da evolução artística de Anna Bella Geiger. Reunindo uma coleção ímpar de obras\, a exposição apresenta uma faceta da artista que muitos ainda não conhecem — uma jovem artista experimental. Embora tenha alcançado renome como gravurista e pioneira na videoarte brasileira\, Geiger iniciou sua trajetória artística em uma fase abstrata\, explorando o suporte da gravura de maneira não convencional. \n\n\n\nAnna Bella Geiger – Entre o Relevo e o Recorte destaca especificamente a fase inicial da artista como gravurista\, revelando a sua ousadia ao desafiar as convenções do meio. Um aspecto crucial da exposição é a exploração da técnica de recorte da chapa de metal da gravura\, uma prática não usual na época\, que sinalizava a direção de suas futuras experimentações. Com a subversão da técnica sempre presente\, Anna Bella se utilizava da chapa de metal da gravura como suporte para experimentação\, cortando-a\, o que era inimaginável para a produção gráfica do período. A ousadia da sua poética pode ser percebida ao vislumbrarmos as suas obras com o passar do tempo. As formas gráficas começam a se soltar do retângulo da chapa de metal\, ganhando novos contornos e promovendo novas discussões dentro do campo da própria arte. \n\n\n\n“Anna Bella Geiger é uma artista plástica e professora carioca pioneira no campo da gravura e da videoarte brasileiras. A mostra é uma homenagem ao seu importante legado\, revelando os seus primeiros trabalhos e experimentações em gravura\, enquanto ainda uma jovem artista\, parte pouco conhecida e explorada de sua obra. Na mostra\, o público poderá ver trabalhos em desenho e gravuras que marcaram o início da sua carreira\, muitos deles nunca antes expostos”\, comenta Ana Hortides\, curadora da exposição. \n\n\n\nA partir da mostra\, o público terá a oportunidade de conhecer e se aproximar não apenas da produção gráfica da artista\, mas também do contexto histórico e das influências que moldaram sua trajetória singular. Desde seus estudos iniciais no ateliê de Fayga Ostrower\, de quem a artista Lygia Pape também fora aluna no mesmo período\, até sua experimentação pioneira de técnicas de gravura que desafiaram as convenções da época\, a exposição destaca a ousadia e a inovação que caracterizaram a obra de Geiger desde o início de sua carreira. Dali\, partiu para o ateliê de gravura do Museu de Arte Moderna (MAM)\, do Rio de Janeiro\, onde pode dar continuidade ao seu processo artístico. \n\n\n\nA abertura da exposição contará com uma visita guiada e conduzida pela própria artista e curadora. No dia 3 de setembro\, será lançado o catálogo da individual\, seguido por uma palestra que contará também com a participação de Anna Bella Geiger. A artista nos conta como começou a explorar os recortes em seu trabalho: “As questões desenvolvidas na minha obra eram denominadas no vocabulário internacional como abstração informal ou lírica\, com certa identidade com os pintores da Escola de Nova Iorque e de Paris. Assim como as da Fayga\, do Iberê Camargo\, da Yolanda Mohalyi\, entre outros. Em 1965 a minha própria concepção abstrata começa a se radicalizar assumindo recortes e relevos na composição. É o caso de duas gravuras sem título como as outras anteriores\, mas onde recorto uma forma trapezóide na própria placa de latão\, e o relevo surge impresso no papel branco\, vazio.”
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LOCATION:Sesc Copacabana\, Rua Domingos Ferreira\, 160 - Copacabana\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Tromba D'Água" no Sesc São Gonçalo
DESCRIPTION:Alice Yura / Imagem: Divulgação\n\n\n\nO Instituto Artistas Latinas tem o prazer de convidar para a exposição “Tromba D’Água”\, a ser realizada no Sesc São Gonçalo\, com abertura em 15 de junho de 2024 (sábado)\, das 15h às 18h. A mostra\, que tem realização do Instituto Artistas Latinas\, reúne as elaborações de oito artistas mulheres latino-americanas sobre a força e a potência das águas\, entendendo a coletividade enquanto catalisadora de transformações\, apresentando 20 obras que ocuparão a Galeria da instituição. \n\n\n\nCom curadoria de Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera\, a mostra reúne artistas do Brasil\, Guatemala e Argentina em diferentes linguagens\, como pintura\, escultura\, fotografia e videoarte\, composta por trabalho das artistas brasileiras Alice Yura\, Azizi Cypriano\, Guilhermina Augusti\, Luna Bastos\, Roberta Holiday e Thais Iroko\, da artista guatemalteca Marilyn Boror Bor e da argentina Natália Forcada. \n\n\n\nAs obras abordam assuntos ligados à espiritualidade\, ancestralidade e à relação do feminino com a natureza. A temática gira em torno da coletividade e suas potências\, partindo da ideia de afluência das águas para discutir questões sociais e de gênero que perpassam as vivências da América Latina.  \n\n\n\n“Em um contexto social em que se pretende sufocar\, soterrar e ignorar essa pulsão ambiental\, o fenômeno da tromba d’água surge como uma alusão ao respeito que se deve ter por esta energia impetuosa. Nesta exposição\, as características das águas criam espaço para trilharmos outros percursos na construção de uma sociedade pautada em relações sensíveis entre a humanidade e a natureza”\, destacam as curadoras\, que assinam o texto curatorial coletivamente. \n\n\n\nA exposição também cumpre um papel de intercâmbio cultural\, visto que são apresentadas obras de artistas da Guatemala e Argentina. \n\n\n\nSOBRE TROMBA D’ÁGUA \n\n\n\nA exposição\, que parte do conceito curatorial desenvolvido pelo conselho de curadoria do Instituto Artistas Latinas\, explora a força soberana das águas\, que se assemelha ao papel do sol para os planetas. As águas estruturam sociedades\, fornecem recursos vitais e revelam a fragilidade daqueles que tentam controlá-las. O fenômeno da tromba d’água\, seja nos oceanos ou rios\, cria uma conexão entre o mar\, o céu\, os rios e a terra\, destacando o poder intrínseco das águas em sua ação transformadora e muitas vezes imprevisível. \n\n\n\nO projeto visa não apenas promover reflexões sobre justiça climática e ações de preservação ambiental\, mas também proporcionar espaços de diálogo e educação através de oficinas e atividades complementares. “Aqui\, as artistas apresentam propostas que ignoram os obstáculos que poderiam limitar suas agências e abrem os caminhos que um dia estiveram obstruídos”\, reforçam as curadoras Ana Carla Soler\, Carolina Rodrigues e Francela Carrera.  \n\n\n\nUm dos destaques da exposição é um mural inédito\, intitulado “A água me contou muitos segredos”\, com 10\,35 metros de largura\, pintado pela artista Luna Bastos\, direto na parede da Galeria. A mostra\, que faz parte da programação artística anual do Instituto Artistas Latinas\, ficará em cartaz até o dia 1º de setembro de 2024.
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SUMMARY:"Renunciar / Mobi" no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Coleção MOBI. Imagem: Divulgação/Reprodução\n\n\n\nAbre ao público no dia 15 de junho\, às 11h\, no Museu de Arte do Rio – MAR a exposição itinerante Renunciar / Mobi\, que apresenta a cidade de São Luís (MA) dos anos 70 aos 2000 de uma maneira jamais vista\, por meio do trabalho do fotógrafo maranhense Mobi. \n\n\n\nCom curadoria de Gabriel Gutierrez\, diretor do Centro Cultural Vale Maranhão – CCVM\, a exposição convida o público a conhecer o Brasil que ficou à margem e apresenta a obra de Mobi em três linhas narrativas: a cidade oficial\, berço das transformações urbanas e mobilizações políticas; a cidade marginal\, que\, embora esquecida\, constitui os alicerces para seu funcionamento maior; e as pessoas\, agentes que constroem\, transformam\, assistem e habitam os espaços urbanos. \n\n\n\nO acervo utilizado para compor a exposição pertence ao Instituto Federal do Maranhão e foi digitalizado pelo Centro Cultural Vale Maranhão. Ao todo 5 mil fotos foram pesquisadas. “Mobi foi um fotógrafo que esteve à margem do que foi amplamente exposto\, publicado e divulgado. Ele documentou o que podemos chamar de ‘cidade amazônica’\, que é uma cidade complexa\, que não cabe nos moldes que estamos habituados a conceber e construir. O trabalho é um manifesto sobre a importância do cotidiano e do humano na conformação e sustentação da urbanidade específica. Por trás dos grandes feitos\, são as pessoas que\, em profundidade psicológica e de experiência\, miram-se nesse grande espelho. Mobi fotografou a rua\, as praças\, os edifícios\, os bichos e o que encontrava enquanto cidadão\, sujeito popular\, de São Luís\, e revelou a oposição flagrante própria desse espaço urbano”\, conta Gabriel. \n\n\n\nAs visitas de Ulysses Guimarães\, Teotônio Vilela e Luiz Inácio Lula da Silva ao Maranhão são alguns dos destaques entre as 151 fotos escolhidas para compor a mostra\, que também conta com um documentário dirigido pelo cineasta Beto Matuck\, cujo conteúdo apresenta Mobi pelos depoimentos e reações de amigos que mergulharam no universo fotográfico do artista\, desconhecido até por quem fazia parte de seu ciclo. \n\n\n\nEsta é a quarta exposição do Centro Cultural Vale Maranhão que itinera por espaços culturais do Brasil. “A itinerância de ‘Renunciar/Mobi’ apresenta a diversidade cultural do Maranhão e dialoga com diferentes públicos ao trazer um olhar sobre a cidade e como seus moradores se relacionam com ela. Mostrar essa experiência para o Rio de Janeiro se conecta à atuação do Instituto Cultural Vale no sentido de promover a circulação da cultura entre os eixos Norte-Nordeste e Sul-Sudeste\, e vice-versa\, contribuindo para a descentralização do acesso e promovendo novos diálogos”\, diz Hugo Barreto\, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale. \n\n\n\nO Museu de Arte do Rio é um equipamento da Prefeitura do Rio de Janeiro\, de responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura\, gerido pela Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI). A itinerância inaugura uma parceria entre o CCVM e o MAR\, que ainda prevê uma segunda exposição com temática maranhense para o segundo semestre. Renunciar / Mobi ficará em cartaz gratuitamente no Foyer do MAR\, espaço localizado no 5º andar do prédio da Escola do Olhar\, até o dia 27 de outubro.  “Apresentar\, em parceria com o Centro Cultural Vale Maranhão\, um panorama da obra fotográfica de Mobi no Museu de Arte do Rio é abrir a possibilidade de enxergar a poética de um fotógrafo para além do trivial. Diante de suas fotos\, enxergamos a rotina das ruas\, dos rostos\, da fruição da vida. Eis a beleza da função foto-jornalística: documentar. A nova mostra do MAR pontua esse cruzamento da imagem revelada como arte e da intenção do artista como um produtor de documentos históricos”\, destaca Leonardo Barchini\, diretor do MAR e da OEI no Brasil. 
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Paisagens Ruminadas" de Luiz Zerbini no CCBB RJ
DESCRIPTION:Luiz Zerbini\, Lago Quadrado\, 2010. Crédito: Eduardo Ortega\n\n\n\nNuma reflexão sobre seu processo de criação\, Luiz Zerbini afirma que “viver é ruminar paisagens”. Com este mote\, o Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro apresenta a primeira grande retrospectiva do artista\, um dos principais expoentes da Geração 80 da arte brasileira. Intitulada Paisagens Ruminadas\, a exposição\, que acontece de 19 de junho a 2 de setembro de 2024\, ocupa todo o primeiro andar do CCBB\, oferecendo ao público um momento único para apreciar e refletir sobre os quase 50 anos de trajetória de Luiz Zerbini\, cuja obra multifacetada e inovadora marca profundamente o cenário artístico nacional e internacional. \n\n\n\nNesta retrospectiva\, sob a curadoria de Clarissa Diniz\, os visitantes terão a oportunidade de mergulhar no universo peculiar e instigante do artista e imergir no processo criativo de Zerbini\, que descreve sua arte como uma jornada de ruminação\, em que paisagens\, sonhos e memórias são triturados e reconfigurados de forma involuntária. Com 140 obras\, algumas delas nunca exibidas\, incluindo uma instalação criada especialmente para o CCBB\, divididas em cinco núcleos temáticos\, os visitantes serão conduzidos por uma viagem visual que perpassa as constantes reelaborações paisagísticas do artista ao longo de sua carreira. \n\n\n\nA mostra destaca a centralidade da paisagem na prática artística de Zerbini\, que transcende os limites da pintura para se manifestar em múltiplas linguagens e experimentações. Sua produção artística revela-se como um verdadeiro mosaico de formas\, cores\, padrões e narrativas\, refletindo não apenas a visão do artista\, mas também sua inquietude e sensibilidade diante do mundo. \n\n\n\n“Paisagens Ruminadas percorre alguns dos caminhos da voluptuosa e fascinante paisagística de Luiz Zerbini. Ao reunir obras de várias décadas e apresentar esculturas\, objetos\, monotipias\, instalações e vídeos\, a exposição matiza o já conhecido protagonismo de sua pintura\, convidando os visitantes a observarem como a ruminação tem sido o principal método de criação desse artista que desde cedo vem mastigando\, digerindo\, regurgitando e novamente devorando suas próprias referências\, signos\, composições\, perspectivas\, narrativas\, formas\, cores\, padronagens\, imagens”\, comenta Clarissa Diniz. \n\n\n\nA obra de Zerbini é um convite à reflexão sobre a natureza da arte e sua relação intrínseca com a vida. Além de sua proeminência como pintor\, ele destaca-se como um artista multimídia\, cuja produção multifacetada explora os limites entre as artes visuais\, a música e o cinema. Há quase 30 anos\, a serem completados em 2025\, Zerbini participa do coletivo sonoro Chelpa Ferro\, criado junto com os artistas Barrão e Sergio Mekler\, que produz obras como objetos\, instalações\, performances\, além de shows e CDs. \n\n\n\nApós o CCBB Rio de Janeiro\, a exposição segue para o CCBB Brasília. O patrocínio é do Banco do Brasil\, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
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SUMMARY:“Maré de Sonhos Intranquilos” de Fava da Silva no Sesc Duque de Caxias
DESCRIPTION:Detalhe da obra de Fava da Silva. Imagem: Divulgação\n\n\n\nA galeria do Sesc Duque de Caxias recebe a partir de sábado (22/06)\, a exposição “Maré de Sonhos Intranquilos”\, contemplada no Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar 2023/2024. A mostra é a primeira individual da artista Fava da Silva no Rio de Janeiro e reúne cerca de 16 pinturas produzidas entre os anos de 2021 e 2024. A curadoria é assinada por Emmanuele Russel e Renata Gesomino. Fava constrói suas narrativas através da realidade vivenciada em seu dia a dia\, perpassando por temáticas que refletem sobre a morte\, o luto\, a violência que atinge os territórios favelados e o cotidiano. “Eu faço uma pintura baseada no que vivo\, no entanto a fabulação recorre ao onírico\, faço uso da linguagem do sonho para representar esses cenários”\, avalia a artista. \n\n\n\nO público vai encontrar uma série de obras que se apresentam em diferentes suportes\, e que foram produzidas a partir das experiências da artista\, que cresceu no Complexo da Maré\, na zona norte da capital fluminense. As telas possuem destacada assinatura cromática. A técnica a óleo é utilizada pela artista e em suas composições é possível encontrar a densidade do azul ampliando um contraste com a transformação do vermelho. “Pintar com as mãos\, com os pés\, com o corpo e com a alma. É desta forma que podemos mergulhar nas imagens que retratam de forma onírica e sensível um universo íntimo e ambíguo da artista Fava da Silva. Com cenas decodificadas por cores\, linhas\, formas e planos que se repetem e remontam às lições formais deixadas pelas vanguardas estéticas do modernismo\, a artista carioca atualiza seu repertório simbólico a partir da influência incontornável da pintura contemporânea de artistas como Marlene Dumas\, Cristina Canale e Eduardo Berliner\, criando uma maré de imagens\, narrativas e situações cotidianas que abarcam o ciclo natural da vida e da morte”\, afirmam as curadoras Renata Gesomino e Emmanuele Russel. A exposição será gratuita é terá duração de três meses no Sesc Duque de Caxias. \n\n\n\nEm “Maré de Sonhos Intranquilos”\, é possível encontrar o trabalho visual de uma artista que possui uma poética ampla e coerente. Pelas obras de Fava da Silva encontramos uma autobiografia das suas experiências pessoais: as cidades percorridas pela artista\, a presença da violência e do luto\, a necropolítica\, as perdas e os ganhos\, sem deixar de provocar no público um encantamento pelo cotidiano\, por sonhos que a artista ampliou em tessituras visuais\, com o poder gesto e a força das cores.
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LOCATION:Sesc Duque de Caxias\, 47 Rua General Argolo Centro\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"J. Borges – O Sol do Sertão" no Museu do Pontal
DESCRIPTION:J. Borges\, O forró dos bichos. Foto: Divulgação\n\n\n\nA exposição “J. Borges – O Sol do Sertão”\, com curadoria de Angela Mascelani e Lucas Van de Beuque\, é a mais abrangente da carreira do mestre da xilogravura brasileira. Com mais de 200 obras que percorrem seus 60 anos de trajetória\, a mostra inclui xilogravuras\, matrizes\, cordéis e vídeos. As obras de J. Borges estão distribuídas em duas galerias do mezanino\, parte do foyer e da galeria principal\, interagindo com o acervo de arte brasileira do Museu do Pontal. No jardim interno\, um mural de 24 m² apresentará a popular xilogravura “Asa Branca”\, inspirada pela música de Luís Gonzaga e reproduzida por Pablo Borges\, filho do artista.
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SUMMARY:"Eterno Egito" na Casa Museu Eva Klabin
DESCRIPTION:Estela de Per-a-Iset\, Acervo Mariano Procópio. Foto: Marcio Brigatto\n\n\n\nA exposição “Eterno Egito: A Imortalidade nas Coleções Viscondessa de Cavalcanti e Eva Klabin” traz a união inédita das coleções de Eva Klabin e da Viscondessa de Cavalcanti\, duas colecionadoras que reuniram artefatos do antigo Egito em seus acervos. A mostra apresentará 100 peças de diversas dinastias\, datando desde 3000 a.C. até o século I d.C. Com a curadoria de Helena Severo e Douglas Fasolato\, a nova exposição da Casa Museu Eva Klabin estará aberta à visitação gratuita de quarta a domingo\, das 14h às 18h\, a partir do dia 6 de julho. \n\n\n\nA exposição conjunta traz artefatos e objetos que refletem a crença egípcia na vida após a morte. Na coleção da Viscondessa\, destacam-se uma estela policromada\, de Per-a-Iset\, que faz oferendas ao deus Ra-Osíris; fragmentos de um rosto de ataúde masculino; figuras shabtis (servidores funerários); e um significativo conjunto de amuletos funerários. A coleção de Eva Klabin apresenta como destaques um rosto de esquife de madeira dourada com olhos incrustados de marfim e ébano da XVIII Dinastia\, uma estela funerária de pedra que pertenceu a Thutmés\, representado se apresentando a Osíris\, além de objetos votivos que destacam o importante papel dos animais na religião egípcia\, como um esquife para uma múmia de gato. A coleção egípcia de Eva Klabin\, atualmente a maior em exibição no Rio de Janeiro e uma das maiores do Brasil\, integra o acervo permanente da Casa Museu\, \, enquanto a da Viscondessa de Cavalcanti pertence ao acervo do Museu Mariano Procópio\, em Juiz de Fora (MG). \n\n\n\nApesar de separadas por cinquenta anos\, a Viscondessa de Cavalcanti (1853-1946) e Eva Klabin (1903-1991) tiveram em comum o interesse por artefatos do Egito Antigo\, desenvolvendo suas coleções por meio de viagens internacionais\, residências em diversos países e visitas a ateliês de artistas\, antiquários renomados e casas de leilões. A união de suas coleções nesta exposição permite uma reflexão sobre o papel das mulheres no colecionismo brasileiro e oferece um olhar sobre as motivações\, práticas e intenções envolvidas no ato de colecionar.  \n\n\n\nO fascínio contínuo pelo Egito Antigo transcende o tempo e continua a influenciar a sociedade\, nos mais diversos setores. Na arte contemporânea este fascínio se materializa nas obras de artistas que completam a exposição “Eterno Egito”\, dialogando com os acervos históricos de Eva e da Viscondessa. A exposição é uma iniciativa da Casa Museu Eva Klabin\, com patrocínio da Klabin S.A\, produção da AREA27 e realização do Ministério da Cultura. Apoio da Atlantis e da Everaldo Molduras.
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SUMMARY:"Lab Cinema Expandido - Rio de Janeiro: Fantasmas\, Máscaras e Territórios" no Futuros – Arte e Tecnologia
DESCRIPTION:Cao Guimarães\, Tokkotai Paquetá (film still)\n\n\n\nResultado de uma residência artística em formato inédito no Brasil\, a exposição Lab Cinema Expandido – Rio de Janeiro: Fantasmas\, Máscaras e Territórios ocupa todos os andares do Futuros – Arte e Tecnologia\, no Flamengo\, de 10 de julho até 1º de setembro. A mostra apresenta videoinstalações sobre o Rio de Janeiro criadas por nove duplas de artistas e pelos cineastas Cao Guimarães e Paz Encina durante o LAB Cinema Expandido\, uma residência de formação artística sobre a relação do cinema com outras linguagens\, que ocorreu entre junho e setembro de 2023\, na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. O projeto é coordenado pela cineasta\, produtora e artista visual Marina Meliande e pelo cineasta e roteirista Felipe M. Bragança. No dia da abertura\, 10/07 (quarta)\, às 18h30\, será realizada uma visita guiada com Cao Guimarães e Paz Encina. \n\n\n\nA exposição começa no videowall do térreo\, com Tokkotai Paquetá\, de Cao Guimarães\, que assina a direção\, roteiro\, fotografia e montagem. A obra foi filmada na ilha de Paquetá e a trilha sonora é do grupo O Grivo. Já no último andar\, está instalada a obra Carta a un viejo Master\, da cineasta paraguaia Paz Encina\, uma homenagem a Eduardo Coutinho\, filmada no Edifício Master\, icônico prédio de Copacabana. A montagem do vídeo é de Jordana Berg\, editora dos filmes de Coutinho e dos últimos trabalhos de Paz. \n\n\n\nNos outros andares do centro cultural\, o visitante encontra as nove videoinstalações das duplas de artistas exibidas em diversos suportes e ambientes\, contando\, algumas delas\, com objetos de cena. O Rio de Janeiro é o personagem comum de todas as obras\, retratado em diversas regiões como a Vila Vintém\, Floresta da Tijuca\, Ilha do Sol (Baía de Guanabara)\, Maracanã\, Baixada Fluminense\, Central do Brasil\, Copacabana\, Paquetá ou em detalhes sutis como o vento que corta a cidade. Ficções e documentários exploram personagens\, locais e histórias do imaginário carioca. \n\n\n\n“O tema Fantasmas\, Máscaras e Territóriosfoi proposto para se pensar nas transformações aceleradas dos espaços urbanos brasileiros\, em especial a cidade do Rio de Janeiro. Na forma como a cidade\, como um corpo vivo\, vai reconfigurando seus territórios\, assumindo novas identidades\, máscaras\, que se expressam como novos corpos\, novas latitudes\, novas representações\, e deixam para trás os fantasmas de suas memórias. Falar em fantasmas\, máscaras e territórios no Rio de janeiro de hoje é falar daquilo que a cidade tenta esquecer\, daquilo que ela é\, e daquilo que ela deseja ser. Esse é o conceito por trás da Residência”\, resume Mariana Meliande\, idealizadora do LAB. \n\n\n\n“Por meio de suas obras\, o LAB Cinema Expandido traz uma proposta de reflexão sobre a nossa cidade. Acreditamos que o cinema é uma das principais ferramentas de geração de conhecimento e aprendizado\, e ter no Futuros – Arte e Tecnologia uma exposição com obras e filmes que exploram as nuances e maravilhas do Rio tem tudo a ver com a gente”\, comemora Victor D’Almeida\, gerente de cultura do Instituto Oi Futuro. \n\n\n\nNo dia da abertura para convidados\, 9 de julho\, às 21h\, os artistas Anne Santos e João L. Lourenço\, diretores de Bacia dos Sonhos\, farão uma performance durante a exibição do filme\, que será gravada e somará camadas sonoras à obra. Esta nova versão da obra é a que será projetada durante o período da exposição. \n\n\n\nSerão realizadas ainda mais três visitas guiadas\, aos sábados\, às 16h: dias 13/07 e 20/07\, com as duplas de artistas que criaram as nove vídeo-instalações; e\, no dia 03/08\, com os curadores Felipe M. Bragança e Marina Meliande.
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LOCATION:Futuros – Arte e Tecnologia\, Rua Dois de Dezembro\, 63 - Flamengo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"CYBERFUNK – tecnologias de uma cidade ritmada" no Museu do Amanhã
DESCRIPTION:Bernardo Pormenor\, Protetor Solar. Foto: Albert Andrade\n\n\n\nAo som do grave batendo na caixa de som\, a exposição CyberFunk – Tecnologias de Uma Cidade Ritmada estreia no Museu do Amanhã em 12 de julho\,trazendo uma realidade marcada pelas relações entre a cidade do Rio de Janeiro e as tecnologias da diáspora negra. A mostra coletiva foi concebida pelo Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA) – apresentado pelo Santander Brasil – em parceria com o artista-curador Pedro Pessanha\, e agora ocupa esse mesmo espaço\, localizado no átrio do Museu do Amanhã. \n\n\n\nEm sua pesquisa e trabalho artístico\, Pedro Pessanha pensa em um baile funk como espaço de criação. Nele\, surge uma diversidade de sons\, de expressões corporais e de coreografias\, além de ser um ambiente onde florescem estéticas próprias. Ele crê na pista do baile como\, sobretudo\, um marco territorial de onde nascem tecnologias hackeadas a partir das hegemônicas e se configuram reflexões sobre a cidade e possibilidades de futuros. \n\n\n\nEm CyberFunk\, o universo do funk não se resume à música – embora seja parte indissociável dele.  O paredão sonoro é a linha que costura a arte expressa em diferentes formatos\, como a moda e a ilustração\, com a reflexão sobre territórios. Os artistas e escritores são convidados para dialogar com o movimento CyberFunk e\, unidos\, compõem o baile imaginário e futurista proposto por Pedro Pessanha\, que desenvolveu uma série de ilustrações digitais para a exposição. \n\n\n\n“CyberFunk te convida a escutar as tecnologias que permitem com que nossos tambores continuem marcando a paisagem sonora da cidade. Projetamos as cores de um encontro antigo com maquinário novo”\, escreve Pedro Pessanha. E continua: “Como os ritmos que inventamos hoje vão ressoar no tempo?”. \n\n\n\nOs artistas colaboram com essas reflexões\, cada um à sua maneira. No som\, o coletivo de música e agência criativa Escola de Mistérios convida a dj Vicx para contribuir com a instalação sonora\, com uma oficina de produção musical; já o projeto musical Africanoise colabora com o EP CyberFunk\, parte da instalação sonora presente na exposição. Ainda nesse eixo temático\, a exposição conta com um ensaio inédito do jornalista\, curador e pesquisador musical GG Albuquerque\, que defende: “Nas pretitudes sônicas da diáspora negra\, o pensamento é parte do movimento da vida”. \n\n\n\n“É uma alegria receber Cyberfunk\, que traz olhar e reflexões originais sobre futuros. O Museu do Amanhã deseja ser sempre local de encontro das mais diversas perspectivas\, e agora abre espaço para jovens artistas\, músicos e pesquisadores que retratam som\, moda e territorialidade a partir de um Rio de Janeiro futurista.”\, afirma Fabio Scarano\, curador do Museu do Amanhã. \n\n\n\nCompondo o time de pensadores sobre territorialidade estão Gean Guilherme\, idealizador da 2050\, laboratório de arte e tecnologia do morro Santo Amaro\, no Rio de Janeiro; e Obirin Odara\, pesquisadora e idealizadora da página ‘Não Me Colonize’. \n\n\n\nJá no time dos artistas da moda estão bernardo pormenor – criador da marca “pormenor” na Zona Norte carioca – que contribui com uma peça exclusiva; e Rachel de Oliveira Vieira\, pesquisadora de moda e comunicação\, que colabora com um texto inédito sobre as relações entre moda e a construção de identidade. \n\n\n\nRelacionando-se com o tema central do ano no Museu\, que trata em suas programações as “Inteligências”\, CyberFunk é a segunda exposição de 2024 apresentada pelo Laboratório de Atividades do Amanhã – LAA\, espaço de experimentação\, inovação e prototipagem em arte\, ciência e tecnologia do Museu do Amanhã apresentado pelo Santander Brasil.
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LOCATION:Museu do Amanhã\, Praça Mauá\, 1 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Imagem e semelhança" de Lucas Finonho no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Obra de Lucas Finonho. Imagem: Divulgação MAR\n\n\n\nUma das grandes promessas do circuito carioca de arte\, o artista plástico Lucas Finonho vem da Baixada Fluminense\, de onde ele traz reflexões sobre as constantesfragmentações e reconstruções que enfrenta\, sendo um jovem preto e gay de periferia. Nascido e criado em Duque de Caxias\, ele apresenta sua primeira exposição individual “Imagem e semelhança”\, no mais carioca dos museus: o Museu de Arte do Rio (MAR). Com abertura prevista para 13/07 às 11h\, a mostra remonta a história familiar do artista e as experiências vivenciadas no seu cotidiano. \n\n\n\n“Ter minha primeira exposição solo no Museu de Arte do Rio é\, antes de tudo\, romper com todas as baixas expectativas que recebo pela minha cor e pelo lugar de onde eu venho. Poder apresentar meu trabalho nessa grande instituição que vem lançando e transformando a vida de diversos artistas\, é pra mim o início de uma promissora trajetória de conquistas e grandes responsabilidades”\, afirma. \n\n\n\nCom curadoria de Mélanie Mozzer e Osmar Paulino\, o projeto começou a ser gestado em julho de 2023. Composta por 12 obras inéditas\, cada tela traz o olhar com mais sensibilidade para as relações cotidianas\, onde a pintura não é apenas um meio de expressão visual\, mas também um diálogo entre a suavidade dos traços e a aspereza das texturas de brita. A inserção da pedra brita em suas obras\, com sua natureza fragmentada\, oferece uma metáfora visual potente para as complexidades da experiência humana contemporânea. \n\n\n\n“Esta exposição é um testemunho do amadurecimento do artista através de um longo processo de pesquisa que foi bastante enriquecedor\, visto que além de artista\, Finonho é um pesquisador que já carrega um repertório profissional extenso. Se eu pudesse dar um conselho\, indicaria que o público não perdesse a abertura da exposição para contemplar este momento definidor na carreira do artista que terá um longo caminho dentro da cena de Arte Contemporânea”\, afirma Mélanie Mozzer. \n\n\n\nEm sua pesquisa\, Lucas se conforta ao se entender semelhante às grandes e fortes rochas formadas por pequenos fragmentos\, ao fabular sobre a divina fundição de seus destroços. Assim como a natureza\, que mesmo ameaçada pela negligência e exploração exacerbada\, o artista busca se reconstruir a todo custo. A utilização de pedras em suas obras\, o faz olhar para os vales sedimentares\, percebendo na natureza a possibilidade de ressignificar as erosões e depressões da vida. \n\n\n\n“Me inspiro nas coisas que lutam por existir\, nas histórias de superação\, tecnologias periféricas de sobrevivência\, nos testemunhos de intervenções divinas e nos ciclos que observo na natureza\, com seu grande poder de defesa e regeneração frente às violências que sofre”\, completa o artista. \n\n\n\n“A exposição “Imagem e Semelhança” do Finonho é uma contribuição para a sociedade na medida que ela busca apresentar reflexões sobre os problemas subjetivos do ser a partir das diversas mazelas sociais\, e sua capacidade de encontrar o bem-estar através da manifestação do divino que se dá ao mesmo tempo a partir das experiências endógenas e exógenas do próprio ser”\, diz Osmar Paulino.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Miolo" na Galeria Cavalo
DESCRIPTION:Ze Tepedino\, Firme e forte. Imagem: Divulgação Galeria Cavalo\n\n\n\nNo dia 25 de julho a Cavalo apresenta “Miolo”\, coletiva curada por Tainan Cabral no espaço da galeria em Botafogo\, que contará com obras conhecidas e inéditas de artistas convidados\, assim como representados pela galeria Segundo o curador\, os olhos têm o poder de criar imagens a partir dos fenômenos. Os objetos carregam histórias nos panos envelhecidos\, nos ferros soldados\, nas lonas\, e nas costuras despretensiosas que consertam o defeito\, mas no olhar dos artistas eles se submetem a uma potente escuta\, como a de um psicanalista que está a procura dos códigos nas falas de seus pacientes. \n\n\n\nQuanto menos se fala\, mais se escuta\, quanto mais se escuta\, mais se observa\, quanto mais se observa\, mais se absorve\, quanto mais se absorve\, mais se incorpora\, quanto mais se incorpora\, mais se aprende de verdade a essência\, podendo transformá-la em algo autoral. Os olhos têm a capacidade de recriar as coisas que são capturadas por eles como numa relação de amizade entre a matéria e o artista. \n\n\n\nA exposição conta com os artistas:Alexandre Baltazar\,Allan Weber\,Ana Clara Tito\,André Komatsu\,Gabriela Mureb\,iah bahia\,Siwaju\,Zé Tepedino.
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LOCATION:Galeria Cavalo\, Rua Sorocaba\, 51 - Botafogo\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Inauguração do novo espaço da Galeria Refresco com mostra coletiva
DESCRIPTION:Vista da instalação. Foto: Divulgação Galeria Refresco\n\n\n\n\nEntre os dias 27 de julho e 28 de setembro\, a Galeria Refresco realiza a exposição coletiva “Bronze Noturno”\, com a curadoria de Daniela Avellar\, Deborah Zapata e Renato Canivello. A mostra conta com mais de vinte trabalhos produzidos por artistas brasileiros de diferentes localidades que têm se destacado por suas práticas e processos singulares\, capazes de expandir os limites do que é convencionado por pintura e escultura. O título da exposição se vale da sensação de calor na pele após a exposição solar\, uma permanência da presença do Sol mesmo na ausência de sua luz direta. Essa experiência tipicamente carioca ressalta um elemento crepuscular à mostra\, marcada pelos gradientes cromáticos das obras e dos processos e mídias pouco usuais dos quais elas fazem uso. Trata-se também de uma tentativa de cartografar não só um repertório visual\, como o pôr-do-sol na cidade do Rio de Janeiro\, mas também a própria questão da sensibilidade do corpo – assuntos sempre caros à arte brasileira. \n\n\n\nOs treze artistas que compõem a mostra são Alexandre Nitzsche Cysne\, Dani Cavalier\, Edu de Barros\, Eduardo Baltazar\, Fabio Severino\, Gpeto\, Iah Bahia\, Medusa\, Nathalie Ventura\, Rafael D’Aló (radicado em Londres)\, Sandra Lapage\, Siwaju e Ygor Landarin. O uso e a combinação de materiais menos convencionais na prática pictórica e escultórica\, como metais\, acrílica\, resina\, argila e lycra\, acentuam o caráter comum de experimentação dos expositores e suas preocupações acerca da tangibilidade das obras. “Bronze Noturno” reaviva questionamentos inerentes à arte contemporânea e propõe novas maneiras de se pensar as dinâmicas entre forma e materialidade\, conteúdo e invólucro\, reflexão e representação. \n\n\n\nNas palavras de Daniela Avellar\, “a curadoria reflete sobre uma experiência de cidade a partir de suas ruas\, encruzilhadas\, fluxos e contrafluxos\, encontros\, afetos – todos mediados pela relação com o céu e o sol\, e do encontro desses efeitos com a pele”. “Bronze Noturno” propõe uma abordagem da sensibilidade artística que prioriza a experiência corpórea para além da contemplação visual. Daí\, a pele surge como esse limiar entre mundo e corpo – a fronteira a partir da qual nos constituímos como indivíduos e percebemos o ambiente ao nosso redor. Nesse sentido\, as iconografias da cidade do Rio de Janeiro também ganham peso na exposição enquanto lugar onde o corpo está e que o constitui. A impressão do bronze noturno\, afinal\, reelabora como percebemos o par dicotômico presença-ausência – como em uma alucinação\, é uma sensação na falta de seu objeto correlato.
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SUMMARY:"Notícias do Brasil" no Centro Cultural PGE-RJ
DESCRIPTION:PV Dias\, Regresso de um proprietário de si (detalhe)\nMedusa\, De grão em grão [detalhe]\, 2023\n\n\n\n\nIdealizada pelo Sesc RJ\, a exposição Notícias do Brasil estreará repaginada em nova temporada no dia 31 de julho\, desta vez no Centro Cultural PGE-RJ\, antigo Convento do Carmo\, no centro do Rio de Janeiro. Com mais de 70 obras\, a mostra\, agora\, contará com a participação dos artistas PV Dias\, Sabrina Savani e Silvana Mendes que imprimem um olhar contemporâneo à exposição que já exibia gravuras de Carybé\, Cícero Dias e Glauco Rodrigues. A realização dá continuidade à parceria de cooperação mútua estabelecida entre o Sesc RJ e a PGE-RJ para o desenvolvimento de atividades culturais e educacionais acessíveis ao público de forma gratuita. \nNotícias do Brasil apresenta um Brasil popular\, por meio de imagens que registram o dia a dia de seus habitantes em cenas corriqueiras das ruas\, praças\, festejos religiosos e celebrações informais contribuindo para uma construção imagética de um país que reflete sobre as suas origens e pluralidade étnica e cultural. \nNo conjunto das obras\, afirma o curador Marcelo Campos\, é possível perceber um Brasil de forte tradição popular\, nas festas\, nas relações interétnicas\, nas vendedoras de tabuleiro\, nas janelas e sacadas dos sobrados coloniais. “O principal ganho da exposição nesta repaginação é o encontro de grandes artistas que falam de suas cidades\, a partir do que o povo fala no cotidiano”\, explica. \n De chegada à mostra\, PV Dias\, Sabrina Savani e Silvana Mendes imprimem o olhar sob a perspectiva decolonial. São artistas oriundos de diferentes regiões do Brasil: Belém do Pará\, São Paulo e São Luís do Maranhão. A repaginação da mostra reflete o movimento contemporâneo nas artes de revisitar a história dita “oficial” através de perspectivas inclusivas e de reparação histórica. Assim\, a exposição se propõe a apresentar as cores de um Brasil popular noticiando-o sem relegar qualquer tipo de participação em sua construção.
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SUMMARY:"Do céu e da pedra" de Ana Hupe na Portas Vilaseca Galeria
DESCRIPTION:Obra de Ana Hupe. Imagem / Divulgação\n\n\n\n\nA Portas Vilaseca tem o prazer de apresentar “Do céu e da pedra”\, nova exposição individual da artista Ana Hupe\, com curadoria de Juliana Gontijo. \nO evento de abertura acontece na próxima quinta-feira\, dia 1o de agosto\, a partir das 19h00. “Do céu e da pedra” segue em cartaz até o dia 6 de setembro e o horário de visitação é de terça a sexta-feira (das 11h00 às 19h00) e aos sábados (das 11h00 às 17h00). Entrada gratuita. \nCom cerca de 40 obras\, distribuídas pelos três andares da galeria\, a mostra aborda temas como imanência e transcendência\, a mística das formas\, violências extrativistas e movimentos revolucionários. Essas reflexões são apresentadas por meio de serigrafias\, tecidos\, bordados\, objetos encontrados e fotogramas dispostos em uma expografia instalativa. \nSegundo a curadora Juliana Gontijo\, “cada trabalho apresentado é uma história que nasce do encontro com um signo ou com o silêncio das entrelinhas de um texto\, a fim de compor com experiências que a artista descobre em cada uma de suas viagens. Entre a pedra e o céu\, encontramos emaranhadas as relações coloniais triangulares entre Brasil\, África Ocidental e Europa — em particular a Alemanha\, país no qual a artista reside. Hupe utiliza como guia metodológico a fabulação crítica\, processo que atrela a pesquisa histórica ao “poder de inventar”\, como diz a escritora Saidiya Hartman\, e assim contar aspectos da vida de pessoas e fatos esquecidos\, abrindo vias de reparações históricas para além do objeto em si”.
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SUMMARY:"Terra Vermelha" de Raul Leal no Paço Imperial
DESCRIPTION:A destruição ambiental no Norte e Noroeste Fluminense\, visível a olho nu e acelerada ao longo dos últimos anos\, foi o ponto de partida para a individual “Terra Vermelha”\, que o artista Raul Leal apresenta no Paço Imperial a partir do dia 3 de agosto\, com curadoria de Lucas Albuquerque. A mostra exibe os trabalhos documentados ao longo dos últimos anos por Raul\, que atuou na região propondo uma prática artística que une sustentabilidade e artes visuais. Por meio de suas obras\, aborda questões ecológicas do interior fluminense e utiliza a arte para provocar reflexões sobre as agressões ao ecossistema como um todo. \nA vista natural e o bioma regional\, que ao longo dos séculos inspiraram inúmeros artistas viajantes\, agora sofre a ação extrativista humana. A erosão acelerada\, as secas prolongadas\, a má qualidade do solo e as mudanças no bioma regional são evidências de um problema ecológico que altera a paisagem. Buscando trazer esse cenário à tona\, Raul Leal\, natural da região noroeste fluminense\, reflete sobre a ameaça ao bioma da mata atlântica evidenciando a alteração no território. \n“Há um histórico de ocupação onde podemos observar processos de degradação do meio ambiente que hoje resultam em sérios problemas. Em meu trabalho\, busco recuperar uma imagem que vem se apagando com o desaparecimento da natureza no interior do Brasil\, resultante das práticas predatórias adotadas a serviço do lucro”\, conta. \nAbordando a crise ambiental atual\, ele apresenta uma série de trabalhos em diversos suportes\, entre fotografia\, desenho e gravura\, no ímpeto de expor a devastação. Trabalhando sumariamente com madeiras naturais e queimadas\, o artista cria um inventário visual onde documenta animais que resistem nas áreas agredidas e diferentes plantas do bioma natural fluminense\, fotografadas antes de uma ação de reflorestamento guiada por semanas a fio pelo artista. \n“O artista enquadra cenas onde a vida natural ainda persiste\, lutando pela sobrevivência\,” afirma o curador da exposição\, Lucas Albuquerque. “Estas imagens são sobrepostas a talhos de madeira\, criando uma conexão direta com a tradição das paisagens na arte brasileira dos séculos XVII e XIX. Diferente dessas representações históricas\, as imagens de Raul evidenciam o risco iminente da devastação”.
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SUMMARY:"Olhos cheios" de Mirela Cabral no Paço Imperial
DESCRIPTION:Mirela Cabral Canteiro\, Corrimão\, 2022\n\n\n\n\nO Paço Imperial apresenta a primeira mostra individual de Mirela Cabral no Rio de Janeiro\, sob curadoria da crítica Ligia Canongia\, com abertura\, no sábado\, 3 de agosto\, a partir das 14h. Intitulada Olhos cheios\, a exposição ocupa três salas do Paço [Trono\, Dossel e Amarela]\, com 20 pinturas\, 17 sobre tela e três sobre papel\, todas dos anos 2020. \nMirela se considera autodidata nas artes visuais\, embora tenha frequentado programas de arte na Parsons Paris\, na Academia de Cinema de Nova York [NYFA] e na Universidade da Califórnia [UCLA]. Paralelamente graduou-se em Comunicação Social\, com habilitação em Cinema\, pela Fundação Armando Alvares Penteado [SP]. \nO conjunto inédito que a artista mostra agora é de pintura abstrata\, mas nem sempre foi assim. No início\, Mirela pintava figurativo.  \n“Explodi a figura e ela se tornou paisagem\, para ganhar mais pluralidade\, mais rítmica e melhor negociação com o espaço”\, revela Mirela. \nSua relação com o suporte é original: pinta a mesma tela em várias posições\, porque “sempre penso nas bordas\, se o trabalho funciona em todos os sentidos”\, diz ela. A artista também consegue trabalhar em várias pinturas simultaneamente\, gosta de sentir que uma contamina a outra\, enquanto alguma chama mais à finalização. \n 
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SUMMARY:"Agitações pelo número" de José Patrício no Paço Imperial
DESCRIPTION:José Patrício\, Trajetórias sobre preto – versão 2\, 2016. Foto: Robson Lemos\n\n\n\n\nO Paço Imperial tem o prazer de convidar para a abertura da exposição “Agitações pelo número”\, com mais de 70 obras do artista José Patrício (1960\, Recife). Com curadoria de Paulo Herkenhoff\, a mostra ocupará as Salas Gomes Freire e sua antecâmara\, e a Treze de Maio\, no primeiro andar do Paço Imperial. José Patrício tem uma longa história de exposições no Paço Imperial\, como as coletivas “Anna Maria Niemeyer\, um caminho” (2012)\, “1911 – 2011: Arte brasileira e depois\, na Coleção Itaú” (2011)\, “Tudo é Brasil” e “28º Panorama da Arte Brasileira (2004)\, “Espelho cego: seleções de uma coleção contemporânea” (2001)\, e sua individual “Ars Combinatoria”\, em 2001\, em que fez uma instalação utilizando 2.500 jogos de dominó\, cada um com 28 peças\, totalizando 70 mil peças. José Patrício integra a Trienal de Tijuana (julho de 2024 a fevereiro de 2025)\, no México. \nJosé Patrício diz que “é com alegria que retorno ao Rio de Janeiro para expor no Paço Imperial uma parte da minha produção\, fruto de muitos anos de pesquisa e produção constante\, baseada em princípios matemáticos e em sintonia com uma certa tradição construtiva da arte brasileira”\, comemora. “Esta exposição apresenta uma série de obras que realizei nos últimos anos\, a partir da curadoria de Paulo Herkenhoff\, com ênfase no Número como elemento norteador da minha produção artística”\, destaca. \nAutor do livro “José Patrício: cogitações sobre o número” (2010)\, que cobriu quase três décadas da trajetória do artista “sob a dimensão da geometria e de teorias filosóficas da matemática”\, Paulo Herkenhoff convida o público “a projetar os significados que elaborarem” sobre as obras expostas. “Cada visitante será assim agitado para interpretar o Número”\, afirma. \nO curador criou um percurso na exposição em que dispôs os trabalhos nas salas de acordo com suas séries\, e escreveu textos que estarão nas paredes de cada um dos segmentos. Apelidada de “Sala Dourada”\, por causa da obra “Estrutura modular dourada” (2019)\, em placas de metal dourado\, pregos de latão e esmalte sobre madeira\, com 75cm x 75cm\, que abre a exposição\, a antecâmara da Sala Gomes Freire abriga os trabalhos “Espirais cromáticas série 2 nº 1” (2023)\, em botões e esmalte sintético sobre madeira\, com 200cm x 200cm\, “Espirais cromáticas XVIII” (2022)\, em botões sobre tela sobre madeira\, com 114\,5 x 225 cm\, e “Afinidades cromáticas – Dourados Versão 2” (2018)\, botões sobre tela sobre madeira\, com 161\,5 x 162 cm. \n“José Patrício segue as reflexões de Leibniz [filósofo alemão\, 1646-1716] para quem a ars combinatoria ou ciência geral das formas ou da similaridade e dissimilaridade é um método universal\, fundamento de todas as ciências”\, observa Paulo Herkenhoff. “O artista nos cita o filósofo alemão: ‘ars combinatoria designa o projeto\, ou melhor\, o ideal de uma ciência que\, partindo de uma characteristica universalis\, ou seja\, de uma linguagem simbólica que atribuísse um sinal a cada ideia primitiva e combinasse de todos os modos possíveis esses sinais primitivos\, obtendo assim todas as ideias possíveis. Este é seu desafio há 25 anos”\, destaca. \n 
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SUMMARY:“Prêmio PIPA 2024: Aislan Pankararu\, Aline Motta\, enorê e Nara Guichon” no Paço Imperial
DESCRIPTION:Nara Guichon\, Liana\, 2018-2020. Foto: Renata Gordo\n\n\n\n\nO Prêmio PIPA\, que completa este ano sua 15ª edição\, tem o prazer de anunciar os Artistas Premiados de 2024: Aislan Pankararu\, Aline Motta\, enorê e Nara Guichon. Entre os 62 participantes deste ano\, artistas com até 15 anos de carreira\, os quatro foram escolhidos pelo Conselho do PIPA por terem obras contundentes e representativas da pluralidade de poéticas e linguagens desenvolvidas no Brasil. Como parte da premiação\, cada um recebe uma doação de R$25 mil e realiza a mostra na sala Terreiro do Paço Imperial\, no Rio de Janeiro\, de 03 de agosto a 20 de outubro de 2024. \nSegundo Luiz Camillo Osorio\, curador do Instituto PIPA\, “os quatro premiados mostram vitalidade incomum em suas obras\, incorporando temporalidades heterogêneas a processos de formalização arrojados. Seja pela retomada de artesanias tradicionais\, seja pelo uso de tecnologias de ponta\, estas quatro poéticas trabalham formas de perceber o presente nada convencionais. Acima de tudo\, experimentando novos agenciamentos entre história e fabulação\, artesania e delírio\, ancestralidade e ciência\, arte e ecologia. É forçando os limites das linguagens que a arte explora o desconhecido\, liberando a imaginação a ir além do que já conhecemos. Só assim\, no meio de uma crise civilizacional como a que vivemos hoje\, é que poderemos reconfigurar passados abortados e abrir horizontes de expectativa inesperados em relação ao que virá. Este é o compromisso do PIPA\, enquanto uma janela para o que se passa na cena brasileira dos últimos 15 anos: evidenciar os vários brasis que convivem\, não necessariamente de forma pacificada\, no interior do mesmo país”. \nAlém de trabalhos dos quatro Premiados de 2024\, o Instituto PIPA apresenta no Terreirinho\, sala localizada em frente ao Terreiro\, a exposição “Coleção Instituto PIPA: 15 anos…”\, em que é apresentado o acervo do Instituto. Osorio selecionou para a mostra obras doadas e adquiridas pelo Instituto ao longo dos 15 anos da formação de sua coleção. São cerca de 10 trabalhos de Arjan Martins\, Bárbara Wagner\, Berna Reale\, Cadu\, Denilson Baniwa\, Éder Oliveira\, Paulo Nazareth\, Renata Lucas\, e Virginia de Medeiros\, que ajudam a contar a história da arte contemporânea brasileira dos últimos anos\, com linguagens e temáticas que simbolizam e representam o percurso recente da arte no país. Também será apresentado um registro do comissionamento do site-specific de Henrique Oliveira na Villa Aymoré\, em 2018. O acervo completo pode ser visto no site www.institutopipa.com. \n 
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SUMMARY:“Pedra\, metal e madeira” de Luiz Zerbini no Mul.ti.plo Espaço Arte
DESCRIPTION:Luiz Zerbini\, Floresta em pé\, 2023. Crédito: Pat Kilgore\n\n\n\n\nCelebrando a mudança de nome da galeria\, a Maneco Müller | Mul.ti.plo\, no Leblon\, abre uma individual com a produção mais recente de Luiz Zerbini\, que acaba de apresentar no CCBB Rio uma grande mostra retrospectiva\, atraindo mais de 70 mil visitantes. A exposição “Pedra\, metal e madeira” reúne cerca de 20 obras recentes do artista\, entre gravuras em metal\, litogravuras e monotipias\, sendo a maioria inédita. Quem assina o texto crítico é Fred Coelho. A mostra\, que vai até 14 de novembro\, inclui o lançamento de um livro de grandes dimensões\, impresso manualmente\, a ser apresentado na ArtRio. A abertura será no dia 4 de setembro (quarta-feira)\, às 18h\, com entrada franca. A mudança de nome da galeria simboliza a sociedade entre Maneco Müller e Stella Ramos na Mul.ti.plo\, desde 2018. \nAtravessando seus quase 50 anos de produção\, a poética de Luiz Zerbini destaca-se por uma voluptuosa e desconcertante paisagística\, combinando vegetação\, ambientes urbanos\, fabulação\, memória e alegorias. A recente produção em monotipia e gravura em metal do artista é fruto do encontro dele com o Estúdio Baren\, criado pelo editor e impressor carioca João Sánchez. Há quase uma década\, Zerbini e João pesquisam diversas formas de imprimir monotipias\, misturando técnicas e materiais\, papéis\, matrizes e pigmentos. Mais recentemente\, o artista carioca Gpeto passou a colaborar também com o Estúdio Baren\, se juntando à produção de monotipias de João Sánchez e Luiz Zerbini. \nO destaque da mostra na galeria são as gravuras em metal inéditas nas quais Zerbini se debruça sobre uma das mais tradicionais técnicas de impressão artesanal do mundo. Há cerca de cinco anos\, Zerbini vem se dedicando a experimentações nesse campo graças à proximidade com o Estúdio Baren. A Maneco Müller | Mul.ti.plo surgiu como espaço natural da mostra dessa produção por conta da parceria da galeria com o Estúdio Baren e a amizade de longa data tanto com Luiz Zerbini quanto com João Sánchez. \nNa mostra estão cinco obras em água-forte e água-tinta sobre papel de algodão em preto e branco\, com edição limitada de 30 exemplares\, no formato de 78 X 53 cm. “Num momento de enorme sucesso da sua carreira\, Zerbini expande-se por outra frente\, com a possibilidade de escapar da demanda permanente da pintura. Nas gravuras em metal\, ele está podendo repensar as imagens de suas telas\, oferecendo a elas novas dinâmicas\, novas camadas\, novas possibilidades. Isso leva a um outro caminho de debate sobre sua obra. A oportunidade de se desafiar\, de se arriscar\, experimentar\, traz um incrível frescor e força aos novos trabalhos”\, explica Fred Coelho. \nOs desenhos de Zerbini\, feitos a ponta-seca e buril sobre a superfície do metal\, revelam-se no papel com uma incrível sutileza de tons e força da forma. “Aqui o tempo da impressão é outro. O processo em metal é trabalhoso\, lento\, complexo. Exige muita dedicação. É coisa de um mundo que não existe mais. Sempre tive vontade de me dedicar a isso\, mas nunca tive chance. Agora com o João Sánchez encontramos esse caminho”\, revela Zerbini. \nJá as 12 monotipias são exemplares únicos\, com dimensões de 107 x 80 cm\, impressas em papel de algodão. Tirando as obras apresentadas na exposição MASP em 2022\, incluindo quatro originais utilizados para ilustrar a edição do livro “Macunaíma\, o herói do Brasil”\, de Mário de Andrade (Editora Ubu\, 2017)\, e outra sobre a Guerra de Canudos\, a coleção de monotipias reunida é inédita. Mais do que representações de vegetação\, nas monotipias de Zerbini são as próprias plantas e objetos entintados que são colocados na prensa\, imprimindo e dando relevo com sua textura ao papel. “Quando descobri a possibilidade de utilizar as folhas como matriz\, fiquei muito interessado. A partir daí começamos a experimentar outros materiais. Fomos fazendo uma pesquisa enorme”\, comenta o artista sobre a parceria com o Estúdio Baren. \nA exposição na Maneco Müller | Mul.ti.plo inclui também o lançamento de um livro de artista em grande formato na ArtRio\, com trabalhos exclusivos de Zerbini. No tamanho de 77 X 98 cm (fechado)\, impressa manualmente\, a edição tem apenas 11 exemplares e estará à venda no estande da galeria durante a feira de arte carioca\, entre 25 e 29 de setembro. O livro “Monstera Deliciosa Pândanus Coccothrianax Crinita Útilis Cabeluda Mucuna” tem projeto editorial de João Sánchez\, com colaboração editorial de Ana Luiza Fonseca. A impressão foi realizada no Estúdio Baren\, pelas mãos de João Sánchez\, Juliette Boulben\, Luiza Stavale\, entre 2018 e 2019. \nNo dia 5 de novembro\, às 18h30\, acontece um bate-papo do artista com João Sánchez\, criador do Estúdio Baren\, e Fred Coelho\, que assina o texto crítico da mostra. As reservas para participação da conversa devem ser feitas pelo WhatsApp 21 2042 0523.
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LOCATION:Mul.ti.plo Espaço Arte\, Rua Dias Ferreira\, 417/206 - Leblon\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Quentchura" de Kboco na Galeria Movimento
DESCRIPTION:Kboco\, Sem título\, 2024\n\n\n\n\n\n\n\n\nA Galeria Movimento apresenta a exposição “Quentchura”\, uma mostra que explora a interseção entre o abstrato e o sagrado na obra do artista Kboco. A exposição será inaugurada no dia 08 de agosto de 2024 e promete oferecer uma experiência única que mistura elementos de diversas culturas e tradições espirituais com a vibrante cultura urbana brasileira.\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\nSerão apresentadas 7 telas\, 18 assemblages e 3 grandes totens. \nA obra de Kboco é uma fusão de símbolos de culturas diversas\, incluindo hindu\, budista\, egípcia antiga\, e das culturas urbanas brasileiras contemporâneas. A exposição destaca a importância do espiritual como conteúdo na arte abstrata\, evocando sentimentos\, emoções e o imaterial. \nSuas obras são descritas como misteriosas e familiares\, evocando totens\, monumentos arcaicos e objetos esotéricos\, que conectam o observador a outras dimensões e entes mágicos. \n“O teórico croata da imagem\, Krešimir Purgar\, observa que a vontade de abstração não é uma característica da arte moderna\, embora artistas de vanguarda\, no início do século XX\, tenham produzido arte abstrata e escrito sobre ela”\, pontua a curadora Ana Avelar\, que em seu texto crítico\, destaca que a obra de Kboco se estabelece na materialização de algo indizível e sem correspondência no mundo dos fenômenos: “Entre a dimensão ritualística da magia e a experiência urbana\, suas obras evocam símbolos de culturas diversas enquanto criam outros. A arte de Kboco reúne símbolos de procedências múltiplas e utiliza a técnica de remixagem para criar um léxico visual único”. \nA exposição “Quentchura” promete ser uma experiência imersiva que apaga hierarquias entre tempos\, agentes e culturas\, apontando para a essencialidade do sagrado em nossa existência. O título da exposição\, “Quentchura”\, combina a ideia de calor com a gíria carinhosa “tchutchuca”\, difundida pelo funk carioca no início dos anos 2000\, refletindo a mixagem cultural e a ebulição criativa da obra de Kboco.
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LOCATION:Galeria Movimento\, 15 R. dos Oitis Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:"Ocupação Mulherio" na Danielian Galeria
DESCRIPTION:Niura Bellavinha\, Sopro. Crédito: Miguel Aun\n\n\n\n\nA Danielian Galeria apresenta\, a partir de 8 de agosto de 2024\, às 18h\, a “Ocupação Mulherio”\, segunda edição do programa dedicado a mulheres artistas que ganha um formato distinto\, com um conjunto de mostras individuais das artistas Nadia Taquary – “Marés”; Sônia Menna Barreto – “Fábulas”; Nelly Gutmacher – “Son(h)os”; Niura Bellavinha – “Essências”; e “Harmonias”\, uma sala especial dedicada à obra da artista e marchande Marcia Barrozo do Amaral\, falecida há um ano (1943-2023). \nOs curadores Marcus de Lontra Costa\, Viviane Matescoe Rafael Fortes Peixoto dão seguimento à ideia iniciada em 2022\, com a mostra “Mulherio”\, que reuniu trabalhos de 35 artistas mulheres de diferentes gerações\, pesquisas e poéticas\, a partir da pesquisa histórica e da seleção de trabalhos. \nO trio curatorial destaca que “Ocupação Mulherio” não parte “de uma premissa ou de um enlace temático\, mas tem como principal objetivo demonstrar a importância da trajetória destas mulheres para o ambiente cultural brasileiro\, assim como a força e poesia de suas expressões”. “Sem categorizações ou classificações\, “Ocupação Mulherio” reafirma “espaços e conquistas\, mostrando que a arte representa o poder essencial feminino de criar e acima de tudo\, transformar”\, afirmam. Marcus de Lontra Costa\, Viviane Matesco e Rafael Fortes Peixoto assinalam ainda que “os títulos que diferenciam cada mostra são insinuações para que os visitantes possam conhecer e criar relações sensíveis com as obras expostas”. \nMarcus de Lontra Costa diz que nesta segunda edição de “Mulherio”\, ele e os outros curadores optaram “pela realização de cinco individuais de mulheres que sintetizam a ação feminina na arte contemporânea brasileira: religião\, sexualidades\, histórias das artes\, abstrações e concretude\, que compõem esse mosaico criativo reunido num mesmo espaço físico aberto ao público carioca”. Viviane Matesco observa que “mulheres são diversas\, mas com uma posição em comum: a luta para viver em mundo dominado pelo machismo”. Rafael Fortes Peixoto acrescenta que o objetivo “não é reunir as artistas em torno de uma ideia\, e sim reafirmar a ocupação desse espaço na agenda e na pauta cultural\, tanto em instituições públicas como em espaços privados\, como a Danielian Galeria”. Ele adianta que em 2025 se pretende comemorar os 40 anos de ações das Guerrilla Girls\, que afirmaram pela primeira vez ao mundo o questionamento da presença feminina nas artes. Nossa ideia com estas individuais é que a produção de cada artista possa ser aprofundada nesse ambiente de diversidade e liberdade”. \nO título da “Ocupação” tem inspiração no jornal “Mulherio”\, que circulou entre 1981 e 1988\, e teve umrelevante papel dentro do movimento feminista brasileiro\, e surgiu como desdobramento dos estudos sobre a condição feminina no Brasil\, tendo contado com a participação de mulheres como Lisette Lagnado\, Inês Castilho\, Lélia Gonzalez\, Adélia Borges\, Maria Rita Kehl\, Ruth Cardoso\, Carmen da Silva e Heloisa Teixeira (ex-Buarque de Hollanda) em suas 40 edições. \nAcompanha a exposição uma publicação em formato de 14cm x 10cm\, em papel rosa\,  com os textos dos curadores sobre cada uma das mostras.
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LOCATION:Danielian Galeria\, 414 Rua Major Rubens Vaz Gávea\, Rio de Janeiro\, Rio de Janeiro\, Brasil
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SUMMARY:“Ideias radicais sobre o amor” de Panmela Castro no Museu de Arte do Rio
DESCRIPTION:Panmela Castro\, Série Vigília. Créditos: Gabriel Andrade\n\n\n\n\nA exposição “Ideias radicais sobre o amor”\, da carioca Panmela Castro\, será inaugurada nesta sexta-feira\, dia 9 de agosto\, às 17h\, no Museu de Arte do Rio (MAR). Com mais de 20 anos de trajetória\, a artista apresentará uma exposição com obras participativas\, tendo como fio condutor a ideia da psicologia que fala sobre a necessidade de pertencimento como impulso vital dos seres humanos. Com curadoria de Daniela Labra e assistência curatorial de Maybel Sulamita\, serão apresentadas 17 obras\, sendo 10 inéditas\, entre performances\, fotografias\, pinturas\, esculturas e vídeos\, que exploram questões como afetividade\, solidão\, visibilidade\, empoderamento\, autocuidado e memórias. \n“Essa individual de Panmela Castro permite ao público conhecer muitas facetas de sua linguagem interdisciplinar. Seu trabalho navega por diferentes mídias e suportes de um modo único\, reunindo questões estéticas\, afetivas e ativistas em uma obra que é fundamentalmente performática e processual. A exposição no MAR traz obras inéditas e versões de outras já existentes\, formando um ambiente lúdico\, instigante e transformador”\, afirma a curadora Daniela Labra. \nA exposição irá se construir através de performances\, ações e participações do público\, que acontecerão ao longo do período da mostra. “Todas as obras de alguma forma precisam do outro para existir ou se completar\, é uma exposição que começa em construção”\, ressalta Panmela Castro. A exposição será inaugurada com três telas em branco da série “Vigília no Museu”\, que serão pintadas quando o museu estiver fechado ao público. Em forma de vigílias dentro do MAR durante a noite\, a artista se encontrará com pessoas para retratá-las. Um conjunto com 50 fotografias com registros da série “Vigília” também fará parte da mostra. \nA exposição conta\, ainda\, com obras inéditas nas quais o público é convidado a participar. Na obra “Chá das Cinco”\, por exemplo\, o público é convidado a tomar um chá e compartilhar conselhos com outros visitantes da exposição através de bilhetes deixados debaixo do pires. Já em “Vestido Siamês”\, duas pessoas poderão vestir\, ao mesmo tempo\, um grande vestido rosa feito em filó. Além disso\, o público será convidado a trazer batons para a obra “Coleção de Batons” e objetos para deixar em um casulo\, que serão transformados em esculturas pela artista. Esses objetos\, que podem trazer memórias boas ou ruins\, serão ressignificados e eternizados pela arte. \nInspirada nos tradicionais jogos arcade (fliperama)\, a obra “Luta no Museu” será um jogo para o público\, no qual os lutadores são os artistas Allan Weber\, Anarkia Boladona\, Elian Almeida\, Priscila Rooxo\, Vivian Caccuri e Rafa Bqueer. Os cenários retratados são o Museu de Arte do Rio\, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e a Escola de Artes Visuais do Parque Lage. A artista propõe o jogo como uma brincadeira de luta entre artistas\, onde o vencedor expõe sua obra no museu. \nCompletando as obras inéditas\, estará o vídeo “Stories”\, uma coleção de pequenos vídeos publicados no Instagram da artista (@panmelacastro)\, que convidam o público a fazer parte das diferentes situações de sua vida e de seu processo artístico. \nAlém dos trabalhos inéditos\, obras icônicas da artista também farão parte da exposição\, como “Biscoito da sorte” (2021)\, que traz os tradicionais biscoitos japoneses com mensagens feministas criadas pela artista; “Bíblia feminista” (2021)\, na qual o público poderá escrever ideias que guiem a emancipação e a luta por direitos das mulheres cis e trans\, e “Consagrada” (2021)\, fotoperformance na qual a artista aparece com o peito rasgado com esta escarificação\, fazendo uma crítica à forma como o mercado de arte elege seus personagens. \n“Não surpreende que Panmela hoje seja respeitada internacionalmente\, tanto pela inventividade de sua arte quanto pela postura em relação a assuntos como violência de gênero de diversos tipos. Esse tema há anos a estimula a criar ações artísticas\, pinturas\, objetos e também desenvolver um trabalho de cunho pedagógico e político através de sua organização que usa as artes para promover direitos\, principalmente o enfrentamento à violência doméstica\, a Rede NAMI”\, diz a curadora Daniela Labra. \nCompletam a mostra\, quatro performances que a artista fará ao longo do período da exposição. No dia 17 de agosto\, será realizada “Culto contra os embustes” (2020)\, um ritual onde a autoestima e a energia vital são usadas para afastar indivíduos malévolos da vida de cada participante. No dia 28 de setembro\, será a vez de “Honra ao mérito” (2023)\, realizada na I Bienal das Amazônias\, que aborda a falta de reconhecimento das mulheres e propõe uma cerimônia onde medalhas são concedidas ao público feminino\, como forma valorizar seus talentos e ações dignas de destaque. “É uma reparação histórica”\, afirma Panmela Castro. No dia 5 de outubro\, será a vez da performance inédita “Revanche” (2019)\, na qual a artista confronta as imposições do feminino compulsório\, convidando o público a apreciar o momento de um acerto de contas com o urso de 4 metros de altura que estará na mostra. Já no dia 12 de outubro\, será realizada “Ruptura” (2015)\, na qual a artista se desfaz de uma espécie de “caricatura da feminilidade”\, abrindo espaço para discussões mais amplas sobre gênero e alteridade. Todas as obras de performances serão registradas e terão seus vídeos exibidos na exposição.
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LOCATION:Museu de Arte do Rio\, Praça Mauá\, 5 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Por uma outra ecologia: o que a matéria sabe sobre nós" no Solar dos Abacaxis
DESCRIPTION:Obra de Julien Creuzet. Imagem / Divulgação Solar dos Abacaxis\n\n\n\n\nDesde que inaugurou sua nova sede no Centro do Rio\, em julho de 2023\, o Solar dos Abacaxis tem se empenhado em expandir seu foco além das artes visuais\, com o objetivo de se consolidar como um centro cultural de educação experimental que convida o público a se apropriar de seu espaço. Embora essa trajetória já estivesse sendo traçada aos poucos com as últimas exposições\, o programa de residências Oficina Solar e seu robusto e extenso programa educativo\, o instituto dá um passo significativo nessa direção a partir do dia 10 de agosto\, com a mostra “Por uma outra ecologia: o que a matéria sabe sobre nós”. \nCom curadoria de Matheus Morani e co-curadoria de Thiago de Paula Souza\, o programa propõe diálogos interdisciplinares que exploram as contradições e continuidades entre ecologia e racialidade. Oito artistas ocuparão o primeiro e segundo andar do prédio situado no Mercado Central\, na Rua do Senado\, com obras multidisciplinares que abordam temas cruciais como racismo ambiental\, extração de recursos naturais\, vulnerabilidade populacional diante das mudanças climáticas e estratégias de sustentabilidade desenvolvidas por culturas não-hegemônicas. Os artistas selecionados para dar vida ao conceito proposto pela curadoria são Davi Pontes\, Denise Ferreira da Silva\, Arjuna Neuman\, Stephane Kabila\, Juliana dos Santos\, Julien Creuzet\, Negalê Jones e Rose Afefé. \n“Nos interessamos por apresentar uma exposição orientada pelo processo aberto de aprendizado em torno das questões ecológicas intransponíveis ao nosso tempo\, com obras que expandem o escopo do que a arte é e pode ser\, em diversos modos e agências”\, resume Matheus Morani. \nA exposição surge como catalisadora de uma nova fase em que o Solar está repensando os usos de seu próprio espaço. A ideia é que a sede se torne cada vez mais livre\, democrática e acessível\, de modo a abrigar todos os tipos de proposições\, fortalecendo a vocação do instituto como um centro cultural e educacional. Com esse objetivo\, será implementado no térreo um novo mobiliário definitivo e modular – equipado com rodinhas – que poderá ser utilizado em diferentes formatos\, como uma arena para rodas de conversa\, sala para exibição de filmes\, palco para mostras de performances e espaço com mesas para oficinas\, entre outras configurações. O intuito é adaptar o local de acordo com as necessidades de cada programação. \n“Há algo muito antigo no Solar e fundamental em suas atribuições\, que é o exercício ou a prática de cultivar a porosidade da instituição em relação às suas comunidades. Como podemos criar formas de relacionamento com as pessoas que fazem parte da nossa rede\, sem apenas criar exposições para o público\, mas\, de fato\, criar situações extraordinárias para pensarmos juntos\, estudarmos juntos e propor outras formas de encontro com a arte e a educação?”\, questiona Bernardo Mosqueira\, diretor artístico e um dos fundadores do Solar dos Abacaxis. \nO objetivo da exposição é utilizar a arte contemporânea como uma ferramenta poderosa para veicular discussões críticas sobre ecologia\, de modo que não estejam centradas no ser humano\, mas sim nas relações entre todos os seres vivos. Ao propor a exposição “Por uma outra ecologia: o que a matéria sabe sobre nós”\, o Solar busca refletir sobre como a arte pode contribuir para debates urgentes e relevantes\, promovendo a sensibilização e conscientização ambiental\, além da ação sobre questões ecológicas e raciais. A exposição contará com uma programação pública contínua de oficinas\, performances\, conversas e cursos\, propostas pelo artista e coreógrafo Davi Pontes e pela equipe pedagógica do Solar dos Abacaxis. \n“Eu acredito que essa exposição expande nossa prática de inclusão de duas maneiras principais. Uma delas é através de uma programação intensa\, com uma exposição que apresenta atividades constantes\, movimentando o espaço de diversas maneiras para expandir essa tática de estudo. E a outra é engajar as pessoas no próprio processo de desenvolvimento das obras\, na construção das obras em si. Então\, o programa da exposição começa antes mesmo da abertura da mostra\, o que considero algo incrível\, pois construímos a exposição junto com nossas comunidades”\, pontua Mosqueira. \nO programa ao qual Bernardo se refere é a instalação da artista baiana Rose Afefé\, cujo trabalho de vida consiste na construção de uma cidade inteira de adobe em Ibicoara\, na Chapada Diamantina. A artista está iniciando uma nova série de obras chamada “Terra do Pé Vermelho”\, que contará com o apoio do público para seu desenvolvimento\, tanto na manufatura dos tijolos quanto na montagem dos fragmentos de cidade que ocuparão o térreo do instituto. Ao serem comercializados\, os pedaços dessa cidade entram no circuito econômico e financeiro da arte\, convertendo-se posteriormente em contrapartidas sociais para seus moradores simbólicos (pessoas de qualquer parte do mundo que têm uma conexão poética com a obra\, como os residentes do local de onde a terra foi retirada). A instalação do projeto\, com a ajuda do público\, será realizada entre os dias 29 de julho e 3 de agosto. \nAlinhada à missão e aos valores do Solar dos Abacaxis\, a exposição faz parte essencial do ciclo de pesquisa sobre Ecologias Queer/Cuir\, desenvolvido ao longo de 18 meses entre 2023 e 2024\, como programa expositivo que conta com o patrocínio do Instituto Cultural Vale\, patrocinador master do programa expositivo do Solar\, e do Mattos Filho\, via lei federal de incentivo à cultura. A partir deste eixo curatorial\, “Por uma outra ecologia: o que a matéria sabe sobre nós” investiga diferentes abordagens e formas de vida que exploram as complexas relações entre natureza\, política\, desejo e identidade. A mostra é comissionada como uma contribuição crucial para esse ciclo de pesquisa\, propondo novas possibilidades políticas de relações com a natureza que transcendem os parâmetros da ciência moderna. \nAo articular pensamento crítico racial com experimentações em arte e educação\, a exposição busca alinhar urgências epistêmicas e políticas ao campo artístico e pedagógico\, respondendo a discussões globais promovidas por instituições de relevância internacional.
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LOCATION:Solar dos Abacaxis\, Rua do Senado\, 48 – Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:"Entre Margens\, Clareiras e Desertos" na Arrecife Galeria
DESCRIPTION:Vista da instalação da mostra “Entre margens\, clareiras e desertos” na Arrecife Galeria. Foto: Nilton Reis\n\n\n\n\nInteressado em explorar as temporalidades do desenho e da pintura presentes nas pesquisas dos artistas Antonio Kuschnir e Mariana Honório\, “Entre Margens\, Clareiras e Desertos”\, com curadoria de Mandú\, parte das bordas como lugar disparador para a construção de espaços perecíveis de relações\, não apenas como matéria determinante de espaço\, mas também enquanto gesto poético na feitura das coisas. \n“O desenho em si é margem\, pois determina zonas de interesse\, poder e renúncia. Em seu tempo\, só há futuro; afinal\, quando se apaga algo\, só se acrescenta um gesto. Já na pintura\, em camadas de segredos\, é possível cobrir\, mas nada se desfaz.” \nA mostra fica em cartaz de 12 de agosto a 14 de setembro e os horários de visitação são de segunda à sexta-feira das 13h às 19h e aos sábados\, das 10h às 15h.
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LOCATION:Arrecife Galeria\, Rua do Rosário\, 61 - Centro\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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SUMMARY:Exposições paralelas em torno de Cristina Canale na Casa Roberto Marinho
DESCRIPTION:Cristina Canale em seu ateliê em Berlim\, 2024. Foto: Uwe Walter\n\n\n\n\nExposições paralelas centram-se na obra e no olhar curatorial de Cristina Canale\, que comemora 40 anos de carreira ocupando o instituto cultural no Cosme Velho \nSob curadoria de Pollyana Quintella\, mostra retrospectiva traça a trajetória artística da pintora carioca\, com publicação lançada na inauguração. Exposição curada por Canale dialoga com grandes nomes da Coleção Roberto Marinho \nA Casa Roberto Marinho inaugura\, em 15 de agosto de 2024\, duas exposições simultâneas em torno da artista plástica carioca Cristina Canale. Essa apresentação em dois atos comemora as quatro décadas de carreira da pintora com a retrospectiva Dar forma ao mundo\, e explora o seu olhar curatorial sobre a Coleção Roberto Marinho\, em Paisagem e memória. \n“Nessa temporada\, apresentamos a Cristina Canale curadora no térreo e\, no primeiro andar\, exibimos a sua obra. Ao percorrer o espaço expositivo veremos o quão fluidas\, no seu caso\, podem ser essas fronteiras nas paisagens do mundo criado por ela”\, destaca o diretor do instituto\, Lauro Cavalcanti. \n“O conjunto destas duas exposições mostra meu olhar dentro de um acervo brasileiro\, que é a minha origem\, e\, paralelamente\, o meu percurso de 40 anos como artista plástica. São dois conjuntos de sensibilidades\, com comunicações e pontes entre eles. Foi uma experiência muito rica ver esse diálogo”\, avalia Canale. \nRadicada há mais de 30 anos na Alemanha\, ela mantém forte relação com o Brasil. Sua relevância no circuito de arte nacional se reflete na celebração dessas quatro décadas de produção artística\, que tem como marco inicial a exposição Como vai você\, Geração 80?\, realizada em 1984\, no Parque Lage.
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LOCATION:Casa Roberto Marinho\, R. Cosme Velho\, 1105\, Rio de Janeiro\, RJ\, Brasil
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